《Presente Divino》 Cap铆tulo 1 Cap¨ªtulo 1 Cap¨ªtulo 1 ¡°Parece que todo mundo est¨¢ aqui¡±, disse Aleric, observando a multid?o. ¡°Estamos reunidos aqui hoje para testemunhar o julgamento de Ariadne Chrysalis, ex-Luna da alcat¨¦ia da N¨¦voa de Inverno.¡± Seus olhos percorreram os rostos de todos ao redor antes de finalmente repousar em mim. ¡°Voc¨º jura pelo nome da Deusa, Ariadne, que vai contar toda a verdade durante este julgamento?¡± perguntou. Encontrei seus olhos verdes prantes, um arrepio percorreu minha espinha. Como aqueles olhos me assombravam. ¡°Eu juro¡±, respondi alto e confiante. ¡°Eo voc¨º se dera?¡± Prendi a respira??o, meu cora??o disparou no peito. ¡°Inocente¡±. ** Duas semanas antes ** ¡° est¨¢ gr¨¢vida¡± Aleric me contou. Olhei para ele em choque, meu rosto empalidecendo. Meupanheiro destinado, o amor da minha vida, estava me dizendo que havia engravidado algu¨¦m. Algu¨¦m que n?o era eu. Foio um soco no est?mago. O v¨ªnculo do nossopromisso fez o peso de suas pvras insuport¨¢vel para mim e minha loba interior uivou de dor. Dei tudo a Aleric, sofri tudo por ele. E, ainda assim, ali estava ele, parado na minha frente, me contando not¨ªcias t?o dolorosaso se estivesse me dizendo a hora. ¡°Por que?¡± Eu sussurrei, l¨¢grimas escorriam pelos meus olhos. ¡°Eu n?o preciso me explicar para voc¨º¡±, disse Aleric rispidamente. ¡°Voc¨º n?o conseguiu nem cumprir todos os seus devereso minhapanheira,o Luna. N?oece a agiro se isso fosse uma surpresa. A alcat¨¦ia precisa de um herdeiro Alfa. Algo que voc¨º ¨¦ incapaz de oferecer, Ariadne.¡± Suas pvras feriram, rasgaram profundamente minha carneo uma faca. Est¨¢vamos oficialmente casados h¨¢ seis anos e era verdade¡­ eu n?o tinha conseguido dar-lhe um filho. N?o erao se eu n?o quisesse. Por meses, depois de termos descoberto oficialmente sobre o v¨ªnculo dopanheiro, eu tentei de tudo para estar ele o m¨¢ximo poss¨ªvel. Mas ele nunca se interessou por mim, eu podia ver isso ramente. Eu sabia que ele s¨® estavaigo porque eu era a Luna por direito. Mas havia outra coisa que eu sabia tamb¨¦m. Algo que nenhumpanheiro deveria ter que lidar. E era isso que eu sabia sobre sua amante; Thea. Aleric e Thea se conheciam desde antes de estarmos oficialmente juntos e eu podia ver ramente como ele a adorava. Dei a o amor que era meu por direito, olhando para o se fosse seu sol. Mas cada parte do meu ser o amava, mesmo que ele n?o me amasse. Mesmo assim, por algum motivo bobo, permaneci esperan?osa de que ele se afei?oaria a mim assim que eu lhe desse um filho. Afinal, eu era a leg¨ªtima Luna e suapanheira. Fui ao m¨¦dico da alcat¨¦ia um ano depois de n?o engravidar e ele confirmou meus piores temores; Eu era incapaz de ter filhos. Eu n?o sabia o que fazer,o continuar. Essa era a ¨²nica coisa em que eu tinha depositado todas as minhas esperan?as para que meu destino mudasse, para que Aleric mudasse. A not¨ªcia da minha infertilidade foi mantida apenas entre os altos escal?es da alcat¨¦ia, felizmente, mas eu nunca tinha visto meu pai, o Beta, parecer t?o desapontadoigo. Eu tinha tentado de tudo para manter o interesse de Aleric apesar da not¨ªcia ruim. Perdi peso, tentei ficar mais bonita e me dediquei aos meus deveres de Luna. ¨¦ramos a alcat¨¦ia mais bem sucedida do pa¨ªs e parte disso era por minha causa. Eu pensei que se eu pudesse torn¨¢-lo bem sucedido, ele me pagaria de volta na mesma moeda. No entanto, quanto mais tempo passava, mais frio e agressivo ele se tornava. Sempre que ele se deitavaigo no passado, era frio, cl¨ªnico,o se ele estivesse cumprindo um dever em vez de se divertir. Mas tudo mudou quando ele soube da minha infertilidade, suas visitas logo pararampletamente. Aqueles breves momentos que ele uma vez me concedeu foram tudo para mim. Foram as ¨²nicas vezes que ele me tocou intimidade. Minha pele enviava fa¨ªscas onde quer que nossos corpos se encontrassem, e seu cheiro me intoxicava. Esta era a maldi??o do v¨ªnculo dopanheiro. ¡°¡­Mas eu te amo, Aleric,¡± eu disse, a voz quase inaud¨ªvel. Eu n?o conseguia encontrar seus frios olhos verdes, minhas pernase?aram a tremer. Eu podia sentir por dentro que minha loba estava arrasada, sentindo sua dor misturada a minha. This belongs ? N?velDra/ma.Org. Foi sufocante. ¡°N?o seja pat¨¦tica¡±, zombou. ¡°Voc¨º deveria se considerar sortuda por eu n?o estar te substituindo da posi??o Luna e colocando Thea no seu lugar. A Deusa escolheu voc¨º para ser Luna, mesmo que tenha errado.¡± Eu vacilei suas pvras. ¡°No entanto,¡± ele continuou, ¡°eu preciso te dizer que vou fazer do filho de Thea meu herdeiro leg¨ªtimo. Os anci?es consideraram isso apropriado dadas as circunstancias. Eles entendem o qu?o importante este beb¨º ¨¦ para a sobreviv¨ºncia da alcat¨¦ia.¡± Inclinei minha cabe?a para ele em submiss?o, l¨¢grimas escorrendo silenciosamente pelo meu rosto. Eu precisava sair dali, ficar longe dele, mas fui mantida no lugar por sua presen?a. Mesmo depois de tudo que ele tinha feitoigo, eu ainda gostava dele. O v¨ªnculo entre Luna e Alpha era forte, e isso me mant¨¦m o amando at¨¦ agora. Mesmo que cada parte de mim queira gritar ele, bater nele, arrancar seus olhos por me machucar. ¡°N¨®s temos uma reuni?o da alcat¨¦ia amanh? de manh? ¨¤s oito. N?o se atrase,¡± ele disse antes de sair da casa. Ele nem sequer me olhou antes de sair. Sem desculpas, sem simpatia. Aleric prefere me ver sofrer do que me dar um pingo de amor ou carinho. Eu era uma Luna, sua Luna, e uma rainha aos olhos da nossa alcat¨¦ia, mas ele n?o podia nem me dar um mero olhar. Sua falta de respeito por mim era evidente. N?o aguentando mais, decidi fazer a ¨²nica coisa que podia fazer nessa situa??o; fugir de tudo¡­ mesmo que apenas por algumas horas. Corri para fora da floresta quando o ar fresco e frio atingiu meu rosto imediatamente, algo que respirei avidamente para ajudar a limpar minha cabe?a. Foi bom, tirando o vento que batia em minhas bochechas onde minhas l¨¢grimas ca¨ªam, proporcionando um cfrio pelo meu corpo. Mas doeu s¨® pelo tempo antes de me transformar em minha loba. Suas patas felpudas atingiram o ch?o frio rapidamente enquanto corria p floresta. Eu dei a controle total, sabia que precisava disso. precisava se sentir livre e viva. N¨®s duas est¨¢vamos presas por nossa posi??o, nosso dever, nossopanheiro. T¨ªnhamos sacrificado tudo p nossa alcat¨¦ia, tudo por ele, tudo em v?o, por nada. Mesmo que fosse poss¨ªvel subitamente que eu tivesse filhos dele, sabia que eles seriam deixados de lado ¨C assimo eu havia sido descartada. Eu podia ver que foi melhor n?o ter tido filhos nesta fam¨ªlia. Nenhuma crian?a faria os sentimentos de Aleric por mim mudarem; foi ing¨ºnuo da minha parte pensar assim antes. Foi a primeira vez em que eu fui grata p minha infertilidade. Eu estava em uma situa??o imposs¨ªvel. Cada parte de mim queria fugir, mas eu sabia que minha alcat¨¦ia precisava de mim. Na verdade, eu sabia muito bem que Thea iria destruir a alcat¨¦ia se se tornasse Luna. n?o tinha nenhum treinamento e eu ainda n?o tinha testemunhado um ¨²nico coment¨¢rio inteligente da garota. Literalmente sobre qualquer coisa. Mas e a minha pr¨®pria sa¨²de mental? Eu n?o tinha sofrido o suficiente? Quatro anos era muito tempo para deixar meu cora??o nas m?os de Aleric. Ele zombou do meu amor por ele e n?o podia mais me respeitar por dever. Minha loba continuou a correr enquanto eu refletia em um debate interno. ca?ou coelhos e cheirou os diferentes aromas, absorvendo tudo na tentativa de esquecer tudo o que havia acontecido. Seu pelo branco nos manteve aquecidas contra o vento que ficava mais frio ¨¤ medida que a escurid?o se aproximava, e eu sabia que precisar¨ªamos voltar logo. Mas eu n?o queria sujeit¨¢ a isso ainda. Por mais um pouco, eu queria que esquecesse tudo que estava esperando por n¨®s em casa. Outra hora se passou e eu aceitei que finalmente era a hora. Eu gentilmente a cutuquei na minha cabe?a para indicar que dever¨ªamos ir para casa, mas soltou um rosnado baixo para me dizer que n?o estava satisfeita essa ideia. N?o que eu a culpasse. Infelizmente, eu tive que lembr¨¢ que precis¨¢vamos ir para casa para jantar ou Sophiee?aria a se preocupar. Com um gemido final de aborrecimento, voltou a contragosto para a casa. No entanto, enquanto sa¨ªamos, notei algo nas ¨¢rvores. Uma mulher de cabelos dourados estava parada ali, usando um vestido branco, me observando atentamente. Minha loba imediatamente emitiu um grunhido de advert¨ºncia; nenhuma de n¨®s a reconhecendo nem a sentindo. No entanto, a parte mais esquisita era que n?o pod¨ªamos sentir o cheiro d. Definitivamente, dever¨ªamos ser capazes de cheir¨¢. A mulher n?o expressou nenhuma rea??o, nem se encolheu, levando-nos a fazer apenas uma coisa. A ¨²nica coisa que pod¨ªamos fazer. ¡­ Corremos em sua dire??o. As patas da minha loba corriam cada vez mais r¨¢pido, nossos batimentos card¨ªacos acelerados em nosso peito, sentindo que algo estava errado. Como conseguiu passar ps patrulhas de fronteira? Algo estava errado. N?o ¨¦ramos lutadoras muito boas, mas se isso significasse proteger a alcat¨¦ia, ent?o, no pr¨®prio contrato, precisar¨ªamos investigar. Ou pelo menos tentar. ¡­Porque, no final, chegamos tarde demais. Antes que pud¨¦ssemos chegar perto, a mulher virou as costas e se escondeu atr¨¢s das ¨¢rvores, n?o deixando absolutamente nada para tr¨¢s. Nenhuma mulher, nenhum cheiro, nada. Erao se ningu¨¦m estivesse ali. T¨ªnhamos apenas imaginado a coisa toda? ¨¦ certo que t¨ªnhamos acabado de passar por algo extremamente traum¨¢tico, tornando perfeitamente poss¨ªvel que estiv¨¦ssemos apenas vendo coisas. Nossa mente tinha sido levada ao limite e eu sabia que est¨¢vamos exaustas emocionalmente. Rapidamente, pedi a minha loba que voltasse para casa e fiquei grata quando n?o precisou ser solicitada duas vezes desta vez. Nenhum de n¨®s queria outra experi¨ºnciao a que acabamos de ver. Eu debati em minha mente se valia a pena dar um rme a patrulha de fronteira para investigar, mas, no final das contas, decidi n?o fazer isso. Eu sabia que a not¨ªcia da gravidez de Thea j¨¢ teria se espalhado, fazendo as pessoase?arem a me olhar pena. E embora a pena fosse uma coisa ruim, eu n?o podia arriscar que eles me olhassemo se eu fosse louca. Eu era uma Luna, mesmo que a posi??o por um fio. Eu n?o poderia dar outro motivo para a alcat¨¦ia duvidar de mim. Depois do dia j¨¢ traum¨¢tico que eu tive, n?o conseguia prever o que estava esperando por mim na casa da alcat¨¦ia. Depois de me trocar e me vestir novamente, entrei na casa, vendo algo que me fez parar imediatamente. Porque foi quando entrei que o cheiro d imediatamente me atingiu, um cheiro doce e a?ucarado que sempre fazia meu nariz enrugar. Thea. Cap铆tulo 2 Cap¨ªtulo 2 Cap¨ªtulo 2 era v¨¢rios cent¨ªmetros mais alta do que meus 1,60m, cabelo loiro e olhos castanhos caramelo suaves. Thea era impressionante, qualquer um diria. Suas pernas longas e esbeltas estavam sempre vis¨ªveis, e suas roupas sempre acentuavam suas melhores caracter¨ªsticas. Era f¨¢cil ver porque Aleric se apaixonou por . ¡°¨¢ria!¡± me gritou. Estava no final do corredor na dire??o da s de estar daunidade, parecia estar esperando por mim. Mas n?o parei para fr . N?o, em vez disso, escolhi fingir que n?o a ouvi e sa¨ª em dire??o ao meu quarto. ¡°Aria, espere!¡± chamou novamente. Eu podia ouvie?ar a correr atr¨¢s de mim rapidamente. Thea era a ¨²ltima pessoa quem eu queria lidar nesse momento. Por que estava tentando colocae sal na ferida antes que eu tivesse tempo de processarpletamente o que havia acontecido? Mas antes que eu pudesse chegar ¨¤s escadas, sua m?o agarrou meu pulso, me for?ando a me virar para encar¨¢. E instantaneamente, eu rosnei bruscamente ao seu toque. Como p?de me tocar? Eu ainda era sua Luna, mesmo que carregasse o herdeiro. Seus olhos castanhos se arregram de surpresa a minha rea??o e imediatamente soltou minha m?o, aparentava estar prestes a chorar. ¡°Aria, eu sinto muito!¡± choramingou. ¡°Eu n?o queria que fosse assim.¡± Thea n?o mudava. Agiao se f?ssemos irm?s ao inv¨¦s de uma Luna e a amante de seu companheiro. ¡°Ele ¨¦ o Alfa,o eu poderia neg¨¢-lo?¡± disse quando as l¨¢grimase?aram a cair de seus olhos. ¡°Voc¨º sabe que eu nunca quis que as coisas fossem t?o longe, mas eu o amo tamb¨¦m. E eu amo esta alcat¨¦ia tanto quanto voc¨º. Por favor, n?o me odeie ou esta crian?a.¡± descansou uma m?o em sua barrigao se quisesse enfatizar seu ponto. De repente, tudo ficou vermelho. Eu podia sentir meu pulso batendo alto, ensurdecendo meus ouvidos. Tudo sobre n me faz querer rasg¨¢ em peda?os. A aud¨¢cia que teve de me dizer isso como se fosse a v¨ªtima de toda essa situa??o. N?o eu, que havia sofrido e trabalhado durante anos, desde antes mesmo de nos acasrmos. N?o eu, que sacrifiquei tudo para ficar ele, para ser tratada a mesma frieza que ele sempre me tratou. De alguma forma, se atreveu a vir at¨¦ mim agora suas l¨¢grimas apndo para a minha simpatia Sendo filha do Beta, naturalmente, todos tinham assumido que Aleric e eu ficar¨ªamos juntos. Eu tinha treinado para os deveres de Luna muito antes de descobrirmos que est¨¢vamos destinados a ficar juntos oficialmente. Na verdade, eu tinha dado anos da minha vida por ele. Thea n?o era nada. era uma aventura que todos diziam que terminaria quando eu atingisse a idade de sentir o v¨ªnculo do companheiro¡­ S¨® que nunca terminou. Normalmente, eu a teria ignorado. Eu teria dado a um sorriso falso e dito algumas poucas pvras antes de sair para manter a paz. Mas n?o hoje. N?o hoje, quando entrou rastejando e tirou qualquer esperan?a que eu tivesse de ficar Aleric. ¡°Controle-se, sua mulher pat¨¦tica,¡± eu rebati, meus olhos se estreitando. ¡°Voc¨º est¨¢ carregando o herdeiro desta alcat¨¦ia e ainda assim seportao uma crian?a? Voc¨º honestamente achou que eu teria simpatia por voc¨º? Que eu iria consol¨¢? O que voc¨º esperava conseguir vindo a mim? Esfregar na minha carao voc¨º engravidou do meupanheiro?¡± Eu podia sentir os olhares das pessoas ao meu redor enquanto os membros da nossa alcat¨¦ia se reuniam para assistir a discuss?o. Todos olhavam express?es mistas que variavam de tristeza, raiva epaix?o¡­ no entanto, eu n?o sabia dizer se eram voltados para mim ou para Thea. Thea se derramou em solu?os pesados diante de mim, suas pernas cedendo, mas eu simplesmente olhei para desgosto. estava enganada se pensou que eu iria consol¨¢. Na verdade, eu estava determinada a n?o me mover nem um cent¨ªmetro para ajud¨¢. ¡°Thea!¡± um dos espectadores gritou, correndo em seu aux¨ªlio. Brayden, o Gamma e terceiro noando da alcat¨¦ia, correu para odo de Thea para confort¨¢. Seus olhos olharam para mim ¨®dio ardente ao qual eu s¨® respondi de volta olhos indiferentes. ¡° est¨¢ gr¨¢vida, Luna! Do herdeiro Alfa. Como voc¨º pode dizer coisas t?o horr¨ªveis para quando s¨® queria fazer as pazes?¡± Brayden disse raiva. Eu tinha um status mais alto do que ele e, no entanto, ele ainda sentia que podia frigo dessa maneira. Para sua Luna. Eu queria atac¨¢-lo tamb¨¦m, mas foi o suficiente. Eu j¨¢ tinha feito o suficiente. ¡°Estou me aposentando esta noite e n?o quero ser interrompida. Cuide para que minha ¨¢rea do alojamento n?o seja perturbada¡±, eu disse, dando a ordem para Brayden. Resolvi ignorar sua explos?o dadas as circunstancias e os olhos que nos observavam. Sua mand¨ªb se apertou de raiva, mas ele abaixou a cabe?a mesmo assim. ¡®Isso mesmo¡¯, pensei. ¡®Pelo menos algu¨¦m ¨¦ for?ado a mostrar o respeito que eu mere?o mesmo quando n?o quer.¡¯ Text ? by N0ve/lDrama.Org. Eu normalmente me portava corretamente,o uma Luna deveria, mas essa garota n?o merecia cortesias. era t?o vil quanto o tratamento que recebi do meupanheiro. Rapidamente subi as escadas at¨¦ o ¨²ltimo andar, onde ficavam meus aposentos. Eu tinha minha pr¨®pria cozinha privada, s de jantar e quarto, onde n?o seria perturbada. As ¨²nicas pessoas autorizadas a acessar esta ¨¢rea eram Sophie, minha atendente, e Aleric, se assim o desejasse. N?o que sua presen?a fosse frequente. ¡°Voltei!¡± Eu chamei, tirando meus sapatos na porta. Uma Sophie de apar¨ºncia triste apareceu na porta da cozinha, os olhos cheios de pena. obviamente tinha ouvido a not¨ªcia. Virei meu rosto, n?o querendo olhar para sua express?o, minhas pr¨®prias l¨¢grimas brotaram ¨¤ superf¨ªcie. ¡°Oh, querida,¡± se acalmou e correu para mim, me abra?ando em seus bra?os quentes. Instantaneamente,ecei a solu?ar baixinho em seus bra?os e a agarreio se estivesse agarrando minha pr¨®pria vida. Sophie era uma senhora mais velha cabelos grisalhos e escuros que agiao uma m?e para mim desde que me tornei Luna. Minha pr¨®pria m?e faleceu pouco depois de eu ter assumido o posto e, portanto, nunca tive a presen?a d para me ajudar em todas as dores de cabe?a que sofri. Nos ¨²ltimos cinco anos, Sophie cuidou de mimo se eu fosse sua pr¨®pria filha e me mostrou tanto amor. ¡°Shh, est¨¢ tudo bem, meu amor,¡± Sophie sussurrou, acariciando meu cabelo prateado. ¡°N?o ¨¦ o fim do mundo. Voc¨º ainda est¨¢ bem e saud¨¢vel, e isso ¨¦ tudo que importa. Voc¨º foi escolhida p Deusa e eles n?o podem tirar isso de voc¨º.¡± estava certa, ¨¦ ro. Senti que meu mundo estava acabando, mas, na realidade, era apenas a mesquinhez que sentia por dedicar minha vida a um homem que n?o me amava. ¡°Estou pensando em fugir, Sophie,¡± murmurei contra seu peito. ¡°Eu n?o posso mais fazer isso. N?o tenho mais nada para dar.¡± Minha discuss?o Thea s¨® me fez ter certeza de que correr parecia a melhor op??o. ¡°N?o diga isso!¡± Sophie repreendeu. ¡°Voc¨º se sente terr¨ªvel agora, eu sei, mas a alcat¨¦ia ainda precisa de voc¨º. Voc¨º ¨¦ a Luna deles. Eles te amam.¡± Minha mente vagou, lembrando dos rostos que me cercaram durante minha briga Thea. Eu tinha certeza que agora eles simpatizavam Thea, n?oigo; especialmente pensando em Brayden e seu olhar de ¨®dio. Eles n?o tinham mais amor por mim. Eu havia ajudado a elevar esse grupo ao topo, mas sabia que o respeito deles por mim estava diminuindo. Eu tinha certeza que continuaria a diminuir com o passar dos dias da gravidez de Thea. Eu bncei minha cabe?a e me afastei de Sophie. ¡°O amor deles ¨¦ por quem pode fornecer o m¨¢ximo para esta alcat¨¦ia. Posso ver isso ramente em seus rostos. Eles amam Thea mais do que a mim porque lhes deu um presente que eu n?o posso dar.¡± Sophie olhou para mim incerteza. Eu sabia que seria dif¨ªcil para me ouvir dizer que queria ir embora, mas senti que precisava fazer isso por mim. Eu precisava fazer a ¨²nica coisa ego¨ªsta que eu j¨¢ tinha feito na minha vida. Era algo que eu sabia que meu deixaria meu pai desapontadoigo por considerar, mas eu n?o podia mais fazer isso. N?o, essa foi a gota d¡¯¨¢gua. Eu finalmente fugiria para sempre. ¡°J¨¢ decidi, Sophie, sinto muito.¡± Estendi minha m?o e gentilmente apertei a d na minha. ¡°¨¦ o melhor, tenho certeza que voc¨º pode ver o qu?o miser¨¢vel eu sou. Eu dediquei minha vida ¨¤ alcat¨¦ia, a Aleric, eu preciso fazer isso por mim. Estou definhando aqui, indesejada, descartada, humilhada em minha pr¨®pria alcat¨¦ia. N?o mere?o coisa melhor? N?o mere?o uma chance de ser feliz pelo menos uma vez? Sophie abriu a boca para responder, mas, antes que pudesse dizer qualquer coisa, a porta de repente se abriu atr¨¢s de mim. Engoli em seco e virei o pesco?o bruscamente para a intrus?o repentina, mas n?o havia necessidade de adivinhar quem era. Havia apenas uma pessoa em quem eu conseguia pensar que se atreveria a fazer tal entrada no meu quarto¡­ ¡­ E seus familiares olhos verdes frios encontraram os meus, cheios de ¨®dio. Cap铆tulo 3 Cap¨ªtulo 3 Cap¨ªtulo 3 Um arrepio percorreu minha espinha. Eu conhecia bem essa express?o. ¡­ Ele estava furiosoigo. Eu imediatamente tentei me afastar dele, mas sabia que era tarde demais. Ele andou a passosrgos e rapidamente agarrou meu pesco?o em sua m?o, prendendo-me contra a parede atr¨¢s de mim. E, instantaneamente, a dor alcan?ou meu ombro, onde atingiu a parede for?a. ¡°Aleric¡­ Por favor¡­¡±, eu choraminguei contra seu estrangmento, lutando para respirar. Sua m?o afrouxou um pouco, mas apenas para garantir que eu o ouvisse corretamente. Era uma loucura, mas mesmo em um momentoo este, o v¨ªnculo dopanheiro ainda fazia fa¨ªscas irromper de onde sua m?o tocava minha pele. Era doentioo uma Deusa podia fazer isso com seus filhos, faz¨º-los sentir essas sensa??es mesmo em uma situa??oo essa. ¡°Voc¨º acha que ¨¦ t?o importante que pode tratar Thea dessa maneira?¡± ele rugiu na minha cara. ¡°Aleric¡­ veio at¨¦ mim primeiro e?.¡± N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. ¡°J¨¢ chega!¡± ele me cortou. ¡°Eu n?o quero suas desculpas. Thea n?o ¨¦o voc¨º. ¨¦ uma garota gentil e doce! E se voc¨º tivesse causado estresse suficiente para causar um aborto? Voc¨º ¨¦ realmente t?o mesquinha a ponto de matar uma crian?a por despeito? Um futuro Alfa?¡± Mesmo em sua express?o distorcida de raiva, ele ainda parecia t?o bonito. Um cacho de seu desgrenhado cabelo meia-noite tinha ca¨ªdo fora do lugar e estava emoldurando sua testa, seus olhos verdes brilhando. Ele era um palmo mais alto do que eu, ombrosrgos e esculpidoo um Deus. Em momentoso este, eu podia sentir a diferen?a de altura t?o ramente quando ele estava perto de mim dessa maneira. Ele era um homem imponente e assustador, mas eu n?o tive escolha a n?o ser ach¨¢-lo irresist¨ªvel. Limpei meus pensamentos, lembrando a mim mesma que era apenas o v¨ªnculo dopanheiro me fazendo sentir essas coisas por ele. Seu toque e cheiro eram inebriantes, mas n?o era mais eu quem realmente sentia isso por ele. Era apenas maldi??o. ¡°Aleric¡­ n?o, eu nunca faria isso. veio at¨¦ mim mesmo sabendo disso?.¡± E de repente, ele me deu um tapa no rosto. Dif¨ªcil. Pisquei quando minha vis?o ficou turva e minha bochecha queimou. ¡°Voc¨º n?o ¨¦ nada, Ariadne. Voc¨º s¨® est¨¢ aqui porque eu deixei voc¨º estar aqui, nunca se esque?a disso. Voc¨º pode ser escolhidao Luna p Deusa, mas eu tenho a pvra final nessa alcat¨¦ia. Se voc¨º se atrever a machucar Thea novamente, vou me certificar de que voc¨º se arrependa.¡± E, isso, ele me soltou, minhas costas deslizaram p parede enquanto minhas pernas falhavam. Eu tinha certeza de que ele tinha pensado em me matar naquele momento. Sua raiva n?o era novidade para mim, mas esta foi a primeira vez que ele amea?ou me remover da minha posi??o completamente¡­ ou pior. Com um ¨²ltimo olhar para mim desgosto, ele saiu t?o abruptamente quanto chegou. Mas assim que a porta se fechou atr¨¢s dele, eu explodi em uma gargalhada hist¨¦rica, l¨¢grimas escorrendo dos meus olhos mais uma vez. Se ele tivesse me removido da minha posi??o no in¨ªcio, isso nunca teria acontecido. Se ele tivesse me rejeitado imediatamenteo suapanheira, em vez de me submeter a essa tortura dos ¨²ltimos seis anos, talvez um dia eu pudesse aprender a viver uma vida decente sem ele. Eu s¨® estava aqui por causa dele. Porque a alcat¨¦ia e Aleric me pediram para ser a Luna deles. Eu poderia ter tentado viver uma vida normal e tentado esquec¨º-lo se ele tivesse me libertado mais cedo. ¡­Talvez eu pudesse at¨¦ encontrar algu¨¦m para me amar um dia. ¡°¨¢ria?¡± Sophie perguntou hesitante, me observando rir preocupa??o. deve ter pensado que eu finalmente enlouqueci, e provavelmente estava certa. Sophie assistiu o que eu tinha acabado de sofrer, apenas para me ver rir de tudo. Talvez eu realmente tivesse finalmente enlouquecido. Quem diria que isso aconteceria hoje? ¡°¨¦ s¨® uma piada, Sophie, voc¨º n?o v¨º?¡± Eu sorrirgamente. ¡°¨¦ tudo uma grande piada. Minha vida inteira! Aposto que a Deusa est¨¢ olhando para mimo uma forma de entretenimento. Voc¨º acha que os Deuses ficam entediados? Eu me pergunto por que mais algu¨¦m me faria Luna apenas para suportar as coisas que eu tive que aguentar.¡± ¡°Oh, Aria,¡± Sophie disse, agachando-se para me envolver em seus bra?os mais uma vez. ¡°Meu pobre beb¨º. Est¨¢ tudo bem. Voc¨º vai ficar bem.¡± acariciou meu cabelo enquanto meu riso lentamente se transformava em solu?os contra seu peito. ¡°Eu vou voc¨º,¡± Sophie finalmente disse quando eu me acalmei. ¡°Podemos sair juntas. Tenho certeza de que teremos mais sucesso em escapar se trabalharmos juntas.¡± Sophie¡­ viriaigo? Olhei para a senhora mais velha em choque. estaria arriscando muito para se tornar uma desonestaigo e escapar. Se f?ssemos pegas, provavelmente seria executada. ¡°Vamos, vou fazer uma x¨ªcara de ch¨¢ e podemos conversar sobre o que vamos fazer¡±, disse , me colocando em p¨¦. Hesitante, eu bncei a cabe?a e sorri para a velha senhora. Sophie se importavaigo. Ficaria tudo bem. Ficar¨ªamos bem. No dia seguinte, preparei-me para a reuni?o ¨¤s oito horas os membros superiores do conselho da alcat¨¦ia. Meu longo cabelo prateado ainda estava bagun?ado, mas eu tinha feito o meu melhor para dom¨¢-lo o m¨¢ximo poss¨ªvel. Sob meus olhos violeta, eu podia ver as bolsas escuras do estresse e da falta de sono que eu tinha experimentado na noite anterior. Infelizmente, o uso de maquiagem mostrou poucos resultados em encobri. Minha apar¨ºncia era uma representa??o ra da minha fam¨ªlia, Cris¨¢lida. O cabelo prateado e os olhos violetas eram uma oferta infal¨ªvel para nossa antiga linhagem Beta. Era uma vis?o ium para pessoas que n?o eram da nossa alcat¨¦ia, mas eu estava orgulhosa do meu reflexo. Fui a primeira filha nascida de nossa fam¨ªlia Beta em mais de um s¨¦culo e a ¨²nica filha de meus pais. Eu tamb¨¦m nasci dois anos depois de Aleric, ent?o era quase garantido que ser¨ªamos um casal, nossas fam¨ªlias sempre foram t?o unidas. Os anci?os chegaram a profetizar que nossa uni?o traria grande sucesso da alcat¨¦ia; eles estavam certos. Dentro da s de reuni?es, sentei-me ¨¤ direita de Aleric. Mas ao contr¨¢rio de um dia normal, hoje eu podia sentir o olhar dos outros membros da alcat¨¦ia e anci?os, me fuzvam. N?o havia nada que eu pudesse fazer. N?o, tudo que eu podia fazer em resposta era manter meus olhos baixos. Sempre para baixo. Todo mundo sabia. Eles sabiamo devo me sentir humilhada,o sou desprezada, e mesmo assim me olhavamo se eu fosse uma atra??o de circo. Como se eu n?o fosse apenas uma garota cansada de ser usada. A reuni?o foi sobre os assuntos de sempre; patrulhas de fronteira, avistamentos desonestos, alian?as territoriais. Mas, p primeira vez, ningu¨¦m se atreveu a me fazer perguntas. Todos eles agiramo se eu nem estivesse l¨¢. E para ser honesta, eu gostaria de n?o estar. Eu tinha dito a Sophie que partir¨ªamos no final da semana. Ainda havia coisas que eu precisava organizar, e eu queria garantir que a alcat¨¦ia estivesse preparado o suficiente para se manter funcionando por pelo menos um tempo na minha aus¨ºncia. Minha esperan?a era que ningu¨¦m notasse minha falta por alguns dias e, alguma sorte, pud¨¦ssemos cobrir terreno suficiente para impedi-los de nos encontrar, mesmo que tentassem; nossos rastros e cheiros esperan?osamente desaparecendo at¨¦ ent?o. ¡°-O que voc¨º acha, Luna?¡± Elder Luke de repente me perguntou. Eu olhei para cima surpresa, me tirando de meus pensamentos profundos. Eu n?o esperava que algu¨¦m se dirigisse a mim durante esta reuni?o. Eu tossi, limpando minha garganta, e tentei pensar no que eles estavam discutindo. Descuidadamente, deixei minha mente vagar demais. ¡°Bem¡­ isso ¨¦ umm¡­¡± euecei. Mas, felizmente, a porta se abriu naquele exato momento, me poupando de ter que responder. No entanto, o que eu n?o esperava era que meu pai fosse o invasor. Eu nem tinha notado que ele estava ausente na reuni?o, por mantido meus olhos baixos o tempo todo. Bem, ele estava aqui agora, diante de n¨®s, e parecia¡­ furioso. Algo que me fez choramingar internamente. Ele concordou Aleric? Ele estava raiva deo eu tinha tratado Thea? ¡°Qual o significado disso?!¡± Ele demandou. E, instintivamente, eu me encolhi. Embora tenha sido uma rea??o que acabou sendo em v?o. Porque, para minha surpresa, seus olhos n?o se voltaram para mim¡­ mas para Aleric. Olhei bruscamente e vi Aleric olhando de volta estoicamente, seu rostopletamente ileg¨ªvel. Ou talvez ele simplesmente n?o se importasse. ¡°Qual parece ser o problema, Beta Jarred?¡± perguntou Aleric. ¡°Voc¨º apareceu n?o apenas atrasado, mas agora tamb¨¦m causou uma grande interrup??o em nossa reuni?o.¡± ¡°N?o se fa?a de boboigo,¡± meu pai rosnou. ¡°Voc¨º acha que pode humilhar minha fam¨ªlia assim e eu continuaria a servi lealmente? ¨¦ minha filha! Nossa Luna, suapanheira! E ainda assim voc¨º deixa uma vagabunda ter seu filho e vai nome¨¢-lo herdeiro?¡± A respira??o instantaneamente ficou presa na minha garganta, quase me fazendo engasgar. Meu pai estava¡­ me defendendo? Contra Aleric, nosso Alfa? Ele sempre foi mais leal ¨¤ fam¨ªlia Alfa do que qualquer outra coisa. Embora fosse triste, nunca fomos particrmente pr¨®ximos, sua ¨²nica demonstra??o de emo??o por mim foi a decep??o. Decep??o, embora eu continuasse a fazer o meu melhor, apesar dessa vida infernal que me foi dada. A mand¨ªb de Aleric rapidamente se apertou suas pvras. ¡°Eu acho que voc¨º precisa se acalmar¡±, disse ele lentamente. Todos podiam ouvir o aviso em suas pvras, mas meu pai parecia n?o notar ou se importar. ¡°Acalmar? Acalmar?!¡± ele rugiu. ¡°N?o, eu permiti que voc¨º a desrespeitasse por muito tempo, filhote. ¨¦ filha de Cris¨¢lida e merece seu respeito, mesmo que apenas por sua linhagem Beta. Pensar que voc¨º a jogaria dedoo se fosse lixo e engravidaria outra mulher. ¨¦ inaceit¨¢vel.¡± Aleric estava ramente ficando mais irritado a cada segundo. Algo que a s inteira podia sentir. ¡°Beta Jar?.¡± Ele tentou fr, mas meu pai continuou a remar, interrompendo-o. ¡°Seu pai ficaria enojado se ele estivesse vivo. Se Aria n?o pode ter um filho, ent?o essa ¨¦ a Deusa amaldi?oando voc¨º, e seu jeito desdenhoso durante este v¨ªnculo depanheiro. Aria n?o merece isso. Voc¨º n?o a merece.¡± Foi a gota d¡¯¨¢gua. Aleric perdeu a paci¨ºncia. ¡°Voc¨º se atreve a insinuar que eu sou a causa da infertilidade de sua filhao uma mensagem da Deusa?! Voc¨º percebe que est¨¢ dizendo coisas trai?oeiras? A Deusa me escolheu acima de tudo para ser Alfa e continuar a lideran?a desta alcat¨¦ia e dessa linhagem. Se Aria n?o pode aceitar isso, ent?o isso ¨¦ culpa d. Thea vai ter meu filho, e ele ser¨¢ nomeado herdeiro. Isso ¨¦ definitivo. Agora sugiro que voc¨º se retire desta reuni?o imediatamente e v¨¢ se acalmar, Beta. ¡± Um murm¨²rio de concordancia ecoou na s entre os presentes. Mas apesar de Aleric ter usado seu tom Alfa, parecia ter pouco efeito sobre meu pai. Em vez disso, meu pai explodiu em um grito de raiva as atitudescentes de todos ao seu redor e, imediatamente, todos ficaram em sil¨ºncio, abaixando a cabe?a. Seus olhos escureceram para avisar que seu lobo estava na superf¨ªcie prestes a assumir o controle e a s ficou tensa. Ele parecia prestes a perder o controle a qualquer segundo. Todos podiam sentir seu poder exndo dele. Ele era o segundo membro mais forte de toda alcat¨¦ia, sua autoridade e poder eram suficientes para fazer qualquer um desmoronar; exceto, ¨¦ ro, Aleric e eu. Al¨¦m disso, dado que ¨¦ramos a alcat¨¦ia mais forte do pa¨ªs, podia-se dizer que meu pai era mais forte do que a maioria dos Alfas da alcat¨¦ia. No entanto, de alguma forma, mesmo diante de tanta raiva, Aleric apenas zombou de sua atitude¡­ ¡­ E foi o suficiente para todo o inferno eclodir, quaseo se voc¨º pudesse ver meu pai finalmente explodir internamente. ¡°Eu vou te matar,¡± ele gritou, olhos man¨ªacos enquanto sen?ava sobre a mesa em dire??o a Aleric. ¡°Pai! N?o!¡± Eu gritei, mas era tarde demais. Porque ele mudou no ar em seu lobo cinza e derrubou Aleric no ch?o. Cap铆tulo 4 Cap¨ªtulo 4 Cap¨ªtulo 4 A briga se desencadeou causando panico em massa dentro da s de reuni?es. Todos rapidamente se levantaram para se afastar o m¨¢ximo poss¨ªvel deles e da briga, mas n?o havia muito espa?o para trabalhar. Em pouco tempo, rosnados e batidas eram os ¨²nicos ru¨ªdos ouvidos vindos do lobo do meu pai enquanto Aleric lutava contra ele em sua forma humana. ¡°Brayden!¡± Aleric finalmente gritou, ofegante pelo esfor?o da luta. Meu pai era forte, quase t?o forte quanto Aleric. Era verdade que Aleric venceria no final durante uma luta cara a cara, mas meu pai o deixaria ferimentos graves. Ele n?o seria derrubado facilmente. Brayden n?o hesitou nem por um segundo antes de agarrar meu pai por tr¨¢s e jogar ele no ch?o. Junto Aleric, eles usaram o peso de seus corpos para prender o grande lobo. ¡°Traga-me algemas de prata e leve-o para as cs imediatamente!¡± Aleric ordenou furiosamente a todos na s. Todos se dispersaram rapidamente para obedecer ao Alfa, n?o querendo perturb¨¢-lo ainda mais. ¡°E voc¨º,¡± ele disse, virando seus olhos frios para mim desgosto. ¡°Saia da minha vista e fique no seu quarto at¨¦ que eu diga que voc¨º pode sair. Voc¨º vai ficar l¨¢ e conduzir todos os seus neg¨®cios dentro daqus paredes. Fui ro, Ariadne?¡± Eu n?o podia fr. As pvras n?o saiam enquanto eu olhava medo para aquele homem. Eu tinha certeza de que ele me prenderia junto meu pai ou me mataria se eu fsse algo errado naquele momento. E assim, fiz a ¨²nica coisa que podia fazer. Silenciosamente acenei a cabe?a, voltando apressadamente para o meu quarto em transe. Os dias passaram rapidamente depois disso enquanto eu organizava os detalhes finais da minha fuga. Tudo estava pronto. Eu tinha feito minha m, anotado as instru??es dos meus deveres de Luna nas semanas seguintes, e at¨¦ deixei uma carta para meu pai. Eu n?o tinha certeza se ele iria receber devido ao seu encarceramento atual, mas eu precisava dizer a ele que eu estava grata pelo que ele tinha feito por mim. Era bom saber que ele me amava depois de passar todos esses anos acreditando que n?o. Do¨ªa pensar em deixar ele para tr¨¢s, mas n?o havia nada que eu pudesse fazer para salv¨¢-lo agora. As cs eram o local mais fortemente vigiado em todo o territ¨®rio. Se eu tentasse libertar ele, eu seria pega rapidamente. Na noite da fuga eu estava jantando p ¨²ltima vez Sophie. T¨ªnhamos decidido sair assim que escurecesse, para que a gente pudesse se esconder melhor na escurid?o. De noite haveria uma grande celebra??o acontecendo na pra?a principal, as patrulhas de guardas estariam a guarda baixa. At¨¦ agora, n?o houve nenhum problema ou mesmo nenhum visitante desde que Aleric me baniu para o meu quarto. Eu estava grata p paz e tranquilidade, e feliz por n?o ter que ver os olhares dos membros da minha alcat¨¦ia enquanto eu passava. Eu tinha certeza de que suas opini?es sobre mim s¨® pioraram agora que meu pai haviaetido uma das maiores ofensas poss¨ªveis; tentativa de assassinato do Alfa. ¡°¨¦ hora de ir¡±, eu disse nervosamente para Sophie. Eu estava assustada. Eu estava medo de que f?ssemos pegas, que eu fosse arrastada de volta para este inferno e possivelmente executada. Mas se pud¨¦ssemos fazer isso, sair e finalmente ser livres, valeria a pena. Sophie acenou a cabe?a enquanto eu pegava minha moch, me preparando para sair. ¡°Onde voc¨º colocou sua bolsa?¡± Eu perguntei, notando que n?o tinha deixado nenhum pertence na porta da frente ainda. Mas antes que Sophie pudesse responder, a porta de repente se abriu e v¨¢rios guerreiros da alcat¨¦ia invadiram. Eles agarraram meus bra?os e me empurraram contra a parede, tirando minha moch antes de me prenderem algemas de prata. Imediatamente, alguns delese?aram a revistar a casa e come?aram a vasculhar todos os meus pertences,o se procurassem algo em particr. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Eu queria chamar Sophie para ter certeza de que estava bem, mas ent?o, o canto dos meus olhos, eu fui capaz de testemunhar quando eles for?aram Sophie a sair. Aconteceu t?o r¨¢pido que n?o havia nada que eu pudesse fazer. ¡°Qual o significado disso?!¡± Eu gritei, meu rosto ainda pressionado contra a parede. ¡°Eu sou sua Luna e exijo que voc¨º se afaste e se explique.¡± Eu podia dizer que o peso da minha autoridade caiu sobre eles, fazendo-os hesitar¡­ mas apenas por um momento. O que me segurava afrouxou um pouco o aperto, mas eles n?o me soltaram completamente. Isso significava que a ordem tinha que vindo do pr¨®prio Aleric. Ele era o ¨²nico que tinha autoridade suficiente para sobrepor a minha. Outro minuto se passou antes que Brayden finalmente entrasse p porta, olhando rapidamente para mim. ¡°Voc¨º afrouxar o aperto e vir¨¢,¡± ele disse para o que me segurava. Eles me giraram para encar¨¢-lo, mas seu rosto estava ileg¨ªvel. Eles estavam fazendo tudo isso porque descobriram meus nos de fuga? Parecia um pouco exagerado para algo assim. N?o, isso era por algo maior que estava acontecendo e eu n?o sabia. Um dos guerreiros caminhou at¨¦ Brayden alguns objetos na m?o. ¡°Encontramos isso, Gamma¡±, disse ele, apresentando-os a Brayden. ¡°Tamb¨¦m parece que estava nejando fugir antes que a pegassemos. estava usando uma moch cheia de roupas e suprimentos quando chegamos.¡± Eu n?o conseguia ver qual era o segundo item, mas o primeiro era a carta para meu pai que eu havia deixado na cama. Instantaneamente, uma sensa??o de aperto atingiu meu est?mago. Eu sabia que aqu carta poderia ser mal interpretadao simpatia e gratid?o ao homem que quase matou o Alfa. Eu tinha nejado sair antes que algu¨¦m lesse. Brayden examinou a carta, seu rostopletamente sem emo??o, antes de cheirar qualquer outra coisa que lhe deram. Sua rea??o imediata foi fazer uma careta e virar o rosto. ¡°Isto ¨¦ seu?¡± ele perguntou, mostrando-me um pequeno punhado de ervas. Eu n?o reconheci, mas, novamente, eu nunca fui boa em fitoterapia. ¡°Eu nunca vi isso antes na minha vida¡±, respondi, cuspindo as pvras de volta para ele. ¡°Eu nem sei o que ¨¦.¡± ¡°Foram encontradas em seu quarto, Gamma. Escondidas debaixo da cama,¡± o guerreiro interrompeu. ¡°O qu¨º?! Voc¨º ¨¦ louco! Eu n?o mantenho ervas aqui. Eu nem sei nada sobre identificar os diferentes tipos!¡± ¡°¨¦ Mortwert,¡± Brayden respondeu calmamente, seus olhos castanhos escuros perfurando os meus. ¡°Isso causa abortos instantaneos.¡± ¡°O que?¡± Suspirei. Por que algo assim estaria no meu quarto? Quem poderia t¨º-lo colocado l¨¢? ¡°Ariadne Chrysalis, eu a coloco sob pris?o pelo assassinato do herdeiro Alfa ainda n?o nascido, e pelos danos infligidos a outro membro da alcat¨¦ia, Thea Woods. Voc¨º ser¨¢ detida imediatamente at¨¦ o julgamento em uma semana.¡± ¡°O qu¨º? Thea perdeu o beb¨º?¡± Eu perguntei horrorizada, meu corpo paralisado. ro, todos eles pensariam que eu tinha algo a ver isso. Por que algu¨¦m acreditaria na Luna que publicamente fez uma cena sobre sobre essa gravidez? ¡°Leve-a para a c¡±, disse Brayden, seu rosto finalmente mostrando o desgosto que eu sabia que ele estivera tentando esconder o tempo todo. Elese?aram a me empurrar para fora da porta, mas eu chutei e lutei. ¡°Voc¨º ¨¦ louco! Voc¨º ¨¦ louco!¡± Gritei. ¡°Onde est¨¢ Aleric?! Deixe-me ver Aleric e esrecer tudo isso! Eu sou sua Luna! Eu exijo que voc¨º me leve ao Alfa imediatamente!¡± ¡°Isso n?o ser¨¢ necess¨¢rio,¡± uma voz profunda e fria disse atr¨¢s de mim no corredor. Estiquei meu pesco?o o m¨¢ximo poss¨ªvel para ver os olhos familiares que eu tanto temia. O ¨®dio preenchido neles era mais do que eu j¨¢ tinha visto antes em outra pessoa. O medo rapidamente tomou conta de mim, minhas pernas quase cedendo s¨® de v¨º-lo tanta raiva. A express?o ¡°se o olhar matasse¡± n?o podia ser usada aqui. Ele parecia pronto para quebrar meu pesco?o as pr¨®prias m?os. ¡°Aleric¡­¡±, eu chorei. ¡°Eu n?o fiz isso, eu juro. Eu n?o matei seu beb¨º. Eu nem queria mais estar aqui. Eu estava desistindo, deixando voc¨º ter Theao voc¨º sempre quis.¡± ¡°Ent?o, voc¨º admite que tentou fugir?¡± ele rosnou em voz baixa. ¡°Seu motivo parece ro. Mas n?o se preocupe, voc¨º vai realizar o seu desejo.¡± V¨¢rios dos anci?es se fizeram presentes, um cfrio percorreu minha espinha. Tive a sensa??o de que podia adivinhar o que eles estavam prestes a fazer. At¨¦ a admiss?o de querer fugir era pun¨ªvel, isso sem contar as falsas acusa??es contra mim pelo aborto de Thea. ¡°Eu, Aleric Dumont, Alfa da alcat¨¦ia N¨¦voa de Inverno, juntamente o acordo da maioria dos anci?es presentes, rejeito voc¨º, Ariadne Chrysalis,o minhapanheira e Luna desta alcat¨¦ia.¡± O v¨ªnculo se rompeu e a dor me cegou instantaneamente, ca¨ª de joelhos na mesma hora. Eu nunca tinha experimentado algo t?o excruciante antes. Eu n?o podia ver, minha vis?o estava emba?ada, mas eu podia ouvir fracamente meu pr¨®prio grito enchendo o ar. Tudo dentro de mim queimavao se estivesse purificando algo no fundo da minha alma. Durou mais do que eu podiapreender, os segundos parecendo horas. Mesmo depois que a queima??o desapareceu e o pior da dor passou, um vazio ocopleto foi deixado pulsando dentro do meu peito. N?o havia mais nada l¨¢. Sem amor, sem desejo, sem lux¨²ria. Uma grande parte do meu mundo tinha sido Aleric. Sem ele e a influ¨ºncia do v¨ªnculo dopanheiro, metade de mim agora se sentia¡­ vazia. ¡­ E a outra metade de mim sentiu medo. Meu amor por ele tinha sido a ¨²nica coisa que me cegava para o meu verdadeiro medo. Sem isso, sua pr¨®pria presen?a parecia que a pr¨®pria morte estava pairando sobre mim. O tipo de rejei??o que ele havia feito era raro; um onde a maioria dos votos dos anci?os era necess¨¢ria parapletar o processo. Eu s¨® li isso acontecendo na hist¨®ria um punhado de vezes e era praticamente in¨¦dito. Foi usado apenas para membros ssificados e foi uma rejei??o que n?o precisava de consentimento ou acordo da segunda parte. O processo era reservado para quando os crimes tivessem sidoetidos ou para quando houvesse um prop¨®sito maior de por que uma quebra for?ada de v¨ªnculo deveria ocorrer. Quando finalmente recuperei um pouco da minha for?a, olhei para Aleric, esperando que ele sentisse o que eu senti¡­ mas ele ficoupletamente sem emo??oo se nada tivesse acontecido. Ent?o, era verdade ent?o. Ele nunca tinha me amado. Nem um pouco. A rejei??o deveria t¨º-lo machucado tanto, mas em vez disso ele n?o sentiu nada. Ele apenas olhou para mim aqueles olhos frioso se eu nunca tivesse sido algu¨¦m remotamente especial para ele. E assim, sem nem mesmo hesitar, assisti Aleric virar as costas para mim¡­ e ir embora. ¡°Leve-a para as cs¡±, ele ordenou por cima do ombro, nem mesmo se preocupando em verificar se seuando foi executado. Imediatamente, Brayden me colocou de p¨¦ ee?ou a me arrastar para as escadas. Mas eu n?o revidei desta vez. N?o havia mais sentido. Eu apenas deixei que ele me levasse para a pris?o que eu chamaria der pelos pr¨®ximos sete dias. Cap铆tulo 5 Cap¨ªtulo 5 Cap¨ªtulo 5 As cs eram frias, ¨²midas e sujas, desconfort¨¢veis. Apenas uma cama, vaso sanit¨¢rio e pia me foram dadas, sendo um ¨²nico cobertor a ¨²nica coisa para me aquecer. Havia espa?o m¨ªnimo, cada c tr¨ºs paredes de pedra e grades ao longo da parede onde ficava a porta. Sete dias haviam se passado e ent?o hoje, finalmente, eu iria ser julgada perante a alcat¨¦ia pelo meu suposto assassinato. Eu sabia que as provas estavam empilhadas contra mim. Na verdade, seria quase imposs¨ªvel para mim ganhar. A ¨²nica esperan?a que me restava era que Sophie ainda estivesse viva. Se pudesse testemunhar dizendo queo eu estive dentro de meus aposentos a semana toda, tornando imposs¨ªvel ter envenenado Thea, ent?o eles seriam for?ados a aceitar a possibilidade de eu n?o ser a culpada. ¡°Levante-se,¡± um guarda ordenou rispidamente dodo de fora da minha c. Eu o reconheci. Seu nome era James e eu visitei sua fam¨ªlia em v¨¢rias ocasi?es em nome dos membros ssificados ao longo dos anos. Tr¨ºm, levantei-me a seu pedido, n?o tendoido direito a semana inteira por causa do estresse, e fiz meu caminho para odo. James entrou e me empurrou contra a parede de pedra, me fazendo estremecer de dor. Mas eu sabia que os hematomas iriam se misturar os outros que eu j¨¢ tinha. Devido ¨¤ ansiedade e a falta de comida, meus ferimentos n?o estavam se curando t?o r¨¢pido quanto um lobisomem se cura. ¡°Sophie estar¨¢ no julgamento?¡± Perguntei na hora em que ele me empurrou para fora da c. Ele n?o respondeu, preferindo ficarpletamente em sil¨ºncio enquanto continuava a me empurrar para a sa¨ªda. Eu n?o sabia dizer se ele tinha sido instru¨ªdo a n?o frigo, ou se ele realmente me odiava. Text ? by N0ve/lDrama.Org. Est¨¢vamos passando ps outras cs e, ao faz¨º-lo, meus olhos verificaram cada uma atrav¨¦s das barras, procurando desesperadamente por Sophie. Eu precisava que estivesse l¨¢. Eu precisava d para me inocentar. No entanto, assim que passamos p quinta c, meus olhos se depararam um homem cabelos grisalhos familiares. ¡°Pai!¡± Eu gritei, lutando para me mover em dire??o a ele contra a for?a de James. ¡°¨¢ria?!¡± ele ofegou. ¡°O qu¨º voc¨º est¨¢ fazendo aqui em baixo?¡± Lutei um pouco mais contra James, mas seu aperto era muito mais forte que o meu. Ele continuou tentando me empurrar em dire??o ¨¤ porta e percebi que n?o seria capaz de vencer apenas p for?a. ¡°James! Por favor!¡± Eu implorei, virando-me o melhor que pude para encar¨¢-lo. ¡°Se eu morrer hoje, por favor, deixe-me fr meu pai uma ¨²ltima vez. Eu sei que voc¨º pode n?o acreditar em mim, mas eu realmente n?o machuquei ningu¨¦m e especialmente nunca machucaria um beb¨º. n?o me prive da minha ¨²ltima chance de dizer adeus.¡± O rosto de James era severo, tentando ser ileg¨ªvel, mas eu podia ver a inquieta??o em seus olhos. Sua mand¨ªb apertou enquanto ele olhava para mim. ¡°Por favor¡­ James. Eu estava l¨¢ no seu casamento¡­ Eu estava suapanheira quando deu ¨¤ luz seu filho! Por favor, me d¨º cinco minutos para dizer adeus. Por favor.¡± L¨¢grimase?aram a brotar em meus olhos. ¡°Por favor¡­ Por favor¡­ Por favor, apenas me permita isso. Eu prometo cooperar totalmente no caminho para o julgamento depois.¡± James ainda parecia em conflito, mas ele finalmente me deu um aceno r¨ªgido de acordo. Suspirei de al¨ªvio, eternamente grata por suapaix?o. ¡°Obrigada, James, muito obrigada.¡± Corri para a c do meu pai que j¨¢ estava esperando por mim nas barras, sua express?o era uma mistura de horror e descren?a. ¡°Me desculpe, eu n?o consegui tirar voc¨º,¡± eu gritei para ele. ¡°Eu queria, realmente queria, mas sabia que seria imposs¨ªvel as medidas de seguran?a em vigor.¡± ¡°Shhh, n?o seja rid¨ªc. Eu sabia que n?o havia nada que voc¨º pudesse fazer¡±, ele me acalmou. ¡°Estou grato por voc¨º n?o ter tentado me resgatar. Eu aceitei as consequ¨ºncias e sabia o que estava fazendo. Mas por que voc¨º est¨¢ aqui? Voc¨º disse que est¨¢ a caminho de um julgamento? O que aconteceu?¡± Eu fiz uma careta o pensamento. ¡°O beb¨º de Thea¡±, eu disse. ¡°Todos eles pensam que eu a envenenei algum tipo de erva para induz aborto.¡± ¡°O qu¨º?! Thea perdeu a crian?a? Mas isso ¨¦ loucura! Por que eles iriam te acusar?¡± ¡°N?o ¨¦ ¨®bvio?¡± Eu sorri amargamente. ¡°ro que todo mundo vai apontar o dedo para apanheira desprezada do Alfa. Eles revistaram meu quarto tamb¨¦m. Aparentemente encontraram a erva em quest?o debaixo da minha cama, mesmo que eu nunca a tenha visto antes na minha vidae nem fa?a ideia deo foi ntada l¨¢.¡± ¡°Oh, Aria¡­ minha garotinha¡­ eu sinto muito.¡± Seus olhos estavamcrimejando a vis?o das minhas l¨¢grimas. Eu nunca o tinha visto mostrar tanta emo??o antes, tanta tristeza. Mesmo quando minha m?e morreu, ele se confinou por um tempo para esconder sua emo??o dos outros. ¡°Sinto muito por ter sido uma decep??o para voc¨º, para a nossa fam¨ªlia.¡± Eu chorei, olhando para o teto para tentar parar minhas l¨¢grimas. Eu n?o conseguia olhar para ele. Tudo o que eu tinha feito trouxe vergonha para nossa fam¨ªlia. Eu via isso em seu rosto todos esses anos. ¡°Aria, n?o, nunca. Voc¨º nunca me decepcionou, nem poderia.¡± Sua voz era t?o gentil, t?o calma, mas carregada de tanta tristeza. Olhei para ele em estado de choque. ¡°Mas voc¨º sempre me olhouo tal. Quando minha infertilidade foi anunciada, eu vio voc¨º estava. Parecia que envergonhava a nossa casa.¡± ¡°N?o! ro que n?o¡±, disse ele, quase ofendido. ¡°Fiquei desapontado emo a Deusa lhe deu apenas mais azar. Fiquei desapontado emo uma divindade t?o grande escolheu voc¨º para um de nossos postos mais altos, apenas para deix¨¢ sofrer tanto. Eu sabiao Aleric a tratava, e eu n?o fiz nada. Eu deveria estar me desculpando, n?o voc¨º. Eu deveria ter levado voc¨º embora. Sinto muito, Aria. Meu pai chorou, l¨¢grimas ca¨ªam pesadamente pelo seu rosto. Meu pai, o Beta da maior alcat¨¦ia do pa¨ªs, t?o forte e poderoso, estava chorando por mim, pedindo desculpas por n?o teretido trai??o antes, ajudando-me a escapar. Foi esmagador ouvir, meu corpoe?ou a tremer. Meus bra?os estavam algemados nas minhas costas, mas eu pressionei minha testa contra as barras de metal frias para estar mais perto dele. O melhor que pude, embora estranho, e as barras entre n¨®s, ele tentou envolver seus bra?os em volta de mim e pressionou sua testa contra a minha. Foi um momento para n¨®s dois chorarmos juntos. Depois que outro minuto se passou, James limpou a garganta atr¨¢s de n¨®s. ¡°¨¦ hora de ir¡±, disse ele sem jeito. Eu sabia que esta deve ter sido uma vis?o estranha ou talvez at¨¦ dif¨ªcil para ele assistir. N?o muito tempo atr¨¢s, ele nos servia. No entanto, aqui est¨¢vamos n¨®s, solu?ando juntos entre as grades das cs, nos despedindo. Eu bncei a cabe?a e relutantemente me afastei. Esta foi uma das coisas mais dif¨ªceis que eu j¨¢ tive que fazer na minha vida. Eu me sentiria melhor sabendo que meu pai n?o me odiaria se eu morresse hoje? Ou teria tornado mais f¨¢cil deixar este mundo sabendo que quase ningu¨¦m se importava comigo? Era s¨® Sophie, mas agora havia meu pai. Como eu poderia deix¨¢-los ? Eles iriam morrer porque tentaram me ajudar, sabia disso. Me amar os mataria. ¡°Eu te amo, Aria,¡± meu pai disse uma ¨²ltima vez antes de James me agarrar. ¡°Eu te amo tanto, sempre amei. Por favor, n?o se esque?a disso.¡± ¡°Eu tamb¨¦m te amo, papai¡±, eu chorei. James me moveu em dire??o ¨¤ porta e eu andei o melhor que pude sem que ele precisasse me empurrar dessa vez. Meus olhos ardiam tanto as l¨¢grimas que derramei, minha vis?o estava turva, mas consegui andar certa firmeza. Eu tinha concordado em n?o tornar mais dif¨ªcil para James me levar para o campo de julgamento e eu devia isso a ele por aqueles breves momentos que ele me deu. Eu andaria o resto do caminho em sil¨ºncio e sem protesto. Uma vez dodo de fora, levou apenas alguns minutos de caminhada p floresta at¨¦ onde o julgamento seria realizado. Era considerado um local sagrado dentro de uma reira na floresta, cercado por um enorme c¨ªrculo de grandes pedras cobertas de musgo que haviam sido colocadas por nossos ancestrais. Os julgamentos eram sempre realizados ¨¤ noite, quando a lua estava alta no c¨¦u; sendo assim para que a Deusa pudesse testemunhar pessoalmente o julgamento. Quando chegamos, ficou imediatamente ro que toda alcat¨¦ia estava presente. Havia tanta gente que eles precisaram se espalhar mesmo fora do c¨ªrculo. Todos me olhavam mal¨ªcia enquanto abriam caminho para que eu e James pass¨¢ssemos, alguns cuspiam ou me xingavam enquanto caminh¨¢vamos. Quando entramos no c¨ªrculo,e?amos a caminhar at¨¦ o centro. A reira ficava em um pequeno monte, ent?o quanto mais perto do meio cheg¨¢vamos, mais alto se tornava at¨¦ que o ch?o se nivsse no topo. Isso era para que todos ao redor pudessem ver facilmente. Dentro, eu podia ver algumas figuras-chave. Aleric estava atr¨¢s de um p¨®dio e estava vestido elegantemente, exndo a presen?a que voc¨º esperaria de nosso l¨ªder destemido. Mas olhar para ele agora parecia estranho. Lembrei-me deo n?o muito tempo atr¨¢s borboletas teriam enchido minha barriga e meu cora??o teria disparado s¨® de v¨º-lo. Mas agora n?o havia nada al¨¦m de medo; medo de que ele acabasse me executando hoje. Medo de que ele me machucasse uma ¨²ltima vez. Mesmo o v¨ªnculo quebrado, este homem tinha minha vida em m?os e o poder de acabar . ro, Thea tamb¨¦m estava presente, sentada em uma cadeira ¨¤ direita de Aleric; o lugar normalmente reservado para a Luna. Eu queria sentir raiva de v¨º sentada ali¡­ mas n?o consegui. Na verdade, eu n?o poderia me importar menos minha antiga posi??o. Eu nunca pedi por isso. ramente, seria necess¨¢rio que a alcat¨¦ia experimentasse primeiro antes de perceber o erro que cometeram. Thea n?o era Luna no cora??o. Os Anci?os estavam sentados em um semic¨ªrculo ao redor de Aleric e Thea, e ¨¤ esquerda deles eu vi que Brayden e meu primo, Alexander, tamb¨¦m estavam presentes. N?o fiquei surpresa ao ver meu primo ali, j¨¢ que a alcat¨¦ia exigia um Beta. Sem filhos diretos deixados por meu pai, eles teriam que se voltar para os filhos de seu irm?o mais novo. Alexander vinha treinando para assumir a posi??o de Beta h¨¢ algum tempo, era justo que fosse sua. Ele se pareciaigo, mas seu cabelo era mais loiro do que prateado e ele ostentava olhos azuis, n?o violeta. N¨®s nunca fomos realmente pr¨®ximos, mas, novamente, eu nunca tive a oportunidade de me aproximar de algu¨¦m enquanto crescia. Desde o momento em que nasci, a alcat¨¦ia j¨¢ havia determinado meu destino. Um grande toco de carvalho fora colocado diante do p¨®dio. Eu sabia o que era, ¨¦ ro, e meu est?mago estava enjoado. Eu o tinha visto ser usado apenas poucas vezes, mas era o suficiente para trazer pesadelos. Era ali que os culpados deitavam a cabe?a para serem executados, uma grande espada cerimonial fazendo as honras. Sentei-me em frente ao toco no ch?o frio, meu corpo j¨¢ tremendo de frio. Eu usava apenas um vestido branco fino, minhas roupas foram tiradas de mim pouco depois de eu ter sido trancada. ¡°Parece que todo mundo est¨¢ aqui¡±, disse Aleric, projetando-se na multid?o. Seus olhos percorreram os rostos de todos ao redor antes de finalmente pousar em mim. ¡°Estamos reunidos aqui hoje para testemunhar o julgamento de Ariadne Chrysalis, ex-Luna da alcat¨¦ia N¨¦voa de Inverno.¡± Cap铆tulo 6 Cap¨ªtulo 6 Cap¨ªtulo 6 ¡°Ariadne ¨¦ acusada de assassinar o herdeiro alfa ervas venenosas¡±, continuou Aleric. ¡°Ao fazer isso, tamb¨¦m p?s em perigo a vida de um de uma membro da alcat¨¦ia, Thea Woods. O julgamento de hoje examinar¨¢ as evid¨ºncias para determinar se ¨¦ culpada desses crimes.¡± Um suor frio se formou na minha nuca enquanto eu discretamente examinava meus olhos o redor, tentando ver se conseguia localizar Sophie. Mas n?o consegui encontrar seu rosto familiar em nenhum lugar. Isso me deixou mais nervosa a cada segundo que se passava. ¡°Voc¨º jura pelo nome da Deusa, Ariadne, que vai contar toda a verdade durante este julgamento?¡± Aleric perguntou, trazendo minha aten??o de volta para ele. Encontrei seus olhos verdes prantes, um arrepio percorreu minha espinha. Como aqueles olhos me assombravam. ¡°Eu juro¡±, respondi em voz alta e confiante. ¡°Eo voc¨º se dera?¡± Prendi a respira??o, meu cora??o disparado no peito. ¡°Inocente.¡± Um murm¨²rio percorreu a alcat¨¦ia em vozes abafadas, mas eu ignorei. Certamente, eles n?o esperavam que eu admitisse culpa por um ato t?o hediondo. ¡°Muito bem¡±, respondeu Aleric. ¡°Come?aremos ouvindo os depoimentos das testemunhas, dos envolvidos e qualquer outra evid¨ºncia que possa ser usada de apoio. Uma vez feito, os membros ssificados, os anci?os e eu votaremos, e sua senten?a ser¨¢ definida.¡± Engoli em seco, minha garganta arranhava. ¡­ E, isso, o julgamentoe?ou. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. O julgamentoe?ou o m¨¦dico da alcat¨¦ia, sendo chamado primeiro para dar sua opini?o cl¨ªnica e uma vis?o geral de seu envolvimento. Eu n?o conhecia bem o m¨¦dico, s¨® o conheci quando a m¨¦dica da alcat¨¦ia antes dele faleceu; minha m?e. ¡°A erva em quest?o ¨¦ Mortwert¡±,e?ou o doutor Andrews. ¡°Acredito que Thea consumiu isso. perdeu o beb¨º aos tr¨ºs meses, mas, devido ¨¤ sua condi??o f¨ªsica, sua sa¨²de tamb¨¦m era uma preocupa??o. Fiz v¨¢rios testes e descobri que havia ingerido o dobro da dose necess¨¢ria para induzir um aborto espontaneo. Thea foi levada ao hospital da alcat¨¦ia em estado cr¨ªtico. Sua press?o arterial caiu a um n¨ªvel rmante e estava lutando para respirar. Levou um dia para que fosse estabilizada, e v¨¢rios dias depois permaneceu acamada antes que eu permitisse que recebesse alta do hospital. A evid¨ºncia encontrada dentro do quarto da Srta. Chrysalis foi trazida a mim para confirmar a origem. Inspecionei as ervas e posso confirmar que era, de fato, a mesma erva que Thea ingeriu. Outro murm¨²rio atravessou a multid?o ao ouvir o testemunho do Doutor. Eu cerrei meus dentes contra as vozes. A rapidez deles em me julgar e se preparatrm para me matar apenas um testemunho. Mas, no final, n?o foi apenas um testemunho. V¨¢rios se apresentaram para discutir as evid¨ºncias encontradas. O guerreiro que havia encontrado a evid¨ºncia foi chamado em seguida para rtar seus passos durante a busca em meus aposentos. ¡°Encontrei as ervas que o m¨¦dico mencionou debaixo da cama da senhorita Chrysalis. s estavam bem escondidas e acredito que o objetivo era que ficassem o mais escondidas poss¨ªvel. Tamb¨¦m havia uma carta que estava em sua cama. Era endere?ada ao pai d, ex-Beta. Jarred Chrysalis. Acredito que isso mostra seu verdadeiro car¨¢ter, algu¨¦m que simpatizaria um criminoso que tentou assassinar o Alfa. Mas, infelizmente, o testemunho n?o parou por a¨ª. Para minha consterna??o, elee?ou a ler em voz alta o conte¨²do da carta para toda a multid?o, fazendo que todos os presentese?assem a tagarr mais uma vez. ¡°Sil¨ºncio!¡± gritou Aleric para todos eles, instantaneamente fazendo-os se acalmarem. Ele ent?o se virou para mim. ¡°Esta ¨¦ a sua caligrafia, Ariadne?¡± Mordi o interior da minha bochecha. Ele saberia se eu estivesse mentindo, pois j¨¢ tinha visto minha caligrafia muitas vezes antes. ¡°Sim¡±, eu admiti a contragosto. Era humilhante ter algo t?o pessoal lido na frente de todos. Uma carta onde expressei meu amor e admira??o por um homem que acreditei estar decepcionadoigo durante toda a minha vida. O guerreiro continuou sua recontagem. ¡°Al¨¦m dos itens recuperados, tamb¨¦m encontramos a ex- Luna na porta quando entramos. estava de uma moch suprimentos e roupas. Acredita- se que pretendia fugir naqu noite. Tamb¨¦m temos v¨¢rias testemunhas ocres que podem atestar que admitiu ter tentado fugir quando a levamos sob cust¨®dia.¡± ¡°Obrigado, Jonathan¡±, disse Aleric, gestdo para ele descer. ¡°N¨®s vamos ouvir de Brayden agora, nosso Gamma.¡± Brayden subiu ao p¨®dio em seguida, seu rosto s¨¦rio. Eu sabia que o que ele ia dizer sobre mim n?o seria positivo. ¡°Na manh? em que a gravidez de Thea foi anunciada, houve um incidente dentro da casa e que v¨¢rios membros testemunharam. Foi entre Thea e a antiga Luna. Eu acredito que a conversa foi assim,Thea estava pedindo perd?o. No entanto, a antiga Luna foi desnecessariamente cruel , dizendo coisas horr¨ªveis. Eu testemunhei Thea ficar t?o abda que suas pernas cederam. Acredito que isso pode ter sido uma tentativa deliberada de colocar estresse em Thea e no beb¨º, um ato motivado por ci¨²mes. Minha boca estava aberta. Eu n?o podia acreditar que eles realmente trouxeram essa conversao pauta do julgamento. Ningu¨¦m se importava em ver as coisas no contexto real? Eu gostaria de v¨º-los agir tanta calma quando seuspanheiros engravidam outras mulheres. Eu tinha certeza que a maioria deles teria rasgado suas gargantas sem hesita??o, mas eu estava sendo castigada por apenas fr duramente. Era verdade, por¨¦m, eu n?o podia negar o que ele estava dizendo. Eu estava raiva e ci¨²mes d. Quem n?o estaria no meu lugar? Mas matar seu filho era impens¨¢vel, uma abomina??o. Seu testemunho estava me pintando sob uma luz horr¨ªvel, alimentando a hostilidade no ar contra mim. ¡°Obrigado, Gamma¡±, disse Aleric. ¡°Agora temos um testemunho final para todos voc¨ºs, um que acredito determinar¨¢ o destino deste julgamento. Pessoal, esta ¨¦ Sophie Forrester, a principal panhante de Ariadne.¡± Eu me sentipletamente entorpecida, minha respira??o presa na garganta. Eles tinham Sophie. estava aqui e iria me defender. me conhecia melhor do que ningu¨¦m. Sophie caminhou at¨¦ o p¨®dio e parecia fisicamente bem, at¨¦ saud¨¢vel. Fiquei feliz em ver que eles a mantivera, segura durante o per¨ªodo que antecedeu o julgamento. Eu estava preocupada que eles a tivessem maltratado ou tratado duramente por ter me ajudado. No entanto, embora parecesse bem, noteio parecia nervosa. Suas m?os estavam fechadas, seu rosto mostrando uma leve marca de preocupa??o. Algo que me fez pensar que eles a estavam pressionando para me condenar durante essa ca?a ¨¤s bruxas p minha cabe?a. ¡°Eu sou Sophie Forrester. Eu sou panhante de Ariadne h¨¢ cinco anos,¡± e?ou, sua voz tremendo um pouco. ¨¦ f¨¢cil para mim trat¨¢o se fosse minha pr¨®pria filha. Fui eu quem cuidou d pessoalmente e a consolou nos muitos momentos dif¨ªceis que enfrentouo nossa Luna. Ent?o, posso confirmar que a conhe?o melhor do que ningu¨¦m .¡± Eu sorri para , esperando encontrar seus olhos, mas n?o olhou para mim. ¡°Portanto¡±, continuou, ¡°¨¦ o cora??o pesado que estou diante de todos hoje, obrigada por meu juramento ¨¤ Deusa, para inform¨¢-los sobre a atrocidade que me fezeter sob seuando.¡± Meu sorriso vacilou e sumiu rapidamente. N?o, isso n?o estava certo. Algo estava errado. Atrocidades? Eu nunca tinhaetido nada do tipo. Como poderia dizer algo assim? sabia que eu estive no quarto a semana toda, sabiao eu estava chateada. Eu me senti mal ao ver Sophie no p¨®dio, recusando-se a encontrar meus olhos enquanto uma sensa??o de destrui??o iminente tomava conta de mim. Estava obstruindo meus pensamentos, nada fazia sentido. Tudo o que eu podia ouvir eram minhas respira??es curtas de medo sobre as batidas altas do meu cora??o. ¡°Uma atrocidade em que Ariadne, a ex-Luna, me mandou dar um ch¨¢ de ervas ¨¤ Srta. Thea Woods. Um ch¨¢ que acredito ter causado o aborto d.¡± Cap铆tulo 7 Cap¨ªtulo 7 Cap¨ªtulo 7 A ¨²ltima fagulha de esperan?a que eu tinha dentro de mim morreu suas pvras. Sophie me traiu, me expulsou e mentiu descaradamente para todos. Como p?de fazer issoigo depois de tudo que passamos? Eu a amava tanto, confiava n de todo cora??o, mas agora estava agindoo se eu n?o significasse nada para . Os olhos de Sophiee?aram a se encher de l¨¢grimas enquanto sua voz vacva na multid?o. ¡°Ariadne ficou perturbada a not¨ªcia da gravidez da srta. Woods e eu vio issoe?ou a corroer sua sanidade. E suas mudan?as de humor eram ainda piores. ¨¤s vezes era t?o doce, outras vezes mudavao um interruptor de luz, ficava irritada e zangada sem aviso. Eu n?o podia acreditar no que estava ouvindo. estava pegando um pequeno incidente e ampliando-o, distorcendo-o mais mentiras para se adequar ao discurso. Ser¨¢ que realmente n?o gostava tanto de mim esse tempo todo? ¡° me convenceu a tentar fugir , mas agora sei que n?o me contou toda hist¨®ria. Achei que ia ajudar uma pobre menina que precisava de algu¨¦m para cuidar d. Em vez disso, acabei ajudando uma criminosa em algo t?o hediondo.¡± virou os olhoscrimejantes para Thea, chorando durante suas pvras. Text ? by N0ve/lDrama.Org. ¡°Senhorita Woods¡­ eu n?o seio voc¨º poderia me perdoar, mas eu realmente n?o quis te machucar. Eu acreditava que eu estava trazendo uma oferta de paz de Ariadne naquele dia, n?o te dando a morte de seu filho. Achei que queria fazer as pazes uma ¨²ltima vez antes de partirmos. Eu estava errada¡­ t?o errada¡­ sinto muito¡­ Sua voz se embargou em solu?os enquanto a multid?o sussurrava entre si. Todos acreditaram n. Eles acreditaram em cada mentira que estava contando. E n?o havia nada que eu pudesse fazer. Thea de repente se levantou e todos ficaram em sil¨ºncio para assistir, antecipando uma cena violenta contra a mulher que a envenenou. Sua caminhada era tr¨ºm e inst¨¢vel enquanto ia at¨¦ Sophie, como se quisesse enfatizar sua recente hospitaliza??o. No entanto, para surpresa de todos, quando finalmente alcan?ou Sophie, a envolveu em um abra?o. Abra?aram-seo se se conhecessemo boas amigas. Quando Thea finalmente se separou, sorriu benevolentemente para a mulher mais velha, segurando as m?os de Sophie nas suas. ¡°¡­ Eu te perd?o, Sophie,¡± Thea disse, fazendo uma demonstra??o de sua miseric¨®rdia. ¡°Eu posso ouvir suas pvras soarem verdadeiras sob a luz da Deusa aqui esta noite. Eu sei que voc¨º n?o quis fazer nenhum mal a mim ou ao meu beb¨º, e eu n?o posso culp¨¢ pelos pecados da sua superior.¡± Olhei para a multid?o para ver que eles estavam apaixonados por tudo o que estava dizendo. Eles estavam amarrados em cada pvra d, seus rostos cheios de admira??o. ¡°Isso pode ser muito cedo para anunciar, mas¡­¡± olhou para Aleric que estava t?o encantado tudo que estava fazendo. Ele deu-lhe um aceno de aprova??o para o que quer que estivesse silenciosamente buscando permiss?o, e sorriu brilhantemente para ele. ¡°¡­ Mas Alec e eu temos conversado e ele deseja que eu me transforme em Luna uma vez que todo esse aborrecimento tenha passado. Eu vejo o qu?o puro e leal seu cora??o ¨¦, Sophie. Eu vejo o qu?o profundamente voc¨º se importa os outros. Eu sei que a Deusa deve sentir o mesmo.¡± Eu podia ver o que estava fazendo. s tinham algum tipo de acordo, eu tinha certeza disso. A coopera??o e falso testemunho de Sophie em troca de sua liberdade ap¨®s o julgamento. Chamar pelo apelido de Aleric ¡°Alec¡± tamb¨¦m foi outro movimento de poder. Mostrou a todos o qu?o pr¨®ximo eles eram. Ningu¨¦m o chamava por esse nome publicamente desde que seu pai morrera. Isso tudo era uma farsa para ganhar os cora??es da alcat¨¦ia, para faz¨º-los olhar para o se fosse uma santa misericordiosa. E eu era o diabo, uma assassina de beb¨ºs, uma assassina. ¡°Sophie, eu posso n?o ser a Luna desta alcat¨¦ia ainda, mas eu adoraria se voc¨º fosse minha panhante, me mostrando a mesma lealdade e amor que voc¨º erroneamente confiou ¨¤ pessoa errada.¡± Sophie dobrou o joelho imediatamente e beijou sua m?o, curvando a cabe?a em respeito. ¡°Senhorita Woods¡­ n?o, Luna¡­ seria minha maior honra servi e passar o resto da minha antiga vida pagando pelos meus erros.¡± Thea sorriu e colocou Sophie de p¨¦, abra?ando-a mais uma vez. A multid?o instantaneamente irrompeu em ausos p cena que tinham acabado de testemunhar. Sua nova futura Luna mostrou grande amor e perd?o ¨¤ pessoa que admitiu t¨º envenenado. era linda, gentil e forte. Eu sabia que eles nunca sentiram essas coisas sobre mim. Eu sempre mantive o respeito deles, mas nunca a adora??o deles. ¡°Eu acho que j¨¢ tivemos o suficiente¡±, disse Aleric gentilmente, levantando-se. Ele caminhou at¨¦ Thea e passou um bra?o ao redor d possessivamente. Mas foi ent?o que eu vi. Algo que fez meu sangue ferver. Durante o abra?o, Thea jogou o cabelo para tr¨¢s. Era estrat¨¦gico, eu tinha certeza. queria que eu visse. Queria que eu sentisse a dor p ¨²ltima vez antes da minha condena??o. Porque ali, em seu pesco?o, estava a marca de Aleric. Algo que ele nunca tinha me dado. Algo que ele sempre me recusou, mesmo depois de termos acasdo. Ele havia marcado Theao sua, mostrando ao mundo seu favor por . E levou apenas uma semana, sem perder tempo para tom¨¢ comopanheira escolhida. Eu estava raiva, furiosa. O v¨ªnculo dopanheiro foi quebrado, ent?o eu n?o era mais for?ada a am¨¢-lo, mas s¨® em pensar que eu implorei para ele me marcar por anos, ele nunca hesitou, apenas para v¨º-lo marc¨¢ dentro de uma semana. Repugnante. Eu o odeio. Eu odiava Thea. Eu odiava a alcat¨¦ia. Eu odiava Sophie. Sim, Sophie, eu odiava demais. Eu sabia o que estava por vir, Aleric nem precisava dizer. Foi tudo por causa de Sophie. Seu falso testemunho foi o ¨²ltimo prego do meu caix?o. Foi meu erro am¨¢-los; e Aleric. Eu tinha dado tudo a eles e isso se transformou em veneno contra mim. Esse sempre foi meu destino? Eu estava destinada a viver e morrer apenas para ajudar a alcat¨¦ia? Eles tinham seu poderoso l¨ªder agora, sua amorosa Luna, e uma alcat¨¦ia que se tornou bem sucedida meu trabalho duro e dedica??o. N?o havia mais espa?o para mim na foto. Eu n?o era necess¨¢ria. ¡°Eu acho que as evid¨ºncias aqui pesaram para um resultado ¨®bvio. Voc¨º tem algo a dizer em sua defesa, Ariadne?¡± perguntou Aleric. Limpei minha mente e respirei fundo para me acalmar. N?o havia mais sentido tentar contestar as alega??es. N?o havia nada que eu pudesse fazer ou dizer que os fizesse mudar de ideia. E assim, falei as ¨²nicas pvras que consegui pensar. As pvras honestas que eu senti no fundo do peito. ¡°¡­ Eu sinceramente espero que a Deusa acabe todos voc¨ºs pelo assassinato de uma inocente que voc¨ºs est?o prestes aeter,¡± eu disse amargamente. ¡°N?o h¨¢ mais nada que eu possa fazer para provar que n?o sou culpada contra as pilhas de evid¨ºncias falsas que voc¨º apresentou, mas no fundo¡­ espero que todos voc¨ºs sofram. Espero que meu rosto seja o que voc¨º v¨º quando finalmente encontra sua morte. Meu ¨²nico erro foi amar algu¨¦m.¡± Houve apenas sil¨ºncio. Ningu¨¦m falou, ningu¨¦m se mexeu. Acho que ningu¨¦m esperava que eu dissesse algo t?o intenso. Eles provavelmente tinham esperavam que eu fosse chorar e implorar pelo perd?o de Theao Sophie tinha feito. Mas eu me recusei a me curvar a essa cad. Pegue minha cabe?a, mas voc¨º ter¨¢ que cortar minhas pernas antes que eu seja visto prostrada diante d. Eu me virei para olhar para e, para minha surpresa, olhou para mim uma express?o divertida, um sorriso no rosto. n?o se parecia a garota perdida que eu conheci ao longo dos anos. N?o, havia uma estranha intelig¨ºncia que se mostrava atrav¨¦s d. olhou para mim como se soubesse o tempo todo que esse seria o resultado. olhou para mim seu verdadeiro eu p primeira vez. Percebi na hora que havia nejado tudo isso desde o in¨ªcio. Meu ismento, Aleric, Sophie¡­ quem sabe o que mais. fingiu ser ignorante para que ningu¨¦m suspeitasse d. E uma percep??o revoltante, eu me perguntei se tinha matado seu pr¨®prio beb¨º por causa da minha posi??o de Luna. Ou nunca esteve gr¨¢vida? Rezei para que fosse o ¨²ltimo. Aleric limpou a garganta trazendo a aten??o de todos de volta para ele. ¡°Muito bem. De acordo o procedimento correto, os membros ssificados e anci?os agora votar?o.¡± Ele voltou sua aten??o para os membros atr¨¢s dele. ¡°Todos os que consideram Ariadne Chrysalis culpada pelo assassinato do herdeiro alfa e pelo dano pretendido a Thea Woods, por favor, levantem-se.¡± O resultado parecia unanime. Eu assisti horroro um ap¨®s o outro, todos eles se levantaram, seus rostos caindo sobre mim. Eu verifiquei as fileiras de membros e meus olhos finalmente pegaram um par que estava me encarando atentamente. Anci?o Lucas. Ele estava¡­ sentado. ¡°Anci?o Lucas?¡± Aleric perguntou, mostrando que ele era a ¨²nica pessoa que n?o estava de p¨¦. Ele parecia indiferente, sem se importar se estava sendo escolhido ou n?o. ¡°Eu n?o acredito que fez isso. Parece um poss¨ªvel trabalho de arma??o e a maioria das evid¨ºncias foi circunstancial, na melhor das hip¨®teses¡±, disse ele, sua voz inabal¨¢vel e confiante. ¡°A ex-Luna est¨¢ certa. Eu n?o quero ver o rosto d me assombrar, condenando-a a esta morte. Voc¨ºs todos podem sercentes, mas eu n?o vou vender minha alma por causa de popridade.¡± Sussurros eent¨¢rios chocados se espalharam p multid?o, todos n?o conseguiam acreditar que algu¨¦m n?o me considerava culpada. Aleric parecia zangado por algu¨¦m ter votado contra a maioria, embora tentasse esconder bem. ¡°N?o importa¡±, disse Aleric, sua voz abafada. ¡°Temos a maioria dos votos aqui para prosseguir. Por favor, traga-me a espada.¡± Ele pediu a um guardi?o aleat¨®rio aodo e ele rapidamentee?ou a desembr . A espada era principalmente ornamentada, considerando que n?o era usada parabate. O punho eraposto por v¨¢rias joias azuis e brancas e esculturas rcionadas ¨¤ lua. Eu teria achado bonita se n?o fosse pelo que estava prestes a fazer. Aleric agarrou a espada for?a e a inspecionou para garantir que ainda estava afiada. A borda brilhou em minha dire??oo se implorasse para chegar mais perto, para cumpriment¨¢. E quando ele se satisfez sua condi??o, se virou para mim, seus olhos t?o afiados quanto a espada. Era isso. Este foi o fim. Tudo tinha sido em v?o. Que vida amarga e triste eu levei. T?o vazia¡­ t?o solit¨¢ria. ¡°Voc¨º foi considerada culpada das acusa??es contra voc¨º. O assassinato do herdeiro Alfa e o dano a outro membro da alcat¨¦ia carregam a senten?a mais dura¡±,e?ou Aleric. ¡°Portanto, o poder dado a mim, eu, Aleric Dumont, Alfa da alcat¨¦ia da N¨¦voa de Inverno, sentencio voc¨º, Ariadne Chrysalis, ex-Luna da alcat¨¦ia da N¨¦voa de Inverno, ¨¤ morte. Sua senten?a deve ser executada imediatamente.¡± Eu n?o queria ter medo, mas eu tinha. A cada passo que Aleric dava em minha dire??o, mais eu queria correr. Eu queria isso mais do que tudo. Por que esperei tanto antes de tentar fugir? Este homem tinha sido minha senten?a de morte muito antes, mas eu estava cega demais para ver. Com as pernas tr¨ºms, ajoelhei-me diante do toco de madeira. Eu n?o precisava ser empurrada ou ajudada, em vez disso, voluntariamente coloquei minha cabe?a no bloco e fechei os olhos, esperando. Eu sentio se n?o pudesse respirar, l¨¢grimase?ando a cair pelo meu rosto. Como eu tinha sido ing¨ºnua. Est¨²pida. Eu me dediquei para ser uma das pessoas mais inteligentes do pa¨ªs, mas no final, parecia que eu era a mais burra. Senti o ar mudar, o som fraco da espada bn?ando¡­ ¡­ E ent?o, escurid?o. Cap铆tulo 8 Cap¨ªtulo 8 Cap¨ªtulo Oito Estava frio. N?o havia luz. Apenas a escurid?o me cercava. Eu n?o tinha certeza do que eu esperava quando morri, lobisomens n?o pareciam ter nenhuma hip¨®tese real sobre o que veio depois da morte. Tenho certeza de que os humanos pensariam que dever¨ªamos sern?ados no inferno, todo o nosso ser sendo uma criatura oposta ¨¤s formas de suas leis naturais. Mas n?o t¨ªnhamos nenhum pensamento ou valor sobre isso. Eu esperava que a Deusa me abra?asse e me conduzisse a alguns port?es perdos? havia me abandonado em vida, eu s¨® podia supor que me abandonaria tamb¨¦m na morte. Fiquei enrdo na escurid?o por mais tempo do que eu poderia dizer. Parecia dias, ou mesmo anos, mas o tempo n?o parecia se mover da mesma maneira aqui. Inferno, por tudo que eu sabia, poderia ter sido apenas alguns segundos que se passaram neste abismo eterno. Mas de repente, sem aviso, a luz me cercou eecei a cair. Ao meu redor havia imagens de minhas mem¨®rias, flutuando por mim enquanto eu ca¨ªa. Vi minha infancia, minha m?e cuidando de mim ternura. Meu pai sua atitude sempre est¨®ica. Eu vi Aleric, qu?o atraente ele parecia quando o vi p primeira vez depois de atingir a maioridade. Eu vi Thea, sua fachada de cabe?a de ventoo sempre sorria para mim. Eu vi Sophie¡­ me traindo. E eu vi minha morte. Foi repetido v¨¢rias e v¨¢rias vezes,o se tentasse me deixar louco. Eu veria Aleric levantar a lamina, o som da ponta afiadaendo minha carne, e ent?o a escurid?o¡­ a escurid?o silenciosa e fria. Continuou a se repetiro um disco quebrado. ¡°Por favor¡­ pare¡­¡±, eu implorei para o vazio. Eu n?o sabia se algu¨¦m podia me ouvir, mas eu n?o aguentava mais. Se isso n?o era o inferno, ent?o estava muito perto. Fechei os olhos for?a, pressionando meus punhos cerrados contra meus ouvidos para bloquear as imagens e os sons, mas eles continuaram a perfurar meu c¨¦rebro. Por que¡­ por que eu estava sendo punida? Eu nunca tinha feito nada de errado. Eu tinha feito exatamente o que foi pedido de mim o tempo todo. Eu tinha morrido por isso mesmo. ¡°Meu filho¡±, uma voz mel¨®dica ent?o me chamou, trazendo a paz e o sil¨ºncio que eu ansiava. Eu rapidamente abri meus olhos e vi uma mulher cabelos dourados brilhantes e olhos prateados brilhantes. Eu a reconheci imediatamente. era a mulher que eu testemunhei na floresta enquanto eu estava transformado. Mas quem era ? Fiz a pergunta em minha mente, mas, no fundo, eu j¨¢ sabia a resposta. era a Deusa da Lua, Selene. Sua presen?a era esmagadora, fazendo-me sentir t?o estranho por dentro. Eu estava quente, mas estava frio, estava vazio, mas estava cheio. S¨® de olhar para me fez querer cair em l¨¢grimas diante d, mas eu me contive. Eu n?o pude deixar de me perguntar, por¨¦m, por que finalmente estava se mostrando agora? Onde estava quando eu estava vivo ? ¡°Eu posso sentir seu tumulto por dentro, at¨¦ mesmo seu desd¨¦m por mim,¡± disse. ¡°Sei que voc¨º tem muitas perguntas, mas tamb¨¦m sei que algumas dessas respostas n?o v?o satisfazer sua ang¨²stia.¡± Eu me senti imediatamente envergonhado. Fomos ensinados desde o nascimento a ador¨¢ lealmente, mas eu estava em conflito por dentro. Como eu poderia adorar algu¨¦m que me permitiu sofrer por tanto tempo? ¡°Por que¡­¡± eu disse, minha voz vdo e traindo minhas emo??es. ¡°¡­Por que voc¨º fez isso comigo? Voc¨º fez m Text ? by N0ve/lDrama.Org. e apanheira de Aleric quando ele n?o podia me amar. Isso n?o significa que voc¨º queria que eu me tornasse Luna? Se sim, por que voc¨º me abandonaria para suportar esse destino horr¨ªvel? ¡°Meu filho, eu nunca te deixei,¡± disse gentilmente. ¡°Eu tenho cuidado de voc¨º desde o in¨ªcio, mas h¨¢ algumas coisas nas quais n?o posso interferir. Eu nunca desejei que voc¨º passasse por tais dificuldades.¡± 1 ¡°Ent?o qual ¨¦ o sentido em adorar voc¨º?¡± Eu disse um pouco duramente. Eu estava deixando minha raiva tomar conta de mim. ¡°Eu rezei todas as noites para voc¨º por anos at¨¦ que finalmente me convenci de que voc¨º n?o existia ou n?o se importava.¡± ¡°N?o pe?o aos meus filhos que me venerem. Eu sou apenas uma m?e para todos voc¨ºs. Eu lhes dou todas as ferramentas para lhes trazer imensa felicidade em suas vidas, mas se algo interferir isso, n?o posso intervir.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ dizendo que tudo isso aconteceu porque algo mudou seu no divino?¡± Se isso era verdade, ent?o o que aconteceu para mudar o curso do destino? Senti que n?o estava me contando tudo. ¡°Voc¨º v¨º as coisas de forma muito simplista, tentando aplicar seu conhecimento e l¨®gica terrenos a algo que n?o pode ser entendido t?o facilmente. Voc¨º ¨¦ um dos meus filhos favoritos, t?o inteligente e forte, mas n?o posso mudar o futuro da maneira que voc¨º pensa.¡± gentilmente agarrou minha palma e, a outra m?o, acariciou minha bochecha. Eu queria recuar com seu toque, mas sua presen?a instintivamente me fez querer me entregar a inteiramente. ¡°Se voc¨º cuida e nutre uma crian?a, d¨¢ a a melhor educa??o e fam¨ªlia, apenas para que cres?a e cometa crimes graves, voc¨º culparia a m?e? Desejei que voc¨º tivesse a melhor vida, cheia de amor e felicidade. No entanto, se as coisas mudarem em r??o ao meu no original, n?o h¨¢ nada que eu possa fazer at¨¦ que ele siga seu curso.¡± ¡± Executar o seu curso ? Voc¨º quer dizer at¨¦ eu morrer? assentiu a cabe?a. ¡°N?o posso mudar o futuro, mas n?o posso negar que a interfer¨ºncia que ocorreu n?o foi totalmente natural. Sua morte neste caso teria desencadeado algo muito maior, algo que n?o pode ocorrer. .. . E assim, pretendo mand¨¢-lo de volta.¡± Seus olhos prateados estavam perfurando os meus, tornando dif¨ªcil discordar de qualquer coisa que estivesse dizendo. ¡° ¡­ E se eu recusar?¡± | perguntou hesitante. ¡°Ent?o voc¨º permanecer¨¢ no Abismo, revivendo para sempre suas mem¨®rias terrenas.¡± Minha mente recordou as imagens que acabavam de me atormentar, mostrando-me minha morte repetidas vezes. Eu sabia agora que deve ter me mostrado isso estrategicamente para que eu tivesse um gostinho deo seria minha recusa. ¡°Ent?o eu n?o quero ser Luna novamente¡­ e eu n?o quero ser apanheira de Aleric,¡± eu disse, surpreendendo at¨¦ a mim mesma que eu estava negociando uma Deusa. Mas eu n?o conseguia afastar a sensa??o de que algo parecia estranho. ¡°Esse ¨¦ o destino que escolhi para voc¨º.¡± ¡°Ent?o eu n?o aceito¡±, argumentei, retirando minha m?o da d. ¡°Eu acho que h¨¢ algo que voc¨º n?o est¨¢ me dizendo. Uma raz?o p qual voc¨º precisa tanto de mim para voltar.¡± ficou em sil¨ºncio, seus olhos me olhando cansadamente. ¡°¡­ Ent?o, eu estou certo,¡± eu disse, tomando seu sil¨ºncioo confirma??o. ¡°N?o posso reescrever um destino que foi estabelecido durante o seu nascimento. As ramifica??es de tal coisa podem potencialmente mudar todo o seu ser e identidade. Seupanheiro ser¨¢ Aleric,o sempre foi. Mas vou te dar um presente. Eu lhe darei a habilidade de escolher seu pr¨®prio destino, seu pr¨®prio destino. Voc¨º vai precisar dele para suas batalhas futuras.¡± Cap¨ªtulo Oito Eu assisti enquanto gentilmente beijou minha testa, formigamentos em erup??o de onde seus l¨¢bios encontraram minha pele. Foio se uma onda de energia flu¨ªsse atrav¨¦s de mim de uma s¨® vez, me abrindo para emo??es que nunca havia sentido antes. Uma vez que se afastou, eu precisei tomar um segundo para me equilibrar, tentando limpar minha mente para focar no que era mais importante; respostas. ¡°Que batalhas? Voc¨º nem me disse o que eu preciso mudar ainda. Tudo o que me disse foi que eu precisava parar minha morte. Maso eu poderia saber exatamente o que eu precisava mudar para alcan?ar esse objetivo? ¡°Eu te dei uma parte de mim,¡± disse, sua voz soando estranhamente tensa agora. ¡°Com isso, voc¨º pode parar sua morte. Voc¨º n?o deve morrer a todo custo. O futuro de todos os lobisomens cair¨¢ quando voc¨º fizer isso.¡± estavae?ando a piscar,o uma v lutando para permanecer acesa. ¡°O que h¨¢ de errado?¡± Tentei agarrar sua m?o, mas foi direto atrav¨¦s d. ¡°A pe?a que lhe dei me deixou fraco, devo descansar. Mas estarei voc¨º e cuidarei de voc¨º. N?o h¨¢ raz?o para voc¨º se sentir sozinho desta vez.¡± desapareceu ent?o, diante dos meus olhos. Ido para o ar rarefeito E isso, acordei na cama. Cap铆tulo 9 Cap¨ªtulo 9 Cap¨ªtulo Nove Havia um rme tocando na minha cabe?a. Era t?o alto, batendo agressivamente contra meu c¨¦rebro j¨¢ dolorido. No entanto, n?o foi at¨¦ que me virei para a fonte e abri os olhos que percebi que era um despertador. Um despertador que eu n?o via h¨¢ anos. Imediatamente me sentei na cama e observei meus arredores. Este era o quarto da casa da minha fam¨ªlia, o quarto em que vivi at¨¦ minha maioridade. Tudo parecia exatamente igual. Foi tudo um sonho? Eu realmente tinha morrido? Pulei da cama, correndo em dire??o ao meu espelho e, instantaneamente, pude sentir a diferen?a quando me movi. Eu era mais baixo, mais leve. Meus membros n?o pareciam t?o musculosos. .. . E eu me senti estranho. Como se algo estivesse faltando. Ao olhar para o meu reflexo, percebi rapidamente que era jovem. Muito mesmo. Minhas bochechas estavam mais carnudas e meus olhos mais redondos. As linhas de estresse que acumulei ao longo dos meus anos de maus-tratos desaparecerampletamente. Eu parecia quase¡­ bonita. Eu j¨¢ tinha pensado isso antes? Eu estava t?o focada em me mudar para me adequar a Aleric que nunca tinha notado. Mas foi a¨ª que percebi o que estava faltando. Meu lobo. Lembrei-me do sentimento depanheirismo que se sente ap¨®s a maioridade. O sentimento de algo mais dentro de voc¨º suas pr¨®prias emo??es e necessidades. Este corpo nunca tinha sentido isso antes. Na verdade, nunca havia sentido muita coisa, nem mesmo m¨¢goa. ainda n?o tinha sido presa do v¨ªnculo dopanheiro. Mas era eu agora, e eu era . Um jovem de vinte e quatro anos preso dentro do corpo de uma garotinha. Quando olhei para a esquerda, onde costumava manter meu calend¨¢rio di¨¢rio, finalmente vi a data¡­ e meu est?mago caiu instantaneamente. Eu tinha quatorze anos. A Deusa tinha me mandado de volta dez anos atr¨¢s . O que estava t?o entr?ado o meu futuro que me enviar de volta t?o longe no tempo era necess¨¢rio? ¡°¨¢ria!¡± uma voz chamou de repente do andar de baixo. E mem¨®rias de Sophie passaram p minha mente, me fazendo estremecer. Quantas vezes me chamou assim? Mas, n?o, isso era imposs¨ªvel. Eu ainda n?o tinha conhecido Sophie. Eu fiz uma careta por mais alguns momentos, tentando localizar a voz, mas ent?o finalmente me atingiu. Eu percebi quem era. Como eu pude ser t?o estupido? Eu tinha quatorze anos. S¨® havia uma pessoa que poderia ser. Eu escancarei minha porta e desci as escadas t?o r¨¢pido quanto eu n?o poderia me importar se eu trope?asse no caminho . Porque isso era mais importante. Eu precisava ver. Eu precisava ter certeza de que era real. Quando cheguei ¨¤ cozinha, eu j¨¢ estava solu?ando. Fazia tanto tempo e ainda assim eu ainda sentia a perda deles todos os dias que eles se foram. ¡°¨¢ria?¡± eles perguntaram preocupados, percebendo meu rosto choroso. ¡°Mam?e!¡± E mencei em seus bra?os, chorando em seu peito. Cap¨ªtulo Nove estava realmente aqui, isso n?o era um sonho. Eu n?o podia acreditar. Isso por si s¨® fez toda a prova??o a Deusa valer a pena. Se eu soubesse que poderia ver minha m?e novamente, teria concordado mais cedo, ¡°Aria ¡­ ? O que h¨¢ de errado? Voc¨º est¨¢ ferido ? ¡± Eu bncei minha cabe?a. N?o, n?o me machuquei. Eu n?o poderia estar melhor. Mas eu poderia dizer que estava confusa e preocupada. Eu tinha acabado de correr escada abaixo e me joguei n. virou a cabe?a para um dos atendentes, que eu acabei de perceber que tamb¨¦m estava na s, e eles olharam para igualmente confusos. Eu tinha esquecido que t¨ªnhamos atendentes naqu ¨¦poca tamb¨¦m. Afinal, ¨¦ramos uma fam¨ªlia Beta de prest¨ªgio . ¡°Isso n?o ¨¦o voc¨º, algo deve estar errado¡±, disse gentilmente e passou os dedos amorosamente pelo meu cabeloprido. ¡°Voc¨º nunca veio chorar para mim assim antes e voc¨º ainda est¨¢ de pijama. Voc¨º est¨¢ doente?¡± Eu bncei minha cabe?a novamente. estava certa, no entanto. Eu sempre me conduzio algu¨¦m que um dia seria Luna. Nunca expressando emo??es desagrad¨¢veis, sempre sendo organizado e preparado. No entanto, aqui estava eu, em meu pijama rosa, o cabelo emaranhado e um rosto vermelho esnobe. ¡°Eu n?o estou doente¡­ eu s¨® senti sua falta¡±, eu disse fungando. Fui cauteloso a minha escolha de pvras, j¨¢ que n?o seria capaz de explicar o que havia acontecido. Pelo menos, n?o sem parecer insano. Dessa forma eu n?o estava necessariamente mentindo tamb¨¦m. ¡°Mas voc¨º me viu ontem¡­ ¡± ¡°Eu sei¡­ mas voc¨º est¨¢ t?o ocupado o hum¡­ hospital que eu n?o consigo v¨º-lo frequ¨ºncia .¡± se afastou do abra?o apenas o suficiente para ser capaz de olhar para o meu rosto corretamente. Eu podia ver seus olhos azuis me inspecionando clinicamenteo se estivesse examinando um de seus pacientes. ¡°Acho que voc¨º deveria ficar em casa sem ir ¨¤ esc hoje. Pedirei a uma das enfermeiras do trabalho para verificar voc¨º ao meio-dia para vero voc¨º est¨¢. ¡°N?o!¡± Eu disse apressadamente, embora um pouco alto demais. Eu rapidamente limpei minha garganta e continuei mais calma. ¡°N?o realmente eu estou bem. Sinto muito por preocup¨¢ ¨C lo . | dei um passo para tr¨¢s e juntei minhas m?os, sorrindo educadamente para . Esta era a maneira usual que eu tinha agido perto d; respeitosa e educada. Eu n?o podia ficar presa em casa porque precisavae?ar a descobrir o que tinha que fazer para mudar o futuro. Eu n?o me lembrava muito dos meus anos de ensino m¨¦dio, mas agora eu tinha que prestar muita aten??o. Precisava haver uma raz?o p qual eu fui enviado de volta para este momento espec¨ªfico. suspirou, pensando internamente por alguns segundos antes de relutantemente acenar a cabe?a. ¡°Bem, voc¨º vai se atrasar se n?o se arrumar logo.¡± ent?o se virou para o atendente novamente. ¡°Lucy, voc¨º pode, por favor, ajudar Aria a se preparar para a esc?¡± L¨²cia? Esse nome soou familiar. Uma jovem um cabelo curto e bonito deu um passo ¨¤ frente e veio me levar para o andar de cima. n?o podia ser muito mais velha do que eu quando morri. ¡°Venha, senhorita¡±, disse , sorrindo calorosamente para mim. Foi a voz d que me fez lembrar de repente. L¨²cia. trabalhou conosco at¨¦ os meus dezoito anos, tendo trabalhado para nossa fam¨ªlia por sete anos na ¨¦poca de sua partida. Acho que acabou indo embora porque encontrou seu companheiro, . Cap¨ªtulo Nove encontr¨¢-lo durante minha festa de maioridade. Eu a segui ps escadas e de volta ao meu quarto, observando em sil¨ºncio enquanto pegava algumas roupas para mim e as colocava ordenadamente na cama. Este sempre foi o caminho naqu ¨¦poca. Eu nunca discuti nada que foi escolhido para mim. Eu olhei fixamente para o que tinha escolhido. Era um vestido de babados brilhante, ao qual me encolhi por dentro. Eu sempre usei roupas t?o infantis nessa idade? Agora, eu prefiro morrer de novo do que usar isso. Passei direto por Lucy para o guarda-roupa atr¨¢s d eecei a vasculhar todas as minhas roupas. Muito disso era o mesmo; roupas femininas fofas que teriam parecido mais adequadas para uma crian?a de nove anos. Todo mundo sempre esperou que eu parecesse bonitinho e bonito quando crian?a . Percebi agora que era maiso se estivessem vestindo uma boneca. 1 Continuei a olhar pelo guarda-roupa at¨¦ que finalmente cheguei ¨¤ minha roupa formal. A maior parte teria sido muito chique para frequentar a esc, mas consegui encontrar uma pe?a que poderia passar como casual inteligente. Sem mais hesita??o, tirei o vestido preto simples eecei a me trocar. ¡°Senhorita¡­?¡± Lucy perguntou, confusa. Eu n?o me virei para olhar para e, em vez disso, continuei me trocando. ¡°Voc¨º pode jogar fora a maior parte disso,¡± eu respondi, por cima do meu ombro. ¡°Acho que estou velha demais para usar esse tipo de coisa agora, voc¨º n?o acha? Qualquer coisa a qual voc¨º n?o vestiria uma crian?a de dezoito anos pode ser doada ou jogada fora se for muito velha.¡± Lucy parecia assustada, mas eventualmente acenou a cabe?a de qualquer maneira . Uma vez que estava vestida e pronta, fui recebida dodo de fora pelo motorista que me levaria para a esc. Todos os membros ssificados foram levados para a esco medida de seguran?a. O resto do bando de crian?as geralmente pegava o ?nibus ou caminhava. Entrei no banco de tr¨¢s silenciosamente minha moch e observei p jan em sil¨ºncio durante toda a jornada. Foi uma curta viagem de casa para a esc. Nossa casa estava localizada em uma localiza??o privilegiada, ent?o est¨¢vamos perto de muitos dos edif¨ªcios importantes da cidade. Era estranho ver como tudo era diferenteparado a dez anos a partir de agora. N?o apenas alguns dos edif¨ªcios, mas a atmosfera tamb¨¦m. Eu tinha sentido em minha vida anterioro se tudo sempre tivesse sido t?o s¨¦rio, ent?o vida ou morte, e uma luta pelo poder. Hav¨ªamos travado tantas guerras em outros territ¨®rios para chegar onde acabamos. No fundo, sempre me senti culpado por minha contribui??o para a maioria dessas batalhas; Eu pessoalmente nejei a vit¨®ria para muitos deles em um esfor?o para chamar a aten??o de Aleric. Mas aqui, neste tempo .. . ? Tudo parecia¡­ pac¨ªfico. Eles ainda n?o tinham experimentado a sede de poder de Aleric. Ao dobrarmos a esquina da rua, um pr¨¦dio antigo apareceu. Paredes de pedra branca acinzentada cobertas de marfimpunham a maior parte do patrim?nio, pois ficava em um grande campo verde. Fazia sete anos desde a ¨²ltima vez que estive aqui e ainda hoje, os port?es da minha esc estavam abertos para me receber de voltao se nada tivesse mudado. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. S / N: Obrigado por ler! Se voc¨º est¨¢ gostando da hist¨®ria, considere votar,partilhar ouentar! Cap铆tulo 10 Cap¨ªtulo 10 Cap¨ªtulo Dez Era exatamenteo eu me lembrava. Mas suponho que era de se esperar, pois, em minhas mem¨®rias, vi este lugar p ¨²ltima vez h¨¢ apenas tr¨ºs anos. A esc consistia apenas de lobisomens, j¨¢ que nossa matilha tinha esse luxo. Na verdade, todo o nosso territ¨®rio era desconhecido para os humanos, ent?o t¨ªnhamos total sigilo e seguran?a. Passei p multid?o de crian?as que estavam conversando em seus grupos, ignorando que eu estava l¨¢, mas isso n?o me iodou. Foi assim que a esc sempre foi. Todo mundo me odiava ou estava muito medo de frigo por causa da suposi??o de que eu seria a futura Luna. Isso foi bom embora. Eu estava sempre muito ocupado o estudo para dar muita aten??o a toda a parte social. Entrei direto no pr¨¦dio principal, cheio de confian?a, antes de perceber que nem sabia para onde estava indo. Eu n?o conseguia nem lembrar onde estava meu arm¨¢rio, muito menos o que minhas as deveriam ser para o dia. Eu n?o acho que era vi¨¢vel para algu¨¦m se lembrar desse tipo de coisa de dez anos atr¨¢s. Desajeitadamente , tirei minha agenda escr da moch e consultei minha agenda di¨¢ria, descobrindo ! tinha quatro mat¨¦rias hoje, Hist¨®ria, Matem¨¢tica, Lore e Ingl¨ºs. Bastante f¨¢cil. Conhecendo meu eu passado, eu j¨¢ teria entregado todas as minhas tarefas e deveres de casa mais cedo, ent?o n?o precisava me preocupar nada. surpresas a¨ª. De repente, o primeiro sinal tocou para a a, me tirando dos meus pensamentos, e eu me dirigi para a s que minha primeira a aconteceria. Felizmente, eu s¨® me perdi uma vez ao longo do caminho. No entanto, definitivamente parecia que eu estava recebendo mais olhares do que me lembrava. N?o que eu me importasse particrmente o que eles pensavam de mim. N?o consegui esquecer o fato de que todos eles me abandonaram t?o facilmente, at¨¦ torcendo p minha morte. Ent?o, n?o era como se eu estivesse tentando impression¨¢-los t?o cedo¡­ mesmo que seus olhares estivessem me deixando desconfort¨¢vel. T foi direto para a s, passando ps fileiras de alunos at¨¦ chegar a um lugar vazio na parte de tr¨¢s da jan. N?o havia nada que eles pudessem me ensinar que eu j¨¢ n?o soubesse e eu tinha muito em minha mente para me concentrar no assunto servil. No entanto, isso s¨® parecia garantir mais olhares de todos. Acho que seria considerado estranho se a garota que sempre se sentava diligentemente na frente de repente se sentasse na parte de tr¨¢s as crian?as que n?o estavam tentando. Mas antes que eu pudesse considerar mais, uma voz me tirou dos meus pensamentos. ¡°Quem morreu?¡± algu¨¦m perguntou, questionando a observa??o para mim. Meu cora??o parou quando a pergunta desencadeou um trauma dentro de mim, e eu olhei para cima assustada ao ver Brayden. Exceto que eu n?o apenas o vi. Por apenas um momento, minha vis?o vacilou e eu vi o campo de julgamento, a noite fria de luar. Eu vi Brayden de p¨¦ no p¨®dio, me condenando sua evid¨ºncia de merda sobre Thea. Eu vi minha morte. ¡®Isso n?o ¨¦ real¡­ isso n?o ¨¦ real¡­ isso n?o ¨¦ real¡¯. Minha mente continuou repetindoo um mantra para me tirar de mim Mas em um piscar de olhos, instantaneamente eu estava de volta em uma s de a sentado diante de apenas um adolescente. Apenas um adolescente est¨²pido, n?o um homem que testemunhou no meu julgamento por assassinato, defendendo minha morte. E embora apenas um segundo tivesse passado, de alguma forma parecia uma eternidade. Olhei para o que ele estava olhando e notei que ele estava olhando para o meu vestido. Apenas meu traje foi suficiente para justificar essa rea??o? Apenas caps Soltei um suspiro de al¨ªvio, percebendo que ele estava apenas sendo sarc¨¢stico sobre a minha escolha em todas as roupas pretas hoje. Mas era uma sensa??o estranha pensar que ele poderia ter realmente se lembrado da minha morte por um segundo ali. Na verdade, eu tinha esquecidopletamente que Brayden e eu est¨¢vamos na mesma s¨¦rie, mas eu especialmente n?o me lembrava dele ter fdoigo no passado fora de um ambiente profissional. Isso foi uma tentativa de¡­ me intimidar? Bastava uma mudan?a de roupa? Ele era conhecidoo o garoto popr na esc devido ¨¤ sua posi??o, mas parecia uma escolha estranha para ele me atacar de repente. Minha fam¨ªlia era mais alta do que a dele, sem mencionar que eu era basicamente considerada acasda Aleric j¨¢ nessa idade. Embora, apesar de sua idade, eu n?o pudesse deixar de sentir amargura por ele. Foi uma onda de raiva t¨¢cita contra ele por um ato de injusti?a que ele ainda nem haviaetido, mas eu estava raiva mesmo assim. Text ? by N0ve/lDrama.Org. E ent?o, respirei fundo para me acalmar, virando-me para encarar Brayden de frente. ¡°Sim, Brayden, eu estava de luto. Mas agora eu sei que n?o havia necessidade,¡± eu respondi, olhando para ele morto nos olhos. ¡°Voc¨º v¨º, eu pensei que aqu piada sem originalidade sua j¨¢ tinha morrido h¨¢ um tempo, mas eis que aqui est¨¢! Verdadeiramente um mgre da Deusa.¡± Houve sil¨ºncio de toda a sse enquanto Brayden pareciao se eu tivesse acabado de dizer a ele que ele tinha uma terceira orelha. O suficiente para todos ficarem chocados demais para se mexer, sem sabero responder. No entanto, n?o demorou muito para que algu¨¦m na frentee?asse a rir, rapidamente levando toda a sse a se juntar. O professor entrou depois disso e rapidamente fez que todos trabalhassem silenciosamente em pouco tempo. Mas eu olhei p jan para a a, mal prestando aten??o enquanto a a passava em um borr?o. Once the bell for the end of the period had rung, I immediately stood up and grabbed my backpack, leaving quickly to avoid further conversation. Though, I couldn¡®t help but notice the weary l ook Brayden gave as I walked by his desk. I found out not long afterwards that I was suddenly the talk of the school, making this discovery as I was standing in the lunch line. Normally, there was no need to go to the cafeteria since I usually had a lunch bag prepared for me, but I realised toote that I¡®d left it at home today, forgetting we even needed that sort of thing. I was so used to doing business in my office with someone delivering me meals every day. I¡®d need to be more careful from now on. There was a lot of smaller details to remember. It was as I was almost at the front of the queue that I picked up a conversation several people back between two girls. My name was spoken, instantly dr awing my attention. ¡°Did you see Ariadne today?¡± the first girl asked in a hushed voice. ¡°No, why?¡± the other replied. ¡°Shhh, she¡®s a few people ahead so be careful, don¡®t be so loud. She¡®s wearing all ck today. Doesn¡®t s he normally wear those really girly dresses every day?¡± ¡°Oh yeah, you¡®re right. You know what¡®s crazy though? This isn¡®t even the first time I¡®ve heard people talk ing about her today,¡± the second girl added. ¡°Get this¡­my friend is in her History ss and they said she spoke today. It wasn¡®t even for like a question from the teacher. She was talking to Brayden before the ss had even started.¡± ¡°What? You¡®re kidding?¡± ¡°No! And get this¡­ she made a joke.¡± I didn¡®t want to hear anymore as I got to the front of the queue. Grateful for the excuse to leave, I quickly grabbed an apple and left directly to the library. S omehow, I didn¡®t feel so hungry anymore. I¡®d never realised that people paid so much attention to my behaviour. I knew I kept to myself but that Chapter Ten was mostly due to my studies, and it wasn¡®t like anyone had really made an effort to talk to me either. Today had definitely felt different though. It felt like people were noticing me more all of a sudden when I was used to being ignored. Had I changed something in the past already by doing such simple things? A change of clothes and a sarcastic remark in ss? Eu me lembrava bem da biblioteca. Havia uma escrivaninha no canto de tr¨¢s que estava sempre livre , porque eu sempre a ocupava todos os dias. Caminhei diretamente para o assento e peguei um caderno e uma ca, dando v¨¢rias mordidas na minha ma?? no caminho. Eu tinha muito o que repassar e precisava de privacidade para organizar meus pensamentos. Ok¡­ O que eu sabia? Eu sabia que algo terr¨ªvel aconteceria depois que eu morrer, mas que n?o havia detalhes espec¨ªficos do que era. A Deusa mencionou antes de partir que todos os lobisomens cairiam quando eu ca¨ªsse. Ent?o, o que era algo forte o suficiente para exterminar uma esp¨¦cie inteira? Eu bncei minha cabe?a. N?o, eu precisava me concentrar nas coisas que eu sabia. Como o que causa minha morte? Das quais, havia tr¨ºs coisas principais que eu conseguia pensar; Aleric, minha posi??o Luna e, ro, a maior, Thea. 1 A Deusa disse que n?o poderia mudar meupanheiro porque isso poderia potencialmente reescrever toda a minha identidade. No entanto, n?o mencionou nada sobre ter que aceitar esse rcionamento ou se tornar Luna, apenas que foi o destino que escolheu para mim. ¡­ Mas, tamb¨¦m me disse que eu poderia escolher meu pr¨®prio destino agora. Isso significava que eu poderia simplesmente¡­ rejeitar Aleric e a posi??o de Luna? Maso eu iriae?ar a explicar por que eu n?o queria ser Luna? Ou por que eu n?o queria estar meupanheiro? Eu tinha quatro anos at¨¦ minha maioridade quando seria revdo publicamente que Aleric ¨¦ meu companheiro, e ent?o seria mais um ano depois disso antes que o pai de Aleric passasse e n¨®s ascend¨ºssemos para nos tornarmos Alpha e Luna. Isso significava que eu precisava encontrar uma maneira de escapar desse resultado antes que esses eventos acontecessem. A boa not¨ªcia era que, aos dezesseis anos, Aleric estaria atualmente em uma viagem de intercambio para um bando de aliados. Eraum que os futuros herdeiros de posi??es ranqueadas passassem um ano ou mais aprendendo os aliados para se tornarem mais independentes. Tamb¨¦m foi usado como uma ferramenta pol¨ªtica para fortalecer os?os esse pacote para o futuro. Mas isso significava que eu s¨® tinha um ano ou mais antes de ter que ficar cara a cara Aleric novamente. E para ser honesta, eu n?o achava que estava emocionalmente pronta para enfrent¨¢-lo t?o cedo. O som da lamina batendo no meu pesco?o ainda ecoava dentro do meu c¨¦rebro, nunca me deixando em paz. Agora, a maior amea?a era Thea. seria a mais dif¨ªcil de descobrir porque conseguiu esconder seu verdadeiro eu de mim o tempo todo que eu a conheci. Eu tamb¨¦m n?o sabia basicamente nada sobre ou seu passado. Eu tinha certeza de que a conheci p primeira vez quando eu tinha dezesseis ou dezessete anos, mas dadas asplexidades de seus esquemas, eu tinha certeza que devia ter algu¨¦m me observando sem meu conhecimento antes. era um ano mais velha que eu, tornando poss¨ªvel que j¨¢ estivesse de olho em Aleric. Ent?o, qual era o meu no para acabar a minha morte? Matar Thea secretamente? Fugir? Encontrar outro pacote? Todas essas op??es pareciam erradas ou imposs¨ªveis ainda. Matar Thea seria imprudente e muito arriscado, e encontrar outro bando seria imposs¨ªvel, j¨¢ que agora eu era uma garota de quatorze anos sem conex?es sociais. Fugir ainda era a melhor op??o, mas eu definitivamente n?o sobreviveria sozinho na selvao umdino. N?o at¨¦ minha maioridade, pelo menos, quando eu teria meu lobo de volta. No entanto, eu sabia que correr tamb¨¦m colocaria meus pais em uma posi??o dif¨ªcil, ent?o eu precisava ter cuidado. O sinal da a tocou e percebi que ainda precisava de mais tempo para pensar nos meus nos. Pelo menos eu Cap¨ªtulo Dez sabia que eu tinha duas coisas para trabalhar nesse meio tempo; farejar qualquer um que esteja me espionando por causa de Thea e coletar o m¨¢ximo de renda independente poss¨ªvel, caso eu acabe precisando fugir. Achei que acumr fundos nas contas da fam¨ªlia seria facilmente monitorado e suspeito, ent?o eu precisava me concentrar em construir minha pr¨®pria riqueza. Felizmente para mim, eu literalmente sabia o futuro. Economizar alguns fundos n?o seria muito dif¨ªcil. Ah, mas, novamente, o detalhe que continuo esquecendo¡­ eu tinha apenas quatorze anos. Eu precisaria de um adulto para conduzir os neg¨®cios em meu nome at¨¦ ficar mais velho, legalmente incapaz de administrar minhas pr¨®prias finan?as. Minha mente foi para Lucy primeiro, mas o pensamento de confiar em outro atendente me fez sentir doente. Pensar em Sophie ainda fazia meu cora??o doer. No entanto¡­ no entanto, pode ser minha ¨²nica chance sem levantar suspeitas. Decidi que precisaria test¨¢, certificando-me de que desta vez sua lealdade fosse confi¨¢vel. Recusei- me aeter o mesmo erro da ¨²ltima vez. Mas o tempo todo,o eu ainda estava pensando em tudo na biblioteca, eu tinha esquecido completamente que a campainha tinha tocado e agora eu ia me atrasar. | rapidamente peguei minha bolsa e saiu correndo. Corri para o corredor¡­ e direto no ombro de algu¨¦m vindo da dire??o oposta Cap铆tulo 11 Cap¨ªtulo 11 Cap¨ªtulo Onze Ca¨ª no ch?o, minha moch deslizando pelo ch?o polido do corredor. Eu podia sentir uma onda de dor no meu pulso, tendo atingido o ch?o for?a, e eu imediatamente a embalei no meu peito. Pelo menos n?o foi a pior dor que eu j¨¢ senti. ¡°Ah, droga, eu sinto muito¡±, disse uma voz rouca e preocupada. Olhei para cima e vi um menino, talvez dezesseis anos, olhando para mim a m?o estendida. Mas n?o foi a queda que agora me chocou em sil¨ºncio, mas sim seus olhos. 1 Eles eramo orbes dourados derretidos, me pegando desprevenida. Eu nunca tinha visto nada parecido antes. Eles se destacavam em contraste seu cabelo castanho escuro, tornando imposs¨ªvel n?o notar. Eu poderia dizer que ele era forte, seu corpo bem constru¨ªdo para indicar que ele era um bom lutador; um futuro capit?o guerreiro for?a ou superior, talvez at¨¦ um membro da fam¨ªlia ssificado. Mas sem meu lobo e sem ele tentandon?ar autoridade em mim, seria imposs¨ªvel para mim dizer certeza que status exato ele tinha. This is the property of N?-velDrama.Org. Ele olhou de volta para mim t?o intrigado e eu imediatamente soube ent?o que ele n?o era daqui. Qualquer um do bando estava acostumado meus cabelos prateados e olhos violetas, mas os lobos estrangeiros sempre ficavam chocados noe?o. Por alguns momentos, n¨®s dois ficamos apenas olhando um para o outro, confusos a apar¨ºncia um do outro, at¨¦ que de repente o segundo sinal tocou. Um lembrete de que eu tinha lugares para estar e uma esp¨¦cie inteira para salvar. Fui eu quem quebrou o contato visual primeiro e olhei em volta, tentando descobrir para onde minha moch tinha deslizado. ¡°¡­Posso ajud¨¢-lo a se levantar?¡± ele perguntou, embora um pouco sem jeito. Foi ent?o que percebi que ele ainda estava estendendo a m?o para mim, algo que eu rudemente ignorava. Rapidamente, eu agarrei o meu ileso o dele, e permiti que ele me levantasse. ¡° N¨®s provavelmente dever¨ªamos ir para a enfermaria da esc e dar uma olhada¡±, disse ele, acenando para o meu pulso. Olhei para baixo e vi que estava vermelho, mas honestamente n?o parecia t?o ruim. Provavelmente curaria em um dia, mesmo sem minhas habilidades de lobopletas. ¡°Eu acho que deve ficar tudo bem,¡± eu disse. ¡°Obrigado mesmo assim.¡± Eu estava prestes a pegar minha moch e sair, mas ele falou novamente, me fazendo uma pausa. ¡°Bem, ¨¦ isso ou voc¨º vai ter que explicar ao professor por que est¨¢ t?o atrasado para a a.¡± Mordi o interior da minha bochecha. ¡°¡­ Acho que devemos ir ¨¤ enfermaria e dar uma olhada nisso,¡± eu concordei. Ele sorriu e pegou minha moch, fazendo isso antes que eu pudesse dar outro passo ou protestar. Era um sorriso atraente que realmenteplementava seu rosto. De alguma forma, parecia que seus olhos queimavam mais quando ele fazia isso. ¡°¨¦ o m¨ªnimo que posso fazer¡±, disse ele, vendo meu olhar inquieto para ele jogando minha bolsa por cima do ombro. ¡°A ¨²ltima coisa que preciso ¨¦ de um boato por a¨ª dizendo que bati em garotos de doze anos.¡± Eu podia sentir minhas bochechase?arem a esquentar de vergonha. ¡°Tenho quatorze anos, na verdade.¡± Mas ele simplesmente riu da minha corre??o. ¡°Ah, desculpe, desculpe. Esse ¨¦ o meu mal.¡± Havia algo estranhamente humilhante emo ele chamou nossa diferen?a de idade. Internamente, eu tinha vinte e quatro anos e era muito mais velho que ele. Cap¨ªtulo Onze Eu fui atr¨¢s depois disso, seguindo-o at¨¦ a enfermaria em sil¨ºncio. Por sorte, n?o t¨ªnhamos muito para ir e chegamos assim que dobramos a esquina . Ele educadamente bateu na porta antes de abri para n¨®s dois entrarmos . ¡°Ol¨¢, doce Amelia,¡± ele disse, dando um sorriso deslumbrante. A enfermeira, Miss Williams, olhou para cima e sorriu brilhantemente para o menino. Eu n?o poderia deixar de me perguntar se ele era t?o amig¨¢vel todos os funcion¨¢rios. ¡°Oh! Cai! O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± perguntou. parecia quase perturbada p presen?a dele enquanto arrumava o cabelo e as roupas. A Srta. Williams era dodo mais jovem da equipe que trabalhava na esc, provavelmente porque era apenas uma enfermeira. Eu teria adivinhado que n?o tinha mais de dezenove ou vinte anos. No entanto, ao ver suas tentativas ¨®bvias de tentar ficar bem para ele, eu n?o pude deixar de rr meu sim . o chamou de Cai, embora eu n?o tenha reconhecido o nome. Isso me disse que ele n?o era de um bando o qual eu estava muito familiarizada. Ele gesticulou de volta para a porta onde eu estava, esperando um pouco sem jeito. ¡°Este pequenino esbarrou em mim no caminho para a a e caiu muito mal. machucou o pulso. Seu rosto caiu quando finalmente percebeu que eu estava l¨¢. Eu n?o era pequeno¡¯ e certamente nunca fui referido t?o casualmente por ningu¨¦m nesta esc. ¡°Oh,¡± disse, limpando a garganta. ¡°Ok, ro, vamos dar uma olhada. Entre e sente-se no banco.¡± Aproximei-me e sentei-me onde havia instru¨ªdo. ¡°Bem, eu vou deixar voc¨ºs duas ador¨¢veis senhoras,¡± Caithen disse. ¡°Tenho certeza de que vou levar uma surra do Sr. Green se chegar mais tarde na a.¡± Elergou minha moch no banco e me deu outro sorriso. N?o parecia t?o impactante agora! sabia que ele os distribu¨ªa ¨¤s d¨²zias. Eu tamb¨¦m ainda estava irritado por ser chamado de ¡®pequeno¡¯ momentos antes. ¡°Oh, n?o se preocupe aquele velho mal-humorado¡±, disse a Srta. Williams e entregou-lhe um bilhete. ¡°Apenas d¨º isso a ele e explique. Ele pode lidarigo diretamente se tiver algum problema.¡± Ele colocou a m?o sobre o cora??o enquanto caminhava para tr¨¢s em dire??o ¨¤ porta. ¡°Voc¨º ¨¦ muito gentiligo, Amelia.¡± E riu enquanto o observava sair. Foio uma mudan?a instantanea assim que ele saiu, o rosto d n?o mais sorridente e feliz. inspecionou meu pulso e o embrulhou sem dizer muito, me mandando para a a antes que muito tempo tivesse passado. O resto do dia escr a partir da¨ª foi surpreendentemente r¨¢pido e, felizmente, sem mais solu?os. Os professores definitivamente perceberam o fato de que eu n?o estava prestando tanta aten??o quanto o normal, mas eles misericordiosamente me deixaram estar. Em vez disso, usei o tempo da a para preparar algumas coisas na minha cabe?a para que eu pudesse implementar imediatamente meus primeiros passos. Quando finalmente cheguei em casa, subi direto para o meu quarto. Mas, para minha surpresa, havia pequenas caixas e sacs por toda parte. Lucy estava parada no guarda-roupa e olhou bruscamente para cima quando entrei. ¡°Ah, senhorita!¡± Lucy disse, assustada. ¡°Eu n?o pensei que voc¨º estaria em casa t?o rapidamente. Eu queria te surpreender. Venha e d¨º uma olhada.¡± Fui at¨¦ e vi que estava pendurando roupas novas , *Espero que voc¨º goste!¡± Todos eles eram muito mais maduros e ao meu gosto; todas as cores sensatas e atualizadas as ¨²ltimas tend¨ºncias. J¨¢ n?o era tudo rosa e coberto de babados e?os . Isso fez meu peito inchar ao ver quanto esfor?o colocou nisso, superando em muito o meu pedido inicial para que simplesmente jogasse fora minhas roupas velhas. *Lucy¡­,¡± eu disse, sem pvras. ¡°Obrigado por dedicar seu tempo para fazer isso.¡± ¡°Bem, eu percebi que voc¨º n?o ia ter muitas roupas depois que eu passei e ensaquei as velhas. Concordo que estes ficar?o muito melhores em voc¨º.¡± sorriu para mim, o que eu retribu¨ª. Mordi o l¨¢bio em pensamento. Seria muito cedo parae?ar meu no? Parecia que realmente queria ajudar e era genu¨ªna sobre isso. ¡°Lucy¡­ posso confiar em voc¨º ? ¡± Seus olhos se arregram, surpresos a pergunta repentina. ¡°¨¦ ro! A jovem senhorita pode me dizer qualquer coisa. sorriu brilhantemente novamente. Fui at¨¦ minha mesa eecei a escrever uma carta. ¡°O que voc¨º quer me dizer? ¨¦ um segredo? ¡­¨¦ um menino? estava brincando fazendo suposi??es pensando! provavelmente tinha algo trivial para dizer a . Se soubesse. Rapidamente fechei o envelope e entreguei a . ¡°Eu preciso que voc¨º entregue isso. ¨¦ muito importante que amanh? de manh? esta carta seja trazida para o terreno abandonado na Main Street. H¨¢ uma grande pedra na propriedade para tr¨¢s. Ele precisa ser deixado aodo daqu rocha.¡± Lucy ficou surpresa o estranho pedido. ¡°Uhh¡­¡±, disse , sem sabero responder. ¡°Isso ¨¦ muito importante, Lucy. ¨¦ vida ou morte.¡± Eu olhei para nos olhos para que soubesse que eu estava fndo s¨¦rio. Eu precisava que me levasse a s¨¦rio para que meu no fosse em frente sem problemas. ¡°ro, senhorita,¡± Lucy finalmente disse, guardando a carta. ¡°Eu ficaria feliz em ajud¨¢-lo isso.¡± ¡°Obrigado, L¨²cia. Eu agrade?o.¡± Suspirei, aliviada por ter concordado. ¡°Bem, eu tenho alguns trabalhos escres para fazer agora, mas obrigado novamente ps roupas e por entregar isso para mim.¡± ¡°N?o ¨¦ um problema, senhorita. Vou deix¨¢ isso.¡± ent?o caminhou at¨¦ a porta e estava prestes a sair, mas n?o antes que eu me lembrasse de outra coisa. Eu quase tinha esquecido as instru??es mais cruciais. ¡°Oh! E L¨²cia?¡± Eu chamei, parando-a em seu caminho. ¡°Sim senhorita?¡± ¡°Fa?a o que fizer¡­ n?o abra.¡± E eu simplesmente sorri para . Uma carranca ligeiramente preocupada se formou em seu rosto, mas assentiu mesmo assim, fechando a porta atr¨¢s d. Eu tinha repassado os diferentes nos na minha cabe?a durante o dia, mas todos eles me levaram de volta a este. Infelizmente, n?o haviao contornar isso. Isso precisava ser feito. Cap铆tulo 12 Cap¨ªtulo 12 Cap¨ªtulo Doze O dia seguintee?ou normal. Tomei caf¨¦ da manh? na cozinha minha m?e antes de Lucy me ajudar a me arrumar para a esc. Lucy n?o mencionou a carta e agiuo se tudo estivesse normal, pelo que eu estava grata. Meu pai estava viajando a neg¨®cios, mas voltaria hoje e eu estava internamente muito animado para v¨º- lo novamente. Eu n?o queria que nosso rcionamento acabasseo na minha vida anterior. Eu sabia agora que no fundo ele me amava, mesmo que ele n?o demonstrasse isso externamente. N?o seriao era antes, onde eu sempre tentava evit¨¢-lo por medo de decepcion¨¢-lo. O dia escr parecia bem mediano tamb¨¦m. As pessoas ainda estavam olhando, mas a maioria j¨¢ havia se esquecido do dia anterior. Eu tamb¨¦m estava agradecido por n?o ter havido encontros estranhos. 1 No entanto, eu n?o pude deixar de notar que, na minha tentativa de estar mais consciente das pessoas ao meu redor, eu vi Cai beijando uma garota qualquer um grau ou dois acima de mim. Eles estavam rindo e se esgueirando para uma s de a vazia para fazer Deus sabe o qu¨º. Suspirei internamente e revirei os olhos. Ele era um desses caras. Fui para a biblioteca, ignorando a cena que presenciei, e caminhei diretamente para o meu lugar no canto de tr¨¢s. Imediatamente,ecei a fazer uma lista de coisas que precisariam ser configuradas. Coisaso novas contas banc¨¢rias, investimentos, etc. Embora de alguma forma, eu me tornei t?o envolvido no meu trabalho, que eu nem percebi algu¨¦m se aproximando at¨¦ que uma pequena voz t¨ªmida soou. ¡°Hum, h-oi¡­ Ariadne,¡± a voz gaguejou. Olhei para cima e vi uma garota mais ou menos da minha idade cabelos castanhos e olhos azuis. era pequena e se portava um ar de constrangimento social. ¡°¡­Ol¨¢,¡± eu disse cautelosamente, sem saber o que queria. Eu n?o a reconheci imediatamente, mas parecia vagamente familiar. Como se estivesse na ponta da minha l¨ªngua e eu devesse saber quem era. ¡°Hum, eu vejo voc¨º na biblioteca todos os dias. Eu costumo sentar um pouco mais para baixo. M-mas tudo bem se voc¨º n?o me conhece!¡± Eu poderia dizer que estava extremamente nervosa por estar fndoigo. ¡°¡­ Eu s¨® queria dizer que ouvi que voc¨º se levantou contra Brayden ontem, e eu queria dizer obrigado.¡± nervosamente puxou as mangas de seu su¨¦ter. ¡°Ele nunca foi muito gentiligo,¡± continuou, ¡°mas ningu¨¦m na esc tem o posto para ser capaz de enfrent¨¢-lo. E eu ¨C eu sei que voc¨º n?o fez isso por mim! Mas eu s¨® queria dizer obrigado de qualquer maneira . ¡± N?o fiquei surpreso ao ouvir que Brayden era um valent?o para os lobos mais fracos. Ele sempre exva esse tipo de ar sobre ele, mas felizmente eu nunca precisei me preocupar ele no ensino m¨¦dio. Eu s¨® me envolvi ontem porque ele cruzou essa linha primeiro. ¡° De qualquer forma! S-desculpe por iod¨¢-lo. Vou deixar voc¨º seu trabalho,¡± disse e foi embora. percebeuo eu n?o disse nada e tomou meu sil¨ºncioo uma confirma??o de que eu n?o estava interessado em fr . Sinceramente, por¨¦m, fiquei em sil¨ºncio pensando emo me lembrava um pouco de mim mesma no passado. Eu podia sentir uma solid?o semelhante dentro d a qual eu podia me identificar. De certa forma , tamb¨¦m fomos v¨ªtimas de Brayden , mas isso era algo que eu n?o conseguiria explicar a . ¡°Espere,¡± eu disse a , e apontei para o livro em suas m?os. ¡°¡­ O que voc¨º est¨¢ lendo?¡± Cap¨ªtulo! Doze olhou para o livro e sorriu carinho: ¡°Ah, isso? ¨¦ o meu favorito. Estou relendo p quarta vez. Voc¨º provavelmente pensaria que ¨¦ apenas um livro infantil idiota. ¨¦ um romance de fantasia.¡± Eu sorri gentilmente para . ¡°Posso dar uma olhada?¡± Eu perguntei, e estendi minha m?o. ¡°C-ro!¡± me entregou o livro animadamente e eu o examinei. Eu nunca tinha lido muitos livros de fic??o no passado, escolhendo mais para leituras acad¨ºmicas. Mas a ideia parecia interessante. ¡°Voc¨º pode pegar emprestado se quiser!¡± Eu olhei para , surpreso. ¡ª Voc¨º n?o disse que est¨¢vamos lendo ? U n¨®s ¡°N?o, est¨¢ bem! Tenho tantos outros livros que posso ler.¡± Eu pensei sobre isso por um minuto, mas me senti mal se eu recusasse sua oferta. Especialmente depois de ver o qu?o animada estava apenas o pensamento de eu pegar emprestado. ¡°Ok, vou dar uma lida. Obrigado, ahh¡­¡± eu parei, percebendo que eu nem sabia o nome d. ¡°Mira! Eu sou Myra,¡± sorriu brilhantemente. ¡°Prazer em conhec¨º, Myra. Eu sou Aria,¡± eu disse, devolvendo seu sorriso suavemente. O nome d estava me iodando agora tamb¨¦m. Eu ainda sentia que deveria saber quem era, mas n?o conseguia The bell for ss then rang and I gently ced the novel inside my backpack along with my notebook. ¡°Well, I better get going, but I¡®ll return it when I can,¡± I said, standing up. ¡°Oh, no rush! I know you must be pretty busy.¡± It was a little sad but it was true. I was even busier now than I had been in the past and knew it would be hard for me to find the time to read for leisure. However, I felt like I had done something good regardless, particrly after seeing her be more confident from just a small c onversation. We said our goodbyes after that and left for our sses. Quando voltei da esc naquele dia, fiquei empolgado ao ver que meu pai havia retornado, exatamente como minha m?e havia dito. Assimo eu tinha reagido , corri para seus bra?os e o abracei com for?a. E enquanto eu tentava o meu melhor para n?o me tornar uma bagun?a de choro desta vez, como eu tinha feito minha m?e, eu n?o conseguia parar as poucas l¨¢grimas que escaparam de mim. Olhando para cima, consegui vislumbr¨¢-lo olhando confuso para minha m?e, que imitou sua rea??o um encolher de ombros. Mas, no entanto, foi bom quando ele finalmente passou um bra?o em volta do meu ombro para retribuir o abra?o. Foi uma sensa??o bem-vinda poder finalmente faz¨º-lo sem barras de c entre n¨®s. Pouco tempo depois, eu estava na cozinha quando Lucy entrou. Como ¨¦ramos apenas n¨®s dois, aproveitei a oportunidade para conversar em particr. ¡°Voc¨º entregou aqu carta esta manh?, Lucy?¡± Eu perguntei. sorriu para mim, parecendo que nada estava errado. ¡°ro, senhorita.¡± Aprecieio n?o fez nenhuma pergunta sobre isso ou se perguntou por que eu a mandei para um lote abandonado para entreg¨¢-lo. Lentamente, levantei da cadeira eecei a fazer um ch¨¢, aquecendo a ¨¢gua para iniciar o processo. ¡°Ah, voc¨º est¨¢ fazendo um pouco de ch¨¢?¡± perguntou. Cap¨ªtulo Doze ¡°Sim, pensei que seria bom surpreender a m?e e o pai isso.¡± . Eu estudei suas fei??es cuidadosamente para ver se eu poderia detectar algo sobre , mas apenas sorriu de volta para mim. Quando a ¨¢gua foi aquecida,ecei a misturar algumas ervas e deixei-as assentar na ¨¢gua. ¡°Oh, isso ¨¦ um ch¨¢ novo? Que ervas s?o essas?¡± 1 ¡°Apenas uma mistura especial que peguei. Ajuda a rxar o corpo.¡± observou enquanto eu servi em duas x¨ªcaras de ch¨¢. Text ? by N0ve/lDrama.Org. ¡°Voc¨º pode, por favor, dar isso aos meus pais?¡± Eu perguntei. olhou para eles confusa. ¡°Voc¨º n?o preferiria surpreend¨º-los seu pr¨®prio trabalho duro?¡± Eu bncei minha cabe?a. ¡°N?o, tudo bem.¡± sorriu e concordou em ajudar, saindo da s as duas x¨ªcaras na m?o. Eu podia sentir minhas m?os tremendo de nervoso o tempo todo que estava fora, esperando ansiosamente para ver se meu no seria executado. A qualquer momento Lucy iria voltar, ou um guerreiro iria estourar aqui e me prender por assassinato. Eu podia sentir cada segundo passando lentamente. Eu tinhaetido um erro? Eu deveria ter esperado um pouco mais antes de executar o no? Mas meu medo foi aliviado um pouco quando vi Lucy voltar para a cozinha, ainda um sorriso no rosto. ¡ª Voc¨º deu a eles? Eu perguntei. ¡°Sim! Eles gostaram muito.¡± | estudou cada movimento e express?o facial d, esperando por qualquer sinal de que estava mentindo ou estava desconfort¨¢vel. Mas quando n?o vi nada fora doum, decidi levar o no um pouco mais adiante. ¡°Isso ¨¦ maravilhoso! Eles deveme?ar a sentir os efeitos das ervas em breve,¡± eu disse entusiasmo. ¡°Aqui, eu fiz uma x¨ªcara para voc¨º tamb¨¦m. Diz-me o que pensas.¡± Eu gentilmente empurrei a x¨ªcara de ch¨¢ para e olhou para . ¡°H¨¢ algo de errado?¡± Eu perguntei, estreitando meus olhos para . n?o estava tocando a bebida e em vez disso estava olhando para a x¨ªcara de ch¨¢ um pouco estranhamente. Imediatamente, meu cora??o afundou. estava apenas fingindo n?o saber o que eu tinha acabado de fazer ? Cap铆tulo 13 Cap¨ªtulo 13 Cap¨ªtulo Treze ¡°H¨¢ algo de errado?¡± Eu perguntei, estreitando meus olhos para . n?o estava tocando a bebida e em vez disso estava olhando para a x¨ªcara de ch¨¢ um pouco estranhamente. Meu cora??o afundou. estava apenas fingindo n?o saber o que eu tinha acabado de fazer? Mas seus olhose?aram acrimejar, um sorriso t¨ªmido se contraindo em seus l¨¢bios. ¡°N?o, ¨¦ s¨® que¡­ isso ¨¦ muito legal da sua parte, senhorita. Obrigada por ser t?o atenciosa¡±, disse , suavemente. ¡°Sei que sou apenas uma atendente, mas voc¨º realmente me fez sentir parte da fam¨ªlia ao fazer isso.¡± Eu assisti enquanto tomava um gole e instantaneamente meu cora??o saltou. tinha bebido o ch¨¢ e n?o hesitou quando pediram para servir aos meus pais. Um sorriso brilhante instantaneamente estourou no meu rosto e eu corri para , agarrando suas m?os nas minhas entusiasmo. ¡°Obrigado¡­¡±, eu disse sinceramente. ¡°Senhorita?¡± perguntou, confusa. ¡°O que h¨¢ de errado? Por que voc¨º est¨¢ me agradecendo ? ¡± ¡°Porque a carta que eu te dei ontem era para dizer que eu envenenaria o ch¨¢ dos meus pais esta noite, e voc¨º alegremente serviu a eles e at¨¦ bebeu de bom grado tamb¨¦m. Isso significa que voc¨º n?o leu a carta,¡± eu disse explicando calma. se afastou de mim e se virou fricamente para o ch¨¢ que acabara de beber, incr¨¦d. ¡°Est¨¢ bem! Rxar! Era apenas algumas folhas de ch¨¢ verde e lim?o. Eu sou terr¨ªvel em herbologia de qualquer maneira . ¡± ¡°Senhorita, por que voc¨º faria uma brincadeira t?o desagrad¨¢veligo assim?¡± perguntou furiosamente, levantando a voz. Eu n?o pretendia deix¨¢ raiva, mas acho que acabei de admitir que tentei envenen¨¢. ¡°Por favor, abaixe a voz. N?o foi uma brincadeira. Eu fiz isso para ter certeza que eu poderia confiar em voc¨º,¡± eu expliquei. ¡°Tem algu¨¦m atr¨¢s de mim, Lucy. Eles v?o me matar. N?o posso lhe dar todos os detalhes e voc¨º absolutamente n?o pode contar aos meus pais. Se voc¨º fizer isso, ent?o eu n?o serei capaz de me proteger. Eu n?o posso fazer isso sem a sua ajuda.¡± olhou para mim cauto se eu fosse louco, incapaz de encontrar qualquer pvra para responder. ¡°Eu n?o sou louca, Lucy,¡± eu disse inflexivelmente. ¡°Se voc¨º me ajudar, eu at¨¦ pagarei o dobro de seu sal¨¢rio anual pelo seu tempo e discri??o. Ent?o, por favor¡­ me ajude. N?velDrama.Org owns this. Demorou alguns momentos, mas, finalmente, seus olhos se suavizaram e acenou a cabe?a em concordancia. Eu acho que podia sentir agora que isso n?o era uma brincadeira, mas na verdade uma amea?a muito real que eu estava implorando para me ajudar. N?o apenas o medo bobo de uma crian?a, mas algo muito mais substancial. Suspirei pesadamente, um peso foi tirado do meu ombro quando finalmente consegui contar a algu¨¦m sobre meus problemas muito reais. Ou, pelo menos, alguns deles¡­ de forma vaga. Fechei os olhos, sentindo meu corpo rxar. ¡°Obrigado¡­¡± eu sussurrei. veio e me envolveu em um abra?o, algo que rapidamente despertou velhas lembran?as de minha ¨²ltima atendente, Sophie. Mas eu permiti que me abra?asse mesmo assim, apesar daqu dor por dentro. Eu precisava expulsar esses pensamentos se quisesse sobreviver. Eu precisava aprender a confiar e contar os outros desta vez. ¡°O que voce precisa que eu faca?¡± perguntou depois de puxar um caminho . E n?o perdi tempo, saltando imediatamente para explicar os primeiros passos. ¡°Parae?ar, preciso de uma conta banc¨¢ria separada configurada um pseud?nimo para acumr alguns fundos de forma independente. Eu tamb¨¦m preciso de algumas contas de investimento¡­ mas isso vir¨¢ mais tarde. Oh! E eu preciso que voc¨º Cap¨ªtulo Treze encontre um investigador particr para mim. O melhor que voc¨º pode conseguir,¡± eu disse, listando tudo. ¡°Terei mais algumas instru??es, mas se voc¨º puder me ajudar essas coisas parae?ar, realmente me ajudaria muito. Com quatorze anos, infelizmente, n?o posso fazer nenhuma dessas coisas sozinha. Voc¨º atuar¨¢o meu representante para todos os meus assuntos de neg¨®cios daqui para frente at¨¦ que eu seja maior de idade. parecia um pouco chocada no in¨ªcio, ouvindo todos os meus pedidos. Acho que essas foram provavelmente as ¨²ltimas pvras que esperava que uma crian?a pedisse. ¡°Eu sei que pare?o uma crian?a, Lucy, mas eu realmente preciso que voc¨º confie em mim. Voc¨º pode fazer aquilo?¡± parecia hesitante, mas finalmente assentiu a cabe?a. ¡°Ah¡­ e mais uma coisa¡­¡±, eu disse, e a olhei nos olhos. ¡°Se algu¨¦m se aproximar de voc¨º e oferecer algo em troca de me trair¡­ vou dobrar o que eles est?o propondo.¡± Seus olhos se arregram um pouco. ¡°Como voc¨º pretende ganhar tanto dinheiro?¡± ¡°N?o se preocupe isso ainda,¡± eu disse. ¡°Vou ficar alguma riqueza nas pr¨®ximas semanas que nejo investir.¡± acenou a cabe?a novamente antes que, de repente, minha m?e entrasse na cozinha, alheia ¨¤ conversa s¨¦ria que estava acontecendo. ¡ª Do que voc¨ºs dois est?o fndo ? perguntou curiosidade brincalhona, colocando sua x¨ªcara de ch¨¢ na pia. Eu olhei para , quebrando o ar tenso que tinha sido entre Lucy e eu apenas alguns momentos antes. ¡°Oh, voc¨º sabe¡­ meninos e outras coisas¡­¡± eu disse maliciosamente e me virei para sorrir para Lucy conscientemente. me deu um sorriso relutante de volta. ¡°Oooh! Ter uma garota fndo sobre Aleric, n?o ¨¦ ? minha m?e disse uma piscad. Thad para reprimir a vontade de encolher e, em vez disso, for?ou meu sorriso no lugar para permanecer composto. ¡°¡­Algo parecido!¡± After the conversation had died down, I quickly excused myself by saying I needed to finish schoolwork, and left before any more awkward topics came up. By the time I was safely back in my room, I was imme nsely relieved to be alone with my thoughts again. Because whilst stage one of my n had gone se ssfully, there was still a lot more to organise. The next day I was extremely distracted in my thoughts. I was excited that things had gone so wellst night and was eager to move on to the next part, but unfortunately, I had to wait. There were things that needed to happen first before I could orchestrate stage two. On the way to school, I had the driver stop by Main Street where I collected the unopened letter from the abandoned lot. I was pleased to see that the seal still was intact and the driver didn¡®t question the odd detour; both of whi ch I was thankful for. At school, I found I was just as distracted but I did see Myra in passing who gave me a small smile and wave. I returned the senti ment which made her even more excited. 1 She seemed like a very sweet girl. However, seeing her still nagged at me over where I could possibly kn ow her from. I felt like there was something important I really needed to remember. Like some sort of¡­ majo r event? I had to shake it off though. Whatever it was woulde back to me eventually and I had more important things to figure out. The day was going by painfully slow. So much so that I found myself looking out the window during Modern History, in my own world. I could hear the teacher in the background but nothing was reall y registering. Chapter Thirteen ¡°Aria?¡± a voice then suddenly called from the front of the room. I looked up and saw Mrs Newman staring at me expectantly. Had she wanted something? When I only replied with silence, the ss quickly all turned their eyes towards me in surprise. ¡°Sorry, I missed thatst part. What was the question?¡± I asked politely. Immediately, the ss quietly snickered at my unpreparedness which I ignored. ¡°Eu disse: ¡®quais foram os tr¨ºs principais fatores que contribu¨ªram para a perda no Triad River?¡± repetiu. ¡°Se voc¨º estivesse prestando aten??o nas minhas as nos ¨²ltimos dias, voc¨º saberia disso.¡± | encarou-a, irritado. Como era ing¨ºnua em pensar que eu tinha tempo a perder hist¨®ria trivial. ¡°Agora,¡± continuou. ¡°Se voc¨º prestar aten??o, eu vou explicar-.¡± ¡°Os tr¨ºs principais fatores que equivaleram ¨¤ perda no Rio Triad,¡±ecei, cortando-a, ¡°foram a paisagem, os recursos e os guerreiros.¡± estreitou os olhos para mim em resposta. ¡°Isso ¨¦ de conhecimento geral, mal vale a pena elogiar voc¨º, Ariadne.¡± Eu cerrei os dentes. obviamente estava tentando me fazer parecer um tolo. Um jogo que provavelmente n?o queria jogarigo. Afinal, eu j¨¢ tinha vivido uma vida aprendendo tudo isso. E assim, enquanto eu definitivamente deveria ter deixado pra l¨¢, eu n?o pude deixar de continuar. ¡°A matilha Ruby Night estava cercada pordr?es que conheciam muito melhor o territ¨®rio, tendo morado naqu ¨¢rea a vida toda. Eles cortaram seus recursos e os retiraram um a um, usando a terra como meio de se cobrir. A matilha Ruby Night perdeu toda a moral e os soldados se renderam pouco depois. Osdinos ficaram conhecidoso a matilha do Vento Uivante porque se moveram t?o silenciosamente quanto o ar para vencer a batalha.¡± O rosto da professora corou, ramente irritado por eu estar revidando em vez de apenas aceitar a humilha??o a qual tentou me punir. ¡°E o nome do primeiro Alfa deles?¡± perguntou esperta, pensando que estava fazendo uma pergunta para a qual eu n?o estaria preparada. ¡°Patrick Lux.¡± ¡°Incorreta!¡± retrucou triunfante. ¡°Foi Wilson James . Se movendo¡­ -.¡± ¡° Na verdade,¡± eu disse, cortando-a novamente, ¡°se voc¨º fizer sua pesquisa, Wilson James foi apenas o l¨ªder que ajudou a manobrar os bandidos durante a batalha. Ele morreu antes que o bando fosse oficialmente estabelecido e, portanto,o osdinos n?o reconhecem os Alfaso uma hierarquia leg¨ªtima, ele consequentemente n?o ¨¦ o primeiro Alfa. Patrick Lux foi o primeiro Alpha legalmente reconhecido da matilha do Vento Uivante. Eu posso entender a confus?o embora. ¨¦ um equ¨ªvoco comum.¡± Sorri calmamente de volta para . ¡°Sair!¡± gritou, seu rosto agora totalmente vermelho. Seus olhos estavam queimados de raiva e eu sabia que tinha ido longe demais. Suspirando, peguei meus livros e caminhei at¨¦ a porta, reconhecendo que isso provavelmente era merecido. ¡°Vejo voc¨º na deten??o, senhorita Chrysalis,¡± bufou atr¨¢s de mim. ¡°Aqui. Quatro horas. Afiado.¡± Antigamente, eu poderia t¨º mandado para as cs apenas por frigo assim. Mas eu n?o era mais Luna. N?o, em vez disso, tudo o que pude fazer foi apenas revirar os olhos e sair, agradecido que naquele momento n?o pudesse ver meu rosto quando passei p soleira. Cap¨ªtulo Treze E foi assim que me encontrei na deten??o p primeira vez em minhas duas vidas. Bem, merda. Cap铆tulo 14 Cap¨ªtulo 14 Cap¨ªtulo Quatorze A deten??o era t?o chata quanto eu sempre imaginei que seria. A Sra. Newman ficou de olho nas reuni?es para garantir que eu ficasse em sil¨ºncio sem fazer nada enquanto marcava os rt¨®rios. ¡°Eu honestamente n?o sei o que deu em voc¨º ultimamente, Aria,¡± disse. ¡°Voc¨º ¨¦ meu melhor aluno. Por que voc¨º tem atuado tanto?¡± Olhei para e dei de ombros. Eu n?o seria capaz de explicar que eu literalmente j¨¢ tinha aprendido tudo isso e estava ocupado tentando impedir minha morte. Mas eu suspirei, sabendo que por dentro eu realmente tinha ido longe demais. ¡°Me desculpe, eu fui rude voc¨º,¡± eu disse sinceramente. Era verdade. Eu n?o queria envergonh¨¢ na frente de toda a sse, mas me desafiou e tentou me fazer parecer um idiota. Isso desencadeou uma onda de raiva dentro de mim, uma nova emo??o forte que eu ainda estava aprendendo a lidar. Antes dos eventos que levaram ¨¤ minha morte, eu ficava frustrado, mas nunca tanta raiva. Era uma emo??o incrivelmente ego¨ªsta e negativa que eu tinha sido treinada para evitar quando crescia. N?o foi at¨¦ o an¨²ncio da gravidez de Thea que euecei a ceder, percebendo que n?o havia mais sentido em me segurar. Agora, junto o corpo emocional de um adolescente, estava achando mais dif¨ªcil do que nunca reprimir minhas emo??es. 2 A professora respirou fundo e esfregou os olhos. ¡°Voc¨º est¨¢ perdoado¡±, disse , parecendo exausta. ¡°Apenas tente prestar um pouco mais de aten??o, por favor? Voc¨º pode n?o ter notado, mas as crian?as na sse olham para voc¨º mais do que voc¨º imagina. Voc¨º ¨¦ um modelo. Se voc¨ºe?ar a agir sem pensar, eles seguir?o o exemplo.¡± Eu nunca tinha considerado isso antes. Era mesmo verdade? Por que eles se importariam o que eu fiz? ¡°Voc¨º provavelmente ser¨¢ nossa Luna um dia,¡± explicou, vendo meu rosto confuso. ¡°Voc¨º ser¨¢ uma m?e para todo o bando e ser¨¢ respons¨¢vel por eles. ¨¦ verdade que alguns podem ter medo de voc¨º ou at¨¦ mesmo te odiar agora, mas eles ainda respeitam e admiram voc¨º independentemente.¡± Quando colocou isso em perspectiva assim, eu pude vero poderia estar certa. Se Aleric estivesse aqui ee?asse a faltar ¨¤s as, eu tinha certeza que a maioria da esce?aria a fazer isso tamb¨¦m. Eu posso n?o querer ser uma Luna novamente, mas eu n?o podia negar que at¨¦ agora eu ainda tinha essa influ¨ºncia incerta sobre eles. Eu bncei a cabe?a, concordando o que disse. ¡°Voc¨º est¨¢ certo¡­ e eu sinto muito. Eu vou fazer melhor.¡± acenou e voltou para seus pap¨¦is. No entanto, s¨® conseguiu fazer mais algumas anota??es antes que sua ca acabasse. ¡°Ah, atire¡±, resmungou. ¡°Eu volto j¨¢. Fique aqui e n?o se mova.¡± Sem esperar por uma resposta, eu a observei sair, deixando a porta aberta atr¨¢s d. J¨¢ que se ausentaria por um tempo para pegar outra ca na papria, aproveitei a oportunidade para trabalhar um pouco mais em meus nos. Enfiei a m?o na bolsa, procurando meu caderno, mas a sensa??o de um livro grosso de capa dura tocou meus dedos. Era o livro de Myra que eu basicamente tinha esquecido. Depois de pensar por um momento, percebi que seria um momento t?o bom quanto qualquer outro para l¨º-lo. Mesmo que eu n?o tivesse ido muito longe, eu tinha certeza de que Myra ficaria feliz em saber que eu a peguei. Peguei-o da minha bolsa para coloc¨¢-lo sobre a mesa, observando as bordas gastas e as cores desbotadas; algo indicativo do n¨²mero de vezes que Myra o havia relido ao longo de muitos anos. Tracei meus dedos ao longo dodo de fora e estava prestes a abri-lo quando algo me parou. Cap¨ªtulo Quatorze Antes que eu pudesse levantar uma ¨²nica p¨¢gina, minha vis?o ficou turva¡­ e de repente eu n?o estava mais na s de a. Eu estava em uma reira ao norte que reconheci vagamente. Eu tinha ido correr aqui algumas vezes como meu lobo e me lembrei do pequeno caminho de terra e dogo pr¨®ximo. E embora eu olhasse em volta desesperadamente, tentando entender minha situa??o, ainda estava confuso sobreo cheguei l¨¢. Mas quando eu estava prestes a vasculhar a ¨¢rea, uma pequena figura apareceu, fazendo-me parar para observar. Eles estavam andando p trilha de terra at¨¦ a reira ee?aram a colher algumas das flores ao longo das ¨¢rvores. Eu a reconheci imediatamente, ¨¦ ro. Era Myra. Text ? by N0ve/lDrama.Org. ¡°Mira!¡± Eu a chamei. S¨® que n?o me ouviu. continuou a recolher as flores,pletamente alheia ¨¤ minha presen?a. ¡°Mira?¡± Liguei novamente. Tentei andar at¨¦ , mas parecia que minhas pernas estavam amarradas e presas em um s¨® lugar. continuou a caminhar em dire??o aogo¡­ e foi quando eu vi. Quatro lobos surgiram dos arbustos e a cercaram, rosnando. Seus rostos estavam cheios de mal¨ªcia inten??o de atacar. ¡°Mira!¡± Eu gritei. ¡°Voc¨º precisa sair! Agora!¡± Mas n?o adiantou, n?o podia me ouvir. Quando finalmente olhou para cima¡­ j¨¢ era tarde demais. O lobo marrom maior pulou para e atacou t?o rapidamente que n?o havia chance de salv¨¢. sangrou instantaneamente Eu podia me ouvir gritando, mas nenhum dos lobos prestou aten??o em mim. Erao se eu nem estivesse l¨¢. Gritei para eles irem embora, implorando para salv¨¢, mas n?o adiantou. Comecei a sentiro se estivesse me afogando, meu c¨¦rebro n?o focando depois de testemunhar o assassinato da pobre garota. Eu precisava sair, sair¡­ qualquer coisa. Qualquer coisa para fazer tudo isso parar. Em pouco tempo passou, tudoe?ou a escurecer. Eu apertei meus olhos e desejei que meu corpo recuperasse o controle¡­. .. . E ent?o minha vis?o piscou¡­ e eu estava de volta na s de a, o livro caindo no ch?o. | engasgou o ar, fricamente tentando consumir tanto oxig¨ºnio quanto poss¨ªvel, do qual meu corpo tinha sido t?o privado. O que ¨¦ que foi isso? Eles realmente mataram Myra? Mas ent?o tudo clicou. Eu sabia por que Myra parecia t?o familiar agora. era a garota que havia morrido em nossa s¨¦rie anos atr¨¢s. Um bando vizinho chamado Jade Moon tentou derar guerra devido a impostos injustos, quebrando a alian?a anteriormente realizada. O sistema tribut¨¢rio era um espinho constante nodo dos territ¨®rios vizinhos. Nossa matilha era t?o grande que,o incentivo para n?o tomar suas terras, as matilhas menores precisariam pagar uma taxa de prote??o. O pacote Jade Moon recentemente teve um novo Alpha e eles eram jovens e ambiciosos. Eles descuidadamente tentarame?ar algo que nunca seriam capazes de terminar. Mas Myra foi a primeira v¨ªtima, lembro-me agora. Eles n?o encontraram seu corpo at¨¦ o dia seguinte e fizeram um memorial para na esc. Sua foto foi cda em todos os lugares em mem¨®ria por meses. Como eu poderia ter esquecido isso? Essa vis?o era algo que j¨¢ havia acontecido ou ainda estava por vir? Eu sabia que n?o era uma mem¨®ria porque eu n?o estive presente durante o ataque no passado. Isso era algo novo, algo que estava sendo mostrado por um poder superior por uma raz?o. tirericen Pense, Aria¡­ o que eu lembro? Limpei minha mente e deixei dedo a doen?a que senti ao ver a morte de Myra, tentando pensar logicamente. Na vis?o, o c¨¦u estava mais escuro¡­ talvez logo ap¨®s o p?r do sol. Isso me deu apenas cerca de uma hora para chegar l¨¢. Uma hora para tentar salv¨¢. Mesmo que j¨¢ estivesse morta, eu ainda tinha que tentar. Levantando-me rapidamente, ent?o corri para fora da s. N?o havia tempo para esperar a volta da Sra. Newman, eu precisariae?ar a viagem e torcer para passar por algu¨¦m no caminho at¨¦ l¨¢. | corri pelo corredor o mais r¨¢pido que pude. Isso teria sido muito mais f¨¢cil se eu fosse uma loba transformada, mas n?o tive tempo para me sentir frustrada. Eu s¨® precisava me mover o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Cada vez mais r¨¢pido, eu corri p esc. Correndo at¨¦ virar a esquina¡­ e instantaneamente bater em algo s¨®lido no meu caminho. Instintivamente, fechei os olhos e me preparei para o impacto contra o ch?o duro e polido, no entanto, para meu al¨ªvio, bra?os fortes se estenderam e me agarraram antes que eu batesse no ch?o. ¡°Woah, garoto¡±, disse uma voz familiar. ¡°Para onde voc¨º est¨¢ correndo tanta pressa?¡± Abri os olhos e vi Caio. Ele tinha uma express?o divertida um sorriso arrogante parabinar, achando minha apar¨ºncia desgastada hil¨¢ria. Ele gentilmente me firmou em meus p¨¦s antes de me soltar, mas minhas pernas ainda estavam tr¨ºms a adrenalina. ¡°Eu preciso ir¡±, eu disse fricamente entre meus suspiros de ar. ¡°Eu preciso sair agora. Algu¨¦m est¨¢ em perigo. ¡°Uau, acalme-se e faleigo¡±, disse ele, agora percebendo que a situa??o era s¨¦ria. Sua atitude mudou imediatamente. ¡°Quem est¨¢ em perigo?¡± Eu bncei minha cabe?a. ¡°Sem tempo. Precisa sair. Agora.¡± ¡°Ent?o eu vou voc¨º¡±, disse ele. ¡°Mostre o caminho . ¡± ¡°N?o, voc¨º deveria contar a um dos professores. Fa?a que eles alertem o Alfa e enviem guerreiros para o norte, perto da reira dogo. Ele zombou. ¡°Duvido que deixar voc¨º ir sozinho seja uma boa ideia, sem mencionar que sou mais forte que seus professores aqui, mesmo sem ter sido trocado ainda.¡± Hesitou, fazendo uma pausa para considerar. Ele n?o estava errado. Senti sua for?a desde a primeira vez que o conheci. Se ele fosse um membro ssificado de outro bando ent?o, o treinamento adequado, ele definitivamente seria mais forte do que os professores aqui que eram apenas membros b¨¢sicos do bando sem experi¨ºncia debate.1 ¡°O que est¨¢ acontecendo?¡± uma voz ent?o gritou abruptamente atr¨¢s de n¨®s. | virou-se assustado e viu a Sra. Newman voltando da papria. ¡°Eu pensei que tinha dito para voc¨º ficar no quarto, Aria,¡± disse, irritada. ¡°Agora n?o, Sra. Newman!¡± Eu gritei, ficando cada vez mais irritada a cada minuto perdido. ¡°Eu preciso que voc¨º v¨¢ e alerte os guerreiros que algu¨¦m est¨¢ em perigo, eles precisam contar ao Alfa. Eu¡­ eu vi algo ontem no norte perto da reira dogo. Estamos sob ataque . S¨® n?o consegui juntar as pe?as at¨¦ agora.¡± me olhouo se eu estivesse inventando uma hist¨®ria s¨® para sair da deten??o. O que estava parcialmente correto. estava certa de que eu estava inventando a hist¨®ria, por¨¦m a hist¨®ria era para encobrir o fato de que eu tinha uma vis?o. N?o tinha nada a ver sua puni??o. ¡°Boa tentativa, Aria, mas de volta ¨¤ a¡±, retrucou. Eu gritei de frustra??o e Cai olhou para mim, assustado a minha explos?o. ramente, ele n?o esperava m Cap¨ªtulo Quatorze e reagir t?o fortemente. Percebendoo isso realmente era urgente, ele rapidamente se virou para a Sra. Newman para resolver a situa??o. ¡°Sra. Newman¡­ Lucinda, se me permite?¡± Cai disse charmosamente, dando um passo em dire??o a . ¡°Acabei de esbarrar a pobre Aria aqui por acaso, que parecia estar correndo por sua vida. Eu n?o acredito que esteja inventando isso, para n?o mencionar que seria devastador n?o lev¨¢ a s¨¦rio se a vida de algu¨¦m realmente estivesse em perigo, n?o ¨¦? A professora hesitou, pensando. ¡°Tenho certeza que voc¨º pode dar a deten??o por um m¨ºs se estiver mentindo,¡± ele negociou. ¡°Eu aposto minha posi??o e reputa??o em Aria dizendo a verdade e vou panh¨¢ pessoalmente para mant¨º segura at¨¦ que a ajuda chegue.¡± me olhou de cima a baixo, examinando minha apar¨ºncia desgrenhada e olhos selvagens. Algo que felizmente foi o suficiente para convenc¨º no final. Depois de mais alguns segundos, finalmente assentiu e concordou em ir buscar ajuda enquanto corr¨ªamos para a localiza??o de Myra . ¡°Mostre o caminho,¡± Cai me disse assim que a Sra. Newman saiu. E n?o perdi nem um segundo a mais quandoecei a correr em dire??o ¨¤ reira ao norte, rezando para que Myra ficasse bem at¨¦ chegarmos. Cap铆tulo 15 Cap¨ªtulo 15 Cap¨ªtulo Quinze Corremos para o estacionamento, sabendo que t¨ªnhamos muito terreno a percorrer, e fiquei satisfeito ao ver que Cai n?o teve problemas em panhar. Se alguma coisa, era eu que estava nos retardando. Eu me virei para gritar mais algumas dire??es de onde est¨¢vamos indo, mas para minha surpresa, ele estava correndo na dire??o oposta para onde precis¨¢vamos ir. ¡°Onde voc¨º est¨¢ indo?¡± Eu gritei atr¨¢s dele. ¡°¨¦ este caminho!¡± Ele se virou para me encarar enquanto continuava a se mover para tr¨¢s. ¡° Voc¨º estava realmente nejando correr o caminho todo ?¡± ele gritou de volta, divertido. Ele estava certo. Mesmo se eu pudesse correr o caminho todo, eu estaria exausto demais para lutar quando cheg¨¢ssemos l¨¢. ¡°Tudo bem¡±, eu disse, correndo para alcan?¨¢-lo. ¡°D¨º-me as chaves do carro e vamos.¡± ¡°Uau, eu n?o vou te dar as chaves.¡± Ele me olhou incr¨¦dulo. ¡°N?o seja rid¨ªculo, voc¨º nem sabe o caminho!¡± Ele parou de andar para olhar para mim seriamente. ¡°Um,¡± ele disse, levantando um dedo, ¡°voc¨º tem literalmente quatorze anos. N?o vou dar as chaves a uma crian?a.¡± Senti minhas bochechas queimarem, percebendo o qu?o est¨²pida eu devo ter soado. Eu n?o deveria saber dirigir um carro ainda. Levaria mais alguns anos antes que eu conseguisse minha licen?a novamente. ¡° E dois¡­¡±, ele apontou para uma motocicleta estacionada no meio-fio. ¡°N?o ¨¦ um carro.¡± | olhou para a armadilha mortal de duas rodas. ¡°Voc¨º deve estar brincando . ¡± Ele me deu um sorriso divertido. ¡°Voc¨º estava disposto a correr para o perigopletamente despreparado e sozinho h¨¢ apenas cinco minutos, mas agora uma motocicleta est¨¢ longe demais?¡± Eu mordi meu l¨¢bio. Ele tinha um ponto. Suspirei. ¡°Multar. Vamos. Est¨¢ escurecendo e estamos perdendo tempo.¡± Seu sorriso se rgou em um sorriso genu¨ªno e eu desviei o olhar antes de ser pego naqueles sentimentos que ele d¨¢ quando ele faz isso. Lembrei-me da primeira vez que ele sorriu assim, parecia que minhas entranhas estavam derretendo naqueles orbes de ouro derretido. Ele tinha essa energia carism¨¢tica estranha sobre ele. N?o era de admirar que os professores ficassem t?o encantados ele. Ele montou na moto e me entregou o capacete. ¡°V¨¢ em frente, lobisomem,¡± ele disse. ¡°Certifique-se de segurar firme. Voc¨º ¨¦ t?o pequeno que vai voar com o vento.¡± Eu fiz beicinho sua escolha de pvras que, mais uma vez, zombou da minha idade externa. Mas mesmo assim, subi na moto atr¨¢s dele. Eu nunca tinha andado de bicicleta antes e achei o movimento desajeitado, especialmente porque n?o tinha certeza de onde colocar minhas m?os ou pernas. ¡°Voc¨º vai cair assim¡±, disse ele por cima do ombro. Ele ent?o estendeu os bra?os para tr¨¢s para agarrar atr¨¢s dos meus joelhos, e me puxou para ele para que meu corpo ficasse rente ¨¤s suas costas. Eu estava prestes a protestar p proximidade, mas ele agarrou minhas m?os antes! Cap¨ªtulo Quinze poderia, prontamente envolvendo-os firmemente em torno de seu torso. Era uma posi??o extremamente embara?osa para me encontrar; t?o perto desse estranho que agora estava sentado entre minhas pernas. Eu podia sentir o calor emanando de seu corpo e achei dif¨ªcil me distrair do fato de que estavapletamente envolta em volta dele. Naquele momento, eu estava imensamente feliz que Cai n?o podia ver meu rosto atr¨¢s dele porque eu tinha certeza que tinha ficado completamente vermelho brilhante. ¡°Tudo bem, aqui vamos n¨®s¡±, disse ele e rapidamente chutou a moto na igni??o. Instantaneamente, o ronco da moto ronronou embaixo de mim, rosnando enquanto ele testava o acelerador algumas vezes. Quando ele finalmente ficou satisfeito, ele deu o pontap¨¦ inicial e come?amos a voar p estrada em dire??o ¨¤ reira. Foi uma experi¨ºncia estranha tentar orient¨¢-lo, mas descobri que, entre meus gritos no vento e alguns dedos muito tr¨ºmulos apontando, finalmente conseguimos descobrir o caminho at¨¦ l¨¢. Eu tive que admitir, por¨¦m, a sensa??o de voar a c¨¦u aberto sem paredes de carros para me proteger era emocionante. O vento gdo estava mordendo agressivamente meu corpo, mas me lembrou de quando eu costumava correr na florestao meu lobo, sentindo t?o livre nesses momentos. Para meu al¨ªvio, chegamos bem r¨¢pido, parando na beira da estrada. Na verdade, pensando nisso agora, percebi que n?o haviao chegar a tempo correndo sozinho. Se Cai n?o tivesse trazido a bicicleta, era muito prov¨¢vel que eu chegasse tarde demais. N¨®s rapidamente desmontamos e eu vasculhei a linha das ¨¢rvores, procurando por algo suspeito ou fora do lugar. Mas quando n?o consegui ver nada, rxei um pouco. Suspeitei que se aproximassem do Norte, mas sercente era uma morte r¨¢pida que eu queria evitar. Eu bncei a cabe?a para Cai e vi que ele tinha feito a mesma coisa. Ele provavelmente seria capaz de sentir mais do que eu e saberia melhor sobre o que procurar. Fiz um sinal baixinho para ele me seguir e come?amos nossa caminhada p floresta. Subimos o pequeno caminho de terra at¨¦ as ¨¢rvores, certificando-nos de ficar o mais quietos poss¨ªvel para ouvir o perigo. Cai estava muito mais preparado do que eu, pois fez quest?o de cobrir nossos rastros da melhor maneira poss¨ªvel enquanto caminh¨¢vamos. Uma prova definitiva de sua forma??o. Quando finalmente avistei a reira, meu cora??oe?ou a acelerar. Levou todo o meu autocontrole para n?o apenas correr imediatamente para ele, mas eu sabia que seria muito perigoso me expor completamente despreparada. Estar¨ªamos em desvantagem de quatro a dois contra lobos adultos totalmente transformados, ent?o surpreend¨º-los foi definitivamente nossa melhor estrat¨¦gia. Puxei Cai para tr¨¢s de um arbusto dodo de fora da reira e dei uma espiada r¨¢pida pelo mato. Para meu al¨ªvio, n?o vi nenhum sinal de que Myra ou os lobos j¨¢ haviam chegado . N¨®s precis¨¢vamos ficar atentos e ficar de olho n. Com alguma sorte, poder¨ªamos tir¨¢ dos perigos antes que qualquer luta acontecesse. N¨®s apenas tivemos que distra¨ª-los o suficiente para que os guerreiros aparecessem. ¡°Ok, eu tenho isso daqui,¡± Cai disse, ainda discretamente observando a ¨¢rea. ¡°Voc¨º deveria voltar para a seguran?a.¡± Text ? by N0ve/lDrama.Org. Eu me virei para olhar para ele, discordando de cada parte daqu frase. ¡°De jeito nenhum¡±, argumentei. ¡°Eu n?o vou deixar voc¨º aqui para se defender contra um bando de lobos sozinho.¡± Ele encontrou meus olhos quando um ar de aborrecimento acendeu entre n¨®s. ¡°Voc¨º s¨® vai ficar no meu caminho¡±, disse ele, aproximando o rosto para fr em um sussurro raivoso. ¡°Pare de me trataro uma crian?a!¡± eu assobiei. ¡°Eu sei lutar um pouco. Eu posso cobrir suas costas pelo menos.¡± ¡°N?o¡±, disse ele, inflex¨ªvel em sua decis?o. ¡°Eu n?o vou permitir isso. Voc¨º s¨® vai se machucar. H¨¢ muito tempo para crescer e se tornar mais forte, mas voc¨º n?o pode fazer isso se estiver morto.¡± ¡°N?o vai permitir? N?o vai permitir?!¡± Eu repeti em descren?a. ¡°Quem diabos voc¨º pensa que ¨¦?¡± Cap¨ªtulo Quinze ¡°Eu sou filho de um Alfa. Eu entendo que voc¨º ¨¦ de um bando diferente, mas voc¨º precisa respeitar a mim e minhas decis?es aqui. Sair. Agora. Eu n?o vou dizer isso de novo.¡± A raiva tomou conta de mim, fazendo meu pulso acelerar. Ele tinha feito isso. Ele finalmente tinha feito isso. Ele tentou usar um tom Alfa em mim. Eu podia sentir sua tentativa den?ar autoridade sobre mim. Mesmo que eu fosse apenas a filha de um Beta, eu ainda podia sentir o peso que ele pretendia que seu comando tivesse, mas ele obviamente n?o percebeu que sua autoridade estrangeira de herdeiro Alfa n?o seria suficiente para me fazer submeter. Agarrei sua camisa e puxei seu rosto t?o perto que est¨¢vamos a poucos cent¨ªmetros de distancia. ¡°Eu n?o acho que voc¨º percebe que eu sou a futura Luna desse maldito bando. Voc¨º n?o pode me dar ordens.¡± Seus olhos se arregram quando ele se soltou do meu aperto para tr¨¢s. Eu podia ver seu rosto visivelmente ficar mais p¨¢lido quando tudoe?ou a clicar para ele. ¡°Espere o que¡­? N?o me diga que voc¨º ¨¦ Ariadne Chr¡ª ¡± Sua voz foi abruptamente cortada pelo grito estridente de uma jovem, gritando a poucos metros de distancia. Ah, Deusa¡­. Cap铆tulo 16 Cap¨ªtulo 16 Cap¨ªtulo Dezesseis O panico tomou conta de mim. O que eu tinha acabado de fazer? Eu estava t?o envolvida em uma discuss?o est¨²pida que nem notei Myra chegando. Minha rea??o emocional possivelmente causaria a morte de uma garota inocente. Cai e eu imediatamente nos levantamos e examinamos a ¨¢rea. Imediatamente, vimos os quatro lobos ao redor d, assimo eles tinham na minha vis?o. E embora eu estivesse aliviado por v¨º viva, por dentro, eu estava atormentado, revivendo a vis?o horr¨ªvel que eu tinha visto na s de a novamente. Eu sabia que a qualquer minuto o lobo marrom ia pr e mat¨¢ em segundos; seu sangue sendo derramado sem uma boa raz?o. Na verdade, eu queria correr, desmoronar, desistir¡­ qualquer coisa al¨¦m de testemunhar sua morte novamente. Mas eu tinha que continuar. ¡°Derrube o marrom primeiro!¡¯ Eu gritei para Cai, me tirando do medo. Ele nem hesitou enquanto pva dos arbustos rapidamente, indo em dire??o ao maior lobo. Os quatro lobos olharam para cima, surpresos ao ver que algu¨¦m os atacava, mas eram lentos demais para reagir. Cai imediatamente derrubou o lobo marrom no ch?o e elese?aram uma dan?a rnte para ganhar vantagem. Os outros tr¨ºs imediatamentee?aram a circr em torno da luta, esperando uma oportunidade para derrubar Cai. Eles estvam e rosnavam para ele enquanto andavam, mas ele era muito r¨¢pido. Ele os evitou facilmente e n?o estava dando a eles nenhuma abertura. Aproveitei a oportunidade para correr at¨¦ Myra enquanto eles estavam distra¨ªdos. estava no ch?o, ramente traumatizada p situa??o. Seu corpo inteiro estava tremendo, tremendo a ponto de eu me preocupar se conseguiria faz¨º andar. Esta era provavelmente a ¨²ltima coisa que esperava quando entrou na floresta hoje. ¡° M yra,¡± eu sussurrei, bn?ando suavemente seu ombro. olhou para cimao se eu tivesse acabado de choc¨¢ eletricidade e imediatamente recuou do meu toque. ¡°Myra, shhh,¡± eu disse, colocando um dedo em meus l¨¢bios. O reconhecimento finalmente cruzou seu rosto quando percebeu quem eu era. Imediatamente, as l¨¢grimase?aram a escorrer quando agarrou minhas roupas, me puxando para um abra?o. ¡°N?o, n?o aqui¡±, eu sussurrei, gentilmente me afastando . ¡°Precisamos chegar ¨¤ seguran?a primeiro.¡± Myra assentiu a cabe?a tr¨ºm eecei a suportar seu peso enquanto se levantava. Eu podia sentir seu corpo tremendo contra o meu enquanto um suor frio se formava em sua pele. estava entrando em choque, suas pernas lutando para andar a cada passo, mas eu precisava coloc¨¢ em seguran?a o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Eu precisava voltar para ajudar Cai. Ele estava ganhando tempo, mas eu sabia que n?o haviao ele conseguir lidar os quatro sozinho por muito tempo. N¨®s quase t¨ªnhamos sa¨ªdo da reira quando de repente seu p¨¦ ficou preso em uma pedra embaixo d. Foi um momento t?o surreal, algoo sa¨ªdo de um filme. Uma daqus cenas em que algo terr¨ªvel est¨¢ acontecendo e voc¨º v¨º tudo se desenrndo bem na sua frente em camera lenta. Eu assisti quando Myra caiu no ch?o, desmoronando na minha frente¡­ e meu corpo congelou no lugar com a antecipa??o do que eu sabia que aconteceria a seguir . Porque atr¨¢s de mim, os lobos ficaram em sil¨ºncio. Legnili JIRILEN Eu rapidamente agarrei o bra?o de Myra e a puxei de volta para seus p¨¦s, segurando seu rosto em minhas m?os para que se concentrasse apenas em mim. ¨C Myra ¨C sussurrei, tentando parecer calma. ¡°¡­Corre.¡± Fosse uma inje??o de adrenalina ou que finalmente tivesse voltado a si, Myrae?ou a correr p floresta. Fiquei aliviado ao v¨º partir, sabendo que suas chances de sobreviv¨ºncia tinham acabado de aumentar. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Mas atr¨¢s de mim, eu podia ouvir as patas de pelo menos um dos lobos vindo em minha dire??o. Eles estavam perto. Muito perto. Eu sabia que era tarde demais para lutar na situa??o atual, ent?o fiz a ¨²nica coisa que pude. Eu me joguei no ch?o rapidamente, caindo de repente contra a terra. Apenas um segundo depois que meu peito atingiu o ch?o, a sombra de um lobo cor de areia subiu acima da minha cabe?a, falhando em atingir meu corpo por cent¨ªmetros. Eles se viraram para me encarar, seus focinhos enrdos em um rosnado. Vendo-os de perto agora, percebi o qu?o despreparado eu estava para a situa??o, mas parecia um pouco tarde demais para admitir que talvez Cai estivesse certo. No entanto, n?o havia muito tempo para avaliar melhor a situa??o, pois eles sen?aram para mim novamente. Rapidamente, eu rolei para longe e consegui trazer minha perna para cima, varrendo o rosto deles um estalo doentio no impacto. Um gemido alto e satisfat¨®rio escapou deles e eles mancaram para odo para se recuperar. Aproveitei a oportunidade para ficar de p¨¦ e corri para dentro da reira para criar alguma distancia. ¨¤ minha direita, Cai ainda lutava contra o maior lobo. Nenhum parecia ter ganho alguma vantagem sobre o outro ainda, mas os movimentos de Cai pareciam um pouco mais lentos. Ele estava lutando contra o lobo marrom, o tempo todo fugindo dos outros dois. Eu n?o tinha certeza de quanto tempo mais ele seria capaz de aguentar. O lobo arenoso ent?o rosnou, trazendo minha aten??o de volta para ele. Ele estava raiva e eu poderia dizer que ele queria vingan?a pelo chute barato que eu dei nele. Rapidamente, eu preparei minhas pernas e me preparei para me mover¡­ apenas para ele fazer exatamente o que eu pensei que ele faria. Ele tentou me atacar mais uma vez. Eu estava pronto desta vez e consegui desviar suavemente do caminho. Mas, infelizmente para mim, ele n?o deu nenhuma abertura para atacar, instantaneamente se virando para ficar na defensiva. Ele agora estava pronto para qualquer movimento que eu pudesse tentar contra ele. Isso continuou por um tempo, logo se tornando uma batalha repetitiva do lobo de areia sen?ando, e eu me esquivando. Quanto mais eu evitava cada movimento uma agilidade surpreendente, mais ele se tornava cada vez mais agressivo. A quest?o era que nenhum de n¨®s estava fazendo qualquer base em termos de ataques ofensivos contra o outro. Em pouco tempo, era apenas uma dan?a de pr e girar dentro da reira, semelhante ¨¤ situa??o em que o pr¨®prio Cai estava. ¡°Voc¨º precisa correr!¡± Ouvi Cai gritar depois de alguns minutos. ¡ª E deixar voc¨º aqui para morrer? liguei de volta. ¡°Sim, ro, por que n?o?¡± A mand¨ªb do Lobo Sandy chegou terrivelmente perto, aproveitando o fato de que eu estava distra¨ªdo. Eu podia sentir seus dentes cortando minhas roupas, quase ro?ando minha pele. Por sorte, pulei v¨¢rios metros para tr¨¢s bem a tempo e criei uma distancia segura entre n¨®s novamente. ¡°Voc¨º sequer percebe o que vai acontecer se voc¨º for morto aqui?!¡± ele gritou novamente. ¡°E n?o apenas o que vai acontecerigo por deixar a filha do Beta ser morta, mas voc¨º poderia literalmente come?ar uma guerra por causa de Aleric. Eu queria gritar que Aleric n?o daria a m¨ªnima se eu fosse morto, mas realmente n?o era o momento. unpie Dezesseis ¡°Pare de se preocuparigo e apenas se concentre em si mesmo!¡± Eu gritei de volta irritada, o ataque do lobo de areia chegando perigosamente perto mais uma vez. Eu podia sentir que estava ficando sem energia rapidamente, mas continuei mesmo assim. Neste ponto, eu basicamente desisti de qualquer esperan?a de atacar e estava apenas tentando o meu melhor para n?o ser morto. Parecia que meus pulm?es estavam queimando por dentro enquanto todos os m¨²sculos do meu corpo do¨ªam. E embora eu pudesse dizer que os movimentos do meu oponente estavam ficando mais lentos tamb¨¦m, eu sabia que ele poderia me superar duas vezes facilmente suas habilidades de lobopletas. ¡°N?o seja est¨²pida, Aria! Voc¨º n?o quer ser tratadoo uma crian?a e ainda assim est¨¢ agindo de forma incrivelmente ego¨ªsta! ¡°Ego¨ªsta?! Estou tentando ajudar a salvar sua vida, seu idiota! Voc¨º quer fazer todos os quatro lobos em voc¨º?! Porque voc¨º n?o est¨¢ parecendo muito bem, amigo¡ª¡± Mas eu n?o consegui terminar minha frase quandoecei a gritar de uma dor repentina no meu ombro. Presas estavam cravadas profundamente em minha carne, me puxando para o ch?o. Minha rea??o natural foi virar a cabe?a para ver o novo lobo que havia me agarrado, mas n?o tive tempo. Lobo Sandye?ou a pr em minha dire??o novamente e eu instintivamente fiz o meu melhor para avaliar calmamente a situa??o. Observeio ele se movia,o seus membros trabalhavam para se dirigir mais r¨¢pido¡­ e observeio ele deixava a cabe?a aberta sem nenhuma defesa. Ele deve ter ficado muito excitado para me ver derrubado por seu camarada e pensou que nenhuma defesa era necess¨¢ria. Ele pulou e foi atacar meu pesco?o, mas eu o interceptei, levantando a parte inferior do meu corpo para pegar sua cabe?a entre minhas coxas. Seu pesco?o agora estava preso, incapaz de se mover enquanto ele se debatia contra o meu corpo. Mas eu ainda tinha a vantagem sobre ele. Sem hesitar, aproveitei sua posi??o e enrolei minhas pernas ao redor dele o m¨¢ximo poss¨ªvel para prend¨º-lo no ch?o. Foi ent?o que o lobo arenoso olhou para mim os olhos arregdos, percebendo a situa??o em que estava. Elee?ou a usar todas as suas for?as para se soltar, mas eu segurei firme, me recusando a soltar. Atr¨¢s de mim, eu podia sentir quando o segundo lobo percebeu o que estava acontecendo ee?ou a morder mais for?a, at¨¦ mesmoe?ando a me sacudir enquanto tentava me fazer soltar. Eu gritei de dor, l¨¢grimas escorrendo pelo meu rosto, mas eu ainda segurei. Embora apenas apenas. Eu sabia que precisava acabar isso. Agora. Antes que fosse tarde demais. Com um movimento r¨¢pido, reuni toda a for?a restante que me restava e agarrei o rosto do lobo arenoso com for?a. Agarrei seu rosto, olhando-o nos olhos uma ¨²ltima vez¡­ e ent?o quebrei seu pesco?o, matando-o instantaneamente. The wolf behind me let my shoulder go immediately, howling out a piercing wail as he saw his pack memb | quickly rolled out of the wolf¡®s attack radius and tried to get up, but my legs weren¡®t responding. Every time I tried to get up, they would just shake before making me fall back I cursed internally. It seemed I really had used all my remaining strength to take out the sandy wolf, my body now feeling useless. Embora os membros exaustos fossem ruins o suficiente, a parte mais preocupante era o sangue. A mordida no meu ombro foi profunda e estava sangrando lentamente. Eu sabia que precisaria de aten??o m¨¦dica s¨¦ria, mas agora, eu tinha que desacelerar o m¨¢ximo poss¨ªvel. Com uma d¨¦bil tentativa de tentar det¨º-lo, cobri meu pesco?o as m?os e apliquei o m¨¢ximo de press?o poss¨ªvel no ferimento. Mas isso acabou sendo a menor das minhas preocupa??es, pois algo muito mais preocupante foi trazido ¨¤ minha aten??o. Algo que me encheu de pavor. Cap¨ªtulo Dezesseis Porque eu podia ouvir passos se aproximando. Os degraus se aproximavam cada vez mais at¨¦ que eu estava olhando nos olhos de um lobo cinza escuro, seus olhos azuis assassinos perfurando os meus. N?o havia miseric¨®rdia neles, nenhuma chance depaix?o. Era isso. N?o haviao escapar desta vez. 2 Fechei os olhos e esperei seu golpe fatal. Cap铆tulo 17 Cap¨ªtulo 17 Cap¨ªtulo Dezessete O som de carne sendo dcerada encheu meus ouvidos e instintivamente tentei me afastar da dor. ¡­ Exceto que n?o foi o contato a minha pele que fez o barulho. | rapidamente abri meus olhos e vi um Cai exausto de p¨¦ sobre mim, o corpo fl¨¢cido do lobo cinza escuro caindo no ch?o aodo dele. Eu podia ver que a garganta do lobo havia sido rasgada, o que era ainda mais apoiado p nova luva vermelha que Cai estava usando. Ele parecia um deus da guerra de p¨¦ no c¨¦u escuro, coberto de poeira e sangue por todo o corpo. E, no entanto, seus olhos dourados brilhavam em contraste o vermelho que manchava seu rosto. Percebi ent?o que ele devia ter matado os dois lobos que estavam sobre ele para me salvar a tempo do terceiro. Ele realmente era uma for?a n?o natural a ser considerada. Eu s¨® rezei para que todo o sangue que estava nele n?o fosse dele. Ele caiu de joelhos ao meudo, arfando por ar, e tentou inspecionar meu ferimento. Eu poderia dizer que ele estava no seu limite assimo eu, e ainda assim ele ainda estava dedicado a tentar garantir que eu estivesse bem. ¡°¡­ me desculpe,¡± eu sussurrei, minha voz fraca e rouca. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Ele n?o respondeu, mas eu podia ver que ele estava mais focado na minha les?o do que em qualquer outra coisa. Ele rasgou a camisa ee?ou a transform¨¢ em tiras de curativo. ¡­ Foi quando notei as grandes marcas de garras que mutvam seu abd?men inferior. Eles estavam feios e sangrando. ¡°N?o¡­ fa?a um curativo primeiro,¡± eu resmunguei. Mas ele apenas bn?ou a cabe?a e empurrou minhas m?os para fora do caminho; os que estavam pressionando minha ferida. As bandagens eram desiguais e de tamanhos desajeitados em algumas ¨¢reas, mas, considerando todas as coisas, ele conseguiu envolv¨ºs o suficiente para aguentar at¨¦ que cheg¨¢ssemos ao hospital. Inicialmente, pensei que o no era esperarmos at¨¦ que os guerreiros chegassem. Eles n?o apareceram durante a batalha, mas isso certamente significava que eles chegariam em breve, certo? A Sra. Newman conseguiu convenc¨º-los de que eu estava dizendo a verdade? Uma sensa??o horr¨ªvel de naufr¨¢gio atingiu meu est?mago quando percebi que, se eles n?o acreditassem n, ent?o provavelmente estar¨ªamos presos aqui at¨¦ que Myra conseguisse alertar os outros por ajuda. N¨®s dois viver¨ªamos tanto tempo sem assist¨ºncia m¨¦dica? Eu j¨¢ estava me sentindo enfraquecendo, lutando para ficar acordado, mas lutei contra isso. Ent?o, para meu horror absoluto, Cai me pegou em seus bra?os e se levantou sobre suas pernas tr¨ºms. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?!¡± | perguntou rmado, o mais alto que pude. ¡°Eu n?o estou¡­ Jogando voc¨º¡­ morrer aqui¡­¡±, ele engasgou quandoe?ou a andar. Isso foi por causa do que ele disse durante a batalha? Por causa de Aleric? Se assim fosse, ele estava arriscando sua vida por nada. Aleric n?oe?aria uma guerra por algu¨¦m que ele odiava. No entanto, levantou quest?es sobre as pvras da Deusa. disse que eu precisava parar minha morte. Eu tinha imaginado que estava se referindo a quando eu me tornei Luna, depois de ir a julgamento por falsas acusa??es. Se eu morresse de novo t?o cedo, seria o mesmo resultado? Estaria eu colocando a vida de todos os lobisomens em riscoo havia dito? Cai estava andando pelo caminho de terra o melhor que podia, mas, a cada poucos passos, eu podia senti-lo quase cair. Ele estava se esfor?ando mais do que eu pensava ser poss¨ªvel para qualquer pessoa. Eu queria me levantar, libert¨¢-lo do meu fardo, mas eu estava t?o mole quanto o lobo cinza morto agora. Eu estavapletamente ¨¤ sua merc¨º e sabia que n?o havia nada que eu pudesse fazer. ¡°Bem ali!¡± de repente, uma voz gritou ¨¤ nossa frente. Virei a cabe?a e, atrav¨¦s dos olhos emba?ados , pude distinguir algumas figuras correndo em nossa dire??o . . . . Guerreiros ,¡± Cai afirmou, e o al¨ªvio veio sobre mim. Est¨¢vamos seguros . _ _ N¨®s ¨ªamos ficar bem. Quandoecei a rxar, minha vis?o estava ficando mais enevoada . Eu s¨® precisava dormir um pouco e ent?o eu ficaria bem. ¡° Aria¡­ fique acordada,¡± Cai conseguiu bufar. Suas pernas ent?o cederam e n¨®s dois ca¨ªmos no ch?o . De alguma forma , ele conseguiu me manter segura em seus bra?os durante a queda para que eu n?o ca¨ªsse no ch?o . Estava tudo bem, por¨¦m, ele n?o precisava se preocupar . Eu s¨® ia tirar uma soneca r¨¢pida. ¡­Apenas alguns minutos no m¨¢ximo. ¡° ¨¢ria¡­¡± E ent?o o mundo ficou preto Tudo estava frio e escuro ao meu redor¡­ e estranhamente familiar, Eu j¨¢ estive aqui antes ? And with a startling realisation, I realised I was in the Abyss. I was¡­ dead? Four days was all it had taken to get myself killed again. Would I be made to go back again likest time ? I had so many questions going through my mind. I knew from previous experience that there was no esc aping the Abyss, not until it was ready to release me. I would need to wait in the empty, the darkness, the nothing¡­ alone. Suddenly, a light suddenly then me, and I somehow found myself at the trial grounds, staring up at the co uncil who would decide my fate. It was just like before but there were small changes. Aleric was facing the elders, his back to me as he a ddressed them, and Thea had wrapped herself around him like the snake she was, smiling at me with her true face. The face of a derno n. The sky was dark and contained two full moons; one red, one bright silver. It offset the scene before me a Sthe light had ca st itself down, creating a double shadow to everyone present. I stared down at my own shadows before me and found they were irregr and oddly different. The smaller one was lighter in silver tones and rou nder, hmas , o r on e maior era ruivo e muito mais alto, De repente, Aleric falou , trazendo minha aten??o de volta para ele. ¡° Voc¨º foi considerado culpado das acusa??es contra voc¨º . O assassinato do herdeiro Alfa, al¨¦m do dano causado a outro membro do bando, carrega a senten?a mais dura,¡± Alerice?ou. Ele se virou e Thea finalmente deu um passo para tr¨¢s, seu sorriso nunca vdo enquanto se alimentava da expectativa de esperar para me ver morrer. Sua fome era insaci¨¢vel , parecendo que estava se segurando para n?o me matar. ¡°Portanto , o poder mantido dentro de mim, eu, Aleric Dumont , Alfa do W in t e r Mist Pack , sentencio voc¨º , Ari adne Chrysalis , para mer Luna do W in t e r Mist Pack , morrer.¡± Cap¨ªtulo Dezessete Eu olhei para cima para encontrar seus olhos e, para minha surpresa, n?o era Aleric que eu estava olhando. Era Cai. Ele carregava a espada na m?oo se fosse inteiramente natural para ele,o se a tivesse segurado muitas vezes antes. Olhei em seus olhos dourados e vi o mesmo olhar frio o qual estava t?o familiar de Aleric. Um olhar de ¨C ¨®dio. ¡°Cai¡­ o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Eu consegui dizer, finalmente encontrando minha voz. Ele me ignoroupletamente enquanto a cena continuavao um roteiro da mem¨®ria original. Era como se eu fosse incapaz de fazer a diferen?a, tudo estava pr¨¦-determinado. ¡°Sua senten?a deve ser executada imediatamente.¡± ¡°Cai¡­ por favor, pare. Este n?o ¨¦ voc¨º. Voc¨º n?o ¨¦ Aleric. Ele continuou a caminhar em minha dire??o a espada na m?o, sem parar e sem se importar qualquer coisa que eu tivesse a dizer. Eu queria dizer a ele que isso estava errado, que n?o era assim que deveria dar certo, mas de repente minha voz sumiu de novo. Toda vez que eu tentava fr era como se estivesse sendo sufocado, e toda vez que eu tentava me levantar para correr meu corpo se recusava a ouvir. N?o haviao esperar que eu colocasse minha cabe?a no bloco. N?o, ele imediatamente deu um passo ¨¤ frente e jogou o bra?o para tr¨¢s. Olhei para tr¨¢s por um momento final e vi Thea ¨¤ sua esquerda olhando para mim tanta ganancia, quase salivando o golpe final prestes a ser desferido. Mas n?o era a ¨²nica ali. Para meu total choque e horror, ¨¤ sua direita, tamb¨¦m vi a pr¨®pria Deusa assistindo. era uma espectadora silenciosa, im¨®vel e inexpressiva enquanto se levantava e testemunhava o que estava prestes a ocorrer sem um ¨²nico pingo de remorso. me disse que eu n?o estaria sozinho desta vez, e ainda assim n?o mostrou arrependimento por me ver morto. Encontrei os olhos de Cai enquanto ele baixava a espada. Eu queria assistir desta vez, n?o morrer na escurid?oo eu tinha feito da ¨²ltima vez. O impacto foi r¨¢pido, terminando o trabalho rapidamente em um movimento. E finalmente, me senti em paz. Cap铆tulo 18 Cap¨ªtulo 18 Cap¨ªtulo Dezoito Acordei a sensa??o de algu¨¦m sacudindo levemente meu ombro. Eu queria protestar contra o toque, me recusar a abrir os olhos, mas o tremor era insistente. ¡°¨¢ria?¡± uma voz me chamou. Era familiar e caloroso. Parecia casa. Consegui abrir um pouco os olhos, lutando contra a luz artificial brilhante que me assaltava enquanto o fazia . Mas depois de v¨¢rios segundos de ajuste, consegui distinguir o rosto de minha m?e. ¡°¨¢ria?¡± ligou novamente. ¡°Eu estou vivo¡­?¡± Eu disse, minha garganta seca e dolorida. rapidamente trouxe um pouco de ¨¢gua aos meus l¨¢bios e euecei a beber, apreciando a sensa??o refrescante que veio . ¡°Como voc¨º est¨¢ se sentindo?¡± perguntou quandoe?ou a olhar meu corpo, fazendo v¨¢rias anota??es em um gr¨¢fico aodo da cama. Como eu estava me sentindo? Eu tinha certeza de que tinha morrido de novo. Eu estava no Abismo, eu vi a mem¨®ria. Era exatamenteo me senti da ¨²ltima vez. ¡­ Ent?o,o eu estava me sentindo? Eu me senti confuso toda a situa??o agora. ¡°Eu deveria estar morto,¡± eu respondi. instantaneamente se virou para olhar para mim, um pouco chocada a minha resposta contundente. ¡°N?o diga uma coisa t?o horr¨ªvel,¡± minha m?e disse, seus olhos cheios de preocupa??o. ¡°Voc¨º se recuperou totalmente, n?o h¨¢ necessidade de dizer algo assim.¡± Isso significava que eu nunca estive no Abismo? Tinha sido apenas um pesadelo o tempo todo? Minha m?e parecia querer dizer outra coisa, mas estava debatendo internamente. ¡°Sabe¡­o m¨¦dica, fico feliz em ver que voc¨º se curou t?o bem, mas¡­o m?e, quero repreend¨º- la por correr estupidamente em perigoo voc¨º fez. O que voc¨º estava pensando, Aria? | j¨¢ percebi que era burrice no segundo em que fiquei cara a cara o lobo de areia. realmente n?o precisava me repreender mais. Por outrodo, por¨¦m, se eu n?o estivesse l¨¢, havia uma boa chance de Cai ter morrido lutando contra todos os quatro lobos, ou Myra teria sido morta. Reboquei minha vida para ele por me salvar. Eu tinha certeza de que ainda estava vivo por causa do esfor?o que ele havia feito parando o sangramento, sem mencionaro ele me carregou p floresta. E uma percep??o horr¨ªvel, lembrei-me ent?o que Cai tinha sido gravemente ferido tamb¨¦m. ¡°Cai est¨¢ bem?¡± Eu perguntei. Seu rosto mudou para um de preocupa??o e meu cora??o afundou. ¡°Ele estava muito mal¡­ mas depois de um dia ele conseguiu andar novamente. Eu instru¨ª para ele ir com calma durante a pr¨®xima semana ou assim.¡± Fiquei feliz em saber que ele ia ficar bem, mas fiquei confuso as pvras d. Cap¨ªtulo Dezoito ¡°¡­Voc¨º disse ¡®dia ¡® ? H¨¢ quanto tempo estou fora?¡± ¡°Voc¨º est¨¢ inconsciente h¨¢ tr¨ºs dias . ¡± Tr¨ºs dias?! Eu n?o podia acreditar que j¨¢ fazia tanto tempo. O tempo realmente era incerto quando dentro do Abismo. Mesmo que fosse apenas uma vers?o sonhada e febril. ¡° Aria¡­ h¨¢ outra coisa que precisamos discutir¡±, disse . ¡°Eu tenho tentado arduamente encontrar outras explica??es para isso, mas estou perdido. Todo o conselho de alto escal?o tamb¨¦m est¨¢ exigindo respostas.¡± Eu fiz uma careta. O que poderia ser t?o grave que faria o conselho ficar t?o agitado? ¡° ¡­ O que ¨¦ isso?¡± ¡± Encontramos algo em seu corpo¡­ Parece que voc¨º foi marcado. ¡° Se meu queixo pudesse bater no ch?o , tenho certeza que teria . O que estava dizendo era imposs¨ªvel ¡°O que?! Como isso ¨¦ poss¨ªvel? Eu nem estive perto de nenhum homem.¡± ¡°N?o, n?o, n?o esse tipo de marca??o,¡± explicou. Eu estava definitivamente aliviado ao ouvi dizer isso. Eu era muito jovem para sair por a¨ª com a marca??o de umpanheiro para mim. N?o s¨® isso, mas certeza Aleric teria um dia de campo usando isso contra mim para seu futuro tormento. This is the property of N?-velDrama.Org. ¡°Voc¨º parece ter sido marcado nas costas¡­ uma lua crescente du.¡± E, internamente, eu me encolhi. Eu queria amaldi?oar a Deusa. Tanto para me deixar escolher meu pr¨®prio destino. parecia ter nos de me for?ar a ficar por aqui independentemente Se o que minha m?e estava me dizendo fosse verdade, ent?o pareceria que a Deusa havia me marcado como sua. Quaisquer nos de fugir no futuro eram agora quase imposs¨ªveis. ¡ª Voc¨º sabe o que isso significa, Aria? Eu sabia o que significava, ¨¦ ro. estava me perguntando porque era praticamente in¨¦dito e n?o esperaria que um garoto de quatorze anos soubesse. Ningu¨¦m tinha visto a marca da Deusa em mais de um mil¨ºnio e mesmo assim, as contas eram duvidosas na melhor das hip¨®teses. Eu aprendi sobre isso muito vagamente durante meus estudos em Luna e sabia as ramifica??es que isso tinha. No entanto, foi basicamente considerado um mito nos dias de hoje. Eu bncei a cabe?a para . Minha vida estava prestes a se tornar infinitamente mais dif¨ªcil agora. ¡°Voc¨º sabe por que voc¨º foi marcado ?¡± Eu podia ouvir a preocupa??o em sua voz e n?o podia imaginar o que deve ter passado ao descobrir isso. Todos os membros ssificados e anci?es estariam pressionando meus pais por informa??es enquanto tentavam descobrir o que isso significava para o bando. Eu n?o queria mentir para , mas tamb¨¦m n?o queria partir seu cora??o contando minha hist¨®ria. Eu queria que as coisas fossem normais entre n¨®s. Eu queria que cuidasse de mim da mesma forma que fez no passado. Se soubesse que eu tinha na verdade vinte e quatro anos, ficaria assustadaigo? Mordi o interior da minha bochecha e dei de ombros, sem saber o que dizer. hesitou a rea??o, mas, felizmente, n?o insistiu no assunto. ¡°Ok¡­ Bem, o Alfa solicitou sua presen?a o mais r¨¢pido poss¨ªvel para discutir o ataque urg¨ºncia,¡± disse. ¡°Voc¨º se curou fisicamente bem, mas eu estava preocupado o seu estado mental, devido aoa em que voc¨º estava. Voc¨º se sente bem para se encontrar ele?¡± Eu pensei sobre isso por alguns momentos. Eu queria me encontrar ele? N?o particrmente. Mas eu sabia que era Cap¨ªtulo Dezoito algo inevit¨¢vel que eu precisaria fazer eventualmente. Eu me sentipletamente bem, exceto pelo choque e estresse que vieram da recente rev??o da marca. ¡°Eu posso me encontrar ele,¡± eu confirmei. ¡°Ok, vou pedir para algu¨¦m vir te ajudar a se preparar. Eles provavelmente v?o querer se encontrar com voc¨º na pr¨®xima hora.¡± T?o cedo. Mas eu sabia por que eles precisavam de mim em t?o pouco tempo. Eles gostariam de saber como eu sabia que o ataque estava prestes a acontecer e qualquer informa??o sobre quem estava por tr¨¢s disso. O tempo era essencial quando se tratava de uma poss¨ªvel guerra. Eu consegui me preparar muito rapidamente, mas levei alguns momentos para olhar para a marca por mim mesmo. Era prateado e tinha a forma de duas luas crescentes voltadas para fora, o s¨ªmbolo de Selene, a Deusa. A enfermeira que estava me ajudando a me trocar at¨¦ engasgou um pouco quando viu, mas eu tentei ignor¨¢. N?o demorou muito para que eu me vi entrando na s de reuni?es. Era um lugar familiar, j¨¢ que eu estivera aqui quase todas as semanas na minha vida anterior. Eu conhecia cada rachadura nas paredes, cada linha na madeira da mesa. Era t?o estranho entrar agora e n?o tomar meu lugar ¨¤ direita de onde o Alfa estava sentado. No entanto, eu sabia que o assento reservado para o Luna estaria vazio desta vez; opanheiro do Alfa morreu h¨¢ muitos anos. Quando entrei, imediatamente avistei Cai de p¨¦ no centro diante do conselho. Fiquei muito grata por v¨º- lo e caminhei para me juntar a ele. O Alfa ainda n?o havia chegado e tantos membros conversavam baixinho entre si. ¡°Cai! Estou t?o feliz em ver que voc¨º est¨¢ seguro!¡± | cumprimentou-o em voz baixa. | sorriu para ele, mas ele n?o estava encontrando meus olhos . Ele estava ¡­ me ignorando? ¡°Cai?¡± apertei novamente. Meu pai ent?o chamou minha aten??o quando ele me deu um aceno de cabe?a preocupado. Sorri de volta educadamente e levantei minha m?o em um pequeno aceno para tranquiliz¨¢-lo de que estava bem. ¡°Voc¨º deveria ter me contado,¡± Cai finalmente disse, seu tom ¨¢spero e sem emo??o. Oh¡­ ele ainda estava bravoigo por brigar quando eu era possivelmente a futurapanheira de Aleric. ¡°Eu n?o acho que voc¨º entende o qu?o pouco Aleric se importaigo. Voc¨º realmente n?o tinha nada com que se preocupar.¡± ¡°Voc¨º n?o pode decidir o que pode ou n?o impactar minha matilha,¡± ele retrucou, finalmente se virando para olhar para mim. Seus olhos estavam zangados e me lembraram da vis?o no Abismo. Um pensamento ruim o suficiente para enviar um arrepio na espinha. Mas tinha sido apenas um pesadelo febril, n?o havia nada para se preocupar. N?o era nem mesmo uma mem¨®ria verdadeira. ¡°Mesmo que Aleric n?o se importasse,¡± ele disse continuando, ¡°voc¨º est¨¢ me dizendo que seu pai, o Beta, n?o se importaria? Voc¨º est¨¢ me dizendo que seu bando n?o se importaria que a ¡°Santa¡± da N¨¦voa Invernal foi morta porque eu estupidamente deixei uma crian?a ir para a batalha?¡± santa¡¯. Eu recuei a pvra. Apenas uma hora depois de descobrir eu mesmo sobre a marca, a pvra j¨¢ estava sendon?ada ao p¨²blico. Al¨¦m disso, ainda n?o havia sido confirmado, ent?o foi um golpe baixo por ele. Ele estava certo sobre meu pai, no entanto. Eu n?o tinha considerado isso na ¨¦poca porque meu ¨²nico pensamento era salvar Myra, mas meu pai definitivamente ficaria furioso Cai e exigiria retribui??o. Precisava aceitar que era fraco, que n?o era um lutador t?o bom quanto pensava. Do ponto de vista de Cai, eu podia entenderpletamente agora por que ele estava furioso. ¡°Cai¡­ me desculpe¡­¡±, eu disse sinceramente. ¡°Eu quero que voc¨º saiba que eu realmente e-.¡± Cap¨ªtulo Dezoito No entanto, n?o consegui terminar minha frase quando, de repente, a porta atr¨¢s de n¨®s se abriu e o Alfa entrou. Alpha Tytus, pai de Aleric. Cap铆tulo 19 Cap¨ªtulo 19 Cap¨ªtulo Dezenove Todos na s baixaram a cabe?a em respeito, exce??o de Cai, que n?o era do bando e, portanto, n?o era obrigado a mostrar submiss?o. Todos n¨®s esperamos enquanto Alpha Tytus se sentava no meio da cadeira maior. ¡°Voc¨ºs podem levantar a cabe?a¡±, disse Tytus. Todos na s levantaram o olhar. Alpha Tytus era um homem gentil quandoparado a seu filho. Ele era severo e inteligente, mas podia ser muito bem- apessoado , apesar de seuportamento ¨¤s vezes duro. Ele tinha o mesmo cabelo preto que Aleric, embora grisalho agora em sua velhice, no entanto, seus olhos eram castanhos escuros, n?o verdes. Tytus tinha uma reputa??o assustadora em todo o pa¨ªs e estava invicto em todas as batalhas em que participou. Por causa disso, muitos se recusaram a contrari¨¢-lo. Isso permitiu que a N¨¦voa de Inverno permanecesse quase intocada ao longo dos anos, pois ele rpensaria e respeitaria imensamente as pessoas se s permanecessem do seudo bom. Eu sempre tinha andado cuidado para ficar dessedo dele, todo o caminho at¨¦ o acidente que tirou sua vida daqui a v¨¢rios anos. ¡°Aria, ¨¦ muito bom ver voc¨º de novo. Eu s¨® queria que isso fosse em melhores circunstancias,¡± ele come?ou, seu tom amig¨¢vel ¡°Alpha, estou honrado por estar em sua presen?a,¡± eu disse e rapidamente me curvei respeitosamente novamente. ¡°Eu sabia que nossa Aria era incrivelmente brilhante para sua idade, mas estou feliz em ver que se tornou uma lutadora corajosa tamb¨¦m. E voc¨º tamb¨¦m, Cai. Sinto que nosso bando agora est¨¢ em d¨ªvida voc¨º e Aria por seus atos corajosos em salvar Myra. ¡°Nossa matilha ¨¦ sua matilha¡±, Cai respondeu usando o ditado tradicional entre os territ¨®rios aliados. ¡°Agora¡±, disse Tytus, ¡°preciso ouvir os detalhes deo tudo isso aconteceu, j¨¢ que estamos pouco tempo. Temos um dos quatro que o atacaram sob cust¨®dia, mas ele ainda se recusa a fr. Fiquei surpreso ao saber que alguns ainda estavam vivos, dada a quantidade de sangue que havia sido Cai. No entanto, se eu fosse adivinhar qual deles estava sob cust¨®dia, eu pensaria que seria o grande lobo marrom quem Cai mais lutou. Ele parecia ser do tipo que n?o seria derrubado facilmente e possivelmente pode at¨¦ ser um . membro ssificado. ¡°Eu entendo que Myra foi emboscada na floresta. Aria, voc¨º sabia que essa emboscada iria acontecer e pediu a ajuda de Cai para salv¨¢ em pouco tempo. Pelo que me disseram, voc¨ºs dois lutaram bravamente.¡± ¡°Alpha, foi por causa de Cai que n¨®s dois ainda estamos vivos agora. Por favor, d¨º-lhe o cr¨¦dito.¡± ¡°Humilde, somos n¨®s ? Ouvi dizer que voc¨º ainda conseguiu quebrar o pesco?o de um lobo enquanto era selvagemente preso de uma mordida no ombro. Isso ainda ¨¦ digno de elogios.¡± Foi pura sorte que eu consegui realizar esse feito, mas n?o o corrigi. ¡°Agora, por favor, conte-me os detalhes¡±, disse Tytus, tentando trazer a conversa de volta ¨¤s partes importantes. Aria,o voc¨º soube da emboscada? Eu sabia que essa pergunta surgiria e ainda n?o tinha uma resposta ra para responder. Eu precisava dizer algo cr¨ªvel que esperan?osamente n?o levaria a mais perguntas. ¡°Eu estava na floresta no dia anterior ¨¤ emboscada e senti a presen?a de outras pessoas assistindo. Isso me iodou o suficiente para que eu continuasse a pensar sobre isso no dia seguinte. N?o foi at¨¦ a tarde que eu percebi que, se eles fossem guerreiros do nosso bando, eles teriam se dado a conhecer. O ¨²nico outro Cap¨ªtulo Dezenove solu??o que eu poderia pensar foi uma poss¨ªvel amea?a de entrada. Cai se ofereceu para ajudar sabendo que eu n?o seria forte o suficiente para lutar contra o perigo sozinha. Foi uma sorte termos investigado a ¨¢rea quando o fizemos, j¨¢ que Myra apareceu pouco depois de chegarmos e foi atacada.¡± Eu podia ver que meu pai estava confuso o que eu estava dizendo. Ele provavelmente percebeu que eu estava em casa a fam¨ªlia na noite em que afirmei ter estado na floresta, portanto, fazendo minha hist¨®ria parecer estranha. Mas eu estava silenciosamente grata por ele n?o ter mencionado nenhuma de suas suspeitas em voz alta. Com a not¨ªcia da marca, ele provavelmente sabia que n?o era hora de chamar mais aten??o para mim. ¡°Muita sorte mesmo! Vejo que tivemos muita sorte por voc¨º ter percebido a tempo ¡ª disse Tytus. Ele ent?o se virou para os membros ssificados aodo dele. ¡°Tivemos algum progresso em descobrir quem estava por tr¨¢s do ataque?¡± ¡°Nenhuma at¨¦ agora, Alfa,¡± disse Gamma Oliver, pai de Brayden. ¡°Mas estamos continuando o interrogat¨®rio sobre o lobo sobrevivente.¡± Tytus fez um som de pensamento pensativo. A verdade ¨¦ que eu sabia exatamente a quem os lobos pertenciam, e at¨¦ sabiao eles foram tratados. Anos mais tarde, depois de ficar curioso sobre a morte de uma menina no meu primeiro ano, decidi ler brevemente os detalhes em um livro de guerra. Isso foi quando eu estava estudando estrat¨¦gia de batalha moderna. ¡°Cai e Aria, voc¨ºs viram alguma coisa durante a luta que pudesse esrecer quem foi o respons¨¢vel?¡± ¡°N?o, Alpha Tytus,¡± Cai respondeu imediatamente. ¡­ Mas eu hesitei. Eu n?o vi nada, ¨¦ ro, mas eu sabia a resposta. ¡° ¨¢ria?¡± Tytus empurrou, sentindo minha relutancia. This is the property of N?-velDrama.Org. Icon considerou a implica??o de contar a ele e n?o viu nenhum mal em revr a matilha respons¨¢vel. Mas embora eu quisesse mudar o futuro, precisava pensar nas implica??es quando se tratava de coisas assim. Sempre havia a possibilidade de tornar as coisas piores, n?o melhores. Especialmente devido ao meu novo status atual. ¡°¡­ eu n?o vi nada, Alfa,¡± euecei. ¡°¡­ No entanto, eu tenho uma teoria, se voc¨º gostaria de ouvi?¡± As teorias eram melhores que os fatos. Se eles escolhessem acreditar em mim, seria sua pr¨®pria decis?o. ¡°Por favor, v¨¢ em frente¡±, disse ele ansiosamente. ¡°¡­Acredito que o bando Jade Moon ¨¦ respons¨¢vel .¡± ¡°N?o seja rid¨ªculo!¡± gritou Gamma Oliver de repente. ¡°Alpha, por que voc¨º est¨¢ ouvindo teorias de uma crian?a?¡± Like father, like son I guess; too stubborn to look past their own views. I could see why he might be angry though, I was calling out an allied pack ofmitting a grave crime. The Alpha raised his hand in order to silence Oliver. ¡°Please exin further, Aria,¡± he said with a gentle smile. I cleared my throat. ¡°As we all know, the Jade Moon pack has recently had their Alpha heir ascend to power after his father passed away. It¡®s no secret he is young with bold ideas for his theirnd itself not being able to provide adequately for all of their members. You would need to confirm with the man you have captured, but I believe if you start questioning him about the Jade Moon pack, you will soon have your answers.¡± Chapter Neen ¡°Ho¨C oh! That is indeed a brilliant theory, Aria! I can¡®t deny that I, too, have heard rumours of their pack bin increasingly agitated,¡± Tytus said, his eyes holding a glint of excitement. He then turned to the elders and ranked members next to him. ¡°If this is indeed the Jade Moon pack, then how do There was silence from the council as everyone spected what would be the best course of action. ¡°I have an idea, Alpha,¡± Oliver finally spoke up. ¡°Let¡®s hear it then.¡± ¡°I propose a full¨C frontal attack. They are a small territory and do not have the resources to defend. It would be a very simpl other packs who may be thinking of rebelling.¡± ¡°Mmmm, yes, I can see how that might work¡­,¡± Tytus mused. ¡°¡­But I think I¡®d also like to hear from the youngdy and know her thoughts on the matter.¡± The Alpha then turned his eyes to me. I could see the curiosity they held, mixed with anticipation. ¡°What do you think, Aria?¡± Tytus asked. ¡°What do you propose would be our best course of action if this is I knew exactly what he was doing. This was a test. With the recent talks of my new mark, he was now sizing up my abilities for leadership. To see whether I would be a threat o A verdade, por¨¦m, era que a pergunta me colocava em uma posi??o dif¨ªcil, em que eu precisaria fazer uma escolha. Minha primeira op??o era sentar e permitir que a hist¨®ria seguisse seu curso naturalmente. Ao fazer isso, por¨¦m, alguns membros do bando seriam mortos p implementa??o do no imprudente que Oliver prop?s. N?o foi at¨¦ a metade da execu??o de sua ideia que Elder Luke viria a estrat¨¦gia que finalmente lidaria o pacote Jade Moon. No entanto, quando sua estrat¨¦gia eficaz foi implementada, muitos j¨¢ haviam morrido. O no de Oliver descuidadamente n?o levou em conta a paisagem que a batalha aconteceria A segunda op??o era que eu poderia dizer a eleso esta guerra poderia ser resolvida imediatamente, poupando a vida de nosso guerreiro da matilha e at¨¦ mesmo a vida de alguns inocentes de ambos osdos. O principal problema que eu estava enfrentando agora era que, se eu optasse p segunda op??o, estaria chamando a aten??o imediatamente para mim, ampliando a dif¨ªcil posi??o em que j¨¢ estava. Marca da deusa. Isso poderia se tornar potencialmente perigoso muito rapidamente se ele se sentisse amea?ado. Do jeito que eu via, a escolha era me proteger¡­ ou salvar os outros. E quando eu olhei para os olhos escuros e calculistas do Alfa , olhos que eu sabia que estavam escondendo uma inten??o secreta atr¨¢s deles¡­ Eu sabia o que tinha que fazer. Cap铆tulo 20 Cap¨ªtulo 20 Cap¨ªtulo Vinte Suspirei internamente. S¨® havia uma op??o. Por mais que eu quisesse odiar meu bando e conden¨¢-los por se voltarem contra mim na minha vida passada, uma parte de mim sempre me veriao seu zdor,o sua Luna. Ao permanecer em sil¨ºncio, eu os estaria for?ando em um destino onde alguns perderiam seus entes queridos. Eu n?o seria capaz de ficar em sil¨ºncio vivendo esse conhecimento. ¡°Com todo o respeito, acredito que o no do Gamma pode sair p ctra tremendamente,¡±ecei. Eu podia ver o rosto de Oliver franzir, parecendo que ele queria ter outra explos?o, mas ele se conteve. ¡°O imposto poderia nos manter em uma posi??o muito prec¨¢ria se outros quisessem se juntar ao pacote Jade Moon. Sozinhos, eles podem ser um bando fraco e insignificante, mas estar¨ªamos subestimando sua capacidade de reunir for?as se fiz¨¦ssemos isso errado. Poder¨ªamos estar diante de uma revolta de v¨¢rios de nossos territ¨®rios aliados. Por que mais elese?ariam escolhendo apenas uma garota sem ssifica??o? Eles queriam que n¨®s retali¨¢ssemos selvagemente p injusti?a.¡± Oliver zombou e todos olharam para ele expectativa. ¡°Oh, por favor, n?o olhe para mim assim¡±, disse ele, rindo. ¡°Gostaria de lembrar a todos que voc¨ºs est?o ouvindo um garoto de quatorze anos agora.¡± ¡°Gamma, voc¨º vai ficar quieto e ouvir respeitosamente,¡± Tytus ordenou. Todos n¨®s pod¨ªamos ouvir o tom Alfa em sua voz e eu fiz o meu melhor para n?o sorrir o olhar de submiss?o que Oliver deu. ¡°Por favor, continue, Aria.¡± Eu bncei a cabe?a para o Alfa. ¡°Acredito que nosso melhor curso de a??o ¨¦ o mais pac¨ªfico poss¨ªvel. Ao entrar e atacar sem piedade, corremos o risco de matar inocentes acidentalmente, bemo perder alguns de nossos membros da matilha no processo. Essa estrat¨¦gia de for?a brutal s¨® transformar¨¢ seu bando em um m¨¢rtir para outros Segue. N?o, uma abordagem silenciosa ¨¦ definitivamente necess¨¢ria aqui.¡± Tytus ergueu uma sobrancelha. ¡°O que voc¨º prop?e ent?o?¡± ¡°Parae?ar, cortamos suas rotas de abastecimento e os encaixotamos, usando o terreno montanhoso que os cerca a nosso favor. A paisagem seria uma batalha dif¨ªcil de frente, j¨¢ que eles conhecem bem a ¨¢rea, mas sr suas sa¨ªdas seria muito f¨¢cil.¡± ¡°Isso n?o teria os mesmos efeitos negativos para a reputa??o de enfrent¨¢-los em uma batalha de frente?¡± perguntou Tytus. ¡°N?o, Alpha, porque vamos dar a eles a chance de fazer a coisa certa. Cortaremos o fornecimento deles temporariamente a condi??o de que entreguem os autores do ataque. Ao mostrar-lhes miseric¨®rdia, demonstraremos que estamos inerentemente tentando fazer o certo por eles, pelo menos.¡± Tytus riu, achando gra?a da minha ideia. ¡°E voc¨º estava contando o Alfa deles para se entregar de bom grado?¡± ¡°ro que n?o¡±, eu disse e sorri. ¡°Mas, se ele quiser evitar uma guerra direta um dos maiores bandos do pa¨ªs, ele precisaria pelo menos entregar algu¨¦m de valor para assumir a culpa. Se ¨¦ o grande lobo marrom que voc¨º tem sob sua cust¨®dia atualmente, eu aposto que ele ¨¦ o Gamma ou o Beta da matilha deles. O jovem Alfa provavelmente dir¨¢ que se moveu por vontade pr¨®pria em um ato de trai??o independente. Ao dar-lhe uma sa¨ªda para terminar as coisas pacificamente, ele n?o teria outra escolha a n?o ser aceitar o acordo ou arriscar Cap¨ªtulo Vinte parecendo o vil?o.¡± ¡°Mmm¡­ seu no ¨¦ certamente extremamente atraente¡±, disse Tytus, imerso em pensamentos. ¡°Mas o que os impede de tentar atacar novamente no futuro?¡± ¡°N¨®s estabelecemos um consdo de nossa matilha dentro de seu territ¨®rio para supervisionar seus neg¨®cios futuros. Tamb¨¦m pode valer a pena investigar o qu?o pr¨®ximo o Alpha est¨¢ do membro ssificado que temos sob cust¨®dia . Podemos estar olhando para uma chance potencial de utilizar uma situa??o de ref¨¦m, independentemente de ele nejar us¨¢-los para levar a queda ou n?o.¡± Eu ent?o dei um pequeno encolher de ombros. ¡°De qualquer forma , demos a eles uma maneira de poupar seu povo de uma guerra desnecess¨¢ria . Os outros territ¨®rios n?o apoiar?o algu¨¦m que sacrificaria seus pr¨®prios membros de matilha desnecessariamente quando n?o mostraremos nada al¨¦m de nossa benevol¨ºncia em troca. Se eles tentarem fazer nos para nos atacar novamente, pelo menos teremos nosso representante do consdo eles para nos notificar imediatamente.¡± ¡°Voc¨º ¨¦ realmente extremamente inteligente, jovem Aria,¡± Tytus elogiou,pletamente satisfeito minhas respostas. ¡°Eu n?o posso culpar sua l¨®gica neste assunto. Seu pai deve estar muito orgulhoso. ¡°Eu sou, Alfa,¡± meu pai disse. Sorri e inclinei a cabe?a para Tytus. ¡°Obrigada.¡± ¡°Dito isto,¡± ele continuou, seu tom se tornando mais s¨¦rio, ¡°eu devo admitir que estou um pouco surpreso que voc¨º tenha dado uma estrat¨¦gia t?o detalhada e bem pensada, dadas suas circunstancias atuais. Tenho certeza de que voc¨º deve saber a que estou me referindo. Eu sabia. Eu sabia muito bem. Eu esperava que n?o tiv¨¦ssemos que abordar esse assunto hoje, mas parecia que n?o haviao evit¨¢-lo. ¡°Eu s¨® pensei no bem-estar de nossa matilha antes da minha pr¨®pria seguran?a¡±, respondi. ¡°Parece que sim¡­. Verdadeiramente um ato que seria extremamente adequado para uma¡­ futura Luna.¡± | cerrei os dentes. Ele estava tentando enfatizar me colocar no papel de Luna para estabelecer o controle. ¡°Voc¨º ¨¦ uma garota esperta,o todos n¨®s testemunhamos ramente aqui hoje. Suponho que voc¨º saiba o que significa uma marca da Deusa, Aria? Seus olhos estavam de volta ¨¤ sua nitidez espectiva. ¡®Amigo ou inimigo?¡¯ Eu tinha certeza que ele estava pensando. Eu queria me afastar do seu olhar, mas segurei o meu. Eu sabia o que ele realmente queria saber era o que a marca da Deusa significava para mim e o que eu nejava fazer . A realidade era que a marca n?o era apenas um s¨ªmbolo de favor; era um sinal de autoridade superior. Eu agora possu¨ªa o potencial de manter tanto controle sobre o bando quanto o Alfa. Eu era uma amea?a viva ¨¤ posi??o futura de Aleric, a menos que me submetesse a ele. Era por isso que Tytus estava pressionando para que eu me tornasse a Luna de seu filho; possivelmente mesmo se n?o f?ssemospanheiros destinados. Ele queria garantias de que eu n?o invocaria minha nova autoridade e romperia sua linhagem um dia. Era uma faca de dois gumes, para dizer o m¨ªnimo. Por umdo, isso significava que seria quase imposs¨ªvel para Aleric cair em desgra?a publicamente no grau extremo que ele tinha uma vez antes. Algu¨¦m aben?oado p pr¨®pria Deusa n?o poderia ser condenado por um crime t?o facilmente uma vez que nossa marca fosse confirmada pelos Anci?es, isso se devendo ao fato de nos tornarmos conhecidoso ¡°Santo¡± ou ¡°Santa¡±. Portanto, era muito mais prov¨¢vel agora que eu n?o fosse julgado pelo envenenamento de Thea no futuro, pois os marcados eram consideradoso detentores de um peda?o da pr¨®pria Selene. Foi incrivelmente reconfortante a esse respeito, mas n?o garantiu completamente a minha seguran?a. Por outrodo, isso me abriu para um perigo maior. Agora eu era um grande alvo para assassinato se o Alfa sentisse que eu era uma amea?a. Eu provavelmente seria encontrado morto por causas misteriosas e o caso acabaria arquivado. Onde quer que eu fosse, n?o importa o qu?o longe, eu era agora o ¨²nico lobisomem vivo marcado Alfa , ¨²ltimo eu fa?o desejo me tornar Luna , n?o coltare qualquer desejo de ser acasdo Alio , ¡® eu SA SUW8Em mim que eu ignorei , continuando a manter minha taxa para frente e sem esp essio n , _ _ ¡° Ent?o , o que dizer de nosso jovem guerreiro ¡± gritou para um dos Anci?os . _ _ _ _ Acredit¨¢vamo s que voc¨º fosse o companheiro de festa do blog e sua uni?o ¨¦ mandada ir ¨¤s 8 53 para o Winter ist , * The Wings ist sempre ter¨¢ meu amor e sol independente do meu porte . _ _ _ _ _ eu n?o preciso ser Mais murm¨²rios se espalharam pelo sal?o enquanto eles discutiam as implica??es de minhas pvr as _ _ _ _ Mas , de repente , todos foram silenciados quando o Alp e?ou a rir alto . Eu n?o tinha certeza se deveria me sentir cotoneos Worted por sua rea??o , ¡°1 110 0 45 19 nossa jovem b aqui ainda ¨¦ capaz de mostrar sua verdadeira idade de vez em quando,¡± ele disse, ainda checando , ¡° N¨®s vamos registrar isso para discutir em uma data posterior. Eu posso ver agora que talvez discutir o futuro romantico seja os projetos a jovem tal vez seja _ _ _ _s 100 c o n . Por enquanto , vou apenas levar seu pedido em _ Mas Alp ha! est¨¢ destinada a ser nossa Luna ! _ _ _ disse outro Elder r. ¡°Isso ser¨¢ tudo!¡± Tyr u s disse, levantando a m?o . Temos a sorte de ter um jovem lobo t?o aben?oado e intelectual entre nosso grupo . Ser¨ªamos tolos em n?o levar em cons temos muito tempo at¨¦ atingir a maioridade para que as decis?es finais sejam tomadas Todo mundo n?o tinha certeza de o receber os presentes , mas eles se curvaram respeitosame Asi a , muito obrigado por suas contribui??es para o bando , vou fazer que voc¨º seja muito enviar nossa imensa gratid?o a seu paier e eu garantimos que voc¨º tamb¨¦m ser¨¢ rpensado . ¡± _ _ _ * Obrigado , Alp h a , ¡® n¨®s dois respondemos . _ _ _ * Esta reuni?o est¨¢ encerrada . Conselho por favor me siga _ Todos e?aram a se mover e sair p entrada dos fundos do sal?o, que levava a uma s de reuni?es menor, provavelmente porque tinham outros assuntos confidenciais para discutir . Meu pai me deu um ¨²ltimo olhar de preocupa??o antes de seguir os outros . _ _ _ Em pouco tempo , apenas Cai e eu permanecemos na s de reuni?es . Cap¨ªtulo Vinte ¡°Cai, eu realmente queria te agradecer por me salvar,¡± eu disse. Ele dispensou meus agradecimentos. ¡°Est¨¢ bem. Ouvi voc¨º fr durante a reuni?o e entendo de onde voc¨º vem. Ambos quer¨ªamos o que era melhor para nossas mochs. Acho que devemos deixar por isso mesmo e seguir nossos caminhos separados . ¡± ¡­ Caminhos separados ? This is the property of N?-velDrama.Org. Minhas bochechas coraram. Ele estava educadamente me dizendo que n?o queria nadaigo. Suponho que isso era de se esperar, dada a quantidade de sofrimento e dor que eu havia causado a ele. Eu queria fazer algo para compens¨¢-lo, mas parecia que a melhor coisa que eu poderia dar a ele agora era deix¨¢-lo em paz completamente. ¡°Ah¡­ sim, ro,¡± eu disse, um pouco sem jeito. N¨®s dois caminhamos at¨¦ a porta e eu estendi minha m?o para a ma?a, virando-me para fr Cai uma ¨²ltima vez enquanto o fazia. S¨® que eu nunca tive a chance de fr. Abruptamente, antes que eu pudesse me afastar, a porta foi aberta do outrodo. Eu ca¨ª para a frente, trope?ando por ser arrastado o movimento de abertura¡­. ¡­E de repente eu me encontrei cara a cara Aleric. Cap铆tulo 21 Cap¨ªtulo 21 Cap¨ªtulo Vinte e Um ! IMPORTANTE ! (NOTA DO AUTOR): Ol¨¢ a todos! A vers?o do GoodNovel APP n?o suporta formatos (por exemplo, negrito, it¨¢lico, etc), o que significa que este cap¨ªtulo pode ser um pouco dif¨ªcil de entender no in¨ªcio. Para facilitar, agora adicionei ¡®*¡± ao discurso que est¨¢ sendo dito APENAS na cabe?a de Aria o uma mem¨®ria de seu passado). Em cap¨ªtulos futuros, tamb¨¦m usarei aspas simples para as coisas que Aria diz para si mesma internamente. Um lembrete de nota do autor ser¨¢ adicionado ao pr¨®ximo cap¨ªtulo em que for usado, o que, esperamos, ajude na leiturapreens?o do que est¨¢ acontecendo. N?o¡­ Ele n?o podia estar aqui. Ele n?o deveria estar aqui ainda. 1*¡±Voc¨º n?o ¨¦ nada, Ariadne,¡¯*¡¯Eu ouvi a voz dele fr na minha cabe?a, uma velha mem¨®ria se repetindo da minha vida passada. ¡®*¡±Voc¨º s¨® est¨¢ aqui porque eu deixei voc¨º estar aqui.¡±*¡¯ N?o, por favor, n?o¡­ n?o estou pronto¡­ ¡®*¡±Voc¨º foi considerado culpado das acusa??es contra voc¨º.¡°* Olhos verdes frios e familiares me encararam. Perfura??o. Como um tigre observando sua presa curiosidade. ¡°*¡±Portanto, o poder dentro de mim, eu, Aleric Dumont, Alfa da Matilha da N¨¦voa Invernal¡­¡± Dei dois passos para tr¨¢s lentamente, incapaz de tirar os olhos do homem na minha frente. ¡®*¡±¡­ Condene voc¨º, Ariadne Chrysalis, ex-Luna da Matilha da N¨¦voa de Inverno¡­¡±*) ¡°Aria?¡± uma voz familiar e amig¨¢vel chamou ao meudo. No entanto, n?o consegui registrar suas pvras. This is the property of N?-velDrama.Org. 1*¡±¡­At¨¦ a morte.¡±*¡¯ Ca¨ª de costas no ch?o na frente do homem que tinha sido minha morte. ¡­ Quem ser¨¢ minha morte. ¡°*¡±Sua senten?a deve ser executada imediatamente.¡°*¡¯ N?o, por favor, fa?a isso parar. Eu cobri meus ouvidos debilmente enquanto odo racional do meu c¨¦rebro tentava me convencer de que isso n?o era real, que a voz era apenas uma mem¨®ria dentro da minha cabe?a e nada mais. Pare¡­ pare¡­ pare¡­ pare¡­ pare¡­ pare¡­ pare¡­ pare¡­ Meu corpoe?ou a bn?ar, tentando for?ar as mem¨®rias a me deixarem em paz. ¡°Ariadne?¡± Essa era a voz dele. Rompeu meu tumulto mental o suficiente para me fazer congr. Era exatamente o mesmo. Nada foi diferente. Nada havia mudado. ¡°¡­ Por qu¨º voc¨º est¨¢ aqui?¡± Eu consegui sussurrar. No entanto, eu n?o tinha certeza se estava fazendo a pergunta para ele ou me perguntando. ¡°Voc¨º percebe que este ¨¦ o meu bando e eu tenho permiss?o para estar aqui, certo? Eles me chamaram de volta para casa devido a uma emerg¨ºncia aqu garota que foi atacada. Acabei de chegar.¡± Mas quando eu n?o respondi, ele franziu a testa. ¡°Voc¨º sabe, ¨¦ rude se apresentar dessa maneira para seu futuro Alfa,¡± ele disse, um tom de fanatismo em sua voz. A maneirao ele falou n?o estava cheia do mesmo n¨ªvel de ¨®dio que eu tinha me acostumado a ouvir, mas ainda assim me deu cfrios na espinha. ¡°Ariadne, por favor, levante-se. Voc¨º est¨¢ me envergonhando na frente de um futuro Alfa dentro da nossa alian?a. Eu podia ouvir o que ele estava dizendo, mas tudo que eu podia ver era o bn?o da espada antes de atingir meu pesco?o. ¡°Voc¨º honestamente vai ignorarpletamente o que estou dizendo a voc¨º?¡± ele disse, ficando cada vez mais irritado. Eu n?o conseguia fazer meu corpo responder. Nada que eu fizesse me deixaria assumir o controle. Eu era impotente para ele, assimo eu tinha sido no passado. ¡­ T?o indefeso. Eu n?o era diferente. Eu n?o tinha mudado. Ele estava destinado a contrr minha vida, n?o importa quantas vezes eu voltasse ¡°Pare isso! Levante-se agora mesmo!¡± Eu podia sentir o tom de sua autoridade Alpha tentando me comandar, mas mesmo isso n?o foi capaz de chegar at¨¦ mim. Quando ele me viu ainda me recusando a me mover, ele acabou perdendo a paci¨ºncia e estendeu a m?o para mim. E isso, meu corpo finalmente reagiu. Eu vacilei, virando meu rosto enquanto erguia minhas m?os em defesa contra o tapa que eu esperava que estivesse prestes a pousar. ¡­ S¨® que nunca veio. Eu me atrevi a olhar para ele e vi que ele tinha um olhar de choque a minha resposta, a m?o que ele havia estendido parou no meio do caminho antes de fazer contato. Olhei para o bra?o dele e, para minha surpresa, vio estava posicionado,o se ele estivesse nejando me colocar de p¨¦ em vez de me dar um tapa. Eu agi por impulso quando n?o havia perigo real de dor f¨ªsica. ¡°Acho que seria melhor n?o toc¨¢ e deix¨¢ em paz,¡± Cai disse, entrando. Cai estava aqui. Isso era real. Este n?o foi o motivo do julgamento. Aleric n?o seria capaz de me matar sem uma raz?o v¨¢lida na frente de uma testemunha. ¡°O que voc¨º est¨¢ fndo? Eu nem fiz nada e est¨¢ agindoo umapleta idiota.¡± Ele gesticulou para mim, no entanto, descobri que era incapaz de parar a vac??o involunt¨¢ria que me sacudiu mais uma vez; a vis?o de seu movimento r¨¢pido em dire??o a mim acionou a mem¨®ria muscr. ¡°Eu diria p apar¨ºncia das coisas que realmente n?o sente vontade de estar perto de voc¨º agora . Provavelmente ¨¦ melhor tamb¨¦m ter em mente que est¨¢ ema nos ¨²ltimos tr¨ºs dias e foi liberada apenas cerca de duas horas atr¨¢s.¡± Cai se abaixou e gentilmente tocou meu ombro tr¨ºmulo. Eu queria olhar para ele, olhar em seus olhos gentis para me tranq¨¹ilizar, mas n?o podia me fazer perder Aleric de vista. A rea??o natural do meu corpo foi temer a dor que ele poderia infligir a qualquer segundo. ¡°N?o toque n,¡± Aleric rosnou. ¡° n?o pertence a voc¨º.¡± ¡°Acho que voc¨º ainda n?o ouviu a not¨ªcia, mas n?o ¡®pertence¡¯ mais a ningu¨¦m,¡± Cai respondeu em um tom casual,pletamente indiferente ¨¤ atitude de Aleric. ¡°Al¨¦m disso, acho que n?o preciso lembr¨¢-lo, mas voc¨º percebe que ainda n?o est¨¢ oficialmente confirmadoopanheiro, certo? ¡°¡¯N?o pertence a ningu¨¦m¡¯? O que isso deveria significar?¡± ¡°Provavelmente ¨¦ melhor conversar seu velho sobre isso. Por enquanto, por¨¦m,¡± Cai disse pegando meu pequeno corpo em seus bra?os facilidade, ¡°eu acho que voc¨º est¨¢ dando ¨¤ pobre garota um ataque de panico¡± Meus olhos se arregram de medo quando Cai me pegou. Aleric ia mat¨¢-lo. Ele ia me matar. Ele n?o tinha permiss?o para me tocar assim. Eu assisti horror quando Aleric deu um passo ¨¤ frente, bloqueando Cai de sair. Ele estufou o peito como se estivesse prestes a desafiar Cai ali mesmo por ousar tocar o que ele acreditava ser seu. Aleric nunca me amou, mas eu sabia que ele amava me possuir em nossa vida passada. Ele me manteve enjado o tempo todo em que estivemos juntos, cortando todos os?os de amizade que tentei fazer qualquer pessoa de status digno. Ent?o agora, vendo algu¨¦m me segurando assim bem na frente dele? Bem, se Cai n?o fosse de um bando aliado, eu tinha certeza que ele j¨¢ estaria morto ou ca¨ªdo nas cs agora. Ou pelo menos, o Aleric do meu passado teria feito isso. Eu nunca o conheci bem nessa idade, mas eu s¨® podia imaginar que ele era o mesmo. Ver os dois juntos era quase surreal. Mesmo que ambos ainda fossem apenas adolescentes, ambos eram altos e t?o bem constru¨ªdos quanto voc¨º esperaria que um Alfa fosse. Fiquei apavorado ao pensar emo seria uma luta entre eles. Eu sabia por experi¨ºncia anterior que Aleric n?o erao nada quando se tratava do campo de batalha. Assimo seu pai antes dele, ele se tornoupletamente invicto quando ascendeu ao poder. Mas eu n?o podia negar que tinha visto do que Cai era capaz mesmo sem suas habilidades totalmente transformadas. Ele era assustadoramente perigoso todo o seu treinamento. ¡°Voc¨º realmente quere?ar algo uma crian?a tendo um cpso mental em meus bra?os?¡± Cai perguntou, inclinando a cabe?a ligeiramente para examinar Aleric os olhos. ¡°N¨®s dois n?o podemos concordar que a melhor coisa para agora ¨¦ lev¨¢ de volta ao hospital para se recuperar? foi arrastada para fora da cama prematuramente devido ao seu Alfa solicitar uma audi¨ºncia conosco urg¨ºncia. Ou devo ir perguntar ao seu Alfa por que a filha do Beta est¨¢ sendo impedida de receber atendimento m¨¦dico?¡± Aleric o encarou friamente por mais alguns segundos antes de finalmente esvaziar, tendo pensado melhor na situa??o. A contragosto, ele se afastou para permitir que Cai me levasse para fora. Os dois olharam fixamente enquanto passavam; O olhar ardente e furioso de Aleric, e o olhar recolhido e ileg¨ªvel de Cai. N?o foi at¨¦ que a porta da s de reuni?es finalmente se fechou atr¨¢s de n¨®s que senti meu corpo come?ar a rxar. Eu ainda estava no limite, sabendo que Aleric estava por perto e a qualquer minuto poderia vir atr¨¢s de mim, mas ter Cai ao meudo era reconfortante. Aleric n?o poderia arriscare?ar publicamente qualquer coisa que pudesse ser grantemente prejudicial aos?os pol¨ªticos do bando. Ele ainda n?o era um Alfa. ¡°Tanto para ¡®eu sou a porra do futuro Luna deste bando¡¯, sim ?¡± Cai disse brincando, tentando citar o que eu disse a ele antes de Myra ser atacada. Eu sabia que ele estava tentando ajudar a aliviar o clima e me distrair, mas por dentro eu me sentia destru¨ªda e totalmente derrotada. Eu estava trabalhando t?o duro para me tornar uma pessoa diferente desta vez e ainda estava fraco, assombrado por mem¨®rias que provavelmente nunca me deixariam. Eu estavapletamente indefesa para qualquer coisa que Aleric quisesse fazerigo, eternamente presa por todos os seus caprichos. A marca da Deusa pode impedi-lo de me desonrar publicamente t?o facilmente agora, mas eu sabia que, se ele realmente fosse o mesmo que ele era no futuro, esta not¨ªcia poderia desencadear uma raiva dentro dele que eu preferiria evitar. E a pior parte era que, al¨¦m do fato de que ele amava sinceramente Thea, eu nunca descobri a raz?o inicial p qual Aleric me odiava tanto. Como eu pretendia dissipar sua hostilidade em r??o a mim quando eu nem sabia o que tinha feito de errado parae?ar? Olhei para Cai e, por mais que quisesse retribuir sua piada uma resposta sarc¨¢stica, fiz a ¨²nica coisa que eu era fisicamente capaz de fazer naquele momento. Eu desmoronei e chorei. Cap铆tulo 22 Cap¨ªtulo 22 Cap¨ªtulo Vinte e Dois Cap¨ªtulo Vinte e Dois ¡°Woah, lobinho,¡± Cai disse, parecendo estressado que ele acidentalmente me chateou ainda mais. N¨®s t¨ªnhamos entrado em uma ¨¢rea de reuni?ounal fora do sal?o a essa altura e eu estava grata que ningu¨¦m estava por perto para me ver nesse estado. Ele caminhou at¨¦ um dos sof¨¢s e gentilmente me colocou no ch?o, agachando-se na minha frente para que estiv¨¦ssemos no n¨ªvel dos olhos. ¡°Voc¨º quer que eu me diga o que foi tudo isso?¡± Cai perguntou. Quando eu apenas continuei a chorar, ele gentilmente tocou meu ombro, seu tom ent?o se tornando mais sombrio, mais s¨¦rio. ¡°¡­Ele machucou voc¨º?¡± Era uma pergunta que tinha uma resposta rid¨ªc. Ele tinha me machucado? Sim e n?o. Ainda n?o¡­ mas, ao mesmo tempo, ele j¨¢ havia me machucado muito mais do que uma ferida superficial poderia, me arruinando a um estado do qual talvez nunca me recupere. This is the property of N?-velDrama.Org. Eu bncei minha cabe?a para ele. N?o era para dizer ¡®n?o¡¯ ¨¤ sua pergunta, mas para mostrar que eu n?o poderia dar a resposta que ele queria saber. Limpei as l¨¢grimas dos meus olhos e tentei me acalmar. ¡°Estou muito fraco, Cai. Voc¨º mesmo disse isso. Eu sempre vou implorar pelo direito de viver.¡± Ver Aleric novamente e ter a mesma sensa??o de impot¨ºncia me fez perceber que, se ele decidisse levantar a m?o contra mim novamente, eu nunca seria forte o suficiente para det¨º-lo. Ser inteligente no meu passado n?o foi suficiente quando ele segurou minha vida em suas m?os todos os dias. ¡°Acho que voc¨º n?o entendeu,¡± Cai disse. ¡°Minhas pvras foram que voc¨º teve muito tempo para se tornar mais forte. Eu vio voc¨º lidou aqueles lobos. Voc¨º tem mais potencial do que muitos para se tornar incrivelmente forte¡­ se ¨¦ isso que voc¨º realmente queria. Tenho certeza que se fosse qualquer outra crian?a naqu batalha, n¨®s dois ter¨ªamos morrido.¡± Olhei em seus olhos e vi que ele estava fndo s¨¦rio. ¡°Mas eu vi voc¨º naquele sal?o de reuni?es seu Alfa agora mesmo,¡± ele continuou. ¡°Voc¨º pode n?o ser fisicamente forte, mas seu intelecto ¨¦o nenhum que eu j¨¢ vi antes. Isso n?o ¨¦ nada para se envergonhar, especialmente na sua idade.¡± ¡°C¨¦rebros n?o v?o me impedir de ser assassinado¡±, murmurei baixinho para mim mesmo. Ele recuou um pouco, chocado ao ouvir o que eu disse. ¡°Isso ¨¦ sobre a marca??o?¡± Sim ¡­ e n?o. Tantas das perguntas que ele estava me fazendo tinham muitas respostasplexas. ¡°Um pouco¡­¡± eu disse, olhando para o meu colo onde eu tinha cerrado os punhos. ¡°Voc¨º ¨¦ filha de um Beta, certo? Voc¨º n?o pode simplesmente¡­ pedir ao seu pai para trein¨¢-lo? Parecia uma l¨®gica s¨®lida na superf¨ªcie. A realidade era que eu tinha certeza de que decepcionaria meus pais se dissesse a eles que queria seguir o treinamento em vez dos deveres de Luna. Eu j¨¢ estava inseguro sobre que tempestade me esperava em casa depois de ter anunciado a todo o conselho que n?o queria ser a Luna deles. Sem qualquer aviso ou inclina??o, eles provavelmente ficariam incrivelmente chocados meu an¨²ncio p¨²blico. Meu pai havia dito em minha vida passada que nada que eu pudesse ter feito o decepcionaria. Mas aqu era a velha Aria. A filha perfeita Aria que trabalhou diligentemente todos os dias para se tornar a melhor que podia ser para o bando. Ele pensaria que eu era muito jovem para tomar uma decis?o final, assimo o Alfa tinha. ¡°N?o h¨¢o eles aprovarem que eu perca tempo treinando quando eu poderia estar dentro estudando¡­¡±, eu disse desanimo. Atualmente, minha agenda eraposta de esc durante o dia e as de Luna nos finais de semana. Qualquer tempo livre depois da esc era para auto-estudo e li??o de casa. N?o haveria tempo para me dedicar aos treinos sem parar um desses. Eu n?o viao eles me deixariamrgar algo que eles estavam confiantes de que eu provavelmente mudaria de ideia um dia. Eles provavelmente pensaram que eu estava passando por uma fase e iria me apaixonar por Aleric quando eu atingisse a maioridade e mudasse. ¡°Mas voc¨º j¨¢ n?o anunciou que n?o neja se tornar Luna?¡± Eu bncei minha cabe?a. ¡°N?o ¨¦ t?o simples assim. Eles ainda v?o priorizar algo que eles acham que eu posso mudar de ideia um dia, sobre algo que eles n?o acreditam ser necess¨¢rio para eu aprender.¡± ¡°¡­ E voc¨º vai?¡± ele perguntou. ¡°Eu vou o qu¨º?¡± ¡°Mudar de ideia sobre ser apanheira de Aleric? Sobre ser Luna? Eu sorri amargamente. ¡°Parece que vou me apaixonar por ele em breve?¡± ¡°N?o posso dizer que j¨¢ vi algu¨¦m parecer t?o assustado seupanheiro antes mesmo de serem confirmadosopanheiros antes.¡± Ele riu sombriamente. ¡°Mas voc¨º vai me dizer por que voc¨º reagiu assim? Eu sei que voc¨º disse que se sentia fraco, mas honestamente n?o explica o que eu vi l¨¢ atr¨¢s.¡± Eu n?o podia contar a ele, n?o podia contar a ningu¨¦m. Foi melhor assim. ¡°¨¦ muito dif¨ªcil de explicar¡­ E-eu s¨®¡­¡± Eu estava tentando encontrar as pvras certas para n?o soar muito estranho, mas eu realmente n?o tinha certeza do que eu poderia dizer a ele.¡±¡­Ele pode ser muito intimidante¡­¡± N?o era mentira, mas eu esperava que fosse. seria suficiente para Cai parar de perguntar sobre isso. ¡°Bem, espero que voc¨º me diga o verdadeiro motivo um dia¡±, disse ele, e colocou a m?o na minha cabe?a, acariciando-a suavemente. Eu n?o pude deixar de fazer beicinho no tratamento. Sempre me tratandoo uma crian?a. ¡°Mas, se eu fosse voc¨º,¡± ele disse, se levantando e se espregui?ando, ¡°eu estaria encontrando uma maneira de treinar independente do que os outros esperam de voc¨º. Voc¨º ¨¦ uma santa agora, fa?a o que quiser.¡± Eu gostaria que fosse realmente t?o simples. ¡­ Mas isso me fez parar em pensamento. Depois disso, Cai concordou em me deixar caminhar de volta ao hospital em vez de me carregar, mas ficou perto de mim para o caso de eu sentir vontade de ter outro cpso mental. Tentei explicar que estava me sentindo melhor, mas ele insistiu. N?o foi at¨¦ que finalmente chegamos que eu vi uma pequena figura andando nervosamente no vest¨ªbulo. ¡°Mira?¡± Eu perguntei, confuso. A garota se virou e um olhar de al¨ªvio se espalhou por seu rosto. ¡°¨¢ria!¡± gritou, correndo em minha dire??o. jogou os bra?os em volta de mimo se f?ssemos melhores amigos e eu pensei que podia senti chorando um pouco no meu ombro. deu um passo para tr¨¢s, mas segurou minhas m?os, olhando para mim os olhos t?o vermelhos e inchados. ¡°Eu vim checar voc¨º e me disseram que voc¨º foi convocado pelo Alfa,¡± disse. ¡°Eu estava t?o preocupado! Voc¨º estava t?o doente e, de repente, sumiu da sua cama.¡± ¡°Oh¡­ hum¡­ desculpe,¡± eu disse, sem jeito. ¡°Passei por aqui todos os dias e estava esperando voc¨º acordar para agradecer. Ouvi o que voc¨º fez e devo minha vida a voc¨º. ent?o olhou para o meudo e percebeu que Cai estava presenteigo tamb¨¦m. Suas bochechas queimaram em um vermelho brilhante. ¡°Ah¡­ eu tamb¨¦m devo minha vida a voc¨º, herdeiro Alfa,¡± disse e inclinou a cabe?a um pouco. n?o tinha uma raz?o leg¨ªtima para precisar se curvar a ele, mas eu poderia adivinhar por que estava agindo dessa maneira. A julgar pelo rubor d e p falta de contato visual ele, era f¨¢cil ver que tamb¨¦m tinha ficado encantada a presen?a de Cai. Eu n?o pude deixar de sorrir um pouco ao ver a garota tendo uma pequena queda. era uma garota t?o nervosa e quieta que achei engra?ado se sentir atra¨ªda por algu¨¦m t?o confiante e extro vertido quanto Cai. Cai acenou em agradecimento. ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio. Eu estava apenas tentando ajudar sempre que poss¨ªvel, garantindo que essa n?o fosse morta.¡± Ele colocou a m?o na minha cabe?a novamente. ¡°C-ro,¡± gaguejou, seus olhos cheios de admira??o. Eu me perguntei se em sua mente Cai era um cara mais velho muito legal,o um protagonista masculino em um romance. Se percebesse que ele era apenas um tipo yboy atrevido, perderia o interesse? Eu n?o estragaria a ilus?o para . Deusa sabia o quanto eu desejava poder sentir esse tipo de amor puro e inocente. N?o tinha funcionado para mim no passado, e n?o funcionaria no futuro, sabendo que meupanheiro sempre seria Aleric, mas pelo menos valia a pena manter a mente aberta sobreo o amor poderia existir para alguns. Mesmo possivelmente entre um yboy e uma colegial idiota¡­ ou, no m¨ªnimo, Myra poderia esperar que acontecesse. ¡°Com isso dito,¡± Cai disse, gentilmente me empurrando para frente. ¡°Hora de Aria fazer um check-up o m¨¦dico.¡± ¡°¨® meu Deus! Eu sinto muito!¡± Myra se emocionou. ¡°Eu estou mantendo voc¨º aqui quando voc¨º deveria estar em cama. Por favor, melhore logo!¡± Sorri para eecei a caminhar em dire??o ¨¤ mesa de administra??o onde a enfermeira estava. ¡°Oh! Eu quase esqueci!¡± Myra gritou atr¨¢s de mim. ent?o correu at¨¦ n¨®s, vasculhando sua bolsa enquanto fazia isso. ¡°Eu fiz algo para voc¨º.¡± ¡°Me fez alguma coisa?¡± Eu perguntei, surpreso. ¡°Eu queria dizer obrigado e isso foi tudo que eu consegui pensar em curto prazo. E-N?o ¨¦ o suficiente considerando o que voc¨º fez por mim! Mas espero que gostem¡­¡± puxou um pequeno pingente uma pedra branca brilhante anexada. ¡°¨¦ uma pedra da lua. Supostamente, tem uma variedade de usos, como cura, for?a interior e ajuda em novose?os. Alguns outros estranhos tamb¨¦m. N?o sei se funciona ou n?o, mas achei que ficaria bem no seu cabelo. Se isso ajudar a cur¨¢-lo, melhor ainda!¡± Olhei para a joia cintnte e pude apreciar que era realmente muito bonita. N?o querendo desapontar Myra, coloquei o cr no pesco?o e o amarrei nas costas. ¡°Como est¨¢, Cai?¡± Eu perguntei, empurrando-o para elogiar o trabalho duro de Myra. ¡°Ah, eu acho lindo¡±, ele respondeu educadamente. Dei uma espiada e vi Myra corando ainda mais. Era t?o f¨¢cil provoc¨¢- la. Logo nos despedimos d, e Cai nos seguiu pouco depois da chegada de minha m?e. ficou preocupada depois de ouvir os detalhes de Cai sobre o que aconteceu. E embora eu tenha tentado jogar a coisa todao nada demais, ficou fren¨¦tica quando descobriu. se preocupavaigo e fazia muitas perguntas que eu respondi obedientemente, mas dentro da minha cabe?a eu estava em outro lugar. Porque tudo em que eu conseguia pensar era na minha nova miss?o. A miss?o onde eu aprenderia a lutar sem o conhecimento dos meus pais. Cap铆tulo 23 Cap¨ªtulo 23 Cap¨ªtulo Vinte e Tr¨ºs Assim que consegui convencer minha m?e a me deixar ir para casa,ecei a pensar nas minhas op??es. Havia muito risco envolvido e eu n?o tinha exatamente muito conhecimento na ¨¢rea. Infelizmente, acabei n?o tendo muito tempo para mim, pois meu pai chegou em casa e imediatamente contou ¨¤ minha m?e o que havia acontecido na reuni?o. ¡­Naturalmente, estava furiosa. Eu n?o tinha certeza se era raiva direcionada ao meu desejo de n?o ser Luna, ou talvez apenas devido ao fato de eu ter mantido elespletamente no escuro sobre a coisa toda, mas eles estavam frustrados toda a prova??o. No final da discuss?o, percebi que a ¨²nica coisa que tirei da conversa foi que cimentou minha decis?o de n?o contar a eles meu no. O no para assumir um novo treinamento. Eles tamb¨¦m tentaram me perguntar sobre minha marca de Deusa, mas eu permaneci propositalmente vaga e incerta eles sobre tudo at¨¦ que eles finalmente a deixaram cair. Era algo que eu precisaria manter bem guardado e provavelmente seria algo que eu nunca seria capaz de dizer a eles. Eu amava meus pais profundamente e estava muito agradecido por eles, mas havia algumas coisas que eles n?o seriam capazes de entender se eu lhes contasse. A esc voltou ao normal, exce??o das minhas novas intera??es sociais, ou em alguns casos, falta ds. Myra agora tinha decidido tornar-se minha nova f? n¨²mero um e sentava-seigo na biblioteca todos os dias. T¨º ao meu redor o tempo todo era desconfort¨¢vel noe?o, mas eu sabia que n?o queria fazer nenhum mal. Depois de um tempo, at¨¦ecei a me acostumar a t¨º por perto. parecia uma garota genuinamente doce e, portanto, sua positividade ¨¤s vezes era exatamente o que eu precisava no meu dia. Dito isto, por mais que eu gostasse do pessoa, uma parte de mim ainda se recusava a se abrir com . Atribu¨ª isso ¨¤ minha amizade Sophie em minha vida passada. Parecia que eu sempre teria algum tipo de parede agora e nunca mais seria capaz de me abrir para algu¨¦m novamente. Por sorte, minha natureza cautelosa era algo que n?o parecia afetar Myra nem um pouco. Cai, por outrodo, era algu¨¦m que eu me vi fazendo de tudo para evitar ao m¨¢ximo. Eu chamava seu olhar de vez em quando no corredor, para o qual ele acenava para mim, mas por dentro eu estava lutando para ser capaz de enfrent¨¢-lo. Eu n?o conseguia me livrar das pvras que ele me disse depois da reuni?o o Alfa. Ele n?o queria nadaigo e queria que separ¨¢ssemos nossos caminhos. Eu tinha certeza que ele s¨® agiu t?o bemigo depois por causa de toda a intera??o Aleric; possivelmente ainda estava agindo de maneira amig¨¢vel devido a isso. Toda vez que eu via seu rosto, eu ficava sobrecarregado de culpa e vergonha. Ele s¨® estava pena de mim porque me viu em um estado mentalmente fr¨¢gil. Se ele nunca tivesse testemunhado isso, ent?o eu tinha certeza que ele nem estaria me reconhecendo na esc. Eu estava fazendo o meu melhor para respeitar seus desejos, mesmo que ele fosse educado demais para dizer isso abertamente. Al¨¦m de Myra e Cai, tamb¨¦m notei que muitos na esc estavame?ando a me tratar de forma diferente; at¨¦ mesmo alguns professores. Eu ouvia sussurros de vez em quando enquanto eles tentavam me olhar discretamente, suas express?es variando de preocupa??o a irrita??o. Pvras como ¡°Saintess¡±, ¡°Goddess¡± e at¨¦ mesmo o nome de Aleric eram jogadas frequ¨ºncia. Como resultado, descobri que ningu¨¦m jamais se atreveu a se aproximar de mim, pois eles me temiam demais por causa da minha nova marca.bem . Por exemplo, eu decidi esperar na f paraprar algo no refeit¨®rio um dia e havia facilmente um raio de dois metros de espa?o vazio ao meu redoro se eu estivesse em uma bolha . Eu tive que me lembrar que eles ainda eram crian?as e suas opini?es realmente n?o importavam. E embora os professores tivessem pelo menos mais tato, eu ainda podia sentir sua inquieta??o. Meu no de treinamento tamb¨¦me?ou quase imediatamente depois que voltei ao meu hor¨¢rio normal. Eu disse aos meus pais que ia estudar na biblioteca depois da escom agora, mas em vez disso eu estava usando o tempo para me esgueirar em um dos gin¨¢sios da velha esc que raramente eram mais usados. Eu principalmente batia e chutava um saco de pancadas, fazia flex?es e ocasionalmente levantava pesos, mas eu realmente n?o sabia o que estava fazendo. E assim, em pouco tempo, tentei me empurrar al¨¦m dos meus limites f¨ªsicos. Presumi que, se eu tivesse que trabalhar mais para me mover, meus m¨²sculos cresceriam rapidamente parapensar. No final, os resultados foram leves, mas eu podia sentir que me cansava facilmente. Tendo que me esfor?ar para treinar a tarde toda e terminar o trabalho escr at¨¦ tarde da noite, eu definitivamente podiae?ar a sentir o imposto que estava cobrando do meu corpo. Outras duas semanas se passaram desde que comecei meu treinamento extremo e a esc havia acabado de terminar o dia. Eu estava animado porque hoje eu ia tentar adicionar mais peso ao meu levantamento de peso. Por normal, A academia era pequena, o que era parte do motivo pelo qual ningu¨¦m mais a usava. Tamb¨¦m n?o havia basicamente nenhum equipamento, ent?o muitos optaram por usar uma das inst??es mais novas no terreno da esc. Isso me serviu perfeitamente, pois preferia n?o ter uma audi¨ºncia. Eu definitivamente podia vero a pequena ¨¢rea tinha visto dias melhores, por¨¦m, v¨¢rias rachaduras revestindo as paredes e poeira acumndo na maioria das ¨¢reas. Quando cheguei ¨¤ academia, pude sentir que minha cabe?a j¨¢ estava especialmente tonta, mas sabia que os resultados n?o eram baratos. Coloquei minhas luvas de boxe eecei a socar o saco todas as minhas for?as para me aquecer. No entanto , depois de apenas cinco minutos de treinamento, eu estavae?ando a me sentir fraco, minha vis?o ficando obscurecida por pontos pretos. Mas eu empurrei atrav¨¦s dele, for?ando-me a continuar. Toda vez que eu sentia que ia parar, eu apenas imaginava Aleric e todas as vezes que ele me machucou, toda a dor que eu suportei, e uma pequena explos?o de energia me empurraria para continuar. N?velDrama.Org owns this. Mas ent?o, de repente, minha m?o errou o saco de pancadas¡­ e eu podia me sentir caindo para frente. Foi s¨® no ¨²ltimo momento que consegui jogar minhas m?os para fora, agarrando a bolsa para evitar que meu corpo batesse no ch?o. Eu estava a apenas alguns segundos de me machucar. ¡°Que diabos est¨¢ fazendo?!¡± uma voz ent?o gritou da entrada. Tentei olhar para cima, mas minha vis?o estava t?o emba?ada que era dif¨ªcil distinguir. ¡°¡­Cai?¡± Eu perguntei cansado. ¡°Sua garota est¨²pida¡±, disse ele, correndo para o meudo para suportar meu peso antes que eu ca¨ªsse. ¡°Voc¨º ¨¦ vai se matar se continuar assim.¡± Ele me ajudou a caminhar at¨¦ uma cadeira pr¨®xima e me sentou, agachando na minha frente. ¡°¡­Por qu¨º voc¨º est¨¢ aqui?¡± Eu perguntei. ¡°Segui voc¨º. N?o ¨¦ sempre que eu cruzo voc¨º, mas eu vi voc¨º andando para uma de suas as hoje. Voc¨º parece doente, Aria. Eu parecia doente¡­? Mas eu estava treinando tanto que estava ficando mais forte. Eu n?o deveria estar parecendo mais saud¨¢vel? ¡°Voc¨º n?o pode simplesmente me ignorar por mais de um m¨ºs e esperar que eu n?o perceba voc¨º se destruindo lentamente. Voc¨º perdeu tanto peso e ficou t?o p¨¢lida. Honestamente, eu nem estou surpreso que voc¨º n?o me viu hoje, voc¨º parecia prestes a desmaiar no corredor. Parece que foi uma boa ideia te seguir. Voc¨º precisa parar isso.¡± ¡°N?o¡­ estou treinando. Estou ficando mais forte,¡± argumentei debilmente. ¡°Por se esfor?ar tanto? Voc¨º vai machucar seu corpo a ponto de causar danos permanentes se continuar assim.¡± Olhei para ele e vi que sua express?o estava furiosa. Ele estava raiva de mim por fazer algo que ele achava que era prejudicial para mim. Apenas mais uma coisa para adicionar ¨¤ simpatia de ¡®sentir-se mal por mim¡¯, Mas se Cai estava dizendo que o que eu estava fazendo era errado, ent?o isso n?o significava que tinha que ser verdade? Os herdeiros alfa eram treinados desde o momento em que podiam andar. Voc¨º n?o seria capaz de encontrar ningu¨¦m que soubesse o que est¨¢ fazendo mais do que um Alfa. Ent?o, eu realmente estava me machucando tanto assim? Ele me entregou uma garrafa de ¨¢gua e eu bebi d, permitindo-me descansar e limpar minha vis?o. ¡°Eu s¨®¡­ eu n?o sei o que estou fazendo¡­¡± eu admiti derrota, incapaz de olh¨¢-lo nos olhos. ¡°Eu n?o podia pedir ao meu pai e n?o havia mais ningu¨¦m para ir.¡± ¡°Ningu¨¦m mais?¡± ele perguntou, soando um pouco ofendido. ¡°Se voc¨º n?o estivesse t?o ocupada me evitando, voc¨º poderia ter me pedido para ajudar, sua garota boba.¡± ¡­Perguntou Cai? O pensamento nem passou p minha cabe?a. Algu¨¦mo ele estaria muito ocupado para perder tempo me treinando. ¡°Aria,¡± ele disse severamente para que eu olhasse para ele. ¡°Por que voc¨º est¨¢ me evitando? Eu fiz algo para te chatear?¡± ¡°O que? N?o!¡± Eu disse imediatamente. ¡°N?o, voc¨º n?o fez nada. ro que n?o. ¨¦ s¨® que¡­ eu pensei que voc¨º estava apenas sendo amig¨¢vel porque voc¨º tinha pena de mim por causa de toda a coisa de Aleric. ¡°O que¡­? Por que .. . ?¡± ¡°Porque antes de tudo isso acontecer, voc¨º me disse que queria que separ¨¢ssemos nossos caminhos. Foi a conversa que tivemos logo ap¨®s a reuni?o meu Alfa. S¨® achei que voc¨º estava sendo educado demais para me dizer que n?o queria me ver. ¡°Arrghh¡±, disse ele, esfregando o rosto com a m?o. ¡°N?o me desculpe. eu estava apenas momentaneamente Ele n?o quis dizer isso? Ent?o isso significava que eu estava me preocupando nada o tempo todo. ¡°Ah¡­ tudo bem¡­¡±, eu respondi. ¡°Hum, me desculpe por evitar voc¨º.¡± Eu n?o tinha certeza do que fazer essa confiss?o dele j¨¢ que, por mais de um m¨ºs, eu estava agindo de acordo o que eu achava que ele queria. Ele sorriu gentilmente para mim e se levantou. ¡°Bem, se eu vou treinar voc¨º, ent?o acho que precisamos de um novoe?o, voc¨º n?o acha? Algo para esrecer os equ¨ªvocos anteriores ee?ar de novo.¡± Ele estendeu a m?o para eu apertar. ¡°Ol¨¢, Ariadne Chrysalis, filha do Beta da N¨¦voa Invernal, meu nome ¨¦ Caius Knight, herdeiro alfa do bando Silver Lake. Prazer em conhec¨º-lo.¡± E, instantaneamente, pude sentir meu corpo inteiro congr enquanto olhava para sua m?o estendida, incapaz de se mover. Eu n?o podia acreditar nas pvras que ele acabou de fr. N?o haviao isso ser real. Porque acontece que eu realmente sabia quem era Cai. Na verdade, eu o conhecia extremamente bem. Eu o conhecia porque na minha vida passada¡­ eu o matei. Cap铆tulo 24 Cap¨ªtulo 24 Cap¨ªtulo Vinte e Quatro ¡°Caius¡­ Cavaleiro¡­?¡± Eu podia me ouvir perguntar uma voz tensa. Eu n?o tinha ouvido esse nome em um tempo incrivelmente longo. Eu tentei tanto esquec¨º-lo. ¡°Voc¨º est¨¢ bem? De repente voc¨º parece muito p¨¢lida novamente. Voc¨º ainda est¨¢ muito fraco de antes?¡± Eu n?o podia ouvi-lo. As emo??es estavam me dominando. Culpa, vergonha, descren?a¡­ arrependimento. Caius Knight, futuro Alfa do bando Silver Lake, subiu ao poder depois que seu pai foi morto; ou, mais precisamente, uma vez que ele foi morto por Aleric. Foi sem d¨²vida um dos movimentos pol¨ªticos mais loucos que Aleric j¨¢ havia feito durante seu reinado Alpha. Tudoe?ou o pai de Caio, Tobias, que conseguiu liderar seu bando na hierarquia at¨¦ que seu poder estivesse indiscutivelmente no mesmo n¨ªvel da N¨¦voa Invernal. Como tal, foram necess¨¢rias negocia??es para alterar os termos da alian?a. Tobias veio ao nosso territ¨®rio para um encontro a inten??o de continuar a amizade entre n¨®s¡­ e voltou para casa sem a cabe?a dentro de um saco de cad¨¢veres. Ainda n?o descobri por que raz?o Aleri? decidiu agir de forma independente e sem boas raz?es para incitar uma guerra, mas uma guerra ¨¦ o que ele realmentee?ou. O ¨²nico racioc¨ªnio poss¨ªvel para suas a??es, que eu j¨¢ consegui pensar, foi que tinha sido apenas alguns meses desde que Aleric se tornou Alpha. Ele estava selvagem com seu poder rec¨¦m-descoberto e at¨¦ mesmo os Anci?es estavam lutando para domin¨¢-lo naquele momento. Ele parecia estar em p¨¦ de guerra e estava determinado a se tornar o bando mais forte do pa¨ªs, recusando-se a ouvir qualquer um que tentasse det¨º-lo. Ent?o, quando Caio inevitavelmente subiu ao poder no lugar de seu pai, tornou-se uma batalha entre dois novos Alfas sanguin¨¢rios, dos quais tinham dois dos maiores bandos sob seuando. Ambos meio enlouquecidos por suas pr¨®prias raz?es, e ambos lutando pelo que acreditavam. Ele parecia estar em p¨¦ de guerra e estava determinado a se tornar o bando mais forte do pa¨ªs, recusando-se a ouvir qualquer um que tentasse det¨º-lo. Ent?o, quando Caio inevitavelmente subiu ao poder no lugar de seu pai, tornou-se uma batalha entre dois novos Alfas sanguin¨¢rios, dos quais tinham dois dos maiores bandos sob seuando. Ambos meio enlouquecidos por suas pr¨®prias raz?es, e ambos lutando pelo que acreditavam. Ele parecia estar em p¨¦ de guerra e estava determinado a se tornar o bando mais forte do pa¨ªs, recusando-se a ouvir qualquer um que tentasse det¨º-lo. Ent?o, quando Caio inevitavelmente subiu ao poder no lugar de seu pai, tornou-se uma batalha entre dois novos Alfas sanguin¨¢rios, dos quais tinham dois dos maiores bandos sob seuando. Ambos meio enlouquecidos por suas pr¨®prias raz?es, e ambos lutando pelo que acreditavam. A batalha continuou por muitos meses sem que nenhumdo ganhasse vantagem sobre o outro. Ambos os pacotes pareciam estar empatados e o moral das pessoas estava diminuindo. Parecia que os dois iriam se matar de exaust?o antes que qualquer um sa¨ªsse vitorioso. Os Anci?es, em particr, estavam ficando mais preocupados, pois n?o conseguiam pensar em nenhuma nova ideia para vencer a guerra. Eles podiam ver ramente as falhas question¨¢veis no que Aleric estava fazendo, mas eram impotentes para det¨º-lo. ¡­ Que ¨¦ onde eu entrei. Aleric e eu est¨¢vamos oficialmente casados h¨¢ pouco mais de um ano e eu estava loucamente apaixonada por ele. Eu teria feito qualquer coisa por ele. Um dos Anci?os me chamou durante uma reuni?o de estrat¨¦gia para dar minha opini?o sobre o assunto, sentindoo se estivessem finalmente no fundo do po?o. Lembro-me deo Aleric tinha me encarado um ¨®dio intenso e ardente o tempo todo que eu estava naqu s. Eu tinha pensado que era s¨® porque ele n?o achava que eu era boa o suficiente. ¡­E ent?o, eu disse a eles. Eu dei a eles um passo a passo detalhado sobre exatamenteo eles poderiam ganhar a guerra o m¨ªnimo de baixas. Foi nesse dia queecei minha jornada para me tornar o melhor estrategista do pa¨ªs. E foi o dia em que vendi minha alma apenas na esperan?a de que Alerice?asse a me amar. Ele me deu um ¨²nico aceno de reconhecimento uma vez que a guerra foi vencida e o bando de Silver Lake n?o existia mais; incluindo a morte de seu Alfa, Caius Knight. Foi a primeira vez que Aleric me reconheceu publicamente, mesmo sendo um gesto t?o simples e insignificante. Eu n?o me importei. A partir de ent?o, n¨®s dois vencemos todas as batalhas que encontramos. N¨®s dois est¨¢vamos no topo das vit¨®rias que conquistamos; Aleric pelo poder que ganhamos, eu pelos pequenos reconhecimentos que ele me concederia. Eu ficava dizendo a mim mesma que, se ganh¨¢ssemos a pr¨®xima batalha, talvez, apenas talvez, ele sorrisse para mim p primeira vez, ou talvez at¨¦ tocasse meu ombro afetuosamente se eu tivesse sorte. No entanto, a pr¨®xima batalha viria e iria, e eu repetiria as pvras em minha cabe?ao se fossem um mantra em minha mente para justificar por que eu deveria continuar. Tr¨ºs anos depois, quando finalmente n?o havia mais oposi??o que se apresentasseo uma amea?a, ficamos em cima dos corpos de todos que conquistamos. Est¨¢vamos invictos nossos talentosbinados; Aleric por sua for?a ipar¨¢vel, e eu por minhas estrat¨¦gias ipar¨¢veis. Eu me virei para ele para o meu pequeno gesto normal de reconhecimento¡­ s¨® que nunca veio. Ele pegou Thea em seus bra?os epartilhou a vit¨®ria . Tudo desmoronou rapidamente depois disso. Percebi que estive preso o tempo todo quando n?o havia nenhuma esperan?a real de estarmos juntos. Eu era jovem e ing¨ºnuo. Brilhante quando se tratava de nos e guerra, mas terr¨ªvel quando se tratava de meu julgamento de Aleric. O peso do que eu tinha acabado de fazer me atingiu muito rapidamente depois disso. Demorou um ano para que os nomes das pessoas que eu matei parassem de me assombrar todos os dias. Na realidade, os nomes eram apenas uma fra??o do verdadeiro n¨²mero de vidas que morreram por minha causa, eu nunca tive a chance de aprender os nomes dos inocentes sem ssifica??o que foram pegos no fogo cruzado. E fosse uma ben??o ou uma maldi??o, nunca vi os rostos daqueles nomes que vinham at¨¦ mim tarde da noite. Eu sempre trabalhei nos limites da casa de carga, nunca tendo que me aventurar no campo de batalha. Nunca tendo que ver o dano real que eu era capaz de causar. Era uma mem¨®ria que eu nunca quis reviver, enterrada sob anos tentando suprimir os pecados que cometi por ignorancia. Caio fora o primeiro de uma longa jornada de erros horr¨ªveis. Um nome que h¨¢ muito eu tinha escondido. E por algum destino confuso, ele agora foi trazido para mim na forma de um aliado, de algu¨¦m que me mostroupaix?o. Como ele poderia ser t?o gentil algu¨¦mo eu? Se isso n?o era uma interven??o divina para me punir por minha f¨¦ cega anterior, ent?o eu n?o sabia maiso chamar isso. ¡°¨¢ria?¡± ele me chamou, preocupado. N?velDrama.Org owns this. Isso me trouxe de volta ¨¤ realidade quando olhei para ele. No entanto, assim que encontrei seu puro e dourado sim, tive que desviar o olhar. Eu n?o poderia suportar enfrent¨¢-lo pelo que eu tinha feito. Ele s¨® retaliou devido a uma injusti?a que foi iniciada por Aleric¡­ e uma que eu terminei sua morte. ¡°Eu sinto muito¡­¡± eu sussurrei. ¡°O que¡­? ¡®Desculpe? Pelo que?¡± ele perguntou confuso. ¡°Por n?o se sentir bem? Voc¨º n?o precisa se desculpar por isso.¡± Ele se aproximou e estava prestes a tocar meu ombro, mas eu recuei. ¡°¨¢ria? Faleigo. Voc¨º est¨¢ prestes a desmaiar ou algo assim?¡± ¡°N?o¡­ eu s¨®¡­ eu-eu n?o posso.¡± ¡°¨¦ isso¡±, disse ele e se moveu em minha dire??o. ¡°Vou te levar para o hospital agora.¡± ¡°N?o! N?o me toque.¡± Eu movi meu corpo, mas eu era muito lento. Ele me agarrou e tentou me levantar. E foi quando aconteceu. Assimo aconteceu Myra, minha vis?o de repente turvou e fui transportado para longe. Eu n?o estava mais na academia¡­ mas em algum lugarpletamente novo . Olhei em volta para a n¨ªcie vazia ¨¤ minha frente e tentei chegar a um acordo o que tinha acabado de acontecer. ¨¤ distancia, eu podia ver uma linha de ¨¢rvores de uma floresta que cercava o espa?o aberto, fazendo que quase parecesse uma arena. No entanto , ao contr¨¢rio da ¨²ltima vez, descobri que era capaz de me mover. E assim,ecei a andar por a¨ª. Antes que eu pudesse ir muito longe, por¨¦m, um rosnado alto de repente rasgou o ar atr¨¢s de mim e eu me virei imediatamente para a fonte. Ali, a v¨¢rios metros de mim, pude ver que um grande lobo preto estava curvado sobre uma figura deitada no ch?o. Uma sensa??o fria de pavor rapidamente atingiu meu cora??o quando percebi o que poderia estar vendo. Aproximei-me lentamente, tendo que me for?ar a continuar andando. Porque eu precisava ver, para confirmar que era o que eu pensava que era, mas cada parte de mim queria voltar a cada passo que eu dava, eu podia sentir minhas pernas ficando mais dormentes. O lobo preto ent?o se virou ee?ou a se afastar em minha dire??o, seu focinho coberto por um l¨ªquido espesso que eu instintivamente sabia que era sangue. Mas eu fiz o meu melhor para n?o inspecionar muito de perto ssed caminhos, grato que ele nunca virou na minha dire??o enquanto eu passava. Reconheci a mesma sensa??o de ser invis¨ªvel para as pessoas dentro da vis?o, assimo da ¨²ltima vez. Eu sabia que era um espectador, n?o um participante. Eu n?o deveria estar vendo isso, eu n?o deveria estar aqui quando isso aconteceu. E, no entanto, eu estava sendo for?ado a v¨º-lo de qualquer maneira. Eu estava sendo feito para testemunhar o resultado do meu trabalho. ¡®Por favor, n?o me fa?a assistir isso. Por favor¡­, ¡®Eu choraminguei dentro da minha cabe?a. ¡ª J¨¢ estou arrependido do que fiz. Com l¨¢grimas nos olhos, olhei para o corpo de Cai, suas m?os debilmente tentando aplicar press?o em uma ferida em seu pesco?o. N?o havia esperan?a embora. Eu n?o precisava ser m¨¦dico para ver que a les?o que ele tinha seria fatal. Ajoelhei-me aodo dele, observando enquanto ele cuspia sangue na tentativa de respirar, eecei a acariciar suavemente seu cabelo. Eu sabia que isso n?o era real, mas descobri que o movimento ajudou minha tristeza de alguma forma. Ele parecia mais velho, mais maduro. Ele tinha as mesmas ¨ªris coloridas incrivelmente estranhas, mas seu cabelo estava mais curto e agora mais desgrenhado. Sob seus olhos , pude ver c¨ªrculos escuros que pareciam ter sido constru¨ªdos por um longo per¨ªodo de tempo. Eu tinha certeza de que foi causado p imensa press?o que ele sofreu durante os muitos meses de guerra. Isto ¨¦ o que eu tinha feito ele. Este era o seu destino. Morrer sozinho em um campo, lutando para respirar, enquanto o mundo continuava sem ele. Um rosto que eu nunca conheci, mas que agora nunca seria capaz de esquecer. ¡°Eu sinto muito¡±, eu chorei, minhas l¨¢grimas caindo sobre ele. ¡°Eu sinto muito . . ..¡± Ele tossiu mais uma vez e eu podia sentir que ele estava ficando mais fraco. Ele n?o tinha muito tempo . Agarrei uma de suas m?os nas minhas e a trouxe at¨¦ o meu rosto, solu?ando. ¡°Eu n?o sabia, n?o entendi. Mas estou aqui agora. Eu sinto muito.¡± De repente, senti sua m?o se mover para fora da minha enquanto ele segurava minha bochecha, meus olhos instantaneamente estndo em seu rosto em resposta. Mas, para meu choque total¡­ ¡­eu o encontrei olhando diretamente para mim. Cap铆tulo 25 Cap¨ªtulo 25 Cap¨ªtulo Vinte e Cinco Seus olhos brilhantes olhavam diretamente para mim e eu tive que lutar contra a vontade de olhar para tr¨¢s para ver se algu¨¦m estava ali. Mas n?o, eu podia sentir o toque de sua m?o contra minha bochecha, at¨¦ mesmo o calor que emanava de sua pele. Isso era real, ele podia me ver. ¡°Aria¡­¡± ele disse fracamente. ¡°Estou aqui¡±, eu respondi. Eu n?o tinha certeza deo reagir. Eu ainda estava nervoso toda a situa??o. Tudo que eu podia fazer era olhar para ele confuso e incerto. Isso fazia parte da vis?o ou algo mudou? ¡°¡­ Aria,¡± ele chamou novamente. ¡°Cai? Voc¨º consegue me ver?¡± Eu envolvi meus dedos ao redor da m?o que ele estava usando para tocar minha bochecha. Talvez ele estivesse fraco demais para me ver. ¡°.¨¢ria.¡± Eu fiz uma careta para ele. Estavae?ando a parecer mais do que simplesmente ser incapaz de me ver enquanto ele persistia em tentar chamar por mim. ¡°Voc¨º n?o pode me ouvir? Eu estou bem aqui.¡± Seus olhos continuaram a perfurar os meus intensamente antes, finalmente, erao se ele me visse. Eu assistio sua express?o mudou para uma preocupa??o. Como ele poderia estar preocupadoigo? Era ele que estava morrendo. ¡°Aria¡­ acorde.¡± ¡°O que¡­.?¡± Acordar? De repente minha vis?o evaporou, e eu estava olhando para Cai, seu rosto preocupado perto do meu enquanto ele estava curvado sobre meu corpo. Erao na minha vis?o, eu podia sentir a m?o dele na minha bochecha enquanto algumas l¨¢grimas escapavam dos meus olhos . Ele realmente n?o me viu como se estivesse morrendo ent?o? Foi apenas uma malha das duas realidades enquanto s faziam a transi??o? J¨¢ tinha sido uma prova??o assustadora ter que confront¨¢-lo assim sem a quebra da quarta parede. ¡°¨¢ria?¡± ele perguntou, vendo que eu estava ficando mais alerta. Foi demais. Tudo isso. Meu corpo j¨¢ fraco, a not¨ªcia de um fantasma voltando para me assombrar¡­ e depois ter que testemunhar por mim mesmo. Eu n?o podia mais fazer isso. Estendi a m?o e passei meus bra?os ao redor de seu torso, puxando-o para mim. Ele teve que agir rapidamente para usar os bra?os para se apoiar para n?o me esmagarpletamente durante o abra?o repentino. Eu n?o me importei. Ele n?o poderia ter quebrado todos os ossos do meu corpo e ainda n?o teria sido suficiente. Eu chorei em seu peito, incapaz de processar tudo o que tinha acabado de acontecer. Este presente foi tornando-se maiso uma maldi??o a cada dia. Era realmente necess¨¢rio mostrar tudo isso ? Caius Knight morreria aos vinte e um anos sem Luna,panheira ou filho. Eu j¨¢ sabia que esse era o destino dele se nada mudasse, eu n?o precisava ser lembrado. Isso n?o erao Myra, onde ser capaz de ver isso acontecer em uma vis?o tinha um benef¨ªcio real. Isso parecia maiso se eu estivesse sendo repreendido. Quando finalmente me acalmei, soltei meu aperto sobre ele, permitindo que n¨®s dois nos sent¨¢ssemos. Meus olhos estavam dolorosamente doloridos e inchados, meu corpo ainda do¨ªa do treinamento. ¡°Desculpe¡­¡±, eu murmurei. ¡°Sim, voc¨º j¨¢ deve ter mencionado isso uma ou duas vezes¡­ ou dez vezes¡±, ele brincou. Eu n?o poderia retribuir o meio sorriso brincalh?o que ele me deu. ¡°Aria, voc¨º precisa me dizer o que diabos eu acabei de ver porque estou muito confusa.¡± Ele se sentou com as costas contra a parede e bebeu da minha garrafa de ¨¢gua. Eu podia ver uma pequena carranca em seu rosto enquanto ele tentava processar a situa??o. ¡°Isso ¨¦o uma condi??o m¨¦dica que voc¨º tem ? Era se voc¨º estivesse dormindo¡­ exceto que seus olhos estavam abertos o tempo todo. Eu bncei minha cabe?a. ¡°Estou bem agora, realmente. Desculpe por preocup¨¢-lo.¡± Eu fiz o meu melhor para dar a ele o melhor sorriso tranquilizador que eu poderia conseguir. ¡°¨¢ria! Chega,¡± ele disse de repente em voz alta, um tom de aborrecimento em suas pvras. ¡°Voc¨º ramente n?o est¨¢ bem. Pare de me alimentar essa mesma linha de merda. Voc¨º n?o estava bem Aleric e voc¨º n?o est¨¢ bem o inferno que foi. Se voc¨º n?o me contar, ent?o eu vou lev¨¢-lo para sua m?e agora mesmo e dizer a exatamente o que eu vi.¡± Meu rosto empalideceu. Se ele me levasse para minha m?e, me trancaria no hospital por alguns dias para realizar testes extensivos. E eu podia ver que tinha chateado Cai, meu peito apertando a culpa de v¨º-lo assim. Ele estava preocupado e queria saber o que estava errado. Eu lhe devia pelo menos algum tipo de explica??o. Eu respirei fundo. ¡°¨¦ a marca da Deusa,¡± eu disse lentamente. ¡°Isso me mostra¡­ pesadelos ¨¤s vezes.¡± ¡°Pesadelos¡­? Como o qu¨º?¡± ¡°E¡­ entendo¡­¡±, minha voz sumiu. Um sh do rosto moribundo de Cai veio ¨¤ mente e eu estremeci. Eu n?o podia dizer a ele. Se eu dissesse a eles, precisaria explicar meu renascimento e era algo que eu n?o estava pronto para fr ningu¨¦m. Mas mesmo que eu contasse a ele sobre minha vida passada,o eu poderiae?ar a explicar o que eu tinha visto? ¡ª Ah, a prop¨®sito, Cai, eu vi sua morte. Me desculpe por isso. Foi meu mal? Eu soariapletamente insana ou, se ele de alguma forma acreditasse em mim, ele provavelmente n?o iria querer mais estar perto de mim. ¡°¡­Eu n?o estou pronto para fr sobre isso,¡± eu disse finalmente. ¡°Eu realmente sinto muito. Espero que isso seja explica??o suficiente por enquanto.¡± Ele parecia inquieto e eu poderia dizer que ele queria me fazer mais perguntas. ¡°Apenas¡­ acredite em mim quando eu te digo¡­ eu sinto que essa marca da Deusa est¨¢ se tornando mais potente do que vale a pena.¡± S¨® tinha tornado as coisas mais dif¨ªceis. Eu estava vivendo vis?es de assassinatos gr¨¢ficos e agora estava tendo que lutar mais pelo meu direito de ser deixado em paz. Sem mencionar que, se de alguma forma eu n?o fosse assassinado por algu¨¦m antes de atingir a maioridade, ent?o isso precisaria ser ssificadoo um mgre. Essa marca me impediu de jamais poder fugir ou mesmo viver uma vida tranqu. Cai estava relutante, mas ele finalmente concordou em deixar por enquanto, tendo percebido que eu n?o estava doente, pelo menos. Depois que terminamos de conversar, Cai me ajudou a voltar para casa ebinamos um novo cronograma de treinamento. Ele havia me banido de qualquer exerc¨ªcio f¨ªsico por pelo menos uma semana para permitir que meu corpo recuperasse alguns dos danos que eu j¨¢ havia causado, e ele at¨¦ me deu um novo no de dieta rigoroso. Dei-o ¨¤ cozinheira da minha casa e disse-lhes que o mantivessem em segredo dos meus pais em troca de um aumento srial. Finalmente, alguns dias depois da minha semana obrigat¨®ria de descanso na cama, eu estava no andar de cima do meu quarto quando uma pequena batida veio da porta. ¡°Entre!¡± Eu chamei. A porta se abriu lentamente e uma Lucy de apar¨ºncia inquieta entrou. Eu estava confuso sobre o que precisava noe?o antes de finalmente perceber a data. Eu n?o podia acreditar que quase tinha esquecido. ¡°Desculpe a interrup??o, senhorita. Eu terminei de organizar a maioria das coisas que voc¨º pediu¡±, disse e me entregou uma pasta de papel manilha. Abri e dei uma olhada. Dentro continha uma s¨¦rie de informa??es, desde um pseud?nimo falso, detalhes de contas banc¨¢rias, estimativas financeiras, at¨¦ mesmo os detalhes de um investigador particr. O PI parecia qualificado e veio por renda??o de um bando vizinho que os havia usado em v¨¢rios casos grandes uma enorme taxa de sucesso. Sorri para Lucy e fiquei realmente muito satisfeito todo o trabalho que fez. apenas devolveu meu sorriso um olhar de preocupa??o. ¡°O investigador est¨¢ esperando metade do pagamento adiantado¡­¡±, disse nervosamente, sem saber se essa not¨ªcia iria me chatear. ¡°Isso ¨¦ bom!¡± Eu disse alegremente e pude v¨º rxar um pouco. ¡ª Na verdade, tenho um recado para voc¨º fazer, para que ele possa esperar o pagamento nas pr¨®ximas duas semanas , mais ou menos. Virei-me para odo eecei a vasculhar alguns documentos na minha gaveta at¨¦ encontrar um envelope que havia preparado cuidadosamente antes. Entreguei para Lucy. ¡°Voc¨º precisar¨¢ usar um terceiro em quem possa confiar para esta tarefa. Al¨¦m disso, certifique-se de que eles n?o tenham nenhum v¨ªnculo a N¨¦voa Invernal que possa ser rastreada at¨¦ voc¨º ou eu.¡± ¡° Miss ? ¡± perguntou, ficando tensa novamente. Ignorei sua ang¨²stia e continuei os detalhes. ¡°Esta carta precisa ser entregue diretamente ao Alpha Raymond Sullivan do pacote Hidden Moon. ¨¦ apenas para os olhos dele. Por favor, certifique-se de que seja enviado urg¨ºncia, pois esta ¨¦ uma tarefa crucial.¡± ¡°Que ¨¦ aquele? Nunca ouvi fr deles.¡± ¡°Eles s?o um grande bando no extremo leste, ent?o eu n?o esperaria que voc¨º os conhecesse¡±, expliquei. Eles s?o realmente muito ricos.¡± franziu a testa. ¡°Ent?o, voc¨º est¨¢ pensando em pedir dinheiro a eles, senhorita?¡± Eu ri. ¡°N?o seja rid¨ªculo. Como se eles apenas entregassem dinheiro de gra?a.¡± ¡°¡­ Ent?o o que¡­.¡± Suas pvras pararam em pensamento. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Sorri brilhantemente para , o que s¨® pareceu preocup¨¢ mais. ¡°Vou chantage¨¢-los, ¨¦ ro.¡± Cap铆tulo 26 Cap¨ªtulo 26 Cap¨ªtulo Vinte e Seis ¡°M-senhora, por favor, n?o me fa?a fazer algo ilegal,¡± Lucy gaguejou, dando um passo para tr¨¢s. Eu levantei minhas m?os para acalm¨¢. ¡°Rxar! Rxe, caramba,¡± eu disse e passei a m?o pelo meu cabelo, suspirando em seu drama. ¡°Estou fazendo um favor a eles realmente.¡± Text ? by N0ve/lDrama.Org. ainda parecia incrivelmente desconfort¨¢vel. ¡°Voc¨º confia em mim, Lucy?¡± Eu perguntei. ficou em sil¨ºncio, hesitando sobreo responder de volta. Provavelmente tentando descobriro n?o me ofender. ¡°Ok, ok, n?o responda isso,¡± eu ri. ¡°Voc¨º quer ser pago enquanto salva a vida de uma jovem?¡± levou alguns segundos para considerar antes de assentir. ¡°Ver? N?o ¨¦ t?o ruim. Prometo que nada vai dar errado. Apenas certifique-se de que isso chegue a Alpha Raymond o mais r¨¢pido poss¨ªvel.¡± tr¨ºm pegou a carta das minhas m?os. ¡°S¨® n?o pense nissoo chantagem¡­¡±, eu disse, tentando tranquiliz¨¢. ¡°Basta olhar para isso mais um S¡­. explorar uma situa??o para o benef¨ªcio de ambas as partes¡­ e ent?o talvez alguma chantagem mais tarde. E realmente era a verdade. Tudo o que eu disse a Lucy estava correto, mas tentei n?o dizer muito a para proteg¨º de se tornar respons¨¢vel caso algo desse errado. Alpha Raymond era de fato o l¨ªder de um bando incrivelmente rico ao leste. No entanto, ele n?o tinha muitos neg¨®cios do nossodo do pa¨ªs, ent?o muitos n?o sabiam sobre ele aqui. Mas eu sabia sobre ele. Na verdade, na minha vida passada, eu tive r??es Raymond pessoalmente. Ele era um velho incrivelmente miser¨¢vel que nem sequer lutou quando chegou a hora de ele jurar lealdade ¨¤ N¨¦voa Invernal. Erao se ele n?o tivesse mais luta nele enquanto ele oferecia o pagamento do imposto sem qualquer problema. Achei um pouco enervanteo toda a aquisi??o tinha sido t?o f¨¢cil e ent?o enviei alguns dos espi?es da N¨¦voa Invernal para entrar em seu bando. Minha esperan?a era descobrir se tudo n?o passava de uma armadilha borada. Fiquei surpreso quando eles voltaram para me dizer que o velho realmente n?o se importava e estava atormentado por um evento tr¨¢gico que acontecera v¨¢rios anos antes. Um evento em que sua ¨²nica filha foi sequestrada e acabou sendo morta. Foi-me dito que eles n?o encontraram o corpo at¨¦ um ano depois, quando algu¨¦m descobriu a velha casa abandonada em que a haviam escondido. Os espi?es tamb¨¦m inclu¨ªram um rt¨®rio de condi??o gr¨¢fica, mas decidi deixar para l¨¢, n?o querendo ouvir o detalhes exatos do que havia acontecido a pobre garota. A parte mais tr¨¢gica da coisa toda era que tinha sido uma situa??o de resgate¡­ mas a carta de demanda nunca chegou ao seu destino para Raymond. Eu podia imaginar a garota amarrada e sozinha, esperando seu paipletar a rpensa e salv¨¢, apenas para acabar sendo morta. Seus momentos finais foram de se perguntar se seu pai valorizava mais sua riqueza do que ? Evidentemente, os sequestradores acreditavam que era esse o caso, pois cortaram todas as pontas soltas muito rapidamente e fugiram. Mas as coisas n?o precisavam ser assim desta vez. Minha carta pedia o dobro do pre?o original do resgate em troca n?o apenas de sua filha, mas tamb¨¦m de sua localiza??o exata onde eles poderiam pegar os culpados respons¨¢veis. Isso lhes daria a vantagem de pegar os sequestradorespletamente de surpresa. E ro, n?o foi a coisa mais altru¨ªsta que eu j¨¢ fiz¡­ mas de longe tamb¨¦m n?o foi a pior coisa. Tendo recebido as demonstra??es financeiras de Raymond na minha vida anterior, E se ele n?o acreditasse em mim ou n?o quisesse pagar¡­ bem, eu sabia alguns de seus segredos sujos, incluindo alguns dos meios menos legais deo ele estava juntando dinheiro. Eu esperava manter isso apenaso um caso de explora??o, mas eu realmente o chantagearia de verdade, se necess¨¢rio. Os pr¨®ximos dois meses passaram incrivelmente r¨¢pido depois disso. Meu estratagema m¨¢rio Alpha Raymond Sullivan resultou em um enorme sucesso. Na verdade, levou apenas duas semanas desde o momento em que enviei a carta. Como um b?nus adicional, tamb¨¦m descobri por Lucy que sua filha havia sido resgatada seguran?a e estava completamente ilesa. Esperan?osamente, o velho n?o seria t?o miser¨¢vel agora no futuro, e agora eu tinha um p¨¦-de-meia muito consider¨¢vel para meus futuros empreendimentos. Lucy tamb¨¦m se encontrou o investigador particr em meu nome. Dei a uma carta que inclu¨ªa todos os detalhes que eu sabia sobre Thea Woods, que, admito, n?o eram nada demais. Parecia um pouco estranho n?o saber nada sobre , mas eu atribu¨ªa isso a avidamente tentar evit¨¢ o tempo todo no passado. Eu sabia pelo menos que n?o era origin¨¢ria da N¨¦voa de Inverno, j¨¢ que isso implicaria que fosse matricda na minha esc, o que n?o era. Foi-me garantido que, se estivesse l¨¢ fora, o investigador poderia encontr¨¢ No entanto, v¨¢rios meses se passaram e, durante esse per¨ªodo, eu ainda n?o ouvi uma atualiza??o encorajadora sequer uma vez. Mas, apesar de seus fracassos, permaneci esperan?oso de que ele a encontraria. Ele teve que. Quanto a Cai , hav¨ªamose?ado bem e verdadeiramente a treinar e o progresso j¨¢ era ¨®bvio, mesmo no curto per¨ªodo de tempo em que trabalhamos juntos. Eu rapidamente vio os erros que cometi durante minha tentativa solo eram muito est¨²pidos empara??o. E Cai acabou sendo um ¨®timo professor. Durante nossa pr¨¢tica debate individual, ele teve o cuidado de me ensinar a tica correta, evitando meus golpes habilidade. Embora de vez em quando eu conseguisse acertar um golpe e imediatamente me tornasse incrivelmente vaidoso, muito feliz pelo fato de ter conseguido causar algum dano. Em retrospectiva, sempre foi uma vit¨®ria de curta dura??o, pois era constantemente seguida de ser jogado de bunda novamente antes mesmo de cinco segundos se passarem. Mas meu progresso no treinamento foi definitivamente evidente. Eu parecia mais saud¨¢vel, mais forte e muito mais ¨¢gil em meus p¨¦s do que antes. Na verdade, essa foi a ¨²nica vantagem que consegui manter sobre Cai; ele era muito mais forte uma habilidade incr¨ªvel, mas minha velocidade e agilidade eram muito melhores. T¨ªnhamos estabelecido um cronograma ro onde eu treinaria ele segunda, quarta e sexta-feira, e ent?o na ter?a e quinta-feira eu deveria trabalhar sozinho para construir m¨²sculos e me recuperar de quaisquer les?es que eu tivesse sofrido p ¨²ltima vez. Funcionou extremamente bem¡­ mesmo que Cai aparecesse dez a quinze minutos atrasado na maioria dos dias. Atribu¨ª isso aos outros compromissos que ele tinha que exigiam sua aten??o. ro, isso me irritouo ele n?o foi pontual, mas eu tentei o meu melhor para deixar passar sabendo que ele estava me fazendo um favor no final do dia. Durante os quatro meses que se passaram, eu estava me sentindo satisfeito a formao tudo na minha vida estava seguindo¡­ As coisas finalmente estavam indo bem. Hoje, eu estava sentado na biblioteca da esc Myra durante o almo?o e ajudando sua li??o de casa. Suas perguntas eram sempre ridicmente f¨¢ceis, mas eu gostava de ver seu rosto se iluminar de excita??o assim que entendia o assunto. Eu sempre senti essa sensa??o estranha de calor sempre que eu olhava para . Talvez porque eu salvei a vida d? Isso equivale a menos um nome que eu precisaria expiar por matar na minha vida passada? ¡°Hum¡­ Aria?¡± Myra perguntou hesitante. Eu estava perdido em meus pensamentos enquantoia minha ma?? que eu nem tinha percebido que tinha parado para olhar para mim. ¡°E a¨ª? Voc¨º est¨¢ preso?¡± Olhei para sua li??o de casa, mas vi que j¨¢ havia terminado a pergunta. ¡°N?o! N?o¡­ eu s¨® estava pensando¡­ se talvez voc¨º gostaria de sair no fim de semana? ¡­ Comigo?¡± Passar tempo junto? Tipo¡­ ir a uma loja de roupas ou algo assim? Com outra pessoa? Parecia um conceito t?o estranho para mim. Isso n?o era algo que as jovens normalmente faziam seus amigos? ¡°Passar tempo junto?¡± Eu repeti lentamente. ¡°Desculpe se parece uma ideia idiota! Voc¨º pode simplesmente esquecer que eu disse qualquer coisa. rapidamente virou a cabe?a de volta para seu livro. Eu realmente n?o tinha tempo nos fins de semana¡­ mas senti uma pontada de culpa ao v¨º t?o desapontada. De repente, Cai entrou na biblioteca antes que eu pudesse responder, uma vis?o chocante por si s¨®. Eu tinha assumido que ele passava a maior parte de seus almo?os praticando esportes os outros caras da esc. ¡°Ol¨¢, senhoras ador¨¢veis¡±, ele gentilmente nos cumprimentou, jogando uma piscad em nossa dire??o. Revirei os olhos para sua tentativa brega de charme. Ele realmente era incessante ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui, Cai ? ¡ª perguntei, levemente irritado por ele estar iodando nossa sess?o de estudo. ¡°Apenas checando minhas duas garotas favoritas¡±, ele respondeu e caminhou at¨¦ n¨®s. Eu assisti horror quando ele pegou a ma?? da minha m?o e deu uma mordida enorme n. ¡°Que diabos, Cai? Voc¨º est¨¢ realmente entediado?¡± Peguei minha ma?? de volta e olhei a mordida que ele tinha dado desgosto. ¡°Voc¨º n?o tem mais algu¨¦m para irritar?¡± N?o querendo desperdi?ar meu ¨²niconche, decidi continuarendo minha ma?? apesar de sua a??o desagrad¨¢vel. ¡°T?o crueligo, Aria,¡± ele brincou, colocando a m?o sobre o cora??o dor simda. Virei-me para Myra para ver se estava achando a porcaria dele t?o irritante quanto eu, mas em vez disso a vi olhando para minha ma?? as bochechas vermelhas. Quando percebeu que eu a peguei olhando, instantaneamente corou e virou o rosto. Se eu n?o soubesse melhor, eu diria que aquele olhar era quase t?o ruimo se tivesse acabado de nos pegar nos beijando na mesa. Eu me perguntei o que pensaria se visse o qu?o perto n¨®s chegamos durante a luta debate, vendo que estava ficando excitada por apenas uma ma?? compartilhada. ¡°Tudo bem, nos deixe em paz, voc¨º est¨¢ deixando Myra desconfort¨¢vel.¡± Eu empurrei seu ombro para tentar faz¨º-lo sair. ¡°Vejo voc¨º no treinamento esta tarde. Por favor, tente n?o se atrasar desta vez.¡± Como sempre , definitivamente acabou sendo um caso de famosas ¨²ltimas pvras. Porque naqu tarde, eu estava no gin¨¢sio esperando por ele¡­ mas ele nunca chegou. Na verdade, ele n?o chegou mesmo depois de uma hora. Eu tinha sentado na porta sem nada para fazer o tempo todo¡­ e apenas esperei. Minha vida realmente resultou em ser esquecida t?o facilmente? Frustrada, peguei minha bolsa e sa¨ª da academia, n?o querendo passar mais um minuto esperando por aquele idiota. Se ele acabasse aparecendo, eu esperava que ele se sentisse mal quando percebeu que eu j¨¢ tinha sa¨ªdo. Mas enquanto eu caminhava por alguns dos corredores, de repente pensei que podia ouvir sua voz. Ele realmente esteve aqui o tempo todo e nem me deu a cortesia de cancr? Eu estava tanta raiva que senti meu sangue de repente correr ps minhas veias. Dez ou quinze minutos atrasados eram desculp¨¢veis, mas mais de uma hora inteira? E nem mesmo me deixar saber quando ele estava apenas alguns corredores? Eu estava l¨ªvido. Eu invadi a s de a e abri a porta. ¡°Cai, seu idiota absoluto. Como voc¨º p?de fazer isso¡­¡± Mas eu nunca consegui terminar minha frase. Eu nunca consegui terminar minha frase porque fui completamente pega de surpresa p Cai seminua que ramente estava se divertindo uma das alunas do ¨²ltimo ano. Cap铆tulo 27 Cap¨ªtulo 27 Chapter Twenty-Seven ¡°Aria!?¡± He had understandably been surprised to see me, so had the girl under him who was also missing her shirt She wasying down on a school desk, legs wrapped around him, and I quickly averted my gaze before I saw anything else. ¡°What the hell are you doing here?¡± he yelled. I could hear the sound of him zipping his pants back up and tugging a shirt on. ¡°What am I doing here?¡± I repeated incredulously. ¡°You mean why am I here after you made m e wait for over an hour?!¡± I turned back around to face him having assumed it was safe to do so now. ¡°Oh shit, was that today?¡± ¡°Oh, really? You don¡¯t recall even though I literally reminded you only a few hours ago?!¡± He rubbed at the back of his neck staring at the ground. At least he looked a little guilty. But it didn¡¯t matter because I was furious. Nothing he was going to be able to say would make me calm down. It was like something inside me had been triggered and I could feel myself losing control. ¡°¡­I¡®m sorry, Aria.¡± ¡°You¡¯re sorry?! You were so preupied screwing this girl that you couldn¡®t even let me know you wanted to cancel?¡± He looked up to face me then and I felt that same familiar feeling of wanting so badly to buckle under the weight of those eyes. But not today. Today, I refused to back down as it fuelled my rage. ¡°Woah, hey,¡± the girl interjected. ¡°Let¡¯s leave me out of this, okay? I don¡®t need to be caught u p in your weird¡­ Goddess mark shit.¡± If I¡®d still had my wolf, I would have ripped her throat out right then and there. It was probably her lucky day that I was still underage. ¡°Kira,¡± Cai warned, making it clear that he didn¡®t think what she¡¯d said was appropriate. ¡°I think it¡¯s best that you leave if you truly don¡¯t want to get involved.¡± ¡°Alright, fine. Enjoy your kiddie after school ytime,¡± she said with a huff. I scrutinised her u p and down, watching as she fixed her skirt until, finally, she walked towards the door. I was d to see her hightail it out of here, but the feelingsted only a few seconds. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. ¡°Freak,¡± she whispered as she walked past me. I raised my hand so quick, seconds away from grabbing her, but suddenly Cai was there, restraining me in his grip. I conceded to just stare venomously at her until she left. ¡°Aria, calm down already.¡± ¡°Is that how you see me?¡± I asked, ignoring his request. I turned towards him, feeling a wave of angry tears bubbling to the surface. I gritted my teeth i n an attempt to stop them from falling but it didn¡®t work. ¡°See you¡¯?¡± he asked, confused. ¡°Like a child! A charity case! ¡­A freak.¡± He let go of my arm in surprise. ¡°What? No, of course not.¡± 1 ¡°But you¡¯d rather spend your time here in her skirt? Because I¡¯m not as entertaining, right? Because you think I¡®m just a kid?¡± He sighed and shuffled ufortably. ¡°¡­You¡®ll understand when you¡¯re older.¡± I burst intoughter. Was that really all he could say? I was mentally eight years older than nerve to think I didn¡®t understand exactly what he had been doing and why. I advanced on him quickly, striding towards him with an absolute conviction. With every step I took, he paced backwards in response, unsettled by my sudden approach. But I kept walking all the way until his back was up against the wall and finally trapped. And I stared up into his eyes with extreme seriousness. ¡°Do you truly believe I don¡¯t know anything, Cai?¡± He was still trying to press himself further up against the wall, but it was a futile attempt. The only thing creating distance between us now was our height difference. When he eventually came to the same conclusion that there was no point in trying to move, he finally looked down at me, his eyes searching mine as if he was looking for something. I waited for his reply as he opened and closed his mouth several times, almost as if trying to find the right words to say but nothing woulde out. Then, finally, I lost patience. I angrily sighed and turned away, heading towards the door. ¡°You want to know which of us is the child? Go take a good, hard look at yourself, Cai.¡± ¡°Aria, wait,¡± he called after me. ¡°I¡®ll make it up to you. We can do some extra lessons and I¡¯ll even teach you a special fighting technique only taught at my pack¡± I disregarded what he was saying and kept walking, choosing to reply without even turning to look at him. ¡°Don¡¯t bother, Cai. I¡®d rather not spend my time with someone who can¡¯t even take me seriously.¡± ¡°Well, then you¡®ll get your wish anyway,¡± he called out. ¡°I¡®m not going to be here for much longer.¡± I paused in my tracks and finally looked back at him. ¡°¡­What do you mean?¡± ¡°I mean my exchange is up in a week or so. I¡¯m going to be forced to head home soon.¡± Whatever feeling of calm I had managed to hold a few moments ago was abruptly thrown out the window, my fury being reignited. I wasn¡¯t sure what made me angrier; the fact he¡¯d ditched me for over an hour to get into a girl¡¯s pants, or the fact he had been nning to leave so soon and hadn¡¯t even brought it up until now. ¡°Are you actually telling me right now that you were nning to go back home in a week, and you weren¡¯t even going to tell me?!¡± ¡°No! I was going to tell you! Of course, I was.¡± ¡°When?! via a letter when you¡¯d already returned?! I thought we were friends, Cai. What the fuck is wrong with you?¡± ¡°No, don¡¯t be stupid!¡± I stormed back towards him, quickly making up the ground I¡¯d previously made between us. ¡°You want to make it up to me, Cai?¡± I asked rhetorically. ¡°Fine then.¡± I threw a punch towards his face that he dodged effortlessly, moving his head to the side to avoid the blow. ¡°Aria¡­ what are you doing?¡± He took a step back to make some distance, but I didn¡¯t let him get away. I swept my leg up at him in an attempt to hit his side, but he quickly blocked it with his arm. ¡°What do you mean? You thought this was going to be fixable by just a simple make up training session, right? Well then, hit me, Cai!¡± I shifted my weight to my other leg and tried to surprise him with a kick from my other foot. The movement was fast enough that he did almost miss it, but at thest second, he grabbed my ankle, holding me in ce. ¡°Stop this,¡± he growled. I refused to listen to him, his request only making me want to hit him more for trying to tell m e what to do. He still hadn¡¯t let go of my leg, so I took the opportunity to grab onto one of the desks behind me, using it as leverage to support my weight. Lifting myself into the air, I then kicked him square in the chest, forcing him to release my ankle and stumble several feet backwards. ¡°Hit me, Cai,¡± I said trying to goad him, covering the space I¡¯d just made again. ¡°No.¡± I went to punch him in the jaw, and, to my surprise, he didn¡¯t even try to defend himself this time. My hit landed perfectly against the side of his face and I was left staring at my hand in disbelief. ¡°What are you doing..?¡± I asked inplete shock. But he didn¡¯t answer me. Unsure about what else to do, I then tried to hit him again; a right hook straight into his stomach. He coughed and stumbled back but, still, he didn¡¯t try to defend himself. I screamed out in anger at his refusal to engage and ran up to him, hitting him again and again several more times, all of which he endured and never once raised a hand against me. ¡°I said fucking hit me, Cai!¡± ¡°No! I won¡¯t!¡± he finally yelled back. ¡°This isn¡®t the gym, this isn¡®t training. I¡¯m not going to hurt you.¡± The weight of his words slowly started to wear me down as I continued to attack him, my punches against him slowly bing weaker. ¡°¡­Please¡­ hit me¡­.¡± I could feel my tears ¡°Are you done?¡± he asked after several moments had passed. I couldn¡¯t do it anymore. I couldn¡¯t stand this feeling of being insignificant once again. Was it actually impossible to hope someone would put me first for once? That I would be someone¡¯s priority? 1 Because I realised that was the real reason as to why I was so angry. It wasn¡¯t about the girl, or about him beingte¡­ it was because I thought Cai had actually cared about me, that we were friends. But I knew there was no real reason for him to have felt that way. He was an incredibly charismatic and friendly guy to every person he met. The truth was he probably had a tonne of friends, maybe even a best friend waiting for him at home. And yet I¡®d had the audacity to assume that maybe I was equally that important to him. ¡­ That maybe I mattered. ¡°¡­Go,¡± I whispered quietly. ¡°What did you just say?¡± he asked, sounding unsure as to whether he¡¯d heard right. ¡°I said go, Cai!¡± I yelled, shooting my head up to meet his gaze. ¡°Leave already! Go back to your territory and have a great life!¡± He didn¡¯t hesitate for even a second longer. He just turned around and left straight out the door, not needing to be told a third time. Cap铆tulo 28 Cap¨ªtulo 28 Cap¨ªtulo Vinte e Oito Eu me arrependi das pvras assim que s sa¨ªram da minha boca. Minha mente continuou tentando justificar suas a??es, justificaro ele me tratou. Realmente, provavelmente foi minha culpa por pensar que est¨¢vamos mais pr¨®ximos do que ele achava que est¨¢vamos. Eu percebi tarde demais que eu tinha constru¨ªdo algum tipo de confian?a nele, mesmo sem saber. Era um sentimento t?o agridoce ter algo que eu desejava t?o perto, apenas para ser tirado sem nunca ter percebido que estava l¨¢. E a pior parte foi que o tempo todo que eu estava de volta, eu estava dizendo a mim mesma para n?o me aproximar de ningu¨¦m novamente¡­ e ainda assim aqui estava eu, chorando por uma adolescente idiota de todas as pessoas. Tinha sido auto-indulgente da minha parte, dadas as circunstancias. Eu n?o sabia por que eu sentia que merecia me sentir validada por ele. Ser¨¢ que eu achava que, se nos torn¨¢ssemos amigos, o que fiz na minha vida passada ele seria perdoado? Eu ainda carregava esse fardoigo, um que ainda pesava muito em meus ombros. Era algo que eu enterreipletamente dentro de mim, me forcei a esquecer, apenas para ser dragado de volta quando descobri quem Cai realmente era. Fiquei na s de a por pelo menos mais meia hora. Era bobagem, mas, mesmo sabendo que Cai j¨¢ teria ido embora, n?o consegui me mexer medo de v¨º-lo enquanto tentava chegar em casa. Quando finalmente consegui me levantar para sair, pude sentir que meus m¨²sculos estavam doloridos e doloridos por toda parte. Eu n?o tinha notado isso antes, mas meu corpo estava tremendo o tempo todo que eu fiquei ca¨ªdo no ch?o frio. Foi muito estresse, muita emo??o para lidar de uma s¨® vez, e meu pequeno corpo jovem lutou parapensar. Agora eu n?o queria nada mais do que ficar sozinha e poder pensar sobre tudo o que tinha acabado de acontecer, tudo o que eu tinha acabado de fazer. E assim, voltei para minha casa e entrei silenciosamente, sendo cumprimentado por um atendente na porta da frente enquanto passava. ¡°Bem-vinda aor, Saintess,¡± disse, curvando-se ligeiramente. Normalmente, eu provavelmente teria simplesmente ignorado, mas ter o novo lembrete me irritou depois de tudo que eu tinha acabado de passar. ¡°Eu n?o sou uma Santa ainda,¡± eu rebati, estreitando meus olhos para . ¡°Voc¨º est¨¢ certo¡±, disse uma voz atr¨¢s de mim. ¡°Voc¨º n?o ¨¦. E voc¨º sabe por qu¨º?¡± Eu me virei e vi minha m?e encostada na porta da s um olhar severo no rosto. Seus bra?os estavam cruzados enquanto olhava para mim. ¡°Porque voc¨º ainda n?o cumpriu a convoca??o dos Anci?os para que voc¨º tenha sua confirma??o completa,¡± continuou, sem esperar que eu respondesse. ¡°Eles enviaram mais uma carta hoje¡­ -espera, voc¨º tem chorado?¡± ¡°N?o¡±, eu respondi categoricamente, insinuando para rgar. ¡°E eu n?o quero a confirma??o. Apenas a mera possibilidade de ter a marca j¨¢ ¨¦ aterrorizante o suficiente para a maioria do bando, por que eu iria querer piorar isso ? ¡± suspirou. ¡°Por mais que eu goste de concordar que voc¨º est¨¢ mais seguro sem as formalidades oficiais, voc¨º n?o pode simplesmente ignor¨¢-los e esperar que eles parem de perguntar a voc¨º.¡± ¡°Dane-se os Anci?es,¡± eu disse levianamente e tentei continuar andando para o meu quarto. ¡°¨¢ria.¡± Sua voz era um aviso de que eu tinha ido longe demais, me parando no meu caminho. Eu queria gritar com que n?o queria lidar isso agora, mas n?o queria descontar minha frustra??o n. ¡°Tudo bem¡±, eu disse, perdendo. ¡°Voc¨º tem uma de suas cartas que eu possa olhar?¡± me entregou um envelope prateado uma ins¨ªgnia de lobo e eu o li aten??o, procurando qualquer coisa que pudesse me ajudar. ¡°N?o especifica quantos Anci?os s?o realmente necess¨¢rios para a confirma??o.¡± ¡°Bem¡­ n?o, por que seria?¡± perguntou confusa. ¡°Precisa ser todos eles ou apenas um ¨¦ ticamente necess¨¢rio para o processo de fiscaliza??o?¡± ¡°Eu precisaria verificar¡­ mas suponho que apenas um seria suficiente¡­¡±, disse lentamente . ¡°Tudo bem ent?o. Defina uma data. Mas eu tenho uma condi??o.¡± Devolvi o envelope a eecei a caminhar para o meu quarto novamente. ¡°Eu s¨® irei se for conduzido pelo Elder Luke, e apenas Elder Luke.¡± ¡°Aria, espere. Quer fr sobre o que est¨¢ acontecendo? Eu posso ver ramente que voc¨º est¨¢ chateado,¡± chamou ps escadas atr¨¢s de mim. Content rights belong to N?velDrama.Org. ¡°Eu tive um longo dia. Eu preciso descansar.¡± Eu me tranquei no meu quarto depois disso e adormeci rapidamente. Durante toda a noite fui atormentado por pesadelos a morte de Cai e os nomes daqueles que machuquei antes. A prova??o ele na esc deve ter sido predominante o suficiente em minha mente para minha consci¨ºncia culpada interna arrastar as mem¨®rias desagrad¨¢veis. Acabei acordando de manh? me sentindo mais exausto do que quando tinha ido dormir. Era um s¨¢bado e ent?o eu, infelizmente, n?o poderia ficar muito tempo na cama; Esperava-se que eu aparecesse para os estudos de Luna. As as geralmente abordavam t¨®picoso etiqueta, organiza??o de eventos, nomes de figuras importantes e muito mais. Eu estava tentando brincar nos ¨²ltimos meses, fingindo que n?o conhecia o material que estava ensinando, mas estavae?ando a parecer cansativo neste momento e o tutor provavelmente poderia dizer. Normalmente, as li??es deveriam ter sido ministradas por uma vi¨²va Luna, mas,o minha sucess?o ainda n?o foi confirmada por meio de um v¨ªnculo oficial depanheiro, recebi apenas um tutor experiente. era uma senhora mais velha chamada Helen Stewart que eu acho que originou-se originalmente de uma fam¨ªlia Beta em um territ¨®rio vizinho. Seupanheiro n?o era ningu¨¦m de importancia, tendo nascido o ca? em uma fam¨ªlia de cinco, mas tinha sido amiga ¨ªntima da Luna de seu bando antes de sua morte, da¨ª seu vasto conhecimento sobre o assunto. E ent?o, eu me encontrei sentado ¨¤ mesa da s de jantar em frente ¨¤ velha senhora, desejando estar em outro lugar. estava passando e listando todas as casas influentes das matilhas do norte em detalhes excruciantes. Eventualmente, eu n?o aguentei mais. ¡°E isso nos leva ¨¤ pr¨®xima fam¨ªlia¡±, disse . ¡°H¨¢ a fam¨ªlia Lycroft seu Alpha ¡°Davi.¡± Eu interrompi ent?o n¨®s dois dissemos o nome ao mesmo tempo. me deu um olhar dedo de caut, mas continuou de qualquer maneira. ¡°¡­ E seus tr¨ºs filhos¡ª.¡± ¡°Jeremy, Thomas e Peter.¡± parou de fr e me olhou de frente, um pouco irritada por eu ter interrompido as respostas. Suspirei, finalmente cansado demais para manter a farsa. ¡°Olha, Helen,¡± eu disse, dirigindo-me a pelo seu nome verdadeiro p primeira vez. Normalmente, eu teria que me dirigir a o ¡®Sra. Stewart¡¯. ¡°Eu sei que voc¨º ¨¦ uma mulher inteligente e ent?o eu sei que voc¨º provavelmente j¨¢ percebeu que eu tenho fingido ignorancia sobre tudo o que voc¨º tem me ensinado nos ¨²ltimos meses. Eu nem sequer estou bravo. Na verdade, admiro seupromisso de n?o contar aos meus pais para continuar sendo pago.¡± ¡°¡­ Perd?o.. . ? ¡± ¡°Ent?o, o que eu vou fazer ¨¦,¡± eu disse, pegando meu tal?o de cheques. ¡°Eu vou te dar o seu dia inteiro de pagamento agora, e ent?o quando meus pais chegarem em casa hoje ¨¤ noite, voc¨º vai dizer a eles que eu estou indo bem todos os meus estudos. Eles tamb¨¦m ir?o entregar-lhe o seu pagamento de dias inteiros e voc¨º poder¨¢ sair daqui o dobro do seu sal¨¢rio. Tudo o que voc¨º precisa fazer ¨¦ dizer a eles que estive aqui o dia todo enquanto saio. Como isso soa?¡± Seus olhos se arregramo pires, tendo ficadopletamente surpresos minha mudan?a repentina de atitude. ¡°Eles n?o v?o perceber quando dois d¨¦bitos para o meu pagamento saem da conta deles?¡± ¡°Ah, voc¨º quer dizer por causa disso?¡± Eu perguntei, apontando para o pequeno livreto. ¡°N?o se preocupe isso. Esta ¨¦ a minha conta pessoal. Meus pais n?o t¨ºm controle sobre esses fundos.¡± parecia n?o sabero responder. Era quaseo se eu pudesse ver seu c¨¦rebro girando, tentando descobrir exatamente o que estava realmente acontecendo. ¡°Eu realmente sinto que podemos chegar a um entendimento m¨²tuo que beneficiar¨¢ n¨®s dois aqui, Helen.¡± levou alguns momentos para considerar mais antes de acenar silenciosamente a cabe?a em concordancia. ¡°Brilhante. Sempre achei que voc¨º era uma mulher muito, muito inteligente, Helen. Uma das muitas coisas que admiro em voc¨º,¡± eu disse quandoecei a preencher seu cheque. ¡ª Estarei de volta antes que meus pais cheguem em casa esta noite. Levantei-me e passei por em dire??o ¨¤ porta da frente, colocando o cheque na frente d enquanto ia sem nem olhar para tr¨¢s. Mesmo depois de eu ter sa¨ªdo de casa porpleto, ainda n?o conseguia me dizer uma ¨²nica pvra. t Sa¨ª para o ar fresco que cheirava a liberdade e me perguntei o que fazer . Este seria o primeiro s¨¢bado de folga para mim de ambas as vidas que eu vivi. Ent?o¡­ o que as jovens faziam quando tinham muito tempo livre e uma abundancia de riqueza? E ent?o, de repente, tive uma ideia incr¨ªvel. Cap铆tulo 29 Cap¨ªtulo 29 Cap¨ªtulo Vinte e Nove Dentro de uma hora, eu me encontrei em uma loja de roupas na cidade uma muito excitada Myra ao meudo. O olhar de sua alegriapleta quando eu apareci em sua porta para perguntar se queria sair, valeu a pena o suborno para pr os estudos de Luna. Eu particrmente n?o precisava de roupas, nem tinha qualquer desejo de impressionar ningu¨¦m, mas passar o tempo a ¨²nica presen?a positiva a qual eu sempre podia contar era revigorante. V¨º esvoa?ar ao redor olhando para as diferentes roupas enquanto fva sobreo s ficariam bem era t?o simplista e f¨¢cil. Consegui rxar e desligar minha mente para tudo o que havia dado errado no dia anterior. No entanto, depois de irmos a v¨¢rias lojas,ecei a notar uma tend¨ºncia Myra. parecia amar muitas das roupas que experimentava, que era uma boa quantidade ds, mas toda vez sa¨ªa da loja semprar nada. Quando chegamos ¨¤ quinta loja, eu a vi sair do vesti¨¢rio um lindo vestido vermelho. Eleplementava seu cabelo e figura perfeitamente. ¡°Uau, Myra , eu realmente amo essa,¡± eu disse encorajadoramente. ¡°Sim! ¨¦ t?o bonito!¡± deu uma volta no espelho, verificando-o de todos os angulos. Quando finalmente ficou satisfeita a apar¨ºncia, voltou para o vesti¨¢rio para voltar ¨¤s suas roupas normais. ¡°Pronto para ir para a pr¨®xima loja?¡± perguntou assim que terminou de se vestir. Observei e vio, mais uma vez, devolveu o vestido ao cabideiro sempr¨¢-lo. ¡°Voc¨º n?o vaipr¨¢-lo? Realmente ficou incr¨ªvel em voc¨º.¡± sorriu um pouco timidamente. ¡°N?o, est¨¢ ok.¡± Eu fiz uma careta, confusa sobre por que n?o iria quererprar algo quando eu tinha a impress?o de que o objetivo da viagem depras era¡­ Bem, fazerpras. ¡°N?o, s¨¦rio, acho que voc¨º deveria entender! Ser¨¢ ¨®timo para eventos semi-formais!¡± Suas bochechas de repente ficaram vermelhas e desviou o olhar um pouco sem jeito. ¡°Ah¡­ a verdade ¨¦,¡± disse hesitante, ¡°as lojas por aqui est?o um pouco fora da minha faixa de pre?o.¡± Olhei para a etiqueta de pre?o do vestido, mas s¨® fiquei mais confusa. Escolhi essa faixa de lojas da cidade porque sempre pareciam ter uma faixa de pre?o mais baixa. E nem sequer era um vestido caro. Eu sabia que tinha nascido em uma fam¨ªlia rica, mas ainda tinha umapreens?o do que seria t?o caro. E este vestido definitivamente n?o era t?o caro. ¡°Onde voc¨º costuma fazerpras ent?o?¡± ¡°Ah, centro. Existem algumas lojas de segunda m?o muito legais por l¨¢ que geralmente t¨ºm alguns achados incr¨ªveis.¡± Eu a encarei, vendo-a agora sob uma luzpletamente nova. ro, essa perspectiva n?o se devia ao fato de que tinha fundos de reserva m¨ªnimos, mas sim porque sempre agiu de forma t?o gentil e alegre as pessoas, independentemente de sua situa??o em casa. nunca deixou transparecer que somos diferentes das outras crian?as da esc. ¡°¡­ Voc¨º nunca me disse,¡± eu disse finalmente. ¡°Porque n?o ¨¦ grande coisa!¡± disse um sorriso. ¡°Na verdade, estou muito bem a formao as coisas est?o na minha vida. Minha fam¨ªlia ¨¦ dona do orfanato local e por isso doamos muito do que temos para ajudar a sustentar as crian?as sob nossos cuidados.¡± Foi provavelmente a hist¨®ria de vida mais benevolente que eu j¨¢ ouvi. Isso s¨® me fez querer proteger Myra ainda mais e nunca deixar nada machuc¨¢. era preciosa demais para este mundo. ¡°¨¦ realmente incr¨ªvel voc¨º e sua fam¨ªlia fazerem isso,¡± eu disse. ¡°N?o, est¨¢ bem! Mas, ah, na verdade¡­¡± disse, tocando um dedo no l¨¢bio pensativa, ¡°se voc¨º estiver interessada, realmente significaria muito se voc¨º viesse ao nosso grande evento anual de caridade que vamos organizar. em breve. Tenho certeza que as crian?as adorariam conhec¨º-lo pessoalmente. Alguns deles j¨¢ se espelham em voc¨º. ¡± Olhe para cima¡­ para mim? Como um modelo? Eu nunca aspirei a me chamar assim, ou sequer considerei que isso poderia ser poss¨ªvel. Eu n?o entendia por que algu¨¦m iria querer sero eu. Se eles realmente descobrissem quem eu era, provavelmente todos teriam medo de mim. Myra viu minha express?o conflitante e imediatamente voltou atr¨¢s. ¡°Tudo bem se voc¨º n?o quiser vir ! N?o era para pression¨¢-lo a fazer algo que voc¨º n?o queria fazer.¡± ¡°N?o! N?o¡­ est¨¢ tudo bem,¡± eu respondi um sorriso. ¡°Eu adoraria vir. Deixe-me saber todos os detalhes e eu definitivamente estarei l¨¢.¡± Seu rosto se iluminou de excita??o e imediatamente gritou, me puxando para um abra?o. Fui pega completamente desprevenida por seu abra?o repentino e levou alguns segundos antes de finalmente colocar um bra?o em volta d. deve ter sentido minha inquieta??o porque se afastou quase imediatamente. ¡°Desculpe, desculpe!¡± gaguejou. Eu bncei minha cabe?a, um pequeno sorriso meu para mostrar a que eu estava bem. ¡°N?o seja.¡± Sinceramente, eu n?o me importei. Eu n?o era exatamente a mais afetuosa das pessoas, dada a minha hist¨®ria passada, mas tinha certeza de que Myra era de longe uma das pessoas de cora??o mais puro que eu j¨¢ conheci . Acho que uma parte de mim sempre soube disso. Todos os dias, inconscientemente, eu colocava o cr de pedra da lua que me deu e sentia um leve vislumbre de paz sempre que o tocava. Isso me lembrou que eu era capaz de fazer o bem e que havia pessoas boas por a¨ª, mesmo quando eu me recusava a reconhecer isso. Talvez eu estivesse confiando em Myra esse tempo todo tamb¨¦m, assim como eu tinha sido Cai. Meus olhos vagaram para o vestido vermelho novamente atr¨¢s d, um pequeno inc?modo na minha cabe?a. E ent?o, peguei o vestido, dobrando-o sobre o bra?o. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± perguntou, surpresa. ¡°Se voc¨º vai sediar um grande evento anual de caridade, ent?o voc¨º precisa se vestir bem.¡± Seu queixo caiu. pareciao se eu tivesse acabado de dizer que foi expulsa da esc. 1 ¡°N?o, Aria, voc¨º n?o pode! ¨¦ muito.¡± tentou puxar o vestido dos meus bra?os, mas eu o puxei para longe d. ¡°Myra, est¨¢ tudo bem! Seriamente.¡± Eu ri de sua rea??o exagerada a algo t?o pequeno. ¡°Ent?o eu vou tentar te pagar de volta! Eu prometo!¡± Revirei os olhos. ¡°Eu realmente n?o queria ter que apontar isso porque n?o estou tentando me exibir¡­ mas o pre?o deste vestido ¨¦ literalmente trocado para mim, Myra.¡± fez uma pausa e parou de protestar por um segundo para pensar. ¡°S¨¦rio, se eu n?o posso estragar meu¡­ amigo, ent?o qual ¨¦ o ponto?¡± Era uma coisa t?o dif¨ªcil de dizer. ¡®Amigo¡¯. Apenas uma pvra e ainda assim eu estava apavorada isso; apavorado a vulnerabilidade que pode me abrir. E embora fosse verdade que eu ainda mantinha minhas reservas sobre a coisa toda, eu tinha que admitir que Myra provavelmente era apenas uma garota genuinamente legal porpleto. Eu n?o conseguia me ver realmente me abrindo para ningu¨¦m, nem mesmo para Myra, mas eu precisava perceber que t¨º em minha vida tinha sido bom. E em um n¨ªvel b¨¢sico, era isso que era amizade; um desejo m¨²tuo de estar perto de outra pessoa porque te fez feliz. nunca tinha me dado qualquer indica??o de que eu era nada menos do que algu¨¦m que simplesmente gostava de estar por perto. Na verdade, seu convite original para sairigo tinha sido sua decis?o. n?o tinha me visto ter um cpso na frente de Aleric ou chorar na frente de Cai. Eu sabia que n?o estava saindoigo porque se sentia mal por mim. Seu motivo tinha sido puro, como ficou evidente quando falouigo antes mesmo de eu ter salvado sua vida. Levou alguns segundos para registrar exatamente o que eu tinha acabado de dizer, mas assim que isso aconteceu, todo o seu rosto se iluminou novamente, percebendo que eu tinha acabado de cham¨¢ de minha amiga. ¡°Aria, oh meu Deus, obrigado!¡± jogou os bra?os em volta de mim, mas eu ainda estava carregando o vestido, me impedindo de abra?¨¢ de volta. Sua excita??o quase me fez perder o equil¨ªbrio e cair no ch?o. ¡°Obrigada! Obrigada! Obrigada!¡± Eu ri e me afastei da excessivamente entusiasmada Myra antes que me derrubasse completamente. ¡°Est¨¢ tudo bem, nem mencione isso.¡± A realidade era que eu poderia terprado para todos os vestidos da loja e isso n?o teria feito nenhum estrago nos fundos que eu acumulei at¨¦ agora. Os investimentos que fiz j¨¢ eram ridicmente bem-sucedido, pois sabia, p minha vida passada, exatamente quais neg¨®cios aumentariam rapidamente os lucros. Uma parte de mim queria se oferecer paraprar para Myra o que seu cora??o desejasse, n?o importa o custo, mas eu n?o queria que se sentisseo se eu estivesse exibindo minha riqueza para . Eu precisaria apenas mim¨¢ sutilmente de vez em quando sem ser muito ¨®bvio. Comprei o vestido e est¨¢vamos saindo para ir ¨¤ pr¨®xima loja, quando de repente apontou para algo que viu dodo de fora. ¡°Ei, n?o ¨¦ Cai?¡± E eu jurei que meu cora??o parou. Cada parte do meu corpo ficou tensa imediatamente ao som de seu nome. Segui seu dedo para onde estava olhando e, certeza, Cai estava l¨¢. Parecia que ele estava pegando alguns suprimentos na loja do outrodo da rua. ¡°Devemos ir dizer oi,¡± Myra disse, prestes a me arrastar at¨¦ onde ele estava. ¡°N?o!¡± Eu disse um pouco alto demais. me olhou estranhamente e eu tive que me rpor antes de continuar novamente. ¡°N?o, ele provavelmente est¨¢ ocupado. N?o vamos iod¨¢-lo.¡± ¡°Por que? Ele vai embora amanh?. Esta ser¨¢ nossa ¨²ltima chance de v¨º-lo.¡± Eu atirei minha cabe?a para tr¨¢s para olhar para , chocada. ¡°¡­O que voc¨º quer dizer? Eu pensei que ele n?o iria embora por mais uma semana? ¡°O que? Ele n?o te contou?¡± perguntou, surpresa ao saber que Cai n?o tinha fdoigo. provavelmente pensou que era estranho, dado o qu?o perto n¨®s parec¨ªamos. Meu peito apertou. Eu tinha sido aquele ¡®algo¡¯ que surgiu? Eu rapidamente afastei o pensamento quando percebi que estava fazendo isso de novo. Eu estava assumindo que eu era mais importante para ele do que realmente era. Ele provavelmente teve uma emerg¨ºncia em casa e precisava sair mais cedo do que o esperado. ¡°¡­ Certo, tudo bem,¡± eu disse distraidamente, virando para olhar para ele p jan. Ent?o, essa realmente seria a ¨²ltima chance que eu teria de ver Cai antes que ele partisse. Parecia um conceito t?o estranho, dado o quanto da minha nova vida ele havia ocupado. Eu realmente queria deixar as coisas do jeito que t¨ªnhamos? Eu sabia que na idade dele e sendo um herdeiro Alpha, ele agora ficaria extremamente ocupado assumindo novos deveres ao chegar em casa. Por causa disso, era muito prov¨¢vel que nunca mais nos ver¨ªamos. J¨¢ tinha sido um destino estranho para n¨®s ter encontrado o wo que tivemos nesta vida e por isso as chances de nos reencontrarmos pareciam muito improv¨¢veis. E ent?o outro pensamento horr¨ªvel me atingiu. Se eu nunca mais o visse, o que aconteceria seu futuro? Seu pai ainda viria para a N¨¦voa de Inverno e seria morto por Aleric se nada mudasse? Cai ainda acabaria sangrando naquele campo de batalha? Senti vontade de vomitar s¨® de pensar nisso. Talvez eu devesse ter contado a verdade, dito a ele para manter seu pai o mais longe poss¨ªvel daqui. Seria ego¨ªsmo esconder isso dele para me proteger? Quem era eu para colocar sua vida em minhas m?os mais uma vez? Eu estava perdido em minha cabe?a, debatendo sobre o que eu deveria fazer, quando de repente seus olhos dourados olharam para a loja. ¡­ E ele me pegou olhando diretamente para ele.Text ? by N0ve/lDrama.Org. Cap铆tulo 30 Cap¨ªtulo 30 Cap¨ªtulo Trinta Um milh?o de pensamentos e sentimentos passaram por mim enquanto eu lutava para descobrir o que fazer. Devo acenar? Sorriso? Andar at¨¦ ele? ¡­Fingir que estou realmente olhando para a loja atr¨¢s dele? Foi uma esp¨¦cie de energia nervosa que fez minhas pernas se mexerem e meu cora??o disparar. Eu tinha tanto a dizer a ele, mas tanto que n?o deveria ter dito parae?ar. E, no entanto, a coisa mais importante, na vanguarda da minha mente, ainda era o debate sobre se eu deveria contar a ele sobre o futuro. Porque eu sabia que ele tinha o direito de saber, mesmo que eu acabasse parecendo insana. Dei um passo em dire??o a ele eecei a levantar a m?o para acenar. ¡°Cai¡­¡± Mas eu n?o consegui terminar minha frase quando ele instantaneamente desviou o olhar, virando-se para fazer a m. Tudo o que eu podia fazer era assistir em sil¨ºncio enquanto ele montava em sua moto e ligava a igni??o, nem mesmo me iodando em olhar para mim novamente antes de partir. Erao se ele tivesse acabado de bater uma porta na minha cara. Eu fiquei l¨¢ chocada minha m?o ainda parcialmente levantada, o constrangimento subindo em mim. Minhas bochechas queimaram por ter sido deixada parecendo est¨²pida na beira da rua. ¡°¡­¨¢ria?¡± Myra perguntou, parecendo insegura se deveria perguntar sobre o que havia acontecido. Eu enrolei minha m?o em um punho solto e a trouxe para baixo para segurar contra meu peito. Foi bom. Eu merecia isso. Cai pode n?o perceber quanto perigo ele estaria em um dia, mas eu sabia. E ainda tive a chance de fazer uma mudan?a para melhor. Mesmo que eu nunca mais o visse, mesmo que ele nunca mais pensasse em mim, eu ainda faria o meu melhor para mant¨º-lo seguro. O que for preciso. Jurei nunca deixar Aleric come?ar aqu guerra que se tornaria oe?o do fim. Foi um lembrete horr¨ªvel de que eu estava procrastinando para descobrir exatamente o que estava por vir para o meu futuro. Se eu abra?asse minha santidade e derasse autoridade suprema, ent?o precisaria estar acumndo aliados agora para a eventual conquista pol¨ªtica dentro do bando. Era algo que eu n?o queria iniciar, se poss¨ªvel, pois colocava toda a minha fam¨ªlia em risco e s¨® serviria para criar uma guerra civil. Mas isso n?o me deixou com muitas op??es. Foi um lembrete horr¨ªvel de que eu estava procrastinando para descobrir exatamente o que estava por vir para o meu futuro. Se eu abra?asse minha santidade e derasse autoridade suprema, ent?o precisaria estar acumndo aliados agora para a eventual conquista pol¨ªtica dentro do bando. Era algo que eu n?o queria iniciar, se poss¨ªvel, pois colocava toda a minha fam¨ªlia em risco e s¨® serviria para criar uma guerra civil. Mas isso n?o me deixou muitas op??es. Foi um lembrete horr¨ªvel de que eu estava procrastinando para descobrir exatamente o que estava por vir para o meu futuro. Se eu abra?asse minha santidade e derasse autoridade suprema, ent?o precisaria estar acumndo aliados agora para a eventual conquista pol¨ªtica dentro do bando. Era algo que eu n?o queria iniciar, se poss¨ªvel, pois colocava toda a minha fam¨ªlia em risco e s¨® serviria para criar uma guerra civil. Mas isso n?o me deixou muitas op??es. Eu odiava admitir isso, mas, quando chegou a hora, eu sabia que talvez precisasse me preparar para o pior cen¨¢rio para salvar as pessoas quem me importava, incluindo Cai. Se realmente n?o houvesse mais op??es depois de esgotar todas as possibilidades, ent?o talvez, um dia¡­ eu precisaria assumir minha posi??o Luna mais uma vez. ¡° Uma ria ? ¡ª perguntou Myra novamente, preocupada meu sil¨ºncio prolongado. Isso me tirou dos pensamentos profundos em que eu estava presa. Uma toca de coelho de lembretes sombrios que eu n?o queria pensar ainda. Eu tive que empurr¨¢-los for?a para odo dentro da minha mente. N?o havia raz?o para ser pego pensando nisso ainda. Ainda havia tantos anos antes que eu fosse pressionado a fazer uma Content rights belong to N?velDrama.Org. decis?o. ¡°¡­Desculpe,¡± eu disse, ainda um pouco fora disso. franziu a testa, franzindo um pouco o l¨¢bio. ¡°O que ¨¦ que foi isso? Cai definitivamente viu voc¨º, certo? Esfreguei meu antebra?o me sentindo um pouco estranha ainda. ¡°¡­Eu acho que n?o.¡± ficou em sil¨ºncio em pensamento, mas deixou para l¨¢. Myra j¨¢ me conhecia bem o suficiente para saber que, se eu n?o tivesse vontade de fr sobre alguma coisa, ent?o n?o fria. estava acostumada minha atitude normalmente reservada. ¡°¡­Voc¨º querer alguma coisa?¡± finalmente perguntou. E forcei um sorriso no rosto. ¡°Essa ¨¦ uma ¨®tima ideia.¡± Alguns minutos depois, caminhamos at¨¦ o distrito de alimenta??o e est¨¢vamos verificando todos os diferentes caf¨¦s e restaurantes. Havia uma grande variedade e eu estava animado para tentar algo diferente. Normalmente, todas as refei??es especiais que eu fazia eram preparadas na casa de algu¨¦m importante, ou ¨ªamos a um dos restaurantes sofisticados reservados apenas para os de alto escal?o. Foi revigorante n?o me sentir pressionado a agir tanto cuidado minhas pvras e a??es p primeira vez. Ao virarmos a esquina, um pequeno caf¨¦ estilo chal¨¦ chamou minha aten??o de repente, quase completamente obscurecido por ¨¢rvores e ntas. Seria f¨¢cil para algu¨¦m passar sem v¨º-lo. Havia uma esp¨¦cie de beleza nisso e eu sabia que este era o lugar que eu queriaer na minha primeira refei??o de cidad?oum. ¡°Vamos chegar aqui, Myra,¡± eu disse, apontando para o pequeno caf¨¦. N¨®s dois caminhamos at¨¦ ele e inspecionamos o menu dodo de fora em um pequeno p¨®dio. ¡°Ah, Aria, eu n?o sei. ¨¦ um pouco caro. Talvez possamos tentar em outro lugar?¡± Mas eu estava inflex¨ªvel sobre querer comer aqui. Eu n?o me importava o que isso significava para persuadi. Eu disse a mim mesma que n?o ia tentarprar coisas para frequ¨ºncia, sabendo que isso poderia faz¨º se sentir estranha, mas eu realmente tinha meu cora??o fixado neste pequeno lugar. Era t?o bonito, mas privado. ¡°Est¨¢ bem, Eu pago a sua refei??o.¡± ¡°¨¢ria, Voc¨º n?o pode pagar por tudo na minha vida,¡± disse. ¡°Eu posso fazer as coisas sozinho tamb¨¦m.¡± ¡°Mas esta ¨¦ a primeira vez que vou a um caf¨¦ normal. Por favor, podemos ir ? Olhei para olhos esperan?osos e, finalmente, sua carranca suavizou. ¡°¡­Ok, tudo bem,¡± disse, cedendo. Eu sorri brilhantemente para e estava prestes a dizer a o qu?o animado eu estava, mas me cortou antes que eu pudesse. ¡°¡­ Com uma condi??o.¡± ¡°Doen?a?¡± ¡°Voc¨º tem que me dizer o que aconteceu entre voc¨º e Cai,¡± disse uma cara s¨¦ria. ¡°E nem tente me dizer que nada aconteceu porque eu conheci voc¨ºs duas bonitas. bem nestes ¨²ltimos meses. Alguma coisa est¨¢ errada.¡± Mordi o interior da minha bochecha e debati se realmente valia a pena contar a . Eu n?o sabiao fr sobre as coisas que aconteceram ou por que s me afetaram tanto. Para lhe dar uma vis?o completa, seria necess¨¢rio que eu lhe contasse sobre minha vida anterior, coisa que eu n?o podia fazer. ¡°Isso realmente importa? N?o ¨¦o se f?ssemos v¨º-lo novamente.¡± se encolheu minhas pvras excessivamente duras e eu imediatamente me senti mal por isso. ¡°Sabe, eu normalmente n?o pressiono voc¨º em coisas assim,¡± disse, ¡°mas eu me importo voc¨º e Cai. Voc¨º pode, por favor, me dizer s¨® desta vez?¡± Suspirei. Eu provavelmente poderia dar a um resumo b¨¢sico dos eventos sem entrar em muitos detalhes. pode pensar que eu exagerei, e at¨¦ certo ponto eu provavelmente fiz, mas eu n?o seria capaz de dizer a por que isso me machucou tanto. ¡°¡­ Ok,¡± eu concordei relutancia. sorriu e agarrou minha m?o para me puxar para o pequeno caf¨¦. Por dentro erapletamente deslumbrante. Havia um pequeno p¨¢tio que contornava os fundos, trepadeiras rastejando ao longo das paredes e cercas. Embora parecesse um pouco mais velho dodo de fora, o interior foi fortemente renovado e moderno de uma maneira caseira. Uma gar?e nos cumprimentou na porta e seus olhos se arregram quando percebeu quem eu era, meu cabelo prateado e olhos violeta sendo algo que eu n?o podia esconder de outros membros do bando em p¨²blico. Mas foi f¨¢cil ignorar a rea??o d, j¨¢ que eu tamb¨¦m recebia a mesma express?o dos vendedores da loja o dia todo. rapidamente nos levou a um ponto no p¨¢tio que dava para uma floresta abaixo de n¨®s e, para minha alegria, pudemos at¨¦ ver algumas das montanhas ao longe. Era obviamente o melhor lugar da casa e fiquei definitivamente impressionado. Agiuo um bom lembrete de qu?o grande e diversificado, n?o apenas nosso bando era, mas tamb¨¦m o territ¨®rio em que viv¨ªamos. ¡°O que voc¨º est¨¢ pensando em pedir?¡± Eu perguntei depois que nos odamos. Myra havia passado algum tempo estudando o card¨¢pio ¨¤ minha frente grande concentra??o. ¡°Eu n?o tenho certeza¡­ mas eles ainda est?o servindo caf¨¦ da manh? t?o tarde, ent?o talvez um ovo Benedict ou omelete?¡± Ambas pareciam escolhas bem padr?o¡­ mas eu estava de olho em algo muito melhor. ¡°E voc¨º?¡± perguntou. ¡°Hmm¡­ estou pegando os nuggets de frango e batatas fritas.¡± me encarou sem express?o. ¡°O que .. . ? Voc¨º quer dizer o item do menu infantil? ¡°Ah, era s¨® no card¨¢pio infantil? Voc¨º acha que eles v?o fazer um prato cheio se eu pedir a eles? ¡°Aria, por que voc¨º quer pepitas?¡± perguntou confusa. ¡°Existem muitas outras op??es mais agrad¨¢veis. Eu pensei sobre isso e percebi que talvez minha escolha pudesse ter parecido estranha para . Mas homeea ERITREIA realmente n?o entendia de onde eu vinha,o tinha sido minha educa??o. ¡°Esta ¨¦ a primeira vez que posso escolher o que queroer sem ser pressionado e nuncai junk food antes. Acho que meus pais teriam um ataque card¨ªaco se eu dissesse a eles que estava pensando em¨º-lo.¡± Sua carranca aliviou, finalmente entendendo. Felizmente, n?o me questionou mais sobre isso. Era verdade que eu nunca tinhaido uma refei??o nada saud¨¢vel antes. Na minha vida passada, minha dieta sempre foi rigorosa, mesmo depois que me tornei Luna. Eu nunca tinha tocado em nada gorduroso uma vez que eu atingi a maioridade por medo de fazer Aleric pensar que eu n?o era refinada. Mas eu estava vivendo uma nova vida agora e estava muito mais saud¨¢vel do que nunca. Eu n?o estava mais tentando impressionar ningu¨¦m e j¨¢ tinha vivido uma vida de pouco ou nenhum luxo. Na minha cabe?a, N?o precisei justificar mais. Eu estava pegando as malditas pepitas. Foi preciso alguma persuas?o, mas a gar?e acabou concordando em me dar uma por??o maior da refei??o do garoto depois de v¨¢rios olhares estranhos. Eu n?o me importei. Quando finalmente saiu e eu dei minha primeira mordida, juro que poderia ter morrido de novo ali mesmo, uma garota feliz. Myra assistiu enquanto euia, seu rosto curioso sobre minha rea??o, mas eu n?o deixei que me interrompesse. Eu estava tendo uma experi¨ºncia totalmente nova que era t?o boa que deve ter sido uma b¨ºn??o de um poder superior. ¡°Ent?o¡­ s?o Juro que poderia ter morrido de novo ali mesmo, uma garota feliz. Myra assistiu enquanto euia, seu rosto curioso sobre minha rea??o, mas eu n?o deixei que me interrompesse. Eu estava tendo uma experi¨ºncia totalmente nova que era t?o boa que deve ter sido uma b¨ºn??o de um poder superior. ¡°Ent?o¡­ s?o Juro que poderia ter morrido de novo ali mesmo, uma garota feliz. Myra assistiu enquanto euia, seu rosto curioso sobre minha rea??o, mas eu n?o deixei que me interrompesse. Eu estava tendo uma experi¨ºncia totalmente nova que foi t?o boa que deve ter sido uma b¨ºn??o de um poder superior. ¡°Ent?o¡­ s?o voc¨º vai me contar?¡± finalmente perguntou depois que eu terminei de ter um momento ¨ªntimo minhaida. Eu sabia o que queria dizer, ¨¦ ro. estava me pedindo para manter minha parte do acordo. E ent?o,ecei a contar a o que havia acontecido;o Cai n?o apareceu e n?o se iodou em cancr quando ele estava t?o perto,o eu o encontrei eo ele agiuo se eu estivesse errado. E, finalmente, eu disse a o ele nem me disse que estava indo embora. absorveu tudo e ouviu em sil¨ºncio, assentindo ocasionalmente. Quando eu finalmente terminei, ficou pensativa por alguns momentos. ¡°Parece que voc¨ºs dois est?o errados,¡± concluiu. Suspirei. ¡°N?o posso discordar dessa afirma??o. Eu ia me desculpar, mas parece que estou sem tempo. Ele deixou bem ro hoje que n?o quer frigo.¡± Myra se mexeu e descansou a cabe?a contra a m?o na mesa, uma pequena ruga se formando entre as sobrancelhas enquanto parecia estar pensando. ¡°Mas uma coisa n?o faz sentido para mim¡±, disse . ¡°Na ¨¦poca, voc¨º parecia ficar realmente chateado com a situa??o rapidamente.¡± De repente me senti muito nervoso e n?o sabiao responder. ¡°Ah bem¡­.¡± ¡°Aria¡­¡± e?ou, ¡°humm, n?o leve a mal, mas¡­ vendo Cai assim de repente¡­¡± Myra se ajustou na cadeira para se sentar, parecendo insegura se deveria perguntar o que estava prestes a fazer. E eu poderia dizer absoluta certeza que eu definitivamente n?o estava esperando as pr¨®ximas pvras da boca d. ¡°Aria¡­ voc¨º poderia estar talvez¡­ ci¨²mes?¡± Provavelmente parecia um pouco duro, dado o qu?o s¨¦ria estava sobre a quest?o, mas eu n?o pude evitar. Eu ca¨ª na risada. ¡° M e¡­? Com ciumes¡­?¡± Eu perguntei enquanto ainda ria. ¡°N?o deveria ser eu quem est¨¢ te perguntando isso, M y ra? Suas bochechas coraram. ¡°O que voc¨º est¨¢ fndo?¡± Inclinei-me mais perto, levantando uma sobrancelha para interrogativamente. ¡°Voc¨º acha que eu n?o vejoo voc¨º sempre olha para ele com aqueles olhos grandes ? Como voc¨º sempre cora quando ele est¨¢ por perto? ¡°Eu n?o!¡± protestou. ¡°Suas bochechas est?o literalmente ficando vermelhas s¨® de fr sobre isso,¡± eu apontei. cobriu o rosto as m?os na tentativa de escond¨º-lo. ¡°Pare de me provocar, Aria,¡± gemeu. Eu n?o pude deixar de rir mais. ¡°Ok, ok, eu vou parar. Eu sinto Muito.¡± Parecia uma ideia t?o rid¨ªc ter ci¨²mes. Cai era conhecido por suas travessuras de yboy, eu j¨¢ sabia disso. ¡°Al¨¦m disso,¡± eu disse, tomando um gole da minha ¨¢gua. Eu estava rindo tanto que minha garganta ficoupletamente seca . ¡°J¨¢ tenho problemas suficientes garotos. Ou voc¨º esqueceu quem eu sou, Myra ? ficou confusa por um segundo antes que apreens?o se espalhasse por seu rosto. ¡°Oh, certo. N¨®s nunca realmente fmos sobre o outrodo da sua vida, ent?o eu esqueci . Aleric, certo? Eu bncei a cabe?a. ¡°Infelizmente.¡± ¡°¡­Infelizmente? Eu pensei que estar acasdo o Alpha era o sonho de toda garota? Eles s?o t?o fortes, bonitos e¡­¡± ¡°Arrogantes,¡± eu terminei por . Sem mencionar insano, emocionalmente inst¨¢vel e assassino, mas eu n?o adicionei essa parte em voz alta para ouvir. ¡°¨¦ ele?¡± perguntou, curiosa agora. ¡°Eu nunca o conheci, ent?o eu n?o saberia.¡± ¡°Acho que a maioria do bando s¨® v¨º o garoto-propaganda que eles fazem dele. Eles t¨ºm que convenc¨º-lo, j¨¢ que ele ser¨¢ nosso l¨ªder um dia.¡± Eu me encolhi internamente pensando emo em um ponto eu me senti ingenuamente da mesma forma que Myra. Quando jovem, eles realmente gostavam de fr sobre como seria incr¨ªvel se voc¨º fosse acasdo um Alfa. Ou melhor, mais especificamente, acasdo com Aleric desde que ele era o jovem e bonito herdeiro do nosso bando. Todas as garotas n?o ssificadas estavam basicamente babando a ideia de se tornar Luna. No entanto, seus sonhos foram frustrados rapidamente para a posi??o Winter Mist quando a profecia sobre Aleric e eu foi anunciada pelos Anci?es. ¡°Bem, se voc¨º ¨¦ t?o contra ent?o, quem sabe? Talvez voc¨ºs nem se tornempanheiros. Foi exatamente o que o Anci?o disse que aconteceria, certo? Eu tive que segurar outra gargalhada tentando escapar dos meus l¨¢bios. perguntava o que era t?o engra?ado, mas seria dif¨ªcil explicar a piada universal de eu estar presa Aleric, para que todo o meu ser n?o fosse dcerado e refeito do zero. N?o, eu j¨¢ havia tentado e falhado naqu negocia??o uma vez, e uma Deusa nada menos. Eu apenas sorri para . ¡°Pode ser.¡± Acabamos passando o resto do dia juntos fazendopras. Myra foi inflex¨ªvel em me for?ar a experimentar e at¨¦prar algumas roupas, o que eu obriguei por querer faz¨º feliz e n?o por qualquer interesse particr que eu mesma tivesse nas roupas. Acabou sendo um dia extremamente agrad¨¢vel, na maior parte, que parecia que acabou cedo demais. Consegui chegar em casa bastante tempo de sobra depois de deixar Myra em casa em um t¨¢xi. Helen ficou extremamente feliz e aliviada por me ver voltar em seguran?a tamb¨¦m. Embora, em compara??o, a felicidade que sentiu quando meus pais lhe entregaram o segundo cheque do dia obviamente teve um impacto maior em seu bom humor. As as re?aram exatamenteo sempre aconteceram nas semanas que se seguiram. Eu n?o podia negar que me sentia um pouco vazio por dentro, tendo perdido algo que costumava ser uma grande parte da minha vida. Continuei a treinar todos os dias, trabalhando mais duro usando as ticas que Cai me ensinou, mas notei que meu aprimoramento de habilidade n?o aumentou t?o rapidamente quanto eu esperava sem ele. N?o havia nada que eu pudesse mudar sobre isso e sabia que precisaria me virar o que tinha. Sem faz¨º-lo conscientemente, percebi que ainda olharia para os corredores da esc para ver se encontraria seu rosto amig¨¢vel acenando para mim. E toda vez uma parte de mim se sentia desapontada quando n?o havia nada l¨¢. Cai se foi, e eu precisava aceitar isso. E assim, depois de mais um m¨ºs de procrastina??o, o dia finalmente chegou. O dia em que eu receberia a confirma??o da minha marca de Deusa, ganhando assim o t¨ªtulo oficial de ¡®Saintess¡¯. A partir de agora, nada seria o mesmo. Cap铆tulo 31 Cap¨ªtulo 31 Cap¨ªtulo Trinta e Um N?velDrama.Org owns this. Fiquei dodo de fora do conjunto habitacional do Anci?o, olhando para os grandes port?es de ferro preto na minha frente. Eles eram intrincados e aterrorizantes ao mesmo tempo, mas eu sabia que o que estava por tr¨¢s deles seria ainda mais estressante. O porteiro me viu e imediatamente reconheceu quem eu era, abrindo os port?es sem precisar me identificar ou mesmo fr. Entrei silenciosamente, indo em dire??o ao destino que eu sabia que estaria esperando por mim apenas dentro do edif¨ªcio luxuosamente grande. Os Anci?os eram um grupo selecionado a dedo e eram apenas sete no total. A maioria dos votos dos Anci?es ssificados e existentes era necess¨¢ria para iniciar quaisquer novos membros no conselho e o processo era bastante rigoroso. Todos eles tinham que ter mais de uma certa idade e trazer algum tipo de credibilidade ou m¨¦rito para contribuir para a melhoria do futuro da matilha. A ¨²nica exce??o a esse rigoroso processo de sele??o eram os membros aposentados que quase sempre tinham um cargo garantido se houvesse um¡­ e se conseguissem viver at¨¦ a idade m¨ªnima exigida. Entrei e n?o pude deixar de engasgar um pouco o qu?o extravagante o interior era. Uma descri??o melhor para este lugar seria uma mans?o, n?o uma casa. Todo lugar que eu podia ver estava cheio de m¨®veis e decora??es caras. Eu nunca tive um motivo para vir aqui no passado e ent?o v¨º-lo p primeira vez foi surpreendente. Eu n?o tinha ideia de que eles estavam vivendo em tal luxo. ¡°Ariadne,¡± uma voz profunda chamou ao meudo. Virei a cabe?a e vi que o ¨¦lder Luke estava esperando por mim, esperando na porta para saber quando eu chegaria. Empara??o os outros Anci?os, o Anci?o Luke era de longe o membro mais jovem cabelos grisalhos escuros e barba por fazer na mand¨ªb; ele nunca foi de manter uma apar¨ºncia arrumada. Seu intelecto tinha sido um shoo-in para o cargo no conselho, que se tornou dispon¨ªvel pouco depois de sua idade m¨ªnima ter sido cumprida. Ele sempre foi considerado um pioneiro em inova??o e uma mudan?a na formao olh¨¢vamos as coisas. Na verdade, ele foi um dos primeiros anci?os a me rendar para participar da mesa de reuni?es de estrat¨¦gia. No entanto, isso acabou se tornando uma das coisas que os outros Anci?es n?o gostavam dele. Sua abordagem moderna ¨¤s quest?es ¨¤s vezes interferia nas ideias mais tradicionais dos membros mais velhos. Eu abaixei minha cabe?a para mostrar meu respeito. ¡°Ol¨¢, ¨¦lder Luke,¡± eu cumprimentei. Neste caso, Elder Luke tinha um status maior do que o meu agora que eu n?o era mais uma Luna. Mas eu sabia por dentro que teria mostrado a ele a rever¨ºncia correta que ele merecia de qualquer maneira. Sempre admirei sua capacidade de encontrar solu??es logicamente, mesmo antes de me tornar Luna. Ele foi uma das pessoas quem eu estudei o trabalho em profundidade durante meus anos de pesquisa em estrat¨¦gia. Ik que uma parte de quem eu era hoje era devido a ele. Quandoecei minha jornada para me tornar o principal estrategista do bando, o ¨¦lder Luke tinha sido o ¨²nico que anteriormente detinha o t¨ªtulo. Eu sempre me perguntei se por dentro ele estava um pouco amargo isso, mas ele nunca indicou que se sentia assim nem um pouco. eu respeitava ele profundamente embora. Se havia uma pessoa no passado que poderia ser considerada pr¨®xima de ser minha igual neste assunto, era ele. Ele acenou para fora da minha formalidade, sorrindo, e fez sinal para que eu o seguisse por um corredor. Cada quarto que passamos era t?o chique quanto o ¨²ltimo. Descobri que, das ss que estavam as portas abertas, todos os espa?os eram ocupados por escrit¨®rios pessoais e ss de reuni?es. Isso me fez pensar o qu?o grande era o lugar se n?o tiv¨¦ssemos visto os alojamentos pessoais nesta rota. Depois de mais algumas reviravoltas, acabamos em um escrit¨®rio grande, mas arrumado. Ao contr¨¢rio dos outros, havia itens pessoais m¨ªnimos e mais foco nos pap¨¦is e livros que cobriam as paredes e a mesa. ¡°Meu escrit¨®rio,¡± ele anunciou e gesticulou para que eu entrasse. Entrei, absorvendo a grande quantidade de livros que me cercavam. Eu pensei que tinha lido todos os livros acad¨ºmicos da cole??o da biblioteca do pacote, mas meus olhos pegaram t¨ªtulos aqui que eu nunca tinha visto antes. Fazia tanto tempo que eu n?o sentia aqu onda de excita??o que vinha o desejo de aprender. Se eu pudesse passar uma tarde sozinha neste escrit¨®rio, ficaria em ¨ºxtase. ¡°¨¦ uma cole??o grande,¡± eu elogiei. ¡°Como voc¨º conseguiu encontrar alguns desses? Vejo v¨¢rias edi??es limitadas de livros que pensei terem sido perdidos para a nossa esp¨¦cie h¨¢ muitos anos.¡± ¡°Voc¨º tem um bom olho.¡± Ele notou antes de sorrir maliciosamente. ¡°Vim para encontrar maneiras de adquirir livros que, de outra forma, pareceriam imposs¨ªveis.¡± Eu queria pression¨¢-lo ainda mais para obter detalhes, principalmente para tentar fazer o mesmo, mas senti que ele provavelmente n?o sairia por a¨ª contando seus segredos a um jovem adolescente. Talvez um dia eu pudesse convenc¨º-lo a me contar. ¡°Por favor, sente-se.¡± Caminhei at¨¦ um amplo banco de tecido onde normalmente seria colocada uma cadeira de visitante. Eu sabia que este teria sido arranjado para que o ¨¦lder Luke pudesse inspecionar minha marca facilidade, removendo o obst¨¢culo de um encosto que interferia no processo. ¡°Ent?o, Ariadne,¡± ele come?ou. ¡°Como voc¨º est¨¢ se sentindo ?¡± A pergunta me pegou um pouco desprevenido. Eu n?o esperava que ele demorasse bate-papo ocioso. ¡°Oh, hum, por favor me chame de Aria. Estou bem, obrigado. Voc¨º mesma?¡± Ele sorriu. ¡°Estou indo bem tamb¨¦m. Tamb¨¦m estou me sentindo incrivelmente honrado. Ouvi dizer que voc¨º solicitou especificamente que eu o ajudasse esta confirma??o hoje.¡± Seus olhos escuros estavam me observando cuidadosamente desde que entramos no escrit¨®rio, sempre um brilho de questionamento cuidadoso neles. Eu sabia que ele estaria me estudando de perto para descobrir quem eu era e por que eu tinha essa marca, porque eu estaria fazendo a mesma coisa na posi??o dele. Eu j¨¢ havia me preparado para ser examinadao cobaia para esse processo. Afinal, ningu¨¦m mantinha essa marca h¨¢ mais de um mil¨ºnio. ¡°Isso mesmo¡±, eu respondi. ¡° Posso perguntar o que o fez chegar a esta decis?o ? Voc¨º n?o precisa responder se n?o quiser. Esta ¨¦ uma pergunta decorrente de pura curiosidade, n?o tem nada a ver o motivo pelo qual est?o aqui hoje¡±. Levei v¨¢rios momentos para pensar sobre a melhor forma de responder. ¡®Porque voc¨º provou na minha vida passada que n?o ¨¦ um idiotao a maioria dos outros¡¯? ¡®Porque voc¨º ¨¦ o ¨²nico que n?o tentou me matar¡¯? Eu n?o acabei dizendo nenhuma dessas op??es, ¨¦ ro. ¡°Ah¡­ Ouvi dizer que voc¨º ¨¦ um pensador l¨®gicoo eu. Confio em voc¨º para ser imparcial durante nosso procedimento de hoje.¡± Ele ergueu uma sobrancelha para mim. ¡°Eu n?o sabia que j¨¢ tinha uma reputa??o, j¨¢ que sou um Anci?o h¨¢ apenas um ano.¡± Eu silenciosamente amaldi?oei na minha cabe?a. Eu tinha esquecido de calcr que eu n?o deveria saber nada sobre ele ainda. Os casos em que trabalhou n?o seriam publicados por pelo menos mais dois anos. ¡°Mas,¡± ele disse continuando, ¡°eu estou feliz que voc¨º se sinta ¨¤ vontadeigo. Vai facilitar as coisas hoje. Eu admito, eu tamb¨¦m queria fr voc¨º, Aria, ent?o estou grata por agora termos esta oportunidade. Faleigo? O que ele precisaria frigo? ¡°Eu obviamente estava presente durante sua convoca??o Alpha alguns meses atr¨¢s. Ouvi sua renda??o para lidar a situa??o do pacote Jade Moon.¡± Eu fiquei tenso imediatamente. Eu estava t?o focado durante aqu reuni?o em tentar ajudar que eu tinha esquecido que a pessoa que pensaria na estrat¨¦gia um dia estava naqu mesma s. ¡°Parece que pensamos de forma muito semelhante. eu queria te elogiar por ossos excelentes conselhos e maturidade demonstrados.¡± Eu exalei silenciosamente em al¨ªvio. ro, eu n?o tinha nada que me preocupar. N?o haviao ele saber que era originalmente ideia dele¡­ porque ele mesmo nem tinha pensado nisso ainda. Eu me senti um pouco culpado embora. De uma maneira indireta, eu tinha levado o cr¨¦dito por algo que ele havia conquistado. ¡°N?o tenho certeza se algu¨¦m lhe contou¡±, disse ele, ¡°mas voc¨º acabou acertando tudo. Era, de fato, a matilha Jade Moon, e o lobo sob cust¨®dia tinha sido um membro ssificado. Alpha Tytus acabou executando seu no exatamente como voc¨º havia dito. Toda a negocia??o o outro bando transcorreu sem problemas e sem uma ¨²nica baixa. Se ningu¨¦m agradeceu ainda, ent?o deixe-me ser o primeiro a estender nossos agradecimentos em nome do bando.¡± Percebi ent?o que eu estavapletamente forgotten para panhar o que aconteceu o pacote Jade Moon. N?o havia nenhuma raz?o para eu me sentir estressado ou incerto, j¨¢ que eu j¨¢ sabia que funcionaria. No entanto, ouvir agora que tinha sido bem sucedido ainda me deu uma sensa??o de conforto. Todos que morreram anteriormente durante o desastre da Lua de Jade ainda estariam vivos agora. ¡°Mas, eu sinto que j¨¢ divagamos o suficiente¡­ devemose?ar a confirma??o?¡± Engoli nervosamente e bncei a cabe?a. O ¨¦lder Luke se levantou e caminhou atr¨¢s de mim, colocando um livro ao meudo que surpreendentemente parecia consistir em informa??es sobre as marcas da Deusa. Era muito mais detalhado do que qualquer um dos livros que eu tinha visto vagamente sobre o assunto no passado. Sabendo que ele precisaria ver minhas costas hoje, eu usei propositalmente um vestido z¨ªper nas costas. Ele esperou pacientemente enquanto eu escovava meu cabelo para odo, abrindo a parte de tr¨¢s do vestido apenas o suficiente para ele ver, mas n?o o suficiente para eu me sentirpletamente exposta. Eu estava agradecida por ele ter me permitido manter minha dignidade enquanto eu fazia tudo e n?o lidouigo mais do que o necess¨¢rio Com m?os gentis, ele ent?o enfiou um pouco o vestido em si mesmo para ter uma vis?o ra da marca. Eu n?o tinha pensado nisso antes, mas essa situa??o era estranha para ele? Ele estava sozinho Fiquei surpreso ao ouvir que um Anci?o de todas as pessoas duvidava da legitimidade da divindade que nossa esp¨¦cie adorava desde o in¨ªcio de nossa exist¨ºncia. Embora o ¨¦lder Luke sempre tenha sido um pouco diferente e depositasse sua confian?a no conhecimento e n?o na f¨¦. ¡°Ent?o, o que voc¨º neja fazer sobre isso?¡± ele perguntou finalmente. ¡°¡®Fazer¡¯ sobre isso?¡± Eu repeti, confuso. ¡°Bem, j¨¢ que ¨¦ aut¨ºntico, agora s¨® posso supor que voc¨º adiou essa confirma??o porque sabia das ramifica??es envolvidas isso.¡± Eu debati sobre se eu deveria confiar nele. Sendo um Anci?o, ele discordaria sobre meus nos de abandonar minha futura posi??o Luna¡­ mas, ao mesmo tempo, eu sabia que ele havia provado deixar o preconceito dedo uma e outra vez. ¡°Honestamente, eu n?o tenho certeza,¡± euecei, escolhendo confiar nele. ¡°N?o tenho inten??o de assumir o bando para substituir a autoridade de Aleric. Mas tamb¨¦m sei que n?o posso me tornar Luna, ou melhor, n?o quero me tornar Luna mais do que tudo. Estou ciente de que isso n?o me deixa muitas op??es embora. Serei ca?ada das sombras se provar ser uma amea?a, mas tenho certeza que ningu¨¦m vai acreditar em mim quando digo que n?o tenho vontade de ser Luna. Ele se inclinou para tr¨¢s, cruzando os bra?os sobre o peito em pensamento. ¡°Acho um pouco estranho ouvir que voc¨º n?o deseja aceitar a oferta de se tornar Luna. Voc¨º seria facilmente concedido a posi??o, independentemente de voc¨º e Aleric se tornarempanheiros predestinados¡±, disse ele. ¡°No entanto, posso ver em seus olhos que esta sua decis?o ¨¦ profundamente pessoal e final a partir de agora. Eu n?o vou pression¨¢-lo mais sobre isso.¡± E foi por isso que eu escolhi o ¨¦lder Luke. Ele n?o iria empurrar uma agenda para mim e estava at¨¦ fndoigoo um igual, apesar da minha idade. ¡°Elder Luke¡­¡±, eu disse hesitante. ¡°Eu quero que voc¨º saiba que eu te respeito imensamente e ent?o¡­ se voc¨º fosse eu¡­ o que voc¨º faria?¡± Ele ergueu uma sobrancelha para mim mais uma vez, a pergunta despertando seu apetite para resolver problemas dif¨ªceis, eu tinha certeza. ¡°Uma pergunta t?o interessante de se fazer. O que eu faria¡­?¡± Ele meditou. ¡°Bem¡­o um Anci?o, ¨¦ meu dever sempre fr no melhor interesse para o futuro deste bando. E esse melhor interesse ¨¦ que voc¨º se torne nossa Luna.¡± Meu cora??o afundou. ro, ele n?o seria capaz de me ajudar. Seria contra sua posi??oo Anci?o n?o cumprir a profecia que seus colegas haviam previsto. ¡°No entanto¡±, continuou ele, ¡°se estamos fndo casualmente, de um acad¨ºmico para outro, h¨¢ uma resposta de que estou surpreso que voc¨º ainda n?o tenha pensado em si mesmo.¡± Havia realmente uma resposta t?o ¨®bvia o tempo todo? Eu rapidamente tentei quebrar meu c¨¦rebro para ver o que ele viu, algo que aparentemente era t?o ro para ele. ¡°O que. ?¡± Ele se inclinou mais perto, olhando para mim toda a seriedade. ¡°Bem¡­ voc¨º ¨¦ a filha do Beta, n?o ¨¦?¡± Olhei para ele, sem entender onde ele queria chegar isso. ¡°¡­ Ent?o, apenas prometa sua lealdade a Aleric¡­ e torne-se seu Beta.¡± Cap铆tulo 32 Cap¨ªtulo 32 Cap¨ªtulo Trinta e Dois ¡°Beta? N?o¡­ isso ¨¦ imposs¨ªvel. Sentei-me olhando para o ¨¦lder Luke incr¨¦d, sem saber se ele realmente tinha acabado de sugerir isso. ¡°¡­ Por que?¡± O ¨¦lder Luke argumentou. ¡°Porque eu sou uma mulher,¡± eu apontei. ¡°N?o existe uma Beta feminina. N?o ¨¦ uma posi??o que possamos manter.¡± ¡°E nem uma f¨ºmea Alfa, mas n¨®s dois sabemos que voc¨º poderia reivindicar essa autoridade se realmente quisesse.¡± Ele estava se referindo ao meu novo t¨ªtulo de ¡®Saintess¡¯. Com isso veio a vantagem de derrubar Aleric e se tornar essencialmente um Alfa no processo. Mas Beta¡­? Fiz uma pausa no pensamento. N?o, realmente n?o era poss¨ªvel. Ser l¨ªder era uma coisa. Eu sabia que seria capaz de fazer as escolhas corretas para o bandoo um ¡®Alpha¡¯, no entanto,o um Beta, haveria mais confian?a em ser capaz de cumprir o que quer que essas ordens implicassem; ¨¤s vezes por meio de luta. Eu nunca tinha conseguido vencer em uma luta contra o Cai, n?o tinhao eu conseguir me defender em uma batalha real ¡°Eu n?o sou forte o suficiente. A N¨¦voa de Inverno precisaria de algu¨¦m maiso meu pai para substitu¨ª-lo um dia. J¨¢ sei que seria um Beta incrivelmente fraco.¡± Ele deu um meio sorriso conscientemente. ¡°Um passarinho me disse que voc¨º estava treinando um certo herdeiro Alfa do bando Silver Lake. Eles mencionaram que voc¨º mostrou um potencial muito bom tamb¨¦m.¡± Minha mand¨ªb se abriu de surpresa. Como algu¨¦m poderia ter descoberto isso? Apenas Cai, Myra e eu sab¨ªamos disso. N?o s¨® isso, mas, quem quer que fosse essa pessoa que disse a ele, eles devem ter me visto em a??o na academia. Caso contr¨¢rio, de que outra forma eles poderiam fornecer qualquer tipo de avalia??o da minha habilidade? ¡°Como ¡­ ? ¡± Eu finalmente consegui perguntar. Ele riu baixinho. ¡°N?o cheguei onde estou hoje sem ajuda. Nem todos n¨®s nascemos em fam¨ªlias ssificadas.¡± Eu nunca tinha pensado muito sobre isso antes, mas era verdade. Eu podia me lembrar vagamente de ouvir que o ¨¦lder Luke tinha vindo de uma casapletamenteum, origem humilde. Ele havia chegado onde estava agora devido ¨¤ sua pr¨®pria dedica??o e trabalho duro ¡°Mesmo que eu possa lutar um pouco, n?o h¨¢o eu ser aceitoo um Beta,¡± eu disse, trazendo a conversa de volta ao t¨®pico em quest?o. ¡°Eu n?o vejoo os Anci?es ou Aleric permitiriam isso. Os Anci?es s?o inflex¨ªveis sobre eu cumprir a profecia e me tornar a Luna de Aleric. E Aleric¡­ bem, n?o h¨¢ como ele tolerar uma Beta feminina, muito menos ficar preso a mim de todas as pessoas. ¡°Voc¨º fo se j¨¢ soubesse exatamente o que vai acontecer¡±, disse ele, fazendo-me ficar instantaneamente tenso. Eu tive que me lembrar que era apenas uma figura de linguagem para rxar novamente. ¡°Sinto que voc¨º precisa pensar sobre isso de forma mais objetiva. De todas as op??es que voc¨º tem diante de voc¨º, qual parece ser a mais dif¨ªcil de alcan?ar seu objetivo? Come?ando uma tomada pol¨ªtica e derrubar uma hierarquia existente¡­? Ou convencer um bando de velhos e um adolescente a lhe dar uma chance em um papel que j¨¢ tem uma vaga para um herdeiro ? Eu acho que voc¨º ficaria surpreso com quantos Anci?es seriam a favor de voc¨º se tornar Beta apenas para garantir que voc¨º permanecesse em conformidade. Parece-me que ¨¦ o melhorpromisso para manter ambas as partes felizes. Caso contr¨¢rio, n?o h¨¢ muito que o impe?a de iniciar uma rebeli?o ou fugir. Ambos s¨® causariam mais danos ao pacote. Eles precisam da sua coopera??o devido ao seu status.¡± Mordi o l¨¢bio, tentando pensar nas op??es corretamente. Ainda parecia t?o inating¨ªvel, mesmo que ele tivesse colocado bem diante de mim. ¡°Ou voc¨º pode simplesmente pegar o caminho mais f¨¢cil¡­ chupar e se tornar Luna.¡± Eu estremeci. N?o. Manter esse t¨ªtulo novamente seria um ¨²ltimo recurso, embora eu n?o tivesse certeza se poderia cham¨¢-lo assim. Estar preso naqu casa ¨¤ merc¨º de Aleric mais uma vez foi um destino que garantiu minha morte. Uma morte que eu precisava lembrar n?o era apenas o meu fim agora, mas possivelmente todo mundo. Ent?o, seria t?o imposs¨ªvel¡­? Eu j¨¢ estava treinando e n?o havia machos na minha linhagem familiar direta parapetir pelo posto. Apenas Alexander, meu primo, poderia ficar no meu caminho . No passado, elee?ou seu treinamento por volta da minha idade atual e acabou se tornando Beta logo antes da minha morte. Se eu fosse, por algum mgre, aceitoo herdeiro Beta, ent?o as coisas entre n¨®s podem ficar desconfort¨¢veis. Eu estava essencialmente roubando dele algo que ele deve ter pensado que era uma coisa certa. Como ele poderia ter previsto que uma Beta feminina poderia ser poss¨ªvel? Mas se eu fosse um homem, ent?o ele n?o teria direito ¨¤ sucess?o de qualquer maneira. E ent?o eu levei um momento para perceber os benef¨ªcios reais disso. Tornar-me Beta basicamente me garantiu imunidade quase absoluta em todos os sentidos. Ao meprometero Beta para Aleric, seria imposs¨ªvel ser for?ada a se tornar Luna por qualquer pessoa. Uma vez que o juramento ¨¦ feito, outra ssifica??o n?o pode ser concedida dentro desse pacote. Tamb¨¦m me deu uma raz?o leg¨ªtima para rejeit¨¢-lo oficialmente sem que perguntas fossem feitas, j¨¢ que namorar o que ¨¦ efetivamente seu chefe seria desaprovado. Se f?ssemos lutar contra outro bando, precisar¨ªamos ser imparciais um o outro, portanto, um rcionamento estava definitivamente fora de quest?o. Mas a melhor vantagem de todas? Isso significava que ele n?o poderia colocar um dedo em mim. Ser uma Santa e uma Beta me tornariapletamente intoc¨¢vel. Se ele tentasse qualquer coisa, ent?o ele arriscaria que o bando se levantasse contra ele, j¨¢ que seria vistoo um ataque direto contra a pr¨®pria Deusa. Em seguida, adicione o fato de que eu j¨¢ era o segundo noando? Ele poderia esquecer de manter sua posi??o por muito tempo¡­ e adivinha quem iria substitu¨ª-loo o pr¨®ximo na f? Eu. Foi efetivamente xeque-mate, incapaz de se mover ou ele seria derrubado. E talvez, pelo menos uma vez na vida, ele tivesse que me respeitar. N?o apenas um aceno rid¨ªculo de reconhecimento, mas realmente valorizo minha contribui??o. Ele seria incapaz de contestar abertamente as decis?es que eu sugeriria, sem uma boa raz?o, e seria for?ado a ter uma discuss?o real comigoo um valioso membro ssificado. ¡°N?o¡­ voc¨º est¨¢ certo. Obrigado, Elder Luke,¡± eu disse, ainda um pouco perdido em meus pensamentos. ¡°Voc¨º me deu muito em que pensar.¡± Logo depois que conversamos, acabei voltando para casa. Eu n?o falei meus pais sobre o que aconteceu em detalhes, mas eu os avisei que a marca estava oficialmente confirmada agora. Eles pareciam preocupadosigo, mas eu n?o deixei transparecero estava me sentindo por dentro. Se eles soubessem exatamenteo estivesse em conflito e ansioso, eles s¨® ficariam mais preocupados. Eu n?o queria dizer nada a eles ainda at¨¦ que tivesse tempo de processar tudo o que aconteceu o ¨¦lder Luke. V¨¢rias semanas depois, finalmente chegou o dia do grande evento anual de caridade de Myra. Eu tinha escolhido usar um vestido semi-formal azul marinho e Lucy tinha arrumado meu cabelo em uma linda tran?a estilo meio preso. Foi provavelmente o m¨¢ximo que eu vesti para qualquer ocasi?o desde que voltei, mas eu sabia que o evento significava muito para Myra. Eu queria mostrar a que eu tinha me esfor?ado. A fun??o estava sendo realizada no pr¨®prio orfanato para que as crian?as pudessem participar. Embora tenha sido usado principalmenteo angaria??o de fundos, tamb¨¦m foi uma ¨®tima oportunidade para alguns dos convidados conhecerem as crian?as em um ambiente menos pressionado, e talvez e vpt considere adotar. Eu j¨¢ tinha nejado doar um grande cheque meu nome falso, e outro menor em nome da fam¨ªlia Chrysalis, a permiss?o de meus pais para isso, ¨¦ ro. Conhecendo Myra, teria me feito pegar o dinheiro de volta se soubesse que eu estava doando uma quantia muito grande, da¨ª a necessidade da doa??o da minha conta pessoal. Quando cheguei, fui imediatamente recebido p habitual e excessivamente entusiasmada Myra. me puxou para um abra?o e expressouo estava feliz em me ver. Para minha alegria, vi que estava usando o vestido vermelho que eu haviaprado para . Mas eu tinha que admitir, fiquei um pouco surpreso por t¨º encontrado t?o rapidamente, dado o n¨²mero de pessoas reunidas dodo de fora. ¡°Venha Caminhamos atr¨¢s do grande edif¨ªcio at¨¦ chegarmos a uma ¨¢rea menos movimentada. Eu podia ver que este lugar deve ter sido usado principalmenteo um yground ou quintal para as crian?as. Eu estava olhando ao redor para absorver tudo, perdida em meus pensamentos sobreo os jardins eram bonitos, quando de repente fui agarrada p minha cintura. Eu bncei, jogando meus p¨¦s para fora para manter o equil¨ªbrio e olhei para baixo. L¨¢, eu encontrei uma crian?a pequena que sen?ou em mim. ¡°Billy!¡± Myra o repreendeu, gentilmente puxando-o de cima de mim. ¡°Voc¨º precisa pedir permiss?o primeiro para tocar em algu¨¦m. Pe?a desculpas ¨¤ senhorita Aria agora. Eu me senti estranha, j¨¢ que n?o tinha experi¨ºncia crian?as, e definitivamente n?o esperava que uma se agarrasse a mim t?o rapidamente. Mas fiz o meu melhor para agir da maneira que se esperaria tratar uma crian?a. ¡°Sinto muito, senhorita Aria¡±, disse o garotinho loiro, parecendo triste. ¡°Est¨¢ bem! Obrigado por se desculpar.¡± Eu sorri para ele para deix¨¢-lo saber que estava tudo bem. De repente, mais crian?as apareceram e em pouco tempo, eu tinha um pequeno grupo de seis crian?as ao meu redor, seus rostos cheios de tanta emo??o por me conhecer. Myra passou e me apresentou todos eles um por um. O mais velho do grupo tinha nove anos, o mais novo, seis. Myra mencionou que havia mais em algum lugar e que eles provavelmente ficariam desapontados ao descobrir mais tarde que n?o tiveram a chance de me conhecer pessoalmente. ¡°Umm, senhorita Aria?¡± uma garotinha chamada Lily falou. Eu me agachei para fr no n¨ªvel dos olhos. ¡°Sim, senhorita Lily?¡± ¡°Meu nome ¨¦ apenas Lily, n?o senhorita,¡± corrigiu. ¡°Eu estava me perguntando se voc¨º¡­ se hum¡­ se voc¨º gostaria de brincar ¡°Parece que voc¨º se divertiu¡±, disse Myra. passou o tempo olhando carinho para n¨®s brincando juntos aodo das linhas. Eu estava assistindo as crian?as conversando alegremente que eu nem tinha visto Myra se aproximar. ¡°Voc¨º deveria participar da pr¨®xima vez.¡± Eu olhei para , mas ent?o, para minha surpresa, vi sua express?o mudar de um sorriso para de repente uma preocupa??o muito rapidamente. ¡ª Voc¨º est¨¢ bem, Aria? perguntou. Sua voz estava cheia de preocupa??o. Eu fiz uma careta. ¡°ro por que?¡± ¡°¡­ Voc¨º est¨¢ chorando.¡± Confuso, eu gentilmente levei a m?o ao meu rosto e, certeza, havia l¨¢grimas no meu rosto ¡°O que .. . ?¡± ¡°Voc¨º est¨¢ se sentindo bem?¡± perguntou. Eu estava me sentindo bem? Eu estava me divertindo as crian?as, eu n?o tinha certeza do que poderia ter acontecido N?velDrama.Org owns this. possivelmente me chateou muito. E ent?o percebi o que meu corpo estava tentando me dizer. Olhei para baixo e vi que tinha subconscientemente colocado a m?o sobre minha barriga sem nem perceber. Eu devo ter feito isso quando eu estava cuidando deles. Eu soube ent?o o que tinha me chateado. Uma parte de mim estava se lembrando do fato de que eu nunca seria capaz de ter meu pr¨®prio filho. Eu estava chorando por causa do beb¨º que eu nunca tinha sido capaz de conceber na minha vida passada. ¡°Ah¡­¡± foi tudo o que consegui dizer. Mas eu n?o tive a chance de fr sobre isso porque de repente todas as crian?as estavam em um frenesi novamente , algu¨¦m tinha chegado. Eu empurrei todos os meus pensamentos negativos para o lado e forcei um pequeno sorriso no meu rosto ao vero eles foram capazes de se tornar en¨¦rgicos novamente t?o rapidamente. No entanto, a express?o morreu no meu rosto t?o rapidamente quanto tinha chegado quando olhei para ver para quem eles estavam correndo. Porque foi Aleric quem chegou. Cap铆tulo 33 Cap¨ªtulo 33 Cap¨ªtulo Trinta e Tr¨ºs ( NOTA DO AUTOR: Apenas um lembrete de que aspas simples s?o coisas ditas apenas na cabe?a de Aria quando aparecemo f.) ¡®Pare eles,¡¯ minha mente sibilou para mim enquanto eu observava as crian?as rirem e prem em cima de Aleric. Ele pegou alguns e estava brincando alegremente eles. Eles correram ao redor dele, puxando suas roupas enquanto ele fingia ser um monstro assustador. Toda vez que ele rugia, todos gritavam e corriam alguns passos para longe, divertindo-seo nunca. ¡°Ele ¨¦ um assassino¡±, minha mente me lembrou. ¡®Ele ¨¦ perigoso. N?o deixe que ele os toque. Mas a cena na minha frente era desconcertante, me congndo no lugar. Eu nunca tinha visto Aleric perto de crian?as antes e ent?o seuportamento afetuoso em r??o a s foi chocante, para dizer o m¨ªnimo. Ele teria sido assim no passado se tivesse recebido um filho? ¡­Se meu corpo fosse capaz de tal coisa? Enquanto os pensamentos me incitando a proteger as crian?as continuavam a me perseguir, fiz o meu melhor para afast¨¢-los. Eu tive que me lembrar que um Aleric de dezesseis anos ainda n?o era o homem que ele seria um dia. Ele n?o tinha sangue em suas m?os¡­ ainda. Myra percebeu que de repente eu estava extremamente desconfort¨¢vel sua chegada e gentilmente toquei minha m?o. provavelmente n?o entendeu, mas foi legal da parte d tentar me confortar de qualquer maneira. Finalmente, Aleric olhou para a ¨¢rvore e nos viu sentados l¨¢. Eu me encolhi quando seus olhos encontraram os meus, esperando mais do que tudo que ele fosse embora. 1 Mas, para minha consterna??o, ele imediatamentergou o garoto que estava jogado por cima do ombro ee?ou a caminhar at¨¦ onde est¨¢vamos. Meu cora??oe?ou a disparar, mas eu disse a mim mesmo que estava mais preparado mentalmente desta vez. Eu n?o deixaria as mem¨®rias do julgamento me assombraremo da ¨²ltima vez. Respirei fundo v¨¢rias vezes, acalmando minha mente, mas a cada passo que ele dava em nossa dire??o, mais eue?ava a duvidar da minha capacidade de lidar isso. Eu realmente seria capaz de mant¨º-lo junto desta vez? Fazia tantos meses desde que eu o vi¡­ tantos meses desde que eu tinha morrido. As mem¨®rias ainda seriam t?o frescas? N?velDrama.Org owns this. Mas de p¨¦ na minha frente, percebi o qu?o fraco e insignificante eu ainda era. Enquanto ele se elevava sobre minha pequena estrutura, eu sabia que, mesmo todo o treinamento que fiz nos ¨²ltimos meses, ainda n?o seria nem remotamente bom o suficiente para me defender dele. ¡°Ariadne, Myra,¡± ele cumprimentou. Sua voz fez meu est?mago cair e eu imediatamente me senti doente e fraco. Meu nome em seus l¨¢bios parecia mais uma maldi??o. Myra e eu j¨¢ est¨¢vamos de p¨¦ a essa altura e curvamos nossas cabe?as em respeito ¨¤ sua sauda??o. ¨C Herdeiro alfa ¨C disse Myra, dando-lhe as boas-vindas. ¡°Estamos honrados em receb¨º-lo em nosso evento hoje. Obrigado por ter vindo.¡± Eu n?o conseguia tirar as pvras da minha boca para retribuir sua sauda??o, minha cabe?atejando o conflito interno acontecendo dentro. Eu tinha certeza que ele tinha notado meu sil¨ºncio. Ele tinha que ter. Aler sorriu. ¡°¨¦ um prazer estar aqui e finalmente conhec¨º, M y ra. Meu pai estende seus cumprimentos pelo convite e deseja agradecer pelo trabalho ¨¢rduo cont¨ªnuo de sua fam¨ªlia nas inst??es.¡± Eu n?o consegui olhar para o rosto dele, optando por manter meus olhos baixos . Estava tomando toda a minha concentra??o apenas para n?o tremer visivelmente por estar t?o perto dele. ¡°Obrigado, herdeiro Alfa.¡± Myra curvou-se novamente rapidamente. ¡°No entanto, infelizmente, parece que vou precisar encontrar voc¨º mais tarde para conversar mais. Eu tenho alguns assuntos para discutir Ariadne agora. Mas estou ansioso para recuperar o atraso corretamente e, por favor, avise seus pais que cheguei.¡± Minha respira??o parou no meio da expira??o de surpresa. Por que ele precisa frigo de todas as pessoas? Eu podia sentir Myra hesitar por um segundo, mas n¨®s dois sab¨ªamos que n?o havia nada que pudesse fazer para me ajudar aqui. Com uma ¨²ltima rever¨ºncia final, saiu, olhando para tr¨¢s v¨¢rias vezes uma express?o preocupada. Logo, de repente, eu estava enfrentando o homem que ainda assombrava meus pesadelos. Sozinho. E um sil¨ºncio gdo pairou entre n¨®s. ¡± Voc¨º vai pelo menos frigo desta vez?¡± ele perguntou, finalmente quebrando o sil¨ºncio. ¡°Ou devo chamar Caius para voltar e levar voc¨º embora de novo?¡± Erao se sua fachada de ser educado na frente de Myra tivesse ca¨ªdo instantaneamenteo uma cortina. Agora que ¨¦ramos apenas n¨®s dois, ele se aproximou do Aleric que eu conhecia. Desnecessariamente cruel, e ocasionalmente sarc¨¢stico ao ponto de tentar me colocar para baixo. Agarrei meu pulso para impedi-lo de tremer. Eu precisava ser mais forte do que isso. Eu precisava ser capaz de pelo menos fr ele. Ele suspirou em frustra??o leve, seu tom de repente mudando. ¡°Olha¡­ me desculpe. N?o pedi para fr voc¨º parae?ar uma discuss?o. Eu podia v¨º-lo cruzar os bra?os e arrastar os p¨¦s. Erao se ele estivesse desconfort¨¢vel a forma de dizer o que quer que ele precisasse dizer. ¡°A verdade ¨¦,¡± ele continuou, ¡°meu pai me informou sobre o que aconteceu Myra e o bando Jade Moon. Percebo agora que preciso me desculpar poro agi depois que voc¨º se reuniu o conselho. Ent?o¡­ sinto muito, Ariadne. Voc¨º estava gravemente ferido e n?o era maneira de eu ter fdo voc¨º. Isso me pegou desprevenido. Aleric estava¡­ se desculpandoigo? Por algo que ele disse? Eu n?o conseguia me lembrar de um momento em nosso passado em que ele tivesse feito uma coisa dessas. ¡°Mas, tudo isso dedo¡­ estou aqui para pedir que voc¨º tome ch¨¢igo.¡± Meus olhos ent?o se voltaram para o rosto dele, arregdos em descren?a. Por que ele, de todas as pessoas, gostaria de tomar ch¨¢igo ? Eu n?o tive que esperar muito p minha resposta embora. ¡°Ou melhor, meu pai sugeriu que tom¨¢ssemos ch¨¢ juntos¡±, esreceu. ¡°Ainda faltam algumas horas para o evento principal para a arrecada??o de fundos e ele perguntou se voc¨º poderia me emprestar um pouco do seu tempo.¡± Eu precisava fr, dizer alguma coisa. Nada. ¡°Hum¡±, eu disse debilmente, antes de limpar minha garganta. ¡°Tenho certeza que voc¨º tem coisas muito mais importantes que requerem sua aten??o hoje, herdeiro Alfa. Eu odiaria mant¨º-lo longe disso. Seus olhos verdes se estreitaram para mim e instantaneamente olhei para baixo novamente. ¡°Desculpe se eu n?o deixei ro o suficiente antes,¡± ele disse, ¡°mas isso n?o foi realmente uma¡­ sugest?o¡­ do meu pai. Ele realmente insistiu nisso.¡± Ent?o eu entendi o significado por tr¨¢s de suas pvras. Este n?o era um pedido inocente. Esta tinha sido uma ordem de seu pai. N¨®s dois est¨¢vamos agora obrigados a cumprir o desejo do Alfa. E foi assim que de repente me encontrei sentado para tomar um ch¨¢¡­ em frente ao homem que me assassinou. Foi uma experi¨ºncia meio surreal. A ¨²ltima vez que nos sentamos juntos, apenas n¨®s dois para uma refei??o, n?o foi muito depois de nossa ascens?o a Alpha e Luna¡­ veja Thea. Uma pequena ¨¢rea no jardim adjacente foi montada especificamente para nos permitir ter um encontro privado. A mesa e as cadeiras ao ar livre j¨¢ faziam parte da decora??o, no entanto, alguns atendentes se esfor?aram para deixar a ¨¢rea mais ¡®adequada¡¯. Flores haviam sido colhidas e dispostas em um vaso sobre a mesa, e um carrinho pr¨®ximo a este exibia uma grande variedade de ch¨¢ enches que haviam sido preparados. Ao nosso redor tamb¨¦m havia uma mistura de flores coloridas e fauna crescendo no jardim, tudo perfeitamente conservado. Realmente teria sido lindo, se n?o fosse ppanhia que eu estaria mantendo. Mas depois que v¨¢rios minutos se passaram, nenhum de n¨®s ainda tinha fdo uma ¨²nica pvra um o outro. Eu sabia o que era essa configura??o, ¨¦ ro. Alpha Tytus estava for?ando Aleric e eu a passar um tempo juntos, ent?o esperamos ¡®jogar bem¡¯ e nos tornar pr¨®ximos. Esta foi provavelmente uma vers?o estranha de um encontro surpresa na esperan?a de que eu pudesse me tornar a Luna de Aleric um dia. Tytus provavelmente presumiu, e raz?o, que eu recusaria um encontro de verdade, e ent?o optou por nos for?ar a participar durante um tempo em que j¨¢ estar¨ªamos vestidos e pr¨®ximos. Eu me perguntei quantos mais desses ¡®encontros¡¯ eu teria que suportar antes que ele finalmente respeitasse minha escolha de n?o estar seu filho. Aleric ent?o limpou a garganta, trazendo minha aten??o de volta para ele. ¡°Ent?o, meu pai queria que eu te agradecesse por sua renda??o sobreo lidar o pacote Jade Moon,¡± elee?ou, quebrando o sil¨ºncio finalmente . ¡°Acabou sendo um sucesso no final. Ele disse que suas a??es durante a luta e suas solu??es para lidar as consequ¨ºncias foram Digitalizado CamScanner louv¨¢vel trinta Threpe.¡± Eu bncei a cabe?a. ¡°Obrigado, herdeiro Alfa.¡± Sil¨ºncio novamente. Tudo o que eu conseguia pensar eram os segundos enquanto eles passavam lentamente. Eu n?o queria nada mais do que correr para muito, muito longe daqui. ¡°Aida n?o ¨¦ do seu agrado?¡± ele perguntou, notando meu prato. ¡°Voc¨º mal tocou em nada. Olhei para o pequeno peda?o de bolo que estava na minha frente apenas duas pequenas mordidas. Durante todo o tempo em que estivemos sentados juntos, eu estava t?o nervoso que mal conseguier ou beber da propaga??o fornecida. Eu n?o seria capaz nem mesmo de dizer a ele o sabor de qualquer coisa que eu tinha consumido at¨¦ agora; Eu n?o tinha sido capaz de provar uma ¨²nica coisa do estresse de estar nessa situa??o. ¡°Aida ¨¦ deliciosa,¡± eu menti, sem fazer ideia. ¡°Obrigado, herdeiro Alfa.¡± Ficou ro que seu pai havia ordenado que ele fsse bem comigo. Ambos provavelmente perceberam que precisavam de mim ao seudo e Tytus saberiao osportamentos usuais de seu filho teriam sido percebidos por mim. Aleric n?o era exatamente conhecido por sua paci¨ºncia. Mas, se eu fosse honesto, a tentativa for?ada de tentar fr educadamenteigo foi de longe uma das experi¨ºncias mais enervantes que j¨¢ tive. Nunca havia recebido qualquer cortesia de Aleric antes e, portanto, essa nova personalidade dele era imprevis¨ªvel para mim. Achei Aleric muito menos assustador quando pude dizer exatamente o que ele poderia fazer a seguir. Abruptamente, ele suspirou e levantou a m?o t?o r¨¢pido que meu corpo n?o p?de deixar de reagir. Eu vacilei seu movimento s¨²bito. Ele franziu a testa para mim por um segundo, mas continuou a tirar o cabelo do rosto, achando minha rea??o estranha. A x¨ªcara de ch¨¢ na minha m?o quase se derramou por todo o corpo em meu susto. ele ent?o suspirou e levantou a m?o t?o r¨¢pido que meu corpo n?o p?de deixar de reagir. Eu vacilei seu movimento s¨²bito. Ele franziu a testa para mim por um segundo, mas continuou a tirar o cabelo do rosto, achando minha rea??o estranha. A x¨ªcara de ch¨¢ na minha m?o quase se derramou por todo o corpo em meu susto. ele ent?o suspirou e levantou a m?o t?o r¨¢pido que meu corpo n?o p?de deixar de reagir. Eu vacilei seu movimento s¨²bito. Ele franziu a testa para mim por um segundo, mas continuou a tirar o cabelo do rosto, achando minha rea??o estranha. A x¨ªcara de ch¨¢ na minha m?o quase se derramou por todo o corpo em meu susto. ¡° Voc¨º est¨¢ doente?¡± ele perguntou. Ele podia ver o quanto minhas m?os estavam tremendo agora. ¡°N-n?o¡±, eu gaguejei, xingando internamente no meu corpo por trairo eu me sentia. ¡°Obrigado por sua preocupa??o, herdeiro Alfa.¡± ¡°Ariadne, eu posso ver que voc¨º est¨¢ tremendo¡±, disse ele. Ele se levantou e foi at¨¦ mim. ¡°Aqui, apenas coloque isso para um-.¡± Eu n?o ouvi o que ele estava prestes a dizer porque eu recuei t?o r¨¢pido dele que o prato na minha frente bateu contra o carrinho, caindo no ch?o em peda?os. Meu bra?o varreu a mesa t?o r¨¢pido que n?o houve tempo para impedi-lo de cair. Virei-me e olhei para ele em panico, petrificada o que ele fariaigo por minha demonstra??o de descuido. Eu queria me desculpar, implorar para ele me perdoar, mas eu senti que n?o conseguia respirar. Nada passaria pelos meus l¨¢bioso uma frase coerente. ¡°Ariadne,¡± ele disse em um tom irritado. E ent?o ele estendeu a m?o para mim novamente e eu virei meu rosto para odo, fechando meus olhos tanta for?a quanto eles iriam para antecipar o que ele estava prestes a fazerigo. ¡­ Mas nunca veio nada. Parecia uma eternidade esperando antes que eu finalmente o ouvisse suspirar novamente. Eu cuidadosamente abri meus olhos para olhar para ele, mas n?o r¨¢pido o suficiente para irrit¨¢-lo ainda mais. Ele estava esfregando o rosto em frustra??o, ramente irritado tudo que eu tinha acabado de fazer. ¡°Ok, eu tentei¡±, pensei ouvi-lo sussurrar baixinho. Ele olhou de volta para mim, for?ando um sorriso em seu rosto, e se levantou. Um cfrio percorreu minha espinha ao ver aquele sorriso familiar. Eu o conhecia t?o bem; o tipo que dizia que ele estava escondendo sua verdadeira emo??o de mim. ¡°Obrigado pelo seu tempo hoje, Ariadne¡±, disse ele, voltando a ser excessivamente educado. ¡°Foi um prazer absoluto. Espero que possamos fazer isso novamente em algum momento.¡± Era tudo mentira e n¨®s dois sab¨ªamos disso. Ele estava seguindo a formalidade para n?o incorrer na ira de seu pai quando voltasse para casa. Ele esperou v¨¢rios segundos para eu responder, mas eu n?o consegui fr. Foi s¨® depois que eu finalmente consegui dar a ele uma meia rever¨ºncia da minha cabe?a em reconhecimento que ele tomou issoo confirma??o suficiente para se despedir. Fiquei sentado olhando para o espa?o por um longo tempo depois que ele saiu, sem sabero processar tudo o que tinha acabado de acontecer. Eu me sentio o prato quebrado que estava quebrado ao meudo; n¨®s dois n?o t¨ªnhamos ideia deo nos tornamos assim, mas ambos sentindo que apenas alguns minutos atr¨¢s tudo estava bem. Eu pensei que estava pronto, que estava mais forte agora. Mas eu estava errado. Ficou ro que Aleric ainda estava no controle de mim. E havia apenas uma maneira que eu seria capaz de mudar isso. N?o havia outra op??o. Eu precisava me tornar intoc¨¢vel. Cap铆tulo 34 Cap¨ªtulo 34 Cap¨ªtulo Trinta e Quatro Apesar da minha determina??o, ainda levou mais dois meses antes que eu finalmente reunisse coragem parae?ar a dif¨ªcil jornada de me tornar Beta. O resto do evento beneficente de Myra tinha corrido bem naquele dia e eu n?o vi Aleric durante o restante da arrecada??o de fundos, o que estava perfeitamente bem para mim. Eu poderia dizer que Myra estava um pouco preocupadaigo e eu tive que esconder issoo se n?o fosse grande coisa. Eu n?o queria preocup¨¢. Era a primeira vez que me via t?o assustada qualquer coisa e eu s¨® podia imaginar o que poderia estar passando p cabe?a d. Nos dois meses que se passaram, de alguma forma cheguei ao meu d¨¦cimo quinto anivers¨¢rio. Solicitei que fosse mantido em sigilo e acabamos celebrando apenas meus pais e Myra. Havia presentes m¨ªnimos, tamb¨¦m por meu pedido, e todos n¨®s sentamos e tivemos um bom jantar em minha casa. S¨¦rio, Eu estava feliz por estar entre todas as pessoas que realmente se importavamigo. Eu passei muitos anivers¨¢rios no passado quasepletamente sozinha e esquecida. E ent?o, finalmente, hoje, eu estava na porta do escrit¨®rio do meu pai, espiando nervosamente. Ele estava se concentrando em rt¨®rios na frente dele e eu estava medo de perturb¨¢-lo. Daqui, eu podia ver seus cabelos prateados e olhos violetas, e pensei emo ¨¦ramos parecidos. Se n?o fosse por eu ter principalmente o formato do rosto da minha m?e, eu teria parecido uma vers?o feminina recortada e cda dele. ¡°Eu posso sentir voc¨º olhando para mim daqui¡±, ele gritou sem sequer olhar para cima de seu trabalho. espiando nervosamente. Ele estava se concentrando em rt¨®rios na frente dele e eu estava medo de perturb¨¢-lo. Daqui, eu podia ver seus cabelos prateados e olhos violetas, e pensei emo ¨¦ramos parecidos. Se n?o fosse por eu ter principalmente o formato do rosto da minha m?e, eu teria parecido uma vers?o feminina recortada e cda dele. ¡°Eu posso sentir voc¨º olhando para mim daqui¡±, ele gritou sem sequer olhar para cima de seu trabalho. espiando nervosamente. Ele estava se concentrando em rt¨®rios na frente dele e eu estava com medo de perturb¨¢-lo. Daqui, eu podia ver seus cabelos prateados e olhos violetas, e pensei em como ¨¦ramos parecidos. Se n?o fosse por eu ter principalmente o formato do rosto da minha m?e, eu teria parecido uma vers?o feminina recortada e cda dele. ¡°Eu posso sentir voc¨º olhando para mim daqui¡±, ele gritou sem sequer olhar para cima de seu trabalho. Eu pulei ao som de sua voz, n?o esperando que ele soubesse que eu estava aqui. Ele olhou para cima e finalmente encontrou meus olhos. ¡ª Em que posso ajud¨¢, Aria? Entrei na porta caut, limpando a garganta. ¡°Eu preciso fr voc¨º, pai. Voc¨º tem um momento?¡± Eu podia ouvir o leve tremor na minha voz enquanto eu fva. Eu precisava me contrr embora. Eu n?o seria capaz de convenc¨º-lo de que eu era adequado para isso se eu n?o soasseo se acreditasse nisso. Mas era um pouco estranhoo eu estava nervoso. Explorar um governo estrangeiro por dinheiro? Sem problemas. Pedir ao meu pai para me ouvir enquanto eu explicava por que eu queria ser um Beta? Aterrador. Sua opini?o importava para mim e eu n?o queria que sua percep??o de mim mudasse por causa disso. N?o ajudava que eu tamb¨¦m tivesse que me lembrar constantemente de que essa vers?o do meu pai era diferente da que eu estava antes da minha morte. Ele era quase dez anos mais novo que o pai que havia choradoigo dentro das cs da pris?o. Neste ponto de nossas vidas agora, nosso rcionamento era muito formal. Eu me lembrei deo eu estava medo de desapont¨¢-lo ou irrit¨¢-lo¡­ um sentimento que n?o mudou at¨¦ que ele foi preso por defender minha honra. Ele me olhou de perto, uma curiosidade em seus olhos. ¡°ro, sente-se no sof¨¢.¡± Eu segui sua instru??o e ele se aproximou para se juntar a mim. Sentados assim juntos, casualmente no sof¨¢, eu honestamente n?o sabia dizer se isso me fazia sentir Neste ponto de nossas vidas agora, nosso rcionamento era muito formal. Eu me lembrei deo eu estava medo de desapont¨¢-lo ou irrit¨¢- lo¡­ um sentimento que n?o mudou at¨¦ que ele foi preso por defender minha honra. Ele me olhou de perto, uma curiosidade em seus olhos. ¡°ro, sente-se no sof¨¢.¡± Eu segui sua instru??o e ele se aproximou para se juntar a mim. Sentados assim juntos, casualmente no sof¨¢, eu honestamente n?o sabia dizer se isso me fazia sentir Neste ponto de nossas vidas agora, nosso rcionamento era muito formal. Eu me lembrei deo eu estava medo de desapont¨¢-lo ou irrit¨¢-lo¡­ um sentimento que n?o mudou at¨¦ que ele foi preso por defender minha honra. Ele me olhou de perto, uma curiosidade em seus olhos. ¡°ro, sente-se no sof¨¢.¡± Eu segui sua instru??o e ele se aproximou para se juntar a mim. Sentados assim juntos, casualmente no sof¨¢, eu honestamente n?o sabia dizer se isso me fazia sentir tea?¡± I shook my head, knowing I wouldn¡®t be able to drink at a time like this. I couldn¡¯t even recall thest time I had dared to disturb his work but I knew I¡¯d procrastinated this conversation long enough. Time was running out if I wanted to be given a chance to earn my spot as Beta heir. I also knew that I would need help in training if I had any hope of improving my skill in a fight. I¡¯d reached a teau and hadn¡¯t seen any real difference in my strength for over a month now. I realised the only way I was going to get better from here would be to have someone show me how to improve and, with Cai gone, it meant there really was only one person in my life that could help. My father. I watched as he poured himself a tea and settled back into the couch. ¡°So, what did you want to talk about?¡± I hesitated, unsure where to start. I¡¯d practised what I had wanted to say in the mirror almost every day but, now it was actually happening, it was like my mind had gone nk ¡°Um,¡± I started. ¡®Brilliant, Aria. So intelligent,¡¯I scolded myself internally. Quickly, I pushed my thoughts away, trying to refocus. ¡°¡­ I¡®ve been thinking a lot about the future,¡± I said. ¡°We haven¡®t really had a conversation about it since the night after the Alpha¡¯s summons, back when Myra was attacked.¡± He raised an eyebrow at me. ¡°Did you want to finally discuss why you told the Alpha you didn¡¯t want to be Luna? Why you kept your mother and I in the dark about your intentions?¡± Eu fiz uma pausa. Parecia que ele ainda estava irritado a coisa toda. Eu podia me lembrar vividamente da discuss?o que tivemos e me lembrei deo eles ficaram t?o furiosos a minha decis?o. Isso me assustou o suficiente parae?ar a guardar mais segredos deles. ¡°N?o era minha inten??o esconder isso de voc¨º,¡± eu disse. ¡°Eu n?o tinha nejado dizer ao Alfa nada do tipo, mas essa marca em mim mudou tudo. Eu precisava estabelecer que n?o era uma amea?a para Tytus ou Aleric. Ent?o respirei fundo. ¡°Mas, pai¡­ eu preciso que voc¨º saiba disso, do fundo do meu cora??o¡­ eu realmente n?o quero ser Luna. O que eu disse a eles naquele dia era a verdade. Eu realmente sinto muito por ter escondido isso de voc¨º e da mam?e. Eu quase disse ¡®n?o quero ser Luna *de novo*¡¯, mas consegui me conter logo antes de fr. Que desastre teria sido. ¡°¡­Por que?¡± ele finalmente perguntou, depois de ter levado algum tempo para pensar. ¡°¡­Eu n?o tenho nenhum desejo pelo cargo.¡± Ele franziu a testa. ¡°Duvido que voc¨º teria vindo at¨¦ aqui para me dizer isso sem uma raz?o. ¨¦ um esfor?o Content rights belong to N?velDrama.Org. Obviamente, h¨¢ algo mais que voc¨º queria.¡± Mordi meu l¨¢bio, meus nervos amea?ando tomar conta. ¡°A verdade ¨¦¡­ eu gostaria de assumir o seu lugar um dia¡­ e me tornar Beta,¡± eu disse lentamente. Para seu cr¨¦dito, ele n?o me recusou imediatamente. Em vez disso, ele apenas acenou a cabe?a, colocando sua x¨ªcara de volta na mesa, e se reclinou no sof¨¢ pensando. Eu estava muito medo de dizer qualquer coisa no caso de apenas fazer sua rejei??o mais r¨¢pida. Depois de algum tempo, ele olhou para mim e olhou para minhas m?os, estreitando os olhos. ¡°Ent?o, por quanto tempo agora?¡± ele perguntou. Eu n?o sabia a que ele estava se referindo. ¡°¡¯Quanto tempo¡¯¡­?¡± Eu repeti. ¡°Suas m?os¡±, disse ele, acenando para eles. ¡°Acabei de perceber o qu?o calejados eles parecem H¨¢ quanto tempo voc¨º treina em segredo?¡± Era uma pergunta que acabaria sendo respondida, mas, no entanto, eu gostaria que fosse algo que ele descobrisse apenas se tivesse concordado em me apoiar. Eu apertei minhas m?os em punhos no meu colo, olhando para eles. ¡°Talvez¡­ oito meses agora? Nove? Comecei n?o muito tempo depois da convoca??o do Alfa.¡± Ele ficou em sil¨ºncio novamente. Eu desejei que ele apenas fsse ramenteigo em vez de me fazer adivinhar o que ele estava pensando por dentro. Foi excruciante. ¡°Ent?o, isso ¨¦ algo que voc¨º levou alguns meses para decidir seguir?¡± Isso n?o era exatamente correto. Eu tinhae?ado a treinar a inten??o original de me defender de Aleric, n?o o prop¨®sito de me tornar Beta. Mas era verdade que eu tinha passado os ¨²ltimos dois meses pensando cuidadosamente nas minhas op??es. Isso era algo que eu queria fazer. Algo que eu *precisava* fazer. ¡° EuPesei todas as minhas op??es muito cuidado, padre ¡ª respondi. ¡°Esta ¨¦ a ¨²nica escolha que tenho que me permite recusar a posi??o de Luna e me proteger daqueles amea?ados p minha marca.¡± Ele ficou em sil¨ºncio mais uma vez. ¡°Eu posso ver por que voc¨º pode pensar que eu n?o mere?o,¡± eu finalmente disse depois que ele n?o disse nada por um longo per¨ªodo de tempo. ¡°Eu entendo que voc¨º gostaria de me ver ter sucesso, e se tornar Luna seria vistoo a maior honra para sua filha alcan?ar. Tamb¨¦m percebo que, sendo mulher, voc¨º pode pensar que n?o estou ¨¤ altura da tarefa.¡± Olhei para cima para encontrar seus olhos e vi que ele estava olhando para mim, uma ruga entre as sobrancelhas. ¡°Aria, voc¨º n?o precisa se tornar uma Luna para sua m?e e eu ter orgulho de voc¨º¡±, disse ele. ¡°Eu tamb¨¦m n?o me importo se voc¨º ¨¦ homem ou mulher. Para mim, qualquer filho meu naturalmente tem o direito de me sucedero Beta.¡± Meu cora??o saltou ao ouvir suas pvras. Fiquei satisfeito em saber que sua posi??o sobre minha posi??o n?o mudou em dez anos. Ele realmente se importava. A parede entre n¨®s foi apenas algo que eu criei em minha mente o tempo todo? ¡°Obrigado, pai¡±, eu disse, de todo o cora??o. Eu me senti sem f?lego. Foi um al¨ªvio finalmente ouvir as pvras dele, saber que ele me apoiava. ¡°But, Aria,¡± he continued, his tone serious. ¡°I¡®m disappointed that you kept this from me ¨C from us. I thought you understood how much we didn¡®t appreciate you cutting us out afterst time. Keeping secrets from me was not the way to gain my support in this.¡± I froze. Had I really made a mistake in how I¡¯d handled it? This entire time I thought I was doing the right thing, scared of what they might think of me if were to tell them of my real desires and worries. ¡°A Beta is someone trustworthy, someone who can be relied upon,¡± he said. ¡°Someone who is able to fight and support those around them as a team. Your actions have shown me that you prefer to work alone without the support of your fellow pack. I don¡¯t see how others will respect or follow you when you refuse to be transparent in your motives. You need more than intelligence to be a leader, Aria.¡± If I felt like I was out of breath before, then it really felt like I was drowning now. I had always worked alone, always from the shadows forgotten. But having him say it outright like this made it extremely clear; the barriers I¡¯d made around myself were inplete contrast to the person I needed to be in order to be Beta. I hadn¡®t opened myself up enough to others, wanting to avoid putting myself in a vulnerable position to be hurt or rejected again. I could see now how my attempts at protecting myself could actually hold me back in my pursuit of bing Beta. I red down at my hands, unable to look at him, and could feel the start of angry tears begint o bubble at my eyes. I was furious at myself for not realising earlier how my father would view the decisions I¡¯d made. There was no way for him to have known why I was the way I was. ¡°So, Aria,¡± he said, breaking me from my thoughts. ¡°Are you going to tell me the truth now?¡± I quickly looked back up at him confused. ¡°If you want my support then it¡¯s about time you start being honest with me.¡± ¡°¡­But I¡®ve been truthful. I¡®ve finally told you what I¡®ve been doing and how I don¡¯t want to be Luna,¡± I replied. He exhaled slowly, obviously disappointed in my answer. ¡°Well¡­ to start with, you could tell me about what happened to you ten months ago, when I suddenly found out my daughter had been marked by the Goddess. Something that, for generations now, we had all grown up thinking was just a myth.¡± And then I realised what truth he wanted. He wanted to know what had happened to me. Why I had changed so much in such a short period of time. Why I was no longer acting like the quiet diligent daughter I had been my entire life. In order to be Beta, he was asking that I tell him about my past¡­. ¡­A past that was also my future. I could feel the tears begin to fall down my face and I shook my head. ¡°No¡­ I can¡®t,¡± I said, gritting my teeth. I could see it all again so clearly. The cells, my father, the trial ground, the sword¡­ and Aleric. I realised then that, a part of the reason I hadn¡¯t told anyone about my past before now, wasn¡¯t only because I needed to keep myself safe, but because I physically couldn¡¯t talk about it before. It was too painful. It felt like if I said the words aloud then it would be making it real¡­. ¡­And if it was real, then there would be no way I could even remotely say that maybe, just maybe, my past life had been just a bad dream. ¡°Aria, you need to be honest and upfront with me now if I¡¯m going to be backing you here. The journey for you to be a Beta will be hard enough as it is.¡± ¡°It¡¯s not that simple,¡± I said, still shaking my head in denial. ¡°You need to trust me when I say I can¡¯t be Luna, that bing Beta is the only way forward.¡± ¡°Aria! No,¡± he said sharply and began to raise his voice, irritated that I was still deliberately being difficult. ¡°Enough is enough. I will not help you until you tell me the truth! So, what the hell happened? Why won¡¯t you tell me,¡± ¡°Because I died, Father!¡± I yelled, cutting him off. ¡°¡­I died.¡± The words had fallen out of my mouth before I could stop them. But once they were finally out, they hung in the open between us, never to be taken back again. As soon as I¡¯d said them though, I gasped at the air; a weight lifting from me as I told the truth, finally allowing me to breathe again. ¡°¡­What? His face was beyond confused, having been taken aback by what I¡®d just told him. ¡°J¨¢ vivi isso antes. Tudo isso,¡± eu disse atrav¨¦s das minhas l¨¢grimas e respira??es ofegantes. ¡°Eu me tornei apanheira de Aleric. Eu me tornei a Luna. Eu at¨¦ ajudei a levar todos n¨®s a nos tornarmos o bando mais poderoso do pa¨ªs que j¨¢ existiu, assimo os Anci?es previram. Fiz tudo o que me foi pedido! Mas n?o foi o suficiente, padre¡­ eu n?o fui o suficiente. ¡°¡­Eu n?o entendo¡­¡± Seus olhos estavam arregdos. Este provavelmente n?o era o tipo de confiss?o que ele esperava. ¡°Como p?de¡­?¡± Eu queria explicar mais, dar a ele o tipo de explica??o que ele pudesse entender, mas em vez disso, tudo que eu podia fazer era desabar na frente dele, meu corpo desmoronando em solu?os de cortar o cora??o. ¡°¡­ Porque ele n?o me amava, papai,¡± foi tudo que eu consegui dizer. ¡°¡­ Ele n?o me amava.¡± Foram as pvras que ficaram enraizadas em minha mente por muito tempo. Desde que voltei, eu disse a mim mesma v¨¢rias vezes que meus sentimentos passados por Aleric n?o me iodavam mais, que eu n?o me importava. Mas a verdade era que, embora este corpo ainda n?o soubesse do vazio deixado p rejei??o f¨ªsica de Aleric, eu ainda me lembrava. Cap铆tulo 35 Cap¨ªtulo 35 Cap¨ªtulo Trinta e Cinco Eu ainda me lembrava da dor excruciante de ser ferido todos os dias que vivi naquele inferno, anos antes mesmo de ele me rejeitar oficialmente. O tipo de dor que s¨® poderia surgir por amar algu¨¦m todo o seu ser. Eu n?o era mais capaz de parar a enxurrada de emo??es que surgiam de uma vez e tinha certeza de que meu pai n?o tinha ideia do que estava acontecendo. Mas ele deve ter entendido o suficiente para ver que, o que quer que eu estivesse tentando dizer a ele, era o suficiente para me causar tanto sofrimento emocional s¨® de fr sobre isso. Ele me puxou em seus bra?os e me segurou for?a enquanto eu chorava contra ele. Tudo tinha sa¨ªdo de mim de uma vez. Coisas que eu tinha jurado nunca contar a ningu¨¦m, coisas que eu achava que nunca seria capaz departilhar algu¨¦m. Mas eu n?o me importava mais se ele pensasse que eu era louca. Eu n?o poderia viver assim. ¡°Shhh, Aria,¡± ele acalmou. ¡°Est¨¢ bem.¡± Eu apenas me agarrei a ele mais for?a, enterrando meu rosto solu?ante ainda mais em seu peito. ¡°Por favor¡­ me ajude, papai.¡± Ele n?o disse mais nada depois disso, ele apenas me segurou em seus bra?os at¨¦ que eu me exaurisse. Fiquei grata por ele n?o insistir no assunto novamente naqu noite. Quando terminei de derramar cada l¨¢grima do meu corpo, ele simplesmente me pegou no colo e me levou para a cama. Foi um momento em que fiquei feliz por ainda ser pequena o suficiente para ele me carregaro fazia, sabendo que de jeito nenhum eu seria capaz de confiar em minhas pernas novamente naquele dia. E quando finalmente chegamos ao meu quarto, ele ficouigo enquanto eu continuava me agarrando a ele por toda a vida. Ele ficouigo at¨¦ que finalmente eu adormeci. Foi uma b¨ºn??o que eu estava exausto demais para sonhar naqu noite. Como esperado, na manh? seguinte meu pai estava obviamente querendo uma explica??o para o que havia acontecido na noite anterior. E assim, eu disse a ele. Eu contei tudo a ele. E quanto mais eu fva, mais isso sa¨ªa de mim, e logo descobri que n?o conseguia parar de dar cada pequeno detalhe. Contei a eleo acabei sendo Luna eo me tornei a lamina de Aleric em sua guerra contra o mundo pelo poder. Como eu tinha lutado t?o desesperadamente por seu amor¡­ apenas para que tivesse sido dado a outro. E por ¨²ltimo, contei a ele sobre o julgamento,o nos despedimos nas cs¡­ eo Aleric finalmente me matou. Ele ficou em sil¨ºncio o tempo todo, absorvendo cada pvra que eu disse e nunca interrompendo. Mas quando finalmente terminei, olhei para meu pai e vi que algumas l¨¢grimas haviam escapado de seus olhos. Algo que eu s¨® o tinha visto fazer uma vez antes¡­ pouco antes de eu morrer. Tendo confessado minha vida anterior ao meu pai, finalmente me senti livre. Agora eu tinha algu¨¦m em quem eu sabia que podia confiarpletamente e que me ajudaria o que eu precisava alcan?ar para evitar o mesmo destino. Ele tinha um monte de perguntas, muitas das quais eu n?o sabia responder, mas ele estava contente com as respostas que eu poderia lhe dar. N¨®s conversamos sobre Aleric,o eu me sentia sobre ele agora eo eu estava desde que voltei. E n¨®s concordamos que, para seguir em frente, eu precisava parar os EUA olhando para tr¨¢s¡­ que a ¨²nica maneira que eu seria capaz de realmente encontrar um novo destino era se eu parasse de ser assombrada em cada esquina. Isso inclu¨ªa trabalhar para deixar meus sentimentos por Aleric acabarem. Eu sabia que seria dif¨ªcil, e n?o aconteceria da noite para o dia, mas n¨®s dois sab¨ªamos que eu n?o seria capaz de me tornar Beta se eu estivesse aterrorizado o pr¨®prio Alpha a quem me prometi. Pude ver que essa seria a parte mais dif¨ªcil da minha jornada; aprendendo a aceitar o que tinha acontecidoigo e tentando seguir em frente. No dia seguinte, meu pai foi at¨¦ Alpha Tytus para propor uma reuni?o para discutir a posi??o atual do herdeiro Beta, mencionando tamb¨¦m que eu estaria presente. Foi-me dito que ele estava extremamente intrigado com a ideia de eu participar e imediatamente concordou que isso fosse agendado Enquanto isso, enquanto esper¨¢vamos o grande dia, meu pai e eue?amos a treinar depois da esc e nos fins de semana. Eu n?o tinha certeza do que ele acabou contando, mas de alguma forma ele conseguiu convenc¨º a me deixarrgar os estudos de Luna. Meu pai e eu agora sab¨ªamos que eu n?o precisava de as extras e isso me permitiu passar meu tempo preparando-me fisicamente para a dif¨ªcil estrada que tinha p frente. A ¨²nica pessoa que provavelmente acabou insatisfeita os novos arranjos foi minha ex-professora de estudos de Luna, Helen, que estava gostando dos pagamentos f¨¢ceis at¨¦ recentemente. Tamb¨¦m descobri que meu pai definitivamente fazia jus ¨¤ sua reputa??o quando se tratava de lutar. Suas li??es foram informativas e eu me vi fazendo o progresso que tanto me faltava nos ¨²ltimos meses sem Cai. E embora seus estilos de luta fossempletamente diferentes, Eventualmente, consegui me ajustar ¨¤s ticas de meu pai facilidade. Ele me empurrou mais do que Cai jamais tinha feito e eu apreciei que ele n?o pegou leveigo. Uma das maneiras mais vitais de ter sucesso nesse esfor?o maluco de me tornar Beta era se eu pudesse, por algum mgre, provar meu m¨¦rito na batalha. Que eu era t?o bom quanto um herdeiro masculino. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Em pouco tempo, chegou o dia da reuni?o. Levou mais de um m¨ºs para encontrar um hor¨¢rio na agenda do Alfa em que ele estivesse livre para assuntos menores, e eu me encontrei incrivelmente nervosa por enfrent¨¢-lo. Fiquei dodo de fora das portas do sal?o de reuni?es meu pai, olhando para a madeirao se pudesse de alguma forma me mostrar o que estava esperando por mim do outrodo. N¨®s dois sab¨ªamos o quanto estaria acontecendo nesta discuss?o hoje. ¡°Voc¨º n?o precisa ficar t?o ansioso,¡± meu pai me disse. ¡°Voc¨º fez coisas muito mais estressantes e loucasy do que antes.¡± Eu sabia que ele estava certo, mas de alguma forma ainda parecia um dos maiores momentos que eu tive em qualquer uma das minhas vidas. Eu n?o pude deixar de me sentir doente. ¡°Ei,¡± ele disse, me fazendo olhar para cima para encontrar seus olhos. ¡°Apenas mostre a eles quem voc¨º ¨¦ e do que voc¨º ¨¦ capaz. Voc¨º n?o tem nada o que se preocupar.¡± Eu apertei minha mand¨ªb e acenei para ele. Eu poderia fazer isso. Ele empurrou as portas e l¨¢ dentro fiquei surpresa o que vi. Parecia que esta reuni?o n?o seria apenas uma pequena conversa meu pai e o Alfa. N?o, havia v¨¢rias figuras-chave aqui, levando-me a acreditar que este era um assunto muito mais s¨¦rio do que eu havia previsto anteriormente. Em seus lugares habituais estavam os Anci?es, incluindo o Anci?o Luke, que me deu um pequeno aceno de cabe?a quando nossos olhos se encontraram. No entanto, diante do conselho ¨¤ esquerda estava meu tio William e primo, Alexander. Meu tio William parecia t?o parecido meu pai que era quase estranho. A ¨²nica diferen?a ¨¦ sua personalidade geralmente muito azeda. Ele quase n?o fez nenhuma tentativa de fazer parte da minha vida enquanto crescia e ent?o eu n?o fiquei surpresa ao ver que foi necess¨¢rio roubar seu filho de uma posi??o para ele se levantar e se encontrarigo. Sinceramente, me senti mal por Alexander. De repente, as portas atr¨¢s de n¨®s se abriram, e Alpha Tytus entrou¡­ seguido por Aleric. O medo habitual que apertou no meu peito me constringiu normalmente quando o vi, mas eu podia sentir que n?o estava t?o ruim hoje. Parecia que conversar meu pai havia ajudado um pouco; mesmo que fosse apenas para me impedir de querer fugir imediatamente ao v¨º-lo. Todos n¨®s curvamos nossas cabe?as em respeito ¨¤ sua aproxima??o e esperamos at¨¦ que eles se sentassem. ¡°Tudo bem¡±, disse Tytus em um tom estranhamente animado. ¡°Vamose?ar ent?o?¡±. Cap铆tulo 36 Cap¨ªtulo 36 Cap¨ªtulo Trinta e Seis Alfa Tytus sorriu entre Alexander e eu, ramente ansioso pelo que estava prestes a acontecer. Em resposta, n?o pude deixar de me contorcer um pouco sob seu olhar. Naturalmente, meu pai teve que me deixar sentar aodo de Tytus, dada a sua posi??o. Eu o observei ir e tentei n?o expressar externamente o qu?o nervosa eu estava por ele me deixar. Mas ele precisava mostrar que era imparcial nessa decis?o, e eu precisava mostrar que n?o exigi que meu pai lutasse minhas batalhas por mim. ¡°Ok, Aria,¡± Tytuse?ou. ¡°Por que voc¨º n?oe?a nos dizendo por que est¨¢ aqui hoje?¡± Ficou ro pelos selecionados para participar que todos j¨¢ sabiam o que eu estava prestes a dizer, e ainda assim ele queria ouvir de mim de qualquer maneira . Mais uma vez, me vi tendo que andar cuidado, preso no jogo que eu sabia que Tytus estava preparando para mim. Eu sabia que ele queria que eu me tornasse Luna, mas ainda n?o sabia o que ele achava do meu desejo de ser Beta. Seria suficiente para ele sentir que eu estava contida e n?o uma amea?a? Ou ele viu atrav¨¦s do meu no para me tornar imune, prendendo seu filho caso ele me cruzasse? ¡°Alpha, estou aqui hoje para apr de um processo que h¨¢ muito tempo ¨¦ uma tradi??o ultrapassada do nosso tipo,¡± falei confian?a. Eu sabia que se ele sentisse alguma fraqueza em mim, seria o fim do jogo. ¡°Estou aqui hoje para pedir que voc¨º ou?a minha peti??o para suceder meu pai em seu papelo Beta quando chegar a hora.¡± Houve um pequeno murm¨²rio entre os Anci?es, mas n?o eram seus sussurros que me preocupavam; era a sensa??o de um olhar frio em mim, algo o qual eu estava muito familiarizada. Dei uma olhada ¨¤ direita do Alfa por apenas um momento e chamei a aten??o de Aleric. Como eu pensei, ele n?o estava feliz o meu an¨²ncio e estava me encarando adagas. Meu instinto natural foi fugir e me submeter ao seu olhar gdo, mas eu me segurei, apenas quebrando o contato visual para voltar minha aten??o para o Alfa. ¡°Mmm¡­ definitivamente uma perspectiva intrigante vindo de voc¨º, jovem Aria,¡± ele meditou. ¡°E Alexandre? O que voc¨º diz sobre tudo isso?¡± ¡°Meu filho ¨¦ a pessoa mais qualificada deste bando para suceder meu irm?o mais velho ap¨®s sua aposentadoria¡±, respondeu meu tio William. Content rights belong to N?velDrama.Org. ¡°Acho que estava perguntando a Alexander, n?o a voc¨º, William.¡± Tytus olhou fixamente para meu tio o suficiente para faz¨º-lo inclinar a cabe?a se desculpando. O sil¨ºncio constrangedor que caiu foi quebrado apenas momentos depois por Alexander pigarrear, ramente nervoso sobre o qu?o mal isso j¨¢ haviae?ado. ¡°Alpha, seria minha maior honra apoiar nosso bando tornando-se Beta um dia. Estou a seu servi?o, Aleric e nossospanheiros de matilha.¡± Tytus respirou fundo pensando depois de ouvir as respostas de ambos osdos. Seus olhos ent?o se voltaram para mim. ¡°Aria, me diga uma coisa¡­¡±, disse ele, reclinando-se em sua cadeira. ¡°A ¨²ltima vez que conversamos, voc¨º mencionou que n?o desejava a posi??o de Luna¡­ ou qualquer outro papel de autoridade substancial. para esse assunto. O que finalmente mudou sua mente?¡± Olhei para meu pai e o vi acenar para mim em encorajamento. ¡°¡­ Meu pai tem, Alpha,¡± eu disse depois de uma pausa no pensamento. ¡°Ele me mostrou o tipo de for?a que sou capaz de possuir eo meu corpo n?o precisa definir quem eu posso me tornar.¡± N?o era uma mentira, mas n?o era toda a verdade. Se n?o fosse meu pai aceitando quem eu era, quem eu sou e quem eu poderia ser, n?o haveria nenhuma maneira poss¨ªvel de eu estar aqui agora diante de Tytus. Seu treinamento ao longo deste ¨²ltimo m¨ºs provou para mim que eu era capaz de mudar quem eu era se trabalhasse duro o suficiente. Que n?o havia raz?o para deixar que outros escolhessem meu destino por mim; nem mesmo uma deusa. ¡°Sou o ¨²nico descendente direto da casa Cris¨¢lida¡±, continuei. ¡°Como voc¨º sabe, somos a ¨²nica fam¨ªlia h¨¢ centenas de gera??es a produzir Betas repetidas vezes. A intelig¨ºncia e a for?a de nossa fam¨ªlia garantiram nossa posi??o, nunca falhando em nenhum desafion?ado para nosso posto. ¨¦ direito da nossa fam¨ªlia entregar este t¨ªtulo para o pr¨®ximo na f.¡± ¡°Rid¨ªculo!¡± Tio William gritou. ¡°P sua l¨®gica, ent?o, n?o deve haver problema se meu filho assumir. Afinal, somos sua fam¨ªlia tamb¨¦m.¡± ¡°Seu filho n?o ¨¦ o descendente direto desta casa,¡± eu o lembrei. ¡°¡­Eu sou.¡± ¡°Alpha, voc¨º n?o est¨¢ realmente ouvindo isso, est¨¢?¡± ele riu. ¡°Nunca houve uma Beta feminina, e por boas raz?es tamb¨¦m. Eles n?o t¨ºm a for?a necess¨¢ria para defender a matilha contra lobos machos maiores. Por extens?o, meu Alexander ainda ¨¦ de sangue Beta e j¨¢ iniciou seu treinamento h¨¢ mais de um ano. Colocar em risco a seguran?a de nosso bando para dar uma chance a ¨¦ rid¨ªculo. Temos um herdeiro perfeitamente bom aqui. Ele deu um tapinha nas costas do filho, que parecia envergonhado por seu pai ainda estar fndo em seu nome. Mas eu mal conseguia prestar aten??o em qualquer coisa que ele estava fazendo quando meu sangue come?ou a ferver. Sua arrogancia e desrespeito grante por mim eram evidentes. Mesmo sem saber do que eu era capaz, ele j¨¢ havia me dispensado por causa de sua pr¨®pria ganancia. Ele provavelmente s¨® queria que seu filho se tornasse Beta para melhorar suas pr¨®prias chances de ser aceitoo um Anci?o um dia. Qualquer coisa para se sentir importante, pelo menos uma vez. Dei um passo em dire??o a ele, um fogo agora queimando dentro de mim, e falei da ¨²nica coisa que eu sabia que ele n?o seria capaz de refutar. Era algo que eu nunca quis usar, algo que me recusei a invocar antes, mas sabia que era minha melhor esperan?a. Quando se trata de quebrar velhos h¨¢bitos de tolos teimosos, ¨¤s vezes voc¨º precisa tomar medidas extremas. ¡°Preciso lembr¨¢-lo quem eu sou, tio?¡± Eu gritei, um cfrio em minhas pvras. Instantaneamente, a s ficou em sil¨ºncio mortal. Meu s¨²bito passo em dire??o ao tio William tamb¨¦m foi o suficiente para assust¨¢-lo para tr¨¢s, embora eu ainda estivesse a v¨¢rios metros de distancia. Seu rosto n?o estava mais rindo. ¡°Eu n?o sou uma garota boba ambi??es sem esperan?ao voc¨º pode pensar,¡± eu rebati. ¡°Eu sou Ariadne, a Santa, a marcada. O escolhido. Fui selecionado p pr¨®pria Deusa e um peda?o de sua vida dentro de mim. Eu incorporo sua vontade, seus desejos¡­ e ainda assim voc¨º est¨¢ aqui, apenas um insignificante membro sem ssifica??o de nosso bando, tentando me dizer que minha sucess?o n?o ¨¦ poss¨ªvel por causa de os genitais que possuo?¡± Seu rosto empalideceu consideravelmente enquanto ele olhava para mim, incapaz de dar uma ¨²nica resposta . Eu ri cinicamente de sua apar¨ºncia pat¨¦tica. ¡°Eu n?o sabia que os decretos de nossa divindade seriam atendidos pr¨¦-requisitos t?o exclusivos nos dias de hoje. Desde quando temos mais f¨¦ em procedimentos ultrapassados do que na pvra de nossa grande m?e, Selene ? ¡± Eu estava obviamente embelezando um pouco a verdade. A Deusa, Selene, deixou ro que seu destino escolhido para mim era estar aodo de Alerico Luna. Mas n?o erao se fosse vir aqui e me checar pessoalmente, nem haveria algu¨¦m nesta s qualificado para discordar de mim. No final das contas, me deu o poder de escolher meu pr¨®prio destino, e foi isso que eu decidi fazer ele. Eu sabia muito bemo n?o iria interferir nas escolhas que seus filhos fizeram, tendo eu mesmo vivido por aquele inferno abandonado. Finalmente, consegui explorar esse sistema para mim. 1 ¡°Aria,¡± Tytus disse um tom de advert¨ºncia. ¡°Voc¨º fez o seu ponto.¡± Eu tirei meus olhos do rosto lament¨¢vel de William apenas para voltar para o Alfa. ¡°Ent?o, parece que temos uma situa??o interessante aqui,¡± Tytus continuou, imerso em pensamentos. Ele ent?o se virou para meu pai, que estava me observando rasgar William, uma leve divers?o em seus olhos o tempo todo. ¡ª Jarred, imagino que voc¨º n?o a deixaria entrar aqui hoje sem ter pelo menos alguma confian?a em sua capacidade de lidar o trabalho. Ent?o, diga-nos, qual ¨¦ a sua experi¨ºncia pessoal Aria que nos persuadiria a colocar nossa f¨¦ n? Meu pai se virou para mim enquanto fva. ¡°Sua habilidade ¨¦ louv¨¢vel em quase todos os aspectos, Alpha,¡± elee?ou. ¡° j¨¢ provou para mim em pouco tempo que, n?o apenas tem uma mente aguda para todas as caracter¨ªsticas que um l¨ªder deve possuir, mas seu talento na luta j¨¢ superou todas as expectativas que eu poderia ter para sua idade. .¡± ¡°De que valem suas expectativas quando ser¨¢ derrubada de costas no minuto em que estiver em uma batalha real, possivelmente at¨¦ mesmo um guerreiro masculino ssificado?¡± meu tio William entrou na conversa, finalmente tendo encontrado sua voz novamente. Ao contr¨¢rio de mim, meu pai conseguiu manter suas emo??es principalmente sob controle o coment¨¢rio de mau gosto de seu irm?o mais novo, escolhendo apenas estreitar os olhos o suficiente para que a maioria n?o tivesse percebido. ¡° pode n?o ser t?o forte fisicamente quanto seus lutadores masculinos, ro,¡± ele respondeu, ¡°mas eu acho que voc¨º vai descobrir que eles ter?o sorte de acertar um golpe n. Sua agilidade e velocidade s?oo nenhum outro guerreiro que eu j¨¢ vi. Com o treinamento cont¨ªnuo, acredito que pode at¨¦ se tornar uma das melhores lutadoras do nosso grupo.¡± ¡°¨¦ ¨®timo saber que puxou ao velho,¡± Tytus disse gentilmente. ¡°¡­Mas antes de tomarmos uma decis?o sobre isso, n?o vamos nos esquecer de abordar um dos maiores obst¨¢culos ainda aqui em este quarto.¡± Seu tom e maneirismo de repente mudaram quase instantaneamente, examinando-me onde eu estava. ¡°Aria foi profetizado para, n?o apenas ser apanheira do meu filho, mas tamb¨¦m foi predito para trazer voc¨º s grande sucesso se aceitar essa uni?o. Se todos n¨®s escolhermos conceder a Aria seu desejo nesta ambi??o d, ent?o devemos aceitar que podemos perder essa vantagemo um poss¨ªvel efeito cteral.¡± ¡°Alpha,¡± interrompi, todo o respeito, j¨¢ lhe dei minha pvra de que agirei apenas no interesse do bando para nos ver ter sucesso. N?o h¨¢ raz?o para for?ar qualquer uni?o romantica entre Aleric e eu quando sou totalmente capaz de cumprir meus deveres ¨C independentemente de ser ssificado ou n?o. No entanto, sinto que me tornar Beta seria o melhorpromisso para n¨®s dois, n?o seria?¡± Virei- me para olhar para Aleric e quase imediatamente me arrependi. Ele estava franzindo a testa em confus?o, seus olhos me encarando. Eu n?o fui capaz de parar o leve tremor que desceu p minha espinha. Mas eu n?o tive tempo para refletir sobre seuportamento por muito tempo enquanto o Alfa fva mais uma vez. ¡°Muito bem, Aria,¡± ele admitiu. ¡°Vou considerar a possibilidade de que talvez n?o haja nenhuma raz?o real para voc¨º se unir por meio de v¨ªnculo depanheiro. Outro murm¨²rio saiu entre os Anci?es. Eu sabia que eles n?o concordavam essa interpreta??o, alguns deles estando realmente presentes no momento em que supostamente chegaram a essa rev??o do meu futuro. ¡°Acho que gostaria de levar isso a vota??o¡±, concluiu Tytus finalmente. ¡°Aria, William, Alexander¡­ por favor, saiam por um momento enquanto conversamos. Tanto a discuss?o quanto os votos feitos daqui em diante permanecer?o confidenciais de todas as partes envolvidas.¡± N¨®s tr¨ºs nos curvamos e sa¨ªmos da s. O tempo todo em que ficamos dodo de fora da porta, tio William me olhou caut. Eu poderia dizer que ele queriae?ar uma discuss?oigo, sua boca abrindo e fechando v¨¢rias vezes, mas toda vez que ele estava prestes a fr, ele simplesmente esvaziava novamente. Uma parte de mim queria sorrir o qu?o covarde suas verdadeiras cores eram. Alexander, por outrodo, estava em sil¨ºncio, parecendo quase cansado. Eu s¨® podia supor que ele estava exausto ps tentativas cont¨ªnuas de seu pai de empurrar algo para ele que ele parecia n?o se importar particrmente de qualquer maneira. Presumi que ele estava feliz o suficiente para aceitar o papel, mas ele n?o tinha a mesma ambi??o que eu tinha. De uma forma distorcida, poderia ser percebidoo meu tio tentando viver atrav¨¦s de seu filho; querendo algo para ele que sempre lhe foi negado. Gostaria de saber se Alexander foi capaz de se libertar de seu pai ao longo dos anos que me tornei Luna Parecia uma eternidade esperando o conselho decidir. A cada segundo que passava, mais nervosa eu ficava. Acabei encostado na parede, os olhos fechados em pensamento, enquanto revisava tudo o que tinha acabado de acontecer em minha mente. No entanto, ao meudo, meu tioe?ou a andar nervoso, algo que eu estava achando cada vez mais irritante a cada minuto. Alguns podem dizer que era um bom sinal, por¨¦m, eu disse a mim mesmo. Se houvesse uma forte maioria de qualquer maneira, ent?o a vota??o j¨¢ teria terminado. O fato de ter se arrastado, pelo que parecia uma hora agora, s¨® podia significar que eles estavam tendo problemas para chegar a uma decis?o final. E ent?o, de repente, as portas se abriram atr¨¢s de n¨®s. Todos n¨®s olhamos para o Anci?o que estava ali, seu rostopletamente ileg¨ªvel. ¡°Obrigado a todos p paci¨ºncia¡±, disseram. ¡°Voc¨º pode entrar agora¡­¡± ¡°¡­ Chegamos a um veredicto.¡± Cap铆tulo 37 Cap¨ªtulo 37 Cap¨ªtulo Trinta e Sete Ficamos na frente do Alfa em sil¨ºncio enquanto ele olhava entre Alexander e eu. ¡°Obrigado por esperar, Alexander¡­ Aria,¡± elee?ou. Eu ainda n?o conseguia ler seu rosto, sua express?o n?o me dando nenhuma dica dos resultados. ¡°O conselho e eu discutimos isso longamente e o resultado foi¡­ um empate.¡± Minha boca se abriu em choque enquanto eu olhava para Tytus. Uma gravata? O que isso significava para n¨®s ent?o? ¡°Parece que est¨¢vamospletamente divididos ao meio, cinco a cinco. E assim, Alexandre¡­ ¡°Sim, Alfa?¡± meu primo respondeu, endireitando as costas quando seu nome foi chamado. ¡°Voc¨º pode continuar seu treinamento para Beta¡­¡± ¡°Sim!¡± meu tio gritou, em ¨ºxtase a vit¨®ria. Eu quase n?o podia acreditar que ele tinha fdo t?o infantilmente na frente de todo o conselho. Mas meu cora??o afundou as pvras de Tytus. Ser¨¢ que eu realmente falhei? Na minha cabe?a, instantaneamenteecei a pensar em maneiras de reverter a decis?o e fazer que algu¨¦m mudasse seu voto decisivo. ¡± E se William tivesse me deixado terminar¡­¡±, o Alfa continuou, quebrando meus pensamentos. ¡°¡­ Aria, voc¨º tamb¨¦m vaie?ar a treinar.¡± Tytus olhou para meu tio enquanto fva. ¡°N¨®s pretendemos que voc¨ºs dois treinem para a posi??o at¨¦ que Aria atinja a maioridade. Nesse momento, ambas as partes far?o um exame¡­ e tamb¨¦m dur?o pelo direito de ter sucessoo Beta.¡± Eu n?o pude evitar o pequeno pux?o de um sorriso que brincou em meus l¨¢bios este an¨²ncio. Embora ningu¨¦m pudesse discordar de que o exame seria f¨¢cil para mim, eu sabia que a maioria aqui pensaria que eu estava em ra desvantagem a proposta de duelo. Meu primo, sendo um ano mais velho que eu, seria vistoo tendo a vantagem, tendo tido pelo menos um ano para aprender a lutar em sua forma de lobo at¨¦ ent?o; algo que leva tempo para dominar. Sem o conhecimento de quase todos nesta s, por¨¦m, eu j¨¢ estava bem familiarizado o meu lobo. Era verdade que eu n?o era um lutador no passado, mas eu tinha dominado o movimento em seu corpo perfeitamente ao longo dos seis anos que eu tinha sido capaz de mudar. Eu sabia quando finalmente voltou para mim que seriao cumprimentar um velho amigo. Eu j¨¢ tinha sentido muito a falta d. ro, eu teria preferido ter recebido o t¨ªtulo direto, mas isso tamb¨¦m n?o parecia ser o pior compromisso. O exame seria moleza, e uma batalha n?o seria t?o dif¨ªcil se eu continuasse meu treinamento. Se isso significava trabalhar duro por mais tr¨ºs anos, ent?o que assim fosse. Eu derrotaria meu primo, evitaria me tornar Luna, e veria o olhar de cora??o partido no rosto do meu tio enquanto eu reinava vitorioso, tudo de uma vez. Todos na s ficaram um pouco nervosos a minha rea??o levemente satisfeita, mas eu n?o me importei. ¡°Eu aceito¡±, eu disse calmamente. Fechei os olhos Tytus ao dizer isso e vi que ele tinha o mesmo olhar de curiosidade neles que eu conhecia t?o bem agora. O olhar que dizia que ele estava ansioso para ver o que eu faria em seguida, quaseo se eu fosse seu animal de estima??o favorito para assistir. Bem, eu n?o era de divulgar o velho, E foi assim que me tornei um herdeiro beta em est¨¢gio probat¨®rio¡­ sujeito a aprova??o. Minha vida definitivamente ficou ocupada depois disso. Para minha decep??o, eu ainda n?o tinha permiss?o parargar a esc para me concentrar em assuntos mais importantes. O ¨²nico benef¨ªcio disso era que me permitia ver Myra, algu¨¦m que de outra forma eu estaria ocupado demais para ver regrmente. Todos os dias depois da esc, e v¨¢rias horas no fim de semana, eu agora passava meu pai treinando ou aprendendo sobre os novos requisitos da fun??o. Muitos dos deveres para o Beta n?o pareciam muito diferentes das coisas que eu estava cuidandoo Luna. Por causa disso, eu estava pegando as diferen?as muito rapidamente. O resto do tempo que eu n?o estava em treinamento ou esc, eu estava participando de reuni?es do conselho ou cumprindo pequenas tarefas. Alguns dos quais estavam Aleric. Normalmente, os herdeiros Alfa e Beta deveriame?ar a trabalhar juntos por volta dos dezesseis anos de idade. Como eu ainda n?o tinha essa idade, a maior parte de seu tempo era gasto Alexandre. Eu, ¨¦ ro, n?o me importei nem um pouco isso. Mas nos momentos em que passamos juntos, descobri que estava ficando um pouco mais f¨¢cil a cada reuni?o. Eu fiz o meu melhor para ignorar o qu?o nervosa eu estava perto dele, me jogando no meu trabalho. Mas, dito isso, por mais que eu tenha conseguido melhorar, isso n?o me impediu de sair no exato segundo em que terminamos qualquer que fosse a nossa tarefa para aquele dia. Quando cinco meses se passaram, senti que finalmente estava em um bom lugar e tinha um caminho ro para alcan?ar meus objetivos. E assim, hoje, encontrei-me um dia de folga, para minha surpresa, dada a minha agenda normalmente muito ocupada. Meu pai estava fora da cidade em uma miss?o Beta e n?o havia reuni?es para o dia. Eu considerei ajudar Lucy a gest?o de alguns dos investimentos que analisamos recentemente, mas eu tinha esquecido que estava vendo o investigador particr hoje e n?o voltaria at¨¦ esta noite. Era apenas a segunda vez que eu tinha tanto tempo livre para mim mesma e, mais uma vez, me senti um pouco sem saber o que fazer. Mas, se fosse verdade o que as pessoas diziam e as coisas boas viessem em tr¨ºs, eu esperava que n?o fosse a ¨²ltima vez que eu teria o t?o necess¨¢rio tempo de inatividade. Sem ter nada melhor para fazer e sem ningu¨¦m para me dizer o contr¨¢rio, fiz a ¨²nica coisa que pude pensar; Fui ver Myra. ro, eu provavelmente deveria ter tirado um tempo extra para fazer algum treinamento sozinho, mas era uma oportunidade t?o rara que eu nem me importei. Eu estava trabalhando tanto nos ¨²ltimos meses e senti que merecia me tratar. E que melhor maneira de me tratar do que junk food de um certo caf¨¦ da casa? Em duas horas, eu estava sentado em frente a Myra um prato cheio de batatas fritas na minha frente. me encarou fasc¨ªnio enquanto euia, sua cabe?a descansando contra sua m?o enquanto observava. ¡°Voc¨º sabe¡­ eles t¨ºm outras op??es paraer¡±, disse . Eu nem respondi porque estava muito absorta naida diante de mim. Tendo experimentado isso por mim mesmo agora, pude vero junk food pode rapidamente se tornar viciante. suspirou. ¡°Voc¨º ¨¦ uma maravilha, Aria.¡± Myra ent?oe?ou aer sua pr¨®priaida, uma sda de frango de apar¨ºncia triste. Provavelmente estava realmente delicioso, mas era o tipo deida que eu estavaendo basicamente todos os dias agora. Eu ainda tinha amor e apre?o por ele¡­ mas n?o foi o suficiente para me fazer querer eend¨¢-lo por minha pr¨®pria vontade. ¡°Ent?o, o que voc¨º tem feito?¡± Eu perguntei, bebendo algum tipo de milkshake de baunilha. Tinha peda?os aleat¨®rios de biscoito e eu n?o tinha certeza do que fazer isso. Independentemente da adi??o estranha, ainda tinha um gosto bom, embora um pouco estranho. ¡°N?o muito,¡± respondeu. ¡°Para ser honesto, eu estive ocupado ajudando meus pais¡­ mas, oh! ¡­Na realidade¡­.¡± Seu rosto mudou, uma pequena ruga se formando entre as sobrancelhas. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. ¡°Eu n?o tinha certeza se deveria te contar¡­¡± disse lentamente, ¡°mas eu ouvi de Cai outro dia. Ele me mandou uma carta¡±. Fiquei tenso ao ouvir seu nome. ¡°Ah¡­ ? ¡± foi tudo que eu pude dizer, agora olhando intensamente para o milkshake na minha frente. Eu n?o tinha me preparado para dizer isso e ent?o eu n?o tinha certeza deo reagir. Eu n?o queria parecer muito interessada, mas n?o podia mentir que estava curiosa sobreo ele estava indo. N?o t¨ªnhamos fdo sobre Cai desde a ¨²ltima vez que estivemos aqui, pois Myra sabia que era um assunto delicado. Mas n?o era mais t?o fresco para mim e eu me lembrei que n?o havia motivo para ficar chateado. Eu estava indo muito bem nos ¨²ltimos meses, tendo coisas muito mais importantes acontecendo na minha vida. Mas eu ainda pensava nele de vez em quando. Na verdade, eu tinha feito v¨¢rias tentativas de escrever uma carta para ele ao longo dos meses que ele esteve fora¡­ mas toda vez eu acabei jogando fora, tendo pensado melhor. Com base na ¨²ltima vez que o vi, eu sabia que, se ele quisesse frigo, ele mesmo entraria em contato. ¡°Eo est¨¢ Cai?¡± Eu finalmente perguntei. franziu os l¨¢bios um pouco para odo, tentando avaliar minha rea??o. ¡°Ele est¨¢ indo bem. Ocupado, disse ele. Elee?ou seu treinamentopleto para herdeiro Alpha agora. Ele perguntouo eu estava e queria verificar se tudo ainda estava indo bem aqui na N¨¦voa de Inverno.¡± Eu bncei a cabe?a, distraidamente. ¡°Isso ¨¦ bom.¡± Eu podia sentir seus olhos em mim enquanto fva e eu tentei agir o mais casualmente que pude. Mas depois do que pareceu pelo menos um minuto finalmente continuou relutantemente.¡±¡­E ele perguntouo voc¨º estava. ¡± Eu bati meus olhos para ent?o, incapaz de esconder meu interesse. Cai perguntou¡­ sobre mim? ¡°¡­ E o que voc¨º respondeu?¡± Eu disse cautelosamente. ¡°¡­ ainda n?o respondi,¡± admitiu. ¡°Eu estava meio que procrastinando fndo voc¨º primeiro.¡± Eu inalei profundamente, pensando nisso. Cai perguntouo eu estava¡­ Isso significava que ele n?o estava mais raiva de mim? Mas se ele n?o estava raiva, ent?o por que ele mesmo n?o me enviou uma carta diretamente? Por que ele passaria por Myra para descobriro eu estava? ¡­ Ele estava apenas pedindo para parecer educada, j¨¢ que ele sabia que Myra e eu ¨¦ramos bons amigos? ¡°Voc¨º pode dizer a ele que estou bem e deixar por isso mesmo¡±, eu finalmente conclu¨ª. ¡°Aria¡­¡± disse, desapontada. ¡°N?o seria melhor dizer a ele o que voc¨º tem feito? Talvez ajude a consertar as coisas entre voc¨ºs dois. ¡°N?o¡±, eu disse, um tom de finalidade na minha voz. ¡°Se Cai quer sabero estou indo, ent?o ele mesmo pode entrar em contatoigo. E eu quero dizer para mim, n?o atrav¨¦s de um terceiro.¡± suspirou. ¡°Voc¨º ¨¦ muito teimoso ¨¤s vezes.¡± Eu a ignorei, concentrando-me nos pequenos peda?os de biscoito dentro da minha bebidao se de repente fosse a coisa mais interessante na mesa. Myra acabou fazendo nos para a tarde e assim terminamos nosso caf¨¦ da manh? mais cedo do que eu gostaria. A aus¨ºncia de nos me deixou muito tempo dentro da minha pr¨®pria cabe?a, refletindo sobre coisas que eu preferia seguir em frente. Ou pelo menos, eu pensei que seria o caso. Em vez disso, voltei para casa apenas para encontrar um atendente que n?o reconheci em minha casa. ¡°Saintess¡±, eles me cumprimentaram, curvando-se. Eu gemi internamente o t¨ªtulo. ¡°Sim?¡± ¡°Fui enviado hoje para inform¨¢-lo de que voc¨º deve se preparar para o jantar o herdeiro Alfa¡±, disseram eles. ¡°Ele chegar¨¢ esta noite por volta das sete horas.¡± Meu rosto empalideceu. ¡°Chegando¡­ onde ?¡± ¡°Aqui,¡± eles confirmaram. ¡°Voc¨º vai hospedar o herdeiro Alfa aqui, esta noite, em sua resid¨ºncia para o jantar.¡± Ah¡­ bem, foda-se. Cap铆tulo 38 Cap¨ªtulo 38 Cap¨ªtulo Trinta e Oito Tinha Alpha Tytus escrito por toda parte. Ele tinha ¡®coincidentemente¡¯ escolhido uma noite em que meu pai estava fora da cidade e minha m?e foi transferida para trabalhar no hospital. Isso significava que seria apenas eu¡­ e Aleric. Parecia que eu havia presumido incorretamente que Tytus estava cansado de tentar bancar o casamenteiro conosco. Quando fui aceitoo herdeiro beta em est¨¢gio probat¨®rio, naturalmente pensei que as datas surpresa chegariam ao fim. Ele achava que eu ia falhar em meu esfor?o para vencer Alexander? Ou foi ideia dele que eu poderia ser persuadido a desistir da disputa pelo t¨ªtulo se eu me apaixonasse por Aleric? Deixando tudo isso dedo, agora eu me via menos de sete horas para deixar a casa inteira pronta. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Receber o Alfa ou o herdeiro Alfa para jantar j¨¢ era considerado uma grande honra, mas hospedar Aleric s¨® tornaria as coisas mais dif¨ªceis. Eu nunca o achei uma pessoa f¨¢cil de agradar no meu passado. Trabalhei incansavelmente, desde o momento em que soube que ele estava chegando, para organizar tudo nos m¨ªnimos detalhes. Desde informar os atendentes sobre osportamentos a serem evitados ao seu redor, at¨¦ criar um card¨¢pio para os cozinheiros para que pudessem preparar os alimentos preferidos de Aleric, nada foi deixado ao acaso. Quando finalmente terminei de organizar, descobri que s¨® tinha uma hora para me arrumar e me vestir. E ent?o, finalmente, chegou a hora. Quando Aleric entrou na casa, eu o vi parar um momento para absorver tudo. Eu me perguntei o que estava passando p sua mente e n?o conseguia me lembrar se ele j¨¢ tinha vindo aqui antes. Mas a julgar pelo seu rosto, ele tamb¨¦m n?o se lembrava. ¡°Sauda??es, herdeiro Alfa,¡± eu disse, inclinando minha cabe?a. ¡°Boa noite, Ariadne¡±, ele respondeu. Eu olhei para cima e o vi olhando para mim estranhamente j¨¢. Eu tinha feito alguma coisa? Eu destru¨ª meu c¨¦rebro, mas n?o conseguia pensar em nada. ¡°¨¦ uma honra receb¨º-lo esta noite,¡± continuei. ¡°Se voc¨º me seguir at¨¦ a s, podemos sentar l¨¢ enquanto esperamos que nossas refei??es fiquem prontas¡­¡± Entramos na grande ¨¢rea de estar dois sof¨¢s. Eu estava na porta, permitindo que ele se movesse primeiro para escolher onde ele se sentaria. Quando ele se odou, eu propositadamente sentei no sof¨¢ oposto distancia suficiente. Perto o suficiente para n?o ser rude, mas longe o suficiente para que eu n?o tivesse que me preocupar em vacr qualquer um de seus movimentos bruscos. ¡°Ent?o,o voc¨º tem passado, Ariadne?¡± ele perguntou finalmente, depois de v¨¢rios momentos de sil¨ºncio. ¡°Faz¡­ uma semana desde nosso ¨²ltimo encontro?¡± ¡°Sim, herdeiro Alfa,¡± eu disse. ¡°Eu tenho estado bem. Voc¨º mesma?¡± ¡°Eu tenho sido bom¡­¡± ele disse, seu rosto virando aqu mesma carranca estranha novamente. ¡°Voc¨º pode me chamar de Aleric, voc¨º percebe? Voc¨º ¨¦ um herdeiro Beta agora. As formalidades n?o s?o necess¨¢rias.¡± Ah¡­ ent?o foi por isso que ele me deu aquele olhar para a porta. Eu achei mais f¨¢cil cham¨¢-lo de herdeiro alfa nesses ¨²ltimos meses, o som de seu nome verdadeiro em meus l¨¢bios sempre deixando um gosto amargo. Eu apertei minha mand¨ªb, me preparando para for?ar as pvras. ¡°Desculpas¡­ Aleric.¡± Ele me olhou com caut. Obviamente, outra coisa ainda o iodava que ele n?o havia mencionado. Mas ele n?o tocou no assunto porque, pouco tempo depois, um dos atendentes entrou para anunciar que o jantar estava pronto. Soltei um suspiro de al¨ªvio. Pelo menos terida na minha frente me daria uma desculpa para n?o continuar a conversa. Sentamos na s de jantar, Aleric na cabeceira da mesa, eu ¨¤ sua direita; assimo sempre foi. Eu podia sentir a ansiedadee?ar a rastejar em meu peito com sua proximidade, sabendo que eu estava ao alcance dele a qualquer momento. Mas eu o empurrei dedo. Eu era mais forte do que isso agora. Aidae?ou a sair ent?o e eu estava grata por tudo ter sido preparado exatamente da maneira que eu havia instru¨ªdo. A distribui??o era diversificada o suficiente para at¨¦ quatro pessoas, mas eu n?o queria deixar nada ao acaso. Olhei para cima para verificar Aleric, para avaliar sua rea??o, mas ele pareciapletamente bem; sendo isso pelo menos um consolo para minha ansiedade. Eu sabia que nunca saberia certeza, j¨¢ que ele era imposs¨ªvel de ler. ¡°Est¨¢ tudo do seu agrado¡­ Aleric?¡± Eu perguntei. ¡°Sim, est¨¢ tudo ¨®timo¡±, disse ele. ¡°Obrigada.¡± Isso n?o me disse muito, mas pelo menos ele n?o odiou imediatamente. E isso, n¨®s doise?amos aer. No entanto , v¨¢rios minutos depois, percebi que ele ainda n?o havia dito nada¡­ e eu estavae?ando a me preocupar se tinha feito algo errado. Limpei minha garganta. ¡°Ent?o¡­o foi sua troca?¡± Ele olhou diretamente para mim enquanto fva, e eu tentei n?o pr no contato visual repentino. ¡°Foi bom. Fui para um territ¨®rio do norte chamado Mar¨¦ Op. ¨¦ o pacote central para a regi?o l¨¢ em cima.¡± Eu n?o estava muito familiarizado eles, mas eu sabia que eles eram um bando bastante poderoso. Aleric os havia poupado durante seus anos de tirano. Acho que agora eu sabia por qu¨º. ¡°Isso ¨¦¡­ bom¡±, eu disse antes de dar outra mordida na minhaida. ¡°Ariadne¡­¡±, disse ele, parando. ¡°Sim ? ¡± Ele parecia confuso,o se quisesse fr sobre algo, mas n?o tinha certeza se deveria. ¡°N?o importa.¡± para o aeroporto Ele apertou a mand¨ªb e voltou aer suaida. Uma parte de mim estava curiosa e queria saber o que ele queria dizer, mas achei melhor pression¨¢-lo por respostas. Acabamosendo o resto da nossa refei??o em sil¨ºncio depois disso. Eu n?o tinha certeza sobre o que fr ou se deveria tentar iniciar uma conversa ou n?o, ent?o o deixei em paz. Quando ele finalmente terminou, ele colocou seus talheres sobre a mesa. ¡°Isso foi delicioso, obrigado. Por favor, diga ao cozinheiro que eles fizeram um ¨®timo trabalho.¡± ¡°Fico feliz em ouvir isso,¡± eu disse, genuinamente aliviada por tudo ter sa¨ªdoo nejado. ¡°Voc¨º acha que eu poderia iod¨¢- lo por uma x¨ªcara de ch¨¢?¡± Ah, ele queria ch¨¢? Eu suponho que eu poderia fazer-lhe alguns. Levantei- me eecei a caminhar at¨¦ a cozinha. ¡°Ariadne, o que voc¨º est¨¢¡­¡± Eu o encarei confusa. Ele disse que queria ch¨¢? Eu estava pegando ch¨¢ para ele¡­. ¡°¡­ Deixa pra l¨¢,¡± ele disse novamente, recostando-se na cadeira. Parei outro momento, ainda insegura sobre o que quer que fosse, mas continuei meu caminho para a cozinha de qualquer maneira. Pedi ao atendente que me fervesse um pouco de ¨¢gua enquanto preparava as folhas de ch¨¢. Eles tamb¨¦m me deram um olhar estranho que ainda n?o consegui decifrar. V¨¢rios momentos depois, eu estava voltando com seu ch¨¢ na m?o, caminhando direto para ele. Eu estava prestes a coloc¨¢-lo na mesa na frente dele quando de repente seu bra?o disparou em minha dire??o. Eu pulei, n?o esperando que ele tivesse se movido t?o r¨¢pido, erguei a x¨ªcara de ch¨¢¡­ ¡­ Direto em sua perna. Ele se levantou imediatamente e praguejou de dor. Percebi tarde demais que ele estava apenas pegando o copo na minha m?o, mas eu n?o esperava por isso. Eu n?o tinha pensado que ele iria se mover t?o abruptamente. ¡°Oh, Deusa, n?o¡­¡± foi tudo o que consegui dizer. Instintivamente, eu j¨¢ tinha come?ado a andar para tr¨¢s at¨¦ me encontrar contra a parede. ¡°Por favor¡­ n?o, eu sinto muito.¡± Ele estava acariciando a perna um guardanapo, estremecendo de dor, quando de repente seus olhos olharam para cima para encontrar os meus. eu tinha me atrapalhado. Eu tinha me atrapalhado tanto. ¡°Sinto muito, por favor, sinto muito¡±, continuei repetindo, meu corpoe?ando a tremer. ¡°Est¨¢ tudo bem¡±, disse ele. Mas eu mal podia ouvi-lo, pois estava t?o assustada o que ele fariaigo. Ele viuo eu estava,o meu rosto empalideceupletamente. ¡°Eu disse que est¨¢ tudo bem, Ariadne¡±, ele repetiu um tom de irrita??o agora. E ent?o elee?ou a andar em minha dire??o, parecendo inquieto minha rea??o enquanto eu continuava pedir desculpas uma e outra vez. ¡°Voc¨º n?o est¨¢ me ouvindo? O que voc¨º tem?¡± Eu recuei, mas n?o havia para onde me mover. Eu j¨¢ estava preso p parede. E ent?o, finalmente, ele teve o suficiente. ¡°Por que voc¨º sempre tem essa rea??oigo, Ariadne?¡± ele retrucou, frustrado. ¡°Eu n?o entendo! O que eu fiz para voc¨º? O que eu poderia ter feito para sempre fazer voc¨º me temer tanto assim? Olhei para ele em sil¨ºncio, incapaz de encontrar minha voz. ¡°Antes de voc¨º se tornar o herdeiro Beta, n¨®s literalmente s¨® nos fmos talvez cinco vezes enquanto crescia. Ent?o, o que diabos eu fiz?¡± E ent?o eu o vi. Realmente o vi p primeira vez desde que voltei. Este n?o era o homem adulto que tinha feito uma matan?a. Este n?o era o homem que tinha me aprisionado e me usado. Este era um adolescente que provavelmente ainda estava aprendendo quem ele era. Ele tinha os mesmos cachos da meia-noite e olhos verdes, mas seu rosto n?o tinha as mesmas linhas de batalha que ele adquiriu ao longo dos anos. Ele era mais jovem, mais puro. Eu estava t?o presa no passado que fui incapaz de olhar para ele no presente. ¡°Ajude-me a entender, Ariadne, porque n?o aguento mais.¡± Ele olhou para mim ent?o um desespero triste,o se isso fosse algo se acumndo dentro dele h¨¢ muito tempo. ¡°Porque sempre que olho em seus olhos, tudo que vejo ¨¦ um reflexo de mim mesmo, visto na forma de algum tipo de monstro. E isso me faz sentir doente. Como se eu precisasse me desculpar por algo quando nem sei o que fiz de errado.¡± Eu queria dizer alguma coisa, dar uma explica??o us¨ªvel de por que eu estava tanto medo dele. Mas n?o havia nenhuma boa raz?o que eu pudesse pensar que n?o envolvesse mencionar minha vida passada. O que eu poderia dizer a ele? Porque ele me encara nas reuni?es? Porque ele foi sarc¨¢sticoigo uma vez? Porque ele fica raiva quando outros homens me levam de f ? ¡°Ariadne! Por favor, faleigo,¡± ele disse e agarrou meus bra?os suavemente. ¡°Ajude-me a entender o que eu fiz. Estou cansado de ter que me sentir t?o enojadoigo mesmo sempre que estou perto de voc¨º. O que eu fiz, Ariadne? Eu n?o conseguia me concentrar, n?o conseguia pensar mais. Minha cabe?a estava girando¡­ e minha vis?o estavae?ando a ficar emba?ada. E percebi ent?o o que estava acontecendo¡­ mas era tarde demais. Isso n?o era mais trauma. N?o¡­ agora, eu estava tendo uma vis?o. Cerrei os dentes para segurar o maior tempo poss¨ªvel. Eu sabia que n?o podia deix¨¢-lo me ver quando eu finalmente parecia desmaiar. Muitas perguntas que eu n?o queriapartilhar respostas. ¡°Ariadne?¡± ele ligou novamente, ainda esperando que eu respondesse. Ele nem percebeu que algo estava errado sobre mim. Aleric provavelmente apenas assumiu que eu o estava ignorando. assim muitos grandes Mas eu mal podia v¨º-lo agora, lutando contra o que quer que tenha causado as vis?es. Ele estava me empurrando, tentando dominar meu corpo, mas eu segurei o m¨¢ximo que pude. Eu bncei minha cabe?a. Foi a ¨²nica coisa que consegui reunir, pois n?o haviao responder com pvras reais. N?o agora de qualquer maneira. Ele suspirou em aborrecimento, finalmente me soltando. ¡°Eu n?o sei por que eu tentei organizar o jantar,¡± ele disse antes que eu ouvisse seus passos come?arem a sair de Aleric¡­ organizou o jantar? N?o Tytus? Eu n?o tive tempo para pensar mais sobre isso, por¨¦m, de repente eu me senti caindo, e minha vis?o evaporou. ¡­E ent?o¡­ havia sangue. Tanto sangue. Em cima de mim. Eu n?o podia ver, mas podia sentir. A sensa??o quente e pegajosa em minhas m?os eu sabia que s¨® poderia ser uma coisa. Eu tinha certeza de que, se eu olhasse para baixo, encontraria em todos os lugares. Mas isso n?o era tudo. Eu estava de p¨¦ o peso de algu¨¦m encostado em mim, seu pesco?o contra meu ombro. Eu n?o podia ver seu rosto, ou mesmo sua cabe?a, mas podia sentir que eles eram pesados. E ent?o percebi que isso n?o erao qualquer outra vis?o que eu tive anteriormente. N?o, eu n?o estava vendo isso acontecer outra pessoa desta vez. Eu estava aqui, presente naquele momento. Isso estava acontecendo no meu futuro. Mas era estranho¡­ erao se minha vis?o estivesse congda, um instantaneo no tempo, permitindo-me um momento para entender o que estava acontecendo. Eu n?o conseguia me mover ou fr e tudo ao meu redor estava estranhamente em movimento. Tentei manter a calma e olhei em volta, esperando descobrir onde estava, mas n?o reconheci a ¨¢rea no escuro. Eu s¨® podia ver a linha de ¨¢rvores de uma floresta e um caminho que levava de uma ¨¢rea mal iluminada ¨¤ noite. Nada disso foi ¨²til. De repente, a pessoa contra mim gemeu de dor e tudoe?ou a se mover novamente; tempo re?ando. Eles agarraram meu ombro e se afastaram de mim, caindo no ch?o na minha frente. E foi ent?o que percebi o que estava acontecendo. O que minha vis?o estava me mostrando. Porque na minha m?o estava uma faca. Uma faca quente e pegajosa que causou a fonte de todo o sangue. ¡­E na minha frente estava um Aleric moribundo, sangrando lentamente. Eu entendi porque eu estava aqui desta vez, porque eu era um participante e n?o um espectador. ¡­ Porque eu ia matar Aleric. Cap铆tulo 39 Cap¨ªtulo 39 Cap¨ªtulo Trinta e Nove ¡°Senhorita?¡± uma voz me chamou. Minha vis?o foi lentamente desaparecendo ap¨®s a chocante percep??o do que estava acontecendo, e eu olhei para cima para ver Lucy inclinada sobre mim. ¡°¨¢ria?¡± chamou novamente, preocupada o suficiente para deixar dedo os honor¨ªficos. Pisquei v¨¢rias vezes, voltando ¨¤ realidade, mas ainda podia sentir meu corpo inteiro tremendo. ¡®Eu ia matar Aleric.¡¯ O pensamento se repetia na minha cabe?a e eu n?o sabia o que fazer. No passado, minhas vis?es me mostraram coisas causadas por outros que eu precisava parar. Mas desta vez¡­ desta vez fui eu causando dano. Como as coisas podem ficar t?o ruins entre n¨®s¡­ que acabei querendo mat¨¢-lo? ¡°¨¢ria?¡± Lucy ligou novamente. ¡°Lucy¡­ desculpe¡±, foi tudo que eu pude dizer, deixando-a saber que eu estava bem. ¡°Senhorita, voc¨º me assustou!¡± jogou os bra?os em volta de mim e me abra?ou for?a. Era bom saber que, mesmo depois de todo o inferno e deveres extras que dei a , ainda parecia se importarigo. ¡°Sinto muito¡±, eu disse e passei um bra?o em volta d em troca, ainda em estado de choque. Depois de alguns momentos de abra?os, finalmente se afastou. ¡° O que aconteceu voc¨º? Erao se voc¨º estivesse desmaiado¡­ mas seus olhos estavam abertos. ¡°Ah¡­¡±, eu disse. Eu tinha esquecido o qu?o esquisito parecia para os espectadores. Eu sabia que se eu contasse a verdade para , seria muito dif¨ªcil e emocional para eu entrar em detalhes naquele momento. Mas, ao mesmo tempo, eu n?o podia dizer a que n?o era nada. Porque obviamente, n?o foi nada. Foi a mesma situa??o em que me encontrei Cai no ano passado. Para dar muito poucos detalhes e eu seria enviado ao hospital para um check-uppleto, mas dizer muito s¨® seria mais problema. ¡°¡­¨¦ um efeito cteral da marca,¡± eu finalmente disse. ¡°Isso me d¨¢ pesadelos ¨¤s vezes quando fico estressado.¡± Eu disse a a mesma linha que uma vez dei a Cai e esperei que a satisfizesse o suficiente para me deixar em paz. Mas s¨® olhou para mimo se tivesse tantas perguntas,o se nada do que eu disse fizesse sentido, e toda a honestidade, eu n?o poderia discordar dessa rea??o. Mas eu n?o podia lhe dar mais respostas por enquanto. Ainda n?o de qualquer maneira. ¡°Vamos, senhorita,¡± disse finalmente, ajudando-me a ficar de p¨¦. ¡°Vamos lev¨¢-lo para a cama para que voc¨º possa mentir baixa.¡± j¨¢ devia me conhecer bem o suficiente para perceber que eu tinha segredos que n?o podia contar a . Depois de tudo que me ajudou desde que voltei,o n?o poderia? Ao empurr¨¢ dedo d¨²vidas e perguntas, fiquei eternamente grato por poder deixar o assunto dedo por enquanto. ¡°¡­ Obrigado, Lucy.¡± me segurou p m?o e me ajudou a subir as escadas para o meu quarto, meu corpo ainda tremendo um pouco a cena gr¨¢fica que eu tinha acabado de viver. Ent?o, quando minha cabe?a finalmente encostou no travesseiro, permitindo que eu rxasse, fiquei feliz p pequena quantidade de paz que isso me deu. ¡°Fique aqui um momento, senhorita,¡± Lucy disse uma vez que estava satisfeita que eu estava confort¨¢vel. ¡°Eu estarei de volta em um minuto.¡± Eu fiz uma careta. ¡°Aonde voc¨º vai, L¨²cia?¡± ¡°Oh, eu preciso informar ao herdeiro Alfa que voc¨º est¨¢ bem,¡± disse. ¡°Foi ele que veio e me encontrou. Ele disse que algo estava errado voc¨º e que achava que seria melhor deixar isso para mim. ¡°¡­Onde ele est¨¢?¡± Eu perguntei, hesitante sobre se eu realmente queria saber a resposta . ¡°Ele est¨¢ esperando na s de estar,¡± respondeu. ¡°Eu s¨® vou descer e deix¨¢-lo saber que voc¨º est¨¢ bem para que ele possa ir para casa¡­ talvez fazer uma x¨ªcara de ch¨¢ enquanto eu estiver l¨¢.¡± Eu fiquei tenso imediatamente. Eu poderia jurar que ele tinha sa¨ªdo, mas, depois de pensar bem, percebi que nunca o vi sair. Era apenas o som de seus passos se afastando que eu tinha ouvido antes da vis?o. ¡­Ent?o¡­ ele foi at¨¦ Lucy para pedir que me ajudasse? E estava esperando na s esse tempo todo? Por que .. . ? UMAE ent?o percebi o que pode estar passando p cabe?a dele. Ele achava que erao a ¨²ltima vez Cai? Ele me viu desmoronar novamente diante dele e, da ¨²ltima vez que isso aconteceu, ele sabia que era por causa dele. Cai tinha me resgatado ent?o¡­ isso significava que Aleric foi embora porque ele pensou que era a causa do meu estresse? N?o era necessariamente incorreto, mas a verdadeira raz?o p qual eu n?o consegui me contrr para responder a ele n?o era por causa de sua presen?a. Foi por causa da vis?o que estava lentamente prestes a me fazer desmaiar. ¡°Ok¡­¡±, eu finalmente consegui dizer, permitindo que fosse. No minuto em que Lucy saiu, por¨¦m, percebi que agora estava sozinho em meus pr¨®prios pensamentos¡­ e n?o era um lugar agrad¨¢vel. Tanta coisa tinha acontecido esta noite, tantas emo??es misturadas. Aleric me mostrou umdo dele que eu nunca tinha visto antes, algu¨¦m que se sentia vulner¨¢vel. Era algo que eu estava lutando para aceitar desde que, a imagem dele dentro da minha cabe?a, foi cimentada ao longo de anos de sofrimento. Mas eu poderia estar tornando essa imagem uma realidade projetando meus medos nele t?o cedo? N?o foi at¨¦ horas depois que eu finalmente consegui afastar todos os meus pensamentos, tentando o meu melhor para desligar minha mente, at¨¦ que, finalmente, adormeci. E a partir de ent?o, as coisas entre Aleric e eu¡­ ficaram estranhas. N?o estranho de um jeito ruim, apenas¡­ estranho. Ou, pelo menos, eu estava. Descobri que n?o sabia maiso agir perto dele. Eu o estava mudando ainda mais por estar tanto medo? Mas ent?o, quando eu falei ele, eu me perguntei o que poderia acontecer no futuro para me fazer finalmente explodir e mat¨¢-lo. Embora, para seu cr¨¦dito, Aleric fossepletamente profissional, apesar do meu constrangimento, e isso era algo que eu n?o esperava nem um pouco. Para ser honesto, eu tinha antecipado completamente que ele ficaria bravo ou at¨¦ mesmo irritado o meuportamento no jantar. Mas ele n?o mostrou nenhum sinal disso. Na verdade, ele sempre falouigo calma e educadamente enquanto trabalh¨¢vamos juntos, e eu estava muito grata por isso. Isso me permitiu continuar me jogando em nosso trabalho e tirar minha mente de tudo. Com o tempo, at¨¦ descobri que as pequenas doses de estar perto dele em um ambiente de trabalho estavam lentamente permitindo que eu me curasse, e isso era muito mais valioso do que qualquer outra coisa. No entanto, ainda era um pouco estranho. Era uma vers?o de Aleric que eu s¨® tinha testemunhado ocasionalmente de longe os outros, algu¨¦m que nunca tinha mostrado seu rosto para mim no passado. Era assim que era n?o sentir medo de estar perto dele? As coisas realmente mudaram tanto que eu n?o precisava ter medo dele perder a paci¨ºncia a qualquer momento? No entanto, sempre que eu pensava sobre tudo isso, a ¨²nica coisa que eu conseguia era me dar uma dor de cabe?a. Eu tinha mais perguntas do que eu sabia o que fazer neste momento, e sabia que s¨® o tempo seria capaz de me dar as respostas. Alguns meses depois do jantar, eu ainda n?o tinha uma ideia melhor do que estava acontecendo. Para minha consterna??o, por¨¦m, descobri que seria dif¨ªcil descobrir isso em breve. ¡­ Porque o Alfa me convocou. Um dia depois, encontrei-me diante de Alpha Tytus na s de reuni?es, Aleric ¨¤ minha esquerda. ¡°Alec, Aria,¡± ele cumprimentou. ¡°Obrigado por vir me ver.¡± N¨®s dois baixamos nossas cabe?as. ¡°Pedi a voc¨ºs dois para virem aqui hoje por causa de uma situa??o interessante em que me encontrei,¡± elee?ou. ¡°Voc¨º v¨º, estamos em negocia??es outro bando h¨¢ alguns meses e eles n?o est?o facilitando nossas vidas.¡± Eu fiz uma careta. Eu n?o tinha certeza do que isso teria a verigo. No m¨¢ximo, meus recados consistiam em tarefas baseadas em papda ou checar guerreiros para rt¨®rios de status. A entrada de negocia??o foi definitivamente acima da minha exig¨ºncia de trabalho atual. ¡°Parece que o bando Golden de acredita que nossas condi??es para a alian?a s?o inadequadas e est?o at¨¦ subestimando a amea?a que representamos.¡± Eu podia sentir Tytus me observando atentamente enquanto fva, quaseo se estivesse tentando ver o que estava acontecendo dentro do meu c¨¦rebro. ¡°Bem¡­ eu disse a eles, ¨¦ ro, que nosso bando era atualmente reverenciado p pr¨®pria Deusa, ent?o, portanto, o pre?o da alian?a era mais do que justo. Sem surpresa, eles n?o acreditaram em mim.¡± E finalmente entendi onde isso estava indo. ¡°Ent?o eu disse ¡®temos uma santa viva entre n¨®s¡¯¡±, continuou Tytus. ¡°E, bem¡­ eles ainda n?o acreditou em mim. Ent?o, em conclus?o, voc¨ºs dois ir?o para o pacote Golden de para atuar como embaixadores nas negocia??es. Este tratado ¨¦ imperativo para a N¨¦voa de Inverno, ent?o o fracasso n?o ¨¦ uma op??o. Eu esperava que esse fosse o caso, mas ouvi-lo dizer em voz alta ainda me deixou chocado, ¡°Alpha, n?o tenho certeza se seria adequado para mim panhar Aleric. Ainda n?o tenho dezesseis anos e ainda n?o assumi todas as minhas fun??es,¡± argumentei. Eu tinha certeza de que ele estava fazendo isso apenas para se exibir e evitar pagar mais ps negocia??es, e n?o por qualquer preocupa??o real que tivesse sobre o pr¨®prio tratado. Ele poderia facilmente ter aumentado os benef¨ªcios do acordoercial sem a necessidade de me envolver. Mas, ro, isso n?o teria sido t?o divertido para ele. ¡°Ah, bem, acho que n¨®s dois sabemos que voc¨º ¨¦ perfeitamente maduro o suficiente para lidar isso¡±, respondeu ele. E, al¨¦m disso, essa n?o seria uma ¨®tima primeira miss?o para voc¨ºs dois? Ah, ent?o foi assim. Ele tamb¨¦m estava usando issoo uma maneira de Aleric e eu nos aproximarmos. Eu tinha acabado de me acostumar a fr Aleric, e agora eu deveria fazer uma viagem de longa distancia ele? Eu me senti doente o estresse de apenas pensar nisso. ¡°N¨®s dois ainda n?o somos maiores de idade,¡± eu apontei. ¡°Voc¨º realmente acha que seria s¨¢bio nos enviar sozinhos? Dois herdeiros ranqueados n?o modificados seriam um alvo f¨¢cil para outras matilhas que desejam iniciar uma guerra.¡± Eu tinha feito a pergunta mesmo sabendo que nada provavelmente o faria mudar de ideia. Ele riu. ¡°ro, ro, jovem Aria. Voc¨º est¨¢ bem certo. ¨¦ por isso que enviarei alguns guerreiros para panh¨¢-lo.¡± Eu suspirei internamente em derrota. N?o adiantava tentar convenc¨º-lo. ¡°Ah, n?o fiquem t?o tristes voc¨ºs dois, vai ser divertido!¡± Tytus riu. ¡°Voc¨º vai se divertir muito, confie em mim. Apenas mostre a marca a eles, negocie muito conosco aqu cabecinha inteligente sua, Aria, e voc¨ºs dois estar?o de volta em pouco tempo. Olhei e, certeza, Aleric parecia t?o sem entusiasmo quanto eu. Mas n?o era o mesmo olhar que eu que estava irritado por ser usadoo pe?o para Tytus. N?o, seu rosto parecia quase¡­ triste. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Eu tentei n?o pensar muito sobre isso por enquanto. Se havia uma coisa que esses ¨²ltimos meses me fizeram perceber, era que eu estava gastando muito tempo me preocupando o que estava acontecendo dentro da cabe?a de Aleric. E eu tinha coisas mais urgentes para lidar agora. Como eu ia explicar aos meus pais que a filha de quinze anos deles estava fazendo uma viagem para uma terra estrangeira¡­ um adolescente mais velho. Cap铆tulo 40 Cap¨ªtulo 40 Cap¨ªtulo Quarenta A conversa meus pais n?o acabou sendo uma grande conversa. N?o havia muito que eles pudessem fazer quando o Alfa estava ordenando pessoalmente. Meu pai me deu um olhar de preocupa??o, por¨¦m, que eu retribu¨ª um aceno de encorajamento. Eu tamb¨¦m n?o gostei, mas disse a mim mesma que ia ficar bem. Dentro de uma semana, eu estava as ms e esperando do lado de fora quando meu elevador chegaria. Disseram-me para estar pronto ¨¤s seis da manh? porque levaria o dia todo para chegar ao pacote Golden de. Eu n?o estava ansioso para a longa viagem, mas eu estava dodo de fora esperando no frio da manh?, no entanto. Finalmente, um carro preto parou e eu abri o porta-ms, jogando minha m dentro. Normalmente algu¨¦m teria sa¨ªdo para fazer isso por mim, mas n?o era exatamenteo se eu precisasse de algu¨¦m para fazer isso. Eu era perfeitamente capaz de fazer isso¡­ era simplesmente estranho. Andei para entrar, mas, quando fui sentar no banco de tr¨¢s, de repente a porta dodo do passageiro se abriu por dentro. Espiei lentamente e vi Aleric se inclinando para destrav¨¢-lo do banco do motorista. ¡°Bom dia¡±, disse ele grogue enquanto se endireitava novamente ¡°¡­ Bom dia.¡± Fiquei surpreso ao v¨º-lo no mesmo carro que eu, quanto mais dirigindo. Ele parecia cansado,o se n?o gostasse de acordar t?o cedo, e estava vestido roupas confort¨¢veis. Seu cabelo preto onddo estava ainda mais encaracdo em alguns lugares do que o normal, n?o tendo sido escovado hoje. Era a primeira vez que o via parecendo t?o desgrenhado, mas casual. ¡°¡­ Onde est?o os guerreiros?¡± Eu perguntei. Eu pensei que certeza seriam eles que nos conduziriam. ¡°Eles est?o levando um carro atr¨¢s de n¨®s. Entrar.¡± N?o questionei mais e segui suas instru??es, sentando-me no assento aodo dele. Eu n?o sabia o que fazer, por¨¦m, e acabei olhando para frente sem jeito quando elee?ou a dirigir. Foi uma viagem silenciosa, nenhum de n¨®s disse nada desde que me sentei, e me perguntei o que poderia fazer. Meus olhos ent?o localizaram o console de m¨²sica e eu naturalmente estendi a m?o para lig¨¢-lo, pensando que a m¨²sica quebraria o ar estranho. Mas assim que eu estava prestes a toc¨¢-lo, pensei melhor na ideia. Eu n?o queria irrit¨¢-lo t?o cedo se ele n?o quisesse ouvir nada. Especialmente quando ele parecia t?o cansado. Coloquei minha m?o de volta no meu colo e decidi apenas olhar p jan. Dez segundos depois, por¨¦m, a m¨²sica estava tocando de repente. Eu rapidamente olhei e vi Aleric ajustando as configura??es, procurando algo para ouvir. ¡°Alguma coisa em particr?¡± ele perguntou. Olhei para ele surpresa. ¡°¡­ N?o.¡± anos Ele acabou tocando uma m¨²sica aleat¨®ria que eu nunca tinha ouvido antes, mas isso realmente me fez pensar. Percebi que nunca tinha conhecido os interesses de Aleric no passado. O que ele gostava, o que ele gostava de fazer. Tudo sempre foi sobre a matilha conosco ou nada. O resto da viagem foi gasto ouvindo m¨²sicas diferentes, apenas conversa fiada muito ocasionalmente. E quando finalmente chegamos, eu estavapletamente exausto da longa jornada. N¨®s dois sa¨ªmos do carro em estados de zumbi e nos esticamos. O sol j¨¢ estava se pondo e eu me pergunteio Aleric conseguiu fazer toda a viagem apenas um m¨ªnimo de pausas ao longo do caminho. Um representante nos cumprimentou pouco depois de nosso carro chegar e nos escoltou at¨¦ os alojamentos em que estar¨ªamos hospedados. Felizmente, o alojamento parecia estar perto do sal?o principal de reuni?es, ent?o n?o precisar¨ªamos nos preocupar em dirigir para qualquer lugar amanh? . E assim, ambos exaustos, nos despedimos e rapidamente fomos dormir em nossos quartos separados. No dia seguinte,e?aram as negocia??es. Para minha consterna??o e humilha??o, a Lamina Dourada insistiu que eu tivesse minha marca reconfirmada por seus pr¨®prios Anci?es da matilha. Eu tive que me lembrar que eu estava agindoo embaixador hoje s¨® para n?o causar uma cena na frente de todos eles. Acabei concedendo a condi??o de que isso fosse feito por sua ¨²nica mulher Anci?, a qual eles concordaram. Foi um processo muito mais r¨¢pido do que da ¨²ltima vez e atribu¨ª isso ¨¤ falta de recursos empara??o o Winter Mist. O Anci?o estava usando um livro que parecia ter quase nenhum detalhe, e isso realmente me fez apreciar e sentir falta do estudo incr¨ªvel do Anci?o Luke. Lembrei-me de voltar um dia e implorar at¨¦ que ele me permitisse ler tudo o que seu escrit¨®rio tinha a oferecer. N?velDrama.Org owns this. Com a confirma??o fora do caminho, a parte dif¨ªcile?ou. Sem surpresa, n?o foi convenc¨º-los da minha legitimidade que foi dif¨ªcil, mas foi o fato de que nenhum deles queria lidar diretamente um garoto de quinze anos. O que era justo, considerando todas as coisas. ¡°Ou?a-me¡±, eu enfatizei atrav¨¦s da minha mand¨ªb apertada p cent¨¦sima vez naquele dia. ¡°Voc¨º est¨¢ ramente fazendo um bom neg¨®cio aqui. Para se associar ao nosso pacote, al¨¦m dos benef¨ªcioserciais adicionais, sua economia obviamente obter¨¢ o m¨¢ximo valor disso.¡± ¡°Diga-me novamente por que est¨¢ discutindo neg¨®cios conosco?¡± um deles falou. Eu acho que era o Beta deles, mas n?o conseguia lembrar o nome dele. ¡°Eu pensei que eles estavam trazendo a garota para provar, n?o porque estar¨ªamos lidando diretamente.¡± Eu estava internamente a ponto de querer pr por cima da mesa e rasgar sua garganta, mas n?o achei que seria uma t¨¢tica de negocia??o eficaz. Atr¨¢s de mim, Aleric estava sentado em sua cadeira, assistindo a coisa toda acontecer. Eu poderia dizer que ele estava t?o descontente a formao eles estavam me tratando, seus olhos se estreitando cada vez que um deles tentava me dispensar. ¡°Eu concordo,¡± falou um dos Anci?os. ¡°Dever¨ªamos discutir isso algu¨¦m que tenha pelo menos um pouco mais de experi¨ºncia.¡± Eu tinha seis anos de experi¨ºncia conquistando um pa¨ªs inteiro, mas ro, eu era o ¨²nico sem experi¨ºncia. E ent?o, finalmente, eu bati. Cansado de todo o processo que j¨¢ havia nos levado noite adentro. ¡°Olha,¡± eu disse em voz alta, fazendo todos ficarem em sil¨ºncio e olharem para mim. ¡°Ou aceite a porra do acordo ou eu juro, p Deusa que vive em mim, que vou ferir pessoalmente cada um de voc¨ºs. Voc¨ºs todos mostraram uma extrema falta de profissionalismo aqui hoje e estou no fim da minha corda mostrando a voc¨ºs uma cortesia que falta muito em r??o a mim.¡± N?o erao se eu tivesse poderes de Deus que pudessem realmente ferir algu¨¦m¡­ mas eles n?o sabiam disso. E a julgar por sua terr¨ªvel cole??o de livros, eles tamb¨¦m n?o tinhamo descobrir. Instantaneamente, todos empalideceram, sem saber o que dizer em seguida. Isso ¨¦ at¨¦ que finalmente, seu Alpha entrou na conversa. ¡°Alpha herdeiro Aleric, voc¨º ¨¦ realmente t?o baixo a ponto de deixar a garota fr assim conosco durante uma reuni?o t?o importante?¡± ele cuspiu, atrapalhado suas pvras. ¡ª Enrole-a agora mesmo, se voc¨º ainda tiver um pingo de esperan?a de que vamos concordar seus termos estabelecidos aqui hoje. Erao se eu pudesse ver o interruptor instantaneo na cabe?a de Aleric, e mentalmente me esquivei, reconhecendo o olhar que veio em seu rosto. Se eles achavam que eu era ruim, eles n?o tinham ideia com quem eles estavam realmente lidando. Ele nem precisou se levantar, ele simplesmente se inclinou para frente em sua cadeira. Mas foi o suficiente. Foi o suficiente para todos em todo o conselho recuarem instantaneamente, a nitidez nos olhos de Aleric era uma amea?a dentro de si. E por uma fra??o de segundo, eu vi. Eu vi o velho Aleric dentro dele. E n?o apenas ele¡­ mas eu tamb¨¦m. Aqui est¨¢vamos n¨®s , mais uma vez em uma s do conselho, tentando for?ar uma alian?a por meio de truques e amea?as violentas. Eu queria vomitar. ¡°Alpha,¡± Aleric disse uma voz fria. Essa ¨²nica pvra foi o suficiente para fazer um arrepio descer p minha espinha e nem foi dirigido a mim. ¡°Eu acho que voc¨º vai descobrir que os termos estabelecidos pelo herdeiro Beta do nosso bando aqui hoje s?o realmente incrivelmente razo¨¢veis. lhe deu um acordo muito justo na minha opini?o e acredito que tamb¨¦m lhe demos tempo suficiente para consider¨¢-lo em profundidade nas ¨²ltimas horas.¡± Eu podia ver o arrependimento instantaneo em todos os olhos deles. Eles perceberam rapidamente que tinham errado ao envolv¨º-lo. ¡°Mas, se os termos n?o s?o do seu agrado¡­¡±, ele continuou, sua voz ficando perigosamente baixa. Ent?o posso assegurar-lhe que se nossa Santa aqui n?o o ferir, que eu, pessoalmente, garantirei voltar aqui todo o ex¨¦rcito da N¨¦voa Invernal. E eu, pessoalmente, me esfor?arei para rastrear cada um de voc¨ºs e destru¨ª-los¡­ peda?o por peda?o.¡± Era seguro dizer que chegamos a um acordo muito rapidamente depois disso. Digitalizado CamScanner Mas depois que a reuni?o terminou, eu ainda estava chateado. Furioso mesmo. N¨®s dois t¨ªnhamos nos rebaixado tanto em algo que poderia ter sido tratado pacificamente. ¡°Aleric,¡± chamei, chamando sua aten??o. Eu o encontrei na parede longe dos outros, vigiando todos enquanto elespletavam os ¨²ltimos peda?os de papda. Ele me olhou confuso. ¡°O que h¨¢ de errado?¡± ¡°O que h¨¢ de errado?¡± eu assobiei. ¡°O que h¨¢ de errado?! O que ¨¦ que foi isso?¡±: ¡°O que?¡± ¡°Voc¨º n?o precisava amea?¨¢-los assim!¡± Ele me olhou incr¨¦dulo. ¡°Voc¨º quer dizer que eu n?o precisava amea?¨¢-los¡­ assimo voc¨º fez?¡± Eu apertei minha mand¨ªb. ¡°Essa n?o ¨¦ a quest?o. Eu tamb¨¦m n?o estou certo aqui, mas voc¨º foi longe demais. Olhei em volta e vi que muitas pessoas estavam nos observando agora, tendo fdo muito alto. Agarrei-o pelo bra?o eecei a lev¨¢-lo para longe do pr¨¦dio principal para que outros n?o nos vissem. Mas depois de caminhar por um minuto ou dois, Aleric finalmente se afastou e nos fez parar. ¡°Eu n?o entendo por que voc¨º est¨¢ t?o bravo,¡± ele argumentou. ¡°Eu tentei deixar voc¨º lidar isso sozinho, mas eles n?o iriam ouvir. Certamente voc¨º tamb¨¦m viu isso. Tudo o que fiz foi tentar ajud¨¢-lo.¡± ¡°Eu n?o precisava de sua ajuda! Eu poderia lidar isso! E desde quando voc¨º se importa com o que as pessoas dizem sobre mim? Eu gritei. ¡°Sobre o que ¨¦ mesmo que voc¨º est¨¢ fndo?¡± ele cuspiu de volta. ¡°A¨ª est¨¢ voc¨º de novo, fndo de mimo se eu fosse um maldito criminoso. J¨¢ passamos por isso! Ainda n?o sei o que poderia ter feito para lhe dar essa impress?o! Antes, recentemente, mal t¨ªnhamos passado algum tempo juntos crescendo. Mas de repente voc¨º est¨¢ medo de mim um dia? E ent?o toda vez que voc¨º me v¨º, voc¨º parece prestes a chorar ou fugir. Nem deixa uma boa impress?o para umpanheiro ou um Beta, a prop¨®sito. Ambos exigiriam que voc¨º fosse capaz de aguentar estar na mesma s que eu! N¨®s nos encaramos, n¨®s dois sem f?lego por causa da gritaria que acabamos de fazer. N¨®s dois intensa f¨²ria em nossos olhos. Eu podia sentir o sangue correndo ps minhas veias e o cora??o pulsando forte no meu peito. Eu precisava me acalmar. Eu me virei para longe dele, tomando um segundo para respirar sem que estiv¨¦ssemos na cara um do outro. Obviamente, eu sabia que estava sendo irracional. A ¨²nica raz?o p qual eu estava t?o brava a totalidade do anterior. Ent?o, da perspectiva dele, eu podia vero todas as minhas a??es desde que voltei teriam justificado as rea??es que ele teve¡­. Quando nos encontramos p primeira vez, eu desmoronei e tive um ataque de panico s¨® porque ele havia entrado em uma s; e ent?o precisou ser pego por outro homem apenas para escapar dele. Eu recuava toda vez que ele se movia para perto de mim, o suficiente para que eu at¨¦ quebrasse um prato na minha tentativa de fugir e acidentalmente o machucasse ch¨¢ quente. Eu disse a todo o conselho da N¨¦voa Invernal que n?o queria ter nada a ver Aleric ou me tornar sua Luna, e at¨¦ mesmo orquestrei a derrubada de uma tradi??o que remontava a milhares de anos¡­ apenas para evitar estar ele. Se Aleric tivesse feito issoigo na minha vida passada, sem eu ter nenhum conhecimento do futuro, eu teria ficado arrasada. Eu estava devastado. N?o era exatamente o mesmo ou nem perto de ser t?o ruim, mas at¨¦ certo ponto, Aleric me fez passar por algo semelhante. Eu n?oecei a descobrir a verdadeira natureza de Aleric at¨¦ que eu tinha dezoito anos e est¨¢vamos acasdos. Seria poss¨ªvel que talvez ele tivesse sido uma pessoa diferente antes? O fato de eu voltar realmente causou impacto? Porque se eu fosse capaz de admitir que era capaz de me tornar uma pessoa diferente agora, isso n?o significava que era poss¨ªvel que as pessoas da minha linha do tempo original tamb¨¦m mudassem? S¨® que¡­ eu n?o conseguia esquecer o que ainda estava por acontecer. Sua tentativa de mostrar que se importava agora provavelmente n?o era nada mais do que o resultado de ser dito que eu era sua companheira por toda a vida. Ele n?o tinha sentimentos reais por mim, ele estava apenas raiva por eu estar rejeitando-o pelo que parecia ser nenhum motivo. Mas eu sabia melhor. Eu sabia que, quando Thea chegasse, ele se esqueceria de mim. Assimo ele tinha no passado. Eu estava prestes a voltar e me desculpar por pelo menos minha parte em exagerar¡­ mas n?o tive a chance. Porque de repente v¨¢rias pessoas emergiram das ¨¢rvores e nos cercaram. E percebi muito rapidamente que est¨¢vamos sob ataque. Cap铆tulo 41 Cap¨ªtulo 41 Cap¨ªtulo Quarenta e Um ¡°O que voc¨º quer?¡± Aleric gritou para eles. Eles n?o ouviram ou n?o quiseram responder porque se aproximaram de n¨®s lentamente, sem hesita??o. Ficou ro qual era a inten??o deles. ¡° Um leric?¡± Eu chamei nervosamente. ¡°O que h¨¢ de errado eles?¡± Eu podia ver daqui que algo estava errado. Errado. Suas roupas estavam desgrenhadas e pareciam que n?o viam um banho decente h¨¢ anos. Mas n?o apenas isso, eles tamb¨¦m estavam emitindo algum tipo de vibra??o estranha. Como se estivessem doentes¡­ ¡­ E perigoso. ¡°Eles parecem bandidos¡±, disse Aleric, aproximando-se do meudo para entrar em uma posi??o defensiva. ¡°Voc¨º precisa sair daqui.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ brincando certo?¡± Eu agarrei. ¡°Eu posso me contrr em uma luta, Aleric. O que voc¨º acha que eu tenho feito todos esses meses?¡± Mas sua explica??o fazia sentido dada a apar¨ºncia deles. Normalmente, qualquer um que deixasse um pacote poderia ser aceito em outro ap¨®s o devido processo e triagem. Ent?o, isso significava que o restante dos n?o aceitos, aqueles que falharam nesse processo, geralmente eram criminosos banidos. Eles se tornaram bandidos. Masdinos eram realmente muito dif¨ªceis de encontrar hoje em dia, j¨¢ que os territ¨®rios haviam se expandido tanto. N?o havia realmente nenhum lugar onde pudessem ficar por muito tempo sem serem expulsos pelo bando noando. Algo que me fez pensaro eles conseguiram chegar t?o longe no territ¨®rio da Lamina Dourada, especialmente sem serem vistos¡­ e por que eles sa¨ªram do esconderijo para nos atacar. ¡°Por que eles n?o s?o trocados?¡± Eu perguntei, cautelosamente olhando para eles enquanto eles andavam ao nosso redor. Havia quatro deles no total, cada um um macho totalmente crescido, e ainda assim nenhum deles estava em sua forma de lobo. Eu tamb¨¦m pude ver que um era muito mais musculoso do que os outros e notei que ele era o ¨²nico a ser mais cuidadoso.Content rights belong to N?velDrama.Org. Eles estavam nos avaliando, observando o que est¨¢vamos fazendo cuidado, e n¨®s est¨¢vamos fazendo o mesmo. Cadado esperando que o outro se mova primeiro. ¡°Se eu fosse dar um palpite¡­¡±, disse Aleric, olhando ao redor. ¡°Eu diria que ¨¦ para ajudar a esconder o cheiro deles para chegar t?o longe. Correr al¨¦m do limite em forma de lobo seria apanhado mais r¨¢pido ps patrulhas. O pelo deixa um cheiro mais forte.¡± Eu n?o tinha percebido que era uma coisa real, mas, novamente, eu nunca tinha lidado bandidos antes, nem tinha tido tempo para notar a diferen?a de pot¨ºncia quando eu tinha meu olfato mais forte. fanmathing se tornou no meu c¨¦rebro rnar Toda a situa??o parecia errada. Eu podia sentir algo que havia algo ¨®bvio que eu n?o estava percebendo. Mas eu tive que deixar isso dedo, sabendo que eu precisava focar no que estava na minha frente se eu n?o quisesse ser morto. ¡°Voc¨º precisa sair no minuto em que houver uma vaga¡±, disse Aleric. ¡°Al¨¦rico!¡± Eu gritei raiva. ¡°O suficiente!¡± E ent?o um deles finalmente se adiantou, correndo em minha dire??o. Eu me movi para encar¨¢-lo, pronta para quando ele chegasse mais perto, mas Aleric foi mais r¨¢pido. Ele pulou para frente e o colocou no ch?o em segundos um poderoso golpe na cabe?a dodino N?o houve hesita??o nos movimentos de Aleric. Tudo o que ele fazia era confiante e fluido. Tanto poder exibido quando derrubou odino, a cabe?a do homem batendo no ch?o tanto impacto que n?o havia esperan?a de que ele tivesse sobrevivido. Ele havia morrido imediatamente. Isso enfureceu os outros, vendo a morte de seupanheiro ocorrer t?o r¨¢pido. Eles avan?aram rapidamente sobre n¨®s antes mesmo que tiv¨¦ssemos um momento para nos orientar. Dois foram para Aleric, sendo o maior do grupo um deles. O terceiro correu em minha dire??o, mas eu estava pronto. Ele bn?ou o bra?o para me pegar no rosto, mas eu me afastei e me esquivei sem esfor?o. Seus movimentos eram lentos empara??o meu pai e Cai, mas seu corpo era mais constru¨ªdo, mais musculoso. Eu sabia que conseguir um golpe efetivo nele seria dif¨ªcil e precisaria focar em seus pontos fracos. Ao meudo, Aleric estava lutando contra os outros dois. Seu foco principal estava no maior, mas ele estava tendo que manter sua defesa contra o segundodino tamb¨¦m. Ele n?o parecia estar em apuros, ou pelo menos n?o demonstrou, mas tamb¨¦m pude ver que ele n?o estava fazendo muito progresso contra nenhum deles em termos de ataque ofensivo. Antes de mim, o homem ainda continuava sua abordagem agressiva. Mas eu n?o o deixaria chegar perto de mim. Eu pulei abruptamente para tr¨¢s, pegando-o desprevenido quando ele se desequilibrou; o impulso de seu punho voador o enviou para frente. Eu aproveitei a oportunidade e consegui levantar minha perna for?a suficiente para chut¨¢-lo de volta do jeito que ele veio, meu p¨¦ conectando seu rosto for?a suficiente para ouvir um crunch. Achei que fosse o nariz dele. Ele caiu no ch?o atr¨¢s dele e eu rapidamente pulei em cima dele, n?o querendo perder a chance de acabar ele. Mas golpe ap¨®s golpe contra ele, descobri que n?o estava tendo nenhum sucesso. Ele n?o estava parado nem desmaiado. ¡­ Mas ent?o eu vi. Sua m?o se contorcendo em dire??o a algo ao seudo, e por um breve segundo, eu jurei ter visto um sh do luar em uma superf¨ªcie de metal. Imediatamente, percebi o que ele estava nejando. Ainda montada nele, eu rapidamente movi minha m?o para onde ele estava alcan?ando. No entanto, ele tinha um aperto firme sobre ele agora e estava se recusando a solt¨¢-lo. Eu n?o deixei isso influenciar minha determina??o embora. Eu soltei por apenas um segundo. Apenas o suficiente para soc¨¢-lo o mais forte que pude no nariz, permitindo que sua m?o se soltasse, e rapidamente desembainhei a adaga que ele havia escondido ali. Eu nem hesitei ou parei. N?o, eu imediatamente incorporei diretamente em seu peito¡­ ¡­ E finalmente, ele parou de se mover. Suspirei de al¨ªvio, sabendo que tinha parado pelo menos um deles e poderia ajudar Aleric a lutar agora. Mas ent?o tudo aconteceu t?o r¨¢pido. Muito r¨¢pido para eu ter feito qualquer coisa sobre isso. Levantei-me, inspecionando o corpo abaixo de mim em busca de movimento, quando de repente ouvi uma voz em panico atr¨¢s de mim. ¡°¨¢ria!¡± Aleric gritou. Eu instantaneamente me virei para onde eu tinha ouvido sua voz, mas descobri que ele estava mais perto do que eu pensava. Na verdade, suas costas estavam agora diretamente na minha frente, obscurecendo minha vis?opletamente do que estava acontecendo¡­ ¡­E tudo que eu continuei a ouvir foi um grunhido, o som de carne sendo cortada¡­ seguido por Aleric movendo seus bra?os for?a. movimento que criava um ru¨ªdo de estalo doentio. Percebi imediatamente o que tinha acontecido. Eu me movi rapidamente, desesperado para ver por mim mesmo, e abri caminho para testemunhar a cena diante de mim. Aleric ficou ali congdo, uma faca em seu est?mago, o corpo de umdino morto diante dele; a cabe?a deles virou para um angulo n?o natural. ¡­ E eu gritei. Eu gritei sobre o que eu estava vendo. Porque eu percebi o que estava me iodando o tempo todo. N?o era por causa dos bandidos, ou por que eles estavam aqui. Foi porque esta era a minha vis?o. Foi aqui que aconteceu. A linha das ¨¢rvores, o caminho mal iluminado . Tudo isso. Foi aqui que Aleric morreu. Virei-me e olhei para o ¨²ltimodino restante que estava olhando para mim expectativa; o maior do grupo. Mas ele n?o podia saber o que o esperava. Erao se meu corpo perdesse o controle e eu me movesse mais r¨¢pido do que nunca, mais r¨¢pido do que jamais pensei ser poss¨ªvel. E antes mesmo que ele pudesse registrar onde eu estava, eu tinha escdo meu caminho at¨¦ ele, bn?ando-me em torno de seu torso at¨¦ que eu sentei em seus ombros. Ele nem teve a chance de colocar um dedo em mim antes que eu quebrasse seu pesco?o, seu corpo caindo no ch?o debaixo de mim. Eu n?o me virei para inspecionar meu trabalho desta vez. Em vez disso, eu imediatamente o deixei e corri para Aleric. Seu rosto estava t?o p¨¢lido quando ele olhou para a faca abaixo dele surpresa. Eu podia v¨º-lo come?ar a entrar em choque o que tinha acontecido, sua m?o debilmente alcan?ando a faca, mas sem toc¨¢. E ent?o elee?ou a bn?ar, suas pernase?ando a ceder. Corri para peg¨¢-lo antes que ele ca¨ªsse no ch?o, sua cabe?a conseguindo pousar no meu ombro. Minhas pernas quase dobraram sob o peso dele, mas de alguma forma eu continuei de p¨¦ Eu queria estar doente, o som do meu cora??o batendo t?o alto em meus ouvidos que eu sentio se fosse enlouquecer. Tudo estava acontecendo exatamenteo a vis?o havia me dito, mas eu havia entendido errado. T?o errado. N?o tinha me mostrado os bandidos. N?o tinha me mostrado a batalha. Tudo o que me deu foi a maneirao ele morreu. Eu podia sentir a ponta da faca em seu est?mago enquanto ele descansava contra mim e sabia o que aconteceria a seguir. Ele se empurrava de cima de mim assim que eu agarrei o punho, fazendo-se sangrar lentamente at¨¦ a morte Mas era estranho embora. Uma facao esta n?o deveria ter machucado tanto Aleric. Sua cura acelerada deveria significar que, embora ele fosse gravemente ferido, ele n?o deveria sangrar at¨¦ a morte. Ent?o, o que poderia ter causado o que aconteceu na minha vis?o? E ent?o percebi que s¨® havia uma possibilidade. Antes que eu pudesse testar qualquer coisa, por¨¦m, Aleric de repente gemeu e eu o sentie?ar a mudar seu peso. Ele estava prestes a se afastar de mim, mas eu rapidamente o segurei, impedindo que a vis?o se tornasse realidade. ¡°Woah, espere, espere, espere¡±, eu rapidamente instru¨ª, parando-o. ¡°S¨® devagar. Eu vou ajudar a deitar voc¨º.¡± T?o gentilmente quanto pude, baixei Aleric no ch?o at¨¦ que ele finalmente estava deitado. ¡°Aria¡­¡± ele murmurou, sua m?o alcan?ando a facada. ¡°N?o toque nisso,¡± eu ordenei, embora eu n?o tivesse certeza se ele podia me ouvir. Eu firmemente coloquei sua m?o ao seu lado apenas no caso. N?o perdi mais tempo depois disso e sabia que precisava confirmar minha teoria. Rapidamente,ecei a inspecion¨¢-lo. Eu empurrei sua pele para baixo da lamina apenas o suficiente para que eu pudesse apertar a ponta do meu dedo na superf¨ªcie, e imediatamente senti a leve queima??o ao contato. Como eu suspeitava, a faca era feita de prata especial. My cora??o afundou. Em um n¨ªvel de superf¨ªcie contra nossa pele, a prata causaria apenas uma leve irrita??o. Mas embutido em algu¨¦m assim¡­? Bem, n?o haviao ele ser capaz de se curar. Mesmo que ele ainda n?o tivesse idade para mudar, a prata ainda impediria seu DNA de lobo de acelerar a pequena capacidade de cura que ele tinha, mantendo a ferida aberta. E mesmo se eu removesse a faca agora, ainda levaria v¨¢rias horas antes que sua pelee?asse a se recuperar. Isso significava que a melhor op??o era deixar a faca dentro dele¡­ mas mesmo assim, se for deixada por muito tempo, tamb¨¦m pode envenen¨¢-lo. Eu s¨® podia supor que era por isso que eu tinha visto a vis?o; ent?o eu sabia que n?o devia tirar a faca ainda. Remov¨º-lo agora s¨® faria que ele sangrasse rapidamente, mas deix¨¢-lo um pouco mais pode lhe dar algum tempo. Estava ro que Aleric precisaria de aten??o m¨¦dica s¨¦ria para sobreviver. Algo que eu n?o tinha certeza deo conseguir para ele. E ent?o algo veio a mim. Algo familiar, mas estranho. ¡­Algo escuro. Era uma voz vindo de uma pequena parte da minha mente. A voz de algu¨¦m que eu estava trabalhando para enterrar dentro de mim desde que voltei. E isso falouigo, me convencendo a fazer algo que eu nunca teria considerado. ¡­ Voc¨º poderia simplesmente puxar a faca,¡¯ a voz disse calmamente. Olhei para o corpo de Aleric, chocada por uma parte de mim ter pensado em fazer isso. Como eu poderia mat¨¢-lo de bom grado depois de tudo o que tinha acabado de acontecer? ¡®Voc¨º estaria salvando a vida de milhares se fizesse isso¡¯, continuou. ¡ª Ningu¨¦m nem saberia que era voc¨º. Eles diriam que foram os bandidos. ¡­ E eu percebi que era verdade. Se eu sacasse a faca neste exato segundo e o deixasse morrer, ningu¨¦m nem saberia, e isso garantiria evitar um futuro em que ele reinaria tiranicamente sobre todo o pa¨ªs. Tantas pessoas viveriam. In¨²meras fam¨ªlias nunca teriam que aprender o desgosto de perder um ente querido em uma guerra desnecess¨¢ria pelo poder. 1 Minha m?o se contorceu ao meudo o pensamento de faz¨º-lo. Isso seria t?o f¨¢cil. Eu poderia me redimir por aqueles que machuquei no meu passado por causa dele. Mas enquanto eu olhava para o rosto dele, estranhamente pac¨ªfico agora que ele estava inconsciente, eu me perguntava sobre o que o aguardava. N?o era poss¨ªvel mudar o futuro dele assimo eu estava mudando o meu agora? ¡ª Voc¨º o viu naqu s do conselho ¡ª disse a voz. ¡°Voc¨º viu que ele ainda ¨¦ o mesmo homem l¨¢ no fundo.¡± Mas quanto mais eu pensava sobre isso, mais eu ficava em conflito. ¡­ E percebi que, n?o, o que eu pensava estava errado. Afastei mentalmente os pensamentos dentro de mim. Eu sabia que n?o era a mesma coisa. De volta ¨¤qu s, ele agiu por uma causa justa de tentar me defender, n?o por desejo de poder. Ele me mostrou que era capaz de fazer o bem, mesmo que o fizesse da maneira errada. E assim, eu sabia o que tinha que fazer. Levantei-me, correndo alguns passos em dire??o ao pr¨¦dio principal, e gritei. Gritei o mais alto que pude, repetidas vezes, implorando para que algu¨¦m viesse ajudar. E mesmo quando minha garganta queimava, eu ainda n?o parei. Felizmente, a ajuda chegou rapidamente. Os guerreiros correram para o lado dele ee?aram a inspecionar o ferimento, mas seus rostos n?o pareciam esperan?osos. Eu tentei sintoniz¨¢-los, mas era dif¨ªcil n?o ouvir quando eles estavam fndo sobre suas baixas chances de sobreviv¨ºncia. E enquanto eu continuava a vigi¨¢-lo, medo de que Aleric n?o iria sobreviver, eu o repreendi. eu mesmo por ter considerado algo t?o abomin¨¢vel. Porque na minha cabe?a, eu sabia que ele era capaz de mudar. Ele estava disposto a morrer por mim, para me proteger de ter uma faca enfiada nas minhas costas. Como eu poderiae?ar a duvidar que ele n?o poderia se tornar um homem melhor? ¡­ Mas n?o pude deixar de pensar em outra raz?o tamb¨¦m. Embora n?o fosse t?o importante, havia uma outra coisa que ficou presa em minha mente durante todo o tempo em que os guerreiros trabalharam sobre ele. E foi isso que ele me chamou de Aria p primeira vez. Cap铆tulo 42 Cap¨ªtulo 42 Cap¨ªtulo Quarenta e Dois Sentei-me aodo da cama de Aleric no hospital do Golden de, tendo esperado algumas horas agora para que ele acordasse. Para meu al¨ªvio, os m¨¦dicos disseram que ele se recuperariapletamente, apesar de tudo o que aconteceu. Eles conseguiram remover a faca e sel¨¢-lo at¨¦ que a capacidade de cura natural de seu corpo pudesse entrar em a??o. A qualquer minuto ele estaria acordando¡­ e isso acabou sendo exatamente o caso. Ele abriu os olhos lentamente, olhando ao redor da s as p¨¢lpebras ainda pesadas, at¨¦ que finalmente me viu. ¡°¨¢ria¡­?¡± ele murmurou fracamente. ¡°Estou aqui,¡± eu respondi, me aproximando um pouco. Acho que o apelido ia ficar e eu ainda n?o tinha certeza deo me sentir sobre isso. ¡°O que aconteceu¡­?¡± Percebi que ele deve ter deixado algumas drogas em seu sistema, pois ainda parecia um pouco fora de tudo. ¡°Era uma faca de prata,¡± expliquei. ¡°Voc¨º tem sorte de estar vivo.¡± Ele apenas bn?ou a cabe?a sonolento, voltando para a cama novamente. ¡°Voc¨º percebe que n?o deveria ter feito isso, certo?¡± Eu perguntei. ¡°Voc¨º ¨¦ o futuro desta matilha. Voc¨º n?o pode andar por a¨ª carregando facas por causa de um Beta. E preciso tamb¨¦m lembr¨¢-lo de que voc¨º tem dois Betas atualmente? N?o h¨¢ raz?o para arriscar sua vida.¡± Ele gemeu um pouco, mas n?o achei que fosse de dor. Mais ainda porque eu estava iodando ele. ¡°Ao contr¨¢rio do que voc¨º pode acreditar, Aria,¡± ele disse calmamente, fechando os olhos novamente. ¡°¡­ Eu realmente me importaria se voc¨º fosse morto.¡± Eu n?o sabiao responder a isso. Em vez disso, eu meio que¡­ o encarei. Ele percebeu o qu?o perto eu cheguei de mat¨¢-lo? Eu me senti doente s¨® de pensar nisso agora. Seu rosto ent?o ficou calmoo se ele estivesse voltando a dormir, ent?o eu n?o tinha certeza se ele ouviu o que eu disse em seguida. Mas acabei conseguindo responder a ele muito calmamente. ¡°Se voc¨º for morto¡­ eu me importaria tamb¨¦m,¡± eu sussurrei finalmente, embora eu n?o tivesse certeza se eu estava dizendo a ele ou a mim mesma. Independentemente de quem eu conhecia, esse garoto na minha frente merecia o benef¨ªcio da d¨²vida. Eu tinha que ter f¨¦ que ele poderia mudar. Que havia um futuro melhor p frente desta vez. Pouco depois que ele adormeceu novamente, eu finalmente me levantei para sair, convencida de que ele ia ficar bem. Eu tinha instru??es para ir para casa sem ele e sabia que quem estava vindo me pegar estaria esperando. Juntei minhas coisas e sa¨ª do hospital, por¨¦m, me surpreendi quem encontrei no carro. Esperando por mim dodo de fora estava meu pai, olhando para odo um olhar no rosto que me dizia que ele estava extremamente impressionado. ¡°¡­Pai? O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Eu perguntei. Ele olhou para cima assim que ouviu minha voz e instantaneamente seu corpo rxou. Ele at¨¦ fez os ¨²ltimos metros entre n¨®s rapidamente e me puxou para um abra?o. ¡°Voc¨º me assustou¡±, disse ele, al¨ªvio inundado em sua voz. ¡°¡­Eu sinto Muito.¡± Mesmo que eu estivesse bem, era bom ser abra?ada por ele. Eu ainda me sentia segura em estar ele, independentemente do fato de ter passado tanto tempo endurecendo nos ¨²ltimos meses. Sua presen?a me trouxe um conforto imensur¨¢vel. Depois de alguns segundos, ele finalmente se afastou, bn?ando a cabe?a. ¡°Voc¨º n?o tem nada para se desculpar. Se aqueles malditos guerreiros tivessem feito seu maldito trabalho, nada disso teria acontecido. Fiquei surpreso ao ouvir meu pai xingar p primeira vez. Ele realmente deve ter ficado furioso. Eu s¨® podia imaginar a puni??o esperando por aqueles pobres guerreiros quando eles voltassem para casa. N?o que fosse culpa deles. Aleric e eu fomos os ¨²nicos a vagar sem dizer a eles, afinal. ¡°Est¨¢ tudo bem, eu estou bem¡±, eu assegurei a ele. ¡°Estranhamente¡­ Aleric salvou minha vida.¡± ¡°Sim¡­. Ouvi.¡± Seu rosto ent?o ficou em conflitoo se ele quisesse dizer alguma coisa. ¡°O que ¨¦ isso¡­?¡± Eu perguntei. Achei sua rea??o estranha, j¨¢ que era ium nos dias de hoje ele esconder qualquer coisa de mim, especialmente depois do quepartilhamos. ¡°Bem, n?o ¨¦ t?o estranho ouvir que ele salvou voc¨º¡­¡±, ele finalmente disse. ¡°Eu estava querendo te dizer isso h¨¢ meses, mas n?o consegui. Na verdade, eu ainda n?o deveria. Mas acho que ¨¦ importante para que voc¨º possa ter uma vis?opleta da sua hist¨®ria.¡± Eu fiz uma careta, preocupada o que ele estava prestes a dizer. ¡°O dia da reuni?o para sua admiss?o para ser treinadoo herdeiro Beta,¡± elee?ou. ¡°A discuss?o confidencial n?o aconteceu do jeito que voc¨º provavelmente pensou. A formao estava era uma osc??o de quatro a cinco¡­ e Aleric realizou a ¨²ltima vota??o para decidir. Se ele n?o votasse a seu favor, Aria, voc¨º teria perdido. Fiquei chocado, sem saber o que fazer isso. Se isso fosse verdade, ent?o ele conscientemente concordou em n?o apenas trabalhar ao meudoo uma equipe, mas tamb¨¦m apoiar o que inevitavelmente significaria rejeit¨¢-loo meupanheiro um dia. V¨¢rias teorias diferentes come?aram a passar p minha cabe?a sobre por que ele me daria a chance de me tornar Beta, mas nenhuma ds realmente fazia sentido. N?o realmente, de qualquer maneira . viver na selva Se alguma coisa, tudo o que eu sentia agora era mais confuso. Eu concordei em manter a informa??o que meu pai me disse para mim mesmo. Afinal, nenhum dos participantes deveria saber o que aconteceu durante aqu s de reuni?es enquanto est¨¢vamos dodo de fora. Se eu contasse a algu¨¦m, meu pai acabaria consequ¨ºncias muito graves. Muito tempo se passou ap¨®s os eventos na Golden de. Parae?ar, eu fiz dezesseis finalmente. Era algo que eu estava esperando h¨¢ tanto tempo, e eu j¨¢ estava extremamente animado parae?ar minhas responsabilidadespletaso herdeiro Beta. Com isso tamb¨¦m veio o b?nus adicional de finalmente poderrgar o ensino m¨¦dio ee?ar a treinar em tempo integral para a futura posi??o ssificada A r??o entre Aleric e eu tamb¨¦m ficou muito melhor. Agora pass¨¢vamos boa parte de nossos dias na academia fazendo sparring e praticando, at¨¦ mesmobatendo corpo a corpo. N?o parecia mais t?o estranho e, em certo n¨ªvel, at¨¦ constru¨ªmos um n¨ªvel de confian?a um o outro;o a maioria esperaria depois que ele salvou minha vida. Alguns podem at¨¦ dizer que agora ¨¦ramos amigos. No entanto, nenhum de n¨®s tinha fdo sobre o que ele disse no hospital desde que voltou para casa, e eu n?o ousei perguntar se ele tinha ouvido minhas ¨²ltimas pvras tamb¨¦m¡­ mas eu estava me acostumando ele me chamando de Aria agora no muito menos. Parecia uma coisa t?o pequena e insignificante e ainda assim¡­ foi algo que teve muito peso para mim na minha vida passada. Meu nome completo sempre foi algo que parecia criar mais distancia entre n¨®s,o uma parede que ele usava para me manter de fora. Mas tamb¨¦m houve mais mudan?as. Content rights belong to N?velDrama.Org. Desde aquele dia os bandidos, houve uma mudan?a dentro de mim tamb¨¦m. Uma divis?o. Eu senti como se houvesse duas Arias agora. Havia o ¡®eu¡¯ agora, que era forte, determinado e lutava constantemente por mudan?as¡­ e o antigo ¡®eu¡¯, que estava quebrado, ansioso e constantemente aterrorizado a qualquer momento de se machucar. Que seria rejeitada novamente¡­ ou pior. Ver Aleric morrendo sua vida em minhas m?os naquele dia s¨® parecia fazer algo dentro do meu c¨¦rebro quebrar, e agora estava se tornando dolorosamente ¨®bvio o qu?o diferentes ¨¦ramos. Foi a voz d que eu ouvi dentro da minha cabe?a. A voz de uma garota que sucumbiria ao assassinatoo meio de sobreviv¨ºncia, tanto no presente quanto no passado. E eu a via, a velha Aria, toda vez que via meu pr¨®prio reflexo no espelho. Erao se estivesse constantemente ali, assustada e insegura, espiando por tr¨¢s dos meus olhos. Por causa disso, ¨¤s vezes achei dif¨ªcil me assegurar de que estava no caminho certo. Eu sabia que estava sempre t?o perto, apenas se escondendo atr¨¢s da superf¨ªcie. ¡­ Sussurrando de vez em quando meus piores medos. Mas havia outra coisa que me iodava tamb¨¦m. Algo que vinha me perturbando h¨¢ alguns meses. E, no entanto, toda vez que eu me lembrava do que era, isso me escapava instantaneamente. Descobri que minha mem¨®riae?aria a terpsoso esse de vez em quando, lentamente se tornando mais frequente ¨¤ medida que o tempo passava na minha nova vida. Ent?o, finalmente, depois de todos esses meses, chegou a hora da cerim?nia de maioridade de Aleric. Ele haviapletado dezoito anos e o evento que estava sendo realizado esta noite n?o era considerado um assunto leve. majestosoo um ano a parte seu Spray NEROZAT Esta noite, ele mudaria p primeira vez e aprenderia a se tornar um seu lobo. O d¨¦cimo oitavo do herdeiro Alfa foi considerado o maior evento de toda a gera??o e levou literalmente meses de nejamento. E assim, ¨¦ ro, esperava-se que eu tamb¨¦m participasse. Eu debati usar trajes mais adequados para um herdeiro Beta; talvez algumas cal?as e uma camisa. Algo que diria aos outros que eu levei meu papel a s¨¦rio. Mas n?o demorou muito para eu perceber o qu?o est¨²pido isso era. Eu n?o tinha passado todo esse tempo argumentando pelo meu direito de ser levada a s¨¦rioo uma Beta feminina s¨® para tentar impressionar algu¨¦m agora me vestindo de forma mais masculina. Se eles n¨®sv?o duvidar de mim apenas sobre as roupas que eu usava, ent?o s n?o valiam o meu tempo de qualquer maneira. Eu tinha o direito de me sentir bonita e foda ao mesmo tempo sem o julgamento deles. E ent?o fui um vestido violeta quebinava meus olhos. Foi definitivamente mais embelezado e delicado do que eu teria escolhido normalmente, mas dado o evento, senti que era necess¨¢rio. Lucy tamb¨¦m se divertiu muito arrumando meu cabelo, algo que eu normalmente diria a para n?o se preocupar. Mas levou isso para o pr¨®ximo n¨ªvel e os resultados foram, reconhecidamente, realmente muito impressionantes. Uma hora depois, finalmente cheguei ao evento. Um pr¨¦dio grande e muito chique na cidade havia sido alugado para a ocasi?o. Era de dois andares e tinha uma varanda ao redor vista para a floresta l¨¢ embaixo. Mais tarde esta noite, Aleric e alguns outros membros selecionados do bando desceriam para aqu floresta e testemunhariam seu primeiro turno. Eu n?o estaria l¨¢ para essa parte; era tradi??o os que testemunhavam j¨¢ serem maiores de idade para poderem correr na floresta atr¨¢s. Olhando ao redor, havia muitos rostos que eu reconhecia e muitos n?o. Mas todos estavam impecavelmente bem vestidos em seus trajes formais para a noite. Alguns eu assumi que eram representantes de alian?as em uma demonstra??o de boa f¨¦ para o futuro de Aleric, outros eu assumi que estavam aqui na esperan?a de encontrar seuspanheiros. Eraum viajar para outras matilhas se n?o tivessem sorte em encontrar sua outra metade dentro de seus pr¨®prios territ¨®rios. Eu estava grata por n?o ter que me preocupar nada disso esta noite. Embora Aleric estivesse chegando ¨¤ maioridade, ele ainda precisaria esperar at¨¦ que eu tivesse dezoito anos para que o v¨ªnculo dopanheiro fosse formado. At¨¦ ent?o, nenhum de n¨®s o sentiria. N?o que isso importasse, no entanto. Eu nejava me tornar Beta e fazer o que fosse necess¨¢rio para cumprir isso. N?o demorou muito depois que todos chegaram que Alpha Tytus reuniu uma multid?o para alguns discursos e an¨²ncios. Todos os quais foram felizmente bastante curtos. ele ainda precisaria esperar at¨¦ que eu tivesse dezoito anos para que o v¨ªnculo depanheiro fosse formado. At¨¦ ent?o, nenhum de n¨®s o sentiria. N?o que isso importasse, no entanto. Eu nejava me tornar Beta e fazer o que fosse necess¨¢rio para cumprir isso. N?o demorou muito depois que todos chegaram que Alpha Tytus reuniu uma multid?o para alguns discursos e an¨²ncios. Todos os quais foram felizmente bastante curtos. ele ainda precisaria esperar at¨¦ que eu tivesse dezoito anos para que o v¨ªnculo depanheiro fosse formado. At¨¦ ent?o, nenhum de n¨®s o sentiria. N?o que isso importasse, no entanto. Eu nejava me tornar Beta e fazer o que fosse necess¨¢rio para cumprir isso. N?o demorou muito depois que todos chegaram que Alpha Tytus reuniu uma multid?o para alguns discursos e an¨²ncios. Todos os quais foram felizmente bastante curtos. Olhei para Aleric de dentro da multid?o e vi uma leve felicidade em seus olhos que eu n?o conseguia me lembrar de ter visto a ¨²ltima vez que fui a esta festa. Ele usava o mesmo terno caro e bem ajustado, seu cabelo preto onddo ainda perfeitamente domado, mas era sua express?o que mais se destacava. Ele parecia mais feliz, se isso fosse poss¨ªvel para seu rosto geralmente muito est¨®ico. No passado, eu tinha desfdo aodo dele para todo este evento, a futura suposta Luna. Foi uma das primeiras vezes que realmente passamos muito tempo juntos. Eu podia me lembrar de estar em rever¨ºncia silenciosa por ele, imaginando se ele realmente seria meu um dia. No verdadeiro estilo Aleric, por¨¦m, ele mal olhou para mim a noite inteira. Eu estava grato desta vez que ningu¨¦m estava me pressionando para cumprir um papel baseado nisso suposi??o; aquele em que estar¨ªamos romanticamente envolvidos um dia. Embora eu duvidasse que muitos se atreveriam a insinuar isso agora. Esses dias, eu passei tanto tempo afirmando minha posi??o para ser tratadoo um herdeiro Beta, que eu sabia que eles ficariam muito medo de mencionar isso. E ent?o, eu olhei para Aleric apenas da multid?o, nossos olhos se encontrando apenas quando os discursos finalmente terminaram. Ele se aproximou de mim quando todose?aram a se dispersar e eu me curvei dramaticamente em tom de brincadeira ¨¤ sua aproxima??o, sorrindo ¡°Feliz anivers¨¢rio, herdeiro Alfa. Que a Deusa sorria para voc¨º.¡± Seu l¨¢bio puxou levemente em um sorriso, estreitando os olhos para a cena que eu estava fazendo. ¡°Pare isso, Aria.¡± Eu ri. ¡°Bem, eu estou feliz que voc¨º parece estar se divertindo pelo menos.¡± Mas antes que ele pudesse responder, de repente Tytus gritou de volta para a multid?o e todos ficaram em sil¨ºncio. ¡°Ah, quase esqueci, pessoal!¡± ele gritou, chamando a aten??o da s novamente. ¡°Para dar in¨ªcio ao evento, Aleric precisar¨¢ participar da primeira dan?a.¡± Eu fiquei tenso. Eu me lembrava muito bem daqu dan?a. Eles n?o poderiam realmente me obrigar a fazer isso de novo desta vez¡­ poderiam? Mas, para minha consterna??o, os olhos de Tytus se moveram para mim e percebi que ele j¨¢ havia pensado nisso. ¡°Aria, voc¨º ¨¦ a mulher mais bem ssificada em nosso bando que ¨¦ da mesma idade de Aleric. Voc¨º se importaria de se juntar a ele parae?ar as festividades desta noite? Suspirei internamente. Eu n?o deveria ter esperado nada menos dele. ¡°Seria uma honra, Alfa,¡± eu respondi, um sorriso for?ado no meu rosto. Eu me virei para Aleric, curvando minha cabe?a, antes de fazer uma rever¨ºncia para significar meu convite. Mesmo sabendo que ele n?o iria recusar, eu ainda estava aliviada quando ele estendeu a m?o para mim. E sem mais delongas,e?amos a dan?ar. A m¨²sica era cl¨¢ssica e um pouco animada, mas consegui panhar. Eu havia passado horas praticando esse tipo de dan?a no passado e, apesar de ser muito tempo, ainda me lembrava perfeitamente dos passos A m?o de Aleric estava na minha cintura, a minha contra seu ombro, e era uma sensa??o agrad¨¢vel estar t?o perto dele sem ter medo. Passamos tantos meses treinando juntos agora que estranhamente nos aproximou. N¨®s nos movemos juntos sem esfor?o, todos parados para nos observar. Eu esperava ficar nervoso os olhares da multid?o, medo deeter um erro a qualquer minuto, mas em vez disso me senti confort¨¢vel o suficiente para manter minha cabe?a erguida. Eu tive que me lembrar que eu n?o era **. A velha ¨¢ria. Eu era mais forte do que isso. Em pouco tempo, a m¨²sica chegou ao fim e n¨®s recuamos para nos cumprimentarmos, toda a multid?o audindo. Sorri para ele e agradeci por tudo ter passado sem problemas. Muito rapidamente depois disso, todos ao nosso redore?aram a fr alto enquanto se afastavam ou iam dan?ar; a m¨²sica para a pr¨®xima m¨²sica j¨¢ tendoe?ado. cabelo ¡°Voc¨º parece muito¡­¡± Alerice?ou a dizer, mas sua voz foi cortada pelo barulho da multid?o e da m¨²sica. Eu fiz uma careta, n?o tendo ouvido nada do que ele disse. ¡°O que voc¨º disse?¡± Eu gritei de volta. Mas n?o tive a chance de ouvir o que quer que fosse porque de repente senti uma m?o no meu ombro, a voz de algu¨¦m no meu ouvido. ¡°Voc¨º se importa se eu cortar para a pr¨®xima dan?a?¡± eles perguntaram. Eu podia sentir meu cora??o acelerar e as pernas ficarem fracas. Porque aqu voz era t?o familiar. Mas n?o podia ser. Poderia¡­? Eu me virei bruscamente e ali, bem na minha frente¡­ Era Cai. Cai. Na carne. Ele esteve aqui. Realmente aqui. Ele sorriu para mim, seus olhos dourados marcantes e de alguma forma ainda mais brilhantes do que eu tinha lembrado deles. ¡°Ei, pequena,¡± ele disse em um tom casual. ¡°Faz muito tempo, sim?¡± Cap铆tulo 43 Cap¨ªtulo 43 Cap¨ªtulo Quarenta e Tr¨ºs Eu o encarei incr¨¦d. Eu nunca pensei que iria v¨º-lo novamente, mas aqui estava ele. ¡°¡­Cai?¡± foi tudo o que consegui dizer. E ent?o uma enxurrada de emo??es diferentes me atingiu de uma vez, me esmagando. N?velDrama.Org owns this. ¡­ Mas houve um que acabou prevalecendo sobre qualquer outro. Eu me movi t?o r¨¢pido que quase nem percebi que fiz isso¡­ e dei um tapa na bochecha dele. Imediatamente, olhei para minha pr¨®pria m?o espanto, perplexaigo mesma enquanto ele cobria o rosto. ¡°¡­ Eu provavelmente merecia isso¡±, disse ele, e meio que riu da coisa toda. ¡°Uau, voc¨º realmente arrasa nos dias de hoje, Aria.¡± ¡­Eu realmente acabei de bater nele? Eu pensei que estava feliz em v¨º-lo? Que eu queria o seu perd?o? Mas eu percebi outra coisa, algo que havia me desencadeado na formao ele fva. ¡°Voc¨º n?o escreve para mim, voc¨º n?o visita, e voc¨º foi embora me fazendo pensar que voc¨º me odiava¡±, eu rebati. ¡°Voc¨º n?o pode simplesmente aparecer aqui, fndoo se estivesse cumprimentando um velho amigo! Voc¨º deixou esse fato dolorosamente ¨®bvio quando foi embora, Cai. Esse tempo todo eu pensei que ele me odiava. Achei que ele n?o queria nadaigo. E, no entanto, ele havia se aproximado, me pedindo para dan?ar ele e soltando um velho apelido rid¨ªculo. Como se nada tivesse acontecido. Como se os ¨²ltimos dois anos que passei me sentindo culpada n?o tivessem sido em v?o. Qual foi o sentido de agonizar sobre o que aconteceu entre n¨®s quando aparentemente n?o significou nada para ele? 1 Pude ver que v¨¢rias pessoas tinham parado para olhar, mas ignorei. Eu me senti muito tensa para me importar naquele exato segundo. ¡°Desculpe, voc¨º est¨¢ certo¡­ podemos ir a algum lugar e conversar?¡± ele perguntou, seus olhos implorando para mim. Eu queria dizer a ele para se perder, que n?o queria v¨º-lo, mas sabia que seria mentira. Eu n?o podia negar que uma parte de mim sentia falta dele e que eu queria tanto v¨º-lo novamente. ¡°¡­ Tudo bem,¡± eu concordei depois de uma pausa. Mas, antes que eu pudesse me mover um cent¨ªmetro, uma voz fria falou atr¨¢s de mim. ¡°Caius,¡± ouvi Aleric cumprimentar. ¡°Aleric¡±, foi a resposta. O sentimento parecia m¨²tuo enquanto os dois se olhavam caut. Voc¨º podia sentir a tens?o no ar entre eles. elementos Considerando que uma das principais raz?es ps quais eu tinha buscado me tornar um Beta, em vez de apenas fugir, era garantir que uma guerra n?o acontecesse entre os dois, parecia que minha interfer¨ºncia j¨¢ estava estabelecendo suas r??es pol¨ªticas. em uma *¨®tima* nota¡­. Eu me virei para Aleric e descobri que ele estava olhando para Cal, seus olhos estreitados levemente . Ele apenas desviou o olhar para me dar sua aten??o depois que eu falei. ¡°Tenho certeza de que vou te pegar mais tarde¡±, eu disse um sorriso, tentando rxar qualquer desconforto. ¡°Mas se eu n?o voltar antes do seu turno, eu realmente espero que tudo corra bem. E certifique-se de tentar rxar. Vai facilitar¡±. Percebi ent?o que dar a ele conselhos sobre mudan?a seria estranho vindo de mim e tive que recuar rapidamente. ¡°¡­ Ou, pelo menos, foi o que meu pai me disse.¡± Ele parecia querer dizer outra coisa, mas n?o o fez, apenas me dando um aceno de cabe?a. E ent?o, eu segui atr¨¢s de Cai enquanto ele nos levava para a varanda. Felizmente, n?o havia mais ningu¨¦m por perto, j¨¢ que o evento estava apenas come?ando. Provavelmente era melhor termos um pouco de privacidade para conversar. ¡°Voc¨º cresceu tanto desde a ¨²ltima vez que a vi¡±, disse ele levemente. ¡°Acho que vou ter que encontrar um novo apelido para voc¨º agora.¡± Mas eu achei at¨¦ isso irritante. Erao se ele estivesse tentando evitar se explicar. ¡°Por que voc¨º est¨¢ aqui, Cai?¡± Eu perguntei, ignorando seuent¨¢rio. Ele se encostou no parapeito da sacada, o c¨¦u noturno e a floresta atr¨¢s dele. Ele parecia mais alto, mais tonificado, se ¨¦ que isso era poss¨ªvel. ¡° Meu pai achou que seria melhor eu voltar e me reconectar, j¨¢ que j¨¢ faz um tempo,¡± ele disse, cruzando os bra?os sobre o peito. ¡°Eu atingi a maioridade h¨¢ cerca de seis meses, ent?o ticamente estou aqui em miss?o oficial de embaixador por um tempo¡­ mas eu sabia que tinha outras coisas para cuidar enquanto estava aqui.¡± Isso explicava por que ele parecia um pouco diferente. Ele tinha seu lobo agora. Seu corpo teria se desenvolvido mais durante o processo. ¡°¡­Que outras coisas?¡± ¡°Como se desculpar voc¨º¡±, disse ele, seus olhos olhando nos meus. ¡°Pessoalmente, cara a cara. N?o por meio de uma carta idiota ou apenas perguntando sobre voc¨º de Myra. ¡°¡­ Achei que voc¨º me odiasse.¡± Eu n?o conseguia esconder a dor em minha pr¨®pria voz enquanto fva e me xinguei por deix¨¢-lo ouvir. ¡°Voc¨º me fez pensar que nem nos considerou amigos quando partiu. Passei anos me culpando por voc¨º ter sa¨ªdo do jeito que voc¨º fez. Ele desviou o olhar de mim, parecendo culpado pelo que eu estava dizendo a ele. ¡°Ent?o, eu estava errado naqu ¨¦poca?¡± Eu perguntei quando ele n?o me respondeu. Eu podia sentir as l¨¢grimase?arem a borbulhar em meus olhos . ¡°¡­N¨®s n?o ¨¦ramos amigos, Cai?¡± Minhas pvras devem ter chegado at¨¦ ele enquanto ele inva fortemente e ainda n?o conseguia olhar para mim. Levou v¨¢rios momentos antes que ele fosse finalmente capaz de responder. ¡°N¨®s ¨¦ramos amigos¡­ me desculpe, Aria.¡± ¡°Ent?o por que..? Por que voc¨º fez issoigo? Eu mere?o uma explica??o para o que aconteceu porque eu n?o entendo nada, Cai.¡± ¡°¡­ Porque eu era est¨²pido e n?o era bom em lidar as coisas,¡± ele admitiu, seu discurso r¨¢pido como se estivesse confessando algo que o estava sobrecarregando. ¡°Eu reagi de uma maneira que te machucou, que eu sabia que iria te machucar, e eu ainda fiz isso de qualquer maneira.¡± Limpei a l¨¢grima na minha bochecha raiva. Ent?o, foi de prop¨®sito o tempo todo? Ele pensou t?o pouco de mim? ¡°A verdade ¨¦ que,¡± elee?ou, tentando se acalmar, ¡°s¨® descobri naquele dia que seria mandado de volta para casa¡­ e fiquei arrasado. Fiquei arrasada porque n?o sabiao te dar a not¨ªcia , Aria . E ent?o, em vez de apenas confessar¡­ eu fui e encontrei literalmente qualquer outra coisa para fazer al¨¦m de contar a voc¨º.¡± Eu quase queria rir deo aquilo era confuso. Sua ideia de encontrar qualquer coisa para fazer era encontrar algu¨¦m para fazer. ¡°Eu era destrutivo na minha procrastina??o e isso te machucou¡±, continuou ele. ¡°Uma parte de mim queria te machucar porque, se voc¨º me odiasse, ent?o seria mais f¨¢cil dizer adeus¡­ e eu consegui meu desejo, Aria. A ponto de me sentir culpado todos esses anos, sem sabero consertar isso.¡± ¡°Uma porra de um pedido de desculpas dois anos atr¨¢s teria sido um bome?o¡±, eu disse amargamente os dentes cerrados. ¡°¡­ Como voc¨º p?de fazer issoigo depois de tudo que passamos?¡± ¡°Eu realmente sinto muito, Aria,¡± ele disse, dando um passo em minha dire??o. ¡°¡­ Voc¨º n?o tem ideia do quanto eu me arrependo isso . ¡± Ele parecia t?o miser¨¢vel e sincero no que estava me dizendo. Eu n?o queria nada mais do que acreditar nele, perdo¨¢-lo, mas senti que ia ceder muito f¨¢cil depois do inferno que passei. ¡­ Mas ent?o suas pvras atingiram uma parte de mim que eu estava isndo atr¨¢s da minha raiva. ¡°¡­ Senti sua falta, Aria,¡± ele disse baixinho, olhando para mim seus olhos tristes. E mesmo que eu tenha prometido a mim mesma n?o ceder a ele prontamente, descobri que era incapaz de me impedir de desmoronarpletamente por dentro aqus pvras, aqueles olhos, e aquele sentimento miser¨¢vel. cara dele. Corri para cobrir a distancia entre n¨®s e joguei meus bra?os em volta dele. ¡° D¨¢ -te, Cai,¡± murmurei contra ele. ¡°¡­Tamb¨¦m senti sua falta.¡± Eu podia senti-lo envolver seus bra?os em volta de mim e por dentro eu sabia que tinha feito a escolha certa. Talvez a avalia??o de Myra estivesse correta e eu estivesse sendo teimosa demais. Era estranho, mas, mesmo sabendo que tinha crescido desde a ¨²ltima vez que o vi, descobri que fiquei muito ciente do fato de que Cai era mais alto que eu enquanto nos abra?amos. Eu me senti t?o pequena contra ele. E o cheiro dele¡­ parecia mais forte e tinha quase algo um pouco mais doce por baixo dos tons mais terrosos. Eu n?o teria sido capaz de dizer isso se n?o estivesse t?o perto dele agora. Ele sempre cheirava t?o bem? Atr¨¢s de mim, a m¨²sica da pr¨®xima m¨²sicae?ou a tocar; algo mais lento. Cai se afastou para olhar para mim. ¡°Dance Comigo.¡± Cap铆tulo 44 Cap¨ªtulo 44 Cap¨ªtulo Quarenta e Quatro ¡°¡­O que?¡± Eu soltei minhas m?os instantaneamente e me movi para tr¨¢s de seus bra?os. ¡°Sentimentos por mim? Tipo amizade? Porque sempre fomos amigos em minha mente, Cai. Foi voc¨º quem negou, lembra? Meu peito batia tanta for?a que parecia que ia desmaiar. Ele caminhou em minha dire??o, imediatamente fechando o espa?o que eu tinha acabado de fazer entre n¨®s, e segurou meu rosto em sua m?o para me fazer olhar para ele. Eu me senti congda no lugar olhando em seus olhos que pareciam estarpletamente s¨¦rios. ¡°Voc¨º sabe o que eu quis dizer, Aria,¡± foi tudo o que ele disse para esrecer. Senti minha mente ficarpletamente em branco enquanto ele segurava meu olhar, tendo sido pego completamente desprevenido por sua confiss?o repentina. Mas finalmente, depois de alguns momentos, a realidade apareceu. Eu empurrei meu caminho para tr¨¢s novamente, confus?o lentamente registrando tudo o que ele tinha acabado de dizer. Como isso poderia ser poss¨ªvel? Se isso fosse verdade, ent?o por que ele teria esperado tanto tempo para me dizer? Por que esconder isso de mim por dois anos ? E ent?o uma percep??o doentia veio a mim. Uma raz?o p qual ele pode ter esperado tanto tempo antes de fazer um movimento contra mim. ¡°¡­ Quantas vezes voc¨º j¨¢ usou essa linha em garotas antes?¡± Eu finalmente perguntei. ¡°¡­ Voc¨º acha que agora, porque sou mais velho, sou um jogo justo? Que eu souo as garotas que voc¨º levaria para as ss de a vazias nos seus intervalos de almo?o para foder ? ¡± Seu rosto caiu e ele pareceu surpreso. ¡°O que? Aria, n?o-.¡± ¡°Eu pensei que voc¨º teria crescido pelo menos um pouco enquanto voc¨º estava fora¡±, eu disse, minha voz ficando cada vez mais agitada quanto mais eu pensava sobre isso. ¡°Isso ¨¦ realmente tudo o que voc¨º queria? Voc¨º se importou em consertar as coisas entre n¨®s? Ou foi apenas que voc¨º est¨¢ na cidade para uma festa e est¨¢ procurando uma transa r¨¢pida antes de voltar para casa novamente? ¡°Aria, n?o, voc¨º tem tudo¡­¡± ¡°Voc¨º est¨¢ de volta na minha vida h¨¢ menos de vinte minutos, Cai, e j¨¢ est¨¢ tentando me pegar depois de me ignorar por dois anos?¡± Ele passou de admitir que me machucou¡­ para tentar dar em cima de mim. Que parte disso ele achava que eu consideraria bem? Eu estava disposta a perdo¨¢-lo, seguir em frente e consertar algo que estava me pesando por tanto tempo¡­ mas isso¡­? Eu podia sentir l¨¢grimas de raivae?ando a cair pelo meu rosto novamente enquanto eu furiosamente as empurrava para longe. ¡°Voc¨º sabe o que? N?o. Foda-se, Cai. Eu n?o vou ser algum nome na sua lista de afazeres da yboy. Fodeu uma santa? Melhor marcar essa, sim? Aposto que voc¨º n?o vai encontrar outro desses no pa¨ªs, certo?¡± ¡°¨¢ria! Por favor, apenas¡ª.¡± ¡°Eu nunca me importei que voc¨º sa¨ªsse por a¨ª fazendo isso. Nunca foi minha fun??o julgar. Ainda n?o ¨¦. Mas n?o v¨¢ me arrastar para algum jogo doentio para me provocar, Cai. N?o sou a mesma garota vulner¨¢vel que costumava ser anos atr¨¢s. E eu n?o preciso que voc¨º jogue falsas gentilezas em mim apenas para se sentir validado. ¡°Que porra ¨¦ essa, Aria¡­¡± ¡°N?o! O suficiente. H¨¢ muitas garotas que estar?o interessadas l¨¢ dentro¡­ mas n?o aqui. Ele parecia magoado quando foi embora, mas eu disse a mim mesma que era s¨® porque eu n?o tinha cedido ¨¤ sua tentativa rid¨ªc de entrar nas minhas cal?as. ¡­ Porque era melhor do que a alternativa. A alternativa em que ele estava realmente sendo sincero e tinha sentimentos genu¨ªnos por mim, n?o apenas os sentimentos t¨ªpicos de Cai sobre as mulheres. Porque isso era algo que eu n?o queria considerar, algo que eu n?o podia considerar. As implica??es de estar algu¨¦mo Cai foram extremamente confusas para mim e minha posi??o atual Sem fr que eu havia renascido o prop¨®sito de sobreviver para impedir que o futuro acontecesse novamente. N?o havia espa?o para sentimentos romanticos ou mais desgosto. Eu j¨¢ tinha passado por isso uma vez¡­ eu j¨¢ tinha sido morto por isso. Eu me virei para esconder meu rosto para n?o ter que v¨º-lo sair. J¨¢ era muito dif¨ªcil lidar isso sem ter que ver aqueles malditos olhos tristes dele. Ele sabia t?o bem quanto eu que estarmos juntos s¨® causaria problemas, ent?o por que ele tentaria? Ou por que n?o ser honesto e dizer que ele s¨® queria um caso de uma noite? Pelo menos eu poderia ter recusado a oferta sem que ele me deixasse t?o emocionalmente confusa. Tudo o que eu queria era que f?ssemos amigos e consert¨¢ssemos o que havia dado errado. Parecia que ele n?o tinha respeito por mim ou por nossa amizade se ele tentasse isso. Como se eu fosse simplesmente cair a seus p¨¦s, grata por ele estar fndoigo de novo. Foi assim que todas as outras garotas reagiram? Eu n?o sabia quanto tempo fiquei na varanda, mas parecia uma eternidade. Eu n?o queria voltar e acidentalmente ter que fazer contato visual estranho Cai. Nem eu queria v¨º-lo aceitando meu conselho para ele encontrar outra garota. Eu j¨¢ tinha visto o suficiente de Cai dando em cima de mulheres por uma vida inteira. E ainda assim eu me sentia em conflito por dentro. Muitos pensamentos e sentimentos que eu n?o tinha certeza deo processar, ou saber se eu queria ou n?o process¨¢- los. ¡­. Voc¨º fez a coisa certa,¡¯ eu a ouvi sussurrar por dentro; o velho eu. ¡®De qualquer forma, esta ¨¦ a melhor coisa para n¨®s.¡¯ ¡°Eu sei que!¡± Eu assobiei raiva para mim mesmo. ¡°Porra¡­ me d¨º um tempo, sua cad c¨ªnica.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ bem?¡± uma voz ent?o disse atr¨¢s de mim, me fazendo pr de surpresa. Eu rapidamente me virei e vi uma garota. era jovem, talvez n?o muito mais velha do que eu, cabelos pretos onddos e olhos azuis brilhantes. Eu n?o a reconheci da N¨¦voa de Inverno, mas, por falta de uma pvra melhor, era realmente muito bonita. me entregou um len?o e eu enxuguei meus olhos ele, limpando minha garganta. ¡°Oh! Estou bem, verdade. Apenas¡­ a brisa fria pegou meus olhos. Obrigado mesmo assim.¡± sorriu de forma tranq¨¹ilizadora, vendo atrav¨¦s da minha mentira ¨®bvia, mas finalmente decidiu continuar andando. deve ter percebido pelo meu tom que eu n?o queria fr sobre isso ou queriapanhia. Mas quando saiu, n?o pude deixar de notar que olhava ao redor. ¡°¡­ Voc¨º est¨¢ tentando encontrar algu¨¦m?¡± Eu perguntei. ¡°Ah¡­ mais ou menos,¡± disse, virando-se para sorrir timidamente para mim. ¡°Bem, na verdade n?o. ¨¦ complicado.¡± Suas bochechas coraram levemente. ¡°Talvez eu possa ajudar? Eu sou deste bando.¡± ¡°Ah, voc¨º poderia? Isso seria incr¨ªvel.¡± Seus olhos se iluminaram instantaneamente a minha oferta e caminhou de volta para mim ansiosamente. ¡°O nome deles ¨¦ Alistair Carter, voc¨º j¨¢ ouviu fr deles antes ? Eu fiz uma careta. Sim, eu sabia quem eles eram. ¡°Por que voc¨º est¨¢ procurando por eles?¡± ¡°Ah¡­ bem¡­¡±, disse . ¡°Eu n?o sei¡­ ¨¦ bobagem.¡± se arrastou desajeitadamente em seus p¨¦s e colocou o cabelo atr¨¢s da orelha, envergonhada. ¡°Eles meio que¡­ salvaram minha vida.¡± Isso s¨® me deixou mais confuso, algo que percebeu e rapidamente continuou. ¡°Eu estava em um perigo terr¨ªvel h¨¢ cerca de dois anos e as informa??es deles acabaram salvando minha vida. Na verdade, eu estaria morta agora se n?o fosse por eles,¡± disse, fndo animadamenteo se estivesse recontando um conto de fadas. ¡°Consegui rastrear a trilha da carta. Isso me levou ao nome de algu¨¦m em um bando nesta regi?o¡­ mas estoue?ando a pensar que talvez minha busca tenha esfriado. Sim, eu sabia quem era Alistair Carter. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Eu sabia quem eles eram porque eles eram eu. Era o meu apelido. Isso significava que essa garota provavelmente era Iris Sullivan, filha de Alpha Raymond Sullivan do bando oriental da Lua Oculta. O mesmo Alfa do qual eu acumulei minha fortuna original. Fundos adquiridos por¡­ meios menos nobres. ¡°¡­ Ent?o, voc¨º quer encontr¨¢-los para¡­ agradec¨º-los?¡± Suas bochechas coraram ainda mais. ¡°Ah¡­ pode parecer loucura, mas¡­ eu pensei que talvez eles pudessem ser meuspanheiros.¡± Olhei para a garota na minha frente,pletamente surpresa. Eu definitivamente n?o esperava por isso. ¡°¡­Por que?¡± Eu perguntei. ¡°Bem¡­ eles sabiam informa??es sobre mim que deveriam ser imposs¨ªveis. Eu estive quebrando minha mente sobreo eles poderiam saber o que eles fizeram para me salvar¡­ e tudo que eu consegui pensar foi que talvez n¨®s estiv¨¦ssemos conectados e foi uma interven??o divina.¡± ¡ª Ou talvez estivessem trabalhando os sequestradores. O pensamento veio a mim, mas eu n?o disse em voz alta. Mas quando olhou para mim seus grandes olhos azuis ansiosos, eu n?o pude deixar de fazer o meu melhor para n?o rir. Era horr¨ªvel, eu sabia disso, mas algo sobre toda a situa??o que estava acontecendo era insano. Tamb¨¦m fiz uma anota??o mental para garantir que Lucy fizesse um trabalho melhor em esconder seus rastros no futuro. Eu estava genuinamente feliz em v¨º viva e bem. Atrav¨¦s de todas as coisas perturbadoras que ocorreram esta noite, foi bom ver o produto de algo bom que poderia acontecer. Eu tive a mesma sensa??o confusa por dentro olhando para , assimo quando olhei para Myra. n?o deveria estar viva agora¡­ e ainda assim, aqui estava . Por minha causa. O problema agora era que eu n?o podia dizer a que Alistair era realmente eu porque isso arruinaria meu anonimato e iniciaria uma linha de perguntas que eu n?o seria capaz de responder. Ent?o, devo dizer a que eu n?o o conhecia? Eu considerei isso por um momento, mas o pensamento dessa garota passando mais tempo viajando pelo pa¨ªs em busca de algu¨¦m que n?o existia me fez sentir culpado. estava esperan?osa de que o amor de sua vida fosse algum homem estrangeiro que a salvou atrav¨¦s de sua profunda conex?o. Algu¨¦m seria capaz de viver de acordo esse padr?o? Inferno, at¨¦ eu podia vero isso seria estupidamente romantico. ¡°¡­Eu conhecia Alistair,¡± eu disse lentamente. Eu podia sentir a emo??o tomar conta d quando eu disse isso. ¡°Mas ele morreu de velhice no ano passado,mento dizer.¡± E assim, forcei a jornada d a chegar ao fim. Ao alegar que ele havia passado, Eu podia ver a luz em seus olhos morrer minhas pvras e eu realmente me senti terr¨ªvel. Mas foi o melhor. ¡°Oh! ¡­ Oh,¡± disse, decep??o grossa em sua voz. Levou alguns momentos antes que fosse capaz de for?ar um sorriso e tentar rir da coisa toda. ¡°Tudo bem, eu acho. Era apenas uma fantasia est¨²pida de qualquer maneira . ¡± ¡°Ahh¡­ tenho certeza que eles ficariam felizes em ver voc¨º indo bem se ajudassem a salvar sua vida, certo?¡± Eu estava tentando pensar em coisas para faz¨º se sentir melhor, mas honestamente estava um pouco sem saber o que dizer. sorriu um pouco mais brilhante. ¡°Sim, eu acho que sim.¡± ¡°Eu sou Aria Chrysalis, a prop¨®sito,¡± eu disse e estendi minha m?o para . apertou e eu pude v¨º rxar a mudan?a de assunto, um sorriso mais genu¨ªno se espalhando em seu rosto. ¡°¨ªris Sullivan. Voc¨º disse ¡®Aria¡¯, certo? Ouvi tanto sobre voc¨º.¡± Eu me encolhi internamente. Eu esperava que isso n?o se transformasse em uma conversa sobre minha marca ¡°Voc¨º ¨¦ uma inspira??o para garotaso eu. Com ser um herdeiro Beta e tudo mais.¡± ¡°Oh?¡± Eu disse. N?o sabia que essa seria a reputa??o que me precederia. ¡°Bem, eu sou o ¨²nico filho de um Alfa¡­ Crescendo, fui for?ado a aceitar que meu destino consistiria em ser acasdo para n?o interferir nos pap¨¦is ssificados.¡± Ah, ro. era uma filha ssificada. Naturalmente, seria negada qualquer reivindica??o ao ¨C Fourage casou-se o posi??o. Embora eu soubesse que seria ainda pior para . Beta era uma coisa¡­ mas um Alfa? Era basicamente o mesmo barco em que eu estava minha marca??o; estaria potencialmente come?ando uma agita??o pol¨ªtica dentro de sua pr¨®pria matilha se fosse para o primeiro lugar. ¡°N?o quer dizer que eu realmente iria atr¨¢s disso, mas¡­ algum conselho?¡± perguntou. Eu fiz uma careta me desculpando. ¡°Eu gostaria de ter algum¡­ mas se eu puder ser de alguma ajuda, me avise.¡± Minha situa??o infelizmente era diferente, pois n?o tinha uma marca. Eu tinha feito uma grande aposta quando invoquei aqu mentira sobre a Deusa me guiar e felizmente valeu a pena, algo que n?o seria capaz de fazer. Eu esperava, no m¨ªnimo, que uma vez que me tornasse Beta, isso mostrasse aos outros que as mulheres eram igualmente capazes de fazer o trabalho. ¡°Bem, se eu precisar de uma Santa, eu sei onde procurar, certo?¡± disse uma piscad Com movimentoso esse, eu sabia que n?o teria problemas para encontrar umpanheiro, com certeza. Para algu¨¦m que era t?o atraente quanto , fiquei surpreso que j¨¢ n?o estivesse saindo ningu¨¦m; seja umpanheiro destinado ou escolhido. ¡°Mas, isso dito, eu provavelmente deveria entrar. Mas foi um prazer conhec¨º-lo.¡± olhou para mim,e?ando a se mover em dire??o ¨¤ porta. ¡°E eu espero que voc¨º se sinta melhor logo. . . voc¨º sabe, a brisa e outras coisas . ¡°Ah, sim, ro.¡± Eu sorri, meio rindo de mim mesma enquanto limpava meu rosto novamente. ¡°Acredite ou n?o, na verdade estou conhecendo outra pessoa aqui¡­ suponho que voc¨º poderia cham¨¢-los de um encontro quente. Algu¨¦m vivo desta vez, por¨¦m, eu juro,¡± riu. ¡°Mas espero que possamos nos encontrar novamente um dia.¡± ¡°Gostaria disso. Boa sorte o encontro quente, Iris. sorriu para mim uma ¨²ltima vez enquanto eu a observava voltar para dentro. Quando finalmente se juntou ¨¤ multid?o de pessoas, eu me virei pensando em tudo o que havia acontecido. Parecia uma noite t?o agridoce. Eu me senti t?o¡­ confusa por dentro. Cai voltando apenas para brincarigo¡­ mas ent?o ver Iris viva era algo que eu nunca poderia ter previsto. Depois que v¨¢rios momentos se passaram, eu finalmente suspirei em derrota e olhei para minhas m?os¡­ apenas para perceber que ainda tinha o len?o de Iris. Amaldi?oando internamente, eu rapidamente corri para dentro seguindo a dire??o que pensei ter visto ir. Mas quando finalmente a vi no canto, parei de repente. Porque Cai estava l¨¢ a cumprimentando, com um grande sorriso no rosto enquanto a trazia para um abra?o apertado, seus bra?os envolvendo sua cintura intimamente. Mas foi quando eles se separaram que eu consegui o verdadeiro kicker. Porque eu vi Iris beijar sua bochecha enquanto eles se afastavam. Imediatamente girei nos calcanhares e caminhei direto para fora sem interromper. Sim. Foi exatamente por isso que eu fiquei na varanda. Qual foi o termo que Iris usou? ¡®Data quente¡¯? Bem, isso deu certo. Eu estava raiva de mim mesma por sequer remotamente pensar que Cai estava fndo s¨¦rio. eu realmente deveria ter conhecido melhor do que pensar por um segundo que poderia ter sido verdade, dada a sua hist¨®ria. Eu meditei em minha pr¨®pria frustra??o por algum tempo antes, finalmente, o uivo de um lobo ser carregado p noite, me tirando dos meus pensamentos. E percebi que devia ter chegado a hora do primeiro turno de Aleric. Mas quando olhei para fora, abaixo da sacada, n?o foi Aleric perto da floresta que chamou minha aten??o. N?o, era algo muito mais pr¨®ximo. E eu finalmente percebi o que eu estava esquecendo nos ¨²ltimos meses durante minha nova agenda lotada. Eu finalmente percebi o que estava me iodando tanto dentro da minha cabe?a. Porque estava parado logo abaixo da sacada olhando diretamente para mim. V Thea. Cap铆tulo 45 Cap¨ªtulo 45 Cap¨ªtulo Quarenta e Cinco L¨¢ estava . Dois anos eu estava procurando por e ainda assim erao se tivesse acabado de cair do c¨¦u, tendo sidopletamente indetect¨¢vel o tempo todo. E o inc?modo que eu estava sentindo dentro da minha cabe?a? Eu deveria ter conhecido Thea meses atr¨¢s. Aleric nos apresentou p primeira vez antes de sua maioridade, ent?o eles j¨¢ deveriam estar namorando neste momento. Lembrei-me de que n?o tinha sido autorizada aparecer ao evento desta noite, mas n?o conseguia lembrar por que exatamente. Mas n?o tinha se mostrado nem uma vez durante todo esse tempo que eu voltei. E, at¨¦ onde eu sabia, ainda n?o tinha se mostrado para Aleric. E, no entanto, aqui estava ¡­ Olhando diretamente para mim. Como se soubesse quem eu era. Meu corpo ficou tenso imediatamente quando percebi que deve ter descoberto que eu contratei algu¨¦m para rastre¨¢. Isso explicaria como conseguiu evitar ser encontrada todo esse tempo. Bem, eu j¨¢ tinha percebido que tinha come?ado a orquestrar minha morte possivelmente anos antes de acontecer. Toda a sua personalidade doce e ing¨ºnua tinha sido uma farsa desde o in¨ªcio que eu estava muito cego pelo meu ci¨²me para ver. Ent?o, escusado ser¨¢ dizer, eu sabia que tinha tudo para ser inteligente o suficiente e descobrir que eu estava tentando encontr¨¢. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Mas por que isso a impediria de conhecer Aleric? Ningu¨¦m sabia por que eu queria encontr¨¢, exceto eu. Foi porque Aleric e eu est¨¢vamos mais pr¨®ximos desta vez? se sentiu amea?ada? Eu podia sentir meu cora??o acelerado s¨® de olhar para . Nenhum de n¨®s se moveu, apenas parados no lugar os olhos fixos conscientemente. A tens?o entre n¨®s era espessa. Aleric pode ter sido o ¨²nico a bn?ar a espada e me quebrar emocionalmente al¨¦m do reparo, mas no final do dia, minha jornada para a mortee?ou por causa d. Porque queria Aleric para ¡­ porque queria ser Luna. De repente, Thea foi a primeira a quebrar o contato visual. se virou ee?ou a caminhar em dire??o ¨¤ sa¨ªda, misturando-se a multid?o de pessoas abaixo. Mas se esta era minha ¨²nica chance de peg¨¢, ent?o eu n?o poderia desperdi?ar. Eu precisava segui- la. Talvez descobrir onde estava morando. Eu rapidamente tirei meus saltos, amaldi?oando minha escolha de cal?ados, e corri p massa de pessoas, descendo as escadas, at¨¦ que eu estava logo abaixo da varanda onde eu a tinha visto p primeira vez. Eu tinha escaneado todos os rostos pelos quais passei, examinando-os por qualquer semelhan?a Thea¡­ Mas nenhum deles era . ¡­ se foi. Eu n?o podia v¨º em lugar nenhum e, sem um olfato decente, tamb¨¦m n?o seria capaz de rastre¨¢- la. conseguiu evitarpletamente passar por mim e talvez at¨¦ tenha sa¨ªdo a festa j¨¢ quando cheguei l¨¢ embaixo. Muitas pessoas me atrasaram enquanto eu tentava alcan?¨¢ rapidamente. ¡°Porra!¡± Eu gritei, socando a ¨¢rvore ao meudo por frustra??o. Eu estive t?o perto. realmente esteve aqui. Eu deveria apenas deix¨¢ ir, observando para onde foi antes de descer correndo? Eu deveria ter gritado ? O que eu teria dito? ¡®Ei, acho que voc¨º me matou na minha vida passada, fique a¨ª enquanto eu fa?o algumas perguntas caso voc¨º tente isso de novo¡¯? Acabei esperando embaixo daqu sacada por uma hora, vasculhando a multid?o em busca de qualquer sinal de Thea, mas nunca voltou. E quanto mais o tempo passava, mais irritado eu ficavaigo mesmo. Tudo o que aconteceu esta noite foi um desastre e eu me permiti investir nas coisas erradas. Quando finalmente admiti que n?o voltaria, fui direto para casa. Fiqueipletamente abdo todo o encontro e sabia que n?o havia nada de bom esperando por mim se eu voltasse para dentro. Parecia uma escolha ¨®bvia que eu deveria perder o resto do evento. No entanto, mesmo depois de voltar para casa, ainda podia me sentir tremendo. Mas n?o senti medoo quando vi Aleric p primeira vez. Eu n?o estava vontade de desmoronar e chorar, ou mesmo de querer fugir. N?o¡­ desta vez? Eu me senti chateado. No dia seguinte, fui para a academia antes do trabalho para esquecer tudo o que havia acontecido. Era um gin¨¢sio p¨²blico que tinha ss privadas no segundo andar, das quais os membros ssificados podiam usar. Eu geralmente tinha o quarto reservado permanentemente todos os dias no caso de eu precisar; que normalmente era exatamente o caso quando eu tinha tempo livre. Fiquei grato pelo espa?o, pois geralmente a ¨¢rea p¨²blica estava excessivamente ocupada. N?o que fosse um problema importante, apenas que ter olhares e sussurros constantes de outras pessoas sempre tornava um treino menos agrad¨¢vel. ¡°Toc, toc¡±, uma voz de repente veio da porta. Eu estava batendo em um saco de pancadas nos ¨²ltimos trinta minutos, imaginando na minha cabe?a que estava alternando entre uma ou duas pessoas; um desses dois sendo a mesma pessoa agora parada na porta. ¡°Cai,¡± eu cumprimentei, batendo no saco novamente, mas desta vez for?a excessiva. Apenas no caso de ele n?o ter entendido a dica do meu tom. Continuei a treinar, mas a falta de resposta dele era enervante. ¡°O que voc¨º quer?¡± Eu finalmente perguntei depois que ele n?o disse nada. Eu me endireitei para encar¨¢-lo e enxuguei o suor da minha testa,pletamente sem f?lego. ¡°Uhh¡­¡± foi tudo o que ele disse quando me virei para ele. Ele bn?ou a cabe?ao se tentasse se lembrar por que ele estava aqui. ¡°Certo. Eu esperava que pud¨¦ssemos conversar sobre a noite passada. harter quarenta rios ¡°Por que diabos¡­¡± eu disse entre respira??es, ¡°¡­ voc¨º acha que eu gostaria de fr voc¨º ? ¡± ¡°Porque eu trouxe um presente para voc¨º¡±, disse ele aquele sorriso carism¨¢tico est¨²pido, segurando um saco pl¨¢stico algo dentro. Eu cautelosamente o considerei. ¡°Vamos, ¨¢ria. Apenas me d¨º algum tempo, por favor?¡± Eu exalei, irritado. ¡°Multar.¡± Eu tinha deixado minhas roupas e toalha perto da porta, e ent?o eu andei at¨¦e?ar a coloc¨¢-lo sobre minhas peles de trabalho. ¡°Mas, para constar¡­¡±, eu disse, pegando o saco pl¨¢stico de sua m?o depois de me trocar, ¡°este ¨¦ o embrulho de presente mais merda que j¨¢ recebi.¡± Ele riu. ¡°Desculpe, foi um presente de ¨²ltima hora.¡± Joguei minha moch e toalha por cima do ombro, passando por ele para sair da academia, e atravessei a rua at¨¦ um pequeno parque; tudo sem sequer olhar para tr¨¢s uma vez. Havia uma grande ¨¢rvore que ficava mais para dentro e principalmente privada. Sentei-me ¨¤ sombra e esperei Cai se sentar na grama ao meudo. ¡°Ent?o¡­ o que voc¨º poderia ter me feito parapensar essa merda de movimento que voc¨º fez ontem ¨¤ noite?¡± ¡°Bem¡­ eu perguntei a Myra do que voc¨º gosta esses dias e sugeriu isso.¡± Tirei uma pequena caixa de espuma de dentro da bolsa que estava quente ao toque. Ent?o, ¨¦ ro, dentro continha a ¨²nica coisa p qual Myra sabia que eu era fraco; nuggets e batatas fritas. ¡°Voc¨º me trouxe frituras para a academia?¡± Eu perguntei. ¡ª Voc¨º est¨¢ me dizendo que n?o quer? Ele inclinou a cabe?a ligeiramente enquanto olhava para mim, quaseo se j¨¢ soubesse qual era a minha resposta. Suspirei. S¨® porque eu estava raiva dele, n?o significava que eu tinha que descontar naida. E assim, comecei a¨º-lo, notando que o sabor era at¨¦ parecido o do caf¨¦ da casa. Ele encontrou um lugar igual ou se esfor?ou para obt¨º-lo no local habitual. ¡ª Esse ¨¦ o cr que Myra deu a voc¨º ? ele perguntou, depois de me verer por um tempo. Olhei para baixo, vendo que eu a vesti o resto das minhas roupas normalmente. Era mais um h¨¢bito do que qualquer coisa us¨¢-lo hoje em dia e normalmente eu nem percebi isso. ¡°¡­Sim,¡± eu respondi. Essa foi sua tentativa de me fazer lembrar dos ¡®bons e velhos¡¯ dias ? ¡°Ent?o, voc¨º vai se desculparigo ent?o?¡± Eu perguntei, deixando para tr¨¢s a conversa fiada antes que ele conseguisse me fazer esquecer por que eu estava chateada. ¡°Eu suponho que ¨¦ por isso que voc¨º est¨¢ aqui desde que voc¨º veio de t?o longe, me procurando uma oferta de paz.¡± ¡°Depende¡±, disse ele, deitando-se na grama atr¨¢s dele, usando os bra?os para apoiar a cabe?a. O sol estava brilhando atrav¨¦s das ¨¢rvores e criando um padr?o de sombra em seu rosto. De alguma forma, os pequenos peda?os de sol fizeram seus olhos brilharem mais. Mas eu estava mais hipnotizado p formao as sombras se moviam cada vez que o vento aumentava levemente. ¡°Sobre¡­?¡± ¡ª incitei, tentando voltar a focar no assunto em quest?o. Ele fechou os olhos, sua express?o ficandopletamente rxada. ¡°Sobre se voc¨º vai ou n?o realmente me ouvir hoje.¡± Senti uma pontada de culpa por uma fra??o de segundo quando percebi que era verdade que eu o havia cortado continuamente na noite passada. Talvez ele realmente tivesse uma boa explica??o? Mas foi uma sensa??o de curta dura??o, uma vez que me lembrei de por que estava raiva em primeiro lugar. Se alguma coisa, era outro lembrete de que Cai tinha esse jeito sobre ele; aqu presen?a que sempre me fez querer ceder e perdo¨¢-lo, mesmo que eu n?o quisesse. Ele era t?o estupidamente carism¨¢tico uma energia que me fez querer estar perto dele. ¡°Que tal voc¨º se desculpar primeiro, e eu decido se quero ouvi-lo?¡± Eu perguntei, ficando cada vez mais cauteloso minha pr¨®pria determina??o quanto mais convers¨¢vamos. Ele sorriu para o meupromisso antes de decidir aceitar. ¡°Ok, ro¡­ eu sinto muito, Aria,¡± elee?ou. ¡°Me desculpe por ter dito que eu tinha sentimentos por voc¨º.¡± N?o era a pvra exata que eu estava procurando, mas suponho que era o mesmo ponto. Eu abri minha boca e estava prestes a aceitar suas desculpas, mas ele continuou fndo antes que eu pudesse fr. ¡°¡­Sinto muito por ter dito que tinha sentimentos por voc¨º quando pensei que voc¨º sentia o mesmo.¡± Ele de repente abriu os olhos novamente e encontrou os meus diretamente, me fazendo congr. ¡°Sinto muito por n?o ter guardado apenas para mim, ou pelo menos esperar para te contar, para n?o te chatear.¡± Senti meu peito acelerar. Ele estava apenas fazendo piadas mais cru¨¦isigo? ¡°O que voc¨º est¨¢¡­¡±,ecei, incapaz de encontrar pvras para descrever adequadamente o que eu queria dizer. Por que voc¨º est¨¢ fazendo isso? Dormirigo ¨¦ realmente importante para voc¨º? Ele se empurrou para odo, usando o bra?o para se sustentar. ¡°Voc¨º honestamente acha que ¨¦ isso que estou tentando fazer?¡± ¡°N?o vejo por que n?o? O que voc¨º est¨¢ propondo ¨¦ insano. Parece que voc¨º n?o mudou em todos . ¡± ¡ª Como voc¨º saberia, Aria? ele perguntou, ficando irritado. ¡°Eu parei toda essa porcaria assim que percebi o que eu sentia por voc¨º. Quando deixei a N¨¦voa de Inverno, n?o demorou muito para eu descobrir que nada mais parecia o mesmo. Eu ainda andava garotas, ro, mas era apenas¡­ sexo. E ent?o, eventualmente, isso tamb¨¦m n?o foi suficiente e eu pareipletamente.¡± ¡°Ent?o, por que esperar tanto para me contar?¡± ¡°Porque eu passei os ¨²ltimos seis meses tentando encontrar meupanheiro¡±, disse ele, ainda parecendo irritado. ¡°Achei que se a encontrasse n?o precisaria mais me preocupar meus sentimentos por voc¨º. Mas eu n?o a encontrei, Aria, e em vez disso, o primeiro vislumbre de voc¨º que eu tive em duas orelhas estava vendo voc¨º dan?ar outro homem. E percebi naquele momento que n?o importaria se eu a encontrasse¡­ porque eu s¨® queria voc¨º . Olhei para ele, presa no que parecia ser uma sinceridade real, e uma parte de mim quase acreditou nele por um segundo. Mas n?o durou muito. ¡­ E eu n?o conseguia parar de bufar em minha tentativa fracassada de conter minha risada. ¡°¨¢ria! Seriamente?¡± ele perguntou, parecendo magoado. Levantei-me e peguei minha bolsa, vasculhando-a em busca de algo. ¡°Eu tenho quee?ar a trabalhar agora¡­ mas aqui¡±, eu disse, entregando-lhe um len?o. ¡°Eu peguei isso emprestado de uma garota que conheci ontem ¨¤ noite. Eu acredito, nas pvras d, que voc¨º foi seu ¡®namorado quente¡¯ para a noite? Voc¨ºs dois certeza pareciam pr¨®ximos.¡± Ele parecia surpreso, mas confuso, mas ele pegou da minha m?o para olhar de qualquer maneira . ¡°Tente mais da pr¨®xima vez, Cai,¡± eu disse, ainda sorrindo. ¡°Ah e¡­ devolva isso para Iris para mim.¡± Comecei a andar para o meu carro, agradecida por ter conseguido minha licen?a para n?o ficar mais esperando por um t¨¢xi ou motorista. ¡°Aria, espere!¡± Cai disse, gritando atr¨¢s de mim. Mas eu n?o parei. Eu n?o parei quando meu sorriso for?ado vacilou imediatamente. Eu n?o parei quando joguei minha bolsa no banco de tr¨¢s e liguei a igni??o do carro. E eu n?o parei quando senti meus olhose?arem acrimejar enquanto eu dirigia. Cap铆tulo 46 Cap¨ªtulo 46 Cap¨ªtulo Quarenta e Seis Desde que Aleric e eu fomos atacados pordr?es do bando Golden de, est¨¢vamos ajudando na investiga??o sobre o que realmente aconteceu. A coisa toda parecia t?o estranhamente direcionada. Por que eles decidiram sair do esconderijo? Foi um ataque proposital a Aleric e eu? E, mais importante, algu¨¦m vazou informa??es j¨¢ que sabia que estar¨ªamos l¨¢? Escusado ser¨¢ dizer que toda a N¨¦voa Invernal estava furiosa a coisa toda e exigiu respostas que a Lamina Dourada n?o tinha. Eles estavam t?o confusos toda a prova??o quanto n¨®s. Por causa disso, eles foram for?ados a cooperar conosco durante nossa investiga??o; para seu desagrado, eu tinha certeza. J¨¢ fazia meses desde que t¨ªnhamos alguma pista. Tamb¨¦m n?o havia nenhum vest¨ªgio de acampamento em seu territ¨®rio, fazendo-nos acreditar que eles provavelmente n?o tinham inten??o de permanecer na ¨¢rea por muito tempo quando atacaram. Esta foi a not¨ªcia que s¨® tornou a coisa toda ainda mais preocupante. O incidente tamb¨¦m me abalou severamente. N?o apenas por causa de Aleric, mas porque me fez perceber o qu?o r¨¢pido eu poderia me sentir despreparado na batalha. Minha vantagem em uma luta sempre foi t¨¢tica de defesa, mas osdinos me deram um despertar chocante deo ¨¤s vezes a sobreviv¨ºncia significava ser capaz depletar um golpe final¡­ algo que minha for?a atual parecia ser faltando,o ¨¦ evidente pelodino que n?o ficou no ch?o durante a nossa luta. Por causa disso, euecei a carregar uma de suas adagas de prata em mim para me dar vantagem se eu estivesse nessa situa??o novamente. Especificamente¡­ a faca que eles tiraram de Aleric. O outro j¨¢ havia sido trancado em evid¨ºncia antes que eu pudesse colocar minhas m?os nele e eles eram muito dif¨ªceis de encontrar sem aprova??o pr¨¦via. Mas o mais importante, eu achei a coisa toda estranhamente simb¨®lica de se olhar sempre que eu amarrava a bainha em volta da minha perna. Era algo que poderia matar nossa esp¨¦cie t?o facilmente¡­ mas foi um momento na minha vida que eu escolhi um caminho para salvar uma vida. No entanto, o fato de osdinos terem dois desses em sua posse era uma loucura por si s¨®. A prata que era usada para envenenar, conter e matar facilmente nossa esp¨¦cie n?o era uma coisaum e era chamada de prata ¡®beijada pelo luar¡¯. Suas propriedades inclu¨ªam ser capaz de impedir que os infligidos pudessem usar suas habilidades; sejam algemas de prata para parar de mudar e for?a, ou uma faca para parar de curar. A maneirao o min¨¦rio era manuseado antes de ser trabalhado era um segredo bem guardado e eu ouvi dizer que tamb¨¦m era muito dif¨ªcil de executar; conhecimento reservado estritamente aos anci?os e apenas a alguns seletos. E assim, embora as algemas fossem um item b¨¢sico na maioria das mochs, uma faca era muito mais dif¨ªcil de encontrar, j¨¢ que muitos se recusavam a forj¨¢s; isso sendo devido ao seu potencial incrivelmente mortal. ro, aproveitei a situa??o para adquirir um para mim por causa disso. Mas levantou v¨¢rias quest?es sobreo os bandidos conseguiram colocar as m?os neles parae?ar. ¡°Voc¨º est¨¢ certo?¡± uma voz gritou. Eu senti que poderia ter morrido de ataque card¨ªaco, quase caindo de choque Eu estava presa em meus pr¨®prios pensamentos t?o profundamente que nem percebi que Aleric chegou ao trabalho antes de mim. Eu n?o podia negar que v¨º-lo depois que eu vi Thea na noite passada foi meio estranho. Como se eu soubesse que as coisas estavam erradas. Agora eu havia mudado tanto a linha do tempo para algo novo e imprevis¨ªvel que eu estava cego em muitas ¨¢reas para o que aconteceria a seguir. Algo que eu n?o estava acostumada a sentir depois de ter uma capacidade literal de ver o futuro ¨¤s vezes. Mas isso me disse uma coisa; que Thea sabia que eu estava atr¨¢s d. Eu s¨® podia imaginar que apareceu ontem ¨¤ noite para me enviar uma mensagem de que estava ciente de que eu estava procurandoou . Eu me perguntei por que poderia ter pensado que eu estava fazendo isso. talvez j¨¢ tivesse o no de assumir o lugar de Luna quando descobriu que eu a estava rastreando? Ser¨¢ que percebeu que eu n?o queria a posi??o de Luna? Que eu n?o sou uma amea?a al¨¦m do fato de ser ticamente apanheira predestinada de Aleric? N?o que pudesse provar isso tamb¨¦m. Isso colocou uma linha interessante de perguntas para passar p minha cabe?a. Se n?o tivesse descoberto que eu estava procurando por , teria vindo atr¨¢s de mim desta vez? ou poderia ter se tornado Luna e eu uma Beta, sem todo o drama? Houve uma chance de que Thea pudesse ter mudado para melhor, assimo Aleric parecia ter ? ¡­ Ou, mais preocupante, uma parte de mim se perguntou se era irrelevante quem era desta vez. Que talvez fosse realmente vingan?a que eu estava atr¨¢s¡­ n?o autopreserva??o. Olhei para Aleric e ele parecia¡­ o mesmo. Ele parecia cansado. Provavelmente do grande evento da noite anterior. Mas ele n?o parecia algu¨¦m que tinha acabado de conhecer uma garota que ele estava romanticamente interessado e ele n?o estava me tratando de forma diferente. Este ¨²ltimo sendo algo que eu tinha que me lembrar. Especialmente porque aquele velho instinto de ficar longe dele estava se acumndo dentro do meu peito novamente. Thea era uma lembran?a dolorosa do passado, algo que eu vinha fazendo t?o bem para superar ultimamente. Respirei fundo e forcei um sorriso no rosto. ¡°Ei, sim! Estou bem!¡± Eu disse, provavelmente um pouco alegre demais. Eu sabia que precisava mudar rapidamente o assunto para longe de mim. ¡°Parece que voc¨º teve uma longa noite.¡± Para ser honesto, fiquei surpreso que ele chegou hoje. Lembrei-me do meu primeiro turno; Eu estava exausta a ponto de n?o querer sair da minha cama. ¡­ Ou talvez fosse porque eu estava deprimida, n?o querendo ver Aleric novamente depois do desastre que foi minha cerim?nia de mudan?a. ¡°Sim. Mas foi bom,¡± ele disse um bocejo. Ele estava debru?ado sobre alguns arquivos sobre a mesa e parecia pronto para um cochilo. ¡°Tenho certeza que foi. Como est?o as novas garras ? Ele apenas levantou uma sobrancelha para mim. ¡°Estou ansioso para experiment¨¢-los corretamente.¡± Eu ri e passei por ele para colocar minha bolsa no pequeno escrit¨®rio que t¨ªnhamos. ¡°A prop¨®sito, podemos ter uma vantagem.¡± ¡°Oh sim?¡± Eu perguntei. senast ARANYA TETAP ENUETTE DE VITE V PRESTO Fui at¨¦ odo de Aleric para ver o que ele estava examinando e encontrei alguns rt¨®rios de campo da patrulha de fronteira. Mas ao meudo, eu o notei e ent?o farejei o ar. ¡°Ah, desculpe. Eu vim direto da academia e n?o tive tempo para um banho,¡± eu me desculpei, rindo enquanto me afastava rapidamente. ¡°Isso ¨¦ provavelmente um ataque aos seus novos sentidos.¡± S¨® ele parecia confuso. ¡°N?o ¨¦ isso.¡± Eu sorri e fui pegar minha bolsa novamente. ¡°¨¦ tudo de bom. Eu ia tomar um banho quando cheguei aqui de qualquer maneira, mas eu n?o esperava que voc¨º chegasse t?o cedo. Deixe-me ir fazer isso bem r¨¢pido e eu te encontro l¨¢ fora em dez ? ¡± ¡°Ei, Aria¡­ voc¨º viu Cai hoje?¡± ele perguntou, me fazendo parar de repente na porta . Fiquei surpreso que ele pudesse dizer. Eu tinha certeza que tinha apenas passado levemente por Cai para sair do gin¨¢sio e de outra forma n?o tinha tocado nele. ¡°Resumidamente¡­ por qu¨º?¡± ¡°¡­Sem motivo, apenas surpreso. A ¨²ltima vez que vi voc¨ºs dois, voc¨º estava dando um tapa na cara dele. Senti minhas bochechas queimarem. ¡°Oh. Certo.¡± O que eu poderia dizer? N¨®s n?o fizemos exatamente as pazes, mas parecia estranho discutir o que aconteceu Cai para Aleric. ¡°Ele parou na academia e tentou se desculpar novamente por ser um idiota. Peguei aida gr¨¢tis e deixei por isso mesmo.¡± Ele parecia querer perguntar outra coisa, mas decidiu permanecer em sil¨ºncio, apenas assentindo. Muito rapidamente, a s ficou cheia de um ar estranho e estranho, pois nenhum de n¨®s sabiao navegar mais nesse t¨®pico de conversa. N¨®s apenas nos encaramos desconfortavelmente. ¡°¡­Ok,¡± eu ¡°Sabemos mais alguma coisa sobre o avistamento?¡± Eu perguntei quando paramos na beira da estrada. A viagem levou apenas cerca de vinte minutos para chegar, mas precisar¨ªamos ir a p¨¦ a partir daqui. O ladino foi visto por um lobo patrulhando na floresta pr¨®xima. ¡°Na verdade, n?o. Eles disseram que provavelmente era apenas um¡­ mas n?o sabiam dizer certeza quantos.¡± Lado Eu fiz uma careta quando peguei minha moch do carro. ¡°Parece meio estranho, dado o qu?o desgrenhados os que vimos pareciam. Voc¨º pensaria que eles cheirariam mal e seriam f¨¢ceis de rastrear.¡± Aleric apenas deu de ombros. ¡°Eles conseguiram entrar na Golden de muito bem. N¨®s vamos dar uma olhada de qualquer maneira. A maioria das patrulhas j¨¢ passou por aqui, mas vamos dar uma olhada r¨¢pida. Embora ¡®r¨¢pido¡¯ acabou sendo uma dera??o imprecisa no final. Acabamos ficando na floresta por mais de duas horas procurando, mas n?o conseguimos encontrar nada. Nem uma ¨²nica faixa ou perfume. Eu estava grato que pelo menos um de n¨®s foi capaz de mudar agora. Aleric permaneceu em sua forma humana j¨¢ que dominar um lobo em um dia era quase imposs¨ªvel, mas os sentidos mais fortes definitivamente estavam sendo ¨²teis para o trabalho em quest?o. Eu tinha certeza de que teria andado em c¨ªrculo agora se ele n?o estivesse panhando onde est¨¢vamos. ¡°Eu n?o estou vendo nada, Aleric,¡± eu finalmente suspirei em derrota. Ele franziu a testa. ¡°Eu simplesmente n?o vejoo isso ¨¦ poss¨ªvel. Temos que estar perdendo alguma coisa.¡± Fui e me sentei perto de um riacho que passava por n¨®s, jogando um pouco da ¨¢gua fria no meu rosto. Foi bom depois de toda a caminhada que est¨¢vamos fazendo. ¡°Eu n?o sei¡­ talvez eles tenham uma maneira de se infiltrar ou mascarar seu cheiro?¡± Mas assim que eu disse as pvras em voz alta, algo chamou minha aten??o . ¡°Como o qu¨º?¡± ele perguntou. ¡°Tipo¡­¡±, eu disse lentamente, movendo-me para inspecionar a rocha mais de perto. ¡°S¨ªmbolos esculpidos ao longo da ¨¢gua para dizer a eles para onde ir?¡± O c¨®rrego aqui fazia parte de uma rede muito maior de m¨²ltiplos rios que ligavam nosso territ¨®rio aos vizinhos. Era incrivelmente vasto e raiado em todas as dire??es. Aleric se moveu para o meudo e se agachou para ver o que eu estava olhando. ¡°Voc¨º n?o seria capaz de rastrear o cheiro deles facilmente¡­ e seriao umbirinto tentando seguir algu¨¦m sem saber o caminho¡­ isso ¨¦ brilhante, Aria.¡± Eu sorri empolgada e me virei para olhar para Aleric¡­ apenas para encontr¨¢-lo muito mais perto do que eu esperava, ele j¨¢ olhando diretamente para mim. Ele parecia estar t?o genuinamente animado quanto eu¡­ e, por uma fra??o de segundo, quase esquecio aqueles olhos verdes costumavam me aterrorizar tanto. ¡­Mas o contato visual continuou a durar um pouco *demais*. ¡°¡­ Seguir as pedras?¡± Eu perguntei, quebrando o ar estranho novamente. Content rights belong to N?velDrama.Org. ¡°Sim¡±, ele respondeu rapidamente e se levantou. ¡°¡­ Sim,¡± eu sussurrei para mim mesma, seguindo atr¨¢s dele. Caminhamos rio abaixo por algum tempo, seguindo o rastro de s¨ªmbolos esculpidos nas rochas. Foi muito inteligente da parte deles terem descoberto isso. Eles devem ter acabado sendo vistos p patrulha enquanto sa¨ªam para ca?arida. Por causa disso, era imposs¨ªvel saber quanto tempo Mason 3597 ESTADO eles realmente estavam andando por aqui. Acabamos andando por mais dez minutos ou mais antes que pud¨¦ssemos finalmente ver o que parecia ser uma pequena caverna aninhada fora do caminho. Se n?o tiv¨¦ssemos seguido os s¨ªmbolos, ¨¦ prov¨¢vel que tiv¨¦ssemos perdidopletamente. ¡°Voc¨º pode dizer se algu¨¦m pode estar l¨¢ dentro?¡± Eu perguntei enquanto espi¨¢vamos cautelosamente na entrada, Aleric cheirou o ar, tentando se concentrar. ¡°Ainda ¨¦ muito dif¨ªcil toda a ¨¢gua.¡± Eu bncei a cabe?a em pensamento. Isso significava que precisar¨ªamos ir ¨¤s cegas e sozinhas. Se n¨®s sa¨ªssemos agora para buscar ajuda, ent?o correr¨ªamos o risco de eles descobrirem nossos cheiros e se mudarem antes de voltarmos. Esta era a nossa ¨²nica chance de obter respostas reais. Olhei ao redor, procurando por algo estranho, mas nada parecia fora do lugar, pelo menos. Suponho que isso fazia parte do objetivo de jogar as pessoas fora. Aleric olhou para mim e n¨®s dois reconhecemos silenciosamente que era hora de entrar. O interior era enganosamente maior do que parecia dodo de fora¡­ e estava ¨²mido. Mas, surpreendentemente, n?o foi o cheiro de mofo ou umidade que foi o mais desanimador. Definitivamente havia algo muito mais pungente no ar para o qual eu n?o precisava de um olfato mais forte. Quase me senti mal por Aleric, pois ele provavelmente j¨¢ estava sobrecarregado o suficiente para um dia sem isso. Continuamos a andar por algum tempo no sistema mal iluminado. Apenas peda?os de luz natural e as chamas moribundas de algumas tochas mais adiante iluminavam o caminho. ¡°L¨¢ em frente,¡± Aleric ent?o de repente avisou calmamente. Eu s¨® conseguia distinguir algo brilhante ¨¤ frente, onde a caverna se abria para um espa?o maior. ¡°O que ¨¦ isso?¡± ¡°Parece¡­ um acampamento¡±, ele sussurrou, apertando os olhos. ¡°N?o baixe a guarda.¡± Eu bncei a cabe?a e continuamos andando. Quando chegamos ¨¤ grande ¨¢rea, definitivamente parecia que v¨¢rias pessoas estavam morando l¨¢. Talvez at¨¦ por meses. Era um assentamentopleto por falta de uma pvra melhor, equipado camas e m¨®veis b¨¢sicos. Artigos de vestu¨¢rio e at¨¦ alguns livros estavam espalhados tamb¨¦m. ¡°N?o ¨¦ ¨¤ toa que eu n?o consigo sentir o cheiro de nada,¡± Aleric disse depois de alguns minutos, chutando umata cheia de carne podre. Parecia haver v¨¢rios outros espalhados tamb¨¦m, que eu s¨® podia imaginar que continham o mesmo conte¨²do. ¡°Fodidamente nojento.¡± Enruguei meu nariz enquanto continuava a olhar ao redor da s. Era obviamente a fonte do cheiro dominante que est¨¢vamos experimentando durante todo o tempo que estivemos aqui. Qu?o desesperados estavam os bandidos por terem que depender de carne estragada ¨¤s vezes para sobreviver ? ¡­Mas por que eles se iodariam quando estavam em uma floresta um rio t?o perto? Certamente, eles tinham outras op??es para experimentar primeiro se estivessem tanta fome? E ent?o eu percebi exatamente por que algu¨¦m pode manter carne estragada ran?osa por perto. ¡­Para esconder um cheiro. ¡°Al¨¦rico!¡± Eu gritei. Ele olhou surpreso a minha explos?o abrupta¡­ mas era tarde demais. Porque de repente um lobo veio voando do nada e derrubou Aleric no ch?o. Foi uma emboscada. Cap铆tulo 47 Cap¨ªtulo 47 Cap¨ªtulo Quarenta e Sete Seguiu-se uma luta intensa quando fomos rapidamente atacados por um grupo de lobos. Para minha surpresa, Aleric j¨¢ havia derrubado dois e estava no terceiro antes mesmo de alguns minutos se passarem . Mas havia muito mais para ir. O ponto principal era que n?o ir¨ªamos ganhar isso, e n¨®s dois sab¨ªamos disso. Eu tinha dois lobos em cima de mim e at¨¦ agora estava me segurando bem contra eles. Nenhum deles esperava que eu fosse capaz de lutar t?o bemo menor de idade e isso se mostrou. Eles se moviam como se achassem que eu n?o seria capaz de panh¨¢-lo, mas estavam errados. ¡°¨¢ria!¡± Aleric gritou. ¡°Eu posso ouvir que h¨¢ mais vindo. N¨®s precisamos ir.¡± Eu sabia que ele estava certo. N¨®s subestimamos muito o tamanho desse sistema de cavernas. Com o n¨²mero de lobos aqui, parecia us¨ªvel que se expandisse mais do que pod¨ªamos ver aqui. Muito provavelmente, havia t¨²neis escondidos em algum lugar que explicariamo aquilo parecia estar vindo do nada. Nossa melhor op??o era correr. De repente, Aleric gritou de dor. Eu queria me virar e verificar o que tinha acontecido, mas os dois em cima de mim n?o estavam me deixando tirar os olhos deles nem por um segundo. Eles estavam determinados a finalmente me acertar, j¨¢ que sua frustra??o s¨® estava crescendo durante todo o tempo em que eu estava me esquivando deles. Mas n?o precisei esperar muito para descobrir se Aleric estava bem. Porque logo ouvi o som de algu¨¦m se mexendo, seguido por um bis de gemidos, uivos, rosnados¡­ e rasgando a carne. Um monte de rasgar a carne. Eu rapidamente desembainhei minha faca, esperando o momento que eu sabia que chegaria, e fiquei feliz que ele n?o me fez esperar muito. O maior lobo preto que eu j¨¢ vi veio saltando do nada e atacou um dos dois para longe de mim, estndo em dire??o ¨¤ sua garganta para um golpe final. Eu s¨® tinha visto o lobo de Aleric um punhado de vezes, mas era sempre uma vis?o impressionante,o acontece qualquer outro lobo Alfa. O segundodino naturalmente tentou voltar sua aten??o para Aleric para ajudar seupanheiro, mas isso foi um erro. Eu me movi r¨¢pidoo um raio para chut¨¢-lo no ch?o, prendendo-o no lugar minhas pernas¡­ e instantaneamente cravei a faca de prata em seu peito. Finalmente exausta, eu me inclinei para tr¨¢s e olhei ao meu redor. Parecia que Aleric tinha matado a s inteira quando os cad¨¢veres ao nosso redore?aram a mudar de volta para seus corpos humanos. Mas tinha sido um massacrepleto. Eu ouvi Aleric ent?o choramingar, chamando minha aten??o de volta, e eu sabia o que ele estava tentando dizer. Ele mencionou que havia mais vindo e foi um lembrete de que n?o ter¨ªamos muito tempo para sair. Eu bncei a cabe?a que eu entendia e olhei para baixo para recuperar minha faca¡­ apenas para descobrir que o lobo tinha voltado ao seu eu humano debaixo de mim. Instantaneamente, senti meu corpo inteiro congr ao ver quem estava deitado ali. Mas era imposs¨ªvel, n?o era? Certamente era algu¨¦m que parecia semelhante¡­ Porque debaixo de mim jazia o corpo de algu¨¦m que eu poderia jurar ser o Dr. Andrews, o futuro m¨¦dico que substituiria minha m?e um dia. Alerictiu alto ao meudo, mas eu mal consegui registr¨¢-lo o que estava vendo. Literalmente n?o fazia o menor sentido. Ele n?o podia ser um mndro porque em dois anos seria um m¨¦dico da nossa matilha. Tinha que ser outra pessoa. Talvez seu irm?o ou outro parente. Ou talvez ningu¨¦m rcionado e eu simplesmente n?o conseguia ver ramente na luz fraca ou a sujeira n seu rosto. Aleric de repente agarrou minha camisa em sua boca ee?ou a me arrastar para longe do corpo antes mesmo que eu tivesse a chance de recuperar minha adaga. ¡°Est¨¢ bem, est¨¢ bem!¡± Eu finalmente disse quandoecei a me contrr. Ele conseguiu me arrastar alguns metros antes que o ch?o duro e pedregoso cortando minhas pernas fosse o suficiente para me tirar dele. Levantei-me o mais r¨¢pido que pude, ainda abda, mas consegui fazer o resto do caminho para fora e correr de volta para a floresta. Era improv¨¢vel que eles perdessem tempo nos perseguindo, mas continuamos a correr mesmo assim. Eu segui Aleric o tempo todo, confiando nele para saber o caminho de volta, embora tudo parecesse o mesmo para mim. Foi incr¨ªvel v¨º-lo tanto controle, no entanto¡­ ou talvez fosse apenas que Aleric e seu lobo estavam na mesma p¨¢gina de qualquer maneira naquele momento. No entanto, ainda era impressionante, j¨¢ que a maioria das pessoas levou pelo menos um m¨ºs parae?ar a se mover tanta fluidez dessa forma. Mas enquanto eu o inspecionava, n?o pude deixar de notar que ele estava mancando levemente em uma de suas patas traseiras. Achei que era por isso que ele gritou mais cedo. N?o demoramos muito para voltar para o carro e eu imediatamente me dobrei ofegante, agora sem f?lego por ter corrido todo o caminho. Olhei para Aleric, apenas para encontr¨¢-lo olhando para mim perto do carro, quase expectativa. ¡°O que?¡± Eu perguntei entre respira??es. Ele apenas apontou o nariz para o porta-ms do carro e de volta para mim. Oh. Ele devia ter uma muda de roupa sobrando l¨¢. ¡­ E ele n?o queria mudar na minha frente porque isso significaria que eu o veria nu. De todas as merdas loucas que eu tinha acabado de ver¡­ o corpo nu de Aleric era de longe a menor das preocupa??es¡­ e n?o era nem uma coisa nova para mim. N?o erao se eu n?o tivesse visto seu corpo inteiro despido antes na minha vida passada. Mas suponho que ele n?o sabia disso. Eu exalei rapidamente uma ¨²ltima vez em uma leve frustra??o antes de abrir o porta-ms para ele. Ele apenas continuou a olhar para mim at¨¦ que eu andei at¨¦ a frente do carro para dar a ele a privacidade que ele queria. Levou apenas alguns momentos para voltar, mas pude ver que seu humor ficou t?o sombrio quanto seu casaco de pele de lobo. Provavelmente dirigido a mim por causa do que aconteceu na caverna. ¡°Precisamos nos apressar¡±, disse ele, pndo para tr¨¢s no banco do motorista. ¡°Eles v?o limpar todo o lugar antes de voltarmos.¡± Bem, n¨®s dois podemos concordar isso, pelo menos. Aleric acelerou todo o caminho at¨¦ chegarmos ¨¤ torre de patrulha mais pr¨®xima , mas ele estava certo. Quando eles conseguiram voltar para a caverna, todos os bandidos haviam sa¨ªdo e conseguiram levar a maioria de seus pertences eles. Mesmo todos os corpos que Aleric acumulou foram incrivelmente j¨¢ removido. Apenas os itens de m¨®veis maiores permaneceram. Foi um esfor?o impressionante, considerando apenas a hora que eles provavelmente tiveram para realiz¨¢-lo. Mas isso s¨® nos disse que eles deviam ter outro abrigo por perto. N?o havia outra maneira poss¨ªvel de mover tantas pessoas e cad¨¢veres por uma longa distancia, sem deixar um ¨²nico rastro ou rastro . A busca continuou pelo resto do dia e acabou se expandindo para toda a floresta pr¨®xima Mas eles n?o acabaram encontrando ningu¨¦m. Por enquanto, a trilha havia desaparecido. ¡°Foi incrivelmente est¨²pido entrar l¨¢ sozinha,¡± minha m?e repreendeu enquanto me examinava. Por protocolo, fui enviado ao hospital para um check-up assim que Aleric e eu terminamos de entregar nosso rt¨®rio ¨¤ equipe de patrulha. Isso era independentemente de eu ter realmente me machucado ou n?o e era mais uma formalidade de papda. Virei a cabe?a desafiadoramente. ¡°Voc¨º n?o pode continuar dizendo isso para sempre, sabe? Eu tenho um trabalho e uma responsabilidade o bando agora. Se Aleric e eu n?o tiv¨¦ssemos entrado, poder¨ªamos ter perdido nossa ce em obter respostas. Al¨¦m disso, o rt¨®rio dizia apenas que um bandido foi avistado, n?o trinta. Eu nem sabia que bandidos podiam se unir em n¨²meroso esse.¡± agarrou meu queixo e me for?ou a olhar para . ¡°Ser respons¨¢vel p matilha devido a um trabalho, n?o significa morrer por eles.¡± Suas pvras bateram forte, considerando que eu literalmente j¨¢ tinha feito isso uma vez. sabia? Meu pai acabou revndo meu passado? Eu pessoalmente estava evitando dizer a para n?o aborrec¨º; afinal, havia sido morta naqu linha do tempo anterior. Eu n?o me importava se soubesse a verdade, mas sua express?o parecia ser a de uma m?e preocupada, n?o de algu¨¦m que conhecia minha hist¨®ria. Sua preocupa??o me fez perceber que as coisas poderiam ter sido diferentes no passado. Eu teria tentado fugir mais cedo se minha m?e ainda estivesse viva? teria tentado me resgatar? Suspirei, afastando meu rosto. ¡°Eu sinto Muito.¡± Maso suas pvras me fizeram recontar o passado, tamb¨¦m me lembrou o que eu tinha visto na caverna. ¡°A prop¨®sito¡­¡±, eu disse, pensando. ¡°Voc¨º sabe onde posso encontrar o doutor Andrews?¡± franziu a testa. ¡°Doutor Andrews¡­? Acho que n?o temos um m¨¦dico esse nome. anderen pt da morte o eles Meu peito se apertou quando ouvi as pvras que n?o queria ouvir. Ent?o, era verdade ent?o. Ele n?o estava empregado aqui. E, no entanto, para se tornar o m¨¦dico- chefe, ele j¨¢ precisaria estar bem avan?ado em sua carreira no Winter Mist. Seria imposs¨ªvel alcan?ar essa posi??o nos pr¨®ximos dois anos sem essa experi¨ºncia. Algo estava definitivamente errado e eu precisava de mais respostas. Naqu noite, fui at¨¦ Lucy e pedi que entrasse em contato o investigador particr. Eu precisava sabero Thea apareceu em nosso pr¨®prio territ¨®rio sem que ele percebesse,o conseguiu me encontrar¡­ e agora eu tamb¨¦m precisava de qualquer informa??o que ele pudesse descobrir sobre o Doutor Clive Andrews. Content rights belong to N?velDrama.Org. Eu precisava saber se ele estava vivo e morando em outro territ¨®rio agora¡­ e, se n?o, ent?o talvez isso me ajudasse a aceitar o que eu pensava ter visto naqu caverna; que talvez ele ser um trapaceiro fosse possivelmente verdade. Ser¨¢ que eu mudei algo t?o drasticamente nesta vida que ele se tornou um desonesto¡­? Ou ser¨¢ que ele sempre foi um trapaceiro, mesmo no passado, e ningu¨¦m sabia? Por essa l¨®gica, provavelmente nem era seu nome verdadeiro. Esta provavelmente seria a ¨²ltima chance do investigador, j¨¢ que, dados seus resultados abismais, considerei que era hora de encontrar um investigador diferente. Este tinha deixado Thea atravessar a fronteira e nem tinha percebido. Pelo que eu estava pagando a ele nos ¨²ltimos dois anos? E embora eu tentasse n?o pensar nisso, eu me perguntava se talvez Thea tivesse de alguma forma conseguido manipul¨¢-lo para me trair. Ele realmente estava me interpretandoo um agente duplo esse tempo todo? Talvez fosse hora de encontr¨¢-lo pessoalmente e obter as respostas dele mesmo. Enquanto isso, enquanto esperava os poucos dias que levaria para Lucy se reportar a mim, decidi fazer o meu melhor para tirar tudo da minha cabe?a. Bem¡­ tudo, exceto uma coisa. ¡°Ele disse o que para voc¨º?!¡± Myra disse, sua bocapletamente aberta. Eu podia ouvir o som de seu garfo caindo em seu prato surpresa. Eu tinha decidido me encontrar Myra alguns dias depois do incidente da caverna para esrecer pelo menos alguns dos meus pensamentos mais¡­ conflitantes. Eu precisava que algu¨¦m concordasse comigo que Cai estava agindo de forma imatura e que o que ele estava dizendo era realmente rid¨ªculo. E ent?o, contei a tudo o que aconteceu nos dois primeiros dias em que Cai voltou. ¡°Ele disse que parou de brincar e tentou me dizer novamente que ele¡­ tinha sentimentos por mim. Como os reais. Alegadamente.¡± Olhei de volta para a minhaida, n?o querendo olh¨¢ nos olhos durante a conversa embara?osa. ¡°¡­ E o que voc¨º disse?!¡± quase gritou. Olhei ao redor e vi que v¨¢rias pessoas estavam agora olhando em nossa dire??o. 1 ¡°Shhh, Myra, as pessoas est?o olhando,¡± eu apontei. piscou algumas vezes e tentou se acalmar. ¡°Desculpe¡­ estou completamente surpreso. Mas voc¨º n?o est¨¢ feliz?¡± ¡°Feliz¡­?¡± Olhei para confuso, mas n?o separava ao choque absoluto o que disse em seguida. ¡°Bem¡­ quero dizer, voc¨º obviamente tinha sentimentos por Cai quando costum¨¢vamos sair juntos. Achei que voc¨º ficaria feliz por ele finalmente confessar. Cap铆tulo 48 Cap¨ªtulo 48 Cap¨ªtulo Quarenta e Oito Agora foi minha vez dergar meus talheres, quase engasgando aida. ¡°Eu sinto Muito? N?o. Eu n?o tinha sentimentos por Cai,¡± eu disse, ainda tossindo um pouco. Tomei um gole de ¨¢gua para limpar a garganta. ¡°Foi voc¨º quem teve sentimentos por Cai, lembra ? E Cai tamb¨¦m n?o tem sentimentos por mim¡­ a menos que voc¨º esteja fndo sobre o tipo de sentimentos que o encontram dentro da saia de uma garota por um dia. ¡°Bobagem, Aria!¡± Eu rapidamente olhei para cima para encontrar os olhos ardentes de Myra. Foi a primeira vez que eu a ouvi xingar ou mesmo soar t?o zangada. Fiqueipletamente surpreso. ¡°Mira¡­?¡± fechou os olhos e se rp?s por um segundo. ¡°Desculpe, ¨¤s vezes eu acho que voc¨º passou um pouco demais para mim.¡± Meu l¨¢bio se contraiu em um sorriso. Foi bom ver Myra se defendendo tanta confian?a pelo menos uma vez¡­ mesmo que estivesse apaixonada p coisa errada neste caso. ¡°Olha, eu n?o tinha sentimentos por Cai,¡± enfatizou. ¡ª Voc¨º precisa perceber que nossas vidas n?o s?o as mesmas, Aria. Eu n?o sou ningu¨¦m especial. Eu n?o tenho uma ssifica??o, meus pais n?o s?o famosos e eu n?o tenho nenhuma marca legal ou profecia sobre meu futuropanheiro¡­ ¡°Mira-.¡± Eu fui discordar d por n?o ser ningu¨¦m especial, mas apenas levantou a m?o para indicar que queria que eu a deixasse terminar. ¡°Eu n?o sou ningu¨¦m especial, Aria,¡± insistiu. ¡°Sem interven??o, eu provavelmente teria vivido e morrido sem nunca ter conhecido um membro ssificado em toda a minha vida. Eu teria atingido a maioridade, me acasdo um joeumo eu, teria tido alguns filhos e depois morreria. Mas ent?o um dia eu vi w voc¨º na biblioteca da esc, assimo eu tinha feito todos os dias anteriores, exceto que desta vez voc¨º parecia diferente. Voc¨º enfrentou Braydon naquele dia, algo t?o caracter¨ªstico para sua reputa??o naqu ¨¦poca¡­ mas era mais do que isso. Na verdade, quando te vi naquele dia, voc¨º parecia quase¡­ triste. E assim, apesar de todo o meu bom senso, eu ainda fui e falei com voc¨º p primeira vez.¡± Era dif¨ªcil ouvi dizer essas coisas sobre si mesma, especialmente porque eu gostava tanto d. Mas n?o me atrevi a interromp¨º. Parecia algo que estava pesando sobre por um tempo e precisava fr. ¡°Honestamente, fr voc¨º naquele dia na biblioteca foi a coisa mais estressante que eu j¨¢ fiz. E ent?o, por algum mgre, voc¨º, o ¨²nico filho do Beta, e Cai, um herdeiro alfa, me salvaram¡­ e de repente estou em um novo mundo onde, n?o apenas duas pessoas incrivelmente importantes est?o fndoigo, mas s querem seja meu amigo?! Eu n?o entendi o porqu¨º. Tipo¡­ por que eu¡­?¡± olhou para mim finalmente e eu pude ver que seus olhos tinham ficadocrimejantes. E me doeu v¨º- la assim. n?o entendia o qu?o importante era para mim. O quanto eu precisava d ao longo destes anos. Foi por causa d queecei a confiar nos outros novamente. ¡°Ent?o, n?o, Aria,¡± disse, ¡°eu n?o tenho sentimentos por Cai do jeito que voc¨º pensa. Eu n?o tenho sentimentos mais fortes do que qualquer uma das outras garotas sem ssifica??o neste bando inteiro¡­ ou qualquer outro bando para esse assunto. Um herdeiro Alfa figo, ¨¦ gentiligo, e voc¨º acha que estou apaixonada por ele? Inferno sim, eu sou! Eu provavelmente agiria da mesma forma se fosse Aleric tamb¨¦m. Voc¨ºs s?o todos malditos celebridades aos nossos olhos! Mas eu sei o meu lugar, e isso n?o ¨¦ um Alfa. Eu n?o devo me tornar uma Luna oupanheira de qualquer outro membro ranqueado.¡± Eu me senti culpado por trazer isso ¨¤ tona agora, por exibir algo sem perceber. Foi f¨¢cil esquecer meu privil¨¦gio de ter vivido duas vidas incrivelmente importantes ao redor de pessoas influentes. E ainda assim eu n?o tinha feito nada para merecer isso. Eu sabia que algu¨¦mo Myra seria muito mais adequado para uma posi??o Luna sua capacidade de identificar as lutas dos outros facilmente e ajud¨¢-los. se importava todos ao seu redor, independentemente de quem eles fossem . ¡°Myra, voc¨º est¨¢pletamente errada,¡± eu disse tristemente. ¡°Voc¨º n?o tem ideia do qu?o importante voc¨º ¨¦.¡± bn?ou a cabe?a, mas ainda me deu um pequeno sorriso. ¡°Cai ¨¦ um cara muito bom de cora??o¡­¡±, disse , trazendo a conversa de volta. estava tentando tirar a aten??o de si mesma. ¡°Mas acho que voc¨º j¨¢ sabe disso. Eu tamb¨¦m vio voc¨º costumava olhar para ele,o voc¨º estava perto dele, e eu sei que voc¨º n?o tem a mesma desculpa que eu de por que voc¨º agiu assim. Ent?o, acho que n¨®s dois sabemos que ele n?o ¨¦ o problema aqui. N?o, acho que seu verdadeiro problema ¨¦ consigo mesma, Aria¡­ n?o Cai. Eu fiz uma careta. ¡°N?o¡­ mas eu te disse, lembra? Ele estava aqu garota, Iris, na outra noite. E ¨¦ muito maisplicado do que isso, Myra. Minha posi??oplica¡±. ¡°¡­Mas voc¨º viu eles realmente irem para casa juntos? Ou at¨¦ mesmo beijar corretamente?¡± N?o¡­ eu n?o tinha. ¡°Eu n?o sou est¨²pida¡±, disse , descansando a cabe?a em um bra?o que havia apoiado na mesa. ¡°Eu percebo que h¨¢ muito sobre voc¨º que voc¨º nunca me contou e tudo bem. N?o cabe a mim me intrometer em sua vida privada e sempre fui grato por passar tempo voc¨º. Mas se h¨¢ uma coisa que eu percebi nesses ¨²ltimos anos, ¨¦ que, o que quer que voc¨º tenha mantido escondido, isso te machucou muito. Mal o suficiente para que voc¨º tenha rejeitadopletamente a ideia de se tornar Luna, de se tornar apanheira de Aleric, ou at¨¦ mesmo de se aproximar de algu¨¦m. E n?o ¨¦ saud¨¢vel.¡± ¡°Isso n?o ¨¦ verdade! Estou perto de voc¨º, Myra ¡ª argumentei. ¡°Mais do que outros? ro, eu posso ver isso. Mas mesmo eu n?o sei muito sobre voc¨º, Aria. N?o em um n¨ªvel mais profundo. Pelo que posso dizer, parece-me que voc¨º rejeitou a ideia de estar Cai p mesma raz?o que estava t?o triste na biblioteca naquele dia. Por causa de qualquer que seja essa dor que voc¨º est¨¢ tentando tanto esconder. Eu me sinto doente. Eu nunca esperei que nossa conversa acabasse assim. Eu pensei que estava mantendo essa parte de mim bem escondida d desde que nunca tinha mencionado isso, masN?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. todo esse tempo foi realmente s¨® porque n?o achava que era digna o suficiente para saber? E se isso fosse verdade, ent?o Myra pensou todos esses anos que eu n?o confiava n? Eu sou parte da raz?o p qual pensa t?o baixo de si mesma? Eu me perguntei se eu tinha sido sincero e honesto sorriu um pouco. ¡°Eu n?o disse tudo isso para culp¨¢-lo em me dizer. Estou apenas a tentar dar-te a minha perspectiva sobre toda esta situa??o. Eu sei que voc¨º se importaigo, mesmo que tenha que esconder coisas. ¡°N?o, eu entendo o que voc¨º est¨¢ dizendo¡­ Voc¨º precisa ouvir isso do meu ponto de vista, e precisa saber por que n?o lhe contei. Mas n?o aqui¡­ h¨¢ muitas pessoas. Talvez ent?o parasse de se rebaixar por minha causa. Eu estendi minha m?o para e a agarrou, seu rosto ainda parecendo um pouco triste. E juntos caminhamos para fora, subindo a rua at¨¦ onde estacionei meu carro. Eu precisava dizer a . J¨¢ era tempo. Myra tinha sido a ¨²nica coisa na minha vida em que eu podia depender e ainda assim eu n?o consegui fazer o mesmo por . H¨¢ quanto tempo estava sofrendo por minha causa? Eu tinha sido t?o ego¨ªsta em meu pr¨®prio mundo, confiando n sempre que me convinha, e nem tinha percebido o dano que estava causando a algu¨¦m quem me importava. ¡­ Mas o que iria pensar quando eu dissesse a ? Eu sabia que n?o precisava me preocupar se acreditaria em mim, mas a quest?o erao reagiria. Ser¨¢ que ficaria medo de Aleric assimo eu estava? Ser¨¢ que finalmente entenderia por que um futuro Cai n?o levaria a nada melhor? Porque agora deve ter parecido que tudo era t?o preto e branco para . Que quaisquer sentimentos que eu possa ter seriam realmente considerados quando se tratasse de me envolver romanticamente com algu¨¦mo Cai. Porque no final das contas, estar um herdeiro Alfa diferente era exatamente a mesma coisa. Talvez pior. Aleric ou Cai, n?o importava. Ambos significariam que eu seria for?ado a me tornar Luna um dia e enfrentaria dificuldades diferentes, mas semelhantes. E isso s¨® se eu conseguisse viver o suficiente para chegar t?o longe. Eu trabalhei tanto para me tornar um herdeiro Beta e estava nejando usar isso como minha raz?o para rejeitar Aleric; mesmo que isso significasse invocar os Anci?es para aplic¨¢- la. Ningu¨¦m seria capaz de questionar isso, j¨¢ que era para que eu pudesse me tornar Beta. Mas se eu rejeitasse o futuro Alfa do meu bando, abandonando a profecia que dizia que nossa uni?o traria sucesso ¨¤ N¨¦voa Invernal, antes de finalmente fugir um Alfa diferente? Eu n?o tinha d¨²vidas de que seria marcadoo traidor e desencadearia uma guerra no processo. Uma guerra que talvez terminasse Cai morto naquele campo de batalha novamente. Ou talvez at¨¦ mesmo Aleric desta vez tamb¨¦m. Era poss¨ªvel que ambos acabassem se matando se eu me recusasse a interviro no passado. Minha mente imaginou os dois mortos naquele campo e eu estremeci. Nenhum sentimento que eu possa ou n?o ter valeu a pena. Sem mencionar as in¨²meras vidas que seriam perdidas devido ¨¤ guerra. Eu n?o tinha acabado de ver meus pr¨®prios olhoso minhas a??es ego¨ªstas poderiam completar seus olhos mais pessoas inocentes magoadas ao meu redor? Milhares de pessoas por a¨ª, assimo Myra, que seriam apanhadas pelos caprichos de pessoas consideradas mais importantes. ¡°Aria, voc¨º est¨¢ cavando na minha m?o,¡± Myra disse baixinho, me tirando dos meus pensamentos. Olhei para baixo para ver minhas unhas arranhando sua pele e rapidamente soltei. Tinha sidopletamente n?o intencional e agora me fazia sentir muito pior. ¡°Sinto muito, Myra. Voc¨º est¨¢ bem?¡± assentiu, sorrindo um pouco, mas ainda esfregou a m?o. Percebi ent?o que estava t?o perdido em meus pensamentos que esquecipletamente onde havia estacionado. Eu tive que escanear a ¨¢rea ao meu redor para me orientar. E foi ent?o que eu vi. Ou, mais precisamente, eu a vi. Imediatamente, me movi rapidamente para me esconder atr¨¢s de uma grande ¨¢rvore aodo da qual paramos. Grande o suficiente para impedir qualquer um de nos ver. ¡­ Porque Thea estava aqui. Ao ar livre, do outrodo da rua e¡­ parecendo estar fazendopras, de todas as coisas. ¡°Ari um ?¡± Myra perguntou confusa. ¡°Shhh,¡± eu disse, espiando ao redor para ver se Thea tinha me notado antes de eu me esconder. Felizmente, parecia que n?o tinha. estava de p¨¦ aodo de uma loja que tinha prateleiras de roupas em uma ¨¢rea de jardim dodo de fora. Parecia que estava muito focada em vasculhar as roupas penduradas para perceber que eu estava l¨¢. ¡­Eu sabia que esta poderia ser uma boa oportunidade para mim¡­ mas eu s¨® precisava pensar em um no. ¡°De quem voc¨º est¨¢ se escondendo?¡± Myra perguntou ao se encostar na ¨¢rvore tamb¨¦m, tentando me ajudar a me obscurecer. deve ter percebido minha urg¨ºncia e percebido que isso era importante para mim. Eu mordi meu l¨¢bio. N?o tive problemas em explicar quem era para Myra, pois j¨¢ tinha nejado contar a , mas n?o tive tempo de explicar tudo em detalhes aqui agora em p¨²blico. N?o quando Thea estava t?o perto e podia desaparecer de novo a qualquer segundo. ¡° ¨¦ algu¨¦m que eu conhecia,¡± eu disse finalmente. ¡°Algu¨¦m que venho tentando encontrar nos ¨²ltimos dois anos. Mas est¨¢ tudo¡­ errado. ¨¦o se de repente aparecesse do nada e eu n?o sei por qu¨º.¡± Myra franziu a testa. ¡°Se voc¨º est¨¢ tentando encontr¨¢, por que n?o vai fr ?¡± ¡°¡­¨¦plicado,¡± eu disse, franzindo meu rosto. Por dentro, continuei a tentar rapidamente pensar sobre o que fazer. ¡°Basicamente, quando a vi novamente p primeira vez, sabia que eu estava procurando por . n?o deveria saber que eu estava olhando. E ainda assim me viu e correu antes que eu pudesse fr . ¡°Espere¡­ ent?o voc¨º a conhece, e voc¨º estava tentando encontr¨¢¡­ mas n?o deveria saber que voc¨º estava tentando encontr¨¢¡­ mas sabe? E ¨¦ t?o importante que voc¨º esteja se escondendo atr¨¢s de uma ¨¢rvore¡­? Eu poderia dizer que minhas pvras estavam apenas deixando Myra mais confusa e amaldi?oei internamente por toda a situa??o em que estava agora. ¡°Sim¡­¡± foi tudo o que pude dizer, mesmo sabendo que isso n?o a ajudava. ¡°Mas eu preciso de respostas e tenho medo de n?o conseguir obt¨ºs se me aproximar d diretamente.¡± ¡°Ok¡­ ent?o, eu vou fr em vez disso?¡± Myra ofereceu. ¡°Eu posso fingir casualmente esbarrar n e me apresentar.¡± Eu a encarei surpresa. estava certa. Se Myra fsse em vez de mim, Thea n?o suspeitaria de nada. Embora, tanto quanto eu gostaria de saber os nos futuros de Thea, eu sabia que com essa ideia veio a desvantagem de que as perguntas feitas precisariam ser mantidas muito b¨¢sicas;o de onde era, a qual matilha pertencia e por que estava na cidade, etc. Mas qualquer informa??o era melhor do que nenhuma informa??o. E a melhor parte? Myra n?o estava nem ssificada, ent?o era improv¨¢vel que Thea j¨¢ tivesse visto seu rosto antes. tamb¨¦m era o tipo de pessoa que era genuinamente amig¨¢vel todos, ent?o n?o seria t?o estranho para se aproximar de um estranho. ¡± M yra¡­ voc¨º ¨¦ t?o esperta¡±, eu sussurrei enquanto eu olhava para adora??o. riu do elogio. ¡°Eu tento!¡± E assim, isso, Myra e eu rapidamente boramos um no. Um no para descobrir onde diabos Thea esteve nos ¨²ltimos dois anos. Cap铆tulo 49 Cap¨ªtulo 49 Cap¨ªtulo Quarenta e Nove Com tudo pronto e sendo colocado em a??o, fui para casa esperar. Agora cabia a Myra fazer a pr¨®xima parte.A ideia era que fingisse perceber que Thea era nova na cidade e perguntaria educadamente sobre , at¨¦ mesmo tentaria fazer amizade . Com os dois se aproximando, eu esperava que Thea divulgasse um pouco sobre si mesma; informa??es que eu estava literalmente pagando um investigador particr para obter h¨¢ anos.Para que isso funcione, por¨¦m, eu n?o poderia estar em nenhum lugar ¨¤ vista ou ent?o arriscaria que Thea pegasse.Combinamos de nos encontrar novamente em uma hora em um parque na rua. Raramente era usado a esta hora do dia e beirava a floresta. Isso significava que n?o precis¨¢vamos nos preocupar em ser vistos juntos. Se tudo corresse perfeito, Myra obteria as informa??es de que eu precisava antes de ir busc¨¢, e Thea n?o saberia de todo o enredo.O tempo passou rapidamente e, a cada segundo que passava, eu podia sentir minha pr¨®pria ansiedade crescendo. Eu esperei tanto por isso e precisava tanto de Myra para ser bem sucedida. Eu sabia que at¨¦ mesmo a menor informa??o iria me ajudar a parar Thea¡­ e possivelmente at¨¦ me ajudar a parar minha pr¨®pria morte.E assim, antes que eu percebesse, era finalmente sobre esse tempo.Desci as escadas, indo em dire??o ao carro, mas avistei Lucy ao longo do caminho. ¡°Lucy,¡± eu chamei. olhou bruscamente para a minha voz, surpresa ao me ver.Mas ent?o seu rosto se transformou em uma carranca quase imediatamente.¡±Senhorita, eu n?o sabia que voc¨º estava em casa¡±, disse . Caminhei at¨¦ , tomando o pequeno desvio, pois sabia que ainda tinha um pouco de tempo antes de precisar sair.¡°Estou saindo agora . Alguma sorte o investigador particr?¡±Na verdade n?o¡­¡±, disse, sua sobrancelha apenas franzindo ainda mais. ¡°Para ser honesto, eu ia esperar um pouco mais antes de fr voc¨º, mas acho que algo pode estar errado. Ele normalmente n?o demora tanto para me responder. Eu hesitei. ¡°Voc¨º acha que ele pode ter fugido o dinheiroo eu pensei?¡± assentiu. ¡°Eu fa?o. Tamb¨¦m confirmaria sua teoria. No entanto, ainda estou esperando a resposta de algumas pistas diferentes, ent?o ainda n?o posso ter certeza.¡±¡±Foda-se¡±, eu assobiei, e gentilmente bati meu punho contra a parede ao meudo. Eu sabia que isso era uma possibilidade e era um risco que estava disposto a correr quando o contratei. A lealdade de algumas pessoas custa mais do que se podeprar dinheiro. Parecia que sua ganancia o havia vencido.Embora houvesse uma outra possibilidade¡­. ¡­ Que eles estavam trabalhando juntos desde o in¨ªcio.¡°Encontre-o,¡± eu disse. ¡°N?o importa quais recursos voc¨º precise, pagarei o pre?o. Se ele fugiu, pelo menos sabe alguma coisa sobre Thea. Mesmo que seja apenas porque ele fez um acordo .Lucy baixou a cabe?a. ¡°ro, senhorita.¡±Era exatamenteo era no passado; Thea tinha sua m?o em manipr as pessoas ao meu redor . Algumas coisas realmente n?o mudaram.Mas enquanto eu continuava a meditar sobre isso, outro pensamento me atingiu. Um em que percebi que tinha acabado de apresentar meu melhor amigo¡­ ao meu pior inimigo.Mas Myra n?o¡­ iria? Aquele eco de dor sempre que eu pensava em minha antiga atendente, Sophie, veio at¨¦ mim. Eu a amavao uma m?e e, no entanto, recorreu a um acordo Thea no final, enviando-me para a minha morte de qualquer maneira. Provou que ¨¤s vezes uma pessoa n?o era quem voc¨º pensava que era. Eu tive que empurrar rapidamente esses pensamentos da minha cabe?a. Eu podia confiar em Myra, eu sabia disso. E, al¨¦m disso, havia coisas mais importantes para se preocupar agora. Como encontr¨¢ e discutir o que aprendeu sobre Thea. Sem mais delongas, entrei no meu carro e voltei para a cidade, indo direto para o parqueA viagem n?o demorou muito para chegar e eu imediatamente escaneei a ¨¢rea sem sair. O espa?o inteiro pareciapletamente livre de qualquer pessoa; Myra inclu¨ªda.N?o queria apressar nada, o que me fez decidir esperar mais meia hora. Eu queria dar a todo o tempo que precisava. Mas uma vez que esse per¨ªodo chegou e passou, descobri que Myra ainda n?o tinha aparecido. Foi ent?o que eu n?o pude deixar dee?ar a me sentir um pouco preocupado. Era uma ¨¢rea muito grande e ent?o, naturalmente, imaginei que provavelmente n?o tinha percebido que eu tinha chegado ainda, possivelmente esperando por mim em algum lugar que eu n?o podia ver. Eu rapidamente deslizei para fora do banco do motorista, j¨¢ tendo me certificado de que a barra estava limpa, e fiz meu caminho para o parque.Parecia tranquilo. N?o havia equipamentos de recrea??o para crian?as aqui, pois esta ¨¢rea era principalmente apenas uma cole??o de ¨¢rvores e natureza. N?o que eu estivesse remando. Ele fez para uma grande privacidade quando necess¨¢rio.Continuei procurando por alguns minutos at¨¦ que, finalmente, encontrei Myra ao longe, perto de uma ¨¢rvore . Como eu esperava, estava de frente para a dire??o oposta de onde eu estacionei, ent?o n?o deve ter me visto.¡°Mira!¡± Chamei eecei a caminhar para v¨º. n?o me ouviu e ent?o acelerei o passo para alcan?¨¢. ¡°Ei! Myra! Eu estive esperando por voc¨º do outrodo. Como foi?¡±Mas n?o respondeu. Eu n?o poderia estar a mais de alguns metros d agora. deveria ter me ouvido.¡°Mira¡­?¡± Caminhei lentamente at¨¦ ficar na frente d,o se uma parte de mim soubesse que algo n?o estava certo¡­ Mas estava tudo bem.Eu podia ver que estavapletamente bem. Eu n?o estava preocupado nada.E, no entanto, seus olhos azuis continuavam a olhar para a floresta, recusando-se a olhar para mim. ¨C Myra, estou aqui¡­. estava agindo t?o imatura por n?o responder. Eu n?o sabia por que faria isso, n?o era nem engra?ado. Estendi a m?o e toquei sua m?o suavemente. sentiu um pouco de frio, mas isso era apenas o clima se movendo para o inverno em breve. Eu sabia que deveria ter trazido uma jaqueta. Quando eu vim busc¨¢ mais cedo, eu at¨¦ disse a que ia se arrepender de n?o trazer um.¡¯n?o consigo olhar''¡±Vamos. Precisamos ir,¡± eu disse. ¡°Temos muito o que conversar.¡±Eu podia sentir as l¨¢grimase?arem a cair pelo meu rosto e eu pisquei para afast¨¢s. n?o podia vero seuportamento era t?o incrivelmente frustrante agora? estava perdendo tempo.¡°Myra, pare isso. Por favor.¡±¡®N?o quero olhar¡¯Eu puxei a m?o d para que me seguisse, mas em vez disso, a parte superior de seu corpo apenas cambaleou para odo na dire??o que eu a puxei. Erao se seu centro estivesse preso em um lugar, completamente incapaz de ser movido. ¡°¡­Por favor.¡± ¡®N?o me fa?a olhar¡¯Eu puxei novamente e bncei minha cabe?a quando as l¨¢grimase?aram a aumentar.¡±Myra¡­ por favor¡­¡±¡ª N?o vou olhar. ¡°¨¦ hora de ir para casa, Myra. Seus pais est?o esperando por voc¨º .¡¯Por favor, n?o me fa?a olhar.¡¯¡°As crian?as do orfanato precisam de voc¨º. Voc¨º n?o pode ficar aqui.¡±¡­Por favor.¡¯Digitalizado com CamScanner¡°¡­ eu preciso de voc¨º, Myra.¡± Ca¨ª de joelhos diante d e senti instantaneamente quando a umidade escondida na gramae?ou a se infiltrar em minhas roupas, cobrindo completamente minhas m?os e pernas.Aqu maldita chuva que tivemos algumas semanas atr¨¢s deixou o ch?opletamente encharcado.N?o poderia ser ajudado embora. Essa foi apenas a temporada que foi. Essa maldita chuva vermelha vai te pegar.chuva vermelha¡­ Deusa, por favor, n?o me fa?a olhar.¡¯ Vermelhoo as partes coloridas das minhas roupas eram. Olhei para ele estranhamente, minha cabe?ae?ando a girar. Eu n?o sabia que tinha usado um padr?o t?o estranho hoje. Fazia tanto tempo desde que eu tinha escolhido uma cor t?o vibrante para mim. ¡­Por favor n?o.¡¯E ent?o eu rompi¡­ ¡­O v¨¦u de nega??o dentro de mim se rompendo¡­¡­E eu fiz a ¨²nica coisa que eu estava me recusando a fazer desde que cheguei. Eu olhei para cimaOlhei para onde meu melhor amigo estava.Olhei para onde uma adaga de prata familiar foi perfuradapletamente em seu peito.Olhei para o bilhete que foi empurrado for?a no punho, destinado a que eu o encontrasse.Eu olhei para as pvras.As tr¨ºs pvras.As tr¨ºs pvras simples. Pvras que eu gostaria de esquecer.¡­ ¡°Voc¨º esqueceu isso.¡±Eu imediatamente joguei meu corpo para odo e limpei todo o conte¨²do do meu est?mago.Eu podia ver tudo t?o ramente agora. Minhas roupas¡­ minhas m?os¡­ minhas pernas¡­ era tudo sangue. Era tudo sangue.Era todo o sangue de Myra . O que eu estava fazendo? Por que eu estava perdendo tempo ? Eu me movi rapidamente e coloquei minha m?o na ferida da facada, tentando fechar de onde o sangue tinha vindo. Sangue que j¨¢ havia parado de fluir h¨¢ muito tempo. Pude ver que a faca havia sido torcida, torta o suficiente para aumentar a entrada.Estaria tudo bem embora. Eu s¨® precisava aplicar press?o. A press?o ajuda a parar o fluxo e ajuda a sel¨¢-lo. Eu aprendi isso minha m?e.¡±Algu¨¦m! Por favor! Ajuda!¡± Eu gritei uma e outra vez. ¡°Algu¨¦m! Por favor!¡±Eu precisava de algu¨¦m para chamar um m¨¦dico enquanto eu aplicava press?o.Eu tive que ficar e aplicar press?o. Se eu a soltasse, iria sangrar.¡­Eu tive que aplicar press?o. ¡­Eu tive que aplicar press?o. ¡­ Tive que fazer press?o. ¡­Eu tive que aplicar press?o.¡­Mas ent?o meus gritos de socorro acabaram se transformando em gritos.Eu gritei pelo que pareceram horas. Eu gritei at¨¦ minha voz ficar completamente rouca. Gritei at¨¦ n?o poder mais fisicamente. E quando terminei e n?o pude mais continuar, ca¨ª de volta ao ch?o em derrota, olhando para minhas m?os. Porque uma parte de mim sabia a realidade da situa??o no segundo em que a vi ¨¤ distancia¡­.Myra estava morta. E n?o haviao traz¨º de volta. Dentro, eu tamb¨¦m podia sentir que uma parte de mim tinha acabado de morrer tamb¨¦m. A parte de mim que Myra segurava. *Segurou. A parte que me permitiu ver o bem nos outros quando senti o mundo contra mim. A ¨²nica coisa pura e boa que nunca me machucou.Demorou muito tempo antes que eu pudesse me mover novamente¡­ mas, eventualmente, eu podia me sentir em p¨¦ com calma.Eu n?o estava realmente l¨¢, no entanto. Na verdade, n?o. Eu estava apenas olhando para fora, sentindo-meo um passageiro dentro do meu pr¨®prio corpo, quandoecei a caminhar de volta para o carro. N?o demorou muito; apenas alguns minutos a p¨¦. Levou apenas alguns minutos para encontr¨¢ e, portanto, fazia sentido que levasse apenas alguns minutos para voltar.Alguns minutos pareciam ser uma quantidade t?o curta de tempo para que algo acontecesse. Abri a porta e deslizei para o banco do motorista, iniciando imediatamente a viagem de cinco minutos na dire??o oposta ¨¤ cidade. Dirigi at¨¦ que finalmente cheguei a uma casa que n?o via h¨¢ muito tempo.Eu vim para a casa de carga do Alfa. Minha antiga casa. Foi intencional? Teria sido pura mem¨®ria muscr? ¡­ Ou foi porque eu sabia que Aleric provavelmente estaria l¨¢? A ¨²nica outra pessoa que eu sentian?o poderia me julgar por meus pecados¡­ porque minhas mem¨®rias de seus pecados n?o eram melhores. Mas n?o importava. Eu n?o me importava nada disso agora. Fiquei na porta da frente e bati educadamente, recuando para esperar pacientemente que algu¨¦m atendesse. Eu podia ver as manchas vermelhas brilhantes que minha m?o deixou na porta branca imacda quando eu a toquei.Com que facilidade as coisas foram arruinadas por coisas que eu toquei.Surpreendentemente, n?o foi um atendente que abriu a porta para me cumprimentar. Era o pr¨®prio Aleric. Ele parecia estar prestes a sair para algum lugar.¡±¡­ ¨¢ria?¡± ele perguntou, assustado ao me ver aparecer no quartel de todos os lugares. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui¡­? Que cheiro ¨¦ esse¡­? Cheira a¡­ -.¡±Levou apenas um momento antes que seus olhos finalmente registrassem o que ele estava realmente vendo diante dele; minha apar¨ºncia desgrenhada sendo uma vis?o que ele provavelmente n?o esperava a copiosa quantidade de sangue vermelho secando rapidamente em cima de mim. ¡°¨¢ria?! Que porra? Voc¨º est¨¢ machucado?!¡±Ele correu em minha dire??o ee?ou a me inspecionar em busca das feridas que eu sabia que ele n?o seria capaz de encontrar.Afinal, n?o era meu sangue.Eu apenas fiquei ali, bn?ando a cabe?a, e senti a umidade familiar das l¨¢grimase?arem a cair pelo meu rosto mais uma vez. Eu n?o sabia que ainda tinha mais no meu corpo.¡° est¨¢ morta, Aleric.¡±Seus olhos s¨® se arregram em total confus?o sobre toda a situa??o. ¡°O que? Morto? Quem est¨¢ morto? Entre, posso alertar as patrulhas. Voc¨º sabe quem fez isso?¡± Ele puxou minha m?o, tentando me fazer segui-lo para dentro da casa, mas eu a arranquei. ¡°Eu, Aleric,¡± eu disse entre minha mand¨ªb apertada, meu corpoe?ando a tremer novamente. Eu podia sentir a dor voltando agora; a calma entorpecida que eu experimentei s¨® durou o suficiente para chegar aqui. Mas agora eu podia senti-loe?ar a apodrecer dentro de mim mais uma vez, construindo seu caminho para a superf¨ªcie. Eu o encarei olhos selvagens e desesperados, incapazes de fazer qualquer outra coisa fisicamente. ¡°¡­¡­. Eu matei .¡±Aleric recuou em choque, apenas mais confus?oN?velDrama.Org owns this. sendo adicionada ps minhas pvras. ¡°¡­O que?¡± ¡°Eu a matei, Aleric,¡± eu repeti, minha respira??o agora ficando dif¨ªcil. ¡°¨¦ minha culpa¡­ eu matei Myra .¡±Mas eu n?o aguentava mais. Eu n?o conseguia respirar¡­E eu me senti desmaiar no ch?o, me entregando ¨¤ escurid?o que estava amea?ando me dominar. E eu sabia que, no fundo, mesmo essa paz tempor¨¢ria era um luxo que eu n?o merecia. Cap铆tulo 50 Cap¨ªtulo 50 Cap¨ªtulo Cinquenta estava morta. Myra estava morta. As pvras continuavam se repetindo na minha cabe?a, mas eu estava lutando para aceitar que era real Infelizmente, eu s¨® tinha permanecido inconsciente por alguns minutos antes de Aleric conseguir me acordar. Eu me encontrei no sof¨¢ e respondi todas as suas perguntas da melhor maneira que pude, embora muito roboticamente. Quando terminei de descrever onde Myra estava e seu estado atual, Aleric saiu rapidamente para ir buscar a equipe de patrulha vasculhando a ¨¢rea em busca de bandidos. Contei a ele sobre minha adaga que foi usada, a da caverna que deixei para tr¨¢s, e at¨¦ mesmo sobre Thea. Como era, onde os dois estiveram e que eu disse a Myra para fr . Ningu¨¦m realmente me ouviu depois que eu mencionei a faca desonesta. Todos eles imediatamente entraram em alerta m¨¢ximo, principalmente procurando por eles, n?o por Thea. Todo mundo tinha pensado desde que minha adaga perdida foi usada, que eram os bandidos tentando retaliar por matar seuspanheiros. E entao, Pessoas entrando e saindo da casa, dando rt¨®rios de status e confirma??es sobre o corpo de Myra. Pessoas ficando fren¨¦ticas enquanto tentavam encontrar pistas. Uma discuss?o entre funcion¨¢rios sobre quem iria informar a fam¨ªlia de Myra. Eu me senti doente s¨® de ouvir tudo isso. Mas eu n?o conseguia me mexer, muito menos funcionar o suficiente para ser de alguma ajuda. Eu apenas sentei naquele sof¨¢¡­ e assisti. Silenciosamente. O tempo todo apenas me sentindo morto por dentro. T?o morta quanto Myra estava agora por minha causa. E eu sabia que tinha sido minha culpa. Tudo. mesma disse isso; foi por minha causa que sua vida se tornou t?o anormal. Talvez pudesse ter vivido o suficiente para ter aqu vida m¨¦dia que mencionou. poderia ter tido aquelepanheiroum¡­ aqus crian?as¡­ e morrido de velhice. Morreu naturalmente. N?o est¨¢ morto agora por minha causa. Mas eu n?o sabia. Eu n?o sabia que pedir a para fr Thea levaria a isso. Eu n?o sabia que sua vida estaria em perigo. ¡°¡­ Senhorita,¡± uma voz de repente disse na minha frente. Percebi ent?o que eu estava olhando para o torso de algu¨¦m parado na minha frente por Deus sabe quanto tempo. Olhei para cima lentamente, piscando v¨¢rias vezes enquanto meus olhos entravam em foco, e vi Lucy ali . ¡°¡­ Senhorita, estou aqui para lev¨¢ para casa¡±, disse suavemente. parecia preocupada e eu n?o precisava adivinhar o porqu¨º. Mas n?o me fez sentir melhor. ¡°¡­Eu vi Thea,¡± eu respondi baixinho, ignorando o que disse. Minha voz soava distante e ainda muito rouca. se encolheu de surpresa, quase incr¨¦d o que eu tinha acabado de dizer a . ¡°O que¡­? O um ?¡± ¡° ¡­ Sim.¡± suspirou. ¡ª Isso pode explicar algumas coisas ent?o. ¡°¡­ Como o qu¨º?¡± fez uma pausa, sem saber se deveria responder, mas acabou fndo. ¡°Descobri h¨¢ cerca de uma hora o que aconteceu nosso investigador particr¡±, disse . ¡°Ele foi morto alguns meses atr¨¢s em um territ¨®rio vizinho. A matilha est¨¢ tentando nos contatar para perguntar sobre seu ¨²ltimo caso, mas mantivemos nossa identidade t?o bem escondida que eles n?o sabiam como nos encontrar.¡± Fechei os olhos, sentindo a onda de exaust?o que esse novo desenvolvimento trouxe. ¡°¡­ Ent?o, na verdade, foi Thea quem fez.¡± ¡°Senhorita.. ?¡± Eu j¨¢ suspeitava disso, mas ouvir essa not¨ªcia agora s¨® me deu mais certeza. Thea foi quem matou Myra. ¡° deve ter percebido que algu¨¦m a estava rastreando e manteve distancia at¨¦ que o investigador se encontrou voc¨º da ¨²ltima vez. Isso explicao foi capaz de me encontrar. s¨® teve que seguir seu rastro at¨¦ aqui. A morte do investigador foi provavelmente apenas para que ele n?o pudesse nos alertar quando cruzasse o territ¨®rio da N¨¦voa Invernal. Quanto sabia sobre mim ent?o? deve estar me observando desde antes mesmo do ataque da Lamina Dourada. Se fosse esse o caso, provavelmente sabia tudo sobre mim¡­ sobre Myra, e possivelmente at¨¦ sobre Aleric e Cai tamb¨¦m. E aqu faca de prata? estava trabalhando os bandidos tamb¨¦m? A pr¨®pria Thea era uma vigarista? Pode explicar por que nunca encontramos nenhuma informa??o sobre pertencer a um bando. Mas eu nunca a teria tomado por algu¨¦m que pudesse fazer isso. Uma cad astuta e faminta de poder? ro. Fisicamente assassino e violento? ¡­N?o muito. Na minha vida passada, foi conivente, manipdora e provocou minha morteo uma cobra nos bastidores. At¨¦ onde eu sabia, nunca tinha feito o trabalho sujo sozinha. Na verdade, eu nem tinha percebido que teve um papel ativo na minha morte at¨¦ que eu a vi sorrindo maliciosamente antes da minha condena??o. Seu estilo sempre foi agiro inocente e conquistar o cora??o das pessoas. Isso me fez pensar qual era o no d agora e se ainda estava querendo se tornar Luna. n?o percebeu que eu poderia culpar parte d p morte de Myra? Que eu poderia amarr¨¢ em toda a confus?o e acus¨¢ de trabalhar os bandidos? Parecia improv¨¢vel que algu¨¦m a deixasse entrar no bando um dia uma acusa??o dessas contra . Mas¡­ ent?o havia minha adaga de prata. Eu precisava perceber que a coisa toda agora poderia ser passadao apenas um ataque desonesto. Talvez tivesse encenado intencionalmente assim. panhado de Apesar das apari??es que tivemos h¨¢ pouco tempo na floresta, parecia muito prov¨¢vel que ningu¨¦m acreditaria em mim se eu dissesse que era Thea sem provas. A ¨²nica evid¨ºncia real que eu poderiaContent rights belong to N?velDrama.Org. fornecer era que Myra esteve p ¨²ltima vez¡­ e que o Pl que eu contratei para encontr¨¢ dois anos atr¨¢s agora estava morto. N?o que esta op??o fosse melhor. Revr ao bando que eu tinha contratado algu¨¦m para encontr¨¢ s¨® levaria a perguntas que eu n?o poderia responder. Significaria dizer a verdade sobre meu verdadeiro passado e futuro. Um futuro que eu aparentemente n?o podia mais ver. Um futuro para o qual de repente eu estava t?o cego. E me ocorreu que desta vez eu estavapletamente impotente para salvar Myra . Eu n?o tinha visto em uma vis?oo eu tinha dois anos atr¨¢s. Ent?o por que eu n?o tinha visto? O que eu fiz de errado dessa vez para que essa habilidade est¨²pida me decepcionou no momento em que mais precisei ? ¡­ Mas ent?o um pensamento me ocorreu. Talvez em vez de me concentrar em ficar fisicamente mais forte para lutar esse tempo todo, eu deveria ter passado algum tempo aprendendo sobre minha marca e como funcionava. Eu sempre agio se nunca quisesse esms gratuitas da Deusa e estivesse tentando alcan?ar meu objetivo sem sempre que poss¨ªvel para provar um ponto. ¡­ Essa foi a maneira de Selene me fazer me arrepender disso? Para me provar que era todo- poderosa e que eu precisava d de alguma forma para sobreviver? ¡°¨¢ria?¡± Olhei para cima e vi que Lucy estava me observando o tempo todo que eu estava silenciosamente perdida em meus pr¨®prios pensamentos. ¡°¡­ Voc¨º n?o ¨¦ totalmente culpada aqui¡±, eu disse, percebendo que eu tinha deixado pensando que era a culpada por n?o saber sobre o investigador. Era verdade que Thea provavelmente a seguiu at¨¦ mim, mas eu sabia que a culpa tamb¨¦m era minha. ¡°Dev¨ªamos ter feito check-in mais regrmente para evitar isso. Por favor, assegure-se de que o sal¨¢rio de um ano seja enviado para a fam¨ªlia dele minhas condol¨ºncias. N?o vaipensar por ele ter perdido a vida, mas pelo menos talvez lhes d¨º algum conforto at¨¦ que sejam capazes de superar essa trag¨¦dia.¡± Lucy franziu os l¨¢bios ligeiramente. ¡°E voc¨º?¡± Eu fiz uma careta um pouco, meu rosto muito inchado e dolorido para dar qualquer express?o real. ¡°Eu..?¡± ¡°Sim¡­o voc¨º vai superar isso?¡± perguntou. Eu poderia dizer que estava genuinamente preocupadaigo, mas eu n?o tinha uma resposta para . ¡°Eu n?o estou¡±, eu finalmente respondi depois de uma pequena hesita??o. ¡°N?o mere?o nenhum consolo pelo que fiz.¡± ¡°¨¢ria-.¡± ¡°Chega¡±, eu disse, cortando-a antes que pudesse discordar de mim. Eu podia ouvir minha voz segurando um tom suave de autoridade sobre que n?o podia contestar. ¡°Isso ¨¦ tudo, Lucy. Vou me dirigir para casa para que sua ajuda n?o seja necess¨¢ria esta noite. relutantemente abaixou a cabe?a e eu tr¨ºm me levantei. Fazia horas desde que eu me mudei e meu corpo inteiro estava dolorido, r¨ªgido e co?ando do sangue seco arranhando minha pele. Eu n?o deixei que isso me impedisse enquanto caminhava para fora, agora vendoo o c¨¦u j¨¢ havia escurecidopletamente na madrugada, e me dirigi diretamente para o meu carro. ¡°¨¢ria! Onde voc¨º est¨¢ indo?¡± uma voz me chamou de repente. Era a voz de Aleric. Eu reconheci muito bem, ¨¦ ro. Eu n?o o tinha visto desde que ele saiu para entrar em contato as equipes de patrulha e n?o esperava fr ele novamente antes de sair. Ele estava ajudando a orquestrar todo o grupo de busca, ent?o eu sabia que ele estava incrivelmente ocupado. ¡°¡­Casa,¡± eu disse baixinho enquanto continuava andando. ¡°Curtiu isso? Pelo menos fique e limpe primeiro. Voc¨º ainda est¨¢¡­ ah. ¡®Voc¨º ainda est¨¢ coberto de sangue de Myra¡¯, eu disse na minha cabe?a, terminando sua frase. ¡°Est¨¢ bem. Vou limpar em casa.¡± Fui me virar, mas ele rapidamente cobriu a distancia entre n¨®s at¨¦ ficar ao meudo. Eu n?o conseguia encontrar seus olhos, por¨¦m, optando por me concentrar em qualquer outra coisa ao meu redor. ¡°Eu n?o acho que voc¨º deveria estar sozinha agora,¡± ele objetou gentilmente. ¡°Por favor¡­ fique um pouco mais. Voc¨º pode sevar e eu vou organizar algumas roupas limpas para voc¨º. Ele estava preocupadoigo. Assimo Lucy tinha sido. Assimo todo mundo que estava olhando para mim nas ¨²ltimas horas, enquanto eles andavam p s de estar, eu estava sentado em coma. Mas n?o, eu sabia que precisava ficar sozinha. Achei que seria melhor se eu ficasse assim de agora em diante. ¡°Realmente, est¨¢ tudo bem, Aleric,¡± eu disse, desligando sua sugest?o quase que instantaneamente. Ele parou por um momento, possivelmente pensando no que mais poderia dizer para me convencer, mas finalmente suspirou em derrota. ¡°..Ok,¡± ele disse, um tom quase estranho. Ele se arrastou um pouco em seu lugaro se tivesse algo mais a dizer, mas em vez disso, ele fez algo que eu n?o esperava ¡­Ele me puxou em seus bra?os¡­ e me abra?ou. Em um abra?o real. De Alerico. ¡°Lamento que isso tenha acontecido,¡± ele disse suavemente, fndo perto do meu ouvido. ¡° n?o merecia isso. E voc¨º tamb¨¦m n?o. Meu corpo inteiro ficou tenso instantaneamente seu contato, tornando-sepletamente im¨®vel e r¨ªgido. Foi a primeira vez que estive t?o perto dele que pude sentir seu cheiro familiar. E, no entanto, mesmo depois de todo esse tempo, eu ainda achava estranho ser capaz de sentir seu cheiro fresco de floresta sem o v¨ªnculo dopanheiro. Por seis anos esse perfume tinha sido o para¨ªso para mim. E ent?o, ap¨®s sua rejei??o for?ada, tornou-se meu inferno. Mas o abra?o era a ¨²ltima coisa que eu esperava que ele fizesse; a ¨²ltima coisa que eu jamais pensei que ele fosse capaz de fazer. E dado que eu tinha acabado de sofrer o mais cruel dos lembretes sobre Thea e meu passado neste dia, isso s¨® me fez sentir mais desconfort¨¢vel. Este era o homem que tinha amado aqu mulher nojenta. Quem a escolheu. Quem havia lhe dado sua marca. ¡­ E tinha matado minha melhor amiga. havia matado algu¨¦m que n?o representava nenhuma amea?a para . havia matado Myra apenas porque era algu¨¦m quem eu me importava. Ao longo desses ¨²ltimos anos, eu me adaptei e aprendi a ser capaz de dissociar os dois Alerics; aquele que tinha abusado e me atormentado, e aquele que era mais jovem e aparentemente diferente, at¨¦ mais gentil. Aquele que eu senti que poderia ajudar a mudar. Mas esta noite, foi dif¨ªcil para mim fazer isso ¨¤ luz de tudo o que aconteceu. Porque esta noite eu n?o era mais o ¡®eu¡¯ o qual me acostumei. Eu n?o era a corajosa, forte, disposta a superar qualquer problema ¡®Aria¡¯. N?o, dado o estado em que eu estava, me senti mais perto de ser a velha Aria. E agora eu sentia medo. Sozinho. Preocupado. Tive medo de que a qualquer momento eu pudesse perder algu¨¦m quem me importava. E Aleric era apenas um lembrete daqus emo??es as quais eu estava muito familiarizada. Ele finalmente me soltou depois de alguns segundos, mas eu ainda me sentiapletamente congda no lugar, lutando parapreender tudo o que estava acontecendo dentro da minha cabe?a. ¡°Desculpe¡­¡±, ele disse baixinho depois que eu n?o disse nada. Uma parte de mim poderia ter se sentido culpada em um dia normal. Talvez eu tivesse sido forte o suficiente para finalmente abra?¨¢-lo de volta. Mas eu n?o podia sentir nada por ele naquele momento. Fisicamente n?o havia mais espa?o dentro de mim para poder sentir qualquer outra coisa. ¡°¡­ Obrigado por toda a sua ajuda, Aleric,¡± eu finalmente disse sem rodeios. Eu podia sentir seus olhos olhando para mim, mas eu ainda me recusei a olhar para ele. Em vez disso, escolhi olhar para as chaves na minha m?o antes de caminhar o restante do caminho at¨¦ o meu carro. E enquanto eu estava sentado no banco do motorista, olhando para frente, tudo que eu conseguia focar era no vnte ¨¤ minha frente. O vnte onde marcas de m?os sangrentas o envolveram, me lembrando mais uma vez que tudo isso era real. Isso hoje realmente aconteceu; que, ao contr¨¢rio de um carro, n?o haviao voltar atr¨¢s N?o para Myra de qualquer maneira; a garota que se consideravapletamente mediana. ¡­ A garota que morreu sem que eu pudesse dizer a o qu?o importante era. Cap铆tulo 51 Cap¨ªtulo 51 Cap¨ªtulo Cinquenta e Um Tr¨ºs dias. Fazia tr¨ºs dias desde que Myra havia morrido¡­ e eu me sentia suspensa no tempo, sem saber o que fazer a seguir. Depois daqu noite, cheguei em casa e fui direto para o chuveiro. O processo demorou um pouco, pois precisei tirar todas as roupas que estavam grudadas em mim; sua condi??o n?o ¨¦ mais recuper¨¢vel e precisaria ser jogada fora. Eu estava embaixo do chuveiro e assisti enquanto a ¨¢gua quente ficava vermelha ao meu redor, lavando todas as evid¨ºncias do que eu tinha feito. Mas n?o foi o suficiente. Mesmo quando a ¨¢gua come?ou a ficar ra,ecei a esfregar meu corpo. Esfreguei¡­ e esfreguei¡­ e esfreguei¡­ at¨¦ minha carne ficar quase t?o vermelha quanto a ¨¢gua. Mas mesmo assim, eu ainda podia v¨º-lo. Eu ainda podia sentir. N?o tinha sido suficiente. *Eu* n?o tinha sido suficiente. Por tr¨ºs dias, eu n?o fiz nada al¨¦m de ficar deitada na cama, malendo ou me movendo. Era tudo que eu podia fazer. Meus pais tentaram frigo, mas eu n?o sabia o que dizer. Eu nem tinha coragem de mentir e faz¨º-los se sentirem seguroso eu poderia ter feito normalmente. Por dentro, eu havia perdido todo o senso de motiva??o para continuar. Desde que voltei, eu estava trabalhando t?o duro para me manter vivo, para impedir qualquer desgra?a iminente que ainda estava por acontecer, mas eu estava t?o focado em me salvar que agora sacrifiquei outra pessoa por essa causa. E Thea? Bem, se isso era um jogo de xadrez, ent?o eu sentia que tinha acabado de perder uma das minhas pe?as mais importantes. Todo esse tempo eu pensei que Thea estava jogandoo um rei, governando nos bastidores e mantendo a seguran?a. Mas eu estava errado. Assimo suas ambi??es na vida, parecia que Thea estava realmente jogandoo uma rainha; capaz de se ajustar e mudar dependendo da situa??o¡­ e capaz de ir al¨¦m para atacar ou matar, se necess¨¢rio. Afastei os pensamentos instantaneamente, me sentindo maligo mesma. L¨¢ estava eu indo de novo¡­ pensando nos outroso pe?as do meu jogo de sobreviv¨ºncia. Foi exatamente assim que consegui matar Myra. at¨¦ apontou para mimo eu estava agindo t?o ego¨ªsta e ainda, nem dez minutos depois, eu a enviei para morrer por mim. E fez isso um sorriso no rosto, feliz por estar me ajudando. Em volta do meu pesco?o, eu podia sentir distintamente o peso do cr de Myra, agora pesado a culpa que eu carregava. ¨¤s vezes eu sentia que isso me impedia de respiraro se fosse me esmagar lentamente, mas era sempre apenas na minha cabe?a. ¨¤s vezes fiquei desapontado quando percebi esse fato. E assim, p mil¨¦sima vez naquele dia, tracei meus dedos ao longo da pedra embutida na corrente, consumido em meus pr¨®prios pensamentos, assimo eu tinha sido todos os dias que se passaram desde a morte d. T?o focado na minha cabe?a que quase nem percebi o som de batidas vindo da porta do quarto. Mas n?o me virei para ver quem era. N?o havia sentido. Eram meus pais ou Lucy, j¨¢ que todo mundo tinha sido informado de que eu n?o estava recebendo visitas. ¡°Senhorita?¡± L¨²cia. Fiquei im¨®vel, olhando para o teto, e esperei que me dissesse o que quer que tivesse vindo dizer. Cap¨ªtulo Foily Um ¡°Senhorita, voc¨º teve outro visitante hoje.¡± Isso n?o era ium. Aparentemente, Aleric apareceu ontem para fazer o check-in, mas minha m?e explicou que eu ainda n?o estava bem. V¨¢rias outras pessoas tamb¨¦m vieram nos ¨²ltimos dias, seja por preocupa??o ou para fazer mais perguntas, mas a todos eles foram convidados a gentilmente me dar algum espa?o. Eu n?o tinha certeza por que Lucy ainda estava se iodando em me dizer. ¡°Era um menino,¡± continuou. ¡°Seu nome era¡­ Caio? Aquele herdeiro Alfa do bando Silver Lake.¡± Eu congelei ao som de seu nome. Cai. Eu o estava evitando deliberadamente esse tempo todo porque n?o sabiao enfrent¨¢-lo. Ele sabia o que eu tinha feito? Ele tinha ouvido fr da morte de Myra? ¡°¡­O que ele disse?¡± Eu perguntei calmamente. ¡°Oh¡­ hum,¡± Lucye?ou, provavelmente surpresa que eu estava realmente parecendo interessada p primeira vez. ¡°Ele disse que queria checar voc¨º. Desculpas, n?o havia nenhuma mensagem real al¨¦m disso.¡± N¨®s trabalhamos t?o duro para salvar Myra , quase morrendo nesse processo, e ainda assim eu de alguma forma consegui mat¨¢ de qualquer maneira. Ele me odiava agora? Mas n?o, eu sabia que provavelmente n?o era o caso. Eu duvidava muito que algu¨¦m tivesse dito a ele que a culpa era minha, j¨¢ que todos ainda tinham a impress?o de que esses eram os bandidos. N?o havia provas concretas que sugerissem que Thea estivesse envolvida¡­ e ningu¨¦m sabia que Thea e eu est¨¢vamos ligados. Forcei-me a sentar, minha cabe?atejando o movimento repentino. ¡°Senhorita¡­?¡± Lucy perguntou, surpresa. ¡°Voc¨º est¨¢ se levantando? Voc¨º queria alguma coisa?¡± Mas eu a ignorei, jogando minhas pernas para odo da cama, e belisquei a ponta do meu nariz. Eu estava precisando de um segundo para me concentrar em acalmar a confus?o dentro da minha mente. ¡°Por favor, me d¨º algo para vestir, Lucy¡­ eu vou sair.¡± hesitou por um momento em choque antes de correr rapidamente para o guarda-roupa para fazer o que eu pedi. Eu sabia que algu¨¦m precisava contar a verdade a Cai. Ele era seu amigo tamb¨¦m, afinal. Se fosse eu, gostaria de saber . Depois de apenas uma hora, encontrei-me dodo de fora da porta de onde Cai estava hospedado. Eu perguntei sobre qual casa ele estava ocupando no escrit¨®rio administrativo que supervisionava as resid¨ºncias de h¨®spedes. Dada a minha posi??o, eles felizmente deram a informa??o rapidamente. No entanto, eu estava olhando para a porta da frente por cinco minutos e ainda n?o tinha coragem de bater. Eu estavaetendo um erro? Devo ir embora e fingir que nunca estive l¨¢? N?o, ele seria capaz de cheirar que eu estive aqui. Eu estava dodo de fora por tanto tempo agora que eu tinha certeza de que ele saberia que eu viria v¨º-lo, independentemente do que eu decidisse fazer a seguir. Respirei fundo e fui bater¡­ mas a porta se abriu antes que eu pudesse fazer contato. Cai estava do outrodo, parecendo atordoado ao me ver. Pude ver que seus olhos tinham leves tra?os de olheiras e s¨® pude supor que isso se devia ¨¤ not¨ªcia da morte de Myra. ¡ª Achei que fosse voc¨º ¡ª disse ele. ¡°Era isso ou eu tinha enlouquecido sendo capaz de sentir seu cheiro nos ¨²ltimos minutos. Voc¨º realmente esteve l¨¢ o tempo todo?¡± Sempre tentando fazer a luz de uma situa??o. Mesmo em um momentoo este. Cap¨ªtulo Cinquenta e Um Mas quando encontrei seus olhos, s¨® pude sentir que tinhaetido um erro ao vir aqui. Eu senti que n?o estava pronta para enfrent¨¢-lo ainda e meu corpoe?ou a tremer, l¨¢grimas come?ando a encher meus olhos. ¡°Sinto muito, Cai,¡± eu sussurrei, virando meu rosto quando eu n?o conseguia mais olhar para ele. ¡°Eu sinto Muito. Foi minha culpa.¡± ¡° ¨¢ria?¡± Ele imediatamente percebeu que eu n?o estava bem e correu para frente, tentando me confortar. Levou alguns momentos antes que ele finalmente fsse novamente. ¡°Vamos. Entre e sente-se,¡± ele disse, gentilmente pegando minha m?o para me guiar p porta. Ent?o podemos conversar sobre o que quer que voc¨º esteja fndo.¡± Entrei na casinha que consistia em um quarto, s, banheiro e uma pequena ¨¢rea de cozinha. As casas de h¨®spedes eram propositadamente independentes, j¨¢ que t¨ªnhamos os meios e o or?amento para oferecer isso dentro da N¨¦voa de Inverno. Ele caminhou pelo corredor e me sentou no sof¨¢, jogando um cobertor em volta dos meus ombros e interpretou mal o meu tremor. ¡°Tudo bem, faleigo¡±, disse ele, sentando-se ao meudo. Demorou um pouco antes que eu pudesse confiar na minha voz o suficiente para n?o vacr completamente. ¡°Me desculpe¡­ me desculpe por Myra,¡± eu disse, l¨¢grimas caindo pelo meu rosto. ¡°Eu n?o pude salv¨¢- la desta vez. Eu n?o podia¡­ eu a mandei fazer alguma coisa e foi morta por causa disso. Por minha causa. Porque eu estupidamente a deixei chegar perto d. Ele ficou em sil¨ºncio por alguns segundos , tentando processar o que eu tinha acabado de dizer, antes de finalmente fr. ¡°. . . Voc¨º est¨¢ dizendo que Myra n?o foi morta pelos bandidos? Eu bncei minha cabe?a. ¡°N?o¡­ talvez¡­ eu n?o sei. Era uma garota chamada Thea. Provavelmente trabalhando os bandidos, pelo que sei. Mas ningu¨¦m acredita em mim. Ningu¨¦m acredita em mim que definitivamente era . E eu sabia que Thea era suspeito e ainda deixei Myra ir fr . ¨¦ tudo culpa minha, Cai¡­ sinto muito. Ele pausou novamente, ramente ainda muito confuso. ¡°¡­ Voc¨º sabia que era t?o perigosa? Que possa machucar fisicamente Myra? Assitiu. ¡°N?o¡­ mas 1-,¡± ¡°Ent?o n?o ¨¦ sua culpa,¡± ele disse ramente. Como se isso fosse suficiente para tornar tudo melhor. ¡°Mas, Cai, eu estava¡ª,¡± ¡°Aria,¡± ele disse em um tom agora s¨¦rio, me interrompendo mais uma vez. Ele descansou a m?o na minha bochecha para me fazer encontrar seus olhos. ¡°Seu. N?o. Sua. Culpa.¡± Eu podia sentiro uma parte de mim quebrou suas pvras, solu?os me superando enquanto eu cedia ¨¤ minha dor. Ele me puxou para o seudo e me segurou enquanto eu chorava contra seu peito. Eu podia sentiro sua presen?a reconfortante tentava me acalmar por dentro enquanto me permitia tir¨¢-lo do meu sistema. Eu n?o tinha certeza de quanto tempo ficamos assim, mas logo pude sentir quee?ava a me acalmar por dentro mais uma vez; a dorm¨ºnciae?ando a congr de volta conforme os segundos passavam. Era uma sensa??o agora familiar a qual eu estava me acostumando. Algo que parecia melhor do que a dor, pelo menos. Mas, quando minha mentee?ou a rear, fiquei dolorosamente ciente do fato de que Cai e eu ainda est¨¢vamos nos tocando. Ele estava quente¡­ mais quente do que qualquer coisa que eu senti nos ¨²ltimos tr¨ºs dias. Tr¨ºs dias em que por dentro eu estava desprovida de qualquer coisa que parecesse viva. E assim, enquanto eu olhava para seus incr¨ªveis olhos dourados que sempre queimavamo Cap¨ªtulo Cinquenta e Um min¨¦rio derretido, uma parte de mime?ou a se perguntar se havia uma alternativa para esse estado de torpor. Porque ele estava perto. T?o perto. Perto o suficiente para que eu pudesse ver cada linha e detalhe em seu rosto¡­ seus olhos¡­ sua bochecha¡­ seus l¨¢bios. Perto o suficiente para que eu pudesse sentir sua respira??o enquanto meu pr¨®prio corpo gravitava em dire??o a ele, sendo atra¨ªdo a promessa de sentir algo diferente desse pesadelo interno congdo. Que se eu apenas estendesse a m?o e o agarrasse, seria preenchido algo imposs¨ªvel de dar vida de volta a mim. Eu parei bem quando nossos rostos estavam a apenas uma polegada de distancia, bem ¨¤ beira de ser capaz de parar ali sem consequ¨ºncias¡­ e logo antes de eu decididamente ir contra o meu melhor julgamento¡­ e hesitantemente trouxe meus l¨¢bios para encontrar os dele suavemente de qualquer maneira. Por dentro, eu podia sentir o al¨ªvio imediato de formigamento ao contato, correndo pelo meu est?mago em dire??o ao meu n¨²cleo. Era algo diferente. Algo novo. Algo que eu nunca tinha experimentado antes ainda era algo que eu podia sentir-mee?ando a desejar. Eu sabia que ele podia sentir minha incerteza ao me deixar liderar; meu pr¨®prio conflito inst¨¢vel dentro de mim tendo que tomar um momento para absorver a nova sensa??o, de aprendero ele se sentia contra mim. Como seus l¨¢bios eram t?o quentes quanto suas m?os¡­ m?os que estavame?ando a pressionar t?o suavemente em minhas costas e cintura quando ele me trouxe para mais perto. Eu respondi na mesma moeda, aprofundando o beijo, agora precisando de mais. Eu precisava daqus fa¨ªscas¡­ daqu chama¡­ daquele fogo furioso que talvez pudesse me fazer sentir viva novamente. E enquanto eu gentilmente estendi a m?o para ele, eu pude sentiro eu poderia ficar viciada nisso t?o facilmente. Como, quando movi minha m?o lentamente contra seu peito, pude sentir seu cora??o acelerado sob minha palma. Uma rea??o que me fez perceber que a minha estava retribuindo da mesma maneira. Ele imediatamente sentiu a mudan?a no meu corpo, tomando meu movimento mais confianteo confirma??o de que eu queria isso tamb¨¦m, e segurou meu rosto em uma de suas m?os, trazendo seu calor para mais perto do meu corpo enquanto ele me aproximava. Era t?o diferente de tudo que eu tinha experimentado antes. No passado Aleric, seu toque nunca foi amoroso e nosso tempo sozinho sempre foi extremamente cl¨ªnico. N?o havia necessidade de intimidade real, j¨¢ que, afinal, ele estava apenas cumprindo o dever de produzir um herdeiro. Minhas necessidades nunca entraram em mim Mas naqu ¨¦poca, meu ¨²nico prazer durante esses momentos Aleric foram as fa¨ªscas artificiais for?adas por um v¨ªnculo depanheiro. E, no entanto, isso era algopletamente diferente. N?o parecia involunt¨¢rio ou pressionado¡­ parecia real. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Com as m?os tr¨ºms, ent?o passei meus dedos por seu cabelo castanho escuro, precisando de mais do que quer que fosse. Precisando mais dele. E, enquanto eu fazia isso, eu me perguntava¡­ se eu me entregasse a elepletamente naquele momento, ele me devoraria naquele calor dele¡­ ou me salvaria em vez disso? ¡®Nenhum deles¡¯, o velho eu sussurrou baixinho para dentro. ¡ª Voc¨º ¨¦ um veneno para ele. N¨®s somos veneno. O choque das pvras repentinas na minha cabe?a me for?ou a me afastar, me deixando os olhos arregdos para Cai na minha frente. ¡°Toda vez que damos nosso amor a algu¨¦m, s¨® deixa sofrimento em seu rastro¡±, continuou . ¡° ¡­ ¨¢ria ? ¡ª Cai perguntou baixinho, sentindo minha mudan?a abrupta. ¡ª Fizemos um juramento ¡ª disse . ¡°Quando nossa cabe?a estava prestes a cair naquele toco diante da espada, deramos que o ¨²nico erro queetemos foi amar algu¨¦m. A morte de Myra foi resultado deeter o mesmo erro mais uma vez. Instantaneamente me senti doente e percebi que agora estava colocando Cai em perigo para minhas pr¨®prias necessidades. ¡°Eu n?o posso¡­¡±,ecei a dizer em voz alta, mas n?o tinha certeza deo formar as pvras. ¡° . . . Voc¨º est¨¢ bem ? _ O que h¨¢ de errado?¡± A express?o de Cai havia mudado. Ele olhou para mim afli??o, mas mal registrado em minha mente. Eu bncei minha cabe?a, tremendo tentando me levantar. Ele tentou me alcan?ar, mas eu me afastei e levantei minhas m?os em um gesto defensivo para dizer que ele deveria manter distancia, ¡°Eu n?o deveria estar aqui. Eu n?o posso estar aqui,¡± eu disse, ¡°eu preciso ir.¡± ¡°Aria, espere, faleigo. ¨¦ algo que eu fiz?¡± ¡°N?o¡­ n?o¡­ eu s¨®. Isso¡­ isso n?o est¨¢ certo. Eueti um erro,¡± eu consegui dizer desarticdamente. Comecei a andar em dire??o ¨¤ porta da frente, sem realmente ver nada na minha frente, mas suas pvras me pararam quando estendi a m?o para a ma?a. ¡°¡­Isso ¨¦ por causa de Myra? Porque voc¨º ainda est¨¢ se culpando p morte d? Porque voc¨º n?o sente que merece ficar bem?¡± Senti meu cora??o disparar dentro do peito. ¡°¡­ Porque isso n?o foi culpa sua, Aria,¡± ele continuou. ¡°Voc¨º precisa parar de pensar que foi. A morte de Myra n?o est¨¢ em suas m?os. Eu queria voltar e olhar para ele, mas sabia que se o fizesse, seria muito dif¨ªcil sair. E ent?o falei baixinho para a porta, quaseo se estivesse dizendo isso para mim mesma ¡°¡­ Voc¨º n?o sabe nada sobre mim, Cai.¡± E eu sa¨ª sem esperar nem um segundo a mais. Cap铆tulo 52 Cap¨ªtulo 52 Cap¨ªtulo Cinquenta e Dois Passaram-se mais dois dias at¨¦ que o funeral de Myr a fosse realizado. O evento foi realizado ao ar livre e, embora eu tenha tentado o meu melhor para esconder minhas caracter¨ªsticas mais distingu¨ªveis para n?o se destacar, ainda tomei precau??es, mantendo distancia dos participantes de qualquer maneira. Eu n?o queria enfrentar ningu¨¦m, muito menos fr ningu¨¦m neste dia. Algo mais f¨¢cil dizer do que fazer a grande participa??o. Tantas pessoas aqui se importaram e amaram Myra; tantas pessoas que havia tocado sua natureza gentil. Ele variou de fam¨ªlia, professores e at¨¦ mesmo algumas das crian?as mais velhas que viviam no orfanato. E embora eu n?o pudesse v¨º-los de onde eu estava na parte de tr¨¢s, eu sabia que Aleric e Cai estavam presentes em algum lugar tamb¨¦m. Tantas pessoas estavam sofrendo agora, assimo eu¡­ Era uma coisa dif¨ªcil de aceitar, j¨¢ que eu me sentia t?o respons¨¢vel por tir¨¢ deles. Foi assim que as fam¨ªlias choraram quando eu matei inocentes em minha vida passada tamb¨¦m? Quando o sole?ou a se p?r, o funerale?ou. As cerim?nias dos lobos ocorriam ¨¤ noite ou o mais pr¨®ximo poss¨ªvel disso. Sendo assim, a Deusa, Selene, poderia testemunhar. N?o que realmente se importasse ou fizesse algo para intervir de qualquer maneira . Em termos de funerais, por¨¦m, a hora do dia geralmente era marcada para quando a luz final logo morreria. Isso foi tanto por raz?es simb¨®licas, mas tamb¨¦m pelodo pr¨¢tico que nos permitiria enterrar nossos mortos. sem a necessidade de tochas. Eu fui e sentei no canto de tr¨¢s. No entanto, ao faz¨º-lo,eti um erro. Enquanto eun?ava um olhar para as pessoas ao meu redor, meus olhos ca¨ªram em um par de dourados olhando de volta. Olhos que eu n?o queria ver. Foi apenas por um segundo, mas isso foi tudo o que era necess¨¢rio. Em apenas um momento, eu me senti oprimido sobreo um olhar t?o pequeno e insignificante poderia dizer tanto entre duas pessoas. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Eu rapidamente desviei os olhos na esperan?a de que seria o suficiente. O suficiente para ele n?o querer vir e frigo. Porque eu n?o poderia lidar isso hoje. Eu n?o poderia lidar mais nada. O que quer que tivesse acontecido Cai tinha sido um erro e eu definitivamente n?o estaria abordando isso agora . Felizmente, parecia que Cai entendeu a mensagem, pois n?o se aproximou de mim. Eu mantive minha cabe?a baixa depois disso, tentando ouvir o Anci?o nomeado conduzindo o funeral. No entanto, era dif¨ªcil ouvir o que eles estavam dizendo. Eu sabia que precisava estar aqui, mas estava ficando cada vez mais dif¨ªcil. Cada respira??o estava parecendo mais dif¨ªcil de tomar do que a ¨²ltima enquanto a ansiedade e a dor dentro de mim aumentavam. Finalmente, uma vez que tudo acabou, eu n?o pude deixar de exr bruscamente de al¨ªvio. Fiquei at¨¦ quase todos terem sa¨ªdo antes de aproveitar a oportunidade que precisava, caminhando para me aproximar do caix?o. Fiquei grata por ser um caix?o fechado, pois n?o sabia o que faria se tivesse sido for?ado a olhar para o rosto d mais uma vez, revivendo as lembran?as de quando a encontrei no parque. Coloquei a m?o suavemente na tampa e fechei os olhos. ¡°Sinto muito, Myra,¡± eu disse baixinho. De repente, senti a m?o de algu¨¦m tocar meu ombro e olhei rapidamente para cima para ver os pais de Myra ali. *Obrigada por ter vindo,¡¯ sua m?e me disse. ¡ª Sabemos que nossa filha te amava muito. Significaria muito para saber que voc¨º veio hoje. Engoli em seco, apertando minha mand¨ªb por um segundo, e pude sentir uma onda de n¨¢usea bater no meu est?mago enquanto eu os ouvia ingenuamente me elogiar. *Sinto muito¡­,¡± eu disse fracamente. Ambos sorriram para mim, ramente entendendo mal e pensando que eu estava me desculpando por sua perda de uma maneira geral . ¡°Obrigada, querida¡±, disse sua m?e, gentilmente pegando minhas m?os nas d ternura. hesitou por um segundo antes de olhar para o pai de Myra e assentir; ambos silenciosamente concordando em algo ¡° N¨®s est¨¢vamos nos perguntando, se est¨¢ tudo bem para voc¨º¡­¡± e?ou devagar, insegura de si mesma. ¡°Ah¡­ Bem, realmente significaria muito se voc¨º pudesse aben?o¨¢ em nome da Deusa.¡± Ambos olharam para mim olhos grandes e esperan?osos, cheios de tanta tristeza e cren?a que talvez eu pudesse dar a sua filha um ¨²ltimo presente final para ficar em paz. Era uma no??o infantil acreditar que a Deusa realmente se importava qualquer um de n¨®s. Mas isso era o que eles pensavam ser verdade, o que eles tinham sido criados para pensar, assim como uma vez eu estupidamente acreditei em mim mesma na vida passada. E eu sabia que j¨¢ havia roubado a filha ¨²nica deles, ent?o foi! prestes a roub¨¢-los de sua f¨¦ tamb¨¦m? Afastei o mal-estar que me dizia para n?o fazer isso e gentilmente coloquei minha m?o de volta no caix?o de Myra. Era tudo besteira, eu sabia disso¡­ mas se o show os fez pensar que talvez Myra estivesse em um lugar melhor, que assim fosse. | Limpei a garganta antes de prosseguir. ¡°¨® Grande M?e , Selene, nossa Deusa que nos deu vida e for?a. Pedimos-lhe hoje que, por favor, guie sua filha , Myra, para a paz eterna. Sua alma pura foi¡­ erradamente tomada¡­ Isso estava errado . Eu n?o deveria estar fazendo isso. ¡° Ariadn e ? _ ¡ª ouvi sua m?e dizer. Eu bncei minha cabe?a, reconhecendo . ¡°Ah¡­ Hum, cuja alma foi injustamente¡­ ¨C.¡± Sua m?o alcan?ou meu ombro mais uma vez em conforto, mas eu n?o aguentei mais. ¡° Desculpe , eu n?o posso,¡± eu sussurrei. ¡°Eu sinto Muito. Eu sinto muito . ¡± | tr¨ºmulo , recuou do caix?o ee?ou a se afastar rapidamente de todos que permaneceram no funeral, sentindo uma sensa??o oprimindo-me de que eu sabia que seria incapaz de parar em breve. Avistei em algum lugar privado ¨¤ distancia, um lugar obscurecido por algumas ¨¢rvores e arbustos. Foi perfeito para o que eu estava procurando. Sem parar, eu imediatamente me aproximei dele, me jogando sobre a lixeira p¨²blica enquanto expurgava o pequeno conte¨²do do meu est?mago dentro d. Mas ao fazer isso, pude sentir que n?o estava sozinho. A presen?a familiar de outra pessoa estava por perto enquanto eles se encostavam em uma ¨¢rvore, observando a cena que acontecia diante deles em sil¨ºncio. Eles devem ter me seguido at¨¦ aqui do processo. ¡° Voc¨º parece uma merda , Aria,¡± eles finalmente disseram sem rodeios, depois que eu parecia me acalmar. ¡°Bom ver voc¨º tamb¨¦m, Aleric,¡± eu respondi debilmente, virando meu rosto para ele. Ele andou at¨¦ ficar ao meudo , mas eu poderia dizer que ele estava deixando uma distancia entre n¨®s Talvez ele tenha notadoo sua s¨²bita demonstra??o de afeto no outro dia s¨® me fez sentir pior , n?o confortada. Voc¨º sabe o que quero dizer¡±, disse ele. ¡°Parece que voc¨º n?o dorme h¨¢ dias. E , para ser honesto, se eu n?o tivesse visto voc¨º vomitar por mim mesma, eu estaria duvidando seriamente de seus h¨¢bitos alimentares tamb¨¦m. Limpei minha boca as costas da minha m?o antes de me endireitar. ¡°Estou bem.¡± ¡°Aria,¡± ele disse um tom de desaprova??o. ¡°Eu estava l¨¢ naqu noite, n?o minta. Eu ouvi o que voc¨º disse. ¨¦ ¨®bvio o que est¨¢ acontecendo quando voc¨º junta dois e dois.¡± ¡°Se voc¨º entende isso, ent?o voc¨º deveria focar a busca para encontrar a garota, Thea, n?o um bando de mndros.¡± Eu n?o estou fndo sobre isso,¡± ele argumentou. ¡°Estou fndo de voc¨º se culpar por algo que n?o fez. ¡°Voc¨º n?o sabe o que eu fiz!¡± Eu gritei. Ele deu um passo em minha dire??o, nossa conversa ficando mais acalorada. ¡°Eu sei o suficiente. Eu sei que voc¨º est¨¢ se sentindo respons¨¢vel por deix¨¢ sozinha algu¨¦m que voc¨º acredita que a matou. Mas ainda n?o temos nenhuma evid¨ºncia, Aria, ent?o n?o sei por que voc¨º est¨¢ agindo assim. ¡°Porque eu sou respons¨¢vel, Aleric!¡± eu assobiei. N¨®s nos encaramos, n¨®s dois uma intensidade em nossos olhos por causa da discuss?o. Algo que s¨® foi quebrado pelo som de algu¨¦m limpando a garganta, nos alertando para a presen?a de outro. ¡°Ah, licen?a, herdeiro Alfa, herdeiro Beta¡±, eles disseram sem jeito, provavelmente tendo captado a ¨²ltima parte de nossa discuss?o. ¡°Desculpe iod¨¢-lo, mas vim rtar um assunto urgente que requer sua aten??o.¡± N¨®s dois voltamos nossa aten??o para o jovem guerreiro que estava diante de n¨®s. Ele parecia aterrorizado por ter que ser o ¨²nico a nos interromper no meio da discuss?o. ¡°O que ¨¦ isso?¡± Aleric perguntou, respirando fundo para se acalmar. ¡° Ahh, n¨®s encontramos algu¨¦m. Uma garota. corresponde ¨¤ descri??o que o herdeiro Beta nos deu. A garota quem Myra foi vista p ¨²ltima vez. Senti minha respira??o ficar presa na garganta. ¡°Tea? Voc¨º encontrou Thea? Ele se virou para olhar para mim. ¡°Eu acredito que sim. Uma equipe de patrulha a viu na beira da floresta. Eu andei at¨¦ ele e peguei sua jaqueta em minhas m?os, meu corpo se movendo sozinho por descren?a.¡± Onde? Onde est¨¢?!¡± Ele ficou nervoso, desconfort¨¢vel meu aperto repentino sobre ele. ¡°Ah¡­ hum¡­ Sul. est¨¢ ao sul da cidade. N?o muito longe da torre de patrulha l¨¢.¡± Imediatamente soltei o guerreiro eecei a caminhar em dire??o ao estacionamento sem esperar. estava aqui. N¨®s a t¨ªnhamos ao nosso alcance e eu n?o a deixaria escapar desta vez. A aud¨¢cia que teve de aparecer hoje, de todos os dias, estava fazendo o sangue pulsar rapidamente em minhas veias. Ou havia estragado tudo ou talvez apenas tivesse um novo desejo de morte. Ambos estavam bem para mim, desde que pagasse pelo que fez. Entrei no meu carro e estava ligando a igni??o quando Aleric entrou nodo do passageiro ao meu lado. eu mal Capel?o Cinquenta e Dois prestei aten??o a ele quandoecei a sair. ¡°Eu n?o acho que voc¨º deveria ir,¡± ele finalmente disse depois de alguns minutos dirigindo. ¡°N?o hoje, pelo menos. Haver¨¢ muito tempo para question¨¢ nos pr¨®ximos dias. Mas eu simplesmente o ignorei. Ele teria que me amarrar a uma ¨¢rvore para me impedir de estar l¨¢. E mesmo assim, eu n?o tinha certeza de que seria o suficiente para me manter longe por muito tempo com o qu?o motivado eu estava naquele momento. N?o demorou muito para chegar e instantaneamente avistei o pequeno grupo de guerreiros, aglomerando-se em um grande c¨ªrculo ao redor de algo. Ou melhor, perto de algu¨¦m. Abri caminho pelo grupo, at¨¦ o centro¡­ e l¨¢ estava . Sentada no ch?o, cuidando do que parecia ser um p¨¦ gravemente ferido¡­ Era Thea. 1 Para serpletamente honesta, parecia estar em p¨¦ssimas condi??es. V¨¢rios cortes e hematomas cobriam seu corpo da cabe?a aos p¨¦s e ainda estava usando as mesmas roupas que eu a tinha visto da ¨²ltima vez. Mas n?o importava. Eu n?o me importei. Eu sabia o que precisava fazer. Erao se o gelo entorpecente dentro de mim estivesse finalmente derretendo, sendo substitu¨ªdo por um fogo sozinho. Porque havia apenas uma pessoa que eu culpava p morte de Myra mais do que eu, e estava me encarando pateticamente seus grandes olhos castanhos caramelo. ¡®Mate-a¡¯, meu antigo eu sussurrou na minha cabe?a. ¡ª Mate-a agora. Estrangule-a at¨¦ que a luz de seus olhos se apague. P primeira vez est¨¢vamos em perfeito acordo e n?o precisei que me dissessem duas vezes. Eu caminhei at¨¦ sem hesitar e estava prestes a men?ar sobre quando Aleric de repente me agarrou p cintura, me levantando para longe da multid?o e de volta para o carro. Ele deve ter percebido imediatamente o que eu nejava fazer. ¡°Al¨¦rico! Me deixar ir!¡± Eu gritei, me debatendo em seus bra?os. ¡°Eu vou mat¨¢, porra! Eu vou mat¨¢!¡± ¡°Pare!¡± ele gritou, me colocando no ch?o para pegar meu rosto em suas m?os. Era tudo o que ele podia fazer para que eu finalmente tirasse meus olhos de Thea tempo suficiente para olhar para ele. ¡°Controle-se! Voc¨º ¨¦ um herdeiro Beta, porra. Voc¨º n?o pode simplesmente atac¨¢ assim. Voc¨º ainda n?o tem nenhuma evid¨ºncia de que esteja envolvida maliciosamente e pode ter informa??es vitais.¡± ¡°N?o¡­ n?o, n?o, n?o,¡± eu disse, empurrando-o para longe. ¡°N?o, eu vou mat¨¢. Foda-se. Foda-se . Eu deveria ter feito isso h¨¢ muito, muito tempo.¡± Eu fui para a tempestade de volta, mas ele agarrou meu bra?o, me puxando para ele novamente. E ele se moveu at¨¦ que ele estava fndo diretamente no meu ouvido em uma voz baixa e calma. ¡ª Se voc¨º n?o pode se contrr, ent?o n?o terei escolha a n?o ser remov¨ºpletamente, Aria. Voc¨º ser¨¢ proibido de v¨º novamente at¨¦ que a investiga??o seja finalizada. Eu olhei para ele incr¨¦d os olhos arregdos . ¡°Voc¨º n?o pode fazer isso. Voc¨º n?o pode.¡± ¡°Sim, porra, eu posso¡±, ele rosnou de volta. Foi um olhar fixo, pois nenhum de n¨®s queria se mexer¡­ mas, finalmente, eu exalei em derrota, puxando meu bra?o para longe dele agressivamente. Eu sabia que ser capaz de fr era pelo menos melhor do que nada, mesmo que me doesse segurar. ¡°Porra! Tudo bem. Qualquer que seja. Vamos ouvir o que tem a dizer. Mas assim que e?ar a mentir, vou mat¨¢.¡± . . . E assime?ou o interrogat¨®rio. Cap铆tulo 53 Cap¨ªtulo 53 Cap¨ªtulo Cinquenta e Tr¨ºs Aleric n?o parecia tranq¨¹ilo a resposta que eu dei, mas ele me deixou ir de qualquer maneira, n¨®s dois andando de volta para onde Thea estava ridicmente fingindo fingir medo. Eu zombei de sua apar¨ºncia, para grande curiosidade dos guerreiros ao redor. Aleric me ignorou e caminhou at¨¦ , agachando-se para que ficassem no n¨ªvel dos olhos. E mesmo que eu sentisse o desejo de matar Thea mais do que qualquer coisa naquele momento, n?o pude deixar de sentir uma pontada de ang¨²stia ecoar dentro de mim ao ver os dois t?o pr¨®ximos novamente. Eu sabia que n?o era nem remotamente o mesmo que no passado e eu n?o deveria me importar mais, mas a rea??o foi involunt¨¢ria. Era apenas maisbust¨ªvel para a dor que eu estava alimentando por dentro. ¡°Seu nome ¨¦ Thea, correto?¡± perguntou Al¨¦rico. apenas acenou a cabe?a, seus olhos arregdos de medo enquanto olhava para todos ao seu redor. ¡°Estamos tentando localiz¨¢-lo h¨¢ quase uma semana. Onde voc¨º esteve?¡± Sua voz era exatamente a mesma deo eu me lembrava. Eu n?o pude deixar de imaginar o qu?o bom seria uma vez que eu a impedisse de fr novamente. ¡°Fui atacado. Eu e outra garota,¡± come?ou, parecendo nervosa. ¡°Eu acho que o nome d era Myra? se apresentou nas lojas e se ofereceu para me mostrar a cidade. Mas foi quando fomos atacados¡­ Foi em um parque na rua¡­ um grupo de homens veio do nada e¡­ e matou a garota na minha frente. ¡°Por que eles pouparam voc¨º ent?o?¡± Seus olhoscrimejaram quando e?ou a chorar. ¡°Eu n?o sei¡­ mas eles me levaram para um acampamento em algum lugar. Uma caverna. Me amarrou e me bateu. Mas eu n?o queria morrer ali no escuro. Eu esperei at¨¦ que eles sa¨ªssem paraer e torci meu caminho para fora das cordas mudando de posi??o. E-eu acho que desloquei meu tornozelo. Mas estava t?o escuro¡­ eu n?o sabia onde estava¡­ ando sem rumo na floresta h¨¢ dias, tentando encontrar ajuda. Eu bufei. Foi tudo t?o ensaiado, at¨¦ as l¨¢grimas. Como se as numerosas patrulhas n?o a tivessem encontrado naqu ¨¦poca, estaria supostamente sozinha na floresta. O bando inteiro estava em alerta m¨¢ximo vasculhando a ¨¢rea em busca de bandidos e n?o a viu? E o que foi isso sobre a mudan?a? Jurei que Thea era apenas um ano mais velha que eu. estava mentindo sobre isso tamb¨¦m? N?velDrama.Org owns this. ¡°Eu estava tanto medo¡±, solu?ou. ¡°Achei que ia morrer. Eu deveria estar aqui apenas alguns dias e deveria estar em casa agora. Por favor me ajude.¡± ¡°E onde pode ser ¡®casa¡¯, Thea? Qual pacote?¡± Eu perguntei presun?osamente, desinteressada por sua farsa ao contr¨¢rio dos outros ao meu redor. Esta era a Thea que eu lembrava; o manipdor. Eu podia vero suas pvras estavam fazendo os guerreiros parecerem levemente solid¨¢rios sua situa??o. Era irritante. Mas eu sabia que teria que ser sincera. Havia apenas duas respostas para minha pergunta; ou era uma desonesta ou seria pega em uma mentira quando nenhuma matilha pudesse verificar sua identidade. ¡°Eu n?o perten?o a nenhum bando¡­¡± disse, virando seus olhos para mim. ¡°Fui adotado por engano e criado por humanos. Eu tenho tentado navegaro tudo isso funciona e apenas tropecei neste mundo recentemente. Desculpe, ainda n?o entendo muito. Fiz algo de errado? N?o era para eu vir aqui? Eu s¨® estava tentando encontrar minha fam¨ªlia biol¨®gica.¡± Eu apertei minha mand¨ªb, l¨ªvida tudo que aqu voz doce e a?ucarada estava dizendo. ¡°Mentiras! Diga-lhes a verdade!¡± Se isso fosse verdade, ent?o n?o haviao evitar o investigador particr por tanto tempo. Os olhos de Thea se arregram mais quando se afastou de mim. ¡°Eu-eu sinto muito?¡± ¡°Voc¨º acha que eu vou deixar voc¨º se safar matando Myra e entrar nesse bando? Eu sei o que voc¨º ¨¦. Voc¨º n?o pode usar esses truques em mim. A hist¨®ria que estava sugerindo n?o era necessariamente uma ocorr¨ºncia imposs¨ªvel, mas era incrivelmente rara e quase in¨¦dita. E sabia disso. propositalmente escolheu esse fundo porque significava que n?o poder¨ªamos verificar total certeza quem era¡­ e isso significava que eu n?o poderia acus¨¢ de ser uma vigarista no sentido criminal. Era tudo uma merda. Parecia mais o enredo de um dos velhos livros de fantasia de Myra do que qualquer coisa real. Como se fosse uma garota pobre eum que apenas acordou um dia para descobrir que n?o erao todos os outros humanos. Era este o mesmo enredo que havia alimentado Aleric na linha do tempo anterior? Ele teve pena d inicialmente? ¡°¨¢ria!¡± Aleric gritou comigo. ¡°O suficiente!¡± ¡°Ah, voc¨º est¨¢ dodo d?¡± Eu ri, virando meu olhar carrancudo para ele. ¡°Que surpresa a¨ª.¡± ¡°N?o estou dodo de ningu¨¦m! Estou apenas tentando fazer meu trabalho e entender o que aconteceu. Algo que voc¨º est¨¢ tornando incrivelmente dif¨ªcil de fazer!¡± Ele se levantou e n¨®s dois nos encaramos mais uma vez, um sil¨ºncio furioso entre n¨®s criando tens?o. ¡°¡­ Foda-se, Aleric,¡± eu finalmente cuspi lentamente, olhando para ele nos olhos. Mas essa foi a gota d¡¯¨¢gua para ele. ¡°Sair! Agora!¡± ele rugiu. ¡°Voc¨º est¨¢ fora deste caso. V¨¢ para casa e esfrie sua cabe?a.¡± Eu queria contestar, gritar de volta para ele, mas eu podia sentir que isso n?o era uma demandaum. Ele realmente teve a aud¨¢cia de Alpha me mandar embora. Eu podia sentir a onda de autoridade passar por mim enquanto tentavaandar meus movimentos. Eu n?o tentei lutar contra isso¡­ Eu sabia muito bem que eu precisaria obedecer ou isso s¨® causaria dor at¨¦ que eu me conformasse. ¡°Ah, e Aria?¡± ele chamou assim que eu virei as costas. Eu n?o me virei, optando por permanecer im¨®vel at¨¦ que ele fsse. ¡°N?o pense por um segundo que eu estou deixando voc¨º chegar perto d enquanto voc¨º est¨¢ assim. Voc¨º est¨¢ proibido de ver Thea at¨¦ que seja aconselhado o contr¨¢rio pelos escal?es superiores. Eu n?o reconheci sua ordem e imediatamente fui embora. ¡°Idiota¡±, eu sussurrei raiva para mim mesma enquanto sa¨ªa. ¡°Simpatizando a cad assassina¡­ acho que algumas coisas n?o mudaram.¡± Mas a cada passo que eu dava, a ansiedade de deix¨¢ para tr¨¢s tornava mais dif¨ªcil continuar; a perspectiva de escapar mais uma vez me aterrorizando. Eu precisava encontrar uma maneira de contornar a ordem Alpha para colocar minhas m?os n. Tinha que haver um jeito. Eu n?o consegui chegar ao meu carro antes que meu pai chamasse minha aten??o. Fiquei extremamente aliviado ao v¨º-lo. Ele era a ¨²nica outra pessoa que poderia entender o qu?o confusa essa situa??o estava e eu sabia que podia confiar nele. ¡°Pai!¡± Eu gritei, correndo para ele. ¡°¨¢ria?¡± ele cumprimentou, confuso. ¡°O que h¨¢ de errado? O que aconteceu?¡± ¡°¨¦ Thea. Eles a encontraram,¡± eu disse, agarrando seu bra?o desesperadamente. ¡°Mas Aleric me proibiu de v¨º. Voc¨º n?o pode deix¨¢ escapar. Por favor. Por favor¡­ ¨¦ muito perigosa. Seus olhos me olharam cautelosamente enquanto ele estava em sil¨ºncio em pensamento. Ele sabia quem era e eu j¨¢ tinha explicado brevemente a ele em particr minha conclus?o sobre a m?o d na morte de Myra um dia antes. Certamente, ele perceberia o qu?o importante isso era? N?o apenas para vingar a morte de Myra, mas para possivelmente me salvar no futuro tamb¨¦m. Possivelmente para salvar in¨²meros outros. ¡°Por favor!¡± Eu disse mais alto quando ele ainda n?o tinha respondido. Ele apertou a mand¨ªb antes de finalmente me dar um pequeno aceno. ¡°Farei tudo o que puder. N?o se preocupe . Eu exalei em al¨ªvio. Pelo menos uma pessoa ajudaria. Eu sentio se estivesse enlouquecendo sendo a ¨²nica pessoa que entendia o qu?o terr¨ªvel era a nossa situa??o. Especialmente se estava trabalhando os bandidos. Quem sabia do que era realmente capaz Eu bncei a cabe?a tr¨ºm e soltei seu bra?o relutantemente. ¡°Voc¨º parece cansada, Aria. V¨¢ para casa e descanse um pouco¡±, disse ele. ¡°Eu vou deixar voc¨º saber o que acontece quando eu terminar aqui.¡± ¡°Certo. Sim. Tudo bem¡­ ¡ª murmurei. N?o havia mais nada que eu pudesse fazer aqui e eu ainda estava sob ordens para voltar para casa. Talvez n?o haja problema em descansar um pouco? Mas quando voltei para casa, descobri que estava apenas mais inquieto; incapaz de ficar parado enquanto esperava meu pai me informar o que havia acontecido. Andei ps escadas, olhando constantemente para a porta da frente. Era quaseo se por algum mgre meus olhares de alguma forma acelerassem o tempo at¨¦ que ele voltasse para casa. Senti que deveria estar fazendo alguma coisa. Nada. N?o apenas parado esperando. N?o apenas parado at¨¦ que Thea fizesse seu pr¨®ximo movimento. Seria a pr¨®xima pe?a de Aleric? Essa foi a parte em que finalmente tenta e o conquista para finalmente coloc¨¢-lo contra mim? ¡­Mas Aleric realmente faria isso de novo nesta linha do tempo? N¨®s chegamos t?o longe que eu pensei que as coisas poderiam ser diferentes desta vez. Que poder¨ªamos ser iguais em nossa contribui??o para a matilha, n?o inimigos. Ele mostrou tanto respeito por mim desde que eu me tornei herdeiro Beta que agora eu estava achando dif¨ªcil acreditar que ele n?o confiaria em mim quando eu disse que Thea era perigosa. No entanto, se o pior cen¨¢rio se concretizasse, eu sabia que se ele tentasse voltar ao Aleric do passado, eu n?o ficaria parado e aceitaria desta vez. Todo o treinamento, todo o trabalho duro, n?o foi ¨¤ toa. Eu n?o tinha mais medo de enfrent¨¢-lo. eu n?o tinha medo de lutar de volta ¡°Aria,¡± uma voz de repente veio da porta. De alguma forma eu estava me concentrando tanto que n?o ouvi a porta da frente se abrir. Meu pai estava l¨¢, uma express?o s¨¦ria em seu rosto que eu n?o conseguia decifrar. ¡°Como foi?¡± Eu perguntei sem sequer uma sauda??o. Eu podia sentir meu cora??o batendo r¨¢pido no meu peito sobre o que quer que ele tivesse a dizer. ¡°Ah¡­¡± elee?ou, limpando a garganta. ¡°Bem, est¨¢ sendo levada para o hospital para que seus ferimentos sejam examinados.¡± Eu ri. ¡°Por que um prisioneiro teria acesso ao hospital da matilha? Eles n?o poderiam simplesmente tratar seu p¨¦ dolorido de dentro de sua c? Mas ele n?o retribuiu meu humor, desviando os olhos. ¡°Pai?¡± eu pressionei. Eu podia sentir que algo estava errado aqui. ¡°¨¦ s¨® at¨¦ que eles a levem para as cs, certo? Para mais interrogat¨®rio? Ele suspirou. ¡°Aria¡­ ¡ª.¡± Eu reconheci aquele tom. Era o tom que ele usava quando estava prestes a dizer algo dif¨ªcil. ¡°N?o¡±, eu o interrompi, quase incr¨¦d. Dei um passo para longe dele. ¡°N?o, n?o me diga que eles est?o tratando o uma v¨ªtima dos bandidos.¡± ¡°Aria, n?o houve evide¡ª.¡± ¡°N?o!¡± Eu gritei. ¡°N?o, matou Myra. Inferno, me matou, e voc¨º n?o conseguiu nem algem¨¢? Voc¨º realmente n?o d¨¢ a m¨ªnima?¡± ¡°O suficiente!¡± ele retrucou a minha atitude. ¡°N?o h¨¢ nenhuma evid¨ºncia de que esteja envolvida, Aria, e voc¨º sabe disso! A menos que voc¨º queira se apresentar e contar a todo o conselho seu passado, ent?o precisaremos descobrir outra coisa. ¡°Voc¨º sabe que eu n?o posso fazer isso! Eles v?o pensar que eu sou louco e me trancar!¡± ¡°Ent?o este ¨¦ o melhor que voc¨º vai conseguir!¡± ele concluiu, esfregando o rosto de frustra??o. ¡°Ent?o ¨¦ isso? Vamos deix¨¢ vagar pelo bando e fazer o que quer? ¡°N?o, n?o, ro que n?o,¡± ele disse, sua voz quase me repreendendo. ¡°N?o seja est¨²pido. estar¨¢ sob a vigilancia de um guerreiro enquanto passa por tratamento.¡± ¡°Est¨²pido? Voc¨º est¨¢ me chamando de *me* est¨²pido ? Eu zombei. ¡°N?o sou eu quem deixa um assassino receber tratamento m¨¦dico de primeira sse em nosso pr¨®prio bando. Pelo menos assuma alguma propriedade que voc¨º estragou aqui!¡± ¡ª O que voc¨º queria que eu fizesse, Aria? ele retrucou, dando v¨¢rios passos em minha dire??o. ¡°Huh? Se voc¨º acha que eles v?o prend¨º-lo por dizer que voc¨º foi trazido de volta ¨¤ vida, o que voc¨º acha que eles v?o fazerigo quando eue?ar a ir contra a linha l¨®gica de pensamento aqui? O que voc¨º acha que eles v?o fazerigo quando eu prender a garota cuja imagem p¨²blica ¨¦ atualmente a de v¨ªtima? E n?o apenas para mim, mas para sua m?e? ¡°O que¡­ ¡± ¡°Pelo que posso dizer, voc¨º n?o est¨¢ em nenhum perigo imediato enquanto estiver sob vigilancia. Mas n¨®s, sua fam¨ªlia, n?o temos esse luxo se eu agir, Aria. ¡°Eu n?o posso acreditar que voc¨º realmente pensa que eu n?o estou em perigo, desde que respire, independentemente de onde esteja. ¨¦o se voc¨º nem tivesse ouvido quando eu lhe contei o que aconteceu no passado. ¨¦ uma maldita assassina. Sua influ¨ºncia se estende al¨¦m de fazer a a??o mesma. n?o precisou da espada na m?o da ¨²ltima vez para me matar suas pvras. ¡°Voc¨º ao menos ouviu o que eu acabei de dizer? Meuportamento e a??es afetam mais do que apenas voc¨º, Aria. Voc¨º n?o se importa o que acontece sua m?e e eu? Podemos descobrir isso, mas voc¨º precisa se acalmar primeiro. Pare de pensar em si mesmo e olhe para este problema de forma construtiva.¡± ¡°¡­ Ent?o, voc¨º est¨¢ me chamando de ego¨ªsta?¡± Eu resumi lentamente, um tom sarc¨¢stico na minha voz. ¡°Multar. ro. *Estou* sendo ego¨ªsta. Eu sinto muito. Sinto muito por agir apaixonadamente¡­ para que o resto de n¨®s n?o morra!¡± ¡°Eu n?o vou fazer isso agora,¡± ele finalmente disse, derrotado. ¡°Voc¨º teve um dia traum¨¢tico e teve que enterrar algu¨¦m que amava; algo que eu realmente sinto muito que voc¨º teve que experimentar. Vou ignorar todas as coisas dolorosas que voc¨º me disse e passar seuportamento irracional agora como lidar sua dor. Abri a boca para fr, mas ele ergueu a m?o para me impedir. ¡°Eu tenho que ir me encontrar Tytus agora. Ele est¨¢ me esperando e eu j¨¢ estou atrasada. Apenas¡­ se rponha, Aria. Voc¨º ¨¦ mais esperto do que isso.¡± Ele me deixou olhando furiosamente para a porta fechada onde ele tinha acabado de parar, olhando com adagas para o se meu pai pudesse de alguma forma senti do outrodo. Eu entendipletamenteo ¨¤s vezes eu fazia as coisas em meu pr¨®prio interesse. Eu podia at¨¦ entendero essas decis?es erradas levaram a erros fatais;o no caso de Myra. Mas pressionar p morte de Thea n?o era uma das coisas ps quais eu me considerava ego¨ªsta. Eu estava fazendo isso n?o s¨® por mim, mas por todos n¨®s. Eu n?o sabia ao certo o que causaria a aniqu??opleta de nossa esp¨¦cie, mas eu sabia que se isso ocorrer apenas quando eu morrer, ent?o ¨¦ l¨®gico acreditar que parar Thea ¨¦ imperativo para esse no. E eu sabia que se eu estivesse sendo realmente ego¨ªsta, eu n?o teria ficado Aleric por tanto tempo quanto fiquei no passado, apenas para ajudar a matilha. 1 Eu sabia que se estivesse sendo realmente ego¨ªsta, n?o teria escolhido voltar ¨¤ vida, me colocando em risco de reviver aquele pesadelo, s¨® para salvar a todos. Eu sabia que, se estivesse sendo realmente ego¨ªsta, n?o teria trabalhado incansavelmente todos os dias desde que fui trazido de volta, mudando as pessoas ao meu redor e suas antigas tradi??es sempre que poss¨ªvel, apenas para evitar o futuro. Eu sabia que se eu estivesse sendo realmente ego¨ªsta, eu n?o teria¡­ eu n?o teria¡­ E ent?o um pensamento me ocorreu. Se eu ia ser rotdoo ego¨ªsta de qualquer maneira, ent?o por que isso realmente importava? E eu sa¨ª p porta, sabendo exatamente o que eu queria fazer. Cap铆tulo 54 Cap¨ªtulo 54 Cap¨ªtulo Cinquenta e Quatro ¡°Beije-me,¡± eu disse. ¡°¡­O que¡­?¡± Depois de sair de casa, fui direto para onde sabia que eles estariam. Em algum lugar eu sabia que definitivamente n?o deveria estar. Mas n?o houve hesita??o enquanto eu caminhava confiante e bati na porta deles. E quando Cai respondeu, ignorei sua confus?o e exigi a ¨²nica coisa que sabia que poderia me fazer sentir melhor. Porque se parecesse t?o bom quanto da primeira vez, ent?o talvez fosse o suficiente para me fazer esquecer por um momento que tudo estava caindo aos peda?os ao meu redor. ¡°Beije-me,¡± eu repeti. Seus olhos estavam arregdos, atordoados o meu pedido, mas ele n?o estava se movendo. Eu podia ver que ele ainda estava o mesmo traje de antes; as roupas formais fazendo seu corpo parecer ainda mais ajustado. Eu silenciosamente suspirei impaciente enquanto sua cabe?a tentavapreender exatamente o que estava acontecendo. ¡°¨¢ria-.¡± No entanto, eu n?o esperei que ele terminasse sua frase. N?o eram pvras que eu queria agora¡­ era ele. Aproximei-me e puxei a g de sua camisa at¨¦ que seu rosto estava ao alcance do meu. ¡°Por favor, Cai¡­¡±, eu sussurrei, enquanto eu olhava lentamente de seus l¨¢bios para seus olhos. Ele estava t?o perto agora que fez que um arrepio de antecipa??o percorresse meu corpo. Eu precisava disso, eu precisava dele, e eu podia ver em seus olhos que ele me queria tamb¨¦m. A tens?o entre n¨®s estava se tornando t?o intensa que parecia tang¨ªvel. 1 A brisa fria da noite varreu ao nosso redor e s¨® fez o calor vindo dele ainda mais convidativo. Afrouxei a m?o que eu tinha enganchado em sua camisa e passei por todo o seu peito, sentindo-o sob meu toque, at¨¦ que descansou em seu ombrorgo. Eu o queria mais perto, seu corpo ainda se sentindo muito longe . Meu cora??o pulou um pouco quando o vi finalmente se aproximar e colocar a m?o nateral da minha cabe?a, seu polegar descansando contra minha bochecha ternura. E instintivamente, fechei os olhos enquanto me movia em dire??o a ele, preparando-me para o que aconteceria a seguir. Mas em vez de senti-lo contra meus l¨¢bios, eu o senti se afastar¡­ e beijar minha bochecha em vez disso. ¡°N?o,¡± ele disse calmamente. ¡°Assim n?o.¡± Eu abri meus olhos para olhar para ele. ¡°N?o¡­ n?o, por favor, eu preciso disso,¡± eu disse e o agarrei mais for?a. ¡°Por favor, Cai¡­ eu quero voc¨º.¡± Ele fechou os olhos e parecia aflito, quaseo se estivesse travando uma batalha interna dentro de si mesmo. ¡° Aria-¡± ¡°N?o, voc¨º disse que me queria,¡± eu disse, minha voz ficando mais fren¨¦tica. ¡°Por que voc¨º est¨¢ fazendo isso agora?¡± ¡°Porque eu honestamente n?o sei se sou eu que voc¨º quer agora, ou se ¨¦ apenas voc¨º encontrando uma sa¨ªda para sua dor.¡± Eu podia sentiro minhas bochechase?aram a queimar de humilha??o, meus olhos lacrimejando, e instantaneamente eurguei meu Chaptei Hity Out ¡°N?o me venha essa porcaria¡­ Estou cansado de ouvir as pessoas dizendo isso para mim hoje. Estou bem! Isso n?o ¨¦ sobre §®§å§ä§Ñ.¡± ¡® Aria,¡± ele disse severamente. ¡°Voc¨º n?o aguentou nem olhar para mim hoje e ainda de alguma forma voc¨º est¨¢ agora na minha porta implorando por mim . Desculpe-me se estou um pouco c¨¦tico em r??o ¨¤ sinceridade aqui.¡± ¡°Por que voc¨º se importa? Era isso que voc¨º queria, certo? Voc¨º s¨® queria dormirigo? Eu argumentei.¡± Bem, aqui estou eu, Cai! Tentei agarrar suas m?os, mas ele deu um passo para longe , criando uma pequena distancia entre n¨®s. Eu n?o pude evitar estremecer seu movimento para ficar longe de mim. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. ¡°Eu disse que queria voc¨º, Aria. Voc¨ºo um todo. N?o¡­ quem diabos ¨¦ isso agora . E eu honestamente acho que talvez, no fundo, voc¨º realmente me queira tamb¨¦m¡­ mas a maneirao voc¨º est¨¢ agindo agora me diz que voc¨º est¨¢ muita dor para pensar reza. Eu cerrei os dentes. ¡°N?o h¨¢ nada de erradoigo¡­¡±, eu sussurrei. ¡°O fato de voc¨º nem conseguir ver ¨¦ parte do problema aqui.¡± Ele suspirou, se acalmando. ¡°Look,¡± he said. ¡°I promise I¡®ll be there for you, even if that¡¯s just as a friend. But I have more self¨C respect than to sit back and let you use me because of the feelings I have for you. Because I do want yo u¡­ and I honestly want nothing more than for you to tell me right now that I¡®m wrong about all of this. But from what I can see, you need help, Aria, and I¡®m happy to oblige¡­ but not like that. Not if it¡®s just tempo rary to help you deal with what¡®s happened.¡± I was silent. I wanted to speak, to tell him he was wrong, but I couldn¡®t find the words. ¡°Aria?¡± he pressed. ¡°Tell me that I¡®m wrong and it¡®s me you actually want. Or tell me that you want my help, and I¡®ll help you.¡± Eu podia sentir meu cora??o acelerado enquanto eu tentava pensar¡­ mas finalmente bncei minha cabe?a. Este n?o era o tipo de decis?o imediata a qual eu esperava lidar quando viesse aqui. Eu n?o estava pronto para esse tipo de press?o agora . ¡°¡­eu pensei assim,¡± ele disse calmamente. ¡°Eu n?o posso lidar isso agora. Eu¡­ eu preciso ir. Dei v¨¢rios passos para longe, mas Cai me chamou. Sua express?o mudou para uma preocupa??o e eu podia sentir que ele estava prestes a me perseguir, mas eu levantei a m?o para avis¨¢-lo para ficar longe . ¡°Aria, espere, onde voc¨º est¨¢ indo?¡± Eu n?o respondi e em vez disso me virei, saindo na noite longe dele. N?o fazia sentido ficar mais. Eu j¨¢ estava a ponto de me sentir humilhado e confuso o suficiente. ¡°Aria, me promete que voc¨º vai para casa?¡± Mas eu n?o parei. Continuei andando. Continuei andando sem saber realmente para onde estava indo, mas sabia que precisava continuar andando. No entanto, depois de v¨¢rios minutos, n?o consegui mais evitar, incapaz de segur¨¢-lo. Eu gritei para o c¨¦u; minha frustra??o finalmente levando a melhor sobre mim. Aleric, meu pai, Cai¡­ todos que eu esperava que agissem de uma maneira, acabaram fazendo o oposto quando eu mais precisei. Eu precisava que Aleric acreditasse em mim, ficasse do meudo. Eu precisava que meu pai pressionasse p pris?o de Thea, ou pelo menos confinamento at¨¦ que fosse seguro encontrar mais evid¨ºncias. E eu precisava de Cai¡­ eu precisava¡­ 1 Sacudi os pensamentos da minha cabe?a. N?o, isso foi tudo culpa de Thea. Tudo estava bem antes de aparecer. Myra ainda estaria viva e eu n?o estaria brigando Aleric e meu pai. Eu n?o teria que me sentir t?o confuso por dentro. Tudo estavae?ando a desmoronar ao meu redor, sinais do passadoe?ando a se repetir. E eu percebi ent?o que se Aleric e meu pai n?o estivessem dispostos a fazer o que precisava ser feito, ent?o talvez fizesse eu mesmo. 1 Foda-se. Comecei a me mover novamente, andando prop¨®sito em dire??o ao ¨²nico lugar em que eu poderia colocar minhas m?os em algo para infligir tanta dor a algu¨¦m quanto eu estava atualmente. Porque eu ia fazer Thea pagar¡­ e eu faria isso devagar, peda?o por peda?o, a lamina de prata que usou para matar Myra. Eu tornaria agonizante para e garantiria que sofresse uma morte ainda pior, pobre Myra. Mas senti isso no exato segundo em que pensei no meu no de ir ver Thea; oando Alfa que Aleric tinha colocado em mim. N?o estava feliz minha inten??o de desafiar a ordem que me foi dada. Estremeci, gritando de dor enquanto se contra¨ªa ao meu redor, for?ando meus movimentos a parar.1 O ch?o ent?o de repente veio correndo em minha dire??o quando eu ca¨ª, eecei a rastejar mesmo quando a dor piorou ; Eu estava determinado a continuar, n?o importa o custo. Erao se um carro fosse jogado em cima do meu corpo, me esmagando lentamente quanto mais eu lutava contra ele Mas era tarde demais para me impedir. Na minha cabe?a, repeti as pvras que precisava dizer a mim mesma; que fui marcada p Deusa, escolhida, uma Santa, e nenhuma ordem poderia me conter. Se eu quisesse matar Thea, ent?o caramba, eu iria mat¨¢. E assim, empurrei violentamente as restri??es na minha cabe?a, gritando contra a dor insuport¨¢vel que causava, at¨¦ que finalmente me quebraramo correntes¡­ e, instantaneamente, engasguei de al¨ªvio quando o peso foi levantado. Erao se uma sensa??o imediata de liberta??o me enchesse e eu sentisse que de repente eu poderia fazer qualquer coisa. ¡­ eu estava livre. Sem perder tempo, me levantei e continuei minha jornada, minha nova liberdade apenas me coagindo a avan?ar mais r¨¢pido. Continuei andando at¨¦ que, finalmente, cheguei ao pr¨¦dio onde as provas estavam trancadas. A faca de prata estaria l¨¢, eu sabia, guardada por pelo menos um guerreiro, mas n?o estava preocupado. Dado o pouco tempo que se passou desde a decis?o de Aleric, eu tinha quase certeza de que, at¨¦ onde eles provavelmente sabiam, eu ainda fazia parte da investiga??o em andamento. Ao entrar no pr¨¦dio, olhei em volta. Eu estive aqui muitas vezes antes durante minhas rodadas de herdeiros Beta, mas parecia que eu estava vendo isso sob uma luzpletamente nova, dado o qu?o escuro j¨¢ estava l¨¢ fora. O lugar inteiro parecia muito vazio e silencioso, mas eu sabia que haveria algu¨¦m por perto. Eu ziguezaguei pelos corredores, lembrando-me facilmente do caminho at¨¦ que vi a s ¨¤ frente. Uma s guardada por apenas um guerreiro chamado Ray. Infelizmente, eu n?o o conhecia t?o bem. ¡°Boa noite, Ray.¡± Cumprimentei cautelosamente uma voz mon¨®tona, aproximando-me dele lentamente para avaliar sua resposta. Ele parecia confuso quando me viu entrar. ¡°Herdeiro beta? Por que voc¨º est¨¢ aqui t?o tarde?¡± ¡°Aleric me pediu para pegar algo. ¨¦ para a investiga??o em andamento.¡± Isso n?o era necessariamente uma mentira. Definitivamente ajudaria a resolver a quest?o do assassino de Myra ¨¤ solta. Chesterbrity Fou! Ele hesitou, parecendo desconfort¨¢vel, e provavelmente percebeu que algo n?o estava certo aqui. ¡°Ele provavelmente quis dizer de manh?, senhora. O arm¨¢rio de provas ¨¦ mantido fechado at¨¦ a luz do dia. Os guerreiros s?o alfa ordenados a ficarem de guarda durante o servi?o noturno, ent?o n?o posso ignorar isso.¡± ¡°Oh, eu entendo, mas esta ordem vem do pr¨®prio Aleric. Eu preciso entrar a pedido dele, entende¡­ o que seria considerado o mesmo n¨ªvel de autoridade que suas ordens. ¨¦ realmente importante, ent?o se eu puder Tentei desviar dele para chegar mais perto da porta, mas ele deu um passo na minha frente, bloqueando meu caminho. ¡°Voc¨º deveria saber t?o bem quanto eu que n?o posso simplesmente deix¨¢ entrar, senhora. Voc¨º precisar¨¢ sair e voltar o herdeiro Alfa se o assunto n?o puder esperar at¨¦ a manh?. ¡°Ray,¡± eu disse, rangendo os dentes. ¡°Eu preciso entrar l¨¢. Apenas¡­ afaste-se, por favor. N?o me fa?a te machucar.¡± Seus olhos se estreitaram. ¡°Isso ¨¦ uma amea?a?¡± ¡°N?o precisa ser.¡± As pvras escaparam dos meus l¨¢bios rapidamente antes que eu pudesse det¨ºs e eu soube imediatamente que era um erro. Ele poderia agir em defesa ¨¦ amea?ado verbalmente e uma briga f¨ªsica com ele s¨® pioraria a situa??o. Mas a raiva de ser parada por algo t?o rid¨ªculo s¨® estava alimentando ainda mais minha frustra??o. Frustra??o causada por tudo o que aconteceu recentemente. Eu precisava agir r¨¢pido antes que ele pudesse fazer qualquer coisa e ent?o eu pulei em dire??o ¨¤s chaves em sua cintura. Ele foi mais r¨¢pido do que eu esperava quando sua m?o disparou, rapidamente envolvendo meu pulso para me parar. ¡°Raio! Solte-me! Agora!¡± Eu exigi, tentando puxar minha m?o de seu alcance. ¡°Vou mant¨º-lo detido aqui at¨¦ que eu possa pedir ajuda ou fr o pr¨®prio herdeiro Alfa. Amea?ar um membro do bando sem justa causa ¨¦ pun¨ªvel.¡± Tentei puxar meu pulso para longe novamente, mas ele segurou mais for?a, seu corpo agora se arrastando parapensar as tentativas cada vez mais agressivas que eu estava tentando fazer para escapar. Mas n?o, eu n?o seria derrubado assim. Eu n?o tinha acabado de romper as excruciantes ordens Alfa para ser parado assim. Eu j¨¢ tinha ido longe demais para recuar agora . . . . E ent?o foio se algo me vencesse. Todo o meu corpo ficou im¨®vel epletamente silencioso; uma energia explodindo dentro de mim como se a press?o finalmente tivesse acabado. Erao nada que eu j¨¢ tinha experimentado antes, enquanto meu corpo se movia por conta pr¨®pria. Eu rapidamente puxei para tr¨¢s o bra?o que ele estava segurando for?a suficiente para que seu rosto de repente estivesse bem na frente do meu ¡­ e eu falei ¡­ ¡­No entanto, a voz n?o parecia a minha. ¡°Eu disse¡­ Deixe-me ir. N?O W. _ ¡° . Instantaneamente, sua m?o afrouxou e eu vi seus olhos vidrados. O n¨ªvel de autoridade noando que acabei den?ar nele o atingiu for?a. Mais dif¨ªcil do que qualquer coisa que eu pensava ser fisicamente poss¨ªvel. .. . E ainda assim tinha vindo de mim. Fiquei congdo por alguns segundos at¨¦ que o choque do que eu tinha acabado de fazer finalmente me atingiu e foi o suficiente para a realidade entrar em a??o. Mas n?o foi sem consequ¨ºncias. Com ele veio a vertigem intensa; um que exigia que eu me apoiasse contra a parede para n?o cair. A s inteira girou enquanto eu tentava ganhar o controle, meu cora??o acelerando. Chapier Filly ¨C Quatro Essa era a ¡®autoridade suprema¡¯ sobre a qual eu li quando algu¨¦m marcado p Deusa tinha poder maior do que um Alfa? Todo esse tempo eu pensei que era um t¨ªtulo ssificado honrado por respeito a uma divindade, n?o algo realmente exequ¨ªvel habilidade real. Mas ent?o por que isso me fez sentir t?o doente? Foi porque eu n?o tinha mudado ainda? Talvez meu corpo mais jovem n?o pudesse compensar o n¨ªvel de poder necess¨¢rio para control¨¢-lo. Ray ficou naturalmente perplexo minha ordem que o impediu de cumprir seu dever. Elee?ou a dar v¨¢rios passos tr¨ºmulos para tr¨¢s para longe de mim¡­ mas percebi tarde demais para ajud¨¢-lo quando seu p¨¦ de repente ficou preso embaixo dele. Com um baque doentio no impacto, eu assisti em mudo horror quando seu corpo caiu para tr¨¢s contra a porta atr¨¢s dele¡­ e parou de se mover. Minha cabe?a felizmente reou o suficiente para poder correr e vero ele estava. Ele estava vivo, felizmente, mas tinha levado uma pancada muito forte na cabe?a. Sendo t?o forte quanto ele, eu sabia que ele ficaria bem em algumas horas ap¨®s a cura e ent?o eu continuei a arrast¨¢-lo para fora do caminho para ter acesso ¨¤ porta. Depois de pegar as chaves de sua cintura, corri rapidamente para a s de provas, n?o querendo perder mais tempo. Procurei em todos os lugares at¨¦ que, finalmente, encontrei minha velha adaga de prata me encarando de uma estante ¨¤ esquerda. V¨º-lo novamente me fez sentir enjoada, mas eu j¨¢ tinha decidido matar Thea ele. Quando a luz estivesse prestes a desaparecer de seus olhos, eu me certificaria de que fosse a ¨²ltima coisa que veria. Bem ao meudo, sorrindo para baixo. Seria po¨¦tico de certa forma . Eu engoli qualquer desconforto remanescente que eu tinha enquanto eu rapidamente pegava a adaga, saindo antes que algu¨¦m aparecesse para checar as evid¨ºncias ou encontrar Ray. Cap铆tulo 55 Cap¨ªtulo 55 Cap¨ªtulo Cinquenta e Cinco A caminho do hospital, tive tempo de processar um pouco do que tinha acabado de acontecer. Eu ainda podia sentir; aquele zumbido de energia dentro de mim que eu nunca soube que estava l¨¢. Foi como se tivesse despertado de repente, trazido pelo meu desespero e dor. Esta era a verdadeira autoridade, eu sabia. Algo que eu nunca tinha percebido que existia, nem acho que ningu¨¦m mais tinha. Se eles soubessem que eu tinha esse controle, eu tinha certeza que eles teriam tentado me prender mais cedo. Havia uma enorme diferen?a entre seguir-me por op??o por ter sido escolhido p Deusa, e eu ser algu¨¦m autoridade suprema para contrr os outros p for?a. Eu era agora uma amea?a ainda maior para a hierarquia tradicional. Ao chegar, pude ver que o hospital estava tranquilo. S¨® haveria uma equipe esquel¨¦tica por perto a essa hora da noite, ent?o n?o seria dif¨ªcil navegar no meu caminho sem ser visto. Isso foi particrmente importante, pois eu n?o precisava de mais motivos para colocar em risco minha posi??o atual. Levou apenas algumas liga??es para quase ser visto e descer uma ou duas s erradas, antes que eu finalmente encontrasse a porta que Thea devia estar atr¨¢s. Eu sabia porque era guardado por um guerreiro. Eu tinha esquecido que meu pai havia mencionado que estava sob vigilancia. E para piorar as coisas, reconheci seu rostoo sendo um dos poucos presentes quando Thea foi encontrada. Era improv¨¢vel que ele me permitisse v¨º sabendo que fui retirado do caso e pediu expressamente para n?o v¨º. Isso me deixou apenas uma op??o¡­ Eu precisaria ordenar que ele se afastasse. Mas eu n?o tinha certeza se poderia retir¨¢-lo novamente. A primeira vez tinha sido um acaso e eu ainda n?o tinha certeza do qu?o perigoso era para mim invocar essa habilidade dada a rea??o do meu corpo na primeira vez. Engoli em seco nervosamente, fechando os olhos para tentar me acalmar. Eu precisava fazer isso. Uma vez dentro daqus portas, eu teria acesso a Thea. Eu poderia acabar com isso de uma vez por todas e, sorte, obter as respostas de que precisava no processo. ¡°Eu posso fazer isso¡±, eu sussurrei para mim mesmo. E isso, eu caminhei pelo corredor em dire??o ao guerreiro. Eles me viram imediatamente e pareciam t?o confusos quanto Ray no arm¨¢rio de provas. Mas eu n?o parei para bater papo dessa vez. Continuei andando diretamente para ele, tentando puxar aqu energia para dentro e traz¨º para a frente mais uma vez. ¡°Herdeiro beta?¡± ele perguntou confuso. ¡ª Achei que voc¨º n?o fizesse mais parte deste caso. Espere¡­ Aleric Alpha n?o ordenou¡­ Agarrei sua camisa, ent?o ele foi for?ado a olhar diretamente para mim. ¡°Voc¨º vai sair. Agora,¡± eu ordenei naqu mesma voz que n?o parecia minha. ¡°V¨¢ ao banheiro. Fique l¨¢ por trinta minutos. N?o fale ningu¨¦m. N?o seja visto por ningu¨¦m. Depois de trinta minutos, voc¨º pode retomar seu posto, mas voc¨º n?o vai se lembrar de que eu estive aqui.¡± Assimo antes, observei seus olhos vidrados do pedido, mas desta vez os efeitos cterais me atingiram muito mais r¨¢pido. Enquanto ele se afastava para cumprir meuando, senti a vertigem mais uma vez, minhas pernas cedendo debaixo de mim. Foi muito pior do que da ¨²ltima vez e eu me perguntei se isso estava sobrecarregando meu corpo cada vez mais, considerando tudo o que eu j¨¢ havia realizado; primeiro quebrando as ordens de Aleric, depoisandando Ray, e agora o guardando Thea tamb¨¦m. Quase n?o houve pausas no meio para me recuperar. Tinha que me dar um momento para descansar, mas, no segundo em que minha cabe?a reou o suficiente, n?o perdi mais tempo. Era isso. Abri a porta e caminhei rapidamente em dire??o a sua cama. De alguma forma, consegui me mover mais r¨¢pido do que pensei que seria capaz. T?o r¨¢pido que nem abriu os olhos ainda. Ou, pelo menos, eu achava que era esse o caso. Pulei na cama, montando-a debaixo de mim, e imediatamente puxei a adaga para sua garganta. ¡°Alguma confiss?o volunt¨¢ria antes dee?ar?¡± Eu perguntei calmamente em voz baixa. Eu esperava que ficasse assustada o s¨²bito aperto da faca contra , mas em vez disso, apenas lentamente abriu os olhos para encontrar os meus, sem um pingo de medo neles. Sua pura falta de qualquer autopreserva??o foi o suficiente para me fazer estremecer. n?o percebeu que eu estava prestes a mat¨¢? permaneceu em sil¨ºncio enquanto olhava para mim friamente, quase parecendo n?o impressionada. Eu afastei-o embora. Se n?o tinha medo de morrer, pelo menos n?o iria revidar. ¡°Tudo bem ent?o. ¨¦ assim que os pr¨®ximos minutos v?o acontecer,¡± eu disse lentamente. ¡°Voc¨º vai me dizer o que eu quero saber e, ao fazer isso, talvez eu deixe voc¨º morrer todos os seus ap¨ºndices ainda presos. Mas, se voc¨º quiser tornar as coisas mais dif¨ªceis¡­ ¨C.¡± Eu rapidamente desloquei minha adaga para a m?o d, onde seus dedos estavam, cortando a pele em uma artic??o para que sangrasse. Seus olhos se estreitaram um pouco, mas estranhamente nem estremeceu, algo que s¨® me deixou mais nervosa . deve ter percebido minha ligeira hesita??o em sua rea??o, enquanto seus l¨¢bios se inclinaram em um pequeno sorriso. Aquele mesmo olhar em seu rosto que me fez querer soc¨¢. Como diabos poderia estar sorrindo em uma situa??oo essa? ¡°O que diabos est¨¢ errado voc¨º?¡± Eu perguntei, minha raivae?ando a se infiltrar em minhas pvras. ¡°Voc¨º ¨¦ realmente um maldito psicopata?¡± Pelo menos n?o estava se iodando em colocar sua triste fachada de v¨ªtima desta vez. Mas mesmo que eu pudesse sentir que estava me mostrando suas verdadeiras cores, tudo ainda parecia errado. Mesmo sua voz n?o soava t?o doce quanto o normal. ¡°Um pouco rico vindo da garota que pagou algu¨¦m para me perseguir por dois anos. Sem mencionar a tentativa de me atacar na frente de seu futuro Alfa.¡± ¡° Pelo menos eu n?o sou um peda?o de merda assassinoo voc¨º,¡± eu cuspi de volta. simplesmente levantou uma sobrancelha para mim e olhou para baixo para onde minha adaga estava pairando sobre sua m?o, pronta para cort¨¢ a qualquer segundo. ¡°N?oece essa porcaria,¡± eu assobiei, movendo rapidamente a faca de volta para sua garganta; minha paci¨ºnciae?ando a diminuir. ¡°N¨®s dois sabemos o que voc¨º fez Myra. Admite. Admita que voc¨º a matou e teve algum no para derrubar o bando. Admita que voc¨º ¨¦ um trapaceiro imundo.¡± ¡­ Mas em vez de responder, apenase?ou a rir de mim. Ruidosamente. Foi t?o repentino que me fez pr um pouco agressivamente. Sua rea??o parecia que estava zombando de mim. ¡°Pare isso! O que diabos ¨¦ t?o engra?ado?!¡± tentou se acalmar, mas eu podia ver que seus olhos estavamcrimejando a quantidade Cap¨ªtulo Cinquenta e Cinco de rir ¡°Voc¨º realmente n?o sabe de nada, n?o ¨¦?¡± disse, ainda rindo. ¡°Aqui eu estava preocupado que voc¨º de alguma forma descobriu tudo dois anos atr¨¢s, mas na realidade, voc¨º s¨® pensa que eu sou um trapaceiro.¡± e?ou a rir de novo, ainda mais forte desta vez, e eu jurei que podia ver vermelho a raiva que eu estava ficando. ¡°O suficiente!¡± Eu pressionei a adaga em sua garganta um pouco mais fundo, mas isso fez pouco para impedir Thea de seu momento de humor. ¡°Desculpe , desculpe¡±, disse , tentando abafar o riso. ¡°Eu s¨®¡­ voc¨º deveria ser a esperta. Eu n?o posso acreditar que eu estava preocupado nada.¡± Eu fiz uma careta, confusa o que disse. ¡®Inteligente¡¯? Isso implicava que havia mais pessoas envolvidas do que apenas eu. A quem mais estava se referindo? estava fndo sobre Aleric ? Eu precisava de respostas. Os genu¨ªnos. N?o essa porcaria de rodeios enquanto olhava para mim. Eu era quem segurava a faca e ainda assim n?o sentia que tinha o controle dessa situa??o. abaloupletamente minha confian?a em tudo que eu estava fazendo. ¡°Quem mais voc¨º quer dizer? Voc¨º est¨¢ fndo sobre seus nos de seduzir Aleric para a posi??o Luna? Confus?o genu¨ªna cruzou seu rosto uma fra??o de segundo,o se estivesse tentando avaliar se eu estava realmente fndo s¨¦rio, mas n?o durou muito quando explodiu em gargalhadas novamente. ¡°De onde diabos voc¨º tirou essas coisas? Juro que n?o ria tanto em anos. Por que eu perderia meu tempo seduzindo seu herdeiro alfa de merda? Eu congelo. Como isso ¨¦ poss¨ªvel? Isso era apenas um jogo mental para que eu baixasse a guarda? Esse tinha sido todo o seu esquema na minha vida passada, toda a sua raz?o para me matar. Se seu objetivo n?o era se tornar Luna ou tomar Aleric para si mesma, ent?o o que realmente queria? ¡°O SUFICIENTE!¡± Eu finalmente gritei minha autoridade marcada, minha paci¨ºncia agora completamente perdida. ¡°Diga-me a verdade. Agora. Diga-me o que voc¨º est¨¢ realmente nejando!¡± Os efeitos da ordem me atingiramo uma tonda de tijolos enquanto eu me segurava na grade da cama para me impedir de cair em cima d. Desta vez, um ataque de tosse me dominou tamb¨¦m, sentindoo se pontadas de dor cravassem no meu c¨¦rebro. Se eu n?o soubesse melhor, honestamente parecia que eu estava morrendo. Ser¨¢ que consegui usar energia suficiente para executar oando corretamente? N?o parecia certo. Os olhos de Thea ficaram vidrados por uma fra??o de segundo¡­ mas n?o foio das outras vezes. saiu disso instantaneamente. quaseo se n?o tivesse feito nada. Minha ordem n?o tinha sido forte o suficiente para for?¨¢ a obedecer. ¡°O que ¨¦ que foi isso?¡± perguntou. ¡°Voc¨º acabou de tentar Alfa me ordenar?¡± ¡°¡­ Diga-me,¡± eu disse fracamente, minha vis?o ficando turva. Mesmo a dor intensa, eu ainda podia ver o sorriso no rosto de Thea quando olhou para mim. ¡°Oh¡­ querida, n?o,¡± disse condescendentemente. ¡°Ah, e voc¨º tamb¨¦m, uhh¡­ voc¨º tem uma coisinha¡­ ¨C This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. puxou o bra?o debaixo de mim facilmente e bateu no nariz para indicar que algo estava no meu rosto l¨¢. Eu fiz uma careta, mas gentilmente toquei um dedo no lugar que me mostrou. Com certeza, meu nariz estava sangrando quando puxei minha m?o para inspecion¨¢-lo. ¡°Parece que voc¨º ¨¦ apenas um cachorrinho umtido grande demais para suas patas,¡± disse, ainda zombando de mim. ¡°Voc¨º sei, eu estava nejando mant¨º-lo vivo por mais um pouco, mas talvez se eu apenas o matasse agora, isso me pouparia algum tempo. E isso, a palma de sua m?o de repente disparou diretamente no meu peito, me jogando do outro lado da s e deslizando pelo ch?o. Eu podia sentir onde tinha me batido e era muito mais forte do que eu esperava. Provavelmente tamb¨¦m n?o ajudava que eu estivesse me sentindo t?o incrivelmente fraca naquele momento. Na minha condi??o atual, eu sabia que havia um boa chance de realmente ser capaz de me matar aqui. Agarrei a adaga mais for?a em minhas m?os e a observei sair da cama. Para minha surpresa, por¨¦m, estremeceu um pouco quandoe?ou a caminhar em minha dire??o. A les?o d era realmente leg¨ªtima? Eu n?o podia acreditar que realmente se esfor?ou para deslocar o pr¨®prio tornozelo para se infiltrar no bando. Eu precisava pensar e focar se eu tivesse alguma esperan?a de escapar. Porque isso ¨¦ o que realmente estava acontecendo agora. Mesmo a les?o no p¨¦, eu sabia que n?o era mais p¨¢reo para Thea no meu estado atual; especialmente se pudesse simplesmente mudar e rasgar minha gargantao seu lobo, ¡°Foi divertido, Aria,¡± disse casualmente. se abaixou para me agarrar, mas de alguma forma consegui me esquivar de sua m?o no ¨²ltimo segundo, inclinando meu corpo ao redor d. Eu sabia muito bem que esta seria uma das minhas ¨²nicas aberturas e rapidamente agarrei sua perna, empndo minha adaga atrav¨¦s de seu tornozelo j¨¢ ferido. Thea gritou de dor, algo que eu estavae?ando a me perguntar se era fisicamente capaz de fazer, e eu retirei a faca imediatamente. Com alguma sorte, esperava que a les?o a fizesse sangrar. ¡°Sua cad!¡± sibilou enquanto tentava me alcan?ar novamente. Eu n?o dei a a chance de me segurar enquanto eu rapidamente levantei minha perna e a chutei toda a for?a que pude reunir. Sem um lobo e j¨¢ fraco, meu ataque certamente n?o a jogou do outrodo da so o d me fez, mas fez o suficiente. caiu para tr¨¢s batendo no ch?o, sua les?o impedindo-a de manter o equil¨ªbrio em seus p¨¦s. Esta era a melhor oportunidade que eu teria, eu sabia. Eu me levantei e sa¨ª da s t?o r¨¢pido quanto! ia tentar me perseguir, mas parou quando me viu sair p porta, tendo pensado melhor. Eu s¨® podia supor que isso significava que teve paci¨ºncia para esperar antes de realizar minha morte. Sua pausa me disse que, o que quer que estivesse nejando, tinha que ser algo que n?o valia a pena me perseguir pelo hospital. At¨¦ mesmo seu ataque a mim parecia sem entusiasmo,o se estivesse mais pregui?osamente brincandoigo do que realmente tentando me matar. Eu n?o tinha certeza se isso me fazia sentir melhor ou pior. Toda a prova??o me fez perceber o qu?o despreparada eu estava entrando. Eu pensei que sabia pelo menos um pouco do que Thea estava nejando, j¨¢ tendo passado por isso uma vez. Mas pelo que me disse, eu estava errado? O que mais poderia haver que eu n?o soubesse? Sua risada de suposi??es era evid¨ºncia suficiente de que deveria haver algum grande segredo que eu desconhecia completamente. Algo que pode ou n?o ter a ver os bandidos. Porque mesmo que tenha rido da acusa??o, n?o negou sua afilia??o eles. EU E Aleric¡­ estava mentindo sobre isso? Eu n?o podia imaginar um futuro onde n?o estivesse tentando constantemente roub¨¢-lo de mim. Mesmo nesta vida, onde eu fiz escolhas propositalmente para evitar aquele futuro novamente, eu tinha certeza que nada que eu tivesse feito poderia ter mudado tanto os nos de Thea. Se qualquer coisa, eu fiz ainda mais f¨¢cil para lev¨¢-lo desta vez. Tudo isso era muito confuso. Confuso o suficiente para que, sem perceber, eu entrei na floresta e terminei em algum lugar que n?o pretendia ir. Eu sabia que n?o estava olhando para onde estava indo quando me deparei a noite, mas certamente deveria ter percebido a dire??o que eu estava indo bem o suficiente para evitar este lugar. ¡­ Ent?o por que eu vim aqui? | olhou para o c¨ªrculo de pedras cobertas de musgo diante de mim, para a colina¡­ e para o toco. O coto em que minha cabe?a havia colocado no momento de minha morte; meu sangue uma vez se infiltrou no solo ao seu redor. Porque, para meu horror absoluto, de alguma forma¡­ cheguei ao local do julgamento. Cap铆tulo 56 Cap¨ªtulo 56 Cap¨ªtulo Cinquenta e Seis Aproximei-me e me aproximei do toco lentamente, sem saber se queria continuar. S¨® de estar aqui me fez sentir doente. Desde que voltei, sempre evitei propositalmente este lugar, sabendo que traria lembran?as que j¨¢ me assombravam mais do que o suficiente. E era exatamente isso que estava acontecendo. Eu podia ver shes de tudo acontecendo diante de mim novamenteo se fosse real. Uma realidade alternativa onde fui condenado por homic¨ªdio culposo. Eu vi os rostos dos membros do bando enquanto eles olhavam para mim tanta mal¨ªcia, separando a multid?o para me deixar subir. Eu vi os Anci?es sentados nas cadeiras reunidas em semic¨ªrculo¡­ e, ro, Aleric e Thea. Thea que estava sentada no assento da Luna. Atordoado, continuei andando para frente, o grande toco de carvalho me chamandoo um velho amigo. Hadi ficou delirando? Quando foi a ¨²ltima vez que eu tinha dormido? Abina??o o meu estado enfraquecido provavelmente n?o estava me fazendo nenhum favor, pois tudo parecia t?o real. Mas mesmo assim, continuei andando at¨¦ parar diante daquele toco e, imediatamente, ca¨ª de joelhos, como no passado. O ch?o estava t?o frio quanto eu me lembrava e o mesmo arrepio percorreu minha espinha. Era isso. Este era o lugar onde tudo tinha acabado. Eu podia ouvir as vozes ao meu redor recitando as pvras do julgamentoo se eu estivesse l¨¢ mais uma vez. Normalmente, eu fazia tudo o que podia para bloquear as mem¨®rias, para reprimis, mas desta vez eu sentei e escutei em sil¨ºncio, deixando tudo acontecer exatamenteo tinha acontecido. ¡®*¡°Acho que as evid¨ºncias aqui pesaram em um resultado ¨®bvio. Voc¨º tem algo a dizer em sua defesa, Ariadne?¡°*¡¯ | ouviu a voz de Aleric perguntar. Era minha pr¨®xima linha. Eu ainda me lembrava das pvras perfeitamente. ¡®*¡± sinceramente espero que a Deusa castigue todos voc¨ºs pelo assassinato de um inocente que voc¨ºs est?o prestes aeter,¡°+¡¯ || disse baixinho para o painel de fantasmas me testando. Minha voz s¨® continha tristeza agora, n?o a amargura que senti quando disse essas pvras p primeira vez. ¡®*¡°N?o h¨¢ mais nada que eu possa fazer para provar que n?o sou culpado contra as pilhas de evid¨ºncias falsas que voc¨º apresentou, mas no fundo¡­ espero que todos sofram. Quando eu me for e voc¨º estiver sozinho, espero te assombrar. Espero que meu rosto seja o que voc¨º v¨º quando finalmente conhecer sua morte. Meu ¨²nico erro foi amar algu¨¦m.¡±*¡¯ Era estranhamente verdade que eu tinha voltado para assombr¨¢-los, mas n?o da maneira que eles esperavam. Acho que eles deveriam se considerar sortudos por eu n?o ter feito meu objetivo matar todos eles assim que eu voltasse. Um pequeno sorriso puxou meus l¨¢bios sem humor sobre esse pensamento enquanto eu gentilmente estendi a m?o, colocando a m?o em cima do toco que tinha segurado meus ¨²ltimos momentos. Tanta dor que eu senti naquele momento, tanta trai??o e m¨¢goa¡­ tanto vazio. E percebi que era semelhante ao me sentia agora. Erao se eu tivessepletado o c¨ªrculo, tornando-me algu¨¦m de quem eu estava finalmente orgulhoso¡­ apenas para voltar atr¨¢s. Eu voltei e me tornei algu¨¦m muito pior. Mas isso n?o precisava ser eu. Quem quer que fosse agora¡­ estava escuro. Era algu¨¦m¡­ imprevis¨ªvel, assustado e vendo inimigos at¨¦ mesmo naqueles quem me importava. T?o aterrorizada a repeti??o do passado que afastei todo mundo e tentei matar Thea eu mesma. Eu estava agindoo um louco em meu desespero para evitar o mesmo futuro. De uma maneira estranha, Thea estava certa. Eu deveria ser mais inteligente do que isso, um pensador l¨®gico, e ainda assim fiz v¨¢rias coisas est¨²pidas esta noite sem pensar duas vezes. Eu sempre senti que meus pontos fortes estavam alinhados minha capacidade de pensar em uma estrat¨¦gia, mas estava ro que eu ainda era fraco quando se tratava de minhas pr¨®prias emo??es e de outras pessoas. Suspirando, eu me acalmei em minha mente, deixando dedo as coisas que eu estava segurando. Este n?o era mais o passado e eu precisava me concentrar no futuro. ¡­Incluindo aprender a aceitar que Myra estava morta¡­ e superar isso. ¡®*¡°Portanto,¡±*¡¯Eu ouvi a voz de Aleric mais uma vez, o julgamento tendo continuado a dura??o que eu estava pensando, ¡®*¡± o poder mantido dentro de mim, eu, Aleric Dumont, Alfa da Matilha da N¨¦voa Invernal, sentencio voc¨º , Ariadne Chrysalis, ex-Luna da Matilha da N¨¦voa de Inverno, at¨¦ a morte. Sua senten?a deve ser executada imediatamente. ¡° * Mas n?o senti medo. Este julgamento n?o era real e n?o precisava mais ter poder sobre mim. Em vez disso, eu me virei e descansei minha cabe?a no toco enquanto olhava para o c¨¦u. Foi uma experi¨ºncia cat¨¢rtica, que me deixou sentindo¡­ em paz. Eu sabia que essa escurid?o era algo que eu precisaria ter cuidado de agora em diante. Ficou ro o qu?o r¨¢pido eu poderia impactar negativamente tudo ao meu redor e perder minha capacidade de pensar logicamente. .. . E ficou ro o qu?o r¨¢pido eu poderia me tornar perigoso. Tanto para mimo para os outros. Em algum momento, devo ter adormecido quando me deitei no ch?o perto do toco. Porque a pr¨®xima coisa! lembrei foi uma voz me chamando. ¡°¨¢ria?¡± | mexeu mas n?o acordou. Eu ainda me sentia t?o exausta da noite anterior, meu corpo parecia pesado demais para se mover. -Aria, voc¨º est¨¢ bem? ligaram novamente. Eu a contragosto finalmente abri meus olhos grogues e vi Cai de p¨¦ perto de mim. Ele suspirou de al¨ªvio quando viu que eu estava bem. ¡°Voc¨º tem alguma ideia de qu?o preocupado eu tenho estado?¡± ele estressou. ¡°Fui ¨¤ sua casa algumas horas depois que voc¨º saiu e os atendentes me disseram que voc¨º ainda n?o tinha chegado em casa. Com a formao voc¨º estava agindo, eu surtei pensando no pior. Eu estive procurando por voc¨º a noite toda, rastreando seu cheiro, aterrorizado que algo tivesse acontecido voc¨º. Eu podia ver que atr¨¢s de mim o nascer do sol estavae?ando a iluminar fracamente a ¨¢rea ao nosso redor. Ele iluminou suas fei??es o suficiente para que eu pudesse ver o qu?o bravo ele parecia, mas eu sabia que era apenas por medo por mim. Eu n?o pude deixar de encontrar minha respira??o um pouco presa ao v¨º-lo. Os tons quentes deranja da luz o faziam parecer quase de outro mundo. Sorri um pouco para ele, algo que s¨® aprofundou sua carranca, mas n?o pude evitar. Sua preocupa??o s¨® aumentouo eu estava me sentindo. Sentei-me e estendi minha m?o em dire??o a ele silenciosamente, indicando que ele se aproximasse e a pegasse. Ele hesitou por um segundo, me olhando caut, antes de finalmente ceder. Imediatamente, pude sentir o qu?o quente sua m?o estava na minha enquanto eu o puxava para mim, puxando-o at¨¦ que ele estivesse ao meudo no ch?o. ¡°Que diabos, Aria, voc¨º est¨¢ congndo¡±, disse ele e rapidamente me envolveu em seus bra?os, esfregando-os para me aquecer . ¡ª Voc¨º esteve aqui a noite toda? Suspirei contente e aninhei minha cabe?a na curva de seu pesco?o sonolenta, gentilmente agarrando seu ombro. Eu podia senti-loe?ar a rxar ao meu toque, assimo sua presen?a me fez sentir mais calma tamb¨¦m. ¡°Sim¡±, eu respondi baixinho. ¡°¡­Por que?¡± Dei de ombros ligeiramente. ¡°Eu fiz alguma merda est¨²pida e adormeci aqui.¡± Ele se afastou um pouco surpreso, tentando olhar para mim para ver se eu estava fndo s¨¦rio. Uma parte de mim gemeu por dentro quando ele se afastou e eu o agarrei um pouco mais apertado. ¡°Voc¨º est¨¢ em perigo? Voc¨º precisa de ajuda?¡± ele perguntou. Eu bncei minha cabe?a e sorri. ¡°Estou bem. Genuinamente, desta vez. Acredite ou n?o, minha aventura de acampamento foi muito terap¨ºutica. Talvez possa ser um novo hobby. Eu realmente nunca tive um desses.¡± Ele me olhou incr¨¦dulo enquanto avaliava minha seriedade e pude vero poderia ser dif¨ªcil para ele confiar em qualquer coisa que eu estivesse dizendo base em nossa ¨²ltima conversa. Mas para meu al¨ªvio, ele finalmente rachou, seu l¨¢bio se contraindo aodo em um pequeno sorriso a minha piada. ¡°Vou ter que tentar em algum momento¡±, disse ele. ¡°Embora, para ser honesto, os campos de julgamento, na minha opini?o, seriamo acampar em uma casa mal-assombrada. Por que voc¨º veio aqui de todos os lugares?¡± Uma risada silenciosa e sem entusiasmo me escapou e eu relutantemente me afastei para descansar minha cabe?a no toco. As estrs acima estavame?ando a desaparecer enquanto o sol se erguia mais alto e eu gentilmente entrcei meus dedos os dele, esperando que um pouco de sua for?a passasse para mim. ¡°Porque estou conectado a este lugar. Um peda?o de mim vive aqui, revivendo as mesmas mem¨®rias. Eu acho que voc¨º poderia dizer que eu sou um dos fantasmas assombrando este lugar,¡± eu disse suavemente, me sentindo muito exausta para mais desculpas. ¡°¡­ Foi aqui que eu morri, Cai.¡± Eu n?o me virei para olhar para ele, mas o senti tenso, seus dedos pressionando mais for?a contra os meus. J¨¢ era tempo. Mesmo que ele pensasse que eu era louca, mesmo que ele nunca mais quisesse me ver, dizer a Cai estava bem atrasado. Se ele soubesse, pelo menos ele poderia entender o que estava realmente acontecendo e o que eu estava passando atualmente. Ou talvez ele apenas me chamasse de louca e seria isso. ¡°O que¡­?¡± ¡°Eu morri aqui,¡± eu repeti. ¡°Daqui a oito anos eu serei injustamente condenado por envenenar a amante de Aleric e causar um aborto espontaneo. O bando me condena e em meus momentos finais, eu morro aqui sozinho, assustado e dor¡­ e nas m?os de meu pr¨®priopanheiro.¡± ¡°Quem¡­?¡± Eu sabia o que ele estava perguntando. Eu me virei para olhar para ele, encontrando seu olhar para que ele pudesse sentir o qu?o genu¨ªna eu estava sendo sobre isso. Mas n?o foi um momento desagrad¨¢vel. Foi a primeira vez que fui capaz de fr, ou mesmo pensar no passado, sem imediatamente gritar meus olhos . Parece que a noite passada realmente me permitiu fazer as pazes isso. ¡°Al¨¦rico,¡± eu respondi. ¡°Assimo os Anci?es previram.¡± Pude ver ummpejo de dor em seus olhos momentaneamente a confirma??o de quem era meu companheiro e rapidamente apertei sua m?o na minha para me confortar. Sua rea??o fez parecer que uma parte dele ainda estava esperando que talvez eu fosse dele. Meu cora??o doeu por ele. Ele limpou a garganta, fazendo uma pausa antes de dizer qualquer outra coisa. Eu sabia o qu?o dif¨ªcil era acreditar nisso, mas fiquei aliviada por ele pelo menos n?o estar me dispensandopletamente ainda. ¡° E a senhora¡­?¡± ele finalmente perguntou. Cap¨ªtulo Cinquenta Sexo ¡­ Thea. A garota que matou Myra. O que eles est?o permitindo ser tratadoo um paciente no hospital agora. manipulou aqueles ao meu redor por anos at¨¦ que finalmente terminou em minha senten?a de morte.¡± Ele,preensivelmente, parecia incrivelmente confuso , tentandopreender exatamente o que eu estava dizendo a ele. ¡°Aleric¡­ n?o me amava,¡± eu finalmente expliquei depois que ele n?o falou por um tempo. ¡°A pessoa diferente que ele era no passado ¨¦ algu¨¦m que eu espero que voc¨º nunca tenha que conhecer, ou qualquer outra pessoa que conhe?a. Dediquei minha vidao Luna a ele, pensando que por ser meu companheiro, um dia ele finalmente me amaria. Em vez disso, ele me usou e me machucou por anos apenas por sua busca de se tornar o bando mais poderoso do pa¨ªs. Algo que, uma vez realizado esse feito, fui descartado.¡± ¡°¡­ ¨¦ por isso que voc¨º estava tanto medo dele.¡± Eu bncei a cabe?a. ¡°Naquele dia n¨®s esbarramos Aleric depois que o ataque Jade Moon foi a primeira vez que eu o vi desde que foi executado. Mal tinha se passado uma semana naquele momento desde que fui trazido de volta. Houve uma pausa na conversa quando desviei os olhos . O que ele estava pensando? Ele me disse que estaria l¨¢ para mim mesmoo amigo e era algo que eu estava disposta a aceitaro um risco uma vez que abri minha boca. Mas at¨¦ a amizade era mais do que eu tinha o direito de pedir agora, depois de afastar todos da minha vida . Ele puxou meu bra?o suavemente at¨¦ que eu finalmente encontrei seus olhos e, lentamente, me movi em dire??o a ele enquanto ele me puxava para mais perto. ¡°Venha aqui¡±, disse ele e me apoiou em seu colo de frente para ele. ¡°Voc¨º deveria ter me contado antes, lobisomem. L¨¢grimas ardiam em meus olhos ao ouvi -lo dizer isso. Ele acreditou em mim. Ele realmente acreditou no que eu estava dizendo a ele. ¡°Eu sei¡±, eu sussurrei. Houve outro momento de sil¨ºncio, n¨®s dois tendo muito a dizer e sem saber por ondee?ar, antes que ele finalmente fsse novamente. ¡°¡­ Devo me preocupar que voc¨º esteja se aproveitando de mim?¡± ele finalmente disse levemente. Ele se inclinou e usou os bra?os para se apoiar enquanto me olhava. Eu confessei , sem saber o que ele queria dizer, e me preocupei se ele se sentia usado por eu manter meu segredo por tanto tempo. ¡°Eu n?o¡­¡±,ecei, inclinando a cabe?a. ¡ª Bem , voc¨º ¨¦ ¡­ o qu¨º ? Vinte¡­ seis agora? ele disse, seu l¨¢bio se curvando em um canto enquanto ele n?o conseguia esconder seu sorriso. ¡° N?o sou um pouco jovem para voc¨º?¡± | olhou para ele empleta descren?a por um segundo antes de cair na gargalhada. De todas as coisas ps quais ele poderia ter se assustado, ele estava fazendo piadas sobre a minha maldita idade mental. ¡°Sim, voc¨º ¨¦ uma praga imatura, certeza,¡± eu disse, ainda rindo. ¡°Especialmente quando voc¨º f baixo ele. Conquistei um pa¨ªs inteiro, fui um estrategista renomado e temido, e ainda assim voc¨º continuou acariciando minha cabe?ao uma maldita crian?a de dez anos.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ certo¡±, disse ele, rindo. ¡°Eu realmente deveria respeitar mais meus mais velhos, meu erro.¡± Gentilmente acertou seu ombro apenas fazendo que ele risse ainda mais. Seu corpo inteiro estava tremendo debaixo de mim enquanto eu me sentava contra suas pernas e eu podia sentir meu corpo se aquecendo mesmo sem seus bra?os em volta de mim. 1 Quando a risada parou um pouco, ele se sentou ereto, seu rosto de repente a cent¨ªmetros do meu, e olhou para mim toda a seriedade. ¡°Eu acho que seria realmente inapropriado se eu quisesse te beijar ent?o.¡± Seus olhos queimaram em mim e eu senti minhas bochechas ficarem vermelhas. Tudo ao meu redor parecia irreal quando meu cora??oe?ou a bater rapidamente no meu peito. ¡°Voc¨º ainda gostaria de ¡­ ? Mesmo depois de tudo que eu te disse . . . ?¡± Eu sussurrei, incapaz de me impedir de olhar para seus l¨¢bios. Seu rosto estava t?o perto que n?o pude deixar de sentir um zumbido de energia me aproximando. ¡°Est¨¢ tudo bem¡±, ele respondeu calmamente enquanto se inclinava. ¡°N?o me oponho a namorar senhoras mais velhas.¡± Eu n?o pude deixar de rir de sua piada, quebrando o transe enquanto olhava para longe . ¡°Eu juro que vou realmente bater em voc¨º em um segundo de verdade.¡± 1 Ele n?o foi dissuadido e rapidamente agarrou meu queixo para me fazer olhar para ele novamente. O movimento s¨²bito for?ou uma pequena respira??o afiada a me escapar de surpresa. ¡°Kinky¡±, ele foi tudo o que ele sussurrou antes de finalmente trazer seus l¨¢bios para encontrar os meus. Instantaneamente, chamas se acenderam dentro de mim, me sobrecarregando a ponto de parar qualquer outro pensamento ou rir de sua ¨²ltima observa??o. Foi mais forte do que qualquer uma das vezes anteriores, algo que eu n?o pude deixar de me perguntar se era porque eu finalmente me abri para ele. Eu sentio se fosse derreter naquele exato segundo se n?o fosse por seu forte aperto em mim ainda. Com uma m?o na minha cintura, a outra m?o se enroscou no meu cabelo e estava me impedindo de sequer pensar em me afastar, n?o que eu pudesse me convencer em mil anos a faz¨º-lo naquele momento de qualquer maneira . ¡°Cai,¡± eu respirei contra seus l¨¢bios enquanto me pressionava mais contra ele, minhas m?os j¨¢ agarrando avidamente seu corpo para senti-lo mais perto. Seus l¨¢bios de repente se abriram em um sorriso e ele se afastou rindo levemente. ¡°Eu disse um beijo, Aria¡±, ele brincou. ¡°Voc¨º percebe que estamos sentados a dois p¨¦s de distancia de onde as pessoas s?o executadas, certo?¡­ A menos que voc¨º goste desse tipo de coisa¡­ pequena aberra??o.¡± Suspirei leve aborrecimento, um pequeno sorriso envergonhado se espalhando pelo meu rosto, e senti minhas bochechas queimarem ainda mais. ¡°J¨¢ estou me arrependendo de tudo e s¨® se passaram cinco minutos.¡± Ele n?o deve ter gostado dessa resposta quando agarrou minhas coxas e arrastou meu corpo contra ele, seus l¨¢bios de repente bem na minha orelha. Minha mente ficou em branco e quaisquer queixas minhas foram rapidamente apagadas apenas seu toque. ¡°N?o, voc¨º n?o est¨¢¡±, ele rosnou baixinho enquanto beliscava suavemente minha pele sens¨ªvel l¨¢. Um barulho em algum lugar entre um suspiro e um suspiro me escapou antes que eu pudesse par¨¢-lo, instantaneamente me fazendo esquecer onde est¨¢vamos novamente. Eu ficaria feliz em retomar de onde paramos, mas ele riu de novo e gentilmente bateu nas minhas pernas para dizer que dever¨ªamos nos levantar. ¡°Vamos,¡± ele disse, gentilmente me ajudando a ficar de p¨¦. ¡°Este lugar ¨¦ triste e frio pra caralho. N?o quero mais ficar por aqui.¡± Eu nem tinha certeza se estava pronta para andar ainda depois de me sentiro uma po?a derretida apenas um minuto antes, mas de alguma forma consegui. Ele tinha um ponto embora. Eu precisava descansar de verdade e este lugar era realmente horr¨ªvel. Depois de encontrar meu equil¨ªbrio e recuperar minha adaga,e?amos a caminhar de volta na dire??o da civiliza??o. Imediatamente, ele agarrou minha m?o na dele, algo que eu n?o pude deixar de sorrir. Eu n?o diria a ele o quanto isso me deixou feliz; Eu tinha a sensa??o de que isso s¨® subiria ¨¤ cabe?a dele agora . ¡°Eu obviamente tenho um milh?o de perguntas¡±, disse ele enquanto caminh¨¢vamos. ¡°Mas h¨¢ um que est¨¢ meio que queimando na minha mente mais do que os outros agora.¡± Eu bncei a cabe?a. ¡°Isso parece justo.¡± N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Ele parou e se virou para olhar para mim, sua express?o ficando s¨¦ria. Cap¨ªtulo Cinquenta e Seis ¡°N¨®s nos conhecemos naqu vida anterior? N¨®s ¨¦ramos pelo menos amigos?¡± E todo o sangue que estava corando minhas bochechas imediatamente sumiu do meu rosto, sentindo- me congr. Era insano a rapidez que um momento de sentimento na nuvem nove poderia facilmente ser arrastado para baixo, chutando e gritando, de volta ¨¤ realidade. Porque eu esqueci de divulgar um dos detalhes mais cruciais de todos. ¡­ Que eu o matei. Cap铆tulo 57 Cap¨ªtulo 57 Cap¨ªtulo Cinquenta e Sete ¡ª Eu matei voc¨º ¡ª sussurrei na minha cabe?a. ¡ª Voc¨º n?o fez nada de errado e eu matei voc¨º. ¡°Ahh¡­¡± foi o ¨²nico som que me deixou. Eu tinha quase certeza de que contar a ele essa informa??o n?o significava exatamente que ele podia confiar em mim; uma parte vital de qualquer poss¨ªvel rcionamento parae?ar. Seria errado da minha parte manter isso em segredo? Parecia uma aposta t?o desnecess¨¢ria para arruinar algo que n?o precisava ser manchado t?o rapidamente. ¡°¡­¨¢ria?¡± ele instigou. ¡°Estou tentando me lembrar,¡± eu menti. Eu podia ver agora¡­ seus olhos mudando para se tornarem cautelosos, inseguros de quem eu era. Sua morte foi apenas oe?o de uma lista de nomes cujas vidas acabei reivindicando. Ele me veriao um assassino? | engoli minha hesita??o e pigarreei. Se eu estava disposta a finalmente deixar o passado para tr¨¢s, ent?o n?o havia raz?o para arruinar meu futuro por causa disso. ¡°N?o¡±, eu finalmente respondi. ¡°Eu¡­ n?o consigo me lembrar de ter conhecido voc¨º. Eu nunca estava atrasado na biblioteca naquele dia, j¨¢ que n?o havia raz?o para eu estar t?o distra¨ªdo. E porque eu n?o estava atrasado, eu nunca colidi acidentalmente voc¨º no corredor¡­ 1 N?o era necessariamente uma mentira. N¨®s ticamente nunca nos conhecemos, ¨¦ s¨® que eu consegui orquestrar toda a sua morte no conforto da minha pr¨®pria casa. ¡°Ah, entendo¡­¡±, disse ele em pensamento antes de sorrir. ¡°Cara, sua vida realmente foi tr¨¢gica, sim?¡± Texhaled em al¨ªvio disfar?adoo uma risada. ¡°Tenho certeza de que seu ego lhe fezpanhia o suficiente.¡± Continuamos a conversar enquanto caminh¨¢vamos e eu fiz o meu melhor para explicar tudo o melhor que pude; embora propositalmente tenha permanecido vago em r??o a qualquer uma das minhas a??es menos agrad¨¢veis ou sua morte. Contei a ele sobre minha vida de onde se desviava; sobre a Deusa, Myra, minhas vis?es, e sobre Thea¡­ ou o que eu achava que sabia sobre Thea pelo menos. 1 ¡°Tudo isso estranhamente explica muitas das coisas que costumavam me confundir sobre voc¨º¡­¡±, ele disse enquanto atravess¨¢vamos o limiar de onde ele estava hospedado. N¨®s dois instintivamente voltamos para a casa dele sem precisar confirmar para onde quer¨ªamos ir. Eu certamente n?o estava vontade de enfrentar meus pais agora . ¡° ¡­ E por que voc¨º estava se culpando por Myra,¡± ele continuou, fechando a porta atr¨¢s de n¨®s. Um po?o de culpa se agitou no meu est?mago. ¡°Eu n?o pude salv¨¢ p segunda vez. N?o sei por que n?o o vi em uma vis?oo antes.¡± ¡°Ei, n?o ¨¦ sua culpa,¡± ele disse enquanto se aproximava, ¡°Voc¨º n?o pode se culpar por n?o saber¡­ e voc¨º especialmente n?o pode se culpar por algum poder aleat¨®rio sobre o qual voc¨º n?o tem controle. ¡± Eu suspirei, fechando meus olhos um pouco em confian?a. Foi bom ouvir essas pvras de algu¨¦m que conhecia o quadropleto. Isso me fez sentiro se eu n?o estivesse sozinho. Aqui estava algu¨¦m que n?o era obrigado pelo meu nascimento a cuidar de mim, e eles estavam me dizendo que eu n?o era o culpado. E eu amava meu pai, n?o me entenda mal, mas nada que ele pudesse ter dito me faria sentir o mesmo, j¨¢ que Cai n?o tinha nenhuma obriga??o realigo. Depois de alguns momentos, por¨¦m, fiquei dolorosamente ciente de que n¨®s dois est¨¢vamos parados em sil¨ºncio em sua porta, nenhum de n¨®s se movendo. ¡°Ok¡±, eu finalmente disse, quebrando o sil¨ºncio. ¡°Eu provavelmente deveria dormir um pouco, j¨¢ que foi uma noite dif¨ªcil. Eu sento bem se eu cair no seu sof¨¢¨C¨C,¡± Eu n?o consegui terminar o meu pedido porque os l¨¢bios dele estavam de repente na linha, fome me bebendo. .. . E mgrosamente, eu n?o estava mais t?o cansado. Eu imediatamente deixei cair a adaga da minha m?o, deixando-a cair no ch?o um baque, e estendi a m?o para agarrar seus ombros, puxando-o para mim. Um grunhido baixo em aprova??o soou de sua garganta que fez todos os tipos de coisas inexplic¨¢veis em minhas entranhas, e ele rapidamente me i?ou contra a parede, minhas pernas envolvendo sua cinturao se sempre tivessem pertencido l¨¢. Suas m?os estavam agarradas firmemente ao redor das minhas coxas quando ele se posicionou perfeitamente entre s e eu podia sentir seu desejo quando ele se pressionou contra mim. ¡°Porra, Aria,¡± ele gemeu enquanto me beijava ao longo do meu pesco?o. ¡°Voc¨º tem alguma ideia de como voc¨º me deixa louca ? H¨¢ quanto tempo eu queria fazer isso? Tinha todas as mentes para responder, mas honestamente, naquele momento, eu n?o queria nada mais do que ele apenas continuar me tocando aqui , para continuar me fazendo sentir mais dele contra mim. A ¨²nica resposta que consegui no final foi mais um gemido de seu narne enquanto minhas costas arqueavam para encontrar seu corpo. Algo que foi recebido apenas mais beijos e um grunhido pr¨®prio. N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material. Senti sua m?o passar por baixo da bainha do meu vestido e tentar subir, mas minhas roupas estavam muito apertadas na ¨¢rea do peito, restringindo qualquer acesso. ¡°Muitas roupas¡±, ele resmungou, apalpando minhas costas at¨¦ tocar o z¨ªper. Ele n?o puxou para baixo, por¨¦m, sua m?o parando por um momentoo se estivesse pensando, e em vez disso ele me jogou por cima do ombro em um carrinho de bombeiro, fazendo parecer que eu n?o pesava absolutamente nada. Cai!¡± | Gritei de surpresa, incapaz de parar minha risada. ¡°Coloque-me no ch?o! Eu posso andar!¡± ¡°N?o¡±, ele respondeu enquantoe?ava a caminhar em dire??o ao que provavelmente era o quarto. ¡°Voc¨º tem o h¨¢bito de ir embora sempre que eu finalmente te beijo. Isso ¨¦ apenas um seguro.¡± Continuei rindo, embora me sentisse um pouco mal. Mas eu n?o pude evitar. Algo sobre ser carregado assim era muito excitante para pensar em culpa. Ele chutou mais a porta para que pud¨¦ssemos entrar e imediatamente me colocou na cama. Tudo ao meu redor na s cheirava a ele e era inebriante, apenas aumentando meu desejo por ele. Uma parte de mim at¨¦ se perguntouo seria uma vez que eu mudasse e me tornasse aberto a sentidos muito mais sens¨ªveis . N¨®s n?o ¨¦ramospanheiros destinados, e eu sabia que n?o havia nada que eu pudesse fazer sobre isso, mas mesmo sem um v¨ªnculo depanheiro, ele sempre conseguia ter um efeito sobre mim. O melhor cen¨¢rio Cai seria se tornarempanheiros escolhidos, algo que n?o me daria os sentimentos artificiais, mas intensos de umpanheiro destinado, mas seria bom, no entanto. Se fosse entre um apego emocional puramente falso induzido p escolha da Deusa, e algu¨¦m que genuinamente se importasseigo, mas n?o me daria fa¨ªscas depanheiro destinadas, eu sabia qual escolheria. E ent?o percebi que toda essa conversa depanheiros era eu me adiantando um pouco. Eu ainda n?o tinha fdo Cal sobre n¨®s¡­ sobreo seria poss¨ªvel ficarmos juntos a longo prazo¡­ e pior, eu nem tinha fdo ele sobre sua question¨¢vel exclusividade. Mas ainda n?o havia tempo suficiente para entrar em tudo isso¡­ por enquanto, eu ficaria feliz apenas uma resposta. Cai estava em cima de mim, continuando a me beijar enquanto sua m?o j¨¢e?ava a abrir a parte de tr¨¢s do meu vestido. Seu toque era um fogo que me fez querer esquecer todas as minhas preocupa??es, mas consegui limpar minha cabe?a o suficiente para fr. ¡°Cai,¡± eu sussurrei. Eu xinguei internamente a mim mesmo quando percebi que nem remotamente parecia que eu estava tentando faz¨º-lo parar o que estava fazendo. Limpei minha garganta. ¡°Cai,¡± eu repeti, tentando novamente. ¡°Espere um segundo. Eu preciso te perguntar uma coisa antes de fazermos isso. Ele se afastou para olhar para mim e foi quaseo se eu o tivesse tirado de um torpor. Meu cora??o inchou um pouco ao v¨º-lo assim, vendo o efeito que eu tinha sobre ele, sabendo que fui eu quem fez isso. Foi id¨ºntico ao minha mente se perdeu no momento por causa dele. ¡°Agora mesmo?¡± ele perguntou, sua respira??o pesada . ¡­Isso pode esperar,¡¯ eu me ouvi dizer na minha cabe?a enquanto eu olhava para suas fei??es perfeitas. ¡° . . . Sim,¡± eu disse relutantemente. ¡°Eu preciso saber . .. Eu preciso saber qual ¨¦ a sua r??o Iris. Iris Sullivan do pacote Hidden Moon.¡± Ele olhou para mim incr¨¦dulo quaseo se n?o pudesse acreditar que eu estava perguntando isso agora de todas as vezes. ¡°¡­ Voc¨º j¨¢ dormiu Iris?¡± Iris era incrivelmente linda, at¨¦ eu poderia dizer. Se houvesse algu¨¦m que fosse um bom par para Cai, eu poderia vero algu¨¦mo Iris seria um ajuste perfeito. tamb¨¦m era de sangue Alfa, atraente, inteligente, engra?ada¡­ gentil at¨¦ estranhos. ramente, estava em Cai desde que o chamou de seu ¡®namorado quente¡¯. Se eles estavam ou estiveram juntos, entretanto, isso significava que as pvras que Cai me disse na noite da maioridade de Aleric podem n?o ter sido completamente genu¨ªnas . ¡°N?o, Aria¡­¡±, ele disse lentamente, quase levemente irritado. ¡°Eu n?o dormi Iris nem tive qualquer tipo de rcionamento ¨ªntimo .¡± Al¨ªvio me inundou e instantaneamente me senti muito melhor, mais segura. Mas eu ainda precisava de mais respostas . ¡°Ent?o, quando te chamou de ¡® namorada gostosa¡¯¡­ o que estava acontecendo?¡± Eu pressionei mais. Ele suspirou, sentando-se e esfregou o rosto. ¡°Nada. N?o estava acontecendo nada¡±, disse. ¡°Tris e eu somos amigas, provavelmente estava brincando. Fiquei a moch d brevemente enquanto estava viajando e a conheci. As coisas estavam boas, nos demos muito bem, ainda nos damos, mas acabei saindo depois de apenas um m¨ºs ou mais. Seu pai me prop?s tomar Iriso umapanheira escolhida no caso de nenhum de n¨®s encontrar nossos predestinados. Dada a linhagem de nossas fam¨ªlias e a afilia??o que poderia criar, parecia um bom neg¨®cio para ambas as nossas matilhas. Iris at¨¦ veio at¨¦ mim e confessou que estava atra¨ªda por mim.¡± Oh. Isso n?o parecia nada, mas eu podia vero a proposta teria sido extremamente ben¨¦fica para ambas as partes. Eles realmente seriam um bom par pelo que eu poderia dizer. ¡° ¡­ _ E o que voc¨º disse?¡± Eu perguntei hesitante, agora sem saber se eu ainda queria saber sobre isso. ¡°N?o!¡± ele disseo se fosse ¨®bvio. ¡°ro que eu disse n?o, seu idiota. Prefiro ficar essa velhinha muito teimosa e irritante que sempre me faz questionar constantemente minha sanidade¡­ Eu quero estar voc¨º, Aria, e eu quis dizer isso . Senti uma calorosa felicidade correr dentro de mim e eu queria ceder a imediatamente¡­ mas eu sabia que, por mais legal que fosse estar Cai, a realidade era que provavelmente era tempor¨¢rio. Percebi que em um mundo ideal, ser suapanheira escolhida seria o melhor cen¨¢rio¡­ de qualquer forma , este n?o era um mundo ideal. Nosso rcionamento possivelmente desencadearia uma guerra, algo que eu estava tentando tirar da minha mente apenas para aproveitar o momento euf¨®rico de estar ele na ¨²ltima hora. E ent?o, ¨¦ ro, havia se ele encontraria suapanheira destinada. Algo que eu seria incapaz de ficar no caminho uma vez que ele experimentasse. Eu sabiao era bom sentir o v¨ªnculopanheiro de algu¨¦m destinado a voc¨º,o seria f¨¢cil esquecer tudo o mais; algu¨¦m mais. Como algu¨¦m que j¨¢ havia experimentado isso uma vez, eu estava muito melhor preparado para lidar com isso e v¨º-lo o realmente era; uma decis?o involunt¨¢ria decretada por uma divindade que, segundo a pr¨®pria Selene, n?o poderia ser alterada. No entanto, eu n?o poderia dizer o mesmo sobre como Cai reagiria. A primeira vez seria¡­ intensa. Um pensamento me veio ent?o¡­ algo sussurrando um lembrete que eu tinha esquecido. Cai n?o teve umpanheiro, Luna, ou filho antes de sua morte. Uma morte aos vinte e um anos¡­ daqui a tr¨ºs anos. Isso significava que eu tinha pelo menos tr¨ºs anos para estar confiante Cai antes que o risco de ele encontrar suapanheira destinada se tornasse maior. Um risco que eu teria que estar disposta a aceitar e me afastar, n?o importa o quanto isso pudesse me machucar. Ele valia essa aposta? Cap¨ªtulo Filly¨CSeven¨CPt# 2 Cap¨ªtulo Cinquenta e Sete ¨C Pt#2 ¡°Aria?¡± Cai perguntou, tirando-me dos meus pensamentos. Ele gentilmente estendeu a m?o e enfiou um dedo entre as minhas sobrancelhas, fazendo-me perceber que eu estava mentindo . ¡°Voc¨º tem esse olhar em seu rosto¡±, disse ele. ¡°Aquele que geralmente me diz que voc¨º est¨¢ pensando demais em algo¡­ Devo trancar a porta do quarto para evitar sua fuga?¡± Instantaneamente eu rxei, sorrindo um pouco sua piada. Eu n?o tinha percebido que ele tinha aprendido minhas express?es t?o bem. ¡°Sinto muito¡±, eu disse, enquanto olhava em seus olhos dourados puros que sempre me fizeram querer derreter. ¡°¡­Eu n?o vou a lugar nenhum, eu prometo. Eu¡­ eu quero estar voc¨º tamb¨¦m, Cai. ¡®Mesmo que seja apenas tempor¨¢rio,¡¯ eu terminei na minha cabe?a. Cai had been there at the beginning of my return, witnessing my worst moments and helping me even w hen my ns were insane or not his concern. He¡®d been there for me when I¡®d cried and broken down, u nsure of who I was or who I could lean on. And it was true he¡®d ended up hurting me, but I¡®d hurt him too. Yet somehow, he¡®d realised sooner than me that we were undeniably drawn to each other. It was just me who refused to ack nowledge it. Being with him was probably still a terrible idea, I knew that, but even if it was temporary, wasn¡®t it better t han nothing? Being around him made me feel safe,fortable, and¡­ wanted. Things I¡®d never felt in m y past. Was it so wrong of me to desire that for myself, even if it could end disastrously? He didn¡®t waste any more time though as his lips were then on me again, and goddamn did he know how t o kiss. I felt like I was going to burn everywhere he touched me; along my th ighs, around my waist, up my back. He¡®d managed to unzip my dress already and so it was then just a m atter of sliding my arms out as he pulled it up over my head. And suddenly I was before him in only my u nderwear¡­ that I couldn¡®t help but look away, embarrassed. He must have guessed my thoughts exactly though as he grabbed at my arms before I couldpletely cover my torso with them. ¡°Hey, don¡®t do that,¡± he said gently. ¡°You¡®re so beautiful.¡± Algu¨¦m j¨¢ me chamou assim antes? Eu n?o conseguia me lembrar. Eu sabia que n?o era pouco atraente, mas nunca tinha me vistoo algo muito especial. Como eu poderia dar a minha hist¨®ria? Eu tentei me tornar mais bonita no passado para impressionar Aleric e isso s¨® me fez parecer doente uma figura doentia e olheiras sob meus olhos. Ele deu um pequeno beijo no meu pulso e delicadamente fez seu caminho ao longo do meu bra?o, fazendo um rastro de beijos enquanto passava. E quando ele finalmente alcan?ou meu ombro, eu estremeci sob seu toque. Tudo o que ele fazia estava me deixando louca, especialmente quando ele come?ou a tra?ar levemente os contornos do meu corpo;e?ando pelo meu peito, ao redor do meu suti?, e descendo at¨¦ a minha barriga, perigosamente perto da barra da minha calcinha. Todo o tempo deixando um rastro de arrepios onde quer que seus dedos tocassem. Ele olhou para mim enquanto me provocava, parecendo quase pronto para me devorar a qualquer segundo, mas em vez disso ele se conteve, querendo fazer o momento durar o m¨¢ximo que pudesse. Eu mal podia ag¨¹entar mais, pois um pequeno gemido me escapou involuntariamente. Sentei-me impaciente para que nossos olhos estivessem nivdos e o beijei profundamente, agarrando a bainha de sua camisa uma m?o. No entanto, em vez de me deixar tir¨¢-lo, ele segurou meu pulso suavemente e o beijou, levando-me a deitar novamente. Eu teria achado estranho, mas minha mente ficou rapidamente ocupada novamente. ¡°Voc¨º j¨¢ fez isso antes?¡± ele perguntou de repente, ¡°N?o nesta vida,¡± eu respondi antes de fazer uma pausa no pensamento, considerando sua pergunta ainda mais. ¡° . . . E nunca algu¨¦m que se importaigo. Ele me beijou apaixonadamente,o se soubesse exatamente o que eu estava dizendo e estivesse tentandopensar meu passado. J¨¢ havia me sentido mais nesses ¨²ltimos minutos do que em qualquer experi¨ºncia anterior e n?o queria parar. Ele agarrou meu bra?o acima da minha cabe?a enquanto sua outra m?oe?ou a se aventurar mais baixo¡­ e mais baixo¡­ e mais baixo¡­ at¨¦ que engasgou, se contorcendo sob ele. Thad n?o tinha percebido o qu?o sens¨ªvel eu estava l¨¢ at¨¦ agora, ou eu tinha percebido o qu?o incr¨ªvel isso poderia ser. Ele me beijou suavemente em volta do meu pesco?o¡­ meu peito¡­ meu est?mago, enquanto seus dedos continuavam a construir um certo dentro de mim, diferente de tudo que eu senti antes. Isso estava me deixando tonta , animada, e eu queria mais disso. De repente, seus l¨¢bios ro?aram meu suti?, mordendo suavemente o tecido fino l¨¢, e isso enviou um choque el¨¦trico atrav¨¦s de mim que me fez desmoronarpletamente, arqueando minhas costas para cima na sensa??o que passou por mim. Eu me deitei debaixo dele depois,pletamente sem f?lego enquanto eu deixava as intensas ondas de prazer continuarem a tomar conta de mim. ¡°¡­ Seu rosto era t?o fofo,¡± ele disse. Suas pvras eram leves, mas sua voz soava grossa. ¡°Eu gostaria de ter tirado uma foto.¡± Meus olhos encontraram os de Cai, uma mistura de lux¨²ria e entretenimento nos dele enquanto ele me observava, e meus l¨¢bios se contra¨ªram em um sorriso. ¡°¡­S¨® se voc¨º tiver um desejo de morte,¡± eu respondi. Ele sorriu brincalh?oo se eu estivesse realmente o desafiando: ¡°Isso pode valer a pena.¡± Suspirei brincando, revirando os olhos, e lentamente me levantei at¨¦ que estava ajoelhada na frente dele quase no n¨ªvel dos olhos. Ele era impressionante de se olhar, de longe uma das pessoas mais atraentes que eu j¨¢ conheci, e ainda assim ele estava interessado em mim. Esse fato n?o passou despercebido para mim e meu desejo de v¨º-lo, todo ele, foi aumentando constantemente. Eu fui pegar a bainha da camisa dele novamente, no entanto, assimo antes, ele me parou, tentando me distrair mais beijos. ¡°¡­ Mostre-me,¡± eu disse suavemente, dando-lhe uma pausa. ¡°Eu sei que voc¨º n?o tem vergonha de seu corpo desde que eu vi suas costas nuas naqu s de a anos atr¨¢s. Ent?o isso ¨¦ algo que voc¨º n?o quer que eu veja. Eu, pessoalmente.¡± Ele parecia inseguro, hesitando por v¨¢rios momentos antes de finalmente fechar os olhos em aceita??o. E, lentamente, ele tirou a camisa. Quando tive o primeiro vislumbre de seu corpo, houve um momento em que senti que esquecio respirar. Ele era lindo, perfeitamente musculoso de todas as maneiras certas, e eu gentilmente estendi a m?o para sentir sua pele quente sob meus dedos. Mas quando meus olhos desceram, eu finalmente vi o que ele estava escondendo e congelei. L¨¢, na parte inferior do abd?men, estavam as cicatrizes de marcas de garras irregres. Cicatrizes que eu sabia que ele tinha adquirido quando salvamos a vida de Myra. ¡°Eu n?o queria que voc¨º se lembrasse disso agora,¡± ele disse calmamente. ¡°Voc¨º parecia¡­ feliz. Algo que eu estavae?ando a me preocupar.¡± Engoli o n¨® na garganta que se formou, minha mentee?ando a correr sobre as mem¨®rias d. Eu senti muita falta d. ¡­ Mas se foi e eu j¨¢ tinha feito as pazes. Myra n?o gostaria que eu me esquivesse por causa d. Tracei levemente sobre as cicatrizes a ponta do dedo, seguindo as linhas irregres cuidado, antes de trazer lentamente Hutch l¡¯uty Seven ¨C PI: 2 meu rosto mais perto para beij¨¢-lo. Sob meu toque, eu o senti estremecer. ¡°Est¨¢ tudo bem¡±, eu disse, endireitando-me para encontrar seu olhar. ¡°¨¦ um lembrete permanente d como deveria ser. ¨¦ uma parte de voc¨º agora. ¨¦ uma parte de n¨®s dois.¡± Estendi a m?o e trouxe seus l¨¢bios para encontrar os meus, pressionando meu corpo contra ele. Sua pele na minha era incr¨ªvel, um calor envolvendo todo o meu corpo enquanto seus bra?os me envolviam. Impaciente, eu rapidamente removi minha roupa de baixo restante , n?o querendo mais nada entre n¨®s, e fome, eu o observei enquanto ele fazia o mesmo. Houve um momento, uma vez feito, que paramos para olhar um para o outro, ambos precisando de um segundo para absorver a outra pessoa durante a aprecia??o silenciosa . Depois de v¨¢rios segundos, por¨¦m, ele finalmente me deitou, pairando sobre mim , e eu mordi suavemente meu l¨¢bio inferior. ¡°Voc¨º tem certeza de que quer fazer isso?¡± ele perguntou, me dando uma ¨²ltima chance de recuar. Eu sabia que havia mais significado em sua pergunta do que apenas ver se eu ainda estava confort¨¢vel. Havia um estigma de lobisomem em torno de parceiros destinados e da virgindade da mulher envolvida ; uma vis?o arcaica que deveria ter sido abolida h¨¢ muito tempo. Ao me entregar a Cai, estava basicamente indo contra essa ideologia rid¨ªc, j¨¢ que ambos sab¨ªamos que eu tinha um companheiro. Mas eu n?o gostava mais de velhas tradi??es ou valores. Se algu¨¦m n?o me quer por um motivoo esse, ent?o eles n?o valem o meu tempo Engoli nervosamente e bncei a cabe?a. Ele beijou minha testa enquanto se pressionava, e eu gritei em uma mistura de dor e prazer. Eu o ouvi gemer em un¨ªssonoigo, enviando mais arrepios excitados enquanto eu me agarrava a seus ombros. Dado que esta era a primeira vez do meu corpo, eu sabia que essa dor leve era esperada, mas as sensa??es eram esmagadoras , no entanto, Ele esperou pacientemente por mim, por¨¦m, me dando a chance de me adaptar e rxar contra ele, antes de finalmente prosseguir. Qualquer dor que estivesse l¨¢ felizmente diminuiu rapidamente e foi imediatamente superada por algo muito melhor. Eu me senti cheia epletamente absorvida contra seu corpo enquanto ele se movia, cada impulso roubando um gemido de meus l¨¢bios . Eu n?o estava sozinho, por¨¦m, j¨¢ que os pr¨®prios grunhidos de Cai estavam logo atr¨¢s, enchendo meus ouvidos e narrando meus pensamentos. Minha mente estava devotada, s¨® havia ele agora, s¨® do jeito que ele era capaz de consumir todo o meu ser . Essa mesma press?o de antes estavae?ando a se construir dentro de mim novamente, aumentando rapidamente de acordo seus movimentos acelerados. Eu queria desesperadamente sentir aqus ondas de prazer mais uma vez , aquele al¨ªvio intenso que eu sabia que estava esperando por mim do outrodo. Tudo ent?o de repente se tornou fervoroso quando meus gemidos se tornaram gritos. Foi um crescendo de energia aquecida que estava perto de ferver. Mais forte e mais r¨¢pido, suas m?os me tocando e me agarrando em cada ¨¢rea sens¨ªvel , era uma extremidade de sensa??es que eu n?o sabia serem poss¨ªveis . ¡°Aria,¡± ele gemeu uma ¨²ltima vez. Foi o suficiente para me enviarpletamente sobre a borda enquanto eu me desfazia contra ele, aqu mesma eletricidade faiscando por todo o meu corpo para me deixar zumbindo. Ele n?o estava muito atr¨¢s, por¨¦m, enquantopartilhava sua pr¨®pria liberta??o , n¨®s dois sa¨ªmos ofegantes e completamente exaustos. Eu deitei em seus bra?os quando acabou, aninhada contra seu corpoo nenhum de n¨®s queria se mover . N?o havia nenhum outro lugar que eu preferisse estar ali. E tornou-se abundantemente ro para mim Cap铆tulo 58 Cap¨ªtulo 58 Cap¨ªtulo Cinquenta e Oito ¡®T?o bonito¡¯, penseiigo mesmo enquanto observava Cai dormindo ao meudo. Eu n?o tinha certeza de quanto tempo dormi, mas acordei para encontr¨¢-lo ao meudo. Ele parecia t?o pac¨ªfico; seu cabelo estava bagun?ado enquanto seu peito subia e descia suavemente. Eu poderia t¨º-lo observado por horas. Perdi a no??o do tempo enquanto contava os eventos que aconteceram na noite anterior, mas logo Cai se mexeu ao meudo. Em seu sono, uma mecha de cabelo caiu em seu rosto e eu n?o pude deixar de estender a m?o e gentilmente afast¨¢ de volta ao lugar. Era t?o sedoso ao toque. Quando meus olhos voltaram para seu rosto, eu congelei, percebendo que ele estava acordado e me observando. ¡°Bom dia¡±, ele murmurou sonolento, estendendo a m?o para me puxar para perto dele. Thad adormeceu em uma de suas camisetas, mas ainda podia sentir seu calor atrav¨¦s do tecido. Se n?o fosse p confus?o de suas pvras, eu teria me derretido em seu toque de bom grado. Mas o inc?modo em minha mente me impediu, for?ando-me a perceber a estranheza. Como ainda podia ser de manh? quando eu sabia que tinha dormido pelo menos algumas horas? ¡°¡­Manh??¡± Eu perguntei lentamente. ¡°H¨¢ quanto tempo estou dormindo?¡± ¡°Pouco mais de um dia. Voc¨º estava morto para o mundo,pletamente ema.¡± Fiquei tensa imediatamente percebendo que, se isso fosse verdade, ent?o eu tinha desaparecido sem aviso pr¨¦vio por mais de um dia inteiro. Meus pais ficaram assustados? Eu sabia que estava exausta de usar essa autoridade rec¨¦m-descoberta, mas n?o tinha percebido que ficaria desmaiado por tanto tempo. O imposto que teve sobre o meu corpo deve ter sido muito mais severo do que eu pensava. Sentei-me e sabia que precisava sair o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Se eles j¨¢ tinham pessoas procurando por mim, ent?o este era o ¨²ltimo lugar que eles deveriam me encontrar. ¡°Por que voc¨º n?o me acordou?!¡± Eu tentei me contorcer para fora da cama, mas ele me segurou, seu bra?o em volta da minha cintura. ¡°Rxar! Eu j¨¢ cuidei de tudo. Eu disse ao seu atendente que voc¨º est¨¢ seguro , mas teve uma noite dif¨ªcil e estava hospedado um amigo. Eu me virei para olhar para ele. ¡°¡­Ningu¨¦m pode saber que estou aqui, Cai.¡± Com um suspiro sonolento epletamente desanimado pelo meu estresse, ele mudou para uma posi??o sentada para apertar seu aperto em mim. ¡°Eu j¨¢ imaginei que voc¨º diria isso, ent?o eu disse a para ser discreta a informa??o.¡± Demorou alguns segundos para processarpletamente suas pvras, mas finalmente, eu exalei em al¨ªvio sabendo que Lucy inventaria uma desculpa adequada para apaziguar meus pais. Pelo menos n?o havia nenhum grupo de busca procurando por m ¡°Vamos,¡± ele disse, me guiando para me deitar novamente. Ele me puxou contra seu peito mais uma vez, ent?o est¨¢vamos cara a cara e suavemente beijou minha testa entre minhas sobrancelhas franzidas. Eu j¨¢ podia adivinhar o que ele estava pensando. ¡°Voc¨º se preocupa demais¡±, ele resmungou, confirmando minha suspeita. ¡°Voc¨º precisa levar isso a s¨¦rio, Cai,¡± eu disse calmamente. ¡ª Voc¨º percebe o que aconteceria se a not¨ªcia se espalhasse? ¡°Eu estou ciente¡±, respondeu ele, para minha surpresa. ¡°¡­ Se voc¨º sabe, ent?o por que voc¨º me perseguiu em primeiro lugar? ¡­ Por que voltar para a N¨¦voa de Inverno?¡± luz baixa Seus olhos estavam s¨¦rios, uma nitidez neles que eu raramente via. Ele erao uma pessoa diferente quando estava t?o focado, t?o contrastante sua maneira normalmente brincalhona. ¡°Porque ¨¦ evit¨¢vel¡±, disse ele. ¡°As quest?es est?o em torno de nossas posi??es e Aleric, certo? Existem maneiras de contornar isso.¡± Olhei para ele incr¨¦d. Se ele conhecia as ramifica??es disso t?o bem, ent?o ele era t?o louco quanto eu por tentar fazer isso. ¡°¡­ Estarigo realmente vale a penae?ar uma guerra, Cai?¡± Ele evitou meus olhos enquanto permanecia imerso em pensamentos. ¡°¡­Talvez,¡± ele disse distante. Seu olhar ent?o suavizou, seuportamento normal retornando. ¡°Talvez¡­ Bem, j¨¢ que um dos problemas ¨¦ por causa do meu status futuro, ent?o talvez eu apenas¡­ deixe pra l¨¢. Pessoalmente, acho que perdi minha voca??o na vida para me tornar um marido trof¨¦u. Voc¨º pode ser o ganha-p?o Beta se realmente quiser.¡± Mesmo que ele estivesse brincando, eu ainda olhava para ele incr¨¦d. Ele realmente era mental. ¡°Cai, voc¨º n?o pode simplesmente abandonar sua matilha assim.¡± ¡°Ser um Alfa parece superestimado, mas tudo bem, certeza,¡± ele disse, nem mesmo tentando esconder seu sorriso. ¡°Mas quem disse que eu iria querer voc¨ºo minha Luna de qualquer maneira ? Voc¨º provavelmente seria terr¨ªvel nisso. Somente aqueles *sete anos de experi¨ºncia Luna precisam se inscrever para o futuro emprego de n¨ªvel b¨¢sico oferecido no pacote Silver Lake. Infelizmente, falta um ano para o requisito m¨ªnimo de inscri??o, senhora. Eu bati em seu ombro eecei a brincar de lutar ele para sua divers?o. Ele rapidamente me conteve em seus bra?os, por¨¦m, rindo o tempo todo. ¡°Mas fndo s¨¦rio,¡± ele disse, finalmente continuando, ¡°isso n?o me ioda. Se isso significa estar com voc¨º, estou feliz em fazer o que for, Aria. ¡°Ent?o voc¨º ¨¦ t?o louco quanto eu¡±, respondi. ¡°Esta ¨¦ literalmente a pior decis?o que j¨¢ tomei e fiz muita merda recentemente.¡± Ele encolheu os ombros. ¡°Possivelmente, possivelmente.¡± ¡°¡­ realmente n?o vejo uma maneira em que possamos ser p¨²blicos¨C.¡± ¡°Shhh,¡± ele disse, silenciando meus l¨¢bios um beijo. ¡°Vamos apenas aproveitar o momento por um segundo. Temos muito tempo para discutir se vamos a p¨²blico ou n?o. E, al¨¦m disso, n?o ¨¦ realmente uma discuss?o quando eu poderia apenas¡­¡± Elee?ou a beijar o caminho do meu peito, ao longo do meu ombro¡­ at¨¦ que eu pude sentir sua respira??o quente no meu pesco?o. ¡°¡­Fazem isto.¡± Elembeu odo do meu pesco?o, o local exato onde uma marca depanheiro iria, e um arrepio de prazer se espalhou por todo o meu corpo. Eu podia imagin¨¢-lo t?o ramente e sabiao seria incr¨ªvel usar aqu marca. Isso nos uniria de uma maneira que ningu¨¦m mais seria capaz deparar novamente. Essa marca erao ospanheirospletavam seu v¨ªnculo, um requisito para mostrar total compromisso e se tornar um. Mas uma marca tinha suas pr¨®prias desvantagensplicadas; uma ds era que, se pass¨¢ssemos por uma rejei??o de parceiro ap¨®s a marca??o, o processo potencialmente nos mataria. Nossos lobos provavelmente n?o sobreviveriam ¨¤ intensa dor de cabe?a associada ¨¤ rejei??o de umpanheiro j¨¢ totalmente ligado; uma rejei??o considerada mais dolorosa do que a pr¨®pria morte. No entanto , al¨¦m da rejei??o, uma marca significava que n?o poderia haver outropanheiro at¨¦ que um dos vincdos morresse. Era inquestion¨¢vel, definitivo. E embora a morte normal de um companheiro fosse dolorosa, isso n?o significava que o sobrevivente morreria tamb¨¦mo durante o processo de rejei??o. Significava que minha vida estaria totalmente ligada a Cai e, por extens?o, a sua matilha; algo que Tytus gostaria de evitar a todo custo¡­ E ainda uma parte de mim queria que ele fizesse isso. Para acabar com qualquer d¨²vida em minha mente sobre se estar Cai estava bem porque a essa altura seria tarde demais. Ao tirar a escolha, isso me libertaria de certa forma. ¡°¡­ Cai,¡± eu gemi, a batalha interna dentro de mim furiosa enquanto ele continuava a me beijar ao longo dessa ¨¢rea do meu pesco?o. ¡°¡­ Pare isso.¡± Foi um pedido fraco. ¡°Fa?a-me¡±, ele respondeu. Eu sabia que ele n?o faria isso, n?o aqui e definitivamente n?o hoje, mas a excita??o que causou foi involunt¨¢ria. Aquele sentimento de saber que estava t?o errado que fez que se sentisse ainda melhor;o se tentasse o destino. Senti sua m?o rastejar por baixo do tecido da camisa que eu usava, percorrendo minha cintura e subindo em dire??o ao meu peito. Esses sentimentos que ele me deu, esse¡­ intenso¡­ desejo de estar perto dele,o se ele fosse uma for?a da natureza me puxando p gravidade¡­ Era inebriante. Quanto mais ele estava perto de mim, quanto mais ele me tocava, mais eu sentia meu v¨ªcio por ele aumentar. E assim, quando elee?ou a me levar exatamenteo na manh? anterior, for?ando meu corpo a sentir inimagin¨¢veis altos, eu sabia que estava apenas caindo em uma toca de coelho da qual eu deveria ter me afastado. .. . E, no entanto, quando est¨¢vamos pletamente exaustos mais uma vez, envoltos nos bra?os um do outro, n?o pude deixar de querer mais. ¡°Se voc¨º pudesse estar em qualquer lugar¡­¡± Cai perguntou suavemente depois, me segurando contra ele, ¡°fazendo qualquer coisa agora em um mundo perfeito, onde voc¨º estaria? O que voc¨º estaria fazendo?¡± Era uma pergunta t?o estranha. N?o existia um mundo perfeito, apenas um onde a morte estava ¨¤ espreita em cada esquina. ¡°¡­Eu nunca pensei sobre isso¡­¡±, eu disse lentamente . ¡°N?o h¨¢ nada que voc¨º sempre desejou que voc¨º pudesse fazer, mas n?o podia? Voc¨º viveu duas vidas , mas parece que mal viveu para si mesmo pelo que me contou. Parei para pensar. O que eu gostaria de estar fazendo¡­? E, depois de mais alguns momentos, eu sabia. ¡°¡­ Nada,¡± eu finalmente respondi. ¡°Eu n?o estaria fazendo absolutamente nada e n?o teria nada que eu precisasse fazer. Eu estaria vivendo o mais longe poss¨ªvel da matilha e de todas as responsabilidades associadas. Eu estaria vivendo uma vida tranqu onde ningu¨¦m me conhecesse ou estivesse procurando por mim¡­ e onde eu n?o precisaria me preocupar em abandonar as pessoas de quem gosto porque n?o haveria condena??o iminente ou mandado sobre minha cabe?a por trai??o.¡± Ele acenou a cabe?a pensativo enquanto ele absorvia tudo. ¡°Vivendo em uma casa? Paradeiro?¡± Eu podia imaginar ramente agora, um pequeno sorriso se formando em meus l¨¢bios enquanto eu imaginava. ¡°Na floresta. Uma pequena casa grande o suficiente para mim que ningu¨¦m encontraria. Eu me certificaria de espalhar rumores de uma bruxa vivendo l¨¢ para assustar qualquer vagabundo que pudesse pensar em vir procurar. ¡°Apenas grande o suficiente para voc¨º? Nenhum parceiro?¡± ele perguntou, insinuando o fato de que eu n?o o inclu¨ª. Eu ri. ¡°Voc¨º quer se juntar a mim na minha casinha? Achei que voc¨º estaria muito ocupado nesta realidade alternativa, vivendo uma vida mais excitante. Por que se preocupar em entreter uma bruxa da floresta? ¡°Talvez eu pudesse apoiar a ideia se isso significasse que eu tenho voc¨º para mim. Neste mundo talvez ningu¨¦m venha me procurar tamb¨¦m. Eu tamb¨¦m n?o gosto exatamente das responsabilidades envolvidas esta vida.¡± ¡°¡­eu provavelmente deveria dizer ao nejador da casa para construir alguns quartos extras ent?o. Eu definitivamente vou precisar de espa?o extra se isso significar aguentar voc¨º vinte e quatro sete. ¡°Se algum dia tivermos filhos , o espa?o extra provavelmente ¨¦ uma boa ideia.¡± Instantaneamente me senti doente, o lembrete indesejado me agredindo por algo que eu n?o tinha certeza. ¡°Cai¡­¡±,ecei hesitante, incapaz de encontrar seus olhos. ¡°Eu preciso te dizer¡­ n?o tenho certeza¡­ ¡­ -¡± 1 Seus bra?os se apertaram ao meu redor e ele rapidamente beijou minha testa para me interromper. ¡°Est¨¢ tudo bem, voc¨º n?o precisa explicar. Eu j¨¢ tinha um pressentimento baseado nas coisas que voc¨º me contou sobre Thea. Mas h¨¢ outras op??es se realmente quisermos¡­ ou talvez eu decida n?opartilhar voc¨º um bando de filhotes ingratos.¡± Engoli em seco as l¨¢grimas ardendo em meus olhos antes de acenar a cabe?a, grata por ele ser t?opreensivo. Mas ainda n?o tive coragem de contar a ele sobre minhas suspeitas. Suspeitas que eu vinha pensando h¨¢ algum tempo sobre um certo m¨¦dico desonesto morto em uma caverna. No entanto, se fosse irrelevante, eu n?o queria lhe dar falsas esperan?as prematuramente¡­ e, al¨¦m disso, era muito cedo para pensar em algo assim. N?o dever¨ªamos nem estar juntos agora, muito menos pensar em possivelmente ter uma fam¨ªlia um dia. ¡°E voc¨º¡­?¡± Eu finalmente perguntei depois de alguns momentos de sil¨ºncio . ¡°Se voc¨º pudesse estar fazendo qualquer coisa agora em um mundo perfeito, o que voc¨º estaria fazendo?¡± ¡°O que eu estaria fazendo¡­?¡± ele repetiu enquanto pensava. ¡°¡­Voc¨º. Eu estaria fazendo voc¨º em sua pequena cabana na floresta. Eu suspirei, tsk¨Cing em sua resposta. ¡°N?o permitido. Eu quero ouvir sua pr¨®pria resposta . ¡± Ele riu um pouco antes de finalmente responder. ¡°Hmmm¡­ talvez descansando no sof¨¢ em casa sem ser constantemente interrompido para o trabalho. Minha m?e estaria cozinhando uma de suas refei??es incr¨ªveis enquanto meu pai fvaigo sobre algo mundano.¡± ¡°Sua m?e cozinha?¡± Eu perguntei, surpreso que uma Luna estivesse fazendo algo assim. ¡°Sim¡±, disse ele, rindo da minha rea??o. ¡° gosta dissoo um hobby quando n?o est¨¢ muito ocupada.¡± Foi inteligente da parte d encontrar uma sa¨ªda assim, considerando o qu?o ocupada a vida de uma Luna pode ser. Meu tempo sempre foi gasto lendo estrat¨¦gias, trabalhando ou fazendo algo para Aleric. ¡°¡­ Parece que voc¨ºs s?o todos muito pr¨®ximos.¡± Ele assentiu. ¡°Extremamente. N?o apenas eu, mas todo o Silver Lake. Somos todos uma fam¨ªlia l¨¢.¡± Isso me deu maispreens?o de por que Cai retaliou t?o imcavelmente depois que Aleric matou seu pai no passado. Ele o amava mais do que apenas por respeito por ser seu Alfa. Eu duvidava que Aleric se importaria tanto se Tytus fosse morto; o rcionamento deles sempre parecera muito ¡­ formal . Mas foram as informa??es que ajudaram a dar uma boa vis?o hol¨ªstica da guerra entre Cai e Aleric. A for?a e o poder de Aleric sempre foram sua vantagem na guerra, capaz de feitos incr¨ªveis que ainda me impressionam at¨¦ hoje. E ent?o havia Cai, ainda muito forte, mas sua vantagem estava em seus n¨²meros o apoio inabal¨¢vel de sua matilha. O Silver Lake moveu-seo uma unidade letal total lealdade. Com a explica??o de Cai, parecia que Tobias, o pai de Cai, era muito querido, alinhando aqu ideia de apoio inquestion¨¢vel. No entanto, foi a maior fraqueza de Cai no final. Eu tinha pesquisado suas batalhas anteriores o Winter d que a maioria dos impasses ocorreu quando o Silver Lake teve tempo suficiente para preparar e organizar os guerreiros. Era ent?o apenas uma quest?o de fazer um no para separar a maior parte do bando de Cai, permitindo que Aleric terminasse o trabalho. Eu descobri a rota deunica??o deles bastante rapidez e tive suas mensagens criptografadas interceptadas e decodificadas em uma semana. Ent?o, quando eles finalmente tiveram toda a aten??o em uma batalha que montamoso uma distra??o, criei uma carta falsa informando-os de uma emboscada a oeste e me certifiquei de fornecer informa??es importantes sobre a aus¨ºncia de Aleric. Isso o for?ou a sair o m¨ªnimo de guerreiros de apoio e uma sensa??o de falsa seguran?a¡­ apenas para ser encontrado cara a cara Aleric esperando por ele l¨¢, sedento p vit¨®ria. ¡°O que voc¨º pensa sobre?¡± Cai perguntou de repente, me tirando de meus pensamentos profundos um pulo. Cap¨ªtulo Cinquenta e Oito Olhei para cima olhos arregdos para encontrar os dele, desejando que meu cora??o parasse de correr o pequeno susto. ¡®Nada! apenas uhh¡­ estava apenas pensando emo as coisas mudam facilmente.¡± ¡° Tem certeza? Voc¨º parece Ele n?o terminou sua frase, mas congelou abruptamente, virando a cabe?a para odo enquanto ouvia algo. ¡°O que ¨¦ isso-¡° ¡°Shhh¡±, ele silenciou, continuando a se concentrar. Ele se sentou enquanto ouvia atentamente, preparadoo se estivesse pronto para mais Ficou em sil¨ºncio pelos segundos mais longos da minha vida antes que ele finalmente reagiu. ¡°¡­ Foda-se¡±, ele sussurrou quandoe?ou a olhar ao redor da s fricamente, procurando por algo ¡®Foda-se, foda-se¡­ Aria ¡­¡± Ele se virouo se fosse me dizer alguma coisa, mas quando seus olhos finalmente voltaram para encontrar os meus, eles apenas se suavizaram. N?o estava fora de rxamento embora. N?o, parecia mais uma derrota ¡°¡­ Eu sinto muito , Aria,¡± foi tudo o que ele disse baixinho. ¡°¡°Desculpe ¡® -? Mas eu n?o pude perguntar a ele o que estava acontecendo quando a porta do quarto se abriu de repente e Aleric parou na porta. No fundo, eu podia ouvir v¨¢rios outros passos ocupados ocupando as t¨¢buas de madeira do resto da casa, mas era Aleric que eu estava mais preocupado. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Ele me encarou empleto choque quando nenhum de n¨®s se moveu. Erao se o pr¨®prio tempo estivesse congdo Tudo at¨¦ que a voz de Aleric finalmente falou, quebrando todos n¨®s do feiti?o. ¡° . . . Uma ria?¡± ele perguntou suavemente, confuso. Suas pvras eram t?o baixas que eram quase um sussurro E instantaneamente, um pesadelo acordado se seguiu. Cap铆tulo 59 Cap¨ªtulo 59 Cap¨ªtulo Cinquenta e Nove ¡°Que porra voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Aleric sussurrou fricamente. ¡°Voc¨º tem alguma ideia de quanta merda voc¨º vai se meter por isso?¡± Em uma rea??o involunt¨¢ria, rapidamente puxei o cobertor sobre meu peito para me esconder, embora n?o estivesse nua. E, ao mesmo tempo, nunca me senti mais exposta. N?o houve tempo para reagir, n?o houve tempo para se esconder. Eu sabia o que Cai estava procurando desesperadamente agora; uma fuga. Mas teria sido in¨²til. N?o havia tempo suficiente para cobrir meu cheiro e a jan tinha pain¨¦is de privacidade dodo de fora, impedindo-me de me espremer. Cai deve ter percebido a mesma coisa. Tudo o que ele podia fazer era se desculpar pelo fato de estarmos agora nessa situa??o. ¡° Encontramos ! ¡± Ouvi uma voz gritar em algum lugar da casa. Os olhos de Aleric de repente mostraram sinais de preocupa??o quando ele olhou para mim. Ele j¨¢ parecia p¨¢lido, confuso, coisas que eu nunca tinha visto nele antes, mas era sua preocupa??o que mais me enervava. Aleric estava confiante em tudo o que fazia, nunca mostrando fraqueza, e ainda assim parecia agorao se estivesse prestes a ficar doente. Ele enfiou a cabe?a para fora da porta enquanto tentava se rpor, respondendo ao que eu presumi que fossem guerreiros dentro da casa. ¡°Embale e leve de volta para a prova,¡± ele ordenou. ¡°Tenho Caius aqui detido e cuidarei da busca no quarto. Todos devem aguardar mais instru??es na casa de embgem. Anthony, fique para tr¨¢s e espere por mim no carro. ¡°Detido?¡± Eu perguntei, finalmente encontrando minha voz novamente. ¡°Aleric, o que diabos est¨¢ acontecendo? Por qu¨º voc¨º est¨¢ aqui?¡± ¡°Caius est¨¢ sendo detido para interrogat¨®rio¡±, disse ele calmamente. Nenhum de n¨®s estava levantando a voz muito alto por medo de sermos ouvidos. ¡°Eu tenho ordens para lev¨¢-lo imediatamente.¡± ¡°Por que motivos!?¡± Eu assobiei de volta. ¡°Que foi que ele fez?¡± ¡°O guerreiro encarregado de vigiar o arm¨¢rio de provas foi atacado duas noites atr¨¢s e algo foi roubado¡±, respondeu ele. ¡°Ele n?o consegue se lembrar de muita coisa, mas se lembra de ter recebido uma ordem Alfa para se retirar. S¨® que nem eu nem meu pai estabelecemos esseando. Como atualmente n?o h¨¢ registro de nenhum outro sangue Alfa permanecendo conosco agora, naturalmente Caius est¨¢ sob suspeita. ¡°N?o seja rid¨ªculo! Isso n?o ¨¦ evid¨ºncia suficiente para traz¨º-lo! Como poderia o herdeiro Alfa de uma matilha aliada possivelmente anr uma ordem dada a um de nossos guerreiros? Isso ¨¦ imposs¨ªvel.¡± ¡°Aria,¡± ele disse severamente. ¡°Acabamos de encontrar o item perdido dentro desta casa¡­ uma adaga de prata na porta da frente. N?o importa se n?o faz sentido, acabamos de adquirir a prova. Ele est¨¢ ticamente preso agora.¡± A adaga de prata ** roubou. A adaga *eu* caiu. Eu tinha acabado de deixar migalhas de pistas que levavam de volta para aqui, de volta para Cai. ¡°Aleric, por favor, n?o ¨¦ ele,¡± eu implorei. ¡°Vamos,¡± ele disse para Cai, ignorando minhas pvras. ¡°Levante-se. Temos que ir antes que eles decidam voltar aqui e verificar por que estou demorando tanto. Espero n?o precisar lembr¨¢-lo de n?o dificultar ou causar uma cena aqui, n?o ¨¦? N¨®s dois sabemos o que acontecer¨¢ se algu¨¦m a encontrar aqui voc¨º. Cai esteve em sil¨ºncio o tempo todo observando a troca, sabendo que suas m?os estavam atadas por estar em territ¨®rio estrangeiro, mas ele acenou a cabe?a em conformidade. Qualquer coisa que ele dissesse, ou fizesse, poderia ser usado contra ele em um julgamento a partir do momento em que Aleric confirmasse que estava sendo levado. Fiel ¨¤s pvras de Aleric, ele n?o lutou ou discutiu. Em vez disso, ele apenas puxou algumas roupas sobre o whaterstone boxers antes de caminhar at¨¦ Aleric sem problemas. Corri para Cai assim que vi as algemas em que ele estava preso, n?o me importando mais se Aleric estava l¨¢, e o agarrei. *Por favor, n?o fa?a isso, por favor¡­¡±, eu chorei. ¡°Espere aqui,¡± Aleric instruiu. ¡°Eu irei busc¨¢-lo quando a ¨¢rea estiver limpa.¡± Mas eu me recusei a soltar Cai, meu aperto s¨® aumentou. ¡°N?o por favor.¡± ¡° ¨¢ria!¡± Al¨¦rico sibilou. ¡°S¨¦rio , voc¨º precisa deix¨¢-lo ir. Voc¨º quer que os outros o vejam agora? Se meu pai descobrir que voc¨º esteve aqui ele, tudo isso vai ficar muito pior. Voc¨º est¨¢ sendo intencionalmente ing¨ºnuo agora? ¡± ¡° A ria¡­¡± Cai disse calmamente para mim, cortando o panico. ¡°Est¨¢ bem. Me deixar ir.¡± Eu mal podia ver atrav¨¦s das l¨¢grimas emba?ando minha vis?o. ¡°N?o, eu n?o quero¡­¡± ¡°¨¢ria. Deixe-me ir¡±, ele repetiu. Eu sabia que ele estava certo. N?o havia nada que eu pudesse fazer. N?o aqui e n?o agora de qualquer maneira . ¡°Vou limpar seu nome, eu prometo,¡± eu disse. ¡°Voc¨º vai sair em nenhum momento.¡± Ele me deu um meio sorriso em uma tentativa de me tranquilizar, mas isso s¨® me fez sentir pior. Deveria ter sido eu confortando-o agora, n?o o contr¨¢rio . Aleric empurrou Cai em dire??o ¨¤ porta, mas abruptamente parou de andar, farejando em dire??o a ele. E embora meus sentidos n?o fossem fortes o suficiente, Aleric deve ter percebido meu cheiro ¨®bvio por todo Cai. ¡°Tenho tempo para um banho?¡± Cai perguntou, quase divertido. A resposta de Aleric foi empurr¨¢-lo para frente novamente para que eles voltassem para a sa¨ªda mais uma vez. ¡°Voc¨º ter¨¢ sorte se eu n?o te afogar em umgo em nosso caminho para as cs,¡± Aleric respondeu, sua voz ficando mais longe at¨¦ que eu n?o pudesse mais ouvi-los. ¡°Idiota do caralho¡­¡± Fiquei ent?opletamente sozinho na s, tremendo e incr¨¦dulo que isso realmente tinha acontecido. O¨ª todas as coisas que poderiam ter ocorrido, Cai estava sendo preso por meus pr¨®prios crimes e foi Aleric quem veio nos encontrar juntos na cama. Eu queria vomitar. Olhei para baixo e vi que estava vestido apenas a camiseta folgada que Cai me deu, minhas pernas nuas aparecendo do meio da coxa para baixo e minhas bochechas vermelhas. O Aleric do passado teria me matado, n?o tinha d¨²vidas em minha mente. N?o haveria nenhuma explica??o necess¨¢ria, apenas minha garganta rasgada antes que eu tivesse a chance de abrir minha boca. Mas ele tinha feito o opostopleto. N?o s¨® ele n?o me machucou, mas tamb¨¦m nem me entregou aos guerreiros para ser sentenciado. Foi dif¨ªcil entender, mas¡­ Aleric tinha acabado de me salvar. | rigidamente trocou o vestido da outra noite antes de sentar-se em transe aodo da cama¡­ esperando quando Aleric retornaria. Minha mente estava pensando em tudo e nada ao mesmo tempo, incapaz de identificar apenas uma coisa para focar. Depois de n?o muito tempo, eu finalmente podia ouvir passos voltando. Eu me preparei para a batalha no caso de ser algu¨¦m al¨¦m de Aleric, mas felizmente era ele. Seus olhos verdes estavam afiadoso adagas quando encontraram os meus, prontos para uma discuss?o. ¡°D¨º-me uma boa raz?o p qual eu n?o deveria-¡° Eu n?o o deixei terminar enquanto mencei para ele, agarrando suas roupas, minhas l¨¢grimas voltando. ¡°Por favor, Aleric, me escute,¡± eu chorei. ¡°Ele n?o est¨¢ envolvido. Por favor.¡± ¡°Como voc¨º poderia saber disso, Aria ? N¨®s literalmente encontramos a adaga aqui,¡± ele argumentou, recuando contra uma parede em sua tentativa de se libertar do meu aperto. ¡± Por que voc¨º est¨¢ sendo t?o cego para tudo isso?¡± ¡°Porque fui eu!¡± Eu gritei: ¡°Fui eu quem roubou a adaga do arm¨¢rio de provas e atacou o guerreiro, n?o Cai. Eu ¨C eu queria que isso matasse Thea. Eu queria vingan?a pelo que fez Myr a . E voc¨º e meu pai agiramo se nem acreditassem em mim¡­ Ent?o resolvi o assunto minhas pr¨®prias m?os. Ele estava evitando meu olhar enquanto tentava gentilmente erguer minhas m?os sem muito sucesso. ¡°Pare de fazer merda s¨® para poup¨¢-lo. E eu nunca disse que n?o acreditava em voc¨º . Eu impedi voc¨º deeter assassinato sem provas na frente de uma multid?o inteira de guerreiros. Voc¨º estaria em julgamento agora mesmo se tivesse realmente feito isso. Voc¨º deveria estar me agradecendo.¡± ¡°Eu n?o estou inventando isso!¡± | insisti, um tom de frustra??o em minhas pvras . ¡°Fui eu. Eu ataquei Ray e ordenei que ele se afastasse para que eu pudesse roubar a adaga. De que outra forma eu saberia quem era quando voc¨º nunca disse o nome do guerreiro? ¡° Voc¨º n?o ¨¦ nem remotamente alto o suficiente para isso,¡± ele argumentou, ¡°Voc¨º ¨¦ um herdeiro Beta, metade disso.¡± ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . ¡°Eu sou uma maldita Santa em primeiro lugar e foremosi, Aleric, ou voc¨º esqueceu?¡± Eu cuspi de volta, seus olhos finalmente encontrando os meus. ¡°Minha autoridade ¨¦ o que diabos eu quero que seja, inclusive maior que a sua se eu estivesse inclinado um dia. ¡± N¨®s nos encaramos em sil¨ºncio por alguns segundos antes de finalmente, a tens?o entre n¨®se?ar a diminuir. Eu podia ver que Aleric estava tentando processar tudo o que eu estava dizendo. ¡°Ent?o Cai ¨¦¡­¡± ¡°Ele ¨¦ inocente,¡± eu terminei. ¡°¨¦ minha culpa. Tudo isso.¡± Suspirei, inclinando minha cabe?a para ele empleta derrota enquanto me agarrava a ele, ¡°Por favor, voc¨º tem que ajud¨¢-lo. Eu vou confessar tudo se for necess¨¢rio. S¨®¡­ n?o deixe que nada aconte?a ele. Eu o senti se mexer desconfortavelmente enquanto pensava, esfregando o rosto irrita??o. ¡°Se voc¨º confessar que foi voc¨º, meu pai vai despoj¨¢ -lo de todos os seus t¨ªtulos e voc¨º provavelmente vai ser preso, voc¨º sabe disso, certo? Talvez pior . . . E depois se ele descobriu que voc¨º estava aqui na cama com Cai? Porra, Aria, voc¨º est¨¢ tentandoe?ar uma guerra? Meu cora??o estava acelerado quando ele apontou o qu?o confusas as coisas se tornaram devido a me colocar acima do dever. Ele estava certo. Eu sabia que ele estava certo e ainda assim pensei que ia me safar. ¡°Eu sei,¡± eu disse, ¡°eu errei. Eu errei mal. Mas acabei de perder Myra, n?o posso perder Caitoo. Por favor¡­ me ajude , Aleric . Olhei para ele meus olhos cheios de l¨¢grimas, implorando por uma coisa. Apenas uma coisa que talvez eu pudesse melhorar e consertar. Custe o que custar, contanto que Cai fique bem. Ele olhou para mim, seu rosto cheio de conflito e¡­ dor? Eram ainda mais express?es novas que eu nunca tinha visto ele mostrar antes, express?es as quais eu n?o estava familiarizado. Estava tornando imposs¨ªvel saber o que ele estava realmente pensando essa imprevisibilidade repentina ¡°¡­Tudo bem, eu vou ajudar,¡± ele finalmente disse uma longa expira??o. ¡°Mas voc¨º deve saber que vou tentar consertar essa bagun?a sem colocar seu nome n primeiro.¡± ¡° Espere, Aleric¡ª¡± ¡°N?o, estou fndo s¨¦rio,¡± ele disse severamente, me cortando. ¡°Pessoalmente, n?o me importo o que acontece Cai, mas me importo se a ¨²nica Saintess viva ¨¦ acusada de trai??o. Haveria um tumulto religioso ¨¤ nossa porta protestando contra qualquer puni??o que meu pai emitisse. N?o quero ser colocado nessa posi??o embara?osa se pudermos evitar.¡± E isso, ele rapidamente soltou minhas m?os de seu peito sem esperar que eu respondesse e come?ou a caminhar de volta para fora. ¡°Arrume suas coisas, Ana!¡± ele gritou casualmente por cima do ombro, nem mesmo se preocupando em se virar para olhar para mim Maso se viu, isso era muito mais f¨¢cil dizer do que fazer Cap铆tulo 61 Cap¨ªtulo 61 Cap¨ªtulo Sessenta e Um This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. ¡°¡­ O que voc¨º acabou de dizer?¡± Eu perguntei, minha voz grossa descren?a. ¡°Eu disse que eles deraram guerra,¡± Alexander repetiu. ¡°Eles disseram que, se n?o soltarmos Caio antes do p?r do sol de amanh?, eles anunciar?o oficialmente sua inten??o de traz¨º-lo para casa ¨¤ for?a.¡± Menos de vinte e quatro horas. Eu tinha menos de vinte e quatro horas para libert¨¢-lo ou estar¨ªamos iniciando uma guerra. ¡­ E seria minha culpa. ¡°N?o ¨¦ tempo suficiente,¡± eu sussurrei, o panico crescendo dentro de mim mais uma vez. ¡°¡­ N?o ¨¦ tempo suficiente¡­ N?o ¨¦ tempo suficiente.¡± Dei um passo para tr¨¢s enquanto minha mente continuava a girar. Era isso. Tudo estava levando a este momento e finalmente estava aqui. ¡°H¨¢ mais alguma coisa que eu precise saber?¡± Al¨¦rico perguntou a ele. Alexander franziu a testao se esperasse que ele tivesse uma rea??o diferente. ¡°¡­ N?o? S¨® que recebemos uma carta do Lago Prateado agora¡­ ¡ª¡± ¡°Voc¨º pode ir ent?o,¡± Aleric interrompeu. ¡°Obrigado por me dizer o mais r¨¢pido poss¨ªvel.¡± ¡°O que? ¡­.Uh, sim, ok¡­,¡± Alexander disse, confuso. Ele deu alguns passos para tr¨¢s, ainda sem saber por que tinha sido dispensado t?o rapidamente, antes de finalmente se virar para sair. Assim que Alexander estava fora de vista, Aleric imediatamente voltou sua aten??o para mim. Tudo estava girando, dificultando o foco. O que eu poderia fazer para parar isso agora? Talvez confrontar Thea eu mesmo e tentar faz¨º confessar novamente? Mas n?o¡­ aqu energia dentro de mim se desconectou,o uma luz bruxuleante sempre que eu tentava agarr¨¢. Lembrei-me deo isso me deixou doente da ¨²ltima vez e n?o pensei que pudesse for?ar ningu¨¦m a seguir minhas ordens agora, mesmo que eu quisesse. Uma parte de mim sabia que fazer isso seria imprudente¡­ potencialmente mortal. ¡°Aria,¡± Aleric disse, sua voz cortando meus pensamentos. Foi o suficiente para me fazer olhar para ele, encontrando seu olhar diretamente. ¡°Respirar. Dentro e fora.¡± Quando ele disse as pvras, percebi que minha respira??o se tornou superficial, minha concentra??o no pensamento tendo prioridade. Lentamente, respirei profundamente e voltei a respirar. ¡°Voc¨º tem essa mesma express?o que me preocupa¡±, disse ele. ¡°Aquele em que eu deixo voc¨º em paz para se acalmar, apenas para descobrir que voc¨º est¨¢ agindopletamente insano alguns dias depois. N?o temos mais tempo para isso. Eu preciso da Aria inteligente agora, n?o da Aria autodestrutiva.¡± Ele estava certo, eu precisava desacelerar e pensar corretamente. Confrontar Thea eu mesma era muito arriscado e quase certamente n?o funcionaria a meu favor. E assim, eu fechei meus olhos, minha respira??o ainda tr¨ºm, mas eu fiz o meu melhor para me concentrar. Repassei tudo na minha cabe?a, pensando nas diferentes possibilidades, nos diferentes resultados¡­ mas o tempo limitado que nos restava, n?o havia muito o que fazer. Bn?ando a cabe?a, eu fiz uma careta. ¡°N?o h¨¢ tempo, Aleric¡­ nossa melhor esperan?a ¨¦ que Jonathan acidentalmente se revele amanh? ou Thea escorregue.¡± ¡°¡­ Isso ¨¦ muito perto¡±, disse ele. ¡°Eu sei¡­ e ¨¦ por isso que tenho mais uma solu??oo no de backup que ¨¦ quase garantido que funcione.¡± Ele cruzou os bra?os, a testa franzida. ¡°Se est¨¢ em quarentena, por que n?o implementamos esse primeiro?¡± Mordi o l¨¢bio, sem saber se deveria contar a ele. Eu j¨¢ sabia qual seria a rea??o dele. ¡°Bem¡­ porque¡­¡± euecei hesitante. Sua carranca se aprofundou por um segundo antes de finalmente entender o que eu quis dizer sem que eu precisasse terminar. Eu podia ver o reconhecimento em seu rosto quando ele percebeu o que eu estava nejando. ¡°N?o, de jeito nenhum¡±, disse ele, um tom de finalidade em suas pvras. ¡°Voc¨º n?o est¨¢ fazendo isso.¡± ¡°Aleric, eu n?o tenho escolha.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ jogando sua vida fora,¡± ele argumentou. ¡°Tudo pelo que voc¨º trabalhou, tudo pelo que lutou. Voc¨º vai desistir por ele? ¡°N?o estou desistindo por ele¡­ estou desistindo pelo bando. Ambos os pacotes. Estou desistindo para salvar pessoas inocentes.¡± Ele bn?ou sua cabe?a. ¡°Aria, pense bem nisso.¡± ¡°Estou pensando ramente!¡± eu assobiei. ¡°N?o posso deixar milhares de pessoas morrerem pelo meu erro. Se o pior cen¨¢rio realmente acontecer¡­ vou confessar. N?o h¨¢ outro caminho. Os efeitos cterais do meu castigo n?o anm a vida de inocentes. Voc¨º ¨¦ quem precisa pensar reza aqui.¡± Eu n?o deixaria isso acontecer. De novo n?o. Eu j¨¢ havia participado de muitas guerras e conhecia muito bem a destrui??o que s deixaram para tr¨¢s. Desta vez a causa n?o era nem por poder ou territ¨®rio¡­ era por libertar um homem inocente. Um homem acusado de meus pr¨®prios crimes. Eu respirei, acalmando minha voz de volta para ajud¨¢-lo a ver a raz?o. ¡°Aleric, se voc¨º realmente se importa a N¨¦voa de Inverno, e eu sei que voc¨º se importa¡­ voc¨º me deixaria fazer isso. Por favor, n?o me pe?a para ficar parado e deixar as pessoas morrerem por mim. Eu n?o preciso de seus nomes pesando em minha alma mais do que j¨¢ tenho.¡± ¡°E se Tytus o condenar ¨¤ morte? E ent?o, hein? N?o posso te salvar disso, Aria. Voc¨º sabe t?o bem quanto eu qual ¨¦ a puni??o por trai??o. ¡°Ele n?o vai¡±, eu assegurei. ¡°Ele n?o pode. Ele me acorrentaria a um poste pelo resto da minha vida antes de me matar. Ele gosta muito da imagem de status que forne?o. A ¡®Santa da N¨¦voa de Inverno¡¯. N?o, ele n?o vai me matar.¡± ¡°Ent?o teremos cada maluco devoto da Deusa em nossa porta exigindo a liberdade de sua Santa. Voc¨º se tornar¨¢ um m¨¢rtir dentro de sua pr¨®pria opress?o. Estamos potencialmente trocando uma guerra por outra.¡± ¡°N?o se preocupe isso,¡± eu disse, tentando desesperadamente ajud¨¢-lo a ver a raz?o. ¡°Isso ¨¦ pelo menos um problema mais gerenci¨¢vel. Uma coisa de cada vez aqui. Primeiro, vou convocar uma reuni?o de emerg¨ºncia marcada para logo depois do almo?o de amanh?. Na manh? anterior, veremoso Jonathan se sair¨¢ Thea, ent?o¡­ bem¡­ na pior das hip¨®teses, estarei usando a reuni?o para finalmente esrecer toda essa bagun?a. ¡°N?o,¡± ele disse categoricamente. Sua recusa ra eri?ou meu temperamento mais uma vez. ¡°Al¨¦rico, o que diabos est¨¢ acontecendo voc¨º? Isso ¨¦ realmente devido a lidar a rea??o dos seguidores devotos ou ¨¦ sobre outra coisa? ¨¦ Caio? Voc¨º realmente o odeia tanto assim? Eu sei que voc¨ºs n?o se d?o bem, mas isso parece um pouco extremo.¡± ¡°O que? N?o, Aria¡­ Voc¨º n?o¡­ tanto faz. Ele suspirou de frustra??o, desistindo de tudo o que queria dizer e optando pelo sil¨ºncio. ¡­ Cap铆tulo 62 Cap¨ªtulo 62 Cap¨ªtulo Sessenta e Dois Content rights belong to N?velDrama.Org. Eu andava nervosamente ao redor da ¨¢rea de esperaunit¨¢ria, localizada dodo de fora da s de reuni?es. Cada passo em un¨ªssono os segundos que passavam no rel¨®gio na parede, minha respira??o e meu cora??o batendo t?o alto que s¨® aumentava minha ansiedade. A reuni?o foi nejada, tudo estava pronto. Tudo o que restou foi Aleric. A qualquer minuto ele estaria entrando por aqu porta as not¨ªcias que decidiriam meu destino. Que estranho que mais uma vez eu me encontrasse tentando a morte nas m?os de Aleric; embora agora confiando neleo meu salvador, n?o meu carrasco. Embora eu tivesse que admitir, estaria mentindo se n?o reconhecesse que ele estava fazendo exatamente isso nos ¨²ltimos meses. Mas n?o, eu n?o seria morto. Eu tinha que acreditar na pr¨®pria sede de poder de Tytus caso o pior cen¨¢rio acontecesse. Eu tinha que acreditar que meu valor superava minha morte¡­ pelo menos por enquanto. Ao meu redor havia v¨¢rias outras pessoas. Pude ver alguns Anci?es que chegaram cedo se reunindo ao lado, conversando baixinho, mas foram os rostos de muitos indiv¨ªduos sem ssifica??o que mais notei. Eles eram os homens e mulheres que ouviram a not¨ªcia de que a guerra estava potencialmente diante de n¨®s, as mesmas pessoas que estariam colocando suas vidas em risco por n¨®s. E, no entanto, o assistente administrativo foi incapaz de dizer-lhes nada. Eles n?o eram ssificados, seu status n?o era alto o suficiente para ter participa??o na mesma coisa que potencialmente os mataria¡­ mataria sua fam¨ªlia, seus amigos¡­ seus filhos. Eles n?o foram considerados importantes o suficiente. ¡°Isso ¨¦ uma loucura! N¨®s temos o direito de saber!¡± um homem gritou. ¡°Sim!¡± alguns gritaram ao redor dele. As tens?es estavam aumentando na s h¨¢ v¨¢rios minutos, mas eu podia ver o nervosismo no rosto do assistente administrativo. O grupo de indiv¨ªduos estava lentamente se tornando uma multid?o ¨¤ medida que muitos outros se reuniam dodo de fora para encontrar respostas. Eles estavam assustados. Quem poderia culp¨¢-los? Eu tamb¨¦m estaria se minha vida fosse usada como forragem na linha de frente por causa de decis?es tomadas em cargos superiores; por causa de decis?es nas quais eu n?o tenho voz. Mas o medo faz as pessoas fazerem coisas idiotas e insanas¡­ coisaso se jogar contra o assistente administrativo que realmente n?o sabia de nada. Quem provavelmente estava t?o assustado quanto o grupo reunido em torno deles. O homem agarrou a camisa do assistente, trazendo seu rosto ao n¨ªvel dos olhos. ¡°Diga-nos o que realmente est¨¢ acontecendo!¡± ele gritou novamente. ¡°E-eu n?o tenho essa i-informa??o. Eu s¨® trabalho na f-recep??o,¡± eles gaguejaram. A multid?o n?o gostou dessa resposta. Resmungos e zombarias foram ouvidos por todo o povo, pois agora eles n?o sabiam para onde olhar em seguida. Como Aleric lidou isso no passado? Foi porque eles o temiam mais quando ele se tornou Alpha do que temiam o inimigo esperando por eles? Ou eles o respeitavam, sabendo que sua capacidade de liderar e sua destreza na batalha eram suficientes para inspirar? Eu n?o conseguia me lembrar de uma ¨²nica situa??oo essa ter acontecido no passado sob seuando. Mas imediatamente, a discrepancia nas linhas do tempo foi explicada, respondendo ¨¤ pergunta em minha mente. ¡°H¨¢ um ano voc¨º nos contr, nos for?a a protocolos de seguran?a r¨ªgidos medo de sermos mortos por bandidos. Pelo amor de Deusa, uma garota foi morta no parque perto da cidade. Agora voc¨º espera que n¨®s vamos para a guerra! N¨®s ainda n?o fomos autorizados a viver livremente nossas vidas novamente e agora voc¨º espera que n¨®s as entreguemos a voc¨º.¡± ¡°H¨C1 n?o pode ajud¨¢-lo. As ordens para esses protocolos vieram dos Anci?es. S?o eles que criam o temte e o apresentam para implementa??o. Eu apenas transmito informa??es base nesses modelos fornecidos.¡± O sil¨ºncio pairou no ar enquanto a multid?o absorvia essa informa??o lentamente. N?o porque fosse dif¨ªcil de entender, mas porque havia Anci?es presentes. Anci?es que agora estavam se tornando cada vez mais dolorosamente conscientes do que estava acontecendo ao seu redor. Eu vio seus rostos se transformaram em pessoas preocupadas sua pr¨®pria seguran?a. Eles estavam ramente em menor n¨²mero; suas posi??es sempre foram seguras por respeito, em vez de terem qualquer autoridade verdadeira paraandar os outros da maneira que os membros ssificados d 0 . ¡°Voc¨º!¡± o homem gritou para eles. Ele parecia ser o l¨ªder dessa carga. Tanta raiva dentro dele e ainda t?o incrivelmente est¨²pido o que ele estava fazendo. Ele j¨¢ havia colocado a m?o no assistente administrativo. N?o deveria ter sido t?o dif¨ªcil perceber que ele seria punido severamente por isso, sem mencionar as repercuss?es se ele n?o parasse agora. Atacar os Anci?es seria uma senten?a de morte. E ent?o eu vi. Aquele vislumbre em seus olhos de n?o mais se importar, escurecendo quando seu lobo avan?ou. Ele realmente ia atacar. Ele deu dois passos para frente, seu corpo equilibrado e ent?o ¡°O suficiente!¡± Eu gritei para ele, colocando minha voz grossa a autoridade de herdeiro Beta que eu tinha. N?o era perigoso para mim usar esse tom, pois era o meu tom natural, n?o derivado da minha marca??o. Foi o suficiente paraandar os n?o ssificados nesta circunstancia, O homem parou, congdo por causa do meu pedido, e virou o rosto para olhar para mim. Seus olhos eram escuros e selvagens, seu lobo prestes a emergir. Ele realmente estava prestes a desistir de sua vida por isso, eu podia ver ramente o qu?o s¨¦rio ele estava. A uma volta de n¨®s, a s ficou em sil¨ºncio, minha voz trouxe um sil¨ºncio absoluto para todos na ¨¢rea. Eles estavam muito medo de se mover, muito preocupados que eu iria puni-los por sair da linha. ¡°¡­ Chega,¡± eu repeti, mais gentilmente enquanto caminhava em dire??o ao homem. ¡°Eu sei que voc¨º est¨¢ cansado, eu sei que voc¨º est¨¢ medo. Todos n¨®s somos. Nenhum de n¨®s quer perder as pessoas que amamos.¡± ¡°Voc¨º se senta, privilegiado em sua posi??o de nascimento, e ainda tem a aud¨¢cia de dizer isso¡±, ele cuspiu de volta. A multid?o se arrastou desconfortavelmente. Eu podia sentir que todos concordavam, mas n?o queriam expressar sua aprova??o. ¡°Voc¨º est¨¢ certo, eu sou privilegiado,¡± eu disse. ¡°Mas eu tamb¨¦m souo voc¨º. Tenho pessoas que amo, pessoas ps quais luto. E quando se trata de guerra, at¨¦ os membros ssificados est?o lutando com voc¨º. Inferno, pode muito bem ser meu pai que n?o volta na pr¨®xima vez. Eu tamb¨¦m sofreria assimo voc¨º faria sua fam¨ªlia.¡± ¡°Voc¨º n?o sabe nada sobre a morte, crian?a,¡± ele zombou. ¡°Sua fam¨ªlia est¨¢ toda viva e bem. Eu tive que assistir meu pai ir para a guerra quando eu mal tinha idade suficiente para me lembrar dele. Ele nunca mais voltou.¡± A pequena ironia de sua dera??o n?o passou despercebida para mim, mas, nesta vida, eu sabia de onde ele vinha. De sua perspectiva, eu podia vero poderia parecer assim. Pessoas normais n?o foram reencarnadas afinal. ¡°¡­ Eu conhe?o a morte,¡± eu finalmente disse calmamente. ¡°Aqu garota que voc¨º mencionou tanto bom gosto antes durante sua explos?o era minha melhor amiga. Uma garota sem ssifica??o, aparentemente sem importancia no grande esquema dessa hierarquia. E foi assassinada, seu corpo deixado para eu encontrar. Mas n?o ¨¦ ¡®alguma garota¡¯o voc¨º disse t?o bem¡­ e voc¨º n?o tem o direito de usar a morte d para suas queixas. tem um nome e merece ser lembradao tal¡±. Eu podia ver ummpejo de culpa cruzar seu rosto enquanto ele se acalmava, lentamente conseguindo o controle de suas emo??es finalmente. ¡°¡­Seu nome era Myra,¡± eu continuei, ¡° adorava livros epras¡­ e genuinamente se importava cada pessoa que conhecia. Mas, mais importante, era amada¡­ amada por mim, amada por seus pais e amada por todas as outras pessoas que tiveram o privil¨¦gio de conhec¨º- la. ¨¦ mais importante do que apenas uma garota¡±, ! Dei um passo para tr¨¢s e voltei minha aten??o para toda a multid?o, levantando minha voz para que todos ouvissem. ¡°Mas n?o ¨¦ s¨® Myra. Todos voc¨ºs s?o importantes. Todos voc¨ºs s?o dignos e merecem saber o que os superiores escolhem fazer suas vidas. Porque quando se trata de guerra, n?o h¨¢ ssifica??o. S¨® existe vida¡­ e morte. Cada um de n¨®s se tornar¨¢ o mesmo quando morrermos naquele campo, nosso alimento de sangue para o solo, nossas almas a Deusa. Ent?o, eu s¨® posso esperar que, se chegar o dia em que voc¨º for convidado a dar suas vidas por este bando, a raz?o ser¨¢ proteger as pessoas que voc¨º ama. Que n¨®s amamos . _ Somos uma matilha, uma fam¨ªlia. Vamos sofrero tal, n?o importa a qual fam¨ªlia eles perten?am.¡± Eu podia ver a confus?o se espalhando em seus rostos enquanto eles tentavam interpretar o que eu estava dizendo. O que eu estava confirmando¡­ ¡°N?o haver¨¢ guerra o pacote Silver Lake anunciado hoje¡±, derei. ¡°¡­Eu te dou minha pvra.¡± Ningu¨¦m falou e ningu¨¦m se mexeu. Todos eles olharam para mim express?es confusas, sem saber quais eram apropriados. Mas, finalmente, uma voz falou do fundo, uma mulher abrindo caminho para a frente da multid?o . ¡°Santa,¡± disse; ajoelhando-se diante de mim. O panico tomou conta de mim. Esta n?o era a resposta que eu queria ou pedi. Se alguma coisa isso tornou as coisas mais estranhas para a minha situa??o atual. ¡°O que? N?o¡­ Por favor, n?o fa?a isso. Minha voz foi cortada quando outra pessoa se aproximou, dirigindo-se a mim tamb¨¦mo Saintess antes que eles tamb¨¦m estivessem ajoelhados aodo da mulher. E ent?o outro¡­ e outro¡­ e outro. E logo toda a multid?o de sem ssifica??o estava ajoelhada diante de mim. ¡°Por favor, levante-se¡±, eu implorei desesperadamente. ¡°N?o h¨¢ necessidade disso.¡± Os poucos Anci?os presentes estavam me observando express?es cautelosas que eu sabia que seriam panhadas de pensamentos que n?o estavam a meu favor. Eu n?o conseguia pensar em uma situa??o pior para me encontrar, dados os eventos que logo ocorreriam. ¡°Voc¨º ¨¦ aben?oado p m?o da Deusa. Que o mantenha seguro¡±, disse a primeira mulher. ¡°Pois ¨¦ dentro de sua presen?a, guiados por nossa Grande M?e, que devemos pedir a voc¨º que nos mantenha seguros. Louvada seja nossa Santa.¡± ¡°N?o, por favor-¡° ¡°Louvada seja nossa Santa¡±, a multid?oe?ou a ecoar ao redor d. Eu estava prestes a pedir-lhes mais uma vez para se levantarem, mas de repente pude sentir a sensa??o de olhos queimando em mim, diferente das pessoas que j¨¢ estavam aqui. E, instintivamente, olhei para a porta. Para a porta onde Aleric estava, observando enquanto as pessoas se ajoelhavam diante de mim. Ele segurou meu olhar apenas por um momento, atravessando a s em dire??o ao sal?o de reuni?es, sem olhar para tr¨¢s. Merda. ¡°Uhh .. levante-se e seja aben?oado. Voltem para suas fam¨ªlias em paz,¡± eu disse desajeitadamente para a multid?o, esperando que soasse devoto o suficiente para eles finalmente ficarem satisfeitos e j¨¢ irem embora. Chapas Saly Tr¨ºs No entanto, n?o esperei para verificar. Rapidamente, girei nos calcanhares sem outra pvra e caminhei na dire??o que vi Aleric ir. Eu tinha problemas maiores agora. ¡°Foda-se, foda-se, foda-se, foda-se,¡± eu fricamente continuei sussurrando para mim mesmo enquanto andava o mais r¨¢pido que podia. Eu pensei que as coisas n?o poderiam ter sido piores os Anci?es presentes, mas obviamente estava errado. Aleric aparecendo naquele exato momento foi mil vezes pior, perdendo apenas para se o pr¨®prio Tytus tivesse visto. Eu n?o podia fazer nada, por¨¦m, as pessoas n?o me ouviram quando eu pedi para eles ficarem de p¨¦. Eu n?o queria ou pedi isso. Eu andei por um corredor em dire??o ao sal?o principal de reuni?es e finalmente encontrei Aleric parado no final, seu rostopletamente ileg¨ªvel. De alguma forma, isso era infinitamente mais desconcertante do que se ele estivesse demonstrando raiva, irrita??o¡­ qualquer coisa. Literalmente mostrar qualquer emo??o naquele momento teria sido bom. Ele apontou para uma s aodo, indicando para eu entrar, e eu o fiz sem remar. Era uma s geralmente usada por dignit¨¢rios de territ¨®rios estrangeiros para permitir-lhes um lugar privado para esperar antes de uma reuni?o. ¨C ¡°Eu n?o¡­ eu n?o¡­¡± Eu me atrapalhei. ¡°Eu apenas tentei acalm¨¢-los. Eu n?o perguntei¡ª,¡± Ele levantou a m?o para indicar que eu deveria parar e eu imediatamente calei minha boca. ¡° N¨®s n?o temos tempo para isso,¡± ele disse, seu tom n?o traindoo ele se sentia sobre o assunto nem um pouco. ¡°¡­ Jonathan est¨¢ desaparecido.¡± Todo o ar que eu estava segurando dentro do meu peito instantaneamente escapou de mim quando sentio se um golpe tivesse sido desferido. ¡°¡­Ele n?o apareceu na casa de bandos hoje,¡± ele continuou. ¡°Eu estava esperando l¨¢ por mais de uma hora. Quando ele n?o apareceu a tempo, passei p casa dele, mas ningu¨¦m o viu desde que ele saiu para trabalhar esta manh?. ¡°¡­Algu¨¦m j¨¢ passou para verificar Thea?¡± Eu perguntei. ¡°¡­ Sim.¡± Ele virou o rosto, desviando os olhos de mim. ¡° se foi, Aria. Eu sinto Muito. Encontramos seu rastro de cheiro viajando p fronteira. Minha m?o disparou em dire??o ¨¤ mesa ao meudo enquanto eu a usava para me apoiar para n?o cair. Era isso. Minha ¨²ltima t¨¢bua de salva??o se foi. E ainda assim eu n?o pude evitar a bolha de riso que saiu dos meus l¨¢bios. Primeiro apenas uma risada lenta, ofegante e quase inaud¨ªvel, antes de finalmente aumentar para uma erup??o de gargalhadas. ¡° ¡­ Aria ? _ Aleric perguntou preocupado, me olhandoo se eu fosse louco. Ele provavelmente estava certo. Eu estava prestes a perder toda a minha liberdade¡­ e ainda assim foi a pequena vit¨®ria que me impulsionou. ¡°Aria, vamos tentar encontrar Jonathan,¡± ele disse, tentando me tranquilizar. ¡°Podemos adiar um pouco mais a reuni?o e ter todo mundo trabalhando na busca. Talvez possamos provar que ele ainda estava envolvido. ¡°N?o se preocupe em procur¨¢-lo,¡± eu disse, sorrindo. ¡°Ele estava trabalhando Thea. acabou de confirmar.¡± ¡°O que? Como voc¨º sabe? ¡± ¡°Thea gosta de se gabar, gosta de fazer coisas para provar que est¨¢ um passo ¨¤ minha frente. Como deixou o corpo de Myra um bilhete. Se ele realmente fosse inocente em tudo isso, teria assumido o risco adicional de deixar seu corpo em algum lugar onde eu o encontrasse para que eu soubesse que era minha culpa. Sua resposta fren¨¦tica de correr p fronteira significava apenas uma coisa; n?o estava preparada para o que eu tinha feito. M e trovine d , tentando entender e de onde eu estava vindo voc¨º acha que est¨¢ morto ? _ _ _ Co n?o correu ? Que ele est¨¢ apenas escondendo alguns aqui at¨¦ que seja seguro ¨¤s 0:00 do teto ? ¡°Porque ele ¨¦ 1 00 muito suscet¨ªvel de ser deixado vivo . Se colocarmos nossas m?os nele , ent?o n?o h¨¢o confiar nele o suficiente para permanecer em sil¨ºncio. sabe melhor do que aprender ou reoeletar _ _ _ especialmente se ele souber os nomes de outros envolvidos tudo isso _ _ ¡° ¡­ Ent?o por que voc¨º est¨¢ feliz ? N¨®s perdemos . _ _ Estamos sem tempo Essa foi sua ¨²ltima chance de liberdade oreron , Eu encontrei seu olhar e o segurei enquanto as orelhas se formavam em minhas m?os . ¡° Bem , ¨¦ agridoce , n?o ¨¦ que fira imagina algo que Thea me subestimou quando apresentou um dos her¨®is para estar em um colega de publicidade e foi desprezada. matou um membro da matilha e fugiu . Uma vez que voc¨º finalmente encontrasse o corpo dele em alguns dias, ganharia ¡®nunca mais serei capaz de mostrar a cara aqui novamente . se foi¡­ est¨¢ bem. est¨¢ aqui voltando para a N¨¦voa de Inverno . Eu tinha certeza de que se eu j¨¢ n?o tivesse vivido uma vida anterior , teria sido quase imposs¨ªvel enganar Jonathan era um espi?o o que eu estava tentando lhe dizer enviando-o; que eu sabia sobre seu segredo . provavelmente estava empleta confus?o e a desmentiu . N?o houve em v _pris?o, sem aviso, pareceria que eu tirei o nome dele do nada. E n?o sabendo o eu estaria endo . ¡°¡­ Mas ainda haver¨¢dr?es¡­ ainda haver¨¢ outros infiltrados dentro do bando Uma l¨¢grima caiu no meu rosto. ¡°Ah, eu sei ¡­ mas s?o as pequenas vit¨®rias , suponho . Precisa de algo para ser otimista sobre quando voc¨º est¨¢ prestes a confessar trai??o ao seu Alpha e Thea publicamente reconhecidoo um inimigo do bando ? Bem¡­ essa ¨¦ a melhor coisa que ouvi em meses Eu golpeei a l¨¢grima do meu rosto rapidamente antes de levantar minha cabe?a confian?a. A reuni?oe?aria em breve e Deusa sabia que eu precisava de cada grama de for?a dentro de mim para passar por essas poucas horas¡­ possivelmente nos pr¨®ximos anos . Se eu tivesse sorte. Embora eu suponha¡­ Assim ¨¦ a vida. Eu me levantei, endireitando meus ombros e caminhei at¨¦ a porta. Mas, quando estendi a m?o para a ma?a, senti a m?o de Aleric tocar a minha, me fazendo uma pausa. ¡° Aria,¡± ele sussurrou, seu rosto mais perto do meu do que eu percebi¡­ N?o fa?a isso. Por favor.¡± Olhei em seus olhos verdes . T?o diferente dos que eu conhecia, mas ainda escondendo coisas que eu provavelmente nunca saberia. Ver-me o sem ssifica??o anterior despertou pensamentos de uma poss¨ªvel insurrei??o novamente? Ele desconfiava de mim agora? Da perspectiva dele, parecia que eu estava reunindo seguidores. Qualquer convencimento que conseguisse antes provavelmente estava completamente pelo ralo agora . Eu puxei minha m?o, limpando minha garganta antes de fr. ¡°N?o haver¨¢ guerra o bando de Silver Lake anunciado hoje,¡± eu disse, repetindo as pvras de antes. Foi a promessa que fiz aos membros inocentes do bando, a promessa silenciosa que fiz a Cai anos atr¨¢s quando descobri quem ele realmente era. N?o haver¨¢ guerra o pacote Silver Lake. Hoje nao. Nunca. E ent?o, quando eu finalmente me vi olhando nos olhos do pr¨®prio Alpha Tytus, cercado por todos os Anci?es e membros de nossa matilha, eu sabia que havia apenas uma sa¨ªda. ¡°Alpha,¡± eu cumprimentei, curvando minha cabe?a em respeito. ¡°Eu solicitei sua presen?a aqui hoje para que eu possa ajudar a prevenir uma guerra desnecess¨¢ria. O que eu trago para voc¨º ¨¦ a prova de que Caius Knight ¨¦ inocente. Eu respirei tr¨ºm, encontrando seus olhos que estavam cheios de curiosidade fria . Os olhos que sempre me fizeram querer me esquivar . ¡°Alpha¡­ estou aqui hoje para confessar meus crimes de trai??o.¡± Cap铆tulo 63 Cap¨ªtulo 63 Cap¨ªtulo Sessenta e Tr¨ºs ¡°Alpha¡­ estou aqui hoje para confessar meus crimes de trai??o.¡± A s ao meu redor ficou gda, um sil¨ºncio ensurdecedor pairandoo ningu¨¦m se atreveu a respirar muito alto. Todos eles muito chocados minhas pvras. E, entre eles, parecendo o mais chocado e magoado¡­ meu pai. Eu n?o tinha dito a ele o que eu tinha feito. Na verdade, mal nos fmos nos ¨²ltimos meses desde que tivemos aqu discuss?o sobre Thea. N?o porque eu ainda estava raiva dele, Deusa sabia que eu estava errado ali, mas porque eu estava vergonha. Eu tentei for?¨¢-lo a fazer algo que colocava em risco n?o apenas sua seguran?a, mas tamb¨¦m a de minha m?e. Mesmo em luto, era est¨²pido. Tytus me olhou de cima a baixo, a ¨²nica pessoa que n?o tinha sido afetada pelo meu an¨²ncio repentino. Conhecendo-o, sua mente j¨¢ estava pensando em maneiras de transformar o que eu estava prestes a dizer em algo que pudesse benefici¨¢-lo. ¡°¡­ borar,¡± foi tudo o que ele disse. Forte. Eu precisava ser forte. ¡°¡­.¡± euecei, minha voz engasgada de nervos antes que eu pudesse dizer as pvras. Foco. ¡°Eu¡­ eu sou respons¨¢vel pelo ataque a Ray, o guerreiro que trabalhava provas naqu noite,¡± eu finalmente disse. ¡°Fui adquirir a faca para minha vingan?a pessoal. Ao fazer isso, Ray e eu entramos em uma briga semif¨ªsica na qual ele tentou me conter¡±. Eu podia sentir os olhos de Aleric em mim, quase silenciosamente querendo que eu parasse; pare antes que eu dissesse mais do que precisava. Eu o deixei naqu s sem espa?o para discuss?o, sabendo sem qualquer d¨²vida que isso era o que eu precisava fazer. ¡°Infelizmente, em minha dor e raiva,¡± continuei, ¡°ordenei que ele me deixasse ir para que eu pudesse continuar o que me propus a fazer. Ray ent?o perdeu o equil¨ªbrio de surpresa, caindo e se machucando. N?o era minha inten??o que ele se machucasse¡­ Eu s¨® estava determinado p justi?a e foi um resultado infeliz.¡± ¡°¡­Justi?a?¡± Tytus instigou, seu rosto ileg¨ªvel enquanto ouvia. Tal pai tal filho. Eles fizeram isso t?o irritantemente bem. ¡°Acredito de todo cora??o que o respons¨¢vel p morte de Myra foi a garota Thea. Eu me senti¡­ culpada¡­ injusti?ada¡­ zangada porque ningu¨¦m mais podia ver. Ent?o eueti o erro de tentar entregar o que eu achava que seria justi?a; Eu queria mat¨¢ a faca que usou para tirar a vida de Myra¡­ e eu queria fazer isso devagar, envenenando suas entranhas a prata. S¨® que eu n?o era forte o suficiente para terminar o trabalho.¡± ¡°Ok¡­¡±, ele disse, levando um segundo para deixar tudo entrar. Depois de alguns momentos, ele finalmente se ajustou em sua cadeira, franzindo a testa. ¡°Ent?o,o a faca foi parar na casa do menino Knight?¡± Meu peito se apertou. Eu n?o tinha pensado no que dizer sobre isso. ro, ele gostaria de saber essa informa??o. Ao tentar evitar uma guerra, por¨¦m, eu n?o poderia simplesmente desarmar um problema apenas para substitu¨ª-lo por outro. Olhei para Aleric. Apenas uma r¨¢pida olhada, meus olhos piscando por apenas um segundo, mas foi o suficiente para v¨º-lo bn?ar a cabe?a levemente. Esse segredo prejudicaria todos os envolvidos e s¨® serviria para criar mais conflito ¡°¡­ Cai e eu somos velhos amigos do ensino m¨¦dio,¡± eu finalmente disse. ¡°Um bom homem. Ele me encontrou depois que eu adormeci na floresta e graciosamente me permitiu dormir em seu sof¨¢. Meu pai e eu brigamos terrivelmente apenas Cap¨ªtulo Sessenta e Tr¨ºs horas antes e ainda n?o me sentia pronta para ir para casa. Devo ter derrubado a adaga acidentalmente durante minha fadiga. Sou grato por sua gentileza.¡± ¡°Bem, voc¨º v¨º¡­¡±, disse Tytus, respirando fundo depois de ouvir minha hist¨®ria. ¡°A¨ª reside parte da quest?o aqui. Voc¨º tem vindo a mim quase todas as semanas desde a pris?o de Caio, defendendo sua liberta??o. Alguns podem dizer¡­ quase um pouco apaixonadamente demais. Agora voc¨º veio me contar uma hist¨®ria, ¨¤ beira da guerra, onde voc¨º afirma ter autoridade forte o suficiente para anr ordens de primeira linha. Apenas algu¨¦m de sangue Alfa poderia tentar algo dessa magnitude¡­ ent?o estou inclinado a n?o acreditar em voc¨º, Aria. Qualquer que seja essa¡­ motiva??o, sinto que talvez n?o seja inteiramente sem¡­ influ¨ºncia emocional, digamos? Senti minhas pernas ficarem fracas. Ele n?o acreditou em mim? E n?o apenas isso, mas ele insinuou suspeita sobre o rcionamento de Cai e eu. Mas, n?o, as ¨²nicas pessoas que sabiam certeza sobre isso eram Cai, Aleric e eu. Qualquer coisa em que ele acreditasse, a esse respeito, teria que ser espec??o na melhor das hip¨®teses. Contanto que eu n?o fornecesse essa confirma??o, ele n?o seria capaz de provar isso. ¡°Alpha,¡± eu disse entre os dentes cerrados. ¡°Com todo o respeito, gostaria de lembr¨¢-lo que tamb¨¦m sou uma Santa, n?o apenas uma mera herdeira Beta. Embora me arrependa veementemente das minhas a??es que, em ¨²ltima an¨¢lise, minaram sua autoridade, sou totalmente capaz dos eventos de que falei hoje.¡± ¡° Muito bem ent?o¡­¡± ele disse antes de levantar uma sobrancelha interrogativamente, quase me desafiando a argumentar de volta. ¡°¡­ Prove.¡± Prove¡­ isso? ¡°Alfa? Acho que n?o entendi seu significado.¡± ¡°Voc¨º afirma ter autoridade para anr at¨¦ mesmoandos de um Alfa. Ent?o, prove¡­ ou serei for?ado a n?o acreditar em suas alega??es. Eu me senti doente, a press?o de sua exig¨ºncia era quase demais para suportar. A ¨²ltima vez que usei aquele tom de autoridade, quase me matou. Eu ainda me lembrava vividamente dos efeitos cada vez piores que isso tinha em mim, aumentando at¨¦ quase desmaiar em cima de Thea no hospital. Um momento crucial que eu precisava¡­ e eu falhei. ¡­ No entanto, agora eu precisava disso mais uma vez. N?o apenas isso, mas para demonstr¨¢-lo na frente de Tytus e de todo o conselho para que todos pudessem testemunhar. N?velDrama.Org copyrighted ? content. Isso me mataria desta vez ? ¡°Traga um guerreiro, por favor,¡± Tytus ordenou. Houve uma pausa momentanea quando as portas do sal?o foram abertas e um guerreiro entrou, aproximando-se para inclinar a cabe?a para Tytus. ¡°Alfa¡±, eles cumprimentaram. ¡°Ah, Anthony, perfeito. Bom te ver. Perdoe-me enquanto eu fa?o isso, mas,¡± o tom de Tytus mudou instantaneamente para o de um Alfa, ¡°eu ordeno que voc¨º fique a¨ª at¨¦ segunda ordem. Todas as outras ordens, independentemente de quem sejam, devem ser desconsideradas at¨¦ que eu pessoalmente o desculpe.¡± ¡°Sim, Alfa.¡± Olhei nervosamente para os rostos ao meu redor, todos esperando que eu me apresentasse para eles. N?o erao se eu n?o quisesse provar isso¡­ mais ainda porque eu n?o tinha sido capaz de agarrar a energia necess¨¢ria para realiz¨¢-lo recentemente; nem eu particrmente queria depois de ver como terminou da ¨²ltima vez. ¡°Alfa¡­¡±, eu disse cuidado. ¡°A situa??o naqu ¨¦poca estava sob circunstancias atenuantes e eu paguei um pre?o. Essa¡­ autoridade¡­ veio a um custo que foi quase minha vida. Foi a raz?o p qual eu nunca sucesso matou Theao eu nejava fazer. Quando usei oando por desespero, foi quase minha ru¨ªna. Tytus me examinou, observando cada movimento meuo se eu fosse uma oponente no xadrez, em vez de apenas uma garota tentando realizar algo para o bem maior. ¡°Bem, suponho que tudo depende de qu?o determinado voc¨º est¨¢ agora para salvar a vida do menino Cavaleiro, voc¨º n?o diria, Aria? ¡° N?o haviao sair disso. Tytus estava ramente determinado a me fazer provar a mim mesmo ou a tudo para que a verruga surgisse. Ou talvez ele quisesse que minhas afirma??es fossem verdadeiras? Que havia algum resultado que eu buscava obter se minha confiss?o fosse confirmada como absolutamente leg¨ªtima por testemunhas ? Eu me virei para olhar para Anthony, estabilizando minha respira??o o m¨¢ximo poss¨ªvel, e cheguei at¨¦ onde eu lembrava que a energia dentro de mim estava. Estava ¨¤ espreita, fora de alcance, mas se eu pudesse¡­ me esticar¡­ um pouco mais¡­ ¡°Anthony, t ordem¡­¡±, minhas pvras sa¨ªram sem rodeios. N?o havia mais autoridade no meu tom do que o meu status Beta, Eu n?o poderia fazer isso. ¡°Alpha, eu n?o posso¡­¡±, eu disse, a ansiedadee?ando a crescer dentro de mim. ¡°Eu n?o posso contrr isso. Da ¨²ltima vez, simplesmente¡­ aconteceu. Tytus exalou bruscamente, um leve toque de irrita??o ao faz¨º-lo. ¡°Ent?o, o que estou ouvindo ¨¦ que voc¨º n?o tem o n¨ªvel adequado de motiva??o, certo?¡± ¡°Eu acabei de-¡° ¡° Muito bem ent?o,¡± ele disse, me cortando. Ele ent?o voltou sua aten??o para um atendente pr¨®ximo. ¡°Traga Caio i ¡°Imediatamente, Alfa,¡± eles responderam, saindo para cumprir seu pedido. ¡°N?o. N?o, isso n?o ¨¦ necess¨¢rio¡±, | interveio. ¡°Eu ¨C eu vou tentar de novo. Tenho certeza de que posso gerenciar.¡± ¡°Absurdo. Tudo o que voc¨º me disse hoje indicou que essa autoridade s¨® ¨¦ alcan?¨¢vel durante uma circunstancia mais s¨¦ria. Que assim seja.¡± As portas se abriram atr¨¢s de mim e eu virei bruscamente minha cabe?a para onde Cai estava sendo trazido. Seus olhos imediatamente ca¨ªram para onde eu estava, desconsiderando todos os outros presentes. Ele parecia confuso, preocupado ¡­ todas as coisas que se esperava desde que eu mantive esse meu no dele. Muito provavelmente ele nem sabia que seu pai havia amea?ado a guerra. Mas mais do que isso, ele parecia querer me dizer alguma coisa, questionar por que eu estava aqui, mas ele sabia que n?o deveria fr aqui no meio deste conselho. ¡°Certo¡±, disse Tytus, for?ando minha aten??o de volta para ele. ¡ª Ent?o, Aria, ou voc¨º est¨¢ dizendo a verdade, caso em que Caio aqui seria inocente, ou est¨¢ mentindo, caso em que estaremos em guerra com o bando do Lago Prateado ao anoitecer. A meu ver, se voc¨º n?o conseguir realizar essa fa?anha e Caius for morto agora mesmo, s¨® nos beneficiaria nas batalhas da guerra se remov¨ºssemos o herdeiro Alfa desde o in¨ªcio. N¨®s tamb¨¦m podemos tirar vantagem de tal coisa.¡± Senti minha respira??o se contrair na garganta, meu corpo entorpecido. Isso foi doentio at¨¦ para Tytus. Eles iam mat¨¢-lo. ¡°Alfa, por favor, n?o-¡° ¡°Anthony, suas ordens s?o para matar Caius Knight,¡± Tytus ordenou. ¡°O mesmo de antes; todas as outras ordens, independentemente de quem sejam, devem ser desconsideradas at¨¦ que eu pessoalmente o desculpe. N?o haver¨¢ mudan?a, nem morte confusa. Eu quero que isso seja limpo, dada a nossa localiza??o atual. Use uma adaga, suponho. Cap¨ªtulo Sessenta e Tr¨ºs ¡°Sim, Alfa. Anthony puxou uma faca de seudo ee?ou a cumprir suas ordens. ¡°Alpha Tytus, voc¨º tem certeza que quer fazer isso?¡± Cai gritou enquanto andava para tr¨¢s lentamente. Eu n?o tinha certeza de quanto da situa??o ele havia descoberto, mas tinha certeza de que n?o havia d¨²vidas sobre a ordem de Tytus de mat¨¢-lo. Suas pvras ca¨ªram em ouvidos surdos, por¨¦m; Tytus nem pareceu registrar que havia fdo. A m?o de Anthony se esticou quando ele foi para o ataque , mas Cai habilmente se moveu para evit¨¢- lo . Mesmo algemas de prata, ele ainda era mais habilidoso na defesa do que um guerreiroum, todos sab¨ªamos disso. Mas as algemas impediam significativamente o usu¨¢rio de usar qualquer uma de suas habilidades; essencialmente tornando-os humanos. Embora ele fosse habilidoso para evitar os ataques, ele n?o teria resist¨ºncia para continuar por muito tempo. ¡°Pare isso!¡± Eu gritei. ¡°Por favor! N?o fa?a isso!¡± Saiu maiso um apelo fren¨¦tico do que qualquer tipo deando. Anthony continuou avan?ando sobre Cai em uma dan?a mortal por algum tempo, cada vez se aproximando cada vez mais at¨¦, finalmente, sua lamina cortar seu peito. ¡°N?o!¡± Eu assisti Cai cair de joelhos diante de Anthony, seu peito arfando de exaust?o e sanguee?ando a escorrer em sua camisa. Qualquer segundo agora¡­ Anthony agarrou o ombro de Cai uma m?o para firm¨¢-lo e, a outra, se posicionou para golpear¡­ E depois¡­ ¡°O suficiente! N?o toque nele!¡± Eu ordenei, uma explos?o de energia vindo ¨¤ frente para me dar a autoridade requeridos. A m?o de Anthony que ia fazer o golpe final foi subitamente parada, seu corpo congdo. ¡°Eu disse para n?o tocar nele!¡± Instantaneamente a m?o de Anthony caiu do ombro de Cai e ele deu um passo para tr¨¢s, confuso porque seu corpo n?o estava mais respondendo. Al¨ªvio e tontura passaram por mim quando ca¨ª de joelhospletamente esgotada. Eu tinha feito isso. Cai seria libertado e eu tinha provado a mim mesmo legitimando minhas reivindica??es. N?o haveria nenhuma d¨²vida agora que eu era totalmente capaz de ignorar at¨¦ mesmo ordens dadas por um Alfa. Uma tosse profunda saiu de mim e minha boca ficou cheia do familiar gosto met¨¢lico do meu pr¨®prio sangue. Curiosamente, por¨¦m, descobri que fisicamente n?o me sentia t?o mal quanto quando n?o pedi Thea. Foi porque eu tive tempo para reabastecer ao longo desses meses, ou foi outra coisa? Talvez porque eu estava chegando mais perto do meu primeiro turno? Meu c¨¦rebro queria vagar e explorar mais as diferentes possibilidades, mas Tytus arrastou minha aten??o de volta para a realidade. ¡°Que fascinante¡±, disse Tytus, me observando de perto antes de se dirigir ao atendente mais uma vez. ¡°Por favor, escolte Caio para fora agora e chame um dos m¨¦dicos para examinar seu ferimento. Mandarei algu¨¦m entregar o veredicto a ele em breve.¡± Cai foi ent?o arrastado de volta para fora da s, seu corpo mal conseguindo ficar de p¨¦. Eu tinha que acreditar que ele ficaria bem, por¨¦m, que tudo isso n?o seria em v?o. ¡° Aria¡­ o que vamos fazer voc¨º?¡± Tytus pensou consigo mesmo antes de se virar para onde os Anci?es estavam sentados. ¨¦lder Luke, voc¨º se consideraria um curador de conhecimento quando se trata de tradi??o e religi?o, n?o ¨¦? Chaule Sixty Thea Elder Luke se inclinou para frente em sua cadeira abruptamente, provavelmente surpreso que ele estava sendo chamado, Ele limpou a garganta antes de fr. ¡° Bem , suponho que voc¨º possa olhar dessa maneira , Alfa . Sou conhecido por coletar informa??es sobre odo mais¡­ fant¨¢stico de nossa esp¨¦cie . Embora eu estivesse mentindo se dissesse que Aria n?o desafiou minhas cren?as sobre o quanto isso ¨¦ realmente fic??o. Afinal, sua marca ¨¦ prova absoluta da exist¨ºncia de nossa divindade.¡± Tytus acenou a cabe?a pensativo. ¡°Essa seria uma avalia??o justa. Eu me pergunto, por¨¦m, em seus anos de pesquisa, voc¨º encontrou alguma coisa a ver Santos? Vejo que a garota usou sua autoridade uma vez e parece pronta para desmaiar. Elder Luke encontrou meu olhar, um olhar de simpatia em seus olhos enquanto ele olhava para mim, ¡°Houve apenas uma quantidade muito limitada de santos conhecidos, Alpha. Apenas um foi vagamente registrado na hist¨®ria, mas acredito que talvez houvesse outros dois antes disso. Infelizmente, n?o h¨¢ informa??es sobre suas habilidades , mas ¨¦ de conhecimento p¨²blico que sua autoridade ¨¦ maior do que a de um Alfa; esta n?o ¨¦ uma informa??o nova. Quanto ao estado d¡­ isso, receio, n?o posso responder certeza. Talvez tenha a ver a idade d? A s ficou em sil¨ºncio enquanto eles ouviam atentamente cada pvra que o ¨¦lder Luke dissera. O respeito de seus colegas e de todos os outros nesta s era ramente evidente. ¡°¡­ Embora,¡± ele continuou, ¡°eu tamb¨¦m poderia especr que talvez seja apenas uma quest?o de tentar correr antes de aprender a andar. est¨¢ substituindo as ordens de Alpha que nenhuma outra pessoa viva deveria poder. Imagino que a quantidade de energia necess¨¢ria para fazer tal coisa seria significativa, especialmente se n?o estivermos acostumados a faz¨º-lo. Nenhum de n¨®s tem nosso primeiro turno e mgrosamente sabeo se mover perfeitamente em nossa forma de lobo; ¨¦ algo que aprendemos. Instintivamente, seria o mesmo que as crian?as ssificadas que crescem aprendendo aandar os outros utilizando sua autoridade de nascimento. Se Aria descobriu recentemente essa habilidade decorrente de sua marca, imagino que seja us¨ªvel que talvez simplesmente n?o esteja pronta para invocar a autoridade total de uma Deusa sem pr¨¢tica.¡± ¡°Sua percep??o ¨¦ valiosao sempre¡±, elogiou Tytus, ao que o ¨¦lder Luke inclinou a cabe?a respeitosamente. ¡ª Mas isso n?o me tranquiliza exatamente quanto ao seu futuro, Aria. A aten??o de todos imediatamente voltou para mim e eu queria encolher. Mas eu tinha ido longe demais para isso agora. N?o haviao voltar atr¨¢s. Eu me levantei, levantando minha cabe?a, e olhei Tytus nos olhos enquanto ele dava seu veredicto. ¡° Aria, suas a??es provaram que voc¨º ¨¦ uma amea?a potencial para este bando, uma amea?a para mim e uma amea?a para o futuro do meu filho. Voc¨º propositalmente procurou agir sozinho em sua pr¨®pria forma de justi?a, em vez de apresentar corretamente seu caso ao seu Alfa e cumprir as leis do nosso bando. Voc¨º admitiu atacar n?o apenas um dos membros do nosso bando, mas tamb¨¦m algu¨¦m que estava sob nossa prote??o. Se esta fosse uma circunstanciaum, eu o condenaria ¨¤ morte imediatamente.¡± Meu pai parecia prestes a protestar, mas Tytus continuou fndo, ignorando seu movimento. ¡°¡­No entanto, esta n?o ¨¦ uma circunstanciaum, ¨¦? Ent?o, acho que devemos parar de jogar esse jogo, Aria , e finalmente ser realistas. Obviamente, voc¨º perdeu qualquer futuro de se tornar Beta e ser¨¢ destitu¨ªdo desse t¨ªtulo de acordo. Isso n?o deveria ser uma surpresa.¡± Mesmo sabendo que esse seria o caso, ainda do¨ªa ouvir isso. Trabalhei tanto para isso, quebrei tradi??es e treinei todos os dias. Parecia que um peda?o de mim estava sendo levado . ¡°No entanto,¡± Tytus continuou, ¡°a profecia da nossa matilha afirma que sua uni?o Aleric trar¨¢ sucesso para a N¨¦voa Invernal, algo que mesmo eu n?o posso desconsiderar tendo em mente o melhor interesse da nossa matilha¡­ j¨¢ tem idade suficiente para discutir assuntoso potencial, Cap¨ªtulo Sessenta e Tr¨ºs parceiros¡­ ¨¦ hora de voc¨º se preparar para se tornar Luna um dia e aceitar seu destino Aleric.¡± N?o. Eu pensei que eles iriam me jogar em uma c e ocasionalmente me mostrar para outros bandos de vez em quando. Mas me fazer Luna um dia era il¨®gico, para n?o dizer arriscado. O que me impediria de fugir? ¡°Dito isto, est¨¢ ro que voc¨º n?o pode ser confi¨¢vel e sua alian?a ¨¦ facilmente quebrada quando lhe convier¡±, disse Tytus. ¡°Voc¨º ¨¦ uma responsabilidade muito grande essa sua autoridade. Assim, a puni??o por seus crimes ser¨¢ na forma de seguro. Seguro de que este bando n?o precisar¨¢ se preocupar sua lealdade.¡± Tytus se inclinou para frente. Eu sabia que o que ele estava prestes a dizer n?o poderia ser nada bom. ¡°Aria, para garantir a prosperidade deste bando agora, e no futuro, ordeno que voc¨º fique ligada a Aleric sob os olhos de nossa Deusa, unindo para sempre seus destinos.¡± Minha respira??o engatou na minha garganta, esquecendoo funcionar momentaneamente quando a realiza??o de suas pvras me ocorreu. ¡° A ria¡­ voc¨º se oferecer¨¢ de bom grado para ser marcado por Aleric. Isso j¨¢ durou o suficiente e n?o haver¨¢ mais argumentos¡±. Cap铆tulo 64 Cap¨ªtulo 64 Cap¨ªtulo Sessenta e Quatro Na linha do tempo passada, eu tinha dezesseis anos quando percebi que tinha sentimentos por Aleric, dezoito quando soube que estava apaixonada por ele. Toda a minha vida eu cresci acreditando que ele seria meu um dia, esperando que eu o deixasse orgulhoso. Fui preparada, contrda e moldada para me tornar a Luna perfeita desde o momento em que nasci. Lembrei-me do meu primeiro turno,o me senti quando o vi o v¨ªnculo depanheiro nos conectando. Erao se o ar ao redor dele brilhasse, me chamando para frente, exigindo que eu gravitasse ao redor dele. Se eu me concentrasse o suficiente, eu ainda poderia me lembrar deo a pele dele estava na minha;o pequenas fa¨ªscas de prazer onde quer que tocasse. T?o forte, um l¨ªder incr¨ªvel e capaz de feitos em batalha que ningu¨¦m mais havia realizado. Essas eram as boas lembran?as de Aleric que eu enterrei. Ent?o, por que minha mente estava vindo ¨¤ tona agora? Talvez eu estivesse tentando justificar a mim mesma que em um ponto da minha vida eu queria isso. Que a velha Aria teria se divertido neste momento. Usar a marca de um Alfa era considerado o mais alto ponto de honra que qualquer mulher poderia alcan?ar em uma matilha. Ent?o o que eu queria agora? 1 ¡­ Meus desejos ainda importavam? Que escolha havia se era isso ou a guerra ? No entanto, se havia mais algu¨¦m na s cujos desejos deveriam ser levados em considera??o, eles estavam aodo de Tytus ¡­ parecendo furiosos. Os olhos de Aleric tinham o mesmo brilho neles que eu tinha visto antes dele matar pessoas no passado. O olhar de f¨²ria fria que voc¨º n?o queria ser o assunto. ¡°N?o,¡± foi tudo o que ele disse para Tytus, sua vozo gelo. V¨¢rias pessoas ao meu redor se encolheram e eu n?o podia culp¨¢s por se sentir assim. Se voc¨º n?o estava acostumado a ver Aleric assim, poderia ser uma vis?o assustadora de se ver p primeira vez. E pelo que eu tinha visto dele nesta vida, era raro v¨º-lo assim agora. Mas ao inv¨¦s de vacr, umabina??o de sentimentos mistos cresceu dentro de mim. Eu n?o queria que ele me marcasse, ro, mas um pequeno resqu¨ªcio dentro de mim doeu ao ouvir a mesma rejei??o dele novamente que eu ouvi repetidamente no passado. ¡°N?o, eu n?o vou fazer isso,¡± Aleric continuou. ¡°Alec, eu n?o estou perguntando a voc¨º,¡± Tytus respondeu categoricamente. ¡°Eu deveria ter uma escolha-.¡± ¡°Voc¨º teve uma escolha,¡± Tytus interrompeu. ¡°Voc¨º escolheu ajudar Aria a encobrir isso nos ¨²ltimos meses. Voc¨º n?o acha que eu j¨¢ percebi isso? Os dois olharam um para o outro uma hostilidade t?o silenciosa que as fileiras mais baixas da s se mexeram desconfortavelmente sob a press?o. Erao se um ar tang¨ªvel de inimizade enchesse a s ao nosso redor. Finalmente, Aleric quebrou primeiro, virando o rosto para odo em frustra??o, seus dentes cerrados. Foi submiss?o. Sem mais argumentos, observei enquanto ele caminhava em minha dire??o, os olhos baixos, cada passo fazendo a incerteza se agitar dentro de mim ¨¤ medida que ele se aproximava. O que ele estava sentindo agora? Raiva? Frustra??o? N?o¡­ isso parecia outra coisa. Ele finalmente encontrou meus olhos quando estava a apenas alguns metros de distancia e eu vi algo inesperadoo ! procurou minhas respostas. Seu rosto se suavizou imediatamente o gelo que estava ali momentos antes¡­ e em vez disso ele parecia envergonhado, envergonhado¡­ culpado at¨¦. Cap¨ªtulo sessentapleto E quando ele parou no lugar, olhei para tr¨¢s o mais estoicamente que pude, e-eu-eu n?o tornaria as coisas mais f¨¢ceis para nenhum de n¨®s se eu tra¨ªsseo me sentia naquele momento. Como eu estava apavorada de mentir para o futuro de incerteza que eu tentei tanto evitar. Mas, sem uma pvra, eu silenciosamente peguei meu cabelo solto na minha m?o e o escovei para odo, dando a ele acesso ro ¨¤ ¨¢rea que eu precisava, Se esse foi o pre?o de salvar milhares de vidas, de salvar Cai, que assim seja, Eu sempre imaginei crescendo que esse momento seria especial, mais ¨ªntimo, eu queas tudo isso poderia ter sido desconsiderado e eu teria acabado de vender para algu¨¦m que realmente quisesse me marcar Talvez eu devesse ter encontrado algu¨¦m da N¨¦voa de Inverno fazer il meses atr¨¢s. Afinal, n?o erao se Tytus pudesse me desmarcar e uma pessoa desse bando n?o causaria uma guerrao Coi faria Mas, no fundo, eu tinha que acreditar que Alenc havia mudado, que n¨®s t¨ªnhamos mudado. Talvez ele ainda n?o me quisesse dessa maneira desta vez, mas talvez a amizade que forjou nos ¨²ltimos anos prevalecesse o suficiente para garantir que n?o fosse uma repeti??o da trag¨¦dia. ¡°Sinto muito¡±, eu sussurrei quando ele finalmente parou ao meudo, Ele esfregou o rosto desconfortavelmente antes de suspirar. Eu desejei que a Deusa tivesse me dado a habilidade de ler mentes ao inv¨¦s da atrocidade de vis?o amaldi?oada que concedeu ao inv¨¦s. Como eu queria tanto saber o que ele estava pensando. Aleric se mexeu antes de hesitante colocar uma m?o no meu ombro, a outra apoiando odo da minha cabe?a, e lentamente, ele se moveu. Eu podia sentir sua respira??o quente ao longo do meu pesco?o e meu corpo reagiu, tenso em antecipa??o ao que estava prestes a acontecer. acontecer a seguir ¡°Respire¡±, ele me lembrou suavemente e eu bncei a cabe?a levemente. Ele deve ter percebido que eu estava prendendo a respira??o desde antes dele se inclinar Ele podia sentir meu corpo tremendo? Ouvir meu cora??o acelerado? Certamente ele adoraria j¨¢ que estava t?o perto, cortesia de seus sentidos aprimorados. Ou talvez ele estivesse muito preocupado a tarefa em m?os, concentrando-se em trazer seu lobo para frente o suficiente parapletar o trabalho. Seu aperto de repente aumentou em mim e eu apertei meus olhos fechados, sabendo o que estava prestes a acontecer a seguir. ¡­ Mas nada veio. ¡°Voc¨º confia em mim?¡± ele sussurrou, quase inaud¨ªvel at¨¦ mesmo para mim, Meus olhos imediatamente se abriram de surpresa, mas eu n?o sabiao responder. J¨¢ era uma pergunta carregada mesmo sem os muitos olhos do conselho ranqueado observando, esperando que essa marca??o estivesse acontecendo. Por onde eue?aria a responder isso? Mas antes que eu pudesse responder, eu o senti expirar. ¡°Eu suponho que n?o importa,¡± ele sussurrou. ¡°Voc¨º provavelmente vai me ressentir de qualquer maneira Ele ent?o se afastou de mim e eu vio seus olhos eram escuros, prova de qu?o perto ele estava de me marcar. Nervosamente, eu engoli, sem saber o que ele estava nejando a seguir ¡°Eu n?o estou marcando ,¡± Aleric derou ¡° ainda n?o tem idade Voc¨º est¨¢ me pedindo para marcar algu¨¦m que n?o pode nem mudar.¡± Tytus estreitou os olhos. ¡°Alec, isso-¡° ¡°N?o,¡± Aleric disse friamente, interrompendo Tytus desta vez. ¡°Eu n?o estou fazendo isso.¡± Com o qu?o perto seu lobo estava da superf¨ªcie, misturado sua absoluta determina??o de desobedecer ¨¤s ordens de nosso Alfa, era uma vis?o perigosa. Se eu n?o soubesse melhor, teria pensado que Alenc estava nejando levar isso ao ponto de desafi¨¢-lo. Essa era sua alternativa? Para criar uma guerra civil em vez disso? O som de algu¨¦m limpando a garganta ent?o soou; o que parecia quase uma intrus?o na t que acontecia na nossa frente. Imediatamente, os olhos de todos se voltaram para a dire??o de onde veio. Era o ¨¦lder Luke. ¡°Alpha¡­ todo o respeito,¡± elee?ou, ¡°estou inclinado a concordar o jovem herdeiro Alpha aqui. Deixando dedo os argumentos moralmente question¨¢veis sobre marcar algu¨¦m menor de idade ¨¤ for?a, tamb¨¦m gostaria de salientar que n?o temos muitas informa??es sobre as ramifica??es que biologicamente isso teria. Por natureza, o processo de marca??o ¨¦ reivindicar o lobo do outro, um instinto derivado do nossodo animal. Eu sinto que estar¨ªamos ignorando o ¨®bvio aqui se continu¨¢ssemos isso, observando que Aria n?o ter lobo ainda ¨¦ um risco poss¨ªvel. N?o pretendo lhe dizer o melhor curso de a??o aqui, ¨¦ ro, mas seria sensato ter em mente que este seria um territ¨®rio desconhecido, at¨¦ potencialmente fatal. Porque¡­ bem¡­ eu n?o sou m¨¦dico, Eu nunca fiquei t?o aliviado em minha vida ao ouvir que eu poderia ter morrido momentos antes. Foi o suficiente para quase fazer minhas pernas cederem debaixo de mim. Eu sabia que esse homem era bom demais para esse bando. Quantas vezes o ¨¦lder Luke tentou me resgatar agora ? A s estava silenciosa, todos percebendo que havia verdade em suas pvras. E isso foi provavelmente o que os preocupou enquanto eles seguravam a respira??o, esperando nosso Alfa fr. Tytus n?o parecia satisfeito esse racioc¨ªnio, sua mente provavelmente focada em garantir que eu fosse contida. Em sua cabe?a, provavelmente ainda valia o risco ou ele me mataria de qualquer maneira para garantir que ningu¨¦m mais colocasse as m?os em mim. ¡°¨¦ assim que deve ser para garantir a prosperidade desta matilha¡±, concluiu Tytus. ¡°Se precisarmos chamar um m¨¦dico, que assim seja, mas n?o vejo outra maneira al¨¦m de acorrent¨¢pletamente¡­ e todos sabemos que seu status dificultar¨¢ a manuten??o.¡± Ele estava se referindo ¨¤queles que veriam meu ¨®bvio encarceramento em uma c de pris?oo um insulto direto ¨¤ Deusa. Eu n?o tinha certeza se ouvir sua preocupa??o sobre isso me deixou esperan?osa ou assustada. ¡°Ent?o pensamos em outra coisa¡±, disse Aleric. ¡°Mesmo que isso signifique mant¨º algemada de prata, tenho certeza de que h¨¢ umpromisso a ser feito aqui.¡± Suas pvras foram ditas em exagero, para n?o serem tomadas literalmente, mas algumas n?o haviam percebido o tom. ¡°¡­E se fiz¨¦ssemos algo semelhante¡­¡±, um Anci?o diferente falou. Eu os reconhecio o ¨¦lder Nathaniel, que normalmente era uma voz de oposi??o para mim. ¡°E se aplic¨¢ssemos o mesmo princ¨ªpio dos punhos de prata, mas o adapt¨¢ssemos a uma forma mais m¨®vel e pr¨¢tica? Digamos¡­ uma coleira, por exemplo? Algo para garantir que a ¨¢rea do pesco?o permane?a intocada.¡± ¡°¡­ Isso poderia funcionar,¡± Tytus respondeu em pensamento. Dei um passo ¨¤ frente. ¡°Espere¡­ espere um segundo¡­¡± A m?o de Aleric agarrou a minha para me fazer parar de fr e eu olhei para ele indigna??o. ¡°Eles querem me prendero um c?o de estima??o¡±, eu assobiei. Ele se inclinou, seu corpo elevando-se sobre mim enquanto se movia em dire??o ao meu ouvido. ¡°Voc¨º prefere a alternativa, Aria?¡± ele perguntou em voz baixa. . . . Isso era realmente pior do que ser marcado? Instantaneamente, eu mordi minha l¨ªngua e me virei, puxando minha m?o for?a. Na frente, eu podia sentir os olhos de Tytus me observando, mas me recusei a olhar para ele. Ele estava se regozijando por dentro sabendo Eu odiei essa ideia? ¡°Alfa, a exposi??o prolongada ¨¤ prata tamb¨¦m pode ter resultados desconhecidos¡±, Alpha Luke entrou na conversa. ¡°Eu dificilmente veria a sensa??o suave que a prata causa na superf¨ªcie de nossa peleo algo de consequ¨ºncias terr¨ªveis,¡± Elder Nathaniel argumentou de volta. ¡°Contanto que n?o mantenha nenhuma ferida aberta perto dele, eu acho que a coisa toda ¨¦ inofensiva o suficiente. Ningu¨¦m aqui pode negar que seria a maneira mais eficaz de conter todas as suas habilidades, ao mesmo tempo permitindo que ainda se movesse livremente . Dentro do razo¨¢vel, ¨¦ ro.¡± O sil¨ºncio cont¨ªnuo na s era apenas mais uma prova de que todos estavam realmente considerando isso, que todos concordavam que essa seria a melhor maneira de proceder. Virei-me para o Anci?o Luke, esperando desesperadamente que ele tivesse algum outro argumento parabater o Anci?o Nathaniel, mas ele parecia estar segurando a l¨ªngua. Talvez ele soubesse a melhor forma de argumentar, mas considerava que essa era realmente a ¨²nica alternativa vi¨¢vel para a marca??o. Isso era miseric¨®rdia ou uma tortura lenta em sua mente? ¡°Tudo bem, ent?o est¨¢ resolvido¡±, disse Tytus. ¡°Anci?o Nathaniel, por favor, trabalhe para fazer uma coleira para Aria imediatamente.¡± Seus olhos ent?o se estreitaram para mim. ¡°Mas n?o muito solto. Eu n?o quero que haja espa?o para qualquer¡­ dentes perdidos do herdeiro Alfa entrarem.¡± N?velDrama.Org copyrighted ? content. Ele estava se referindo a Cai. Parecia que ele estava se recusando a deixar seu palpite sobre n¨®s ir. ¡°Ah¡­ e mais uma coisa¡±, acrescentou. ¡°Eu mostrei clem¨ºncia hoje, observando o conselho do conselho, mas n?o ser¨¢ o caso no futuro. No anivers¨¢rio de dezoito anos de Aria, ser¨¢ marcada por Aleric. Isso n?o est¨¢ em discuss?o. O cr ¨¦ apenas um meio de garantir que cheguemos a esse ponto sem problemas¡±. Menos de um ano. Eu tinha menos de um ano antes que minha puni??o real fosse executada. O que eu poderia fazer em t?o pouco tempo e todas as minhas liberdades tiradas de mim? Mas ainda havia assuntos mais importantes a serem resolvidos. ¡°Isso garante a liberta??o de Cai seguran?a de volta ao bando do Lago Prateado?¡± Eu perguntei. ¡°Que n?o estaremos participando de uma guerra eles?¡± Tytus suspirou de aborrecimento,o se j¨¢ estivesse cansado da minha exist¨ºncia em sua presen?a. ¡°Sim , sim , tudo bem¡±, ele admitiu, acenando para mim. ¡°A guerra ¨¦ muito cara de qualquer maneira . ¡± Ele ent?o deu a ordem para que Cai fosse solto e escoltado at¨¦ a fronteira imediatamente, me dando pelo menos algum conforto de que todo esse sacrif¨ªcio tinha m¨¦rito. Exdo, a fadiga finalmente me atingiu quando o peso de todas aqus vidas saiu dos meus ombros. As coisas poderiam ser definidas agora, mesmo que ainda deixasse muitos desafios p frente. As horas que se seguiram consistiram principalmente em sentar algemado, cercado por v¨¢rios guardas enquanto eles forjavam o cr de prata para mim. Como eu n?o tinha ideia do que o processo de prata envolvia, as horas pareciam se arrastar terrivelmente lentas, pois eu n?o tinha indica??o de quanto tempo levaria. Em algum momento durante a espera, percebi que Cai teria atravessado a fronteira e j¨¢ estaria a caminho de casa. Ele estava pensando em mim? Sua ¨²ltima lembran?a de n¨®s seria naquele sal?o de reuni?es, lutando por sua vida enquanto ele quase foi morto por minha matilha sob falsas acusa??es. Uma parte de mim esperava que ele me odiasse. Pelo menos seria mais f¨¢cil pensar assim. Eu esperava que ele voltasse para casa e continuasse sua vida¡­ Eu esperava que ele fosse feliz. Porque se tudo isso tinha me ensinado alguma coisa, era que a melhor coisa que eu poderia fazer para a minha seguran?a, assimo a dos outros, era tentar esquecer Cai¡­ mesmo que isso me quebrasse pouco. A Deusa disse que n?o poderia mudar meupanheiro, que o destino de Aleric e eu estava gravado em pedra. Estavae?ando a parecer que quanto mais eu tentava me desviar daquele caminho, mais danos ele estava deixando em seu rastro. Qual era a profundidade do raio em torno desse destino? Isso significava que eu deveria voltar e jogar o papel de Luna tamb¨¦m? Ser a garota d¨®cil e quieta que eu fui no passado? N?o fa?a perguntas, seja obediente, aja apenas no interesse da matilha e do seu Alfa, nunca de si mesmo. Sirva seu companheiro o melhor de sua capacidade. O que exatamente eu deveria estar mudando se n?o todas as circunstancias que levaram ¨¤ minha morte original? De repente me senti exausto, agora cansado de lutar pelo futuro. N?o poderia outra pessoa assumir? Thea seria banida do bando nos pr¨®ximos dias e eu n?o podia ver Aleric se apaixonando por t?o cedo. Talvez isso fosse o suficiente¡­ o suficiente para parar o que quer que Selene quisesse que eu evitasse. Os Anci?os finalmente chegaram, a coleira na m?o, ee?aram o processo de prend¨º no meu pesco?o. Eu podia sentir a sensa??o de queima??o muito leve que causou na minha pele, mas n?o era pior do que as algemas que estavam em meus pulsos momentos antes. Eu tinha certeza de que em breve eu nem perceberia isso, uma vez que se tornasse a nova norma. ¡°Eu n?o rendaria tentar remov¨º-lo,¡± Elder Nathaniel disse, olhando para mim enquanto eu gentilmente tateava ao redor da engenhoca. ¡°Foi refor?ado o metal mais forte que pudemos encontrar, ent?o voc¨º s¨® vai se machucar se tentar alguma coisa. A ¨²nica maneira de remov¨º-lo ¨¦ a chave e acredito que Alpha Tytus disse que manter¨¢ isso em sua pessoa o tempo todo.¡± ¡®Brilhante¡¯, pensei miseravelmenteigo mesmo. A ¨²nica coisa que eu queria fazer agora era ir para casa e dormir. Talvez nunca mais saia. Esta abomina??o em volta do meu pesco?o era uma monstruosidade e n?o exatamente discreta. O pensamento do bando me vendo contido assim era degradante e humilhante o suficiente. Atordoada, eu os segui enquanto eles me escoltaram para fora da s de reuni?es e para dentro de um carro. V¨¢rios guerreiros seguiram e eu presumi que sempre seria o caso de agora em diante. Eles podem ter me despojado de todas as minhas habilidades, mas ticamente ainda n?o me amarraram aqui. Uma marca teria me causado dor se tivesse se afastado muito de Aleric por um longo per¨ªodo de tempo, me amarrando aqui. Mas um cr n?o faria isso. Eles precisariam ficar de olho em mim ainda. ¡°Hora de sair¡±, disse uma voz do banco do motorista, cortando meus pensamentos. Olhei para cima e sa¨ª do carro sem prestar muita aten??o¡­ apenas para perceber que n?o est¨¢vamos em minha casa. ¡°P-por que voc¨º me trouxe aqui?¡± Eu perguntei nervosamente. ¡°Eu pensei que voc¨º estava me levando para casa?¡± ¡°N¨®s fizemos,¡± um dos guerreiros respondeu. ¡°Nossas instru??es foram para lev¨¢-lo para onde voc¨º vai residir de agora em diante. O Alfa aconselhou que voc¨º seja transferido para a casa de carga imediatamente, a fim de garantir n?o apenas sua pr¨®pria seguran?a, mas tamb¨¦m permitir uma transi??o mais f¨¢cil para quando voc¨º se tornar Luna um dia.¡± Mentiras. Eles s¨® queriam ficar de olho em mim, me confinar em uma ¨¢rea da qual seria mais dif¨ªcil escapar. Eu sabia por experi¨ºncia anterior o qu?o dif¨ªcil era fugir sob os olhos do bando¡­ e isso foi antes de eu ter uma coleira em mim. ¡°Venha¡±, disse um guerreiro diferente, guiando-me a m?o no meu cotovelo . Sem hesitar, eu rapidamente puxei meu bra?o para longe de seu aperto. ¡°Eu posso andar sozinho, obrigado.¡± Eu segui atr¨¢s enquanto eles me levavam para frente, o tempo todo me perguntando em qual dos quartos vagos eles me deixariam ficar at¨¦ Aleric se tornar Alfa. Lembrei-me vagamente de algu¨¦m uma vez me contando sobre um quarto menor no segundo andar que tinha um bom sol p manh?. Talvez eu tivesse a sorte de ter um lugar assim para esperar at¨¦ meu anivers¨¢rio de dezoito anos. Mas enquanto eles me conduziam pelos corredores e escadas familiares, um buraco de inquieta??o come?ou a crescer no meu est?mago. ¡­Porque eles n?o estavam me levando para um quarto vago. Eles estavam me levando para o meu antigo quarto. Os aposentos da Luna. O mesmo lugar que eu sofri abuso por anos. Cap铆tulo 65 Cap¨ªtulo 65 Sessenta e cinco ¨C Trezentos e um¡­ trezentos e dois¡­ trezentos e tr¨ºs¡­ trezentos e quatro¡­. ¡® Eu rastejei meus dedoso pernas ao longo do painel de madeira enquanto me sentava enrda no assento do canto do peitoril da jan. Na minha cabe?a, eu contava os passos que dava at¨¦ que minha m?o n?o alcan?asse mais¡­ ent?o eu repetia. Quantos passos eu poderia contar at¨¦ os dezoito anos? Tudo parecia se misturar, quaseo se duas linhas do tempo fossem agora indistingu¨ªveis. Deve ter sido pelo menos um m¨ºs ou dois desde que eles me arrastaram aqui chutando e gritando. Eu tentei correr no minuto em que vi para onde eles estavam me levando, uma rea??o que surpreendeu at¨¦ a mim mesma. Mas este lugar guardava lembran?as piores para mim do que at¨¦ mesmo os campos de julgamento onde eu morri. ¡®*¡°N?o, aqui n?o,¡±+¡¯ eu disse inflexivelmente enquanto eles tentavam me for?ar a entrar. ¡®*¡±Qualquer lugar exceto aqui.¡± ¡®*¡°Este ¨¦ o lugar onde voc¨º foi instru¨ªda a viver, senhora. N?o est¨¢ em discuss?o.¡°*¡± Fui tratadoo ¡®Senhora¡¯ ou ¡®Senhorita¡¯ agora . N?o mais uma herdeira Beta, ainda n?o uma Luna, mas todo mundo nervoso demais para me chamar de Santa em vista dos acontecimentos daquele dia. ¡®*¡¯Diga a Tytus que se ele quer tanto algo de mim marcado, ent?o ele pode marcar minhas pvras ,¡¯*¡¯ Eu cuspi de volta para eles quando as coisas chegaram a um ponto al¨¦m da raz?o . Suas m?os agarraram minha cintura enquanto eu tentava me libertar. ¡®*¡°Diga a ele que assim que eu estiver livre, irei busc¨¢-lo. Diga a ele que ele pode ir foder-¡± | sacudiu a mem¨®ria, concentrando -se novamente na minha contagem. Eles acabaram tendo que me trancar l¨¢ dentro nos primeiros dias at¨¦ que eu parei de bater na porta. Ent?o, uma vez que a primeira semana passou, o tempoe?ou a se misturar. Agora eles n?o conseguiam me fazer sair. Alguns dias eu me perguntava se eu tinha sido trazido de volta ¨¤ vida ou se os eventos at¨¦ agora eram todos um sonho febril que eu inventei depois de n?o conseguir escapar Sophie. Tudo parecia o mesmo, sentia o mesmo, cheirava o mesmo¡­ a ¨²nica diferen?a estava nas pessoas que visitavam¡­ e este cr em volta do meu pesco?o. ¡° Ariadne,¡± uma voz familiar ecoou,o uma mem¨®ria distante. Antigamente eu ia ao jardim; era um lugar que eu ia quando precisava de uma pausa de tudo. Eu corria na floresta e deixava meu lobo explorar antes que inevitavelmente tiv¨¦ssemos que nos arrastar de volta ¨¤ realidade. Eu ainda n?o tinha um lobo e n?o erao se este cr tivesse feito algum benef¨ªcio de qualquer maneira. Mas mais do que isso, eu simplesmente n?o gostava da ideia de as pessoas me verem assim. Quanto menos souber, melhor. ¡° Ariadne.¡± Mesmo os livros aqui eram aqueles que eu j¨¢ tinha lido repetidamente. Havia tantas vezes que eu podia ler sobre as ¡®100 Maiores Batalhas do Tipo Lobo¡¯ ou ¡®Os Vinte Passos de uma Luna de Sucesso¡¯ antes dee?ar a odiar at¨¦ mesmo a ideia de pegar um livro. Mas mesmo que eu pedisse a algu¨¦m para ir ¨¤ biblioteca por mim, era improv¨¢vel que houvesse muitos livros l¨¢ que eu j¨¢ n?o tivesse lido pelo menos uma vez. ¡ª Trezentos e oitenta e quatro¡­ trezentos e oitenta e cinco¡­ trezentos e oitenta e seis¡­. ¡°¨¢ria!¡± a voz cortou, for?ando-me a perceber que n?o era apenas na minha cabe?a. Olhei para cima assustado, piscando v¨¢rias vezes enquanto me concentrava. Era Al¨¦rico. H¨¢ quanto tempo ele estava aqui? ¡°Oh¡­ ol¨¢,¡± eu disse, minha voz soando distante. ¡°Eu n?o ouvi voc¨º chegar. Voc¨º est¨¢ aqui h¨¢ muito tempo? Eu me levantei rigidamente, inclinando minha cabe?a em uma rever¨ºncia de respeito pelo protocolo padr?o para escal?es mais altos. Afinal, eu n?o era mais um herdeiro Beta. ¡°¡­Cerca de cinco minutos,¡± ele disse lentamente, reconhecendo a formalidade . Tive a sensa??o de que talvez isso o deixasse desconfort¨¢vel, mas continuei a faz¨º-lo mesmo assim. ¡°Desculpas por n?o perceber¡­ eu estava perdido em pensamentos.¡± Ele olhouo se estudasse meus movimentos. Muito provavelmente, ele poderia dizer que meuportamento era mais for?ado do que genu¨ªno . ¡°¡­Est¨¢ bem.¡± ¡°Sophie j¨¢ lhe ofereceu algum ch¨¢?¡± Eu perguntei, passando por ele em dire??o ¨¤ cozinha. Lembro-me de que havia pelo menos duas se??es em ¡®Os vinte passos de uma Luna bem-sucedida¡¯ que especificavam que, n?o apenas eu deveria estar apresent¨¢vel o tempo todo, mas tamb¨¦m garantir que um Alfa se sentisse confort¨¢vel e ¨¤ vontade. Eu estava bastante confiante de que a autora daquele livro e minha antiga professora de estudos de Luna, a Sra. Stewart, teriam um ataque se me vissem assim agora. Embora eu me perguntasse o que eles diriam , dadas as minhas circunstancias. Certamente minha situa??o negava v¨¢rias ¨¢reas de etiqueta exigidas. ¡°¡­Sophie?¡± Eu parei no meu caminho e amaldi?oei internamente. ¡°Ah¡­ quero dizer¡­ quero dizer Lucy. Desculpas.¡± Eu esfreguei minha cabe?a. Linhas do tempo. Aleric seguiu de perto enquanto eu nos levava para a outra s parae?ar a fazer um pouco de ch¨¢. ¡°Aria¡­ voc¨º est¨¢ bem?¡± ele disse,o se ele estivesse evitando perguntar por um tempo. ¡°Toda vez que visito, ¨¤s vezes parece que voc¨º est¨¢ entrando em um mundo diferente.¡± Maiso um tempo diferente, se estiv¨¦ssemos sendopletamente precisos, ¡°Estou bem¡±, eu respondi categoricamente, entregando-lhe uma x¨ªcara. ¡°Voc¨º me viu ontem. N?o ¨¦ como se nada tivesse mudado.¡± ¡°¡­eu estive fora por uma semana, lembra?¡± ele instigou. ¡°Eu tive aqu reuni?o fora da cidade e disse que n?o voltaria por um tempo? Acabei de chegar em casa esta manh?.¡± ¡°Certo¡­ eu me lembro¡±, Ilied, ignorando. ¡°Como foi a reuni?o? Foi¡­ agrad¨¢vel? ¡°Foi entediante. Assimo todas as reuni?es. Eles n?o podem concordar sobre a melhor forma de lidar um influxo de refugiados de um bando derrotado no norte. Ningu¨¦m quer desperdi?ar recursos rastreando bandidos.¡± ¡°Eu vejo. Sinto muito por ouvir isso.¡± Ele levantou uma sobrancelha para mim. ¡°Eu n?o suponho que voc¨º tenha alguma sugest?o?¡± Eu podia sentir minhas costas enrijecerem, meus olhos se estreitando levemente. Ent?o j¨¢ estava come?ando? Preso neste lugar, oprimido p pr¨®pria hierarquia que me disseram para servir. Essa posi??o exigia que eu fosse usadoo uma ferramenta, mas me privou de toda liberdade que eu tinha. ¡°¡­N?o.¡± Na verdade, eu tinha v¨¢rias sugest?es. Nenhum dos quais eu senti vontade departilhar. ¡°Isso ¨¦ uma pena¡±, disse ele, bebendo seu ch¨¢. ¡°Depois, h¨¢ a quest?o das disputas mesquinhas. H¨¢ um bando lutando por uma linha de fronteira desde que os documentos originais do territ¨®rio que foram borados foram extraviados. Eles solicitaram nosso envolvimento para mediar o processo.¡± ¡°Parece que voc¨º vai estar ocupado.¡± ¡°Ok, ent?o¡­ dois membros do bando est?o solicitando permiss?o para construir um novo neg¨®cio na cidade, mas isso entra em conflito os interesses de um neg¨®cio semelhante.¡± Cap¨ªtulo Sutowe Agora eu sabia que ele estava se agarrando a palhas. Qualquer um metade de um c¨¦rebro poderia ajudar isso. Cada problema que ele listou era mais f¨¢cil do que o ¨²ltimo de resolver. ¡°¡­ O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± ele perguntou bruscamente, seu tom irritado. Eu olhei de volta estoicamente. ¡°N?o tenho certeza do que voc¨º est¨¢ se referindo.¡± ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . ¡°Este. Seja o que for*, ele disse, acenando a m?o para mim. ¡°Pe?o desculpas por n?o poder ajud¨¢ esses problemas¡±, fiz uma careta. ¡°Acho que ¨¦ por isso que eles deixam toda a lideran?a do bando para os homens por aqui.¡± N?o haviao confundir o tom de desgosto por tr¨¢s das minhas pvras. Ele entenderia imediatamente o que eu estava insinuando. ¡°Isso n?o ¨¦¡­ O qu¨º? N?o foi isso que eu quis dizer,¡± ele disse, sua mand¨ªb apertada. ¡°Estou fndo sobreo parece que estou fndo uma parede,o se voc¨º fosse uma concha que n?o est¨¢ realmente aqui.¡± Olhei para ele e pude sentir a emo??o por tr¨¢s do que ele estava dizendo. Mas eu me senti¡­ vazio. ¡°¡­ eu n?o sei o que voc¨º quer de mim,¡± eu finalmente sussurrei, olhando de volta para o copo em minhas m?os. ¡°Eu quero que voc¨º se preocupe algo de novo, qualquer coisa.¡± Ele suspirou e caminhou ao redor da s, andando em pensamentos. ¡°¨¦ por causa da coleira? Porque n¨®s dois sabemos que n?o h¨¢ nada que eu possa fazer sobre isso,¡± ele disse, inspecionando a estante de livros aodo do sof¨¢ que estava apenas juntando poeira. ¡°¡­ Ou talvez seja porque Cai deixou-?¡± ¡°N?o diga o nome dele¡±, eu assobiei sem perder o ritmo. Suas pvras desencadearam um reflexo por dentro e eu podia sentir a picada que panhou ouvir o nome depois de todo esse tempo. Aleric olhou rapidamente para onde eu estava, t?o surpreso quanto eu p minha rea??o descarada. Mas t?o r¨¢pido quanto olhei para cima, me virei novamente, decidindo focar minha aten??o em um lampi no canto. ¡°¡­ Pe?o desculpas p minha explos?o,¡± eu disse baixinho, retomando minhapostura. Ele exalou em derrota e passou a m?o pelo cabelo. ¡°¡­ N?o h¨¢ necessidade de se desculpar. ¨¦ bom saber que pelo menos algo recebe uma rea??o real.¡± Ficamos em sil¨ºncio por alguns momentos, a tens?o no ar precisando de tempo para ser liberada, antes que Aleric finalmente a quebrasse. ¡°Tenho aqu grande reuni?o anual amanh?¡±, disse ele. ¡°Aquele onde todos os pequenos bandos nas proximidades se re¨²nem. Tytus me pediu para ir este ano para supervision¨¢-lo, j¨¢ que ele os acha muito inc?modos. Est¨¢ sendo realizado no pacote Diamond w.¡± ¡®Tito¡¯. Meus ouvidos n?o deixaram de captaro Aleric disse seu nome um tom de irrita??o ao inv¨¦s de se referir a ele respeitosamenteo ¡®Pai¡¯. Quando issoe?ou? Provavelmente quando Tytus decidiu nos for?ar a ficar juntos. Eu podia vero o resultado indesejado colocaria uma press?o sobre o rcionamento deles. ¡°Isso soa¡­¡± euecei, mas minha voz sumiu. Eu sabia que se eu dissesse ¡®legal¡¯ ele provavelmente seria desencadeado p minha atitude mais uma vez. ¡°Chatoo o inferno¡±, ele forneceu, terminando a frase para mim. ¡°¡­ E ¨¦ por isso que voc¨º est¨¢ vindo comigo.¡± Eu olhei para cima chocada, sem saber se eu tinha ouvido corretamente. ¡°Perd?o?¡± ¡°Eu disse que voc¨º vemigo. Para a reuni?o. Estamos partindo amanh? de manh? e vamos passar a noite l¨¢, ent?o pe?a para Lucy fazer uma pequena m para voc¨º. Minha m?o estendeu a m?o e tocou no crinho. ¡°Tylus sabe disso? Sobre me deixar sair da N¨¦voa de Inverno para participar de uma reuni?o do bando? ¡°Ele sabe¡±, ele confirmou. Eu n?o queria ir. Eu estava me escondendo da minha pr¨®pria matilha nos ¨²ltimos meses e tinha certeza de que os rumores j¨¢ haviam se espalhado sobre minhas novas¡­ joias. A ¨²ltima coisa que eu queria era estar ¨¤ merc¨º de outros l¨ªderes de matilha e sofrer sua zombaria. ¡°Eu n?o sou uma Luna ainda,¡± eu objetei fracamente. ¡°Eu n?o sou um Alfa ainda,¡± ele retrucou. ¡°Estou cansado demais para ir.¡± ¡°Voc¨º n?o faz nada al¨¦m de ficar sentado o dia todo.¡± Mordi o interior da minha bochecha. Parecia que n?o haviao sair disso. Mas ele se enganou grosseiramente se pensou que eu ajudaria na reuni?o de alguma forma. Depois de tudo que eu estava passando, eu n?o devia nada a esse bando. ¡°Ok¡­¡± eu murmurei, finalmente cedendo. ¡°Ok¡±, ele repetiu, parecendo um pouco aliviado. Nada realmente aconteceu a conversa a partir da¨ª. Voltei ¨¤s respostas do piloto autom¨¢tico enquanto me retirava para dentro da minha cabe?a, pensando em todos os l¨ªderes de matilha que eu precisaria enfrentar amanh?. Em algum momento Aleric disse que tinha que ir e me veria amanh?. Ent?o, sem mais nada para fazer, voltei para o meu quarto em transe, imaginando o que fazer primeiro para me preparar. Antes que eu pudesse chegar l¨¢, por¨¦m, uma imagem de repente piscou ao meudo na parede que imediatamente chamou minha aten??o. Era um espelho. Um espelho que me fez estremecer a vis?o. E lentamente, levantei a m?o para tocar meu rosto. Meus olhos pareciam opacos, cercados por c¨ªrculos escuros, minhas bochechas mais fundas. Ao redor do meu corpo, pude ver que havia perdido um pouco da massa muscr que acumulei nos ¨²ltimos anos de treinamento Beta. Eu parecia fraco. Eu parecia quase t?o ruim quanto o meu eu passado. ¡°¡­ eu vejo voc¨º¡±, eu sussurrei para o meu reflexo. ¡°Voc¨º costumava ser um fantasma vivendo na parte mais distante da minha mente, quase invis¨ªvel dentro dos meus olhos . Mas olhe para voc¨º agora. ¨¦ quaseo se voc¨º nunca tivesse ido embora.¡± Senti a aus¨ºncia de sua voz, seu sussurro normal n?o vindo para me atormentar. Na verdade, quando eu pensei muito sobre isso, eu n?o a ouvia fr h¨¢ uma eternidade. ¡°O que? Nada a dizer agora? Lembro-me que voc¨º tinha muito o que expressar quando estava me incentivando a tentar matar Thea. Vejao isso ficou ¨®timo.¡± No entanto, mais uma vez, me deparei apenas sil¨ºncio. Eu zombei , ¡°Eu ca¨ª muito baixo at¨¦ mesmo para voc¨º agora ? Que piada. Virei as costas para o espelho, n?o querendo mais ver o lembrete, e continuei meu caminho para come?ar a fazer as ms. Eu sabia que Lucy voltaria em breve e poderia faz¨º-lo, mas senti a necessidade de fazer algo para me distrair. Embora agora eu pensasse nisso, eu n?o tinha mais ideia do que estava acontecendo l¨¢ fora no mundo; algo Cap¨ªtulo Sessenta e cinco que s¨® alimentou minha ansiedade. Poderia ter havido um apocalipse se desenrndo e eu provavelmente estaria dormindo durante isso. Eu lutei para encontrar a energia necess¨¢ria para me concentrar mais nele e, no fundo, uma pequena parte de mime?ou a esperar que este lugar fosse queimar at¨¦ o ch?o. Ent?o Aleric estava certo? Eu realmente n?o tinha demonstrado interesse em nada desde que cheguei. Quando foi a ¨²ltima vez que pensei em Thea? Sobre qualquer desgra?a pendente que Selene me amaldi?oou por saber, mas se recusou a borar? Tudo parecia um borr?o depois da primeira semana que cheguei aqui. Teve! foi justificado ou negligente na minha recusa em tentar mais? A imagem de mim mesma no espelho brilhou em minha mente mais uma vez, me lembrando do meu estado atual. Talvez eu tenha deixado as coisas irem longe demais, mas tornou-se t?o f¨¢cil esquecer, dadas as circunstancias. Especialmente porque eu n?o tinha visto Thea por a¨ª. foi derada h¨¢ muito tempo nos dias que se seguiram ao seu desaparecimento. Assimo eu havia suspeitado originalmente, o corpo de Jonathan foi encontrado. Foi confuso, apressado; evid¨ºncia ra de que tinha sido feito por impulso e n?o premeditado. Mas ainda mais surpreendente foi o desaparecimento de v¨¢rios outros guerreiros nos dias que se seguiram. Eu poderia especr que ou eles foram assassinados por precau??o ou apenas assustado, fugindo antes que Thea pudesse colocar as m?os neles. estaria de volta, seria ing¨ºnuo pensar o contr¨¢rio, mas as coisas n?o seriam capazes de acontecer nem perto do mesmo que aconteceram no passado. De fr , eu sabia que Aleric n?o era seu objetivo. Pelo menos n?o romanticamente. Eu s¨® podia supor ent?o que era algo maior. Algo que eu fazia parte. Mas se realmente pretendia me matar,o mencionou tanto bom gosto no hospital, por que simplesmente n?o¡­ fez isso ? era ramente fisicamente mais forte do que a maioria dava cr¨¦dito. Afinal, me jogou do outro lado da s facilidade. E embora mesma tivesse negado atr¨¢s de umdino, obviamente tinha algum tipo de influ¨ºncia ou influ¨ºncia sobre eles se estivesse contrndo seus movimentos. Pensando nisso em detalhes, parecia quase estranho que eu tivesse sobrevivido por tanto tempo n?o apenas agora, mas tamb¨¦m no passado. n?o poderia ter me matado antes de eu desenterrar qualquer informa??o sobre ? Eu nem tinha mudado ainda. Ent?o, o que a estava impedindo? E ent?o um pensamento me ocorreu. ¡­ precisava de mim vivo. Seu truque no hospital deve ter sido um blefe para me assustar naquele dia. nunca tentou me perseguir depois que eu a ataquei. Ent?o, por alguma raz?o, seja qual for, precisava de mim. Respirando. Pelo menos por enquanto . Com base nisso, eu poderia adivinhar que talvez eu desencadeie algo no futuro para . Algo que eu s¨® poderia supor que tivesse algo a ver o fim de n¨®s lobos por aviso de Selene. Mas eu n?o conseguia me lembrar de nada de especial que eu tivesse feito no passado. Talvez estivesse rcionado ¨¤s guerras que Aleric travou nas quais eu agio um facilitadorcente? Eu s¨® tinha sido morto depois que tivemos sucesso nesse empreendimento. Esse era o elo perdido? Matamos algu¨¦m durante esse tempo que n?o dever¨ªamos? Nada disso me agradou, mas me deu uma pequena paz de esp¨ªrito. Eu sabia agora que Thea n?o viria para mim diretamente. N?o por um tempo de qualquer maneira. Minha morte foi depois que eu ganhei influ¨ºnciao Luna, ent?o enquanto eu mantivesse Aleric sob controle, n¨®s provavelmente estar¨ªamos bem nesse meio tempo. ¡®Sob controle¡¯. Quando eu fui capaz de impedir Aleric de fazer o que ele queria no passado? Mesmo nesta vida, ele mostrou muita determina??o em fazer o que acreditava ser a coisa certa a fazer. E embora as coisas tenham se tornado dif¨ªceis entre n¨®s nos ¨²ltimos meses desde o cr, ele ainda estava me procurando ativamente e tentando me fazerpanhia. E eu n?o me ressenti dele, embora presumisse que ele acreditava que era esse o caso. Como eu poderia odiar* isso* Aleric depois de tudo que ele tentou fazer por mim nos ¨²ltimos anos ? Ele me escolheu em vez de Tytus quando n¨®s Cap铆tulo 66 Cap¨ªtulo 66 Cap¨ªtulo Sessenta e Seis Uma batida forte soou na minha porta na manh? seguinte, instantaneamente me acordando. Estava escuro, talvez a luz da manh? fraca, mas definitivamente mais cedo do que eu esperava ser perturbada naquele dia. Era t?o cedo que eu sabia que nem Lucy teria chegado ainda. Apesar dos meus melhores esfor?os, meu c¨¦rebro se recusou a se acalmar depois que eu fui dormir na noite anterior. Descobrir uma poss¨ªvel teoria rcionada a Thea despertou uma nova fa¨ªsca dentro de mim, uma que me impediu de acalmar minha mente. Como resultado, eu me senti exausto do pouco descanso que consegui. Eu me puxei para fora da cama lentamente e fiz meu caminho at¨¦ a porta, abrindo-a para ver um Aleric desgrenhado na minha porta. Parecia que as primeiras manh?s ainda discordavam dele mesmo depois de todo esse tempo. ¡°¡­Al¨¦rico? Por que voc¨º est¨¢ aqui t?o cedo?¡± | bocejou, cansado demais para realizar as formalidades exigidas. ¡°Ent?o voc¨º acabou de abrir a porta para qualquer um sem verificar primeiro?¡± ele perguntou, ignorando minha pergunta. ¡°E se eu fosse algu¨¦m aqui para te matar? Entendo que estamos na casa de bandos, mas n?o ¨¦o se n?o tiv¨¦ssemos espi?es aqui antes. Olhei para elepletamente imperturb¨¢vel, minhas p¨¢lpebras pesadas. ¡°Se isso significasse que eu n?o precisava estar acordado agora ou ir a esta reuni?o, talvez eu aceitasse a intrus?o hostil,¡± Treplied. ¡°Al¨¦m disso, que tipo de assassino bate na porta para anunciar sua presen?a? N?o muito sutil.¡± Ele ficou parado por alguns segundos, a confus?o aparecendo em seu rosto momentaneamente, antes que finalmente, seu l¨¢bio se contraiu em um pequeno sorriso. Com o que ele estava confuso? Oh. Foi a primeira tentativa de humor que fiz para ele em meses. Talvez eu estivesse deixando este lugar me afetar demais. Eu definitivamente podia sentir que ter algo diferente finalmente acontecendo hoje ajudou a me dissociar das mem¨®rias menos agrad¨¢veis nesta s. Isso me deixou mais¡­ consciente. ¡°Entre e espere,¡± eu ofereci, abrindo mais a porta para ele entrar. ¡°Eu preciso me trocar e pegar as minhas ¨²ltimas coisas.¡± ¡°N?o demore muito. Precisamos ir.¡± Eu fiz uma careta. Ele apareceu quase duas horas mais cedo do que precisava. Por que ele estava tanta pressa? Depois de me trocar e tentar encobrir os novos tra?os desagrad¨¢veis do meu rosto maquiagem, peguei minha bolsa e dei uma ¨²ltima olhada no espelho Uma vez vestida e bem apresentada, era f¨¢cil perder os sinais de minhas pr¨®prias lutas internas nos ¨²ltimos meses. Isto ¨¦, ro, se voc¨º tamb¨¦m fosse cego e ignorassepletamente a coleira em volta do meu pesco?o. Suspirei. N?o haviao sair disso agora. Refocando na tarefa em m?os, voltei para onde Aleric estava esperando por mim. Surpreendentemente, no tempo que levei para me arrumar, ele de alguma forma conseguiu domar um pouco melhor seu cabelo onddo e parecia mais apresent¨¢vel para a reuni?o ¨¤ frente. ¡°Pronto para ir¡±, eu anunciei, caminhando em dire??o ¨¤ porta da frente. ¡°Espere, eu tenho algo para voc¨º,¡± ele disse, me fazendo parar. Cap¨ªtulo Sessenta e Seis Eu observei quando ele puxou um peda?o de tecido violeta de qualidade de uma bolsa e mostrou para mim. Era um len?o. ¡° Achei que voc¨º se sentiria mais confort¨¢vel algo assim para esconder o ah¡­¡± Seu olhar baixou para o meu crinho. Teyed o presente ceticismo. ¡° . . . N?o temos tempo muito frio agora.¡± Ele encolheu os ombros. ¡°O tecido ¨¦ um pouco mais fino, ent?o poderia ser mais uma coisa de moda? N?o sei. Eu n?o sou bom essas coisas. Apenas aqui.¡± Ele deu um passo mais perto e ajudou a envolv¨º-lo em volta do meu pesco?o. Um sentimento bom se n?o fosse por seu dedo acidentalmente ro?ando a carne pelo crinho, me fazendo estremecer. ¡°D¨®i muito?¡± ele perguntou suavemente, levantando o metal curiosidade para tentar ver a pele sob ele. ¡°Parece muito vermelho.¡± Agarrei sua m?o para afast¨¢-lo, ajustando a g e o cachecol de volta no lugar atr¨¢s dele. ¡°Voc¨º se acostuma isso. Principalmente ¨¦ apenas uma queimadura leve que voc¨º desliga assimo as algemas. O problema ¨¦ que,o fica ligado o dia todo, a pele fica irritada e fica bem mais sens¨ªvel. Eu tenho um creme que ajuda um pouco isso.¡± N?velDrama.Org copyrighted ? content. Ele assentiu hesitantemente, n?o parecendo muito tranq¨¹ilo a minha resposta. Mas quando ele olhou nos meus olhos , eu poderia dizer que ele se sentia culpado. . ¡° Aria¡­ voc¨º sabe que eu sou t?o¡­¡± ¡°Eu sei. N?o ¨¦ sua culpa,¡± eu disse, interrompendo-o. Dei um passo para tr¨¢s em dire??o ¨¤ porta na tentativa de quebrar o ar s¨¦rio que nos cercava. ¡°De qualquer forma , voc¨º disse que est¨¢vamos pressa ?¡± Ele confessou ,o se lembrasse por que est¨¢vamos aqui de novo, e limpou a garganta. ¡°Sim vamos l¨¢. A casa ainda est¨¢ dormindo, ent?o fique quieta,¡± ele disse, me levando para fora da porta. Eu segui de perto pelos corredores familiares, o sil¨ºncio assustador daqueles dormindo ao nosso redor evidente, at¨¦ que finalmente chegamos ao seu carro estacionado na frente. O ar fresco foi o que me atingiu primeiro. Era um cheiro fresco da natureza, talvez at¨¦ grama rec¨¦m- cortada. Fosse o que fosse, levei um segundo para respirar, entregando-me avidamente a algo de que me privei. J¨¢ podia me sentir acordando e me sentindo um pouco mais est¨¢vel. Talvez esta viagem fosse o que eu precisava. Aleric rapidamente entrou no carro e eu o segui, jogando minha bolsa no banco de tr¨¢s. Ele n?o perdeu muito tempo depois em ligar o motor. A viagem estava indo bem e est¨¢vamos dirigindo por um tempo antes de eu finalmente fr. Era algo que estava me iodando desde a sua chegada esta manh?, um inc?modo em minha mente que n?o me permitia deixar para l¨¢. ¡°¡­ Tytus realmente n?o sabe que eu vou a esta reuni?o¡­ sabe?¡± Eu perguntei duvidosamente. N?o havia guerreiros me panhando, embora devesse haver, para n?o mencionar que era muito cedo p manh?; muito mais cedo do que dever¨ªamos para chegar ¨¤ reuni?o a tempo. Com tudo isso em considera??o, s¨® havia uma conclus?o a que eu poderia chegar. ¡­ Ele estava me esgueirando para fora. Aleric ficou quieto por um minuto antes de responder. ¡°¡­Tipo de.¡± | suspirou. ¡ª Voc¨º me disse ontem que ele sabia disso. ¡°Oh, ele vai saber¡­ eu deixei um bilhete para ele.¡± Minha desaprova??o ficou evidente no meu sil¨ºncio ao qual ele riu. ¡°O que ele vai fazer? Arraste voc¨º para casa em frente de todos aqueles oficiais da matilha? Tenho certeza de que ficar¨¢ ¨®timo em nossa reputa??o j¨¢ vte.¡± ¡°O que isso deveria significar? Aconteceu alguma coisa ? ¡± Eu n?o me mantive atualizado os assuntos atuais fora da casa de matilha t?o naturalmente, eu n?o perguntei sobre as consequ¨ºncias do meu castigo. Mas estaria mentindo se dissesse que o dano ¨¤ reputa??o n?o me surpreendeu. A boca de Aleric se apertou em uma linha apertadao se ele n?o tivesse certeza se deveria explicar. ¡° ¡­ Alerico? | pressionado. ¡°Bem¡­ quero dizer, n?o ¨¦o se n?o tiv¨¦ssemos antecipado uma rea??o de toda essa coisa¡±, ele come?ou. ¡°Houve um pouco de agita??o, algumas acusa??es¡­ Afinal , voc¨º simplesmente desapareceu um dia, escondendo-se naqueles aposentos. Tytus fez um an¨²ncio para dizer que voc¨º estava tirando uma folga pessoal para se recuperar ap¨®s a morte de Myra. ro, isso n?o fazia muito sentido, dada a linha do tempo dos eventos. Algumas pessoas n?o ficaram felizes, ent?o foi apenas uma quest?o de apagar inc¨ºndios.¡± ¡°O que eles acham que realmente aconteceu?¡± Eu perguntei. ¡° Algumas teorias. A maior ds ¨¦ a pris?o, que ¨¦ problem¨¢tica. Houve tamb¨¦m muitas peti??es para a sua liberta??o acontecendo. N?o apenas de dentro da N¨¦voa de Inverno tamb¨¦m.¡± ¡° ¡­ E a coleira?¡± ¡°Apenas rumores¡­ mas infelizmente, esse se espalhou muito longe.¡± Eu bncei a cabe?a, j¨¢ tendo assumido isso. Era de se esperar que as pessoas estivessem curiosas em r??o ao cr, j¨¢ que esse tipo de coisa erapletamente in¨¦dito Mas por dentro, uma pequena parte de mim estava satisfeita o fato de Tytus estar tendo dificuldade em explicar minha aus¨ºncia. Eu sabia que era mesquinho da minha parte ter prazer, j¨¢ que causar mais agita??o civil era a ¨²ltima coisa que eu deveria defender, mas meu ¨®dio por Tytus crescia a cada dia que passava vivendo essa humilha??o. Dirigimos em sil¨ºncio o resto do caminho, minha mente se enchendo de ansiedade ¨¤ medida que nos aproximamos, at¨¦ que finalmente vi a fronteira ¨¤ vista. V¨¢rios guerreiros da matilha da Garra de Diamante estavam montando guarda, examinando a todos ¨¤ medida que se deparavam. Eu me perguntei se as medidas de seguran?a adicionais foram introduzidas ao ouvir sobre todos os ataques desonestos e mortes que a N¨¦voa Invernal sofreu. Os guerreiros espiaram p jan do carro de Aleric para identific¨¢-lo, embora ele n?o precisasse de muita apresenta??o. Todas as matilhas dentro de nossos territ¨®rios vizinhos saberiam quem ele era. Eu podia ver o nervosismo deles, a maneirao eles mostravam cuidadosamente respeito a Aleric , mas sua aten??o n?o estava apenas direcionada a ele. O olhar frequente e inconfund¨ªvel mudando para onde eu estava sentada era¡­ menos que sutil. Na verdade, seu olhar era quase grosseiro. Mas eu sabia por que eles estavam fazendo isso¡­ afinal, seus olhos estavam direcionados para o meu pesco?o, onde eu tinha certeza que eles estavam se perguntando se os rumores eram verdadeiros, escondidos logo atr¨¢s do len?o. Eu me contorci desconfortavelmente em meu assento, virando meu rosto para olhar p jan para me distrair. Vir aqui foi uma m¨¢ ideia. Se os escal?es mais baixos fossem t?o ¨®bvios, quem saberiao os membros ssificados seportariam menos constri??es sociais Como se sentisse meu desconforto, um rosnado baixo de advert¨ºncia retumbou ao meudo, e eu olhei para cima surpresa ao ver a aten??o de Aleric apontada para o guerreiro. ¡°Entendao ser criado em um bando pequenoo esse seria educacionalmente dif¨ªcil¡±, brincou ele com um tom de amea?a que era imposs¨ªvel de ignorar, mas sua falta de etiqueta social n?o deve ser uma desculpa para olhar para o uma atra??o de museu Ou voc¨º prefere que eu traga issoo uma rema??o formal Cap¨ªtulo Sessenta e Seis durante a reuni?o de hoje? Rendar que sua matilha invista mais em seu treinamento se esse tipo de insulto for tolerado at¨¦ mesmo por um c?o de guarda sem ssifica??o? O rosto do guerreiro ficou branco, os olhos arregdos de medo. Aleric poderia rasgar sua garganta se quisesse e este bando n?o seria capaz de fazer muito sobre isso. Afinal, eles estavam sob a prote??o da N¨¦voa Invernal por causa de sua pr¨®pria falta de recursos . Mas por mais que eu n?o fosse f? doportamento do guerreiro, era algo que eu sabia que provavelmente deveria intervir antes que ficasse fora de controle. Lentamente, estendi a m?o e gentilmente toquei o bra?o de Aleric. ¡°Est¨¢ tudo bem,¡± eu disse, tentando tranq¨¹iliz¨¢-lo. ¡°Deixa para l¨¢. Tenho certeza de que voc¨º o assustou o suficiente por toda a vida. Se n?o posso lidar o olhar de algu¨¦mo ele, ent?o n?o h¨¢ chance para mim naqu s de reuni?es.¡± Aleric exalou lentamente, a tens?o saindo de seus ombros. ¡°Algo mais necess¨¢rio para o posto de controle?¡± Eu perguntei, me inclinando para me dirigir diretamente ao guerreiro; um guerreiro que ainda parecia aterrorizado demais para se mover. Silenciosamente, ele apenas bn?ou a cabe?a. ¡°Muito bem ent?o. Tenha um *¨®timo* resto de dia,¡± eu disse de uma maneira educada. ¡°Vamos, Aleric, vamos acabar isso.¡± Aleric resmungou, mas ainda seguiu em frente, sem nunca se voltar para olhar para o guerreiro petrificado. ¡°Voc¨º n?o pode atacar algu¨¦m por apenas olhar para mim de forma indelicada¡±, eu disse cuidadosamente depois de alguns momentos de condu??o silenciosa. ¡°Caso contr¨¢rio, estamos prestes a entrar em um massacre.¡± ¡°Eu n?o ia.¡± Eu me virei para encar¨¢-lo, meu rosto mostrando que eu n?o acreditava nele nem um pouco. ¡°Bem, eles podem pelo menos mostrar algum respeito¡±, ele finalmente murmurou, alterando sua postura inicial. Suspirei. Se ele n?o queria lidar pessoas assim, ent?o ele n?o deveria ter me trazido. Na melhor das hip¨®teses, parecia que eu seria uma distra??o para as discuss?es que aconteciam. Seu temperamento n?o era nem de longe t?o ruim quanto eu lembrava uma vez, mas eu tinha certeza de que isso ainda era um teste desnecess¨¢rio e evit¨¢vel disso. Mais alguns minutos na estrada e finalmente chegamos ¨¤ ¨¢rea do sal?o principal. V¨¢rios carros j¨¢ estavam estacionados nas proximidades, apesar de nossa chegada ser quase duas horas mais cedo. Eu assumi que alguns dos pacotes que residem mais longe chegaram cedo em caso de problemas ao longo da jornada. Hoje seria importante para eles, ent?o eu sabia que eles n?o iriam querer correr nenhum risco. Sa¨ªmos e caminhamos em dire??o ao sal?o de reuni?es. No meu peito, eu podia sentir meu cora??o batendo forte de nervos eecei a mexer inquieto o len?o; verifica??o du¡­ tri¡­ qu¨¢dru para ter certeza cada parte d estava coberta. ¡°Est¨¢ tudo bem¡±, disse Aleric, tendo notado minha agita??o. ¡°Voc¨º est¨¢ bem. ¨¦ apenas uma reuni?o com um monte de pequenos pacotes de mapas.¡± Eu bncei a cabe?a. Eu sabia que n?o deveria nem me importar o que algu¨¦m na s pensasse de mim, mas era atrav¨¦s desses homens que mais rumores poderiam ser espalhados. Em uma semana, foi poss¨ªvel que a not¨ªcia se espalhasse para o outrodo do pa¨ªs. Chegamos ¨¤ porta principal e pude ouvir a conversa de v¨¢rios grupos de pessoas do outro lado. Talvez quatro ou cinco pacotes de representantes. Eu n?o tinha certeza de quantos estavam presentes hoje, mas provavelmente n?o haveria muitos mais para chegar. Sem muito mais delongas, ent?o observei quando Aleric estendeu a m?o para abrir a porta¡­. Chopie sessenta e seis ¡°¨CEspere,¡± eu disse rapidamente, fazendo-o parar. Eu precisava diminuir minha frequ¨ºncia card¨ªaca. Estava fazendo meu corpo se sentir fraco. ¡®Acalme-se¡¯, eu disse a mim mesmo. ¡®Dentro e fora.¡¯ No entanto, entre respirar fundo para me concentrar, de repente senti uma m?o inclinando meu queixo para cima, me for?ando a levantar a cabe?a e encontrar o olhar s¨¦rio de Aleric. ¡°Cabe?a erguida¡±, ele instruiu. ¡°N?o permita que eles tenham a chance de menosprezar voc¨º. Voc¨º ¨¦ uma Santa e filha do Beta da N¨¦voa Invernal.¡± Eu percebi imediatamenteo ele n?o se referia a mimo a futura Luna. Ele deve ter percebido que isso n?o me faria sentir melhor. Na verdade, nenhum de n¨®s mencionou minha futura posi??oo Luna, quaseo se n¨®s dois soub¨¦ssemos que era um assunto muito desconfort¨¢vel para trazer ¨¤ tona. Mas ¡®Santa?¡¯ Fazia tanto tempo desde que algu¨¦m me chamou assim. Esses dias, eu certamente n?o me sentiao um. Eu n?o me sentia melhor do que um humano dentro de uma ja; fraco, impotente e incapaz de me defender. No entanto, ele estava certo. Mesmo apenas meu status de nascimento sendo o da filha do Beta de nosso bando, eu ainda impunha mais respeito do que a maioria desses homens de pequenos territ¨®rios. Quer eles se importassem se eu era uma santa ou n?o, ainda t¨ªnhamos mais poder naqu s. ¡°Preparar?¡± ele perguntou, retomando a m?o na porta. ¡°Estou pronto.¡± E isso Aleric abriu a porta. Assimo eu havia pensado, havia v¨¢rios grupos de pessoas espalhadas pelo sagu?o. Todos eles se misturando outros que eu presumi serem de diferentes matilhas, seusportamentos variando de amig¨¢veis a mais reservados. No entanto, apesar de todas as conversas que estavam ocorrendo avidamente , parecia quase surreal ver uma s inteira morrer em sil¨ºncio absoluto t?o rapidamente quanto esta. Porque todos os rostos se voltaram instantaneamente para mim, todos cheios de express?es mistas. E, internamente, suspirei. Cap铆tulo 67 Cap¨ªtulo 67 Cap¨ªtulo Sessenta e Sete ¡°Se pudermos solicitar uma redu??o de quarenta por cento em nosso imposto de alian?a apenas pelos pr¨®ximos cinco anos, acredito que esse valor por si s¨® nos permitiria crescer exponencialmente¡±, disse o Alfa do pacote Red Star. ¡°Voc¨º veria facilmente os retornos perdidos na ¨ªntegra do incentivo fiscal, embora eu ache que facilmente mais do quepleto, uma vez que nossa receita anual crescesse ainda mais. Atualmente, temos v¨¢rios nos para expandir nossos interesseserciais, mas n?o temos os fundos necess¨¢rios para implementar.¡± Aleric levou um momento para considerar antes de finalmente responder. ¡°Fico feliz em permitir isso¡±, disse ele, ¡°mas espero que um aumento de benserciais venha atrav¨¦s da N¨¦voa de Inverno durante esse per¨ªodo de desconto, algo que ajudaria nossas duas economias. Al¨¦m disso, tamb¨¦m adicionarei a condi??o em que, se voc¨º n?o aumentar sua renda bruta total ap¨®s dez anos, a Winter Mist se reservar¨¢ o direito de reivindicar o valor dos impostos perdidos durante o per¨ªodo inicial de cinco anos. ¡± Foi assim durante toda a reuni?o. Eu estava aqui, presente e ouvindo, mas n?o muito atento. Principalmente eu apenas sentei e tentei desligar os olhares ocasionais em minha dire??o, focando literalmente em qualquer outra coisa al¨¦m de me perguntar o que eles estavam pensando internamente sobre mim. J¨¢ era ruim o suficiente ser uma mulher nessas reuni?es, mas agora eu tamb¨¦m estava subitamente sem ssifica??o, sempanheiro, menor de idade e cheia de rumores em torno do meu paradeiro nos ¨²ltimos meses. Suas mentes estariam nadando um milh?o de perguntas, eu tinha certeza. Aleric estava lidando bem a reuni?o; alguns at¨¦ diriam muito melhor do que voc¨º esperaria de outros de sua idade. Mas eu n?o tinha dito uma pvra ainda. Eu disse a mim mesma que n?o me envolveria em participar, j¨¢ que, no final das contas, tudo que eu fizesse estaria beneficiando a reputa??o de Tytus. Embora eu estivesse mentindo se dissesse que n?o me sinto nem um pouco mal j¨¢ que Aleric era quem estava aqui, n?o Tytus. Felizmente, n?o havia nada que valesse a pena me envolver ainda e quase n?o havia mudan?as que eu faria nos nos que ele havia proposto at¨¦ agora. ¡° Mais alguma coisa?¡± Aleric perguntou ao grupo assim que as negocia??es o bando da Estr Vermelha foram conclu¨ªdas. Um homem falou ent?o, sentado ¨¤ nossa direita do sal?o. Ele era um Alfa, eu podia sentir isso, mas ele n?o fva muita autoridade. ¡°Herdeiro alfa Aleric, eu gostaria de discutir uma poss¨ªvel proposta de neg¨®cios inovadora para voc¨º investir¡±, disse ele, seus olhos olhando para mim por uma fra??o de segundo de uma forma que me deixou desconfort¨¢vel. ¡°Situado dentro do pacote Silent Forest.¡± A men??o de sua matilha trouxe reconhecimento; este era o Alfa Fredrick Jacobs. Fazia sentido agora por que ele tinha dado a pouca autoridade que tinha; sua matilha fazia fronteira ondee?ava o territ¨®rio humano. Como tal, seus recursos e espa?o para expans?o eram m¨ªnimos para evitar revr acidentalmente a exist¨ºncia de nossa esp¨¦cie. Mas foi a reputa??o futura de Alpha Fredrick que mais me iodou. Eu tinha ouvido um pouco sobre ele na minha vida passada¡­ e n?o era muito positivo. ¡°Fale,¡± Aleric disse, gestdo a m?o para ele prosseguir. ¡° Como voc¨º sabe,¡± elee?ou, ¡°nosso territ¨®rio faz fronteira uma cidade humana a cerca de cinco horas daqui. Somos obrigados a manter a ilus?o de sermos um distrito humano desde a origem da nossa alcateia, o que nos tem atrapalhado em v¨¢rias ¨¢reas; principalmente nossa capacidade de nos proteger e administrar nossa matilha de uma maneira que alguns normalmente fariam. Mas, desde que assumi o lugar de meu pai h¨¢ alguns anos,ecei a me perguntar se poder¨ªamos usar isso a nosso favor. Diga¡­ abrindo nossa terra para os humanos. Estou propondo que construamos algo perto da fronteira para trazer seus neg¨®cios, impulsionando assim nossa pr¨®pria economia paraercializar melhor os recursos.¡± ¡­Ent?o foi aqui que seus rumores devem tere?ado. ¡ª Que neg¨®cio voc¨º tinha em mente? Aleric perguntou, n?o fechando imediatamente sua sugest?o. Eu estava curioso, ro, mase?ar o¨¦rcio humanos era perigoso. Se um deles vagar em um territ¨®rio de matilha na hora errada,o por exemplo, durante um ataque, eles podem facilmente acabar mortos. A matilha seria imediatamente investigada por humanos e navegar ps consequ¨ºncias poderia ser confuso e arriscado. Mas ent?o a morte era uma coisa, Deusa n?o permita que eles tenham visto algu¨¦m mudar acidentalmente. Nossa esp¨¦cie se alienou deliberadamente deles, at¨¦ mesmo rejeitando a maioria de suas tologias mais avan?adas sempre que poss¨ªvel, para garantir nosso sigilo cont¨ªnuo. Suas inova??es foram ¨®timas e poderiam ser ben¨¦ficas para n¨®s em muitas ¨¢reas, mas o risco de exposi??o era muito alto. Sem mencionar que eu ouvi hist¨®rias de que a maioria de seus gadgets continham sistemas de rastreamento de localiza??o nos dias de hoje. Para introduzir uma nova tologia humana avan?ada em nosso mundo, precisava ser minuciosamente examinada e aprovada por um conselho de representantes anci?os formado por matilhas de todo o pa¨ªs. Nos dias de hoje, a aprova??o era muito rara . Para ser justo, por¨¦m, eu tinha certeza de que os humanos sabiam que algumas de nossas cidades existiam at¨¦ certo ponto, mas provavelmente ¨¦ramos considerados fechados, um povo antiquado da montanha aos seus olhos; distante de muitas coisas que o mundo moderno tinha a oferecer. Ou pelo menos muitos de nossos territ¨®rios foram restritos para manter essa ilus?o. Lugareso a N¨¦voa Invernal tiveram mais sorte, pois est¨¢vamos longe o suficiente da civiliza??o humana, cercados por matilhas por todos osdos, para que tiv¨¦ssemos o luxo de expandir o quanto quis¨¦ssemos sem nos preocupar se os humanos trope?ariam aleatoriamente. Mas em algum lugaro a matilha da Floresta Silenciosa precisaria ser constantemente cautelosa, tentando manter o contato humanos o m¨ªnimo poss¨ªvel. Qual era uma raz?o p qual eu estava t?o inseguro sobre este neg¨®cio. N?o erao se eu me opusessepletamente a alcan?ar os humanos, especialmente porque n?o era in¨¦dito para alguns de nossa esp¨¦cie acasr indiv¨ªduos deles, mas eu sabia que abrir o port?o para os humanos entrarem livremente em um territ¨®rio de lobisomem seria t¨ºm efeitos irrevers¨ªveis. Uma vez aberto, seria quase imposs¨ªvel fechar novamente sem que a curiosidade humana se envolvesse. E bastaria uma pessoa curiosa demais para cavar um pouco fundo demais. De cabe?a, eu n?o conseguia me lembrar no passado se alguma matilha havia feito isso sucesso. Para n?o dizer que ningu¨¦m tinhae?ado a fazer neg¨®cios eles, mas eu n?o me lembrava disso pessoalmente. Na linha do tempo anterior, eu estava principalmente envolvido a guerra e novas t¨¢ticas de alian?a pol¨ªtica. Os pequenos pacotes que j¨¢ estavam sob a N¨¦voa de Inverno desde o in¨ªcio n?o eram minha preocupa??o. Normalmente, Lunas n?o tinham nenhum envolvimento direto fora de suas pr¨®prias matilhas, ent?o foi uma luta o suficiente para ter acesso ¨¤s coisas que eu tinha no passado. ¡°Eu gostaria de construir um pequeno distritoercial,e?ando um cassino¡±, disse Alpha Fredrick. ¡°Isso incentivaria visitantes de todo o mundo a vir e participar. Os lucros seriam altos e basicamente garantidos, algo que reinvestir¨ªamos em outros neg¨®cios da regi?o. Novos neg¨®cios significam mais dinheiro, o que significa maior receita bruta, o que significa maior retorno para voc¨º por meio de seu imposto de alian?a. E isso sem levar em conta os retornos de investimento de capital para o pr¨®prio neg¨®cio.¡± Ele queria introduzir avenidas de v¨ªcio, n?o apenas para sua pr¨®pria matilha, mas para os humanos do outrodo de sua fronteira. De todas as coisas para arriscar s¨¦culos de segredo, um cassino estaria no final da lista de coisas que vale a pena perseguir. Sem mencionar que, se havia uma coisa que Alfa Fredrick parecia saber bem, eram v¨ªcios desnecess¨¢rios. Deusa sabia o que mais ele queria fazer nos bastidores daquele estabelecimento. ¡°Quanto voc¨º exigiu e em que porcentagem ? ¡ª perguntou Aleric, soandoo se n?o estivesse Chapier Sessenta ¨C Sete algo pr¨®ximo ¨¤ fronteira para trazer seus neg¨®cios, impulsionando assim nossa pr¨®pria economia para comercializar melhor os recursos¡±. ¡­Ent?o foi aqui que seus rumores devem tere?ado. ¡°Que neg¨®cio voc¨º tinha em mente?¡± Aleric perguntou, n?o fechando imediatamente sua sugest?o. Eu estava curioso, ro, mase?ar o¨¦rcio humanos era perigoso. Se um deles vagar em um territ¨®rio de matilha na hora errada,o por exemplo, durante um ataque, eles podem facilmente acabar mortos. A matilha seria imediatamente investigada por humanos e navegar ps consequ¨ºncias poderia ser confuso e arriscado. Mas ent?o a morte era uma coisa, Deusa n?o permita que eles tenham visto algu¨¦m mudar acidentalmente. Nossa esp¨¦cie se alienou deliberadamente deles, at¨¦ mesmo rejeitando a maioria de suas tologias mais avan?adas sempre que poss¨ªvel, para garantir nosso sigilo cont¨ªnuo. Suas inova??es foram ¨®timas e poderiam ser ben¨¦ficas para n¨®s em muitas ¨¢reas, mas o risco de exposi??o era muito alto. Sem mencionar que eu ouvi hist¨®rias de que a maioria de seus gadgets continham sistemas de rastreamento de localiza??o nos dias de hoje. Para introduzir uma nova tologia humana avan?ada em nosso mundo, precisava ser minuciosamente examinada e aprovada por um conselho de representantes anci?os formado por matilhas de todo o pa¨ªs. Hoje em dia, a aprova??o era muito rara. Para ser justo, por¨¦m, eu tinha certeza de que os humanos sabiam que algumas de nossas cidades existiam at¨¦ certo ponto, mas provavelmente ¨¦ramos considerados um povo da montanha ¨¤ moda antiga ; distante de muitas coisas que o mundo moderno tinha a oferecer. Ou pelo menos muitos de nossos territ¨®rios foram restritos para manter essa ilus?o. Lugareso a N¨¦voa de Inverno tiveram mais sorte, j¨¢ que est¨¢vamos longe o suficiente da civiliza??o humana, cercados por matilhas por todos osdos, para que tiv¨¦ssemos o luxo de expandir o quanto quis¨¦ssemos sem nos preocupar se os humanos trope?ariam aleatoriamente. Mas em algum lugaro o Silencioso A matilha da floresta precisaria ser constantemente cautelosa, tentando manter o contato humanos o m¨ªnimo poss¨ªvel. Qual era uma raz?o p qual eu estava t?o inseguro sobre este neg¨®cio. N?o erao se eu me opusessepletamente a alcan?ar os humanos, especialmente porque n?o era in¨¦dito para alguns de nossa esp¨¦cie acasr indiv¨ªduos deles, mas eu sabia que abrir o port?o para os humanos entrarem livremente em um territ¨®rio de lobisomem seria t¨ºm efeitos irrevers¨ªveis. Uma vez aberto, seria quase imposs¨ªvel fechar novamente sem que a curiosidade humana se envolvesse. E bastaria uma pessoa curiosa demais para cavar um pouco fundo demais. De cabe?a, eu n?o conseguia me lembrar no passado se alguma matilha havia feito isso sucesso. Para n?o dizer que ningu¨¦m tinhae?ado a fazer neg¨®cios eles, mas eu n?o me lembrava disso pessoalmente. Na linha do tempo anterior, eu estava principalmente envolvido a guerra e novas t¨¢ticas de alian?a pol¨ªtica. Os pequenos pacotes que j¨¢ estavam sob a N¨¦voa de Inverno desde o in¨ªcio n?o eram minha preocupa??o. Normalmente, Lunas n?o tinham nenhum envolvimento direto fora de suas pr¨®prias matilhas, ent?o foi uma luta o suficiente para ter acesso ¨¤s coisas que eu tinha no passado. ¡°Eu gostaria de construir um pequeno distritoercial,e?ando um cassino¡±, disse Alpha Fredrick. ¡°Isso incentivaria os visitantes de todo o mundo a vir e participar. Os lucros seriam altos e basicamente garantidos, algo que reinvestir¨ªamos em outros neg¨®cios da regi?o. Novos neg¨®cios significam mais dinheiro, o que significa maior receita bruta, o que significa maior retorno para voc¨º por meio de seu imposto de alian?a. E isso sem levar em conta os retornos do investimento em a??es para o pr¨®prio neg¨®cio.¡± Ele queria introduzir avenidas de v¨ªcio, n?o apenas para sua pr¨®pria matilha, mas para os humanos do outrodo de sua fronteira. De todas as coisas para arriscar s¨¦culos de segredo, um cassino estaria no final da lista de coisas que vale a pena perseguir. Sem mencionar que, se havia uma coisa que Alfa Fredrick parecia saber bem, eram v¨ªcios desnecess¨¢rios. Deusa sabia o que mais ele queria fazer nos bastidores daquele estabelecimento ¡°Quanto voc¨º exigiu e em que porcentagem?¡± Aleric perguntou, soandoo se n?o estivesse Cap¨ªtulo Sessenta e Sete as ramifica??es que isso poderia ter. ¡°Procurando um investimento de cem mil para uma participa??o de dez por cento.¡± ¡°Ent?o, quanto voc¨º atualmente-¡° ¡°Aleric,¡± eu interrompi baixinho, tocando seu bra?o para det¨º-lo por um momento. ¡°J¨¢ pensou nisso? Tipo totalmente?¡± Eu quebrei minha promessa de n?o me envolver, mas isso simplesmente n?o estava me agradando. N?o para um cassino e definitivamente n?o para Fredrick Jacobs, para que os rumores sobre ele n?o fossem verdadeiros. ¡°¨¦ apenas um neg¨®cio e uma boa oportunidade¡±, ele sussurrou de volta. ¡°Se isso der certo, estar¨ªamos envolvidos um dos primeiros territ¨®rios a tentar algo assim e,o ele disse, ¨¦ basicamente lucro garantido . Os humanos viajam milhas para certas atra??es. Eu posso ver isso funcionando facilmente.¡± ¡°N?o, n?o para um cassino¡±, argumentei, minha voz ainda muito baixa para os outros ouvirem. ¡°Esta n?o ¨¦ uma boa ideia para nos envolvermos. Deixando dedo os humanos, ainda estamos fndo de v¨ªcio e poss¨ªveis redu??es de valor de propriedadeo resultado. O que acontece quando alguns de seus guerreiros deixam de ser t?o produtivos ou se arru¨ªnam financeiramente? Isso vai causar rea??es em cadeia ¨¤s suas outras vias de recursos. Se eles querem fazer isso, ent?o deixe-os, mas n?o despeje nosso dinheiro para ajud¨¢-los a ser sua pr¨®pria poss¨ªvel destrui??o.¡± Foi muito dram¨¢tico em alguns aspectos, mas eu tinha meu pr¨®prio racioc¨ªnio. A conclus?o era que Aleric n?o deveria se envolver este pacote ou seu Alpha, a menos que fosse para receber seu imposto trimestral. ¡°Aria¡­¡± ¡°Confie em mim¡±, eu insisti. ¡°N?o ¨¦ um bom investimento. Se voc¨º quer se envolver indiretamente humanos para neg¨®cios, existem caminhos melhores.¡± Ele procurou meu rosto por alguns momentos antes de finalmente exr, bn?ando a cabe?a em concordancia. ¡°Infelizmente, n?o vamos investir no cassino neste momento¡±, disse Aleric, voltando sua aten??o para Alpha Fredrick. ¡°Mas eu encorajo voc¨º a vir at¨¦ n¨®s outros interesseserciais no futuro.¡± Voc¨º podia ver a irrita??o no rosto de Alpha Fredrick p rejei??o de Aleric. Isso provavelmente era algo em que ele vinha trabalhando h¨¢ um bom tempo e contava o apoio da N¨¦voa Invernal para tir¨¢ do papel. Seus olhos ent?o se voltaram para mim friamente, cheios de nada al¨¦m de acusa??o. ¡°Eu sabia que entrar no neg¨®cio humanos seria uma tarefa dif¨ªcil¡±, disse ele, suas pvraso gelo, ¡°mas n?o previa que isso causaria um problema ao nosso novo empreendimento t?o cedo¡±. Aleric imediatamente ficou tenso, inclinando-se para frenteo se estivesse se preparando para faz¨º- lo se arrepender de suas pvras. O insulto a mim mesmo era ro e inconfund¨ªvel. Ele estava se referindo ao efeito do meu cr de remover minha habilidade. ¡°N?o,¡± eu disse, implorando para Aleric se retirar. ¡°Ele n?o vale a pena.¡± ¡°O que? N?o pode fr por si mesmo?¡± Alpha Fredrick estupidamente continuou. ¡°O cr tamb¨¦m deixa voc¨º mentalmente fraco?¡± Voltei minha aten??o para ele calmamente, agora me dirigindo a algu¨¦m na reuni?o p primeira vez naquele dia. Voc¨º poderia dizero todos estavam visivelmente desconfort¨¢veis a intera??o que estava ocorrendo. ¡°Alpha Fredrick, entendo sua frustra??o p rejei??o sofrida aqui hoje. Eu aprecio que voc¨º colocou muito tempo e energia nesta proposta e este resultado ¨¦ um golpe infeliz para voc¨º¡±, | disse. ¡°No entanto, eu gostaria de lembr¨¢-lo que voc¨º n?o est¨¢ em posi??o de insultar as pessoas que atualmente impedem a aniqu??opleta de seu pequeno bando de seus territ¨®rios vizinhos. Esta alian?a protege voc¨º, *N¨®s* protegemos voc¨º.¡± ¡°*Voc¨º* me protege de nada, Saintess,¡± ele disse, cuspindo o t¨ªtulo desagrado. ¡°Voc¨º ¨¦ fr¨¢gilo um Cap¨ªtulo Sessenta e Sete humano agora e aparentemente tem a intelig¨ºncia de um tamb¨¦m.¡± A ¨²nica raz?o p qual Aleric n?o o havia atacado j¨¢ era por respeito a mim; sabendo que eu tinha pedido a ele para n?o se envolver. Felizmente, ele percebeu que eu poderia lidar isso sozinha. O que era exatamente o que eu pretendia fazer. Eu n?o tinha nejado mencionar isso externamente, mas parecia que o pequeno Alfa n?o seria capaz de perceber quando era hora de parar. At¨¦ mesmo seupanheiro de matilha parecia horrorizado suas a??es, discretamente tentando puxar sua camisa para faz¨º-lo parar. ¡°Sabe¡­ acho engra?ado, Alfa Fredrick, que voc¨º use os rumores que ouviu sobre mim para fazer insultos t?o ousados¡±, respondi calmamente, apoiando o queixo na m?oo se estivesse rxada. ¡°Voc¨º diria ent?o, em sua opini?o pessoal, que h¨¢ alguma verdade nos rumores que se ouvem?¡± ¡°C-ro¡±, disse ele, um pouco surpreso o meuportamento imperturb¨¢vel. Eu sabia que mesmo que ele n?o concordasseigo, ele foi for?ado a tomar essa posi??o para justificar o que ele j¨¢ havia dito para mim. Era algo que eu poderia usar a meu favor, ¡°Interessante¡­ voc¨º v¨º , eu ouvi rumores sobre voc¨º tamb¨¦m, Alfa Fredrick. E eles me permitem ver por que voc¨º quer tanto fazer neg¨®cios humanos¡­ Um pequeno sorriso se contraiu em meus l¨¢bios, uma vertigem borbulhando dentro de mim quando eu sabia o que estava prestes a acontecer. ¡°Curiosamente, ouvi dizer que voc¨º *realmente* ama os humanos. Alguns podem dizer¡­ um pouco demais * muito. E por humanos estou, de fato, insinuando plural. Um plural obsessivamente grande.¡± Imediatamente, seu rosto ficou vermelho brilhante quando ele olhou em volta, nervoso, para aqueles ao seu redor; vergonha ra em suas fei??es da minha insinua??o. ¡°Eu n?o¡­ eu n?o sei do que voc¨º est¨¢ fndo,¡± ele bufou, um pouco na defensiva. Uma risada leve escapou dos meus l¨¢bios. ¡°Ent?o suponho que devemos considerar as coisas que ouvimos nada mais do que o valor nominal.¡± No futuro, Fredrick Jacobs, Alpha da matilha Silent Forest, estava envolvido em rumores escandalosos sobre confraterniza??o ¨ªntima garotas humanas. N?o havia nada de errado em ser acasdo um humano oficialmente, embora isso fosse uma ocorr¨ºncia muito rara. A quest?o era que era considerado tabu quando se engajava eles dessa forma sob quaisquer outras circunstancias. Especialmente na quantidade de que Fredrick Jacobs foi acusado, e especialmente quando era question¨¢vel quais eram suas inten??es. Ter um boatoo esse se apegar a algu¨¦m prejudicaria significativamente sua reputa??o e perspectivas de neg¨®cios futuros; algo ficaria mais estranho se esses nos tamb¨¦m girassem em torno de humanos. ¡°Ent?o, para evitar mais constrangimento para voc¨º¡±, continuei, sorrindo do meu pr¨®prio prazer culpado por dentro. Fico feliz em aceitar um pedido de desculpas por escrito enviado pelo correio ¨C.¡± Mas ent?o eu senti. Cortando todas as outras linhas de pensamento enquanto eu franzia a testa. ¡­Uma fa¨ªsca. Eu senti isso. Eu definitivamente senti isso. Eu tinha certeza que estava l¨¢ agora, certo? Foi essa mesma energia familiar que senti dentro de mim que se originou da minha marca de Deusa. A mesma energia que veio quando usei minha verdadeira autoridade, superior ¨¤ de um Alfa. Mas isso deveria ser imposs¨ªvel¡­ certo? A coleira deveria ter parado todas as tentativas at¨¦ mesmo de tentar aproveit¨¢. Deveria ter evitado tudo e qualquer coisa a ver minhas habilidades de lobisomem. N?velDrama.Org copyrighted ? content. E embora tenha sido fugaz por apenas uma fra??o de segundo, sua s¨²bita apari??o tang¨ªvel fez muitas perguntas Cap¨ªtulo Sessenta e Sete forma dentro da minha mente de uma s¨® vez. Mas o mais importante? ¡­ O que isso significa se de alguma forma conseguiu romper meus grilh?es atuais? ¡°¨¢ria¡­?¡± Aleric pediu, notando meu sil¨ºncio repentino. | rapidamente sacudi tudo e retomei minhapostura, direcionando minha aten??o de volta para Alpha Fredrick mais uma vez. ¡°Ah¡­o eu estava dizendo, fico feliz em aceitar um pedido de desculpas por escrito assim que voc¨º tiver tempo para se acalmar e se rpor da maneira adequada a um membro desta alian?a. Estarei esperando sua resposta imediata um presente e/ou compensa??o anexada. Obrigada.¡± Alfa Fredrick cerrou os dentes, virando a cabe?a em sinal de submiss?o. Ele n?o poderia recusar meu pedido gra?as a ter testemunhas de todos os seus territ¨®rios vizinhos aqui. Se alguma coisa, minha miseric¨®rdia para ele foi provavelmente mais do que o esperado, dado o nosso status, mas era minha esperan?a que fosse suficiente para assustar os outros aqui de espalharem mais rumores. E ent?o me recostei na cadeira, um sorriso de satisfa??o no rosto pelo resto da reuni?o. Porque, embora vencer uma discuss?o mesquinha e humilhar publicamente algu¨¦m que tentou me desonrar fosse legal, eu estava muito mais focado em outra coisa; algo muito mais valioso, que Alfa Fredrick tinha me dado inadvertidamente¡­ ¡­Esperan?a. Cap铆tulo 68 Cap¨ªtulo 68 Cap¨ªtulo Sessenta e Oito O resto da reuni?o transcorreu sem mais incidentes e logo todos se separaram da s de reuni?es para se reunir dodo de fora. Era o p?r do sol a essa altura e eu podia sentir a exaust?o de todos ao meu redor enquanto esperavam que seus arranjos de dormir fossem disponibilizados para a noite. Aleric e eu ficamos dedo, evitando mais intera??o ap¨®s os eventos que ocorreram. N?o que eu imaginasse que algu¨¦m ficaria chateado isso. De qualquer forma, eles ficariam gratos por nossa distancia, n?o querendo se encontraro o pr¨®ximo assunto de nosso foco por muito tempo. Mas havia um indiv¨ªduo que eu tinha a sensa??o de que n?o captaria essa sugest?o social ¨®bvia. Um indiv¨ªduo que tinha acabado de sair do pr¨¦dio, seus olhose?ando a vasculhar a ¨¢rea ao seu redor. Sem hesitar, rapidamente empurrei Aleric p esquina do pr¨¦dio da s de reuni?es para nos escondermos de ningu¨¦m menos que Alpha Fredrick. S¨® ele seria descarado o suficiente para n?o deixar os c?es adormecidos mentirem. Ou neste caso, lobos. | espiou ao redor, observando enquanto ele vasculhava fricamente a multid?o de pessoas conversando dodo de fora. Procurando por algo ou *algu¨¦m* em particr. ¡°Por que estamos nos escondendo?¡± Aleric perguntou baixinho atr¨¢s de mim. Ele estava perto, seu corpo bem pr¨®ximo ao meu para que ele pudesse sussurrar e n?o chamar mais aten??o para a nossa localiza??o. Fiquei grato devido aos sentidos mais agu?ados de nossos colegas ao nosso redor. ¡°Porque Alpha Fredrick vai tentar frigo em particr,¡± expliquei. ¡°E ele vai exigir saber de onde eu ouvi esses rumores sobre ele; algo que ele n?o poderia me perguntar naqu reuni?o sem parecer ainda mais culpado na frente dos outros representantes do bando.¡± ¡° ¡­ E eles s?o verdadeiros? Os rumores?¡± | girei minha cabe?a e sorri maliciosamente para ele. ¡°Quem sabe? Afinal, s?o apenas rumores.¡± ¡± A ria, que diabos¡±, ele riu. ¡°¨¦ uma coisa muito s¨¦ria de se inferir sobre algu¨¦m.¡± | deu de ombros, virando-se para ver se Alpha Fredrick ainda estava procurando por mim. ¡°Ele merece, mesmo que sejam falsos. E, al¨¦m disso, tenho certeza de quebater um boato outro boato ¨¦ muito melhor do que atac¨¢-lo,o o que voc¨º queria fazer. ¡°Tenho certeza de que ele est¨¢ desejando agora que eu realmente o tenha machucado para salv¨¢-lo daqu execu??o social que voc¨º acabou de lhe servir¡­¡± Os olhos de Alpha Fredrick ent?oe?aram a procurar em dire??o ¨¤ ¨¢rea geral que est¨¢vamos nos escondendo, talvez pegando nosso cheiro na mudan?a de vento. ¡°Merda, hora de ir,¡± eu disse, agarrando a m?o de Aleric, e corri para a parte de tr¨¢s do pr¨¦dio, enquanto o arrastava atr¨¢s de mim. ¡° Aria, espere,¡± ele gritou, a inten??o de soar desaprovando minha rea??o imatura, mas sua risada o traiu. Atr¨¢s do grande sal?o havia um declive gramado que descia at¨¦ um pequenogo no fundo. Perfeito para descansar enquanto recuperava o f?lego por um minuto; a falta de minha pr¨®pria for?a e resist¨ºncia dolorosamente ¨®bvia, cortesia do cr. Eu me dobrei, ambas as m?os nos joelhos enquanto respirava profundamente. Todo o tempo, Aleric simplesmente me vigiava. Eu podia ver a divers?o em seus olhos no meu estado, algo que provavelmente era ruim at¨¦ mesmo para humanos. padr?es. ¡°D¨º-me uma pausa¡±, eumentei. ¡°Eu n?o treino, nem fa?o nada perto disso h¨¢ meses.¡± ¡°Eu estou ciente¡±, disse ele, passando por mim para se sentar ¨¤ beira da ¨¢gua. Eu o segui apenas um momento depois, uma vez que minha respira??o estava de volta sob controle, me jogando na grama aodo dele. Era t?o tranquilo aqui. O p?r do sol, o ar fresco¡­o a ¨¢gua brilhavaranja na luz moribunda. Senti que poderia ficar aqui por horas, rxando enquanto continuava a negligenciar impiedosamente todos os problemas que esperavam por mim p frente. ¡°Acho que sei por que voc¨º me trouxe aqui,¡± eu disse depois de alguns minutos de sil¨ºncio, agora olhando intensamente para os l¨ªrios. ¡°¨¦ assim mesmo?¡± ¡°Isso ¨¦ algum tipo de tentativa de me fazer sentir melhor,¡± eu disse, puxando minhas pernas at¨¦ meu peito e abra?ando-as. ¡°Mas qual foi a sua linha de racioc¨ªnio¡­ ar fresco e uma mudan?a de cen¨¢rio? ¡­ Ou levar a reuni?o para que eu pudesse fingir que ainda sou uma herdeira Beta? ¡°Nenhum¡±, disse ele, um meio sorriso nos l¨¢bios. ¡°Voc¨º gosta de quebra-cabe?as e resolu??o de problemas, Aria. Durante seus dias de treinamento Beta, vio voc¨º ficava excitado ao pensar em coisas em reuni?es que ningu¨¦m mais tinha. Eu pensei que se eu trouxesse voc¨º aquiigo, isso poderia ajudar a acender essa paix?o dentro de voc¨º novamente. Uma pequena ruga se formou entre minhas sobrancelhas. Parecia que ele me conhecia muito melhor do que eu imaginava. ¡°¡­ Ent?o ¨¦ por isso que voc¨º estava tentando obter minha opini?o sobre esses assuntos do bando ontem, incluindo at¨¦ mesmo esses problemas mesquinhos que qualquer um poderia resolver.¡± Ele assentiu. ¡°E embora voc¨º n?o estivesse vontade de participar das discuss?es reais hoje, eu ainda pude ver voc¨º l¨¢. Foio se voc¨º tivesse ganhado vida novamente, Aria. Algo que eu estava come?ando a pensar que nunca mais veria.¡± Eu me virei para encontrar seus olhos finalmente e os encontrei cheios de uma preocupa??o genu¨ªna. A luz ranjada ao nosso redor fez que o verde neles parecesse mais saturado. Que loucura que aqueles olhos fossem t?o inocentes empara??o os que eu conhecia. ¡­ E era por isso que, fisicamente igual ou n?o, estava se tornando imposs¨ªvel fingir que este Aleric n?o se importavaigo. Na verdade, seria ing¨ºnuo da minha parte pensar de outra forma, Este Aleric me ouviu, tomando nota pelo menos do que eu estava tentando dizer a ele, antes de tomar uma decis?o. Ele pode n?o estar ¡®sob controle¡¯, mas talvez eu n?o precise disso afinal. O fato de ele pelo menos considerar o que eu tinha a dizer ainda era muito melhor do que qualquer outra coisa que eu poderia ter esperado no passado. Mas n?o ¨¦o se Aleric da linha do tempo anterior fosse incapaz de bondade. ¨¦ s¨® que sua bondade nunca foi dirigida a mim. Ele amava Thea, amava o bando, amava seu trabalho¡­ era s¨® a mim que ele n?o amava. Como se ele fosse incapaz de me vero eu era, ou mesmo disposto a me dar uma chance. Ent?o, onde estava a linha entre o medo e a amizade agora? Tornou-se t?o turva que eu senti minha incerteza mudar em qualquer dia. Eu gostava de suapanhia agora? Sim¡­ mas, ao mesmo tempo, era imposs¨ªvel deixar dedo minhas preocupa??es. Pelo que eu sabia, ele poderia ser um vulc?o esperando para entrar em erup??o a qualquer segundo; seu gatilho final ainda desconhecido para mim.This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. ¡°Desculpe por te preocupar,¡± eu disse, puxando minha aten??o de volta para ogo. ¡°¨¦ apenas um ajuste dif¨ªcil, considerando tudo¡­ e eu n?o gosto do quarto. Os trimestres. Eles¡­ eles dificultam o foco. ¡­ Tornar dif¨ªcil distinguir entre duas vidas,¡¯ eu borei na minha cabe?a. A aus¨ºncia de ter algo para fazer ou focar, misturado aqueles aposentos¡­ erao viver dentro dos meus pesadelos. Lentamente, dia a dia, perdendo um peda?o de mim e me tornando **. Ele ficou confuso , mas riu um pouco. ¡° Dado quanto tempo voc¨º passou l¨¢, eu nunca teria imaginado .¡± ¡°Eu sei¡­ mas na verdade ¨¦ o menor de dois males¡±, eu disse um pequeno sorriso rec¨ªproco, meu queixo apoiado nos joelhos. Ele ent?o se inclinou para frente, tentando chamar minha aten??o mais uma vez, e eu desviei meus olhos para encontrar seu olhar agorapletamente s¨¦rio. ¡° Voc¨º poderia ter me contado antes, Ana,¡± ele disse decep??o ¡°Um quarto ¨¦ pelo menos algo negoci¨¢vel. Posso fr Tytus sobre mudar seu quarto para outro e duvido que seja esse problema de f? fan¨¢tico. O ¨²nico problema ¨¦ que voc¨º pode precisar dormir l¨¢ por mais algumas noites at¨¦ que eu possa organiz¨¢-lo. ¨¦ que tudo bem?¡± Eu bncei a cabe?a. Pelo menos isso era uma coisa que eu n?o precisaria me preocupar em breve Uma pequena coisa nas centenas de quest?es que eu estava negligenciando O sol estava quasepletamente baixo e uma brisa fresca entrou, enviando um pequeno arrepio atrav¨¦s de mim. Parecia que o cachecol veio a calhar para mais do que inicialmente pretendido. Engra?ado, pois n?o est¨¢vamos prevendo um clima mais frio por mais um m¨ºs ou dois. ¡°Eles provavelmente est?o procurando por n¨®s¡±, disse Alerc, levantando-se para dizer que est¨¢vamos no topo da lista por sermos mostrados onde eram nossos alojamentos de h¨®spedes e sa¨ªmos correndo * ¡°Provavelmente.¡± Eu concordei, esticando minhas pernas para tr¨¢s na minha frente. Eles estavam quase dormindo de abra?¨¢-los no meu peito por tanto tempo Aleric ent?o estendeu a m?o para mim e eu alegremente a peguei grata pelo gesto ¡°Voc¨º vai precisare?ar a treinar agachamentos novamente nesse ritmo¡±, ele brincou. Resmunguei alegremente, agora menos grata pelo gesto, ee?amos nossa subida de volta p encosta em dire??o a onde deixamos todos. ¡°Ei, Aria,¡± ele disse lentamente. Eu estive querendo fr voc¨º sobre algo Parei para olhar para ele quando est¨¢vamos quase no topo da colina, ¡°Sim?¡± ¡°Bem, ¨¦ sobre quando¡± Mas suas pvras foram abafadaso algo ent?o de repente chamou minha aten??o por tr¨¢s de seu ombro, imediatamente tendo preced¨ºncia sobre qualquer outra coisa. Uma figura que eu reconheci imediatamente ¡°Aleric, me desculpe¡±, eu disse, interrompendo-o. ¡°Surpreendentemente, acabei de ver algu¨¦m que conhe?o.¡± Ele se virou confuso para olhar para quem eu estava me referindo. Que ¨¦ aquele? Eles t¨ºm biood Alpha.¡± ¡°Eu sei. Eles s?o amigos de um amigo. Mas devo dizer rapidamente oi. Tudo bem se frmos sobre sua coisa mais tarde? Eu perguntei, mas j¨¢ estava caminhando para onde a pessoa estava esperando ¡°Vejo voc¨º amanh? de manh? para a viagem de volta!¡± ¡°Aria, espere¡­¡± Mas era tarde demais. Eu j¨¢ tinha fugido sem perder mais tempo. eu me senti mal por sair t?o de repente, mas meu foco estava em outro lugar. Ou, mais precisamente, estava na pessoa que eu nunca esperava ver aqui. ¡°Ana¡±, eles cumprimentaram, quaseo em um suspiro de al¨ªvio Para minha surpresa, imediatamente me envolveu em seus bra?os, seus cachos escuros caindo no meu rosto enquanto me abra?ava. ¡°ins..?¡± Eu perguntei, incerteza grossa em minha voz. ¡°Por qu¨º voc¨º est¨¢ aqui? Esta reuni?o era para pequenos bandos dentro da alian?a Winter Mist. O pacote Hidden Moon ¨¦ de longe um dos maiores em todo o pa¨ªs.¡± riu, se afastando, ¡°Eu sei que vim te procurar.¡± ¡°Para mim?¡± ¡°Ouvi de algumas fontes que voc¨º foi adicionado no ¨²ltimo minuto ao registro de h¨®spedes que ficam aqui¡±, explicou . ¡°Vim o mais r¨¢pido que pude para garantir que n?o senti sua falta.¡± ¡°Mas por que?¡± Eu repeti, cruzando os bra?os sobre o peito. ¡°Voc¨º poderia simplesmente ter enviado uma carta. Parece um longo caminho a percorrer.¡± ¡°Por que? Porque eu tenho estado doente de preocupa??o, Aria. N¨®s estivemos preocupados. A ¨²nica Saintess viva desaparece um dia e as ¨²nicas atualiza??es p¨²blicas fornecidas vinham do mesmo Alpha esbo?ado o qual alguns rumores estranhos estavam envolvidos. Voc¨º percebeo est¨¢vamos preocupados?¡± Iris Sullivan, a ¨²nica filha de Alpha Sullivan, era a garota que eu ajudei a salvar tr¨ºs anos atr¨¢s, quando usei seu paradeiro durante um sequestro para meu pr¨®prio benef¨ªcio financeiro. Quando eu pensava que fugir ainda era uma op??o vi¨¢vel. Como os tempos mudaram. Mas tamb¨¦m era a garota que aparentemente era amiga ¨ªntima de Cai, a mesma garota que eu vim a descobrir mais tarde at¨¦ mesmo confessou sua atra??o por ele em um ponto. Ent?o minha curiosidade em v¨º aqui, misturada a forma inconfund¨ªvel que se referia a ¡®n¨®s¡¯, estava fazendo meu cora??o apertar as possibilidades potenciais. ¡­ quis dizer Cai? ¡°Quem voc¨º quer dizer ¡®n¨®s¡¯, Iris?¡± Eu perguntei cuidado, certificando-me de n?o deixar minha voz trair qualquer influ¨ºncia de emo??o. ¡°¨¦ um grupo de n¨®s que tem um interesseum em garantir sua seguran?a¡±, explicou . ¡°Principalmente aqueles que desejam seguir o caminho divino fornecido por voc¨º, o guia de nossa Deusa. Depois, h¨¢ alguns de n¨®s que t¨ºm um interesse pessoal em voc¨ºo pessoa. Como eu. Voc¨º foi um farol de esperan?a e mudan?a neste pa¨ªs¡­ ent?o de repente voc¨º desapareceu. Eu estive t?o preocupado voc¨º, me perguntando o que diabos eles fizeram voc¨º. Meus ombros ca¨ªram um pouco de decep??o. ro, n?o era uma mensageira de Cai, eu sabia que aquele navio tinha partido. E, para ser honesta, depois de todos esses meses longe, eu nem tinha mais certeza deo me sentia. Eu sentia falta dele, ridicmente, mas eu sabia que ele provavelmente estava bem longe longe de mim. N?o apenas para o bem dele, mas para o meu tamb¨¦m. Afinal, em volta do meu pesco?o estava o lembrete de tudo que havia dado errado. Ent?o este era provavelmente o grupo o qual Aleric havia expressado preocupa??o, desde antes de eu confessar meus crimes a Tytus. Aqueles que lutariam na oposi??o se eu fosse mantido em cativeiro. Eu nunca pensei em ver Iris aqui. ainda esperava assumir o controle de seu pai e se tornar a primeira mulher Alfa um dia? ¡°Eles machucaram voc¨º?¡± perguntou, seus grandes olhos azuis cheios de preocupa??o. Eu me mexi desconfortavelmente. ¡°N?o, n?o, eu estou bem¡­¡± ¡­Fisicamente, eu adicionei na minha cabe?a assinou em al¨ªvio. ¡°Bom, fico feliz em ouvir isso. Voc¨º vai precisar de toda a for?a que conseguir pensei que n?o havia o eles realmente fazerem isso t?o r¨¢pido ¡± ¡± N¨®s ll eles fizeram¡±, eu mudo vermelho , me afastando Chamefully y agarrou os dos do meu rosto gentilmente e me virou para que eu ficasse olhando para n ¡°¨¦ por isso que precisamos de voc¨º , Aria ,¡± enfatizou , ¡°¨¦ por isso que precisamos de mudan?a . Nenhum homem ou mulher , ssificado ou n?o ssificado , deve ter autoridade par Mas a magnitude do que era realmente t?o grande quanto poss¨ªvel . _ N?o no meu estado atual , pelo menos! sabia que estava certo , as coisas definitivamente precisavam mudar . _ _ _ _ A igualdade e isso foi deixando dedo o tratamento desumano , um alfa va s t egal lmente permitido a sujeitar algu¨¦ as coisas precisavam mudar, dolorosamente co . mas eu n?o poderia ser o ¨²nico a fazer isso . N?o agora . Se qualquer coisa, eu realmente estaria indo contra a minha atual . Cap¨ªtulo Sessenta e Oito Porque uma das principais coisas que conclu¨ª foi que ficar dodo bom de Aleric era fundamental para evitar o futuro que eu conhecia. Em nossa posi??o atual, parecia bastante f¨¢cil manter, dada a nossa amizade, mas, se eu aceitasse a oferta de Iris para liderar, eu estaria destituindo-o de seu t¨ªtulo; dos quais, ele j¨¢ havia expressado apreens?o anteriormente. Se eu fizesse isso, eu precisava aceitar que isso seria criar uma rixa desnecess¨¢ria entre n¨®s¡­ .. . E isso era algo mais perigoso do que minha opress?o. N?o, meu primeiro passo agora era ver se era mesmo poss¨ªvel me libertar. Trabalhar as poucas vantagens que tive e me fortalecer em outras ¨¢reas onde pude. Eu precisava me preparar para quando Thea inevitavelmente aparecesse novamente e trabalhar para atrasar, se n?o me libertar completamente, antes da minha pr¨®xima uni?o for?ada Aleric. 1 ¡°Iris¡­ Eu aprecio que voc¨º seja t?o apaixonada por isso e concordo que as coisas precisam desesperadamente mudar,¡± |e?ou, escolhendo minhas pvras cuidado, ¡°mas eu realmente n?o posso ajud¨¢-lo. N?o agora, pelo menos¡­ me desculpe . ¡± procurou meu rosto por alguns segundos, olhando profundamente em meus olhos, antes de finalmente assentir. O que quer que estivesse procurando, talvez n?o tenha encontrado. ¡°Tudo bem ent?o,¡± disse, dando um passo para longe. ¡°N?o agora, mas talvez em breve. Basta enviar para mim e eu irei ajud¨¢-lo. O que voc¨º precisar, sempre que precisar. Voc¨º tem muito mais amigos do que eu acho que voc¨º imagina. Eu fiz o meu melhor para reunir um pequeno sorriso para . ¡°Eu aprecio isso, ¨ªris. Realmente eu fa?o. Prometo que voc¨º ser¨¢ a primeira pessoa a quem chamarei quando precisar de ajuda. Iris me envolveu em outro abra?o, de alguma forma me apertando ainda mais forte do que da primeira vez. era uma garota ador¨¢vel, algo que me fez sentir um pouco culpado pelo leve desgosto que eu brevemente senti por uma vez por Cai. No entanto, no fundo, eu n?o podia negar que tamb¨¦m sentia um senso de responsabilidade e confian?a por ter salvado sua vida;o era o que eu sentia por Myra ohce. ¡°Esta n?o ser¨¢ a ¨²ltima vez¡±, sorriu brilhantemente. E eu tinha certeza de que provavelmente estava certa. Mas, por enquanto, eu tinha algo muito mais urgente pesando em minha mente. Algo que estava ¨¤ espreita em minha mente, esperando pacientemente quando eu estivesse sozinha novamente. Porque, embora eu n?o estivesse pronto para assumir um pa¨ªs inteiro, ainda recebi uma pequena b¨ºn??o. Algo para se concentrar no ¨ªnterim da minha puni??o iminente. Agora era a hora de encontrar aqu centelha de energia esperando dentro de mim e praticar. Pratique at¨¦ que eu estivesse livre novamente. E a melhor parte? Ningu¨¦m iria ver isso chegando. Cap铆tulo 69 Cap¨ªtulo 69 Cap¨ªtulo Sessenta e Nove ¡®Pegue-o¡­ ¡®Esticar¡­ Eu cavei fundo dentro de mim, procurando de onde eu tinha sentido aqu energia familiar originar-se p primeira vez. Antes, sempre parecia que estava fora doprimento do bra?o,o se apenas a ponta da minha unha pudesse ro?¨¢-lo, mas agora parecia que eu precisava de v¨¢rios ap¨ºndices apenas para chegar perto dele. Mas estava l¨¢. Eu tinha que acreditar que n?o tinha sido apenas minha imagina??o. Estique um pouco mais¡­¡¯ Mas ent?o eu exalei rapidamente em libera??o, ofegante p tens?o que causou ao meu corpo. Eu estava sentado na minha cama praticando desde que voltei para meus aposentos. No entanto, desde o in¨ªcio, h¨¢ mais de uma hora, havia pouco para mostrar em andamento. Eu sabia que tinha que haver um truque para isso, algum tipo de deixa interna para convoc¨¢-lo. O ¨¦lder Luke havia mencionado que essa energia era algo que poderia ser treinado, mas agora eu estava tentando realiz¨¢ uma defici¨ºncia severa. Ent?o, naturalmente, uma parte de mim estava me chutando por n?o aprender isso antes do cr. Eu me joguei para tr¨¢s na cama, deitada em derrota. Isso estava se tornando irritante, para n?o mencionar exaustivo. Como eu deveria praticar algo se eu n?o conseguia neme?ar a entender? este energia est¨²pida que era um subproduto da minha maldi??o. Apertando meus olhos fechados, eu tentei novamente mais uma vez, cavando t?o fundo quanto fisicamente poss¨ªvel. Pegue j¨¢. Est¨¢ l¨¢. Est¨¢ literalmente bem ali. Basta agarr¨¢-lo! .. . E ent?o eu senti. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Meus olhos se abriram imediatamente quando senti a energia pulsar fracamente dentro de mim. Apenas uma fraca cint??o. N?o muito, mas apenas o suficiente para saber que estava l¨¢. ¡®SEGURA. | cerrei os dentes, lutando contra todas as diferentes for?as trabalhando contra mim¡­ a coleira, meu corpo agora mais fraco, o puro esfor?o necess¨¢rio para utilizar a pr¨®pria energia¡­ mas n?o foi suficiente. | exalei mais uma vez em libera??o, levantando o ar ao meu redor. Ele se foi. Desapareceu t?o rapidamente quanto havia se mostrado. Mas eu n?o podia desacreditar as diferen?as not¨¢veis eo s eram definitivamente melhores quandoparadas ¨¤s minhas experi¨ºncias passadas. N?o houve tontura¡­ nenhuma hemorragia nasal¡­ nenhuma n¨¢usea. Ainda n?o, pelo menos. Era principalmente apenas dor e exaust?o das tentativas. Qual foi o gatilho? Minha frustra??o? ¡­Emo??o? Eu supunha que isso fazia sentido. Todas as vezes que me ocorreu no passado foram em circunstancias de maior investimento emocional. Mas saber disso realmente tornaria as coisas mais f¨¢ceis? Por enquanto, eu s¨® precisava repetir isso v¨¢rias vezes at¨¦ treinar meu corpo para agarr¨¢-lo ¨¤ vontade, cada vez tentando segur¨¢-lo por mais alguns segundos. E assim, mesmo sabendo o quanto provavelmente iria doer, eu sorri para a moagem dolorosamente lenta ¨¤ minha frente. Qu?o ing¨ºnuo da minha parte pensar que em um ponto eu pensei que os agachamentos fossem ruins ¡°O que diabos aconteceu voc¨º?¡± Aletic perguntou na manh? seguinte, de olho na minha apar¨ºncia 1 bocejei, mas consegui abaixar a cabe?a em sauda??o por protocolo ¡°Bom dia,¡± eu disse sonolenta. ¡°N?o descansei muito. Desculpe por toda a confus?o.¡± ¡°Eu pensei que voc¨º estava morto¡±, disse ele toda a seriedade Acabei ficando acordado a noite toda praticando, me esfor?ando ao m¨¢ximo, antes de finalmente desmaiar no in¨ªcio da manh?. n?o atendeu a porta. Aparentemente. Alenc quase o derrubou de tanto bater e pensou que algo tinha acontecidoigo Na verdade, eu estava morto para o mundo adormecido. ¡°Sinto muito¡±, eu repeti, embora desta vez tentando fazer soar mais genu¨ªno. Ele suspirou, mas seus ombros n?o rxaram. ¡°Est¨¢ bem. Pegue suas coisas e vamos embora.¡± Eu me perguntei se isso o havia assustado de me trazer ele novamente, mas voltei para dentro da moch sem questionar. Na verdade, eu nem tinha certeza se queria ir a outra reuni?oo essa novamente, mas sabia que era melhor n?o abusar da minha sorte enquanto ele estava assim. Eu poderia dizer que o que eu tinha feito tinha realmente mexido ele. A viagem de volta foi em grande parte silenciosa conversa fiada no meio. Ele parecia ter se acalmado um pouco desde a manh?, mas minha noite sem dormir estava rapidamente me alcan?ando. Cada cent¨ªmetro do meu corpo ansiava p minha cama .. E assim, sem muita energia para resistir, acabei adormecendo no carro. ¡° A ria,¡± uma voz me chamou. Eu me mexi, mas n?o queria me mexer, minhas p¨¢lpebras pesadas de exaust?o. ¡°Aria, levante-se¡±, repetiu. ¡°Estava aqui.¡± Eu resmunguei, mas lentamente me forcei a acordar para ver Aleric no carro ao meudo. ¡°Vamos. Voc¨º pode dormir dentro,¡± ele disse, desafivndo o cinto de seguran?a e saindo. A contragosto, eu segui atr¨¢s dele, meus movimentos lentos. Embora parte da minha relutancia fosse pensar se seria melhor ficar no carro em vez de voltar para o meu quarto. V¨¢rios guerreiros e membros do bando olharam quando entramos, mas fiz o meu melhor para ignor¨¢- los. Todos eles provavelmente tinham uma infinidade de perguntas que eu n?o queria responder. Em vez disso, segui silenciosamente atr¨¢s de Aleric at¨¦ chegarmos ao andar principal, nossos aposentos em extremos opostos. Era isso. O que aconteceria quando eu voltasse para l¨¢? Eu nunca iria querer sair de novo? Olhei para a soleira do meu quarto, olhando para a porta ceticismo. Eu me senti doente por dentro s¨® de pensar nesse lugar. Aleric ent?o veio por tr¨¢s de mim e colocou a m?o no meu ombro. ¡°Amanh? de manh?,¡± ele assegurou. ¡°Prometo que frei Tytus logo p manh?. Espero que ele n?o se importe se voc¨º permanecer nos aposentos de Luna e podemos tir¨¢-lo rapidamente. Cap¨ªtulo Sessenta e Nove Eu silenciosamente acenei a cabe?a, mas ainda permaneci inquieto. E embora n?o fosse culpa de Aleric, sua presen?a provavelmente n?o estava tornando a situa??o melhor, dadas as circunstancias ps quais eu odiava este lugar. Aqui estava essa s aparentemente insignificante, essas paredes sem importancia. E ainda assim eles tinham mais peso sobre mim do que eu jamais ousaria admitir em voz alta. Por que este lugar continuou a me drenar mais do que qualquer outra coisa nos dias de hoje? Ironicamente, parecia que os aposentos estavam vivendo de gra?a dentro da minha cabe?a, e n?o o contr¨¢rio. ¡®Dane-se,¡¯ eu finalmente decidi. ¡®Eu n?o sou e n?o vou me acovardar.¡¯ Abri a porta e levei um segundo para absorver tudo. O cen¨¢rio excessivamente familiar, aromas, sensa??es¡­ E eu o empurrei o mais longe que pude. Se eu pudesse invocar a autoridade literal de uma maldita deusa, ent?o de jeito nenhum eu deixaria um quarto me destruir. Mais forte. Meu objetivo era ficar mais forte. E j¨¢ haviae?ado. Primeiro um quarto, depois Thea, depois talvez uma revolu??o. Espero que, dentro de tudo isso, eu tamb¨¦m possa evitar um apocalipse no processo. Foram apenas passos de beb¨º. Deve ser f¨¢cil o suficiente, certo? ¡°Obrigado,¡± eu disse a Aleric, meu tom o dispensando. ¡°Vou ficar bem a partir daqui.¡± Ele me olhou hesitante,o se estivesse ponderando se deveria insistir em ficar ou n?o, mas finalmente assentiu, aceitando meu pedido. ¡°Certo,¡± ele disse, sua m?o na porta. ¡°Descanse bem e nos vemos amanh?.¡± ¡°Voc¨º continua vindo tanta frequ¨ºncia e eu voue?ar a pensar que voc¨º n?o tem amigos¡±, eu brinquei. Ele sorriu. ¡°Infelizmente, apenas um muito irritante.¡± Sentia falta de nossas conversas assim. Nossos verdadeiros. Sinceramente, parecia que n?o t¨ªnhamos fdo naturalmente um o outro desde quando eu ainda era um herdeiro Beta. Esta viagem tinha sido um bom lembrete deo era fr livremente novamente. Embora n?o totalmente gratuito. N?o t?o livrementeo eu havia fdo Cai¡­ ¡®N?o. Eu n?o vou l¨¢. Afastei os pensamentos rapidamente e joguei minha bolsa na porta, caminhando em dire??o ao meu quarto. Se havia uma coisa sobre a qual *, meu eu passado, estava certa, era que se envolver romanticamente algu¨¦m acabou sendo um erro. Eu j¨¢ tinha sido quebrada uma vez e estupidamente me arrastei de volta para aquele po?o de dor de boa vontade. Apenas por um toque, um olhar, um vislumbre deo seria ser feliz. ¡°Estou fndo de voc¨º¡±, eu sussurrei para o espelho na parede, meus olhos se estreitando. ¡°Estou lhe dizendo que voc¨º estava certo. Pelo menos sobre uma coisa. Voc¨º n?o vai nem se vangloriar um pouco?¡± No entanto, ainda n?o houve resposta e apenas o sil¨ºncio me cumprimentou. Foi bom n?o t¨º emba?ando mais minha cabe?a, mas eu n?o estava sob nenhum falso pretexto. Mesmo que minha maquiagem cobrisse o pior da minha exaust?o, eu sabia que ainda estaria l¨¢ em algum lugar. estava sempre l¨¢. Fndo em exaust?o, eu sabia que era hora de treinar. N?o ¨¦ bom perder tempo meu anivers¨¢rio iminente a apenas alguns meses Eu sabia que teria que fr Aleric em breve sobre a possibilidade de retomar meu treinamento f¨ªsico, mesmo sabendo que continuaria fraco, n?o importa o quanto eu treinasse. Mas mesmo um humano forte ainda era melhor que um fraco. Certamente n?o seria t?o dif¨ªcil pegar de novo? Cap¨ªtulo Sessenta e Nove Mas agora, eu tinha que continuar o mais dif¨ªcil dos dois. O que me drenou mais do que apenas fisicamente odei-me na cama e continuei o treinamento que haviae?ado na noite anterior, lentamente mantendo a energia dentro de mim por longos per¨ªodos de tempo. E embora possa ter sido apenas alguns segundos, fiquei feliz minha melhora No entanto, apesar de toda a motiva??o que senti para continuar, a exaust?o finalmente se tornou demais depois do anoitecer. Eu tive duas noites de sono m¨ªnimo e meu corpo j¨¢ estava funcionando gra?as ¨¤ nova descoberta que encontrei dentro de mim. E assim, quase nenhuma for?a dentro de mim¡­ eu desmaiei. ¡­ Isso at¨¦ que de repente fui acordado pelo som da minha porta da frente se abrindo, um rangido gemendo de um assento aberto. Meus olhos se abriram e instantaneamente fui verificar a hora atrav¨¦s do rel¨®gio na minha mesa de cabeceira. J¨¢ passava das duas da manh?. Por que algu¨¦m estaria aqui t?o tarde? Eu pulei da cama e joguei um roup?o por cima da minha camis. Se este era um atendente, ent?o eles estavam prestes a ter um inferno para pagar por me acordar sem uma boa raz?o. ¡°¡­Lucy?¡± Eu chamei. Sil¨ºncio. ¡° ¡­ _ Alerico¡­?¡± Apenas o som dos passos de algu¨¦m me cumprimentou. Isso foi ruim. Isso foi muito ruim. Imediatamente, eu me agachei e prendi a respira??o, tentando desesperadamente ouvir a escurid?o ao meu redor. Mas eu sabia que a infeliz realidade era que eles seriam capazes de me ver facilmente sua vis?o melhor. Inferno, talvez eles pudessem at¨¦ ouvir o som do meu cora??o batendo forte no meu peito por causa da adrenalina. Op??es. Quais eram minhas op??es? Corre? N?o, de jeito nenhum eu seria r¨¢pido o suficiente. Esconder? N?o, eles provavelmente poderiam me ver agora mesmo . Orden¨¢-los a se retirarem? N?o, essa op??o era muito arriscada e provavelmente n?o funcionaria, dado o quanto eu tinha esgotado meu corpo antes, Grite ent?o. Eu tive que gritar. Se Aleric estivesse em seu quarto, ele seria capaz de me ouvir e chegar aqui mais r¨¢pido do que qualquer outra pessoa. Encheu minha boca e rapidamente inalei o m¨¢ximo que pude dentro de meus pulm?es. ¡± A LE-.¡± Mas ent?o uma m?o de repente veio da escurid?o e fechou minha boca rapidamente, uma parede de m¨²sculos envolvendo meu corpo. Ele apareceu do nada; meus sentidos falharam inteiramente em me alertar sobre sua localiza??o. | se contorceu e se contorceu em seu aperto, desesperadamente lutando contra ele, mas eu sabia que era in¨²til. Mesmo pelos padr?es de lobisomem, esse cara era incrivelmente grande. Talvez at¨¦ maior do que alguns dos melhores guerreiros do nosso bando. E agora eu nem me qualificava para for?a padr?o. Quem diabos era esse cara? Uma morda?a de pano e uma fita rapidamente substitu¨ªram sua m?o, impedindo minha boca de fazer outras tentativas de pedir ajuda. N?o havia nada que eu pudesse fazer, nenhum lugar que eu pudesse me mover, e ent?o ele foi capaz de me jogar Cap¨ªtulo Sessenta e Nove seu ombro sem qualquer problema. Era isso mesmo? O melhor que eu poderia fazer? Eu podia sentir que ele n?o estava me levando para a porta da frente e isso fazia sentido. Ele n?o estava prestes a sairigo por cima do ombro. Mesmo a esta hora da noite, haveria pessoas ainda acordadas na casa de carga em patrulha. Ele poderia ter conseguido entrar aqui sem suspeitas, mas n?o haviao ele conseguir me tirar dessa maneira . Ent?o ele deve estar esperando usar a jan. De sua dire??o, eu s¨® podia supor que ele estava apontando para o da s de estar, aquele que nos levaria para os arbustos aodo da casa. Mas essa queda foi muito louca. Ele teria que calcr seus movimentos precis?o e utilizar o sistema de tub??o at¨¦ o fim; algo j¨¢ consideravelmente dif¨ªcil o suficiente sem levar em considera??oo ele tamb¨¦m estar¨¢ me carregando o tempo todo. Suponho que era por isso que o maior e mais musculoso bloco de um homem era escolhido para qualquer que fosse essa tarefa. Ele finalmente chegou ¨¤ jan e meus olhos se ajustaram ¨¤ pequena luz fornecida p lua l¨¢ fora. A qualquer segundo agora, eu sabia que ele estaria tentando abrir a jan¡­ mas havia uma ¨²ltima coisa que eu poderia tentar. Reunindo cada grama de for?a dentro de mim, consegui chutar uma das minhas pernas para fora de seu alcance e, sem hesitar nem por um segundo, eu a trouxe de volta para baixo¡­ e para fora p jan . O som ensurdecedor de vidro se quebrando veio primeiro, cortando o sil¨ºncio que estava ali momentos antes. Seria o suficiente para a maioria da casa ouvir, eu sabia disso. No entanto, perseguindo apenas alguns segundos atr¨¢s disso, estava a dor que panhava os muitos pequenos cortes agora espalhados ao longo de meu p¨¦ e can descal?os. .. . E, porra, doeu. ¡°Sua vadia¡±, o homem assobiou, lutando para agarrar minha perna de volta em seu aperto mais uma vez. Ele estava pressa agora, seuzer de sigilo agora roubado dele. Aleric ou guerreiros estariam aqui em segundos e ele sabia muito bem. Ele precisaria pr da jan agora ou acabaria encarando-os de frente. O homem tentou se mover r¨¢pido, mas toda vez que ele tentava ir para a jan, eu chutava minha perna contra a parede para tornar isso ridicmente dif¨ªcil para ele realizar. Por quanto tempo mais eu poderia manter isso? Segundos se passaram, mas eu continuei a escapar de seu aperto na minha segunda perna, algo que s¨® pretendia parar o m¨¢ximo de tempo poss¨ªvel. No entanto, seus movimentos rapidamente se tornaram mais fortes, mais em panicoo resultado. ¡°Vamos!¡± ele rosnou, ficandopletamente farto de mim. Abruptamente, ele fez uma pausa, seu corpo ficandopletamente im¨®vel por apenas um segundo, e eu poderia dizer que ele estava ouvindo algo ¨¤ distancia. Meu cora??o deu um pulo de esperan?a. Algu¨¦m estava vindo. ¡°Tudo bem ent?o¡±, disse ele, e agarrou minha cintura para me puxar de seu ombro. Ele iria simplesmente me jogar p jan ? ¡­ Eu sobreviveria a isso? N?o, eu n?o podia arriscar. Com uma ¨²ltima tentativa final de ganhar tempo, eu me contorci dentro de seu aperto tanto quanto pude fisicamente, tanto quanto era humanamente poss¨ªvel para mim fazer¡­ s¨® que funcionou um pouco bem demais. O homem inesperadamente perdeu o controle sobre mimpletamente e eu rapidamente ca¨ª para tr¨¢s¡­ ¡­ Eu ca¨ª para tr¨¢s no peda?o de vidro irregr que permaneceu dentro da moldura da jan quebrada. O fragmento imediatamente cortou minhas costas e meu peito sem muita resist¨ºncia, e meus gritos abafados chegaram ao quarto; suprimida das amarras que ainda cobrem minha boca , A dor era inimagin¨¢vel, pior do que qualquer outra coisa que eu j¨¢ tinha experimentado . Quando fui executado p primeira vez, foi pelo menos r¨¢pido, permitindo que eu passasse em segundos. Mas isso¡­? Isso erao o inferno. Esta foi uma morte lenta literal, ¡°Uma RIA ?!¡± uma voz ent?o gritou de algum lugar. A voz de Aleric. Parecia muito distante . . . muito mudo, ¡®Viu, Aleric? Eu disse a voc¨ºs que assassinos n?o batem na porta primeiro. ¡°Eu pensei l¨¢ dentro, lembrandoo hav¨ªamos conversado sobre isso apenas dois dias antes. Enquanto isso, o homem ao meudo tentava aplicar press?o na minha ferida sem muito sucesso. Parecia quase engra?ado, j¨¢ que, n?o s¨® ele falhou em me capturar, mas agora eu tamb¨¦m estava bloqueando sua ¨²nica sa¨ªda vi¨¢vel. Acho que poderia ser considerada uma pequena vit¨®ria, considerando tudo. ¡°Merda, merda, merda, merda¡±, ele repetia repetidamente, medo em sua voz, L¨¢grimas silenciosase?aram a escorrer pelo meu rosto enquanto a respira??o se tornava cada vez mais dif¨ªcil . Eu estava ficando frio¡­ minha garganta queimando o desejo irresist¨ªvel de tossir e limp¨¢¡­o se isso pudesse me ajudar a respirar. Mas as amarras na minha boca me impediram de faz¨º-lo, fazendo que eu sofresse uma leve convuls?o . ¡®Meus pulm?es¡­ Perfurou meus pulm?es¡¯, pensei internamente, percebendo a terr¨ªvel verdade. ¡°Eles est?o lentamente se enchendo de sangue.¡± ¡° A ria ,¡± a voz de Aleric ent?o disse, seu rosto de repente aodo do meu. ¡°Aria, por favor!¡± Ele j¨¢ terminou de lutar contra o intruso? Eu estava lutando a consci¨ºncia, sem saber quanto tempo realmente havia passado devido aos meuspsos . A morte do homem foi r¨¢pida¡­ ou lentao a minha estava se tornando? ¡°¨¢ria!¡± ¡®N?o consigo respirar¡­¡¯ T?o frio. Eu estava tanto frio¡­ talvez Aleric pudesse me dar um cobertor. ¡®N?o consigo respirar¡­ E eu tentei tanto¡­ mas de alguma forma, no final, ainda n?o foi bom o suficiente. ¡­Desculpe . Sinto muito n?o ter conseguido consertar tudo. Talvez ainda seja suficiente para todos viverem ¡­ Talvez ¡­ apenas talvez¡­ eu fiz pelo menos uma coisa certa para evitar aquele futuro¡­¡¯ Lentamente, fechei os olhos, a escurid?o ao meu redor n?o era mais proveniente da hora do dia¡­ E tudo ficou preto, Cap铆tulo 70 Cap¨ªtulo 70 Cap¨ªtulo Setenta ¡­. Com uma guinada repentina dentro do meu peito, meus olhos se abriram. Eu estava ofegante, tentandopensar a asfixia que me afligia momentos antes. ¡­ Exceto que eu n?o estava mais montado no caco de vidro¡­. Eu estava na minha cama. Minhas m?os fricamente agarraram meu corpo, inspecionando qualquer sinal de dano¡­ mas n?o havia nenhum. Ent?o n?o era real? Mas eu tinha sentido isso. N?o poderia ser um sonho. Eu sei que n?o foi um sonho. Mas acabou sendo mais f¨¢cil do que o esperado descobrir exatamente o que havia acontecido. A n¨¢usea me atingiu primeiro, for?ando-me a me jogar para odo da cama e esvaziar o conte¨²do do meu est?mago. Ent?o o zumbido nos meus ouvidos se seguiu¡­ ent?o, finalmente, o nariz sangrando. ¡­ Foi uma vis?o. Facilmente o mais longo que j¨¢ tive; o mais real que eu j¨¢ tive. De alguma forma tinha sido forte o suficiente para se mostrar mesmo meu cr, agora me punindo os piores efeitos cterais que eu j¨¢ tive at¨¦ hoje. Minha cabe?a ainda lutava para limpar o trauma do que eu tinha acabado de experimentar, eu tentei o meu melhor para me concentrar no que eu tinha visto. Mas o choque da situa??o foi dif¨ªcil de superar. ¡­Porque a realidade era¡­. eu tinha morrido. Eu morri porque tentei ganhar tempo e ca¨ªo resultado de um acidente. Um maldito acidente. O idiota tinha a porra dos dedos de manteiga e me matou. De alguma forma, parecia perfeito,o se eu realmente tivesse acabado de acordar antes que tudo terminasse. Ent?o, quando tudo isso deveria acontecer? Um dia? Um n¨®s ek? Daqui a um m¨ºs? Mas n?o precisei esperar muito antes de obter minha resposta. ¡­ Porque de repente eu pude ouvir o som da minha porta da frente se abrindo, e um rangido familiar no sil¨ºncio. Eles estavam aqui. Agora mesmo . Ok, era hora de pensar r¨¢pido. Eu sabia o que deu errado e o que eu poderia evitar, tamb¨¦m sabia quais eram suas inten??es. N?o havia necessidade de gritar ou tornar minha presen?a conhecida, e eu j¨¢ sabia agora que era impotente para me defender devido ao seu tamanho e for?a. Mas meu corpo do¨ªao se eu realmente tivesse acabado de ser jogado p jan, minha cabe?a latejando uma enxaqueca pior do que qualquer outra. Embora eu tivesse mais op??es dispon¨ªveis para mim desta vez, n?o haviao! seria fisicamente capaz de realizar muito. Inferno, eu duvidava que eu fosse capaz de me libertar desta vez. N?o, n?o haviao derrot¨¢-lo¡­ mas eu conhecia outra pessoa que poderia. Na ¨²ltima vez, eu estava a apenas alguns segundos de conseguir a melhor estrat¨¦gia dispon¨ªvel para mim, segundos que foram desperdi?ados tentando confirmar quem estava l¨¢ da primeira vez. Mas eu n?o tinha esse problema agora. Inndo o m¨¢ximo que pude, eu gritei na noite. Gritei p ¨²nica pessoa que eu sabia que poderia me salvar. ¡°ALERICO! AL¨¦RICO, SOCORRO! POR FAVOR!¡± O bater de p¨¦s correndo rapidamente em dire??o ao meu quarto foi a primeira coisa que ouvi e eu sabia que era o intruso. Eu tinha certeza que ele provavelmente estava se perguntandoo seu disfarce tinha sido descoberto t?o rapidamente. Cap¨ªtulo Sete Sem esperar, ca¨ª no ch?o e me arrastei para debaixo da cama; embora um aperto muito mais apertado do que eu esperava. Ele seria capaz de me encontrar aqui, eu sabia, mas literalmente tudo que eu precisava era de alguns segundos extras. Apenas alguns segundos para Aleric me encontrar. A porta do meu quarto se abriu e o homem apareceu na soleira. Eu n?o podia ver seu rosto, mas eu poderia dizer que ele estava procurando por mim, provavelmente tentando usar seus sentidos agu?ados para ajudar a localizar minha posi??o na s. Silenciosamente , prendi a respira??o, mas sabia que mesmo o menor dos sons, o menor dos movimentos, seria facilmente percebido por ele. No final, por¨¦m, n?o foi suficiente, pois ele logo apareceu na frente da cama e se abaixou para me agarrar debaixo d. ¡°Me deixar ir!¡± Eu gritei, fracamente me afastando dele sem sucesso. Sem tempo para amarrar minha boca desta vez, elee?ou a me jogar rapidamente por cima do ombro e correr para a jan. Eu lutei, me contorcendo o m¨¢ximo que pude, mas meus movimentos forampletamente ineficazes contra ele. Como eu havia pensado, meu corpo realmente estava muito mais fraco do que na vis?o. No entanto, assim que chegamos ¨¤ jan, a porta da frente de repente se abriu, e o contorno sombrio de Aleric apareceu do outrodo da s. Meu cora??o imediatamente pulou a vis?o. ¡°¨¢RIA?!¡± ¡°Al¨¦rico! Aleric, por favor! Eu gritei de volta. ¡®Eu n?o quero morrer de novo, por favor¡­¡¯ ¡®Por favor¡­¡¯ Aleric se moveu mais r¨¢pido do que eu poderia panhar na escurid?o, apenas reaparecendo quando sua m?o estava no bra?o do homem. Ele estava prestes a abrir a jan antes de Aleric aparecer. Apenas um momento depois e eu tinha certeza de que ele teria me expulsado, arriscando que eu sobreviveria ¨¤ queda. Um ru¨ªdo de estalo doentio soou e eu consegui apenas vero Aleric havia quebrado o bra?o do homemo um palito,o se n?o estivesse preso a um dos maiores e mais musculosos lobisomens que eu j¨¢ vi. . Mas funcionou. O intruso se dobrou, embndo o bra?o no peito enquanto gritou de dor. Mas Aleric n?o esperou. Imediatamente, ele me agarrou por baixo dos bra?os e me puxou do ombro do cara, meu corpo ainda tremendo a adrenalina bombeando atrav¨¦s de mim. Eu queria me agarrar a ele por seguran?a, mas sabia que s¨® estaria atrapalhando. O que foi exatamente o que o homem deve ter percebido tamb¨¦m quando deu um soco no rosto de Aleric o bra?o bom. Ca¨ª no ch?o no segundo em que Aleric me soltou, o topo da minha cabe?a apenas se estreitando sem a m?o de Aleric que surgiu para se defender. ¡° Aria, volte!¡± ele ordenou, agarrando o bra?o do cara e jogando-o no ch?o para longe de mim. Como ele conseguiu jog¨¢-lo tanta facilidade, eu n?o tinha ideia. Mas foi f¨¢cil para ele,o se estivesse jogando um saco de areia em vez de um homem duas vezes maior que ele. | rapidamente me afastei deles o m¨¢ximo que pude e observei em sil¨ºncio enquanto a cena se desenrva diante de mim. O homem ainda estava lutando a dor em seu bra?o, mas conseguiu ficar de p¨¦¡­ e ent?o havia Aleric, movendo-se em dire??o a ele toda a inten??o de matar e faz¨º-lo rapidamente. ¡­Mas talvez essa n?o fosse a melhor ideia. Se ele o matou ent?o¡­ Aleric o agarrou p garganta e o empurrou contra a parede. O homem estava rosnando, rosnando, talvez at¨¦ tentando mudar¡­ mas, na verdade, todos aqui sabiam que tinha acabado. A diferen?a de poder entre os dois era t?o ra quanto a noite e o dia. Com a m?o livre do pux?o , Al eno puxou para tr¨¢s seus dans conversando para se projetar e ¡°Aferd, o que h¨¢ Hetliced p garganta, instantaneamente fazendo humilhado Com a situa??o a qual lidamos eu ca¨ª no ch?o ainda em choque eu estava vivo. Eu estava vivo. Parecia viver uma eternidade desde que minha vida n?o estava em perigo, tendo acabado de vivenciar esse cen¨¢rio vencido na sucess?o de alguns minutos Minutos que pareciam horas A aten??o de Ale ric voltou-se para mim assim que lhe foi assegurado o manual morto Sem perder mais tempo, ele correu para me envolver em seus bra?os, o sangue do homem cobrindo-o e tudo Talvez eu teria recuado de seu estado normalmente, mas agora eu me agarrei a ele para a vida, tente corpo ainda estacando eu n?o me arrependo que ele tinha acabado de matar o cara e estava me deixando coberto de sangue tamb¨¦m, eu s¨® precisava sentir o contot que s¨® ele poderia fornecer naquele momento ¡° Voc¨º est¨¢ bem?¡± ele perguntou, sua respira??o ainda ouvia de tudo o que havia acontecido ¡°VOC¨º est¨¢ sangrando eu bncei a cabe?a rigidamente, cortando que meu sangue era da vis?o, n?o do intruso, estou bem, voc¨º est¨¢ bem¡± ¡°Estou bem¡± Continuamos nos abra?ando para outro banho de su¨ªte de n¨®s precisando de tempo para nos acalmar e ter certeza de que o outro estava bem Por favor, n?o v¨¢ ainda,¡± eu sussurrei Eu podia me sentir tremendo de merda lutando para processar os diferentes thaumasrd apenas embora uma vez Para ser honesto, eu estava surpreso por n?o ter desmaiado ainda Minha adrenalina estava lentamente significando que a dor no meu corpo s¨® estava ficando inst¨¢vel e sua mente ainda estava se mexendo para lidar o anjo morrendo lentamente apenas alguns minutosedores ¡°Ok, eu n?o vou¡± ele disse antes de se mover gentilmente para sentar contra a parede Puxando-me em seu colo, ele ent?o me segurou, deixando-me ter meu momento de sensa??o de seguran?a. Que era exatamenteo est¨¢vamos posicionados quando os guerreiros finalmente subiram e nos encontraram, amontoados e agora ambos cobertos de sangue. ¡°Alpha Height Miss Chrysalis¡±, uma das saudado, n na voz Aleric simplesmente apontou para a jan onde o corpo do homem estava ¡°Ali Eles assentiram ee?aram a inspecionar a cena iniciando a investiga??o do corpo Pemaps esta s era mais sombria do que imaginava, dada a resposta lenta de Boedondo, que levou muito tempo, eles n?o devem ter ouvido nada at¨¦ que Aleric quebrou o sil¨ºncio e me fez mais grato por Alenc ter aparecido quando ele para interrogat¨®rio e ¡°Voc¨º n?o deveria t¨º-lo matado¡± eu rapidamente interrompi ¡°N¨®s dever¨ªamos t¨º-lo levado para obter respostas sobre por que ele estava tentando me sequestrar n?o importa Ele escolheu a morte no minuto em que tocou em voc¨º. Ele poderia ter perguntado a voc¨º. Alenc bn?ou a cabe?a A¡± Ele me matou¡¯, acrescentei na minha cabe?a, um arrepio percorrendo minha espinha. antes que eu pudesse finalmente enterrar essa mem¨®ria junto o resto dos meus traumas? Uma mem¨®ria que nem era real, mas apenas uma vis?o excessivamente realista. ¡°Estas frio?¡± ele perguntou, confundindo minha rea??o. ¡°Um pouco,¡± eu admiti. E n?o era mentira. Talvez entre o choque e as roupas encharcadas de sangue, meu corpo estava definitivamente sentindo um pouco de frio. ¡°Voc¨º pode andar?¡± Eu bncei a cabe?a, embora eu n?o tivesse certeza se isso era verdade. Lentamente, Aleric me ajudou a ficar de p¨¦ e seguiu o exemplo, n?o me soltando at¨¦ que ele tivesse certeza de que eu poderia ficar sozinha. Para meu al¨ªvio, algu¨¦m rapidamente me forneceu um cobertor. Houve uma breve conversa os guerreiros sobre o que tinha acontecido e algumas ordens para explorar a ¨¢rea para mais algu¨¦m, mas logo me encontrei atr¨¢s de Aleric em transe, completamente fora de si, enquanto ele se movia. Em algum momento, ele saiu do alojamento ee?ou a andar por alguns corredores, mas eu n?o voltei ¨¤ realidade at¨¦ perceber onde ele me levou. Era seus aposentos. ¡°Voc¨º pode tomar um banho e dormir aqui esta noite. Amanh? vou resolver outra coisa.¡± Ficar¡­ no quarto dele? E quando ele abriu a porta, eu peguei meu primeiro vislumbre de dentro de sua s de estar. Um lugar que eu nunca tive permiss?o no passado. ¡° Voc¨º vai entrar?¡± ele perguntou depois que eu fiquei l¨¢, im¨®vel Eu bncei a cabe?a lentamente e entrei, tentando me concentrar apesar das loucuras acumdas que estavam acontecendo em nenhuma noite O interior parecia praticamente igual aos meus pr¨®prios aposentos, talvez um pouco maior, um ou dois quartos extras. A diferen?a mais not¨¢vel de onde eu estava estava no mobili¨¢rio, por¨¦m, ele sendo mais adequado para um Alpha em oposi??o a um Luna, Ele me viu olhando para as portas extras e respondeu de acordo. ¡°Academia e estudo,¡± ele explicou, apontando para eles. Isso fazia sentido. Lunas n?o deveriam precisar de nenhum desses, ¡°O chuveiro est¨¢ l¨¢ embaixo¡±, acrescentou ele. ¡°Um atendente foi na frente e pegou algumas de suas roupas sobressalentes. J¨¢ deve estar no banheiro.¡± ¡°Ok¡­ obrigado¡±, eu respondi baixinho, minha voz ainda soando distante, Roboticamente, eu segui suas instru??es e encontrei o banheiro sem nenhum problema. Tornou-se um processo de etapas a serem conclu¨ªdas uma a uma; escovando meu cabelo, me despindo e ligando o chuveiro eu estava no piloto autom¨¢ticopleto enquanto me movia. Ent?o, uma vez que a ¨¢gua quente me atingiu, eu finalmente senti que estavae?ando a desmoronar. O vapor tentava rxar meus m¨²sculos, mas foi uma tentativa in¨²til, um solu?o j¨¢ come?ando a se agitar no meu peito sentei-me lentamente, deixando a ¨¢gua quente mevar e, o mais silenciosamente que pude, me permiti um momento para liberar o que estava se acumndo dentro. Com alguma sorte, o chuveiro abafaria o som do meu choro silencioso de Aleric Isso tinha sido demais at¨¦ mesmo para os padr?es da Deusa da Lua. A vis?o poderia ter quebrado no momento em que ca¨ª no caco da jan e eu teria entendido o que aconteceu em seguida. Por que eu precisava viver minha pr¨®pria morte lenta? Que benef¨ªcio isso possivelmente serviria se n?o apenas para me destruir mentalmente? Cap¨ªtulo Setenta ¡°Eu te odeio,¡± eu sussurrei para Selene, l¨¢grimas caindo pelo meu rosto. ¡°Apenas me deixe morrer e acabar isso j¨¢. Uma vez j¨¢ foi ruim o suficiente.¡± ¡°¨¢ria?¡± A voz de Aleric ent?o chamou do outrodo da porta, me fazendo pr. Ele tinha ouvido o que eu disse? Esfreguei meu rosto e rapidamentevei sob o jato do chuveiro antes de responder. ¡° Sim ? ¡± ¡°¡­ Voc¨º ainda est¨¢ bem?¡± N?velDrama.Org copyrighted ? content. N?o. ¡°Estou bem¡±, respondi. ¡°Saindo em um minuto.¡± ¡° ¡­ Tudo bem.¡± Ele n?o parecia tranq¨¹ilo. Justo. O mais r¨¢pido que pude, mevei e sa¨ª do chuveiro para me trocar, embora demorando mais do que o previsto, pois meu cansa?o estava batendo forte. Os efeitos cterais que eu estava experimentando desta vez eram selvagens a ponto de eu ser grato por nunca mais ter uma vis?o novamente. Aleric estava esperando por mim do outrodo da porta, de alguma forma tamb¨¦m refrescado agora. Talvez ele tivesse um segundo banheiro? N?o pude deixar de notar que ele estava olhando para mimo se eu fosse feito de poa; algo que eu n?o poderia culp¨¢-lo por pensar. N?o foi ontem de manh? que ele teve um susto pensando que algo tinha acontecidoigo no pacote Diamond w? Agora eu estava literalmente a segundos de distancia da morte bem na frente dele. Eu estava fraco e isso foi apenas mais um lembrete doloroso desse fato.¨C ¡°Vamos,¡± Aleric disse, gentilmente me guiando a m?o no meu ombro. Eu permiti que ele me levasse para onde ele queria, o tempo todo sem dizer uma pvra, antes de perceber que ele me levou direto para o seu quarto e pretendia que eu ficasse na cama dele pelo resto da noite. ¡° Aleric¡­ n?o, eu posso dormir no sof¨¢,¡± eu recusei. ¡°N?o seja est¨²pido,¡± ele argumentou. ¡°Pegue a cama e durma. Voc¨º estar¨¢ mais seguro l¨¢ enquanto eu fico de olho na porta da frente da s de estar. Ele estava tentando me proteger. Sua ideia deve ter sido que se algu¨¦m fosse est¨²pido o suficiente para tentar isso uma segunda vez, ele estaria esperando por eles. N?o que algu¨¦m fosse t?o louco. Nem mesmo Thea, de quem eu presumi que era a visitante encantadora de antes; ou pelo menos esse foi o meu melhor palpite at¨¦ agora. ¡°Ok¡±, eu finalmente admiti, cansada demais para discutir, e lentamente me arrastei para a cama dele, Cheiravao ele, o que era uma experi¨ºncia um pouco surreal, considerando todas as coisas, mas n?o erao se esse arranjo estivesse em circunstancias normais. Ele estava certo ao dizer que este era o lugar mais seguro para mim na casa, se n?o todo o bando, agora. Ele se moveu para sair, mas eu falei antes que ele pudesse ir. ¡° . . . Um leric? Eu chamei baixinho. Ele rapidamente olhou para cima, encontrando meu olhar. ¡°Sim?¡± Mordi o interior da minha bochecha, sem sabero expressar adequadamente o que eu precisava dizer. ¡°Obrigado¡­ eu n?o estaria aqui agora se voc¨º n?o tivesse vindo por mim.¡± ¡° . . . Sempre ,¡± ele disse simplesmente e saiu antes que eu pudesse responder. Agora deixado no escuro meus pr¨®prios pensamentos, eu me perguntavao seria amanh? . De fugir de uma reuni?o para agora ser atacado dentro do meu pr¨®prio quarto, eu tinha certeza de que Tytus teria v¨¢rios Cap铆tulo 71 Cap¨ªtulo 71 Cap¨ªtulo Setenta e Um Acordei no dia seguinte em algum momento no meio da tarde. N?o que fosse muito surpreendente, dados os eventos ocorridos na noite anterior. Confus?o foi minha rea??o inicial, me encontrando em uma cama estranha, antes que minha mente finalmente alcan?asse. Ainda parecia tudo t?o louco que, se n?o fosse p dor no meu corpo, talvez eu tivesse pensado que tudo era apenas um pesadelo. Ou talvez eu pudesse pelo menos fingir que era. Vesti algumas roupas que haviam sido deixadas para mim e fiz meu caminho para a s de estar, meus movimentos ainda incrivelmente r¨ªgidos¡­ s¨® que encontrei os aposentospletamente vazios. Eu sabia que n?o era razo¨¢vel esperar que Aleric estivesse aqui, mas uma parte de mim ainda estava no limite por quase ter sido sequestrada. Ele tinha sa¨ªdo para fr Tytus em meu lugar? Uma batida ent?o veio da porta da frente, me fazendo pr, e me aproximei cautelosamente. ¡°Sim?¡± Eu chamei. Sem qualquer aviso, a porta se abriu para revr Alexander atr¨¢s d. Ele deve ter ouvido meus passos l¨¢ dentro. ¡°Tarde¡±, ele cumprimentou. ¡°Aleric teve que ir organizar algumas coisas, mas fui colocado em servi?o de vigilancia. Estarei aqui se precisar de mim.¡± ¡°Oh. Ok¡±, foi tudo o que saiu da minha boca. Como eu deveria reagir a isso? Alexander n?o tinha coisas melhores para fazer? Eu me senti um inc?modo. ¡°N?o pare?a t?o desamparado, as coisas poderiam ter sido piores¡±, acrescentou, confundindo minha express?o. ¡°Eu peguei o rel¨®gio de Brayden cerca de uma hora atr¨¢s para que voc¨º pudesse t¨º-lo de mau humor aqui em vez disso.¡± Isso soouo Brayden. Eu podia facilmente acreditar o qu?o irritado ele estava por ser colocado no servi?o de bab¨¢; nosso rcionamento nunca evoluiu al¨¦m de tolerar um ao outro. Sem mencionar que, para um Gamma, seu ego era grande demais. ¡°Obrigado, Alexander,¡± eu disse baixinho. Ele sorriu um aceno de cabe?a antes de fechar a porta novamente entre n¨®s. Agora eu estava sozinho mais uma vez na s vazia, sem saber o que fazerigo mesmo. Eu deveria estar ajudando de alguma forma? Organizando algumas patrulhas? N?o, eu n?o fazia nada assim h¨¢ meses, j¨¢ que eu n?o era mais um herdeiro Beta. Sem utilidade. Eu me senti in¨²til. Como uma donz em perigo, trancada em uma torre. E nada disso fazia sentido. Qual era o no de Thea de me sequestrar de qualquer maneira ? Eu tinha acionado qualquer que fosse o evento necess¨¢rio sem saber, permitindo minha morte agora? Mas eu n?o conseguia me lembrar de ter impactado algo importante recentemente. Foi a reuni?o Alpha Frederick, interrompendo o neg¨®cio para o cassino? Isso n?o parecia um evento t?o importante, e foi um que eu n?o tive influ¨ºncia na linha do tempo anterior. Ent?o, qual foi a verdadeira motiva??o aqui? Sentei-me no sof¨¢, pensando em frustra??o por algum tempo, continuando a tentar entender a noite anterior. Mas toda vez que eu achava que poderia ter uma explica??o poss¨ªvel, eu encontrava alguma falha no racioc¨ªnio. ¡° ¨¢ria ? ¡ª disse uma voz da porta, me tirando da cabe?a. Olhei para cima assustado ao ver que Aleric havia retornado, as jans agora escuras enquanto a noite ca¨ªa. Eu realmente tinha me afastado por algum tempo. Woah, sou s¨® eu,¡± ele esreceu a minha rea??o. ¡°Desculpe, eu n?o quis te assustar. Achei que voc¨º teria ouvido a porta se abrir. Limpei a garganta, franzindo a testa ligeiramente. ¡°N?o, n?o, est¨¢ tudo bem. Eu estava apenas perdido em pensamentos.¡± ¡°Como voc¨º est¨¢ se sentindo?¡± ele perguntou, atravessando a s para espiar p jan . ¡°Bem eu acho? Melhor do que ontem ¨¤ noite¡­ Voc¨º falou Tytus hoje ? ¡± Aleric ent?o se distraiu,o se estivesse se concentrando em outra coisa. ¡°Algo parecido. N?o h¨¢ mais puni??o para voc¨º, mas vou ficar todos os turnos ruins de patrulha pelos pr¨®ximos meses. Eles v?o adicionar patrulhas mais rigorosas na casa de matilha de agora em diante tamb¨¦m¡­ n?o que isso importe¡­..¡± Poderia ter sido pior. Muito pior. Fiquei grata por Tytus n?o ter decidido adiar minha data de marca??o em resposta ao susto do intruso ou minha aventura n?o nejada fora do pacote; embora ticamente n?o seja minha culpa por esse ¨²ltimo. A parte insana era que esta era realmente a minha vida. Eu estava pisando em ovos ao redor de Tytus e rezando para conseguir mudar meu destino antes que ele tirasse minha escolha . ¡° Aria,¡± Aleric chamou, chamando minha aten??o mais uma vez. ¡°Eu sei que voc¨º ainda est¨¢ cansado, mas eu preciso que voc¨º me siga.¡± Fiquei um pouco surpresa a brusquid?o de seu pedido, mas presumi que ele deveria estar querendo se apresentar no meu novo quarto para passar a noite. Os bairros antigos eram agora um risco de seguran?a e tinham uma porta quebrada, ent?o fazia sentido me colocar em outro lugar. Silenciosamente, eu me levantei e fui atr¨¢s dele, deixando-o me guiar p casa do bando. ¡­S¨® que continuamos descendo os andares sem parar. N?o apenas isso, mas a casa de carga tamb¨¦m estava estranhamente silenciosa, sem ningu¨¦m ¨¤ vista ao longo do caminho que tomamos. Aleric n?o disse que iam aumentar as patrulhas aqui? Parei no meu lugar quando chegamos ao n¨ªvel do solo, agorapletamente perplexo. ¡°Aleric¡­ O que est¨¢ acontecendo n?¡± ¡°N?o pare,¡± ele instruiu, me empurrando gentilmente para frente. ¡°Vou responder suas perguntas em breve.¡± Eu fiz uma careta, mas voltei a seguir de qualquer maneira, querendo colocar minha confian?a nele de que ele n?o estava prestes a me levar para outra desventura. S¨® que essa esperan?a rapidamente diminuiu ainda mais quando ele finalmente me levou para fora, indo diretamente em dire??o a um carro. Muito disso n?o fazia sentido. Havia um pr¨¦dio diferente para o qual eles iriam me mudar por seguran?a? A casa de embgem foi considerada muitoprometida? Por seu pedido, por¨¦m, eu n?o parei ou questionei mais, seguindo-o para o carro atr¨¢s dele. Um carro || n?o o tinha visto dirigir antes. N¨®s dirigimos por algum tempo em sil¨ºncio e eu podia sentir a tens?o saindo de Aleric . E quanto mais avan?¨¢vamos, mais dif¨ªcil se tornava n?o pression¨¢-lo por informa??es, especialmente porque ainda est¨¢vamos indo na dire??o que eu silenciosamente esperava que ele se desviasse. ¡°Voc¨º pode me dizer agora?¡± | perguntou, sabendo que em um segundo seria tarde demais. ¡°Estamos ramente indo em dire??o ¨¤ fronteira, Aleric. O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Mais ¨¤ frente, um guerreiro apareceu enquanto eles caminhavam para o meio da estrada, esperando para proteger o carro na sa¨ªda da fronteira. N?o haviao eles n?o alertarem Tytus desta vez devido aos eventos recentes. ¡°N?o se preocupe isso¡±, respondeu ele, dirigindo sem hesita??o. O carro ent?o diminuiu a velocidade quando nos aproximamos e eu esperava ansiosamente algum tipo de discuss?o ou briga. aplique uniformemente o o seguiram quando o guerreiro espiou p jan. ¡­ S¨® que nunca veio. Aleric e o guerreiro simplesmente acenaram um para o outro, um reconhecimento silencioso entre os dois, antes que ele acelerasse mais uma vez, passando p sa¨ªda e p fronteira. ¡°Aleric¡­ s¨¦rio, o que est¨¢ acontecendo?¡± Eu enfatizei, agora profundamente preocupado. Foi ent?o, quando me virei para encar¨¢-lo, que meus olhos finalmente avistaram uma bolsa no banco de tr¨¢s. Era minha bolsa. O que eu levaria quando viajasse. ¡°¡­ O que voc¨º fez?¡± Eu sussurrei, horrorizado. ¡°Nada. Estou levando voc¨º para um lugar seguro. Se voc¨º n?o for morto por outros meios, tenho certeza de que Tytus o levar¨¢ a esse ponto. Eu n?o posso mais sentar silenciosamente e ver isso acontecer.¡± Olhei para eleo se ele tivesse enlouquecidopletamente. Sua explica??o n?o justificava as consequ¨ºncias que ele enfrentaria. Ele sequer parou para pensar sobre qual seria a consequ¨ºncia de fazer isso? Ignorando meu olhar, ele ent?o parou aodo da estrada onde mergulhou fora de vista. Um pequeno recanto principalmente obscurecido por ¨¢rvores. Foram talvez cinco minutos na estrada, ent?o era improv¨¢vel que algu¨¦m nos visse aqui. Uma vez que ele estava satisfeito, a ¨¢rea ao nosso redor estava quieta, eu observei quando ele se abaixou e me entregou algo embrulhado em pano. ¡°Aqui, pegue isso. Voc¨º vai precisar de toda a ajuda que conseguir at¨¦ conseguir tirar a coleira.¡± Peguei o item dele e rapidamente o descobri, revndo que era uma adaga de prata. Possivelmente at¨¦ o mesmo. Meu est?mago ficou doente s¨® de olhar para ele. ¡°Esta ¨¦ a sua ideia mais idiota at¨¦ agora¡±, eu repreendi, tentando o meu melhor para deixar dedo minhas queixas em r??o ao objeto em minha m?o. ¡°Voc¨º percebe que Tytus vai saber que foi voc¨º, certo? Vai ser muito f¨¢cil resolver isso, mesmo que ele n?o apenas ordene que os outros guerreiros envolvidos confessem.¡± ¡°Eu sei disso¡±, disse ele, suas m?os apertando o vnte, recusando-se a encontrar meus olhos. ¡°E a puni??o por me ajudar a escapar n?o ser¨¢ apenas turnos ruins de patrulha. Ele vai fazer voc¨º pagar seriamente. Herdeiro alfa ou n?o, n?o vai te ajudar desta vez.¡± ¡°Eu sei que.¡± ¡°E voc¨º sabe que ele pode simplesmente ordenar que voc¨º diga a ele onde estou, certo? Que amanh? de manh? eles v?o perceber que eu fui embora e a ca?ada por mime?ar¨¢ instantaneamente, come?ando de onde voc¨º diz a eles que estou. ¡°Eu sei disso, Aria,¡± ele assobiou. ¡°Bem e voc¨º?¡± Eu bati de volta. ¡°Porque estou lutando para entender por que voc¨º est¨¢ colocando em risco todo o seu futuro por isso, Aleric. N?o faz sentido que voc¨º v¨¢ potencialmente arriscar tudo a pequena esperan?a de que eu esc¨C.¡± ¡°Porque |-,¡± Aleric interrompeu raiva, mas se cortou. ¡°N?o¡­ N?o importa. Eu j¨¢ te dei minha raz?o.¡± ¡°N?o, n?o isso de novo¡±, argumentei, igualmente irritado. ¡°Estou farto de voc¨º n?o me dizer o que est¨¢ realmente pensando. Estou farto dos tratamentos silenciosos ou fragmentos de informa??o. Apenas, diga-me Aleric. Diga-me por que diabos voc¨º est¨¢ realmente¡­ ¡ª Porque estou apaixonado por voc¨º, Aria, ok? ¨¦ isso que voc¨º quer que eu admita?¡± Seus olhos finalmente se voltaram para os meus, cheios de frustra??o e dor. ¡°Voc¨º quer que eu sente aqui e diga que quando n¨®s dois sabemos que n?o ¨¦ um sentimento rec¨ªproco? Para me fazer sentiro um idiota por ter que confessar algo t?o sem sentido? ¡­ Isso n?o era real, N?o poderia ser. Eu estava tendo algum tipo de sonho estranho ou vis?o ou pesadelo. Mas isso n?o era real. Sem chance. De jeito nenhum. Sentei-me congda no lugar, esquecendo momentaneamenteo respirar. Quanto tempo eu sofri para ouvir essas pvras de Aleric no passado? Quanto tempo levou antes que eu aceitasse que era in¨²til manter a f¨¦ que eu faria? O que ele estava dizendo n?o era real. Eu provavelmente ainda estava na cama. Talvez eu realmente tivesse morrido na noite passada. Porque n?o havia absolutamente nenhuma chance de eu ter passado por tudo o que tive, abrangendo duas vidas juntas neste momento, para ele me dizer isso agora. Eu lentamente abri minha boca na tentativa de fr, dizer alguma coisa, qualquer coisa, para ele¡­ mas nenhuma pvra saiu. Por onde eue?aria? Mas no final, eu nunca tive a chance de responder de qualquer maneira. De repente, o barulho de uma moto se aproximando quebrou o sil¨ºncio, for?ando minha aten??o para outro lugar. Aleric olhou para o som, capaz de ver melhor na escurid?o do que eu, e estalou em aborrecimento. ¡°T?o idiota¡±, ele sussurrou, desaprovando. Minha cabe?a ainda estava girando, trabalhando horas extras para tentarpreender tudo o que estava acontecendo, mas n?o haviao confundir a situa??o. ¡°¨¦ isso¡­ ¨¦ quem eu acho que ¨¦?¡± Eu perguntei, minha voz quase inaud¨ªvel. Sem aviso, algo atingiu meu colo e o som de metal tilintando contra a adaga me tirou do meu transe. Olhei para baixo tr¨ºm para ver as chaves do carro. ¡°Voc¨º vai precisar disso¡±, disse Aleric, desafivndo o cinto de seguran?a. ¡°A bicicleta ser¨¢ muito vis¨ªvel. N?o posso acreditar que ele trouxe isso.¡± Eu assisti em sil¨ºncio quando ele abriu a porta do carro e saiu, imediatamente andando de volta na dire??o da N¨¦voa de Inverno. Eu segui inst¨¢vel para fora do carro atr¨¢s dele, no entanto, eu s¨® consegui dar alguns passos em dire??o a ele antes de fazer uma pausa. ¡°Espere, Aleric¡­ umm¡­¡±, eu gritei para ele, esfregando minha testa para tentar me concentrar. ¡°Como voc¨º vai chegar em casa?¡± Ele n?o se virou, em vez disso, gritando por cima do ombro enquanto caminhava em dire??o a um matagal de ¨¢rvores ¨¤ frente. ¡°Vou correr.¡± Eu dei mais alguns passos enquanto apenas mais incerteza me preenchia. Eu n?o queria deixar as coisaso t¨ªnhamos. Independentemente do que ele disse, eu n?o queria que esta fosse nossa ¨²ltima conversa. ¡°Aleric, espere um s-.¡± ¡°Tchau, Aria,¡± ele cortou, acenando sem se virar para mim. ¡°Tenha um ¨®timo resto de sua vida. Espero para o seu bem que n?o nos encontremos de novo t?o cedo.¡± E ent?o ele se foi. Nas ¨¢rvores e provavelmente j¨¢ mudou. .. . E eu nem tive a chance de agradec¨º-lo¡­ embora eu nem tivesse certeza se essa era a resposta correta dadas as circunstancias. Com apenas algumas pvras, ele conseguiu criar uma mistura de emo??es dentro de mim; emo??es que eu n?o sabiao processar adequadamente. ¡° Aria,¡± uma voz rouca familiar ent?o chamou atr¨¢s de mim. .. . E tudo o que aconteceu agora e tudo o que aconteceu na noite antes, este era o gatilho final. Sua voz foi suficiente para destruir instantaneamente o ¨²ltimo peda?o de for?a que eu tinha para manter apostura. Eu rapidamente me virei e o vi parado ali, minha respira??o pesada enquanto lentamente se transformava em solu?os¡­ ¡°¡­ Cai,¡± eu engasguei. Meu Cai. A adaga e as chaves escorregaram dos meus dedos e senti minhas pernas cederem debaixo de mim, caindo no ch?o. Meu corpo estava fraco, sobrecarregado ao meu limite. ¡°Aria,¡± Cai repetiu, embora agora preocupado. Ele rapidamente correu para mim e me agarrou em seus bra?os, mas eu estavapletamente impotente para impedir que as l¨¢grimas escorressem. Eu instantaneamente enterrei meu rosto no canto de seu ombro, envolvendo meus bra?os ao redor de seu pesco?o. Eu senti falta dele. Deusa, eu senti falta dele. Fazia meses desde que eu o vi, meses que se passaram pensando que ele me odiava. Mas ele estava aqui. Ele veio me buscar. Ele ainda me queria. Sua energia era t?o contagiante quanto eu lembrava, me puxando e me fazendo querer esquecer tudo o que tinha acontecido. Eu s¨® queria estar aqui, agora, ele. ¡°Voc¨º veio para mim¡±, eu chorei. ¡°ro¡±, disse ele, acariciando a parte de tr¨¢s da minha cabe?a. ¡°Aleric entrou em contatoigo esta manh? sobre um no para tirar voc¨º erguei tudo para ter certeza de que estava aqui. E eu ouvi sobre o cr, Aria¡­ o que eles fizeram voc¨º ¨¦ doentio. Se Cai estava aqui, provavelmente estava trabalhando Iris para me colocar em seguran?a. Uma vez que eles me mudassem para um local seguro, eu precisaria ficar quieto por um tempo¡­ talvez para sempre. Mas n?o pude deixar de sentir que algo parecia estranho. Eu me afastei para olhar seu rosto. Estava escuro, mas eu podia vero ele ainda parecia desgastado e cansado, quaseo se ele ainda estivesse nas cs dentro da N¨¦voa de Inverno. Eu teria pensado que agora ele teria se recuperado. Isso foi por minha causa? Porque ele sentiu minha falta tamb¨¦m? ¡°Voc¨º parece exausto¡±, eu apontei, tra?ando meu dedo ao longo de seu rosto. ¡°O que h¨¢ de errado?¡± ¡°Eu?¡± ele riu. ¡°Aria, voc¨º deveria estar se preocupando consigo mesma. Voc¨º parece prestes a desmaiar e eu n?o culpo voc¨º depois do que aparentemente aconteceu na noite passada. Vamos lev¨¢- lo de volta ao Lago Prateado o mais r¨¢pido poss¨ªvel e deix¨¢-lo descansar um pouco. Eu fiz uma careta. Isso realmente n?o parecia ser a mais s¨¢bia das decis?es. Achei que o no seria me mudar para outro lugar para me esconder. A menos que ele quis dizer at¨¦ amanh?, quando eles me mudariam para outro lugar? Ele beijou minha testa entre as sobrancelhas, da mesma forma que costumava fazer. ¡°Pare de pensar demais.¡± ¡­ Mas algo ainda parecia errado. Normalmente eu teria derretido quando ele fazia coisas assim, mas agora parecia que havia algo que eu estava perdendo. E, outro momento de reflex?o, rapidamente percebi o que era. Toda vez que ele ia me tocar, haveria um momento de pausa panhando-o. Como se ele n?o tivesse certeza se deveria ou n?o faz¨º-lo. ¡°Cai¡­ O que aconteceu? Honestamente, eu preciso que voc¨º me diga.¡± ¡°Nada est¨¢ errado, Aria. Vou resolver tudo, n?o se preocupe. ¡­ L¨¢ estava ele novamente. Como algo me iodando, me dizendo que n?o estava certo. Cap¨ªtulo Setenta e Um Querendo testar a teoria, me aproximei, minha m?o em seu peito e, lentamente, trouxe meus l¨¢bios para encontrar os dele. 1 ¡­Hesita??o. Eu senti isso de novo. Como se ele tivesse que pensar duas vezes sobre isso. Ele retribuiu meu beijo, mas se afastou novamente a mesma rapidez. Content rights belong to N?velDrama.Org. E meu est?mago caiu a realiza??o de partir o cora??o. ¡°¡­ Seus sentimentos por mim mudaram,¡± eu disse, derando issoo um fato. Foi est¨²pido da minha parte presumir que ele sentiria o mesmo. Inferno, at¨¦ eu havia questionado isso em um ponto, pensando que nunca mais o veria. No entanto, de alguma forma, consegui me convencer de que ele ainda me queria assim depois de ver que ele veio me salvar. ¡°O que? Aria, n?o, ¨¦ ro que ainda tenho sentimentos por voc¨º,¡± ele disse. Elee?ou a pegar minha cabe?a em suas m?os e ntar pequenos beijos por todo o meu rosto. ¡°Nunca haver¨¢ um momento em que eu n?o queira voc¨º.¡± Mas eu me afastei um pouco dele, ainda n?o convencida de que isso era uma boa ideia. ¡°Cai¡­ por favor. Diga-me.¡± Ele ent?o suspirou e olhou para as ¨¢rvores. ¡°¨¦ s¨®¡­ ¨¦plicado.¡± Ele estava evitando meus olhos, hesitando ¡­ Eles eram sinais de culpa. Ele estava escondendo algo. ¡°Complicado¡±o, Cai? Por causa do que aconteceu na N¨¦voa de Inverno? Porque eu falhei em tir¨¢-lo da c mais cedo? Voc¨º sabe, eu tentei o meu melhor para libert¨¢-lo, certo? ¡°N?o, n?o, eu sei disso. ro que eu fa?o. Essa n?o ¨¦ a quest?o.¡± ¡°¡­ Ent?o, o que ¨¦? O que h¨¢ de errado?¡± ¡°A coisa ¨¦¡­¡± elee?ou, mas sua voz sumiu quando ele n?o tinha certeza deo proceder. Ele ent?o inalou e esfregou o rosto em derrota. ¡°Aria¡­ eu encontrei meupanheiro.¡± S/N: Obrigado por ler! Se voc¨º est¨¢ gostando da hist¨®ria, considere votar,partilhar ou comentar! Tudo ajuda! Cap铆tulo 72 Cap¨ªtulo 72 Cap¨ªtulo Setenta e Dois ¡°¡­Qual ¨¦ o nome d?¡± Eu me peguei perguntando educadamente, embora eu realmente n?o me sentisse presente. Sinceramente, n?o senti muita coisa. Meu corpo ficoupletamente dormente, caindo em respostas de piloto autom¨¢tico enquanto eu lutava para chegar a um acordo o que Cai tinha acabado de me dizer. Ele encontrou suapanheira. Mas ele tinha apenas dezenove anos. Ele n?o deveria t¨º encontrado t?o cedo. ¡®Caius knight morre aos vinte e um anos sem Luna,panheira ou filho¡¯. Esse era o futuro que Cail conhecia. No entanto, de alguma forma, essa linha do tempo havia mudado o suficiente para que ele a tivesse conhecido mais cedo. Foi um tapa cruel na cara quando a realidade me lembrou, mais uma vez, que se recusaria a me deixar ser feliz. Mesmo por apenas alguns anos eu pensei que poderia ter tido com ele. ¡°Caitlyn,¡± ele respondeu sem jeito. ¡° parece¡­ legal. Doce.¡± ¡®Agrad¨¢vel? S¨¦rio? Isso era o melhor que ele poderia dizer sobre a mulher que supostamente era sua outra metade? Sua alma g¨ºmea? Eu queria perguntar a eleo eles se conheceram, mas uma parte de mim n?o suportava ouvir mais detalhes. Saber o nome d seria suficiente. ¡° Aria,¡± ele disse, inclinando meu queixo para cima para olhar para ele, para encontrar seus olhos dourados. ¡°Isso n?o muda nada para mim¡­ eu ainda quero estar voc¨º.¡± Instantaneamente, meu corpo ficou tenso, as engrenagens na minha cabe?a finalmentee?ando a voltar ¨¤ realidade. Suas pvras conseguiram desencadear uma dor dentro de mim a qual eu estava muito familiarizado, algo que eu tentei tanto empurrar para a parte mais distante da minha mente. Era quase exatamenteo era no passado. ¡­ Exceto que eu n?o era mais a garota sendo abandonada por seupanheiro. N?o, agora eu estava sendo preparada para me tornar Thea. 1 ¡°N?o,¡± eu disse categoricamente, pegando as chaves e a adaga ao meudo para sair. ¡°N?o, eu n?o vou fazer isso.¡± ¡° Aria, espere. Faleigo.¡± Eu me levantei eecei a andar em dire??o ao carro, mas Cai rapidamente correu para ficar no meu caminho . ¡° Uma ria, por favor. Podemos fr sobre isso por um segundo?¡± ¡°N?o, isso foi est¨²pido desde oe?o,¡± eu disse. ¡°E n?o estou me referindo apenas a n¨®s. Quero dizer todo esse no para minha fuga tamb¨¦m. ¨¦ apressado e desajeitado.¡± ¡°J¨¢ resolvemos tudo. Vamos lev¨¢-lo de volta ao Lago Prateado e cuidar de voc¨º. L¨¢ estava novamente. Nenhuma insinua??o de meover, nenhuma men??o a Iris ou ¨¤ rebeli?o. Como se ele achasse que todo mundo n?o iria simplesmente presumir que o Silver Lake era o primeiro lugar que eu iria. ¡°Diga-me, Cai, qual era exatamente o no? Voc¨º ao menos tem um?¡± Eu perguntei, cruzando os bra?os sobre o peito. ¡°Eu tinha a impress?o de que voc¨º estava trabalhando Iris para isso, mas estou percebendo rapidamente que talvez n?o seja esse o caso.¡± Ele franziu a testa. ¡°Por que eu entraria em contato Iris para isso? N?o a vejo desde o ano passado.¡± Uma risada c¨ªnica escapou dos meus l¨¢bios. ¡°Isso ¨¦ realmente rid¨ªculo. O primeiro lugar que Tytus vai procurar ¨¦ o Lago Prateado, especialmente quando Aleric ¨¦ for?ado a confessar essa informa??o. Ent?o voltamos ¨¤ estaca zero; evitando uma guerra entre dois territ¨®rios por minha causa.¡± Lpler Setenta e Dois ¡°Ent?o vamos mov¨º-lo¡±, ele argumentou. ¡°Podemos ir para outro lugar at¨¦ que seja seguro.¡± ¡°S¨® n¨®s tr¨ºs, sim?¡± Eu retruquei sarcasticamente. ¡°Voc¨º, eu e Caitlyn?¡± Seu rosto brilhou dor, mas eu n?o me senti mal. Ele nunca deveria ter me tocado esta noite sabendo que ele tinha algu¨¦m ligado a ele. Eu estava muito familiarizado a ang¨²stia de ver seu companheiro outro. ¡°Eu vou descobrir isso sozinho. V¨¢ para casa, Cai,¡± eu disse, passando por ele para continuar andando at¨¦ o carro. Por estupidez ou desespero, senti Cai, ent?o, agarrar meu pulso e tentar me puxar para encar¨¢-lo mais uma vez. Mas eu estava raiva. N?o, eu estava chateado. N?o porque ele tinha umapanheira; isso sempre seria uma possibilidade e eu j¨¢ tinha aceitado isso. N?o, eu estava chateado porque ele ainda teve a aud¨¢cia de olhar para mim e me dizer que me queria, saber que algu¨¦m estava esperando por ele, saber minha hist¨®ria eo eu vivi por esta situa??o exata j¨¢ uma vez. E ent?o, quando ele estendeu a m?o para me agarrar, meus instintos levaram a melhor sobre mim. Embora muito mais lento do que meus dias de herdeiro Beta, eu ainda consegui levantar rapidamente a adaga e segur¨¢ em sua garganta. ¡°N?o me toque,¡± eu rosnei. Seus olhos se arregram de surpresa, mas eu n?o vacilei. Na verdade, n¨®s dois sab¨ªamos que ele poderia facilmente afastar minha m?o sem nenhum problema, mas o sentimento agora estava l¨¢. A inten??o era ra. Esta foi a minha mensagem para ele. ¡°Voc¨º n?o faria,¡± ele disse, seus olhos indo e voltando do meu rosto para a faca. Um desafio. Talvez suas pvras quisessem parecer atraentes para o meudo que ainda se importava com ele, mas agora s soavamo se ele quisesse testar essa lealdade. .. . E instantaneamente, minha m?o apertou a lamina. ¡°Voc¨º acha que eu n?o faria isso?¡± Eu perguntei a ele, meus olhos se estreitando a amea?a. ¡°Voc¨º tem tanta certeza, Cai?¡± Na verdade, eu sabia que ele estava certo. N?o haviao eu realmente fazer isso e ele estava tentando chamar esse blefe. Mas naquele momento, eu certeza n?o me senti subestimada. Porque servir aqu tortura a outra jovem, repetir aquele ciclo¡­ o pr¨®prio fato de que ele pudesse me pedir isso me fez sentir doente. Isso me fezmentar muitas das minhas a??es e questionar por que eu tinha deixado as coisas chegarem t?o longe parae?ar. E foi um lembrete de quem eu realmente era, do que eu era realmente capaz, algo que ele aparentemente ainda desconhecia. ¡®Nunca se esque?a de onde eu vim. Nunca esque?a por que estou aqui. Ele franziu a testa em confus?o, mas eu n?o esperei. Com minha m?o livre, agarrei sua camisa e puxei seu torso para baixo para que eu pudesse fr diretamente em seu ouvido. ¡°Voc¨º sabe¡­ eu j¨¢ fiz isso antes¡±, eu sussurrei. ¡°Voc¨º n?o deve testar algu¨¦m que matou mais pessoas do que voc¨º.¡± Content rights belong to N?velDrama.Org. ¡°O que? ¡­O que voc¨º est¨¢ fndo?¡± ¡°Mentiu para voc¨º, Cai¡±, confessei. ¡°Eu menti para n?o te assustar. Mas voc¨º quer saber a verdade? A verdadeira verdade? Voc¨º v¨º, eu conheci voc¨º no passado, Caius Knight, Alfa do Lago Prateado. Nossas matilhas estiveram em guerra por meses, nenhum deles ganhando vantagem¡­ e ent?o voc¨º morreu. Aos vinte e um anos, voc¨º morreu sozinho. N?opanheiro. Sem filhos. E voc¨º sabe por qu¨º?¡± Eu puxei meu cadar?o apenas o suficiente para que eu pudesse olh¨¢-lo nos olhos. ¡°Por minha causa,¡± eu disse. ¡°Eu era sua presa. Te matei. Eu fiz isso para minha pr¨®pria vantagem pol¨ªtica¡­¡± Minha respira??o ent?o ficou mais pesada, meu cora??o batendo forte no meu peito enquanto eu confessava as pvras! nunca quis que ele ouvisse. ¡°¡­ fiz isso p honra da minha fam¨ªlia¡­ fiz isso parapensar minhas pr¨®prias falhaso Permanecemos quietos enquanto nenhum de n¨®s fva, apenas minhas pvras penduradas em aberto enquanto ele lentamente absorvia tudo. Mas eu precisava que ele ouvisse isso. Para perceber toda a gravidade de quem eu realmente era. Eu precisava que ele entendesse que ele realmente n?o tinha sentimentos por mim, apenas uma vers?o de mim que eu o deixaria ver. N?o uma jovem e atormentada garota que ele conheceu na esc¡­ mas uma assassina. Algu¨¦m que havia varrido mais territ¨®rios do mapa apenas de dentro de seus pr¨®prios aposentos, do que ele j¨¢ havia visitado em todo o seu tempo viajando pelo pa¨ªs. Sinceramente, eu deveria ter feito isso h¨¢ muito tempo. Mas estava fraco demais para continuar; para cortar aquele?o que se tornou uma t¨¢bua de salva??o para mim. Cai se tornou um s¨ªmbolo na minha cabe?a do que eu sempre esperei que minha vida se tornasse. O sonho de um futuro perfeito algu¨¦m que eu pudesse amar. No entanto, era apenas isso; um sonho. Uma ilus?o. E era hora de acordar e reconhecer que isso n?o era uma fantasia, que estar ele sempre era algo que nunca terminaria bem. Porque agora olhe para onde estamos. Era hora de deixarmos essa ilus?o e evitar que um ciclo se repetisse. ¡°Aria¡­¡±, disse ele, gentilmente tentando afastar a adaga. Era t?o t¨ªpico dele n?o apenas for?¨¢-lo da minha m?o e me empurrar para longe. Ele poderia ter me dominado em segundos sem nenhum esfor?o de sua parte¡­ mas ele estava tentando n?o me machucar. De alguma forma, depois de tudo que eu disse, ele ainda estava agindoo se se importasse. E ent?o eu pressionei a faca ainda mais, tentando provar meu ponto de vista. Porque, mesmo que eu n?o quisesse, precisava que ele pelo menos acreditasse que eu iria, para me levar a s¨¦rio, e parecia que essa era a ¨²nica maneira de ele perceber isso. ¡°Voc¨º quer fazer dois a dois?¡± Eu perguntei sombriamente. Imediatamente, ele deixou sua m?o cair para odo, reconhecendo que n?o havia nada que pudesse fazer para mudar a situa??o. E ainda procurando seu rosto, eu n?o pude deixar de me perguntar o qu?o incrivelmente ing¨ºnuo era ele ainda me olhar aqueles olhos. Como se eu n?o tivesse acabado de confessar t¨º-lo matado. Como se uma parte dele ainda quisesse ficarigo. Mas o estrago estava feito, eu sabia disso. Ele seria pelo menos esperto o suficiente para perceber que deveria me deixar ir. Ou pelo menos tome issoo a minha confirma??o de que eu n?o queria mais me envolver ele; mesmo que uma parte da minha mente ainda estivesse gritandoigo para voltar atr¨¢s, para encontrar uma maneira de ainda estar ele¡­ para n?o deixar meu sonho dedo. Eu rapidamente me afastei dele, dando alguns passos para tr¨¢s para criar alguma distancia. ¡°¡­V¨¢ para casa, Cai,¡± eu disse, minha voz finalmente traindo minha exaust?o. ¡°V¨¢ para casa e seja um homem honrado seupanheiro.¡± 4 E ent?o eu fui. Entrei no carro, a chave na igni??o, e sa¨ª. Eu n?o sabia para onde ir, mas percebi que todos os caminhos ¨¤ frente provavelmente eram a escolha errada. E ent?o eu apenas dirigi. Sem destino, no escuro, e os olhos amea?ando transbordar de l¨¢grimas a qualquer segundo. Mas n?o havia tempo para rxar ou ceder ¨¤ dor ainda¡­ porque eu precisava pensar. E assim, fazendo o meu melhor parapartimentar a dor interior, tentei me concentrar no que fazer agora . Voltar para casa significava arriscar minha vida mais uma vez ¨¤ merc¨º de assassinos e Tytus, mas fugir significava arriscar minha vida ¨¤ merc¨º do mundo¡­ e Tytus. N?o havia seguran?a para mim. Na verdade, n?o. Talvez, se eu pudesse entrar em contato Iris, pudesse tentar encontrar uma maneira de entrar na rede de que havia fdo. A quest?o era que eu conhecia apenas uma pessoa, fora da N¨¦voa Invernal, que estava em contato com Iris, uma pessoa em quem eu podia confiar minha vida e paradeiro¡­ e era a mesma pessoa que eu tinha acabado de amea?ar uma faca. ¡­Porra. Mas quanto mais eu me afastava, mais eue?ava a pensar em toda a situa??o em que eu estava. A vis?o, o sequestro¡­ e a resposta que foi causada em retalia??o a essas coisas¡­ e de repente eu vi tudo da perspectiva de Thea. O elo perdido sobre o qual estive refletindo a tarde inteira, trabalhando desesperadamente para tentar descobrir por que poderia ter feito isso. E a resposta foi¡­ para isso. Para esta resposta exata. n?o me queria morto; isso ficou ro p formao o intruso seportou na vis?o. N?o, s¨® queria que eu me separasse ainda mais do bando ou deixasse inteiramente a N¨¦voa Invernal. estava criando uma atmosfera de medo que me assustaria, for?ando uma rea??o emocional ¨¤ situa??o. Era algo que n?o teria sido dif¨ªcil para resolver. Mesmo se eu tivesse sido sequestrada com sucesso, n?o levaria muito tempo para o bando me encontrar novamente; afinal de contas, quase n?o havia nenhum lugar no pa¨ªs onde eu n?o fosse reconhecido. Naturalmente, poder-se-ia supor que eu ficaria abdo por toda a prova??o ou algu¨¦m tentaria me levar para outro lugar. Eu parei o carro lentamente no meio da estrada deserta, minhas m?os apertando o vnte a ponto de meus dedos ficarem brancos. Porque isso significava apenas uma coisa. Algo que eu n?o podia acreditar que estava prestes a fazer. Rapidamente, bati minhas m?os contra o vnte por frustra??o e me inclinei para tr¨¢s no meu assento para olhar para o teto. Eu n?o queria. Eu realmente n?o queria. Eu s¨® queria ir embora e nunca mais voltar, correr o mais longe poss¨ªvel. Para finalmente ser livre. Mas era por isso que eu estava aqui. Para mudar o destino do futuro. E se Thea quisesse que eu me afastasse do bando? ¡­Bem, ent?o eu tive que fazer o oposto. .. . E isso significava voltar para a N¨¦voa de Inverno. Inndo profundamente, eu levei um ¨²ltimo segundo para me acalmar e colocar tudo dedo mais uma vez. Compostura. Sobreviv¨ºncia. Eu chegaria aos meus dezoito anos, me libertaria e, esperan?osamente, descobriria toda essa bagun?a antes¡­ antes¡­ Minha mente lembrou as pvras de Aleric de mais cedo, sua confiss?o. O que pretendia fazer isso? O que isso significou para a ordem de Tytus de me marcar no meu anivers¨¢rio? ¡­O que eu ainda sentia por ele ? Meu captor, meupanheiro, meu carrasco¡­ meu amigo. Se eu nunca tivesse morrido e s¨® tivesse conhecido essa vers?o de Aleric, onde estar¨ªamos agora? Mas t?o r¨¢pido quanto eu pensei nisso, eu o empurrei para o fundo da minha mente junto todo o resto. Eu j¨¢ estava no meu limite e incapaz de processar qualquer outra coisa por uma noite. Eu precisava dormir, recarregar. Voltar uma nova perspectiva para trabalhar nesses outros problemas mais tarde. Por enquanto, a ¨²nica coisa que eu realmente precisava fazer era voltar antes que algu¨¦m notasse minha aus¨ºncia . .. . E ent?o eu virei o carro¡­ indo direto para minha pris?o . Voluntariamente me entregandoo ref¨¦m dentro de sua hierarquia, um prisioneiro aguardando sua puni??o. Um cr em volta do meu pesco?oo evid¨ºncia de suas algemas. Felizmente, a viagem de volta foi curta, pois n?o consegui ir muito longe. O mesmo guerreiro estava trabalhando na fronteira e eles me permitiram passar sem problemas, embora um pouco confusos para parecer . Foi uma situa??o semelhante no Packhouse para o . Quaisquer mudan?as de agendamento que Aleric tivesse feito nas patrulhas da casa ainda estavam em vigor, pois nem uma ¨²nica alma estava por perto quando voltei. Talvez tenha sido a coisa mais sortuda que me aconteceu o dia todo. Em pouco tempo, eu finalmente me encontrei de volta no ch?o onde estavam meus aposentos , olhando para os dois corredores diante de mim. Virar ¨¤ esquerda seria ir em dire??o ao quarto de Aleric , onde ele provavelmente estava agora , ent?o o que eu sabia que era umata de minhocas | fisicamente n?o podia lidar agora . E ent?o havia o meu quarto ¨¤ direita, um lugar que, apesar do quanto eu o detestava, ainda era um lugar que eu preferiria serparado ¨¤ alternativa Parecia uma decis?o f¨¢cil. Caminhei em dire??o aos meus aposentos, decidida, e entrei p porta quebrada que agora se recusava a fechar corretamente. Mas n?o importava. Por apenas uma noite, faria o trabalho. Mas quando entrei no meu quarto e me deitei na cama, descobri que minha mente se recusava a me deixar descansar. Eu estava esgotada, meu corpo doendo, minha mente em chamas muita informa??o e estresse emocional agitado¡­ e ainda assim isso me negou o menor al¨ªvio ao desligar para dormir. N?o que isso importasse no final. Se foram alguns minutos ou algumas horas que se passaram, eu n?o tinha certeza, mas logo ouvi o som de passos familiares entrando nos aposentos, caminhando em minha dire??o. Eu n?o levantei embora. N?o, em vez disso, continuo deitado ali, exausto demais para fazer qualquer esfor?o para me mover. Porque era a ¨²ltima pessoa que eu queria ver agora, algu¨¦m que eu estava orando n?o me iodaria at¨¦ que eu tivesse tempo de me recuperar. Mas esta vida n?o me oferecia tais luxos. A luz do quarto se acendeu abruptamente e eu lentamente abri meus olhos para olhar para o teto. ¡°¡­Oi, Aleric,¡± eu cumprimentei baixinho. Cap铆tulo 73 Cap¨ªtulo 73 Cap¨ªtulo Setenta e Tr¨ºs ¡°¡­ Que porra voc¨º est¨¢ fazendo aqui atr¨¢s?¡± perguntou Al¨¦rico. Ele estava na minha porta, bra?os cruzados, olhando para mimo se eu fosse louca. Mas eu n?o me importei. Minha mente foi inventada. N?o havia nenhuma maneira de eu ter essa conversa hoje ¨¤ noite. ¡°N?o¡±, eu respondi categoricamente. ¡°N?o¡¯?¡± ¡°N?o, eu n?o vou fazer isso agora,¡± eu esreci. ¡°Eu estou muito cansado. Podemos conversar mais tarde.¡± Eu rolei para o meudo, de costas para ele, e puxei o cobertor por cima do meu ombro. Talvez se eu fechasse os olhos e fingisse dormir, ele simplesmente sa¨ªsse por conta pr¨®pria. ¡°Aria, voc¨º precisa me dizer o que est¨¢ acontecendo,¡± ele pressionou. ¡°Joseph me disse que voc¨º voltou p fronteira e eu pensei que ele estava brincando at¨¦ que eu senti seu cheiro nas escadas. Aconteceu alguma coisa? Onde voc¨º foi pego ? ¡°N?o¡±, eu murmurei, repetindo-me mais uma vez. ¡°Pare isso. Independentemente de qu?o cansado voc¨º esteja, isso ¨¦ mais importante. Preciso saber se algo deu errado.¡± Eu gemi de frustra??o, mas relutantemente me sentei, minha cabe?a imediatamente pulsando uma enxaqueca.* ¡°Nada deu errado, Aleric. Apenas deixe ir.¡± ¡°Obviamente algo deu errado ou voc¨º n?o estaria aqui.¡± Ele estava ficando raiva de mim e isso s¨® estava me deixando mais irritada que est¨¢vamos realmente tendo essa conversa. ¡°Tudo bem ent?o,¡± eu retruquei, virando-me para olhar para ele. ¡°Voc¨º quer saber o que deu errado? A coisa toda. Todo o no. Qu?o est¨²pido voc¨º acha que Tytus ¨¦ por n?o descobrir que voc¨º estava nejando me esconder no Lago Prateado? Seus olhos se arregram um pouco de surpresa. ¡°Voc¨º est¨¢ brincando certo? Cai n?o organizou para mudar voc¨º para outro lugar?¡± ¡®Maiso n?o queria me mudar para outro lugar¡¯, pensei, lembrando da nossa conversa anterior. E isso foi s¨® depois de descobrir sobre Caitlyn. ¡°Evidentemente n?o,¡± eu respondi, n?o querendo borar mais sobre as outras raz?es ps quais eu tinha retornado. ¡°E da¨ª? Voc¨º s¨® vai voltar aqui e fingir que est¨¢ tudo normal? Que voc¨º quase n?o foi morto aqui? Depois de arriscar tudo para te tirar daqui? ¡°Eu n?o sei, Aleric!¡± Eu gritei de volta. ¡°Eu n?o sei, ok? Eu n?o sei o que fazer sobre mim, ou Tytus, ou Cai¡­ e eu *especialmente n?o sei o que fazer voc¨º.¡± Ele fez uma pausa, franzindo a testa. ¡° ¡­ Sobre mim?¡± Ah, foda-se. Eu falei demais. ¡°Espere, voc¨º est¨¢ raiva de mim por causa do que eu te disse no carro?¡± ele perguntou, juntando as pe?as do meu sil¨ºncio. Esfreguei meus olhos, esperando que isso fosse apenas um sonho ruim. ¡°¡­ N?o.¡± Mas n?o soei muito convincente. Chapeleiro Setenta e Tr¨ºs ¡°Seriamente? Como isso ¨¦ justoigo? Foi voc¨º quem ficou raiva de mim por originalmente n?o ter contado a voc¨º. ¡­ Isso fez isso. Suas pvras atingiram um nervo, me inmando mais uma vez, apesar da minha exaust?o. Desmoronando aqu pe?a final dentro de mim que ainda se importava o que ele pensaria quando finalmente ouvisse a verdade. ¡°Feira¡¯? Perguntei a ele, meus olhos agora em chamas. ¡°Voc¨º quer fr sobre ¡®justo¡¯, Aleric? O que voc¨º disse naquele carro n?o foi justo, n?o foi justoigo. Na verdade, foi a coisa mais cruel que algu¨¦m j¨¢ me disse em toda a minha vida. Eu teria preferido se voc¨º tivesse acabado de me dizer que estava tentando se livrar de mim, porque pelo menos isso seria algo em que eu poderia acreditar e sabero lidar. 1 ¡°Voc¨º disse ¡®vidas¡¯?¡± ¡°Estou farto do que quer que seja¡±, eu disse, acenando a m?o para ele. ¡°Esta vers?o de voc¨º que ¨¦ t?o imprevis¨ªvel que sintoo se tudo o que aprendi na primeira vez sejapletamente in¨²til. Que n?o tinha sentido. Que eu passei anos de inferno, vivendo seus abusos, sem absolutamente nenhum benef¨ªcio. Como eu isso ¨¦ justo?¡± ¡°Aria, do que diabos voc¨º est¨¢ fndo?¡± ¡°A verdade!¡± Eu bati, movendo-me para a beirada da cama. ¡°Estou lhe dizendo o que voc¨º sempre quis saber! A raz?o de eu ter tanto medo de voc¨º, a raz?o de eu sempre olhar para voc¨ºo se voc¨º fosse um monstro. Porque aos meus olhos voc¨º era, Aleric. Voc¨º era meu torturador, meu abusador, e desfva aqu cad Thea na minha frenteo um bem precioso que voc¨º amava mais do que tudo; nunca me importando o que isso fezigo, nunca me importando que isso me machucasse. Eu, seupanheiro.¡± ¡°¨¢ria-.¡± ¡°Eu te dei tudo,¡± | continuou, meus olhos agora se enchendo de l¨¢grimas. ¡°Tudo. Qualquer coisa que estivesse ao meu alcance para dar, eu dei a voc¨º. Voc¨º queria que o mundo se ajoelhasse diante de voc¨º? Eu lhe dei o caminho para faz¨º-lo. Voc¨º queria meu cora??o, minha alma epleta servid?o? Eu dei a voc¨º. Eu deixo voc¨º me trancar, isdo sozinho nesta s nada al¨¦m de um atendente que no final me jogou aos c?es. E isso fez isso por voc¨º. Eu fiz isso para que talvez voc¨º me amasse¡­ para que talvez voc¨º apenas olhasse para mim, Aleric. Limpei raiva as l¨¢grimas no meu rosto e cerrei os dentes. ¡°E ent?o, de repente, Selene me trouxe de volta e me disseram para consertar tudo, para impedir que tudo acontecesse novamente. Que se eu n?o fizer isso, todo mundo morre. E foi isso que eu fiz. Eu trabalhei duro para impedir que o mesmo futuro acontecesse, para me impedir de me tornar sua Luna, para impedir que voc¨º me prendesse e me machucasse novamente¡­ e para me impedir de ter que te amar novamente¡­ porque eu n?o podia suportar a ideia de vivendo sua rejei??o duas vezes. S¨® isso foi mais doloroso do que qualquer outra coisa.¡± ¡°O que diabos ¨¦ isso? Voc¨º est¨¢ dizendo que eu aparentemente rejeitei voc¨º? Machucar voc¨º? ¡­ Nada disso est¨¢ fazendo sentido. Uma risada sem humor escapou dos meus l¨¢bios, percebendo que tinha esquecido a melhor parte. ¡°Oh n?o, haha¡­ Oh n?o, n?o, n?o, n?o apenas rejeitado¡±, eu disse, um sorriso lentamente rastejando no meu rosto. ¡°Voc¨º v¨º, para renascer, voc¨º n?o ¨¦ simplesmente arrancado do nada por Selene e enviado de volta. N?o, n?o¡­ voc¨º tem que morrer primeiro, Aleric. Eu morri. E adivinha de quem ¨¦ o rosto que eu via em meus pesadelos todos os dias? Ele podia ver onde eu estava indo isso, seu rosto rapidamentee?ando a empalidecer, e meu sorriso s¨® cresceu apesar das minhas l¨¢grimas. N?velDrama.Org copyrighted ? content. ¡°Sua,¡± eu respondi. ¡°Era seu, Aleric. Foi voc¨º quem acreditou em Thea sobre mim, voc¨º que me condenou por crimes que nuncaeti, e voc¨º que segurou a espada quando caiu, cortando meu pesco?o no campo do julgamento. Voc¨º me matou, Aleric. Voc¨º me matou uma vez que eu n?o era mais ¨²til para voc¨º. E voc¨º se perguntou por que eu estava tanto medo de voc¨º por tanto tempo? Por que estou t?o bravo voc¨º agora dado Cap¨ªtulo Setenta Theo tudo o que voc¨º me fez passar?¡± Ele abriu a boca para fr, mas nenhuma pvra saiu. Em vez disso, ele apenas olhou para mim, seus olhos cheios de confus?o e, lentamente, minha respira??o se transformou em solu?os. Eu rapidamente olhei para minhas m?os que agora estavam fechadas em punhos, apertadas ao redor do cobertor embaixo de mim, e observei enquanto minhas l¨¢grimas ca¨ªam no tecido. ¡°¡­ Voc¨º n?o pode ditar o que ¨¦ injusto desta vez¡­¡±, eu engasguei lentamente. ¡°E voc¨º n?o pode dizer que me ama. ¨¦ nove anos tarde demais para isso.¡± Eu o ouvi se aproximar de mim, mas, mesmo quando ele se ajoelhou ao n¨ªvel dos olhos, eu ainda me recusei a levantar a cabe?a. ¡°Aria, olhe para mim¡±, disse ele. Mas eu bncei minha cabe?a, enxugando meu rosto. ¡°N?o.¡± ¡°Aria, *olhe para mim,¡± ele repetiu. Outro solu?o me escapou, mas apenas bncei a cabe?a mais uma vez. ¡°Aria, olhe.¡± Perdendo a paci¨ºncia, ele gentilmente agarrou meu queixo e levantou minha cabe?a para finalmente encontrar seu olhar, para encontrar seus olhos verdes que eram muito familiares. ¡°Se o que voc¨º est¨¢ me dizendo ¨¦ verdade¡­ ent?o n?o h¨¢ literalmente nada que eu possa dizer que far¨¢ o que aconteceu voc¨º bem,¡± ele disse, sua express?o s¨¦ria. ¡°Porque a realidade ¨¦¡­ n?o est¨¢ tudo bem. E eu posso me desculpar por essas coisas se voc¨º quiser, dizer que sinto muito, mas, no final das contas, mesmo se eu pedisse, n?o significaria nada. Sim, sinto muito que essas coisas tenham acontecido voc¨º, mas n?o posso olhar nos seus olhos e me desculpar genuinamente por algo que nunca fiz, e garanto que n?o faria voc¨º se sentir melhor mesmo se eu id . ¡± ¡°¡­ Voc¨º ainda ¨¦ jovem,¡± eu sussurrei. ¡°Voc¨º tem tempo para mudar, tempo para se tornar essa pessoa.¡± Eu puxei meu queixo de seu alcance e olhei de volta para minhas m?os, fazendo-o suspirar. ¡°Voc¨º me disse que foi injustamente condenado por crimes em que n?o participou, que morreu por essas mesmas acusa??es¡±, continuou ele. ¡°E ainda assim voc¨º quer me perseguir por pecados que eu nuncaeti? Quando eu, pessoalmente, te machuquei, Aria? Quando eu j¨¢ te dei uma raz?o para n?o confiar em mim? ¨¦ verdade que n?o h¨¢ nada que eu possa dizer para corrigir o que aconteceu voc¨º, mas espero que minhas a??es ao longo destes ¨²ltimos anos tenham pelo menos provado a voc¨º que, de quem diabos voc¨º est¨¢ fndo¡­ eles n?o sou eu. .¡± ¡­Eu sabia que ele estava certo. Era a mesma coisa que eu estava tentando me convencer, mas ainda n?o diminuiu a dor. A verdade fria era¡­ eu nunca conseguiria minhas sinceras desculpas. E as coisas ps quais passei nunca ficariam bem. Porque a pessoa de quem eu precisava ouvir o pedido de desculpas estava morta em outra linha do tempo que agora estava destru¨ªda. *Meu* Aleric se foi. E, conhecendo-o, era prov¨¢vel que ele n?o se arrependesse do que fezigo, mesmo durante seus ¨²ltimos suspiros. Mas este Aleric na minha frente nunca me deu uma raz?o para n?o confiar nele. Na verdade, ele me provou uma e outra vez que eu podia. E ainda assim eu me recusava a ceder. Mesmo a pequena chance de que as coisas ficassem ruins mais uma vez, eu sabia que isso me quebraria al¨¦m do reparo. Seria a trai??o final que eu n?o poderia sobreviver. ¡°¡­ me desculpe, Aleric, mas¡­ independente de quem voc¨º ¨¦ desta vez, eu n?o posso ser a pessoa que voc¨º quer que eu seja,¡± || disse , afastando-se dele. ¡°Eu n?o posso me tornar uma Luna novamente, sempre vivendo em sua sombra e esperando que o que eu fa?a garanta minha sobreviv¨ºncia por mais um dia. Recuso-me a viver em outro mundo devastado p guerra criado por n¨®s.¡± scrantyce nupied ¡­ Ent?o n?o,¡± ele disse, me fazendo olhar para cima surpresa. ¡°Eu nunca esperei que voc¨º se sentasse passivamente nas sombraso uma Luna de qualquer maneira. Eu s¨® quero que voc¨º me ajude a tornar este pacote o melhor poss¨ªvel.¡± Eu fiz uma careta, n?o vendoo tudo era muito diferente. Ainda soava basicamente o mesmo que eu fiz por ele no passado. ¡°Eu sei que voc¨º quer mudan?a, Aria. Isso ¨¦ ¨®bvio¡±, continuou ele. ¡°Voc¨º acha que eu n?o percebio as coisas est?o bagun?adas? Odeie-me pelo resto da vida, se quiser, mas prefiro que trabalhemos juntos do que acabemos divididos em uma guerra civil pelo poder, algo que n?o beneficia nem a n¨®s nem ao bando. N?o sou t?o ing¨ºnuo a ponto de supor que voc¨º n?o tenha pelo menos considerado assumir o cargo quando for maior de idade . Especialmente depois do que Tytus fez voc¨º. 2 Ele n?o estava errado. Apenas alguns dias antes eu tive essa conversa exata isso, mas a recusei sabendo o impacto que teria em Aleric. Na ¨¦poca, eu n?o podia arriscar manchar nosso rcionamento atual por medo de que isso levasse ¨¤ desgra?a que eu estava tentando evitar. Mas agora estava ro. Se o que ele estava oferecendo fosse verdade, ent?o este era o melhor caminho a seguir Sem segredos, sem luta pelo poder, sem amizade arruinada Ele estava frequentemente me contrndo mutuamente, algo que era a ¨²ltima coisa que eu esperava ouvir de sua boca Isso significaria nenhum Alfaandando a servid?o de uma Luna Mas maiso Alfas divididos trabalhando juntos para um causaum Era uma garantia de que, n?o importa o que acontecesse, fosse Thea ou alguma outra amea?a imponente pelo aviso de Selene, eu ainda manteria controle suficiente para lidar isso da maneira que precisava, o tempo todo garantindo que Aleric n?o recuasse. no caminho que eu temia. A ¨²nica preocupa??o agora era se nossos interesses estariam alinhados na hora de tomar decis?es dif¨ªceis¡­ e se ele acabaria traindo minha confian?a de qualquer maneira. Uma confian?a que veio ao pre?o de mais do que eu poderia perder Foi um salto de f¨¦ que exigiu o maior risco, voc¨º ofereceu a maior rpensa O tipo de ber que ou estava tudo ou nada, Ent?o, o quanto eu estava disposto a jogar? Eu lentamente me levantei e fiquei diante dele as pernas inst¨¢veis, minha exaust?o ainda pesando sobre mim. ¡°Ent?o me jure,¡± eu disse, e observei enquanto ele se levantava tamb¨¦m. ¡°Jure para mim em seu nome e t¨ªtulo que voc¨º far¨¢ a noiteigo, que voc¨º honrar¨¢ este pacto de controle m¨²tuo que voc¨º me permitir¨¢ ter voz igual em todos os assuntos do bando e, em troca.¡± | parado por um momento, meu cora??o batendo forte Em troca, eu pessoalmente garantirei que voc¨º receba meu fut! suporte para trazer prosperidade a este pacote, al¨¦m de n?o representar uma amea?a direta para remov¨º-lopletamenteo Alpha.¡± Era um acordo que eu n?o podia acreditar que estava fazendo, uma oferta que eu havia prometido a mim mesma. Eu nunca daria para Aleric novamente. Eu iria regrei isso de manh?, uma vez que eu tivesse tempo de dormir? Alguma coisa disso era real agora? ¡°Mas n?o se engane, Alenic¡±, continuei, afastando-me de seu olhar. ¡°Eu lhe ofere?o minha m?o, mas nada mais. Certa vezeti o erro de lhe dar tudo o que tinha para oferecer, meu cora??o, minha alma¡­ minha vida. Este acordo ¨¦ apenas para minha coopera??o, para manter a paz que n¨®s dois sabemos que ¨¦ do melhor interesse do bando. Porque mesmo que eu confie em voc¨º agora. Ainda n?o confio no seu futuro. Ainda n?o, pelo menos. Tenho certeza que voc¨º tamb¨¦m n?o faria isso se estivesse no meu lugar, depois de ver as coisas que voc¨º j¨¢ foi capaz de fazer..* Respirei fundo antes de olhar para cima, fazendo o meu melhor para manter apostura e recorda??es. ¡°Estes s?o os meus termos para esta alian?a. Se voc¨º quebrar seu juramento, ent?o eu n?o dou garantias para o repercuss?es que podem resultar. Esses termos s?o agrad¨¢veis para voc¨º?¡± Ele ent?o colocou a m?o sobre o peito, um sinal geralmente reservado para mostrar respeito entre as matilhas aliadas, e abaixou a cabe?a levemente em uma rever¨ºncia. ¡°Eu juro, pelo meu nome e futuro t¨ªtulo Alpha, que vou manter este acordo que fizemos para controle m¨²tuo e prometo fazer o certo por voc¨º.¡± | escrutinou seu rosto, mas podia sentir que ele quis dizer as pvras genuinamente, que pretendia manter essa promessa. Foi uma experi¨ºncia et¨¦rea, considerando todas as coisas. E mesmo que eu fosse um p¨¦ mais baixo do que ele, n?o pude deixar de sentiro se estiv¨¦ssemos em p¨¦ de igualdade p primeira vez; um primeiro em nossa hist¨®ria. N?o havia mais medo, nem engano, nem questionar seu objetivo final¡­ apenas duas pessoas que foram mais uma vez for?adas a se unirem, ligadas pelo destino, agora tentando sacrificar algo pelo bem maior; Aleric seu direito de primogenitura, eu p minha confian?a nele mais uma vez. E assim, apesar dopromisso, e apesar do meu cansa?o extremo, foi o melhor que senti em mais de dez anos. Minha cabe?a estava girando, mas eu me sentia muito vivo por dentro. Uma sensa??o de calma ent?oe?ou a tomar conta de mim, sentindoo se eu finalmente tivesse vencido pelo menos uma das batalhas que eu vinha lutando h¨¢ quase uma d¨¦cada. E enquanto isso poderia facilmente ser desastroso, por apenas este momento, eu me permiti um pouco de tr¨¦gua. Inesperadamente, minhas pernas cederam, cansadas demais para me sustentar, e minha vis?o ficou turva. ¡°Aria,¡± Aleric disse, rapidamente estendendo a m?o para me impedir de cair no ch?o. ¡°Desculpe¡±, eu murmurei. Eu podia sentiro meu c¨¦rebro estavae?ando a desligar rapidamente, faminto pelo doce nada que o sono proporcionaria; algo de que havia sido extremamente privado recentemente. Parecia que a d¨ªvida estava finalmente sendo cobrada e mais r¨¢pido do que o previsto. ¡°Eu s¨® estou¡­ muito cansado Ele rapidamente me ajudou a voltar para a cama e jogou o cobertor sobre mim, me odando pelo resto da noite. ¡°N?o haver¨¢ guerreiros na casa de matilha por mais algumas horas¡±, disse ele, agachando-se para fr comigo. ¡°Vou dormir no sof¨¢ do outro quarto at¨¦ que eles possam assumir a guarda de voc¨º. Estarei l¨¢ se precisar de alguma coisa. Ele se levantou para sair, mas estendi a m?o para agarrar seu bra?o antes que ele pudesse ir. ¡°Espere,¡± eu disse, minhas p¨¢lpebras ficando pesadas demais para ficarem abertas. Tudo estava rapidamente ficando preto, mas lutei contra isso por mais um pouco. ¡°¡­ Aleric¡­ sobre esta noite¡­¡± ¡°Aria¡­ n?o. Precisas de descansar.¡± ¡°¡­ Obrigado por acreditar em mim.¡± Theard ele suspirou baixinho. ¡°Est¨¢ bem. Durma um pouco e irei v¨º-lo assim que acordar. ¡°¡­ Boa noite, Aleric,¡± eu murmurei, finalmente o deixando ir. A luz ent?o se apagou, me absorvendo totalmente na escurid?o. ¡°¡­ Boa noite, Aria.¡± E o sono imediatamente me levou. Cap铆tulo 74 Cap¨ªtulo 74 Cap¨ªtulo Setenta e Quatro ¡ª A noite passada foi real? Eu me perguntei, olhando para o teto da cama. Tantas coisas aconteceram, tantas verdades finalmente vieram ¨¤ tona. ¡­E eu me senti¡­ mais leve. Eu acordei depois de um sono profundo, sem saber quanto tempo havia passado, mas meu corpo estava grato pelo descanso ininterrupto. Embora uma parte de mim estivesse raiva de mim mesma por correr o risco da rea??o deles, eu estaria mentindo se dissesse que n?o estava feliz o resultado. Ou pelo menos eu quis dizer isso no caso de Aleric. Cai¡­ bem, eu tinha que acreditar que o que fiz foi o melhor. O fato de que eu n?o estava trancada em um hospital agora aguardando uma avalia??o psicol¨®gica significava que Aleric tinha realmente acreditado em mim. Era algo que me preocupava durante todo o tempo que voltei. Eu sabia o qu?o insano soava quando ouvi p primeira vez. Alguns dias at¨¦ eu ainda n?o conseguia acreditar. Eu lentamente sa¨ª da cama, meu corpo ainda doendo em v¨¢rios lugares, e coloquei algumas roupas. Haveria coisas em que eu precisariae?ar a trabalhar e eu precisava deida e ¨¢gua antes dee?ar qualquer coisa. Mas quando entrei na s, fiquei surpreso ao ver Aleric no sof¨¢ lendo documentos. Ele parecia confort¨¢velo se estivesse l¨¢ h¨¢ algum tempo. Foi estranho, pois pensei que ele estaria fora durante o dia. ¡°¡­Voc¨º finalmente acordou,¡± ele cumprimentou sem olhar para cima. ¡°Estavae?ando a me perguntar se voc¨º entrou ema.¡± Eu fiz uma careta, ainda grogue de sono. ¡°Por quanto tempo eu fiquei fora?¡± Minha voz parecia crua enquanto eu fva, fazendo-me tossir por causa da secura na minha garganta. A quantidade de choro e gritos provavelmente teve seu pre?o l¨¢. ¡°Um pouco mais de um dia¡±, respondeu ele, inclinando-se para me entregar um dos dois caf¨¦s aodo dele. Eu peguei dele e fiquei instantaneamente grata pelo pequeno al¨ªvio que me proporcionou depois de tomar um gole. ¨¢gua provavelmente teria sido melhor, mas eu n?o estava disposta a recusar a cafe¨ªna. Foi legal da parte dele ter me dado um. ¡°Como voc¨º sabia que eu estaria acordado agora? O caf¨¦ ainda est¨¢ quente.¡± Ele riu um pouco. ¡°Eu n?o. Ambos eram meus.¡± Olhei para a bebida na minha m?o e de repente me senti um pouco em conflito as recentes rev??es. Na verdade, parecia um pouco estranho entre n¨®s. Ele me confessou e eu o rejeitei, o chamei de assassino, e agora eu estavapartilhando seu caf¨¦. E ainda de alguma forma ele estava agindoo se nada tivesse acontecido, sua express?o n?o revndo que ele se sentia em fase de alguma forma . ¡°Aleric-¡± ¡°Rxe¡±, ele me cortou. ¡°Eu ainda n?o tinha bebido isso.¡± Instantaneamente, me senti um pouco est¨²pida por me preocupar algo t?o pequeno quanto isso e rapidamente o deixei dedo. N?o deveria ter sido grande coisa de qualquer maneira. Embora eu desejasse saber o que ele estava pensando. Uma das coisas mais frustrantes sobre Aleric era que ele era t?o ileg¨ªvel. ¡°Voc¨º est¨¢ aqui h¨¢ muito tempo?¡± Eu perguntei, tentando me concentrar em qualquer outra coisa. ¡°Estou um pouco surpreso de ver que voc¨º ainda est¨¢ aqui.¡± Ele bufou e finalmente olhou para mim, divers?o em seus olhos. ¡°Ainda? N?o, eu sa¨ª por um dia inteiro, vim de volta e voc¨º ainda estava desmaiado. Estou apenas fazendo um turno para o servi?o de guarda, j¨¢ que ia trabalhar no meu quarto no corredor de qualquer maneira. Minhas bochechas imediatamente queimaram um pouco de vergonha, tendo feito uma suposi??o mais uma vez¡­ Realmente, eu me senti um pouco mal por causa das circunstancias. Eu n?o gostava da sensa??o de ter que ser constantemente bab¨¢,o se eu fosse um fardo para todos. N?velDrama.Org copyrighted ? content. Limpei a garganta e tentei ignorar mais uma vez, decidindo dar uma olhada no que ele estava t?o focado em vez disso. Eu rapidamente andei atr¨¢s dele e me inclinei, examinando as p¨¢ginas sobre seu ombro. Parecia um rt¨®rio de status de um novo Alfa que recentemente sucedeu seu pai; Harvey Gagher. Embora ningu¨¦m realmente soubesse nada sobre ele aqui ainda, eu podia me lembrar do passado que o menino tinha mais ou menos a nossa idade e era muito ing¨ºnuo para a posi??o que ocupava. Principalmente, eu apenas me lembrei da facilidade que ele se rendeu a uma alian?a sob n¨®s quando proposto. ¡°Voc¨º poderia entrar em contato ele¡±, eu disse, introduzindo minha sugest?o. ¡°Ao contr¨¢rio de seu pai, Ruben, Harvey ¨¦ uma tarefa simples. N?o necessariamente uma coisa ruim, mas ele nunca foi feito paraandar o bando sozinho em uma idade t?o jovem. Se voc¨º estendesse a m?o e lhe enviasse algu¨¦m experiente para ajud¨¢-lo nesses primeiros anos, ele ficaria em d¨ªvida voc¨º. No entanto, devo avis¨¢- lo agora, o valor de seus recursos nunca aumenta muito. Ele olhou por cima do ombro para mim e ficou momentaneamente confuso. ¡°Qu?o-? N?o importa. Desculpe, ainda estou entendendo¡­ tudo isso. N?o h¨¢ mais segredos entre n¨®s. Parecia estranho finalmente poder fr livremente sem precisar de todas as desculpas deo eu sabia o que fazia. Estranhamente,o se eu tivesse removido as restri??es, permitindo-me trabalhar da forma mais eficiente poss¨ªvel agora. | sentou-se no sof¨¢ aodo dele e pegou os documentos de sua m?o para examin¨¢-los mais de perto. Todas as coisas que ele estava investigando n?o eram t?o importantes e todas s poderiam ser facilmente resolvidas. No entanto, eu provavelmente poderia escrever algumas dicas para empurr¨¢-lo na dire??o certa e dar uma vis?o deo certos caminhos bn?ariam . .. ¡°Ent?o, voc¨º vai finalmente me contar o que aconteceu Cai?¡± ele perguntou de repente. Ele fez a pergunta assim que eu tomei outro gole, fazendo-me quase engasgar o caf¨¦. Eu tossi violentamente, lutando para desobstruir minhas vias a¨¦reas por um momento, enquanto o cheiro forte de cafe¨ªna enchia meu nariz de uma maneira desagrad¨¢vel . ¡®Eu deveria ter ficado ¨¢gua¡¯, pensei amargamenteigo mesmo e acariciei minhas roupas um len?o de papel. ¡°¨¢ria?¡± ele perguntou depois que eu continuei a ignorar sua pergunta. ¡°Nada aconteceu¡±, eu disse ao que ele apenas olhou para mim, esperando que eu lhe dissesse a verdade. Eu ent?o suspirei e me recostei no sof¨¢, abra?ando um pouco minhas pernas contra meu peito. ¡°¡­ Ele encontrou suapanheira,¡± eu finalmente admiti. ¡°Ah.¡± Ele saberia o que isso significava, saberiao isso me afetaria. Mesmo que Aleric supostamente tivesse sentimentos por mim agora, ele j¨¢ sabia sobre meu rcionamento anterior Cai. Como ele poderia esquecer? Ele literalmente pegou voc¨ºs juntos na cama. ¡°Sinto muito , Aria¡±, disse ele. ¡°Eu n?o sabia. Achei que faria mais sentido entrar em contato ele com urg¨ºncia, j¨¢ que¡­ bem¡­ Desde que est¨¢vamos romanticamente envolvidos. ¡°Sim, eu sei.¡± Cap¨ªtulo Setenta e Quatro Na minha cabe?a,ecei a relembrar toda a prova??o Cai e meu peito doeu um pouco. Eu senti falta dele. Eu n?o deveria¡­ mas eu fiz. Foi errado da minha parte sentir tanto? Estaria tudo bem se eu ainda desejasse, mesmo que s¨® um pouquinho, que eu ainda pudesse estar ele? Depois de tudo que passamos, foi t?o¡­ abrupto. Final. Embora talvez fosse assim que as coisas sempre estavam fadadas a terminar entre n¨®s. Com dolorosa finalidade. Uma risada silenciosa e sem humor me escapou, pensando em tudo. ¡°O que ¨¦ t?o engra?ado?¡± ¡°¡­ N?o, n?o ¨¦ engra?ado,¡± eu esreci, um pequeno sorriso em meus l¨¢bios. ¡°S¨®¡­ ¨¦ uma loucura como as coisas aconteceram. O pr¨®prio fato de eu estar envolvido Cai ¨¦ bizarro. ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± Ent?o me virei para olhar para ele, minha express?o ficando mais s¨¦ria. ¡°Porque fomos n¨®s que o matamos na outra linha do tempo.¡± Seus olhos se arregram um pouco antes de se transformar em uma pequena carranca. ¡°O que? Por qu¨º ? ¡± Eu dei de ombros. ¡°Como seu primeiro grande ato de Alfa, voc¨º decidiu matar o pai dele, Tobias, durante uma reuni?o realizada na N¨¦voa Invernal. Tobias veio para negociar o imposto da alian?a devido ao grande aumento no tamanho do pacote, mas sua ¨²nica contraproposta foi a cabe?a dele. Nunca fez sentido para mim¡­ Embora isso n?o me impedisse de ajud¨¢ a acabar o filho dele de qualquer maneira . ¡± ¡°¡­ Porra? Isso n?o tornaria as coisas entre voc¨ºs um pouco¡­ estranhas? | parou para pensar por um segundo antes de responder. ¡°¡­ N?o a princ¨ªpio. Voc¨º me fez trabalhar apenas dentro da N¨¦voa Invernal, ent?o eu nunca conheci Cai pessoalmente. Por causa disso, eu n?o tinha ideia de quem ele era nesta vida at¨¦ que j¨¢ nos tornamos amigos. Ele estava me treinando na luta por um tempo antes de sua troca terminar. E, bem¡­ ent?o ele voltou e confessou para mim¡­ e ent?o Myra morreu¡­ e ent?o¡­¡± Respirei fundo, me firmando. ¡°¡­ Foi uma ¨¦poca extremamente sombria para mim. Cai me ajudou na pior situa??o e me fez lembrar que nem tudo tinha que ser t?o¡­ merda. ¡­ E agora ele era um lembrete de qu?o r¨¢pido isso poderia mudar. ¡°Por causa da outra vers?o de¡­ eu¡­ certo? Por causa do que ele originalmente fez voc¨º?¡± Eu poderia dizer que ele estava desconfort¨¢vel ao ouvir sobre isso, mas ele estava tentando o seu melhor para entend¨º-lo de qualquer maneira . Quem poderia culp¨¢-lo em sua posi??o? Provavelmente era uma forma de curiosidade m¨®rbida. . ..E ent?o euecei a contar tudo a ele. Comecei bem noe?o, antes mesmo de sermos oficialmentepanheiros, depois passei para Thea, a Deusa, sobre nosso tempo juntos e o que fizemos e, finalmente, sobre algumas das coisas que fiz at¨¦ agora desde que cheguei. de volta. Mas ao contr¨¢rio da primeira vez que contei a Cai sobre o passado, n?o escondi nada de Aleric. Eu contei a ele sobre cada detalhe horr¨ªvelo se finalmente confessasse meus pecados¡­ e foi estranhamente libertador; naturais mesmo. Embora n?o sejam ticamente a mesma pessoa, foi f¨¢cil mistur¨¢-los em um s¨® quando se trata de relembrar nossa hist¨®ria. E se ele me odiava ou n?o depois, n?o tinha quase o mesmo peso de quando eu temia o julgamento de Cai. Cai tinha sido um inocente, sua morte um subproduto da minha pr¨®pria ingenuidade, mas a pessoa quem tudoe?ou era a mesma pessoa sentada ao meudo no sof¨¢¡­ ou melhor, seu outro eu era . Era o mesmo sentimento subjacente de falsa confian?a que tive depois que Myra morreu. Eu me forcei a encontrar Aleric primeiro porque senti que ele n?o poderia me julgar pelos meus erros, dado o peso dos seus. Mas eles n?o eram *dele*. ¨¦ que suas fei??es me deram aqu falsa impress?o, me ajudando a fingir enquanto descarregava o Cap¨ªtulo Setenta e Quatro verdade para ele. ¡­ Ent?o, o que esse Aleric estava pensando agora? O que ele pensaria depois de descobrir quem eu realmente era? Porque, embora possa n?o ter sido ele pessoalmente quem fez as coisas sobre as quais eu estava fndo, n?o havia erro de que tinha sido eu. Que este era o meu passado que eu estava contando a ele e, ao contr¨¢rio dele, eu realmente tinha feito essas coisas. Ele se sentou e me ouviu em sil¨ºncio o tempo todo, seu rosto ileg¨ªvel enquanto ele absorvia tudo sem interromper. As coisas que eu disse a ele n?o poderiam ter sido f¨¢ceis de ouvir se ele realmente estivesse diferente agora. Nosso n¨²merobinado de mortos estava facilmente na casa dos milhares no final, sua pr¨®pria insanidade sendo a for?a motriz disso. Mas eu precisava serpletamente honesta ele sobre tudo para que essa nova parceria funcionasse. Como eu pretendia convenc¨º-lo de por que certas decis?es terminariam terrivelmente se ele n?o entendesse por que eu pensava assim? E ent?o eu falei por horas, minha voz quasepletamente perdida quando terminei. Falei por tanto tempo que o c¨¦u ficou escuro l¨¢ fora. E quando eu finalmente terminei, sentamos em sil¨ºncio por alguns minutos , n¨®s dois precisando de um momento para absorver tudo o que eu tinha acabado de dizer a ele. ¡°¡­ Diga-me uma coisa,¡± eu finalmente disse depois que ele ainda n?o disse uma pvra desde que eu parei de fr. ¡°Fuipletamente honesto voc¨º, contando todos os detalhes dolorosos do meu passado¡­ e agora eu gostaria que voc¨º me mostrasse a mesma cortesia.¡± ¡° ¡­ E o que voc¨º queria saber? ¡± ¡°Eu preciso que voc¨º me diga por que¡­¡± eu disse lentamente, estremecendo o pensamento. ¡°¡­ Por que voc¨º me odiava tanto crescendo acima.¡± Ele me olhou confuso, sua testa franzida. ¡°Aria, eu n?o-.¡± Mas eu levantei a m?o para det¨º-lo imediatamente. ¡°Eu n?o estou fndo agora ouparando voc¨º a ele. Estou fndo de #voc¨º* eo *voc¨º* agiuigo quando ¨¦ramos crian?as . Voc¨º acha que eu n?o percebio voc¨º nunca pareceu gostar de mim, mesmo antes de eu ser mandado de volta p segunda vez? Ele levou a m?o ao rosto e esfregou a boca, levando um momento para pensar em sua resposta. ¡°¡­Eu n?o ¡®odiei¡¯ voc¨º, Aria. Eu s¨®¡­ eu n?o sei. Eu rapidamente bncei minha cabe?a. ¡°N?o, isso n?o ¨¦ bom o suficiente. Eu preciso saber a verdade. Eu preciso saber porque esta ¨¦ a ¨²nica pergunta que voc¨º ¨¦ realmente capaz de responder para mim, a explica??o mais pr¨®xima que eu vou conseguir para por que essas coisas podem ter acontecidoigo no passado. Ele suspirou, mas desviou o olhar. ¡°Estou te contando a verdade. N?o era voc¨º, pessoalmente, quem eu odiava, Aria. Eu mal te conhecia. Eu s¨®¡­ n?o seio chamar isso. Ci¨²mes? Frustra??o? Raiva mal colocada?¡± Ele ent?o se levantou ee?ou a andar p s, pensando emo expressar o que precisava dizer. E eu sentei em sil¨ºncio o tempo todo, dando a ele o tempo que ele precisava parae?ar a me contar. Porque eu sabia que esse tipo de discuss?o emocional n?o estaria em sua zona de conforto, mesmo que ele fosse diferente nesta vida. Ele era o tipo de homem que sempre se mantinha escondido, raramente traindoo ele realmente se sentia por dentro. Apenas ser capaz de ler suas express?es no passado se tornou uma habilidade que eu tive que aprender rapidamente para sobreviver. Mas agora eu estava exigindo que ele se abrissepletamente; n?o mais fachadas. ¡°Durante toda a minha infancia¡­ parecia que a ¨²nica coisa que as pessoas fvam comigo¡­ era voc¨º¡±, elee?ou. Eu era jovem, est¨²pido¡­ mas costumava me irritar. Todos os malditos dias algu¨¦m me contava sobreo voc¨º estava indo bem em seus estudos, qu?o inteligente e bonita voc¨º era,o eu tive tanta sorte que Cap¨ªtulo Setenta e Quatro a Deusa iria nosbinar um dia. Suas pvras nunca reconheceram meu pr¨®prio trabalho duro. Em vez disso, eu sempre fuiparado a voc¨º. E muito rapidamente,ecei a meparar tamb¨¦m.¡± Ele parou de andar e finalmente olhou para mim, ramente desconfort¨¢vel o assunto. ¡°Voc¨º pode imaginar que minha cria??o n?o foi exatamente agrad¨¢vel, tendo Tytuso pai. E n?o tenho certeza se voc¨º se lembra disso desde que era muito jovem quando aconteceu, mas minha m?e, a anterior Luna, se matou. Para ser honesto, eu ainda nem sei se foi intencional ou n?o. s¨® parava deer um dia, n?o dormia, n?o sa¨ªa¡­ s¨® chorava pelo meu pai o dia todo. E Tytus? Bem, ele n?o ¨¦ exatamente um homem de fam¨ªlia. N?o tenho d¨²vidas de que ele amava minha m?e, vio ele a adorava nos raros momentos em que realmente estavam juntos, mas sei que ele amava mais a matilha, sempre dando mais aten??o a do que a . ¡°¡­ Isso ¨¦ horr¨ªvel,¡± eu sussurrei, meus olhos cheios de l¨¢grimas. Eu n?o tinha ideia deo a antiga Luna tinha morrido, s¨® que tinha morrido quando eu ainda era crian?a. ¡°E ent?o havia voc¨º,¡± ele continuou. ¡°Voc¨º aparentemente teve a vida perfeita pais que, n?o apenas te amavam, mas tamb¨¦m se amavam igualmente. E enquanto eu estava passando por esse inferno de perder minha m?e, de perder meu pai, as pessoas ainda meparavam a voc¨º, ainda me lembrando constantemente deo voc¨º era incr¨ªvel eo eu era ¡®sortuda¡¯. Como se eles nem percebessem ou se importassem o que eu estava passando. E ent?o n?o demorou muito para que eue?asse a me ressentir at¨¦ mesmo da ideia de voc¨º. Voc¨º se tornou um s¨ªmbolo de tudo que estava dando errado na minha vida. E eu sabia que nem era sua culpa¡­ mas eu culpei voc¨º de qualquer maneira. Eu ent?o lentamente me levantei e caminhei em dire??o a ele, olhando em seus olhos. ¡°Ent?o, o que mudou sua mente?¡± Ele engoliu em seco, sua carranca se aprofundando. ¡°¡­ Voc¨º fez¡±, disse ele. ¡°Naquele dia eu voltei brevemente da troca, uma semana ap¨®s o ataque Jade Moon. Seu rosto¡­ o jeito que voc¨º olhou para mim. Eu nunca tinha visto nada parecido. Voc¨º tinha mais medo em seus olhos do que eu tinha visto at¨¦ mesmo um moribundo mostrar . E eu me vi refletido de volta neles. N?o, eu vi o desespero de Tytus e minha m?e, vi o que eu poderia me tornar¡­ e isso me aterrorizou. Isso me fez pensar se eu acidentalmente fiz algo voc¨º sem perceber, se eu involuntariamente coloquei voc¨º sob as mesmas press?es as quais eu vivia at¨¦ ent?o. Mas, mais importante do que isso, me fez pensar o que o bando pensaria de mim. Porque se todos pudessem colocar voc¨º em um pedestal t?o alto por toda a minha vida, o que eles pensariam quando vissemo voc¨º n?o conseguia nem tolerar ficar ao meudo sem vacr? Enxuguei uma l¨¢grima perdida que havia ca¨ªdo pelo meu rosto e agarrei suas m?os nas minhas. ¡° ¡­ E voc¨º acha que foi o suficiente? O suficiente para justificar suas a??es?¡± Eu perguntei a ele suavemente. ¡°Voc¨º acha que teria sido suficiente para ele fazer essas coisas que ele fezigo?¡± Ele bn?ou a cabe?a, os dentes cerrados. ¡°N?o. Quer dizer¡­ eu n?o sei. Eu n?o sou ele. Mas se ele nunca deixasse de olhar para voc¨ºo um s¨ªmbolo de seus problemas em vez de um ser humano? Acho que ¨¦ poss¨ªvel. Quem sabe que tipo de caminho essa mentalidade acabaria por levar uma pessoa para baixo? Mesmo que eu n?o soubesseo lidar melhor isso noe?o, percebi logo que era infantil continuar culpando voc¨º por algo que nem era sua culpa. E embora eu n?o entendesseo as coisas chegaram a esse ponto, eu ainda fiz o meu melhor para tentar consertar o que diabos eu aparentemente tinha feito de qualquer maneira. Qualquer coisa s¨® para voc¨º parar de olhar para mim do jeito que voc¨º fez. Eu gentilmente estendi a m?o e toquei sua bochecha contra minha palma, fazendo-o fechar os olhos em resposta. Ele estava trabalhando t?o duro para consertar algo que nem era culpa dele. Pagar pelos crimes de outra pessoa. Ele at¨¦ fez uma miss?o dele para me apoiar, n?o importa o que isso pudesse implicar. Isso me fez ver o qu?o confuso este mundo se tornou. Qu?o bagun?ado as pessoas se tornaram Cap¨ªtulo Setenta e Quatro Porque talvez nesta linha do tempo, Aleric deveria ter acabado sua Aria e eles teriam sido felizes juntos. Ao contr¨¢rio de sua contraparte, este Aleric realmente parecia capaz de aprender apaix?o e talvez pudesse eventualmente aprender a retribuir seus sentimentos tamb¨¦m, mesmo apesar de seu ressentimento inicial ao crescer. Mas em vez disso, eu roubei a casa de Aria dele. Tive minha alma traumatizada e hedionda infundida em seu corpo inocente de quatorze anos, assumindopletamente e apagando-a de sua pr¨®pria linha do tempo. E ent?o eu puxei seu rosto para o meu n¨ªvel, seus olhos ainda fechados, e, muito levemente, eu beijei sua bochecha. Um pedido de desculpas por algo que eu nunca seria capaz de consertar, por algo que eu nunca seria capaz de devolver a ele. Era um luto por sua Aria que ele agora nunca iria conhecer, e uma expia??o poro eu o tratei. ¡°Obrigado por cuidar de mim¡±, eu sussurrei, ¡°¡­ e eu sinto muito pelo que eu fiz voc¨º passar.¡± E quando seus bra?os se apertaram em volta da minha cintura, sua cabe?a encontrando o canto do meu pesco?o, eu fiz o meu melhor para permanecer o mais im¨®vel poss¨ªvel, permitindo-lhe este momento que eu senti que ele precisava t?o desesperadamente. S¨® por uma noite. Porque enquanto eu n?o podia dar a ele o que ele realmente queria de mim, e n?o podia devolver a ele algu¨¦m que j¨¢ se foi, eu poderia pelo menos dar a ele uma ¨²ltima coisa. 1 Perd?o¡­ e encerramento. Cap铆tulo 75 Cap¨ªtulo 75 Cap¨ªtulo Setenta e Cinco ¡­Eu poderia simplesmente perguntar a ¡¯, penseiigo mesmo, olhando no espelho para o meu reflexo Depois daqu noite, Aleric e eu concordamos que precis¨¢vamos br um no deo me libertar do cr¡­ bemo remover Tytuso Alpha no processo. Por motivos ¨®bvios , permitir que ele continuasse me marcando estava fora de quest?o, independentemente dos termos que Aleric e eu est¨¢vamos agora . E ent?o n¨®s admitimos que era hora. Hora de Tytus deixar o cargo, permitindo uma mudan?a adequada. ¡­Mas agora isso nos deixou a necessidade de pensar em uma maneira de realmente conseguir isso. Eu j¨¢ tinha passado horas despejando sobre ideias diferentes, mas estava quase vazia. Todos eles n?o funcionariam ou eram moralmente question¨¢veis. ¡­ E foi assim que eventualmente me levou a olhar para o meu reflexo, contemndo algo que eu normalmente nunca teria considerado. Para pedir ajuda ao meu antigo eu. A garota que eu n?o ouvia frigo h¨¢ meses, mas ainda era uma parte de mim. N?o, espere¡­ isso n?o estava certo¡­ *era* eu. Apenas uma parte de mim que meu c¨¦rebro havia conjurado, criando uma entidade separada para que eu pudesse viverigo mesma e tudo o que fiz. ¡® seria mais adequada para isso¡¯, pensei, tocando minha bochecha. ¡° sempre teve uma ideia ou estrat¨¦gia para resolver problemas teimosos no passado. E os prazos apenas a faziam trabalhar mais efici¨ºncia. ¡­ Mas eu queria a ajuda d? tinha sido um instrumento de caos que foi empunhado por um louco. A ¨²nica coisa que realmente sabia erao ter sucesso por qualquer meio poss¨ªvel. N?o importa o custo. N?o importa quem matou ao longo do caminho. Contanto que seu Aleric apenas reconhecesse sua exist¨ºncia. Eu n?o queria que as coisas voltassem por esse caminho. S¨® porque Aleric e eu est¨¢vamos trabalhando juntos novamente, n?o significava que eu permitiria que as coisas se repetissem. Eu j¨¢ tinha aprendido da maneira mais dif¨ªcil que ¨¤s vezes as solu??es mais f¨¢ceis em pol¨ªtica s¨® iriam tecer mais conflitos mais tarde. Mas ele tinha me dado um juramento. Eu precisava acreditar que ele manteria sua pvra. Era verdade que eu ainda absolutamente certo de que ele n?o mudaria de repente um dia, mas eu n?o conhecia ticamente esse Aleric melhor? Eu n?o poderia pelo menos dar a ele o benef¨ªcio da d¨²vida? Agora passamos mais tempo juntos nesta vida do que no passado . Pude conhecer em primeira m?o sua capacidade de paci¨ºncia, de bondade, de fazer o que achava certo, mesmo que isso o machucasse. Eu tinha aprendido seu humor, sua risada¡­ Eram pequenos luxos que eu nunca tive permiss?o para ver antes desta vida. Coisas que o tornaram de repente muito mais humano em vez do monstro que eu costumava imaginar que ele fosse. E ent?o suspirei, me afastando do espelho. N?o, eu precisava fazer isso sozinho. Maso eu consegui pensar em nos t?o borados no passado? Eu tinha colocado um pa¨ªs inteiro de joelhos¡­ e ainda assim eu estava lutando um Alfa? Foi porque eu ainda me sentia ligada a Tytus, meu Alfa, mesmo depois de tudo que ele tinha feito? Mas eu sabia que isso n?o era verdade. Eu estive pensando sobre isso por um tempo agora, mas, a noite em que me libertei da ordem Alfa de Aleric para ficar longe de Thea, tinha sido a mesma noite em que eu poderia ter me libertado um pouco de Tytus inadvertidamente. tamb¨¦m. Eu definitivamente ainda sentia a conex?o o bando. ¨¦ s¨® que seu dom¨ªnio sobre mim agora estava¡­ ensinado. Uma peculiaridade da minha marca??o, eu tinha certeza. Documentos estavam espalhados por toda a minha mesa de jantar, peda?os de informa??o que eu pedi para Aleric e Lucy adquirir para mim j¨¢ que eu n?o estava mais em dia os assuntos atuais do pa¨ªs . Ou pode ser apenas que algumas das minhas informa??es ainda n?o eram muito relevantes, os incidentes ainda n?o ocorreram , E ent?o eu olhei para as p¨¢ginas diante de mim, contemndo oyout muito familiar que eu n?o via h¨¢ muito tempo. ¡­E, finalmente, pensei na resposta para a pergunta que me fiz antes. Como um jogo. costumava olhar para a guerra e a pol¨ªticao um quebra-cabe?a, algo a ser resolvido que a aguardava no final. Noite ap¨®s noite se sentava em sua mesa¡­ imaginando tudo em sua cabe?a¡­ sendo capaz de ver e prevero certas pessoas iriam reagir¡­ onde s poderiam se mover. utilizaria tudo e todos dispon¨ªveis para obter o resultado que Aleric queria. ¡­ Mas eu n?o queria fazer isso. Eu j¨¢ tinha prometido uma vez nunca mais cair nessa mentalidade depois da ¨²ltima guerra; a guerra que me fez perceber que Aleric estava me usando o tempo todo. A guerra que me fez perceber que minhas pe?as no tabuleiro eram pessoas vivas, respirando. Ent?o era por isso que eu estava me segurando ainda? Medo do dano que eu era capaz? De se tornar l¨¢¡± mais uma vez? ¨¦ verdade que, desde que voltei, eu tinha me envolvido em estrat¨¦gias mesquinhas de vez em quando, mas n?o tinha feito nada perto da esc que costumava fazer no passado. Desde que voltei, testei a lealdade de Lucy ch¨¢ ¡°envenenado¡±, explorei governos, montei pequenas armadilhas para espi?es em potencial. Mas eu n?o tinha feito nada muito significativo. Na verdade, n?o. E acho que parte do motivo pode ter sido por causa dessa promessa para mim mesma¡­ essa promessa de n?o me deixar tornar essa pessoa novamente. Sentei-me lentamente na mesa ¨¤ minha frente, meus olhos examinando todos os documentos diante de mim, minhas m?os movendo-se sobre as p¨¢ginas . Parecia quase exatamente o mesmo que no passado, as pvras me chamando, oferecendo-se para me ajudar a ver o que eu precisava. Pense o que eu precisava. ¡­Mas poder¨ªamos fazer do jeito certo desta vez, certo? Encontrar uma solu??o que n?o envolvesse prejudicar todos os outros no processo para conseguir o que quer¨ªamos? E assim fechei os olhos¡­ e quebrei mais uma de minhas promessas para mim mesma. 1 ¡°¡­ Voc¨º sabe o que ¨¦ ac?nito?¡± Perguntei a Aleric, alguns dias depois. Est¨¢vamos andando no jardim dodo de fora, o sol bem alto acima de n¨®s, n¨®s dois desfrutando do ar fresco. Enviei-lhe um pedido pessoal pedindo que ele desse um passeioigo hoje. Embora isso n?o significasse que tamb¨¦m n?o houvesse outras raz?es para o convite abrupto. ¡° . . . Voc¨º quer dizero¡­ o veneno? ele perguntou confuso, olhando para mim preocupa??o. Eu sorri. ¡°Sim, ¨¦ esse.¡± ¡° ¡­ Ainda estamos discutindo o no para remover Tytuso Alpha?¡± Eu ri. ¡°Sim, n¨®s somos. N?o se preocupe, n?o ¨¦ o que voc¨º pensa. Voc¨º est¨¢ familiarizado o que ele realmente faz? Wolfsbane?¡± ¡°Eu pare?o um m¨¦dico?¡± ele respondeu retoricamente. ¡°Tudo o que sei ¨¦ evit¨¢-lo. Ele literalmente diz tudo o que eu preciso saber sobre isso dentro do nome.¡± ¡°Ok, bem, eu n?o sou o melhor herbalismo, ent?o n?o me cite aqui, mas a coisa interessante sobre wolfsbane ¨¦ que ele desacelera seu cora??o¡­ a ponto de ser letal se n?o for cuidadoso,¡± | explicou. ¡°Em lobos, esse ponto letal ¨¦ muito mais r¨¢pido, e ¨¦ por isso que ¨¦ t?o perigoso para n¨®s. Mas em pequenas doses, na verdade funciona de maneira semelhante ¨¤ prata. Move-se dentro de n¨®s, desacelerando-nos, tornando-nos mais fracos. Tornando-nos mais¡­ em conformidade.¡± ¡°Esse ¨¦ o seu no? Voc¨º quer envenen¨¢-lo?¡± ¡°Bem, n?o¡­ esse n?o ¨¦ o meu no. N?o todo o no, pelo menos,¡± eu corrigi lentamente. ¡°Apenas uma parte da pan.¡± ¡°Voc¨º acabou de admitir para mim, logo antes de sugerir isso, que voc¨º n?o ¨¦ muito bom em seu balismo ,¡± ele apontou . ¡°E voc¨º quer de alguma forma administr¨¢-lo uma dosagem t?o precisa que n?o o mate¡­ apenas o enfraque?a? E depois?¡± ¡°Espere um segundo, ok? Estou chegando l¨¢,¡± eu disse, tomando um momento para tocar uma das flores que est¨¢vamos passando . Estava chegando o outono, ent?o eu sabia que todos morreriam em breve. O ar mais frio j¨¢ estava chegando muito mais cedo do que o previsto,o ¨¦ evidente emo esfriou o cr de metal em volta do meu pesco?o. ¡°Voc¨º disse que n?o era m¨¦dico, mas n?o vamos esquecer quem ¨¦¡±, continuei. ¡°Para que meu no funcione, temos que envolver mais pessoas do que apenas n¨®s. ¨¦ imposs¨ªvel n?o. No m¨ªnimo, para assumir o controle, precisar¨ªamos do apoio geral da matilha, mas, em particr, tamb¨¦m existem v¨¢rios indiv¨ªduos que s?o essenciais para nos ajudar a atingir esse objetivo. Como por exemplo, neste caso com o wolfsbane¡­ algu¨¦mo minha m?e seria necess¨¢rio.¡± Ele parou em seu caminho para olhar para mim, franzindo a testa. ¡°Aria¡­ voc¨º tem certeza? Sua m?e? O que acontece se algo der errado?¡± Eu mastiguei o interior da minha bochecha, pensando sobre isso novamente. ¡° ¨¦ a melhor pessoa para o trabalho¡­ talvez a ¨²nica pessoa dada a sua posi??oo m¨¦dica-chefe. Al¨¦m disso, mesmo se eu tentasse conseguir outra pessoa, provavelmente insistiria em faz¨º-lo de qualquer maneira. Tamb¨¦m n?o podemos esquecer que precisamos nos ater exclusivamente a pessoas em quem podemos confiar. A ¨²nica maneira de prever que meu no se tornar¨¢ perigoso de alguma forma ¨¦ se algu¨¦m vazar muito cedo¡­ por isso precisamos da minha m?e. Ele segurou meu olhar por mais alguns segundos antes de finalmente desviar o olhar, continuando a andar. ¡°Ok, tudo bem¡­ Ent?o,o isso vai funcionar?¡± ele perguntou. ¡°Vou pedir para minha m?e enviar um memorando para Tytus solicitando sua presen?a em um check-up anual; algo que ¨¦ obrigat¨®rio para Alfas se emitido,¡± eu continuei. ¡°De acordo os documentos que voc¨º conseguiu colocar em suas m?os para mim, ele ainda n?o fez seu check-up anual. Assim que ele chegar, minha m?e administrar¨¢ o ac?nito, que espero ser misturado outra coisa para prolongar um pouco os efeitos. Isso significar¨¢ que, no dia seguinte ao meu anivers¨¢rio de dezoito anos, ele estar¨¢ enfraquecido. Mas apenas uma dose pequena o suficiente para o que precisamos. ¨¦ importante que ele n?o sinta instantaneamente uma diferen?a percept¨ªvel.¡± ¡° Y nosso anivers¨¢rio? Voc¨º realmente quer esperar at¨¦ seu anivers¨¢rio em alguns meses para remov¨º- lo? Isso n?o ¨¦¡­ cortando um pouco mais perto? ¡°Infelizmente, n?o temos escolha,¡± eu disse. ¡°O ¨²nico no que garante que Tytus sair¨¢ ileso disso gira em torno de eu ter meu crinho removido primeiro; algo que vai ser imposs¨ªvel antes do meu anivers¨¢rio. Ele mant¨¦m a chave ele o tempo todo, ent?o a ¨²nica chance que teremos ¨¦ naquele pequeno momento entre ele remover o cr¡­ e quando ele espera que voc¨º me marque. ¡°¡­ E depois?¡± Eu parei e me virei para encar¨¢-lo diretamente. ¡°¡­ E ent?o eu ordeno que ele revogue seu t¨ªtulo e entregue o pacote para n¨®s. Talvez at¨¦ mesmo exil¨¢-lo para viver sua vida em outro lugar longe da N¨¦voa Invernal para que ele n?o interfira . Seus olhos se estreitaram um pouco, tentando entenderpletamente o que eu estava sugerindo. ¡°Mas¡­ Aria, sem ofensa, mas eu estava l¨¢ na ¨²ltima vez que voc¨º tentou pedir algu¨¦m. Levou v¨¢rias tentativas e quase te deixou desmaiando no ch?o. E isso foi apenas contra um guerreiro sem ssifica??o. Como voc¨º espera usar isso contra Tytus, um Alfa?¡± ¡°Eu tenho praticado,¡± eu admiti, um pouco culpada por esquecer de mencionar isso antes, Surpresa instantaneamente cruzou suas fei??es e eu n?o o culpo. Honestamente, ainda me surpreendeu tamb¨¦m que eu fosse capaz de acessar a habilidade, especialmente porque o cr deveria ter tornado isso imposs¨ªvel, ¡°N?o seio funciona¡±, expliquei rapidamente, ¡°s¨® que ainda posso sentir. Embora¡­ seja muito mais dif¨ªcil. Como tentar filtrar uma represa de ¨¢gua atrav¨¦s de um funil. Mas ainda posso faz¨º-lo, ou melhor, ainda posso pratic¨¢-lo. ¨¦ s¨® que eu vou precisar tirar a coleira antes¡­ antes que eu possa remover o funil e amarrar a barragem, se voc¨º entende o que quero dizer. ¡°E voc¨º disse que esse no s¨® era perigoso se vazasse? Voc¨º est¨¢ literalmente apostando tudo na pequena chance de realizar algo que nunca fez antes. Algo que voc¨º nem pode testar antes do dia.¡± ¡°Bem¡­ quer dizer, h¨¢ v¨¢rias coisas que estou implementando para aumentar a taxa de sucesso¡±, defendi. ¡°Como, por exemplo, o wolfsbane deve torn¨¢-lo um pouco mais suscet¨ªvel aoando, mesmo que eu n?o esteja em plena capacidade¡­ mas voc¨º tamb¨¦m est¨¢ incorretamente assumindo um pouco aqui. Eu nunca disse que estava apostando tudo nisso. Eu n?o sou est¨²pido o suficiente para colocar todos os meus ovos em uma cesta. Ticamente¡­ tamb¨¦m existe um no B.¡± Ele ficou estudando meu rosto, esperando que eu continuasse. ¡°Eu disse que havia apenas um no que garante que Tytus abdique do cargo ileso. Infelizmente, o no B n?o ¨¦ t?o agrad¨¢vel assim. Na verdade, ¨¦ onde voc¨º entra.¡± ¡°¡­ Voc¨º n?o quer dizer realmente-.¡± ¡°¡­ Voc¨º vai precisar desafi¨¢-lo diretamente,¡± eu terminei para ele. ¡°Aria¡­ voc¨º est¨¢ maluca? Voc¨º quer que eu o mate?¡± Meus olhos se arregram. ¡°O que? N?o! N?o, voc¨º n?o precisa fazer nada t?o dr¨¢stico quanto isso,¡± corrigi apressadamente. N?o, ticamente, se voc¨º ler as leis de desafiar um Alfa, s afirmam que voc¨º s¨® precisa incapacit¨¢-lo. Vai ser ainda mais f¨¢cil por causa do wolfsbane tamb¨¦m. Mas, no caso de eu n?o conseguir executar oando, voc¨º precisar¨¢ desafi¨¢-lo, Aleric. N?o h¨¢ literalmente outra escolha. Se voc¨º n?o fizer isso, duvido que ele permita que voc¨º continue a puni??o original de me marcar. Atualmente, ele me v¨º apenaso uma amea?a ao seu futuro. O que voc¨º acha que ele vai fazerigo quando me vir tentando amea?¨¢-lo? Eu poderia dizer que ele estava lentamente percebendo que o que eu estava dizendo a ele era a verdade, que era realmente o ¨²nico no de backup vi¨¢vel. E, embora eu tamb¨¦m soubesse que o rcionamento deles n?o era o melhor, ainda era algo que eu gostaria de n?o ter que pedir a ele. Porque no final do dia, Tytus ainda era seu Alfa¡­ ele ainda era seu pai ¡°¡­Multar. Eu vou fazer isso,¡± ele concordou. ¡°Mas s¨® estou concordando porque quero colocar minha f¨¦ em voc¨º que o no A funciona.¡± Eu ri. ¡°¨¦ bom manter pensamentos positivos assim,¡± eu disse, afastando a press?o que ele estava tentando colocar de volta em mim. O packhouse ent?o voltou ¨¤ vista ¨¤ frente. Quase voltamos ¨¤ ¨¢rea principal onde outras pessoas nos veriam. Mesmo daqui, eu poderia dizer que havia alguns membros por a¨ª. ¡°Ah¡­ e mais uma coisa¡±, acrescentei, agora inconscientemente brincando a coleira. ¡°Para mitigar as consequ¨ºncias depois de assumirmos, precisamose?ar a trabalhar na imagem p¨²blica imediatamente. Tenho certeza de que haver¨¢ alguns que n?o concordar?o nossos m¨¦todos mais¡­ contundentes de sucess?o de t¨ªtulos. Precisamose?ar a preparar a narrativa o mais r¨¢pido poss¨ªvel para que n?o seja t?o negativo quando chegar a hora. O objetivo ¨¦ mostrar ¨¤s pessoas que remover Tytus cedo ¨¦ a coisa certa a fazer. Para ajud¨¢-los a ver o nossodo. Essa ¨¦ a ¨²nica maneira de as pessoase?arem a entreter as ideias que estamos propondo . Ou, mais precisamente, a ¨²nica maneira de eles provavelmente me aceitarempletamente, ¡°Eu suponho que essa ¨¦ a verdadeira raz?o p qual voc¨º me convidou para sair hoje , ent?o,¡± ele disse antes de seu sim abaixar para onde minha m?o estava tocando o metal em volta do meu pesco?o. ¡°E por que voc¨º finalmente est¨¢ deixando as pessoas verem isso.¡± Era algo que eu estava procrastinando a manh? toda. Eu fiquei na minha porta por um longo tempo, tentando encontrar alguma raz?o para adiar sair sem meu cachecol. Mas est¨¢vamos ficando sem tempo , e at¨¦ os boatos precisavam de tempo para viajar. ¡°Construindo uma narrativa¡­¡±, reiterei. ¡°Tipo¡­ Tytus gosta de acorrentar uma Santa que n?o fez nada de errado. Ele gosta¡­ de provar que ¨¦ melhor do que a pr¨®pria Deusa aprisionando sua encarna??o terrena. Aleric zombou e olhou para mim divertido. ¡°Voc¨º dificilmente ¨¦ inocente¡­ e voc¨º nem acredita nessa porcaria de Deusa. Voc¨º mesmo me disse que toda essa coisa de ¡®f¨¦ na Deusa¡¯ ¨¦ basicamente uma farsa. Dei de ombros. ¡°Eles n?o precisam saber disso. Eles s¨® precisam acreditar. Honestamente, quanto mais piedosos eles forem, mais f¨¢cil ser¨¢ para as pessoas aceitarem nossa co-alfaia m¨²tua.¡± N¨®s caminhamos at¨¦ a casa de carga ee?amos a subir as escadas para onde nossos aposentos estavam. Ao longo do caminho, v¨¢rios rostos curiosos dos membros do bando se viraram para olhar para o meu novo acess¨®rio, algo que se encaixava perfeitamente no meu no. ¡°...Are you still worried about that?¡± he asked. ¡°About¡­ if something happens and things don¡¯t turn out the way we agreed?¡± He was asking me if I was still worried whether he would betray me. The answer was, of course, yes. How could I not be? It was something that was on my mind almost every waking second. Everything that I was doing, everything I was nning, all of it hinged on him honouring the pact we¡¯d made. Even the very trust I was putting in him to help me execute this strategy was already too much. After all, the second Tytus found out about any of this, I would be screwed. But it was a gamble I¡®d told myself I would take and I needed to see it through to the end. The benefits of eliminating civil war with Aleric outweighed the alternatives, and it gave me the position I needed in order to start focusing on stopping Thea instead. Stop¡­ Whatever the hell she was nning. Something I still had no intel on. | paused to then look at him, my expression bing more serious than any of the prior conversations we¡®d already had. ¡°...You already know my answer to that, Aleric.¡± And quickly, I continued walking up the stairs, not wanting to discuss it any further. ¡°Alright then. So what¡®s the next thing I can help with?¡± he asked once we¡¯d arrived back at my quarters. I pulled out a key and slotted it into the shiny new lock that was fitted onto my door, pushing it open. Only Lucy, Aleric and I had ess to my quarters now, as it should have been from the start. And, to my relief, it decreased the necessity of needing constant babysitters. ¡°I¡¯ve already sent a few letters out, but¡­ here,¡± I said and handed him arge pile of papers that had been sitting on my table inside. ¡°This is for you.¡± ¡°What is it?¡± he asked, inspecting the pages curiously. ¡°Aption of important things that have happened, of things that are currently happening, and of things that may happen in the future. I¡¯ve also sorted it by date order. Not in the way you¡¯re probably thinking though. What I mean is that I¡®ve sorted it in the order of things that require your attention right now, through to things that you probably don¡¯t need to worry about for another few years. Unfortunately, the majority of these are things only you can aplish right now since I don¡¯t presently hold any rank within the pack. There isn¡¯t a way for me to justify my involvement without looking suspicious.¡± ¡°¡­ You managed to do all of this in a few days?¡± ¡°Provavelmente ainda est¨¢ um pouco ipleto,¡± eu admiti, olhando para a pilha. ¡°Embora eu deixe voc¨º saber se eu adicionar mais alguma coisa a ele enquanto eu penso nisso. Por enquanto, pelo menos, ¨¦ um ponto de partida. Se pudermos lidar alguns dos itens maiores, isso tornar¨¢ o primeiro ano mais f¨¢cil¡­ o que ¨¦ isso? Algo ent?o chamou minha aten??o atr¨¢s de sua cabe?a, me fazendo perder minha linha de pensamento. Era livros. Muitos deles. Quaseo se uma prateleira inteira da biblioteca tivesse sido transferida para c¨¢. ¡°Ah¡­ eu notei um tempo atr¨¢s que os livros que voc¨º tinha estavam apenas acumndo poeira, apesar de voc¨º n?o ter nada para fazer¡±, disse ele, um pouco sem jeito. ¡°Eu n?o sei¡­ foi um pouco estranho j¨¢ que eu sei que voc¨º gosta tanto de ler. Mas tudo deu certo quando voc¨º me disse que morava aqui. Achei que voc¨º poderia querer algumas coisas novas para ler em vez disso. ¡­Ele estava tentando me dar um presente. Ou¡­ mais ou menos. Foi um presente, de um jeito estranho ¡®provavelmente roubou isso da biblioteca ¡® . E eles definitivamente eram da biblioteca. Reconheci todos os t¨ªtulos imediatamente, quase conseguia lembrar exatamente onde eles seriam colocados nas prateleiras. Afinal, eu j¨¢ tinha lido todos esses livros tamb¨¦m. ¡­.No entanto, o sentimento estava l¨¢ e eu apreciei isso. Construir um bom rcionamento Aleric s¨® funcionaria a meu favor no futuro . ¡°Ah¡­ Obrigado¡±, eu disse, dando-lhe um pequeno sorriso. ¡°Certamente irei l¨º-los quando tiver uma chance.¡± Mas seus olhos se estreitaram imediatamente. ¡°Voc¨º j¨¢ leu isso tamb¨¦m, ¡± ele afirmou, me expondo instantaneamente. ¡°O que? N?o. Eles est?o ¨®timos, obrigado. ¡° Aria¡­ S¨¦rio.¡± Eu suspirei, ¡°Olha, sinceramente, voc¨º provavelmente teria dificuldade em encontrar algo no pacote que eu ainda n?o li. Era uma vez, eu tinha mais tempo livre do que eu sabia o que fazer. Isso n?o significa que eu n?o aprecie o gesto.¡± ¡°N?o h¨¢ outro lugar ? Alguma outra biblioteca ou cole??o? Certamente deve haver alguma coisa¡±, disse ele, inflex¨ªvel em seguir isso. ¡­Mas havia realmente algum outro lugar que tivesse livros que eu n?o tinha lido? E de repente um pensamento me ocorreu; uma maneira de resolver um dos problemas que eu estava pensando. Algo que eu precisava confirmar antes dee?ar a trabalhar na pr¨®xima parte do meu no. E, de alguma forma, Aleric tinha acabado de me entregar a maneira perfeita de fazer isso. ¡°Na verdade¡­¡±, eu disse, fndo lentamente em pensamento, ¡°¡­ h¨¢ um lugar¡­¡± 1 Digitalizado CamScanner ¡­Eu poderia simplesmente perguntar a ¡¯, penseiigo mesmo, olhando no espelho para o meu reflexo Depois daqu noite, Aleric e eu concordamos que precis¨¢vamos br um no deo me libertar do cr¡­ bemo remover Tytuso Alpha no processo. Por motivos ¨®bvios , permitir que ele continuasse me marcando estava fora de quest?o, independentemente dos termos que Aleric e eu est¨¢vamos agora . E ent?o n¨®s admitimos que era hora. Hora de Tytus deixar o cargo, permitindo uma mudan?a adequada. ¡­Mas agora isso nos deixou a necessidade de pensar em uma maneira de realmente conseguir isso. Eu j¨¢ tinha passado horas despejando sobre ideias diferentes, mas estava quase vazia. Todos eles n?o funcionariam ou eram moralmente question¨¢veis. ¡­ E foi assim que eventualmente me levou a olhar para o meu reflexo, contemndo algo que eu normalmente nunca teria considerado. Para pedir ajuda ao meu antigo eu. A garota que eu n?o ouvia frigo h¨¢ meses, mas ainda era uma parte de mim. N?o, espere¡­ isso n?o estava certo¡­ *era* eu. Apenas uma parte de mim que meu c¨¦rebro havia conjurado, criando uma entidade separada para que eu pudesse viverigo mesma e tudo o que fiz. ¡® seria mais adequada para isso¡¯, pensei, tocando minha bochecha. ¡° sempre teve uma ideia ou estrat¨¦gia para resolver problemas teimosos no passado. E os prazos apenas a faziam trabalhar mais efici¨ºncia. ¡­ Mas eu queria a ajuda d? tinha sido um instrumento de caos que foi empunhado por um louco. A ¨²nica coisa que realmente sabia erao ter sucesso por qualquer meio poss¨ªvel. N?o importa o custo. N?o importa quem matou ao longo do caminho. Contanto que seu Aleric apenas reconhecesse sua exist¨ºncia. Eu n?o queria que as coisas voltassem por esse caminho. S¨® porque Aleric e eu est¨¢vamos trabalhando juntos novamente, n?o significava que eu permitiria que as coisas se repetissem. Eu j¨¢ tinha aprendido da maneira mais dif¨ªcil que ¨¤s vezes as solu??es mais f¨¢ceis em pol¨ªtica s¨® iriam tecer mais conflitos mais tarde. Mas ele tinha me dado um juramento. Eu precisava acreditar que ele manteria sua pvra. Era verdade que eu ainda absolutamente certo de que ele n?o mudaria de repente um dia, mas eu n?o conhecia ticamente esse Aleric melhor? Eu n?o poderia pelo menos dar a ele o benef¨ªcio da d¨²vida? Agora passamos mais tempo juntos nesta vida do que no passado . Pude conhecer em primeira m?o sua capacidade de paci¨ºncia, de bondade, de fazer o que achava certo, mesmo que isso o machucasse. Eu tinha aprendido seu humor, sua risada¡­ Eram pequenos luxos que eu nunca tive permiss?o para ver antes desta vida. Coisas que o tornaram de repente muito mais humano em vez do monstro que eu costumava imaginar que ele fosse. E ent?o suspirei, me afastando do espelho. N?o, eu precisava fazer isso sozinho. Maso eu consegui pensar em nos t?o borados no passado? Eu tinha colocado um pa¨ªs inteiro de joelhos¡­ e ainda assim eu estava lutando um Alfa? Foi porque eu ainda me sentia ligada a Tytus, meu Alfa, mesmo depois de tudo que ele tinha feito? Mas eu sabia que isso n?o era verdade. Eu estive pensando sobre isso por um tempo agora, mas, a noite em que me libertei da ordem Alfa de Aleric para ficar longe de Thea, tinha sido a mesma noite em que eu poderia ter me libertado um pouco de Tytus inadvertidamente. tamb¨¦m. Eu definitivamente ainda sentia a conex?o o bando. ¨¦ s¨® que seu dom¨ªnio sobre mim agora estava¡­ ensinado. Uma peculiaridade da minha marca??o, eu tinha certeza. Documentos estavam espalhados por toda a minha mesa de jantar, peda?os de informa??o que eu pedi para Aleric e Lucy acquire for me since I was no longer up to date with the current affairs in the country. Or maybe it was just that some of my information wasn¡®t quite relevant yet, the incidents having not yet urred, And so i stared at the pages before me, contemting over the very familiaryout I hadn¡¯t geen in such a long time. ¡­And, finally, I thought of the answer to the question i¡¯d asked myself earlier. Like a game. She used to look at war and politics like a puzzle, something to be solved that held a reward for her at the end of it. Night after night she would sit at her desk¡­ imagining it all in her head ¡­ being able to see and predict how certain people would react¡­ where they might move. She would utilise everything and everyone avable in order to get her the result Aleric wanted. ¡­But I didn¡¯t want to do that. I¡¯d already vowed once to never fall into that mentality again after thest war; the war that made me realise Aleric had just been using me the entire time. The war that made me realise that my pieces on the board were actual living, breathing people. So was that why I was holding myself back still? Fear of the damage I was capable of? Of bing ther¡± once more? It was true that, sinceing back, I had dabbled in petty strategy now and then, but I hadn¡®t done anything near the scale I used to do in the past. Since returning, I¡®d tested Lucy¡®s loyalty with ¡®poisoned¡¯ tea, exploited governments, set up minor traps for potential spies. But I hadn¡®t done anything overly significant. Not really. And I think a part of the reason may have been because of that promise to myself¡­ that promise to not let myself be that person again. I sat slowly down at the desk in front of me, my eyes scanning over all the documents before me, my hands moving over the pages. It felt almost exactly the same as in the past, the words calling out to me, offering to help me see what I needed to. Think what I needed to. ¡­But we could do it the right way this time, right? Find a solution that didn¡®t entail hurting everyone else in the process to just get what we wanted? And so I closed my eyes¡­ and broke yet another one of my promises to myself. 1 ¡°¡­Do you know what wolfsbane is?¡± I asked Aleric, a few dayster. We were walking in the garden outside, the sun high above us, both of us enjoying the fresh air. I¡¯d sent him a personal request asking that he take a walk with me today. Though that wasn¡¯t to say didn¡¯t have other reasons for the abrupt invitation either. ¡°...You mean like¡­ the poison?¡± he asked confused, looking at me with concern. I smiled. ¡°Yeah, that¡®s the one.¡± ¡° ¡­ Ainda estamos discutindo o no para remover Tytuso Alpha?¡± Eu ri. ¡°Sim, n¨®s somos. N?o se preocupe, n?o ¨¦ o que voc¨º pensa. Voc¨º est¨¢ familiarizado o que ele realmente faz? Wolfsbane?¡± ¡°Eu pare?o um m¨¦dico?¡± ele respondeu retoricamente. ¡°Tudo o que sei ¨¦ evit¨¢-lo. Ele literalmente diz tudo o que eu preciso saber sobre isso dentro do nome.¡± ¡°Ok, bem, eu n?o sou o melhor herbalismo, ent?o n?o me cite aqui, mas a coisa interessante sobre wolfsbane ¨¦ que ele desacelera seu cora??o¡­ a ponto de ser letal se n?o for cuidadoso,¡± | explicou. ¡°Em lobos, esse ponto letal ¨¦ muito mais r¨¢pido, e ¨¦ por isso que ¨¦ t?o perigoso para n¨®s. Mas em pequenas doses, na verdade funciona de maneira semelhante ¨¤ prata. Move-se dentro de n¨®s, desacelerando-nos, tornando-nos mais fracos. Tornando-nos mais¡­ em conformidade.¡± ¡°Esse ¨¦ o seu no? Voc¨º quer envenen¨¢-lo?¡± ¡°Bem, n?o¡­ esse n?o ¨¦ o meu no. N?o todo o no, pelo menos,¡± eu corrigi lentamente. ¡°Apenas uma parte da pan.¡± ¡°Voc¨º acabou de admitir para mim, logo antes de sugerir isso, que voc¨º n?o ¨¦ muito bom em seu balismo ,¡± ele apontou . ¡°E voc¨º quer de alguma forma administr¨¢-lo uma dosagem t?o precisa que n?o o mate¡­ apenas o enfraque?a? E depois?¡± ¡°Espere um segundo, ok? Estou chegando l¨¢,¡± eu disse, tomando um momento para tocar uma das flores que est¨¢vamos passando . Estava chegando o outono, ent?o eu sabia que todos morreriam em breve. O ar mais frio j¨¢ estava chegando muito mais cedo do que o previsto,o ¨¦ evidente emo esfriou o cr de metal em volta do meu pesco?o. ¡°Voc¨º disse que n?o era m¨¦dico, mas n?o vamos esquecer quem ¨¦¡±, continuei. ¡°Para que meu no funcione, temos que envolver mais pessoas do que apenas n¨®s. ¨¦ imposs¨ªvel n?o. No m¨ªnimo, para assumir o controle, precisar¨ªamos do apoio geral da matilha, mas, em particr, tamb¨¦m existem v¨¢rios indiv¨ªduos que s?o essenciais para nos ajudar a atingir esse objetivo. Como por exemplo, neste caso com o wolfsbane¡­ algu¨¦mo minha m?e seria necess¨¢rio.¡±Owned by N?velDrama.Org. Ele parou em seu caminho para olhar para mim, franzindo a testa. ¡°Aria¡­ voc¨º tem certeza? Sua m?e? O que acontece se algo der errado?¡± Eu mastiguei o interior da minha bochecha, pensando sobre isso novamente. ¡° ¨¦ a melhor pessoa para o trabalho¡­ talvez a ¨²nica pessoa dada a sua posi??oo m¨¦dica-chefe. Al¨¦m disso, mesmo se eu tentasse conseguir outra pessoa, provavelmente insistiria em faz¨º-lo de qualquer maneira. Tamb¨¦m n?o podemos esquecer que precisamos nos ater exclusivamente a pessoas em quem podemos confiar. A ¨²nica maneira de prever que meu no se tornar¨¢ perigoso de alguma forma ¨¦ se algu¨¦m vazar muito cedo¡­ por isso precisamos da minha m?e. Ele segurou meu olhar por mais alguns segundos antes de finalmente desviar o olhar, continuando a andar. ¡°Ok, tudo bem¡­ Ent?o,o isso vai funcionar?¡± ele perguntou. ¡°Vou pedir para minha m?e enviar um memorando para Tytus solicitando sua presen?a em um check-up anual; algo que ¨¦ obrigat¨®rio para Alfas se emitido,¡± eu continuei. ¡°De acordo os documentos que voc¨º conseguiu colocar em suas m?os para mim, ele ainda n?o fez seu check-up anual. Assim que ele chegar, minha m?e administrar¨¢ o ac?nito, que espero ser misturado outra coisa para prolongar um pouco os efeitos. Isso significar¨¢ que, no dia seguinte ao meu anivers¨¢rio de dezoito anos, ele estar¨¢ enfraquecido. Mas apenas uma dose pequena o suficiente para o que precisamos. ¨¦ importante que ele n?o sinta instantaneamente uma diferen?a percept¨ªvel.¡± ¡° Y nosso anivers¨¢rio? Voc¨º realmente quer esperar at¨¦ seu anivers¨¢rio em alguns meses para remov¨º- lo? Isso n?o ¨¦¡­ cortando um pouco mais perto? ¡°Infelizmente, n?o temos escolha,¡± eu disse. ¡°O ¨²nico no que garante que Tytus sair¨¢ ileso disso gira em torno de eu ter meu crinho removido primeiro; algo que vai ser imposs¨ªvel antes do meu anivers¨¢rio. Ele mant¨¦m a chave ele o tempo todo, ent?o a ¨²nica chance que teremos ¨¦ naquele pequeno momento entre ele remover o cr¡­ e quando ele espera que voc¨º me marque. ¡°¡­ E depois?¡± Eu parei e me virei para encar¨¢-lo diretamente. ¡°¡­ E ent?o eu ordeno que ele revogue seu t¨ªtulo e entregue o pacote para n¨®s. Talvez at¨¦ mesmo exil¨¢-lo para viver sua vida em outro lugar longe da N¨¦voa Invernal para que ele n?o interfira . Seus olhos se estreitaram um pouco, tentando entenderpletamente o que eu estava sugerindo. ¡°Mas¡­ Aria, sem ofensa, mas eu estava l¨¢ na ¨²ltima vez que voc¨º tentou pedir algu¨¦m. Levou v¨¢rias tentativas e quase te deixou desmaiando no ch?o. E isso foi apenas contra um guerreiro sem ssifica??o. Como voc¨º espera usar isso contra Tytus, um Alfa?¡± ¡°Eu tenho praticado,¡± eu admiti, um pouco culpada por esquecer de mencionar isso antes, Surpresa instantaneamente cruzou suas fei??es e eu n?o o culpo. Honestamente, ainda me surpreendeu tamb¨¦m que eu fosse capaz de acessar a habilidade, especialmente porque o cr deveria ter tornado isso imposs¨ªvel, ¡°N?o seio funciona¡±, expliquei rapidamente, ¡°s¨® que ainda posso sentir. Embora¡­ seja muito mais dif¨ªcil. Como tentar filtrar uma represa de ¨¢gua atrav¨¦s de um funil. Mas ainda posso faz¨º-lo, ou melhor, ainda posso pratic¨¢-lo. ¨¦ s¨® que eu vou precisar tirar a coleira antes¡­ antes que eu possa remover o funil e amarrar a barragem, se voc¨º entende o que quero dizer. ¡°E voc¨º disse que esse no s¨® era perigoso se vazasse? Voc¨º est¨¢ literalmente apostando tudo na pequena chance de realizar algo que nunca fez antes. Algo que voc¨º nem pode testar antes do dia.¡± ¡°Well¡­ I mean, there are several things I¡¯m implementing to increase the sess rate,¡± i defended. ¡°Like, for example, the wolfsbane should make him a bit more susceptible to themand even if I¡®m not at full capacity¡­ but you¡¯re also incorrectly assuming a little here. I never said that I was betting everything on this. I¡¯m not stupid enough to put all of my eggs in one basket. Technically¡­ there is a n B as well.¡± He stood studying my face, waiting for me to proceed. ¡°I said that there was only one n which guarantees Tytus abdicates the position unhurt. Unfortunately, n B is not as pleasant as that. Actually, it¡®s where youe in.¡± ¡°¡­You don¡®t actually mean¨C.¡± ¡°¡­ You¡®ll need to challenge him directly,¡± I finished for him. ¡°Aria¡­ are you nuts? You want me to kill him?¡± Meus olhos se arregram. ¡°O que? N?o! N?o, voc¨º n?o precisa fazer nada t?o dr¨¢stico quanto isso,¡± corrigi apressadamente. N?o, ticamente, se voc¨º ler as leis de desafiar um Alfa, s afirmam que voc¨º s¨® precisa incapacit¨¢-lo. Vai ser ainda mais f¨¢cil por causa do wolfsbane tamb¨¦m. Mas, no caso de eu n?o conseguir executar oando, voc¨º precisar¨¢ desafi¨¢-lo, Aleric. N?o h¨¢ literalmente outra escolha. Se voc¨º n?o fizer isso, duvido que ele permita que voc¨º continue a puni??o original de me marcar. Atualmente, ele me v¨º apenaso uma amea?a ao seu futuro. O que voc¨º acha que ele vai fazerigo quando me vir tentando amea?¨¢-lo? Eu poderia dizer que ele estava lentamente percebendo que o que eu estava dizendo a ele era a verdade, que era realmente o ¨²nico no de backup vi¨¢vel. E, embora eu tamb¨¦m soubesse que o rcionamento deles n?o era o melhor, ainda era algo que eu gostaria de n?o ter que pedir a ele. Porque no final do dia, Tytus ainda era seu Alfa¡­ ele ainda era seu pai ¡°¡­Multar. Eu vou fazer isso,¡± ele concordou. ¡°Mas s¨® estou concordando porque quero colocar minha f¨¦ em voc¨º que o no A funciona.¡± Eu ri. ¡°¨¦ bom manter pensamentos positivos assim,¡± eu disse, afastando a press?o que ele estava tentando colocar de volta em mim. O packhouse ent?o voltou ¨¤ vista ¨¤ frente. Quase voltamos ¨¤ ¨¢rea principal onde outras pessoas nos veriam. Mesmo daqui, eu poderia dizer que havia alguns membros por a¨ª. ¡°Ah¡­ e mais uma coisa¡±, acrescentei, agora inconscientemente brincando a coleira. ¡°Para mitigar as consequ¨ºncias depois de assumirmos, precisamose?ar a trabalhar na imagem p¨²blica imediatamente. Tenho certeza de que haver¨¢ alguns que n?o concordar?o nossos m¨¦todos mais¡­ contundentes de sucess?o de t¨ªtulos. Precisamose?ar a preparar a narrativa o mais r¨¢pido poss¨ªvel para que n?o seja t?o negativo quando chegar a hora. O objetivo ¨¦ mostrar ¨¤s pessoas que remover Tytus cedo ¨¦ a coisa certa a fazer. Para ajud¨¢-los a ver o nossodo. Essa ¨¦ a ¨²nica maneira de as pessoase?arem a entreter as ideias que estamos propondo . Ou, mais precisamente, a ¨²nica maneira de eles provavelmente me aceitarempletamente, ¡°Eu suponho que essa ¨¦ a verdadeira raz?o p qual voc¨º me convidou para sair hoje , ent?o,¡± ele disse antes de seu sim abaixar para onde minha m?o estava tocando o metal em volta do meu pesco?o. ¡°E por que voc¨º finalmente est¨¢ deixando as pessoas verem isso.¡± Era algo que eu estava procrastinando a manh? toda. Eu fiquei na minha porta por um longo tempo, tentando encontrar alguma raz?o para adiar sair sem meu cachecol. Mas est¨¢vamos ficando sem tempo , e at¨¦ os boatos precisavam de tempo para viajar. ¡°Construindo uma narrativa¡­¡±, reiterei. ¡°Tipo¡­ Tytus gosta de acorrentar uma Santa que n?o fez nada de errado. Ele gosta¡­ de provar que ¨¦ melhor do que a pr¨®pria Deusa aprisionando sua encarna??o terrena. Aleric zombou e olhou para mim divertido. ¡°Voc¨º dificilmente ¨¦ inocente¡­ e voc¨º nem acredita nessa porcaria de Deusa. Voc¨º mesmo me disse que toda essa coisa de ¡®f¨¦ na Deusa¡¯ ¨¦ basicamente uma farsa. Dei de ombros. ¡°Eles n?o precisam saber disso. Eles s¨® precisam acreditar. Honestamente, quanto mais piedosos eles forem, mais f¨¢cil ser¨¢ para as pessoas aceitarem nossa co-alfaia m¨²tua.¡± N¨®s caminhamos at¨¦ a casa de carga ee?amos a subir as escadas para onde nossos aposentos estavam. Ao longo do caminho, v¨¢rios rostos curiosos dos membros do bando se viraram para olhar para o meu novo acess¨®rio, algo que se encaixava perfeitamente no meu no. ¡° ¡­ Voc¨º ainda est¨¢ preocupado isso? ele perguntou. ¡° Uma luta¡­ se algo acontecer e as coisas n?o sa¨ªrem do jeito quebinamos?¡± Ele estava me perguntando se eu ainda estava preocupado se ele iria me trair. A resposta foi, ro, sim. Como eu poderia n?o ser? Era algo que estava em minha mente quase a cada segundo acordado. Tudo o que eu estava fazendo, tudo o que eu estava nejando, tudo dependia dele honrar o pacto que t¨ªnhamos feito. At¨¦ a pr¨®pria confian?a que eu estava depositando nele para me ajudar a executar essa estrat¨¦gia j¨¢ era demais. Afinal, no segundo que Tytus descobrisse isso, eu estaria ferrado. Mas era uma aposta que eu disse a mim mesma que faria e precisava ir at¨¦ o fim. Os benef¨ªcios de eliminar a guerra civil Aleric superaram as alternativas, e isso me deu a posi??o que eu precisava parae?ar a me concentrar em parar Thea. Pare¡­ Seja l¨¢ o que diabos estava nejando. Algo que eu ainda n?o tinha informa??es. | Fiz uma pausa para ent?o olhar para ele, minha express?o se tornando mais s¨¦ria do que qualquer uma das conversas anteriores que j¨¢ tivemos . ¡°. . . Voc¨º j¨¢ sabe minha resposta para isso, Aleric. E rapidamente, continuei subindo as escadas, n?o querendo discutir mais sobre isso. ¡°Tudo bem ent?o. Ent?o, qual ¨¦ a pr¨®xima coisa em que posso ajudar?¡± ele perguntou assim que chegamos de volta aos meus aposentos. Peguei uma chave e a enfiei na fechadura nova e brilhante que estava encaixada na minha porta, abrindo-a. Apenas Lucy, Aleric e eu t¨ªnhamos acesso aos meus aposentos agora,o deveria ter sido desde o in¨ªcio. E, para meu al¨ªvio, diminuiu a necessidade de precisar de bab¨¢s constantes. ¡°J¨¢ enviei algumas cartas, mas¡­ aqui,¡± eu disse e entreguei a ele uma grande pilha de pap¨¦is que estavam na minha mesa l¨¢ dentro. ¡°Isto ¨¦ para voc¨º.¡± ¡°O que ¨¦ isso?¡± ele perguntou, inspecionando as p¨¢ginas curiosidade. ¡°Umap??o de coisas importantes que aconteceram, coisas que est?o acontecendo atualmente e coisas que podem acontecer no futuro. Eu tamb¨¦m ssifiquei por ordem de data. N?o da maneira que voc¨º provavelmente est¨¢ pensando. O que quero dizer ¨¦ que ssifiquei na ordem das coisas que exigem sua aten??o agora, at¨¦ as coisas as quais voc¨º provavelmente n?o precisa se preocupar por mais alguns anos. Infelizmente, Digitalizado CamScanner a maioria dessas s?o coisas que s¨® voc¨º pode realizar agora, j¨¢ que atualmente n?o possuo nenhum posto dentro do bando. N?o h¨¢o justificar meu envolvimento sem parecer suspeito. ¡°¡­ Voc¨º conseguiu fazer tudo isso em poucos dias?¡± ¡°Provavelmente ainda est¨¢ um pouco ipleto,¡± eu admiti, olhando para a pilha. ¡°Embora eu deixe voc¨º saber se eu adicionar mais alguma coisa a ele enquanto eu penso nisso. Por enquanto, pelo menos, ¨¦ um ponto de partida. Se pudermos lidar alguns dos itens maiores, isso tornar¨¢ o primeiro ano mais f¨¢cil¡­ o que ¨¦ isso? Algo ent?o chamou minha aten??o atr¨¢s de sua cabe?a, me fazendo perder minha linha de pensamento. Era livros. Muitos deles. Quaseo se uma prateleira inteira da biblioteca tivesse sido transferida para c¨¢. ¡°Ah¡­ eu notei um tempo atr¨¢s que os livros que voc¨º tinha estavam apenas acumndo poeira, apesar de voc¨º n?o ter nada para fazer¡±, disse ele, um pouco sem jeito. ¡°Eu n?o sei¡­ foi um pouco estranho j¨¢ que eu sei que voc¨º gosta tanto de ler. Mas tudo deu certo quando voc¨º me disse que morava aqui. Achei que voc¨º poderia querer algumas coisas novas para ler em vez disso. ¡­Ele estava tentando me dar um presente. Ou¡­ mais ou menos. Foi um presente, de um jeito estranho ¡®provavelmente roubou isso da biblioteca ¡® . E eles definitivamente eram da biblioteca. Reconheci todos os t¨ªtulos imediatamente, quase conseguia lembrar exatamente onde eles seriam colocados nas prateleiras. Afinal, eu j¨¢ tinha lido todos esses livros tamb¨¦m. ¡­.No entanto, o sentimento estava l¨¢ e eu apreciei isso. Construir um bom rcionamento Aleric s¨® funcionaria a meu favor no futuro . ¡°Ah¡­ Obrigado¡±, eu disse, dando-lhe um pequeno sorriso. ¡°Certamente irei l¨º-los quando tiver uma chance.¡± Mas seus olhos se estreitaram imediatamente. ¡°Voc¨º j¨¢ leu isso tamb¨¦m, ¡± ele afirmou, me expondo instantaneamente. ¡°O que? N?o. Eles est?o ¨®timos, obrigado. ¡° Aria¡­ S¨¦rio.¡± Eu suspirei, ¡°Olha, sinceramente, voc¨º provavelmente teria dificuldade em encontrar algo no pacote que eu ainda n?o li. Era uma vez, eu tinha mais tempo livre do que eu sabia o que fazer. Isso n?o significa que eu n?o aprecie o gesto.¡± ¡°N?o h¨¢ outro lugar ? Alguma outra biblioteca ou cole??o? Certamente deve haver alguma coisa¡±, disse ele, inflex¨ªvel em seguir isso. ¡­Mas havia realmente algum outro lugar que tivesse livros que eu n?o tinha lido? E de repente um pensamento me ocorreu; uma maneira de resolver um dos problemas que eu estava pensando. Algo que eu precisava confirmar antes dee?ar a trabalhar na pr¨®xima parte do meu no. E, de alguma forma, Aleric tinha acabado de me entregar a maneira perfeita de fazer isso. ¡°Na verdade¡­¡±, eu disse, fndo lentamente em pensamento, ¡°¡­ h¨¢ um lugar¡­ Cap铆tulo 76 Cap¨ªtulo 76 Cap¨ªtulo Setenta e Seis ¡°Por que Elder Luke¡± Aleric me perguntou alguns dias depois Est¨¢vamos em seu ca, dirigindo em dire??o ao conjunto habitacional onde os Anci?os residiam A piacelhadatvted desde minha confirma??o de marca??o h¨¢ tr¨ºs anos ¡°Voc¨º est¨¢ seriamente me perguntando isso?¡± ¡°Bem, ¨¦ s¨® que ele ¨¦ o Anci?o menos experiente, certo? Alenc triste ¡°Ele n?o se juntou h¨¢ apenas alguns anos? N?o seria melhor procurar um dos outros seis Anci?es, j¨¢ que eles s?o mais experientes? ¡°O fato de voc¨º estar me perguntando isso significa que voc¨º ainda n?o deve estar muito familiarizado como esse bando ¨¦ executado¡±, respondi. ¡°Eu sei o suficiente¡±, disse ele defensivamente, me fazendo rir. ¡°Ok, ok, desculpe. Eu explico,¡± eu disse. ¡°Voc¨º j¨¢ notouo toda a carga de trabalho que Tytus lhe d¨¢ consiste apenas em problemas muito pequenos? Como pequenos problemas que n?o precisam de muita reflex?o ¡°Sim, mas ainda n?o sou um membro totalmente juramentado. As quest?es maiores seriam cuidadas por Tytus e os Anci?es.¡± ¡°Um na superf¨ªcie? Sim, eu disse. ¡°Se for igual ao passado, ent?o, sim, os Anci?es s?o os que est?o cuidando de todos os problemas maiores. Naqu ¨¦poca. Tytus e voc¨º teriam a pvra final, mas voc¨º normalmente n?o era as pessoas que vinham todas as ideias Voc¨º confiava nos Anci?es e em mim para isso ¡°Na superf¨ªcie? ¨¦ aqui que voc¨º finalmente me diz por que apenas este Elder?** * precisava te dar contexto primeiro,¡± eu disse, desaprovando sua impaci¨ºncia. ¡°Ent?o,o eu estava dizendo, atualmente os Anci?es est?o cuidando de todas as quest?es principais. Agora, se voc¨º colocar as m?os nas atas da reuni?o privada um dia, ver¨¢ um nome constantemente aparecendo Luke Hastings. ¡°Anci?o Luke?¡± ele perguntou para o qual eu assenti. ¡°Elder Luke ¨¦ sozinho uma das pessoas mais perigosas do nosso bando e ele nem precisa levantar um dedo para esse t¨ªtulo,¡± eu disse ¡°Depois que eupletei minha coroa??o de Luna, eu entrei no cofre do bando. e ler a maioria dos documentos ssificados rcionados a reuni?es e pol¨ªtica. De certa forma, ele est¨¢ basicamente administrando o lugar agora suas estrat¨¦gias e foi a pessoa que despertou meu fasc¨ªnio inicial no campo ¡± O cofre do pacote estava localizado em um local secreto sob a N¨¦voa de Inverno, reservado apenas para membros ssificados e Anci?es. Nem mesmo herdeiros eram permitidos ali, era o lugar onde todos os tesouros e documentos importantes eram guardados para cust¨®dia. Entre muitas outras coisas, um item not¨¢vel em seu invent¨¢rio agora era a espada antiga que me decapitou No passado. Aleric me proibiu de entrar l¨¢, mas ticamente, por ter uma ssifica??o Luna, eu normalmente deveria ter tido acesso. Aparentemente, nesta vida, ele n?o parecia se importar, j¨¢ que agora nementava sobre The faci l¡¯a been there. Alenc dirigiu em sil¨ºncio por um pouco refletindo sobre o que eu tinha acabado de dizer a ele. Ele provavelmente estava juntando tudo. Pensando nisso agora, ele parece influenciar muito mais do que os outros Eu sorri. ¡°N?o se sinta mal. Se voc¨º n?o tivesse notado o Elder Luke sutilmente empurrando as reuni?es at¨¦ agora, ent?o voc¨º estava apenas fazendo exatamente o que ele esperava que voc¨º fizesse. coisas que ele faz inferno, mesmo eu s¨® descobri h¨¢ alguns anos que ele tem pessoas trabalhando diretamente ele. Tenho certeza que at¨¦ mesmo os membros ssificados podem n?o saber disso, pois foi uma surpresa para mim.¡± Lembreio ele de alguma forma sabia que Cai estava me treinando embate, embora apenas Myra, Cai e eu soub¨¦ssemos disso. Ele era um mestre dos segredos em um n¨ªvel mais alto do que provavelmente imaginava. Afinal,o ele havia dito t?o bem no passado, ele n?o chegou onde estava agora sem ajuda. Quem sabia o qu?o vasta sua rede realmente era? ¡°Se nos encontrarmos dodo oposto do ¨¦lder Luke, n?o posso garantir o resultado¡±, continuei. Na verdade, eu preferiria enfrentar Tytus de frente v¨¢rias vezes do que enfrentar o Elder Luke nem uma vez. Ele ¨¦ muito mais inteligente do que alguns acreditam¡­ e devo muito a ele por me ajudar a chegar onde estou.¡± Se ele nunca tivesse sugerido que eu tentasse me tornar Beta, ent?o n?o haviao saber onde eu estaria agora. ro, n?o tinha dado certo, mas sem isso, Aleric e eu nunca ter¨ªamos nos aproximado. E eu nunca teria me tornado mais forte ou mais confiante. Eu estava onde estava hoje por causa dele. Porque ele acreditava em fazer algo que antes era in¨¦dito. Era exatamente essa mentalidade dele que eu estava contando. O tipo de mente aberta e progressista p qual ele era conhecido mesmo antes desta vida. Ele tinha sido um aliado para mim at¨¦ agora¡­ mas seria assim quando finalmente chegasse o momento da mudan?a? Porque eu sabia que me aproximar dele n?o era isento de riscos. Eu ainda estavapletamente ciente do fato de que isso seria pedir a ele para trair seu Alfa atual¡­ e todos tinham seus limites. ¡° N¨®s estamos aqui,¡± Aleric disse, parando na propriedade fechada. ¡°Vou tentar estar aqui para busc¨¢ quando terminar. Tudo certo?¡± | desafivelei meu cinto de seguran?a e assenti. ¡®Sim, tudo bem. Ah¡­ e se algu¨¦m perguntar por que estou aqui?¡± ¡°Voc¨º vai se encontrar o ¨¦lder Luke para ler sua cole??o de livros. Chamou sua aten??o durante sua confirma??o de marca??o h¨¢ alguns anos.¡± Eu sorri. N?o era uma mentira, mas era uma b moeda de doisdos, no entanto, servindoo uma cobertura para a minha principal raz?o para vir aqui. ¡°Vejo voc¨º mais tarde, Aleric,¡± eu disse e sa¨ª do carro. Ao sair, aproximei-me dos intrincados port?es de ferro preto que estavam sendo ocupados por um guerreiro. Assimo da ¨²ltima vez que estive aqui, eles abriram a entrada para mim imediatamente sem precisar anunciar quem eu era. Mas era quase uma sensa??o estranha. Quando cheguei a esta casa p primeira vez, estava nervoso por causa do que a confirma??o da marca??o significaria para o meu futuro. Desta vez eu estava nervoso por causa do que eu estava tentando fazer aqu marca. Uma vez l¨¢ dentro, fiquei no sagu?o em sil¨ºncio, mas n?o precisei esperar muito antes de uma voz familiar chamar ¡°Santa,¡± a voz profunda do ¨¦lder Luke cumprimentou, me fazendo virar. Ele ainda pareciao sempre; um olhar desarrumado sobre ele que de alguma forma se encaixa perfeitamente em seu personagem ¡°Elder Luke,¡± eu respondi, inclinando minha cabe?a levemente. ¡°Por favor, me chame de Aria, assim como voc¨º sempre fez no passado.¡± Ele rapidamente acenou para fora do meu arco e me deu um pequeno sorriso. ¡°Ent?o eu ouvi que voc¨º pediu para passar algum tempo lendo minha cole??o? Dada a sua rea??o da ¨²ltima vez, estou um pouco surpreso que voc¨º tenha esperado tanto tempo para aparecer.¡± ¡°Isso seria dois de n¨®s¡±, eu disse eecei a caminhar ele em dire??o ao seu escrit¨®rio. ¡°Engra?adoo a vida ¨¤s vezes atrapalha. Mas talvez houvesse uma raz?o p qual demorei tanto.¡± ¡° Voc¨º est¨¢ se referindo a um no divino maior?¡± ele perguntou, olhando para mim curiosidade pelo canto do olho. ¡°Se sim, devo entender issoo uma sugest?o de que voc¨º encontrou um novo significado em sua marca da Deusa?¡± Eu ri um pouco. ¡°Sempre que poss¨ªvel, prefiro influenciar meu futuro na dire??o que escolho, em vez de confiar em um poder superior para isso. Voc¨º n?o concorda, ¨¦lder Luke?¡± Seus l¨¢bios se contra¨ªram em um meio sorriso, mas continuamos andando. Dada a sua posi??o, provavelmente era melhor que ele n?o respondesse publicamente isso, j¨¢ que os Anci?es deveriam defender os ensinamentos da Deusa. Logo chegamos ao seu escrit¨®rio e ele me conduziu para dentro. Assimo da ¨²ltima vez, minha respira??o ficou um pouco presa na garganta ao ver sua cole??o. Foi realmente uma maravilhao ele conseguiu adquirir tantos desses volumes raros. Eu me aproximei e instantaneamenteecei a folhear os diferentes livros, uma ansia borbulhando por dentro que me lembrou o quanto eu sentia falta da emo??o de ler algo novo . Mas eu tinha que me lembrar por que estava aqui¡­ e n?o era s¨® pelos livros. ¡°Diga¡­ Eu tenho feito algumas pesquisas ultimamente e me interessei por um evento em particr que ocorreu h¨¢ alguns anos. Voc¨º conhece a hist¨®ria do pacote Blue Vale? Tenho certeza de que voc¨º sabe a qual incidente estou me referindo.¡± Eu me virei para ver que ele levantou uma sobrancelha para mim, rapidamente percebendo onde eu queria chegar isso. ¡°¡­Eu sou. Houve uma parte espec¨ªfica desse evento em que voc¨º estava interessado?¡± ¡°Bem, as circunstancias foram abruptas e os resultados imprevis¨ªveis. Eu sei que voc¨º ¨¦ bastante experiente neste campo, ent?o eu queria saber qual era a sua opini?o sobre isso. Voc¨º acha que o que eles fizeram foi correto? Que os resultados que alcan?aram justificaram suas a??es?¡± Seus olhos brilharam o mesmo olhar de curiosidade que eu conhecia. N?o havia d¨²vida de que ele sabia do que eu estava fndo. O que eu estava *na verdade* fndo. Porque o pacote Blue Vale foi um caso raro na hist¨®ria em que a sucess?o do t¨ªtulo n?o foi passada para o pr¨®ximo na linha, mas sim para um parente. Em um protesto contra a lideran?a atual, seu bando se uniu a um primo do Alfa, tirando o atual de seu t¨ªtulo e trazendo novas mudan?as. Isso causou tumulto civil por algum tempo antes que o bando se estabilizasse sob o novo regime. Ent?o, quando perguntei ao ¨¦lder Luke qual era sua opini?o sobre o assunto, se ele concordava que a mudan?a na lideran?a era a decis?o certa, o que eu estava realmente perguntando era se ele me apoiaria a fazer o mesmo. E ele descobriu minha mensagem enigm¨¢tica imediatamente. ¡°Bem, foi uma circunstancia estranha, para dizer o m¨ªnimo,¡± elee?ou, pensando um pouco. ¡°Alguns podem at¨¦ dizer uma mudan?a desnecess¨¢ria.¡± Meu cora??o afundou um pouco por dentro. Eu realmente n?o queriae?ar um jogo de xadrez contra o mesmo homem quem eu tinha aprendido originalmente. ¡°Entretanto ¡­ eu pessoalmente n?o tenho essa opini?o¡±, continuou ele . ¡°Na verdade, vendo os avan?os que o pacote Blue V ale fez nos ¨²ltimos tempos, ¨¦ f¨¢cil perceber que, independentemente do impacto inicial, eles acreditavam que era a coisa certa a fazer. E nessa cren?a, eles conseguiram mais do que provavelmente teriam alcan?ado anteriormente.¡± ¡°Ent?o¡­ se feito tudo de novo, voc¨º apoiaria a decis?o deles de mudar?¡± | perguntou, fazendo o meu melhor para manter minha voz neutra, apesar da excita??o crescendo por dentro. ¡°Voc¨º n?o os impediria de dar os passos que deram?¡± Ele fez uma pausa e levou um momento para pensarpletamente nas implica??es da minha pergunta. Se ele concordasse em ajudar ou, no m¨ªnimo, n?o intervir, seria ticamente considerado trai??o. Ele lentamente foi e se sentou em sua cadeira atr¨¢s da mesa, recostando-se n. ¡°N?o, ele finalmente disse: ¡°N?o, eu n?o os impediria de fazer o que eles achavam certo, a mudan?a de omelete pode ser um vendedor de pvras muito para todos os envolvidos.¡± quil?metro, incapaz de lide se por mais tempo. Eu acho que eles provavelmente apreciariam isso.¡± Mas seus olhos nanoweb sempre t?o levemente, em bobo ainda n?o satisfeito ¡°Voc¨º j¨¢ perguntou a algum dos meus outros colegas neste vel? Essa quest?o de jovem?¡± Meu sorriso rapidamente se transformou em um sorriso malicioso ¡°acho que n¨®s dois sabemos que n?o preciso.¡± Ele ent?o riu e instantaneamente quebrou a tens?o ¡°parece que algu¨¦m fez a li??o de casa sobre o assunto¡±. ¡°N¨®s iremos. O que posso dizer? Sempre fui um estudo r¨¢pido.¡± Eu disse, voltando para amarrar os livros. Embora eu n?o possa dizer que tive as experi¨ºncias mais positivas eles de qualquer maneira.¡± Meu desgosto pelos outros Ilders provavelmente n?o era sociei aingo. Eu sempre parecia estar batendo de frente eles publicamente. Mas tamb¨¦m foi mais profundo do que isso Eles me jogaram na espada na minha vida passada e mal levantaram um lingor para me ajudar nesta. E quem poderia esquecer aqu profecia que eles tiveram quando eu nasci? Foi a base para a maioria dos meus problemas de crescimento e, aparentemente, Alenc tamb¨¦m, ¡­Mas o que era mesmo essa profecia? Eu sei agora que Selene n?o poderia interferir em nossas escolhas, pois isso infringia as leis ps quais estava vincda. Ent?o,o foi que um bando de velhos camaradas veio uma ¡®profecia sobre o futuro de Aleric e eu, de todas as coisas? O forno era realmente d? Havia algum assunto em particr que voc¨º poderia estar interessado em ler?¡± Elder Luke disse, me puxando de meus pensamentos. ¡°Talvez eu possa ajudar a rendar alguns livros rcionados ao assunto.¡± Dado onde minha cabe?a estava, o pedido veio f¨¢cil para mim. ¡°Voc¨º tem alguma coisa sobre a Deusa?¡± Eu perguntei, virando-me para olhar para ele, minha express?o instantaneamente ficando s¨¦ria. ¡°E n?o me refiro ¨¤queles livros vagos que j¨¢ li na biblioteca antes. Quero dizer¡­ informa??es reais. Como aquele livro que vi voc¨º usar para minha confirma??o. Ele me deu outro olhar conhecedor antes de puxar alguns das prateleiras. Eventualmente, depois de alguns minutos, ele me entregou quatro diferentes; todos pareciam muito mais velhos do que eu me sentia confort¨¢vel em tocar. Eles pareciam quase fr¨¢geis o suficiente para quebrar apenas respirando neles. ¡°Isso ¨¦ provavelmente o que voc¨º est¨¢ procurando¡±, disse ele, gestdo para que eu tomasse o assento de convidado em sua mesa. ¡°S?o c¨®pias de originais, ent?o n?o tenho certeza se as informa??es s?o t?o precisas quanto poderiam fornecer algumas informa??es novas que voc¨º normalmente n?o encontrar¨¢ em outro lugar.¡± C¨®pias? Ent?o havia originais por a¨ª ainda mais velhos do que os que eu tinha na m?o? Parecia imposs¨ªvel sequer considerar Sentei-me em frente ao ¨¦lder Luke eecei a folhear o primeiro livro. Definitivamente havia muita informa??o que eu j¨¢ conhecia, t¨®picos gerais e ideologia, mas pude ver que havia algumas coisas novas tamb¨¦m. ¡°¡­Selene tem um irm?o?¡± | perguntou surpreso, lendo uma p¨¢gina rtiva a uma ¨¢rvore geneal¨®gica, ¡°Helios, seu g¨ºmeo,¡± Elder Luke respondeu. ¡°Deus do Sol. Os dois s?o referidoso deuses da natureza, divindades consideradas separadas do sistema de cren?a t¨ªpico. Eles s?o imortalizados al¨¦m do padr?o normal por causa de seu status de Sol e Lua.¡± Estranho n?o fomos ensinados sobre ele, j¨¢ que certamente teria algum tipo de impacto em Selene. E isso me fez pensar sobre outras coisas tamb¨¦m. Tipo¡­ ele tamb¨¦m teve filhos? Criaturas que ele deu ¨¤ luzo Selene teve nossa esp¨¦cie? Terminei de folhear o primeiro livro, mas ainda me sentia um pouco insatisfeita. N?o tinha realmente respondeu qualquer coisa importante para mim. ¡°¨¦lder Luke¡­ eu sei que isso foi antes do seu tempo, mas¡­ voc¨º sabe alguma coisa sobre a profecia?¡± Eu perguntei lentamente, minha mente ainda incapaz de se livrar da sensa??o de que estava faltando alguma coisa ali. ¡°A que afirmou que Aleric e eu estar¨ªamos juntos e trar¨ªamos prosperidade para a N¨¦voa Invernal? ¨¦ s¨® que¡­ tenho minhas d¨²vidas de que Selene se envolveria em um assunto t?o mesquinho¡­ e ainda assim os Anci?es parecem t?o certos de sua previs?o. Ele franziu os l¨¢bios em pensamento, franzindo a testa por alguns segundos. ¡°Eu n?o sei se eles deveriam chamar isso de ¡®profecia¡¯, sinceramente¡±, disse ele, co?ando o queixo. ¡°Embora sua pvra ¡®previs?o¡¯ possa ser mais precisa? Pelo menos na minha opini?o. Acho que os velhos tolos tinham um talento maior para o drama antes de eu entrar.¡± ¡°Ent?o¡­ em que eles est?o se baseando se n?o ¨¦ fornecido p Selene?¡± Eu perguntei. Era a primeira vez que eu ouvia algo assim. Toda a minha vida eu cresci ouvindo que era uma profecia. Todo mundo tinha dito isso. Ele estendeu a m?o e agarrou um dos livros da pilha, abrindo-o em uma p¨¢gina que mostrava um diagrama de um triangulo. As letras pareciam estar em uma antiga l¨ªngua morta que n?o us¨¢vamos mais e era uma que eu n?o era mais fluente. Talvez dez anos atr¨¢s eu poderia ter feito um trabalho melhor lendo isso, mas agora muito tempo havia se passado. Eu estava muito enferrujado¡­ mas mesmo assim dei o meu melhor . ¡®Linhagem Direta¡¯, a p¨¢gina parecia dizer no topo. Eu fiz uma careta tentando decifrar o resto, mas n?o fazia muito sentido sem nenhum pano de fundo para o que eu estava olhando. ¡°¡­O que ¨¦ isto? Algum tipo de¡­ ¡®linha direta¡¯? O que isso significa?¡± Eu perguntei, tentando ler. ¡°¨¦ a teoria em torno das fam¨ªlias fundadoras. Eles supostamente descendem dos filhos originais de Selene. Os primeiros lobisomens. Pode ter havido mais uma vez, mas agora sabemos apenas cerca de tr¨ºs linhas, presumivelmente, se houvesse outras, s forampletamente perdidas ou morreram.¡± Olhei de volta para a p¨¢gina e tentei traduzi novamente. O triangulo mostrava tr¨ºs fam¨ªlias, cada uma com um¡­ foco diferente? Atributo? Eu n?o tinha certeza. ¡°¡®For?a¡¯? Ou¡­ ¨¦ ¡®poder¡¯? E este¡­ ¨¦ vis?o? N?o¡­ talvez ¡®previs?o¡¯ seja uma pvra melhor¡­¡±, eu disse lentamente enquanto os lia em voz alta, confus?o em minha voz. A terceira fam¨ªlia eu n?o consegui traduzir direito. ¡°Eu n?o entendo o que ¨¦ isso. Eles s?oo lemas de fam¨ªlia? Valores da casa?¡± O ¨¦lder Luke ent?o se inclinou para frente para examinar melhor o livro. ¡°Algo parecido. Depende de qual tradu??o voc¨º gosta de usar. Alguns at¨¦ acreditam que s?o qualidades da pr¨®pria Deusa, transmitidas no sangue de cada fam¨ªlia.¡± Um sentimento desconfort¨¢vele?ou a se instr dentro de mim. ¡°E as pessoas realmente acreditam nisso?¡± ¡°N?o. Provavelmente ¨¦ por isso que ningu¨¦m discute isso,¡± ele respondeu sem rodeios. ¡°Essa informa??o geralmente s¨® ¨¦ fda entre os Anci?es deste bando hoje em dia. Outros bandos n?o acreditam nisso ou n?o t¨ºm a informa??o dispon¨ªvel para eles.¡± ¡°¡­Eu n?o sei o que ¨¦ este terceiro,¡± eu admiti, ainda tentando ler o livro. ¡°¡­ Amor ? Uma aceita??o? | n?o acho que isso ¨¦ muito certo embora. Ele deu um pequeno sorriso na minha tentativa de traduzir. ¡°N?o exatamente. Embora sinceramente este n?o traduz bem de qualquer maneira. Eu acredito que ¨¦o¡­ rever¨ºncia? Como adora??o inquestion¨¢vel.¡± Se esses realmente fossem atributos de Selene, eu me perguntava se o terceiro era aquele sentimento avassdor que voc¨º tem por estar na presen?a d. Aqu sensa??o de querer chorar de alegria e querer fazer qualquer coisa para agrad¨¢. Lembrei-me deo foi dif¨ªcil manter o foco em torno d durante o meu tempo no Abismo. Se eu n?o tivesse me sentido t?o forte sobre minhas circunstancias, talvez eu tivesse ca¨ªdo de joelhos diante d. ¡°Isso tudo ¨¦ rid¨ªculo¡±, eu disse, olhando para eleo se ele fosse louco. ¡°Mais rid¨ªculo do que uma marca??o de uma Deusa?¡± ele perguntou, posandoo se devesse ser ¨®bvio. ¡°N?o posso dizer que alguma vez pensei duas vezes nesse tipo de coisa antes de conhecer voc¨º. Mas agora ¡­ ? Bem, quem sabe o que ¨¦ realmente real e o que ¨¦ apenas um mito?¡± Eu bncei minha cabe?a, franzindo a testa. ¡°E esta ¨¦ a porcaria sobre a qual os Anci?es constru¨ªram uma profecia ? Durante toda a minha infancia eu estava sendo usadoo uma ferramenta, preparado para uma posi??o de Luna e despojado de todas as minhas liberdades¡­ por causa disso?!¡± Ele deu de ombros. ¡°Eu pessoalmente n?o teria feito nada disso¡­ mas posso ver por que os outros Anci?os , homens de f¨¦, teriam pressionado essa agenda. ¨¦ bastante f¨¢cil montar o quebra- cabe?a . Voc¨º ¨¦ o _ _ primeira mulher nascida de Cris¨¢lida em mais de um s¨¦culo. Talvez mais. Ele ent?o apontou para uma das casas do triangulo. O que eu rotulei de previs?o. Imediatamente, eu engoli a bile na minha garganta. ¡°Nascido de um Beta que serviu a um Alfa que teve um filho h¨¢ menos de dois anos.¡± Seu dedo ent?o se moveu para o primeiro que eu li; for?a ou poder. ¡°Parece umabina??o ¨®bvia, j¨¢ que estas s?o suas casas,¡± ele terminou. ¡°Se as linhagens fossem acreditadas , voc¨º seria o primeiro par acasdo registrado na hist¨®ria moderna que vem dos descendentes diretos originais. Como isso n?o poderia ser vistoo pr¨®spero para o bando?¡± Eu bncei minha cabe?a tr¨ºm. N?o erao se eles estivessem errados em prever que Aleric e eu ¨¦ramos amigos , mas¡­ isso? S¨¦rio? Era nisso que tudo se baseava? Espec??o? ¡°N?o¡­ N?o, isso parece um salto muito grande. Quem pode dizer que eu n?o estaria acasdo outra pessoa¡­ ou¡­ ou aqu outra linhagem? ¡­ Qual fam¨ªlia ¨¦ a outra linha de qualquer maneira ? ¡± O ¨¦lder Luke deu de ombros. ¡°Aquele foi perdido, j¨¢ que eles n?o permaneceram dentro da matilha depois que este livro foi gravado . Ningu¨¦m sabe mais quem eles s?o.¡± Olhei para cima e estudei suas fei??es, lendo sua express?o. Ele sabia muito mais sobre isso do que eu esperava, provou ser um curador de conhecimento, ent?o eu queria acreditar nele¡­ mas ele tinha aquele maldito olhar em seus olhos. ¡°Voc¨º sabe¡±, eu o acusei suavemente. ¡°Voc¨º sabe quem ¨¦¡­. voc¨º n?o? N?o h¨¢o sua curiosidade n?o ter levado voc¨º a descobrir, mesmo que voc¨º n?o acreditasse pessoalmente na ¨¦poca.¡± ¡°Voc¨º me conhece muito melhor do que eu pensava,¡± ele riu antes de sua express?o lentamente mudar para um c¨¢lculo mais s¨¦rio, avaliando minha rea??o. ¡°Mas¡­ eu acho que voc¨º j¨¢ sabe a resposta para quem ¨¦, Aria.¡± E meu est?mago caiu instantaneamente quando ele confirmou o que eu estava temendo. O que eu percebi no minuto em que ele corrigiu minha tradu??o, mas me recusei a admitir. N?velDrama.Org copyrighted ? content. Havia apenas uma pessoa que eu conhecia que se encaixava t?o perfeitamente nessa descri??o. Uma pessoa que poderia entrar em uma s e imediatamente fazer que todos se aglomerassem, apaixonados por cada pvra sua. Algu¨¦m que conseguia se livrar de quase todas as situa??es e sempre podia ser perdoado. ¡­ Uma pessoa contra quem at¨¦ eu estavapletamente indefesa. ¡°¡­ Porra¡±, eu assobiei. Cai. Cap铆tulo 77 Cap¨ªtulo 77 Cap¨ªtulo Setenta e Sete ¡°Isso ¨¦ falso¡±, eu disse, saindo muito mais confuso do que eu pretendia. ¡°N?o h¨¢o haver pessoas por a¨ª apenas andando por a¨ª¡­ poderes divinos. Isso ¨¦¡­ isso ¨¦ t?o est¨²pido. ¨¦ um absurdo. Insano. Algum tipo de piada. Porque se era real, ent?o isso significava que minha vida tinha sido muito mais contrda do que eu percebi inicialmente. Que havia poderes muito mais avan?ados l¨¢ fora do que apenas uma marca da Deusa. E isso significava que Cai¡­ Eu queria vomitar. ¡°Com base em sua rea??o,¡± Elder Luke disse, seus olhos me examinando, ¡°eu n?o posso deixar de me perguntar se esta descoberta n?o ¨¦ realmente t?o estranha para voc¨º. Eu estaria correto em supor que talvez voc¨º tenha uma vis?o pessoal da teoria?¡± Ele estava certo. Eu estava ficando muito nervoso porque uma parte de mim j¨¢ haviae?ado a juntar as pe?as¡­ e isso me assustou. Quanto mais eu pensava nisso, mais us¨ªvel se tornava. Porque, na verdade, havia algo o qual eu j¨¢ estava muito familiarizado; minhas vis?es. ¡®Previs?o¡¯. Encaixava-se perfeitamente no atributo supostamente atribu¨ªdo ¨¤ minha casa. Mas sempre pensei que a capacidade de ver ¨¤ frente era algo novo, algo que Selene me deu apenas quando voltei. E se eu sempre tivesse a basetente dentro de mim, mas n?o pudesse aproveit¨¢ at¨¦ que Selene me presenteasse diretamente um peda?o de si mesma? ¡­E se, antes de voltar, a habilidade tivesse apenas for?a suficiente para se manifestaro algo mais dilu¨ªdo, algo mais normal. ¡­Como um grande interesse em estrat¨¦gia; a arte de ser capaz de nejar anteced¨ºncia. Ent?o isso significava que o novo peda?o de Selene erao¡­ uma dose de refor?o. N?o era apenas um dom de autoridade e vis?es¡­. Era algo j¨¢ escrito dentro do meu DNA, apenas me aprimorando ao ponto de uma habilidade n?o natural Mas o que isso significava para Aleric e Cai ent?o? O que isso significou para todos n¨®s ? E , rapidamente,ecei a me perguntar outra coisa tamb¨¦m. ¡­Como se isso tivesse algo a ver o motivo pelo qual Selene me trouxe de volta. No passado Aleric e eu nos unimos para matar Cai¡­ e ent?o Aleric me matou. Acabamos nos destruindo . Foi isso que aconteceu o tempo todo? Mais alguma besteira por causa de Selene? ¡­ Mas ent?oo Thea se equiparou a isso? A s ent?oe?ou a bn?ar quando dores de cabe?ae?aram a pulsar na minha cabe?a. Isso foi demais. Muita informa??o para processar de uma s¨® vez. E isso foi apenasigo ignorando cada buraco de coelho de pensamentos sombrios que eu queria cair em r??o ao meu rcionamento anterior Cai. Foi mesmo real ou¡­? Cerrei os dentes e fechei os olhos, lutando contra tudo dentro de mim que queria deixar tudo isso tirar o melhor de mim. Eu j¨¢ pensei que estavapletamente cego quando se tratava da guerra aparentemente intermin¨¢vel pelo futuro ¡­ anexado a ele. Essas novas informa??es abriram teorias que eu nem havia considerado, muito menos imaginado poss¨ªveis. ¡° ¡­ ¨¢ria?¡± Ouvi a voz do ¨¦lder Luke chamar distante. Mas foi o suficiente para me tirar dos meus pensamentos em espiral. Foco. Eu precisava me concentrar no que era importante agora. Eu precisava de tanta informa??o quanto poss¨ªvel sol poderia me preparar. ¡°N?o¡±, eu menti, respondendo sua pergunta anterior sobre se eu estava familiarizado a teoria. ¡°N?o, eu n?o sei nada sobre isso. S¨® estou¡­ tentando descobrir se h¨¢ m¨¦rito nisso. Embora o Anci?o Luke nunca tenha me dado uma raz?o para n?o confiar nele, ele ainda era o tipo de homem que negociava segredos. Eu o respeitava apenas um pouco mais do que o temia e isso, infelizmente, significava que algumas verdades seriam mantidas escondidas por enquanto. Talvez uma vez que eu me tornasse Alfa eu pudesse confiar um pouco mais nele. ¡°As ah¡­ fam¨ªlias¡­¡±, eu disse, tentando me concentrar novamente em obter mais informa??es. ¡°As linhagens, sim¡­ voc¨º tem certeza de que restam apenas tr¨ºs de n¨®s?¡± ¡°Tenho quase certeza¡±, disse ele, sua maneira agora severa. ¡°Eu olhei, mas parece que h¨¢ apenas os tr¨ºs restantes.¡± Ok¡­ ent?o Thea n?o era uma de n¨®s. Essa foi pelo menos uma teoria que se foi. ¡°E h¨¢ algum tipo de¡­ prop¨®sito para isso?¡± Eu perguntei. ¡°¡­Eu acho que eu realmente n?o entendo porque n¨®s ter¨ªamos essas fs parae?ar. Selene criou fam¨ªlias em que cada uma guarda um peda?o dilu¨ªdo d¡­ e ainda mais de noventa e nove v¨ªrg nove por cento da pop??o de nossa esp¨¦cie n?o exibe nada assim? | sintoo se devesse haver uma raz?o para isso.¡± O ¨¦lder Luke ent?o me deu um sorriso bem-humorado, quebrando um pouco a tens?o. ¡°Sim, suponho que essa seja uma maneira de ver isso. Parece estranho. Sinceramente, concordo voc¨º. Voc¨º pensaria que ter algo assim ditaria que um no divino superior est¨¢ em vigor para todos voc¨ºs.¡± Ele ent?o esfregou o rosto em pensamento enquanto se reclinava em sua cadeira. ¡°¡­ No entanto,¡± ele continuou, ¡°se h¨¢ um prop¨®sito para as fam¨ªlias, ent?o, infelizmente, n?o ¨¦ algo que eu saiba ainda.¡± ro que n?o. N?o, isso seria muito f¨¢cil, certo, Selene? N?o pode me dar todas essas respostas antes de me mandar de volta . N?o, voc¨º tem que me fazer descobrir por conta pr¨®pria quando ramente nossas informa??es s?o t?o antigas que provavelmente j¨¢ foram perdidas. Suspirei de frustra??o. Obviamente, Thea estava ligada a isso de alguma forma, mas eu precisaria fazer mais pesquisas sobre isso. Talvez eu encontrasse algo que o ¨¦lder Luke perdeu ou interpretou mal. 1 ¡°Vou pegar esses livros emprestados,¡± eu disse, meu tom n?o implicando que eu estava perguntando. Parte de mim estava raiva porque os Anci?es achavam que poderiam esconder isso de Aleric e de mim por tanto tempo. Independentemente de eles pensarem que era verdade ou n?o, ainda t¨ªnhamos o direito de saber quando eles moldaram nossas vidas em torno disso. ¡°¡­ Tudo bem,¡± ele respondeu ap¨®s uma leve hesita??o. Eu poderia rcionar embora. Se eu fosse ele, sei que definitivamente n?o gostaria que livros t?o valiosos sa¨ªssem do meu escrit¨®rio. ¡°¡­ aprecio a conversa de hoje e obrigado pelo seu tempo,¡± eu disse, tomando um momento para encontrar as pvras certas. ¡°Acho que provavelmente irei embora agora. Havia mais alguma coisa que eu deveria saber antes de ir? O ¨¦lder Luke ent?o se levantou e caminhou lentamente ao redor da mesa para me seguir educadamente. ¡°Nada que me venha ¨¤ mente. Imagino que voc¨º estar¨¢ bastante ocupado depois de hoje,¡± ele disse. ¡°Quando pode | espera que sua recente ah¡­ pesquisa sobre o Vale Azul seja conclu¨ªda? Eu estaria interessado em saber seus pensamentos uma vez conclu¨ªdos.¡± Com tudo o que acabamos de fr, eu quase esquecipletamente o motivo inicial de vir aqui. Tytus. Eu vim perguntar se ele apoiaria minha reivindica??o de assumir oando do bando Aleric. Parecia uma coisa t?o pequena no grande esquema das coisas agora. ¡°Acho que tudo deve estar em ordem no dia do *meu anivers¨¢rio¡±, respondi, enfatizando a data o ele poderia pegar no meu significado. ¡°¨¦ sempre melhor terminar coisaso estudar antes de qualquer¡­ celebra??o.¡± ¡°Ent?o estou ansioso paraemorar voc¨º nesse dia¡±, disse ele calorosamente. ¡­Sua atitude foi um lembrete de que n?o era o ¨¦lder Luke que eu estava raiva. N?o, ele me deu as respostas exatas que eu pedi e estava se oferecendo para me ajudar. Minhas frustra??es s?o mais bem direcionadas para seus colegas e Selene. E ent?o respirei mais uma vez para me acalmar mais uma vez e reuni o melhor sorriso que consegui. ¡°Eu realmente aprecio sua ajuda, ¨¦lder Luke. Vou pedir a Lucy para entrar em contato voc¨º se alguma coisa outra surge antes da data.¡± E isso, ele saiuigo do escrit¨®rio, voltando para o sagu?o¡­ ¡­ Apenas para descobrir que Aleric havia entrado aqui e estava esperando por mim. Ele estava parado perto de uma das jans, o sol batendo em seu rosto enquanto ele olhava para os terrenos da propriedade. Ao ouvir nossos passos, ele imediatamente ergueu os olhos surpreso ao nos ver. ¡°Oh, voc¨º terminou muito mais cedo do que eu pensei que voc¨º estaria¡±, disse ele, me cumprimentando. ¡°¨¦ bom ver voc¨º de novo tamb¨¦m, ¨¦lder Luke.¡± Mas v¨º-lo sem ter tempo para me preparar primeiro me pegoupletamente desprevenida. ¡®Poder¡¯. A pvra estava enraizada em minha mente agora . Ele era uma das fam¨ªlias¡­ embora eu suponha que isso realmente n?o deveria mudar muito minha opini?o sobre ele. Eu j¨¢ tinha visto por mim mesmoo ele podia jogar as pessoas ao redoro se s n?o pesassem nada, visto ele enfrentar um pequeno ex¨¦rcito de lobos desonestos sozinho. E n?o s¨® isso tamb¨¦m. Ele tinha sido um l¨ªder forte no passado, trazendo nosso bando para o status que obtivemos. N?o haviao negar o poder que ele detinha no passado. Meus olhos ent?o vagaram sobre seu corpo, olhando para seu f¨ªsico imacdo. Eu sempre pensei que era uma coisa Alfa, mas talvez tivesse sido mais seletivo do que isso. Se Selene o marcasse hipoteticamente, qu?o poderoso ele se tornaria? Qu?o forte era um Deus? ¡° A ria..?¡± ele perguntou lentamente quando eu n?o tinha fdo, uma carranca se formando em seu rosto. ¡°Desculpe,¡± eu respondi calmamente, retomando a distancia entre o ¨¦lder Luke e ele mesmo. ¡°Eu n?o esperava ver voc¨º aqui.¡± ¡°Eu n?o sabia quanto tempo voc¨º levaria, ent?o acabei decidindo esperar l¨¢ dentro¡±, explicou ele. ¡°Sorte eu fiz. Se eu tivesse voltado para a casa de carga, voc¨º teria esperado um tempo por uma carona para casa. Senti falta de poder dirigir sozinho. Ser escoltado em todos os lugares para minha seguran?a estava ficando cansativo. ¡° Foi sua ah¡­ sess?o de leitura boa?¡± ele perguntou, olhando incisivamente entre Elder Luke e eu. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Foi ent?o que noteio o ¨¦lder Luke estava olhando para n¨®s uma fascina??o aguda,o se estudasseo est¨¢vamos interagindo uns os outros. Ele estava se perguntando o qu?o perto est¨¢vamos de tudo que acabamos de fr? ¡­ Ele estava se perguntando se aqu ¡®profecia¡¯ tinha algum m¨¦rito? ¡°Foi bom¡±, eu murmurei, mudando desconfortavelmente sob o olhar de ser examinado. ¡°¡­ N?o haver¨¢ problemas o prazo para essa coisa que estamos analisando.¡± Mas Aleric provavelmente podia sentir que algo estava errado, sua cabe?a ligeiramente inclinada enquanto ele olhava para mim, sua carranca se aprofundando. Meuportamento provavelmente mudou significativamente desde quando ele me deixou, ficando mais inst¨¢vel, apesar da confirma??o de que o ¨¦lder Luke ficaria do nossodo. Ele gostaria de saber o que aconteceu. ¡°N¨®s devemos ir,¡± eu disse, n?o querendo mais uma audi¨ºncia para nossa conversa. Minha cabe?a ainda estava doendo e eu precisava de tempo para processar tudo. Cap¨ªtulo Setenta e Sete ¡°¡­O que? Ah, tudo bem, ro,¡± ele disse para minha brusquid?o antes de se virar para o ¨¦lder Luke. ¡°Obrigado pelo seu tempo. Estou ansioso para trabalhar de perto voc¨º um dia.¡± O ¨¦lder Luke sorriu: ¡°Voc¨º tamb¨¦m, herdeiro Alfa¡±. Dada a posi??o de Aleric, n?o havia nada suspeito em suas gentilezas. Qualquer um que ouvisse pensaria que eles estavam se referindo a quando Aleric naturalmente se tornou Alfa um dia. ¡°At¨¦ a pr¨®xima,¡± eu disse rapidamente, fazendo uma pequena rever¨ºncia a cabe?a para o ¨¦lder Luke. E isso, sa¨ª do sagu?o, indo em dire??o ao estacionamento. ¡° ¡­ _ ¨¢ria-.¡± Mas eu levantei a m?o para ele quando entramos no carro. ¡°Ainda n?o. Apenas¡­ me d¨º algum tempo. Eu n?o seria capaz de esconder isso dele. Era seu direito saber tanto quanto era meu. Eu s¨®¡­ precisava entender primeiro. Ele acenou a cabe?a, para meu al¨ªvio, e nos levou de volta para o alojamento em sil¨ºncio. Minha mente continuou a girar as novas informa??es, imaginandoo isso poderia se encaixar em um quadro maior. Imaginando o que isso significou para n¨®s tr¨ºs¡­ E ent?o, quando finalmente nos encontramos de volta aos meus aposentos, enfrentando o momento em que eu finalmente precisaria dizer a ele, era quaseo se eu estivesse sem pvras. Por onde eu come?aria? ro ¡°¡­ O que voc¨º sabe sobre a profecia? Aquele¡­ sobre n¨®s? Euecei, olhando para o outrodo da s para n?o ter que ver seu rosto. Este t¨®pico j¨¢ era estranho o suficiente. ¡°S¨® que os Anci?es previram que ajudar¨ªamos a trazer prosperidade para o bando juntos¡±, disse ele, confuso. O assunto do nada provavelmente n?o era o que ele esperava que eu trouxesse. ¡°Por que? (¡­) O ¨¦lder Luke disse algo sobre isso?¡± Caminhei at¨¦ a mesa e coloquei todos os livros no ch?o, pegando apenas o que tinha o diagrama | necess¨¢rio para mostrar Aleric. Demorou um pouco para encontrar a p¨¢gina novamente, mas logo o triangulo familiar se apresentou. ¡°O que ¨¦ isso?¡± Aleric perguntou, vindo por tr¨¢s para olhar por cima do meu ombro. ¡°A verdade sobre a profecia¡­¡± E ent?oecei a contar a ele tudo o que o ¨¦lder Luke havia me contado. Sobre ele, sobre Cai¡­ sobre mim e minhas teorias sobre minha marca. Sobreo eu pensei que tinha que estar ligado ao aviso de Selene¡­ e Thea. E, enquanto eu fva, continuei a pensar nisso tamb¨¦m. O quanto isso afetou Cai e Aleric? Porque embora Aleric fosse forte sentidos agu?ados, para nossa esp¨¦cie isso n?o era muito estranho de testemunhar; foi definitivamente impressionante, mas n?o estranho. Mas Cai¡­? Se era o que eu pensava, ent?o o dele era infinitamente mais ium. E as pequenas coisas sobre elee?aram a n?o parecer mais t?o normais¡­ Eu podia me lembrar deo, quando conheci Cai, ele tinha todos os professores enrdos em seu dedo, atentos a cada pvra sua. Mas era apenas carisma. Ele era simplesmente¡­ charmoso. Naqu ¨¦poca, eu gostava de estar perto dele, mas n?o era muito mais do que isso. No entanto, quando ele voltou, foio se a energia ao seu redor tivesse aumentado. E n?o eram mais apenas os professores. Aquele ¨²ltimo dia nas cs quando eu disse adeus a ele¡­ toda aqu situa??o sempre me pareceu errada. A maneirao ele convenceu James a desconsiderar o protocolo t?o facilmente para nos dar privacidade . . . N?o, foi definitivamente mais forte em seu retorno ¨¤ N¨¦voa Invernal. Estar perto dele se tornou muito mais do que apenas desfrutar de suapanhia¡­ tornou-se quaseo um v¨ªcio. Ele consumiu todos os meus pensamentos, meus sentimentos¡­ algo que n?o foi saciado at¨¦ que eu cedesse completamente. Cap¨ªtulo Setenta e Sete ¡­At¨¦ que tomei uma decis?o que eu sabia que era um erro desde o in¨ªcio. 1 ¡°Voc¨º est¨¢ tremendo,¡± Aleric disse, me tirando dos meus pensamentos. ¡°O que h¨¢ de errado ? ¡± Engoli em seco e tentei me acalmar, mas n?o pude evitar. ¡°¡­ estou¡­ estou chateado¡± | admitido. ¡°Estou chateado que a ¨²nica coisa que pensei ser minha decis?o pode n?o ter sido minha, afinal. Que n?o h¨¢ nada na minha vida que n?o tenha sido manchado por Selene de alguma forma.¡± ¡°. . . Voc¨º est¨¢ fndo sobre Cai? ¡°Sim¡±, eu disse, dando alguns passos para longe para olhar em dire??o ¨¤ jan. ¡°Eu s¨®¡­ eu sei que foi um erro. Mas foi *meu* erro, sabe ? Minha escolha. Sim, n?o foi minha decis?o mais inteligente¡­ mas pelo menos fui eu que fiz isso. E agora . . . ? Agora ¨¦o¡­ eu tinha sentimentos por ele ou¡­ ou foi artificial o tempo todo? Como vou saber certeza? Ele sabe mesmo? Ele est¨¢ ciente de que ele tem esse potencial dentro dele?¡± Cruzei os bra?os sobre o peito e me virei para olhar para Aleric. Eu me senti¡­ vulner¨¢vel. Inseguro. Cai era algu¨¦m em quem eu podia confiar, algu¨¦m em quem podia confiar. N?o havia realmente ningu¨¦m em quem eu pudesse dependerpletamente? Este era o meu destino, independentemente de qual vida eu vivia? ¡° ¡­ E eu entendo que ele tem umpanheiro agora, eu n?o sou est¨²pida,¡± eu disse, minha voz agora mais suave. ¡°Eu nunca iria interferir nisso. Mas isso n?o mudao me sinto¡­ ouo pensei que me sentia. Mesmo que seja apenas uma mem¨®ria agora, eu gostaria de ainda poder acreditar de todo o cora??o que era inteiramente meu¡­ n?o de Selene. | arrastou no meu lugar e desajeitadamente desviou o olhar. Eu estava tanta raiva que n?o me ocorreu que eu estava desabafando tudo isso para Aleric. N¨®s n?o t¨ªnhamos fdo sobre sua confiss?o desde a noite em que voltei para o bando e ent?o, mesmo que eu o tenha recusado, este t¨®pico de conversa provavelmente n?o era apropriado. Eram momentoso este que eu sentia falta de Myra, sentia falta deo n¨®s pod¨ªamos fr sobre drama de garotos sem nunca ser estranho ou um problema. Com , era um lembrete constante de que nem tudo tinha que ser sobre um apocalipse iminente ou sobreviv¨ºncia. Na verdade, raramente discutimos os principais problemas da matilha ou os problemas terr¨ªveis que me atormentavam. Apesar de toda a incerteza e medo que me encheram quando voltei, os dias que passei My ra ainda foram os mais felizes que j¨¢ estive em qualquer linha do tempo. ¡°Desculpe,¡± | murmurou, esfregando meu bra?o. ¡°Eu n?o sei por que¡­ eu s¨®¡­ me desculpe . ¡± ¡°Voc¨º n?o ¨¦ a ¨²nica raiva de Selene, Aria,¡± ele disse, felizmente n?o chamando a aten??o para minha gafe. ¡°Eu entendo. Realmente eu fa?o. E n?o apenas por causa de toda essa merda que voc¨º acabou de me dizer agora. Eu ia perguntar a ele seu outro racioc¨ªnio, mas ele continuou antes que eu pudesse dizer as pvras. ¡°Mas n?o vamos perder o foco no que estamos trabalhando agora¡±, disse ele. ¡ª Porque todas essas informa??es que voc¨º me disse agora s?o ¨®timas e podemos juntar as pe?as, mas temos menos de dois meses at¨¦ seu anivers¨¢rio, Aria. Dois meses para nejar uma insurrei??o contra um dos maiores bandos de todo o pa¨ªs. Descobrir sobre linhagens diretas n?o muda nada para n¨®s agora, mas executar com sucesso esse no nos colocar¨¢ em uma posi??o melhor para focar nele depois que terminarmos.¡± Ele estava certo. Eu poderia continuar minha pesquisa no meu tempo de inatividade, mas minha aten??o principal precisava estar na prepara??o para o grande dia. Era pelo menos algo em que eu poderia realmente trabalhar, em oposi??o ¨¤s perguntas incertas que eu tinha sobre a teoria da linhagem. ¡°O que ainda nos resta fazer?¡± ele perguntou, sentando-se aodo da mesa. | pensei um pouco antes de perceber o que viria a seguir¡­ e era mais um t¨®pico estranho de conversa. ¡°Ah, eu tenho uma consulta m¨¦dica minha m?e na pr¨®xima semana e vou usar o tempo para repassar o no ,¡± eu disse, meu tom um pouco duro. ¡°¡­ Consulta m¨¦dica para qu¨º? Voc¨º n?o est¨¢ se sentindo bem?¡± ¡°N?o, isso n?o ¨¦¡­ hum¡­ eu tenho uma consulta m¨¦dica,¡± eu disse. No entanto, ainda nenhum reconhecimento apareceu em seu rosto, mesmo ap¨®s a ¨ºnfase. ¡°Voc¨º sabe¡­ aquele que Luna ¨¦ obrigado a passar¡­? Tytus solicitou que eu terminasse meu¡­ exame f¨ªsico¡¯ e eles decidiram trat¨¢-lo como se eu fosse uma Luna, dadas as circunstancias. Finalmente, ele entendeu o que eu estava dizendo a ele. ¡°¡­Oh,¡± foi tudo o que ele disse. ¡°Eu normalmente ficaria raiva por ele estar empurrando isso para mim t?o cedo,¡± continuei, ¡°mas estou tentando aproveitar ao m¨¢ximo. Suponho que seja melhor conversar em seu escrit¨®rio de qualquer maneira, caso tenhamos que revisar seus livros m¨¦dicos para o ac?nito. Era mais uma parte do meu no que eu temia. Na verdade, era algo que eu temia desde que voltei. E embora eu tivesse feito esse tipo de exame antes no passado, ele foi anteriormente conduzido por um homem que agora eu acreditava ser um desonesto. Ent?o, o que meus resultados diriam desta vez? Porque, embora esse tipo de check-up cobrisse a sa¨²de f¨ªsica padr?o, tamb¨¦m cobria um outro aspecto importante. Um aspecto que era vistoo crucial para qualquer Luna, tornando-se uma causa de ar ainda mais estranho na s agora entre Aleric e eu. .. . E esse aspecto foi um exame m¨¦dico para a minha capacidade de conceber filhos. A mesma coisa que originalmentee?ou tantos dos meus problemas. Cap铆tulo 78 Cap¨ªtulo 78 Cap¨ªtulo Setenta e Sete ¡°Isso ¨¦ falso¡±, eu disse, saindo muito mais confuso do que eu pretendia. ¡°N?o h¨¢o haver pessoas por a¨ª apenas andando por a¨ª¡­ poderes divinos. Isso ¨¦¡­ isso ¨¦ t?o est¨²pido. ¨¦ um absurdo. Insano. Algum tipo de piada. Porque se era real, ent?o isso significava que minha vida tinha sido muito mais contrda do que eu percebi inicialmente. Que havia poderes muito mais avan?ados l¨¢ fora do que apenas uma marca da Deusa. E isso significava que Cai¡­ Eu queria vomitar. ¡°Com base em sua rea??o,¡± Elder Luke disse, seus olhos me examinando, ¡°eu n?o posso deixar de me perguntar se esta descoberta n?o ¨¦ realmente t?o estranha para voc¨º. Eu estaria correto em supor que talvez voc¨º tenha uma vis?o pessoal da teoria?¡± Ele estava certo. Eu estava ficando muito nervoso porque uma parte de mim j¨¢ haviae?ado a juntar as pe?as¡­ e isso me assustou. Quanto mais eu pensava nisso, mais us¨ªvel se tornava. Porque, na verdade, havia algo o qual eu j¨¢ estava muito familiarizado; minhas vis?es. ¡®Previs?o¡¯. Encaixava-se perfeitamente no atributo supostamente atribu¨ªdo ¨¤ minha casa. Mas sempre pensei que a capacidade de ver ¨¤ frente era algo novo, algo que Selene me deu apenas quando voltei. E se eu sempre tivesse a basetente dentro de mim, mas n?o pudesse aproveit¨¢ at¨¦ que Selene me presenteasse diretamente um peda?o de si mesma? ¡­E se, antes de voltar, a habilidade tivesse apenas for?a suficiente para se manifestaro algo mais dilu¨ªdo, algo mais normal. ¡­Como um grande interesse em estrat¨¦gia; a arte de ser capaz de nejar anteced¨ºncia. Ent?o isso significava que o novo peda?o de Selene erao¡­ uma dose de refor?o. N?o era apenas um dom de autoridade e vis?es¡­. Era algo j¨¢ escrito dentro do meu DNA, apenas me aprimorando ao ponto de uma habilidade n?o natural Mas o que isso significava para Aleric e Cai ent?o? O que isso significou para todos n¨®s ? E , rapidamente,ecei a me perguntar outra coisa tamb¨¦m. ¡­Como se isso tivesse algo a ver o motivo pelo qual Selene me trouxe de volta. No passado Aleric e eu nos unimos para matar Cai¡­ e ent?o Aleric me matou. Acabamos nos destruindo . Foi isso que aconteceu o tempo todo? Mais alguma besteira por causa de Selene? ¡­ Mas ent?oo Thea se equiparou a isso? A s ent?oe?ou a bn?ar quando dores de cabe?ae?aram a pulsar na minha cabe?a. Isso foi demais. Muita informa??o para processar de uma s¨® vez. E isso foi apenasigo ignorando cada buraco de coelho de pensamentos sombrios que eu queria cair em r??o ao meu rcionamento anterior Cai. Foi mesmo real ou¡­? Cerrei os dentes e fechei os olhos, lutando contra tudo dentro de mim que queria deixar tudo isso tirar o melhor de mim. Eu j¨¢ pensei que estavapletamente cego quando se tratava da guerra aparentemente intermin¨¢vel pelo futuro ¡­ anexado a ele. Essas novas informa??es abriram teorias que eu nem havia considerado, muito menos imaginado poss¨ªveis. ¡° ¡­ ¨¢ria?¡± Ouvi a voz do ¨¦lder Luke chamar distante. Mas foi o suficiente para me tirar dos meus pensamentos em espiral. Foco. Eu precisava me concentrar no que era importante agora. Eu precisava de tanta informa??o quanto poss¨ªvel sol poderia me preparar. ¡°N?o¡±, eu menti, respondendo sua pergunta anterior sobre se eu estava familiarizado a teoria. ¡°N?o, eu n?o sei nada sobre isso. S¨® estou¡­ tentando descobrir se h¨¢ m¨¦rito nisso. Embora o Anci?o Luke nunca tenha me dado uma raz?o para n?o confiar nele, ele ainda era o tipo de homem que negociava segredos. Eu o respeitava apenas um pouco mais do que o temia e isso, infelizmente, significava que algumas verdades seriam mantidas escondidas por enquanto. Talvez uma vez que eu me tornasse Alfa eu pudesse confiar um pouco mais nele. ¡°As ah¡­ fam¨ªlias¡­¡±, eu disse, tentando me concentrar novamente em obter mais informa??es. ¡°As linhagens, sim¡­ voc¨º tem certeza de que restam apenas tr¨ºs de n¨®s?¡± ¡°Tenho quase certeza¡±, disse ele, sua maneira agora severa. ¡°Eu olhei, mas parece que h¨¢ apenas os tr¨ºs restantes.¡± Ok¡­ ent?o Thea n?o era uma de n¨®s. Essa foi pelo menos uma teoria que se foi. ¡°E h¨¢ algum tipo de¡­ prop¨®sito para isso?¡± Eu perguntei. ¡°¡­Eu acho que eu realmente n?o entendo porque n¨®s ter¨ªamos essas fs parae?ar. Selene criou fam¨ªlias em que cada uma guarda um peda?o dilu¨ªdo d¡­ e ainda mais de noventa e nove v¨ªrg nove por cento da pop??o de nossa esp¨¦cie n?o exibe nada assim? | sintoo se devesse haver uma raz?o para isso.¡± O ¨¦lder Luke ent?o me deu um sorriso bem-humorado, quebrando um pouco a tens?o. ¡°Sim, suponho que essa seja uma maneira de ver isso. Parece estranho. Sinceramente, concordo voc¨º. Voc¨º pensaria que ter algo assim ditaria que um no divino superior est¨¢ em vigor para todos voc¨ºs.¡± Ele ent?o esfregou o rosto em pensamento enquanto se reclinava em sua cadeira. ¡°¡­ No entanto,¡± ele continuou, ¡°se h¨¢ um prop¨®sito para as fam¨ªlias, ent?o, infelizmente, n?o ¨¦ algo que eu saiba ainda.¡± ro que n?o. N?o, isso seria muito f¨¢cil, certo, Selene? N?o pode me dar todas essas respostas antes de me mandar de volta . N?o, voc¨º tem que me fazer descobrir por conta pr¨®pria quando ramente nossas informa??es s?o t?o antigas que provavelmente j¨¢ foram perdidas. Suspirei de frustra??o. Obviamente, Thea estava ligada a isso de alguma forma, mas eu precisaria fazer mais pesquisas sobre isso. Talvez eu encontrasse algo que o ¨¦lder Luke perdeu ou interpretou mal. 1 ¡°Vou pegar esses livros emprestados,¡± eu disse, meu tom n?o implicando que eu estava perguntando. Parte de mim estava raiva porque os Anci?es achavam que poderiam esconder isso de Aleric e de mim por tanto tempo. Independentemente de eles pensarem que era verdade ou n?o, ainda t¨ªnhamos o direito de saber quando eles moldaram nossas vidas em torno disso. ¡°¡­ Tudo bem,¡± ele respondeu ap¨®s uma leve hesita??o. Eu poderia rcionar embora. Se eu fosse ele, sei que definitivamente n?o gostaria que livros t?o valiosos sa¨ªssem do meu escrit¨®rio. ¡°¡­ aprecio a conversa de hoje e obrigado pelo seu tempo,¡± eu disse, tomando um momento para encontrar as pvras certas. ¡°Acho que provavelmente irei embora agora. Havia mais alguma coisa que eu deveria saber antes de ir? O ¨¦lder Luke ent?o se levantou e caminhou lentamente ao redor da mesa para me seguir educadamente. ¡°Nada que me venha ¨¤ mente. Imagino que voc¨º estar¨¢ bastante ocupado depois de hoje,¡± ele disse. ¡°Quando pode | espera que sua recente ah¡­ pesquisa sobre o Vale Azul seja conclu¨ªda? Eu estaria interessado em saber seus pensamentos uma vez conclu¨ªdos.¡± Com tudo o que acabamos de fr, eu quase esquecipletamente o motivo inicial de vir aqui. Tytus. Eu vim perguntar se ele apoiaria minha reivindica??o de assumir oando do bando Aleric. Parecia uma coisa t?o pequena no grande esquema das coisas agora. ¡°Acho que tudo deve estar em ordem no dia do *meu anivers¨¢rio¡±, respondi, enfatizando a data o ele poderia pegar no meu significado. ¡°¨¦ sempre melhor terminar coisaso estudar antes de qualquer¡­ celebra??o.¡± ¡°Ent?o estou ansioso paraemorar voc¨º nesse dia¡±, disse ele calorosamente. ¡­Sua atitude foi um lembrete de que n?o era o ¨¦lder Luke que eu estava raiva. N?o, ele me deu as respostas exatas que eu pedi e estava se oferecendo para me ajudar. Minhas frustra??es s?o mais bem direcionadas para seus colegas e Selene. E ent?o respirei mais uma vez para me acalmar mais uma vez e reuni o melhor sorriso que consegui. ¡°Eu realmente aprecio sua ajuda, ¨¦lder Luke. Vou pedir a Lucy para entrar em contato voc¨º se alguma coisa outra surge antes da data.¡± E isso, ele saiuigo do escrit¨®rio, voltando para o sagu?o¡­ ¡­ Apenas para descobrir que Aleric havia entrado aqui e estava esperando por mim. Ele estava parado perto de uma das jans, o sol batendo em seu rosto enquanto ele olhava para os terrenos da propriedade. Ao ouvir nossos passos, ele imediatamente ergueu os olhos surpreso ao nos ver. ¡°Oh, voc¨º terminou muito mais cedo do que eu pensei que voc¨º estaria¡±, disse ele, me cumprimentando. ¡°¨¦ bom ver voc¨º de novo tamb¨¦m, ¨¦lder Luke.¡± Mas v¨º-lo sem ter tempo para me preparar primeiro me pegoupletamente desprevenida. ¡®Poder¡¯. A pvra estava enraizada em minha mente agora . Ele era uma das fam¨ªlias¡­ embora eu suponha que isso realmente n?o deveria mudar muito minha opini?o sobre ele. Eu j¨¢ tinha visto por mim mesmoo ele podia jogar as pessoas ao redoro se s n?o pesassem nada, visto ele enfrentar um pequeno ex¨¦rcito de lobos desonestos sozinho. E n?o s¨® isso tamb¨¦m. Ele tinha sido um l¨ªder forte no passado, trazendo nosso bando para o status que obtivemos. N?o haviao negar o poder que ele detinha no passado. Meus olhos ent?o vagaram sobre seu corpo, olhando para seu f¨ªsico imacdo. Eu sempre pensei que era uma coisa Alfa, mas talvez tivesse sido mais seletivo do que isso. Se Selene o marcasse hipoteticamente, qu?o poderoso ele se tornaria? Qu?o forte era um Deus? ¡° A ria..?¡± ele perguntou lentamente quando eu n?o tinha fdo, uma carranca se formando em seu rosto. ¡°Desculpe,¡± eu respondi calmamente, retomando a distancia entre o ¨¦lder Luke e ele mesmo. ¡°Eu n?o esperava ver voc¨º aqui.¡± ¡°Eu n?o sabia quanto tempo voc¨º levaria, ent?o acabei decidindo esperar l¨¢ dentro¡±, explicou ele. ¡°Sorte eu fiz. Se eu tivesse voltado para a casa de carga, voc¨º teria esperado um tempo por uma carona para casa. Senti falta de poder dirigir sozinho. Ser escoltado em todos os lugares para minha seguran?a estava ficando cansativo. ¡° Foi sua ah¡­ sess?o de leitura boa?¡± ele perguntou, olhando incisivamente entre Elder Luke e eu. Foi ent?o que noteio o ¨¦lder Luke estava olhando para n¨®s uma fascina??o aguda,o se estudasseo est¨¢vamos interagindo uns os outros. Ele estava se perguntando o qu?o perto est¨¢vamos de tudo que acabamos de fr? ¡­ Ele estava se perguntando se aqu ¡®profecia¡¯ tinha algum m¨¦rito? ¡°Foi bom¡±, eu murmurei, mudando desconfortavelmente sob o olhar de ser examinado. ¡°¡­ N?o haver¨¢ problemas o prazo para essa coisa que estamos analisando.¡± Mas Aleric provavelmente podia sentir que algo estava errado, sua cabe?a ligeiramente inclinada enquanto ele olhava para mim, sua carranca se aprofundando. Meuportamento provavelmente mudou significativamente desde quando ele me deixou, ficando mais inst¨¢vel, apesar da confirma??o de que o ¨¦lder Luke ficaria do nossodo. Ele gostaria de saber o que aconteceu. ¡°N¨®s devemos ir,¡± eu disse, n?o querendo mais uma audi¨ºncia para nossa conversa. Minha cabe?a ainda estava doendo e eu precisava de tempo para processar tudo. Cap¨ªtulo Setenta e Sete ¡°¡­O que? Ah, tudo bem, ro,¡± ele disse para minha brusquid?o antes de se virar para o ¨¦lder Luke. ¡°Obrigado pelo seu tempo. Estou ansioso para trabalhar de perto voc¨º um dia.¡± O ¨¦lder Luke sorriu: ¡°Voc¨º tamb¨¦m, herdeiro Alfa¡±. Dada a posi??o de Aleric, n?o havia nada suspeito em suas gentilezas. Qualquer um que ouvisse pensaria que eles estavam se referindo a quando Aleric naturalmente se tornou Alfa um dia. ¡°At¨¦ a pr¨®xima,¡± eu disse rapidamente, fazendo uma pequena rever¨ºncia a cabe?a para o ¨¦lder Luke. E isso, sa¨ª do sagu?o, indo em dire??o ao estacionamento. ¡° ¡­ _ ¨¢ria-.¡± Mas eu levantei a m?o para ele quando entramos no carro. ¡°Ainda n?o. Apenas¡­ me d¨º algum tempo. Eu n?o seria capaz de esconder isso dele. Era seu direito saber tanto quanto era meu. Eu s¨®¡­ precisava entender primeiro. Ele acenou a cabe?a, para meu al¨ªvio, e nos levou de volta para o alojamento em sil¨ºncio. Minha mente continuou a girar as novas informa??es, imaginandoo isso poderia se encaixar em um quadro maior. Imaginando o que isso significou para n¨®s tr¨ºs¡­ E ent?o, quando finalmente nos encontramos de volta aos meus aposentos, enfrentando o momento em que eu finalmente precisaria dizer a ele, era quaseo se eu estivesse sem pvras. Por onde eu come?aria? ro ¡°¡­ O que voc¨º sabe sobre a profecia? Aquele¡­ sobre n¨®s? Euecei, olhando para o outrodo da s para n?o ter que ver seu rosto. Este t¨®pico j¨¢ era estranho o suficiente. ¡°S¨® que os Anci?es previram que ajudar¨ªamos a trazer prosperidade para o bando juntos¡±, disse ele, confuso. O assunto do nada provavelmente n?o era o que ele esperava que eu trouxesse. ¡°Por que? (¡­) O ¨¦lder Luke disse algo sobre isso?¡± Caminhei at¨¦ a mesa e coloquei todos os livros no ch?o, pegando apenas o que tinha o diagrama | necess¨¢rio para mostrar Aleric. Demorou um pouco para encontrar a p¨¢gina novamente, mas logo o triangulo familiar se apresentou. ¡°O que ¨¦ isso?¡± Aleric perguntou, vindo por tr¨¢s para olhar por cima do meu ombro. ¡°A verdade sobre a profecia¡­¡± E ent?oecei a contar a ele tudo o que o ¨¦lder Luke havia me contado. Sobre ele, sobre Cai¡­ sobre mim e minhas teorias sobre minha marca. Sobreo eu pensei que tinha que estar ligado ao aviso de Selene¡­ e Thea. N?velDrama.Org copyrighted ? content. E, enquanto eu fva, continuei a pensar nisso tamb¨¦m. O quanto isso afetou Cai e Aleric? Porque embora Aleric fosse forte sentidos agu?ados, para nossa esp¨¦cie isso n?o era muito estranho de testemunhar; foi definitivamente impressionante, mas n?o estranho. Mas Cai¡­? Se era o que eu pensava, ent?o o dele era infinitamente mais ium. E as pequenas coisas sobre elee?aram a n?o parecer mais t?o normais¡­ Eu podia me lembrar deo, quando conheci Cai, ele tinha todos os professores enrdos em seu dedo, atentos a cada pvra sua. Mas era apenas carisma. Ele era simplesmente¡­ charmoso. Naqu ¨¦poca, eu gostava de estar perto dele, mas n?o era muito mais do que isso. No entanto, quando ele voltou, foio se a energia ao seu redor tivesse aumentado. E n?o eram mais apenas os professores. Aquele ¨²ltimo dia nas cs quando eu disse adeus a ele¡­ toda aqu situa??o sempre me pareceu errada. A maneirao ele convenceu James a desconsiderar o protocolo t?o facilmente para nos dar privacidade . . . N?o, foi definitivamente mais forte em seu retorno ¨¤ N¨¦voa Invernal. Estar perto dele se tornou muito mais do que apenas desfrutar de suapanhia¡­ tornou-se quaseo um v¨ªcio. Ele consumiu todos os meus pensamentos, meus sentimentos¡­ algo que n?o foi saciado at¨¦ que eu cedesse completamente. Cap¨ªtulo Setenta e Sete ¡­At¨¦ que tomei uma decis?o que eu sabia que era um erro desde o in¨ªcio. 1 ¡°Voc¨º est¨¢ tremendo,¡± Aleric disse, me tirando dos meus pensamentos. ¡°O que h¨¢ de errado ? ¡± Engoli em seco e tentei me acalmar, mas n?o pude evitar. ¡°¡­ estou¡­ estou chateado¡± | admitido. ¡°Estou chateado que a ¨²nica coisa que pensei ser minha decis?o pode n?o ter sido minha, afinal. Que n?o h¨¢ nada na minha vida que n?o tenha sido manchado por Selene de alguma forma.¡± ¡°. . . Voc¨º est¨¢ fndo sobre Cai? ¡°Sim¡±, eu disse, dando alguns passos para longe para olhar em dire??o ¨¤ jan. ¡°Eu s¨®¡­ eu sei que foi um erro. Mas foi *meu* erro, sabe ? Minha escolha. Sim, n?o foi minha decis?o mais inteligente¡­ mas pelo menos fui eu que fiz isso. E agora . . . ? Agora ¨¦o¡­ eu tinha sentimentos por ele ou¡­ ou foi artificial o tempo todo? Como vou saber certeza? Ele sabe mesmo? Ele est¨¢ ciente de que ele tem esse potencial dentro dele?¡± Cruzei os bra?os sobre o peito e me virei para olhar para Aleric. Eu me senti¡­ vulner¨¢vel. Inseguro. Cai era algu¨¦m em quem eu podia confiar, algu¨¦m em quem podia confiar. N?o havia realmente ningu¨¦m em quem eu pudesse dependerpletamente? Este era o meu destino, independentemente de qual vida eu vivia? ¡° ¡­ E eu entendo que ele tem umpanheiro agora, eu n?o sou est¨²pida,¡± eu disse, minha voz agora mais suave. ¡°Eu nunca iria interferir nisso. Mas isso n?o mudao me sinto¡­ ouo pensei que me sentia. Mesmo que seja apenas uma mem¨®ria agora, eu gostaria de ainda poder acreditar de todo o cora??o que era inteiramente meu¡­ n?o de Selene. | arrastou no meu lugar e desajeitadamente desviou o olhar. Eu estava tanta raiva que n?o me ocorreu que eu estava desabafando tudo isso para Aleric. N¨®s n?o t¨ªnhamos fdo sobre sua confiss?o desde a noite em que voltei para o bando e ent?o, mesmo que eu o tenha recusado, este t¨®pico de conversa provavelmente n?o era apropriado. Eram momentoso este que eu sentia falta de Myra, sentia falta deo n¨®s pod¨ªamos fr sobre drama de garotos sem nunca ser estranho ou um problema. Com , era um lembrete constante de que nem tudo tinha que ser sobre um apocalipse iminente ou sobreviv¨ºncia. Na verdade, raramente discutimos os principais problemas da matilha ou os problemas terr¨ªveis que me atormentavam. Apesar de toda a incerteza e medo que me encheram quando voltei, os dias que passei My ra ainda foram os mais felizes que j¨¢ estive em qualquer linha do tempo. ¡°Desculpe,¡± | murmurou, esfregando meu bra?o. ¡°Eu n?o sei por que¡­ eu s¨®¡­ me desculpe . ¡± ¡°Voc¨º n?o ¨¦ a ¨²nica raiva de Selene, Aria,¡± ele disse, felizmente n?o chamando a aten??o para minha gafe. ¡°Eu entendo. Realmente eu fa?o. E n?o apenas por causa de toda essa merda que voc¨º acabou de me dizer agora. Eu ia perguntar a ele seu outro racioc¨ªnio, mas ele continuou antes que eu pudesse dizer as pvras. ¡°Mas n?o vamos perder o foco no que estamos trabalhando agora¡±, disse ele. ¡ª Porque todas essas informa??es que voc¨º me disse agora s?o ¨®timas e podemos juntar as pe?as, mas temos menos de dois meses at¨¦ seu anivers¨¢rio, Aria. Dois meses para nejar uma insurrei??o contra um dos maiores bandos de todo o pa¨ªs. Descobrir sobre linhagens diretas n?o muda nada para n¨®s agora, mas executar com sucesso esse no nos colocar¨¢ em uma posi??o melhor para focar nele depois que terminarmos.¡± Ele estava certo. Eu poderia continuar minha pesquisa no meu tempo de inatividade, mas minha aten??o principal precisava estar na prepara??o para o grande dia. Era pelo menos algo em que eu poderia realmente trabalhar, em oposi??o ¨¤s perguntas incertas que eu tinha sobre a teoria da linhagem. ¡°O que ainda nos resta fazer?¡± ele perguntou, sentando-se aodo da mesa. | pensei um pouco antes de perceber o que viria a seguir¡­ e era mais um t¨®pico estranho de conversa. ¡°Ah, eu tenho uma consulta m¨¦dica minha m?e na pr¨®xima semana e vou usar o tempo para repassar o no ,¡± eu disse, meu tom um pouco duro. ¡°¡­ Consulta m¨¦dica para qu¨º? Voc¨º n?o est¨¢ se sentindo bem?¡± ¡°N?o, isso n?o ¨¦¡­ hum¡­ eu tenho uma consulta m¨¦dica,¡± eu disse. No entanto, ainda nenhum reconhecimento apareceu em seu rosto, mesmo ap¨®s a ¨ºnfase. ¡°Voc¨º sabe¡­ aquele que Luna ¨¦ obrigado a passar¡­? Tytus solicitou que eu terminasse meu¡­ exame f¨ªsico¡¯ e eles decidiram trat¨¢-lo como se eu fosse uma Luna, dadas as circunstancias. Finalmente, ele entendeu o que eu estava dizendo a ele. ¡°¡­Oh,¡± foi tudo o que ele disse. ¡°Eu normalmente ficaria raiva por ele estar empurrando isso para mim t?o cedo,¡± continuei, ¡°mas estou tentando aproveitar ao m¨¢ximo. Suponho que seja melhor conversar em seu escrit¨®rio de qualquer maneira, caso tenhamos que revisar seus livros m¨¦dicos para o ac?nito. Era mais uma parte do meu no que eu temia. Na verdade, era algo que eu temia desde que voltei. E embora eu tivesse feito esse tipo de exame antes no passado, ele foi anteriormente conduzido por um homem que agora eu acreditava ser um desonesto. Ent?o, o que meus resultados diriam desta vez? Porque, embora esse tipo de check-up cobrisse a sa¨²de f¨ªsica padr?o, tamb¨¦m cobria um outro aspecto importante. Um aspecto que era vistoo crucial para qualquer Luna, tornando-se uma causa de ar ainda mais estranho na s agora entre Aleric e eu. .. . E esse aspecto foi um exame m¨¦dico para a minha capacidade de conceber filhos. A mesma coisa que originalmentee?ou tantos dos meus problemas. Cap铆tulo 79 Cap¨ªtulo 79 Cap¨ªtulo Setenta e Nove Caloroso! Estava t?o quente. Tudo ao meu redor parecia estar queimando, nossa pele j¨¢ corada o suficiente do treinamento anterior. .. . E eu queria mais. Com uma m?o emaranhada em seu cabelo escuro, a outra estava tra?ando lentamente a frente de seu peito, sentindo cada m¨²sculo sob meu toque. E Deusa foi impec¨¢vel. Seu corpo se moldava perfeitamente ao meu,o se tivesse sido feito para caber ali. ¡­ Isso est¨¢ errado,¡¯ uma voz sussurrou l¨¢ dentro. E, no entanto, esse pensamento s¨® parecia me excitar ainda mais. Parecia um milh?o de vezes melhor do que eu pensava que seria, sua boca se movendo avidamente enquanto respondia contra a minha. Seus l¨¢bios mais macios do que eu jamais imaginaria. ¡­Pare¡­ Havia uma sensa??o de urg¨ºncia, uma sensa??o de necessidade enquanto eu me agarrava a ele, me pressionando contra ele mais perto, desesperadamente procurando o m¨¢ximo de contato poss¨ªvel. ¡­ Voc¨º precisa parar.¡¯ N?o, eu realmente n?o deveria ter querido isso, queria ele, mas erao umaporta de emo??es enterradas inesperadamente derramadas, misturando-se novas que eu nem tinha notado antes. E o resultado foi um desejo disparando atrav¨¦s de mim que parecia insaci¨¢vel. Seu corpo ent?o se moveu embaixo de mim, tentando sentar e eu me movi para tr¨¢s para permitir isso, dando a ele o espa?o que ele precisava para se libertar sem deixar muita distancia. Mas quando ele tentou trazer as m?os para me tocar, provavelmente tendo esquecido momentaneamente que as algemas estavam l¨¢, de repente percebi o que estava acontecendo. Quando o metal da adaga de prata soou alto contra as algemas, foio se algu¨¦m tivesse jogado um balde de ¨¢gua fria em cima de mim. ¡­.O SUFICIENTE! ¡­ . E eu imediatamente me afastei . ¡°D¨º-me um segundo¡­¡± Aleric disse calmamente enquantoe?ava a se libertar. Ele ainda n?o tinha percebido minha mudan?a abrupta de humor. Mas, sem esperar, eu rapidamente me levantei e dei alguns passos tr¨ºmulos para tr¨¢s. ¡°. . . Uma ria?¡± Aleric perguntou, olhando para mim agora confuso. ¡°E-eueti um erro,¡± eu disse, meu cora??o ainda batendo forte, minha cabe?a nuda. .. . E eu sabia que tinha estragado tudo. Porque nada em nossa situa??o havia mudado. Eu ainda n?o conhecia seu futuro, n?o sabia o que aconteceria ele, ou se havia algum tipo de gatilho que o colocaria no mesmo caminho¡­ Eu ainda n?o podia confiar nele implicitamente. N?o inteiramente. Na verdade, a ¨²nica coisa que aprendi sobre nossa situa??o nos ¨²ltimos meses foi que agora havia ainda mais fatores internos e ao nosso redor que erampletamente desconhecidos. Especialmente aquele de sempre Cap¨ªtulo Setenta e Nove quest?o chata¡­. Poder, Eu j¨¢ tinha visto uma vez quanto seu esfor?o para conseguir isso custou. Viu exatamente o que ele estava disposto a sacrificar para alcan?ar esse status. ¡­ Quem poderia dizer o que ele eventualmente estaria disposto a fazer desta vez? Estava apenas esperando dentro de seu n¨²cleo, pronto para transform¨¢-lo naquele homem faminto de poder mais uma vez sem qualquer aviso de momento? Ao lidar as habilidades de uma Deusa, quem poderia dizer certeza? Eu tinha feito um acordo ele para manter nosso rcionamento profissional exatamente por esse motivo. Uma maneira de evitar qualquer conflito de interesse caso o pior cen¨¢rio aconte?a no futuro. E de alguma forma eu j¨¢ tinha arruinado. ¡­De alguma forma eu quase ca¨ª em mais um erro, um que tamb¨¦m poderia ter tido impactos severos na matilha¡­ assimo aconteceu Cai. N?velDrama.Org copyrighted ? content. ¡°O que voc¨º est¨¢ fndo?¡± ele disse, levantando-se lentamente. ¡°1-Quero dizer¡­ eu n?o deveria ter feito isso. Isso n?o ¨¦¡­ Isso n?o ¨¦ algo que devemos fazer. ¡°Seriamente?¡± Mas eu n?o queria entrar nessa discuss?o agora. N?o, eu s¨® queria ir embora. N?o havia nada de bom que resultaria de fr sobre isso no dia anterior ao meu anivers¨¢rio. E ent?o eu rapidamente me virei para ir embora¡­ apenas a voz dele me chamou. ¡°Eu n?o entendo, Aria. Eu realmente n?o sei,¡± ele disse, frustra??o em sua voz. ¡°Voc¨º deixou ro que n?o queria nadaigo dessa maneira e eu entendi o porqu¨º disso. Eu o respeiteipletamente. Eu n?o questionei isso porque, dado tudo o que voc¨º aparentemente passou, seria est¨²pido da minha parte pensar que eu teria uma chance. Como eu poderia quando algum bastardo j¨¢ realmente fodeu tudo para mim? Meu cora??o estava acelerado, mas continuei andando. Eu precisava permanecer forte e ir embora. ¡°Ent?o,o vou me convencer de que voc¨º n?o me quer agora? Nem um pouquinho? ¡­ Como diabos eu simplesmente deixo passar depois que voc¨º me beija assim?¡± ¡°Eu disse que foi um erro, Aleric!¡± Eu gritei, me virando. ¡°Eu-eu nem sei o que eu quero¡­ mas eu sei que estar voc¨º potencialmente coloca em risco este bando se um dia eu n?o puder tomar uma decis?o imparcial entre voc¨º ou o melhor interesse deles. J¨¢ vi um futuro em que me entreguei a voc¨º e vi o que voc¨º fez isso. Voc¨º acha que eu sou est¨²pido o suficiente para deixar isso acontecer de novo? ¡°¡­ Ent?o ¨¦ isso? ¨¦ assim que nosso futuro ser¨¢ juntos? Mal confiando um no outro, imaginando silenciosamente se a outra pessoa vai arrancar o tapete debaixo deles a qualquer segundo? mordi meu l¨¢bio, mas permaneci em sil¨ºncio, sem ter uma resposta para isso. ¡°Na verdade, voc¨º sabe o qu¨º? N?o. Foda-se, Aria,¡± ele disse, dando um passo para tr¨¢s. ¡°Eu fiz tudo humanamente poss¨ªvel para provar a voc¨º que eu n?o sou *ele* que eu valho sua confian?a e respeito. E agora .., isso? Voc¨º me conduz e depois esfrega sal nas feridas por uma merda que nem ¨¦ minha culpa? Coisas de um passado sobre as quais n?o tenho controle? Sim, n?o¡­ terminei. Eu podia sentir meu sangue correndo pelo meu corpo furiosamente, minha raiva agora chegando ao limite. Foi alimentado apenas mais p montanha-russa emocional que acabara de ocorrer. ¡°Oh, voc¨º terminou, n?o ¨¦? Bem desse jeito? Depois de tudo que preparamos?¡± Eu cuspi de volta, vendo vermelho. ¡°Ent?o, estou tomando issoo sua confirma??o de que voc¨º n?o quer mais gerenciar o bando juntos? Porque voc¨º deveria me dizer isso agora. Ser¨¢ bom divulgar esse tipo de informa??o, ent?o percebo que apenas ¡­ Isso parecia fazer isso. Os olhos de Aleric instantaneamente ficaram escuros e o rosnado mais alto rasgou seu peito, uma aura saindo dele que teria feito qualquer rank inferior cair de joelhos. Ele estava raiva a ponto de seu lobo ser agora vis¨ªvel na superf¨ªcie. E eu sabia que minhas pvras eram um golpe baixo. Na verdade, eu imediatamente me arrependi do que eu disse. De alguma forma, eu n?o conseguia evitar. Tinha sa¨ªdo da minha boca antes que eu pudesse parar, sendo dito puramente por minha raiva. Mas vendo sua rea??o, sua pr¨®pria f¨²ria e maneiras¡­ bem, isso s¨® conseguiu varrer uma sensa??o de calma por todo o meu corpo. Imediatamente, toda a minha raiva me deixou enquanto eu estava diante dele, olhando-o de cima a baixo. A ¨²nica coisa que ele conseguiu fazer foi reiterar ainda mais uma coisa para mim¡­ E era isso que eu estava tomando a decis?o certa. ¡°Caso em quest?o,¡± eu murmurei e rapidamente me virei, saindo da s antes que eu dissesse qualquer outra coisa que eu pudesse me arrepender. No entanto, no segundo em que a porta se fechou atr¨¢s de mim, uma onda de ansiedade e culpa imediatamentee?ou a me afogar. . . . Por que diabos eu tinha acabado de fazer isso? ¡ª Porque ele ¨¦ uma amea?a letal. Um perigo potencial para ele e para os outros ¡ª a voz dentro de mim me lembrou. ¨®timo. Eu quase tinha perdido isso na confus?o de eventos anteriores¡­ mas parecia que estava de volta, tendo aproveitado o momento mais oportuno para retornar. Eu desejei fervorosamente que simplesmente tivesse ficado fora, j¨¢ que agora definitivamente n?o era o momento para estar enchendo minha cabe?a. N?o, eu precisava descobrir o que fazer depois de tudo o que aconteceu. ¡°Eu posso lidar isso sozinho, obrigado¡±, eu assobiei de volta internamente, continuando meu caminho. Eu precisava me acalmar antes de decidir meu pr¨®ximo passo. Dentro de meus aposentos, encontrei Lucy andando, organizando algumas coisas para mim antes de amanh?. estava extremamente ocupada nos dias de hoje, ent?o era raro v¨º por perto. ¡°Senhorita?¡± cumprimentou, olhando surpresa a minha apar¨ºncia. ¡°Est¨¢ tudo bem?¡± Mas fr algu¨¦m sobre isso ainda era a ¨²ltima coisa que eu queria agora . ¡°Voc¨º pode, por favor, ir buscar minha bolsa e minha adaga na academia em algum momento hoje? Sa¨ª com pressa e parece que os esqueci.¡± parecia querer me perguntar mais sobre isso, mas felizmente ficou quieta, reconhecendo meu pedido apenas um aceno de cabe?a. E isso, fui direto para o meu quarto descansar um pouco, j¨¢ exausta de tudo o que havia acontecido; inclusive usando minhas habilidades. Era um espa?o para privacidade¡­ e brotando em meu pr¨®prio arrependimento. Eu de alguma forma tornou as coisas ainda piores do que apenas o beijo. Atac¨¢-lo pelo que ele disse n?o era nem remotamente necess¨¢rio, especialmente quando eu sabia que ele provavelmente estava certo. Ou, pelo menos, ele estava justificado no que estava dizendo de sua perspectiva. Na verdade, eu nem sabia se era ele que eu estava tanta raiva. Eu estava mantendo uma barreira entre n¨®s, propositalmente garantindo que eu n?o chegasse t?o perto, e agora o pensamento de de repente perder essa prote??o Cap¨ªtulo Setenta e Nove Me assustou. Como se eu estivesse agarrando qualquer desculpa para manter essa distancia, mesmo que ele realmente parecesse diferente. Parecia que eu o estava afastando tanta for?a que nem percebi o que estava acontecendo dentro de mim. Cego at¨¦ mesmo para a menor possibilidade de eu estar chegando perto demais. E agora eu descobri da pior maneira poss¨ªvel depois de ceder ao desejo de uma vez. Um choque para dizer o m¨ªnimo. Mas ent?o¡­ o que foi isso? Apenas umpso momentaneo de julgamento ou¡­? Quando eu tinha come?ado a v¨º-lo daquele jeito de novo? Levei a m?o aos l¨¢bios distraidamente, lembrandoo era. Lembrandoo sua boca respondeu a minha¡­ E uma queima??o percorreu meu corpo. Depois de amanh? . Eu vou lidar esses novos¡­ *pensamentos* depois de amanh? . Por enquanto, eu s¨® precisava me acalmar um pouco antes de ir pedir desculpas a Aleric. Eu precisava consertar o que eu tinha estragado tanto. Mas enquanto eu pensava em ir procur¨¢-lo para conversar, percebi o qu?o cansada eu j¨¢ estava, meus olhos rapidamente ficando pesados contra minha pr¨®pria vontade. Eu deveria ter percebido antes que usar minhas habilidades a coleira ainda teria esse efeito cteral. Ok, tudo bem ent?o. Eu tirava uma pequena soneca¡­ e ent?o¡­ O som de saltos batendo dentro de um corredor vazio me despertou do meu sono, me acordando para me encontrar dentro do hospital da matilha. Os quartos anexos estavam escurecendo, o in¨ªcio da noite j¨¢e?ava a cair dodo de fora,o era evidente ps poucas jans que eu podia ver. ¡­Maso eu cheguei aqui ? Olhei em volta procurando a fonte do barulho apenas para encontrar Lucy andando, indo na dire??o do escrit¨®rio da minha m?e. ¡°Lucy?¡± Eu a chamei. Sem resposta. ¡­ Ent?o parecia que eu estava tendo uma vis?o. Correndo para alcan?¨¢, eu a segui, deixando-a me levar para o que quer que eu precisasse ver, mas n?o demorou muito para chegarmos ao nosso destino. Logo, o escrit¨®rio da minha m?e apareceu logo ¨¤ frente. Mas antes que Lucy pudesse chegar at¨¦ a porta, de repente foi aberta¡­ e Aleric saiu. ¡°Oh, herdeiro alfa,¡± Lucy disse, tendo saltado um pouco de sua sa¨ªda abrupta. ¡°Eu n?o estava esperando ver voc¨º¡­.-.¡± E foi ent?o que n¨®s dois lentamente percebemos sua apar¨ºncia, a situa??o agorae?ando a nos perceber. Porque seu cabelo estava desgrenhado, seuportamentopletamente no limite¡­ e suas m?os¡­ suas m?os estavam cobertas de sangue. ¡°O que voc¨º est¨¢¡­-?¡± Lucye?ou, mas ent?o Aleric se moveu rapidamente para estar em seu rosto. ¡°O que diabos voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± ele exigiu, cortando-a. Ele parecia quase pronto para rasg¨¢ Cap¨ªtulo Setenta e Nove garganta para fora antes que seu rosto finalmente se suavizasse um pouco ao perceber. ¡°Espere ¡­ Thea mandou voc¨º aqui tamb¨¦m ? ¡° ¡°Herdeiro alfa, senhor¡­ por favor, eu ¨C eu n?o sei o que est¨¢ acontecendo¡±, Lucy gaguejou, tentando dar alguns passos para tr¨¢s em afli??o. ¡°Eu s¨® vim pegar o rt¨®rio de status da Doutora Chrysalis para a jovem Srta. Aria est¨¢ dormindo cantando ¡­ Mas ent?o o viu, a cabe?a inclinada para odo. Atr¨¢s dele, havia uma fresta na porta que mostrava o que estava por vir logo depois. Algo que me chamou a aten??o tamb¨¦m. E meu sangue gelou. Corri rapidamente para a porta, mas n?o adiantou. Parecia que eu estava limitado apenas ao espa?o em que Aleric e Lucy estavam presentes . No entanto, isso n?o me impediu de ver o que eu precisava¡­ ver os corpos que eu precisava. Afinal, os dois corpos dos meus pais deitados sem vida eram dif¨ªceis de perder. ¡°¡­ O que est¨¢ acontecendo?¡± Lucy perguntou, agora dolorosamente ciente do perigo que potencialmente corria: ¡± O que isso tem a ver Thea?¡± Aleric virou a cabe?a para ver o que Lucy estava olhando e ent?o amaldi?oou baixinho. ¡°Este ¨¦ apenas o neg¨®cio de Alpha¡±, afirmou, voltando seus olhos escuros para . ¡°Ordens do pr¨®prio Tytus para a tentativa de envenenamento de sua pessoa. O m¨¦dico deveria ser trazido at¨¦ o julgamento, mas ent?o¡­ bem, Beta Jarrod descobriu e n?o foi t?o amig¨¢vel depois. ¡°Mas¡­ o no¡­ eu n?o entendo.¡± ¡°Lucy!¡± eletiu para tentar fazer que se concentrasse, seu tom ent?o mudando. ¡°Se voc¨º n?o quer que eu o tranque imediatamente nas cs, ent?o voc¨º vai me ouvir muito, muito cuidado . Voc¨º n?o diz nada a Aria. Nada mesmo. Fui ro?¡± .. . Uma ordem alfa. Lucy n?o p?de fazer nada al¨¦m de engolir seu medo e assentir debilmente. ¡°Bom. Tenho coisas que ainda preciso¡­ terminar aqui. Voc¨º deveria ir embora.¡± n?o precisava ser dito duas vezes embora. Imediatamente, Lucy deu alguns passos tr¨ºmulos para tr¨¢s para fazer alguma distancia, terror forjado em suas fei??es, e, sem hesitar nem por um segundo a mais, ent?o se virou ee?ou a andar rapidamente de volta por onde veio. ¡°Ah, e Lucy?¡± Aleric gritou atr¨¢s d, fazendo-a congr no meio do caminho. ¡°¡­Voc¨º pode dizer a Aria que eu preciso fr quando acordar.¡± .. . E ent?o meu corpo cambaleou para frente na minha cama, acordando ofegante a vis?o. ¡®Que porra foi essa? Que porra? Que porra? Que porra ¨¦ essa? Eu estava tremendo todo, um suor frio me cobrindo. Havia muitos pensamentos passando p minha cabe?a para eu ser capaz de processar de uma s¨® vez. Mas havia um mais proeminente do que qualquer outro¡­ nada disso fazia sentido . Olhei para a jan e vi que ainda estava um pouco ensrado l¨¢ fora. Essa foi boa. Significava que ainda tinha tempo, pois, na vis?o, a luz estava escurecendo. Jogando-me para fora da cama, fiz o meu melhor para me apressar e sair. Eu precisava avisar minha m?e e ajud¨¢ a escapar antes que Tylus desse a ordem. Mas quando estendi minha m?o para a ma?a da minha porta da frente, foi ent?o aberta p outrodo¡­ E Lucy ficou l¨¢. ¡°Lucy! R¨¢pido, temos que nos apressar!¡± Eu disse, agarrando sua m?o para arrast¨¢igo. Se estivesse at¨¦ aqui em vez de perto do hospital, ent?o seria ainda melhor. Isso significava que eu tinha ainda mais tempo. No entanto, sob meu controle Lucy mal se mexeu, seu rosto mostrando sinais de ansiedade. ¡°Lucy? O que h¨¢ de errado?¡± Foi o suficiente para me fazer finalmente parar por um momento, inspecionando-a mais de perto¡­ .. . E, de repente, tudo pareceu clicar. ¡°¡­Que horas s?o¡­?¡± | perguntou lentamente, meu cora??oe?ando a acelerar. segurou meu olhar intensamente, seus olhos cheios de tristeza. ¡°¡­ S?o seis da manh?, senhorita,¡± respondeu calmamente. ¡°¡­Hoje ¨¦ seu anivers¨¢rio.¡± Cap铆tulo 80 Cap¨ªtulo 80 Cap¨ªtulo Oitenta ¡°N?o¡­¡± eu sussurrei, as pvras saindo da minha garganta. Quase um dia inteiro. Eu dormi por quase um dia inteiro. Minha vis?o n?o aconteceu logo ap¨®s o sol*p?r*, foi logo antes do sol*nascer*. E agora mais ou menos uma hora j¨¢ havia se passado desde ent?o. Senti-mepletamente entorpecido, soltando a m?o de Lucy do meu aperto. Havia ume?o em ru¨ªnas dentro de mim. Como se eu estivesse caindo¡­ caindo em um Abismo que erapletamente de minha autoria. Um que era um buraco do qual eu estava desesperadamente tentando nadar para longe nos ¨²ltimos quatro anos, tentando t?o malditamente acreditar que ainda havia coisas boas nas pessoas. Que mesmo tendo sido rejeitado, morto e abandonado por todos ao meu redor, ainda havia potencial para as pessoas fazerem melhor. Que eu poderia fazer melhor. E agora parecia que a trai??o final havia cravado sua adaga. Aquele que eu sabia que nunca iria sobreviver. E, aparentemente, nem meus pais. ¡­ N?o havia mais ningu¨¦m.¡¯ ¡­Ningu¨¦m. ¡­Eu estava sozinho.¡¯ Assimo o destino parecia ter sempre nejado para mim. E tudo parecia¡­ t?o vazio. ¡°Oh¡­ eu n?o¡­ eu n?o percebi,¡± sussurrei para mim mesmo em transe, o mundo movendo-se lentamente ao meu redor. ¡°Senhorita¡­? ¡± ¡°¡­ Eu n?o sabia que est¨¢vamos jogando esse tipo de jogo.¡± ¡­ Pronto para fazer isso do meu jeito ?¡¯ A voz do meu eu anterior sussurrou na minha cabe?a, oferecendo-me o apoio que eu tanto desejava agora . Era o tipo de ajuda que eu teria recusado instantaneamente antes¡­ mas agora? Honestamente, eu estavae?ando a me perguntar por que eu tinha sido t?o contra o tempo todo. conseguiu suportar anos de inferno, fazendo o que fosse preciso para sobreviver e provar seu valor. Se algu¨¦m sabiao continuar trabalhando quando parecia que o mundo estava desmoronando, era . S¨® possu¨ªa a for?a que eu precisaria agora . .. . O que eu ainda tinha a perder ? Minha senhora ? Cai? Meus pais? E eu me senti deslizar mais fundo no buraco dentro. ¡°H¨¢ algo que eu preciso te dizer, mas eu¡­¡±, Lucy disse para mim, desarticda. ¡°Mas eu ¨C eu n?o posso, me desculpe ¡­ -.¡± ¡°Est¨¢ tudo bem,¡± eu disse, parando-a, meu corpo rapidamente ficando calmo. ¡°Eu j¨¢ sei que ele ordenou que voc¨º ficasse quieta sobre o que aconteceu no hospital. Eu j¨¢ sei sobre¡­¡± Mas n?o consegui terminar minha frase. Fr da morte dos meus pais ainda parecia errado. Surpresa cruzou as fei??es de Lucy, meu conhecimento a deixando surpresa, j¨¢ que n?o haviao eu saber. ¡°Senhorita? Como voc¨º ¡­ _ ?¡± ¡°N?o se preocupe isso. Temos coisas maiores que nos preocupar agora e preciso de sua total concentra??o.¡± Sem esperar, eu caminhei at¨¦ onde Lucy tinha colocado a roupa que eu ia usar hoje eecei a trocar puxando o vestido de mangaprida sobre minha cabe?a. ¡°Mas o no est¨¢ arruinado,¡± objetou. ¡°O no A agora ¨¦ muito arriscado e o no B ¨¦¡­¡± Sua voz engasgou at¨¦ parar quando a ordem Alfa a constringiu. Mas eu n?o precisava d para borar. Eu j¨¢ sabia o que estava tentando dizer. O no A agora significaria eendar n?o apenas um, mas dois sangues Alfa. Um feito que eu n?o tinha certeza se era capaz de realizar mesmo quando tinha sido apenas para Tytus ac?nito em seu sistema. voc¨º est¨¢ certo,¡± eu disse, dando os toques finais no meu traje. ¡°¨¦ exatamente por isso que vamos em frente Pian C. Senhorita? no C? Voc¨º nunca mencionou que havia um no C. Entre em contato a ¨ªris. Diga a que est¨¢ na hora,¡± eu instru¨ª, continuando a pegar o ¨²ltimo de tudo que eu precisava. A raz?o p qual Lucy n?o sabia sobre o no C era porque ningu¨¦m sabia, exceto eu. Era algo que eu tinha inventado ao mesmo tempo que tinha os outros. Um no que eu tinha continuamente rejeitado, sabendo que nunca deveria ser usado, sabendo que era algo que s¨® faria. No entanto, n?o era um backup se eu n?o ordenasse Tytus, ou se Aleric n?o o desafiasse. N?o, foi o que eu inventei no caso do pior cen¨¢rio acontecer, o ponto absoluto de tudo o mais falhar Era um no que tinha que serpletamente escondido de todos os outros para funcionar. O trunfo final, a posi??o final. Eu nunca quis recorrer a isso, muito menos considerar implement¨¢-lo. Mas eu tinha me preparado para isso, no entanto. Porque o no C era para o caso de Aleric me trair . E , de repente , encontrei ¨C me nessa mesma posi??o. Ao contr¨¢rio do pedido de Ale ric , n?o o procurei antes da reuni?o. De tudo que Luc y estava proibido de me contar, mas tudo o que eu j¨¢ havia presenciado , eu sabia que era muito perigoso . Quem n?o estaria esperando algum tipo de armadilha? Afinal, se ele podia matar meus pais t?o facilmente, ent?o do que mais ele era capaz? Ele deliberadamente escolheu n?o desafiar Tytus assim que a ordem foi dada, mostrando sua alian?a a ele sobre mim. Inferno, ele mais Rely foi quem vazou a informa??o sobre o envenenamento parae?ar . 1 N?o, ele deixou sua mensagem ra¡­ Ele queria tomar sua sucess?o naturalmente, n?o p for?a ao meudo. ro, eu me perguntei se nossa discuss?o de ontem realmente foi suficiente para gerar esse tipo de resposta; se realmente havia demolido nossa confian?a a ponto de ele dar o primeiro passo. Mas havia outra possibilidade tamb¨¦m aqu em que eu lembrava de seus olhos escuros no dia anterior, j¨¢ sabendo que monstro possivelmente estava adormecido dentro dele. Mas nada disso realmente importava agora . Perguntar sobre os motivos n?o traria meus pais de volta ¨¤ vida. N?o, era tarde demais para isso. Minha estrat¨¦gia mais segura aqui era fazer o que eu precisava fazer, passar o dia e reavaliar quando tudo terminasse. Mesmo a menor chance de que Aleric realmente estivesse nejando algo antes da reuni?o, eu n?o poderia arriscar procur¨¢-lo em particr por conta pr¨®pria . Cap¨ªtulo Oitenta Se alguma coisa, sua cren?a de que eu estavapletamente alheia ao que havia acontecido na noite anterior s¨® iria funcionar a meu favor. E assim, eu passei o resto das minhas ¨²ltimas horas ocupadas, me esfor?ando para ficar focado no que precisava fazer; nunca ficando em um lugar por muito tempo, nunca cedendo ¨¤ dor que amea?ava apodrecer dentro de mim. Cada segundo de hoje ia ser crucial, e eu nem tinha chegado na metade ainda. Mas ent?o, finalmente, chegou a hora do grande evento. Abri as portas dus da s de reuni?es quando entrei e a s inteira do outrodo imediatamente mudou para vozes abafadas, sussurrando entre si. N?velDrama.Org copyrighted ? content. Eu n?o podia ouvir o que eles estavam dizendo, mas eu n?o precisava. Seus rostos diziam tudo¡­ Simpatia, tristeza¡­ caut, desgosto. Parecia que eu era mais uma vez a filha de um traidor; este cen¨¢rio sendo um que eu j¨¢ estava dolorosamente familiarizado. Mantendo minha cabe?a erguida, caminhei at¨¦ onde Aleric estava, recusando-me a encontrar seus olhos. Eu provavelmente deveria ter querido confront¨¢-lo, gritar ele, talvez pior, mas por dentro tudo que eu sentia era uma calmapleta; minha mente totalmente focada no que eu precisava fazer. Agora, o ¨²nico que faltava para chegar era o pr¨®prio Tytus. ¡°Onde diabos voc¨º esteve?¡± Aleric assobiou em voz baixa, sua m?o agarrando meu cotovelo. Aparentemente n?o baixo o suficiente, pois alguns Anci?es viraram a cabe?a em nossa dire??o. Eu rapidamente forcei um sorriso educado no meu rosto e puxei meu bra?o livre de seu aperto. As mesmas m?os que estavam cobertas o sangue de meus pais apenas algumas horas antes. ¡°Al¨¦rico,¡± | cumprimentou em voz alta para que toda a s ouvisse. ¡° ¨¦ bom ver voc¨º. Desculpe, estive um pouco ocupado esta manh?. Mas o que s?o algumas horas quando temos nossas vidas inteiras juntos, certo? Parece que voc¨º est¨¢ t?o empolgado em me marcar que n?o aguentaria nem algumas horas sem me ver. ¡°Nojento¡±, acrescentou a voz dentro de mim. ¡°O que voc¨º est¨¢-¡° Mas ent?o Tytus entrou, encerrando todas as chances de continuar a conversa, e eu olhei para cima quando o pr¨®prio homem entrou. ¡®Ele nos prendeu, nos degradou, tentou nos for?ar a um sindicato¡­ e ent?o mandou matar nossos pais.¡¯ ¡°Sauda??es a todos . Voc¨º pode se sentar,¡± Tytus disse enquanto caminhava para sua cadeira. O conselho na mesa ent?o todos se sentaram novamente, preenchendo o espa?o ao redor dele. Ou, pelo menos, eles fizeram para todas, exceto uma cadeira¡­ meus pais. ¡°Eu entendo que hoje era para ser um dia alegre de celebrar n?o apenas o anivers¨¢rio da jovem Aria, mas tamb¨¦m sua uni?o meu filho, Aleric,¡± Tytus disse ao conselho e aos guerreiros presentes. ¡°No entanto, ¨¦ o cora??o pesado que anuncio a todos voc¨ºs agora que h¨¢ alguns que n?o estar?o presentes neste dia monumental. Um dia em que todas as filhas merecem estar os pais. ¨¦ algo que eu gostaria que n?o fosse verdade.¡± ¡®Mentiras.¡¯ Eu sabia que ele realmente n?o dava a m¨ªnima para mim. ¡°Tenho certeza que a maioria de voc¨ºs j¨¢ ouviu fr,¡± ele continuou. ¡°Mas surgiu ontem uma situa??o em que tomei conhecimento de um no. Um no para me envenenar durante uma consulta m¨¦dica de rotina. Ao ordenar a pris?o do indiv¨ªduo em quest?o, infelizmente eclodiu uma briga que resultou tragicamente na perda de duas pessoas muito especiais que eu prezo no ritmo Bettid Mootout Eu podia sentir os olhos de todos em mim, mas eu me recusei a deix¨¢ -los no tudo de mim, eles n?o entenderiam isso. ¡°Aria..Sinto muito p sua perda e que tenha acontecido 4g / l focado na minha. ¡°Naturalmente , eu tenho algumas perguntas para voc¨º ver se ainda pode encontrar alguma felicidade hoje no que ¨¦ outro s¨¢bio um desweh . ¡± *Obrigado, Alfa,¡± eu disse, curvando minha cabe?a respeitosamente ¡° aodo da dedica??o que voc¨º colocou neste pacote. E embora, ¨¦ ro , muitos percebam que suas a??es s?o as mais condizentes com as de 2014 , ¨¦ment¨¢vel que nem todos possam partilhar de sua vida ! . / . Tytus me deu um pequeno sorriso, seu rosto se suavizando ¡°Eu sei que temos esperan?a de que voc¨º sinta que pode vir at¨¦ mim qualquer coisa, mas ps circunstancias , voc¨º tamb¨¦m estar¨¢ ganhando um novo . ¡± Eu mordi minha l¨ªngua e me curvei mais uma vez, reconhecendo seus velhos que , 10 tx uma pvra melhor , estava sugerindo que ele substitu¨ªsse meus pais. voc¨º 2 1 0 01a ¡°Muito bem¡±, disse Tytus, levantando-se. ¡°Vamos acabar isso o fato de que Aria est¨¢ louca para tirar o cr depois de todos esses meses e acreditar na situa??o tamb¨¦m.¡± *Thump, thump¡­ Meu chesie?ou a bater¡­ thenesceho ang the E eu observei Tyus se aproximando de mim, andando inten??o enquanto ele chave¡­ *Tum, t¨²m*¡­ ¡°Aria,¡± a voz de Aleric assobiou ao meudo , desesperado para pegar minha barraca , Mas o ignorou. Era tarde demais para qualquer coisa que ele pudesse me dizer agora . Therboot estaria para sempre em suas m?os, nunca sevando de verdade. Afundando cada vez mais fundo¡­ ¡­Caindo cada vez mais no buraco dentro¡­ ¡­ N?o haviao voltar atr¨¢s agora que eu me entreguei a isso. ¡°Agora, ent?o¡­¡± Tytus murmurou para si mesmo enquanto movia as m?os para o meu pesco?o. M?os que fizeram o trabalho r¨¢pido do crinho¡­ E, depois que a chave foi girada v¨¢rias vezes, o clique satisfat¨®rio ecoou na s. .. . E de repente eu estava livre. O metal caiu no ch?o ao meudo um tinido pesado¡­ mas eu mal notei Porque imediatamente sentio se meu corpo estivesse em chamas, ganhando vida a enorme quantidade de energia que derramou atrav¨¦s de mim, e eu engasguei o aro se estivesse respirando p primeira vez Depois de passar tanto tempo severamente privado de minhas habilidades naturais, a diferen?a em minha for?a era extremamente percept¨ªvel. Percept¨ªvel o suficiente para que eu lutasse para permanecer de p¨¦, tendo que levar alguns segundos apenas para me equilibrar mais uma vez. No entanto, parecia diferente do que antes. Todos esses meses eu treinei um est¨ªmulo que essencialmente me fez humano, me for?ando a trabalhar mais para obter resultados. Agora parecia que eu estava Cap¨ªtulo Oitenta mais forte do que nunca. Mas a sensa??o de euforia, infelizmente, n?o durou muito, pois um arrepio de n¨¢usea percorreu rapidamente minha espinha, perseguindo as novas sensa??es. E eu sabia exatamente o que era. Isso significava que eu n?o tinha muito tempo. ¡°Alec, por favor, v¨¢ em frente,¡± Tytus instruiu, gestdo em minha dire??o. Eu consegui me rpor mais uma vez, sabendo que precisava permanecer focada agora mais do que nunca. Embora parecesse que Aleric estava lutando mais do que eu. Puxei meu cabelo para odo, dando acesso ro ao meu pesco?o, e me apresentei a ele. Ele n?o se moveu, por¨¦m, seu olhar ainda fixado em Tytuso se estivesse se perguntando internamente o que deveria estar fazendo. Engra?adoo ele estava aparentemente apenas tendo d¨²vidas *depois* de assassinar minha fam¨ªlia. ¡° Al¨¦rico?¡± | solicitado depois que ele ainda n?o tinha se movido. ¡°O que voc¨º est¨¢ esperando? N?o ¨¦ isso que voc¨º queria? Para me fazer sua?¡± Finalmente, ele desviou o olhar de Tytus e olhou para mim. Mas quando ele encontrou meus olhos, observeio os dele ficaram vidrados por apenas alguns segundos¡­ antes que ele sa¨ªsse disso, dando um passo para tr¨¢s enquanto bn?ava a cabe?a. ¡°Espere¡­ espere um segundo¡±, disse ele afobado, tentando manter o foco. ¡°Eu n?o¡­ Aria? O que voc¨º quer que eu conhe?a ou fa?a aqui?¡± Mas eu simplesmente sorri de volta antes de fechar a distancia entre n¨®s, agora a apenas alguns cent¨ªmetros de distancia. ¡°¡­ Eu quero que voc¨º me marque,¡± eu disse baixinho, olhando para o rosto dele. ¡°Por favor¡­ marque- me, Aleric.¡± Erao se uma batalha interna se seguisse dentro de sua pr¨®pria cabe?a enquanto ele lutava o que fazer. Um! s¨® estava a par enquanto eu observava seus olhos continuarem a piscar em cores, seu lobo aparentemente levando a melhor sobre minha demonstra??o de aceita??o. Mas foi quando outro arrepio subiu p minha espinha que me lembrei deo eu estava ficando sem tempo. ¡°Aleric,¡± eu repeti, agarrando sua m?o. ¡°¡­Vamos.¡± E eu o puxei para mim, permitindo que ele me agarrasse p cintura e pesco?o¡­. Envolvendo meus bra?os ao redor de seus ombros em esp¨¦cie¡­. Sentindo para aquele exato momento que eu precisava¡­. ¡­ O momento que eu estava esperando¡­ ¡­ No momento em que eu sentisse sua respira??o no meu pesco?o¡­. L¨¢. ¡°¡­ Eu desafio voc¨º, Aleric Dumont, pelo t¨ªtulo de Alfa,¡± eu sussurrei em seu ouvido. E ent?o, sem qualquer hesita??o, eu puxei meu pulso para fora, desalojando o item que eu tinha escondido na manga. Foi t?o r¨¢pido que, mesmo que algu¨¦m tivesse me visto fazer isso, n?o houve tempo para reagir. N?o, eles foram impotentes para me impedir de enfiar a agulha em suas costas, injetando-o imediatamente a droga que minha m?e preparou para mim quase dois meses atr¨¢s. Foi a ¨²ltima coisa que eu pedi a , naqu ¨¦poca era algo que eu n?o achava que realmente precisaria. Agora tinha se tornado uma t¨¢bua de salva??o para al¨¦m do t¨²mulo. Mas a batalha ainda n?o acabou. Assimo eu estava antecipando, o aperto de Aleric em mim instantaneamentee?ou a afrouxar, e eu facilmente deslizei seus bra?os, dando alguns passos para tr¨¢s. ¡°Alec?!¡± Tytus gritou, rmado o estado do filho. ¡°O que h¨¢ de errado? O que aconteceu?¡± Mas eu apenas observei silenciosamente enquanto o rosto de Aleric se transformava rapidamente de confus?o, choque, raiva, seu corpo mal conseguindo se segurar agora . ¡°Aria¡­ O que¡­ O que voc¨º fezigo?!¡± ele engasgou. Eu n?o podia parar agora. N?o, isso foi apenas oe?o. Ap¨®s a acusa??o de Aleric, os olhos de Tytus se voltaram instantaneamente para mim, prontos para exigir respostas. S¨® que eu nunca lhe dei essa chance. Se ele n?o estivesse t?o distra¨ªdo Aleric, ele teria visto o que eu tinha guardado para ele. O que eu imediatamente tirei da al?a em volta da minha coxa no segundo em que sua aten??o foi desviada para outro lugar. Na verdade, acabou sendo t?o r¨¢pido que foi quasement¨¢vel quando minha adaga de prata deslizou em seu pesco?o, fazendo-o rapidamentee?ar a sangrar. Foi feito. Levou apenas alguns segundos para ele cair de joelhos diante de mim, sua m?o tentando inutilmente cobrir a ferida. Mas eu sabia que ele j¨¢ estava morto no segundo em que tirou os olhos de mim. Isso foi para os meus pais. Para o cr. P humilha??o e cativeiro. Por minhas liberdades serem t?opletamente despojadas de mim¡­ at¨¦ o ponto de quem eu deveria deixar me reivindicar. ¡°Eu quero que voc¨º saiba de uma coisa¡±, eu disse, me inclinando para fr em seu ouvido. Naturalmente, ele tentou recuar, mas eu agarrei sua cabe?a, segurando-o no lugar. ¡°Escute-me! Eu queria que voc¨º soubesse que voc¨º trouxe isso para si mesma, que eu n?o tive escolha a n?o ser fazer isso¡­ mas isso n?o significa que eu n?o vou gostar, ¡ª eu sussurrei. ¡°Na verdade, eu quero me lembrar disso. Tudo isso. Quero me lembrar de v¨º-lo lentamente perceber que todas as suas a??es o trouxeram at¨¦ aqui. Que este ¨¦ o destino que ** escolheu para * voc¨º *, Tytus.¡± Empurrando seu corpo para longe, eu ent?o assisti enquanto ele se debateu pateticamente no ch?o, o branco em seus olhos angustiado enquanto ele lutava para chegar a um acordo o que estava acontecendo. ¡°¡­Aproveite reviver este momento por toda a eternidade dentro do Abismo, Tytus,¡± | cuspiu. .. . E ent?o seu corpo ficou im¨®vel. ¡°DEIXEI.¡¯ Quaseo se por uma segunda natureza agora sem o cr, a nova capacidade de sentir o perigo que se aproxima me alertou para algo pr¨®ximo a mim. No entanto, eu j¨¢ esperava um ataque de algum tipo, dado o que acabei de fazer. Rndo para fora do caminho, eu rapidamente voltei para uma posi??o defensiva, minha m?o pronta com a adaga preparada para qualquer coisa. No entanto, acabou sendo apenas um rme falso. Aleric s¨® conseguiu dar dois passos em minha dire??o antes que as drogas finalmente fizessem efeito, seu corpo finalmente caindo no ch?o aodo de seus pais. Cap铆tulo 81 Cap¨ªtulo 81 Cap¨ªtulo Oitenta e Um A s rapidamente explodiu em caos quando Aleric caiu. O conselho, que provavelmente estava chocado demais para se mover mais cedo, agora estava percebendo a gravidade total da situa??o, A situa??o em que ambos os Alfas agora estavam im¨®veis diante de mim. V¨¢rios guerreiros e Gamma Oliver voltaram sua aten??o para mim, uma inten??o de matar estampada em seus rostos, e eu n?o podia culp¨¢-los por pensar isso. Aller assassinando seu Alfa, Oliver sentiria que agora somos sua responsabilidade retaliar, j¨¢ que ele era o ¨²nico membro de ssifica??o completa restante. Ou assim pensou. Eu assisti quando elee?ou a me atacar, seu corpo quase ¨¤ beira de mudar e¡­ ¡°CHEGA¡±, eu gritei, minha voz grossa oando autorit¨¢rio, E todos imediatamente congram ao meu redor. Fiquei de p¨¦, esperando por v¨¢rios segundos e, quando finalmente me convenci de que todos haviam paradopletamente, limpei a garganta, dirigindo-me ¨¤ s. ¡°Todo mundo sente-se novamente. AGORA.¡± Parecia vir naturalmente para mim, minha autoridade n?o tendo mais restri??es para me segurar. Todos esses meses de treinamento aparentemente valeram a pena. E todos obedeceram. Sem ningu¨¦m um alto escal?opar¨¢vel, n?o havia d¨²vida de que minhas ordens seriam acatadas implicitamente. ¡°Ok, ent?o,¡± eu disse, meu tom rxando um pouco. ¡°Vamos todos sentar¡­ respirar¡­ e conversar por um segundo, n¨®s?¡± Caminhei at¨¦ onde estava a cadeira de Tytus e me sentei, ganhando alguns olhares de horror de v¨¢rias pessoas ao redor. ¡°Tudo bem. Bem¡­¡± euecei, olhando para a s, ¡°eu imagino que todos voc¨ºs tenham um monte de perguntas¡­¡± ¡°Voc¨º acha que vamos segui, garota?¡± Elder Nathaniel cuspiu, me cortando. ¡°Que voc¨º pode matar nosso Alfa e n¨®s simplesmente aceitaremos voc¨º cegamente? Absolutamente n?o. A pura aud¨¢cia que voc¨º tem que pensar por um segundo h-¡± ¡°Sil¨ºncio,¡± eu ordenei, levantando minha m?o para det¨º-lo. ¡°¡­ Parab¨¦ns, voc¨º agora perdeu o direito de frigo novamente at¨¦ que eu diga.¡± Ele abriu a boca para argumentar de volta, mas eu poderia dizer que minha ordem se manteve firme. Nada foi capaz de sair al¨¦m de seus l¨¢bios. ¡°Bom¡±, eu elogiei. ¡°Agora,o eu estava dizendo, sei que todos voc¨ºs t¨ºm muitas perguntas. No entanto, por mais louco que pare?a, eu realmente tenho coisas que preciso fazer esta noite que s?o mais urgentes do que isso. Ent?o, s¨® precisamos fazer isso r¨¢pido. Bem, isso¡­ e porque o ex-herdeiro Alfa tamb¨¦m morrer¨¢ se n?o for ao hospital nas pr¨®ximas horas. Algo que tenho certeza que nenhum de n¨®s aqui quer. N?o, mat¨¢-lo infelizmente n?o era uma op??o quando eu ainda n?o tinha certeza deo isso se rcionava o no de Thea ou Selene. A droga que eu dei a ele era principalmente feita de um sedativo, mas continha uma pequena quantidade de ac?nito nele. A inten??o era que o ac?nito atuasse como uma medida imediata para retard¨¢-lo at¨¦ que o sedativo pudesse fazer seu caminho atrav¨¦s dele. E tinha funcionado perfeitamente. De qualquer forma , no final das contas, ainda era veneno e ele morreria se n?o recebesse atendimento m¨¦dico ¡°Vamos direto ao assunto, ent?o vamos?¡± | cont¨ªnuo. ¡°Confirme a sucess?o de Alpha para mim e o pode se reunir novamente em alguns dias para rever os detalhes minuciosos.¡± ¡°Voc¨º n?o pode simplesmente entrar aqui sem remar e exigir o bando!¡± Gamma Oliver gritou , _ Mas eu n?o,¡± eu respondi calmamente, ¡°Alpha Tylus agora est¨¢ morto, seu sucesso ou , a quem eu desafiei durante sua tentativa de marcar mo, est¨¢ agora incapacitado. De acordo as leis naturais de nossa esp¨¦cie, o t¨ªtulo agora ¨¦ meu por direito . No entanto, preciso lembr¨¢-los de que, minha pr¨®pria marca da Deusa , sempre tive o mesmo direito a este pacote de Aloric . ¡°Isso n?o ¨¦¡­ voc¨º n?o pode¡­¡±, ele gaguejou, tentando encontrar uma desculpa adequada. No entanto, o ¨¦lder Luke ent?o interrompeu. ¡°Se voc¨º acredita que o direito de Aria ao pequeno Alfa ¨¦ menor que o de Aleric¡­ ent?o voc¨º est¨¢ desprezando a vontade da Deusa,¡± ele disse, ¡°Um desafio foin?ado¡­ Aria ent?o mostrou sua for?a e habilidade um .. mas sangues Iwo Alpha . Uma pessoa quee?asse a desacreditar sua reivindica??o a esse t¨ªtulo estaria fazendo isso por causa de suas pr¨®prias cren?as vendias. Isso pareceu cr a boca de Oliver. ¡®Eles n?o respeitam voc¨º o suficiente¡­¡¯ a voz dentro sussurrou, ¡®Voc¨º deveria faz¨º-los se ajoelhar. Todos eles. Eu os for?aria a reconhecer sua autoridade. Mas eu rapidamente afastei sua sugest?o. N?o havia necessidade de prolongar isso por mais tempo do que o necess¨¢rio . ¡°Brilhante. Alguma outra pergunta?¡± | perguntou a s, examinando seus rostos. Eu precisava deles para apressar isso. Os intervalos entre os cfrios estavam agora diminuindo no tempo e logo eu n?o seria mais capaz de me concentrar nisso. Normalmente, seria feita uma cerim?nia para a transfer¨ºncia do rank Alpha, no entanto, diante de tudo o que est¨¢ acontecendo, fiquei feliz em optar apenas pelo contrato verbal. Ticamente, apenas as pvras que nos foram exigidas. Quando me deparei apenas silencio ent?o sorri. ¡°Ok, perfeito. Jure-me e podemos passar o resto do nosso dia. ¨® , obviamente, algu¨¦m precisar¨¢ lidar Aleric¡­ e o corpo. Por favor, assegure-se de que Alericis receba tratamento m¨¦dicopleto e seja enviado para as cs assim que ele se recuperar . Ningu¨¦m deve ter qualquer contato direto ele, a menos que eu diga. Est¨¢ ro?¡± A s silenciosamente assentiu ao meu redor. ¡° Muito bem,¡± Elder Luke disse, quebrando um pouco a tens?o do conselho, ¡°Aria, por favor, aproxime- se e ajoelhe-se.¡± Eu me levantei e encontrei Elder Luke na frente da s, fazendo isso sob o olhar atento de todos ao meu redor. ¡° Aria, voc¨º promete proteger, servir e fazer o certo por este bando o melhor de sua capacidade?¡± ele perguntou. Baixei a cabe?a enquanto assumi a responsabilidade. ¡°Sob o olhar da Deusa, eu, Ariadne Chrysalis, aceito estes termos.¡± ¡°Ent?o deixe-me ser o primeiro a receb¨º-lo oficialmente. Em nome dos presentes hoje , n¨®s, o conselho da N¨¦voa de Inverno, aceitamos a Santa, Ariadne Cris¨¢lida,o nossa nova Alfa e l¨ªder. Estamos todos sob seus cuidados agora.¡± Eu n?o esperava nenhum auso ou adora??o, ¨¦ ro. Depois do que acabei de fazer, fui completamente realista sobre a situa??o. Mas mesmo que eles me odiassem, isso era tanto para o futuro deles quanto para o meu. Mesmo que eles n?o soubessem disso. ¡°Obrigado, Elder Luke,¡± eu disse, me levantando. ¡°Agrade?o seu apoio e sabedoria,o sempre. Estou ansioso pelo grande trabalho que podemos realizar juntos.¡± Mas ent?o eu senti. Como uma imensa press?o crescendo dentro de um dos ossos da minha coxa¡­ ¡­ E eu sabia que iria explodir a qualquer segundo. ¡°Ok, todos! Desculpas por isso,¡± eu disse, virando-me para encarar toda a s. ¡°Mas¡­ respeitosamente, todo mundo precisa dar o fora. Como agora mesmo. Quero guerreiros postados na porta da frente e ningu¨¦m pode entrar. Ningu¨¦m.¡± Todos eles n?o perderam tempo em se mudar, realizando meu pedido exatamenteo eu pedi. Aleric e Tytus tamb¨¦m foram removidos rapidamente, algo que tentei n?o focar. A ¨²ltima coisa que eu precisava era pensar nisso agora. E assim, depois de alguns minutos, finalmente ficamos apenas eu e o ¨¦lder Luke. ¡°Voc¨º precisa de uma m?o?¡± ele perguntou gentilmente, j¨¢ sabendo o que estava acontecendo. ¡°A primeira vez ¨¦ sempre a mais dolorosa.¡± Mas eu bncei minha cabe?a. Eu j¨¢ tinha passado por isso uma vez e sabia o que estava por vir. E agora, eu s¨® queria ficar sozinho mais do que tudo. Ter mais algu¨¦m aqui seria apenas um triste lembrete da minha perda. Embora fosse estranho estar fazendo isso aqui; este lugar sendo tipicamente reservado apenas para encontros. No entanto, o sal?o de reuni?es era a maior ¨¢rea fechada dentro do bando e eu sabia que sair para a floresta agora seria muito perigoso. Especialmente quando eu n?o seria capaz de me defender por um tempo. ¡°Muito bem¡±, disse ele, inclinando a cabe?a para mim. ¡°Chame-me quando estiver pronto.¡± E isso ele saiu, a s ficandopletamente vazia. Agora era s¨® eu e¡­ *FOTO.* Eu gritei de dor, caindo no ch?o. Isso machuca. Doeu tanto. Este corpo nunca sentiuo era, sentiu as novas formas e sensa??es que vieram a mudan?a. Infelizmente, apenas saber o que esperar n?o parecia ensinar nada. Minha respira??o logo acelerou at¨¦ ficar dif¨ªcil e, lentamente, eu podia sentir meus ossos quebrando, minha pele se movendo, meus membros se reformando¡­ ¡°Foda-se¡±, eu chorei, l¨¢grimas caindo pelo meu rosto. Eu s¨® queria que isso acabasse. Normalmente, algu¨¦m teria sua fam¨ªlia aqui para distra¨ª-los da dor, para ajud¨¢-los e apoi¨¢-los nisso. Mas eu n?o tinha mais fam¨ªlia. N?o, era s¨® eu agora. Sem surpresa, n?o demorou muito para que a dor se tornasse t?o avassdora que meu corpo ficou insens¨ªvel a , desligando-a dentro do meu c¨¦rebro. Apenas o som da minha carne sendo rasgada e ossos quebrando encheu o ar ao meu redor. Apenas a melodia doentia da minha dor para me panhar. ¡­E ent?o, finalmente, foi feito. Poderia ter sido horas mais tarde antes que eu me sentisse chegando ao fim. id ofegante no ch?o, meu corpo agora mudou para o de meu lobo, e novas sensa??es intensificadas imediatamente varreram meu corpo. Tudo ficou t?o¡­ V¨ªvido. As cores eram mais n¨ªtidas, os aromas eram mais proeminentes, e eu podia at¨¦ ouvir sons distantes e abafados vindos de fora da s. Parecia que havia tantas coisas que eu estava perdendo, tantos privil¨¦gios que uma vez eu tinha dadoo garantidos. Era dif¨ªcil acreditar que eu tinha vivido mais quatro anos sem isso. Mas ent?o eu senti. Eu a senti. Meu lobo. estava acordando. A ¨²nica que nunca me abandonou ou me machucou no passado. O ¨²nico amigo de verdade que eu j¨¢ tive . A ¨²nica que sabia de toda a dor e sofrimento que eu senti¡­ porque sofreu tudo isso juntoigo. Finalmente, estava de volta. ¡®Eu senti sua falta¡¯, eu solu?ava em minha mente. Mas algo estava errado. estava¡­ ansiosa. No limite. Como se n?o tivesse certeza do que estava acontecendo. ¡®Voc¨º n?o se lembra? Veja o que passamos ¡­ veja tudo o que sobrevivemos juntos¡¯, eu disse internamente. E eu mostrei a . Imagens do passado, do presente, da dor e da tortura que vivemos. Das coisas que sentiu falta, das m¨¢goas que sofremos¡­ das trai??es que sofremos. Mas instantaneamente recuou de mim, empurrando-se de volta para a parte mais distante da minha mente. Todas as coisas que eu estava mostrando a tinham sido demais. n?o entendia¡­ n?o conseguia lidar a imensa dor nas minhas mem¨®rias ouo era poss¨ªvel ser de outra linha do tempo. ¡­E eu percebi ent?o a verdade fria. A realidade devastadora da situa??o¡­ n?o era *minha loba. N?o, pertencia ¨¤ garota que viveu neste corpo por quatorze anos. Um inocente em tudo isso. Parecia que eu, sozinho, era o ¨²nico que havia sido trazido de volta¡­ n?o meu lobo. Nada disso provavelmente fazia sentido para , mas eu a cumprimentei um ataque de dor carregado por duas vidas. E escolheu se isr. Covarde. Fraco ¡ª cuspi para . *Meu* lobo foi forjado de dentro da rejei??o de nossopanheiro, das vidas que reivindicamos e da dor que vivemos todos os dias juntos. Este lobo¡­ n?o era nada. Mais parecida a garota ing¨ºnua que eu originalmente estava crescendo do que qualquer coisa de verdadeira for?a. Sem sequer tentar, j¨¢ havia se retirado para se proteger de mim. ¡®Tudo bem ent?o. Fa?a do seu jeito ¡ª assobiei para dentro e recuperei o controle total do nosso corpo. | lentamente ficou de quatro, tentando se lembrar deo manobrar a forma coberta de peles, e come?ou a andar p s. E continuei andando¡­ e andando¡­ cada segundo gasto tentando for?ar meu corpo a responder ¨¤ minha vontade, mover-se ao meuando¡­ Mas n?o houve resist¨ºncia¡­ nenhuma for?a contradit¨®ria¡­ Era s¨® eu aqui. Apenas eu¡­ e n?o meu lobo. Eventualmente, minha determina??o finalmente quebrou e eu ca¨ª no ch?o, meu corpoe?ando a mudar de volta. E eu podia me sentir tremendo enquanto fazia a transi??o¡­ mas n?o era por causa da dor f¨ªsica. Assim que voltei ao meu eu humano, um solu?o me atravessou, dominado pelo puro sofrimento emocional pelo qual passei; algo agora s¨® piorou a percep??o de que eu realmente estava realmente sozinho. Que n?o havia um ¨²nico ser neste mundo em que eu pudesse confiar mais. E Deusa, eu n?o queria mais fazer isso. Eu n?o queria mais me sentir assim. Eu tinha perdido todos com quem me importava¡­ ¡­ E eu estava t?o sozinho. T?o s¨®. .. . N?o precisamos deles ¡ª sussurrou a voz familiar do meu outro eu. E foi um lembrete chocante de que havia outro que sabia do que eu estava passando. Sabia exatamente o que eu estava sentindo. A ¨²nica pessoa que me deu for?as para fazer o que precisava ser feito naqu reuni?o de hoje. ¡°N¨®s nos protegemos primeiro¡±, continuou. ¡®Trabalhamos duro e fazemos as coisas. Que esta seja a ¨²ltima vez que derramamos l¨¢grimas por aqueles que perdemos.¡¯ Eu me enrolei no ch?o, abra?ando minhas pernas no meu peito. Suas pvras eram reconfortantes para o interior dolorido. ¡®Mas n?o vamos esquecer a pessoa por tr¨¢s de por que tanta coisa deu errado em nossas vidas. ¡® ¡®A pessoa que foi respons¨¢vel por originalmente apresentar Thea ao bando, por nos matar, por n?o termos mais nosso lobo, por ganhar nossa confian?a antes de nos trair sem piedade¡­ por matar nossos pais¡­ por alegar falsamente que eles nos amavam.¡¯ L¨¢grimas continuaram caindo pelo meu rosto enquanto eu ouvia, mas eu sabia que precisava ouvir isso. .. . Aleric. ¡® Um leric foi, e sempre ser¨¢, nossa ru¨ªna. Ele foi nossoe?o e nosso fim. O tempo n?o muda isso. ¡ª Agora que Tytus se foi, ele tentar¨¢ nos matar assim que tiver a chance. N¨®s matamos o pai dele. H. e n?o pode ser confi¨¢vel. Voce entende?¡¯ E fechei os olhos , bn?ando a cabe?a em reconhecimento a tudo o que estava me dizendo. Era hora de deixar ir e aceitar que Aleric era o mesmo monstro por dentro. Mas talvez estivesse tudo bem. Eu n?o precisava dele, afinal. Na verdade, eu n?o precisava mais de ningu¨¦m. N?o havia mais ningu¨¦m neste bando inteiro que pudesse me dizer o que fazer novamente. Ningu¨¦m sobrou para me acorrentar ou me for?ar a me entregar algu¨¦m por causa da sucess?o de seu filho. N?o, eu ficaria bem. S¨® eu¡­ e *hert. Os ¨²nicos Cap¨ªtulo Oitenta e Um A s rapidamente explodiu em caos quando Aleric caiu. O conselho, que provavelmente estava chocado demais para se mover mais cedo, agora estava percebendo a gravidade total da situa??o, Owned by N?velDrama.Org. A situa??o em que ambos os Alfas agora estavam im¨®veis diante de mim. V¨¢rios guerreiros e Gamma Oliver voltaram sua aten??o para mim, uma inten??o de matar estampada em seus rostos, e eu n?o podia culp¨¢-los por pensar isso. Aller assassinando seu Alfa, Oliver sentiria que agora somos sua responsabilidade retaliar, j¨¢ que ele era o ¨²nico membro de ssifica??o completa restante. Ou assim pensou. Eu assisti quando elee?ou a me atacar, seu corpo quase ¨¤ beira de mudar e¡­ ¡°CHEGA¡±, eu gritei, minha voz grossa oando autorit¨¢rio, E todos imediatamente congram ao meu redor. Fiquei de p¨¦, esperando por v¨¢rios segundos e, quando finalmente me convenci de que todos haviam paradopletamente, limpei a garganta, dirigindo-me ¨¤ s. ¡°Todo mundo sente-se novamente. AGORA.¡± Parecia vir naturalmente para mim, minha autoridade n?o tendo mais restri??es para me segurar. Todos esses meses de treinamento aparentemente valeram a pena. E todos obedeceram. Sem ningu¨¦m um alto escal?opar¨¢vel, n?o havia d¨²vida de que minhas ordens seriam acatadas implicitamente. ¡°Ok, ent?o,¡± eu disse, meu tom rxando um pouco. ¡°Vamos todos sentar¡­ respirar¡­ e conversar por um segundo, n¨®s?¡± Caminhei at¨¦ onde estava a cadeira de Tytus e me sentei, ganhando alguns olhares de horror de v¨¢rias pessoas ao redor. ¡°Tudo bem. Bem¡­¡± euecei, olhando para a s, ¡°eu imagino que todos voc¨ºs tenham um monte de perguntas¡­¡± ¡°Voc¨º acha que vamos segui, garota?¡± Elder Nathaniel cuspiu, me cortando. ¡°Que voc¨º pode matar nosso Alfa e n¨®s simplesmente aceitaremos voc¨º cegamente? Absolutamente n?o. A pura aud¨¢cia que voc¨º tem que pensar por um segundo h-¡± ¡°Sil¨ºncio,¡± eu ordenei, levantando minha m?o para det¨º-lo. ¡°¡­ Parab¨¦ns, voc¨º agora perdeu o direito de frigo novamente at¨¦ que eu diga.¡± Ele abriu a boca para argumentar de volta, mas eu poderia dizer que minha ordem se manteve firme. Nada foi capaz de sair al¨¦m de seus l¨¢bios. ¡°Bom¡±, eu elogiei. ¡°Agora,o eu estava dizendo, sei que todos voc¨ºs t¨ºm muitas perguntas. No entanto, por mais louco que pare?a, eu realmente tenho coisas que preciso fazer esta noite que s?o mais urgentes do que isso. Ent?o, s¨® precisamos fazer isso r¨¢pido. Bem, isso¡­ e porque o ex-herdeiro Alfa tamb¨¦m morrer¨¢ se n?o for ao hospital nas pr¨®ximas horas. Algo que tenho certeza que nenhum de n¨®s aqui quer. N?o, mat¨¢-lo infelizmente n?o era uma op??o quando eu ainda n?o tinha certeza deo isso se rcionava o no de Thea ou Selene. A droga que eu dei a ele era principalmente feita de um sedativo, mas continha uma pequena quantidade de ac?nito nele. A inten??o era que o ac?nito atuasse como uma medida imediata para retard¨¢-lo at¨¦ que o sedativo pudesse fazer seu caminho atrav¨¦s dele. E tinha funcionado perfeitamente. De qualquer forma , no final das contas, ainda era veneno e ele morreria se n?o recebesse atendimento m¨¦dico ¡°Vamos direto ao assunto, ent?o vamos?¡± | cont¨ªnuo. ¡°Confirme a sucess?o de Alpha para mim e o pode se reunir novamente em alguns dias para rever os detalhes minuciosos.¡± ¡°Voc¨º n?o pode simplesmente entrar aqui sem remar e exigir o bando!¡± Gamma Oliver gritou , _ Mas eu n?o,¡± eu respondi calmamente, ¡°Alpha Tylus agora est¨¢ morto, seu sucesso ou , a quem eu desafiei durante sua tentativa de marcar mo, est¨¢ agora incapacitado. De acordo as leis naturais de nossa esp¨¦cie, o t¨ªtulo agora ¨¦ meu por direito . No entanto, preciso lembr¨¢-los de que, minha pr¨®pria marca da Deusa , sempre tive o mesmo direito a este pacote de Aloric . ¡°Isso n?o ¨¦¡­ voc¨º n?o pode¡­¡±, ele gaguejou, tentando encontrar uma desculpa adequada. No entanto, o ¨¦lder Luke ent?o interrompeu. ¡°Se voc¨º acredita que o direito de Aria ao pequeno Alfa ¨¦ menor que o de Aleric¡­ ent?o voc¨º est¨¢ desprezando a vontade da Deusa,¡± ele disse, ¡°Um desafio foin?ado¡­ Aria ent?o mostrou sua for?a e habilidade um .. mas sangues Iwo Alpha . Uma pessoa quee?asse a desacreditar sua reivindica??o a esse t¨ªtulo estaria fazendo isso por causa de suas pr¨®prias cren?as vendias. Isso pareceu cr a boca de Oliver. ¡®Eles n?o respeitam voc¨º o suficiente¡­¡¯ a voz dentro sussurrou, ¡®Voc¨º deveria faz¨º-los se ajoelhar. Todos eles. Eu os for?aria a reconhecer sua autoridade. Mas eu rapidamente afastei sua sugest?o. N?o havia necessidade de prolongar isso por mais tempo do que o necess¨¢rio . ¡°Brilhante. Alguma outra pergunta?¡± | perguntou a s, examinando seus rostos. Eu precisava deles para apressar isso. Os intervalos entre os cfrios estavam agora diminuindo no tempo e logo eu n?o seria mais capaz de me concentrar nisso. Normalmente, seria feita uma cerim?nia para a transfer¨ºncia do rank Alpha, no entanto, diante de tudo o que est¨¢ acontecendo, fiquei feliz em optar apenas pelo contrato verbal. Ticamente, apenas as pvras que nos foram exigidas. Quando me deparei apenas silencio ent?o sorri. ¡°Ok, perfeito. Jure-me e podemos passar o resto do nosso dia. ¨® , obviamente, algu¨¦m precisar¨¢ lidar Aleric¡­ e o corpo. Por favor, assegure-se de que Alericis receba tratamento m¨¦dicopleto e seja enviado para as cs assim que ele se recuperar . Ningu¨¦m deve ter qualquer contato direto ele, a menos que eu diga. Est¨¢ ro?¡± A s silenciosamente assentiu ao meu redor. ¡° Muito bem,¡± Elder Luke disse, quebrando um pouco a tens?o do conselho, ¡°Aria, por favor, aproxime- se e ajoelhe-se.¡± Eu me levantei e encontrei Elder Luke na frente da s, fazendo isso sob o olhar atento de todos ao meu redor. ¡° Aria, voc¨º promete proteger, servir e fazer o certo por este bando o melhor de sua capacidade?¡± ele perguntou. Baixei a cabe?a enquanto assumi a responsabilidade. ¡°Sob o olhar da Deusa, eu, Ariadne Chrysalis, aceito estes termos.¡± ¡°Ent?o deixe-me ser o primeiro a receb¨º-lo oficialmente. Em nome dos presentes hoje , n¨®s, o conselho da N¨¦voa de Inverno, aceitamos a Santa, Ariadne Cris¨¢lida,o nossa nova Alfa e l¨ªder. Estamos todos sob seus cuidados agora.¡± Eu n?o esperava nenhum auso ou adora??o, ¨¦ ro. Depois do que acabei de fazer, fui completamente realista sobre a situa??o. Mas mesmo que eles me odiassem, isso era tanto para o futuro deles quanto para o meu. Mesmo que eles n?o soubessem disso. ¡°Obrigado, Elder Luke,¡± eu disse, me levantando. ¡°Agrade?o seu apoio e sabedoria,o sempre. Estou ansioso pelo grande trabalho que podemos realizar juntos.¡± Mas ent?o eu senti. Como uma imensa press?o crescendo dentro de um dos ossos da minha coxa¡­ ¡­ E eu sabia que iria explodir a qualquer segundo. ¡°Ok, todos! Desculpas por isso,¡± eu disse, virando-me para encarar toda a s. ¡°Mas¡­ respeitosamente, todo mundo precisa dar o fora. Como agora mesmo. Quero guerreiros postados na porta da frente e ningu¨¦m pode entrar. Ningu¨¦m.¡± Todos eles n?o perderam tempo em se mudar, realizando meu pedido exatamenteo eu pedi. Aleric e Tytus tamb¨¦m foram removidos rapidamente, algo que tentei n?o focar. A ¨²ltima coisa que eu precisava era pensar nisso agora. E assim, depois de alguns minutos, finalmente ficamos apenas eu e o ¨¦lder Luke. ¡°Voc¨º precisa de uma m?o?¡± ele perguntou gentilmente, j¨¢ sabendo o que estava acontecendo. ¡°A primeira vez ¨¦ sempre a mais dolorosa.¡± Mas eu bncei minha cabe?a. Eu j¨¢ tinha passado por isso uma vez e sabia o que estava por vir. E agora, eu s¨® queria ficar sozinho mais do que tudo. Ter mais algu¨¦m aqui seria apenas um triste lembrete da minha perda. Embora fosse estranho estar fazendo isso aqui; este lugar sendo tipicamente reservado apenas para encontros. No entanto, o sal?o de reuni?es era a maior ¨¢rea fechada dentro do bando e eu sabia que sair para a floresta agora seria muito perigoso. Especialmente quando eu n?o seria capaz de me defender por um tempo. ¡°Muito bem¡±, disse ele, inclinando a cabe?a para mim. ¡°Chame-me quando estiver pronto.¡± E isso ele saiu, a s ficandopletamente vazia. Agora era s¨® eu e¡­ *FOTO.* Eu gritei de dor, caindo no ch?o. Isso machuca. Doeu tanto. Este corpo nunca sentiuo era, sentiu as novas formas e sensa??es que vieram a mudan?a. Infelizmente, apenas saber o que esperar n?o parecia ensinar nada. Minha respira??o logo acelerou at¨¦ ficar dif¨ªcil e, lentamente, eu podia sentir meus ossos quebrando, minha pele se movendo, meus membros se reformando¡­ ¡°Foda-se¡±, eu chorei, l¨¢grimas caindo pelo meu rosto. Eu s¨® queria que isso acabasse. Normalmente, algu¨¦m teria sua fam¨ªlia aqui para distra¨ª-los da dor, para ajud¨¢-los e apoi¨¢-los nisso. Mas eu n?o tinha mais fam¨ªlia. N?o, era s¨® eu agora. Sem surpresa, n?o demorou muito para que a dor se tornasse t?o avassdora que meu corpo ficou insens¨ªvel a , desligando-a dentro do meu c¨¦rebro. Apenas o som da minha carne sendo rasgada e ossos quebrando encheu o ar ao meu redor. Apenas a melodia doentia da minha dor para me panhar. ¡­E ent?o, finalmente, foi feito. Poderia ter sido horas mais tarde antes que eu me sentisse chegando ao fim. id ofegante no ch?o, meu corpo agora mudou para o de meu lobo, e novas sensa??es intensificadas imediatamente varreram meu corpo. Tudo ficou t?o¡­ V¨ªvido. As cores eram mais n¨ªtidas, os aromas eram mais proeminentes, e eu podia at¨¦ ouvir sons distantes e abafados vindos de fora da s. Parecia que havia tantas coisas que eu estava perdendo, tantos privil¨¦gios que uma vez eu tinha dadoo garantidos. Era dif¨ªcil acreditar que eu tinha vivido mais quatro anos sem isso. Mas ent?o eu senti. Eu a senti. Meu lobo. estava acordando. A ¨²nica que nunca me abandonou ou me machucou no passado. O ¨²nico amigo de verdade que eu j¨¢ tive . A ¨²nica que sabia de toda a dor e sofrimento que eu senti¡­ porque sofreu tudo isso juntoigo. Finalmente, estava de volta. ¡®Eu senti sua falta¡¯, eu solu?ava em minha mente. Mas algo estava errado. estava¡­ ansiosa. No limite. Como se n?o tivesse certeza do que estava acontecendo. ¡®Voc¨º n?o se lembra? Veja o que passamos ¡­ veja tudo o que sobrevivemos juntos¡¯, eu disse internamente. E eu mostrei a . Imagens do passado, do presente, da dor e da tortura que vivemos. Das coisas que sentiu falta, das m¨¢goas que sofremos¡­ das trai??es que sofremos. Mas instantaneamente recuou de mim, empurrando-se de volta para a parte mais distante da minha mente. Todas as coisas que eu estava mostrando a tinham sido demais. n?o entendia¡­ n?o conseguia lidar a imensa dor nas minhas mem¨®rias ouo era poss¨ªvel ser de outra linha do tempo. ¡­E eu percebi ent?o a verdade fria. A realidade devastadora da situa??o¡­ n?o era *minha loba. N?o, pertencia ¨¤ garota que viveu neste corpo por quatorze anos. Um inocente em tudo isso. Parecia que eu, sozinho, era o ¨²nico que havia sido trazido de volta¡­ n?o meu lobo. Nada disso provavelmente fazia sentido para , mas eu a cumprimentei um ataque de dor carregado por duas vidas. E escolheu se isr. Covarde. Fraco ¡ª cuspi para . *Meu* lobo foi forjado de dentro da rejei??o de nossopanheiro, das vidas que reivindicamos e da dor que vivemos todos os dias juntos. Este lobo¡­ n?o era nada. Mais parecida a garota ing¨ºnua que eu originalmente estava crescendo do que qualquer coisa de verdadeira for?a. Sem sequer tentar, j¨¢ havia se retirado para se proteger de mim. ¡®Tudo bem ent?o. Fa?a do seu jeito ¡ª assobiei para dentro e recuperei o controle total do nosso corpo. | lentamente ficou de quatro, tentando se lembrar deo manobrar a forma coberta de peles, e come?ou a andar p s. E continuei andando¡­ e andando¡­ cada segundo gasto tentando for?ar meu corpo a responder ¨¤ minha vontade, mover-se ao meuando¡­ Mas n?o houve resist¨ºncia¡­ nenhuma for?a contradit¨®ria¡­ Era s¨® eu aqui. Apenas eu¡­ e n?o meu lobo. Eventualmente, minha determina??o finalmente quebrou e eu ca¨ª no ch?o, meu corpoe?ando a mudar de volta. E eu podia me sentir tremendo enquanto fazia a transi??o¡­ mas n?o era por causa da dor f¨ªsica. Assim que voltei ao meu eu humano, um solu?o me atravessou, dominado pelo puro sofrimento emocional pelo qual passei; algo agora s¨® piorou a percep??o de que eu realmente estava realmente sozinho. Que n?o havia um ¨²nico ser neste mundo em que eu pudesse confiar mais. E Deusa, eu n?o queria mais fazer isso. Eu n?o queria mais me sentir assim. Eu tinha perdido todos com quem me importava¡­ ¡­ E eu estava t?o sozinho. T?o s¨®. .. . N?o precisamos deles ¡ª sussurrou a voz familiar do meu outro eu. E foi um lembrete chocante de que havia outro que sabia do que eu estava passando. Sabia exatamente o que eu estava sentindo. A ¨²nica pessoa que me deu for?as para fazer o que precisava ser feito naqu reuni?o de hoje. ¡°N¨®s nos protegemos primeiro¡±, continuou. ¡®Trabalhamos duro e fazemos as coisas. Que esta seja a ¨²ltima vez que derramamos l¨¢grimas por aqueles que perdemos.¡¯ Eu me enrolei no ch?o, abra?ando minhas pernas no meu peito. Suas pvras eram reconfortantes para o interior dolorido. ¡®Mas n?o vamos esquecer a pessoa por tr¨¢s de por que tanta coisa deu errado em nossas vidas. ¡® ¡®A pessoa que foi respons¨¢vel por originalmente apresentar Thea ao bando, por nos matar, por n?o termos mais nosso lobo, por ganhar nossa confian?a antes de nos trair sem piedade¡­ por matar nossos pais¡­ por alegar falsamente que eles nos amavam.¡¯ L¨¢grimas continuaram caindo pelo meu rosto enquanto eu ouvia, mas eu sabia que precisava ouvir isso. .. . Aleric. ¡® Um leric foi, e sempre ser¨¢, nossa ru¨ªna. Ele foi nossoe?o e nosso fim. O tempo n?o muda isso. ¡ª Agora que Tytus se foi, ele tentar¨¢ nos matar assim que tiver a chance. N¨®s matamos o pai dele. H. e n?o pode ser confi¨¢vel. Voce entende?¡¯ E fechei os olhos , bn?ando a cabe?a em reconhecimento a tudo o que estava me dizendo. Era hora de deixar ir e aceitar que Aleric era o mesmo monstro por dentro. Mas talvez estivesse tudo bem. Eu n?o precisava dele, afinal. Na verdade, eu n?o precisava mais de ningu¨¦m. N?o havia mais ningu¨¦m neste bando inteiro que pudesse me dizer o que fazer novamente. Ningu¨¦m sobrou para me acorrentar ou me for?ar a me entregar algu¨¦m por causa da sucess?o de seu filho. N?o, eu ficaria bem. S¨® eu¡­ e *hert. Os ¨²nicos que sobraram Cap铆tulo 82 Cap¨ªtulo 82 Cap¨ªtulo Oitenta e Dois *Fa?a seu juramento,¡± eu disse, meus olhos olhando para o homem diante de mim . Seu corpo ainda abaixado em submiss?o, ele colocou a m?o sobre o peito em respeito. ¡°), Alpha Tristan Green, do Ony x Rock, por meio deste dou minha matilha ¨¤ alian?a oferecida por Alpha Ariadne do Winter Mist. Que nossas matilhas continuem a prosperar juntas sob sua orienta??o e prote??o .¡± Bom. Satisfeita suas pvras, levantei-me e caminhei para segurar minha m?o na dele. ¡°Eu aceito.¡± E thai, outra matilha se juntou ¨¤ alian?a. Embora, mais precisamente, outro tivesse jurado continuar sua alian?a. Algo que estava aparentemente lento ultimamente, os dias se arrastando. Tanto que era dif¨ªcil acreditar que dois meses j¨¢ haviam se passado. Dois meses desde que matei Tytus, aprisionei Aleric e me tornei Alfa da N¨¦voa Invernal. E as coisas estavam¡­ bem. Para n?o dizer que eu estava fazendo algo errado. Pelo contr¨¢rio, eu tinha a matilha funcionandoo um rel¨®gio , tornando-nos mais eficientes do que nunca. N?o, as quest?es foram colocadas mais externamente. Especificamente, outros pacotes, Eu estava preparado para a oposi??o ¨¤ minha ascens?o no ranking, no entanto, parecia que eu tinha calcdo mal quantos seriam contra prometer uma alian?a uma Alfa feminina. Os caminhos de nossa esp¨¦cie aparentemente ainda eram muito arcaicos, muito gravados em pedra com velhas cren?as. Mas eu os estava desgastando lentamente . Pouco a pouco, eu estava mostrando a eles por que era do seu interesse continuar, provando que eu era muito mais tem¨ªvel do que a maioria acreditava. N?o a santa indefesa que eu inicialmente constru¨ª para ser minha marca¡­ mas sim uma inimiga que voc¨º n?o queria enfrentar de repente. O ¨²nico problema era que ainda havia muitos pacotes para ir. N?o havia uma maneira simples de fazer que todos concordassem de uma vez, ent?o foi um processo meticulosamente lento. ¡°Voc¨º ter¨¢ acesso ¨¤ sua rota de suprimentos novamente dentro de um dia.¡± Continuei at¨¦ o Alfa, meus l¨¢bios se contraindo lentamente em um sorriso triunfante. ¡°Prazer em fazer neg¨®cios voc¨º.¡± ¡°Agora eles nunca v?o esquecero foi f¨¢cil para n¨®s cort¨¢-los. O quanto eles ainda precisam do nosso apoio ¡ª disse a voz l¨¢ dentro. E eu concordei. O Alfa n?o permaneceu por muito mais tempo depois que os requisitos para a alian?a foram finalizados. N?o que eu o culpasse. Eu estava ocupado demais para me importar, por¨¦m, precisando me concentrar em outros problemas. Nos bastidores da minha nova opera??o nos ¨²ltimos meses, Iris estava utilizando sua rede de seguidores em todo o pa¨ªs para me apoiar, mas,o quase nenhum deles se estendeu aos membros ssificados desses pacotes, os resultados n?o foram instantaneos. Para n?o dizer que esses contatos n?o tiveram seus outros usos. Usao descobrir informa??es para mim sobre os pontos mais fracos de seus pacotes. N?o foi dif¨ªcil descobrir que a maioria desses Alfas nunca iria me respeitar a menos que eu os for?asse a algum tipo de submiss?o. Prova de que eu realmente era t?o formid¨¢vel quanto os novos rumores sugeriam um 1. Tudo o que eles queriam ver era uma garota jovem e ing¨ºnua¡­ at¨¦ que de repente eu tinha todo o seu bando em uma xeque-mate. Alguns ainda estavam tentando jogar um jogo de espera, esperando para ver se eu iria desmoronar sob a nova responsabilidade. Eles queriam que eu provasse que eles estavam certos, provar que eu n?o fui feito para isso. Uma aposta p qual alguns j¨¢ estavam arriscando suas pr¨®prias mochs. Embora logo elese?ariam a sentir o que significava a perda de nossa alian?a. Eu n?o era totalmente ignorante embora. Eu sabia sob a superf¨ªcie que at¨¦ minha pr¨®pria matilha estava um pouco dividida. Eles foram for?ados a me respeitar por causa do v¨ªnculo Alpha, mas eu sabia o que alguns deles estavam pensando no fundo. Ou, pelo menos, o que alguns deles esperavam. N?velDrama.Org copyrighted ? content. ¡­Esperando p ascens?o de seu herdeiro Alfa. O que estava vivendo dentro de uma c nos ¨²ltimos dois meses. Se eles soubessem o tipo de pessoa que ele realmente era. ¡°Isso est¨¢ indo muito devagar¡±, resmunguei para o ¨¦lder Luke enquanto entr¨¢vamos no meu escrit¨®rio. ¡°Nesse ritmo,e?aremos a declinar demais no status se n?o conseguirmos progredir o suficiente.¡± ¡°Eu n?o discordo¡±, disse ele, pegando alguns documentos da mesa. ¡°Eu s¨®¡­ eu n?o entendo,¡± eu disse, suspirando na minha cadeira. ¡°Sei que s¨® se passaram dois meses, mas pensei que agora estar¨ªamos vendo uma pequena tend¨ºncia de aumento de pessoas se juntando. Exceto que ficou mais ou menos o mesmo. ¨¦ quaseo¡­o se estivessem arrastando os p¨¦s. Eu entendo que eles est?o esperando que eu deslize, mas isso est¨¢ ficando rid¨ªculo.¡± ¡°¨¦ mais dif¨ªcil quebrar tradi??es do que voc¨º imagina¡±, disse ele, levantando uma sobrancelha. Embora n?o fosse de nenhum conforto ouvir isso. ¡°Deixe-me ver a lista,¡± eu disse, estendendo minha m?o para os documentos que ele estava procurando por mim. ¡° Est¨¢ faltando alguma coisa, tenho certeza.¡± Mas foi quando escaneei a lista de pacotes ainda pendentes para a alian?a que fiz uma careta, surpresa com o que vi . ¡°¡­ Isso ¨¦pletamente preciso?¡± Eu perguntei ceticismo, continuando a folhear as p¨¢ginas para garantir que n?o tinha sido escrito erroneamente na se??o errada. ¡°Sim, Alfa,¡± ele respondeu. Mas isso n?o poderia estar certo¡­ poderia? ¡°Isso est¨¢ dizendo que o bando de Silver Lake ainda n?o enviou uma mensagem sobre se eles v?o se juntar ou n?o.¡± ¡°Est¨¢ correto.¡± Eu finalmente olhei para cima, arrastando meus olhos para longe da p¨¢gina, embora agora apenas mais confusa. ¡°Mas por que? quer dizer¡­ eles forneceram uma raz?o? Eu n?o acho que eles, de todas as pessoas, rejeitariam minha extens?o por amizade.¡± Cai estava guardando rancor por causa do que aconteceu entre n¨®s? Parecia t?o mesquinho trazer problemas pessoais quando era a nossa matilha em jogo. Pouco profissional mesmo. E isso significava algo muito pior tamb¨¦m¡­. Mas a boca do ¨¦lder Luke virou para baixo. ¡°Bem, depois que Caius ficou preso aqui por tantos meses, a ponto de quase incitar uma guerra, n?o posso culpar Alpha Tobias por sua l¨®gica.¡± ¡°Mas isso foi obra de Tytus, n?o minha,¡± argumentei. ¡°Fui eu que tentei libertar Cai o tempo todo. Fui eu que trabalhei dia e noite para evitar aqu guerra.¡± voc¨º ¨¦ Enghe dois ¡°Certo¡­ isso pode ser verdade¡±, disse ele lentamente. ¡°No entanto, e perdoe-me por dizer isso, mas voc¨º n?o foi a raz?o p qual ele foi preso parae?ar? N?o foi devido ¨¤s suas a??es que o mal-entendido surgiu originalmente?¡± Mordi o interior da minha bochecha, sabendo que ele estava certo. ¡®O Lago Prateado subiu de posi??o o suficiente para que uma alian?a s¨® ajudasse a evitar a guerra¡¯, continuou o ¨¦lder Luke. ¡°Se tiv¨¦ssemos que cair no status agora, eles apenas ganhariam se tornando o pr¨®ximo pacote de pot¨ºncia em nossa regi?o. Eles t¨ºm menos a perder ao recusar nossa oferta¡­ Alfa, desculpas, mas¡­¡± ¡°Eu j¨¢ sei o que voc¨º vai dizer,¡± interrompi. ¡° Sei que caminho voc¨º calculou ¨¤ frente e tamb¨¦m o vejo. Eu sei o que isso significa.¡± Porque os efeitos foram muito piores do que se poderia pensar inicialmente. E isso explicaria por que havia tanta press?o para se juntar ¨¤ alian?a agora, mesmo deixando dedo o preconceito. ¡­ Eles estavam esperando para ver se o Lago Prateado se ergueria, desafiando-nos por nossa posi??o. Essencialmente, se o Silver Lake se recusasse a se juntar agora, estar¨ªamos diante de uma luta de poder entre n¨®s. As outras matilhas da alian?a anterior precisariam escolher umdo e, ao faz¨º-lo, estariam decidindo quem seria o pr¨®ximo territ¨®rio mais forte; ganhando a capacidade de administrar e impor impostoso desejassem. Mas n?o foi s¨® isso. Se realmente n?o recuper¨¢ssemos nossa posi??o, a N¨¦voa Invernal teria apenas duas op??es. Ou nos submetemos ao Silver Lake, esperando que eles n?o recusassem nosso pedido de cair sob o guarda-chuva de sua alian?a. No entanto, eu n?o tinha certeza se Tobias aceitaria isso. Ou, mais devastador, significaria que nosso bando seria banido. Sem o apoio de uma alian?a que nos fortale?a, n?o conseguir¨ªamos manter nosso status por muito tempo. Significava nos colocar nas m?os do Alfa Tobias para decidir nosso destino; deixando-nos indefesos para os efeitos cterais de b de neve que se seguiram. Significava potencialmente a morte de nossa matilha. Ent?o eu sabia o que poderia estar ¨¤ nossa frente. Eu vi o que o ¨¦lder Luke fez. Ou eu tinha que convenc¨º-los a se juntar a n¨®s agora¡­ ou ter¨ªamos que implementar uma abordagem que tivesse a melhor chance de sucesso. Um caminho que reduzia o maior risco de acabar nessa posi??o vulner¨¢vel. ¡­Guerra. Uma abordagem tudo ou nada, pois, se n?o consegu¨ªssemos adquirir os n¨²meros dentro da alian?a, seria quase imposs¨ªvel vencer de qualquer maneira . O melhor momento seria quando os bandos ainda estivessem sendo divididos entre n¨®s, antes que qualquer territ¨®rio pudesse se tornar um vencedor ro. Seria apenas durante esse momento que ainda poder¨ªamos utilizar toda a rede de alian?as que ainda t¨ªnhamos. Porque uma vez que todos nos abandonassem, a batalha j¨¢ estaria perdida O n A quest?o agora era se poder¨ªamos ou n?o convencer o Silver Lake a se juntar novamente ¨¤ nossa alian?a, evitando totalmente esse resultado. ¡°Isso torna as coisas¡­ maisplicadas,¡± eu meditei em voz alta. ¡°Algu¨¦m j¨¢ teve alguma confirma??o oficial? Alguma indica??o de quando receberemos a resposta?¡± ¡°Ainda n?o. Embora Tobias esteja ocupado esses dias, lidando disputas desonestas ao longo de sua fronteira norte. ¡°Ok, tudo bem, ent?o pe?a uma reuni?o Cai,¡± eu respondi. ¡°Ele ¨¦ capaz de representar o bando nesses assuntos, mesmo que ele possa dar a pvra final. Ele vai ter bastante senso para perceber que isso n?o vai beneficiar nenhum de n¨®s S katter tudo o que passamos, ele ser¨¢ capaz de ajudar seu pai a ver a raz?o.¡± Welddach e pedir sua aten??o sobre o assunto j¨¢, v¨¢rias vezes, na verdade¡±, Elder Lukee?ou a resposta foi que ele n?o queria se envolver porque ele est¨¢ ¡®mal¡¯. Evidentemente, doente o suficiente para b evitando isso por quase cinco meses.¡± Que tal nervo Seriamente? O que somos n¨®s crian?as?¡± Eu perguntei, incr¨¦dulo. ¡°Isso parece t?o¡­ t?o imaturo.¡± Eu sabia que n?o deixamos as coisas nos melhores termos, mas arranjar desculpas para n?o lidar algo t?o importante parecia rid¨ªculo. Por outrodo, por¨¦m, eu me perguntei se isso era por causa de suapanheira. Porque n?o queria que nos encontr¨¢ssemos novamente, dada a nossa hist¨®ria? Bem, se a desculpa dele ¨¦ verdadeira ou n?o, n?o posso verificar¡±, disse o ¨¦lder Luke. ¡°Embora eu concorde que isso parece ser¡­ uma resposta menos do que ideal.¡± Levantei-me e dei alguns passos perto da jan, pensando no que fazer nessa situa??o. No entanto, n?o havia muitas op??es aqui. Ticamente, seu beta tamb¨¦m poderia representar o pacote se estivesse dispon¨ªvel. O ¨²nico problema era que essa indecis?o deles era devido ¨¤ hist¨®ria pessoal, ent?o minha melhor chance de sucesso era apr diretamente para Cai. Ele era o ¨²nico que seria capaz de influenciar Tobias sobre isso. Envie uma mensagem para Cai de mim. Diga a ele¡­ diga a ele que eu preciso da ajuda dele,¡± eu disse. ¡°Eu quero uma reuni?o antes do final do m¨ºs, Luke. ¡®N?o¡¯ n?o ¨¦ uma op??o.¡± O ¨¦lder Luke simplesmente inclinou a cabe?a, reconhecendo meu pedido. Embora fosse horr¨ªvel demais para sequer considerar, Cai estava disposto a deixar suapanheira por mim. Agora parecia que eu precisava explorar um pouco sua afei??o. Eu ainda podia lembrar vividamenteo ele olhou para mim eren uma vez que eu tentei assust¨¢-lo. Podemos n?o estar mais envolvidos romanticamente, mas ele era o tipo de pessoa que tentava ajudar mesmo quando n?o deveria. Com os neg¨®cios de Silver Lake resolvidos, mudei-me para voltar ¨¤ minha papda. No entanto, Elder Luke permaneceu sentado, quaseo se tivesse mais assuntos para discutir. Assuntos que fizeram meu corpo ficar r¨ªgido. ¡­ Ele estava perguntando por voc¨º novamente hoje. Um lerico. instantaneamente, eu cerrei os dentes, ainda muito irritada por lidar Cai para lidar isso agora. Eu n?o me importo,¡± eu respondi friamente. ¡°Ele n?o consegue me ver at¨¦ confessar o que sabe sobre Thea. Sua recusa em cooperar ¨¦ apenas uma indigna??o ego¨ªsta neste momento¡±. Aleric estava confinado a uma c apenas Lucy e Elder Luke tendo acesso direto a ele. Atualmente, ele era nossa melhor pista para descobrir o paradeiro de Thea, embora estivesse tornando as coisas extremamente dif¨ªceis. Quase estupidamente . ¡°Ele ainda afirma n?o saber nada sobre ¡±, disse ele. ¡° E ainda sabemos que ele est¨¢ mentindo desde que Lucy e eu o ouvimos fr d,¡± eu disse. ¡°O fato de ele estar negando isso significa que ele est¨¢ sendo desonesto sobre fatos que j¨¢ sabemos.¡± ¡°N?o seria mais f¨¢cil discutir esses assuntos ele pessoalmente? Especialmente desde que ele perguntou por voc¨º v¨¢rias vezes agora? O ¨¦lder Luke ofereceu. Na verdade, eu sabia que ele estava certo. Mas n?o erao se eu n?o tivesse tentado. Demorou algumas semanas depois de me tornar Alpha antes que eu finalmente criasse coragem para enfrent¨¢-lo. Entre o que eu tinha feito e o trauma que ele me causou, at¨¦ mesmo o pensamento de v¨º-lo me enchia de extrema ansiedade. O problema foi que eu s¨® consegui chegar at¨¦ a porta da c dele antes que eu n?o pudesse ir mais longe. Meu corpo inteiroe?ou a tremer t?o violentamente a ponto de eu ter que me sentar, superada com tanto trauma e dor. E, ro, ** n?o tornou isso mais f¨¢cil. O tempo todo estava sussurrando para mim, me dizendo para voltar. Para deix¨¢-lo apodrecer na c pelo resto da vida. Desde que eu me entreguei e reconheci totalmente sua presen?a, erao se tivesse se tornado mais forte em sua influ¨ºncia sobre mim. Agora, mesmo o pensamento de ver Aleric me feze?ar a tremer. ¡ª Ele vai matar voc¨º ¡ª sussurrou a voz l¨¢ dentro. ¡®Ele vai fazer voc¨º se aproximar¡­ pedir que voc¨º d¨º a ele uma chance de ouvi-lo e ent?o¡­¡¯ Enquanto ouvia suas pvras, erao se eu pudesse ver tudo dentro da minha cabe?a. Vejao a m?o dele sairia rapidamente das barras, agarrando minha garganta¡­ apertando lentamente at¨¦¡­ Um arrepio percorreu minha espinha, minhas m?ose?ando a tremer pelo terror que foi capaz de manifestar dentro de mim. ¡ª Ele n?o pode nos oferecer nada al¨¦m de mentiras, todas decorrentes de uma nova vingan?a pessoal. Vejao ele continua negando tudo, embora n¨®s mesmos tenhamos ouvido as provas. N?o era a primeira vez que fazia isso. Na verdade, era apenas uma das v¨¢rias imagens que estava me mostrando desde o meu anivers¨¢rio. Sempre o mesmo material indutor de medo que sussurrava para mim¡­ e de novo¡­ e de novo. ¡° Qualquer coisa que ele possa dizer para mim, ele pode dizer para voc¨º e Lucy,¡± eu reafirmei, cruzando meus bra?os sobre o peito para mant¨º-los firmes. ¡°N?o faz sentido dar a ele o que ele quer quando ele ramente n?o tem inten??o de nos dizer a verdade.¡± N?o necessariamente uma mentira¡­ mas eu sabia que n?o seria capaz de evitar isso para sempre. Em algum momento, eu precisaria acabar isso. Enquanto isso, por¨¦m,ecei a trabalhar me preparando para o pior cen¨¢rio. Coisas que eu poderia realmente trabalhar agora. Sem quest?es incertas e imprevis¨ªveis que s¨® me deram mais dor do que respostas. Apenas fazendo o que eu fazia de melhor¡­ criando estrat¨¦gias para uma guerra em potencial; o Silver Lake, nada menos. Eu j¨¢ tinha feito isso uma vez¡­ qu?o dif¨ªcil poderia ser? Mas¡­ sem Aleric? Talvez mais dif¨ªcil do que eu gostaria de admitir. Ele era uma for?a a ser reconhecida no campo de batalha e um fator importante para o motivo pelo qual o Lago Prateado n?o nos liquidou rapidamente na primeira vez. N?o, isso seria muito mais dif¨ªcil sem ele. Eu precisaria pensar em algopletamente novo desta vez que n?o dependesse da for?a bruta de Aleric. Mas tudo isso foi apenas prepara??o. A primeira batalha seria naquele encontro Cai onde os destinos de nossos quatro bandos estariam em nossas m?os. ¡­ Algo que n?o demorou muito para organizar uma vez que ele recebeu minha mensagem. Cap¨ªtulo Oitenta e Dois Como eu havia pensado, ele n?o perdeu muito tempo em vir quando eu pessoalmente pedi sua ajuda. Na verdade, parecia que n?o havia tempo algum antes que aquele dia finalmente chegasse a mim. Sentei-me na cadeira do escrit¨®rio, olhando intensamente para a porta em antecipa??o pelo que pareceu uma hora, sabendo que a qualquer segundo ele chegaria. N?o o tendo visto desde aqu noite em que quase escapei, meu peito estava t?o apertado que tive que ficar me lembrando de respirar. Mas eu estava aqui para fazer o meu trabalho e, ao faz¨º-lo, precisava reprimir quaisquer sentimentos pessoais que sentisse sobre o assunto¡­ independentemente do que possam ser. Eu tinha um bando que dependia de mim agora . Ent?o, quando a porta finalmente se abriu e Cai entrou, limpei minha cabe?a e me concentrei apenas na tarefa em m?os. Evitando o pior cen¨¢rio. A an??o de uma guerra. ¡°¡­Ei, Cai¡± | cumprimentou em um tom casual. ¡°Faz muito tempo, sim?¡± E a reuni?oe?ou. Cap铆tulo 83 Cap¨ªtulo 83 Cap¨ªtulo Oitenta e Tr¨ºs Assim que as pvras sa¨ªram da minha boca, por¨¦m,ecei lentamente a assimr o que estava realmente vendo diante de mim. Porque era Cai, mas¡­ fiel ¨¤ desculpa que ele deu, ele realmente n?o parecia bem. Eu podia me lembrar deo ele parecia desgastado da ¨²ltima vez que nos encontramos, mas isso estava em um n¨ªvel totalmente diferente. Ele parecia p¨¢lido olheiras sob os olhos, talvez at¨¦ mesmo tendo perdido algum peso. A diferen?a em sua apar¨ºncia era quaseo uma pessoa totalmente diferente do homem que eu conheci todos aqueles anos atr¨¢s. ¡° Aria,¡± ele cumprimentou, sua voz uma rouquid?o que n?o estava l¨¢ antes. E, por dentro, uma pontada de culpa me atingiu. Parecia que eu realmente o tinha arrastado para fora de seu leito de doente. ¡°Sente-se¡±, eu disse, apontando para a cadeira do outrodo da minha mesa, e ele obedeceu. ¡°Eu aprecio voc¨º ter vindo aqui para se encontrarigo.¡± ¡°Voc¨º n?o me deu muita escolha,¡± ele respondeu. Eu simplesmente bncei a cabe?a por sua vez. ¡°Bem, voc¨º n?o pode me culpar. Seu bando ainda est¨¢ se recusando a se juntar ¨¤ alian?a e voc¨º provavelmente pode descobrir o que isso significa, dada a minha posi??o atual.¡± ¡°Eu n?o estou recusando nada, Aria,¡± ele argumentou, uma tosse seguindo suas pvras. ¡°Estou doente demais para me envolver pol¨ªtica; algo que j¨¢ dura meses j¨¢ que ningu¨¦m consegue descobrir o que h¨¢ de erradoigo. No entanto, apesar de enviar uma mensagem para voc¨º sobre esse fato *v¨¢rias vezes*, voc¨º ainda insistiu! venha aqui.¡± ¡°Voc¨º n?o ser¨¢ capaz de ficar de bra?os cruzados em sua cama se seu bando estiver sendo morto do lado de fora de suas portas,¡± eu respondi asperamente, meus olhos se estreitando. ¡°Desculpe por arrast¨¢-lo aqui, mas certamente voc¨º pode entender a posi??o muito prec¨¢ria em que estamos agora. S¨® voc¨º pode ajudar a convencer seu pai a se juntar novamente ¨¤ alian?a.¡± ¡°S¨¦rio, Aria? Nem cinco minutos e voc¨º j¨¢ est¨¢ amea?ando uma guerra? ¡°Voc¨º ao menos entende toda a gravidade da situa??o, Cai? H¨¢ apenas duas op??es para mim aqui. Ou voc¨º se junta ¨¤ nossa alian?a novamente¡­ ou n?o terei escolha a n?o ser derar guerra. Voc¨º j¨¢ sabe que eu preferiria evitar o ¨²ltimo. ¡°Eu vim aqui s¨® porque voc¨º disse que precisava de mim, Aria¡±, disse ele, seus olhos encontrando os meus intensidade inabal¨¢vel. ¡°Precisava de *mim*. N?o ¨¦ meu t¨ªtulo.¡± E, de repente,o no passado,ecei a sentir aqu energia magn¨¦tica se formar no ar ao redor dele, querendo me atrair e ouvi-lo. Para ceder a ele e tentar fazer as coisas certas. S¨® eu sabia exatamente o que era dessa vez. E n?o tinha nada a ver o que ** queria fazer. ¡°Pare isso¡±, eu assobiei, empurrando a influ¨ºncia que amea?ava bn?ar minha mente. Agora eu sabia o que estava procurando, era f¨¢cil dizer quando ele o usava. E definitivamente n?o era natural. Internamente, eu me repreendi por estar t?o envolvida em sua afei??o para n?o v¨º-lo antes. Mas ele apenas franziu a testa, confuso minha resposta abrupta. ¡°¡­ Parar o que? Estou apenas dizendo a verdade,¡± ele disse lentamente. ¡°Usar-me para o que posso oferecer a voc¨º politicamente n?o era o que eu tinha em mente.¡± ¡°N?o. Quero dizer, pare de fazer isso,¡± eu respondi, rangendo os dentes. ¡°Pode ter funcionado para me levar para a cama voc¨º, mas eu sei o que voc¨º est¨¢ fazendo agora. Pare de tentar me manipr.¡± ¡°O que¡­ o que diabos voc¨º est¨¢ fazendo?¡± ele disse, soandopletamente genu¨ªno. E eu realmente acreditei nele. Parecia que ele realmente n?o sabia nada sobre as linhagens originais ou o atributo de sua fam¨ªlia. Sua confus?o parecia sincera. No entanto, se ele sabia o que estava fazendo ou n?o, isso realmente n?o mudou nada. O fato da quest?o era que era a confirma??o definitiva de que ele estava me influenciando durante os tempos em que estivemos juntos. Agora eu nunca saberia se o que senti naqueles momentos era mesmo real ou apenas um subproduto de uma habilidade. ¡°Que tal isso ent?o¡­¡±,ecei, fazendo o meu melhor para n?o me deixar ficar ainda mais irritado essa percep??o. ¡°Se voc¨º concordar em fr seu pai sobre se juntar ¨¤ alian?a, eu, em troca, deixarei voc¨º fr o ¨¦lder Luke. H¨¢ coisas sobre voc¨º que, aparentemente, voc¨º nem conhece ainda, coisas que mudariam toda a sua perspectiva. E quem sabe? Talvez ele possa ajud¨¢-lo sua doen?a misteriosa. 1 ¡°Espere, ent?o deixe-me ver se entendi¡­¡±, disse ele, sua carranca se aprofundando. ¡°Voc¨º quer reter o acesso a algu¨¦m que pode ter informa??es vitais para potencialmente me curar¡­ a condi??o de que eu sirva sua agenda para Alpha? ¡° ¡°¡­ Estou fazendo o que preciso fazer p minha matilha,¡± respondi categoricamente. Mas isso, evidentemente, foi a gota d¡¯¨¢gua para ele. ¡°Eu terminei aqui¡±, disse ele, levantando-se ee?ou a caminhar at¨¦ a porta. Imediatamente, eu me levantei e segui atr¨¢s, tentando chegar l¨¢ antes dele¡­ s¨® que eu era tarde demais. ¡°Espere um segundo¡±, eu disse, finalmente alcan?ando. ¡°Cai! Pense no que voc¨º est¨¢ fazendo. Sobre o que isso significa para nossos dois pacotes.¡± Ele parou em minhas pvras , sua m?o ainda na ma?a, e olhou para mim. Erao se ele estivesse procurando meu rosto, tentando procurar algo ali, ¡­S¨® que eu encontrei algo antes dele. ¡°¡­ eu n?o sei quem voc¨º ¨¦¡­¡± elee?ou friamente, ¡°¡­ mas voc¨º n?o ¨¦ a garota que eu conheci todos aqueles anos atr¨¢s no ensino m¨¦dio.¡± E talvez eu tivesse vacdo suas pvras se n?o fosse p descoberta doentia que acabei de fazer. Uma discoteca muito que eu n?o podia acreditar que n?o tinha distinguido antes. Belongs to ? n0velDrama.Org. Em minha defesa, por¨¦m, estava escondido atr¨¢s dele o tempo todo, dif¨ªcil de discernir. Rapidamente, sem lhe dar chance de sair, puxei sua m?o da ma?a e, a outra m?o, agarrei sua garganta, empurrando-o de volta contra a porta atr¨¢s dele. ¡°¨¢ria!¡± ele engasgou em surpresa, lutando para se livrar do meu aperto. Mas eu era mais forte do que ele agora. N?o apenas por causa do treinamento e minha marca, mas ele estava significativamente mais fraco em sua condi??o. Ele n?o seria capaz de escapar de mim, n?o importa o quanto tentasse. ¡°Onde est¨¢?!¡± Eu exigi, meu corpo instantaneamente inmado em uma raiva que eu n?o achava poss¨ªvel. ¡°Onde diabos est¨¢, Cai?¡± ¡°Eu n?o sei de quem voc¨º est¨¢ fndo¡±, ele ofegou. Mas eu apenas apertei meu aperto em resposta, sua nega??o apenas me irritando ainda mais. N?o haveria sa¨ªda desta vez. Eu finalmente teria minhas respostas. N?o importa o que. ¡°N?o se fa?a de est¨²pido!¡± Eu gritei de volta. ¡°Eu posso sentir o cheiro d em voc¨º! Voc¨º acha que eu n?o seio essa cad cheira depois de viver por seis anos?!¡± O cheiro natural de Cai sempre teve um tom de do?ura que, dado que agora eu tinha sentidos aprimorados do meu turno, inicialmente n?o percebi a diferen?a ¨®bvia noe?o. Eu ignorei isso pensando que era apenas eu cheirando o cheiro dele corretamente p primeira vez. Mas n?o. Agora eu estava de perto, n?o havia d¨²vida. N?o h¨¢o confundir aquele cheiro doce e excessivamente a?ucarado que fez meu nariz enrugar. Ele poderia negar o quanto quisesse, mas a evid¨ºncia estava l¨¢¡­ ¡­ Ele tinha o cheiro de Thea nele. Pode ter sido apenas uma pequena quantidade, mas eu saberia em qualquer lugar. ¡°Aria, pare!¡± ele implorou, ainda tentando erguer minha m?o. ¡°Eu n?o sei a quem voc¨º acha que esse cheiro pertence, mas posso te dizer agora que ¨¦ do meupanheiro; ¨¦ de Caitlyn. Instantaneamente, todo o meu corpo congelou e eu afrouxei meu aperto nele por puro choque. ¡­Ele n?o poderia estar fndo s¨¦rio¡­ poderia? Mas se isso fosse verdade ent?o¡­ .. . E minha vis?o imediatamente ficou vermelha. ¡°Voc¨º esteve fodendo Thea esse tempo todo?!¡± Eu gritei. ¡°O que h¨¢ de errado voc¨º?!¡± ¡°Aria, eu te disse, ¨¦-.¡± ¡°Tea! Seupleto idiota! obviamente te deu um nome falso! Por que toda vez que me envolvo um homem, eles acabam transando ?!¡± Dei um passo para tr¨¢s e passei a m?o tr¨ºm pelo meu cabelo, empleta descren?a de que isso estava acontecendo. Acontecendo *de novo*. Como minhas duas vidas me trouxeram at¨¦ aqui? Sua testa s¨® enrugou, por¨¦m, ainda inflex¨ªvel que ele estava certo. ¡°Voc¨º est¨¢ errada, Aria. Temos o v¨ªnculo depanheiro. Eu sei que n?o est¨¢ mentindo.¡± ¡°N?o h¨¢ nenhum v¨ªnculo depanheiro. n?o ¨¦ suapanheira, Cai! Por que voc¨º n?o consegue ver isso?¡± Eu gritei de volta furiosamente. ¡°Voc¨º quer saber por que voc¨º est¨¢ t?o doente? O que quer que seu panheiro¡¯ esteja fazendo para fazer voc¨º pensar que est?o juntos, provavelmente ¨¦ a mesma coisa que est¨¢ deixando voc¨º doente!¡± ¡°Mas eu sinto o v¨ªnculo dopanheiro¡­¡±, ele gaguejou, soando at¨¦ mesmo pouco convincente para mim. ¡°Quero dizer¡­ acho que sim. Bem, n?o ¨¦¡­ n?o, eu sei que ¨¦ minhapanheira. ¡°Cai! Acorde caralho!¡± | pouco de volta. ¡°O cheiro d estava em mim naqu noite em que voc¨º me encontrou dormindo no campo de julgamento. Eu tinha acabado de tentar mat¨¢, lembra? Se fosse sua maldita panheira¡¯, voc¨º a teria cheiradoo tal naqu ¨¦poca!¡± Eu n?o sabiao fez isso, mas de alguma forma conseguiu criar algum tipo de v¨ªnculo artificial, o suficiente para fazer Cai v¨ºo suapanheira. Mas algo assim erapletamente in¨¦dito. ¡­ A menos, ¨¦ ro, que Selene tivesse algo a ver isso. Afinal, j¨¢ havia um monte de n¨®s aparentemente correndo por a¨ª poderes divinos. Cap铆tulo 84 Cap¨ªtulo 84 Cap¨ªtulo Oitenta e Quatro ¡°¡­ Voc¨º precisa me dizer onde est¨¢,¡± eu exigi, dando um passo para tr¨¢s em dire??o a ele novamente . ¡°Diga-me onde est¨¢ agora ou eu juro que vou queimar cada fodida ponte para conseguir essa informa??o de voc¨º. Eu n?o me importo o que isso custa.¡± ¡°Aria¡­ eu n?o-¡° ¡°N?o!¡± Eu cortei, agarrando sua camisa em meus punhos e empurrando-o de volta contra a porta mais uma vez. ¡°N?o, voc¨º n?o pode me dizer que n?o sabe. Sinto o cheiro d em voc¨º, Cai. Diga-me onde diabos est¨¢ agora!¡± Ele reuniu for?a suficiente para me empurrar para tr¨¢s, mas eu n?o soltei meu aperto em sua camisa. ¡°¨¢ria! Eu n?o sei onde est¨¢. vem e vai muito desde que eu estive na cama esses dias,¡± ele explicou. ¡°E tem fam¨ªlia. N?o em um pacote, mas¡ª¡± | ¡°Uma fam¨ªlia humana,¡± eu terminei para ele. ¡°Sim, ¨¦ a mesma merda que disse a todos aqui quando apareceu depois de matar Myra. Voc¨ºs s?o todos idiotas por acreditar n. Suponho que voc¨º nem se deu ao trabalho de perguntar a sobre isso. Ele apenas me empurrou novamente em resposta, confirmando meus pensamentos, e eu finalmente soltei meu aperto, mas n?o por causa dele. Sem olhar para ele, ent?o rapidamente caminhei at¨¦ o arm¨¢rio e joguei p s qualquer ornamento que estivesse em cima dele, precisando desabafar fisicamente minha raiva de alguma forma. ¡°Eu n?o entendo nada disso. Como pode parecer que ¨¦ minhapanheira, mas n?o ¨¦? Quero dizer¡­ sempre me senti um pouco¡­ fraco, mas os sinais estavam todos l¨¢. Sempre que olho para , ¨¦o se algo dentro de mim me dissesse que ¨¦ minhapanheira. Como voc¨º pode fingir algo assim?¡± ¡°Quem diabos sabe, Cai? Por que voc¨º n?o pergunta a na pr¨®xima vez que voc¨ºs dois estiverem sentados juntos para jantar? ¡°Pare de me culpar, Aria!¡± ele ent?o rosnou de volta. ¡°Eu nunca soubeo era! Quando estava vivendo na N¨¦voa de Inverno, eu estava vivendo em suas malditas cs, lembra? ¡°Ah, cale a boca, Cai!¡± Eu rebati, finalmente perdendo o ¨²ltimo resqu¨ªcio de conten??o. ¡°Voc¨º n?o pode bancar a v¨ªtima aqui. Na verdade, acabei. Estou t?o farto de tudo isto. De voc¨º¡­ de Aleric. De alguma forma, voc¨ºs dois encontraram o caminho para a cama d, n?o importa o que eu fa?a! ¨¦ por isso que Selene me trouxe de volta? Entretenimento para ver quanto tempo leva antes que eu perca completamente?! Porque eu estou l¨¢. Estou l¨¢, Selene!¡± 1 ¡®E se ele estiver mentindo e ele sabia que era Thea o tempo todo, a voz interior finalmente se manifestou. ¡ª E se ele soubesse e estivesse em conluio ? E se ele s¨® quiser que voc¨º pense que ele n?o est¨¢ dodo d, ent?o voc¨º vai se abrir e deix¨¢-lo gui¨¢-lo na dire??o errada?¡¯ ¡° Uma ria! Junte-se! Eu posso te ajudar a encontr¨¢, mas voc¨º precisa se acalmar,¡± ele disse, dando um passo em minha dire??o. ¡­ Foi exatamenteo meu outro eu havia me alertado. E ent?o eu rapidamente dei um passo para tr¨¢s, agora duvidando at¨¦ mesmo de sua presen?a aqui. ¡°N?o¡­ n?o, fique bem longe de mim,¡± eu avisei, minha m?o descansando na adaga no meu quadril. ¡°Eu quero voc¨º fora do meu territ¨®rio imediatamente. Eu nem me importo se voc¨º f Tobias ou n?o mais. Na verdade, n?o. Atreva-se. N?o se junte novamente ¨¤ alian?a e eu *prometo a voc¨º* que limparei seu pacote do mapa novamente, assimo! fez na ¨²ltima linha do tempo. Esta reuni?o foi apenas uma cortesia¡­ para voc¨º.¡±? ¡°¨¢ria! Espere¨C¡° ¡°N?o! Eu disse que terminei.¡± ¡° Aria- ¡± ¡°Saia do meu escrit¨®rio, Cai!¡± Eu finalmente gritei, meus olhos em chamas. Ele apenas olhou para mim, seus olhos vidrados por uma fra??o de segundo sob minha ordem, antes de partir cedo , Parecia que minha autoridade de Santa n?o funcionaria nele. N?o quer dizer que eu estava o objetivo de orden¨¢ -lo assim, mas isso abriu uma rev??o interessante que eu n?o esperava . Se eu tivesse que adivinhar o porqu¨º, provavelmente teria algo a ver ele tamb¨¦m possuindo atributos da Deusa. Talvez fosse o mesmo para Aleric tamb¨¦m. Talvez fosse sempre assim que as coisas terminaram . Que n?o havia resultado em que eu pudesse ter ordenado que Aleric ou Tytus se retirassem, dada sua linhagem. ¡°Voc¨º n?o precisa me ordenar,¡± ele rosnou, encontrando suapostura. ¡°Vou me deixar.¡± E, isso, ele finalmente saiu, deixando para tr¨¢s a solid?o que eu tanto ansiava. Na verdade, agora no escrit¨®rio vazio, a ¨²nica coisa que preenchia o sil¨ºncio era o som da minha respira??o, amea?ando se transformar em solu?os a qualquer segundo. Mas eu n?o podia ceder a isso. N?o, n?o hoje . T¨ªnhamos feito uma promessa no meu anivers¨¢rio de nunca mais chorar por ningu¨¦m. Se Cai estava trabalhando Thea, ent?o que assim fosse. N¨®s chegar¨ªamos a de alguma forma agora que t¨ªnhamos um link. Mais do que isso, por¨¦m, eu simplesmente n?o conseguia acreditar que todos esses meses haviam se passado e estava literalmente do outrodo da fronteira na cama de Cai o tempo todo. Dada a facilidade que as meninas parecem cair em seu colo, talvez eu devesse ter verificado l¨¢ primeiro. Mas tudo isso se resumia a Selene. Porque me mandou de volta sem nenhuma informa??o sobre os poderes ¨C em ¨C que se estendiam muito al¨¦m do normal que eu conhecia. Erao se quisesse que eu falhasse, me preparando para perder quando o inimigo ramente n?o eraum. N?o, Selene sentou-se e me viu morrer lentamente durante minha primeira vida. . . . E agora estava vendo isso acontecer de novo, s¨® que dessa vez mais vari¨¢veis . A primeira morte a aborreceu demais? s¨® precisava de um pouco mais de tempero p segunda vez? Bem, tudo bem. eu traria para J¨¢ que gostava tanto de assistir, eu daria a um lugar na primeira f. E isso, sa¨ª do meu escrit¨®rio, sa¨ª da casa de carga e entrei na floresta atr¨¢s d. A floresta onde eu costumava correr. A floresta onde eu aparentemente tinha esquecido algo muito importante. Uma mem¨®ria distante de outra vida, quasepletamente esquecida agora, mas de alguma forma retida. Talvez Selene tivesse intencionalmente tentado fazer dessa forma . Porque eu podia me lembrar agora do dia em que vim correndo por aqui para limpar minha cabe?a, o dia em que Aleric me disse que Thea estava gr¨¢vida. .. . E eu tinha visto uma mulher. Uma mulher de vestido branco cabelos dourados que aparentemente havia atravessado a fronteira sem que as patrulhas a vissem. Que n?o tinha cheiro ou presen?a e magicamente desapareceu no ar quando eu me aproximei. Quem eu descobri apenas algumas semanas depois se parecia a pr¨®pria Deusa, apenas uma vez que eu a encontrei no Abismo. Porque poderia ter alegado que n?o poderia se envolver em nossos assuntos, mas isso n?o a impediu de nos observar de qualquer maneira. Depois de viver por tanto tempo, o que mais havia para uma Deusa fazer? Bem, seja qual for o motivo, eu estava bem e verdadeiramente feito. Acabou sua neglig¨ºncia, suas omiss?es, sua capacidade de me enviar de volta sem sequer um pingo de informa??o sobre o que estava acontecendo ou o que eu precisava consertar. Eu estava farto desta vida. Se realmente precisava de mim para mudar tanto nosso destino, ent?o poderia provar isso. N?o, mesma poderia me dizer. ¡°Sair!¡± Eu gritei para a floresta. ¡°Eu sei que voc¨º est¨¢ me observando!¡± O c¨¦u j¨¢ estava escurecendo enquanto a tarde se transformava em noite, e eu sabia que as condi??es eram quase as mesmas do dia em que a vi p primeira vez. ¡°Selena! Mostre-se!¡± Mas apenas o sil¨ºncio se seguiu. ¡°Tudo bem ent?o,¡± eu assobiei e puxei minha adaga. ¡°Ou saia, ou eu juro para voc¨º que vou tomar a decis?o por n¨®s dois agora, Selene!¡± N?velDrama.Org copyrighted ? content. E eu segurei a adaga na minha garganta, amea?ando mov¨º a qualquer segundo. ¡°Voc¨º acha que eu n?o vou fazer isso?!¡± Eu gritei quando ainda n?o tinha aparecido. ¡°Voc¨º acha que eu dou a m¨ªnima para salvar algu¨¦m? Todo mundo que me amava ou mentiu ou est¨¢ morto. N?o tenho mais nada Selene, ningu¨¦m que valha a pena salvar. Ent?o foda-se suas leis. Se voc¨º realmente precisa tanto de mim, ent?o voc¨º pode se mostrar ou¡­¡± Eu pressionei a prata em minha carne mais, esperando quando iria me parar. .. . E, no entanto, ainda assim, ningu¨¦m apareceu. Eu entendi errado? ¡­ Eu n?o importava tanto quanto pensava? Parecia que realmente estavaprometida em chamar meu blefe. Talvez uma vez que eu fosse embora simplesmente mandasse outra pessoa de volta para tentar parar Thea. Talvez nunca tenha importado se eu concordasse ou n?o, porque teria escolhido outra pobre alma se eu tivesse recusado ser enviado de volta. ¡­Mas eu poderia realmente fazer isso? Eu vim aqui para exigir respostas na suposi??o de que precisava de mim mais do que eu precisava d, que n?o podia correr o risco de eu terminar isso. Se realmente n?o aparecesse¡­ eu poderia continuar isso? Eu estava realmente no meu limite? ¡°Seria um final adequado¡±, disse a voz l¨¢ dentro. ¡®Ter vivido e perdido tudo em ambas as vidas n?o ¨¦ pouca coisa para suportar. Mas certamente o Abismo seria melhor que este inferno? Talvez isso n?o precise ser um blefe, afinal¡­. Eu n?o tinha certeza se aqus pvras eram reconfortantes ou n?o. ¡°¡­ Tudo bem, ent?o,¡± eu sussurrei depois de alguns minutos sem resultado. ¡°Fa?a do seu jeito. Vejo voc¨º do outrodo, Selene ¡­¡± E isso, respirei fundo, fechei os olhos e me preparei mentalmente para o que estava realmente considerando¡­. N?o poderia ser t?o dif¨ªcil, certo? N?o haveria Aleric, Cai, Thea, guerras, matilhas, m¨¢goas ou perdas. Um santu¨¢rio longe de tudo isso estava apenas esperando por mim do outrodo. Se o A byss pudesse me mostrar minhas piores lembran?as, ent?o talvez, um dia, tamb¨¦m pudesse me mostrar o meu melhor. Talvez eu wapagay intee Eu tive sorte. Pude ver meus pais e Myra novamente . _ Talvez eu pudesse finalmente estar em paz . _ _ . . . E assim meu aperto na lamina ficou mais forte , meu cora??o agora acelerado . Apenas um movimento r¨¢pido seria suficiente e ¡­ ¡ª ¡° ¨CPare,¡± uma voz ent?o veio da floresta . E meus olhos se abriram para ver quem tinha fdo . No segundo em que a vi parada ali, rapidamente ca¨ª de joelhos, soltando meu aperto da adaga imediatamente. Eu estava apenas a um segundo de fazer isso. De acabar isso. De finalmente deixar ir. E mesmo assim eu ainda estava vivo. Engoli em seco o ar ao meu redor, meu corpo tremendo de adrenalina enquanto pulsava atrav¨¦s de mim. Come?ouo apenas um blefe¡­ mas de alguma forma eu me encontrei quase indo at¨¦ o fim. ¡­ Eu realmente tinha ca¨ªdo a esse ponto? Independentemente dos meios, por¨¦m, eu n?o poderia contestar os resultados. Porque Selene tinha se mostrado. De p¨¦ em toda a sua gl¨®ria, seus olhos prateados analisando enquanto silenciosamente olhava para mim. Mesmo daqui, eu podia sentir aquele ar ao redor d. A que me fez querer me entregar a . Engra?adoo era estranhamente semelhante ¨¤ habilidade de Cai. A familiaridade na energia que a cercava era quase estranha. Depois de mais ou menos um minuto, eu finalmente consegui me acalmar, meu cora??o agora voltou a um ritmo semi-normal. E ent?oecei a me dirigir a diretamente, Selene ainda permaneceu em sil¨ºncio esse tempo todo. ¡°Voc¨º sabe o que eu quero,¡± | disse a . ¡°Embora eu n?o tenha certeza se ¡®querer¡¯ ¨¦ mesmo a pvra certa. Diga-me¡­ que pvra seria melhor para descrever a informa??o que voc¨º t?o negligentemente me privou? Mas seus l¨¢bios apenas se curvaram em uma linha apertada enquanto continuava a me examinar. ¡° ¨¦ uma de n¨®s?¡± Comecei a perguntar, lentamente voltando a ficar de p¨¦. ¡° ¨¦ uma das linhagens originais descendentes de voc¨º?¡± parou por mais um momento, considerando, antes de finalmente responder. ¡°¡­ N?o,¡± disse, sua voz quase mel¨®dica. ¡°Mas possui as habilidades de um Deus?¡± Eu pressionei, dando um passo em dire??o a . ¡°Porque, na possibilidade de Cai estar dizendo a verdade, ent?o o que fez ele n?o ¨¦ normal.¡± ¡°¡­¨¦plicado.¡± ¡°N?o¡±, eu imediatamenteti de volta. ¡°Eu j¨¢ te disse. Voc¨º vai me dar as respostas que me deve¡­ ou acabamos . Voc¨º pode encontrar outra pessoa para fazer isso. N?o estou mais participando do seu jogo manipdo.¡± Apenas mais sil¨ºncio se seguiu enquanto me olhava silenciosamente, quaseo se estivesse avaliando suas op??es. E, por um momento, eu me perguntei se realmente iria ou n?o me deixar aqui. Torne-se apenas mais um n¨²mero nas vidas que inadvertidamente arruinou. Mas ent?o finalmente falou mais uma vez. ¡°Voc¨º n?o seria capaz de entender se eu te contasse,¡± respondeu. ¡°H¨¢ coisas nesta vida muito al¨¦m do que voc¨º poderia imaginar. Voc¨º ¨¦ apenas uma crian?a em um mundo de adultos que viveram e governaram tudo desde o in¨ªcio dos tempos.¡± ¡°Ent?o me ajude a entender,¡± eu implorei. ¡°Ajude-me a ver o que preciso porque n?o estou equipado para esta guerra em que voc¨º me jogou. Est¨¢ ro que voc¨º precisa que eu pare o que quer que desencadeie o fim da minha esp¨¦cie e ainda assim voc¨º n?o me d¨¢ nada al¨¦m de uma marca que s¨® tornou minha vida infinitamente mais dif¨ªcil. Eu n?o possuo o conhecimento de que preciso para beneficiar voc¨º, ou qualquer outra pessoa, ao parar este evento catacl¨ªsmico. Por favor¡­ me ajude, Selene ¡­. Ajude-me a det¨º.¡± levou mais alguns momentos para pensar mais sobre o meu pedido, seu sil¨ºncio t?o assustadoramente enervante, e, a cada segundo que passava, minha pr¨®pria ansiedade crescia. Essa era minha ¨²ltima esperan?a. Minha ¨²nica chance de obter as respostas que eu precisava. Se se recusasse a intervir, eu continuaria perdido no escuro. ¡°Eu n?o posso fazer voc¨º entender¡­ mas talvez eu possa tentar mostrar a voc¨º em vez disso¡±, finalmente disse e se aproximou de mim lentamente. ¡°Desculpe, crian?a, mas isso n?o ser¨¢¡­ agrad¨¢vel.¡± E antes que eu soubesse o que estava acontecendo, suas m?os ent?o seguraram cadado do meu rosto, pequenas fa¨ªscas irrompendo de onde minha pele encontrava a d, e, gentilmente, trouxe seu rosto, beijando minha testa. Mas foi quando baixou os l¨¢bios que de repente aqus fa¨ªscas se ampliaram e se tornaramo explos?es abrasadoras em minha mente, queimando-a por dentro. Eecei a gritar. Eu podia me lembrar d fazendo algo parecido isso quando me trouxe de volta ¨¤ vida. No entanto, naqu ¨¦poca eu estava morto. Eu sabia agora que tudo o que estava fazendo n?o era para os vivos. Talvez nem mesmo para aqueles que n?o possu¨ªam um peda?o d. ¡­O que se seguiu a seguir foi algo entre uma vis?o e uma explos?o de conhecimentobinados; meu c¨¦rebro agora superado intensas sensa??es avassdoras de uma s¨® vez. ¡­Algo que s¨® parou quando eu vi. Quando eu vi tudo. Uma linha do tempo de nossa origem, abrangendo desde o in¨ªcio dos tempos. Jogando forao uma hist¨®ria na minha cabe?a. A hist¨®ria que queria me mostrar. Uma hist¨®ria que foi assim¡­ H¨¢ muito tempo, bem antes de o homem respirar, os Deuses governavam tudo. Doze crian?as nasceram para o universo e entre as mais velhas, havia uma menina. A jovem Deusa era mais conhecida por sua bondade e carinho para seus irm?os, cuidando e adorando sempre, e ajudando-os sempre que poss¨ªvel. E,o tal, logo recebeu o t¨ªtulo de ¡°Grande M?e¡±. Mas sua vida n?o foi f¨¢cil. Embora amasse e considerasse sua fam¨ªlia querida, sempre se recusou a se envolver em qualquer rcionamento pessoal. Sua devo??o e dedica??o em ver sua fam¨ªlia subir no poder se tornaram algo que consumiu todo o seu tempo e energia, e n?o tinha nenhum desejo de ter filhos. E assim, embora tenha se tornado conhecidao a Grande M?e, logo se sentiria amargurada o t¨ªtulo quando se tornou um lembrete constante das press?es que sentia de seus irm?os parae?ar uma fam¨ªlia. era a Deusa da Vis?o, capaz de influenciar a percep??o do que as pessoas viam. poderia criar valor e influenciar a mente dos outros, e coisas que antes n?o significavam nada, poderia manipr a imagem em suas cabe?as ¨¤ sua pr¨®pria vontade, fazendo-os ver o que desejava. Isso a tornou excepcionalmente ¨®tima em ganhar a confian?a e o amor daqueles ao seu redor, e seu poder de vis?o verdadeira tamb¨¦m lhe deu uma pequena vis?o da profecia sobre o sucesso de quaisquer empreendimentos que desejasse. Foi, portanto, sua ajuda e influ¨ºncia que muitos anos depois sua fam¨ªlia finalmente ascendeu para se tornar o Grande C¨ªrculo dos Deuses, um conselho agora envelhecido e esquecido nos dias modernos. Mas para , isso era tudo pelo que aspirava , tudo pelo que sua fam¨ªlia havia trabalhado tanto. Finalmente, todos eles reinou em tronos acima de tudo. Mas quando testemunhou os anos de paz passarem e os tempose?arem a mudar, finalmente sentiu a press?o p maternidade se tornar demais para . sabia que seria seu dever deixar um filho para suced¨º em seu trono um dia. Em pouco tempo, se viu casada algu¨¦m que sempre foi uma fonte de apoio, e os dois estavam unidos alegremente. Os nomes desses dois deuses, agora conhecidoso os ¡®deuses antigos¡¯ ou ¡®Tit?s¡¯, eram Hyperion¡­ e Thea. Hyperion amava Thea desde que se lembrava e ficou muito feliz quando o escolheuo parceiro. Para ele, isso era tudo o que ele queria. Apenas um olhar, um toque, um sussurro de afeto da mulher que ele reverenciava. E ele ficou ainda mais feliz quando juntos eles produziram dois filhos g¨ºmeos saud¨¢veis; H¨¦lios e Seiene. Seus filhos eram diferentes de todos os outros, admirados por todos por sua beleza e pureza. E ¨¤ medida que os g¨ºmeos cresciam, viuo seu v¨ªnculo se tornou mais forte tamb¨¦m. Eles eram quase insepar¨¢veis, suas vidas entr?adas enquanto ambos cresciam juntos. E Thea at¨¦ se viu feliz tamb¨¦m, algo que a surpreendeu, pois, inesperadamente, os filhos se tornaram sua vida e seu novo prop¨®sito. Mas, quando os sussurros de uma nova era estavame?ando, uma onde a nova gera??o de Deuses tentaria derrubar seus pais, muitose?aram a desconfiar at¨¦ mesmo daqueles que amavam. Incluindo Hyperion, um homem uma vez bom que lentamente se tornou forjado medo e raiva. Porque Thea n?o precisava mais de Hyperion agora que tinha seus filhos, e mesmo seus filhos n?o sentiam necessidade de seu amor, pois eles s¨® precisavam um do outro. Logo, ele se viu v¨ªtima desses sussurros de uma revolta, n?o confiando mais nem mesmo em sua pr¨®pria fam¨ªlia. E, eventualmente, tornou-se demais at¨¦ mesmo para ele. Hyperion agiu por todos os meios poss¨ªveis para impedir que seu filho roubasse seu poder. . . . . . . E o afogou no rio Argyros. Ao saber da morte de Helios, Hyperion foi imediatamente condenado e morto por seus irm?os por a??es de filic¨ªdio. Suas a??es serviram apenas para semear mais desconfian?a entre as gera??es; o que anteriormente tinha sido uma fonte de apenas rumores antes. Mas pior do que a morte de Hyperion, Selene tamb¨¦m soube da morte de seu irm?o g¨ºmeo e ficou perturbada. Sua outra metade agora estava morta e sua vida agora parecia sem sentido. .. . E ent?o seguiu seu irm?o, se afogando no mesmo rio que ele havia perdido a vida. Dentro de um dia, Thea soube das not¨ªcias sobre seu marido e filho e imediatamente correu para o rio sabendo o que Selene poderia fazer a seguir. ¡­ Mas chegou tarde demais. Thea vasculhou a margem do rio por horas, procurando o corpo de seu ¨²nico filho restante, mas logo ficou sem for?as ao desmaiar na ¨¢gua¡­ .. . E uma vis?o lhe ocorreu. Na vis?o, seu filho, Helios, falou e lhe disse para n?omentar sua morte. Que eles seriam imortalizados na morteo naturezas mundanas vivas, novos Deuses al¨¦m do que poderia imaginar, tornando-se conhecidoso o ¡®Sol¡¯ e a Lua¡¯. Helios e Selene dan?ariam para sempre no c¨¦u, perseguindo um ao outro, mas nunca para se reunirem. Thea ficou enfurecida e devastada ao acordar da vis?o. Devastada por ter perdido tanto t?o rapidamente¡­ e zangada, n?o s¨® o marido, mas tamb¨¦m a filha que, ao contr¨¢rio de Helios, escolheu propositadamente um caminho covarde para deix¨¢. E assim Thea decolou para o no mortal, n?o se importando mais seus t¨ªtulos ou pol¨ªticas anterioreso a chamada dedo tudo o que conhecia anteriormente, Thea precisava de uma mudan?a, uma nova vida que mesma pudesse viver Mas por dentro, nunca poderia esquecer ou perdoe aqueles que machucaram lioc especialmente sua filha e todas as noites, erao se Selene zombasse d ainda enquanto se movia pelo c¨¦u, olhando para O mundo ent?o mudou, o homeme?ou a andar na terra e os Tit?s foram derrubados pelo novo Deus , assimo Hip¨¦rion havia aprendido antes de sua morte. Mas thea continuou neutra, sabendo que nenhum dos 11 a preocupava mais. Para , os mortais estavam encantados suas habilidades e os novos deuses n?o tinham escr¨²pulos . foi, portanto, deixada em paz, ¡­ Isso at¨¦ que se encontrou um dia de volta ao rio Argyros, em algum lugar que n?o tinha ido h¨¢ s¨¦culos, e viu sua filha mais uma vez. Em carne e osso, caminhando no no mortal, N?o mais uma crian?a, mas uma mulher adulta. Thea observou de longe sob o c¨¦u escuro e observou sua filha brincar crian?as vivas. Cinco filhos mortais. viuo Selene imprimiu neles, mostrando-lhes o amor de uma m?e, algo que Thea havia sido roubada ¨¤ for?a por causa das a??es de Selene, Noite ap¨®s noite, Thea voltava ao rio e encontrava Selene brincando as mesmas crian?as sob a luz da lua. E ficou zangada, rancorosa. Se sua filha tinha a capacidade de tomar forma e andar p terra uma vez que o sol se p?s, por que n?o contou a ? Seu filho, Helios, era o mesmo? Ambos escolheram propositadamente abandon¨¢? E ent?o finalmente teve o suficiente. Na noite seguinte, antes que sua filha pudesse vir ¨¤ margem do rio para ver as crian?as, Thea matou todos eles e deixou seus corpos para Selene encontrar. Naturalmente, sua filha estava o cora??o partido porque algo que tanto estimava foi aparentemente levado cedo demais. Algo o qual Selene j¨¢ estava familiarizada, j¨¢ que teve que renunciar a todos os?os familiares os Deuses em sua ascens?o para se tornar a Lua. Porque um Deus da Natureza n?o poderia estar envolvido na pol¨ªtica de sua esp¨¦cie. No entanto, Thea n?o sabia disso e apenas buscou retribui??o p dor que havia sido infligida a . n?o sabia do sacrif¨ªcio que Selene tinha feito para manter sua posi??o. Mas, no final, isso n?o importava. Furiosa, Selene imediatamente pegou Thea, n?o havendo nenhum lugar sob a lua que pudesse se esconder, e ficou furiosa sua m?e por matar as crian?as que amava. E embora n?o pudesse causar dano a nenhum mortal por causa das leis que a continham, essas regras n?o se estendiam aos deuses. ?Mas Thea tinha pouca experi¨ºncia os novos Deuses; especialmente um Deus da Naturezao Selene. Pior ainda, ficou t?o cega por sua raiva e dor que n?o foi capaz de prever o que aconteceria a seguir. Selene rapidamente a roubou de seus poderes divinos¡­ e os presenteou ¨¤s cinco crian?as para dar- lhes uma nova vida. Thea s¨® teve permiss?o para viver ap¨®s a Guerra dos Novos Deuses por causa de sua postura de ficar fora dos assuntos das divindades. Ao escolher se opor publicamente a Selene, estava se derando uma amea?a. Algo que Selene percebeu que Thea nunca iria parar em sua miss?o de vingan?a. Mas ao cumprir sua puni??o, Selene viu dentro de Thea, viu sua vida; sua hist¨®ria, suas batalhas, sua dor¡­ e sabia que n?o queria mat¨¢. sentiu pena de sua m?e e se sentiu mal por deix¨¢ daquele jeito, mas sabia que s¨® continuaria a interferir em sua vida se a deixasse em paz. Selene s¨® pegou o que precisava. Apenas o suficiente dos poderes de Thea para n?o ser mais perigoso se voltasse essa raiva contra mais uma vez. E usou esses poderes nas crian?as, agora ligadas a Selene atrav¨¦s de seu renascimento, e cada uma possu¨ªa uma qualidade de Thea; alguns sendo naturais a todos os deuses, alguns mais exclusivo de Thea. Uma crian?a possu¨ªa a habilidade de for?a, outra rever¨ºncia influente; um manip??o de percep??o, outro longevidade juvenil¡­ e um previs?o. Mas esses poderes n?o eram para mortais e havia efeitos cterais imprevis¨ªveis, amaldi?oando as crian?aso resultado. Como eles agora eram filhos da lua, nascidos ¨¤ noite, eles se tornariam meio bestas. Eles, e todos os seus descendentes, deveriampartilhar seus corpos o de um lobo em seu d¨¦cimo oitavo ciclo de vida. Mas Selene n?o conseguia esquecer o que haviae?ado essa bagun?a. Como foi o amor n?o correspondido de seu pai quee?ou a cadeia de eventos que os trouxe aqui. E assim Selene presenteou seus filhospanheiros destinados. Duas pessoas que seriam escolhidas no momento de sua concep??o para se amarem. N?o haveria d¨²vida sobre sua sinceridade para o outro, pois os faria sentir imensa alegria apenas o toque, a vis?o e o cheiro de seu parceiro. Imediatamente ap¨®s os poderes de Thea serem tomados, estava em agonia; uma parte de seu n¨²cleo foi arrancada d for?a. O resultado foi deix¨¢ agora quasepletamente mortal. ¡­ Algo muito para o horror de Selene quando percebeu que agora inadvertidamente havia aplicado as leis da natureza para sua pr¨®pria m?e. Thea agora era intoc¨¢vel para enquanto o sangue mortal corria em suas veias. E pior, manteve um pouco de sua imortalidade. agora estaria livre para vagar p terra at¨¦ sua morte, algo que nunca ocorreria naturalmente a menos que fosse roubada ¨¤ for?a d. A fim de evitar que Thea roubasse seus poderes de volta, Selene rapidamente deu ¨¤s crian?as uma lamina aben?oada p ¨¢gua do rio Ar gyros e encarregou-os de guardar seus poderes. A ¨¢gua estava imbu¨ªda das almas de Selene e Helios e, portanto, tinha a capacidade de matar at¨¦ Thea. Foi nesse momento que lhes mostrou o ritual deo aben?oar a prata ¨¢gua; algo que mais tarde se tornaria conhecidoo prata ¡®beijada pelo luar¡¯. Mas mais do que apenas a prata, Selene tamb¨¦m aben?oou uma prote??o para as crian?as. Uma prote??o onde Thea seria incapaz de tirar diretamente o sangue de qualquer descendente direto, impedindo-a de mat¨¢ -los suas pr¨®prias m?os . Ap¨®s os eventos daquele dia, os cinco poderes foram passados apenas para o mais velho de cada casa, o resto herdando apenas a maldi??o da besta da noite. No entanto , sem a necessidade de utilizar seu dom de sangue, muitas das fam¨ªlias escolhidas nunca alcan?aram seu pleno potencial; a maioria n?o possuindo nenhum tra?o percept¨ªvel enquanto se mantinha firme dentro deles. E ¨¤ medida que as gera??es de crian?as vieram e se multiplicaram, logoe?aram a esquecer completamente a verdadeira hist¨®ria de sua origem. Eles esqueceram o verdadeiro prop¨®sito em ter as habilidades¡­ e, logo, eles esqueceram at¨¦ mesmo seu pior inimigo, perseguindo-os das sombras, lentamente os abatendo o passar dos s¨¦culos. . . Esperando o momento certo para fazer aquele ¨²ltimo¡­ golpe¡­ fatal, Um momento que finalmente se apresentou quando uma menina nasceu. Uma garota que seria acasda outro dos descendentes diretos. E apenas tr¨ºs fam¨ªlias restantes, Thea estava perto de se tornar inteira novamente. Cap铆tulo 85 Cap¨ªtulo 85 Cap¨ªtulo Oitenta e Cinco Nebunang dentro da minha cabe?a foi o suficiente para eventualmente me tirar da vis?o e eu ca¨ª no ch?o. A dor diminuiu. O que eu tinha acabado de ver era indescrit¨ªvel. E n?o apenas visto, mas sentido. Eu senti o que eles tinham; o que tanto Thea quanto Selene haviam passado. A dor deles, ¨¦ um universo que vai muito al¨¦m do meu conhecimento limitado, uma linha do tempo t?o antiga quanto o pr¨®prio tempo. E agora foi queimado em meu c¨¦rebro. Sene estava certo. Apenas descrever esta hist¨®ria n?o teria sido suficiente. O que eu tinha acabado de experimentar me deu umapreens?o maior do que simplesmente ser contada. que cont significa aceitar o que isso significava para mim. Para todos n¨®s. Algo que provavelmente estava me elegendo para ser indulgente devido ao seu status. * N¨®s n?o significamos nada ¡± eu sussurrei para mim mesmo, ainda um pouco atordoado. ¡° N¨®s somos apenas¡­ forragem. Pe?es. Soldas de p¨¦ para voc¨º.¡± Eu tranquei bruscamente e encontrei seus olhos. estava olhando para mim caut, tomando em minha maneira. E sve provavelmente estava certo em faz¨º-lo. ¨¦ por isso que voc¨º n?o me contou antes. Por que voc¨º manteve tudo em segredo,¡± eu disse, minha voz ficando cada vez mais forte, voc¨º sabia que se eu soubesse a verdade, a verdade real, eu teria recusado imediatamente a voltar. , estamos lutando contra isso puramente por sua causa. Por causa de suas pr¨®prias a??es ego¨ªstas quee?aram tudo isso. *N¨®s* n?o fizemos nada Thea. *N¨®s* n?o a machucamos, n?o a tra¨ªmos ou mesmo pedimos para renascer seus poderes. *Voc¨º* tomou essa decis?o. *Voc¨º* nos colocou na frente Ene para enfrentar sua m?e para que voc¨º n?o tivesse que assumir a responsabilidade por suas a??es. E assim que formos cones, Thea continuar¨¢ sua miss?o original de vingan?a. Tudo porque voc¨º n?o podia aceitar perder algo que amava novamente. Assimo quando seu irm?o morreu. Diga-me, Selene, Minha men??o ao irm?o d deve ter sido um ponto dolorido, pois eu podia sentir a press?oe?ar a exr. , um nervo aparentemente agora atingido. Minha filha, n?o nos esque?amos¡­ ¡ª Mas n?o estamos ¡ª interrompi, tr¨ºm, levantando-me. ¡°Seus filhos, isso ¨¦. Na verdade, n?o. Somos nascidos dos poderes de Thea. ¨¦, por defini??o tica, nossa chamada ¡®Grande M?e¡¯. Seus poderes nos deram uma nova vida e carregamos seu sangue. Voc¨º ¨¦ apenas um substituto, na melhor das hip¨®teses. voc¨º carrega um peda?o de mim diretamente,¡± argumentou, um tom de raiva agora ¨®bvio em sua voz. ¡°No entanto, voc¨º quer olhar para os outros, essa ¨¦ sua escolha. Mas eu, pessoalmente, dei-lhe esta nova vida. Como voc¨º se atreve a ser ingrato.¡± E os outros tamb¨¦m ficaram agradecidos?¡± Eu perguntei. ¡°Aqueles que vieram antes de mim? Porque eu sei que n?o sou o primeiro que voc¨º ¡® aben?oou ¡® sua marca. O que aconteceu os outros santos, Selene? Eles morreram por voc¨º tamb¨¦m? Seus olhos se estreitaram , ramente insatisfeitos a mudan?a de assunto. * ..Eles eram descendentes tamb¨¦m?¡± Eu perguntei quando ainda n?o tinha respondido. ¡°Das outras duas linhas que morreram ? Eles se foram agora por causa de suas a??es?¡± Finalmente, falou, sua voz baixa o tom de advert¨ºncia. ¡°¡­Eles foram¡­ erros. Erros? O que isso significava? Que eleseteram um erro¡­ ou que se arrependeu de t¨º-los marcado? ¡­ O que tinha feito eles se pensava assim? O que voc¨º faria algo que n?o cumpriu seu papel?¡¯ A voz dentro sussurra e d. Fomos criados apenas para benefici¨¢, uma ferramenta organica para manter sua m?e presa no no mortal. O que voc¨º acha que vai fazer conosco se n?o formos ¨²teis? n?o estava errada, mas eu n?o tinha certeza do que eu poderia fazer sobre isso. ¡°Pense um segundo¡±, continuou a voz. ¡®Quando nos deu um peda?o de si mesma, estava enfraquecida, lembra? nos disse que sim. Assimo Thea foi quebrada em peda?os, tamb¨¦m quebrou um peda?o de si mesma para n¨®s. O que voc¨º acha que vai fazer quando Thea se for? E de repente eu percebi o que estava insinuando. ¡®Se realmente queremos sobreviver a isso, ent?o¡­ ¡­ Ent?o eu precisava ser cauteloso Selene tamb¨¦m. ¡°N?o apenas cauteloso¡±, a voz corrigiu. ¡ª H¨¢ pouca chance de deixar voc¨º ficar aquele peda?o d depois de removermos sua maior amea?a. vai querer de volta ¨C vai querer ficar inteira novamente. E quem pode dizer o que est¨¢ nos mantendo vivos agora? E se esse peda?o for a ¨²nica coisa que nos sustenta ? Est¨¢vamos destinados a estar mortos. N¨®s nem mesmo pertencemos a esta linha do tempo. ¡­ estava dizendo que Thea n?o era nossa ¨²nica inimiga. ¡® No final do dia, ¨¦ voc¨º ou ¡¯, disse a voz. Belongs to ? n0velDrama.Org. Mas o que eu pretendia fazer? Matar Selene? Isso foi insano. era uma Deusa. Assim ¨¦ Thea¡¯ Mas eu n?o poderia mat¨¢. Eu n?o era forte o suficiente para algo assim. Thea era pelo menos mais fraca. ¡ª Voc¨º honestamente acha que ter¨¢ uma chance melhor do que agora? Ou voc¨º quer esperar at¨¦ que volte para arrancar esse peda?o de voc¨º ? Depois de fazermos o trabalho sujo d e estivermos cansados de lutar contra uma Deusa diferente? O que voc¨º tem a perder tentando? Eu n?o discordei em si, mas isso n?o significava ¡® N¨®s vamos morrer de qualquer maneira . Voc¨º precisa agir agora!¡¯ Mas ¡®FA?A ISSO AGORA E quaseo se estivesse agindo por reflexo de sua ordem, puxei minha adaga do meu quadril¡­ ¡® ¨¦ a inimiga .. . Com um gol enquanto minha m?o subia rapidamente, ajustando meu aperto¡­ ¡® ¨¦ a inimiga¡¯ ¡­Apontando para a garganta d¡­ ¨¦ a inimiga. ¡° ¨¦ a inimiga.¡± ¨¦ a inimiga ¡°AJOELHAR!¡± Selene rugiu. E imediatamente ca¨ª de joelhos diante d, esmagado sob oando. T¨ªnhamos o elemento surpresa, mas est¨¢vamos apenas um segundo lentos demais. Apenas um segundo antes de realizar algo que eu originalmente achava imposs¨ªvel. Foi um golpe, certeza, sabendo que Selene nunca mais baixaria a guarda assim. Significava que, gostando ou n?o, provavelmente n?o sobreviver¨ªamos a essa prova??o para envelhecer um dia. deixou ro que fomos criados para cumprir apenas um prop¨®sito; para proteger todos os outros. Ao redor de Selene, erao se o ar de repente se tornasse espesso e quase el¨¦trico. Tanto que at¨¦ as pedras e a terra vibravam a press?o que irradiava d. E seus olhos ¡­ seus olhos estavam agora em chamas, ofuscantemente brilhanteso estrs prateadas. Mas eu vi¡­ em seu ombro, mal tirando sangue¡­ eu vi onde eu cortei sua pele quando ca¨ª. Isso provou que uma de minhas suspeitas estava correta; realmente era parte mortal agora e capaz de sangrar. Pode ter sido causado pelo menor dos peda?os que faltavam n, mas foi o suficiente. O suficiente para eu saber que Selene n?o gostaria de permanecer t?o vulner¨¢vel para sempre. ¡°Eu te dei tudo, e ainda assim voc¨º age assim ? ¡± disse furiosamente. ¡°N?o, esque?a. Eu j¨¢ cansei disso . Voc¨º agora teve mais ajuda do que qualquer um dos outros recebeu. Cumpra seu dever, Ariadne. E isso, e?ou a caminhar de volta para a floresta, o ch?o ainda tremendo quando saiu. Era uma prova deo era uma deusapleta. ¡­Ou, pelo menos, um *quase*pleto. Uma risadae?ou a borbulhar no meu peito, crescendo mais e mais at¨¦ se tornar uma risada completa. Quase hist¨¦rica enquanto a adrenalina bombeava atrav¨¦s de mim por aceitar meu novo destino. Algo que chamou a aten??o de Selene o suficiente para se virar. Seus olhos prateados me olharam de cima a baixo, uma carranca se formando apostamos em suas sobrancelhas perfeitas. ¡°Voc¨º ¨¦ uma covarde, Selene,¡± eu disse, um sorriso lentamente se esticando contra meus l¨¢bios. ¡° Um co -ward e um mentiroso. A criatura mais fraca que j¨¢ conheci. Uma vez voc¨º me disse que eu poderia escolher meu pr¨®prio destino¡­ e ainda assim voc¨º sabia desde o in¨ªcio que tal coisa era imposs¨ªvel. Mas eu quero que voc¨º saiba de uma coisa¡­ Mesmo que eu falhe, quero que voc¨º saiba que viverei minha eternidade no Abismo feliz. Que apenas o pensamento de voc¨º conseguir o que merece significa que posso descansar no inferno. Sua carranca s¨® se aprofundou quando entendeu minhas pvras, sua cabe?a ligeiramente inclinada¡­ .. . E ent?o desapareceu. Desapareceu no ar, assimo tinha feito na primeira vez que a vi. Mas era mais do que apenas isso, mais do que apenas uma carranca . Porque eu poderia jurar que vi outra coisa nos olhos d . Foi por apenas uma fra??o de segundo, logo atr¨¢s da superf¨ªcie, mas tinha sido vis¨ªvel o suficiente. ¡­Por apenas um momento¡­ eu tinha visto Selene mostrar seu medo, Os dias que se seguiram pareciam¡­ vazios. Como se eu n?o tivesse certeza por que eu estava tentando . N?o muito tempo atr¨¢s eu estava preparado para morrer¡­ ent?o me senti aliviado quando vivi. Agora , depois de ser mostrado a verdade fria do meu mundo de Selene, nada parecia mais importante. Eu j¨¢ tinha perdido todos ! me importava , todos que eu realmente queria proteger. E agora era o se eu estivesse apenas esperando o inevit¨¢vel. Como se eu pudesse sentir minha data de validade pairando acima de mim; algo para o qual eu pensei que tinha me preparado e ainda ter que reconhecer de repente isso fez as coisas parecerem t?o¡­ sem sentido. Porque as chances de matar n?o uma, mas duas Deusas eram extremamente baixas. Essa era apenas a realidade brutal, gostando ou n?o. E, ro, eu tinha o pacote¡­ mas mesmo isso n?o tinha o apelo que costumava ter. Afinal, ¨¦ramos apenas objetos descart¨¢veis. Todos n¨®s. S¨® enquanto Selene sobrevivesse. E parar Thea os ajudaria¡­ mas n?o me ajudaria. Significava que eu estaria lutando esta guerra apenas pelo futuro deles; apenas para o resto da minha esp¨¦cie. Para aqueles que me machucaram, me tra¨ªram, me rejeitaram e me humilharam. Para aqueles que se opuseram a mim tanto preconceito, embora eu estivesse apenas tentando negociar a paz. O que era exatamente o que a maioria das matilhas ainda estava fazendo na guerra de alian?as pendente. Ent?o, por que eu deveria me preocupar essas defini??es padr?o de certo e errado quando a ¨²nica coisa que importava eram os resultados? Assimo Selene havia dito, somos todos crian?as neste universo nossas perspectivas ing¨ºnuas. Mas, ao contr¨¢rio de todos os outros, eu estava iluminado agora. Eu sabia que eles realmente n?o sabiam o que era melhor para eles porque n?o tinham visto a verdade realo eu. Foi algo que * me ajudou a ver tamb¨¦m; meu outro eu. me mostrouo todas essas sutilezas para evitar a guerra eram in¨²teis quando nenhuma dessas crian?as tinha o mesmo poder que eu. ¡­ Quando eu poderia faz¨º-los todos se ajoelharem diante de mim de qualquer maneira . Porque isso ¨¦ tudo que o sistema ranqueado era. Quanto do poder de Thea voc¨º detinha; quanto ¡®Deusa¡¯ estava em suas veias. As coisas que Selene me mostrou me deram uma maiorpreens?o de como tudo isso funcionava; provavelmente mais do que todos os Anci?es juntos. Ficou ro para mim como constru¨ªmos um sistema hier¨¢rquico em nossa sociedade baseado nesses n¨ªveis variados de autoridade de nascimento dilu¨ªda. .. . E eu tinha mais poder do que qualquer outro Alfa. ro, eu n?o poderia for?ar o Silver Lake a se submeter gra?as ¨¤ sua linhagem, mas isso n?o me impediu de exigir lealdade e respeito das outras matilhas. Para for?¨¢-los a uma submiss?o que, em ¨²ltima an¨¢lise, seria para o bem melhor. Ent?o, n?o, n?o haveria guerra o Silver Lake. Nem nunca haveria. Por que haveria necessidade de guerra quando eu tinha a alian?a, e mais,pletamente de volta ao meuando dentro de um m¨ºs? Come?ar uma guerra a N¨¦voa de Inverno agora seria apenas um desejo de morte para eles. Eu me certifiquei de ficar de olho em Cai constantemente; Iris tendo ajudado a obter uma fonte interna para me notificar caso Thea voltasse para l¨¢. At¨¦ enviei o ¨¦lder Luke para visit¨¢-lo e ajud¨¢-lo sua doen?a. Porque enquanto eu ainda n?o confiava nele, isso n?o significava que eu queria que recuperasse seus poderes dele tamb¨¦m. pode n?o ser capaz de machuc¨¢-lo fisicamente, mas quem sabia do que seu n¨ªvel de manip??o era realmente capaz? ¡­ Antes que muito tempo tivesse passado, eu me certifiquei de que todos soubessem o nome de Thea, soubessem que era a inimiga p¨²blica n¨²mero um. E, sem mais argumentos de for?as opostas, rapidamente se tornou a mulher mais procurada de todo o pa¨ªs. Assimo as coisas deveriam ter sido desde o in¨ªcio. Por fim, todos unidos em um ¨²nico objetivo; para encontrar Thea. ¡°Alpha¡±, uma voz chamou, me fazendo olhar para cima da minha mesa. Era Elder Luke, seu rosto expressando uma urg¨ºncia que eu n?o tinha visto antes. Eu n?o tinha certeza do que poderia deixar um homemo o ¨¦lder Luke preocupado, mas estaria mentindo se dissesse que isso n?o despertou minha aten??o. curiosidade, nada parecia influenci¨¢-lo durante nosso trabalho juntos no m¨ºs passado, algo admirado nele. ¡°O que ¨¦ isso?¡± Eu perguntei, endireitando-me no meu chali Ele levou um segundo para se acalmar, mas sua express?o n?o mudou, ¡°¨¦ Aleric,¡± ele disse, ¡°Ele est¨¢ exigindo ver voc¨º.¡± Texhaled, j¨¢ sabendo disso, eu tinha ouvido essa mesma linha quase todas as semanas desde o meu anivers¨¢rio ¡°Eu j¨¢ te disse,¡± eu disse um tom suave de Irrita??o. Se ele tem algo a dizer, ele¡­ ¡°N?o, Alfa,¡± ele interrompeu, para minha surpresa, ¡°Ele est¨¢ exigindo ver voc¨º¡­ ou vou matar Lucy. Ele ¨¦ (anote-ao ref¨¦m.¡±) Isso me chamou a aten??o. ¡°Ele ¨¦ o qu¨º?¡± Eu perguntei, levantando. ¡° estava trazendo o jantar para ele, da mesma forma que todas as noites¡±, elee?ou, ¡°mas n?o deve estar olhando ou chegou um pouco perto demais das barras.¡± ¡°Eu n?o entendoo passamos todos esses meses e de repente escorrega hoje. Achei que saberia melhor do que deixar algo assim acontecer. ¡°Sinceramente, Alpha, eu realmente n?o posso culp¨¢ por baixar a guarda,¡± Elder Luke disse, ¡°eu n?o esperava exatamente que ele fizesse algo assim t?o de repente.¡± Como ele n?o esperava que Aleric fizesse algo assim? Ele matou meus pais. Obviamente, ele n?o se opunha ao assassinato de pessoas inocentes. Na verdade, foi em parte por essa raz?o que eu tinha encarregado todos de cont¨º-lo at¨¦ que pud¨¦ssemos entender melhor seu rcionamento Thea. Ele deveria ser tratado t?o perigoso quanto at¨¦ que pud¨¦ssemos obter as respostas que precis¨¢vamos. Quem sabia o que disse a ele para coloc¨¢-lo do seudo ? ¡­Mas levantou algumas quest?es interessantes. Ser¨¢ que ele sabia quem era? Quem realmente era? Ele ainda estaria t?o determinado a guardar segredos se soubesse ? ¡°H¨¢ quanto tempo foi isso?¡± Eu perguntei, j¨¢ me movendo em dire??o ¨¤ porta. ¡°Cerca de quinze minutos, talvez? Um guerreiro notou que n?o tinha sa¨ªdo por um tempo e descobriu a cena ao olhar para dentro. Fui imediatamente notificado da situa??o.¡± E, isso, sa¨ª rapidamente sem outra pvra. Mas enquanto eu caminhava para as cs, de repente eu podia ouvir ** dentro da minha cabe?a, quaseo se aparecesse na hora. Apenas o mesmo de sempre. Tentando me convencer de que ver Aleric foi a decis?o errada. ¡­ No entanto, quanto mais eu pensava sobre isso, mais eu percebia que n?o tinha o mesmo peso normal. ¡°Ele vai te matar¡±, sussurrou por dentro, repetindo as mesmas pvras que eu tinha ouvido tantas vezes. Ao que eu apenas o afastei, continuando at¨¦ meu destino. Essa amea?a nem importava mais. Eu ia morrer logo de qualquer maneira . Seja dele, Thea ou Selene. Eu j¨¢ estava vivendo em tempo emprestado. ¡ª Ele vai mentir para voc¨º. E isso foi bom. Esperado, mesmo. Nada realmente diferente l¨¢. ¡®Ele vai dizer o que voc¨º quer ouvir para que voc¨º fa?a o que ele quer. Voc¨º n?o pode confiar nele. Eu n?o podia confiar em ningu¨¦m. Esta n?o era uma informa??o nova. N?o negou a necessidade de descer l¨¢ eu mesmo Chapeleiro Oitenta e Cinco no entanto. Era hora departilhar ele alguns dos meus novos conhecimentos para que ele pudesse ver o qu?o confusas eram suas a??es; que ele estava apenas ajudando e incentivando algu¨¦m que estava nejando mat¨¢-lo para ter seus poderes de volta. N?o, n?o havia maiso evitar isso. Eu sabia que hoje era o dia que eu iria enfrent¨¢-lo. Mas de novo¡­ e de novo¡­ e de novo, sussurrou para mim, me mostrando as imagens de sua aposta , do perigo que ele representava. E fiz o meu melhor parabat¨º-lo, ignor¨¢-lo e continuar me movendo em dire??o ¨¤s cs. No entanto, n?o importa o quanto tentasse me convencer, todos os seus avisos pareciam t?o¡­ vazios. T?o vazio quantoo me senti no m¨ºs passado. Ele era apenas mais uma pessoa agora . Outro nome em uma lista de milhares por quem eu acabaria dando minha vida. Tudo isso, ¨¦ ro, supondo que eu pudesse at¨¦ parar Thea. ¡®Voc¨º n?o pode entrar a¨ª¡¯, ainda insistiu ao chegar. Mas eu n?o entendi o porqu¨º embora. O que mais ele poderia fazer para me deixar tanto medo? Atr¨¢s das grades da c, nada menos? A coisa toda parecia t?o estranha. foi literalmente quem me ajudou a ver que n?o haviao sobreviver a essa guerra Thea. Que nossa morte era inevit¨¢vel e nosso ¨²nico prop¨®sito de vida era servir a um prop¨®sito maior. Como foi ent?o que pode ter tanto medo de vermos apenas um homem? E ent?o estendi a m?o e agarrei a ma?a da porta de qualquer maneira,e?ando a torcer para abri¡­ ¡®N?o entre a¨ª!¡¯ quase gritouigo por dentro, me fazendo estremecer. Mas eu ignorei suas pvras.. .. . E empurrou a porta, permitindo que se abrisse lentamente para revr o outrodo. E l¨¢ estava ele. Aparentemente inalterado desde a ¨²ltima vez que o vi, mas agora vendo-o sob uma luzpletamente diferente. Mas ainda era Aleric, o pr¨®prio homem. Aquele que tinha tirado tanto de mim. Quem sabia o qu?o profundo esse engano realmente era nesta vida? N?o havia d¨²vida em minha mente de que ele estava guardando segredos desde que se recusou a cooperar durante todo o tempo que esteve aqui. No entanto, talvez dizer a ele a verdade de nossa exist¨ºncia o fizesse retornar um pouco de honestidade finalmente. Talvez eu finalmente conseguisse uma pista sobre o paradeiro de Thea ou seu no. Mesmo que isso significasse trabalhar o homem que matou meus pais e agora estava amea?ando meu atendente. | rapidamente analisou a cena diante de mim, inspecionandoo ele estava pressionado contra as barras, seus bra?os ao redor do corpo e garganta de Lucy enquanto ele a segurava dodo oposto. Ficou imediatamente ¨®bvio que, um pequeno movimento, ele poderia quebrar o pesco?o d muita facilidade. E isso, respirei fundo, me preparando para o que estava prestes a acontecer.¡­ E a conversa que eu temia h¨¢ meses finalmentee?ou. Cap铆tulo 86 Cap¨ªtulo 86 Cap¨ªtulo Oitenta e Seis ¡°Aleric,¡± eu chamei para ele e me aproximei cuidado. Imediatamente, eu vio ele ficou tenso a minha presen?a, seus olhos brilhando escuros por apenas um momento. Acho que n?o foi t?o surpreendente pensar que ele ficaria furioso depois de todo esse tempo aqui embaixo. No entanto, suas pvras pareciam contradizer essa primeira impress?o, apenas conseguindo me confundir. ¡°Aria,¡± ele respirou, quaseo se estivesse em um suspiro de al¨ªvio, antes de se concentrar rapidamente novamente. Meus olhos se estreitaram enquanto eu olhava para ele, sem saber em que jogo ele estava jogando. Isso foi algum tipo de ato? ¡°Voc¨º pode deix¨¢ ir agora¡±, eu disse, projetando meu queixo para Lucy. ¡°Se voc¨º mat¨¢, voc¨º n?o ter¨¢ ningu¨¦m para trazer suas refei??es todos os dias.¡± Mas sua cabe?a se moveu para tr¨¢s em confus?o, pega de surpresa p minha resposta contundente. ¡°¡­O que?¡± ele simplesmente perguntou, perplexo minhas pvras. ¡°Eu disse¡­ deixe-a ir ou voc¨º provavelmente vai acabar morrendo de fome¡±, eu repeti, dando mais alguns passos em dire??o a ele. n?o faz parte disso¡­ Mas eu entendo. Voc¨º queria fazer algum tipo de grande dera??o para me trazer at¨¦ aqui, queria sentir que tinha um pouco de controle desde que eu mantive voc¨º preso por tanto tempo. Bem, Aleric, agora estou aqui,o voc¨º queria. Ent?o, qual ¨¦ o pr¨®ximo passo do seu no? Voc¨º vai mat¨¢ e me fazer assistir? Voc¨º est¨¢ desapontado por eu ter perdido essa parte quando voc¨º matou meus pais? ¡°Eu n?o¡­ o qu¨º?¡± ele perguntou novamente. ¡°Aria¡­ o que diabos aconteceu?¡± Tentei n?o rir disso. O que n?o aconteceu? Al¨¦m de saber que minha exist¨ºncia era puramente para servir ¨¤ agenda de um poder superior? Al¨¦m de Cai dormir Thea por meses e possivelmente trabalhar ? Al¨¦m da trai??o de Aleric? ¡­Al¨¦m de se sentir t?o vazio por dentro o tempo todo? Era uma maravilha que eu ainda estivesse me iodando. ¡°Apenas deixe ir ou acabe isso, Aleric,¡± eu disse. ¡°N?o arraste isso mais do que precisamos. Tenho certeza de que h¨¢ coisas mais importantes que poder¨ªamos estar discutindo agora. Como¡­ Onde est¨¢ Thea e por que voc¨º est¨¢ trabalhando ? No entanto, ele ainda n?o se moveu,o se estivesse debatendo internamente sobre o que deveria fazer. Sua relutancia s¨® estava me frustrando ainda mais. Por que debater quando ele nunca deu essa cortesia aos meus pais ? Ele valorizava um atendente sobre eles? ¡°V¨¢ em frente, fa?a isso!¡± | instigou e me aproximei tanto que eu poderia estender a m?o para toc¨¢- los. ¡°Fa?a isso, Aleric! Mate ! Assimo o assassino que voc¨º ¨¦!¡± Abruptamente, ele ent?o a soltou, finalmente liberando-a de seu aperto. ¡°Se ao menos voc¨º tivesse mostrado esse tipo de conten??o antes,¡± eu murmurei e rapidamente agarrei Lucy para longe das barras para a seguran?a. ¡°Voc¨º est¨¢ bem, Lucy. Saia daqui. Voc¨º est¨¢ seguro agora.¡± n?o precisou ser dita duas vezes, lutando para sair o mais r¨¢pido poss¨ªvel. ¡°Ent?o voc¨º realmente acredita nessa hist¨®ria falsa de que estou envolvido Thea¡±, disse ele. ¡°Sabe, quando voc¨º n?o desceu para me ver, pensei que talvez algo horr¨ªvel tivesse acontecido voc¨º. Mas parece que eu estava errado. Aparentemente, voc¨º decidiu nem mesmo me dar uma chance de explicar e acreditar de todo o cora??o que eu sou o cara mau. | encolheu um ombro. ¡°N?o preciso ¡®acreditar¡¯ em nada quando ouvi meus pr¨®prios ouvidos. Ou as orelhas de Lucy, dependendo deo voc¨º quer olhar para ele. Eu vi em uma vis?oo voc¨º perguntou a se estava l¨¢ por causa de Thea ¡®tamb¨¦m¡¯. N?o sei por que voc¨º continua negando envolvimento . ¡°Voc¨º quer dizer o atendente que por acaso estava no hospital no exato momento em que eu estava l¨¢? Voc¨º n?o achou isso suspeito? E foi o momento exato que¡­¡±, mas ele se deteve e me olhou mais de perto. ¡°N?o importa.¡± ¡°¡­ O qu¨º ? Voc¨º realmente vai culpar Lucy agora? Eu perguntei, meio rindo sobre o qu?o absurdo isso era. ¡°V¨¢, diga-me, Aleric, diga-meo Lucy ¨¦ realmente a vil? aqui. Na verdade, aposto que de alguma forma ¨¦ culpa d que meus pais tamb¨¦m estejam mortos e em seguida voc¨º vai me contar como o for?ou a fazer isso. ¡°¨¢ria!¡± ele rosnou. ¡°¨¦ o mesmo atendente que voc¨º colocou para cuidar dos meus cuidados aqui todos esses meses. Por que voc¨º acha que eu me recusei a dizer alguma coisa? Voc¨º tem um maldito espi?o e nem percebe. Eu n?o sei o que diabos aconteceu voc¨º, mas se voc¨º est¨¢ t?o cego at¨¦ mesmo para a possibilidade de estar envolvida, ent?o eu n?o sei o que te dizer. ¡°N?o, Aleric, eu n?o estou cego para isso¡±, argumentei, caminhando de volta para perto das barras. ¡°Na verdade, nada me surpreenderia nos dias de hoje. Eu simplesmente n?o posso acreditar que voc¨º est¨¢ tentando me distrair hist¨®rias de Lucy quando voc¨º foi ramente a culpada, quando eu vi voc¨º com o sangue deles em suas m?os! Voc¨º ao menos percebe quem ¨¦ Thea? Quem voc¨º est¨¢ protegendo?¡± ¡°Por que eu precisaria perceber alguma coisa quando n?o tenho nada a ver aqu garota?¡± ¡ª Ele est¨¢ mentindo ¡ª sussurrou a voz. ¡®Ele sabe. Ele est¨¢ apenas fingindo. ¡°Garota¡±, eu zombei, ignorando a voz. ¡°Isso seria um eufemismo grosseiro. ¨¦ a Deusa literal da Vis?o; A m?e de Selene. Um ser criado no in¨ªcio dos tempos que agora est¨¢ preso e preso dentro de um corpo mortal. Essa ¡®garota¡¯ ¨¦ mais poderosa do que voc¨º poderia imaginar.¡± ¡°O que¡­?¡± foi tudo que Aleric conseguiu dizer. ¡°¨¦ quem voc¨º est¨¢ escolhendo proteger,¡± continuei, agarrando as barras. ¡°O que quer que esteja oferecendo a voc¨º, espero que tenha valido a pena porque vai te matar no segundo em que voc¨º terminar de ser ¨²til. ¨¦ a mesma estrat¨¦gia que fez Cai; fazendo-o pensar que era sua companheira. precisa que nos matemos porque n?o pode fazer o trabalho sujo sozinha. Isso ¨¦ tudo que sua exist¨ºncia pat¨¦tica ¨¦ para ¡ª¡± 1 ¡°Eu n?o estou trabalhando , Aria!¡± ele finalmente gritou, me cortando. Ele estava agora contra as barras fazendo-o apenas um p¨¦ de distancia e eu olhei em seus olhos. Seus olhos verdes que eram t?o familiares para mim. . ..E um arrepio me percorreu, sua proximidade ainda tendo um efeito que eu n?o esperava. Uma sensa??o estranha considerando todas as coisas, considerando quanto tempo fazia desde que eu senti alguma coisa corretamente. ?Ele parecia t?o¡­ genu¨ªno. Como se ele realmente estivesse dizendo a verdade. E uma parte de mim realmente queria acreditar nele. Isso foi ing¨ºnuo da minha parte? Para ter uma parte de mim que ainda reagiu dessa maneira a ele? ¡­ Mas esses sentimentos eram inconsequentes agora. Grotesco, mesmo. Quer ele estivesse ou n?o trabalhando Thea, ele ainda matou meus pais. Nenhuma quantidade de desculpas iriapensar isso. Nada seria suficiente para superar tal coisa, independentemente das ordens de quem ele pudesse estar agindo. E, aparentemente, ele tamb¨¦m n?o queria esperar muito para provar meu ponto de vista, meus sentidos captando um movimento iminente. A m?o de Aleric subiu rapidamente, movendo-se ps barras¡­ apontando para minha garganta¡­ ¡­ E imediatamente pulei para tr¨¢s para evit¨¢-lo, caindo em um agachamento defensivo enquanto manobrava para longe . Eu disse para voc¨º n?o se aproximar ¡ª repreendeu a voz. ¡ª Eu disse que ele tentaria mat¨¢-lo. Era exatamenteo nas imagens que me mostrou nos ¨²ltimos meses. Sua m?o serpenteando ps barras, agarrando minha garganta¡­ lentamente espremendo a vida fora de mim¡­ sabia que ele tentaria isso e ainda assim eu lhe dei a oportunidade. ¡°S¨¦rio, Aleric?¡± Eu gritei, aindapletamente perturbada por ter que reagir rapidamente. ¡°N?o queria perder sua ¨²nica chance de chegar at¨¦ mim? Voc¨º n?o estava ouvindo o que eu acabei de lhe dizer?! Eu n?o posso te matar assimo voc¨º deveria esquecer de me matar. Sua sobreviv¨ºncia depende de eu viver, assimo a de Cai tamb¨¦m. N?o ou?a o que disse a voc¨º.¡± *Aria¡­ eu n?o estava tentando te matar,¡± ele argumentou e resmungou em frustra??o. ¡°O que h¨¢ de errado voc¨º?¡± Mas eu me levantei, cansado de ouvir suas mesmas mentiras, eecei a sair. Eu j¨¢ podia sentir quando meu bra?oe?ou a tremer ao meudo, o medo que havia induzido por dentro come?ando a voltar. ¡°N?o se preocupe mais em me pedir para vir aqui,¡± eu disse por cima do ombro. ¡°E da pr¨®xima vez que voc¨º amea?ar um atendente, esperepartilhar sua c um cad¨¢ver por alguns dias.¡± Atr¨¢s de mim, ouvi quando ele bateu as m?os contra as barras raiva. ¡°Se voc¨º ainda tem um pingo de bom senso, ent?o voc¨º vai olhar para Lucy¡±, ele gritou assim que eu cheguei ¨¤ sa¨ªda. ¡° est¨¢ l¨¢ desde oe?o, Aria. Pense nisso. Alguma coisa n?o bate.¡± E isso me fez parar por um momento, permitindo que suas pvras afundassem¡­ antes, finalmente, eu fechar a porta atr¨¢s de mim. Ele estava t?o inflex¨ªvel sobre Lucy ser a ¨²nica que trabalhava Thea, embora suas a??es gritassem o contr¨¢rio. Como eu poderia at¨¦ mesmo entreter a ideia quando parecia t?o ro para mim que ele estava voltando aos caminhos da linha do tempo anterior? ¡­Mas e se ele estivesse certo? De repente, eu estava t?o perdido em meus pensamentos que nem senti Lucy quando se jogou em mim, me puxando para um abra?o. Seus solu?os eram evidentes quando eu a senti tremendo contra mim. ¡°Senhorita¡±, gritou, agarrando minha camisa. ¡°Senhorita, obrigado por vir me salvar.¡± E, por um segundo, me senti culpado. N?o porque eu estava duvidando de sua lealdade, mas porque eu estava pronto para deixar Aleric mat¨¢ se isso significasse provar um ponto. Que eu n?o a visse, ou qualquer outro n?o-descendente,o excessivamente importante, desde que servisse a um prop¨®sito. Que todos eles eram apenas mais forragem para a guerra de Selene. c¡­ No entanto, de alguma forma estava me agradecendo? Um m¨ºs atr¨¢s eu poderia ter ficado enojadaigo mesma. Mas agora. . . ? ¡°Como voc¨º sabia que ele n?o iria chamar o seu blefe, no entanto?¡± perguntou inocentemente. ¡°Eu realmente pensei por um segundo que ele ia fazer isso, mas seu racioc¨ªnio r¨¢pido me salvou.¡± Eu fiquei tensa antes de me desembara?ar rapidamente d, movendo-me para poder olhar para seu rosto diretamente. parecia t?o genuinamente assustada, tremendo onde estava, e ainda tinha tanta f¨¦ que eu estava tentando fazer o certo por . Como algu¨¦m tanta confian?a em mim pode ser um traidor trabalhando para Thea? Eu descaradamente a joguei para uma morte sem sentido e pensou que eu estava blefando. ¡°Descanse um pouco, Lucy¡±, eu finalmente disse, optando por n?o responder, e voltei para o meu escrit¨®rio. ¡­ Mas tudoe?ou a me corroer. ro, eu n?o confiava em Aleric¡­ mas ele n?o estava errado. Lucy estava l¨¢ desde o in¨ªcio. Na verdade, tinha foi a primeira pessoa a quem mencionei Thea, portanto sabia desde os quatorze anos que estava atr¨¢s d. estava at¨¦ a par de informa??es sobre meu paradeiro a qualquer momento, sobre a matilha, sem mencionar o acesso a ss onde documentos confidenciais poderiam ter sido mantidos. De todos os espi?es que supostamente j¨¢ tivemos¡­ Lucy fazia sentido. E estava bem ali na minha frente o tempo todo. ¨¦ certo que era o motivo que eu estava lutando mais embora. O que havia para ? tinha um trabalho respeit¨¢vel onde eu a tratava justi?a, certificando-me de que nunca ficasse sem nada financeiramente. A posi??o que ocupou era mesmo uma que os mais desssificados ficariam honrados em ocupar, at¨¦ o ponto em que provavelmente a aceitariam por uma fra??o do sal¨¢rio | ofereceu L¨²cia. Ent?o, o que Thea poderia oferecer a que eu n?o pudesse? Mais do que dinheiro, status ou o pacote? O que era t?o valioso que nem sequer veio at¨¦ mim para uma contraproposta,o eu sempre disse a ? E, lentamente,e?ou a consumir cada vez mais meus pensamentos, me deixando louco por n?o ser capaz de descobrir. Imaginando se havia a menor possibilidade de Aleric estar certo¡­ que havia uma coisa sobre a qual ele n?o estava mentindo para mim .. . E ent?o decidi que era hora. Sem nenhuma raz?o real para me segurar, decidi que era hora de confront¨¢. Na verdade, parecia que eu estava cedendo a Aleric fazendo isso, que eu estava entregando suas hist¨®rias de nega??o, mas de alguma forma eu n?o conseguia tirar isso da minha cabe?a. Mesmo a menor chance de ser uma pista para Thea, n?o deveria explor¨¢? ¡°Lucy,¡± eu disse alguns dias depois, fazendo-a parar de trabalhar. veio ao meu escrit¨®rio para organizar algumas coisas para mim, mas eu estava olhando para o tempo todo enquanto se movia, incapaz de se concentrar em qualquer outra coisa enquanto as quest?es de sua lealdade me enxameavam. ¡°Senhorita?¡± .. . Eu estava realmente prestes a fazer isso? ¡°¡­ Sente-se por um segundo,¡± eu disse, apontando para a minha cadeira de visitante. ¡°Oh, n?o, tudo bem¡±, disse um sorriso. ¡°Obrigado mesmo assim. Estou quase terminando aqui e ent?o vou fazer minhas outras tarefas.¡± Mas eu olhei para total seriedade. * ¡°¡­eu n?o estava perguntando.¡± Isso me rendeu um olhar estranho quando seu sorriso vacilou, movendo-se para atender silenciosamente meu pedido. ¡°Tudo bem, senhorita?¡± perguntou quando eu ainda n?o tinha fdo por alguns segundos. Eu a estava examinando silenciosamente, me perguntando se eu estava mentalmente pronta para ouvir outra pessoa admitir que me traiu. Afinal, tinha havido muito disso recentemente. Mas eu me senti¡­ pronto. Ou talvez eu n?o me importasse mais. Porque havia uma raz?o proeminente p qual eu nunca me permiti me abrir totalmente Lucy, minha atendente, mesmo depois de tudo que fez por mim nos ¨²ltimos anos. Minha hist¨®ria pessoal com a posi??o que ocupou me impediu de fechar acuna na confian?a. ¡°Acho que vou sair e dizer isso. N?o h¨¢ exatamente uma maneira legal de expressar isso de qualquer maneira , ent?o¡­,¡± || disse, e respirou fundo, ¡°¡­ voc¨º esteve trabalhando para Thea esse tempo todo, Lucy?¡± Seu corpo ficou tenso imediatamente e desviou o olhar. ¡°N?o, senhorita. ro que n?o. Eu tenho trabalhado duro para gerenciar nossas fontes para que eu possa encontr¨¢ para voc¨º. Mordi o interior da minha bochecha, a realidade da situa??o agora parecendo sombria. nem conseguiu olhar para mim enquanto respondia. ¡°Lucy.¡± Eu disse severamente, fazendo-a olhar para cima. ¡°Voc¨º pode me dizer a verdade¡­ ou eu posso ordenar isso de voc¨º. Eu prometo a voc¨º, por¨¦m, que este ¨²ltimo s¨® vai conseguir me deixar infinitamente mais puto se eu descobrir que voc¨º est¨¢ mentindo. Ent?o, uma ¨²ltima chance¡­ Voc¨º est¨¢ trabalhando para Thea ? E eu podia ver visivelmente quando e?ou a tremer, l¨¢grimas brotando em seus olhos. ¡°¡­ Senhorita, por favor,¡± implorou. ¡°Por favor¡­ por favor¡­ eu¡­ eu n?o¡­ eu n?o queria. Eu sinto Muito. Por favor.¡± Surpreendentemente, me sentipletamente calma enquanto a observavae?ar a solu?ar ao admitir sua trai??o. ¡°¡­Por que?¡± foi tudo que eu pedi enquanto continuava a gaguejar desculpas. ¡°Minha m?e¡­¡± chorou. ¡°Eu fiz isso p minha m?e. Sinto muito, senhorita.¡± Fam¨ªlia. De alguma forma, Thea conseguiu oferecer a a ¨²nica coisa mais valiosa do que qualquer outra coisa que eu poderia ter. ¡°Explique,¡± eu instru¨ª, fazendo o meu melhor para parecer neutra. ¡°Quero todos os detalhes.¡± Goste ou n?o, Lucy era agora minha melhor chance de encontrar Thea. Ficar raiva s¨® tornaria mais dif¨ªcil obter essas respostas. ¡°¡­ Senhorita, eu n?o posso,¡­¡± gaguejou, continuando a chorar. Demorou alguns minutos antes que finalmente insse profundamente para se acalmar, fechando os olhos em aceita??o. E e?ou a me contar sua hist¨®ria. ¡°¡­ Devoe?ar dizendo que nasci em uma fam¨ªlia semi-privilegiada, Srta. Meu pai ocupou uma posi??o de guerreiro respeit¨¢vel antes de falecer h¨¢ quinze anos¡­. algo que era extremamente dif¨ªcil para mim suportar. Principalmente porque ele era um pai solteiro para mim at¨¦ aquele momento, fazendo o seu melhor para me criar. Minha m?e, que eu mal conhecia na ¨¦poca, foi banida quando eu ainda era apenas uma crian?a, banida do bando por crimes que n?oeteu. O resultado foi que se tornou uma vigarista¡­ e sofreu todos os dias por isso.¡± L¨¢grimas ainda escorriam por seu rosto enquanto contava sua infancia. ¡°Fui enviado para o orfanato depois que meu pai faleceu, cheio de promessas de todos de que eu seria cuidado em homenagem ¨¤ sua mem¨®ria. E era verdade, tive muita sorte apesar do meu novo ¡°ambiente¡­ mas ainda me sentia triste. Como se estivesse faltando alguma coisa. Algo que s¨® foi encontrado quando minha m?e conseguiu entrar em contatoigo. me explicou sobre sua condena??o injusta, sobreo me amava e desejava estar l¨¢ para mim durante o per¨ªodo dif¨ªcil que eu estava passando¡­ e eu me senti mais feliz do que h¨¢ muito tempo. Mesmo em sua aus¨ºncia, ainda conseguiu de alguma forma preencher o buraco deixado p morte do meu pai. ¡°Ent?o,o Thea entra nisso?¡± Eu perguntei. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . esfregou os olhos, limpando as l¨¢grimas antes de prosseguir mais uma vez. ¡°Mantive contato minha m?e enquanto crescia no orfanato. Primeiro, eram apenas cartas, mas, em pouco tempo, nos encontrar¨ªamos secretamente ao longo dos rios que brotavam do outrodo das fronteiras. Costum¨¢vamos deixar c¨®digos nas rochas para encontrar o caminho e as patrulhas n?o conseguiam rastrear o cheiro d por causa da ¨¢gua. Funcionou perfeitamente. Mas n?o era realmente¡­ o suficiente. Eu queria que o nome d fosse limpo e que f?ssemos uma fam¨ªlia sem todos os esconderijos. Foi nessa ¨¦poca que voc¨º veio at¨¦ mim, senhorita. Essa louca, inteligente demais, de quatorze anos que honestamente me assustou um pouco e me disse para rastrear uma mulher chamada Thea. Mas, e digo isso sinceridade, acabei n?o encontrando ¡­ me encontrou. Voc¨º se encontrou ?¡± Lucy assentiu. ¡°Talvez um m¨ºs depois dee?armos a procur¨¢, minha m?e me apresentou a uma garota em uma de nossas reuni?es secretas. Imagine minha surpresa e excita??o quando de repente me disse quem era. Eu mal podia esperar para te contar. Mas¡­ a coisa sobre Thea ¨¦ que ¨¦ muito . .. carism¨¢tico, persuasivo mesmo. nos contouo poderia ajudar a limpar o nome da minha m?e. N?o apenas d, mas de outros bandidos injustamente condenadoso . tinha o objetivo de integr¨¢-los lentamente aos empregoso se sempre pertencessem a eles, ajudando-os a re?ar suas vidas ap¨®s anos de sofrimento. ro, eu ri e n?o acreditei n noe?o¡­ mas depois conheci os outros. Os que j¨¢ havia ajudado; alguns dos que eu j¨¢ conhecia por voc¨ºouvidos e nunca percebi a verdade. E de repente o sonho de estar minha m?e n?o parecia mais t?o insano.¡± ¡°Thea realmente disse a voc¨º quem s?o os outros espi?es desonestos?¡± Eu perguntei, inclinando-me para a frente na minha cadeira aten??o. confiou em voc¨º o suficiente para essa informa??o? ¡°Alguns, sim¡­¡±, respondeu hesitante. ¡° n?o teve escolha a n?o ser ganhar minha confian?a porque¡­ porque precisava de mim¡­ de voc¨º. me disse que eu era crucial para o no d e prometeu ajudar minha m?e depois que eu fizesse o que queria.¡± E assim, meu mundo se abriu ¨¤ medida que as informa??es mais vitais se tornaram dispon¨ªveis para mim. N?o s¨® de repente eu tive acesso a algu¨¦m que conhecia Thea¡­ mas eles eram algu¨¦m que conhecia a identidade de outros espi?eso . E agora, p primeira vez, eu tinha uma vantagem real nesta guerra. Eu finalmente tinha uma pista sobre Thea. Cap铆tulo 87 Cap¨ªtulo 87 Cap¨ªtulo Oitenta e Sete ¡ª Por que voc¨º a est¨¢ deixando viver? A voz dentro sibilou ¡® ¨¦ uma traidora. Um rato.¡¯ Estava acontecendo assim h¨¢ alguns dias desde que fiz o acordo Lucy. O no original era Lucy entrar em contato sua m?e para descobrir o paradeiro de Thea, mas algo deu errado isso. De acordo a m?e de Lucy, Thea ainda n?o havia voltado do que quer que estivesse fazendo recentemente. O que causou v¨¢rios dilemas. A principal ds ¨¦ a seguran?a da m?e de Lucy. Algu¨¦m que aparentemente estava agora tanto medo por sua vida que estava exigindo imunidade dentro do bando por sua informa??o. Uma pergunta enorme, considerando que era uma desonesta e isso significaria perder uma conex?o interna. Olhando para seu registro, Stephanie Faulkner teve crimes de fraude e rouboetidos contra membros de alto escal?o. E enquanto a pr¨®pria Lucy acreditava sinceramente que sua m?e era inocente, as evid¨ºncias se acumvam contra . Pessoalmente, eu teria preferido que ficasse entre os bandidos para obter informa??es, mas parecia que sentia que sua posi??o agora estava muitoprometida. queria voltar para a N¨¦voa de Inverno ou n?o ajudaria em nada. Foi ousado, eu admito isso, especialmente porque eu ainda estava debatendo o destino de sua filha para quando tudo isso acabasse. Obviamente, n?o era a ferramenta mais inteligente do galp?o, j¨¢ que se esqueceu de pedir a liberdade de Lucy em seus termos de imunidade. No entanto, agora eu fiquei a voz dentro de mim me atormentando sobre o que eu deveria fazer com Lucy por mentir para mim todos esses anos. Era quase incessante e tornava dif¨ªcil para mim pensar. Mas hoje era o dia mais importante. Era o dia em que Stephanie chegaria. De acordo , o bando de desonestos quem vivia era o mesmo que aterrorizava a fronteira do Lago Prateado nos ¨²ltimos meses. Eu estava esperando que qualquer informa??o que pudesse fornecer faria tudo isso valer a pena. ¡ª Por que voc¨º est¨¢ honrando sua pvra de mentiroso? A voz continuou. ¡ª E n?o apenas um mentiroso, mas um assassino tamb¨¦m. Voc¨º n?o est¨¢ esquecendo que criou o sistema fluvial para os bandidos? Voc¨º n?o se lembra de quem morreu por causa disso? Myra. estava culpando Lucy p morte de Myra agora . ¡ª N?o s¨® Myra, mas ¨¦ algu¨¦m que quase matou voc¨º v¨¢rias vezes tamb¨¦m ¡ª disse . ¡ª Voc¨º se esqueceu do sequestro da casa de embgem? O ataque do pacote Golden de? A caverna do rio com bandidos? Tudo isso decorre das informa??es que teria fornecido a eles. Como pode-.¡¯ ¡°Cale-se!¡± Eu finalmente gritei em voz alta. ¡°N?o aguento mais.¡± Eu estava no meu limite, minha cabe?a doendo de tanto fr. Foi apenas sem parar enquanto continuava trazendo mem¨®rias que eu preferiria n?o focar agora. Como era para fazer meu trabalho e obter informa??es tudo isso passando p minha cabe?a? Quando continuou me dizendo para mat¨¢ j¨¢? ¡ª Voc¨º sabe que ¨¦ a coisa certa a fazer. Voc¨º precisa acabar isso agora. Mas ent?o uma batida veio da porta e eu vi quando Lucy entrou hesitante, a evid¨ºncia em seu rosto para me dizer que estava chorando. Presumivelmente, entendi que isso significava que sua m?e havia chegado. ¡°Alpha,¡± cumprimentou, um sorriso t¨ªmido em seus l¨¢bios enquanto caminhava at¨¦ minha mesa. ¡°Minha m?e est¨¢ aqui. Deixe-me apresenta-lo.¡± ¡®Mate .¡¯ Ignorou a voz e se levantou, andando at¨¦ o meio da s para ver quem entraria. Para ver quem me daria as informa??es sobre Thea, eu estava t?o desesperada por todos esses anos. E ent?o uma mulher mais velha entrou, cabelos pretos grisalhos e um rosto gentil. Eu a reconheci imediatamente. ¡°Ol¨¢, Alfa Ariadne, ¨¦ um prazer finalmente conhec¨º,¡± se curvou respeitosamente, sorrindo. ¡°Meu nome ¨¦-¡° Mas eu n?o esperei ¡®Nunca mais. Nunca mais.¡¯ Owned by N?velDrama.Org. ¡°Nunca mais. NUNCA MAIS . FA?A ISSO.¡¯ Eu rapidamente me virei e, sem nem um pingo de hesita??o, cortei a garganta de Lucy minha faca, permitindo que e?asse a sangrar instantaneamente. E eu observei em sil¨ºncio, observei enquanto tossia, de olhos arregdos e cuspindo em seu pr¨®prio sangue, antes de finalmente cair no ch?o. Seu corpo se aquietou em apenas alguns segundos. ¡°LUCIA! N?O!¡± a mulher chorou, l¨¢grimas imediatamente caindo por seu rosto. ¡°Por que voc¨º ? Por que voc¨º faria isso?¡± Mas eu calmamente caminhei at¨¦ a forma chocada e congda da mulher eecei a limpar a faca em sua camisa. ¡°Em parte para mim. Em parte porque voc¨º me deu o incentivo que eu estava esperando. Eu queria ver se voc¨º era genuinamente capaz de chorar por algu¨¦m que voc¨º considerava uma filha,¡± eu disse calmamente. ¡°Eu queria que voc¨º o sabero ¨¦ quando voc¨º realmente quis dizer isso.¡± ¡°Eu-eu n?o¡­ eu n?o sei o que voc¨º quer dizer,¡± gaguejou, seu rosto perturbado. ¡°Q-quem mesmo ¨¦ voc¨º?¡± ¡°O sangue d est¨¢ em voc¨º agora,¡± eu disse, dando um passo para longe do meu antigo atendente. ¡°Aproveite esse ¨²ltimo pensamento antes que eu tenha voc¨º trancado dentro das cs.¡± ¡°Voc¨º n?o pode fazer isso! S- voc¨º precisa de mim! Tenho informa??es sobre Thea. Voc¨º n?o a quer?¡± ¡°Voc¨º vai me dizer tudo o que eu quero, quer voc¨º goste ou n?o, Sophie Forrester,¡± eu assobiei, instantaneamente me movendo de volta para que eu estivesse bem na frente de seu rosto . ¡°¡­ Ou qualquer nome de merda que voc¨º use nesta vida.¡¯ Stephanie¡¯. Eu quero que voc¨º se sente naqus cs, apodrecendo, pensando em cada coisa desprez¨ªvel que voc¨º j¨¢ fez que o levou a este exato momento. Nunca esque?a que voc¨º est¨¢ vivo agora porque eu permito que voc¨º esteja. Eu quero que voc¨º viva, sabendo que Lucy morreu por seus erros. E ent?o eu a afastei para ir embora, abrindo as portas da s do escrit¨®rio para sair. ¡°Lucy!¡± Eu a ouvi chorar atr¨¢s de mim. ¡°Meu beb¨º, meu pobre beb¨º¡­ Oh, Deusa.¡± ¡°Leve-a para as cs,¡± ordenei aos guerreiros do outrodo. ¡° ¡­ E pe?a para algu¨¦m limpar a bagun?a.¡± Eles acenaram a cabe?a ao meu pedido, embora eu pudesse dizer que eles estavam fazendo o seu melhor para n?o me mostrar o que eles realmente pensavam. Mas n?o importava. Eu tinha problemas maiores para me preocupar. E me afastei calmamente, sabendo que finalmente tinha me vingado de pelo menos uma pessoa. Mesmo que n?o fosse a pessoa que eu originalmente pensei que encontraria hoje. Finalmente, minha antiga atendente teve o que merecia por me jogar para a morte em minha vida passada. Eu sabia que n?o precisava me preocupar, no entanto . Se Sophie voltasse para Thea, seria simplesmente morta por ser in¨²til, sua identidade agora descoberta e a vantagem de Lucy perdida. Se permanecesse nas cs se recusando a fr, eu simplesmente a expulsaria do bando para Thea encontrar. Foi a escolha d. cap¨ªtulo apertado Sete N?o havia nada em nosso acordo de imunidade para viver livremente, apenas que seria autorizada a voltar para a N¨¦voa de Inverno em troca de informa??es. E sinceramente, considerando que Sophie foi uma das pessoas que me mataram na minha primeira vida, as c¨¦ls pareciam muito generosas da minha parte. Tal m?e, tal filha, suponho. Ambos encontrando alguma maneira de ajudar Thea a destruir todos n¨®s. ¡°Alpha,¡± uma voz ent?o disse perto de mim, me fazendo olhar para cima. Eu estava vagando em transe, t?o perdida em meus pr¨®prios pensamentos que n?o percebi que tinha acabado no jardim. ¡°Alfa, voc¨º est¨¢ bem?¡± Elder Luke disse, uma carranca em seu rosto. 1 ¡°Eu estou bem¡±, eu respondi calmamente. Mas ele olhou para minhas roupas mais incisivamente, levando-me a olhar para baixo. ¡°Isso ¨¦¡­ sangue em voc¨º?¡± Eu o encarei. ¡°N?o ¨¦ meu. Lucy¡¯s,¡± eu respondi factualmente. Ele ficou quieto por um minuto, sem saber o que dizer. ¡° est¨¢¡­ Voc¨º est¨¢ se sentindo bem?¡± Eu estava me sentindo bem? Eu pensei que me vingar de Sophie seria ¨®timo, exceto que eu realmente n?o me sentia¡­ nada. Como em tudo. Mas a voz interior pelo menos ficou quieta, tendo feito o que queria, e isso me fez sentir um pouco melhor. Uma pequena vit¨®ria, considerando tudo. ¡°Estou bem.¡± ¡°Ok¡­ bem, eu ia te mostrar algo que eu estava trabalhando que ¨¦ muito importante¡±, disse ele, limpando a garganta. ¡°Voc¨º queria fazer isso mais tarde ou¡­?¡± Mas eu apenas dei de ombros, n?o muito preocupada. ¡°N¨®s podemos fazer isso agora. Embora, se estiver no meu escrit¨®rio, talvez precisemos esperar um pouco.¡± E eu pensei ter visto ele estremecer, mas eu poderia estar enganado. ¡°Est¨¢ na s de reuni?es¡±, respondeu ele. ¡°Eu tenho usado o escrit¨®rio menor anexo para espa?o extra, j¨¢ que n?o ¨¦um voc¨º convocar reuni?es ssificadas todos.¡± Isso era verdade. N?o havia muito o que negociar os outros quando suas opini?es n?o podiam levar em conta tudo o que eu sabia. ¡°Tudo bem, podemos ir,¡± eu disse, j¨¢ indo naqu dire??o. E assim partimos. Levou apenas alguns minutos para chegar l¨¢ e eu andei na frente ps portas, seguindo pelos corredores. Mas foi quando eu estava prestes a ir em dire??o ao escrit¨®rio que eu peguei algo surpreendente. Um perfume. Um conhecido. E eu rapidamente girei e abri as grandes portas dus da s de reuni?es, encontrando algo! nunca teria esperado ver do outrodo. ¡° Aria,¡± eles disseram. E eu olhei de onde Aleric estava parado¡­ para onde Cai estava bem aodo dele. Foi uma emboscada. Cap铆tulo 88 Cap¨ªtulo 88 Cap¨ªtulo Oitenta e Oito ¡°Por favor, me perdoe, Alfa¡±, ouvi o ¨¦lder Luke murmurar baixinho atr¨¢s de mim antes de fechar rapidamente as portas do sal?o de reuni?es. *Clique* E de repente eu estava trancado aqui. Com eles. ¡°Aleric¡­ Cai,¡± eu disse cautelosamente, minha m?o j¨¢ se movendo lentamente em dire??o a minha adaga. ¡°N?o esperava encontrar nenhum de voc¨ºs aqui de todos os lugares.¡± N?o s¨® algu¨¦m tinha tirado Aleric das cs, mas tamb¨¦m tinha conseguido fazer Cai cruzar a fronteira sem o meu conhecimento. E eu sabia, sem precisar pensar muito sobre isso, que apenas Elder Luke era capaz de algo assim. Minha mente j¨¢ estava correndo o que estava acontecendo, analisando cuidadosamente seus movimentos para garantir! n?o foi pego de surpresa. Se estivessem sob a influ¨ºncia de Thea, poderiam tentar me matar. Eu n?o conseguia pensar em nenhuma outra raz?o p qual eles teriam me aprisionado assim. ¡± N¨®s podemos fazer isso da maneira mais f¨¢cil ou da maneira mais dif¨ªcil¡±, disse Aleric, dando um passo ¨¤ frente . E, imediatamente, desembainhei minha adaga e a levantei defensivamente. Eles se enganaram se pensaram que eu iria cair facilmente. ¡°De quem ¨¦ o sangue?¡± Cai ent?o perguntou, chamando a aten??o de Aleric para isso tamb¨¦m. ¡°N?o ¨¦ da sua conta¡±, eu mordi de volta. ¡° ¡­ O que diabos voc¨º fez, Aria? Aleric rosnou. ¡°¨¦ o cheiro de Lucy que eu posso sentir em voc¨º?¡± ¡°Nada que voc¨º n?o faria, Aleric,¡± eu rebati, dando alguns passos cautelosamente. Eu o ouvi suspirar baixinho e olhar para Cai. ¡° Vamos ter que seguir o no B.¡± E rapidamente, eu me agachei e me preparei. ¡°O que ¨¦ isto? Voc¨º acabou de me dizer que Lucy era uma espi? para me tirar do seu rastro? N?o queria que eu suspeitasse que voc¨º trabalha mais Thea para poder organizar isso? Voc¨º est¨¢ nisso tudo? ¨¦lder Luke tamb¨¦m? Todos voc¨ºs trabalhando para ? ¡°Nem todo mundo ¨¦ seu inimigo, Aria,¡± Aleric disse. ¡°Voc¨º est¨¢ doente e nem percebe.¡± Eu ri disso. ¡°Oh, *eu estou doente*? E a pessoa que assassinou meus pais?¡± Eu perguntei antes de me virar para Cai. ¡°Ou a pessoa que dormiu a criatura tentando nos matar? Voc¨º acabou de esquecer que me matar ¨¦ apenas um passo mais perto de sua pr¨®pria morte? ¡° N¨®s n?o estamos tentando te matar, Aria. Estamos tentando ajud¨¢-lo.¡± ?Mas ent?o eu vi. Uma imagem em sh dele me atacando, me jogando no ch?o e arrancando minha garganta. Quase t?o v¨ªvido quanto uma vis?o¡­ mas diferente. ¡°Eu sabia! Voc¨º est¨¢ mentindo !¡± Eu gritei, ajustando minha postura. ¡°Sempre mentindo! Voc¨º acha que eu vou baixar minhas defesas desta vez? N?o serei mais eliminado t?o facilmente. N?o h¨¢ cr de prata para me segurar agora,¡± ¡°Voc¨º deveria mat¨¢-los antes que eles matem voc¨º¡±, disse a voz. ¡°Talvez haja uma maneira de tirar suas habilidades. Se pud¨¦ssemos guardar todas as tr¨ºs linhagens, n?o haveria necessidade ds. N?o h¨¢ mais responsabilidades. Eu estava muito focado na situa??o em quest?o, mas sabia que o que estava dizendo parecia muito arriscado . N¨®s n?o ¨¦ramos um Deus e mesmo se eu pudesse pegar suas habilidades, eu nem saberia como fazer isso. Apenas tente, disse. ¡ª Antes que eles cheguem a voc¨º primeiro. Antes que eles fa?am a escolha por voc¨º. Cai acabou sendo o primeiro a se mover, investindo da direita, mas senti seu movimento perfeitamente. Ele pretendia me derrubar no ch?o, mas se enganou se pensou que algo assim trabalhar em mim. A distra??o de Aleric de frigo n?o chegaria nem perto o suficiente para me derrubar . Instantaneamente, seu corpo passou voando quando ele me perdeupletamente e eu rapidamente me virei para estar pronta para um contra-ataque. Ele ainda era muito lento embora. No m¨ºs desde que eu o vi p ¨²ltima vez, parecia que ele havia recuperado a maior parte de sua for?a, mas ele ainda n?o estava de volta ao seu auge. Eu sabia do que Cai era capaz em seu melhor dia e n?o era isso. Ele tentou v¨¢rias outras tentativas de acertar um tiro em mim sem sucesso. Na verdade, era in¨²til para ele tentar, j¨¢ que eu podia sentir seus ataques segundos antes de ele se mover. ¡°Isso n?o vai funcionar ,¡± Aleric ent?o gritou dodo, movendo-se para o nco atr¨¢s de mim. ¡° pode prever seus movimentos.¡± ¡°Evidentemente,¡± Cai respondeu secamente, sem tirar os olhos de mim. ¡°Assustado, Cai?¡± Eu perguntei e fingi uma investida para frente. Ele imediatamente pulou para tr¨¢s defensivamente me fazendo rir. Mas o humor foi interrompido quando senti Aleric tentando tirar vantagem da leve distra??o. ¡°Boa tentativa,¡± eu disse e me afastei assim que as m?os de Aleric tentaram me agarrar. Ele se abriu ao fazer isso e, utilizando sua proximidade, eu rapidamente trouxe minha faca para dar um golpe em seu bra?o, na esperan?a de mutil¨¢-lo. No entanto, ele foi quase t?o r¨¢pido quanto eu, conseguindo sair do caminho para evitar a tempo, A coisa toda era uma reminisc¨ºncia do dia antes do meu anivers¨¢rio, quando est¨¢vamos treinando na academia. Exceto que nenhum de n¨®s tinha coisas nos segurando agora. Pelo que me faltava em for?a bruta e extenso conhecimento de luta, fui capaz depensar em velocidade e previs?o. E, ao contr¨¢rio dele, eu estava armado. A dan?ae?ou quando n¨®s dois nos atacamos e contra-atacamos, agora quase perfeitamente equilibrados e em sincronia. Era imposs¨ªvel dizer quem tinha a vantagem, pois tudo se movia em um borr?o. Talvez pudesse ter durado para sempre¡­ mas ent?o eu senti; Cai vindo dodo, decidindo finalmente interferir. Ele procurou uma abertura e eu senti seu pr¨®ximo movimento, mas eu s¨® fui capaz de perd¨º-lo por um segundo. Enfrentar apenas um de cada vez poderia ter me dado a menor chance de vit¨®ria¡­ mas dois ? E acabou sendo t?o dif¨ªcil quanto eu pensava. A ¨²nica coisa que me dava uma vantagem real agora era a faca, ambos tendo que dar um raio ro para evitar isso. Se eles conseguissem me desarmar, eu sabia que estaria acabado. ¡­ O estranho, por¨¦m, era que nenhum deles havia mudado. Enfrent¨¢-los na forma humana s¨® estava me dando uma vantagem melhor. Eu sabia que se ambos tomassem suas formas de lobo eu estaria em apuros; meu pr¨®prio lobo agora sem for?as desde sua aus¨ºncia. ¡°Mate os dois¡±, a voz instruiu fricamente dentro da minha cabe?a. ¡®Fa?a isso. Antes que seja tarde.¡¯ ¡®Fa?a isso.¡¯ ¡°Cale-se!¡± Eu gritei de volta em voz alta em frustra??o. Era intermin¨¢vel. Nunca o suficiente. Nunca parando. Eu n?o poderia aguentar muito mais. Eu s¨® queria que minha cabe?a fosse minha de novo e s¨® minha. ¡°Com quem voc¨º est¨¢ fndo?¡± Cai perguntou, mais perto de mim do que eu percebi. Mas eu n?o respondi Em vez disso, eu imediatamente me virei para atacar e, usando meu cotovelo para golpear sua mand¨ªb, eu o mandei direto para o ch?o um baque. O impacto sozinho provavelmente doeu mais do que o meu ataque. Mas n?o perdi tempo depois disso e rapidamente pulei em cima dele, usando meu peso para prender seus bra?os. Eu precisava ser r¨¢pido porque sabia que ele provavelmente seria capaz de me dominar em for?a geral novamente; ele ter se recuperado o suficiente para pelo menos isso. No entanto, sinceramente, achei um pouco surpreendente quando ele mal estava lutando contra mim. ¡° A ria,¡± ele gritou urg¨ºncia, seus olhos dourados travando os meus. ¡°Pare. Este n?o ¨¦ voc¨º.¡± E senti aqu onda de eletricidade no ar, tentando me convencer a parar. Essa mesma energia a qual ele me manipulou por anos. .. . E eu apertei meu aperto na minha adaga. Fa?a isso mat¨¢-lo. Podemos derrotar Thea assim que tivermos o poder dele . ¡® . . . E posicionei minha m?o. ¡®TERMINE ISSO. ¡­E ¡°N?O!¡± uma voz gritou atr¨¢s de mim¡­ ¡­ E uma parede de m¨²sculos rapidamente me derrubou de Cai, mandando n¨®s dois voando pelo ch?o e deslizando a v¨¢rios metros de distancia. Eu empurrei e empurrei contra o aperto de Aleric, mas ele estava colocando tudo nisso. Era quase imposs¨ªvel me libertar. Mas eu tinha algo que ele n?o tinha, algo que me dava vantagem aqui; minha adaga. E, o mais r¨¢pido que pude, eu trouxe isso ¨¤ tona¡­ Dobrando-o e¡­ ¡°Chega, ¨¢ria!¡± Aleric ordenou e ele desarmou a faca de mim, jogando-a o mais longe poss¨ªvel. O suficiente.¡± Tinha acabado. ¡°Fa?a isso ent?o,¡± | cuspiu, ainda se contorcendo em uma tentativa in¨²til de escapar. ¡°Acabar isso. Me mata. Assimo meus pais, Aleric. ¨¦ esse o tipo de ¡®ajuda¡¯ que voc¨º tinha em mente? Foi assim que voc¨º os ajudou?¡± Ele rosnou e empurrou meus ombros para baixo novamente para tentar me impedir de lutar. ¡°Sim, ¨¦ mesmo!¡± ele disse furioso. ¡°Foi exatamente assim que eu os ajudei. Eu os salvei!¡± ¡°Pare isso!¡± | gritou de volta. ¡°Voc¨º honestamente acha que o que voc¨º fez os ajudou? Voc¨º s¨® v¨º o assassinato deleso uma esp¨¦cie de l¨®gica invertida confusa onde voc¨º ¨¦ realmente o her¨®i? Aposto que foi coisa de Thea. Aposto que fez voc¨º pensar que o que voc¨º fez foi justi-. ¡°Seus pais est?o vivos, Aria!¡± ele gritou, me cortando. ¡°¨¦ isso que quero dizer salv¨¢-los!¡± Imediatamente, meu corpo se acalmou, chocado o que ele tinha acabado de me dizer. ¡°N?o, eu disse. ¡°N?o, voc¨º est¨¢ mentindo. Voc¨º est¨¢ apenas mentindo, ent?o eu baixei a guarda.¡± ¡°Por que eu precisaria fazer isso? Eu poderia acabar voc¨º agora, se eu quisesse. ¡°Eu vi seus corpos, Aleric,¡± argumentei. ¡°Eu vi o sangue deles em voc¨º. Como voc¨º pode esperar que eu acredite voc¨º ? ¡°Se voc¨º realmente viu o sangue deles, ent?o me diga¡­ onde estavam suas feridas?¡± E parei por um segundo. Havia realmente feridas? Eu tinha visto suas formas sem vida no escrit¨®rio da minha m?e, mas eu n?o conseguia me lembrar de ter visto de onde o sangue teria vindo. Acabei de juntar dois e dois quando vi as m?os de Aleric. ¡°Esse sangue pertencia a um espi?o, Aria. Algu¨¦m se passando por um dos guerreiros,¡± ele continuou quando eu n?o respondi. ¡°Ele desceu ao escrit¨®rioigo quando Tytus ordenou que sua m?e fosse detida. Exceto que ele n?o tentou traz¨º. Em vez disso, ele tentou mat¨¢. ¡°Ent?o por que eles estavam mortos no ch?o?¡± ¡°Eles n?o est?o mortos,¡± ele enfatizou novamente. ¡°Eles apenas pareciam assim. Ap¨®s o ataque, seu pai entrou de repente, tendo ouvido as not¨ªcias sobre sua m?e, e me encontrou o corpo do espi?o. Conclu¨ªmos que ele ia tentar me incriminar por matar sua m?e¡­ ent?o deixamos todos pensarem que funcionou. Se Thea estava indo atr¨¢s de sua fam¨ªlia, ent?o todos n¨®s concordamos que era mais seguro para eles serem considerados mortos do que vivos, ou pelo menos at¨¦ que pud¨¦ssemos remover Tytus para controle total. Sua m?e ent?o rapidamente medicou seu pai e mesma uma droga para dar a eles a apar¨ºncia de estarem mortos; obviamente funcionando bem o suficiente para enganar at¨¦ voc¨º. Mas ambos est?o vivos, Aria. Seu pai os protegeu em um cofre Cap¨ªtulo Oitenta e Oito fora da matilha todos esses meses, esperando que eu lhes desse permiss?o para voltar.¡± Olhei para ele, lutando internamente sobre se deveria acreditar nele ou n?o. Por umdo, eu estava lutando a formao isso contradizia o que eu pensava ter visto¡­ mas por outrodo, eu realmente queria que fosse verdade. eu ¡°¡­ Ent?o por que voc¨º n?o me contou antes?¡± Eu argumentei. ¡® Quando eu poderia ?! Quando voc¨º me deu a menor chance? Eu vi voc¨º uma vez em mais de tr¨ºs meses e foi depois que eu estava mantendo outro espi?oo ref¨¦m. ¡°Voc¨º poderia ter me dito ent?o. Voc¨º poderia ter me contado nas cs depois que saiu. Ele suspirou. ¡°Eu s¨® estou tentando proteg¨º-los, o mesmo que eu tenho feito esse tempo todo,¡± ele respondeu, sua voz se acalmando um pouco. ¡°¡­S¨® agora eu tive que proteg¨º-los de voc¨º. Eu soube no segundo em que voc¨º entrou nas cs, Aria¡­ voc¨º est¨¢ doente. E voc¨º nem sabe disso.¡± Comecei a lutar novamente sob ele, tentando me mover livre. Primeiro ele me conta uma hist¨®ria sobre meus pais estarem vivos, agora ele estava tentando dizer que eu era o problema. Que meus pais realmente precisavam de prote??o contra mim? ¡°N?o¡­ n?o, n?o, n?o h¨¢ nada de erradoigo,¡± eu disse, me contorcendo em seu aperto. ¡°Voc¨º est¨¢ errado . Voc¨º est¨¢ apenas sendo usado por Thea. Voc¨º ¨¦-.¡± ¡°Saia disso j¨¢!¡± E eu parei mais uma vez, olhando para ele os olhos arregdos. Ele tinha aqu express?o s¨¦ria sobre ele, a mesma que me fez querer acreditar nele. Como algo me puxando para dentro para ouvir. ¡°Tudo bem, voc¨º n?o acredita em mim ? Voc¨º tem tanta certeza de que est¨¢ bem, certo? ele perguntou e se endireitou, permitindo que eu me sentasse. Arriscado, considerando que eu poderia ter fugido. ¡°Basta ver por si mesmo, ent?o.¡± E ent?o ele agarrou meu bra?o for?a e o esticou entre n¨®s, seu aperto apertado enquanto o segurava no lugar. ¡°Ei! W ¨C o que voc¨º est¨¢ fazendo,¡± eu disse, tentando pux¨¢-lo de volta. ¡°Pare.¡± ¡°Olha Aria,¡± ele ordenou ee?ou a deslizar a m?o pelo interior do meu bra?o ao longo da minha pele. ¡°Eu n?o¡­ eu n?o sei o que eu deveria estar olhando. Sua m?o? Meu bra?o?¡± ¡°Voc¨º tem dezoito anos, Aria,¡± ele disseo se isso fosse deixar as coisas mais ras. ¡° E n d ¡­?¡± Mas ele apenas suspirou, obviamente n?o impressionado a minha resposta. ¡°E o que acontece depois dos seus dezoito?¡± ¡°Eu fiz uma careta em pensamento, olhando para onde ele ainda estava segurando meu bra?o. O que ele estava fndo? Mudando talvez? Ele estava se referindo ao meu lobo estava ausente? Mas o que isso teria a ver meu bra?o? ¡­ Mas ent?o eu finalmente percebi a que ele estava se referindo. .. . E uma sensa??o fria de pavor se espalhou rapidamente por todo o meu corpo. ¡°Espere¡­ N?o¡­¡±, eu sussurrei em choque e agarrei seu bra?o fricamente, tocando sua pele uma e outra vez. ¡°N?o, n?o, por que n?o pode¡­ Por que n?o est¨¢ l¨¢?¡± Selene dissera que n?o haviao mud¨¢-lo, que estava gravado em pedra no momento de nossa concep??o. Ent?o, onde estava? Eu sabiao isso deveria ser, eu vivi uma vida sabendo as sensa??es exatas que deveriam estar l¨¢. Mas n?o havia nada. Aleric era meupanheiro¡­ e eu n?o podia sentir o v¨ªnculo dopanheiro. ¡° ¡­ Cad¨º?!¡± Eu perguntei, panico enchendo minha voz. ¡°Por que n?o posso sentir isso?!¡± E eu rapidamente olhei em seus olhos, cheia de tristeza enquanto ele me observava silenciosamente, e tudo desabou. Apenas seu olhar era o suficiente para me dizer que, o que quer que fosse, era realmente apenas o meudo que n?o conseguia sentir. Que eu era o problema. Nenhuma fa¨ªsca, nenhum pux?o, nenhum sentimento de al¨ªvio por estar perto dele. Nada. Belongs to ? n0velDrama.Org. .. . E uma l¨¢grima escorreu pelo meu rosto enquanto eu segurava seu olhar. ¡°¡­ O que h¨¢ de erradoigo?¡± Eu n?o tinha pensado muito sobre isso desde que eu j¨¢ sabia da minha vida anterior que ¨¦ramospanheiros . Eu j¨¢ tinha vivido quatro anos sabendo que ele estava ligado a mim, ent?o parecia qualquer outro dia. De alguma forma, entre tudo o que aconteceu Tytus, meus pais, com a perda do meu lobo, o fato de me tornar Alfa¡­ isso simplesmente escapou da minha mente. Algo t?o importante e ainda assim eu tinha esquecido no meio de todo o caos. Mas ent?o por que n?o estava l¨¢ ? Por que eu n?o podia sentir isso? Eu estava realmente doente? .. . E eu percebi que se eu realmente era o problema, se algo realmente estava erradoigo, isso n?o significava que Aleric talvez estivesse dizendo a verdade? Meus pais estavam vivos? Comecei a sentiro se eu n?o pudesse respirar eecei a questionar tudo o que havia acontecido nos ¨²ltimos meses, instantaneamente me sobrecarregando ¡°No segundo em que voc¨º entrou nas cs, foio se toda a minha raiva e frustra??o tivessem evaporado imediatamente. Quaseo se o mundo tivesse paradopletamente. e havia apenas voc¨º,¡± ele disse calmamente. ¡°Foio nada mais que eu j¨¢ experimentei e as pvras n?o poderiam chegar perto de descrev¨º-lo adequadamente. Voc¨º j¨¢ me disse anteriormente que ser¨ªamos amigos, mas acho que n?o esperava que parecesse¡­ isso. Eu sabia do que ele estava fndo, embora eu n?o tivesse sentido isso nesta vida. Eu ainda podia me lembrar vividamente da primeira vez que o vi no passado,o deveria ser a sensa??o eo mudou o mundo. Mas ent?o ele respirou fundo, sua mand¨ªb apertada ¡°Exceto que a pessoa que entrou estava agindo como se nada estivesse diferente,o se n?o tiv¨¦ssemos sentido a atra??o emocional mais intensa de nossas vidas, nos for?ando a gravitar um para o outro. Em vez disso, voc¨º apenas olhou para mim friamente, fndo pvras que eu nunca esperaria que voc¨º dissesse. Comportando-se de um jeito que eu nem reconhecia mais ser voc¨º. E eu sabia que algo estava errado.¡± ¡°E-eu estou t?o confuso,¡± eu disse, franzindo a testa. ¡°Eu n?o entendoo isso aconteceu. Por que eu n?o posso ver voc¨ºo ¨C¨C¡± E imediatamente me lembrei de onde eu tinha ouvido algo assim antes dessa habilidade de afetar a percep??o do v¨ªnculo dopanheiro. Afinal, eles fizeram algo semelhante, mas exatamente o oposto, com Cai. Thea. Mas n?o era o mesmo que ele e eu n?o tinha Thea por perto¡­ ent?oo foi capaz de me manipr tanto? *¨CClique-ck¨Cck¨Cck¨CCK* O som de metal de algemas fechando quebrou meu pensamento profundo e eu olhei para baixo para descobrir que um par havia sido apertado em torno de um dos meus pulsos, imediatamente drenando- me da prata. Cai agora estava ao nossodo, sua express?opletamente p¨¦trea enquanto ele olhava para mim. Quaseo se ele estivesse olhando para um estranho que ele detestava¡­ e eu soube imediatamente que isso era obra dele. ¡°¡­ Para que isso?¡± Eu perguntei eecei a puxar o metal. ¡°Retire isso. Agora.¡± ¡°N?o,¡± ele respondeu categoricamente. ¡°Cai¡­ vamos tentar descobrir isso primeiro¡±, disse Aleric. ¡°N¨®s dois concordamos em fazer isso,¡± Cai retrucou, irritado. ¡°N?o fique todo mole agora s¨® porque est¨¢ por perto. Esse ¨¦ o v¨ªnculo dopanheiro mexendo voc¨º. Voc¨º sabe tanto quanto eu o qu?o perigosa ¨¦. ¡°Isso foi antes¡­¡± Aleric disse. ¡°Quando eu achava que n?o ia ouvir.¡± ¡° n?o ouviu! ainda ¨¦ louca e estava pronta para atacar antes mesmo que tiv¨¦ssemos a chance de conversar. At¨¦ resolvermos tudo isso, vamos manter o no original.¡± ¡°Voc¨º n?o est¨¢ fazendo nada.¡± Eu disse, a raiva queimando. ¡°Deixe-me sair disso. Agora mesmo. Este ainda ¨¦ meu bando e voc¨º vai me mostrar respeito.¡± ¡°Ou o que?!¡± Cai perguntou furiosamente, virando-se para mim. ¡°Voc¨º vai tentar me matar p terceira vez? Ou dever¨ªamos dizer quarto se levarmos em conta a primeira vez que voc¨º me apontou uma faca? Eu realmente, realmente* tentei te dar o benef¨ªcio da d¨²vida, Aria, mas h¨¢ muito que posso aguentar. E n?o vamos esquecer tudo o que voc¨º fez al¨¦m disso.¡± ¡°Como o qu¨º?¡± ¡°Como escravizar quase metade do pa¨ªs e for?¨¢-los a se submeter a uma alian?a? Como matar Tytus? L¨²cia? Espi? ou n?o, foi sua atendente por quatro anos e voc¨º nem parecia remotamente abdo. Voc¨º deixou de ser uma garota que trabalhava incansavelmente para evitar a guerra e a dor desnecess¨¢ria; uma garota que n?o queria nada mais do que mudar o sistema opressor e criar um mundo melhor¡­ para isso. Um assassino de sangue frio que nem mesmo confia no ch?o em que pisa, muito menos pode agir racionalmente. Se voc¨º pudesse se ver ramente, voc¨º concordaria.¡± ¡°Chega, Cai,¡± Aleric disse, levantando-se para encar¨¢-lo. ¡° est¨¢ doente. Voc¨º j¨¢ fez o seu ponto.¡± ¡°E se n?o for?¡± ele perguntou. ¡°E se voc¨º estiver investigando isso mais do que deveria porque s¨® quer que seja verdade? Esperando que a garota que n¨®s dois conhecemos ainda exista? Voc¨º sabe, eu tive Thea ao meu redor por meses manipndo um v¨ªnculo artificial depanheiro¡­ n?o significa que eu esquecio agir s?. Quem quer que seja, ¨¦pletamente desprovida depaix?o, racionalidade¡­ moralidade. Olhei em seus olhos quando estava prestes a me matar antes e era como olhar para buracos sem alma. N?o ¨¦ a primeira vez que me olha assim tamb¨¦m. ¡°Chega, Caio!¡± Aleric rosnou, agarrando sua camisa. ¡°Voc¨º n?o est¨¢ ajudando.¡± E ambos se encararam, silenciosamente furiosos um o outro, at¨¦ que Cai finalmente suspirou. ¡°Eu vou me refrescar l¨¢ fora,¡± ele disse, dando um passo para tr¨¢s para que Aleric o deixasse ir. ¡°Mas eu quis dizer deixe-a sair dessas algemas. Seriamente. Se percebe ou n?o, ¨¦ ramente uma das coisas mais perigosas por a¨ª. Perdendo apenas para uma maldita deusa mortal tentando nos matar a todos . ¡°Tudo bem¡±, admitiu Aleric. ¡°Mas eu n?o vou coloc¨¢ na c. pode dormir em seu quarto vigiada.¡± ¡­ Ouvindo tudo isso eu me senti¡­ impotente. Vulner¨¢vel. Inseguro de tudo que eu tinha feito. Todas as minhas a??es pareciam¡­ justificadas. Fiz o que achava que tinha que fazer para sobreviver. Mas ambos pareciam t?o indignados tudo, t?o convencidos de que eu estava agindo como um louco. Ent?o eu estava errado? Eu estava t?o perdido no que havia de erradoigo que n?o conseguia ver o que tinha feito de errado? ¡­Quando eu n?o me senti nem um pouco culpado? Significava que ou eles estavam errados ¡­ ou eu estava. E eu estava lutando para lidar tudo o que isso implicaria. Em quem eu poderia confiar acima de tudo, se n?o em mim mesmo? ¡­ Tr¨ºs anos me fazendo desconfiar de todos. ¡­ Tr¨ºs anos me convencendo de que estava melhor sozinho. ¡­De me convencer a matar todo mundo. E, de repente, tudo que eu acreditava ser verdade instantaneamente caiu em peda?os ao meu redor. Eu finalmente percebio Thea tinha sido capaz de afetar o v¨ªnculo dopanheiro. Porque acontece que talvez Aleric estivesse certo. Thea realmente estava mais perto do que qualquer um de n¨®s imaginava. Mais perto do que qualquer um poderia esperar. Na verdade, a resposta estava ali o tempo todo. ¡­ Thea estava dentro da minha cabe?a. era a voz que eu estava ouvindo todos esses anos. E eu rapidamente percebi que eu realmente era o perigoso. ¡°¨¢ria?¡± Aleric perguntou, preocupado agora meu sil¨ºncio. Mas eu mal podia ouvi-lo, meu pr¨®prio corpoe?ando a tremer a percep??o do que eu tinha feito. O que eu consegui por causa d. Desde o segundo em que apareceu, estava me afastando de todos sob o pretexto de ser uma parte de mim. usou minhas mem¨®rias e dor anteriores contra mim, manipndo-as de uma forma que me fez pensar que eram minhas pr¨®prias escolhas. Inferno, mesmo a primeira coisa que tentou me fazer fazer foi puxar a faca de Aleric e deix¨¢-lo morrer. H¨¢ quanto tempo estava nejando isso? Qu?o distorcida havia distorcido minha percep??o de tudo e todos ao meu redor? N?o ¨¦ ¨¤ toa que estava sempre um passo ¨¤ minha frente. N?o ¨¦ ¨¤ toa que parecia que n?o estava se movendo todos esses anos. n?o precisava. n?o precisava fazer nada. Porque me fez fazer tudo por . estava lentamente me moldando em uma arma por anos. ¡­ E, de repente, o som de sua risada encheu minha cabe?a. Cap铆tulo 89 Cap¨ªtulo 89 Cap¨ªtulo Oitenta e Nove N?o, n?o, n?o, n?o¡­ N?o, isso n?o poderia estar acontecendo. Eu estava t?o protegido contra todos os outros que eu n?o tinha visto o verdadeiro problema afundando seus dentes dentro de mim o tempo todo. ¡° ¨¢ria?¡± Aleric perguntou novamente, agarrando meus ombros para me firmar. Mas recuei rapidamente, dando alguns passos tr¨ºmulos. ¡°N?o, n?o¡­ n?o me toque. Eu estou¡­ eu n?o estou¡­,¡± eu disse desarticdamente, incapaz at¨¦ mesmo de terminar minha frase no meu estado atual. ¡° Voc¨º est¨¢ bem?¡± ¡® E se ele est¨¢ apenas tentando ganhar sua confian?a ¡®, eu a ouvi dizer l¨¢ dentro. ¡ª E se ele estiver mentindo para voc¨º? ¡® E se ele vai trair voc¨º de novo?¡¯ Repetidamente, sua voze?ou a encher minha cabe?a. Todas as coisas que me disse uma vez antes agorae?am a se sobrepor at¨¦ que foi a ¨²nica coisa que eu pude ouvir. Como se eu estivesse no meio de uma s cheia de gente gritando. ¡ª Voc¨º poderia puxar a faca. Ningu¨¦m nem saberia que era voc¨º. Eles diriam que foram os bandidos. ¡°Voc¨º fez a coisa certa. De qualquer forma, esta ¨¦ a melhor coisa para n¨®s. ¡® Fizemos um juramento. A morte de Myra foi resultado deeter o mesmo erro mais uma vez. ¡®Mate . Mate-a agora. Estrangule-a at¨¦ que a luz se apague de seus olhos . ¡°Pare!¡± Eu gritei, cobrindo minhas m?os sobre meus ouvidos. ¡°Pare por favor! Saia da minha cabe?a! Sair!¡± ¡®Ele nos aprisionou, nos degradou, tentou nos for?ar a uma uni?o¡­ e ent?o mandou matar nossos pais.¡¯ ¨C Eles n?o te respeitam o suficiente. Voc¨º deve faz¨º-los ajoelhar. Todos eles. Isso os for?aria a reconhecer voc¨º ¡­ ¨CN?o precisa deles. Aleric foi, e sempre ser¨¢, nossa ru¨ªna. Ele foi nossoe?o e nosso fim. O tempo n?o muda t Owned by N?velDrama.Org. ¡®-Ofere?a-nos apenas mentiras, todas decorrentes de uma nova vingan?a pessoal. Vejao ele continua a negar tudo, embora tenhamos ouvido o evide ¡®¨CE est¨¢ em conluio ? E se Cai s¨® quiser que voc¨º pense que ele n?o est¨¢ dodo d, ent?o voc¨º vai se abrir e deixar que ele te guie na dire??o errada¡­? ¡°PARE! PARE! PARE!¡± Eu gritei quando ca¨ª de joelhos, o ataque de imagens e vozes enchendo minha cabe?a muito esmagadora para lidar. Eu n?o conseguia ouvir mais nada, n?o conseguia ver mais nada. Agora s¨® havia uma coisa. Havia apenas Thea. S¨® Thea. ¡® ¨C E se esse peda?o for a ¨²nica coisa que nos sustenta? Est¨¢vamos destinados a estar mortos . N¨®s nem sequer pertencemos este tempo¨C, ¨C¨CVai morrer de qualquer maneira. Voc¨º precisa agir agora! Selene ¨¦ o Enem ¡®¨Csei que ¨¦ a coisa certa a fazer. Voc¨º precisa acabar isso agora. Mate Lucy ¨CDeve mat¨¢-los antes que eles matem voc¨º. N?o h¨¢ mais passivos. Apenas tente-¡® ¡ªFa?a isso. Mate ele -TERMINE ISSO Eecei a gritar. De alguma forma mais alto do que as vozes na minha cabe?a, eu gritei um grito agudo no ar, desejando mais do que tudo que tudo isso acabasse. Meu c¨¦rebro agora parecia estarpletamente em chamas, me queimando por dentro enquanto lutava parapensar a enorme quantidade de caos acontecendo internamente. ¡°¨¢ria! ¨¢ria! Faleigo!¡± | vagamente ouvi Aleric gritar uma vez que meu grito diminuiu. Mas eu n?o conseguia responder, n?o conseguia encontrar minha voz enquanto continuava a invadir minha mente. Mostrando-me cada passo que dei em minha jornada para me tornar seu pe?o. ¡°Cai, entra aqui! Eu preciso de ajuda! est¨¢ em convuls?o. Precisamos lev¨¢ ao hospital¡±. E eu n?o tinha certeza do que aconteceu em seguida, mas nunca fiquei t?o grata por tudo ter cessado. ¡­E, finalmente, tudo ficou preto. Quando finalmente acordei, senti frio em todos os lugares. A sensa??o de len?¨®is limpos me acolheu junto o cheiro de produtos qu¨ªmicos fortes enchendo meu nariz. Um perfume que eu estava instantaneamente familiarizado. Eu estava no hospital. ¡°Alfa?¡± uma voz perguntou e eu finalmente abri meus olhos lentamente para ver Elder Luke. Parecia que eu estava acordando sem descanso suficiente, meu corpo ainda incrivelmente dolorido e exausto em todos os lugares. Mas por dentro eu me sentia pior do que por fora. Como se minha mente tivesse passado por um triturador. No entanto, deixando dedo seu ataque mental a mim, a nova descoberta tamb¨¦m deixou muitas perguntas sem resposta em seu rastro. Tantas conflitos sobre mim que eu n?o tinha certeza deo obter as respostas. Tipo¡­ o quanto de ¡®eu¡¯ ainda estava aqui¡­ e quanto era a vers?o que Thea tinha me moldado? Eu ainda n?o sentia o peso de minhas a??eso provavelmente deveria; Eu n?o tinha aquele sentimento de culpa ou doen?a na boca do est?mago para me dizer que estava errado. Para mim, as coisas que fiz pareciam justificadas,o se eu pudesse ver a racionalidade por tr¨¢s dessas decis?es. Ent?o Cai estava certo? Eu estava desprovido depaix?o e moralidade agora? ¡­ Isso era permanente? ¡°¡­ Quanto¡­ quanto tempo?¡± | perguntou, minha garganta ainda crua o suficiente para me for?ar a tossir. Ele caminhou para odo da cama e me entregou um copo de ¨¢gua. Um al¨ªvio bem-vindo. ¡°N?o muito tempo,¡± ele respondeu. ¡°Talvez um dia.¡± Um dia inteiro? E eu ainda me sentia t?o cansado? Realmente foi pior do que eu pensava inicialmente. No entanto, as algemas de prata em volta do meu pulso provavelmente n?o estavam ajudando isso. ¡°Pelo que Alfa Aleric me disse, presumo que Thea esteja se intrometendo um pouco sua mente? Ele mencionou que voc¨º estava gritando para que algo sa¨ªsse da sua cabe?a. Estremeci o t¨ªtulo de patente que ele deu a Aleric, um lembrete de minhas pr¨®prias inadequa??es. Era um ponto dolorido, certeza, mas eu tinha que lembrar que era o melhor, dada a minha situa??o atual. N¨®s precisar¨ªamos discutir isso mais a fundo, mas eu tinha que assumir que estar¨ªamos executando nosso no original de propriedade dividida¡­ um dia. ¡°Acho que est¨¢ aqui h¨¢ muito tempo¡±, respondi. ¡°Na verdade, eu nem sei ao certo qu?o profunda ¨¦ a influ¨ºncia d. Quando descobri por Selene que Thea j¨¢ foi a Deusa da Vis?o, assumi que sua habilidade de manip??o de percep??o era um pouco mais direta,o o v¨ªnculo do companheiro e Cai. Em vez disso, parece muito maisplicado. se apresentouo parte de mim, lentamente me embndo em uma falsa sensa??o de confian?a. Faz tr¨ºs anos que vem sussurrando para mim, me manipndo para ver as coisas do jeito que queria que eu visse. sempre vinha at¨¦ mim nos meus momentos mais vulner¨¢veis.¡± Elder Luke acenou a cabe?a pensativo, ouvindo atentamente a minha explica??o. Achei que isso significava que Aleric j¨¢ havia contado a ele sobre a identidade de Thea; informa??es que divulguei quando ele ainda estava nas cs. O que ele provavelmente n?o esperava era que eu chamasse Selene. Mas se ele estava surpreso ou chocado, ele n?o demonstrou isso externamente. ¡°Alpha, se eu puder¡­¡±, elee?ou, seus olhos cheios de uma curiosidade agu?ada. ¡°Eu n?o posso deixar de me perguntar que, para um ser que tem tanto poder ¨¤ sua disposi??o¡­ por que simplesmente n?o te matou quando voc¨º era mais jovem, se esse ¨¦ o objetivo d? Parece estranho fazer isso de maneira t?o indireta.¡± ¡° n?o pode,¡± eu respondi. ¡°H¨¢ uma explica??o muito longa e profunda para o porqu¨º, uma que gira em torno da origem de nossa esp¨¦cie. Simplificando, por¨¦m¡­ Thea quer se vingar de Selene e est¨¢ tentando recuperar as habilidades roubadas d. Essas habilidades s?o as mesmas que voc¨º me falou uma vez; os possu¨ªdos ps linhagens originais. Para proteger Thea de simplesmente nos matar para recuper¨¢-los, Selene colocou uma maldi??o que a impediria de derramar o sangue das crian?as escolhidas para proteg¨º-los. Ele franziu a testa, profundamente pensativo sobre minhas pvras enquanto digeria o que eu disse a ele. Se ao menos ele pudesse ver o que Selene me mostrou. Ele era o tipo de pessoa que apreciaria esse tipo de conhecimento. ¡° E te explicouo a maldi??o pode ser quebrada?¡± ele perguntou, me pegando desprevenida. ¡°¡­ O que voc¨º quer dizer?¡± ¡°Bem¡­ nada ¨¦pletamente invulner¨¢vel. Imagino que, uma vez que a tentativa de Thea de fazer com que todos se liguem falhou, talvez encontre outro m¨¦todo para atingir seu objetivo? Eu n?o tinha considerado isso. Havia uma maneira de Thea quebrar a prote??o? No passado, eu tinha quase certeza de que nunca tinha conseguido tal coisa, tendo confiado em Aleric para fazer seu trabalho sujo¡­ mas isso n?o explicavao lidava ele. Com as outras duas linhagens desaparecidas,o nejava recuperar a ¨²ltima habilidade de Aleric sem mat¨¢-lo diretamente? E eu fiquei tenso imediatamente a rev??o. ¡­ Significava que possivelmente havia uma brecha. Talvez as coisas n?o fossem t?o seguras quanto eu acreditava inicialmente. ¡°N?o, voc¨º est¨¢ certo¡­¡±, eu disse, ainda pensando. ¡°Provavelmente h¨¢ algo sobre a maldi??o que eu n?o sei, algo que Selene n?o me contou.¡± Mas uma vez que informa??eso essa teriam nos ajudado imensamente em nossa defesa contra Thea, eu n?o poderia Cap¨ªtulo Oitenta e Nove ajuda, mas me pergunto por que Selene n?o divulgaria essa informa??o. A resposta a impactou negativamente de alguma forma ? ¡°Na minha experi¨ºncia, descobri que as coisas raramente s?o unterais¡±, disse ele. ¡°Algo not¨¢vel o suficiente para proteg¨º-lo em uma esc t?o grande certamente teria algum tipo de fraqueza. Nada na vida ¨¦ perfeito.¡± Estaria de acordo o que eu j¨¢ sabia sobre os Deuses, reconfirmando que definitivamente havia uma corr??o entre benef¨ªcio e impacto.¡­ Como quando eu usava minha habilidade, costumava me drenar significativamente a ponto de desmaiar. Levou muito treinamento antes que eu pudesse tolerar a energia que exigia de mim. E quando Selene criou nossa esp¨¦cie e renasceu os filhos mortais, resultou em eles serem amaldi?oados p lua;partilhando seus corpos um lobo. Mesmo o v¨ªnculo dopanheiro n?o era perfeito. Isso nos daria imensa felicidade, mas, se fosse formalmente quebrado, tamb¨¦m nos causaria imensa dor. E isso sem levar em considera??o o processo de marca??o. Uma quebra de v¨ªnculo ocorrendo depois que um foi marcado teria uma grande chance de fazer as partes perecer. Maior risco, maior rpensa. Nada foi sem culpa, assimo Elder Luke disse. ¡°Voc¨º vai precisar me desculpar, Alfa,¡± ele ent?o disse, me tirando dos meus pensamentos. ¡°H¨¢ uma reuni?o em breve e eu sou obrigado aparecer. Eu gostaria muito de continuar essa conversa em uma data posterior.¡± ¡°Uma reuni?o agora?¡± | perguntou, sentando-se rapidamente na cama. ¡°Cad¨º? A s de reuni?es?¡± ¡°. . . Sim , Alfa,¡± ele respondeu hesitante. ¡°D¨º-me cinco minutos e podemos ir juntos.¡± Mas quandoecei a sair da cama para pegar as roupas limpas deixadas para mim, notei que o ¨¦lder Luke ainda estava olhando para mim uma express?o insegura. Quaseo se ele quisesse dizer algo para mim. ¡°O que ¨¦ isso?¡± Eu perguntei, franzindo a testa sua rea??o. ¡°N?o posso participar da reuni?o do meu pr¨®prio bando?¡± Mas ele simplesmente inclinou a cabe?a. ¡°Voc¨º pode fazer o que quiser.¡± Fiz o meu melhor para n?o me sentir insultado a insinua??o silenciosa e, em vez disso, concentrei- me em me preparar. Meu corpo ainda estava sens¨ªvel em todos os lugares, mas, fiel ¨¤ minha pvra, consegui sair ele para a reuni?o em pouco tempo. A reuni?o parecia j¨¢ tere?ado quando chegamos. Os membros ssificados e o conselho presentes estavam em uma conversa profunda rcionada aos assuntos do bando e eu fiz o meu melhor para entrar silenciosamente. Uma tentativa in¨²til em si. A s ficoupletamente silenciosa no momento em que entrei p porta. ¡°Aria,¡± Aleric cumprimentou, uma nota de surpresa em sua voz. ¡°Voc¨º est¨¢ aqui.¡± ¡°Sim, eu estou aqui,¡± eu repeti. Mas Aleric se aproximou de mim antes que eu pudesse ir muito longe, me interceptando depois que eu dei apenas alguns passos p porta. ¡° . . . Tem certeza de que quer estar aqui? ele perguntou baixinho, me orientando a ficar de costas para o grupo. ¡°Voc¨º est¨¢ se sentindo melhor?¡± ¡°Estou me sentindo bem o suficiente para estar aqui. Temos muito trabalho p frente e quero fazer parte disso.¡± ¡°Bem¡­ ¨¦ s¨® que¡­ voc¨º sabe,¡± ele disse, um constrangimento em suas pvras. ¡°Eu ¡®sei¡¯ o qu¨º?¡± Eu pressionei, meus olhos se estreitando. Cap铆tulo 90 Cap¨ªtulo 90 Cap¨ªtulo Noventa O cofre do pacote. Reservado apenas para membros e anci?os totalmente empossados. Era um lugar onde os bens e segredos mais valiosos da N¨¦voa Invernal eram guardados, transmitidos atrav¨¦s de todas as gera??es. Era a primeira vez que vinha aqui nesta vida e, de todas as pessoas, nunca esperei ser panhada por Brayden; algu¨¦m que n?o era um membro do rankingpleto nem algu¨¦m de quem eu particrmente gostava. Eu sabia que ele levaria essa experi¨ºncia para ingurgitar seu ego, mas n?o parecia haver muita escolha. Recusei-me a gastar meu tempo sem fazer nada quando havia tanta coisa acontecendo. Thea ou n?o, eu ainda me tornaria ¨²til de alguma forma. A ab¨®bada era enorme e repleta de tudo o que se podia imaginar; livros, documentos importantes, itens, armas, heran?as. Uma cole??o mais diversificada do que provavelmente todas as outras embgens do pa¨ªs. Agora, considerando o que eu sabia sobre as linhagens, eu me perguntava se talvez nossas origens antigas fossem agradecidas por isso. Mas, mais do que pod¨ªamos ver visualmente, n?o podia deixar de sentir o cheiro da literatura antiga que me cercava. Um perfume o qual eu estava t?o familiarizada e que me confortava imensamente. Se eu fechasse os olhos, poderia at¨¦ recordar algumas das minhas melhores lembran?as passadas em bibliotecas; uma vez em algum lugar eu me refugiei. ¡°Ent?o, este ¨¦ o cofre do bando,¡± Brayden disse ao meudo quando entramos p grande porta de metal. O tom de excita??o em sua voz era imposs¨ªvel de perder, mas eu o ignorei, fazendo o meu melhor para ignor¨¢-lo. Ou pelo menos eu tentei. Ele caminhou diretamente ¨¤ minha frente em dire??o a um arm¨¢rio de artefatos e estava prestes a estender a m?o e pegar um quando ¡°N?o toque em nada,¡± | estalou, sua m?o parando a apenas alguns cent¨ªmetros de distancia de um c¨¢lice. ¡°Eu n?o tenho escolha a n?o ser deixar voc¨º entrar aqui, mas voc¨º est¨¢ muito enganado se acha que isso ¨¦ algum tipo de rpensa. Voc¨º foi encarregado de ficar de olho em mim. N?o vejo onde nessa ordem diz que voc¨º pode fazer um tour privado pelo cofre. Juro, isso seria considerado fazer o oposto do que voc¨º foi instru¨ªdo a fazer. A mand¨ªb de Brayden se apertou em desaprova??o, mas mesmo assim ele baixou a m?o. Para um herdeiro Gamma, ele certeza n?o mostrou muita promessa nas maneiras de usar a cabe?a ou seguir as instru??es corretamente. Talvez sua posi??o fosse algo que eu precisaria reconsiderar no futuro. ¡°Por aqui¡±, eu disse, eecei a caminhar em dire??o ao fundo da s. N?o explorou tudo aqui, mas eu tinha um entendimento b¨¢sico. Eu sabia que era ssificado por idade e, em seguida, em cada categoria individual, por exemplo, livros, artefatos, etc. No passado, eu s¨® tinha me apegado ¨¤ hist¨®ria moderna, focando na guerra e na pol¨ªtica, ent?o foi a primeira vez que vi a parte de tr¨¢s . E n?o decepcionou. Uma forte inspira??o de surpresa passou pelos meus l¨¢bios quando vi o que estava esperando por n¨®s. Os livros eram t?o bonitos quanto velhos, algu¨¦m obviamente gastando seu tempo para embelezar as capas h¨¢ muito tempo. Por todas as contas, eles foram impressionantes ¡°Voue?ar a ler estes. H¨¢ uma poltrona no canto se voc¨º quiser ficar confort¨¢vel,¡± eu disse a Brayden e me sentei em uma mesa pr¨®xima. E assime?ou. Lendo cuidadosamente os livros ao meu redor. Eram fr¨¢geis demais, e a maioria escrita na l¨ªngua antiga eu s¨® conseguia entender vagamente, mas perseverei mesmo assim. Se qualquer coisa parecia remotamente ¨²til, ent?o eu sabia que sempre poderia pedir ao ¨¦lder Luke que traduzisse corretamente para mim mais tarde. Mas a taxa de sucesso que eu estava tendo, isso parecia uma pequena chance de qualquer maneira . Depois de uma hora de leitura, eu ainda n?o havia encontrado nada a menor men??o a Thea, as linhagens ou mesmo Selene em geral. Tudo o que eu encontrei era principalmente hist¨®rico e fva sobre os assuntos da matilha no momento em que escrevi, ou apenas a pr¨®pria matilha. E Brayden n?o estava facilitando o processo. Ele se sentou no canto, me encarando adagas o tempo todo. Presumivelmente, fazendo quest?o de qu?o miser¨¢vel ele era e tentando me deixar o mais desconfort¨¢vel poss¨ªvel. ¨¦ certo que estava funcionando. ¡°OK tudo bem!¡± Eu finalmente explodi, frustrada tanto p falta de resultados quanto pelo comportamento dele. ¡°Voc¨º ganha. N?o consigo me concentrar voc¨º agindoo uma crian?a entediada. Ele se animou na cadeira imediatamente, mas ainda estava hesitante, esperando que eu lhe desse permiss?o verbal. ¡°¡­O que voc¨º quer dizer?¡± ¡°Quero dizer, v¨¢ e olhe ao redor. Deixe-me em paz para ler e, em troca, n?o direi a Aleric que voc¨º se afastou,¡± eu disse, derrotada. ¡°Mas estou fndo s¨¦rio quando digo para n?o tocar em nada. Se voc¨º acidentalmente quebrar alguma coisa, ter¨¢ todo o conselho exigindo puni??o por seu descuido.¡± Ele n?o precisou ser dito duas vezes, de repente uma nova m em seus passos enquanto ele basicamente pva pelo corredor e fora de vista em dire??o ¨¤ se??o de armas. Eu suspirei isso. Muito t¨ªpico. Acontece que ser deixado sozinho n?o provou ser muito diferente no final. Eu ainda lutava para encontrar algo ¨²til. No entanto, embora n?o muito importante, achei interessante saber que a fam¨ªlia Knight, os ancestrais de Cai, j¨¢ fizeram parte da N¨¦voa Invernal. Na verdade, parecia que os dois territ¨®rios costumavam ser combinados, mas se separaram em algum ponto da linha. O go prateado¡¯, que acabou se tornando o hom?nimo da matilha, costumava ser conectado ao mesmo sistema fluvial que corria atrav¨¦s da N¨¦voa de Inverno. Eles seriam ent?o o pacote Silver River se ainda estivessem conectados hoje? Por alguma raz?o, algo sobre isso estava iodando minha cabe?a,o se eu devesse estar lembrando de algo que n?o conseguia. O que poderia ser t?o importante sobre isso embora? ¡°Aria,¡± Brayden ent?o disse nas proximidades, j¨¢ retornando de sua curta expedi??o. Mas n?o olhei para cima, tentando me lembrar do que estava perto de esquecer. Eu n?o podia perder o foco e ele era literalmente a ¨²ltima distra??o que eu queria agora. ¡°Aria¡±, ele disse novamente, desta vez mais urg¨ºncia. ¡°O que!?¡± Eu bati e olhei para cima furiosamente. ¡­ E l¨¢ estava . Thea. Na carne. E uma espada muito familiar em sua m?o que estava sendo segurada contra o pesco?o de Brayden, mantendo-o ref¨¦m. A espada antiga que uma vez me decapitou no passado. Meu corpo congelou instantaneamente em choque, quaseo se o tempo tivesse parado. De todos os momentos que poderia ter escolhido para aparecer, agora era de longe o pior. Com Brayden na ponta da espada, eu algemado, e todos n¨®s t?o enterrados dentro do cofre que ningu¨¦m algu¨¦m nos ouvia pedir ajuda , est¨¢vamos basicamente ¨¤ sua merc¨º . A verdadeira quest?o erao conseguiu entrar no local mais seguro de todo o bando sem que ningu¨¦m sequer a visse ¡­ e por que estava escolhendo agora aparecer . ¡° Aria ,¡± cumprimentou, sua voz doce e doentia enviando pavor atrav¨¦s de mim. Calma, eu precisava manter a calma. n?o podia me tocar, o que significava que eu j¨¢ tinha a vantagem. De tudo que eu aprendi, sempre apostava tudo em mim agindo emocionalmente sem pensar muito ; algo que sua influ¨ºncia me moldou para me tornar . ¡° O que voc¨º quer?¡± Eu perguntei e lentamenteecei a me levantar da mesa . ¡° Ah ¨C ah, n?o fa?a nada est¨²pido agora , ¡± avisou , pressionando a lamina mais fundo contra Brayden para e sente- se . ¡°Eu vim p espada , mas este pequeno me pegou no ato. Disse- me que ainda estava usando seu novo acess¨®rio . ro, eu n?o pude resistir a vir para dizer oi.¡± Bray den disse a que eu ainda estava usando as algemas? Ent?o j¨¢ n?o sabia ? Isso foi interessante. ¡° O que h¨¢ de t?o especial na espada ? ¡ª perguntei, mantendo minha voz o mais uniforme poss¨ªvel. ¡°Ah, isso?¡± disse, olhando de cima a baixo, ¡°Isso aqui ¨¦ um instrumento dos meus problemas mais recentes. A po??o forjada por minha filha no Rio Prata , agora imbu¨ªda das almas dos deuses ap¨®s a morte de meus filhos. Silver Rive ? E ent?o eu percebi por que isso soava t?o familiar antes, ¡® Argyros ¡®,o no rio Ar gyros , da tradi??o de origem que Selene me mostrou , traduzida para ¡®Prata¡¯ na l¨ªngua moderna de hoje. O rio que costumava conectar o Lago Prateado e a N¨¦voa Invernal foi o mesmo que deu origem ¨¤ nossa esp¨¦cie. N¨®s j¨¢ fomos ch?o ze ro , Ent?o, o que tornava a pvra s t?o especial que Thea a queria? Bem , infelizmente, eu j¨¢ poderiae?ar a responder isso sem pensar muito. E eu n?o gostei do que isso significava para mim. Debaixo da mesa,ecei a puxar as algemas, sabendo que tir¨¢s era possivelmente minha ¨²nica chance de sobreviv¨ºncia. Mas me libertar seria quase imposs¨ªvel . N?o sem¡­. ¡°Me surpreende o qu?o dif¨ªcil ¨¦ entrar neste cofre de merda¡±, continuou . ¡° Invadir ¨¦ imposs¨ªvel¡­ e ainda assim eu ou?o que h¨¢ apenas dez pessoas que t¨ºm acesso a ele ; nenhum dos quais parece vir aqui . ¡± E agora eu tinha acabado de abrir a porta para . ¡°Ent?o, em vez de apenas sair o que voc¨º queria, voc¨º fez Braydeno ref¨¦m e veio se regozijar?¡± Eu perguntei. ¡°Algo assim¡±, disse . ¡°Eu tenho um fraquinho por voc¨º, acho que voc¨º poderia dizer . N¨®s n?o somos t?o diferentes quando voc¨º realmente pensa sobre isso. N¨®s dois tendo nossas vidas arruinadas por Selene. N¨®s dois sacrificando tudo pelo nosso dever e depois perdendo tudo o que amamos de qualquer maneira . ¡± Eu cerrei os dentes. ¡°*Voc¨º* arruinou minha vida,¡± argumentei. ¡°Voc¨º arruinou *ambos* minhas vidas . E agora voc¨º me manipulou e me transformou em¡­ no que quer que isso seja. Voc¨º pegou aqueles que eu amava e me fez empurrar um jeito que eu ainda tinha.¡± fez uma pausa para considerar por um segundo. ¡°Acho que ¨¦ verdade. Eu n?o sabia sobre as linhas do tempo anteriores at¨¦ te conhecer, vou ser honesto. De vez em quando voc¨º apenas me dava trechos at¨¦ que eu finalmente tivesse controle total. Eu era extremamente divertido de ver. Eu sabia que Selene estava marcando aqueles selecionados das linhagens originais, mas nunca percebi que eles haviam renascido por mesma. Eu me pergunto quantas vezes consegui meu objetivo sem nunca saber.¡± Trechos¡­ para que n?o pudesse ver tudo; n?o noe?o de qualquer maneira¡­ e aparentemente nem tudo ultimamente tamb¨¦m. Significava que havia limites para o que podia fazer. ¡°¨¦ por isso que voc¨º mirou em mim em vez de Aleric? Por causa da marca?¡± Eu perguntei. ¡°Ah, certo, porque foi assim da primeira vez, certo? Suponho que seria esse o caso. Eu descobri que voc¨º estava procurando por mim e descobri a energia de Selene irradiando de voc¨º. Voc¨º era a maior amea?a dos dois. ro, eu n?o esperava que voc¨º me deixasse entrar t?o facilmente. Deu muito trabalho para quebrar voc¨º em peda?os¡­ mas quando voc¨º finalmente cedeu a mim completamente? ¡­B¨ºn??o.¡± ¡°Dois? Por que n?o Cai?¡± Na verdade, fiquei surpreso que estivesse me contando isso, mas tamb¨¦m percebi que esse deve ter sido um grande momento para . Thea gostava que eu soubesse o quanto eu errei, saber onde eu errei, ent?o poderia deleitar-se isso. Assimo deixou o bilhete no corpo de Myra. estava trabalhando para isso h¨¢ anos, se n?o s¨¦culos, ent?o ¨¦ ro que n?o perderia a oportunidade de se gabar disso. Eu tamb¨¦m n?o estava chateado. Em parte porque finalmente estava obtendo respostas, em parte porque estava esperando o momento perfeito para fazer o que precisava por baixo da mesa. ¡°Cai? Bem¡­ ele ¨¦ divertido, n?o ¨¦? Voc¨ºs dois j¨¢ tiveram uma coisa, certo? Eu posso ver o porqu¨º,¡± piscou, me fazendo torcer o nariz em desgosto. ¡°Infelizmente, sua predisposi??o gen¨¦tica ¨¦ muito semelhante ¨¤ minha . Na melhor das hip¨®teses, posso influenciar apenas em um n¨ªvel superficial, mas manipr totalmente algu¨¦m que por natureza tamb¨¦m pode manipr, mesmo que seja de uma maneira um pouco diferente¡­? Simplesmente n?o funciona. S¨® meio que o deixou doente. Como dois ¨ªm?s do mesmo p¨®lo se repelindo. Eu fiz o que fiz puramente para quebrar voc¨º ainda mais. Crio caos e alimentam obust¨ªvel da desconfian?a.¡± Cai mencionou que n?o tinha certeza sobre ¡®Caitlyn¡¯ quando o questionei. Na verdade, quanto mais fal¨¢vamos sobre isso, mais incerto ele soava. Ele era, portanto, mais imune do que o resto de n¨®s? Ficar um pouco doente parecia um pre?o justo a pagar por manter o controle contra o que realmente era capaz. Mas¡­ ouvindo isso d, rapidamente percebi que a informa??o sobre Cai era muito valiosa para n¨®s. Um pouco * muito importante para deixar escapar. Mais do que o que poderia ser justificado apenas por querer se vangloriar. ¡°. . . Por que voc¨º est¨¢ me contando tudo isso? Eu finalmente perguntei caut. ¡°Bem¡­ isso realmente n?o importa, n?o ¨¦?¡± disse, quase um pouco presun?osa. ¡°Eu tenho a espada¡­ tenho certeza que voc¨º j¨¢ entendeu o que isso significa apenas pelo fato de eu querer.¡± Ent?o eu estava certo. A espada significava que era capaz de quebrar a prote??o de alguma forma. Isso significava que eu n?o podia deix¨¢ sair ele. ¡­Mas¡­ um movimento errado e simplesmente mataria Brayden. Um destino, percebi, que provavelmente era inevit¨¢vel, se n?o exigido aqui. Por mais horr¨ªvel que possa parecer, para mim, parecia um dano cteral justo. Uma vida para salvar potencialmente toda a nossa esp¨¦cie. Para me salvar . Foi uma decis?o l¨®gica. Dado o quanto Brayden gosta de se gabar, ele estaria morrendo da melhor maneira poss¨ªvel. A morte de um her¨®i, das sortes. E eu, por exemplo, certeza n?o sentiria falta dele em um n¨ªvel pessoal tamb¨¦m. Tudo o que eu precisava fazer era esperar at¨¦ que fsse outra longa explica??o, executar meu no as algemas, e ent?o, enquanto cuidava de Brayden, eu usaria esse tempo para desarm¨¢- la. O melhor cen¨¢rio seria se eu pudesse mat¨¢ aqui, agora. Acabe isso de uma vez por todas¨C. ¡°Aria¡­ por favor,¡± Brayden ent?o choramingou, trazendo minha aten??o para ele. ¡°Por favor¡­ Eu¡ªeu sinto muito por ter sido malvado voc¨º. Eu-eu sinto muito . ¡± N?o era preciso ser um g¨ºnio para perceber que ele provavelmente n?o sobreviveria a isso, n?o importa de que maneira Cap¨ªtulo Noventa foi. Mesmo que Thea conseguisse o que queria, n?o o deixaria viver assim que tudo acabasse. Sem pontas soltas. Ele provavelmente j¨¢ estava morto no segundo em que o encontrou. Mas havia algo t?o tremendamente pat¨¦tico na maneirao ele me olhava que me fez perceber que talvez a decis?o n?o fosse t?o ¨®bvia quanto eu pensava. Uma vez que tudo acabasse, isso se tornaria apenas mais um momento para Cai olhar para mim nojo e me chamar de monstro por deixar Brayden morrer t?o facilmente? A escolha ¡®moral¡¯ foi encontrar uma solu??o para nos deixar viver, o que quer que isso implicasse? . .. Ser¨¢ que Aleric lentamentee?aria a me vero um monstro tamb¨¦m se eu n?o o fizesse? O problema era que realmente n?o havia op??o que tivesse boas chances tanto para sua vida quanto para a espada recuperada. Sem mencionar, implementar um no menos chance de sucesso parecia muito arriscado quando as apostas significavam que Thea poderia sair a espada. E da¨ª se eu falhasse? Eles ent?o me criticariam por n?o impedi, n?o importa o custo? Como eu pretendia fazer a escolha correta quando eu nem sabia o que *|* achava certo, quando eu nem sabia o que era eu e o que era apenas o desejo de Thea agora encravado dentro de mim? Quando eu estava t?o danificado por dentro que erao se eu n?o pudesse confiar em mim mesmo? Owned by N?velDrama.Org. As escolhas eram deixar Brayden morrer¡­ ou nos abrir para a possibilidade de milhares eventualmente morrerem. Ent?o, se eu salvasse Brayden agora, mas perdesse a espada, haveria outra chance de det¨º antes que finalmente nos matasse? Dizer que eu estava em panico essa decis?o era um eufemismo. ¡­Mas, por mais dif¨ªcil que tenha sido essa escolha, depois de mais alguns momentos de considera??o¡­ consegui me decidir. Eu sabia o que precisava fazer. Cap铆tulo 91 Cap¨ªtulo 91 Cap¨ªtulo Noventa e Um S¨® havia uma escolha. A ¨²nica que me permitiria salvar o pouco que me restava. Eu j¨¢ tinha queimado pontes, destru¨ªdo a f¨¦ ¡­ arruinado qualquer chance de ter a vida que eu ansiava t?o desesperadamente. Eu n?o podia necessariamente consertar o que j¨¢ tinha feito, mas uma vez eu costumava acreditar que mais derramamento de sangue n?o era o caminho para resolver o passado, e isso provavelmente ainda era verdade agora. Mesmo que Thea tornasse mais dif¨ªcil ver as coisas dessa maneira. N?o, eu precisava salv¨¢-lo¡­ mesmo que fosse mais dif¨ªcil do que valesse a pena. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . Acalme-se e pense. Eu precisava considerar isso muito cuidado. Sempre havia uma explica??o l¨®gica para essas coisas quando analisadas, algum tipo de estrat¨¦gia. poderia mexer minhas emo??es eo eu percebia as coisas, mas n?o poderia mudar os fatos dif¨ªceis. Eles estavam l¨¢ se eu me concentrasse o suficiente. Eu s¨® precisava superar o que sentia que precisava fazer e me concentrar no que a situa??o estava realmente me dizendo para fazer. Eu precisava me colocar no lugar d¡­ e ver o incentivo por tr¨¢s de suas a??es. E assim, rapidamente fechei os olhos e tentei me vero , pensando em quais poderiam ter sido suas decis?es que a levaram at¨¦ aqui, at¨¦ este exato momento¡­. *¡­Entrei no cofre e peguei a espada porque preciso d para quebrar a prote??o¡­ mas fui pego. O menino que veio Aria n?o est¨¢ , mas sim na se??o de armas¡­ mas talvez eu quisesse que fosse assim. Talvez eu esperei tanto porque precisava peg¨¢-lo sozinho.¡¯* *¡¯Eu n?o o mato¡­ porque h¨¢ algo mais que eu preciso para quebrar a prote??o. Algo que Aria tem ou est¨¢ aodo. Se n?o fosse esse o caso, eu teria acabado de descart¨¢-lo e atac¨¢ imediatamente. Mas, n?o, preciso dele vivo e que venhaigo porque ainda n?o posso machuc¨¢ diretamente; Eu preciso de garantia. Algo para usaro escudo¡­ algu¨¦m para ser ref¨¦m.¡¯* *Eu me aproximo de Aria o menino e falo ¡­ Em parte porque eu quero¡­ em parte porque h¨¢ outro motivo. Eu tento for?¨¢ a uma situa??o em que tenha duas op??es; para me atacar ou fugir.¡¯* *¡­ Porqu¨º? Estou apostando que Aria vai fazer um sobre o outro? Eo qualquer um deles me ajudaria?¡¯* | abri meus olhos novamente e olhei para a cena na minha frente, franzindo a testa em pensamento. Sem mais informa??es importantes, eu n?o tinha certeza de qual caminho estava apostando. Ambos eram us¨ªveis e ainda tinham seus pr¨®prios problemas. ¡­ Mas ent?o eu percebi uma coisa. Algo que eu estava ignorando¡­. estava fndoigo. Pode n?o estar mais na minha cabe?a, mas ainda era a mesma coisa que sempre fez; trazendo lembran?as, me fazendo perder a esperan?a¡­ tentando me deixar medo e raiva. Sua arma de escolha foi, e sempre foi, sua voz. Ent?o talvez eu n?o precisasse saber qual ¡®queria¡¯ que eu fizesse. Talvez tudo que eu precisava saber era qual n?o sabia. ¡­ O que deixou apenas uma coisa que eu poderia fazer. ¡°Eu me rendo¡±, eu disse de repente, me levantando da mesa em derrota. ¡°¡­O que?¡± Um olhar de surpresa e confus?o imediatamente cruzou os rostos d e de Brayden¡­ Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Noventa Ono mais dodo do terror do que do choque. ¡°Eu me rendo,¡± eu repeti. ¡°Voc¨º me pegou. Estou contido na prata, no subsolo, meu guarda-costas ref¨¦m¡­ O que devo fazer? Voc¨º ganha.¡± ¡°O que ¨¦ isto? Voc¨º n?o se importa se eu o matar, ¨¦ isso? disse ee?ou a jogar Brayden no ch?o diante d, a espada ainda apontada para sua garganta. ¡°Voc¨º acha que eu n?o vou?¡± Fiz uma pausa por um segundo, observando sua rea??o abrupta calma. ¡°N?o¡­ eu n?o duvido que voc¨º v¨¢. S¨® n?o sei o que voc¨º espera que eu fa?a aqui. J¨¢ lutei o suficiente, estou mentalmente e fisicamente esgotado ao meu limite. Eu me rendo, Thea. Voc¨º ganha. D¨º meus cumprimentos a Selene quando voc¨º finalmente a enfrentar. Hesita??o. est¨¢ hesitando, sem saber o que fazer aqui. Mas, mais importante, provou que minha teoria estava correta; n?o poderia me machucar ainda. O que significava que tamb¨¦m n?o poderia matar Brayden, sua ¨²nica vantagem contra mim. Ainda n?o de qualquer maneira tentou me empurrar para agir por emo??o, para provocar uma rea??o que me faria fugir ou atac¨¢- la. O que significava que s¨® restava uma op??o. Por processo de elimina??o, render-se era a ¨²nica coisa! poderia fazer, a ¨²nica coisa que eu sabia que n?o queria que eu fizesse. Eu estava basicamente tendo que ler a mim mesmo e fazer o oposto do que eu sentia que estava sendo persuadido a fazer. ¡ª Sua jogada, Thea. Rapidamente, olhou ao redor da s, examinando a ¨¢rea ao nosso redor antes de seus olhos finalmente se fixarem em um livro empilhado aodo da mesa. Era isso que estava procurando? Um livro? Mas por que uma criatura t?o antiga quanto o tempo precisaria de um livro? Eu n?o tive a chance de pensar mais sobre isso quando de repente chutou Brayden em minha dire??o, fazendo-o voar pelo ch?o. Ent?o era isso¡­ ia tentar fugir. Eu chamei seu blefe e n?o podia fazer mais nada. Fiel ¨¤ minha suposi??o, instantaneamente se virou ee?ou a correr em dire??o ¨¤ sa¨ªda. Mas cometeu um erro fatal, um erro crucial¡­. manteve Brayden vivo. ¡°Brayden!¡± Eu gritei. ¡°Levante-se. Voc¨º precisa mudar e segui. N?o entre embate. Voc¨º deve segui apenas.¡± deve ter pensado que eu perderia tempo para ter certeza de que ele estava bem primeiro, mas isso era uma suposi??o ruim. N?o ¨¦ramos civis. Fomos treinados, membros ssificados em um dos pacotes de elite de todo o pa¨ªs. Se um chute no est?mago foi suficiente para nos derrubar, n?o merec¨ªamos o t¨ªtulo. ro, Brayden pode ser irritante e arrogante, mas ele foi treinado desde crian?a para lidar mais dor do que isso. E ele n?o decepcionou. Brayden rapidamente se levantou e, sem dizer mais uma pvra, correu atr¨¢s d, mudando de posi??o no ar para aproveitar a melhor velocidade e os sentidos. Agora, para a parte dif¨ªcil. Olhei gravemente para as algemas em volta do meu pulso e cerrei os dentes. Isso n?o seria agrad¨¢vel. 3¡­2¡­ 1¡­ *Pop.* E eu gritei de dor, o tempo todo sem perder tempo em deslizar as algemas sobre meu polegar agora deslocado. Eu me preparei para essa situa??o anos atr¨¢s, mas isso n?o diminuiu a dor. Depois de ser enviado para a morte algemado uma vez antes, fiz quest?o de aprender a escapar deles nesta vida, caso eu me encontrasse em outra emerg¨ºncia risco de vida. Eu disse a mim mesma que, se eles iam mandar o encontro para o campo de julgamento novamente, n?o seria eles. Felizmente para mim, a anatomia do lobisomem significava que nossas artic??es eram um pouco mais flex¨ªveis gra?as ¨¤ nossa capacidade de mudar. Imediatamente. Senti minha for?a voltar para mim, agora livre da prata. Uma pequena parte de mim se perguntou se talvez eu devesse agradecer a Cai ps algemas em vez do velho cr de prata¡­ Afinal, n?o erao se eu pudesse deslocar minha cabe?a. Por¨¦m, havia uma grande desvantagem em fazer isso. Significava que uma das minhas m?os estava agora fora de servi?o. Eu s¨® poderia me defender a esquerda; a m?o que n?o era a minha dominante. Isso tamb¨¦m significava que eu n?o poderia mudar agora, pois correr apenas tr¨ºs pernas boas n?o seria mais r¨¢pido. Mas eu entrei em a??o mesmo assim, perseguindo os cheiros de Brayden e Thea enquanto isso me levava para a sa¨ªda. Eu s¨® podia supor que se tivesse conseguido entrar aqui, teria alguma maneira de ficar escondida esse tempo todo. Que tinha encontrado uma entrada que n?o era p porta da casa de carga no andar de cima. Isso significava | n?o podia esperar que fosse retardada por guerreiros no andar de cima porque provavelmente n?o passaria por nenhum deles. Mas quando eu estava quase de volta na entrada do cofre, eu ouvi. Rosnados altos e ru¨ªdos de estalo vindos dodo de fora. Parecia que Brayden havia se engajado em uma batalha, apesar da minha instru??o ra de n?o se envolver. O idiota deveria apenas segui, n?o atac¨¢. ¡°Brayden!¡± Eu gritei enquanto sa¨ªa, apenas para ver que Thea o tinha encurrdo. Ele estava na defensiva, mas isso n?o ia funcionar agora. Ele precisaria mudar de volta se nejasse fazer umbate corpo a corpo assim. A forma de lobo era melhor para a batalha quando voc¨º tinha um grande n¨²mero de aliados em um espa?o aberto. O ¨²nico problema era que, se ele tentasse mudar agora, Thea usaria esse tempo em que ele estava fazendo a transi??o para faz¨º se mover. ¡°N?o mude!¡± Eu pedi quando me aproximei rapidamente. Mas eu estava um segundo atrasado. Brayden j¨¢ tinha percebido que seu lobo n?o seria suficiente para vencer ee?ou a mudar antes que eu pudesse dizer as pvras. E, assimo eu havia previsto, Thea n?o parecia que ia esperar. j¨¢ tinhaetido o erro de deix¨¢-lo viver uma vez, eu duvidava que fosse fazer isso duas vezes. puxou a espada para cima, pronta para atacar, esperando o momento em que ele estaria no meio da transi??o, pois seria quando ele estivesse mais fraco¡­ E, quando fez isso, o rosto de Brayden se virou para mim enquanto ele se mexia, finalmente percebendo seu erro. Cheio de terror, pois era tarde demais para parar o que ele j¨¢ haviae?ado. O olhar de um homem que sabia que estava prestes a morrer. E ent?o eu fiz a ¨²nica coisa que pensei que funcionaria¡­. No ¨²ltimo momento, antes que abaixasse a espada, me joguei na frente de Brayden, usando um escudo. Se precisava do livro dentro, isso significava que ainda n?o seria capaz de me tocar, significava que Silliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. A espada perfurou meu ombro, cortando-meo se eu fosse feito de manteiga. E eu olhei em choque. Congdo no lugar. Olhei de onde a espada estava embutida dentro de mim¡­ at¨¦ onde Thea estava olhando para mim o maior sorriso no rosto. ro, eu senti o ataque, mas isso n?o significava que eu esperava que fosse cumprido. Na verdade, eu n?o entendiao isso era poss¨ªvel. Eu pensei em tudo muito cuidado. Se foi capaz de me machucar todo esse tempo, ent?o por que esperou tanto? Por que se deu ao trabalho de capturar Brayden e fugir quando tentei me render ? E ent?o a dor finalmente me atingiu. Eu gritei e ca¨ª de joelhos, l¨¢grimase?ando a cair pelo meu rosto. A prata misturada a les?o foi uma das coisas mais excruciantes que eu j¨¢ senti. Talvez tivesse sido uma ben??o que essa jurada tivesse me matado apenas um golpe no passado. A morte teria sido um resultado mais gentil do que essa dor. ¡­ Mas talvez esse desejo se torne realidade em breve. ¡° ¨¤ ria!¡± Brayden gritou, agora terminando seu turno. Ele tentou me encostar na parede para me apoiar, mas a espada tornou isso dif¨ªcil. ¡°Deixe-me ajudar isso¡±, disse Thea e rapidamente puxou a lamina de volta, for?ando outro grito de tinta a escapar dos meus l¨¢bios. Ent?o realmente acabou . Minha data de validade finalmente chegou. Eu sabia o que aconteceria agora. Com a lamina removida, eue?aria a perder muito sangue antes de ter tempo de me curar. O veneno da prata impediria que minha cura acelerada fechasse a ferida rapidamente. Ent?o , mesmo que decidisse n?o terminar o trabalho sozinha, a prata faria o resto por . Com toda a for?a que consegui reunir, agarrei a camisa de Brayden minha m?o boa e o puxei para baixo para me olhar nos olhos, for?ando o contato para que ele n?o fosse capaz de me recusar. Que n?o haveriao questionar minha ordem muito ra desta vez. ¡°Pegue. Fora. Do. Aqui,¡± eu ordenei os dentes cerrados, derramando tanta autoridade quanto pude. Toda essa situa??o tinha sido uma bagun?a desde o in¨ªcio as probabilidades contra mim. Eu queria tanto que fosse poss¨ªvel recuperar a espada *e* salvar Brayden. Mas resultou do jeito que eu esperava; Eu realmente n?o poderia ter as duas coisas . A lamina ent?o desceu na dire??o de Brayden e eu rapidamente chutei as pernas dele, for?ando-o a bater no ch?o assim que ele evitou por pouco o ataque d. A diferen?a de velocidade entre os dois era ¨®bvia. N?o havia chance de Brayden ser capaz de lev¨¢ sozinho. Ele n?o podia nem ver os ataques d chegando, muito menos se defender deles. Thea era muito mais forte do que um Alfa. Um herdeiro Gamma sozinho seria muito fraco. ¡°Eu disse para sair daqui, idiota! Agora!¡± Eu gritei novamente. E, um olhar final de hesita??o para mim, ele finalmente executou minhas instru??es, pndo para tr¨¢s e se movendo no ar para escapar ps escadas. Ele estava livre. Ele estava seguro. ¡°Isso foi est¨²pido da sua parte.¡± Theaentou enquanto o observava sair. ¡°N?o seria a coisa mais inteligente para ele tentar salv¨¢-lo?¡± Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Nove Um ¡°E apenas deix¨¢-lo morrer?¡± Eu perguntei. ¡°N?o faria nada disso valer a pena se ele fosse instantaneamente cortado. Ele n?o tem chance contra voc¨º em umbate mano a mano. N¨®s dois sabemos disso.¡± Se vamose?ar o apocalipse, ent?o que n?o sejapletamente em v?o. Se Brayden vivesse, talvez eu pudesse morrer pelo menos alguma reden??o. Era apenas a vida de uma pessoa, mas talvez fosse a ¨²nica coisa boa que eu poderia realizar antes de partir. Eu nunca pensei que seria assim que eu finalmente fui embora. Quem teria imaginado que eu acabaria morrendo pelo idiota que testemunhou contra mim no meu julgamento? Algu¨¦m que, nesta vida, tornou meu tempo t?o miser¨¢vel cada intera??o. Que estupidamente correu para a batalha quando eu disse expressamente que n?o, sabendo muito bem que a for?a d superava as nossas juntas. ¡°Diga-me ent?o,¡± eu disse, me empurrando para tr¨¢s para me sentar mais ereta. Eu estava tentando usar a parede para pressionar minha ferida de sa¨ªda enquanto segurava a frente, mas sabia que era uma esperan?a in¨²til. Ningu¨¦m poderia sobreviver a esta les?o. ¡°O que foi ent?o? Estou assumindo que o livro que voc¨º trouxe ¨¤ minha aten??o era apenas um ardil ? ¡± Seu sorriso ficou mais presun?oso quando olhou para mim. ¡°Correto.¡± Ent?o fez isso para me acalmar em uma falsa sensa??o de seguran?a. Me fez pensar que a pe?a que precisava para quebrar a prote??o ainda estava ipleta para que eu agisse mais confian?a. Mas ent?o o que mudou entre o momento em que fugiu quando me matou? ¡°Eu vou morrer a qualquer minuto. Voc¨º realmente vai arrastar isso para o suspense? Apenas me diga j¨¢.¡± ¡°Voc¨º sabe o que a maldi??o protetora realmente implica?¡± Suspirei sua recusa em me dar uma resposta direta. ¡°Estip que voc¨º n?o pode ferir diretamente aqueles de n¨®s que v¨ºm das linhagens originais.¡± ¡°Certo. E eu n?o.¡± Eu fiz uma careta para confusa. me cortouo se n?o fosse nada. Como isso n?o foi um ataque direto a mim ? Era s¨® porque minha cabe?a estava ficando leve que eu n?o conseguia ver onde queria chegar? ¡°N?o foi um ataque direto a voc¨º,¡± disse, respondendo a pergunta em minha mente. ¡°Foi um ataque direto ao menino . Voc¨º voluntariamente se interp?s entre ele e a espada por sua pr¨®pria vontade. Assimo eu queria que voc¨º fizesse desde o in¨ªcio. E eu lentamenteecei a vero isso se encaixava perfeitamente suas a??es dentro do cofre at¨¦ agora. estava tentando me fazer atac¨¢ o tempo todo, querendo que eu mesmo ca¨ªsse sobre a espada. Mas isso significava¡­ ¡°Significa que esta era a pe?a que faltava¡±, respondeu. ¡°Selene fez o poss¨ªvel para tornar a maldi??o quaseo um?o impr¨¢vel; algo que basicamente garantiria sua prote??o contra mim. Para quebr¨¢, tive que derramar sangue de uma das crian?as mortais, e faz¨º-lo p espada que primeiro forjou a maldi??o. Mas a maldi??o estipva que eu n?o poderia derramar seu sangue diretamente. Portanto, parece imposs¨ªvel, um ciclo intermin¨¢vel de incapacidade depletar os requisitos. Exceto que, ao longo dos muitos anos, eu finalmente teorizei duas maneiras de contornar isso. Maneiras que eu acho que nem Selene considerou quando inicialmente criou esse enigma idiota¡± ent?o moveu a lamina e segurou a ponta no meu peito. ¡°A primeira maneira que pensei foi usar uma das crian?as. Voc¨ºs todos, por procura??o, seguram um peda?o de mim dentro de voc¨ºs, ent?o se eu tivesse um de voc¨ºs derramando o sangue de outro em meu nome, isso significaria, teoricamente, que eupletei os crit¨¦rios para quebr¨¢-lo. Tamb¨¦m parecia ser o m¨¦todo mais f¨¢cil se eu pudesse fazer que todos se ligassem.¡± Ent?o foi assim que teve sucesso na minha primeira vida. fez Aleric acabarigo, me incriminando por um crime que era pun¨ªvel a morte e esperou que a espada cerimonial fosse usada. Com Cai e eu ambos mortos, e a maldi??o quebrada, teria sido f¨¢cil acabar Aleric sozinha. teve que ser extremamente cuidadosa esse m¨¦todo, e provavelmente foi por isso que demorou tanto para faz¨º-lo. Se me matasse sem quebrar a maldi??o, teria sido incrivelmente dif¨ªcil para acabar Aleric. Ele teria se tornado quase intoc¨¢vel sem outras linhagens sobreviventes. ¡°Mas voc¨º pareceu descobrir esse no uma vez que Selene se envolveu e lhe mostrou nosso passado. Uma surpresa at¨¦ mesmo para mim, dada a avers?o d ¨¤ interven??o. Independentemente disso, eu fiz o meu melhor para fazer voc¨º desconfiar d, para fazer voc¨º ligar os outros apesar disso, mas evidentemente, n?o foi o suficiente. Fui for?ado a desistirpletamente dessa estrat¨¦gia quando voc¨º percebeu que na verdade era eu manipndo voc¨º o tempo todo.¡± ¡°E o segundo¡­¡± eu ofeguei, minha respira??o se tornando mais superficial ¨¤ medida que eu ficava mais fraca. ¡°A segunda foi colocar uma das crian?as no meio do seu ataque, certo? Aceitar de bom grado o golpe da espada, mesmo que voc¨º n?o esteja direcionando intencionalmente para eles.¡± ¡°Correto.¡± ¡°E agora, ent?o?¡± Eu perguntei fracamente. ¡°O que voc¨º vai fazer uma vez que voc¨º recuperou seu poder de Eu?¡± ¡°Estou pegando mais do que apenas ¡®meu¡¯ poder de volta,¡± disse, agachando-se at¨¦ o n¨ªvel dos olhos. ¡°Estou pegando aquele peda?o de Selene tamb¨¦m, arrebatando-o antes que possa vir para recuperar sua alma. Sua afinidade a profecia sempre foi muito melhor do que a minha, uma prova deo se manifesta dentro de voc¨º, um mero mortal. Os outros dois n?o ter?o muita chance quando eu adquirir isso.¡± 1 teria controle total sobre isso ao contr¨¢rio de mim? Ver o futuro sempre foi imprevis¨ªvel e eu acabei de aceitar que era algo que eu nunca teriaando. Thea, por outrodo, tendo nascido o poder, provavelmente teria a for?a necess¨¢ria para aproveit¨¢-lo do jeito que precisava ser. E estava certa. Aleric e Cai realmente n?o teriam chance contra um inimigo que pudesse prever cada movimento seu. Especialmente agora que a maldi??o foi quebrada. Eles estavam praticamente mortos assim que eu sa¨ª . Thea ent?o se levantou, me tirando dos meus pensamentos, e rapidamente posicionou a ponta da espada contra o meu peito mais uma vez. ¡° Algumas ¨²ltimas pvras?¡± perguntou. E eu olhei para o rosto d. Bem, j¨¢ que eu ia morrer de qualquer maneira . . . . Cap铆tulo 92 Cap¨ªtulo 92 Cap¨ªtulo Noventa e Dois ¡°Minhas ¨²ltimas pvras?¡± Eu perguntei, minha respira??o pesada. ¡ª ¨¦¡­ acho que tenho algo a dizer. Ou pelo menos, eu tenho algo para fazer. ¡°Foda-se¡±, eu cuspi. E isso, agarrei a lamina firmeza em minha m?o boa e a empurrei para tr¨¢s toda a minha for?a em um movimento r¨¢pido. Forte o suficiente para voar direto no rosto de Thea, mandando-a direto para o ch?o. Esperei um momento para ter certeza de que estava ca¨ªda antes de continuar jogando a espada em um canto o mais longe poss¨ªvel. Com duas m?os machucadas, era imposs¨ªvel empunh¨¢-lo, ent?o remov¨º-lopletamente do campo era melhor. Eu n?o perdi tempo depois disso. De alguma forma, embora eu ainda estivesse fraco, lentamente consegui me levantar. Eu tive que usar a parede para me apoiar, pressionando contra at¨¦ que eu pudesse ficar em minhas pr¨®prias pernas inst¨¢veis. No entanto, minhas pernas eram provavelmente o menor dos meus problemas atuais. Afinal, duas m?os gravemente danificadas e um ferimento de espada no ombro, a condi??o do meu corpo j¨¢ era terr¨ªvel. Apesar da minha situa??o sombria, por¨¦m, eu estava grato por uma coisa, pelo menos. Grata por n?o ter previsto meu ataque. Eu percebi o fato de que estava agindoo se j¨¢ tivesse vencido. Seu aperto estava solto, mal tentando segur¨¢-lo firme contra o meu peito, e isso custou a . Um erro nascido de seu excesso de confian?a. ¡°Sua vadia¡±, gritou, voltando a ficar de p¨¦. Mas eu n?o esperei Imediatamente, dei um passo ¨¤ frente e a chutei diretamente no peito toda a minha for?a, fazendo- a voar direto para a parede oposta. ¡­E tudo instantaneamente bn?ou ao meu redor. Como se as paredes fossem criaturas vivas. Eu queria vomitar. FOCO Antes que eu pudesse cair, eu rapidamente joguei minha perna para odo e me estabilizei, permitindo- me um breve momento para me equilibrar novamente. ¡°Voc¨º acha que isso ser¨¢ suficiente para me machucar?¡± Eu a ouvi dizer de algum lugar na minha frente. E isso, de repente, um golpe foi dado no meu rosto, uma dor pungente substituindo onde sua m?o estava¡­ e, antes que eu soubesse o que estava realmente acontecendo, o ch?o parecia muito mais perto do que eu me lembrava. Eu estendi meu bra?o, agarrando a parede desesperadamente, e felizmente me impedi de cair completamente no ¨²ltimo segundo. ¡°Voc¨º acha que uma crian?ao voc¨º ¨¦ digna de uma coisa dessas?¡± continuou. ¡­ E foi seguido por mais um golpe. Desta vez foi um chute nas minhas costs que for?ou todo o ar para fora dos meus pulm?es¡­ e um gosto met¨¢lico encheu minha boca. ¡®*¡°¨¦ um bom no¡­ mas voc¨º precisa se adaptar melhor,¡¯*¡¯ | de repente ouvi a voz de Aleric dizer na minha cabe?a. Foram as pvras que ele me disse no dia em que est¨¢vamos treinando no gin¨¢sio, um eco de uma mem¨®ria distante agora . Digitalizado CamScanner *Voc¨º n?o pode esperar que a outra pessoa fique ali parada e n?o contrarie. Voc¨º precisa pensar mais ¨¤ frente. Visualizeo seu oponente se mover¨¢.¡±** Mas era mais f¨¢cil fr do que fazer quando j¨¢ estava consumindo toda a minha energia para n?o desmaiar. Eu poderia esquecer de usar qualquer uma das minhas habilidades para sentir seus movimentos agora. Eu teria sorte se de alguma forma conseguisse sobreviver aos pr¨®ximos minutos sozinho. Embora eu n?o pudesse deixar de pensar que era um pouco ir?nico. Como, de todos os momentos para recordar essa mem¨®ria, eu estava lembrando daquele dia na academia agora. Porque, assimo Aleric estava durante aqu luta de treino, eu agora tamb¨¦m n?o tinha mais uso das minhas m?os. Com um polegar deslocado e outro cortes da lamina da espada embutidos, era quaseo se os pap¨¦is estivessem invertidos. Embora, obviamente, eu preferisse que minhas m?os fossem algemadas atr¨¢s das costas, em oposi??o ¨¤ minha atual situa??o dolorosa ¡­ Mas talvez essa tenha sido a raz?o exata de eu ter desenterrado a mem¨®ria. S¨® mais um pouco. Eu queria sobreviver¡­ por mais um pouco. E ent?o eu me empurrei para fora da parede, imediatamente virando meu corpo quando a vi se mover para outro golpe, e por pouco consegui me esquivar de seu ataque. Mais uma vez, parecia que havia me subestimado severamente e ficou surpresa minha r¨¢pida evas?o. Na verdade, tinha me subestimado tanto que nem esperava que eu usasse seu pr¨®prio impulso contra , chutando sua perna debaixo de sua estocada no meio e mandando-a voando de volta para o ch?o. Era a mesma tica que Aleric tinha usado uma vez contra mim. Passei tanto tempo tentando venc¨º-lo naquele dia que devo ter aprendido alguns de seus truques no processo. Mas a mudan?a teve um custo, por¨¦m, que imediatamente teve seu pre?o quando a s inteira come?ou a bn?ar mais uma vez. Pior ainda, foi seguido logo depois por manchas de pontos pretos quee?aram a nur minha vis?o. Eu n?o seria capaz de manter isso por muito tempo. Meu corpo j¨¢ tinha passado do limite. ¡°Seu est¨²pido¡­¡± Theae?ou, puxando a perna para cima no que teria sido uma tentativa de me chutar do ch?o. Mas eu rapidamente pulei para longe o mais r¨¢pido que pude. Embora, isso acabou sendo talvez um pouco r¨¢pido demais. O pux?o repentino no meu corpo me fez estremecer de dor e agarrei meu ombro, os dentes cerrados. ¡°O suficiente!¡± Thea rugiu, agorapletamente furiosa. ¡­ E eu cautelosamente dei outro passo para tr¨¢s para estar seguro. Seus olhos estavam cheios de mal¨ªcia quando voltou a ficar de p¨¦. Tanta raiva¡­ tanto ¨®dio. Era como se quisesse a minha morte mais do que queria a de Selene naquele momento. Eu podia sentir a pura frustra??o e agress?o saindo d em ondas. *Esta foi a criatura dentro da minha cabe?a todos esses anos. ¡°Por que voc¨º est¨¢ prolongando o inevit¨¢vel? Voc¨º acha que pode realmente ganhar contra mim? Na sua condi??o?¡± zombou E eu mal desviei de outro golpe no meu rosto, evitando-o por nem um cent¨ªmetro quando o punho d passou voando pelos meus olhos. Eu n?o respondi, em vez disso, apenas rebati silenciosamente o ataque chutando o joelho d para odo, concentrando tudo apenas na minha vontade de continuar. O movimento foi fraco, mas pelo menos a for?ou a se agachar para evitar bater no ch?o novamente. Infelizmente para mim, por¨¦m, n?o deixou que isso a detivesse por muito tempo. Em vez disso, aproveitou a nova posi??o e a usou para tentar me contra-atacar, desta vez mirando nas minhas cans na tentativa de finalizar o ch?o. Se conseguisse me derrubar, n¨®s dois sab¨ªamos que a luta terminaria. Eu n?o teria for?as para me levantar novamente. Owned by N?velDrama.Org. E, embora eu tenha acabado pndo sucesso para tr¨¢s para evitar seu ataque, rapidamente percebi que tinha feito exatamente isso de qualquer maneira . Xeque-mate. Se seu ¨²ltimo ataque me atingiu ou n?o, n?o importava. N?o, estava apenas apostando que eu estava muito ferido para ter qualquer no??o real de consci¨ºncia espacial, pndo para longe d at¨¦ que minhas costas de repente foram pressionadas contra o canto. ¡­ Eu estava preso. ¡°Responda-me!¡± exigiu e deu outro soco em mim. ¡­ Mas eu me movi rapidamente, trazendo minha m?o cortada na frente do meu rosto e agarrando seu punho antes que ele pudesse fazer contato. E,o resultado, pude sentir os cortese?arem a sangrar mais uma vez. ¡°Voc¨º continua¡­¡± eu tentei dizer entre respira??es, meu corpoe?ando a cair. Meu aperto em sua m?o j¨¢ tinha afrouxado, me for?ando a solt¨¢. ¡°Voc¨º continua me subestimando¡­ por causa do que eu sou. Porque¡­ porque voc¨º acha que ¨¦ melhor do que n¨®s. ¡°Se voc¨º acha que somos iguais, est¨¢ muito enganado. Possuir um peda?o de um Deus n?o o torna melhor do que voc¨º ¨¦. O fato de voc¨º ter tentado lutarigo assim ¨¦ prova de qu?o delirante voc¨º ¨¦.¡± ¡°Mas eu n?o estava¡­¡± eu disse fracamente, agorae?ando a escorregar em dire??o ao ch?o. ¡°Eu n?o estava tentando ganhar, Thea. Eu sabia que tinha acabado¡­ no momento em que voc¨º puxou aqu lamina de volta de mim. ¡°Ent?o eu n?o entendo. Qual era o ponto em me atacar? Causando a si mesmo mais dor desnecess¨¢ria?¡± ¡°O ponto era¡­ o ponto era distra¨ª-lo¡­ mant¨º-lo aqui¡­ Apenas o tempo suficiente para¡­¡± E ent?o o som estrondoso de passos de repente explodiu do topo da escada, uma melodia de rosnados para panh¨¢-lo. Eu nunca tinha ouvido uma m¨²sica t?o doce antes. Uma m¨²sica apropriada para morrer. Era o som dos aliados¡­ o som da minha matilha. Brayden tinha feito exatamente o que eu esperava que ele fizesse. Ele reuniu uma unidade de ataque. N?o apenas alguns guerreiros perdidos que estavam no andar de cima¡­ mas uma for?a real, com n¨²meros substanciais o suficiente para ser capaz de lidar algu¨¦mo Thea. Significava que ele tinha descoberto que eu estava nejando atras¨¢. E um pequeno sorriso surgiu em meus l¨¢bios enquanto o rosto de Thea lentamente se transformava em horror, a percep??o de sua situa??o agora surgindo n. pode possuir for?a muito maior do que qualquer Alfa, mas mesmo n?o seria capaz de se defender contra um ex¨¦rcito de guerreiros lobos treinados. N?o em uma ¨¢rea fechada t?o pequena como esta. ¡­Seu movimento, Thea. olhou fricamente entre onde eu estava sentado e onde eu s¨® podia supor que sua passagem secreta estava localizada. Erao se eu pudesse v¨º tentando calcr o tempo necess¨¢rio para completar cada tarefa em sua cabe?a, as engrenagens se movendo rapidamente para descobrir o que deveria fazer¡­ e teria me feito rir se eu pudesse fisicamente | j¨¢ sabia que se tivesse tempo para me matar agora, provavelmente estaria cercada por lobos ao terminar o trabalho. Mesmo quase morto, eu n?o ia facilitar as coisas para ; algo que deveria ter percebido agora. Eu me contorcia e me esquivava o m¨¢ximo poss¨ªvel apenas para fazer valer cada segundo. Digitalizado CamScanner O que significava que tinha que colocar sua f¨¦ em mim morrendo de meus pr¨®prios ferimentos. Era a ¨²nica maneira de utilizar o tempo necess¨¢rio para escapar. No entanto, para algu¨¦mo Thea, eu sabia que at¨¦ isso seria terrivelmente dif¨ªcil para . A ¨²nica pessoa em que Thea realmente confiava era Thea; mesmo que fosse apenas para confiar em mim para morrer de les?es imposs¨ªveis de se recuperar. E cada segundo passando, tinha talvez um minuto antes que minha moch descesse todos aquelesnces de escada. ¡°Melhore?ar a correr. Thea,¡± eu sorri. Mas tinha outros nos. imediatamente se abaixou e agarrou um dos meus tornozelos, agora determinada a me arrastar com . Era quase suicida perder tempo fazendo algo assim. Algo que certamente tinha que perceber, especialmente porque a unidade estava t?o perto. ¡°O que voc¨º est¨¢¡­?¡± Comecei a perguntar antes de usar meu outro p¨¦ para chutar a m?o d. Foi a ¨²ltima gota de energia que consegui reunir, mas felizmente foi o suficiente para me libertar. Parecia que at¨¦ Thea estava surpresa por eu ter o suficiente em mim para isso, sua raiva apenas queimando ainda mais. Na verdade, se a apar¨ºncia por si s¨® pudesse matar, n?o haveria uma raz?o para o atual dilema de Thea. Para algu¨¦m um rosto t?o bonito normalmente, aqu carranca certeza n?obinava . A verdadeira quest?o agora era por que tentaria me trazer ..? Para tentar algo t?o imprudente? N?o a menos que¡­ N?o a menos que precisasse do meu corpo tamb¨¦m. Que minha morte sozinha n?o seria suficiente para recuperar seu poder. Bem ent?o. Parecia que eu tinha conseguido tirar de sua t?o esperada vit¨®ria. Meu ¨²ltimo esfor?o para det¨º pode ter sido muito mais eficaz do que eu pretendia inicialmente. Talvez minha morte n?o fosse oe?o do fimo eu pensava inicialmente. N¨®s nos encaramos em sil¨ºncio por um momento, nossos rostos resolutos enquanto n¨®s dois nos recusamos a deixar o outro conseguir o que eles queriam. Mas ao contr¨¢rio de Thea, eu n?o estava jogando um jogo t?o ruim quanto o d. Para , a situa??o estava ficando mais perigosa ¨¤ medida que cada segundo passava. Mas, no final, resultou do jeito que eu pensei que seria. Uma onde, finalmente, uma ¨²ltima maldi??o cuspida em minha dire??o, disparou para onde uma pilha de caixas estava no canto, empurrando-as para odo e desaparecendo atr¨¢s ds. ¡­ Finalmente, se foi. Soltei um suspiro de al¨ªvio quando saiu e deitei olhando para o teto. E toda vez que eue?ava a sentir que estava me soltando, eu rapidamente voltava ¨¤ consci¨ºncia. Eu ainda queria ficar l¨¢¡­ por um pouco mais. Aqu mem¨®ria de antes ainda estava dan?ando na minha mente; aquele que me ajudou a lutar contra Thea por tanto tempo quanto eu. Eu estava t?o relutante em concordar em treinar Aleric naquele dia e ainda assim acabou sendo a coisa que possivelmente salvou milhares de pessoas. Agora eu nem teria a chance de dizer a ele ou agradec¨º-lo. Eu ganhei aqu luta tamb¨¦m¡¯, eu lembrei um pequeno sorriso. Lembro-me de gritar de alegria sobre o qu?o feliz eu estava por derrub¨¢-lo. E eu me lembro¡­ eu me lembro deo foi a maior emo??o que senti em anos Que, naquele momento, foi um lembrete deo eu ainda era forte apesar de tudo; apesar da coleira e da minha situa??o E, enquanto eu continuava a refletir, me lembrei de outra coisa tamb¨¦m. Algo que eu enterrei nos ¨²ltimos meses. Lembrei-me do que aconteceu logo ap¨®s aqu partida. ¡­ Como nos beijamos . O que teria acontecido se eu n?o tivesse adormecido naquele dia? Se eu voltasse a fr ele e resolvesse as coisaso eu queria? Nunca teria havido um mal-entendido sobre Lucy, nenhuma confus?o sobre a morte de meus pais¡­ Eu nunca teria cedidopletamente a Thea devido aos meus sentimentos de tristeza e trai??o. Pensando agora, foi a voz d gritando para eu me afastar dele naquele dia, enchendo minha cabe?a imediatamente d¨²vidas. Mas ent?o¡­ isso n?o significava que os sentimentos que eu tinha por ele eram genu¨ªnos durante aquele momento? Acho que n?o ia descobrir. Mas se eu tivesse sorte¡­ talvez, apenas talvez, eu pudesse v¨º-lo uma ¨²ltima vez se ele chegasse a unidade de ataque. Aquilo foi pedir demais? Querer morrer a confirma??o de que ele n?o me detestava por minhas a??es? Que, mesmo nos meus ¨²ltimos momentos, ele n?o perdeu a f¨¦ em mim apesar de tudo que eu fiz¡­ apesar de ser mais do que eu merecia? Mais do que eu j¨¢ fiz por ele em qualquer vida¡­? Eu o deixei se tornar sua pr¨®pria destrui??o na primeira vez, fraco demais para salv¨¢-lo de Thea. Eu o desprezei por anos por causa das coisas que ele fez que estavam fora de seu pr¨®prio controle. E, ao contr¨¢rio dele, eu tinha perdido todos os sinais ¨®bvios. Os sinais que ele imediatamente percebeu dentro de mim; a raiva, oportamento precipitado¡­ sua incapacidade de sentir o v¨ªnculo do companheiro. Porque todos eles estiveram l¨¢ da primeira vez¡­ Eu apenas presumi erroneamente que era puramente porque ele me odiava tanto. Ele se tornou um monstro naqu vida,pletamente irreconhec¨ªvel do homem que eu conhecia hoje. Uma criatura de puro ¨®dio e desejo de adquirir poder. Agora, sabendo exatamenteo era a influ¨ºncia de Thea, era uma maravilha que ele se mantivesse t?o bem quanto durante os quase dez anos em que esteve envolvido . Eu vivi apenas tr¨ºs e j¨¢ sucumbi a quase matar todos . E, no entanto, os pap¨¦is invertidos, ele nunca duvidou de mim nesta vida. Ele continuou lutando, continuou acreditando que o que quer que me fez ficar assim, n?o era realmente minha culpa. Que eu ainda era eu no fundo¡­ em algum lugar. Algo que at¨¦ Cai tinha desistido. Ele pode n?o ter sido capaz de consertar o que Thea fezigo¡­ mas ele me salvou. Salve-me de mim mesmo¡­ e salve os outros de mim. Ele vinha fazendo isso desde quase oe?o tamb¨¦m. In¨²meras vezes ele me impediu deeter erros base em emo??es negativas, rapidamente se tornando o ¨²nico a realmente chegar at¨¦ mim; uma tarefa na qual at¨¦ meu pai e Cai falharam anteriormente. Ele tinha sido uma voz da raz?o para me chamar a aten??o para o meu enx¨¢g¨¹e, nunca tendo medo de intervir se ele achasse que eu tinha ido longe demais. Era o tipo de coisa que eu poderia ter usado mais depois de ceder ao¡­. ainda assim eu o aprisionei. Se eu tivesse confiado nele antes, se eu o tivesse julgado base no homem que ele realmente era, em vez de continuar acreditando que ele inevitavelmente se tornaria a mesma pessoa que eu conhecia. Talvez eu pudesse confiar nele antes e evitar que tudo isso ficasse t?o confuso. ¡°Eu sinto Muito.¡± Eu sussurrei, fechando meus olhos. Eu queria seu perd?o enquanto mergulhava na escurid?o; por sair agora e faz¨º-lo pegar a luta na minha aus¨ºncia. Deixando para tr¨¢s um mundo onde eu, mais uma vez, n?o consegui salv¨¢-lo de Thea. ¡°Desculpe ¡­ ¡± Lamentei Cai tamb¨¦m. Eu transformei um homem bom que uma vez s¨® via o bem nos outros, em algu¨¦m que odiava at¨¦ mesmo me ver. Por um tempo, ele foi meu melhor amigo¡­ algu¨¦m que eu amava e confiava. Se n?o fosse por ele, eu teria seguido os mesmos passos que me levaram a me tornar outra Luna d¨®cil. Quem sabia onde eu estaria agora se ele n?o tivesse me mostrado que eu poderia ser mais. Que eu era mais forte do que os outros me viu o . ¡°¨¢ria.¡± Ouvi uma voz gritar perto. Os guerreiros chegaram. Eles precisariam se apressar se quisessem pegar Thea. Eu sabia que eles seriam capazes de rastrear seu cheiro atrav¨¦s da passagem escondida sem problemas, mas eles teriam problemas para encontr¨¢ se conseguisse sair. Com sua habilidade, seria muito f¨¢cil para se esconder uma vez que estivesse de volta em um espa?o aberto. ¡°¨¢ria!¡± ¡°¡­ me desculpe,¡± eu respondi fracamente, incapaz de abrir meus olhos novamente. ¡°Eu n?o era¡­ eu n?o era forte o suficiente.¡± ¡°Mantenha-se firme.¡± Mas era tarde demais para isso. ¡®Aguentar-se¡¯ implicava que havia uma chance de sobreviv¨ºncia, coisa que nenhuma pessoa era capaz de fazer. Todos sabiam que os efeitos da prata eram impiedosos. ¡°Proteja¡­ o necrot¨¦rio¡±, foi tudo o que consegui dizer meu ¨²ltimo suspiro. Meu ¨²ltimo e ¨²ltimo aviso para ajud¨¢-los em sua futura batalha. E eu me deixei rxar, a dor finalmente desligando quando cedi ¨¤ escurid?o que me envolvia. Eu n?o consegui meu ¨²ltimo desejo, mas talvez isso fosse justo. Eu n?o merecia a absolvi??o que desejava. Eu n?o tinha feito nada que valesse a pena receber aqu b¨ºn??o. Pelo que valeu a pena, por¨¦m, eu n?o poderia estar muito decepcionado meu estado atual. Afinal, meus arrependimentos e culpa me disseram uma coisa no meu momento final. ¡­ Isso me disse que eu realmente ainda era capaz de me importar. Que eu realmente ainda era eu mesma¡­ no fundo. Cap铆tulo 93 Cap¨ªtulo 93 Cap¨ªtulo Noventa e Tr¨ºs ¡­O que diabos ¨¦ isso? Eu deveria estar morto. Eu sei que deveria estar. Recebi um golpe letal no ombro prata. Ningu¨¦m poderia sobreviver a isso. E ainda¡­ E ainda assim eu n?o pude deixar de notar que, se eu estivesse morto, ent?o o Abismo cheirava estranhamenteo um quarto de hospital. Uma nova reforma que eles devem ter adicionado desde a ¨²ltima vez que visitei. Todo o meu corpo do¨ªa, todo lugar parecia¡­ frio. Exceto por um lugar. Minha m?o. Minha m?o direita estava quente empara??o o resto de mim. Ent?o, se eu n?o estou morto¡­ ent?o que tipo de interven??o Selene fez dessa vez? Foi no mesmo ano ou me trouxe de volta a uma ¨¦poca anterior? Honestamente, n?o me surpreenderia se tivesse me mandado embora sem nem mesmo me dizer. Afinal, tentei mat¨¢ da ¨²ltima vez que nos encontramos cara a cara. Isso provavelmente n?o instilou o desejo de conversar e conversar. Embora quantas vezes poderia fazer isso sem se destruirpletamente? Eu tinha visto o jeito que Selene ficou depois de me reviver p primeira vez¡­ basicamente se desvaneceu de exaust?o. Sabendo o que eu sabia agora, eu tinha certeza de que j¨¢ havia usado tudo o que podia poupar. Mas se eu estivesse vivo¡­ isso n?o significava que eu poderia avisar os outros? Contar a eles tudo o que aprendi? E esse pensamento, todos os eventos passados de repentee?aram a invadir-me por dentro. As coisas que Thea me contou, a luta, a dor¡­ tudo isso. O peso das mem¨®rias finalmente me atingiu e eu senti meu rosto estremecer sob sua lembran?a brutal. Resfriado. Minha m?o de repente parecia mais fria agora. Como se o que quer que estivesse aquecendo tivesse desaparecido. ¡° Uma ria. Voc¨º est¨¢ acordado ? ¡± Era uma voz que eu conhecia. E minha respira??o ficou presa na garganta, al¨ªvio instantaneamente me inundando. Ent?o, eu realmente estava viva¡­ e ele estava aqui. Apesar de todos os meus fracassos, de alguma forma eu recebi meu ¨²ltimo desejo, afinal. Eu lentamente abri meus olhos e me virei para ver Aleric aodo da minha cama. Eu nunca tinha visto uma vis?o mais doce. S¨® que ele parecia cansado. Seu cabelo preto e onddo fora do lugar, aparecendo da mesma forma de quando ele foi acordado muito cedo. Embora, considerando todas as coisas, isso realmente n?o me surpreendeu. Ele provavelmente estava liderando a busca por Thea pelo tempo que eu estava aqui. ¡­ Mas isso significaria que eu ainda estava em meu pr¨®prio tempo presente, diminuindo a chance de Selene estar envolvida. Que ent?o ainda implorou a pergunta¡­ ¡°¡­ Como estou vivo. . . ? ¡± | perguntou, minha voz pouco mais alta que um sussurro. Ele n?o pareceu surpreso ou surpreso a minha pergunta. Uma rea??o que me disse que ele provavelmente sabia t?o bem quanto eu que minha sobreviv¨ºncia n?o deveria ter sido poss¨ªvel. ¡°Acho que voc¨º pode chamar de mgre m¨¦dico¡±, ele respondeu . ¡°Um que voc¨º pode agradecer ao seu antigo cr de prata.¡± ¡° Minha¡­ coleira? ¡± Eu perguntei, f r possuindo. Talvez eu realmente estivesse morto, pois isso teria feito mais sentido do que o que ele acabou de dizer. ¡°Os m¨¦dicos tamb¨¦m est?o muito confusos, mas todos parecem concordar que o cr ¨¦ a causa mais prov¨¢vel de sua sobreviv¨ºncia¡±, disse ele, ¡°Eles pensam que, porque voc¨º foi exposto ¨¤ prata o dia todo, e todos os dias , por um per¨ªodo de tempo, seu corpo construiu uma esp¨¦cie de¡­ resist¨ºncia natural aos efeitos do envenenamento. Quantidades de vest¨ªgios devem ter entrado em seu sistema atrav¨¦s da irrita??o que deixou em sua pele.¡± Quando o ¨¦lder Luke disse uma vez que os efeitos da exposi??o prolongada ¨¤ prata eram desconhecidos, acho que ningu¨¦m teria previsto isso. Isso era¡­pletamente in¨¦dito. ¡°Eu sou imune¡­ ¨¤ prata?¡± ¡°Prata ¡®envenenamento''¡±, ele corrigiu. ¡°E, n?o, n?o inteiramente. Apenas uma resist¨ºncia melhor. Acho que ¨¦ mais ou menoso quando as pessoas se submetem regrmente a baixas doses de veneno se lidam animais pe?onhentos. Faz que os efeitos n?o sejam t?o ruins se eles forem mordidos.¡± ¡°Eu n?o¡­¡± |e?ou, mas n?o tinha certeza do que dizer. Eu estava t?o confuso¡­ mas ao mesmo tempo, nada disso parecia poss¨ªvel, mesmo que fosse verdade. ¡°Eu vi o sangue¡­ havia muito disso. Demais para sobreviver.¡± ¡°N?o me lembre,¡± ele disse, seus olhos se estreitando a mem¨®ria. ¡°Honestamente, eu nunca me senti t?o doente em toda a minha vida antes quando eu vi voc¨º apenas deitada l¨¢, sem vida enquanto seu sangue embelezava as paredes e o ch?o.¡± Ele ent?o fez uma pausa e respirou fundo antes de continuar. ¡°¡­ Mas, dito isso, voc¨º conseguiu come?ar a se curar antes que se tornasse irrevers¨ªvel. Na verdade, quando cheguei os outros, voc¨º j¨¢ havia parado a maior parte do sangramento por conta pr¨®pria. ent?o acho que foi sorte eu ter conseguido tirar as algemas ent?o. Resist¨ºncia ou n?o, eu n?o teria sido capaz de usar minha cura natural acelerada se n?o tivesse tomado medidas extremas para remov¨ºs. ¡°Mas isso n?o quer dizer que voc¨º n?o quase morreu, Aria¡­¡±, disse ele, uma pequena ruga se formando entre suas sobrancelhas. Cham¨¢-lo de perto seria um eufemismo grosseiro. Nos ¨²ltimos dias, voc¨º passou por v¨¢rias cirurgias e uma transfus?o de sangue para consertar o que seu corpo n?o conseguiu fazer sozinho para se estabilizar. Voc¨º ainda vai se recuperar por mais algumas semanas.¡± | olhou para a parede,pletamente em choque tudo o que ele estava me dizendo. Se o que ele estava dizendo era verdade ent?o¡­. ¡°Ent?o¡­ estou vivo por causa de Tytus e do Anci?o Nathaniel?¡¯ Pvras que nunca pensei que diria na minha vida. De alguma forma, sua abordagem b¨¢rbara de me aprisionar em prata, for?ando-me a sofrer a humilha??o e queimando por mais de um ano, tornou- se a ¨²nica coisa que me permitiu viver. Se eu ainda acreditasse em nos divinos, eu teria usado isso como um excelente exemplo, Ao meudo, ouvi Aleric ent?o rir baixinho, chamando minha aten??o ao ver que ele tinha um pequeno sorriso. Ele provavelmente percebeu o qu?o absurdo tudo isso soava tamb¨¦m. .. . E, no entanto, n?o pude deixar de doer um pouco ao v¨º-lo fazer isso; para ver seu sorriso. E pensar que quase nunca mais vi isso. ¡°Sim algo assim.¡± ¡°E¡­ e eu n?o estou morto,¡± | reiterado. ¡°¡­ N?o est¨¢ morto.¡± Algumas coisas talvez estivessem al¨¦m da interfer¨ºncia de Selene. As chances de isso acontecer pareciam¡­ astron?micas. Cuidadosamente, eu fechei minha m?o direita em um punho para testar o quanto havia curado. Ao contr¨¢rio do resto dos meus ferimentos, o deslocamento foi provavelmente o mais f¨¢cil de consertar, j¨¢ que nenhuma prata estava envolvida. E, depois de mais algumas verifica??es, fiquei satisfeito ao sentir que basicamente estavapletamente curado. Bom¡­ porque havia muito trabalho a fazer. Ou seja, eu queriae?ar a trabalhar tudo o que me lembrava antes de esquecer. Especialmente quando as informa??es inclu¨ªam teorias de, n?o apenaso a habilidade de Thea provavelmente funcionava, mas tamb¨¦mo possivelmentebat¨º. Eram coisas que eu consegui descobrir durante a nossa luta. Era a ¨²nica raz?o p qual eu tinha sido capaz de esconder meu no d, o ¨²nico que a protegia por tempo. Caso contr¨¢rio, eu tinha certeza de que poderia ter se intrometido na minha cabe?a para descobrir o que eu estava fazendo. N?o,o todas as coisas, n?o era perfeita. E sua arrogancia me deu mais pistas apenas em um encontro de dez minutos sozinho do que em todos os quatro anos que eu a ca?ava. Infelizmente, a maneira de mant¨º fora da minha mente n?o seria f¨¢cil. Na verdade, se minhas teorias estivessem corretas, talvez n?o fosse poss¨ªvel por um tempo; n?o enquanto eu estava me recuperando de qualquer maneira . Mas pelo que valeu, n?o foi de todo ruim e at¨¦ me senti um pouco satisfeito. Porque se eu me concentrasse o suficiente, ainda podia sentir aquele v¨ªnculo irritante dentro que costumava ser o lugar que eu confundia o meu ¡®eu passado¡¯. Eu poderia t¨º deixado entrar, permitindo que cavasse, mas tamb¨¦m era uma via de m?o du. Isso significava que eu poderia ter certeza de uma coisa muito importante. Eu tinha certeza de que saberia que eu tinha sobrevivido¡­ e ficaria chateada. Apesar das probabilidades imposs¨ªveis, apesar do resultado de nossa batalha, de alguma forma eu consegui cravar minhas garras o suficiente para viver¡­ e esse fato por si s¨® a estariaendo por dentro. ¡°¨¢ria?¡± Um leric ent?o perguntou, um pouco rmado quandoecei a me mover de repente. ¡°Voc¨º n?o deveria fazer isso¡­¡± Eu estava tentando me sentar na cama, mas imediatamente assobiei a dor no meu ombro. Eu queriae?ar a trabalhar o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Havia muito o que fazer. Mesmo que isso significasse apenas escrever minhas ideias at¨¦ que eu pudesse andar novamente ¡°Ajude-me¡­ ajude-me a sentar¡±, eu bufei, fazendo uma careta pelo esfor?o. Ele parecia menos do que satisfeito essa ideia, mas provavelmente assumiu que eu faria isso, quer ele me ajudasse ou n?o, e se levantou para ajudar. E parecia um pedido bastante inocente quando pensei nisso p primeira vez; pedindo a algu¨¦m para me ajudar a sentar. S¨® que eu rapidamente percebi meu erro quando o contato me fez lembrar da rev??o que eu tive logo antes de morrer. O que me fez dolorosamente consciente de qu?o perto seu corpo estava enquanto seu bra?o envolvia minhas costas, apoiando meu peso para me sentar ereto. ¡­ Que se eu virasse minha cabe?a agora, seu rosto estaria bem ali. Eu me peguei pegando pequenos detalhes que eu provavelmente n?o teria notado normalmente. Coisaso sua respira??o calma, o calor prando na minha pele de onde ele me segurava. No entanto, eu me perguntava se¡­. Ele prontamente terminou de me ajudar a levantar e estava prestes a se afastar, mas, antes que pudesse dar um passo, eu rapidamente belisquei sua camisa para paus¨¢-lo por um segundo. Foi uma rea??o reflexa que eu n?o esperava, encontrando-me buscando o conforto que sua presen?a me deu. Ter quase perdido para sempre me fez agora criticamente consciente do quanto eu ansiava por isso. ¡° ¡­ Aleric,¡± eu disse hesitante, incapaz de encontrar seus olhos enquanto eu olhava para minha m?o. Havia tantas coisas que eu queria dizer antes de morrer. Tanto que pensei que nunca conseguiria o Digitalizado CamScanner Cluple Nuitty Ihree chance de descobrir. Eu devia minha vida a ele e muito mais. Uma d¨ªvida que eu nunca seria capaz de pagar. E eu queria tanto me desculpar, descobrir se ele me odiava pelo que eu tinha feito ele. Ouvir dele que as coisas n?o forampletamente destru¨ªdas entre n¨®s, mesmo que isso tenha custado a sua rejei??o. ¡­ Porque, afinal, eu era o perigoso e imprevis¨ªvel agora. E, embora provavelmente estivesse errado da minha parte, eu queria saber que n?o tinha estragado tudo. ¡°¡­. Eu, umm¡­¡± foi tudo que eu disse, sem sabero dizer as pvras que eu precisava. ¡®*¡°No segundo em que voc¨º entrou nas cs, foio se toda a minha raiva e frustra??o tivessem evaporado imediatamente, **¡¯ foi o que ele me disse n?o muito tempo atr¨¢s. ¡®*¡°Quaseo se o mundo tivesse paradopletamente¡­ e s¨® existisse voc¨º.¡°*¡¯ Mas aquele¡­ aquele n?o era *ele*. Isso era apenas ele descrevendo os efeitos do v¨ªnculo do companheiro. Eu sabia muito bem o que era querer odiar algu¨¦m sob sua influ¨ºncia; ser aprisionado ps emo??es que o v¨ªnculo o for?a a sentir. Muitas vezes eu achava nojentoo isso poderia fazer voc¨º perdoar os atos mais hediondos. ¡­N?o, seria errado da minha parte explorar isso. Eu n?o podia simplesmente ignorar tudo o que tinha acontecido nos ¨²ltimos meses. Se eu fosse ele, gostaria de me odiar¡­ e isso significava que, se eu lhe pedisse uma resposta direta agora, possivelmente estaria tirando vantagem desse v¨ªnculo. .Quebrado.¡¯ ¡­Insano.¡¯ ¡­ Monstro. E eu inalei bruscamente, bn?ando minha cabe?a enquanto a influ¨ºncia de Thea elevava sua cabe?a feia dentro de mim. Um lembrete para parar essa cadeia de pensamentos imediatamente antes que eu me arrependa. Eu definitivamente me tornei um pouco melhor desde antes, mas obviamente n?o o suficiente. Eu ainda tinha um longo caminho a percorrer em minha jornada de recupera??o. Foi mais uma raz?o para evitar este t¨®pico por enquanto. Algo que precisaria esperar at¨¦ ! poderia processar todas as informa??es que eu tinha reunido e trabalhar em contrariar o que eu podia. Seria mais seguro para todos assim. ¡°Ari um ? ¡± ¡°Eu¡­ eu acho que as drogas est?o acabando,¡± eu menti, deixando-o ir. ¡°Eu avisei voc¨º para n?o se levantar. Vou chamar um m¨¦dico.¡± ¡°Espere¡±, eu disse, interrompendo-o. ¡°Isso s¨® vai me nocautear. N¨®s dois sabemos que ¨¦ mais importante discutir o que aconteceu Thea primeiro.¡± Ele parecia que ia discutir, mas hesitou, provavelmente percebendo que eu estava certa. Esta informa??o pode ser sens¨ªvel ao tempo e quem sabe quanto tempo a medica??o pode me fazer dormir. ¡°Brayden me contou um pouco sobre o que aconteceu, mas n?o foi muito ¨²til¡±, disse ele, cedendo ao meu pedido cerca de.¡± Oh, certo. Brayden n?o saberia sobre minha primeira vida, ou sobre as linhagens, ou mesmo o envolvimento de Thea Selene. A ¨²nica coisa que ele sabia era que eu tinha feito de Thea uma inimiga p¨²blica nacional. ¡®Ent?o ¨¦ muito pior do que ele foi capaz de lhe dizer¡¯, disse. ¡°Muito, muito pior. At¨¦ agora, Thea n?o conseguia me tocar; ou qualquer um de n¨®s, para esse assunto, diretamente. Foi causado por algum tipo de maldi??o sobre que Selene tinha armado para manter as fam¨ªlias originais seguras. Algo que tornou o jogo da espera um pouco mais f¨¢cil enquanto eu tentava desenterrar informa??es. Infelizmente para n¨®s, por¨¦m, agora conseguiu cumprir os requisitos para quebrar isso.¡± ¡°Ent?o¡­ todo esse tempo¡­¡± ¡° estava me usandoo um pe?o em seu nome¡±, respondi. ¡°Agora, n?o precisa mais confiar inteiramente nisso . ¨¦ capaz de entrar na arena por conta pr¨®pria. Significa¡­ Significa que nenhum de n¨®s est¨¢ seguro. Se conseguir colocar as m?os em um de nossos corpos¡­ acabou. ¡°¨¦ por isso que voc¨º disse para proteger o necrot¨¦rio.¡± E eu assenti. ¡°A primeira coisa que precisamos fazer ¨¦ refor?ar a seguran?a¡±, eu disse. ¡°Dada a apar¨ºncia de que voc¨º n?o dorme h¨¢ uma semana, estou assumindo que voc¨º n?o conseguiu encontr¨¢. N?o que eu esteja surpreso. ¨¦ muito boa em se esconder ¨¤ vista de todos. n?o estar¨¢ muito longe, por¨¦m, tenho certeza disso. Temos que estar sempre na defensiva¡±. Ent?o parei por um segundo, pensando em tudo o m¨¢ximo poss¨ªvel. ¡°¡­ A prop¨®sito¡­ conseguimos recuperar a velha espada cerimonial?¡± Mesmo que eu n?o tivesse certeza de por que Thea ainda precisaria d, isso n?o significava que a lamina ainda n?o era importante. Eu n?o podia ter certeza de que n?o tinha levado antes de fugir. ¡ª Aquele quem o esfaqueou? ele perguntou. ¡°Sim¡­ eles limparam e devolveram ao arm¨¢rio dentro do cofre.¡± Mordi o interior da minha bochecha. Eu me perguntei se¡­. No entanto, eu n?o consegui terminar meu pensamento, pois de repente uma nova onda de dor veio do meu ferimento no ombro. Eu estava blefando antes sobre o efeito das drogas, mas acho que isso rapidamente se tornou uma realidade . ¡°Estou bem,¡± eu disse, agarrando meu ombro. Embora ele obviamente n?o acreditasse em mim. ¡°N?o, muito ramente voc¨º n?o ¨¦¡±, disse ele. ¡°Voc¨º precisa se deitar.¡± ¡°Mas eu posso fazer um pouco antes-.¡± ¡°N?o.¡± Belongs to ? n0velDrama.Org. ¡°Mas, Aleric-.¡± ¡° Aria, pare,¡± ele disse, e ent?o imediatamente enfiou o dedo na minha testa para me empurrar de volta para a cama. Foi t?o inesperado que minha ¨²nica rea??o inicial foi congr, olhando para ele os olhos arregdos de surpresa. Poderia at¨¦ ter sido o suficiente para me manter quieta se outra onda de dor n?o tivesse atingido, resultante da sacudida abrupta no meu ombro. ¡°¡­ Isso doeu,¡± eumentei. ¡°Bom¡±, disse ele, inclinando-se sobre a cama para levantar uma sobrancelha para mim. Seu rosto dizia que ele estava sendo severo, mas seus olhos o denunciavam. Eu poderia dizer que ele estava rindo de mim um pouco por dentro. ¡°Voc¨º ¨¦ muito teimoso. Espero que voc¨º possa usar issoo um lembrete de exatamente por que voc¨º precisa se deitar.¡± ¡°Eu queria ajudar embora-.¡± ¡°Voc¨º n?o ser¨¢ muito ¨²til a longo prazo se n?o se der tempo para se curar adequadamente¡±, disse ele, Digitalizado CamScanner me cortando, 7f n?o por voc¨º, ent?o pelo resto de n¨®s Se o que voc¨º me disse ¨¦ verdade, significa que precisamos estar nos preparando para mais ataques f¨ªsicos no futuro agora. Voc¨º s¨® vai nos segurar se voc¨º se desgastar sem se curar primeiro.¡± E eu fechei minha boca novamente, n?o tendo mais argumentos para o que ele estava dizendo. Ele estava certo. Eu seria um passivo em minha condi??o. For?ar-me a trabalhar estava apenas atrasando o tempo que eu precisava para melhorar A melhor coisa que voc¨º pode fazer agora ¨¦ descansar. Curar. Precisamos de voc¨º for?a total se tivermos alguma esperan?a de superar isso. E eu cedi, aceitando que minha condi??o era provavelmente muito pior do que eu imaginava J¨¢ que isso parece ter finalmente entendido,¡± ele disse, se afastando, vou chamar um m¨¦dico agora. Imagino que n?o haver¨¢ mais obje??es? E eu bncei minha cabe?a. ¡°Tudo bem, ent?o.¡± E ele imediatamente saiu para buscar um m¨¦dico, assimo ele disse que faria. Ent?o parecia que eu realmente ia me recuperar por um tempo. Uma sensa??o estranha, j¨¢ que eu nunca tive uma les?o t?o ruim antes. As feridas que eu tive no passado nunca foram mais do que minha cura natural poderia lidar. Embora eu quisesse tantoe?ar a trabalhar o mais r¨¢pido poss¨ªvel, escrever tudo ee?ar a resolver mais o quebra-cabe?a, mas¡­ ramente, meu corpo tinha outros nos. Eu precisava aceitar que o primeiro passo da parar Thea significava deixar meu corpo se curar antes de qualquer outra coisa. Por muito tempo esteve sob m¨²ltiplos estresses e dores, constantemente exausto de ansiedade e medo. As feridas da espada eram apenas cosm¨¦ticas quandoparadas ao dano mental interno. E assim, antes que Aleric pudesse voltar o m¨¦dico, fechei os olhos de bom grado, tentando deixar minha sonol¨ºncia me levar de volta ao sono. Pode n?o estar no meu no original, mas agora se tornou necess¨¢rio. E, depois de um minuto, eu finalmente adormeci pacificamente o cheiro do perfume de Aleric ainda em minhas roupas Cap铆tulo 94 Cap¨ªtulo 94 Cap¨ªtulo Noventa e Quatro Uma semana. Eu aguentei uma semana antes dee?ar a ficar inquieto, me perguntando quanto tempo mais eu precisaria esperar antes que meu corpo finalmente pudesse lidar novamente. Mas certamente uma semana era tempo suficiente, certo? O suficiente para que eu pudessee?ar o que eu queria? E ent?o eu rapidamente peguei a prancheta no final da minha cama, aqu que era para o meu prontu¨¢rio m¨¦dico, e virei as p¨¢ginas parae?ar a escrever nodo em branco. ¡­ E eu fechei meus olhos, concentrando-me enquanto me entregava ao meudo antigo que sabia como criar uma estrat¨¦gia eficaz para um inimigo. Levou v¨¢rias horas ao longo de tr¨ºs dias antes que eu finalmente terminasse. Por seguran?a, eu s¨® trabalhava em pequenas jans todos os dias, optando por faz¨º-lo entre quando eu receberia outra dose de analg¨¦sico e quando eu precisaria me deixar dormir. Isso era algo delicado e eu sabia que precisava estar o mais rxado para funcionar. Quando terminei, era uma linha do tempo profunda de tudo desde que eu renasci. Corrcionando os diferentes eventos tudo que eu sabia que Thea tinha feito, e ent?o usando-os para teorizar por que tinha sido feito do jeito que tinha sido. Mesmo nos momentos em que n?o tinha feito algo, eu ainda era capaz de us¨¢-lo para entender melhor tudo. ¡­ Era isso. Este foi um guia 101 para Thea nos ¨²ltimos quatro anos Agora eu s¨® precisava ter uma reuni?o os outros para que eles soubessem. Algo que eu tinha certeza que Aleric ficaria menos do que satisfeito considerando que eu deveria ainda estar descansando. Foda-se. Eu sabia que a jan de tempo era perfeita. Esta seria minha ¨²nica chance at¨¦ amanh? . ¡­Sem mencionar, aqu coisa* finalmente chegou mais cedo. E ent?o eu joguei minhas pernas para odo da cama, me vestindo lentamente em algumas roupas normais, eecei a me dirigir para a s de reuni?es. Conhecendo Aleric, ele provavelmente estaria l¨¢ a esta hora do dia. ¡°Onde voc¨º est¨¢ indo?¡± uma voz ent?o disse atr¨¢s de mim, me fazendo pr de surpresa. | rapidamente se virou para ver Brayden l¨¢, bem dodo de fora do meu quarto de hospital. ¡°¡­ Para ver Aleric,¡± eu respondi, minha voz um pouco tensa ao v¨º-lo. Foi por causa dele. Se ele tivesse feito o que lhe foi dito, nada disso teria acontecido. Mas quando olhei para ele mais de perto, noteio ele parecia exausto. Ele tinha c¨ªrculos escuros sob os olhos e n?o tinha aquele ar confiante normal sobre ele que costumava me irritar tanto. ¡°Voc¨º n?o deveria sair do seu quarto¡±, disse ele. ¡°Aleric era bastante rigoroso isso.¡± ¡°Ent?o, voc¨º segue ordens agora?¡± | respondeu de volta um pouco friamente. *Respirar.* E eu suspirei, limpando minha cabe?a. Eu precisava lembrar que n?o havia raz?o para eu ficar raiva agora. Digitalizado CamScanner ¡°..Sinto muito , A ,¡± ele disse, seu rosto desmoronando um pouco , ¡°eu n?o senti. Eu n?o percebi. Eu s¨® queria impedi de fugir. Se eu soubesse que ia fazer isso voc¨º, eu nunca teria entrado em uma batalha. Eu me sinto mal.¡± ¡°N?o se desculpeigo,¡± eu disse. ¡°Apenas¡­ aprenda e fa?a melhor.¡± E isso, eu me virei, continuando de qualquer jeito para onde eu queria ir. ¡° W ¨C espere! Aria, s¨¦rio! Temos este lugar todo fechado porque voc¨º est¨¢ ferido . _ Voc¨º n?o pode simplesmente ir embora. Por favor. N?o quero que voc¨º se machuque novamente por minha causa. ¡°Brayden,¡± eu disse calmamente, virando-me para encar¨¢-lo. ¡°Pare Se eu achasse que n?o conseguiria lidar isso, ainda estaria na cama. Estou preso dentro de casa h¨¢ mais de uma semana . Se voc¨º est¨¢ tanto medo de Aler¨ªc , apenas me panhe at¨¦ a s de reuni?es . E ent?o ele fez exatamente isso, embora a contragosto. Chegando a dirigir ¨C me ele mesmo v¨¢rios outros mas n?o est¨¢ remando . Embora eu tivesse certeza de que Thea n?o me atacaria publicamente em plena luz do dia, isso n?o significava que as precau??es extras n?o fossem necess¨¢rias . ¡°¡­O que voc¨º est¨¢ tentando dizer?¡± Eu ouvi a voz de Aleric fr do outrodo da porta da s de reuni?es Eu segui o cheiro dele at¨¦ uma das ss de reuni?es menores e encontrei a porta entreaberta, permitindo que eu ouvisse l¨¢ dentro. ¡°Estou dizendo que devemos considerar escond¨º em outro lugar por um tempo,¡± a voz de Cai ent?o respondeu: ¡° Voc¨º est¨¢ basicamente usando todas as suas pessoas dispon¨ªveis para mant¨º segura agora. ramente , Thea sabe onde est¨¢ ou n?o continuaria enviando ataques desonestos ao longo da fronteira para dividir seu povo e enfraquecer suas defesas . N?o demorar¨¢ muito para que voc¨º esteja lutando uma batalha de dentro e de fora.¡± ¡°Eu n?o estou dizendo que voc¨º est¨¢ errado , mas- .¡± A voz de Aleric ent?o foi cortada abruptamente no meio da frase, seguida apenas segundos depois por um suspiro desapontado. ¡° . . . Entre , Aria,¡± ele terminou. Eu tinha esquecidoo seus sentidos eram agu?ados . Mais afiada que a de qualquer outra pessoa. | lentamente empurrou a porta e entrou, encontrando os dois sozinhos enquanto discutiam os problemas atuais que o bando estava enfrentando Coisas que eles obviamente estavam escondendo de mim enquanto eu estava descansando . E eles provavelmente estavam certos em faz¨º-lo. Se eu soubesse que est¨¢vamos sofrendo ataques por minha causa, provavelmente n?o teria sido capaz de ficar t?o de bra?os cruzados quanto estive. ¡ª Voc¨º n?o deveria estar aqui ¡ª disse Aleric . ¡°Eu sei . . . ¡°, eu respondi, vindo sentar-se em frente a eles na mesa. ¡°Me sinto bem o suficiente para andar.¡± ¡° Parece que voc¨º fez mais do que apenas andar¡±, disse ele, olhando para todas as p¨¢ginas de escrita que eu estava carregandoigo. Mordi o interior da minha bochecha. ¡°Isso ¨¦ importante. Isto ¨¦¡­ tudo o que voc¨º precisa saber sobre Thea. Tudo que eu era capaz de descobrir. Se realmente estamos sofrendo ataques, isso pode nos ajudar a criar um no melhor ¡± Olhei para Cai e vi sua express?o ainda p¨¦trea, e sim estreita . N?o foi t?o ruim quanto foi¡­ mas ele ainda n?o confiava em mim. Justo. ¡°Eu s¨® preciso que todos voc¨ºs se sentem e me escutem um pouco¡±, continuei. ¡°Isso vai demorar um pouco, mas ¨¦ importante que todos entendam. A ¨²nica maneira de isso funcionar ¨¦ see?armos a confiar um no outro implicitamente. Qualquer d¨²vida ou preocupa??o sobre o que os outros est?o fazendo e vai usar issoobust¨ªvel ¡± E Cai exalou, suavizando sua express?o o suficiente para me dizer que ele ia me dar pelo menos isso. ¡°Esta ¨¦ uma linha do tempo de tudo,¡± euecei , colocando as p¨¢ginas na minha frente. ¡°Eu usei os eventos que experimentei nesta vida em conjunto as coisas que aprendi sobre a hist¨®ria de Thea, para tentar descobriro opera. Felizmente para n¨®s, involuntariamente me disse mais do que provavelmente deveria. Eu dividi suas fraquezas em tr¨ºsponentes principais; distancia, desapego, distra??o.¡± Peguei minha ca e escrevi em uma nova p¨¢gina para que eles pudessem panhar. ¡°Mas, primeiro, preciso fr sobre as habilidades em si,¡± eu disse. ¡°Voc¨ºs dois provavelmente nunca tentaram descobrir, j¨¢ que apenas deixaram fluir naturalmente. Eu, por outrodo, n?o tive tanta sorte e tive que aprender a control¨¢-lo por estar preso na coleira. A coisa mais importante a saber ¨¦ que essas habilidades s?o alimentadas principalmente p energia emocional. Quanto mais intensa a sensa??o que voc¨º est¨¢ experimentando , mais f¨¢cil ¨¦ utiliz¨¢. Ent?o, para Aleric, isso geralmente seria no calor da batalha quando voc¨º est¨¢ em situa??es de alto estresse, aproveitando uma capacidade aumentada de for?a e melhores sentidos, e¡­ para Cai¡­.¡± Meus olhos se voltaram para encontrar os dele. ¡°Um impulso emocional ajuda a criar uma atmosfera de devo??o. ¨¦ algo que voc¨º provavelmente n?o entender¨¢pletamente, a menos que encontre um Deus adequado pessoalmente. Basicamente, ¨¦o uma press?o intensa para ceder e apazigu¨¢-los, gravitando sem nem mesmo perceber que est¨¢ acontecendo. Uma forma de manip??o, mesmo que n?o intencional.¡± E ele instantaneamente desviou o olhar, percebendo o que eu estava insinuando na minha explica??o. ¡°Nossas habilidades se originam de Thea ¨C *n?o* Selene,¡± eu continuei, voltando para as p¨¢ginas sobre a mesa. ¡°Ent?o, se ¨¦ assim que nossas habilidades funcionam, ¨¦ l¨®gico supor que tamb¨¦m ¨¦ assim que as d funcionam. O que me leva ¨¤ primeira de suas fraquezas ¨C ¡®distanciamento¡¯. Todos os seus movimentos contra mim desde o in¨ªcioe apenas o objetivo de desencadear uma rea??o negativa. Porque quanto mais emocional eu me sentia naquele momento, mais f¨¢cil era para abrir caminho e ampliar os medos j¨¢ existentes que eu tinha. ¨¦o acabou assumindo tamb¨¦m; esperando at¨¦ que eu estivessepletamente no fundo do po?o para ceder a tudo o que estava dizendo. Desapegar-se e reduzir esses picos de mudan?as emocionais ajudar¨¢ a mant¨º afastada. O ¨²nico de n¨®s que n?o precisa se preocupar tanto isso¡­ ¨¦ Cai.¡± Isso pareceu me render alguns olhares confusos de ambos. ¡°Thea admitiu para mim que n?o funciona ele da mesma forma que funcionaigo¡­ ou, se olhar para a linha do tempo anterior, Aleric .¡± ¡°Isso n?o pode estar certo,¡± Cai falou finalmente. ¡° estava brincandoigo por meses. N?o, na verdade, foi pior do que isso. Pensando nisso agora, faltavam alguns meses para um ano inteiro.¡± ¡°Certo, mas voc¨º mesmo disse isso ¨C voc¨º n?o perdeu sua sanidadeo eu perdi,¡± eu apontei. ¡° s¨® pode manipul¨¢-lo em um n¨ªvel superficial porque voc¨ºs dois s?o muito parecidos. Enquanto o d ¨¦ um foco externo em influenciar os outros a ver as coisas do jeito d, o seu ¨¦ mais interno emo as pessoas o percebem especificamente, ambos decorrentes de uma manip??o na percep??o. disse que ¨¦o dois ¨ªm?s da mesma pr, se afastando f rum do outro. Eu entendo que isso significa que o convenceu dos efeitos f¨ªsicos do v¨ªnculo depanheiro,o fa¨ªscas, cheiro etc, em oposi??o a voc¨º realmente *sentir o apego a . Voc¨º meio que nunca expressou tanto interesse emocional por quando falou sobre ¡®Caitlyn¡­ algo que foi realmente um mau sinal desde o in¨ªcio. Se voc¨º for capaz de experimentar um v¨ªnculo de parceiro um dia, e quero dizer um *real*, voc¨º saber¨¢ exatamente o que quero dizer. Quando esse v¨ªnculo ¨¦ formado¡­ ¨¦o nada mais, ningu¨¦m mais. Ele toma conta de seu corpo * e * mente ¨C n?o apenas um deles.¡± E eu hesitantemente olhei para cima para ver Aleric me encarando intensamente, fazendo meu cora??o pr um pouco. N?o, ainda n?o. Eu n?o poderia pr naqu toca de coelho agora. Eu rapidamente limpei minha garganta e olhei de volta para as p¨¢ginas. ¡°A coisa toda terminou voc¨º ficando doente por tentar fazer isso de qualquer maneira. Isso significa que voc¨º ¨¦ o ¨²nico de n¨®s que ¨¦ capaz de resistir ¨¤s manip??es internas d e deve ser capaz de perceber se est¨¢ influenciando voc¨º de outras maneiras. A interfer¨ºncia d deve fazer voc¨º se sentir mal, algo que voc¨º precisa parae?ar a ficar de olho como um sistema de alerta precoce. ¨¦ importante notar, por¨¦m, que essa doen?a era algo de que voc¨º s¨® poderiae?ar a se recuperar quando deixou o Lago Prateado¡­ me levando para a pr¨®xima fraqueza; ¡®distancia¡¯.¡± Eu escrevi as pr¨®ximas notas antes de olhar para cima para ver que Cai estavapletamente p¨¢lida. Eu entendi que isso significava que eu devia ter entendido perfeitamente seu question¨¢vel compromisso Caitlyn, se sua rea??o era algo para se basear. ¡®Quando estava voc¨º em tempo integral noe?o, Cai, eu n?o tive nenhum problema dentro da minha cabe?a. Na verdade, estava praticamente em sil¨ºncio e eu me senti no controle na maior parte do tempo¡­ uma exce??o; quando nos encontramos durante o que deveria ser minha fuga. Isso me diz que provavelmente est¨¢ limitada a um determinado intervalo e, possivelmente, tamb¨¦m est¨¢ limitada em quantos pode focar ao mesmo tempo. Cai, voc¨º mencionou para mim no meu escrit¨®rio que e?ou a sair por longos per¨ªodos de tempo depois que voc¨ºe?ou a ficar mais doente¡­ isso aconteceu depois que eu fiz dezoito anos, quando foi obrigada a ficar mais aqui. Eu tamb¨¦m acho que nunca voltou para Silver Lake depois que eu lhe dei a not¨ªcia sobre quem ¡®Caitlyn¡¯ realmente era. ¡°Todas essas s?o boas t¨¢ticas defensivas, mas n?o ajudam muito se nos encontrarmos em uma luta real¡±, apontou Aleric. ¡°Lutar ¨¦ muito emocional e ent?o, realmente, isso deixaria fugir. Realmente n?o ajuda a derrot¨¢.¡± ¡°Certo,¡± eu concordei. ¡°O que me leva ao ¨²ltimo¡­ ¡®distra??o¡¯.¡± ¡°Como uma distra??o ajudar¨¢ contra uma criatura que pode ver em sua cabe?a?¡± Cai perguntou. ¡°A distra??o n?o ¨¦ externa,¡± | corrigido. ¡°Est¨¢ na cabe?a *hert. Este foi algo que deu durante a nossa luta e foio eu consegui manter a guarda baixa. Estupidamente, admitiu para mim que nos considerava bastante semelhantes e, bem, embora eu n?o goste de considerar isso, isso me fez pensar em algumas semelhan?as que realmentepartilhamos. Ou seja, suas pr¨®prias rea??es e hist¨®ria.¡± Comecei a escrever mais notas. ¡°Encontrei-me pessoalmente Selene, que me mostrou toda a origem de nossa esp¨¦cie,¡± continuei. ¡°Em vez disso, eu vi a origem de Thea. costumava ser bem normal. Trabalhadora, dedicada ¨¤s pessoas de quem se importava. desistiu de toda a sua vida apenas para faz¨º-los felizes. Mas quando finalmente estava mais feliz, tudo foi arrancado d . Isso a destruiu.¡± ¡°Mas se n?o tem mais nada, o que voc¨º pode fazer para peg¨¢ desprevenida?¡± ¡°N?o ¨¦ isso que quero chegar. S?o suas pr¨®prias emo??es negativas que s?o sua fraqueza para distra¨ª- la, assimo foramigo. N¨®s dois ficamos cegos, incapazes de ver ramente ¨¤ frente quando as coisas ficaram ruins. Quando Selene roubou seus poderes, n?o foi capaz de usar sua habilidade de ver ¨¤ frente porque, naquele momento, estava focada apenas em sua vingan?a. ¨¦ seu pior inimigo, para n?o mencionar arrogante umplexo de superioridade ruim.¡± Eu ainda podia me lembrar daquele momento em nossa briga quando mostrou suas verdadeiras cores;o era uma imagem espelhada da maneirao me fez reagir raiva ¨¤s coisas do passado. Ver apara??o agora me fez percebero sua influ¨ºncia era dolorosamente ¨®bvia. ¡°Ent?o, n¨®s s¨® precisamos deix¨¢ raiva?¡± Cai perguntou ceticismo Eu ent?o suspirei, virando meu l¨¢bio em incerteza. ¡°Na verdade, esta ¨²ltima teoria de ¡®distra??o¡¯ ¨¦ a menos confi¨¢vel que eu tenho e isso ¨¦ principalmente porque pode mudar a qualquer minuto sem aviso pr¨¦vio. Devemos ter em mente que essa fraqueza ainda pode facilmente se transformar em uma for?a para , o que tamb¨¦m decorre de uma forte resposta emocional. Se aprender a superar seu desejo de atacar imediatamente pura raiva, sempre poder¨¢ usar essa energia emocional para seu pr¨®prio benef¨ªcio. Ent?o provavelmente ter¨ªamos muitos problemas. Eu s¨® consegui sobreviver porque caiu nessa f¨²ria superconfiante e eu apenas usei isso para minha pr¨®pria vantagem. Minha esperan?a ¨¦ que os c?es velhos realmente n?o possam aprender novos truques; especialmente quando essa cad tem milhares de anos e acredita que j¨¢ ¨¦ melhor do que n¨®s.¡± ¡°Isso soao uma vari¨¢vel muito grande¡±, disse Cai. ¡°Eu n?o discordo,¡± eu disse. ¡°N?o vai ser f¨¢cil, eu sei . N¨®s definitivamente ainda precisamos descobrir um no adequado. No entanto, enquanto isso¡­ eu ia dizer que n?o discordo totalmente do que voc¨º estava dizendo a Aleric mais cedo. E ambos franziram a testa em confus?o. ¡°Acho que voc¨º est¨¢ certo no que disse,¡± repeti. ¡° N¨®s provavelmente deveria me mandar para algum lugar escondido. Pelo menos at¨¦ eu estarpletamente curado. ¨¦ extremamente dif¨ªcil manter-me neutro enquanto estou constantemente dor; algo que tenho atenuado ao cronometrar meu trabalho com outra dose de medica??o. Mas n?o posso ficar medicada para sempre. O melhor a fazer ser¨¢ for?ar alguma distancia e esperar at¨¦ que eu consiga me defender novamente. Contanto que possamos ganhar mais tempo, podemos faz¨ºe?ar a jogar nosso jogo. Use todo esse tempo para pensar em um no, para nos preparar e, sorte, dar o primeiro passo antes que perceba que est¨¢ acontecendo. H¨¢ muito tempo estamos lutando contra no escuro, cegos por nossa pr¨®pria falta de conhecimento. Bem¡­ n¨®s temos uma vantagem agora. Hora de usar isso. Estar longe da N¨¦voa de Inverno tamb¨¦m deve impedi de atacar constantemente as fronteiras. quer que tomemos uma decis?o r¨¢pida e precipitada; precisamos ter certeza de que fazemos o oposto.¡± ¡°Mas n?o ser¨¢ capaz de te localizar? Voc¨º mesmo disse isso ¨C est¨¢ na sua cabe?a,¡± Aleric apontou. ¡°Quem pode dizer que n?o tem uma maneira de rastrear voc¨º?¡± E eu sabia que ele estava certo. estava definitivamente ligada a mim gra?as a quando eu me entreguei a . Eu podia sentir sua presen?a sempre ¨¤ espreita. Mas eu tinha pensado em algo para isso tamb¨¦m. ¡° provavelmente pode¡­ mas eu j¨¢ criei uma teoria para possivelmente contrariar isso¡±, eu disse e tirei algo do meu bolso, colocando-o sobre a mesa. ¡°O que ¨¦ aquilo? Um anel de prata?¡± Eu bncei a cabe?a. ¡°Eu pedi para o ¨¦lder Luke fazer isso para mim depois que ele visitou meu quarto de hospital alguns dias atr¨¢s.¡± ¡°O que um anel de prata vai fazer? ainda conseguiu entrar na sua cabe?a quando voc¨º estava o cr de prata, n?o foi? ¡°Certo¡­ mas isso n?o ¨¦ prata aben?oadaum,¡± eu expliquei, pegando de volta para mostrar a eles. ¡°Isso ¨¦ feito da antiga espada cerimonial. A mesma prata que a pr¨®pria Selene aben?oou, tornando-a a primeira de seu tipo. A ¨²nica prata a ter n?o apenas sua ess¨ºncia vital, mas tamb¨¦m sua santifica??o direta. Eu pedi ao ¨¦lder Luke para derret¨º-lo para mim e forjar isso em vez disso. Espero que seja mais forte do que as algemasuns e ajude a impedir que Thea me localize imediatamente. ¡°¡­ Parece arriscado sem nenhuma evid¨ºncia real para apoiar o funcionamento¡±, disse Cai. ¡°Eu n?o vejo por que voc¨º est¨¢ discutindo quando foi literalmente sua ideia me mandar embora¡±, eu respondi. E nos encaramos. ConTEent bel0ngs to N?v(e)lD/rama(.)Org . ¡°Chega¡±, disse Aleric, quebrando nosso olhar. ¡°Mesmo que Thea n?o possa rastre¨¢-lo, isso n?o significa que ¨¦ seguro para voc¨º simplesmente se levantar e sair. E se te encontrar? Se tivermos uma equipe inteira de guerreiros protegendo voc¨º, ser¨¢ extremamente percept¨ªvel, independentemente de onde voc¨º estiver se escondendo, a pvra chegar¨¢ a imediatamente. ¡°Bem, ent?o voc¨º acha que ¨¦ melhor me deixar aqui todos esses ataques acontecendo?¡± Eu argumentei. ¡°N?o podemos continuar dividindo for?as tanto dentro da N¨¦voa Invernal quanto fora d tamb¨¦m, voc¨º sabe disso. N?o ¨¦ apenas mais seguro para mim se eu for, mas tamb¨¦m ¨¦ mais seguro para todos os outros na matilha. Voc¨ºs dois inclu¨ªdos, j¨¢ que Digitalizado CamScanner n?o poder¨¢ me usar para obter segredos que eu possa acidentalmente vazar. Isso aparentemente chamou a aten??o de Cai quando ele olhou para mim de forma estranha, franzindo a testa ligeiramente o que eu disse. ¡°¡­ Voc¨º se importa o que acontece o bando?¡± E eu cerrei os dentes, desviando o olhar. Eu n?o queria fazer um grande neg¨®cio isso agora. Principalmente, eu n?o queria que ningu¨¦m aumentasse suas esperan?as pensando que eu tinha me recuperado porque n?o tinha. Nem mesmo perto. Era melhor para todos se continuassem pensando que eu erapletamente perigoso. ¡°Bem, se voc¨º est¨¢ nejando fazer isso,¡± Aleric ent?o interveio, provavelmente percebendo p minha rea??o que eu n?o queria fr mais. ¡ª Ent?o acho que a ¨²nica maneira de fazermos isso ¨¦ se eu for com voc¨º . Eu sou o ¨²nico que pode proteg¨º-lo t?o efetivamente quanto uma unidade inteira de guerreiros poderia, tornando a coisa toda muito mais secreta. Sem mencionar que tamb¨¦m n?o faria mal me distanciar se decidir mudar o foco na sua aus¨ºncia. ¡°¡­ Ent?o e a matilha?¡± Eu argumentei, chocada sua sugest?o. ¡°Algu¨¦m precisa estar aqui para administrar o lugar. Eles precisam de um Alfa.¡± ¡°Ent?o¡­ ent?o eu farei isso,¡± Cai interrompeu hesitante. ¡°Seu Anci?o Luke e primo podem ajudar a manter a imagem de sua matilha intacta. Eu sou o ¨²nico que pode ficar aqui sem medo de Thea chegar at¨¦ mim. Podemos apenasbinar o Silver Lake e Winter Mist temporariamente. Meu pai n?o precisa de mim em casa agora e esta ¨¦ a melhor maneira de garantir que a N¨¦voa permane?a protegida enquanto voc¨º estiver fora.¡± . . . E erao se a hist¨®ria estivesse se repetindo; os dois territ¨®rios mais uma vez se unindo. Algo que n?o faziam h¨¢ s¨¦culos. Agora era s¨® esperar que a hist¨®ria n?o se repetisse de outras maneiras. Que este seria um exemplo de que existem coisas boas resultantes da repeti??o. Porque eu j¨¢ tinha visto em uma vidao era historicamente a vit¨®ria de Thea. E aquele tinha terminado todas as nossas mortes. Cap铆tulo 95 Cap¨ªtulo 95 Cap¨ªtulo Noventa e Sete Acordei um longo e satisfeito alongamento na cama, sentindo-me mais contente do que em anos. Os ¨²ltimos dias tinham se misturado tanto que eu mal conseguia mais panhar o tempo. Era uma ter?a-feira? Manh?? Noite? Eu n?o sabia. Tudo que eu sabia era que minha ¨²ltima semana tinha sido passada Aleric, vivendo e respirando cada momento que ele podia dispensar para mim. Continuei a me alongar, tentando acordar, mas, ao faz¨º-lo, de repente senti uma pulsa??o de dor emanando do meu ombro. Algo que eu estava ignorando nos ¨²ltimos dias, apesar do meu prop¨®sito real de vir aqui. Bem, se isso deu mais um motivo para ficar aqui mais um pouco, n?o poderia ser t?o ruim assim, certo? Em suspirou. Eu n?o queria sair. ro que n?o. Era t?o f¨¢cil ignorar todos os meus problemas iminentes esperando em casa, escolhendo apenas viver dentro da minha pr¨®pria bolha. Eu estava feliz aqui. Na verdade feliz. Algo que eu n?o sentia h¨¢ tanto tempo. Dado tudo o que eu suportei, certamente eu merecia um pouco de descanso? E Aleric parecia feliz, embora n?o o tivesse expressado explicitamente. N?o que eu esperasse que ele fizesse isso. Ele n?o costumava expressar sentimentos atrav¨¦s de pvras, a menos que fosse solicitado, geralmente optando por transmitir coisas em suas a??es. Mas eu poderia dizer p forma como ele estava agindo que ele parecia estar se divertindo, parecendo mais leve e rxado em seus maneirismos. Pensando agora, parecia loucura que eu tivesse passado tantos anos desta vida tentando fugir dele. Eu tinha at¨¦ nejado rejeit¨¢-lo. E eu sabia por experi¨ºncia anterior o quanto isso do¨ªa, mais do que garantiria os benef¨ªcios de passar por esse processo. O vazio constante que criava no interior era tortuoso. Isso me fez pensaro as coisas poderiam ter sido boas desde o in¨ªcio se tiv¨¦ssemos a chance de viver nossas vidas do jeito que dever¨ªamos. Se n?o houvesse press?es de profecia, Selene, marcas ou Thea. Apenas¡­ duas pessoas do mesmo bando que se encontraram. Ser¨¢ que Aria e Aleric daqu linha do tempo, embora sem d¨²vida muito diferentes das pessoas que somos agora, tamb¨¦m se encontrariam felizes juntos? No entanto, era estranho at¨¦ mesmo pensar na pessoa que eu j¨¢ fui. Minha primeira vida parecia mais um pesadelo ruim, assimo a pessoa daqu linha do tempo. Eu vivi uma vida t?o protegida e estruturada que a garota daqu ¨¦poca mal podia ser considerada nada mais do que uma boneca. E embora eu n?o pudesse dizer que gostei da viagem, n?o podia negar exatamente que os infort¨²nios que experimentei desde a morte tamb¨¦m n?o me amadureceram; n?o tinha me ajudado a crescer da ing¨ºnua e juvenil Luna que eu tinha sido. Provavelmente foi mais evidente na maneirao agi ao retornar. Como se eu fosse ¨¤s vezes mais uma garota malcriada do que uma mulher que j¨¢ teve um alto status. Muita liberdade e trauma dado a uma crian?a de uma s¨® vez, impulsionada por uma intensa motiva??o para escapar e finalmente ser sua pr¨®pria pessoa. No entanto, o tempo todo isso estava acontecendo, tamb¨¦m lidando as mudan?as corporais b¨¢sicas que vieram a adolesc¨ºncia mais uma vez. Ent?o, quem eu era na verdade? Sem Thea, sem ingenuidade, sem medo e dor? Se, por algum mgre, eu de alguma forma sobrevivi a isso at¨¦ o fim, vivendo para ver um mundo onde eu estava finalmente livre de Theapletamente, o que isso parecia para mim? Quando eu poderia finalmente ser eu mesma sem press?es ou manip??o? Quem eu eventualmente me tornarei? ¡­Mas eu sobreviveria? Selene vindo para recuperar o que era d parecia mais do que prov¨¢vel para quando isso acabasse. mesma me disseo considerava os outros santos, os que vieram antes de mim, erros. A vit¨®ria significava viver? Ou essa expira??o ainda estava esperando por mim independentemente, apenasprando meu tempo quanto mais eu procrastinava enfrentando Thea? ¡­Isso significaria dizer um ¨²ltimo adeus a Aleric antes de sairmos para lutar ? Trollei e joguei minhas pernas para odo da cama, n?o querendo mais pensar nisso. O resultado para isso n?o era algo sob meu controle, ent?o n?o havia sentido em refletir sobre isso. Por enquanto¡­ eu s¨® queria ser feliz pelo tempo que eu tinha certeza que tinha. E ent?o eu sa¨ª do meu quarto, descendo as escadas para o ¨²nico lugar que eu queria estar agora. ¡°O que voc¨º est¨¢ lendo?¡± Eu perguntei baixinho, de p¨¦ na porta da s de estar. Chovia suavemente l¨¢ fora, o som das gotas batendo no telhado de uma forma calmante. As nuvens l¨¢ fora tamb¨¦m estavam escurecendo o c¨¦u o suficiente para que, mais uma vez, eu n?o pudesse ter certeza de que horas eram. Aleric estava sentado no parapeito da jan, livro na m?o, e s¨® olhou para cima depois que eu falei, um pequeno sorriso se aquecendo em seu rosto ao faz¨º-lo. Seus olhos me lembravam o musgo e as ¨¢rvores dentro da floresta quando ele parecia genuinamente feliz, quaseo se ele fosse uma personifica??o viva do meu pequeno santu¨¢rio dodo de fora. ¡°Nada realmente¡±, ele respondeu. ¡°Voc¨º dormiu bem?¡± ¡°N?o sei se posso chamar isso de ¡®sono¡¯, j¨¢ que n?o havia muito disso acontecendo¡­ mas foi bom. Alguns podem at¨¦ dizer¡­ ¨®timo.¡± ¡°¡­¨¦ assim mesmo?¡± E me aproximei at¨¦ ficar na frente dele, a inten??o de olhar para o livro em suas m?os, mas em vez disso ele estendeu a m?o e me puxou para seu colo, for?ando um grito de surpresa de mim o movimento repentino. N?o que eu estivesse remando embora. E, quando ele me posicionou para sentar confortavelmente contra seu peitorgo, eu nunca me senti t?o confort¨¢vel e segura antes. ¡°Este parece um dos meus livros,¡± eu disse, lendo as pvras na p¨¢gina. ¡°Apenas uma pequena parte disso est¨¢ na l¨ªnguaum.¡± ¡°Bem, est¨¢ chovendo e n?o h¨¢ muito mais o que fazer para se divertir por aqui¡­¡± E eu senti quando ele inclinou a cabe?a para mim, passando a beliscar minha orelha. ¡°A menos que voc¨º tenha outra coisa em mente.¡± Um arrepio me percorreu, enviando possibilidades infinitas para percorrer minha mente¡­ embora logo seguido por outra dor surda no meu ombro, um lembrete de por que est¨¢vamos aqui. Eu tinha curado muito desde que chegamos, mas nossas atividades recentes provavelmente estavam regredindo esse processo. ¡°Eu preciso de uma pequena pausa¡­ eu ainda estou me curando, afinal,¡± eu disse rindo, e me contorci para longe de seus dentes. ¡°Tenho certeza de que esses ¨²ltimos dias foram o oposto de permitir que meu corpo descanse.¡± Para minha pr¨®pria decep??o, ele ent?o se acalmouo eu pedi, e voltou a olhar para o livro em vez disso. Era uma situa??o em que eu particrmente n?o queria ser o respons¨¢vel. Na verdade, eu poderia pensar em v¨¢rias outras coisas irrespons¨¢veis que poder¨ªamos estar fazendo agora¡­. ¡°Aria,¡± ele disse em voz baixa atr¨¢s de mim. ¡°Se decidir.¡± E eu senti minhas bochechas corarem, percebendo que est¨¢vamos de volta ¨¤ estaca zero. Eu precisava estar mais consciente de mim mesma. ¡°Umm, de qualquer maneira .. voc¨º pode ler isso?¡± Eu perguntei, mudando rapidamente de assunto. Ele o virou para olhar a capa e voltou para a p¨¢gina em que estava. ¡°Na verdade, n?o. Eu realmente n?o me iodei idiomas durante o estudo. Estou olhando principalmente para as fotos e lendo os pequenos peda?os de l¨ªnguaum que aparecem.¡± ¡°¡­Voc¨º queria que eu lesse para voc¨º?¡± Eu ofereci. ¡°N?o posso mais dizer que sou fluente, mas tenho melhorado muito nos ¨²ltimos meses.¡± Eu sentio seu corpo riu atr¨¢s de mim, as vibra??es me fazendo querer derreter contra ele mais ¡°¡­ ro¡±, disse ele. E mesmo que o livro n?o contivesse nada al¨¦m de recontagens factuais da dinamica da matilha v¨¢rios s¨¦culos atr¨¢s, ele se sentou e me escutou diligentemente de qualquer maneira durante a pr¨®xima hora que se seguiu. Um momento que s¨® terminou quando eu n?o consegui ficar acordada, minha falta de sono finalmente veio me alcan?ar. Eu tentei tanto lutar contra isso, querendo n?o deixar o momento passar. Mas, no final, provou ser demais. ¡­ E eu adormeci em seus bra?os. Acordei a sensa??o do meu cabelo sendo gentilmente tocado , os fios puxando delicadamente de uma maneira agrad¨¢vel, e um sorriso lentamente surgiu em meus l¨¢bios. ¡° ¡­ O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Murmurei baixinho, acordando para ver Aleric ao meudo na cama. Seus olhos instantaneamente travaram os meus, parecendoo se ele tivesse sido pego fazendo algo que n?o deveria. Uma rea??o que teria me feito rir se n?o fosse um pouco doce. Meu peito instantaneamente apertou na cena diante de mim e eu peguei sua m?o na minha. ¡°Voc¨º gosta disso?¡± Eu perguntei. ¡°Eu nunca fiz isso quando crian?a. A prata ¨¦o a de uma velha senhora.¡± ¡°¡­¨¦ uma cor bonita,¡± ele respondeu. ¡°Eu sempre gostei do seu cabelo. Mesmo quando eu era mais jovem, eu achava que era interessante.¡± *Tumm.* Ele me puxou para mais perto at¨¦ que eu estava encostada nele, descansando minha cabe?a no travesseiro aodo dele para que pud¨¦ssemos nos encarar. ¡°¡­Do que mais voc¨º gosta?¡± Eu sussurrei, embora um pouco nervosa. Na verdade, al¨¦m do v¨ªnculo depanheiro, eu n?o tinha ideia de por que ele estaria interessado em mim. Pelo que eu podia dizer, n?o erao se eu tivesse dado a ele muitas raz?es para isso. Era algo que eu estava pensando h¨¢ um tempo, sempre espdo secretamente o porqu¨º, mas no verdadeiro estilo Aleric, ele n?o disse nada ainda. Por mais estranho que fosse, obter esse tipo de informa??o dele provavelmente seria imposs¨ªvel, a menos que eu perguntasse diretamente a ele. Ele se mexeu um pouco ao meudo e limpou a garganta, uma pequena carranca se formando entre suas sobrancelhas. Ele estava desconfort¨¢vel? ¡°¡­ eu acho¡­¡± elee?ou e ent?o pausou, silenciosamente considerando meu pedido antes de continuar. ¡°Eu acho que voc¨º ¨¦¡­ linda¡­ engra?ada¡­ inteligente¡­ ou pelo menos, inteligente *¨¤s vezes,¡± ele brincou. Eu de brincadeira bati em seu ombro enquanto ele ria, mas, antes que eu pudesse fazer muito mais, ele rapidamente agarrou minha m?o e a beijou para me conter. ¡°Eu acho¡­ acho que voc¨º me ajudou a me tornar uma pessoa melhor, intencionalmente ou n?o,¡± ele continuou, agora de volta a ser s¨¦rio mais uma vez. ¡°Eu acho¡­ voc¨º se tornou algu¨¦m que eu ansiava por ver todos os dias, quem eu realmente gostava de estar perto¡­ algu¨¦m que me deu um motivo para sair da cama e tentar fazer melhor do que no dia anterior.¡± Senti meus olhose?arem a se encher de l¨¢grimas, sentindo-me oprimida por sua resposta. Eu n?o esperava que ele entrasse em tantos detalhes. ¡°Admiro sua confian?a e for?a¡±, continuou ele, ¡°sua capacidade de mudar as coisas ao seu redor; tanto as pessoas quanto a matilha. Voc¨º tem uma maneira de definir sua mente para fazer algo e manter suas convic??es, apesar de outras pessoas tentarem impedi-lo.¡± ¡°¡­ Eu acho que esse ¨²ltimo ¨¦ ser teimoso,¡± eu interrompi levemente, embora minha voz tra¨ªsse o qu?o emocional eu estava me sentindo. ¡°Isso ¨¦ provavelmente verdade¡±, disse ele e segurou meu rosto, colocando um beijo r¨¢pido na minha testa. ¡°Fndo nisso¡­ voc¨º ia treinar hoje? N?o pude deixar de notar que voc¨º n?o faz isso h¨¢ alguns dias ¡°Estou de folga,¡± | resmungou quando desviei os olhos para a indesej¨¢vel mudan?a de assunto. ¡°Deixe- me ter isso por um pouco mais.¡± Elee?ou a rir silenciosamente, por¨¦m, e eu rapidamente olhei para tr¨¢s para v¨º-lo me observando com divers?o, seus olhos segurando aquele calor para eles que eu adorava. ¡°N?o,¡± ele disse categoricamente, um sorriso nos l¨¢bios. ¡°V¨¢ treinar hoje. Assimo eu tenho que patrulhar. Qual .. ¡°Ele ent?o olhou para a jan, medindo o tempo. ¡°¡­ O que provavelmente j¨¢ est¨¢ na hora de eu fazer isso.¡± ¡°N?o00000,¡± eu gemi baixinho, aproveitando muito nosso dia pregui?oso na cama. Apenas uma hora ou mais estaria bem, certeza. Eu n?o queria que ele fosse ainda. N?o depois de todas as coisas doces que ele me disse agora . ¡°Simmmm¡±, ele respondeu, imitando meu tom, e se afastou para se sentar. ¡°Apenas fique na camaigo um pouco mais¡± | disse. ¡°Podemos lutar contra intrusos daqui, se necess¨¢rio.¡± ¡°Mmm, tentador¡±, disse ele, curvando-se para me beijar. Imediatamente, pequenas borboletas me encheram enquanto eu me deleitava a sensa??o que seu toque oferecia, e agarrei seu ombro para pux¨¢-lo para mais perto. Se dependesse de mim, n?o teria parado por a¨ª, mas, antes que eu pudesse iniciar qualquer outra coisa, ele rapidamente se afastou. ¡°¨¦ tentador,¡± ele reiterou, ¡°mas eu prefiro estar focado quando estou lutando, *n?o distra¨ªdo por uma sedutora pregui?osa na cama.¡± ¡°Eu n?o sou pregui?oso¡±, eu fiz beicinho, e me sentei enquanto ele ia se trocar. Ent?o sinta-se ¨¤ vontade para provar que estou errado,¡± ele riu, colocando algumas roupas soltas. ¡°V¨¢ treinar.¡± E eu resmunguei baixinho novamente, fazendo-o rir ainda mais. ¡° Tudo bem, eu estou fora¡±, disse ele, voltando para o meudo da cama. ¡°Pare de parecer t?o desamparado. Vejo voc¨º em breve.¡± E isso, ele rapidamente me beijou, uma pequena fa¨ªsca irrompeu de onde nossos l¨¢bios se encontraram, e saiu antes que eu pudesse dizer qualquer outra coisa. Eu me perguntei quanto tempo levaria at¨¦ ele voltar para casa hoje, sabendo que ¨¤s vezes ele se ausentava por algumas horas. Ele estava certo, por¨¦m¡­ eu provavelmente deveria treinar Espere¡­ .. . Uma fa¨ªsca. Eu rapidamente trouxe uma m?o aos meus l¨¢bios em confus?o. Eu senti isso. Eu senti isso.* Isso foi definitivamente uma fa¨ªsca do v¨ªnculo dopanheiro. Apenas um pequeno. Mas aconteceu. Pulei da cama, trope?ando nas minhas pr¨®prias pernas pressa, e cheguei ao topo da escada. ¡­ Mas, antes que eu pudesse segui-lo, ouvi a porta da frente se abrir e fechar. ¡­ Ele j¨¢ tinha ido. ¡®Ent?o acho que vou ter que contar a ele mais tarde¡¯, pensei um sorriso. Seria algo para se esperar. Que melhor progresso eu poderia dizer a ele do que dizer que finalmente senti uma fa¨ªsca ? E definitivamente seria motivo para alguma¡­ pesquisa cient¨ªfica. Para testar quando eu podia e n?o podia sentir, ¨¦ ro. Provavelmente algum ¡®contato f¨ªsico extenso¡¯ resolveria o problema. Mordi meu l¨¢bio conscientemente e voltei para o meu quarto, me jogando contra os len?¨®is mais uma vez. De alguma forma, eu estava me sentindo melhor do que nunca. Melhor do que antes de eu colocar o anel. Eu estava me sentindo mais forte e mais realizada, meu ombro se sentindo basicamente completamente curado. As coisas estavam realmente ¨®timas. Na verdade, agora que pensei nisso, meu ombro *sentiu* curado. Nem mesmo um eco de dor estava vindo dele agora¡­ o que era meio estranho, considerando que ontem estava me machucando. Levantei-me e caminhei em dire??o ao espelho, puxando minha camisa para odo para inspecionar o ferimento. Provavelmente ainda tinha mais algumas semanas, j¨¢ que eu estava usando prata¡­ ¡­ Mas,o eu finalmente vi, eu imediatamente fiz uma careta de surpresa. ¡­ Porque foi curado. Totalmente curado. Agora apenas um tom de contus?o permanecendo na minha pele. Mas ent?o, isso n?o significava¡­. Eu rapidamente olhei para as minhas m?os¡­ ¡­Apenas para descobrir que eles estavam pletamente nus . ¡°¡­Porra.¡± O anel se foi. ¡°N?o¡­¡±, eu sussurrei incr¨¦d, olhando para o lugar onde o anel deveria estar. ¡°N?o n?o n?o n?o n?o.¡± Eu estava t?o acostumada a sensa??o de prata que nem mesmo registrei mais a queimadura. H¨¢ quanto tempo estava faltando? Um dia? Dois? ¡­ Thea tinha percebido? Desci as escadas correndo, um panico avassdor me alimentando enquanto lutava para encontr¨¢-lo e comecei a procurar em todos os lugares que podia. Sob e atr¨¢s de m¨®veis, avanderia entre minhas roupas, literalmente em qualquer lugar! poderia pensar. Quando eu tinha visto isso p ¨²ltima vez? ¡­ N?o estava l¨¢ ontem ? O peitoril da jan. Olhei para onde nos sentamos juntos no dia anterior¡­ e vi. Quase inteiramente escondido por um travesseiro, estava l¨¢. Brilhando quando o sol atingiu a superf¨ªcie exposta, quaseo se estivesse zombando de mim por perd¨º-lo. Isso significa que deve ter ca¨ªdo acidentalmente do meu dedo quando adormeci. Quantas horas se passaram desde ent?o? No entanto , quandoecei a correr em dire??o a , de repente senti uma sensa??o familiar que n?o sentia h¨¢ meses. Um que me encheu de pavor. Algo que eu n?o sentia h¨¢ tanto tempo, mas que n?o sentia particrmente falta. Tudo ao meu redor instantaneamentee?ou a ficar emba?ado, minhas pernas cedendo debaixo de mim. E, antes que eu pudesse entenderpletamente o que estava acontecendo, de repente, eu estava na floresta. .. . E eu fiquei preso dentro de uma vis?o. Os sons dos p¨¢ssaros e da natureza me cercavamo se eu realmente estivesse ali, at¨¦ o cheiro parecia indistingu¨ªvel. Tudo parecia t?o real¡­ e familiar. Com uma reviravolta no est?mago, percebi que eram os bosques dodo de fora da cabana. Girei minha cabe?a fricamente, procurando a ¨²nica coisa que eu desesperadamente n?o queria encontrar. ¡­Mas, ¨¦ ro, eles estavam l¨¢. Eu suspeitei disso no segundo em que vi onde estava, mas esperava fervorosamente estar errada . Porque eu sabia o que isso significava agora. Como eu n?o poderia? Aleric estava aodo de uma ¨¢rvore, examinando a ¨¢rea ao seu redor, parecendo o mesmo de quando ele saiu nem vinte minutos antes. At¨¦ suas roupas eram as mesmas. O que me contou dois detalhes muito cruciais.¡­ Um; que estava acontecendo hoje. E dois; ¡­que ele nem tinha mudado ainda¡­ significando que estava literalmente acontecendo a qualquer segundo agora, se n?o j¨¢ N?velDrama.Org copyrighted ? content. ¡°Al¨¦rico!¡± | gritou, correndo em sua dire??o. Mas ele n?o respondeu, sendo incapaz de me ouvir dentro da vis?o. Foi mais uma restri??o cruel que veio essa habilidade, Eu imediatamente me sentie?ar a chorar , minha respira??o se tornando superficial enquanto eu assistia impotente em um terror mudo. Porque havia outra restri??o muito importante, mas cruel, que vinha as vis?es. Um sabia dolorosamente bem, tendo experimentado v¨¢rios ao longo dos ¨²ltimos anos. ..E isso ¨¦ que eles sempre* traziam m¨¢s not¨ªcias. Cap铆tulo 96 Cap¨ªtulo 96 Cap¨ªtulo Noventa e Seis 1¡­ 2¡­ 3¡­ Dentro¡­ e fora. Sentei-me ao ar livre entre as ¨¢rvores, respirando cuidado enquanto me concentrava em limpar minha mente. Eu estava trabalhando nessas ticas nas ¨²ltimas duas semanas, e estava indo muito bem. Ou pelo menos, parecia assim. Qu?o bem ele aguentou quando chegou a hora de realmente us¨¢- lo, eu n?o podia ter certeza. No entanto , eu definitivamente estava melhorando. Criar distancia parecia ter funcionado um pouco, j¨¢ que a cada dia que passava, eu sentia a presen?a d um pouco menos. Quase o suficiente para me fazer pensar se era poss¨ªvel apenas esperar at¨¦ que eu estivessepletamente livre d. A ¨²nica coisa era que, infelizmente, no ritmo que eu estava indo, isso poderia demorar meses ou at¨¦ anos. Algo para o qual provavelmente n?o tivemos tempo, para minha decep??o. Se contentar em apenas fortalecer minha mente precisaria ser suficiente nesse meio tempo. Mas¡­ tamb¨¦m houve algumas desvantagens na minha melhora¡­. Eu me levantei do ch?o e me limpei, caminhando de volta para o chal¨¦. N?o que eu n?o gostasse de ir l¨¢, mas estaria mentindo se dissesse que n?o estava ficando¡­ dif¨ªcil. Ao entrar, imediatamente tirei meus sapatos na porta da frente e estava prestes a gritar que havia voltado, mas algo chamou minha aten??o antes que eu pudesse faz¨º-lo. L¨¢, deitado no sof¨¢, vi que Aleric tinha adormecido e parecia t?o tranquilo. O que eu n?o daria para caminhar, me enroscar aodo dele¡­ sentir seu calor ao meu redor¡­ provar seus l¨¢bios contra os meus. Eu rapidamente bncei minha cabe?a, afastando essa ideia o mais longe poss¨ªvel. Esses pensamentos estavam se tornando mais frequentes nos dias de hoje, quanto mais eu recuperava o controle de mim mesmo. Semelhante ¨¤s emo??es negativas que Thea incutiu dentro de mim, minhas pr¨®prias emo??es naturais estavam me causando problemas agora . ¡­ N?o que isso provavelmente importasse de qualquer maneira . Ao longo das duas semanas que j¨¢ haviam se passado, n?o pude deixar de notaro parecia que Aleric estava me evitando. Ele se sentava e conversava apenas por pequenos per¨ªodos de tempo antes de sair abruptamente, seja para seu quarto ou em outra patrulha. Na verdade, estavae?ando a parecer um pouco solit¨¢rio. E embora eu tenha prometido a mim mesma n?o me envolver romanticamente ele, isso n?o me impediu de pensar nele dessa maneira. Uma parte de mim ansiava por sua aten??o, mesmo que fosse s¨® um pouco. Inferno, mesmo algum contato visual adequado de vez em quando teria sido bom. ¡®No entanto, parecia est¨²pido pensar que ele estava tentando fugir de mim¡­ certo? Eu certamente estava pensando demais coisas, mesmo que ele tenha literalmente sa¨ªdo no meio da conversa alguns dias atr¨¢s¡­ ee?ado a comer em seu quarto mais frequ¨ºncia¡­ ou raramente iniciasse uma conversa, a menos que fosse necess¨¢rio¡­. Suspirei e sentei na poltrona em frente ao sof¨¢, observando-o. O que diabos eu ia fazer sobre isso? Estava tornando meu treinamento mais dif¨ªcil todas essas incertezas adicionadas na minha cabe?a. Ceder e confessar parecia ego¨ªsta¡­ especialmente quando esses dias parecia que ele realmente n?o queria nadaigo. Ele sentiu falta de casa, talvez? Me ressente por ter que bancar a bab¨¢? Se eu dissesse a verdade a ele e conseguisse o que queria, seria apenas uma rea??o do v¨ªnculo do companheiro oposta ao que ele realmente queria? Essa era a principal pergunta que eu vinha me fazendo h¨¢ semanas. Um que ainda pesava muito em mim. ¡­Mas ent?o, o que era mais um ato ego¨ªsta na pilha de coisas que eu j¨¢ tinha feito nesta vida? Se fosse apenas uma ¨²ltima vez para fazer algo que eu sabia que n?o deveria¡­ quando seria t?o, t?o bom¡­ certamente estaria tudo bem, certo? Eu acidentalmente o vi logo depois que ele tomou banho no outro dia, pegando um vislumbre de seu peito antes que ele vestisse uma camisa. Eram momentoso esse que tornavam dif¨ªcil fazer a coisa certa. Especialmente quando eu ainda conseguia me lembrar deo ele se sentia pressionado contra mim,o eu me encaixava perfeitamente ali¡­ ¡°¡­Por que voc¨º est¨¢ me encarando?¡± ele de repente resmungou, os olhos ainda fechados. Isso me pegou desprevenido o suficiente para me fazer pr de surpresa. Meu peitoe?ou a correro se eu tivesse sido pega fazendo algo que n?o deveria, mesmo que eu estivesse sentada l¨¢ em sil¨ºncio o tempo todo. ¡°1¨C¡­ eu hum, acabei de voltar de¡­ uhm treinamento,¡± eu gaguejei, minhas bochechas queimando. Ele se sentou ee?ou a esfregar os olhos uma m?o, terminando cada movimento beliscando a ponte do nariz. Parecia que ele realmente estava dormindo profundamente se ele estava agindo t?o cansado. ¡°¡­E o que voc¨º est¨¢ fazendo agora?¡± ele perguntou, ainda sem olhar para mim. Foi realmente tudo na minha cabe?a quando parecia t?o aparente que ele estava irritadoigo? Eu tinha feito algo desde que vim aqui para irrit¨¢-lo, talvez? ¡°Eu estou¡­ ah, estou sentado aqui?¡± Ele acenou a cabe?a em sil¨ºncio. ¡°Tudo bem, eu vou fazer outra patrulha antes do jantar, ent?o.¡± E isso, ele se levantou e foi at¨¦ a porta. ¡° E -espere, voc¨º acabou de acordar. Voc¨º n?o precisa se apressar ainda. Voc¨º parece cansado.¡± Ele n?o se virou ou respondeu de forma alguma quandoe?ou a colocar os sapatos. Estranho, j¨¢ que eu teria pensado que ele preferiria mudar para uma patrulha. Algo para o qual ele n?o precisaria de sapatos. Mas seu grante desrespeito por at¨¦ mesmo reconhecer o que eu disse provocou um leve aborrecimento pr¨®prio, um que eu propositalmente estava empurrando para baixo nas ¨²ltimas semanas acreditando que estava exagerando. ramente, eu n?o estava inventando se ele nem me respondesse mais, ¡°Aleric, s¨¦rio,¡± eu disse, me levantando para me aproximar dele. ¡°Alguma coisa est¨¢ te iodando? Desde que chegamos aqui ¨¦o se voc¨º mal pudesse olhar para mim.¡± Considerando tudo o que est¨¢ acontecendo no momento, eu n?o esperava exatamente que ele me desse qualquer tipo de cortesia, mas pelo menos achei que poder¨ªamos manter uma conversa. Ele n?o estava agindo t?o estranho quando ainda est¨¢vamos no Winter Mist. Isso parecia algo mais espec¨ªfico para n¨®s vindo aqui. ¡°Aria, deixa pra l¨¢,¡± ele disse, ainda sem se virar. Mas eu estava cansado disso. Cansado de viver uma parede de tijolos. ¡° Al¨¦rico.¡± E eu agarrei seu bra?o, ent?o ele foi for?ado a se virar e olhar para mim. Uma vis?o que quase me fez pr para tr¨¢s quando peguei um vislumbre de seu rosto. Ou, mais precisamente, um vislumbre de seus olhos. Porque eles eram escuros. Escuro o suficiente para me dizer que seu lobo estava amea?ando vir ¨¤ tona. ¡° . . . O-o que¡­?¡± Eu perguntei, surpreso sua apar¨ºncia E de repente eu me vi sendo empurrada contra a parede, sua cabe?a viajando para o canto do meu pesco?o enquanto ele sentia meu cheiro. Ele n?o continuou a me tocar enquanto fazia isso, mas ele n?o precisava para enviar um arrepio atrav¨¦s de mim. ¡°¡­ Voc¨º est¨¢ me deixando louco , ¡± ele rosnou. ¡°Estou tentando respeitar seu espa?o, mas voc¨º est¨¢ tornando isso extremamente dif¨ªcil.¡± Ele nunca tinha sido t?o direto antes e eu me encontrei congda,pletamente pega de surpresa p s¨²bita reviravolta dos acontecimentos. Eu podia sentir o calor saindo de seu corpo enquanto ele estava t?o perto de mim, e isso estava inesperadamente me fazendo querer mais, apesar da situa??o. ¡°Durante estes ¨²ltimos anos, eu gostaria de pensar que voc¨º me ajudou a me tornar uma pessoa muito mais paciente¡­¡±, ele continuou em voz baixa. ¡°Embora voc¨º possa estar empurrando meus limites um pouco longe demais agora. Eu n?o sei o que est¨¢ acontecendo na sua cabe?a ultimamente, mas tenho certeza que n?o ¨¦ Thea, j¨¢ que meu lobo est¨¢ me arranhando por dentro todos os dias desde que chegamos. O v¨ªnculo dopanheiro. Isso foi s¨® por causa disso. Mas ent?o¡­ isso n?o significava¡­. E meu rosto ficou vermelho ao perceber que ele foi capaz de sentir o quanto eu o queria nas ¨²ltimas duas semanas. N?o era de admirar que ele estivesse correndo para fugir de mim. ¡°Eu sinto Muito.¡± Eu disse baixinho. ¡°Eu¡­ eu esqueci que voc¨º seria capaz de perceber isso.¡± E ele soltou uma ex??o tensa enquanto dava um passo para tr¨¢s, esfregando os olhos novamente. ¡°Se voc¨º vai pensar em Cai, voc¨º pode pelo menos mant¨º-lo em seu pr¨®prio quarto? Apenas me encontre no meio do caminho. ¨¦ tudo o que estou pedindo. Acho que ¨¦ mais do que justo.¡± ¡­Cai? ¡°Eu n?o estou¡­ ¨C o qu¨º?¡± Eu disse, confuso poro acabamos aqui. ¡°Por que voc¨º acha que estou pensando nele? N?o somos ¡­ n?o somos mais assim. ¡°¡­ Porque voc¨ºs dois fizeram as pazes antes de sairmos? Eu vi voc¨ºs dois juntos debaixo da ¨¢rvore, lembra? Abra?ado dizendo que o ama? Ent?o, ele deve ter ouvido um pouco nossa conversa, confundindo a situa??o. ramente, ele havia perdido a parte mais importante; a parte em que Cai me pegou mentindo sobreo eu realmente me sentia sobre Aleric. ¡°O que? N?o! N?o, eu amo Cai, mas¡­ somos apenas amigos. N?o significava nada al¨¦m disso. N?o nos vemos mais dessa forma.¡± ¡°Ent?o¡­ ent?o no que voc¨º tem pensado?¡± E imediatamente me mexi desconfortavelmente em meus p¨¦s, percebendo que agora tinha cavado minha pr¨®pria cova. Parecia que n?o haviao evitar o assunto agora. Olhei para algo atr¨¢s dele, literalmente qualquer outra coisa, nervosa demais para encontrar seus olhos. ¡°Eu estava pensando em¡­o eu gostaria que as coisas entre n¨®s tivessem sido consertadas antes que eu arruinasse tudo,¡± || respondidas. ¡°Sobreo voc¨º est¨¢ conectado a mim agora, independentemente de voc¨º querer ou n?o. Como, depois de tudo o que fiz, voc¨º agora est¨¢ amarrado a uma garota que est¨¢ quebrada. ¡°E quando voc¨º estava nejando me contar tudo isso?¡± ele disse, aproximando-se para me fazer olhar para ele. ¡° Quando voc¨º ia me deixar fazer essa escolha? Eu entendo sua situa??o, Aria, realmente, eu entendo. Voc¨º sente que tem uma responsabilidade por causa das coisas que vivenciou; porque uma vez voc¨º viu um futuro onde cen¨¢rios semelhantes terminavam mal¡­ mas eu n?o sou uma crian?a. Deixe-me decidir e tomar minhas pr¨®prias decis?es ¨C boas ou m¨¢s. Eu n?o preciso que voc¨º seja respons¨¢vel ps minhas escolhas.¡± ¡°Eu s¨®¡­ eu n?o¡­¡± ¡°Ent?o n?o me useo desculpa porque voc¨º tem medo de ser vulner¨¢vel. Apenas me diga isso.¡± E eu fiquei l¨¢, encontrando seu olhar enquanto todos os meus medos de rejei??o e culpa voavam p minha cabe?a. Eu nem precisei borar e ainda assim ele pegou as quest?es exatas que me prendiam. Foi a prova de como, mais uma vez, ele foi capaz de me ler t?o bem. Que, apesar da aus¨ºncia do v¨ªnculo de companheiro para mim, ainda havia uma conex?o entre n¨®s que era mais profunda. Algo mais forte e irrefut¨¢vel. Ele estava certo. Eu deveria ter dito a ele. Eu deveria ter dado a ele a chance de tomar a decis?o em vez de apenas assumir em seu nome. ¡°Ent?o, diga-me¡­ E quero dizer, diga-me honestamente desta vez¡­¡±, disse ele, me tirando dos meus pensamentos. Sua m?o ent?o veio at¨¦ o meu rosto, colocando-a logo abaixo do meu queixo para que eu n?o me afastasse. N?o que isso tivesse passado p minha cabe?a por um segundo. Na verdade, eu n?o queria nada mais do que me derreter inteiramente em seu toque, finalmente ceder e parar de me sentir culpada por desej¨¢-lo. ¡°Diga-me o que voc¨º tem pensado nessas ¨²ltimas semanas¡±, ele sussurrou, seu rosto se aproximando do meu. ¡°Eu estive¡­¡± euecei, mas meu c¨¦rebro ficou em branco quando sua proximidade enviou outro arrepio atrav¨¦s de mim. E seus l¨¢bios¡­ eles estavam bem ali. Prometendo me dar o al¨ªvio que eu tanto desejava ultimamente. ¡°¨¢ria.¡± Entrei em foco novamente, olhando de volta em seus olhos. ¡°Diga-me¡±, ele repetiu. *Tumm.* ¡°Eu estive pensando em¡­ voc¨º,¡± eu respondi. ¡°Sobre o quanto eu queria voc¨º.¡± .. . E essas pvras acabaram sendo a ¨²ltima coisa que eu disse antes que tudo se transformasse em um borr?o fren¨¦tico. Sua m?o livre imediatamente encontrou minha cintura, me pressionando contra ele, e seus l¨¢bios envolveram os meus. Erao se estiv¨¦ssemos ambos famintos enquanto ansiamos pelo outro, tudo acontecendo t?o rapidamente. Uma resposta provavelmente resultante de quanto tempo n¨®s dois est¨¢vamos segurando agora. N?o demorou muito para que meu corpo encontrasse a parede atr¨¢s de n¨®s, suas m?os sustentando meu peso enquanto eu me agarrava a ele. Com um dos meus bra?os em volta de seu pesco?o, o outro estava agarrando seu peito avidamente, sentindo seu corpo contra mim. Constantemente querendo mais¡­ e mais¡­ quaseo se um desejo insaci¨¢vel estivesse me movendo para frente. E embora eu estivesse me entregandopletamente aos meus anseios, nunca me senti mais no controle do que naquele momento. Que n?o havia sequer um pingo de d¨²vida em minha mente de que era exatamente aqui! precisava ser. ¡°Eu quero voc¨º,¡± eu gemi contra ele, repetindo as pvras que ele queria que eu admitisse. Porque eu estava fome de muito mais do que apenas isso. Owned by N?velDrama.Org. Ele estava me beijando ao longo do meu pesco?o, mas a sensa??o estava me deixando impaciente. Eu n?o aguentei muito mais. Eu pensei sobre isso tantas vezes nas ¨²ltimas semanas que eu n?o queria esperar. Eu queria sentir sua pele contra a minha. Agora . ¡°Diga-me que voc¨º ¨¦ minha¡±, ele rosnou em resposta, afastando-se apenas o suficiente para olhar para mim seus olhos ainda escuros. Mas isso era mesmo uma pergunta? Eu costumava sempre dizer que Aleric tinha minha vida em suas m?os e, embora diferente, isso ainda era verdade nesta linha do tempo. Ele possu¨ªa um poder sobre mim diferente de qualquer outro, me apoiando mesmo quando isso nem sempre era f¨¢cil . Ele me salvou in¨²meras vezes e sacrificou seus pr¨®prios desejos apenas para me fazer feliz, apesar de n?o receber nenhuma tr¨¦gua ou reconhecimento por isso. Se ele me queria depois de tudo isso, e estava certo dessa escolha, ent?o n?o havia absolutamente nenhum argumento a ser feito aqui. Reboquei para ele minha vida, minha alma, minha pr¨®pria raz?o para continuar. Eu poderia andar pelo fogo por ele mil vezes e ainda n?o seria suficiente, sabendo que eu s¨® estava viva por causa do que ele tinha feito por mim. Ent?o, ¨¦ ro que eu era dele. Porpleto. N?o importa em que vida eu terminei, n?o importa o que isso implicasse. ¡°¡­ eu sou sua,¡± eu respirei contra ele. E ele imediatamente me levantou da parede, nos levando para o sof¨¢; a pe?a de mobili¨¢rio mais pr¨®xima nas proximidades. ramente, t?o impaciente quanto eu. ¡°Tire isso¡±, eu exigi, agarrando sua camisa. E tornou-se uma sequ¨ºncia de n¨®s dois despindo o outro, apenas tomando pequenos momentos de desacelera??o para admirar o outro. Uma vis?o que me deleitava em olhar. Eu posso n?o ter sido desta linha do tempo originalmente, mas n?o havia d¨²vida de que este era meu Aleric. Que eu sempre fui destinado a encontrar meu caminho at¨¦ aqui, independentemente deo isso aconteceu, Com seus bra?os apoiando seu peso sobre mim, elee?ou a colocar pequenos beijos por todo o meu corpo, enviando arrepios atrav¨¦s de mim onde ele tocava. E eu o observei enquanto ele fazia isso, imaginando o tempo todo o que estava passando por sua cabe?a. Eu tinha tantas cicatrizes e hematomas esses dias que eu sabia que partes de mim n?o eram bonitas de se olhar Mas ele respondeu a pergunta para mim sem precisar perguntar. Uma resposta que eu n?o esperava, sentindo que estava t?o longe da verdade. ¡° . . . Voc¨º ¨¦ perfeita,¡± ele disse, seu olhar rapidamente voltando para travar o meu. E o jeito que ele estava olhando para mim, t?o s¨¦rio em sua intensidade¡­ era do mesmo jeito que eu aprendi que significava que ele estava sendopletamente honesto. O mesmo olhar que perfuraria todo o resto e me permitiria acreditar em cada pvra dele. .. . E esse fato por si s¨® acendeu minha inquieta??o mais uma vez, incapaz de suportar o ritmo agonizantemente lento a que chegamos. Eu o queria agora. Cansei de esperar mais um segundo. ¡°Aleric,¡± eu gemi, arqueando meu corpo contra ele, e esperando que ele entendesse a dica. E seus l¨¢bios imediatamente capturaram os meus novamente uma urg¨ºncia renovada; sua m?o que estava me tra?ando de repente descendo lentamente¡­ ¡­ Perseguindo at¨¦ que, eventualmente, um suspiro me escapou. A pequena sensa??o de al¨ªvio finalmente sendo concedida sob seu toque. Uma sensa??o de que ele continuou a crescer, fazendo uma press?o vertiginosae?ar a se formar dentro de mim. Uma sensa??o inflex¨ªvel de que ele n?o parava, n?o importa o quanto eu me contorcesse embaixo dele, panhada de mais beijos e mordiscadas na minha orelha, meu ombro, meu peito. ¡°¨¦ isto o que voc¨º queria?¡± ele perguntou, sua respira??o fazendo c¨®cegas na minha pele suavemente. Referindo-se ¨¤s ¨²ltimas semanas em que eu o desejava. Mas eu simplesmente bncei minha cabe?a em resposta. ¡°N?o. . . ? E, para minha consterna??o, ele ent?o se afastou para olhar para mim, seus olhos escuros queimando nos meus. Uma rea??o que erapletamente o oposto do que eu queria. ¡°N?o¡­ eu quero mais.¡± E um som saiu dele que fez todo tipo de coisas inexplic¨¢veis em minhas entranhas quando ele rapidamente obedeceu, percebendo exatamente o que eu estava realmente procurando. Ele agarrou minha coxa for?a, i?ando-a ao redor de sua cintura e, sem me fazer esperar nem mais um momento, senti um tipo diferente de press?o substituir onde seus dedos estavam segundos antes. Eu senti cinzas pressionando seuprimento dentro, enchendo minha mente e corpo completamente. Agora, havia apenas ele enquanto consumia todo o meu ser. Mas isso. Isso ¨¦ o que eu queria. N?o, o que eu precisava. E um grito de prazer me deixou. Algo que soou em un¨ªssono um gemido dele enquanto eu me ajustava ao redor dele. Todos os lugares pareciam iluminados, meu corpo respondendo ao dele de todas as maneiras imagin¨¢veis, e ficamos assim por um momento, respirando pesadamente enquanto levamos um segundo para apenas desfrutar da satisfa??o iensur¨¢vel. Como eu estava perdendo isso o tempo todo? Parecia criminoso. Eu me senti t?o incrivelmente intoxicado por seu toque, seu cheiro, seu calor¡­ ¡°Aria,¡± ele ent?o disse, sua testa descansando contra a minha. Era sua maneira de me dizer o que aconteceria a seguir. Mas eu n?o precisava do aviso. Eu j¨¢ estava mais do que pronto. E de repente, eu o sentie?ar a se mover, pressionando mais antes de liberar . Uma cadeia de movimento que logo seria repetida continuou a roubar pequenos gemidos de meus l¨¢bios; encorajando um ritmo a construir entre n¨®s enquanto ele empurrava em mim. Um ritmo ao qual me vi cedendopletamente. Mas eu poderia dizer que ele ainda estava se segurando, fazendo o seu melhor para conter sua for?a de me machucar. Ele estava tentando ser gentil emo ele se movia, seu toque nunca pressionando mais do que o necess¨¢rio. S¨® que eu j¨¢ tinha passado do ponto de querer ser tratadoo vidro. Eu n?o queria mais me sentir fr¨¢gil, tipo ! era incapaz de lidar mais do que isso por causa de tudo que estava acontecendo. N?o, eu queria me sentir viva, igual¡­ eu queria sentir tudo que pudesse dele. ¡°¡­Mais,¡± eu murmurei contra seu ombro. .. . E ele imediatamente parou, olhando para mim olhos contendo uma mistura de surpresa e lux¨²ria. ¡°O que voc¨º acabou de dizer? Voc¨º quer ainda mais do que isso?¡± ele perguntou, quaseo se me desafiando a dizer sim. Meu cora??o disparou suas pvras, imaginando o que ele tinha em mente esse tipo de rea??o. ¡°¡­ Pare de se segurar,¡± eu me peguei dizendo, um pouco incr¨¦d a minha confian?a rec¨¦m- descoberta. E ele imediatamente me puxou para cima e me girou, ent?o minhas costas estavam pressionadas contra seu peito; moldando-me ao seu corpo enquanto ele agora se ajoelhava. Um resultado inesperado do meu pedido inicial. ¡° W ¨C espere¡­-.¡± ¡°Se voc¨º insistir¡±, ele sussurrou em meu ouvido. E eu o senti empurrar dentro de mim mais uma vez, roubando mais um grito de prazer dos meus l¨¢bios, minha mente esquecendo o que quer que eu estivesse preocupado. Com um bra?o agora enrdo inteiramente em volta do meu torso, fiqueipletamente presa contra ele quando elee?ou a se mover novamente; impotente da melhor maneira poss¨ªvel, pois seu ritmo e for?a aumentaram de antes. Cada emo??o que est¨¢vamos reprimindo por tanto tempo estava borbulhando na superf¨ªcie, nos levando adiante enquanto sucumbimos inteiramente aos nossos desejos. N?o havia mais espa?o para d¨²vidas ou segundos pensamentos aqui, apenas necessidades puras que estavam implorando para serem satisfeitas. Eu estava totalmente sob seu controle enquanto ele se movia, sentindo a mesma press?o aumentando a cada impulso que ele ¡®tinha para oferecer; agora mais forte dez vezes de antes. Na verdade, eu j¨¢ estava perto do meu limite quando me ofereci a ele, dando-lhe o que ele queria de mim¡­ mas ent?o sua m?o livre encontrou seu caminho na frente, entre minhas coxas, e o jogo acabou a partir da¨ª. ¡°Aleric¡±, eu gritei Se ele continuasse assim, eu n?o seria capaz de aguentar por muito mais tempo¡­ ¡°O que ¨¦ isso?¡± ele perguntou inocentemente, os dentes suavemente ro?ando minha orelha¡­ meu pesco?o¡­ meu ombro¡­ Mas enquanto ele estava me perguntando o que estava errado, eu n?o pude deixar de notar que seu pr¨®prio ritmo tinha acabado de aumentar. Um sinal de que ele provavelmente n?o estava t?o atr¨¢s de mim. ¡°Eu vou¡­.¡±. Tentei dizer, mas n?o consegui pronunciar as pvras. Mais forte e mais r¨¢pido ele empurrou em mim, suas a??es se tornaram mais fervorosas quando ele me tocou, acelerando conforme os segundos passavam, me enviando cada vez mais perto da borda at¨¦ que¡­. Digitalizado CamScanner Whaples Ninely SEIS P1+2 Com um grito final de prazer, uma eletricidade de ¨ºxtase de repente percorreu todo o meu corpo, fazendo-me sucumbir a um momento de puro ¨ºxtase. Eu tinha chegado ao meu ponto de ebuli??o e instantaneamente me desfezpletamente contra ele. Onda ¡­ ap¨®s onda¡­ ap¨®s onda, me varreu, me fazendo tremer a cada segundo que passava. Uma intensa rea??o corporal al¨¦m dapreens?o¡­ e eu aparentemente n?o estava sozinha nisso, pois senti Aleric alcan?ar sua pr¨®pria libera??o, o som de seu gemido enchendo meus ouvidos atr¨¢s de mim. N¨®s dois ca¨ªmos no sof¨¢ pouco depois disso, nossa respira??o pesada em un¨ªssono enquanto eu saboreava a sensa??o de seu corpo contra o meu por um tempo. Erao se eu finalmente conseguisse co?ar a coceira que me iodava h¨¢ tanto tempo. Embora, se eu estivesse sendo totalmente honesto¡­ e isso n?o queria dizer que havia algo ¡®errado¡¯, mas talvez houvesse apenas uma coisa¡­ ¡°Aria,¡± Aleric ent?o disse suavemente ao meu ouvido, sua m?o viajando pelo meu corpo novamente. ¡­ Bem, isso respondeu a isso. Aparentemente, ele foi capaz de ler minha mente t?o perfeitamente mais uma vez. | me virei para encar¨¢-lo, entr?ando meus dedos em seu cabelo enquanto nos beij¨¢vamos mais uma vez. E continuamos de onde hav¨ªamos parado, embora mais devagar para saborear o momento desta vez. Um tempo que ent?o se tornou o segundo de muitos outros que ocorreram naqu noite. ¡­Quem precisava dormir de qualquer maneira? Eu estava de f¨¦rias. Tipo de. Cap铆tulo 97 Cap¨ªtulo 97 Cap¨ªtulo Noventa e Sete Acordei um longo e satisfeito alongamento na cama, sentindo-me mais contente do que em anos. Os ¨²ltimos dias tinham se misturado tanto que eu mal conseguia mais panhar o tempo. Era uma ter?a-feira? Manh?? Noite? Eu n?o sabia. Tudo que eu sabia era que minha ¨²ltima semana tinha sido passada Aleric, vivendo e respirando cada momento que ele podia dispensar para mim. Continuei a me alongar, tentando acordar, mas, ao faz¨º-lo, de repente senti uma pulsa??o de dor emanando do meu ombro. Algo que eu estava ignorando nos ¨²ltimos dias, apesar do meu prop¨®sito real de vir aqui. Bem, se isso deu mais um motivo para ficar aqui mais um pouco, n?o poderia ser t?o ruim assim, certo? Em suspirou. Eu n?o queria sair. ro que n?o. Era t?o f¨¢cil ignorar todos os meus problemas iminentes esperando em casa, escolhendo apenas viver dentro da minha pr¨®pria bolha. Eu estava feliz aqui. Na verdade feliz. Algo que eu n?o sentia h¨¢ tanto tempo. Dado tudo o que eu suportei, certamente eu merecia um pouco de descanso? E Aleric parecia feliz, embora n?o o tivesse expressado explicitamente. N?o que eu esperasse que ele fizesse isso. Ele n?o costumava expressar sentimentos atrav¨¦s de pvras, a menos que fosse solicitado, geralmente optando por transmitir coisas em suas a??es. Mas eu poderia dizer p forma como ele estava agindo que ele parecia estar se divertindo, parecendo mais leve e rxado em seus maneirismos. Pensando agora, parecia loucura que eu tivesse passado tantos anos desta vida tentando fugir dele. Eu tinha at¨¦ nejado rejeit¨¢-lo. E eu sabia por experi¨ºncia anterior o quanto isso do¨ªa, mais do que garantiria os benef¨ªcios de passar por esse processo. O vazio constante que criava no interior era tortuoso. Isso me fez pensaro as coisas poderiam ter sido boas desde o in¨ªcio se tiv¨¦ssemos a chance de viver nossas vidas do jeito que dever¨ªamos. Se n?o houvesse press?es de profecia, Selene, marcas ou Thea. Apenas¡­ duas pessoas do mesmo bando que se encontraram. Ser¨¢ que Aria e Aleric daqu linha do tempo, embora sem d¨²vida muito diferentes das pessoas que somos agora, tamb¨¦m se encontrariam felizes juntos? No entanto, era estranho at¨¦ mesmo pensar na pessoa que eu j¨¢ fui. Minha primeira vida parecia mais um pesadelo ruim, assimo a pessoa daqu linha do tempo. Eu vivi uma vida t?o protegida e estruturada que a garota daqu ¨¦poca mal podia ser considerada nada mais do que uma boneca. E embora eu n?o pudesse dizer que gostei da viagem, n?o podia negar exatamente que os infort¨²nios que experimentei desde a morte tamb¨¦m n?o me amadureceram; n?o tinha me ajudado a crescer da ing¨ºnua e juvenil Luna que eu tinha sido. Provavelmente foi mais evidente na maneirao agi ao retornar. Como se eu fosse ¨¤s vezes mais uma garota malcriada do que uma mulher que j¨¢ teve um alto status. Muita liberdade e trauma dado a uma crian?a de uma s¨® vez, impulsionada por uma intensa motiva??o para escapar e finalmente ser sua pr¨®pria pessoa. No entanto, o tempo todo isso estava acontecendo, tamb¨¦m lidando as mudan?as corporais b¨¢sicas que vieram a adolesc¨ºncia mais uma vez. Ent?o, quem eu era na verdade? Sem Thea, sem ingenuidade, sem medo e dor? Se, por algum mgre, eu de alguma forma sobrevivi a isso at¨¦ o fim, vivendo para ver um mundo onde eu estava finalmente livre de Theapletamente, o que isso parecia para mim? Quando eu poderia finalmente ser eu mesma sem press?es ou manip??o? Quem eu eventualmente me tornarei? ¡­Mas eu sobreviveria? Selene vindo para recuperar o que era d parecia mais do que prov¨¢vel para quando isso acabasse. mesma me disseo considerava os outros santos, os que vieram antes de mim, erros. A vit¨®ria significava viver? Ou essa expira??o ainda estava esperando por mim independentemente, apenasprando meu tempo quanto mais eu procrastinava enfrentando Thea? ¡­Isso significaria dizer um ¨²ltimo adeus a Aleric antes de sairmos para lutar ? Trollei e joguei minhas pernas para odo da cama, n?o querendo mais pensar nisso. O resultado para isso n?o era algo sob meu controle, ent?o n?o havia sentido em refletir sobre isso. Por enquanto¡­ eu s¨® queria ser feliz pelo tempo que eu tinha certeza que tinha. E ent?o eu sa¨ª do meu quarto, descendo as escadas para o ¨²nico lugar que eu queria estar agora. ¡°O que voc¨º est¨¢ lendo?¡± Eu perguntei baixinho, de p¨¦ na porta da s de estar. Chovia suavemente l¨¢ fora, o som das gotas batendo no telhado de uma forma calmante. As nuvens l¨¢ fora tamb¨¦m estavam escurecendo o c¨¦u o suficiente para que, mais uma vez, eu n?o pudesse ter certeza de que horas eram. Aleric estava sentado no parapeito da jan, livro na m?o, e s¨® olhou para cima depois que eu falei, um pequeno sorriso se aquecendo em seu rosto ao faz¨º-lo. Seus olhos me lembravam o musgo e as ¨¢rvores dentro da floresta quando ele parecia genuinamente feliz, quaseo se ele fosse uma personifica??o viva do meu pequeno santu¨¢rio dodo de fora. ¡°Nada realmente¡±, ele respondeu. ¡°Voc¨º dormiu bem?¡± ¡°N?o sei se posso chamar isso de ¡®sono¡¯, j¨¢ que n?o havia muito disso acontecendo¡­ mas foi bom. Alguns podem at¨¦ dizer¡­ ¨®timo.¡± ¡°¡­¨¦ assim mesmo?¡± E me aproximei at¨¦ ficar na frente dele, a inten??o de olhar para o livro em suas m?os, mas em vez disso ele estendeu a m?o e me puxou para seu colo, for?ando um grito de surpresa de mim o movimento repentino. N?o que eu estivesse remando embora. E, quando ele me posicionou para sentar confortavelmente contra seu peitorgo, eu nunca me senti t?o confort¨¢vel e segura antes. ¡°Este parece um dos meus livros,¡± eu disse, lendo as pvras na p¨¢gina. ¡°Apenas uma pequena parte disso est¨¢ na l¨ªnguaum.¡± ¡°Bem, est¨¢ chovendo e n?o h¨¢ muito mais o que fazer para se divertir por aqui¡­¡± E eu senti quando ele inclinou a cabe?a para mim, passando a beliscar minha orelha. ¡°A menos que voc¨º tenha outra coisa em mente.¡± Belongs to ? n0velDrama.Org. Um arrepio me percorreu, enviando possibilidades infinitas para percorrer minha mente¡­ embora logo seguido por outra dor surda no meu ombro, um lembrete de por que est¨¢vamos aqui. Eu tinha curado muito desde que chegamos, mas nossas atividades recentes provavelmente estavam regredindo esse processo. ¡°Eu preciso de uma pequena pausa¡­ eu ainda estou me curando, afinal,¡± eu disse rindo, e me contorci para longe de seus dentes. ¡°Tenho certeza de que esses ¨²ltimos dias foram o oposto de permitir que meu corpo descanse.¡± Para minha pr¨®pria decep??o, ele ent?o se acalmouo eu pedi, e voltou a olhar para o livro em vez disso. Era uma situa??o em que eu particrmente n?o queria ser o respons¨¢vel. Na verdade, eu poderia pensar em v¨¢rias outras coisas irrespons¨¢veis que poder¨ªamos estar fazendo agora¡­. ¡°Aria,¡± ele disse em voz baixa atr¨¢s de mim. ¡°Se decidir.¡± E eu senti minhas bochechas corarem, percebendo que est¨¢vamos de volta ¨¤ estaca zero. Eu precisava estar mais consciente de mim mesma. ¡°Umm, de qualquer maneira .. voc¨º pode ler isso?¡± Eu perguntei, mudando rapidamente de assunto. Ele o virou para olhar a capa e voltou para a p¨¢gina em que estava. ¡°Na verdade, n?o. Eu realmente n?o me iodei idiomas durante o estudo. Estou olhando principalmente para as fotos e lendo os pequenos peda?os de l¨ªnguaum que aparecem.¡± ¡°¡­Voc¨º queria que eu lesse para voc¨º?¡± Eu ofereci. ¡°N?o posso mais dizer que sou fluente, mas tenho melhorado muito nos ¨²ltimos meses.¡± Eu sentio seu corpo riu atr¨¢s de mim, as vibra??es me fazendo querer derreter contra ele mais ¡°¡­ ro¡±, disse ele. E mesmo que o livro n?o contivesse nada al¨¦m de recontagens factuais da dinamica da matilha v¨¢rios s¨¦culos atr¨¢s, ele se sentou e me escutou diligentemente de qualquer maneira durante a pr¨®xima hora que se seguiu. Um momento que s¨® terminou quando eu n?o consegui ficar acordada, minha falta de sono finalmente veio me alcan?ar. Eu tentei tanto lutar contra isso, querendo n?o deixar o momento passar. Mas, no final, provou ser demais. ¡­ E eu adormeci em seus bra?os. Acordei a sensa??o do meu cabelo sendo gentilmente tocado , os fios puxando delicadamente de uma maneira agrad¨¢vel, e um sorriso lentamente surgiu em meus l¨¢bios. ¡° ¡­ O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Murmurei baixinho, acordando para ver Aleric ao meudo na cama. Seus olhos instantaneamente travaram os meus, parecendoo se ele tivesse sido pego fazendo algo que n?o deveria. Uma rea??o que teria me feito rir se n?o fosse um pouco doce. Meu peito instantaneamente apertou na cena diante de mim e eu peguei sua m?o na minha. ¡°Voc¨º gosta disso?¡± Eu perguntei. ¡°Eu nunca fiz isso quando crian?a. A prata ¨¦o a de uma velha senhora.¡± ¡°¡­¨¦ uma cor bonita,¡± ele respondeu. ¡°Eu sempre gostei do seu cabelo. Mesmo quando eu era mais jovem, eu achava que era interessante.¡± *Tumm.* Ele me puxou para mais perto at¨¦ que eu estava encostada nele, descansando minha cabe?a no travesseiro aodo dele para que pud¨¦ssemos nos encarar. ¡°¡­Do que mais voc¨º gosta?¡± Eu sussurrei, embora um pouco nervosa. Na verdade, al¨¦m do v¨ªnculo depanheiro, eu n?o tinha ideia de por que ele estaria interessado em mim. Pelo que eu podia dizer, n?o erao se eu tivesse dado a ele muitas raz?es para isso. Era algo que eu estava pensando h¨¢ um tempo, sempre espdo secretamente o porqu¨º, mas no verdadeiro estilo Aleric, ele n?o disse nada ainda. Por mais estranho que fosse, obter esse tipo de informa??o dele provavelmente seria imposs¨ªvel, a menos que eu perguntasse diretamente a ele. Ele se mexeu um pouco ao meudo e limpou a garganta, uma pequena carranca se formando entre suas sobrancelhas. Ele estava desconfort¨¢vel? ¡°¡­ eu acho¡­¡± elee?ou e ent?o pausou, silenciosamente considerando meu pedido antes de continuar. ¡°Eu acho que voc¨º ¨¦¡­ linda¡­ engra?ada¡­ inteligente¡­ ou pelo menos, inteligente *¨¤s vezes,¡± ele brincou. Eu de brincadeira bati em seu ombro enquanto ele ria, mas, antes que eu pudesse fazer muito mais, ele rapidamente agarrou minha m?o e a beijou para me conter. ¡°Eu acho¡­ acho que voc¨º me ajudou a me tornar uma pessoa melhor, intencionalmente ou n?o,¡± ele continuou, agora de volta a ser s¨¦rio mais uma vez. ¡°Eu acho¡­ voc¨º se tornou algu¨¦m que eu ansiava por ver todos os dias, quem eu realmente gostava de estar perto¡­ algu¨¦m que me deu um motivo para sair da cama e tentar fazer melhor do que no dia anterior.¡± Senti meus olhose?arem a se encher de l¨¢grimas, sentindo-me oprimida por sua resposta. Eu n?o esperava que ele entrasse em tantos detalhes. ¡°Admiro sua confian?a e for?a¡±, continuou ele, ¡°sua capacidade de mudar as coisas ao seu redor; tanto as pessoas quanto a matilha. Voc¨º tem uma maneira de definir sua mente para fazer algo e manter suas convic??es, apesar de outras pessoas tentarem impedi-lo.¡± ¡°¡­ Eu acho que esse ¨²ltimo ¨¦ ser teimoso,¡± eu interrompi levemente, embora minha voz tra¨ªsse o qu?o emocional eu estava me sentindo. ¡°Isso ¨¦ provavelmente verdade¡±, disse ele e segurou meu rosto, colocando um beijo r¨¢pido na minha testa. ¡°Fndo nisso¡­ voc¨º ia treinar hoje? N?o pude deixar de notar que voc¨º n?o faz isso h¨¢ alguns dias ¡°Estou de folga,¡± | resmungou quando desviei os olhos para a indesej¨¢vel mudan?a de assunto. ¡°Deixe- me ter isso por um pouco mais.¡± Elee?ou a rir silenciosamente, por¨¦m, e eu rapidamente olhei para tr¨¢s para v¨º-lo me observando com divers?o, seus olhos segurando aquele calor para eles que eu adorava. ¡°N?o,¡± ele disse categoricamente, um sorriso nos l¨¢bios. ¡°V¨¢ treinar hoje. Assimo eu tenho que patrulhar. Qual .. ¡°Ele ent?o olhou para a jan, medindo o tempo. ¡°¡­ O que provavelmente j¨¢ est¨¢ na hora de eu fazer isso.¡± ¡°N?o00000,¡± eu gemi baixinho, aproveitando muito nosso dia pregui?oso na cama. Apenas uma hora ou mais estaria bem, certeza. Eu n?o queria que ele fosse ainda. N?o depois de todas as coisas doces que ele me disse agora . ¡°Simmmm¡±, ele respondeu, imitando meu tom, e se afastou para se sentar. ¡°Apenas fique na camaigo um pouco mais¡± | disse. ¡°Podemos lutar contra intrusos daqui, se necess¨¢rio.¡± ¡°Mmm, tentador¡±, disse ele, curvando-se para me beijar. Imediatamente, pequenas borboletas me encheram enquanto eu me deleitava a sensa??o que seu toque oferecia, e agarrei seu ombro para pux¨¢-lo para mais perto. Se dependesse de mim, n?o teria parado por a¨ª, mas, antes que eu pudesse iniciar qualquer outra coisa, ele rapidamente se afastou. ¡°¨¦ tentador,¡± ele reiterou, ¡°mas eu prefiro estar focado quando estou lutando, *n?o distra¨ªdo por uma sedutora pregui?osa na cama.¡± ¡°Eu n?o sou pregui?oso¡±, eu fiz beicinho, e me sentei enquanto ele ia se trocar. Ent?o sinta-se ¨¤ vontade para provar que estou errado,¡± ele riu, colocando algumas roupas soltas. ¡°V¨¢ treinar.¡± E eu resmunguei baixinho novamente, fazendo-o rir ainda mais. ¡° Tudo bem, eu estou fora¡±, disse ele, voltando para o meudo da cama. ¡°Pare de parecer t?o desamparado. Vejo voc¨º em breve.¡± E isso, ele rapidamente me beijou, uma pequena fa¨ªsca irrompeu de onde nossos l¨¢bios se encontraram, e saiu antes que eu pudesse dizer qualquer outra coisa. Eu me perguntei quanto tempo levaria at¨¦ ele voltar para casa hoje, sabendo que ¨¤s vezes ele se ausentava por algumas horas. Ele estava certo, por¨¦m¡­ eu provavelmente deveria treinar Espere¡­ .. . Uma fa¨ªsca. Eu rapidamente trouxe uma m?o aos meus l¨¢bios em confus?o. Eu senti isso. Eu senti isso.* Isso foi definitivamente uma fa¨ªsca do v¨ªnculo dopanheiro. Apenas um pequeno. Mas aconteceu. Pulei da cama, trope?ando nas minhas pr¨®prias pernas pressa, e cheguei ao topo da escada. ¡­ Mas, antes que eu pudesse segui-lo, ouvi a porta da frente se abrir e fechar. ¡­ Ele j¨¢ tinha ido. ¡®Ent?o acho que vou ter que contar a ele mais tarde¡¯, pensei um sorriso. Seria algo para se esperar. Que melhor progresso eu poderia dizer a ele do que dizer que finalmente senti uma fa¨ªsca ? E definitivamente seria motivo para alguma¡­ pesquisa cient¨ªfica. Para testar quando eu podia e n?o podia sentir, ¨¦ ro. Provavelmente algum ¡®contato f¨ªsico extenso¡¯ resolveria o problema. Mordi meu l¨¢bio conscientemente e voltei para o meu quarto, me jogando contra os len?¨®is mais uma vez. De alguma forma, eu estava me sentindo melhor do que nunca. Melhor do que antes de eu colocar o anel. Eu estava me sentindo mais forte e mais realizada, meu ombro se sentindo basicamente completamente curado. As coisas estavam realmente ¨®timas. Na verdade, agora que pensei nisso, meu ombro *sentiu* curado. Nem mesmo um eco de dor estava vindo dele agora¡­ o que era meio estranho, considerando que ontem estava me machucando. Levantei-me e caminhei em dire??o ao espelho, puxando minha camisa para odo para inspecionar o ferimento. Provavelmente ainda tinha mais algumas semanas, j¨¢ que eu estava usando prata¡­ ¡­ Mas,o eu finalmente vi, eu imediatamente fiz uma careta de surpresa. ¡­ Porque foi curado. Totalmente curado. Agora apenas um tom de contus?o permanecendo na minha pele. Mas ent?o, isso n?o significava¡­. Eu rapidamente olhei para as minhas m?os¡­ ¡­Apenas para descobrir que eles estavam pletamente nus . ¡°¡­Porra.¡± O anel se foi. ¡°N?o¡­¡±, eu sussurrei incr¨¦d, olhando para o lugar onde o anel deveria estar. ¡°N?o n?o n?o n?o n?o.¡± Eu estava t?o acostumada a sensa??o de prata que nem mesmo registrei mais a queimadura. H¨¢ quanto tempo estava faltando? Um dia? Dois? ¡­ Thea tinha percebido? Desci as escadas correndo, um panico avassdor me alimentando enquanto lutava para encontr¨¢-lo e comecei a procurar em todos os lugares que podia. Sob e atr¨¢s de m¨®veis, avanderia entre minhas roupas, literalmente em qualquer lugar! poderia pensar. Quando eu tinha visto isso p ¨²ltima vez? ¡­ N?o estava l¨¢ ontem ? O peitoril da jan. Olhei para onde nos sentamos juntos no dia anterior¡­ e vi. Quase inteiramente escondido por um travesseiro, estava l¨¢. Brilhando quando o sol atingiu a superf¨ªcie exposta, quaseo se estivesse zombando de mim por perd¨º-lo. Isso significa que deve ter ca¨ªdo acidentalmente do meu dedo quando adormeci. Quantas horas se passaram desde ent?o? No entanto , quandoecei a correr em dire??o a , de repente senti uma sensa??o familiar que n?o sentia h¨¢ meses. Um que me encheu de pavor. Algo que eu n?o sentia h¨¢ tanto tempo, mas que n?o sentia particrmente falta. Tudo ao meu redor instantaneamentee?ou a ficar emba?ado, minhas pernas cedendo debaixo de mim. E, antes que eu pudesse entenderpletamente o que estava acontecendo, de repente, eu estava na floresta. .. . E eu fiquei preso dentro de uma vis?o. Os sons dos p¨¢ssaros e da natureza me cercavamo se eu realmente estivesse ali, at¨¦ o cheiro parecia indistingu¨ªvel. Tudo parecia t?o real¡­ e familiar. Com uma reviravolta no est?mago, percebi que eram os bosques dodo de fora da cabana. Girei minha cabe?a fricamente, procurando a ¨²nica coisa que eu desesperadamente n?o queria encontrar. ¡­Mas, ¨¦ ro, eles estavam l¨¢. Eu suspeitei disso no segundo em que vi onde estava, mas esperava fervorosamente estar errada . Porque eu sabia o que isso significava agora. Como eu n?o poderia? Aleric estava aodo de uma ¨¢rvore, examinando a ¨¢rea ao seu redor, parecendo o mesmo de quando ele saiu nem vinte minutos antes. At¨¦ suas roupas eram as mesmas. O que me contou dois detalhes muito cruciais.¡­ Um; que estava acontecendo hoje. E dois; ¡­que ele nem tinha mudado ainda¡­ significando que estava literalmente acontecendo a qualquer segundo agora, se n?o j¨¢ ¡°Al¨¦rico!¡± | gritou, correndo em sua dire??o. Mas ele n?o respondeu, sendo incapaz de me ouvir dentro da vis?o. Foi mais uma restri??o cruel que veio essa habilidade, Eu imediatamente me sentie?ar a chorar , minha respira??o se tornando superficial enquanto eu assistia impotente em um terror mudo. Porque havia outra restri??o muito importante, mas cruel, que vinha as vis?es. Um sabia dolorosamente bem, tendo experimentado v¨¢rios ao longo dos ¨²ltimos anos. ..E isso ¨¦ que eles sempre* traziam m¨¢s not¨ªcias. Cap铆tulo 98 Cap¨ªtulo 98 Cap¨ªtulo Noventa e Oito ¡°Aleric¡­¡±, eu chorei, sentindo-mepletamente in¨²til. Isso n?o era bom. Isso realmente n?o era bom. E pior, mesmo a pequena possibilidade de que isso n?o fosse coisa de Thea, n?o havia chance de que j¨¢ n?o soubesse. De qualquer forma, eu estava perdendo tempo preso nessa vis?o. Eu precisava sair. Agora. ¡®Acordar.¡¯ | esbofeteou minhas bochechas, desejando mais do que tudo para sair, mas n?o adiantou. Eu n?o estava realmente aqui ou n?o havia nenhum gatilho de dor f¨ªsica. Um som de estalo veio de algum lugar distante, e eu imediatamente olhei para ele. Parecia que algu¨¦m tinha pisado em um galho mais para dentro da floresta. Eu n?o fui o ¨²nico que notou, pois Aleric tamb¨¦m detectou algo, caminhando cautelosamente em dire??o a ele. N?o me deixou muitas op??es no que eu poderia fazer a seguir¡­ Eu tinha que segui-lo. Caminhamos por talvez alguns minutos, em sil¨ºncio mortal o tempo todo, antes que uma reira surgisse ¨¤ frente. Eu sabia que tinha que ser isso. O lugar onde isso aconteceria. Ele deu dois passos, avaliou a ¨¢rea e depois *BAQUE.* Um lobo atacou Aleric, enviando os dois voando para o ch?o quando a ferae?ou a rosnar e mord¨º- lo. Mas foi maisment¨¢vel para o lobo, se alguma coisa, j¨¢ que algo assim n?o era suficiente para manter Aleric para baixo¡­ e ele rapidamente provou meu ponto. Sem muito esfor?o da parte de Aleric, ele conseguiu facilmente cuidar do lobo, torcendo seu pesco?o e acabando ele em segundos. Ele n?o tinha nem mesmo suado isso, muito menos se esfor?ou de alguma forma. ¡­ Mas era realmente isso? Isso parecia um pouco¡­ f¨¢cil demais. N?o o suficiente para garantir uma vis?o de qualquer maneira . Embora, ¨¦ ro, eu n?o precisei esperar muito para descobrir. Aleric deve ter sentido o que quer que fosse desde que ele se preparou imediatamente, olhando ao redor da ¨¢reao se esperasse que algo saltasse. Mas n?o era apenas ¡®algu¨¦m¡¯. N?o, por falta de uma pvra melhor, era um pequeno ex¨¦rcito. Umas cinco ou seis d¨²zias de pessoas de repente emergiram das ¨¢rvores para a grande reira ¨¤ frente; alguns mudaram, outros n?o. Todos eles armados ou prontos para lutar¡­ contra apenas Aleric. As probabilidades n?o estavam a seu favor. Mas, para minha surpresa, Aleric n?o parecia nem remotamente em fases. Seu rosto estava completamente calmo enquanto ele avaliava a situa??o, seus olhos examinando a ¨¢reao se estivesse tomando notas internas de exatamente onde todos estavam. E, um pequeno suspiro final, ele virou os ombros para tr¨¢s e esticou o pesco?o de umdo para o outro. O inimigo ficou surpreso seu jeito contrdo ou, pelo menos, estava esperando para ver o que ele faria a seguir. Isso significava que eles sabiam quem ele era, sabiam do que ele era capaz, pois n?o ousavam entrar correndo. Mas eles n?o iriam querer prender a respira??o se estivessem esperando que Aleric entrasse cegamente e ficasse. Ele n?o era t?o est¨²pido. Um minuto ou dois se passaram ambos osdos ainda avaliando cautelosamente o outro. Ele se arrastou quase ao ponto de ser rid¨ªculo antes que, finalmente, Aleric se abaixou e agarrou uma pedra, jogando-a levemente em sua m?o enquanto sentia seu peso. E dos poucos que n?o foram transformados, pude ver suas express?es ficarem mais tensas,o se esperassem que ele finalmente atacasse. ¡­S¨® que Aleric n?o precisava usar a pedrao arma debate corpo a corpo. Em vez disso, ele prontamente deu um passo para tr¨¢s um p¨¦, torceu o corpo¡­ e jogou a pedra tanta for?a que imediatamente atingiu o lobo mais pr¨®ximo. Eles sangraram quase instantaneamente, a pedra cortando a carne pelo pesco?o. N?o houve tempo suficiente para o lobo reagir ao proj¨¦til iminente. A julgar p rea??o da multid?o, nenhum deles havia previsto que Aleric on?aria tanta velocidade e poder. Mas aparentemente foi a gota d¡¯¨¢gua para eles. Rapidamente, todose?aram a atac¨¢-lo, a floresta explodindo em um coro de gritos e rosnados. Cinco lobos atacaram Aleric primeiro de todos osdos, tentando impedir sua habilidade de se esquivar, mas ele rapidamente chutou tr¨ºs e eliminou dois sem problemas, terminando os outros tr¨ºs facilmente no momento em que se recuperaram para atac¨¢-lo novamente. Isso deve ter enfurecido o grupo, tendo visto ele acabar cinco de seus homens sem esfor?o, e v¨¢rios mais avan?ados sobre ele. Na verdade, Aleric se tornou quase um borr?o enquanto defendia e atacava rapidamente. Independentemente da dire??o ou da abordagem, ele estava sempre pronto e antecipando o pr¨®ximo passo. Era a raz?o exata p qual Aleric e eu est¨¢vamos um pouco equilibrados quando lutamos agora; onde eu podia literalmente sentir seu pr¨®ximo movimento de meus?os para previs?o, Aleric, por outrodo, era um lutador t?o habilidoso sentidos insanamente agu?ados que ele era capaz de prever o pr¨®ximo movimento base apenas na linguagem corporal. Em um evento de grande esc No momento em que ele derrubou cerca de vinte inimigos, eu poderia dizer que ele estava finalmente come?ando a tentar corretamente. N?o quer dizer que ele estava ficando cansado, mas eu sabia que provavelmente seria dif¨ªcil acabar os cinquenta inimigos restantes ou mais ainda esperando para ir. Continuando¡­ e continuando¡­ e a batalha continuou. Vinte¡­ vinte e cinco¡­ trinta¡­ quarenta. Ele trabalhou cada oponente metodicamente e nunca diminuiu a velocidade¡­ mas quando finalmente havia apenas cerca de quinze inimigos restantes, pude ver que ele estava atingindo seu limite. Ele parecia¡­ exausto. Agora coberto de poeira, sangue e suor, ele ergueu o ar enquanto esperava o pr¨®ximo ataque. Mas seus olhos ainda estavam t?o afiados e focadoso quando a lutae?ou. Ele poderia estar cansado, mas ele ainda estava pronto para continuar independentemente. Eu sabia que ele provavelmente mudaria em breve. Agora que os n¨²meros haviam diminu¨ªdo, ele seria capaz de tirar vantagem de seu lobo para gerenciar melhor o espa?o aberto e conservar a for?a, utilizando a furtividade extra para pegar inimigos restantes e matar qualquer um que tentou correr. Foi algo que a oposi??o provavelmente percebeu tamb¨¦m enquanto parava por um minuto para reavaliar a situa??o. . . . E outro impasse se seguiu. A maioria de seus n¨²meros estavam agora mortos ou feridos demais para continuar e ainda assim Aleric ainda estava de p¨¦ pouco mais do que alguns arranh?es na superf¨ªcie. Certamente, eles tinham que perceber que n?obinavam, certo? S¨® que¡­ lembrei ent?o que n?o estava assistindo isso ao vivo. Fiquei t?o absorto em assistir a luta que quase esqueci o que era isso. Uma vis?o. E isso significava que n?o haveria final feliz aqui, ¡®Acorde¡¯, eu gritei internamente para mim mesma, querendo mais do que qualquer coisa para sair disso j¨¢ Mas ent?o um homem avan?ou. Ao contr¨¢rio dos outros, ele n?o parecia medo. Ele n?o se encolheu ou agiu caut¡­ N?o, a ¨²nica maneira de descrev¨º-lo era que ele parecia¡­ inst¨¢vel. Com olhos arregdos e nariz dtado, ele se aproximou de Aleric, parecendopletamente fora de si. Um homem possu¨ªdo emo ele se movia. Foi por testemunhar todos os seuspanheiros morrerem impiedosamente ou por outra coisa? Aleric rapidamente se concentrou nele, observando cuidadosamente quando ele atacaria. Mas¡­ algo n?o parecia certo. Algo sobre ele, sobreo ele estava agindo¡­ ¡®Acorde, acorde, acorde.¡¯ Ele lentamente alcan?ou atr¨¢s dele, pegando algo do bolso¡­ ¡®Acorde, vamos logo! ¡­Puxar um objeto de apar¨ºncia met¨¢lica, algo que fez todos na ¨¢rea olharem para ele confusos; at¨¦ mesmo seuspanheiros aliados. Nenhum de n¨®s aparentemente j¨¢ tinha visto isso antes¡­ O que s¨® me deixou mais preocupado. ¡® AGUARDE _ Ele a ergueu, apontando diretamente para Aleric¡­ *Clique.* ¡®ACORDA LOGO.¡¯ *BAAANNGGGG.* Um pequeno sh de luz emitido pelo dispositivo antes de emitir um ru¨ªdo ensurdecedor em seu rastro. Os p¨¢ssaros da ¨¢rea imediatamente voaram, fugindo o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Foi alto o suficiente para me fazer cair para tr¨¢s no ch?o de surpresa, junto v¨¢rios inimigos tamb¨¦m. Como eu, eles foram pegos de surpresa tanto quanto eu. .. . E ent?o o sil¨ºncio caiu. Silencioso o suficiente para ouvir um alfe cair. ¡°Nem uma ¨²nica pessoa se moveu enquanto todos n¨®s olh¨¢vamos em choque, imaginando o que diabos tinha acabado de acontecer¡­. ¡­Algo que s¨® foi quebrado quando Aleric de repente gemeu¡­ e caiu de joelhos. Eu rapidamente me levantei e corri em dire??o a ele¡­ s¨® que eu n?o podia toc¨¢-lo. Eu n?o estava realmente aqui. Isso n?o era realmente real¡­ pelo menos ainda n?o . Ele estava sangrando pelo ombro, embora eu n?o tivesse visto nenhuma faca ou arma jogada em sua dire??o. No entanto, havia muito sangue. De apenas um pequeno buraco. O que diabos poderia fazer algo assim? ¡°O que diabos est¨¢ errado voc¨º?¡± um dos outros inimigos gritou. Eu me virei para ver que o homem que tinha acabado de gritar tinha agarrado o maluco o objeto de metal, empurrando-o. ¡° Voc¨º est¨¢ tentando fazer a Deusa nos ferir? O pa¨ªs inteiro nos ca?a? O que faria voc¨º empunhar uma arma humana proibida ? ¡± ¡­Arma humana? Ent?o isso foi¡­ isso foi algo banido da nossa esp¨¦cie. Esta foi a maior ofensa que ele poderia teretido; um crime que colocou em risco nosso modo de vida e todo o pa¨ªs. Isso ia al¨¦m de guerras de matilha e disputas mesquinhas, mas era algo considerado tabu por nossa esp¨¦cieo um todo; um pacto para permanecer escondido e seguro do mundo humano exterior. Independentemente de ele pertencer a um bando ou ser umdino¡­ ningu¨¦m jamais ousaria ultrapassar essa linha. O homem enlouquecidoe?ou a rir, ramente fora de si enquanto observava Aleric sofrer divers?o. ¡°Eu temo aqu bruxa mais do que a Deusa,¡± ele disse. ¡°Foi a vontade d que eu empunhasse esta arma. Esta ¨¦ a ¨²nica maneira de ganhar minha reden??o. ¡°Mesmo se sobrevivermos a isso agora, morreremos de qualquer maneira gra?as ao que voc¨º acabou de fazer. Voc¨º est¨¢ delirando se acha que a bruxa vai proteg¨º-lo quando as pessoas descobrirem sobre isso.¡± Mas ele simplesmente sorriu, seu corpo tremendo de tanto rir. ¡°Ent?o eu morro sabendo que fiz tudo o que pude para sobreviver a este mundo. A vida de umdino ¨¦ cheia apenas de trag¨¦dias. Basta olhar para o destino de nossos irm?os que cercam os EUA. ¡± O segundo homem parecia enojado por ele, mas assustado ao mesmo tempo. Mesmo para algu¨¦m nejando machucar Aleric momentos atr¨¢s, estava ro que algumas coisas estavam longe demais. ¡°Nossas ordens eram para ¡®captur¨¢-lo¡¯. Capturar. N?o ¡®matar¡¯, umdino diferente interveio. Embora apesar dessas ordens, todos eles estavam discutindo enquanto Aleric continuava a sangrar. ¡°Por que ele n?o est¨¢ se curando?¡± um deles finalmente entrou na conversa. ¡°¡­ ¨¦ uma b de prata,¡± o homem insano explicou. ¡°A bruxa preparou especificamente para isso.¡± Ent?o, foi ideia da Thea. ¨¦ ro. S¨® seria descarada o suficiente para dobrar a pr¨®pria moral de nossa esp¨¦cie. E quem poderia dizer o que tinha feito o homem? poderia facilmente ter se aproveitado de uma mente mais fraca e os transformado nisso*. Os fez ver o que queria. Era isso que estava manipndo enquanto eu estava fora de seu alcance? ¡°¡­Oh, Deusa¡­¡± um homem disse,e?ando a rezar. ¡°Chega, n?o temos tempo para isso,¡± o segundo homem retrucou. ¡°Independentemente dos meios, n¨®s o pegamos agora . N?o podemos mudar o que j¨¢ aconteceu.¡± Content rights belong to N?velDrama.Org. ¡°E o outro? A garota?¡± ¡°Se este pudesse matar tantos de n¨®s apenas as pr¨®prias m?os¡­ Eu particrmente n?o tenho vontade de lutar contra a Santa que, at¨¦ recentemente, tamb¨¦m era considerada uma Alfa daqu amaldi?oada N¨¦voa Invernal. Ouvi rumores de que ¨¦ t?o louca quanto perigosa.¡± ¡°¡­ Aria¡­¡± Eu ouvi Aleric ent?o sussurrar baixinho. | rapidamente olhou de volta para ele enquanto ele cerrava os dentes, aplicando press?o em sua ferida. ¡° . . . Aria¡­ se voc¨º ver isso, n?o venha atr¨¢s de mim. Eu me senti tensa de choque. Foi pura sorte ou ele realmente adivinhou corretamente que eu testemunharia a batalha? E n?o apenas isso, mas ele queria que eu o deixasse. Como se tal coisa fosse poss¨ªvel. No exato segundo em que essa vis?o acabasse, eu chegaria a ele a tempo¡­ dois de n¨®s e meu conhecimento, eles n?o teriam chance. ¡° N¨®s terminamos . A bruxa disse que s¨® precis¨¢vamos de um e focar no macho. Agarre-o e vamos dar o fora daqui j¨¢. ¡°-¨¢ria. N?o. Pense nisso reza.¡± Os bandidos agarraram Aleric e o colocaram de p¨¦, sem perder tempo para enfaixar o ferimento e algemar suas m?os atr¨¢s das costas. ¡®ACORDA LOGO. ACORDAR. ACORDAR. ACORDAR ¡®W A KE UP. ACORDAR: ¡®ACORDAR ¡­ *Foto.* Meus olhos se abriram e eu engasguei no ar, finalmente livre da experi¨ºncia horr¨ªvel. Na verdade, eu definitivamente me senti enfraquecido¡­ mas n?o o suficiente para serpletamente in¨²til em uma luta. Eu me tornei forte o suficiente para suportar a energia que roubou de mim, embora isso n?o tenha tornado as coisas mais f¨¢ceis. Eu me levantei e corri para fora da porta, instantaneamente mudando no ar para minha forma de lobo, e comecei a alinh¨¢ em dire??o a onde Aleric estava. Seu cheiro era inconfund¨ªvel enquanto eu o seguia, me esfor?ando para ir cada vez mais r¨¢pido¡­ Indo o mais r¨¢pido que pude, o tempo todo me concentrando em nada mais, exceto chegar at¨¦ ele. Chegando l¨¢ antes * B AAANNGGGG.* Eu parei t?o rapidamente que ca¨ª no ch?o, rndo ao longo da terra rochosa v¨¢rios metros antes de finalmente parar ¡­ Eu estava muito atrasado. N?o¡­ n?o, n?o, isso n?o podia estar acontecendo. E eu mudei de volta, l¨¢grimas enchendo meus olhos enquanto meu corpo tremia. Quanto mais longe na floresta ele estava? Mais cinco minutos? Mais quinze? O que eu pretendia fazer? Se eu chegasse l¨¢ e Aleric j¨¢ estivesse algemado, isso tornaria as coisas consideravelmente mais dif¨ªceis. Eles poderiam us¨¢-loo ref¨¦m para me fazer obedecer, amea?ando machuc¨¢-lo ainda mais. Sem mencionar, eles tamb¨¦m tinham *essa arma*. Fosse o que fosse, foi t?o r¨¢pido que eu nem tinha visto o que fez Aleric. Como eu deveria lutar contra algo assim? Algopletamente desconhecido? Eu provavelmente n?o seria capaz de dizer uma pvra antes de me atingir. ¡­Ent?o, eu deveria deix¨¢-lo ent?o? N?o, isso era impens¨¢vel. Independentemente das consequ¨ºncias, salv¨¢-lo era tudo o que importava. Era a ¨²nica coisa que me importava. Exceto¡­ ¡®*¡° . . . ¨¢ria. N?o. Pense ramente.¡°*¡¯ Pvras de Aleric. | reprimiu minhas l¨¢grimas raiva. Ele estava certo. Eu n?o queria fazer a coisa l¨®gica porque do¨ªa muito¡­ mas ele j¨¢ tinha descoberto qual era o custo de perder aqui. E foi extremamente caro. Os bandidos mencionaram que foram enviados por Thea e suas ordens eram para capturar um de n¨®s. Apenas um, foco em Aleric. Isso me disse uma coisa, e apenas uma coisa. Eles queriam us¨¢-loo isca. Eu poderia supor que seu objetivo era me enviar de volta a um frenesi emocional na minha tentativa de resgat¨¢-lo. Conosco ¨¤ sua merc¨º, podia fazer o que quisesse. E, pelo que eu sabia, havia outros esperando na floresta que eu tamb¨¦m n?o tinha visto, esperando ordens diferentes para quando eu chegaria. Mas esta foi possivelmente a minha ¨²nica gra?a salvadora tamb¨¦m. Isso significava que n?o poderia mat¨¢-lo ainda. Aleric era mais ¨²til para vivo do que morto para que pudesse nos atrair. E, ao contr¨¢rio de minha habilidade, Aleric n?o tornaria quase imposs¨ªvel derrot¨¢ se adquirisse seu poder. Mais for?a n?o iria mudar significativamente o equil¨ªbrio de poder em seu favoro minha previs?o faria. ¡­ Ent?o, isso foi o que Aleric quis dizer n?o seguir. Ele calculou que sua vida n?o valia a pena arriscar a chance de Thea adquirir minha habilidade. Que realmente seria o fim do jogo se colocasse as m?os em mim. N?o s¨® para n¨®s dois, mas para todos. Toda a nossa esp¨¦cie. ¡­ Ele valorizava sua pr¨®pria vida menos do que a de todos os outros. Algo que me quebrou um pouco por dentro para sequer pensar Mas saber a coisa mais segura a fazer aqui n?o tornava as coisas mais f¨¢ceis. Mesmo o pr¨®prio pensamento de deix¨¢-lo ir estava me destruindo. Como eu deveria permanecer calma quando eles o tinham? Quando Thea colocaria as m?os nele para fazer o que quisesse? poderia n?o mat¨¢-lo, mas eu duvidava que tornaria sua estadia muito agrad¨¢vel. Eu deveria apenas sentar e ignorar isso? ¡°FODA-SE,¡± eu gritei em frustra??o, batendo no ch?o meu punho. Eu estava t?o cansado de sacrificar tudo por causa de interfer¨ºncias fora do meu controle. Desistindo da minha vida por uma Deusa que nunca me mostrou gratid?o. Eu nunca pedi para nascer nesta linhagem, nunca quis renascer de novo. ¡­ Eu deveria ter deixado todos eles queimarem. Aproveite minhas chances agora para tentar matar os bandidos. Resgate Alerico. Fuja ele e nunca mais volte. Corra tanto que, mesmo sem o anel, Thea ainda n?o seria capaz de me encontrar. Foda-se este mundo e as demandas constantes de mim. Eu estava feito. ¡®Respirar.¡¯ ¡­Droga. instantaneamente inalei profundamente, ouvindo a voz de Aleric na minha cabe?a para me lembrar de me contrr. ¡­ Esta era sua influ¨ºncia, ainda enraizada no interior. A mesma coisa que eu estaria treinando contra. No entanto, eu quase fui v¨ªtima disso mais uma vez. Era verdade que Aleric estava agora em uma situa??o mortal, mas ainda havia coisas ps quais valia a pena lutar. Meus pais, por exemplo. Vivendo para esperan?osamente v¨º-los novamente sem coloc¨¢- los em perigo. Elder Luke e Alexander tamb¨¦m. inferno, mesmo Brayden n?o merecia morrer. Eu precisava me separar d e focar em vez disso. Mas mesmo em momentoso este onde eu n?o podia confiarpletamente em mim, eu sabia que podia confiar em Aleric. Ele tinha sido uma voz da raz?o para ajudar a acabar a bagun?a que Thea criou dentro de mim. Ent?o, apesar do fato de que cada grama do meu ser estava gritando para eu correr at¨¦ l¨¢ e salv¨¢-lo¡­ eu tinha que confiar nele agora mais do que nunca. Confie que minha primeira avalia??o estava correta. E isso estava me dizendo para n?o seguir. Era a coisa ¡®l¨®gica¡¯ a se fazer¡­ mesmo que me matasse pensar nisso. Digitalizado CamScanner Chupke Novemente apertado E ent?o eu me levantei, for?ando minhas pernas a se moverem uma ap¨®s a outra de volta para a cabana, de volta para a N¨¦voa de Inverno A dire??o oposta de Aleric, do pr¨®prio ser quem encontrei a felicidade. A melhor decis?o aqui foi a que foi mais dif¨ªcil de tomar. A decis?o de onde parti para formr um no em vez de ceder exatamente ao que Thea queria. Eu precisava me concentrar. Para ficarposto. Para expulsar cada uma das minhas d¨²vidas e vulnerabilidades, porque isso tornaria imposs¨ªvel salv¨¢-lo. E a cada passo que dava para longe dele¡­ me desapeguei um pouco mais. Era hora de formar uma estrat¨¦gia e finalmente revidar . Cap铆tulo 99 Cap¨ªtulo 99 Cap¨ªtulo Noventa e Nove Foi a decis?o mais dif¨ªcil que j¨¢ tomei. Sacrificar algu¨¦m para me salvar. Eu me senti doente s¨® de pensar nisso¡­ mas eu n?o tinha escolha aqui. E n?o apenas isso, mas tamb¨¦m n?o tive tempo de digerir mais se quisesse escapar em seguran?a. Na chance de que Thea tivesse pessoas esperando para me pegar, juntei apenas o que consegui fazer mais r¨¢pido, rasgando o envelope de emerg¨ºncia a minha localiza??o ee?ando a longa viagem para casa. E embora eu tenha tido tempo para recuperar o anel, eu, infelizmente, n?o podia arriscar us¨¢-lo. Se eu fosse subitamente emboscado, ent?o eu precisava estar pronto para lutar. Um golpe cr¨ªtico no meu corpo e eu estaria instantaneamente morto em segundos sem minha cura natural, algo que o anel impediria. Isso significava que eu precisava trabalhar ainda mais para manter Thea fora da minha cabe?a, apesar de tudo amea?ar me sobrecarregar. ¡®Calma. Composto. ¡®Tudo estava bem. Est¨¢vamos a duas horas de carro a oeste da N¨¦voa de Inverno e eu estava triste e aliviada quando finalmente voltei para o bando. Haveria muitas perguntas, eu sabia, mas eu s¨® precisava dar um passo de cada vez. Tempo. ¡ª Eu poderia fazer isso. ¡®Eu precisava fazer isso.¡¯ Indo direto para a casa de carga, imediatamente fiz as patrulhase?arem a checar as fronteiras, sem perder tempo em garantir que est¨¢vamos prontos se Thea decidisse atacar. Sempre havia a possibilidade de que presumisse que est¨¢vamos enfraquecidos agora por seu sequestro de Aleric, e eu n?o queria dar a a satisfa??o. ¡°Envie apenas os guerreiros mais confi¨¢veis que temos,¡± instru¨ª. ¡°Quero um rt¨®rio de status de que tudo est¨¢ seguro nas pr¨®ximas duas horas. Depois disso, analisaremos novamente se algo precisar ser alterado. E preciso que voc¨º mande uma mensagem para¡­ ¡°¨¢ria?¡± Ouvi algu¨¦m dizer atr¨¢s de mim surpresa. Eu instantaneamente me virei para ver Cai na entrada da porta, franzindo a testa. ¡°Cai,¡± eu cumprimentei. ¡° Temos muito a fazer e precisamose?ar a trabalhar em um no.¡± ¡°Woah, woah, woah¡±, disse ele, levantando as m?os. ¡°Desacelerar. O que diabos est¨¢ acontecendo? Onde est¨¢ Aleric? *Tumm.* ¡°N?o aqui¡±, eu respondi estoicamente, engolindo minha dor. ¡°Thea fez que bandidos o agarrassem enquanto est¨¢vamos na cabana. Eles o derrubaram antes que eu pudesse chegar at¨¦ ele. provavelmente vai tentar us¨¢-loo isca¡± ¡°Ent?o n?o dever¨ªamos levar voc¨º para algum lugar seguro? Posso encontrar o ¨¦lder Luke ee?ar a trabalhar em um no.¡± ¡°Estou me sentindo bem,¡± eu disse, pegando a lista de turnos para patrulhas. ¡°Eu estarei ajudando o nejamento. Uma vez que o ¨¦lder Luke tenha sido informado, podemose?ar a analisar diferentes op??es. ¡° ¨¢ria¡­¡± E eu olhei para ele, finalmente encontrando seus olhos. ¡° ¡­ O que?¡± Eu poderia dizer que ele estava me analisando cuidadosamente, seus olhos se estreitaram um pouco enquanto ele me observava. Mas ent?o a tens?o quebrou quando ele suspirou em derrota. ¡°Tudo bem. Multar.¡± ¡­E eu imediatamenteecei a trabalhar. Demorou mais tr¨ºs dias antes que eu me sentisse segura de que Thea n?o estava nejando nada diretamente contra o bando. Com as pessoas dentro da N¨¦voa Invernal a salvo, pelo menos, eu poderia come?ar a pensar em maneiras de conter seu movimento. Mas sem muita informa??o sobre seu paradeiro, eu estavae?ando a me perguntar qual seria seu pr¨®ximo passo. Estava estranhamente silencioso desde que voltei. Bem¡­ exceto p presen?a d de vez em quando na minha cabe?a. Eu estava fazendo um bom trabalho em mant¨º fora na maior parte do tempo, mas estaria mentindo se dissesse que tudo estava indo bem. ¨¤s vezes, minha ansiedade aumentava demais e eue?ava a ouvir esses pensamentos novamente. Os que me iodam para parar de perder tempo e se concentrarpletamente em tentar salvar Aleric. Ignorar a matilha, Cai, todo o resto, e fazer o que fosse preciso para resgat¨¢-lo. Nos ¨²ltimos dias que se passaram, usei o tempo para enviar batedores para encontrar informa??es. E embora houvesse algumas pistas em potencial, n?o havia nada definitivo o suficiente para justificar a constru??o de uma estrat¨¦gia inteira. Ainda n?o havia nenhuma confirma??o real. ¡°¡­ O que estamos fazendo, Aria?¡± Cai perguntou de repente na s de reuni?es, me tirando dos meus pensamentos. Geralmente fic¨¢vamos escondidos aqui o dia todo, a menos que f?ssemos necess¨¢rios brevemente em outro lugar . Era importante estar acess¨ªvel caso algu¨¦m precisasse nos encontrar. Hoje, Cai parecia agitado. Inquieto, mesmo. Ele me deu v¨¢rios olhares desconfiados no ¨²ltimo dia e eles estavam lentamente se tornando mais frequentes. Um estresse adicional que n?o era necess¨¢rio, nem desejado, dado o qu?o dif¨ªcil j¨¢ era manter o foco. ¡°Talvez ele n?o se importe se Aleric morrer. Ele nunca gostou muito dele. Talvez ele use issoo uma chance de me machucar. *Respire. L¨¢ estava novamente. Cada vez mais frequente. Eu precisava ter mais cuidado. ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± ¡°Quero dizer¡­ J¨¢ se passaram tr¨ºs dias e ainda n?o temos um no. O que estamos fazendo?¡± Rapidamente pousei minha ca para olhar para ele, dirigindo-me a ele em um tom uniforme, apesar da atitude suave! estava sentindo. ¡°Estamos garantindo que o bando permane?a forte at¨¦ que possamos localiz¨¢. Depois disso, podemos olhar para as diferentes op??es para recuperar Aleric. At¨¦ l¨¢, por¨¦m, estamos gerenciando recursos para garantir que estamos totalmente preparados para sair a qualquer momento.¡± L¨¢ estava novamente. Outro olhar cauteloso que parecia quase desconfiado. ¡°¡­Eu pensei que sair era para te ajudar a ficar melhor,¡± ele disse, finalmente decidindo dizer o que quer que ele estivesse segurando. ¡°Em vez disso, voc¨º est¨¢ possivelmente ainda mais frio do que quando saiu.¡± ¡®Ele vai me impedir de tentar salvar Aleric. Ele acha que sou perigosa. E se ele me prender? | engoli em seco contra o desejo de atacar, lembrando-me o que era mais importante agora. E eu n?o estava cedendo a esses pensamentos. ¡°Eu n?o sei do que voc¨º est¨¢ fndo, Cai. Foi exatamente o que eu fiz.¡± Digitalizado CamScanner Levantando-me, ent?o me afastei, virando as costas para ele para que eu pudesse me concentrar literalmente em qualquer outra coisa. Qualquer coisa para parar os pensamentos que vinham ¨¤ tona que eu estava tentando t?o arduamente afastar. Da perspectiva dele, eu sabia por que parecia que nada havia mudado¡­ mas, na realidade, era por causa do quanto eu consegui recuperar que agora eu estava mais vulner¨¢vel. Foi uma luta permanecer t?o recolhido quando eu estava t?o emocionalmente ligado a algu¨¦m agora. ¡°Ent?oo voc¨º pode simplesmente agiro se nada estivesse realmente acontecendo? Como se estiv¨¦ssemos apenas discutindo quest?es mesquinhas? Eu permaneci em sil¨ºncio, tentando ignor¨¢-lo. ¡°¡­ Voc¨º d¨¢ a m¨ªnima para que ele se foi?¡± Isso fez isso. De tudo para assumir, isso era ir longe demais, perfurando diretamente o escudo fino que consegui criar por dentro. Eu instantaneamente me virei para encar¨¢-lo novamente, os dentes cerrados. ¡°ro, eu me importo! Como voc¨º pode pensar isso?!¡± | mordeu de volta, um port?o de inunda??o se abrindo para dentro. ¡°Voc¨º acha que eu n?o quero desmoronar, gritar ou chorar porque estou medo de perd¨º-lo? Que eu n?o quero entrar em a??o e fazer tudo o que puder para salv¨¢-lo?!¡± Fechei minhas m?os em punhos, dando v¨¢rios passos em dire??o a ele. ¡°Desculpe se pare?o frio, mas ¨¦ porque me importo que estou tentando n?o nos colocar em perigo ainda mais! Esta n?o ¨¦ a primeira vez que Thea faz algo assim. quer que eu fique raiva. quer que eu grite e pare de pensar racionalmente. Eu j¨¢ lhe disse que ¨¦ assim que finca suas garras. Est¨¢ tomando literalmente cada grama da minha conten??o para resistir a jogar no que quer. Ele ficou surpreso a minha resposta, parecendo um pouco culpado enquanto eu lhe confiava tudo isso. ¡°¡­ Estou apavorada, Cai,¡± eu disse, uma l¨¢grima caindo pelo meu rosto. ¡°¡­Eu n?o posso perd¨º- lo. Eu¡­ n?o aguento mais dor. Eu vivi duas vidas disso e eu s¨® quero que isso acabe. Eu s¨® quero¡­ argh. *Respirar* eu disse o suficiente E respirei fundo, me acalmando. Isso n?o ia ajudar Aleric. Se eu j¨¢ estivessee?ando a quebrar tanto assim, seria quase imposs¨ªvel resistir se Thea decidissee?ar a mexer mais na minha cabe?a. Mas¡­ era mesmo poss¨ªvel lutar quando j¨¢ era t?o dif¨ªcil? Minha determina??o estava ficando mais fraca a cada dia, quanto mais ansiosa eu ficava, o desejo de simplesmente desistir se tornava demais. Era inevit¨¢vel que eu fosse explodir assim em breve. E talvez da pr¨®xima vez fosse pior. Eu n?o sou forte o suficiente. Ele vai morrer por minha causa. Eu n?o podia nem dizer se isso era ou meus pr¨®prios pensamentos. De qualquer forma, provavelmente era um mau sinal. ¡°Aria¡­ me desculpe, eu n?o-.¡± ¡°Podemos deixar pra l¨¢, por favor?¡± Eu perguntei, querendo nada mais do querg¨¢-lo antes que tivesse consequ¨ºncias piores. ¡°Eu s¨® quero focar no que precisamos fazer a seguir. estar¨¢ esperando que eu¡­¡°. E as pvras foram cortadas na minha boca quando percebi algo. Algo que parecia t?o ¨®bvio. A resposta foi t?o simples. ¡­N¨®s s¨® precis¨¢vamos dar a o que queria. Para eliminarpletamente a chance de quebrar acidentalmente, fazendo exatamente o que esperava de mim. Era hora de apenas¡­ ceder. Minha mentee?ou a girar ideias enquanto tudo se encaixava, deixando-me ver exatamente o que precis¨¢vamos fazer. Como poder¨ªamos vencer. ¡­ Mas era arriscado. Incrivelmente assim. Fazer algo assim era imprudente e talvez nem funcionasse . ¡°Cai¡­ eu mudei de ideia¡­¡±, eu disse distante, pensando nisso. ¡°¡­ Eu preciso que voc¨º me chame de insens¨ªvel um pouco mais.¡± E eu nunca vi algu¨¦m parecer mais confuso. -*PAULADA* Eu soquei a mand¨ªb de Sophie for?a suficiente para mand¨¢ direto para o ch?o. O sangue imediatamentee?ou a escorrer de seu nariz o impacto. ¡°Por favor¡­¡± choramingou debilmente, tentando rastejar para longe. Mas eu apenas me deleitava os gritos do meu antigo atendente, aproveitando cada segundo. Eu sonhei em fazer isso por anos, Sonhei em tornar sua vida miser¨¢velo retribui??o por sua trai??o. E, com base em qu?o despreocupada parecia hoje ao entrar em sua c, matar Lucy ramente n?o tinha sido suficiente. ¡® mereceu isso. era um monstro. ¡°Mais importante, era a ¨²nica liga??o que eu tinha Thea. Cada segundo que desperdi?ava agora era outro segundo que Aleric era mantido em cativeiro. ¡ª Foi culpa d. ¡°Ent?o me diga o que eu quero saber,¡± eu respondi, embora incapaz de esconder meu sorriso. Era verdade que eu queria respostas rapidamente¡­ mas isso n?o significava que eu n?o pudesse me divertir um pouco tamb¨¦m. ¡°Eu-eu j¨¢ te disse¡­¡±, disse, encolhendo-se. ¡°Eu n?o sei de nada.¡± E eu a chutei nas costs. ¡°Mentir para mim n?o ¨¦ do seu interesse,¡± eu disse, me agachando at¨¦ o n¨ªvel dos olhos d. ¡°Thea n?o est¨¢ aqui. Eu sou o ¨²nico quem voc¨º deve se preocupar. Prove -se in¨²til e ¡­¡± Agarrei sua garganta, apertando meu aperto o suficiente para faz¨ºe?ar a engasgar. ¡ª Talvez n?o fosse a pior coisa se n?o me contasse. Ent?o eu poderia¡­¡¯ ¡°Aria, pare!¡± Ouvi algu¨¦m gritar na porta da c. ¡°N?o me diga o que fazer,¡± eu retruquei, nunca quebrando o contato visual Sophie enquanto eu a observava lutar. Se n?o quisesse me ajudar a encontrar Thea, encontrar Aleric, ent?o eu a levaria ¨¤ beira da morte. D¨º a um gosto de medo. ¡®Eu sou o ¨²nico Deus aqui.¡¯ ¡°¨¢ria!¡± Cai gritou novamente antes de me arrastar para longe de Sophie . ¡°Pare isso.¡± ¡°N?o!¡± Eu rosnei. ¡°Concordamos que era isso que precis¨¢vamos fazer! Por que voc¨º est¨¢ se acovardando agora?¡± Ele me puxou para cima e me for?ou a sair p porta da c, deixando Sophie no ch?o para embr suas feridas. ¡°Eu disse para parar! Eu n?o concordei que voc¨º matasse pessoas. Apenas deixe-me lidar isso.¡± E ele voltou para a c, fechando a porta na minha cara para me impedir de segui-lo para dentro. ¡°Cai! Deixe-me entrar, caramba!¡± Eu gritei, batendo na porta. Mas nada do que eu disse ou fiz aparentemente fez qualquer diferen?a, pois ele permaneceu na s por v¨¢rios minutos. Ele foi inflex¨ªvel sobre me fazer esperar. ¡°Cai, eu juro, se voc¨º n?o me deixar entrar agora eu vou-,¡± E quase ca¨ª do outrodo quando a porta se abriu abruptamente, Cai de alguma forma me pegando e me empurrando de volta para me impedir de cair. ¡°Seu idiota, por que voc¨º n?o me deixou-,¡± ¡°Trezentos¡±, disse ele, seu rosto severo quando ele me cortou. ¡ª H¨¢ trezentosdr?es localizados em um acampamento perto do Lago Prateado. Faz sentido se esses s?o os mesmos bandidos que estavam nos assediando alguns meses atr¨¢s. H¨¢ uma grande ¨¢rea de terra n?o remada n?o muito longe do bando que Sophie disse que eles estavam ocupando . Parei para olhar para ele, chocada a rev??o. ¡°Trezentos bandidos? Isso ¨¦ insano. Eles nos deixar?o em desvantagem depois que subtrairmos a quantidade de pessoas que precisam ficar para tr¨¢s para defender a N¨¦voa Invernal.¡± ¡°Eu percebo isso. S¨® estou dizendo o que me disse, no entanto, ¡ª disse ele. E suspirei de frustra??o, virando-me. Isso ia ser mais dif¨ªcil do que eu esperava. ¡°Aria¡­ eu preciso ser honesta. Na minha opini?o, acho que voc¨º deveria desistir de tentar resgatar Aleric. Ou, pelo menos, tentar faz¨º-lo em breve. ¨¦ muito perigoso. Voc¨º sabe que ¨¦.¡± Isso chamou minha aten??o novamente quando eu voltei para ele em descren?a. ¡ª Ele vai tentar me impedir. Ele n?o se importa se Aleric morrer enquanto esperamos, a salvo na matilha. Owned by N?velDrama.Org. ¡ª Ele ¨¦ um obst¨¢culo. ¡°Abandone-me neste agora e voc¨º est¨¢ morto para mim, Cai¡± | cuspiu. ¡°Voc¨º se tornar¨¢ um inimigo deste bando e de nossa esp¨¦cie. Aleric ¨¦ essencial para nossa sobreviv¨ºncia. Esta ¨¦ uma guerra. *Ust contra ** De quedo voc¨º est¨¢?¡± ¡°Estou dodo da sanidade¡±, disse ele. ¡°Odo que n?o morre desnecessariamente sem uma boa raz?o, especialmente quando isso resulta apenas em mais problemas. Ser¨¢ minha cabe?a aos p¨¦s d no momento em que terminar voc¨º. ¡°Voc¨º ¨¦ um covarde,¡± eu gritei, agarrando sua camisa. ¡°Com muito medo de lutar quando tanto est¨¢ em jogo.¡± Ele imediatamente me empurrou para tr¨¢s, mas eu segurei. ¡°N?o, Aria, eu sou uma sobrevivente. Se voc¨º est¨¢ t?o determinado a se matar, ent?o me deixe fora disso. Vou sair do seu caminho e deixar a N¨¦voa de Inverno logo amanh? de manh?. ¡ª Ele vai me deixar me sacrificar para fazer a coisa certa enquanto ele se esconde em seguran?a. Me traindo quando eu mais precisei dele. ¡°¡­Nunca mais volte,¡± eu assobiei e o empurrei para longe. E eu instantaneamente virei as costas para ele, saindo rapidamente. Eu n?o queria nem olhar para ele. Havia muitos arranjos a serem feitos para a pr¨®xima batalha. Pessoas a serem notificadas, estrat¨¦gias finais a serem discutidas. Agora que sab¨ªamos para onde est¨¢vamos indo, era hora de colocar tudo em movimento. Amanh?, fomos para a guerra. Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Noventa e Nove O resto do dia foi extremamente ocupado, para dizer o m¨ªnimo. ro que houve rea??o, resist¨ºncia, mas no final, eu tive a pvra final. N?o haveria debate sobre isso. A batalha que se seguiu era uma da qual todos faziam parte, quer percebessem ou n?o. Era hora de eles pagarem os dividendos que me deviam. depois de tudo que eu sacrifiquei por este pacote. Mesmo que fosse suas vidas. ¡­Porque se falh¨¢ssemos, eles seriam for?ados a pagar esse pre?o de qualquer maneira Quando a noite caiu e eu estava acordado na minha cama, tantos pensamentos estavam me consumindo. Tanta coisa aconteceu em t?o pouco tempo. Eu me senti exausto. E, enquanto eu lentamentee?ava a adormecer, finalmente desfrutando de um momento de descanso calmo¡­ Eu escorreguei no anel de prata que estava escondido no meu bolso. ¡­Agora espero que tenha funcionado. ¡°Est¨¢ feito,¡± eu chamei no escuro. E eu sentio uma presen?a imediatamente deslizou p porta do meu quarto, caminhando para se apoiar na parede oposta de frente para mim. Uma sombra na noite agora meus sentidos estavam obscurecidos. Por¨¦m, assim que se aproximaram, o luar que entrava p jan do quarto tornou-se suficiente para iluminar o rosto de Cai. ¡° Voc¨º est¨¢ bem?¡± ele perguntou. Sentei-me lentamente e apenas dei de ombros. ¡°T?o bom quanto se pode esperar. Mas estou no controle de novo, se ¨¦ isso que voc¨º quer dizer¡­ Mas voc¨º est¨¢ bem? Eu n?o te machuquei, n?o ¨¦? O empurr?o provavelmente foi um pouco duro.¡± Ele riu. ¡°Eu me recupereipletamente desde que Thea estava brincandoigo. Voc¨º n?o precisa se preocupar isso. Tenho certeza de que poderia at¨¦ chutar sua bunda de novo em uma briga, assimo nos velhos tempos.¡± E eu sorri um pouco. Senti falta daqueles dias passados na esc. Treinando Cai e estudando na biblioteca Myra. Mira¡­. *Respirar.* A pior coisa que eu podia fazer era pensar n agora. Eu estava usando o anel, mas isso n?o significava que eu quisesse limitar o teste de sua efic¨¢cia. Muita coisa estava acontecendo neste trabalho. Thea precisava acreditar em tudo o que estava vendo da minha perspectiva Esperan?osamente, depois de todo esse esfor?o, estava assumindo que eu estava dormindo no momento. Algo! precisava manter-se assim. ¡° Voc¨º est¨¢ pronto para amanh??¡± ele perguntou depois que eu n?o disse nada por um tempo. ¡°¡­Eu penso que sim. Partiremos na primeira hora da manh? e devemos chegar ao acampamento antes do meio-dia. || ent?o mordi meu l¨¢bio, hesitando. ¡°E voc¨º? Voc¨º ¨¦¡­?¡± ¡°N?o se preocupe isso. Eu tenho isso coberto.¡± E eu apenas acenei a cabe?a. Eu n?o queria saber os detalhes do que ele estava nejando apenas no caso de algo acidentalmente escorregar na minha cabe?a. A ¨²ltima coisa que eu queria era que Thea visse algo que n?o deveria, colocando Cai em risco o que poderia ter sido um perigo evit¨¢vel. A extens?o do meu conhecimento era que ele usou sua habilidade em Sophie para obter informa??es. Foi inestim¨¢vel em situa??eso esta. Uma maneira de manipr algu¨¦m para querer agrad¨¢-lo. Parte do meu no era estragar tudo primeiro e tornar mais f¨¢cil para Cai chegar at¨¦ . Ele realmente entrou Digitalizado CamScanner embreagem, especialmente porque eu n?o queria desperdi?ar minha pr¨®pria for?a emand¨¢ agora. ¡°Voc¨º acha que Thea percebeu?¡± ele perguntou. dei um pequeno suspiro. ¡°Eu penso que sim? Eu podia sentir sua influ¨ºncia, no m¨ªnimo. Com alguma sorte, agora acha que estou continuando esse solo em um frenesi louco.¡± ¡°E_isso d¨®i? na sua cabe?a assim?¡± Fiz uma pausa, relutantemente pensando sobre isso. A sensa??o de sua presen?a dentro que eu tanto desprezava. ¨¦o uma queimadura em minha mente. Uma chama que me estim a me mover, justificando tudo o que fa?o, por isso ¨¦ dif¨ªcil distinguir o certo do errado. Me faz¡­ n?o eu mesma. Posso ver o que estou fazendo, mas, na maioria das vezes, n?o estou dirigindo.¡± N¨®s dois ficamos em sil¨ºncio por um momento, pois nenhum de n¨®s sabia o que dizer. Mas havia uma coisa que estava pesando sobre mim, algo que eu precisava mencionar agora antes de amanh?. Especialmente depois de vero tinha sido f¨¢cil para mim deixar ir mais cedo. ¡°Ei. se eu perderpletamente¡­ see?ar a machucar pessoas inocentes, preciso que voc¨º me prometa algo. | disse, escolhendo minhas pvras cuidado. ¡°¡­ Eu preciso que voc¨º me pare antes que chegue a isso. Mesmo que isso signifique me matar e esconder meu corpo de Thea. ¡°¨¢ria. N?o,¡± ele disse, reconhecendo . ¡°Mas esse ¨¦ o risco que precisamos aceitar este no¡±, argumentei calmamente. ¡°Quando eu desisto? Quando eu leiopletamente nesses momentos¡­? ¨¦o se a ¨²nica coisa que vejo fosse minha pr¨®pria raiva, meus pr¨®prios objetivos, minha pr¨®pria dor. N?o importa o custo de realiz¨¢- lo. Qualquer um que duvide da minha miss?o ou m¨¦todos ¨¦ apenas o inimigo: danos cterais. ¡°Voc¨º vai ficar bem. N?o vamos ter que recorrer a algo t?o extremo.¡± ¡°Mas Cai¡­¡± euecei, minha voz sumindo. Provavelmente n?o vou sobreviver a isso at¨¦ o fim, mesmo que de alguma forma derrotemos Thea. ¡°O que?¡± Mordi o interior da minha bochecha. ¡°¡­Nada. Apenas hum¡­ obrigado¡­ e boa sorte amanh?. N?o fazia sentido contar a ele sobre minha teoria de Selene. N?o ia nos ajudar a salvar Aleric ou matar Thea | Isso s¨® iria adicionar mais estresse desnecess¨¢rio. ¡°Ok, bem¡­ fique segura, Aria. Vejo voc¨º em breve para a festa deemora??o,¡± foi tudo o que ele disse antes de sair. E enquanto eu n?o sabia o que Cai estava nejando fazer, eu pelo menos sabia o que viria a seguir para mim, o que estava esperando por mim amanh?. Algo que eu odiava at¨¦ mesmo o pensamento, agora eu estava em um estado de esp¨ªrito s?o. Porque amanh? eu estaria implementando a parte mais importante do meu no . No entanto, tamb¨¦m foi a parte mais insana. Um ataque total a Thea que pareciapletamente irracional e err¨¢tico. ¡­ A mesma coisa que estaria esperando de mim. Cap铆tulo 100 Cap¨ªtulo 100 Cap¨ªtulo Cem Sentei-me em cima de uma ¨¢rvore, olhando para aqueles que estariam lutando p nossa sobreviv¨ºncia hoje. Belongs to ? n0velDrama.Org. A qualquer minuto estar¨ªamos partindo, mudando de posi??o ee?ando nossa jornada para o acampamento perto do bando de Silver Lake. Com tanta gente, ficou acordado que ir a p¨¦ seria melhor, sabendo que viajar por estradas aumentava o tempo e permitia uma emboscada previs¨ªvel. E n?o haviao negar que t¨ªnhamos muitas pessoas. Ap¨®s a contagem final, contamos cerca de duzentos guerreiros fortes prontos para a batalha hoje. ¡­ Pronto para a guerra. Eu suspirei, o vento gentilmente pegando no meu cabelo enquanto eu olhava para todos os rostos deles. Eu n?o esqueceriao eles eram dessa vez. N?o, desta vez eu mandei nossos homens para a guerra, eu me lembraria de todos eles, guardando sua apar¨ºncia na mem¨®ria e lutando aodo deles at¨¦ o fim. Neste dia, eu n?o era Ariadne Chrysalis, a antiga Luna da N¨¦voa Invernal. Sempre me escondendo atr¨¢s da minha mesa enquanto permitia que nosso povo morresse sem perguntas ou culpa. Hoje, eu era Aria, a Santa, a Alfa da N¨¦voa Invernal. Algu¨¦m disposto a morrer enquanto eu pesava os riscos e reconhecia o impacto, n?o apenas para mim, mas tamb¨¦m para todas as pessoas antes de mim. Que esta seja a primeira e ¨²ltima guerra que vejo nesta vida. Eu deveria estar ficando raiva, para estar emocionalmente carregada. Todo o no estava baseado nisso. Exceto esta manh?, eu n?o pude deixar de me sentir incrivelmente calma. Quase¡­ sereno. Como se tudo isso fosse inevit¨¢vel. Na verdade, parecia de alguma forma estranhamente familiar. Eu quero saber porque? E outro momento de pensamento, veio a mim. Aceita??o. Foi assim que me senti antes de ser morto em minha vida passada, quando coloquei minha cabe?a sobre o toco de madeira de bom grado para minha execu??o. O reconhecimento de que eu n?o poderia impedir que minha morte ocorresse. Erao se meu corpo soubesse que hoje era provavelmente minha data de validade, sem que nada fosse confirmado ainda. Talvez essa tranquilidade fosse uma coisa boa. Thea precisava estar a uma certa distancia para mexer diretamenteigo e provavelmente j¨¢ tinha sa¨ªdo para fazer seus pr¨®prios preparativos no acampamento. Agora parecia quase tranquilo por dentro. Se qualquer coisa, estes eram os ¨²ltimos momentos que eu teria para mim mesma antes de precisar retomar meu papel. Para me tornar a pessoa que se espera de mim. ¡­ Mas o que eu n?o daria para voltar para a cabana na floresta. Acho que tudo tinha que acabar um dia . Eu teria permiss?o para ver Myra novamente dentro do Abismo ? Os guerreiros abaixoe?aram a ficar inquietos, arrastando-se enquanto seus sussurros se tornavam cada vez mais altos. Eu podia sentir sua ansiedade e nervos irradiando deles, tornando-os mais inquietos a cada segundo que passava. Mas foram seus olhares de ceticismo que foram os mais dif¨ªceis de ignorar. Muitos deles n?o me queriamo Alfa, eu sabia disso. Aleric sempre foi o garoto-propaganda da apar¨ºncia de um Alfa forte, preparado desde o nascimento para se encaixar nesse papel. Eu era apenas um usurpador para alguns, uma Luna que n?o conhecia seu lugar. Roubar o papel invocando o nome e a autoridade de Selene. Prender Aleric certamente n?o me garantiu nenhum favor tamb¨¦m. Mas, independentemente de seus sentimentos pessoais, precis¨¢vamos nos unir hoje se quis¨¦ssemos sobreviver. De repente, Alexander apareceu na base da minha ¨¢rvore, olhando para mim expectativa. Eu sabia o que isso significava. ¡­J¨¢ era tempo. | rapidamente pulou para encontr¨¢-lo e ele acenou em reconhecimento. ¡°Oliver tem tudo aqui sob controle?¡± Eu perguntei. O pai de Brayden, Gamma Oliver, era o ¨²nico membro ssificado que t¨ªnhamos que possu¨ªa experi¨ºncia suficiente para ser confiado o bando em nossa aus¨ºncia. Era verdade que eu o preferia no campo de batalha, mas precisava de algu¨¦m em casa para proteger nossos mais vulner¨¢veis enquanto estiv¨¦ssemos fora. Isso me deixou Alexander e Braydeno meu bra?o direito para ajudar a coordenar. ¡°Est¨¢ tudo preparado¡±, confirmou. ¡°Estamos prontos para partir em seu pedido.¡± Bem, acho que devemos acabar isso. ¡°Todos!¡± Eu ent?o gritei para a multid?o, dando um passo em dire??o a eles. O sil¨ºncio imediatamente caiu quando todos se viraram para olhar para mim, express?es confusas. ¡°Tenho certeza que muitos de voc¨ºs est?o nervosos ou talvez at¨¦ em conflito sobre o que estamos fazendo hoje,¡± euecei, encontrando alguns olhos . ¡°¡­ E eu n?o culpo voc¨º. Mas n?o h¨¢ raz?o para temer o que est¨¢ por vir. Ajude-me e eu prometo ajud¨¢-lo tanto quanto fisicamente puder.¡± A julgar apenas por suas rea??es, eu poderia dizer que muitos deles ainda n?o acreditavam em mim, e eu suspirei baixinho. ¡°Eu sei que alguns de voc¨ºs provavelmente est?o desejando que as posi??es de Aleric e eu fossem trocadas,¡± eu continuei. ¡°N?o se engane, estou inteiramente ciente de que alguns de voc¨ºs n?o gostam de mim. Eu sei que n?o sou perfeito. No entanto , hoje n?o estou pedindo para voc¨º ¡®gostar¡¯ de mim, mas estou pedindo algo que ser¨¢ muito mais dif¨ªcil do que qualquer patife que voc¨º enfrentar¨¢. Fiz uma pausa para avaliar a resposta deles, prosseguindo apenas quando senti que ainda estavam me seguindo. ¡°¡­ Estou pedindo sua confian?a,¡± eu disse. ¡°Confie que estou enviando voc¨º para l¨¢ hoje apenas boas inten??es,prometendo-se totalmente a viver e morrer ao seudo . Estamos lutando para salvar Aleric, para recuperar algu¨¦m que a maioria de voc¨ºs conhece pessoalmente. Apesar de seus sentimentos individuais em r??o a mim, ¨¦ imperativo que n?o percamos o foco no prop¨®sito pelo qual estamos lutando hoje . Porque voc¨º n?o est¨¢ lutando por mim. Hoje, vamos ¨¤ guerra para salvar um dos nossos, um de nossospanheiros de matilha. .. estamos lutando pelo nosso futuro.¡± Deixe-os interpretar essa ¨²ltima parteo quiserem. Tudo o que importava era que eles permaneceram focados no que precisava ser feito. E, alguns uivos e ausos, fiquei feliz em ver que minhas pvras chegaram a pelo menos alguns deles. Com um ¨²ltimo olhar para Bray den e Alexander, dei o aceno final para que todos se transformassem em seus lobos. .. . E entramos na floresta, iniciando nossa jornada. Enquanto corr¨ªamos, carreguei v¨¢rios suprimentos e roupas em uma sac para quando cheg¨¢ssemos . N¨®s tr¨ºs ranqueados, e v¨¢rios outros guerreiros escolhidos, estar¨ªamos lutando em duas pernas para coordenar os n¨²meros, separando-se em diferentes unidades que se comunicavam entre si. Com alguma sorte, por¨¦m, a luta em si seria m¨ªnima. ¡­ Desde que tudo corresse conforme o nejado. Enquanto viaj¨¢vamos, concentrei-me no que precisava fazer. Para me preparar e mergulhar nessa emo??o negativa que Thea estaria esperando. Apodrecendo nos pensamentos que estaria imntando em mim. Vou mat¨¢ hoje. Eu juro. Demorou algumas horas antes de chegarmos, um uivo sendo enviado no ar por um de nossos lobos batedores na frente para nos alertar. Eles eram os mais familiarizados essas terras, ent?o seu conhecimento aqui era crucial. Un ¨¤ frente. Eu podia ver uma reira se abrindo em um grande campo. Este seria o mais longe que ir¨ªamos agora . Atualmente, ainda est¨¢vamos obscurecidos p floresta, mas eu podia sentir o cheiro de que essas terras estavam ocupadas por muitas outras pessoas. Centenas de patifes se as pvras de Sophie fossem verdadeiras. Eu poderia at¨¦ mesmo distinguir vagamente o som de seu povo se me concentrasse o suficiente. ¡­ Eles estavam esperando por n¨®s. Aleric estaria aqui em algum lugar. Eu s¨® precisava chegar at¨¦ ele. Thea estaria de p¨¦ a forragem que enviou para o abate? Ou eu precisaria desenterr¨¢ da sujeirao o verme que era? | rapidamente mudou de volta ee?ou a trocar de roupa. Eles foram projetados especificamente agilidade e prote??o em mente e fiquei satisfeito o resultado. Eu podia sentir o pequeno acolchoamento protetor em ¨¢reas-chave, mas nada disso me atrasava de forma alguma . E quanto ao armamento¡­? Peguei tr¨ºs adagas de prata, minha adaga original que Thea havia pegado uma vez, uma padr?o do arsenal¡­ e uma nova que eu tinha feito especialmente para hoje. Cada um foi ent?o amarrado ao meu corpo. Um na coxa, outro no quadril e o ¨²ltimo na can. ¨¢reas que eu poderia consultar para acesso r¨¢pido, se necess¨¢rio. ¡° Voc¨º tem certeza disso?¡± Um lexander perguntou, vindo atr¨¢s de mim. E eu assenti. ¡°Eu n?o quero nada mais do que ver Thea finalmente pagar hoje. Me trancar n?o seria o suficiente para me parar agora. ¡®Eu me pergunto o que o sangue de uma Deusa faz a sujeira. Ou torna-se t?o sem sentido quanto sua exist¨ºncia ao sair? Como ser¨¢ para morrer ps m?os de um mortal?¡¯ Comecei a caminhar em dire??o ¨¤ reira, v¨¢rios olhos me observando enquanto eu me movia. ¡°Diga a todos para se afastarem at¨¦ eu dar a ordem. Quero deixar bem ro que ningu¨¦m deve intervir, independentemente do perigo que eles acham que eu possa estar correndo¡±. Eu podia sentir seu conflito enquanto ele caminhavaigo, mas mesmo assim ele aceitou minhas instru??es, ¡®Isso ¨¦ longe o suficiente,¡¯ eu disse a ele, sugerindo que ele n?o deveria me seguir mais. ¡°¡­ vou entrar.¡± E me virei para enfrentar o campo de batalha. . . . Voc¨º est¨¢ me ouvindo, Thea? Voc¨º sente quanto ¨®dio eu tenho por voc¨º? V¨º at¨¦ onde estou disposto a ir s¨® para matar voc¨º? Comecei a caminhar para a reira aberta, imediatamente vendoo odo opostoe?ou a se mover. Quaseo se uma onda de corpos de lobos sa¨ªsse das ¨¢rvores para me cumprimentar. Realmente havia uma quantidade significativa deles. Possivelmente mais ou menos cem do que Sophie nos disse. ¡®Voc¨º vai ficar muito medo de me enfrentar hoje? Eu vim de t?o longe para finalmente terminar isso. O vencedor leva tudo. ¡­ Certamente, voc¨º n?o tem medo de uma crian?a, tem? Mais e mais lobos desonestos sa¨ªram das ¨¢rvores, lentamente se aproximando de mim, mas eu n?o vacilei nem demorei nem um pouco. Continuei andando at¨¦ eles a cabe?a erguida. ¡ª Pense emo ser¨¢ f¨¢cil rastrear Cai uma vez que voc¨º recupere sua previs?o, Thea. Mas certifique-se de dizer ¨¤ doninha que vou tornar sua vida ap¨®s a morte mais desagrad¨¢vel do que o Abismo por me abandonar. Eu estava me preparando propositalmente para isso. Recusando-me a me envolver em qualquer coisa que pudesse me enfraquecer para que eu pudesse desviar toda a minha aten??o para este exato momento. ¡­ Eles s¨® precisavam se aproximar um pouco. No entanto, abruptamente, eles pararam mais do que eu gostaria, ramente enervados por minha solid?o. auto-sufici¨ºncia contra um ex¨¦rcito inteiro; agora quatro ou quinhentos fortes. ¡ª Do que voc¨º tem tanto medo? Eu gritei para os poucos que estavam ao alcance da voz. ¡°Suas ordens n?o s?o para recuperar meu corpo para sua bruxa?¡± Eles se entreolharam apreensivos, ponderando o que fazer, antes que um finalmente se apresentasse. O maior dos lobos perto da frente, ramente um de seus melhores lutadores se seu tamanho e confian?a fossem algo a se considerar. ¡­E eles atacaram em minha dire??o. Eu vi quando eles entraram para uma investida r¨¢pida, quase me sentindo insultado por pensarem que isso realmente funcionaria, e facilmente os desviei enquanto me esquivava do ataque. S¨® que eu n?o deixei por isso mesmo. N?o, sem perder o ritmo, puxei a adaga no meu quadril¡­ e instantaneamente a enfiei nodo de sua garganta enquanto eles passavam por mim, indo para uma morte r¨¢pida. Eu s¨® a puxei de volta para limpar a lamina contra minhas roupas. Tinha sido muito f¨¢cil. Infelizmente para eles, eu me movi r¨¢pido demais para eles reagirem, sua grosseira subestima??o de mim provando ser letal. E enquanto eu esperava que algu¨¦m se aproximasse de mim dessa maneira, eu n?o esperava que eles fossem t?o descuidados. Tanto para eles parecendo um lutadorpetente. A morte deles servira a um prop¨®sito; um que fiquei feliz em ver que funcionou. Os bandidos come?aram a avan?ar sobre mim novamente, agora vendo que eu fva s¨¦rio e n?o seria derrubado facilmente. .. . E eu respirei fundo, observando sua aproxima??o cuidado enquanto cada passo que davam me lembrava da minha miss?o. ¡®O que eu fiz hoje, eu estava fazendo por mim¡­ por Aleric¡­¡¯ ¡­Para Myra¡­ para C¨C.. Apenas mais alguns passos. Estava quase na hora. ¡­Para meus pais que n?o puderam voltar para casa.. ¡­Para as pessoas que machuquei enquanto Thea me contrva.¡¯ T?o perto agora. Eu podia sentir-mee?ar a tremer de adrenalina. ¡­Para o futuro daqueles que estar?o aqui depois que eu me for.¡¯ *AGORA* d rapidamente fechou os ¨²ltimos metros, deixando-me dentro do alcance de sua linha de frente, e endireitou meu corpo at¨¦ se preparar. Era agora ou nunca. Respirei fundo uma ¨²ltima vez e¡­ ¡°Submeta-se e ajoelhe-se diante de mim!¡± Eu gritei a ordem no ar no topo dos meus pulm?es t?o alto que eu tinha certeza que a maioria de seus n¨²meros tinha que ter ouvido. Eles precisavam ter. Eu despejei toda a minha emo??o noando, alimentando-o cada grama de energia que eu tinha dentro para faz¨º-lo funcionar. Esta era uma parte crucial do meu no hoje que eu precisava executar com sucesso. ¡­ O no para igur os n¨²meros. E n?o me decepcionei os resultados. Digitalizado CamScanner : Isri Wes Vodek !!. Linha ap¨®s linha, ap¨®s linha, eu vi muitos dos bandidose?arem a cair de joelhos em submiss?o, incapazes de negar a autoridade exercida dentro da minha ordem. Era um que suportava o peso de uma santa, carregando um peda?o de Selene enquanto invocava seu poder. Este foi o meu direitoo foi dado p Deusa que renasceu nossa esp¨¦cie. Os mais pr¨®ximos de mim estavampletamente indefesos e cederam ¨¤ press?o,o era de se esperar. Presumi que eles seriam os membros mais descart¨¢veis de seu ex¨¦rcito, aqueles que Thea n?o se daria ao trabalho de dedicar muito tempo ou esfor?o para recrutar. Mas aqueles que estavam posicionados mais longe eram mais dif¨ªceis de influenciar. Por estar fora do alcance da audi??o ou muito manipdo pelo pr¨®prioando de Thea, o grosso do ex¨¦rcito restante era agora apenas duzentos ou mais, menos da metade de sua for?a total original. Pelo que valia, por¨¦m, ainda tinha sido um sucesso. .. . E imediatamente ca¨ª no ch?o de exaust?o, tentando recuperar o f?lego. Rosnados etidose?aram dos bandidos restantes ao meu redor, sem perder tempo em atacar- me. Eu tinha antecipado por um momento de confus?o quando eles entenderam o que tinha acabado de acontecer, mas ramente, eles eram mais espertos do que eu imaginava. Parecia que n?o havia tempo nem para as menores pausas. Tremendo, eu me levantei e me mantive firme, confiante de que se eu estivesse morrendo hoje, n?o seria p m?o de umdino. Mas antes que eu pudesse fazer meu primeiro movimento, de repente uma m?o estava no meu ombro me fazendo uma pausa. Um lexander. .. . E uma onda de nossos pr¨®prios guerreiros de repente passou por mim enquanto eles se engajavam na batalha, rapidamentee?ando a derrubar os bandidos restantes. ¡± Voc¨º est¨¢ bem?¡± ele perguntou, nunca tirando os olhos do inimigo na nossa frente. Limpei um pouco de sangue pingando do meu nariz. ¡°N?o se preocupeigo.¡± Fazia um tempo desde que isso aconteceu, geralmente ocorrendo depois que eu me esforcei demais com minha habilidade. Embora eu ache que nunca tenteiandar mais de quatrocentos lobos sem matilha antes. Brayden ent?o se aproximou, sua express?o analisando cuidadosamente a batalha acontecendo ao nosso redor. ¡°Eu preciso que voc¨ºs dois voltem para suas unidades,¡± eu instru¨ª, percebendo que a presen?a deles aqui s¨® iria nos impactar negativamente. ¡°Voc¨º n?o precisa me proteger. Eu ainda posso lutar.¡± E ambos acenaram a cabe?a, sabendo melhor do que discutirigo agora. ¡°Ah, e Brayden?¡± | acrescentou rapidamente antes que ele pudesse ir. Ele se virou para me olhar aten??o. ¡®Hoje ¨¦ o seu dia para provar que estou errado,¡¯ eu disse, encontrando seu olhar diretamente. ¡°Prove para mim que voc¨º est¨¢ realmente apto para se tornar Gamma deste pacote um dia.¡± E ele acenou a cabe?a mais uma vez, saindo para se juntar ¨¤ sua unidade na batalha. Uma vez fora, olhei para os bandidos restantes ainda ajoelhados. Eu n?o tinha energia suficiente em mim para pedir tantas pessoas novamente. Se eles se retirassem dessa batalha agora, teria que ser por sua pr¨®pria vontade . Eles eram mais um obst¨¢culo para a luta do que qualquer ajuda em sua posi??o atual, ocupando muito espa?o no campo de batalha. Mas eu me senti mal por eles, mesmo que apenas um pouco. Todos os bandidos que eu tinha ouvido fr at¨¦ agora tinham mencionado que estavam dodo de Thea devido ¨¤ possibilidade de uma nova vida. Qu?o ruim era ser um Digitalizado CamScanner desonestos que eles se abririam para tal perigo? ¡°Para aqueles de voc¨ºs que est?o aqui a promessa de salva??o,¡± eu disse para a multid?o ajoelhada, ¡°eu proponho a voc¨ºs uma chance de ref¨²gio se voc¨ºs deixarem esta batalha agora. Se voc¨º deseja contribuir para uma sociedade novamente, posso lhe dar minha pvra de que ter¨¢ abrigo e comida, mesmo que n?o seja dentro da N¨¦voa Invernal. O que ofere?o a voc¨ºs hoje ¨¦ a oportunidade de se redimirem e construir um novor a ajuda! pode estender a voc¨º¡­ Recursos, orienta??o, uma alian?a. Coisas que at¨¦ mesmo muitos bandos estabelecidos neste pa¨ªs aproveitariam a chance de receber de n¨®s.¡± Eu s¨® podia imaginar que crimes algumas dessas pessoas devem teretido em sua vida. No entanto, se eles estavam desesperados o suficiente para morrer para escapar de sua realidade, ent?o deveria valer a pena dar a eles um acordo melhor para remov¨º-los dessa batalha. Para melhorar nossas chances de sobreviver hoje e eliminar qualquer chance de Thea anr meu pedido. .. . E n?o apenas isso, mas eu sabia que as pessoas podiam mudar. Eu tive experi¨ºncia em primeira m?o desse mesmo fato. ¡°O que lhe disseram ¨¦ uma mentira¡±, continuei. ¡ª Entregar-me a Thea n?o lhe dar¨¢ o que deseja, prometo-lhe isso. Tudo o que vai realizar ¨¦ a sua pr¨®pria destrui??o. est¨¢ trabalhando contra voc¨º, n?o voc¨º. E n?o apenas os bandidos, mas todos n¨®s. Independentemente de voc¨º ser de um bando ou n?o, est¨¢ trabalhando para a morte final de toda a nossa esp¨¦cie. Mesmo que voc¨º n?o queira estabelecer um novor, imploro que voc¨º n?o se encontre nodo errado da hist¨®ria aqui hoje. Saia¡­ saia agora antes que seja tarde demais. Eu vio muitos de seus rostos mostravam conflito, sem saber se deviam confiar em mim, e prendi a respira??o timidamente . Seria suficiente? Mas certeza, um ap¨®s o outro, eles lentamentee?aram a se levantar, afastando-se da batalha e entrando na floresta. Eles fizeram sua escolha. Eu calmamente exalei em al¨ªvio, meu cora??o ainda acelerado. Agora que eles foram atendidos, eu olhei para a luta acontecendo mais atr¨¢s. Parecia que as coisas estavam indo bem o m¨ªnimo de baixas at¨¦ agora, mas eu sabia que isso poderia mudar facilmente sem aviso pr¨¦vio. Especialmente se¡­ E ent?o meus olhos o pegaram. Uma figura de p¨¦ aodo, envolta nas sombras fornecidas ps ¨¢rvores. Havia apenas uma pessoa que poderia ser, uma pessoa que ficaria t?o casualmente para tr¨¢s para observar o que estava acontecendo sem muita preocupa??o. t¡­ Thea Agorae?a a verdadeira batalha. Eu imediatamente me movi para me aproximar, mas, antes que eu pudesse dar dois passos, fui abruptamente interrompida por sua voz na minha cabe?a, me impedindo de mover nem mais um cent¨ªmetro. Pvras que me abram profundamente, me enchendo de pavor frio. A mesma coisa que eu temia mais do que tudo. ¡­. Foi imprudente voc¨º correr para a guerra por um homem j¨¢ morto ¡ª sussurrou. Cap铆tulo 101 Cap¨ªtulo 101 Cap¨ªtulo Mil e Um _ _ . . . Morto ? N?o . . . isso n?o podia . _ . . .. Eu podia sentir meu cora??o acelerado ao ouvir suas pvras . Por que teria feito isso ? Por que fazer algo antes . . . Uns s . . . a menos que esperasse que eu corresse para a guerra , independentemente de o usaro isca . Porque sabia que eu n?o teriao saber que ele estava vivo e presumiria que eu iria busc¨¢ ¨C lo cegamente . _ _ _ _de qualquer maneira . ¡® ¨¦ apenas mais um movimento feito para me machucar . _ Durante a nossa estadia na cabana , eu sempre evitei o assunto de Aleric me marcando . _ _ Eu n?o qu eria amarr¨¢ ¨C lo a mim sabendo que eu poderia n?o estar saudades deste mundo , e eu n?o queria colocar _ _ _ _ _ _ _ _ele por sentir aqu dor na minha morte . _ _ Mas eu n?o esperava que o inverso agora se tor nasse prejudicial para mim . _ _ _ _ Se eu tivesse realmente feito isso , eu saberia no minuto em que iss o aconteceu e salvaria e _ _ _v er yo ne de correr para salv¨¢ ¨C lo Ent?o , ele era realmente . _ .. morto ? E o rosnado mais gutural e animalesco escapou dos meus l¨¢bios , for?ando v¨¢rias pessoas pr¨®ximas a se encolher e se esquivar da press?o . _ _ _ _ N?o era assim que deveria acontecer . _ _ _ _ Ele n?o deveria morrer por minha pr¨®pria falha em salv¨¢ ¨C lo a tempo . _ _ _ _ _ Ele n?o deveria morrer antes de mim . _ _ _ Eu podia sentir os olhos de Thea me observando de perto , sentir o sorriso em seu rosto . _ _ _ .. . E de repente eu sabia o que precisava fazer . _ _ Minhas pernase?aram a correr em dire??o a , me empurrando para me mover cada vez mais r¨¢pido . V¨¢rias pessoas estavam lutando entre n¨®s , mas eu n?o deixei isso me distrair , manobrando ao redor deles facilidade sem perder o passo nem uma vez . ¡° A ria ! _ ¡° Eu ouvi algu¨¦m gritar . _ Mas eu n?o estava parando . _ Isso foi por causa d . Foi culpa d . _ precisava pagar . _ Continuei correndo at¨¦ a linha das ¨¢rvores , em dire??o ¨¤ figura que me esperava l¨¢ . _ Nada seria capa z de parar m _ .. . Nem mesmo os dez ou mais patifes que eu podia sentir agora me seguindo . Eles estavam atr¨¢s de mim t?o perto que provavelmente iriam alcan?¨¢ ¨C los em breve , tendo a vantagem de quatro patas sobre mim . _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _pernas , tentando me puxar para baixo . N?o que isso seria quase o suficiente contra mim . _ N?o quando eu podia ver o pr¨®ximo movimento deles . Sem esfor?o esquivou seu ataque , contra ¨C atacando uma adaga em seudo , e seu corpo lentamente rolou at¨¦ parar a meio metro de distancia . Os outros ficaram fren¨¦ticos ao me ver matar o bandido ee?aram a circr em volta de mim , estndo e Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Cento e Um _ _ rosnando para mim enquanto esperavam para atacar . _ _ _ Eles agora estavam gastando seu tempo p ara me avaliar enquanto sua mentalidade de matilha entrava em a??o . Mas eu n?o tinha tempo para isso . _ Olhei para as ¨¢rvores , agora perto o suficiente para encontrar os olhos de Thea , e uma mistura de frust ra??o e esperan?a me consumiu . _ _ _ Eu precisava chegar at¨¦ a tempo . _ Para peg¨¢ - la antes . ¡­ E ent?o meu cora??o afundou quando fez exatamente o que eu temia , Com um sorriso final para a minha situa??o , rapidamente se virou ee?ou a correr para a florest a , longe da batalha . _ _ Foda -se . ¡° Se perder j¨¢ ! ¡± Eu gritei os bandidos raiva . ¡° Eu n?o quero brigar voc¨º . _ ¡± ramente , eles tomaram o caminho errado enquanto eu os observavae?arem a se aproximar an siosamente . _ Eles estupidamente ignoraram o que eu tinha acabado de fazer o camarada deles e entenderam que minhas pvras significavam que eu estava medo de lutar contra tantos deles .de uma vez . . . . . Algo que eles ent?o agiram , me atacando sob essa falsa cren?a . Sem mais hesita??o , todos elese?aram a me atacar , tentando me dominar n¨²meros absoluto s . _ _ Infelizmente para eles , por¨¦m , eu vi cada um de seus ataques , _ ¡® Esquerda . . . odge . _ _ . . Deslize . . . . ¡® Movi todos os bandidos fluentemente , rapidamente tirando ¨C os um ap¨®s o outro . _ _ _ ¡® Solte . ..teral ¨C chute . .. facada . . . . ¡® E antes mesmo que cinco minutos se passassem , logo eu era tudo o que restava . De p¨¦ em um c¨ªrculo de bandidos mortos ao meu redor , cobertos de sangue enquanto eu olhava para baix o desgosto . Eles n?o conseguiram acertar nem um ¨²nico arranh?o _ _em mim . Belongs to ? n0velDrama.Org. Tudo o que eles conseguiram suas vidas agora perdidas foi desperdi?ar meu tempo . Tempo que p oderia ter sido melhor indo atr¨¢s de Thea . _ Que morte sem sentido , de fato . Depois de um ¨²ltimo olhar para os corpos ao meu redor , voltei a correr em dire??o ¨¤ floresta , rastreando o cheiro repugnantemente doce de Thea atrav¨¦s das ¨¢rvores . Eu podia sentir os galhos arranhando minha pele enquanto eu corria p folhage m , _ _ _ _ _n?o se importando em tomar os segundos extras necess¨¢rios para desacelerar e evit¨¢ ¨C los . Minha mente estava fixada em uma coisa , e apenas uma coisa . Thea ¡° De repente , outra reira apareceu , abrindo ¨C se em uma grande n¨ªcie vazia . Pude vero as ¨¢rvores circundavam a ¨¢rea de forma circr , da ndo ¨C lhe a apar¨ºncia de ser quaseo uma arena . _ _ _ E ainda . algo sobre issolugar parecia familiar . Al go que era imposs¨ªvel porque eu nunca tinha viajado por aqui antes , _ _ No entanto , n?o tive a chance de pensar mais sobre isso quando finalmente avistei Thea , parada no ce ntro , esperando por mim . _ _ _ _ _ _ _ _ Esperando que eu ataque . . . . Tanta confian?a para uma mulher agora isda de seu ex¨¦rcito _ Aproximei ¨C me d caut , medindo - a cuidadosamente para qualquer movimento brusco , mas permaneceupletamente im¨®vel . Seu comportamento estava me dizendo para encar¨¢ ¨C , querendo que eu diminu¨ªsse a distancia . E eu agradeci seu pedido de bom grado ¡°Aria,¡± she greeted with a smile, sending a chill through me. Scanned with CamScanner How I hated that voice. Despised the way my name sounded on her lips. Mas eu n?o perdi tempo gentilezas . _ _ _ N?o , decidi ir direto ao ponto . _ _ _ _ N¨®s dois sab¨ªamo s que havia apenas uma pergunta a ser feita aqui , uma que estaria esperando de mim . _ _ ¡° Ele est¨¢ morto ? ¡± E prendi a respira??o enquanto esperava p resposta , meu cora??o batendo ensurdecedoramente alt o em meus ouvidos . _ _ _ _ Erao se os segundos que passavam fossem , na verdade , horas , arrastando -se de forma t?o dolorosamente lenta . Eu podia sentir o peso da minha impaci¨ºncia me esmagando , precis ando ouvir a confirma??o mais do que tudo _ Mas Thea mal reagiu , aparecendo empleto contrasteigo mesma . apenas inclinou a cabe?a ligeiramente para odo , seus olhos me observando de perto . ¡° . . . Sim ¡± , foi tudo o que disse . E , instantaneamente , exaleio se o vento tivesse sido tirado de mim . _ me respondeu t?o ramente . _ _ Como se a pergunta fosse t?o simples quanto a resposta que dera . _ Nenhuma de nossas vidas importava para , eu j¨¢ sabia disso . Mas parecia sal na ferida ou vi ¨C _ _ _ _ _ _nfirma??oo se estiv¨¦ssemos apenas discutindo o clima . _ _ ¡° ¡­ eu vou matar voc¨º , ¡± eu sussurrei baixinho , olhando para o ch?o em descren?a . _ _ _ _ _ Eu podia sentir as l¨¢grimas ardendo em meus olhos , mas eu mal reconheci . ¡° O que voc¨º acabou de dizer ? perguntou . _ ¡° Eu disse que vou te matar ! _ _ _ ¡± Eu repeti as pvras em voz alta , olhando diretamente para um ¨®dio ardente em meus olhos . Tudo o que vi foi vermelho , vi minha pr¨®pria raiva e o sangue nas m?os d . O sangue de cada pessoa que j¨¢ matou . Lentamente , dei alguns passos para perto e apontei minha adaga para , minha m?o tremendo . _ _ _ _ ¡° Basta ¡± , eu disse . _ _ _ _ ¡° Voc¨º tirou tudo de mim . _ Tudo . Eu n?o me importo o que custa mai s . Estou terminando isso . _ _ Agora . ¡± imediatamente riu das minhas pvras , achando ¨C as mais divertidas do que qualquer outra coisa , e isso s¨® serviu para alimentar minha f¨²ria interior . Abastecendo a sede de sangue pulsando em minhas veias . . . . E , sem sequer tomar outro momento para pensar . ., eu investi contra . Eu vi quando sua m?o surgiu em defesa , tentando desviar meu bra?o batendo ¨C o para odo , mas eu a lio um livro . _ _ Usando minha outra m?o , eu ent?o desembainhei uma s egunda adaga e a levantei para atacar _ _ _ _seudo , mirando nas costs . _ _ _ S¨® que pegou no ¨²ltimo segundo , perdendo por pouco o ataque para deixar apenas um pequeno arr anh?o para tr¨¢s . Era pouco mais do que uma ferida superficial . Eu pensei que seria isso e tentei voltar parae?ar meu pr¨®ximo ataque , mas de alguma forma se moveu m ais r¨¢pido do que eu esperava . Antes que eu pudesse impedi ¨C , me pegou em minha retirada e chutou a segunda adaga da minha m?o , empunhandoem vez disso , para si mesma , ¡° Interessante ¡± , notou , finalmente pndo para tr¨¢s para criar alguma distancia . _ ¡° Esta adaga pa rece familiar . N?o foi esta a mesma arma que matei o seu amigo ? ¡± E um grunhido baixo escapou de meus l¨¢bios de forma prante . Digitalizado CamScanner ! DIUCU UI ¡° A ¨²nica morte a qual voc¨º precisa se preocupar agora ¨¦ a sua pr¨®pria , ¡± eu avisei . ¡° Afinal , a ¨²ltima vez que lutamos , voc¨º t eve que me esfaquear primeiro no ombro para empatar . _ _ _ _ ¡± Her eyes immediately narrowed at that, no longer finding the situation as humorous as before. ¡°Don¡®t mock me, child¡­.¡± There she is. The real Thea. The one who speaks how she really feels. As if we¡®re all beneath her. Quickly, before she could do or think anything else, I then charged at her again, moving faster and faster a si tried tond mu ltiple different blows on her body. Pushing myself to hit her even once. And, before too long had passed, soon only the sound of our daggers colliding filled the air as they matched perfectly. With every s trike, it was as though she was somehow able to narrowly dodge or redirect the attack. ...As if she could sense my moves as I could hers. ¡­Oh. I looked up to see her smiling at me once more, confirming the answer I¡®d juste to. She was in my head. So, this meant¡­ this meant the fight was basically impossible for me to win. We were both mirroring and anticipating the other person¡®s moves. All she had to do was wait it out until | reached my absolute limit, something dangerously close already after ordering the rogues. ¡°You know, I¡®m a little surprised, Thea,¡± I said, straightening back up to catch my breath. ¡°I would have th ought that you could defeat me easily without cheap tricks. After all, you should possess a wealth of kno wledge with endless experience¡­ or is it that you¡¯re bing senile in your old age and need all the hel p you can get?¡± I watched as her smile instantly contorted into a scowl, messing up those normally angelic features. ¡­And it ended up being the veryst thing I saw before she lunged towards me again. *Clinnnnk.* Our daggers collided once more, the sound of the metal kissing screeching into the air around us. I¡®d brought my dagger up just in time to defend against hers, barely with a second to spare, and it marke d the point of our fight resuming. Each person was seeing the other¡®s move before it couldnd in what felt like an endless dance, soon be coming more just a game of speed. The one to win this would be whoever could execute their attack o in the other first. The loser would face death. In a battle such as this, one moving so ridiculously quickly, faster than even my eyes could properly follo w, even the smallest mistake here could end in a lethal blow. I was nowpletely reliant on my instincts as I moved, puttingplete trust in my ability to sens e her attacks. Despite already being so close to my limit, I needed to hold on for a little longer. ¡°Die already!¡± she finally screamed, jumping back to rest a moment. A drawback of her mortal body, I was sure. I had watched her bing more and more frustrated as our battle progressed, her movements bi ng progressively more forceful as opposed 10 swift. It was only a matter of time before she got this angry ¡°What¡®s the matter, Thea?¡± | asked, now smiling in my chance to gloat. ¡°Having some trouble?¡± ¡°Oh, shut up!¡± she barked back. ¡°You would have been dead a thousand times over by now if it weren¡®t fo r Scanned with CamScanner MINIT UNE riunoreu a une my ability that was stolen from me.¡± ¡°And yet you¡®re struggling this much,¡± I noted. ¡°Almost as if a mortal were of equal power to you. Really makes you think, doesn¡®t it?¡± She roared out in anger before launching herself at me again, her attack now focusing on her full strength rather than speed. It was som ething I¡®d anticipated¡­ and yet was helpless to defend against. I knew it wouldn¡®t be possible to keep thi s up forever¡­ I¡®d finally reached my limit, But the fact the battle hadsted this long meant something so incredibly important. Something worth fig hting for. Something that gave me hope. Thea then quickly sent a kick directly to my chest, sending me flying backwards until I hit the ground roughly. I¡®d tried to cushion the fall with my arms but still ended up rolling a few feet along the grass regardless. Ouch. That had hurt far worse than I¡®d expected. I turned onto my side to try and get up but winced from the pain instead. ¡­Get up. Make her pay.¡® It sounded weaker than normal. Apparently, I wasn¡®t the only one losing grasp on their ability. If anything, that alone would make all of this worth it. ¡°...What was that?¡± she then suddenly asked, walking over to me. ¡°You¡®re going to regret doing that,¡± I said, ignoring herment. ¡°A lucky shot isn¡®t that impressive.¡± She frowned and closed the distance between us. ¡°That¡®s not¡­,¡± and she sent another kick to my chest, forcing me onto my back once more, ¡°¡­ what I was talking about.¡± I coughed and wheezed at the air, desperate for the oxygen that had been stolen so aggressively. My wh ole body had already been aching so much from just the initial fall. ¡°What are you¡­,¡± she started, a frown forming between her brows. And then I felt it. The rummaging in my head. ¡°Kill her. End her. Get up and finish the job.¡® ¨CProtect him.¡¯ ¡®Don¡®t let her in to ¡°¡°There,¡± she said, straddling my waist to hold me down. ¡°¡­What are you hiding?¡± ¡°I have nothing to hide,¡± | spat, squirming under her weight. ¡°Don¡®t lie to me!¡± She quickly struck me across my face, blood starting to ooze from my nose once more, and I couldn¡®t help She had me. I was out of strength, defenceless and pinned to the ground. There wasn¡®t much use in fighti ¡°Stop that and show me!¡± she demanded furiously. Her hand reached for my neck and my mind instantly started to burn up. It was as if I could feel her sifting intense than before as she looked for her answers. But despite how much it hurt, despite how much I wanted the pain to stop. I held on. are answers. Scanned with CamScanner Chapter One Hoodied one I screamed against the ugonising Intrusion but resisted giving her what she wanted, ¡°Show mel¡± she yelled, I needed to think of something else. Anything else. Anything other than that, ¡­For just a little bit longer. And so I thought about my time in the cabin with Aleric¡­ our small moments spent together savouring his ¡°Enough!¡± ..And I thought about Cai and how he¡®d helped me to lead the different life I¡®d led, to be stronger and I felt as Thea¡®s hand then tightened against my throat, constricting my airways, but I still held on regardles ...And I thought about Myra. About how she opened my eyes to a world beyond the walls of my Luna quarters, helping me side to every story told, ¡­I¡®m sorry, Cai¡­ I can¡®t¡­¨C¡® ...And I felt myself finally buckle, unable to hold her off any longer. My mind was now burning to the point t ¡°There it is,¡± Thea sneered, moving closer. She finally released her grip on me as she searched my head, allowing me to cough and wheeze at the a ¡°... What is this? I don¡®t understand,¡± Thea said quietly to herself as she got the information she was after And another weak smile formed on my lips despite my position, knowing too well what she was finally see ¡­That I was actually the bait the whole time. ¡°Hang on, if that¡®s the case then¡­. ¨C.¡± But Thea didn¡®t get to finish her sentence though. No, instead she was suddenly cut off by something biting into her shoulder and tackling her off me. A something that wasrge and covered in midnight ck fur. ¡°Aleric,¡± I cried out in relief. He¡®d made it. He was safe. He was here. The ck wolf turned its green eyes towards me protectively for just a split second, confirming for me wha known him anywhere. Every ounce of my being wanted to immediately run and embrace him but I fought against it. It wasn¡®t safe But this all meant that I was right. Everything went just as I¡®d expected. I¡®d had to give myself over entirely Scanned with CamScanner Chapter One Hundred & One para a id¨¦ia de que ele estava morto , para convencer Thea de que eu estava fazendo o que queria , mas . . . mas no fundo ! _ sabia . N?o , em vez disso , eu tinha que acreditar e confiar em Cai . Se Aleric realmente j¨¢ estava morto ent?o eu conhecia Caiteria vindo me encontrar mais cedo . _ _ _ _ N?o haveria raz?o para a demora em sua assis E se Aleric j¨¢ estava aqui , isso tamb¨¦m significava . . . . Eu instantaneamente olhei para cima para ver que Cai tinha chegado tamb¨¦m , correndo para o meud ¡° Voc¨º est¨¢ bem ? _ ¡ª ele perguntou , sem perder tempo para examinar meus ferimentos cuidado . Exceto no minuto em que o vi aqui . . . tudo parecia clicar . _ Como se estivesse tendo um intenso epis¨®dio de d ¨¦ j¨¤ vu . _ | olhou para ele estranhamente , incapaz de encontrar as pvras para responder . Algo . .. ent?o algo n Ca e . . . uma arenao n¨ªcie . . . O lobo negro de Aleric . . . . Eu tinha visto isso uma vez antes . _ . . N?o , o mais arqueado foi que eu tive uma vis?o disso . _ _ Mas quando . . . ? E , um choque de choque congndo meu corpo . _ . . Eu finalmente percebi . Eu sabia sobre este mesmo dia h¨¢ quatro anos . _ _ _ Eu tinha visto o resultado , mas n?o tinha interpret Na verdade , eu nunca parei para me perguntar por que uma vis?o me mostraria meu passado , nem por Eu deveria ter parado antes para olhar mais reza , mas foi h¨¢ muito tempo . _ _ Uma ¨¦poca em que eu mal entendia o que estava acontecendoigo . Porque essa foi uma das primeiras vis?es que eu j¨¢ tive . _ _ _ _ _ _ _ A que eu reprimi acreditando que . . . Esta foi a vis?o que tive de Cai . _ _ Aquele em que eu o vi morrer . E enquanto as mentiras de Thea eram uma coisa ¡­ minhas vis?es sempre diziam a verdade . Cap铆tulo 102 Cap¨ªtulo 102 Cap¨ªtulo Cento e Dois ¡° Aria ? _ _ ¡± Eu podia me lembrar disso ramente agora . A formao Cai tentou debilmente cobrir o ferimento em seu pesco?o , sangrando profusamente enqu anto o ch?o simplesmente o absorvia . _ Eu peguei sua m?o e chorei n , acariciando seu cabelo enqu anto ele morria . _ _ _ Como a luz em seu olho dourado _es lentamente desapareceu . E ent?o havia Alerico seu lobo , se afastando de seu corpo sangue ao redor de sua boca . N?o foi porque ele o atacou . _ _ N?o , foi porque ele estava nos dando privacidade . _ Uma chance de dizer adeus . _ _ Naturalmente, o sangue teria sido de Thea quando Aleric a mordeu . _ _ Ent?o , o que aconteceu ? _ Nesta vis?o , finalmente perece para sempre ? _ _ Ou . . . ou simplesmente escapa ? _ _ _ _ _ . . . Existe uma maneira de evitar sua morte e ainda vencer ? _ Conflito girava em torno de mim por dentro , me fazendo querer vomitar . Nessa vis?o , eu tinha visto um mundo onde The a estava ausente . _ _ Um campo de batalha pac¨ªfico sua presen?a agora silenciado . _ _ _ Valeu a pena arriscar que _ _O sacrif¨ªcio de Cai pode significar sua morte ? _ _ Eu tinha visto isso desde o in¨ªcioo um aviso ? _ Um aviso de que ele precisaria morrer para que tiv ¨¦ssemos sucesso ? _ _ _ Talvez esta tenha sido uma maneira de o universo mostrar pena de mim . Tent ando me dizer que eu n?o deveria _N?o se apegue demais depois de nos ver virar amigos . N?o que isso importasse agora . Era tarde demais para isso . _ _ Que cruel que me pedissem para fazer essa escolha . _ _ . . . E que estupidez do destino me deixar decidir entre todas as pessoas . Agarrei a camisa de Cai fracamente e puxei seu rosto para baixo , for?ando ¨C o a encontrar meu olhar . Olhando nos olhos familiares de algu¨¦m que eu amava . Eu n?o o deixaria ser sacrificado . _ Nunca . _ N?o importa o custo . ¡° . . . Corra , ¡± eu resmunguei , minha voz ainda soando rouca , _ _ Queimou de onde a m?o de Thea me apertou , tornando um pouco dif¨ªcil fr . _ _ _ _ Mas algumas coi sas eram mais importantes que o desconforto . ¡® Coisaso salvar a vida de Cai . ¡° O ¨C o qu¨º ? ele disse , se afastando confuso . _ ¡° O que voc¨º quer dizer ? Estamos aqui para parar Thea . _ _ _ Seu no funcionou , Aria . Eu posso me esgueirar para o acampamento e tirar Aleric . _ _ _ Agora ¨¦ a nossa chance deacabar .¡± Mas eu rapidamente bncei minha cabe?a , esperando que ele pudesse dizer p minha express?o o qu?o s¨¦ria eu estava . ¡° C ai .. . _ Voc¨º precisa sair daqui . _ _ _ Voc¨º n?o est¨¢ seguro . _ _ Se voc¨º ficar aqui , ent?o voc¨º vai ser morto . _ _ _ _ ¡± De repente , um barulho alto de ganido encheu o ar , me cortando , e eu virei bruscamente e vi Aleric manc ando para longe de Thea . .. . Seu ombro ainda deve ter sido ferido p arma humana . _ Algo que saberia muito bem . _ _ A j ulgar p posi??o d no ch?o , parecia que tinha acabado de chut¨¢ ¨C lo exatamente onde estava o ferimento . _ _ _ Eu assisti enquanto Thea voltava a ficar de p¨¦ , sangrando da mordida que Aleric tinha dado a mais cedo . Digitalizado CamSc an ner No entanto , se isso a machucou de alguma forma , n?o demonstrou . _ _ _ _ _ Na verdade , a ¨²nica coisa que estava demonstrando era raiva . ¡° Pat¨¦tico , ¡± bufou , ¡° Voc¨ºs s?o todos t?o pat¨¦ticos . _ Afaste ¨C se agora e poupe ¨C se da dor adicional . Dois de voc¨ºs est?o gravemente feridos e o terceiro n?o ¨¦ p¨¢reo para mim em co mbate . _ _ N?o arraste isso para fora _por mais tempo Um grunhido ent?o veio de Aleric quando ele deu um passo para frente , mas seus olhos tra¨ªram o quan to do¨ªa para ele fazer isso . Ticamente , dever¨ªamos ter tido a vantagem aqui , agora superando . _ _ _ _ _ Isso deveria ter dado uma gorjetanosso favor para se tornar uma luta f¨¢cil apenas . . . Apenas nossos ferimentos potencialmente nos tornaram passivos . Se decid¨ªssemos lutar , sabendo que ¨¦ramos vulner¨¢veis , podemos acabar nos machucando ainda mai s tentando salvar uns aos outros . _ _ _ _ * Clique Eu imediatamente olhei para Cai para ver que ele havia pegado minha adaga , agora ca¨ªda a uns trinta cent¨ªmetros de distancia . e ele se moveu lentamente para se levantar . Seu rosto estavapletament e s¨¦rio enquanto ele olhava para Thea , nunca tirando os olhos _ . Uma frieza enchendo seu olhar . ¡° Cai , n?o , ¡± | soltou em choque . _ Eu tentei sentar rapidamente para agarr¨¢ ¨C lo , mas era muito lento , meus dedos apenas o errando . ¡° Voc¨º n?o pode lutar . Voc¨º precisa sair . _ ¡± ¡° Pare de me subestimar , Aria , ¡± ele argumentou . ¡° Ou voc¨º est¨¢ esquecendo quem originalmente o treinou ? Esta ¨¦ a minha luta tamb¨¦m . Voc¨º n?o ¨¦ o ¨²nico que machucou . _ ¡± ¡° Isso ¨¦ diferente . _ Sua habilidade n?o funciona , lembra ? _ _ E suas habilidades de luta n?o s?o nem por isso que estou contestando . Voc¨º precisa sair agora ou vai te matar . _ _ _ _ ¡± Mas ele simplesmente me ignorou e cautelosamente deu um passo em dire??o a Thea , observando seu movimento cuidado . ramente , ele n?o percebeu que eu estava me ref erindo a uma vis?o e n?o apenas uma suposi??o . ¡° Cai , me escute , caramba ! _ Eu gritei , fazendo minha garganta queimar . _ _ _ Instantaneamenteecei a tossir de novo , apenas me fazendo parecer mais fraca , e fricamente tentei limpar minhas vias respirat¨®rias que eu precisava para pronunciar as pvras . Para explicar a ele antes que ele imprudentemente mergulhou na batalha ¡° Chega , Aria , ¡± ele disse , dando outro passo . ¡° . . . Eu tenho isso . _ _ ¡± Ele vai morrer . _ _ _ ¡° .Cai , n?o ! ¡± _ Mas eu estava impotente para det¨º -lo . Ele sen?ou em dire??o a , adaga pronta , ee?ou seu ataque . Uma luta entre dois guerreiros habilidosos , embora um fos se uma deusa E , sinceramente , ele estava at¨¦ fazendo um ¨®timo trabalho . Belongs to ? n0velDrama.Org. N?o foi surpresa que Cai fosse um lutador impressionante , eu o conhecia desde o momento em que no s conhecemos e at¨¦ mesmo tinha visto por mim mesmo . Onde Aleric era mais baseado em for?a , Cai fez um trabalho muito melhor em movimentos imprevis¨ªveis . E , paraalgu¨¦mo Thea , era uma tremenda vantagem , especialmente porque n?o conseguia entrar na cabe?a deleo el a conseguia na minha , ou mesmo na de Aleric . _ agora estava tendo que confiarpletamente a penas em habilidades de luta , algo que _ _uma luta muito mais equilibrada . Mas esta era uma batalha que o destino j¨¢ havia decidido . Digitalizado CamScanner I U NIU NU R UTW Eu rastejei um p¨¦ para frente ao longo do ch?o , movendo -me em todas as dire??es enquanto eu tentava fracamente me juntar ¨¤ batalha , mas a dor apenas do¨ªa atrav¨¦s de mi m , agindoo um lembrete de que minha condi??o ainda era muito fr¨¢gil . Muito delicado para serde qualquer utilidade para Cal em uma batalha . _ _ _ ¡° Foda -se ! Eu assobiei em frustra??o , amaldi?oando meu pr¨®prio corpo . _ Eu deveria ter percebido mais cedo e ajustado o no . Talvez se eu tivesse lutado contra Thea mais for?a , sido melhor , ent?o n ?o haveria necessidade de Cai lutar agora . _ _ _ _ _ Se eu n?o tivesse sido t?o fraco . A bark then came from the side and I looked over to see Aleric staring at me. He¡®d been holding off joinin g the fight, probably thinking that Cai was capable enough to finish her off. After all, i¡®d weakened dur ante nossa briga e Aleric tamb¨¦m a mordeu . _ S¨® eu sabia melhor . ¡° Aleric , por favor , ¡± eu chorei desesperadamente . ¡° Ele vai morrer . _ _ ¡± E n?o precisei dizer mais nada . _ _ _ _ _ Aleric imediatamente entrou em a??o , ignorando sua dor , e entrou para apoiar Cai . _ _ Eu n?o precisa va especificar por que ou qu?o certo eu estava . _ _ Aleric acabou de fazer isso . Ele fez isso porque confiava em mim . E , no entanto , eu o estava enviando para l¨¢ , correndo o risco de causar mais danos a si mesmo ou at¨¦ mesmo ¨¤ sua vida . Quepanheiro desprez¨ªvel eu era . Eu assisti em mudo horror quando Cai e Aleric lutaram contra Thea , vio ainda era capaz de evitar seus movimentos , apesar de sua condi??o . E a cada segundo que passava , ficava cada vez mais furiosa . Agora era uma aposta se isso _ _ _trabalharia a nosso favor ou se pod eria aproveit¨¢ ¨C lo a seu favor . Mas esta foi uma aposta que teria consequ¨ºncias letais se mal calcda . Estremeci ao pensar do que era capaz se realmente canalizava aqu raiva . _ Aleric e Cai continuaram seu ataque imc¨¢vel , esquivando -se e atacando ¨C a enquanto trabalhavam juntoso uma equipe . Cai estava agindoo a principal for?a debate enquanto Aleric jogava mais seguro , recuando e cado os momentos certos para atacar , sabendo que ele estavalimitado por sua les?o . No entanto , apesar de seus esfor?o s ¨¢rduos , eu ainda estava preso ¨¤ margem . Apenas observandoo eles arriscaram suas vidas , n?o s¨® por mim , mas por milhares de outros , eu era ¡­ _ _ in¨²til . E ent?o outro pensamento me ocorreu . _ _ Certa vez , eu estava fren¨¦tico demais para pensar antes . _ . . . E se o envolvimento de Aleric n?o fosse suficiente ? _ E se ¡­ _ e se o resultado nem mudasse ? _ _ _ E , de repente , Aleric gritou novamente quando Thea o pegou no meio da estocada , mandando ¨C o voando para tr¨¢s para o ch?o . Eu podia vero o sangue estavae?ando a escorrer de onde a pele deve ter se partido , reabrindo a ferida que a prata tinhaoriginalmente feito . Uma les?o grave o suficiente para impedi ¨C lo de recuperar imediatamente um ganho . ¡° Aleric , ¡± Cai gritou , entrando no caminho de Thea para proteg¨º ¨C lo . Ele rapidamente levantou sua adaga e a impediu de acabar Aleric , salvando sua vida por apenas a lguns segundos . _ _ _ _ _ E , isso , uma percep??o horr¨ªvel veio a mim . . . . . . . Cai n?o poderia fazer isso sozinho . _ ¡® Ele agora estava protegendo a si mesmo e Aleric , o tempo todo mantendo a aten??o de Thea longe de mim . Isso foi exatamente Digitalizado CamScanner o que eu temia . _ A raz?o p qual dever¨ªamos ter recuado . _ _ ¡® Ele vai morrer . _ _ _ Todos n¨®s iremos . Com Aleric agora ferido , e se eu tivesse mudado o destino para incluir sua morte tamb¨¦m ? _ _ E se Ale ric era aquele que deveria acabar originalmente , possivelmente depois de uma abertura criada p morte de Cai ? _ _ . . . . Isso foi minha culpa . ¡® Meu corpoe?ou a tremer de medo , sentindo uma sensa??o pulsante que me percorria e me paralis ava . Era isso . _ N¨®s falhamos . _ _ _ Este foi o fim . Toda essa dor , toda a m¨¢goa . _ . . toda essa perda e sofrimento . .. para nada . A menos . . . . A menos . Eu fiz meu dever . Havia apenas uma raz?o para eu ter sido trazido de volta e n?o era para reden??o ou vingan?a . _ _ _ _ _ N?o foi por amor ou amizade , nem para finalmente viver uma vida que me foi privada da primeira vez . _ _ _ Minha ¨²nica e verdadeira miss?o tinha sido simples desde o in¨ªcio . _ . . . Eu deveria matar T hea . _ N?o uma Saintess , um alfa , um lobo , nem apenas uma menina . Nenhuma dessas coisas importava . _ Havia apenas um t¨ªtulo aplic¨¢vel a mim aos olhos de Selene . _ .. E isso era soldado . Este era o meu prop¨®sito . Minha ¨²nica raz?o para poder viver . _ _ Ent?o , por que eu estava tanto medo de algo para o qual me preparei ? _ _ Sobreviver a este dia n?o significava nada . N?o realmente . Minha vida era inconsequente , ligada a uma Alerico ¡­ _ Ca eu ¡­ _ eles eram o que realmente importava . Para mim , a morte de Thea foi apenas para cimentar sua seguran?a , para ga eles tivessem um futuro . Com ou sem mim , eu estava lutando para que eles vivessem . Fechei os olhos e foquei na minha respira??o , sentindoo uma protuberancia presa ¨¤ minha can f lembrete de que eu ainda tinha mais uma chance . Um ¨²ltimo punhal . Algo que fiz especialmente para The a . _ _ E , enquanto pensava no que precisava fazer , erao se o pr¨®prio tempoe?asse a desacelerar ao coisas aqui e agora . Um que quase certamente exigia o custo mais alto . Minhas op??es eram limitadas , j¨¢ dolorosamente conscientes de minhas fraquezas e capacidades . _ _ _ mais forte o suficiente para obate , n?o ¨¦ mais capaz de usar minha habilidade . Havia apenas uma conclus?o para o meu no , independenteme Eu seria capaz de matar Thea , eu tinha certeza disso . _ _ . . mas quase certamente me levaria O sacrif¨ªcio final provavelmente seria exigido em troca de que isso funcionasse . _ _ _ _ Algo que parecia um acordo o que isso significava . .. . . . . Que hoje seria o dia em que eu morreria d . Eu gemi de dor enquanto lentamente me levantava , minhas pernas tr¨ºms amea?ando dobrar sob mim Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo 100 d e DOIS _ _ _ _ Uma nova energia estava me empurrando agora enquanto eue?ava a caminhar em dire??o ¨¤ batalh de mim agora erao um tipo totalmente novo de adrenalina .Uma droga me ajudando a seguir em frente e ignorar a dor . .. . S¨® um pouco mais . _ ¡® As costas de Thea estavam viradas para mim enquanto persistia em tentar atacar Aleric , Cai ainda te ¡® Eles se lembrariam de mim quando eu me for ? Aleric seguiria em frente e encontraria outra pessoa um Nem Thea nem Cai me notaram enquanto eu me movia lentamente em dire??o a eles . Caminhei a mente ra ,pletamente insens¨ªvel ao que estava prestes a fazer ; _ _ uma mesmo contra T h ea . A furtividade era da maior importancia aqui . ¡® S¨® mais alguns metros . Eu estava perto o suficiente para sentir o cheiro d . Os olhos de Cai ent?o de repente me pegaram , me vendo me aproximar por tr¨¢s , e o panico consumiu suas fei??es . Ele deve ter percebido o que eu es envolvido . E eu parei no meu lugar , retornando seu olhar apenas um pequeno sorriso . ¡° Tudo vai ficar bem ¡± | _ _ _ murmurou silenciosamente , esperando que ele entendesse . . . . Est¨¢ na hora . _ Eu me preparei e apertei o punhal , sabendo o que eu precisava fazer em seguida . _ _ _ _ ¡° Ari- . _ ¡± Cai instantaneamente engatou a marcha e tentou pr por Thea , mas o pegou antes que ele pudess o imediatamente . _ _ Com um movimento r¨¢pido , agarrou a cabe?a dele as m?os e gritou de r ¡° Chega ! rugiu , puxando o rosto dele para frente . _ ¡° Fique para baixo j¨¢ ! ¡± E embora eu j¨¢ tivesse levado em conta no meu no que Cai tentaria me impedir , eu n?o esperava o q Gritos de repente encheram o ar quando Cai se afastou de Thea , uma pequena luz explodindo em sua d s sabia que se era t?o ruim de onde eu estava atr¨¢s de Thea , eu s¨® podia imaginar o que estava fazendo Cai , para quem estava dirigindo . Apenas por sua rea??o , a dor de sua vis? ¡® Ent?o , era disso que Thea era capaz . _ Este foi o resultado de sua raiva ser canalizada . ¡® _ Fosse o que fosse , eu sabia que teria que usar imensa energia para conseguir isso . Algo que j¨¢ .. . E isso significava que j¨¢ acreditava que tinha vencido . Foi seu movimento final , finalizador . _ Os Por mais horr¨ªvel que fosse , eu estava pelo menos grata por sua aten??o ainda estar direcionada para outro lugar . Uma falha de seu pr¨®prio excesso de confian?a ,o sempre . Caie?ou a esfregar os olhos fricamente enquanto cambaleava alguns passos para tr¨¢s , incapaz Cap铆tulo 103 Cap¨ªtulo 103 Cap¨ªtulo Cento e Tr¨ºs _ O ch?o veio em minha dire??o quando eu ca¨ª bruscamente , incapaz de amortecer a queda . _ _ _ Tudo o que eu podia fazer era aceitar o que havia acontecido e cobrir debilmente a ferida na minha barriga ; um son ho f¨²til de sobreviv¨ºncia me empurrando . _ Um sonho que eu sabia que morreria t?o r¨¢pido quanto eu . ¡° Aria , ¡± eu ouvi Aleric gritar , aparentemente tendo mudado de volta . _ Minha respira??o era superficial quando meu corpoe?ou a ficar dormente a dor ; _ uma frieza l entamente se espalhando por mim . . . . N?o seria muito mais tempo . _ _ ¡° Ei , a¨ª , ¡± eu disse fracamente . Um pequeno sorriso surgiu em meus l¨¢bios enquanto eu olhava para o homem que eu amava . _ Seu rosto estava cheio de panico , seus olhos tinham tanto medo neles . _ E , no entanto , foi o ferimento que mais chamou minha aten??o . Havia sinais de infec??o na pele , ao redo r de onde havia sido aberta novamente . _ _ _J¨¢ que Thea n?o tinha inten??o de que Aleric vivesse por muito tempo , fazia sentido que n?o o tratasse adequadamente . Ele precisava chegar ao hospita l logo . _ _ ¡° Voc¨º . . . Voc¨º realmente deveria . . . veja isso , ¡± eu bufei . _ _ _ _ _ ¡° Voc¨º ¨¦ louco ? Voc¨º ¨¦ quem voc¨º deveria se preocupar agora , ¡± ele gritou de volta . _ ¡° O que voc¨º fez foi t?o estupidamente imprudente , Aria . Por que fazer algo t?o sem sentido ? Por que ¡­ .¡± Eu sabia que n?o eraigo que ele estava realmente bravo , apesar de suas pvras . _ _ Ele estava apenas medo porque as coisas estavam terminando assim Eu ofeguei no ar , achando cada respira??o lentamente mais dif¨ªcil do que a ¨²ltima , mas consegui aind a fr . _ _ _ _ ¡° Eu fiz isso . .. para salv¨¢ ¨C lo , ¡± eu sussurrei . _ ¡° . . . Eu fiz isso . .. porque eu te amo . _ _ ¡± 1 Seus dentes cerraram enquanto ele enxugava furiosamente seu rosto , falhando em esconderpleta mente a evid¨ºncia de l¨¢grimas ali . _ Uma vis?o que eu nunca pensei que veria na minha vida . _ V¨º -lo t?o repentinamente vulner¨¢vel s¨® fez a situa??o parecer mais real . Que era isso . _ Isso foi um adeus . Sabendo que n?o havia mais nada que eu pudesse fazer para parar meu sangramento , eu levantei min ha m?o e segurei sua bochecha , sentindo o calor de sua pele contra a minha . _ _ _ ¡° Ei . . . est¨¢ tudo bem . _ . . ¡± , eu acalmei . ¡° Eu sempre soube . . . este dia chegaria e . _ . . Eu s¨® quero que voc¨º saiba . .. que n?o me arrependo . _ _ _ Voc¨º n?o deveria . _ .. quer . ¡± ¡° Porra , Aria , ¡± ele rosnou e agarrou minha m?o for?a para me inclinar , cobrindo os olhos . _ _ ¡° E u n?o sei o que vou fazer sem voc¨º . _ _ _ _ _ eu ¨C eu . . . Eu preciso de voc¨º . ¡± Eu teria rido disso se pudesse , sabendo que ele ficaria perfeitamente bem sem mim . _ _ _ _ _ Aleric vi veria e se tornaria o Alfa que o destino havia escolhido para ele , eu n?o tinha d¨²vidas sobre isso . Eu estava apenas feliz por ter _fin almente conheceu o homem que ele sempre quis ser . _ O homem quem eu deveria ter passado mi nha vida . _ Sem ele , nada disso teria sido poss¨ªvel . _ _ Foi s¨® por causa de Aleric que consegui lutar contra Thea . _ _ _ _ _ S¨® ele acreditou em mim quando eu perdi a cabe?a , e s¨® ele conseguiu me ajudar a ver _ _q uem eu ainda poderia me tornar apesar da minha condi??o . Digitalizado CamScanner Co¨¢ptero Cento e Tr¨ºs _ ¡° Voc¨º n?o . _ _ . . precisa de mim . .. ¡± , eu disse , ¡® Voc¨º entendeu .. . _ _ _ para tr¨¢s . ¡± ¡° N?o diga isso . _ _ _ ¡± ¡° ¨¢ria ? ¡ª interveio outra voz , embora mais distante . _ Eu a reconhecio de Cai imediatamente . _ Seu rosto logo apareceu ao meudo , tentando olhar para baixo uma express?o semelhante ¨¤ de Aleric , mas tendo dificuldade em focar . _ _ Parecia que o ataque de Thea a ele ainda estava lhe causa ndo dor , os efeitos da cegueira cegante . _ainda evidente ¡° ¨¢ria . . . Me desculpe , ¡± ele disse . _ _ _ ¡° Eu ¨C eu n?o podia ver . _ Eu n?o sabia o que aconteceu at¨¦ que fosse tarde demais . _ ¡± Mas eu apenas bncei minha cabe?a fracamente , sabendo que n?o havia nada que ele pudesse ter feito de qualquer maneira . Isso tinha terminado exatamente do jeito que eu havia previsto . _ _ Era o resultado mais prov ¨¢vel . _ exato 1. eu . ¡° Est¨¢ tudo bem . _ . . voc¨º n?o tem nada ¡­ para se desculpar . ¡± Ele ent?oe?ou a tentar me mudar , esperando talvez me levantar , mas os empurr?es no meu corp o s¨® enviaram novas ondas de dor atrav¨¦s de mim . Pequenos gemidos deixaram meus l¨¢bios o m ovimento , mas n?o tive for?as para empurr¨¢ ¨C lo . _ _longe . ¡° Precisamos lev¨¢ ¨C lo a um hospital ¡± , disse ele desesperadamente . _ ¡° Precisamos de ajuda . _ _ _ ¡± No entanto , Aleric ent?o rapidamente interveio e o empurrou para tr¨¢s . ¡° Pare . . . ¡ª disse ele rispidamente , ainda mantendo Cai ¨¤ distancia uma m?o em seu ombro . _ ¡° Est¨¢ feito . _ _ N?o podemos . _ _ . . n?o vai conseguir . _ _ _ Voc¨º s¨® vai fazer seus ¨²ltimos momen tos _pior . ¡± ¡° . . . Mas ¡­ mas isso ¨¦ minha culpa . 1 ¨C Eu n?o ¡­ eu n?o fiz o suficiente , ¡± Cai disse , seu rosto se contorcendo de dor . _ ¡° Eu n?o posso deix ¨¢ ¨C morrer assim . ¡± Mas o aperto de Aleric em Cai s¨® aumentou e em vez disso o puxou para mais perto , for?ando -o a se concentrar . Uma tentativa de acalm¨¢ ¨C lo . _ _ ¡° ¨¦ nossa culpa . _ _ Nosso fardo parapartilhar ¡± , esreceu . _ ¡° Ou de todos , se voc¨º quiser ser mais preciso . _ _ Aria se sacrificou para que todos n¨®s sobreviv¨ºssemos . _ viveu duas vidas de inf erno , lutando porisso mesmo . _ Que os momentos finais sejam pac¨ªficos . _ _ mais do que merece isso , pelo menos . ¡± T?o frio agora . Eu estava me sentindo t?o malditamente frio . O tipo de sensa??o em que voc¨º quer se aconchegar aodo de umareira , embrulhado em um cober tor fofo e apenas tirar uma soneca _ eu poderia . . . fechar meus olhos um pouco , certo ? _ Isso n?o seria bom ? _ _ Ou talvez eu devesse tentar adiar um pouco mais . _ _ _ _ . Caie?ou a tremer e agarrou Aleric por sua vez , os dois precisando de apoio um do outro . Fiquei feliz em ver a evid¨ºncia de um v¨ªnculo se formando , sentindo ¨C me aliviado que talvez eles continuassem a se aproximar . N?o houve pior resultado do que seminha m orte vamose?ar uma guerra entre eles . _ _ _ V¨º ¨C los morrer ps m?os um do outro s¨® faria minha morte em v?o . _ _ _ _ Uma luz ent?o brilhou ¨¤ minha esquerda , roubando minha aten??o dos dois homens que eu adorava . _ Uma luz anunciando o aparecimento de algu¨¦m que eu conhecia muito bem . caminhou em minha dire??o lentamente , seu olhar me observando enquanto eu deitava no leito de morte de sua pr¨®pria inven??o . Digitalizado CamScanner Este sangue era o sangue d . Este novo corpo s¨® foi emprestado para . Um mestre cruel e impiedoso . ¡° . . . Selene , ¡± eu murmurei em sauda??o . _ ficou em cima de mim sem um pingo de express?o ou preocupa??o seu atendimento ao p¨²blico . Uma vis?o estranha dada a sua avers?o ¨¤ interfer¨ºncia . No entanto , foi algo rapidamente explicado quando Aleric e Caie?aram a olhar ao redor , tentando ver com quem eu estava fndo . Era a confirma??o do que eu j¨¢ sabia sobre suas leis naturais ; _ que n?o poderia interferir com os vivos . .. apenas os mortos . ¡° ¡­ _ ¨¦ . .. isso .. . tempo ? ¡± | c continuou , lutando para fr . _ Em resposta , simplesmente acenou a cabe?a , agachando -se ao meudo . Mesmo em meu ¨²ltimo suspiro , eu podia sentir o efeito de sua presen?a . Sinta o peso de sua aura ao meu redor . 1 ¡° . .. Hora de ficar em paz , crian?a , ¡± sussurrou suavemente . Owned by N?velDrama.Org. E isso , tocou minha testa , uma onda de tranquilidade se espalhando por mim enquanto fazia isso . Um convite me levando a deixar ir , deixar para tr¨¢s a dor e finalmente ser livre . N?o havia nenhumpromisso a ser feito aqui , no entanto . N?o h¨¢ tempo para perguntas ou argumentos . Eu simplesmente s¨® podia atender ao pedido , cedendo avida mente ¨¤ necessidade de uma fuga . _ _ _ . . . E tudo ficou preto . _ Acordei um longo e satisfeito alongamento na cama , sentindo ¨C me mais contente do que em anos , Os ¨²ltimos dias tinham se misturado tanto que eu mal conseguia mais panhar o tempo . _ _ Era u ma ter?a ¨C feira ? _ Manh? ? Noite ? Eu n?o sabia . _ _ Tudo que eu sabia era que minha ¨²ltima semana tinha sido passada Aleric ema cabana , vivendo e respirand o cada momento que ele podia dispensar para mim . Com um bocejo final , sa¨ª do meu quarto , descendo as escadas para o ¨²nico lugar que eu queria estar agora . _ _ _ ¡° O que voc¨º est¨¢ lendo ? ¡± Eu perguntei suavemente , de p¨¦ na porta da s de estar . Chovia suavemente l¨¢ fora , o som das gotas batendo no telhado de uma forma calmante . _ _ As nuven s l¨¢ fora tamb¨¦m estavam escurecendo o c¨¦u o suficiente para que , mais uma vez , eu n?o pudesse ter certeza de que horas eram . Aleric estava sentado no parapeito da jan , livro na m?o , e s¨® olhou para cima depois que eu falei , um pequeno sorriso aquecendo em seu rosto quando eu fiz isso . Seus olhos me lembravam o musgo e as ¨¢rvores dentro da floresta quando ele parecia genuinamente feliz, quaseo se ele fosse uma personifica??o viva do meu pequeno santu¨¢rio l¨¢ fora . ¡° Nada realmente ¡± , ele respondeu e d . ¡° Voc¨º dormiu bem ? _ _ _ ¡± ¡° N?o sei se posso chamar isso de ¡® sono ¡® , j¨¢ que n?o havia muito disso acontecendo . _ _ _ _ _ . . mas foi bom . _ Alguns podem at¨¦ dizer y . . . ¨®timo . ¡± 1 ¡° . . . ¨¦ assim ? _ ¡± E eu me aproximei at¨¦ ficar na frente dele , a inten??o de olhar para o livro em suas m?os , mas em vez disso ele estendeu a m?o e me puxou para seu colo , for?ando um grito de surpresa de mim o movimento repentino . N?o ¨¦ issoEu estava remando embora . E , quando ele me posicionou para sentar confortavelmente contra seu peitorgo , eu nunca me senti t ?o confort¨¢vel _ _ ¡® Isso n?o est¨¢ certo . _ _ ¡® Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Cento e Tr¨ºs _ Eu parei por um segundo franzindo a testa , me perguntando por que esse pensamento de repente apareceu na minha cabe?a . Este era Al¨¦rico . ro , isso estava certo . _ Eu n?o conseguia pensar em nenhum outro lugar que eu gostaria de estar . | rapidamente limpei minha garganta e afastei o pensamento , concentrando ¨C me novamente na conversa . _ ¡® Isso . . . este parece um dos meus livros , ¡± eu disse , lendo as pvras na p¨¢gina . _ _ ¡° Apenas uma p equena parte disso est¨¢ em ¨C . _ ¡± . . . Eu j¨¢ fiz isso antes . _ ¡® Eu podia sentir isso agora . Aqu sensa??o de d¨¦j¨¤ vu , me congndo enquanto eu tentava perseguir a mem¨®ria que vinha de dentro . _ _ _ _ J¨¢ hav¨ªamos nos sentado assim antes ? _ Os ¨²ltimos dias tinham sido um borr?o , mas eu n?o conseguia me lembrar de ter feito algo assim ainda . _ De repente , senti que meu est?magoe?ou a revirar , uma onda de ansiedade se instndo . _ . . . Esta seria a minha escolha . . . e s¨® minha ¡® , uma voz parecida a minha ent?o falou dentro da minha cabe?a . Essa era a Thea ? tinha me encontrado ? ¡° Bem , est¨¢ chovendo e n?o h¨¢ muito mais o que fazer para se divertir por aqui . _ _ . . ¡ª disse Aleric , f ndoo se n?o tivesse acabado de notar minha pausa abrupta . Quaseo se ele j¨¢ soubesse o que eu era _vou dizer apesar de eu parar no meio da frase ¡° Um leric . .. Acho que algo est¨¢ errado . . . ¡± euecei , minha m?o agora cobrindo meu intestino enquanto a dor aument ¡® Hoje , decidi quando eo morrerei ¡® , continuou a voz . _ _ Sentio Aleric ent?o inclinou a cabe?a para mim , procedendo a beliscar minha orelha . _ ¡° A menos que voc¨º tivesse outra coisa em mente . ¡± ¡° Al¨¦rico ? Voc¨º n?o me ouviu ? _ _ Algo ¨¦ . .. . ¨C Ah , porra . ¡± E enquanto eu olhava para o meu est?mago , eu vio o sanguee?ou a vazar de uma ferida que se formava lentamente ali . ¡® N?o a decis?o ou influ¨ºncia de Thea tentando me influenciar . _ .. ¡® , disse a voz , ¡® mas por minha pr¨®pr ¡° Al¨¦rico , socorro ¡­ _ D¨®i ¨C , ¡± Eu gritei de dor , mas Aleric n?o se moveu um cent¨ªmetro para me ajudar , quaseo se ele n?o estive ¡° Aria , ¡± ele disse em voz baixa atr¨¢s de mim . _ _ ¡° Decida ¨C se . _ ¡± ¡° O ¨C o qu¨º ? Aleric , por favor ! Eu gritei . _ ¡° Por favor . ¡­ . ¡± . . . Eu enfrentaria o fimo eu mesmo . ¡® * SNAP . * De repente , tudo ficou preto quando o Abismo mostrou sua verdadeira forma , tornando ¨C se aquele mesmo buraco negro de frio vazio ao meu redor . Um mundo atemporal que o privou de qualquer consci¨ºncia verdadeira ¡® Isso mesmo . _ . . Eu me lembro agora . ¡® . . .Eu estava morto . Isso significava que tudo o que eu tinha acabado de experimentar tinha sido apenas uma mem¨®ria . .. Um Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Cento e Tr¨ºs _ _ Aleric na cabine antes de tudo desmoronar . _ _ _ _ 1 Meu peito doeu o desejo de recordar t?o ramente . .. . Eu queria ir para casa . ¡° . . . Voc¨º n?o est¨¢ satisfeito a lembran?a do desejo do seu cora??o ? _ _ _ ¡± Selene . Uma luz ent?o brotou na escurid?o , revndo sua pessoa . _ _ Finalmente de frente para mim depois de quem sabe quanto tempo . Como o Abismo era atemporal , um s¨¦culo j¨¢ poderia ter se passado agor Eu odiavao apenas sua mera presen?a sozinha ainda me fazia querer me entregar a , apesar de tudo que me fez passar . Sua luz trouxe calor . _ _ . . algo muito faltando dentro deste lugar . Uma ¡° Eu acho que voc¨º quer perguntar , ¡® eu estava satisfeito a sim??o em que estava preso ; _ um q franziu os l¨¢bios levemente minhas pvras , um sinal de sua irrita??o . ¡° Sua vontade deve ser ¡° Voc¨º j¨¢ deve saber , Selene , que qualquer coisa que envolva voc¨º ¨¦ geralmente uma causa de dor par t?o ¡® Grande M?e ¡®. Porque eu fiz exatamente o que voc¨º me pediu . | te salvou de Thea , assimo voc¨º desejou . _ .¡± ¡° Eu n?o permiti que voc¨º fizesse nada , crian?a , ¡± respondeu asperamente . _ _ _ ¡° Voc¨º recebeu o arb¨ªtrio . _ As escolhas que voc¨º fez , assimo esta morte , s?o todas feitas por voc¨º mesmo . ¡± Uma risada sem humor rapidamente me escapou , incapaz de cont¨º - la . ¡° Certamente , voc¨º est¨¢ brincando , certo ? Certamente , voc¨º n?o est¨¢ realmente insinuando que , d a interfer¨ºncia divina quando sua m?e me mandava matar e machucar impiedosamente as pessoas ao meu redor ? Onde estava meu livre arb¨ªtrio ? Mortalidade ou n?o , era de sua * carne esangue . * Sua responsabilidade . ¡± ¡° Voc¨º lutou bravamente , ¡± disse , ignorando minha acusa??o . ¡° Voc¨º deve se orgulhar de sua conqu ¡° Mas eu n?o sou . _ . . N?o estou orgulhoso de deixar tanto para tr¨¢s . _ _ anseio por voltar . _ _ ¡± O sil¨ºncio ent?o se espalhou entre n¨®s . Um momento em que refleti sobre tudo que sacrifiquei . _ _ _ _ Tudo o que eu tinha . . . E algo dentro de mim de repente estalou . ¡° . . . Voc¨º . . . me deve , Selene , ¡± eu sussurrei , uma nova determina??o ardente se espalhando por mim . ¡° Voc¨º tem uma d¨ªvida que ainda n?o foi paga . _ _ Duas vidas de sofrimento desn de vidafor?ado sobre mim por causa de seu erro . ¡± ¡° Filho , n?o tenho certeza do que voc¨º espera , mas voc¨º j¨¢ estava ciente do seu tempo emprestado ¡± , d Mas desconsiderei suas pvras , sabendo que na verdade havia apenas um fator importante que vale a pena mencionar aqui . Cap铆tulo 104 Cap¨ªtulo 104 Cap¨ªtulo Cento e Quatro ¡° O que voc¨º procura . . . pode ter repercuss?es maiores do que voc¨º imagina ¡± , disse Selene . 1 O frio do Abismo estava me picando , um lembrete de que eu queria ir embora o mais r¨¢pido poss¨ªvel . Saia e esperemos que n?o volte t?o cedo . _ ¡° ¨¦ isso que eu quero ¡± , reafirmei confian?a . _ _ Seus l¨¢bios se apertaram em uma linha , considerando ainda mais meu pedido . ¡° Ariadne . _ _ . . O que eu fa?o n?o ¨¦ uma ci¨ºncia exata . Pode haverplica??es o que voc¨º procura , sobre as qua is nem eu tenho controle . Apenas o seu renascimentosozinho poderia ter problemas sem esse risco adicional . Voc¨º est¨¢ disposto a aceitar i sso , apesar do que possa produzir ? _ Que isso pode trazer um legado que tem ondas muito maiores d o que voc¨º imagina ? _ ¡± Mas eu simplesmente acenei a cabe?a , certo da minha decis?o . Eu n?o me importei o risco . _ Se houvesse uma pequena chance de isso funcionar , eu tinha que a ceit¨¢ ¨C . Esta seria minha ¨²nica oportunidade . Queriae?ar minha nova vida o m¨ªnimo de arrependi mentos . _ _ ¡° Tenho certeza , ¡± eu disse . _ ¡° Se houver problemas , eu vou descobrir . _ _ _ _ Assimo sempre . ¡± ¡° . . . Muito bem , ent?o , ¡± disse . _ E isso , deu um passo ¨¤ frente , segurando meu rosto em suas m?os para beijar minha testa , e enviou uma erup??o de formigamento familiar onde nossa pele se encontrava . _ Instantaneamente , eu senti aqus mesmas emo??es intensas correndo por mim _ _uma vez . Algo que eu quase esqueci da ¨²ltima vez que estivemos aqui . _ _ _ _ Uma vez feito , se afastou e olhou para mim desgosto . Um lembrete gritante deo nosso rcion amento mudou drasticamente ao longo dos ¨²ltimos anos . _ _ _ ¡° Esteja avisado , crian?a , que ¨¦ isso , ¡± disse severamente . _ _ _ ¡° N?o haver¨¢ um terceiro avivame nto . _ Da pr¨®xima vez que nos encontrarmos , voc¨º aceitar¨¢ o que aconteceu ee?ar¨¢ sua vida de n ovo dentro do Abismoo todos .as almas devem . ¡± O pensamento disso por si s¨® me encheu de pavor , mas eu sabia que voltar aqui seria inevit¨¢vel . A morte era uma parte normal da vida . No entanto , eu n?o lutaria de volta na pr¨®xima vez . N?o , eu me permitiria ceder e aproveitar _ _ _ _as lembran?as felizes da minha v ida . _ Esperan?osamente , at¨¦ l¨¢ , haveria v¨¢rios outros para adicionar ¨¤ cole??o . _ _ _ _ Selene ent?oe?ou a desaparecer diante de mim , seus olhos nunca vdo enquanto me observ avam atentamente . _ _ _ _ _ _ Mesmo at¨¦ o ¨²ltimo segundo , eu podia sentir o ressentimento e amargu ra que guardava . _ Felizmente para , por¨¦m , agora estivesse inteira novamente , viveria sua vida eterna onde eu existiria por apenas um piscar de olhos . _ _ _ _ Algo de imensa seguran?a para , eu tinha certeza . Antes que eu pudesse contemr seuportamento ainda mais , uma leveza veio sobre mim , uma t ontura consumindo minha cabe?a . E antes que eu soubesse o que realmente estava acontecendo , senti a familiaridade do meu corpo mais uma vez . E tudo parecia ¡­ nebuloso . Como se eu estivesse debaixo d¡¯ ¨¢gua Eu podiae?ar a sentir meu batimento card¨ªaco . .. sentir o calor do meu corpo . Mas eu n?o estava bem . . . l¨¢ ainda . Parecia diferente da primeira vez , quando acordei na cama aos quatorze anos . _ _ _ _ Algo sentiu . . . desligado . Isso foi porque eu n?o tinha viajado de volta ? _ Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Cento e Quatro _ E outro momento , percebi algo importante ; _ explicando instantaneamente as sensa??es que eu estava experimentando _ _ A morte de Thea teria se tornado um ponto fixo no tempo . Eu n?o podia voltar para quando ainda es tava viva porque eu estava usando seu cad¨¢ver para reviver . Ent?o , se isso n?o fosse o passado . _ . . . . . . Significava que desta vez , eu estava voltando n?o ao meu eu anterior ¡­ mas sim ao meu pr¨®prio c ad¨¢ver . _ _ O que eu estava experimentando agora era meu corpo reanimando . ¡° . . . Queria S. _ _ . . bom . . . ¡± , disse uma voz ent?o , perfurando o nevoeiro . _ Algu¨¦m estava aqui . Ao meudo . Eles poderiam me ver voltando ? _ Suas pvras eram muito obscuras para entender o que eles estavam dizendo , muito confusas enqua nto cortavam e terminavam . _ _ ¡°. . . sinto muito . _ . . Eu n?o . _ _ .. ¡± , continuou . _ ¡° . . .Eu pensei ¡­ J¨¢ faz um tempo .. . _ _ ¡± Estava lentamente se tornando mais distingu¨ªvel , mas n?o r¨¢pido o suficiente para minha pr¨®pria impaci¨ºncia . Eu queria ouvir o que estava sendo dito agora , ver quem est ava fndo meus pr¨®prios olhos . _ Estou bem aqui ¡® , gritei por dentro . _ _ Eu estou vivo . _ ¡® Mas se algu¨¦m notou , eu n?o poderia dizer . _ ¡°. . . Eu te amo ¡± , eles disseram ent?o , um tom definitivo em sua voz . E eu percebi que eles estavam saindo Mas eu estava aqui . Eles s¨® precisavam esperar um minuto . _ _ Espere at¨¦ que eu encontre for?as par a romper este v¨¦u . _ _ S¨® um pouco mais . _ No entanto , antes que eu pudesse me preocupar mais , algo mais chamou minha aten??o . _ Um novo sentimento intenso , que eu nunca teria esperado . _ Fa¨ªscas . Como se fogos de artif¨ªcio min¨²sculos e prazerosos estivessem sendo jogados por todo o meu corpo, eu podia se ntiro fa¨ªscas irromperam do contato a pele , todas originadas de onde uma m?o estava agora c olocada em cima da minha . Uma m?o quente que me fez sentir lev sua presen?a . Uma familiarid ade isso que eu ansiava . Eu reconheci essa rea??o . Na verdade , eu me lembrava bem de muito tempo atr¨¢s . _ Significava ¡­ _ _ ¨C E isso , acordei abruptamente um longo suspiro no ar . _ _ _ _ ? Meus pulm?es deram suas primeiras respira??es avidamente , desesperados por oxig¨ºnio , e rapidam ente senti meu corpoe?ar a _ _ _ funcionar mais uma vez ; sentindoo meu cora??oe?ou a bombear sangue rapidamente para dentro . eu estava de volta . Eu estava realmente de volta . Se me pedissem para voltar apenas um ano antes , eu o teria rejeitado firmemente , dizendo a mim mes mo que estava louco por querer isso . E ainda agora eu nunca quis nada mais . _ _ _ Algo t?o imposs¨ªve l ainda ¨C . ¡° ¨C Que porra ¨¦ essa ? !¡± Eu rapidamente virei minha cabe?a para odo , j¨¢ sabendo o que eu veria , mas me pegando de surpr esa , no entanto , Porque o tempo de repente . . . parou . Quaseo se o mundo inteiro desaparecesse ao meu redor e deixasse para tr¨¢s apenas uma coisa . Apenas uma coisa que importava naquele exato momento . Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Cento e Lour _ Ou , mais precisamente , uma pessoa . . . . Alerico . Com seus olhos verdes encontrando os meus , seu cheiro fresco da floresta me envolvendo . _ . . um as salto avassdor de sensa??es me atingiu de uma s¨® vez . _ De uma experi¨ºncia nova , por¨¦m familiar , me chamando para a frente e me atraindo para ele .Uma atra??o gravitacional que prometia apenas coisas boas se eu me submetesse a . . . . E outra coisa dentro de mim tamb¨¦m acordou . _ Em meio ao meu del¨ªrio , tamb¨¦m senti apanhia de algo que estava ausente h¨¢ muito tempo . _ Um a vez um grampo em minha vida , ele desapareceu entre meus traumas , regredindo para a parte mais d istante da minha mente . Agora pensando para tr¨¢s ,Eu me perguntei se isso era em parte devido ¨¤ ocupa??o de Thea l¨¢ dentro . Mas eu podia senti - lo agora emergindo mais uma vez , amea?ando me contrr , exigindo que sua presen?a fosse conheci da . . . . E ,o resultado , apenas uma pvra foi for?ada de meus l¨¢bios . _ _ ¡° Meu , ¡± eu me ouvi rosnar . Meu lobo havia retornado . Aleric naturalmente saltou para longe no momento em que voltei , de alguma forma conseguindo n?o ter um ataque card¨ªaco ao ver seupanheiro morto retornar . _ O puro medo da situa??o fez seu rosto empalidecer e quase o fez cair no ch?o _ _ _ _. Eu s¨® podia imaginar o que passou p cabe?a dele . Mas no momento em que nossos olhos se encontraram , ele ficou congdo no lugar por um motivo diferente . Supostamente , ele estava experimentando exatamente o que eu estava ; o v¨ªnculo dopanheiro se formando dentro da minha nova vida . . . S¨® que desta vez , n¨®s dois pudemos sentir . A primeira em nossa longa hist¨®ria juntos . _ _ Ele deu um passo hesitante para frente . . . depois outro , e ent?o lentamente estendeu uma m?o tr¨ºm para baixo para tocar meu queixo , enviando mais fa¨ªscas por todo o meu corpo . O suficiente para me fazer fechar meus olhos por apenas um momentoo o _ _sentimen to me submergiu ; querendo apenas mais do que seu toque tinha a oferecer . Nenhuma mem¨®ria jamais poderia separar a isso ; para a coisa real . Tudo o que eu senti no Abismo parecia uma imita??o fria e sem vida empara??o o que eu estava experimentando atualmente . Lentamente , eu olhei de volta para encontrar seu olhar . _ _ Vio ele estava t?o consumido quanto eu , e imediatamente me perdi em seus olhos , esquecendo todo o resto . _ _ Foi por isso que eu estava aqui . Isto ¨¦ o que importava . Ele abaixou o rosto , a cent¨ªmetros do meu , e falou as ¨²nicas pvras que eu queria ouvir . _ _ As pvras que fizeram toda a dor e sacrif¨ªcio valer a pena . ¡° Meu , ¡± ele repetiu . .. . E isso , seus l¨¢bios encontraram os meus , um fogo instantaneamente queimando por dentro . Uma fome me impulsionando que eu n?o pude resistir , nem tentei . _ _ _ _ _ _ Eu estavapl etamente desamparada para a necessidade esmagadora do meupanheiro . Um desejo eu¡® tinha sido privado por muito tempo . _ Thastily enrolei meus dedos em seu cabelo escuro e o puxei para mais perto de mim , precisando de mais de seu toque , precisando de mais dele . Mas antes que pud¨¦ssemos ir muito mais longe , Aleric ent?o se afastou , aparentemente tendo mais a utocontrole do que eu . Ele olhou para mim uma carranca , confus?o cruzando suas fei??es . _ Olhando para mimo se questionasse se eu realmente estava l¨¢ . ¡° . . . Ei . . . , eu disse brilhantemente , um sorriso se espalhando em meu rosto . _ Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Cento e Quatro _ Meu cora??o doeu de felicidade s¨® de poder v¨º ¨C lo novamente , uma vertigem me chutando por dentro . ¡° . . . ¨¦ voc¨º mesmo ? _ ¡± ele perguntou d . ¡° . . .Estou sonhando ? _ ¡± Mudei minha m?o para sua bochecha , saboreando as pequenas fa¨ªscas que senti l¨¢ . _ ¡° Parece que voc¨º est¨¢ sonhando ? _ _ _ _ _ ¡± eu respondi , tra?ando sua pele levemente . Seus olhos se fecharam sob meu toque . ¡° Espero que n?o . Prefiro n?o acordar disso . _ _ _ _ _ Mas tamb¨¦m n?o s eio voc¨º conseguiu fazer isso . _ _ _ _ _ _ ¡± ¡° Eu tenho meus caminhos , ¡± eu disse uma risada . ¡° Acabei de fazer o que sou melhor . _ _ _ .. ch antagem e negocia??o . ¨¤s vezes ¨¦ ¨²til . _ ¡± Ele lentamente encontrou meu olhar novamente , um humor em seus olhos que eu adorava . ¡° Eu deveria ter percebido que voc¨º seria muito teimoso para ficar morto por muito tempo . Aparentemen te , nem mesmo uma Deusa pode lidar suas travessuras . ¡± ¡° O que posso dizer ? _ Eu s¨® ¡­ ¡ªecei , a inten??o de fazer outra piada , mas ent?o meu sorr iso vacilou instantaneamente . N?o havia nada engra?ado sobre o quanto eu queria voltar . _ _ _ _ ¡° Eu apenas . .. eu realmenteSenti sua falta , Aleric . Eu n?o estava pronto para dizer adeus ainda . N?o antes que tiv¨¦ssemos tido a chanc e de tentar . _ _ _ ¡± Ele me ajudou a sentar e rapidamente me envolveu em seus bra?os , enviando ondas de seu calor atrav ¨¦s de mim . _ _ _ _ Fazendo ¨C me sentir t?o confort¨¢vel e segura em seu abra?o . .. . Mas tamb¨¦m serviuo outro lembrete da minha situa??o atual . _ Um em que percebio estava sentado em uma mesa fria de metal apenas um cobertor fino para me cobrir . O lugar onde eu teria permanecido at¨¦ ser enterrado . ¡° H¨¢ quanto tempo eu estive fora .. . ? ¡° Eu perguntei . Dentro do Abismo , n?o haviao eu dizer quanto tempo havia se passado . _ _ Por causa disso , eu n?o tinha certeza exatamente para qual data eu tinha sido trazida de volta . _ ¡° N?o muito tempo , ¡± ele respondeu . ¡° Talvez tr¨ºs dias ? Todo mundo ainda est¨¢ se recuperando da batalha , ent?o muitas pessoas ainda n?o sabem o que aconteceu voc¨º . Embora seus pais cheguem em alguns dias para o . _ _ _ _ .. o enterro. Man dei uma mensagem para eles assim que voltamos seu corpo . ¡± Meus pais . Fazia tanto tempo desde que eu os tinha visto . _ _ Fiquei feliz em saber que eles estavam seguros e finalmente voltariam para casa depois de todo esse tempo . Tantas coisas deram errado depo is de sua morte encenada . _ . . coisas esperadaspara fazer as pazes , o melhor de minha capacida de ¡° Como voc¨º est¨¢ se sentindo ? _ ¡± Al¨¦rico perguntou . ¡° ¨¦ Thea ¡®s . _ . . ? ¡± ¡® A presen?a de Thea se foi ? ¡® Eu sabia que ele estava tentando perguntar . O motivo da partida for?ada de meus pais foi para q ue suas vidas n?o pudessem ser usadaso ref¨¦ns contra mim . _ _ Ou pior . . . ent?o eu n?o poderia ser _ _costumava machuc¨¢ ¨C los sob a manip??o de Thea . Eu procurei profundamente dentro de mim , procurando aqu presen?a que costumava se esconder at r¨¢s da superf¨ªcie . Uma vez uma voz constante de press?o , me empurrando cada vez mais perto da beira do penhasco , na esperan?a de me fazer pr . Y et . .. se foi . _ Por dentro , agora s¨® me sentiapletamente em paz . _ Na verdade , eu me senti melhor do que nun ca . _ A ¨²nica adi??o nova na minha cabe?a era o meu lobo , um que n?o me preocupava . _ Sua prese n?a era uma das ¨²nicas garantias. Significava que as coisas eram exatamenteo deveriam ser . _ As coisas eram saud¨¢veis . _ _ ¡° Eu sinto . . . incr¨ªvel . ¡° Eu disse honestamente . ¡° N?o me lembro da ¨²ltima vez em que me senti t?o liv re . _ _ Meus pensamentos s?o finalmente meus novamente . ¨¦ . _ _ .. . inferno , eu n?o posso nem co me?ar a descreveroincr¨ªvel isso se sente . O quanto eu precisava disso . ¡° Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Cento e Turn¨º _ Eu tinha assumido que eu estaria lidando o trauma induzido por Thea por anos , sofrendo as c Talvez morrer e ser trazido de volta tivesse feito mais do que eu esperava , curando at¨¦ mesmo as ferida . . . Mais do que eu esperava . _ _ _ ¡° Oh , merda , ¡± eu disse , percebendo que estava t?o presa no momento que esqueci a coisa mais impor Como isso tinha escapado da minha mente ? Eu ia me atrasar . _ _ ¡° Aria ? _ _ ¡± Comecei a mexer o len?ol e pulei da mesa , demorando um pouco para firmar as pernas , antes de c ¡° N¨®s temos que nos apressar , ¡± eu disse , colocando o vestido . _ _ _ _ ¡° ¡­ _ Onde ¨¦ ? _ ¡± ¡° Isso ¨¦ uhh . .. Ser¨¢ mais f¨¢cil se eu apenas mostrar a voc¨º . _ Onde est¨¢ seu carro ? _ Eu vou dirigir . _ Eu s¨® podia imaginar o que ele ia dizer quando cheg¨¢ssemos l¨¢ . _ _ Na verdade , embora eu nunca tive ¡° Voc¨º est¨¢ brincando , certo ? _ _ _ Voc¨º acabou de voltar . _ _ _ ¡± ¡° Eu n?o esquecio dirigir quando eu estava morto , ¡± eu apontei , pegando as chaves de sua m?o . _ Ele concedeu , deixando ¨C me t¨º -los , mas n?o fomos muito longe antes que ele fizesse uma pausa novamente . ¡° Para que isso ? _ ¡ª ele perguntou , apontando para o cobertor em min ¡° Vamos precisar ¡± , respondi simplesmente . _ _ _ _ _ _ _ _ E essa foi a ¨²ltima coisa que ele pediu e finalmente chegamos . _ _ _ _ _ Um destino que eu conhecia muito bem , mas que n?o pisava h¨¢ tanto tempo . _ _ _ ¡° Por que estamos ¡­ _ _ ¡ªe?ou Aleric , mas eu j¨¢ estava correndo p porta do carro antes que ele pudesse terminar sua frase . ¡° Espere , ¨¢ria . _ Espere . _ ¡± ¡° N¨®s j¨¢ estamos bem demais , ¡± eu gritei de volta por cima do meu ombro , agora tentando correr . _ _ E ¡° Uma ria ! ¡± Fui muito mais lento do que gostaria , mas isso n?o me surpreendeu . _ _ _ Meu corpo estava gdo ape de cura pode ter sido r¨¢pida , mas foiN?oo se eu estivesse me recuperando de uma simples afli??o Aleric panhou facilmente , por raz?es ¨®bvias , mas foi quando nos aproximamos do nosso destino q ¡° Aria ¡­ _ _ o que voc¨º fez ? ¡± Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Em Cento e Quatro _ _ _ ¡° . . . O que eu preciso , ¡± eu disse , embora mal conseguindo me concentrar em outra coisa al¨¦m do que Fiquei a uma pequena distancia enquanto o monte de pelo marrom de lobo ent?o se movia para tr¨¢s , deixando para tr¨¢s apenas o corpo de uma garotinha em seu rastro . N?o havia como confundir a situa??o agora , pois sua pequena figura se tornou a ¨²nica coisa not¨¢vel ema ¨¢rea . Bem , a ¨²nica coisa not¨¢vel al¨¦m de sua l¨¢pide , ¨¦ isso . Belongs to ? n0velDrama.Org. Corri em dire??o a , meu cora??o acelerado , sentindo quaseo se fosse esquecero respirar .. . Finalmente , depois de mais de dois anos , eu estava recuperando meu melhor amigo . ¡° Myra , ¡± eu chorei , rapidamente puxando a garota em meus bra?os . ¡° Myra , eu sinto muito . _ _ ¡± Eu podia senti ¨C tremendo contra mim , fracamente tentando me empurrar , mas eu me segurei . _ _ _ ¡° Eu ¨C eu n?o . _ _ _ . . . . . ¡± , choramingou em panico . _ ¡° Est¨¢ tudo bem , eu tenho voc¨º , ¡± eu disse , as l¨¢grimase?ando a cair . _ _ ¡° Estou aqui agora . _ E ¡° . . . A ¨C ¨¢ria ? _ ¡ª perguntou , lentamentee?ando a reconhecer seus arredores . ¡° Por que voc¨º est¨¢ . . . eu ¡­ _ Oh , Deusa , oh ¡­ _ Eu ¨C acho que morri . _ Eu acho que estou destinado a estar morto _, ¨¢ria . Por que estou aqui ? _ ¡± Eu a segurei mais for?a eecei a acariciar seus cabelos , tentando acalm¨¢ ¨C . ¡° Est¨¢ tudo bem . Voc¨º est¨¢ bem . _ Tudo vai ficar bem . _ ¡± ¡° Mas aqu garota . _ . . me encontrou no parque . _ . . S ¨C . . . ¡± Eu a senti ent?o ficar tensa em meus bra?os e sabia o que ia acontecer a seguir . _ rapidamente se afastou e virou para odo , tentando vomitar , mas n?o tinha nada no est?mago par lo . _ _ Em vez disso , s¨® vomitou quando seus ¨²ltimos momentos vieram para assombr¨¢ ¨C . . . . Mas foi ent?o , enquanto tentava confort¨¢ ¨C , que a vi de volta . _ _ Viu a marca da minha interfer¨ºncia . Ou , mais precisamente , viu a marca de u com o meupr¨®prio . Significava apenas uma coisa . _ Algo que s¨® tinha acontecido uma vez antes na hist¨®ria moderna . . . . A partir de hoje , n?o seria mais apenas ¡® Myra ¡® . A garota simples e sem gra?a , trabalhando para ajudar seus pais a administrar o orfanato . N?o , de agora em diante , seria conhecidao algo muito mais importante . Hoje , era ¡® Mira , a Cap铆tulo 105 Cap¨ªtulo 105 Cap¨ªtulo Cento e Cinco _ Isso deveria ter sido esperado , eu sabia disso . Selene tocou Myra , reencarnando ¨C a o poder de uma Deusa . _ Exatamenteo era quando nossa esp¨¦cie foi criada . _ _ _ S¨® que eu estaria mentindo se dissesse que isso n?o levanta algumas quest?es sobre seu renascimento agora . _ _ No m¨ªnimo , eu sabia que seu corpo tinha envelhecido de acordo a idade que deveria ter . N¨®s caminhamos enquanto estava mudando de volta , o que significa que tinha passado dos dezoito anos . Esperan?osamente , isso significava que a ¨²nica coisa encontrada paraestar fora de l ugar seriam suas mem¨®rias perdidas do tempo em que n?o estava aqui . _ Embora , apesar de ter o dom da previs?o , as coisas raramente sa¨ªamo eu esperava . Sacudi os pensamentos da minha cabe?a , sabendo que havia quest?es mais importantes para se preo cupar . _ E , agora , a ¨²nica coisa que importava era ter certeza de que estava bem . ¡° Ei , voc¨º est¨¢ bem . _ . . ¡± Eu continuei a acalm¨¢ ¨C la , acariciando suas costas gentilmente . ¡° Voc¨º est¨¢ bem . _ Voc¨º n?o tem nada ! _ _ o se preocupe . ¡± Depois de mais alguns segundos , finalmente olhou de volta para encontrar meus olhos , seu olhar c heio de medo e confus?o ¡­ e meu cora??o doeu por , sabendo que eu fiz isso . _ _ _ _ _ S aber disso pode ser umajuste maior do que eu percebi . ¡° Aria , voc¨º olha . .. diferente ¡± , apontou . _ _ _ E eu mordi meu l¨¢bio , sem saber como responder a isso agora . Talvez omitir algumas coisas fosse o melhor at¨¦ que tivesse tempo de se adaptar . ¡° Eu , hum ¡­ estou um pouco mais velho do que quando nos vimos p ¨²ltima vez . Mas ainda sou eu . _ _ Eu ainda sou A r ia . _ ¡± Belongs to ? n0velDrama.Org. Ainda n?o tive a chance de me olhar no espelho , mas sabia desde a ¨²ltima vez que vi meu reflexo que parecia muito mais velha . _ _ Guerra , estresse , dor e Thea t¨ºm esse efeito em uma pessoa . _ _ ¡° E. . . e onde estamos ? _ _ O e . .. cemit¨¦rio ? O que ¨¦ isso . . . ¡± se moveu para olhar para tr¨¢s , virando ¨C se na dire??o de sua l¨¢pide , mas eu imediatamente avancei e agarrei seu rosto , impedindo - a de olhar . Haveria um dia e uma hora para isso em breve , mas agora n?o era nem _ _daqueles . _ ¡° Ei , ei , olhe para mim , ¡± eu disse gentilmente , embrulhando o cobertor que trouxe ao redor d . _ ¡° N?o se preocupe isso . N¨®s s¨® vamos lev¨¢ ¨C lo ao hospital agora e examinar voc¨º . _ _ _ _ _ isso ¨¦tudo bem ? ¡± ¡° N¨®s ¡± ? _ ¡ª perguntou , confusa quem mais eu estava me referindo . Foi ent?o que Aleric deu mais alguns passos ¨¤ frente , tornando sua presen?a conhecida , mas ramente ainda em choque toda a situa??o . Minha ressurrei??o sozinha provavelmente j¨¢ foi dif¨ª cil o suficiente sem trazer Myra para a equa??o . ¡° Um leric veioigo , ¡± eu disse a . _ ¡° Eu sou ah . _ . . Estou feliz em v¨º ¨C , Myra ¡± , disse ele , tentando soar o mais normal poss¨ªvel . _ _ Ele deve ter percebido o que eu estava tentando fazer . ¡° A ¨C Herdeiro alfa ? ! gritou , imediatamente tentando abaixar a cabe?a em respeito . _ _ _ Ah , certo . Eu tinha esquecido que Myra mal conhecia Aleric , tendo se encontrado apenas algumas veze ¡° Voc¨º n?o precisa fazer isso , ¡± eu disse a , sugerindo que n?o precisava se curvar . _ _ _ _ ¡° Aler Digitalizado CamScanner Cap铆tulo 106 Cap¨ªtulo 106 Cap¨ªtulo em cento e seis _ Cai finalmente me soltou a rev??o que se desenrva diante de n¨®s e deu um passo em dire??o a . Uma reviravolta que nenhum de n¨®s esperava . _ _ _ Quando o momento inicial do v¨ªnculo dopanheiro finalmente seguiu seu curso , muitas emo??es passaram por seu rosto . Co mo se voc¨º pudesse ver fisicamente os diferentes pensamentos passando por sua mente , colocados e m exibi??o para todos na s . _ _ _ Confus?o , reconhecimento , felicidade . .. e ent?o rapidamente seguido por culpa , vergonha e arrepend imento . _ E , quando ele finalmente desviou os olhos para olhar para mim , eu imediatamente soube o que ele estava pensando . Porque eu estava parcialmente pensando nisso tamb¨¦m . De todas as pessoas quem Cai se acasalou , apenas Myra poderia ter nos feito sentir t?o genuina mente terr¨ªveis sobre o que fizemos . Ou , no caso de Cai , significativamente pior . _ Porque eu dormi apanheira da minha melhor amiga ¡­ e Cai tamb¨¦m dormiu a mulher qu e a matou . _ _ _ Isso foi . .. bagun?ado . ¡° Mira . . . Estou t?o feliz em v¨º ¨C , ¡± ele disse , incapaz de sequer olhar nos olhos d . Mas a express?o de m¨¢goa no rosto de Myra dizia tudo . _ _ n?o entendia o que estava acontecend o e a rea??o de Cai ao v¨ªnculo de suapanheira provavelmente s¨® estava piorando . _ _ ¡° Cai . . . ? Voc¨º ¨¦ meu . _ . .panheiro ? ¡ª perguntou baixinho . ¡° Como . ..o isso pode ser poss¨ªvel ? Eu n?o estou ssificado . _ ¡± No entanto , n?o houve mais discuss?o sobre o tema . _ _ _ N?o , em vez disso Cai rapidamente se virou , conflito ainda evidente em suas fei??es . ¡° ¡­ _ Sinto muito ¡± , foi tudo o que ele disse . _ _ _ E antes que Myra pudesse dizer mais alguma coisa , ele imediatamentee?ou a sair da s . Ou , pelo menos , tentou . Eu rapidamente corri atr¨¢s dele , estendendo minha m?o assim que ele chegou ¨¤ porta , e o peguei ante s que ele pudesse ir muito longe . _ _ ¡° Cai , ¡± eu assobiei baixinho para ele . ¡° Espere um segundo .¡± ¡° Ari a ¡­ n?o posso . _ . . eu n?o sou . .. , ¡± elee?ou , procurando as pvras certas . _ Mas eu sabi a o que ele estava tentando dizer . Eu n?o sou bom o suficiente . E eu entendipletamente de onde ele estava vindo . Na verdade , eu tamb¨¦m me senti maligo mesmo . De alguma forma , deixei Myra me convencer de que n?o estava inter essada em Cai todos aqueles anos atr¨¢s . _ Eu deveria ter sabido melhor e confiado em meus instintos . Era t?o ¨®bvio que _ _sentimentos por ele . _ _ Pensando agora , eu me perguntei se estava ape nas projetando isso atrav¨¦s de mim , vivendo indiretamente de uma falsa cren?a de que nunca teria uma chance . _ Se soubesse . _ _ _ Heven fazia todo o sentido para eles estarem juntos . Eles tiveram a oportunidade de se conhecer no en sino m¨¦dio e teriam se equilibrado perfeitamente ; _ Cai e suas velhas travessuras de yboy teriam si do corrigidas imediatamente pelo doce de Myra . _ _ _ _natureza , e Cal teria feito maravilhas pelos pr oblemas de confian?a de Myra . Antes de sua morte , j¨¢ estava se tornando uma pessoa muito mais forte e mais vocal . Roubada muito cedo de todo o seu potencial , era algu¨¦m que eu sempre disse queencaixar perfeitamente em uma posi??o Luna Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Cento e Seis _ _ _ Mas , o que ¨¦ mais perturbador , tamb¨¦m continha uma pe?a do quebra -cabe?a que faltava nas linhas do tempo . . . . Porque ambos estavam originalmente destinados a morrer . _ Agora as coisas estavamplicadas , muita hist¨®ria e erros sendoetidos na sua aus¨ºncia . _ . . m as n?o era necessariamente imposs¨ªvel de consertar . _ _ E especialmente porque agora , mais do que nunca , eles precisariam um do outro , Os problemas de confian?a de Cai eram profundos desde onde Thea o havia machucado . Eu tinha certeza de que se fosse qualquer outra pessoa diante d ele , alegando ser suapanheira novamente , ele ficaria c¨¦tico . _ _ _ Possivelmente mesmoplet amente relutante em aceit¨¢ ¨C lo. Mas esta era Myra . Algu¨¦m que n¨®s dois conhec¨ªamos extremamente bem . Eu sabia que ele tinha sua pr¨®pria forma de amizade ¨ªntima , os dois trocando cartas mesmo depois que ele voltou para casa . Por um per¨ªodo de tempo , Myra provavelmente esteve mais perto de Cai do que eu. Ent?o , se algu¨¦m foi capaz de ajud¨¢ -lo , deixe ir , siga em frente e seja feliz . . . era Myra . _ Myra , que nunca guardou rancor ou m¨¢ vontade contra ningu¨¦m , e a pessoa mais gentil que eu j¨¢ con heci . _ _ Myra , que seriapreensiva e perdoadora das lutas que enfrentou . _ _ . . . Myra , que tamb¨¦m precisava de algu¨¦m para apoi¨¢ ¨C no in¨ªcio de sua nova vida . _ _ Uma experi¨ºncia provavelmente traum¨¢tica depois de mais de dois anos ausente . se beneficiaria muito se Cai a ajudasse a se ajustar e se aquecer paratodas as mudan?as . N?o , eles ainda estavam perfeitamente equilibrados . Na verdade , eu n?o conseguia pensar em um ajuste melhor . _ ¡° Entendo , ¡± eu disse a ele , movendo ¨C me para agarrar suas m?os gentilmente . ¡° Mas acho que se voc¨º sair por aqu porta agora , vai se ar repender pelo resto da vida . _ _ _ _ _ A pior coisa que voc¨º pode fazer ¨¦arruine este momento antes m esmo de lhe dar a chance de decidir . _ _ ¡± ¡° Ari um . .. ¡± , disse ele , os dentes cerrados . ¡° precisa de voc¨º , Cai , ¡± eu pressionei . ¡° Seja o homem que pensa que voc¨º ¨¦ e mostre a que voc¨º n?o ¨¦ definido por seus erros passados . Acho que voc¨º vai descobrir que ¨¦ mais indulgente do que imagina . _ _ Essa ¨¦ Myra ,afinal , uma garota que est¨¢ apaixonada por voc¨º desde os quatorze anos . _ _ _ _ ¡± Ele fechou os olhos e franziu a testa , ainda inseguro , mas depois de mais alguns momentos , ele final mente assentiu . _ _ Levando a s¨¦rio o que eu disse , ele se endireitou , respirou fundo e esfregou o rost o para reorientar . _ _ _ ¡° Ok . . . ok sim ¡± , disse ele . _ ¡° Eu s¨® vou . _ . . Eu vou voltar l¨¢ ent?o .. . _ _ _ _ ahhh ,o estou ? _ ¡± Eu ri e me afastei para observar sua apar¨ºncia . _ ¡° Voc¨º parece que seu ¨²nico amigo morreu h¨¢ tr¨ºs dias e voc¨º n?o dormiu desde ent?o , ¡± eu brinquei , comentando sobre sua condi??o mais robusta . ¡° Aww , que doce de sua parte . Estou lisonjeado . _ _ ¡± Ele apenas bn?ou a cabe?a , ramente nervoso demais para realmente ouvir o que eu estava dizen do . _ _ Uma estreia para Cai , eu tinha certeza . Eu duvidava que alguma mulher o tivesse feito t?o aut oconsciente antes , mas eu sabia que a press?o seria _e imenso . _ ¡° Tudo bem , pare de enrr , ¡± eu sorri . ¡° Voc¨º j¨¢ a deixou esperando . _ _ ¡± Com um ¨²ltimo olhar agradecido para mim , ele caminhou lentamente de volta para a cama d e sentou ¨C se na cadeira , fechando a cortina antes de faz¨º ¨C lo . Uma chance para eles conversarem em particr e salvarem o que ele quase _ _ _ _ Digitalizado CamScanner Lapier Vi le Hun dred & Six regiamente bagun?ado . _ ¡° Ei . . . Mira . . . ¡± Eu podia ouvi ¨C lo dizer antes que ele abaixasse a voz . E eu n?o pude deixar de me sentir um pouco sobrecarregada a forma como as coisas perfeitas funcionaram . ¡° Espero que essas l¨¢grimas n?o sejam de tristeza , ¡± Aleric de repente sussurrou no meu ouvido , envol vendo seus bra?os ao redor da minha cintura por tr¨¢s . ¡° Eu n?o estou chorando . _ . . , ¡± euecei a dizer , mas quando levei a m?o ao meu rosto , percebi q ue ele estava certo . _ _ ¡° Ah . N?o . . . Acho que s?o l¨¢grimas de felicidade . ¡± Eu estava t?o envolvida tudo isso que nem tinha percebido . _ _ _ _ _ _ ¡° Vamos , ¡± ele disse , gentilmente puxando meu bra?o para a porta . _ ¡° D¨º -lhes algum espa?o . ¡± E eu sabia que ele estava certo . Eu o segui , sentindoo se tivesse envelhecido mais dez anos a intensidade que tudo se to rnou ao acordar . _ Mas valeu a pena . _ _ Cada segundo disso . _ Agora s¨® n¨®s dois , no sil¨ºncio do corredor l¨¢ fora , a fadiga finalmente me alcan?ava e eu senti meus ol hos arderem de exaust?o . _ _ _ _ _ _ _ _ ¡° Tempo paranches e cama ? _ ¡ª ele perguntou , me vendo falhar em abafar um bocejo . Eu apenas bncei a cabe?a , sonolento demais para responder , e me inclinei para ele em busca de apoio . ¡± Tudo bem , eu tenho voc¨º ¡± , disse ele . E ele me pegou em seus bra?os , nos levando de volta ao carro . _ Eu imediatamente aninhei minha cabe?a em seu pesco?o , avidamente aproveitando todas as chances que eu poderia ter para estar perto dele . Eu n?o queria perder tempo , nem mesmo um seg undo . _ _ _ _ N?o depois de tudo que sofremos para chegar aqui . _ ¡° Ent?o . . . O que vamos fazer amanh? ? _ _ _ _ ¡ª ele perguntou baixinho enquanto caminh¨¢vamos . _ Eu podia sentir as vibra??es de seu peito enquanto ele fva , me fazendo derreter mais contra ele . Mas , apesar de meus pensamentos preocupados , eu levei um momento para considerar sua pergunta . _ _ Apenas um pequeno momento era tudo que eu precisava antes que um sorriso se espalhasse pelo meu rosto . Porque , agora vivendo uma vida de infinitas possibilidades , sem Thea ou Selene respirando no meu pe sco?o a cada passo , s¨® havia uma resposta para isso . Uma resposta muito simples . ¡° Tom r f . . . ? ¡± eu repeti . ¡° Amanh? ¡­ _ n¨®s fazemos o que diabos queremos . _ _ _ ¡± * * SEIS MESES DEPOIS * * * _ ¡° Al¨¦rico ¡± , | gemeu quando suas m?ose?aram a percorrer meu corpo . Ficamos na cama a manh? toda , procrastinando todos os nossos deveres no dia possivelmente mais i mportante de nossas colm¨¦ias . _ _ _ _ _ _ Mas de alguma forma esse conhecimento s¨® fez parecer ai nda mais excitante . _ ¡° S¨¦rio , ¡± eu disse , embora nada no meu tom sugerisse algo remotamente s¨¦rio . ¡° Precisamos nos pre parar . _ _ N¨®s vamos nos atrasar . _ _ _ _ ¡± Senti quando elee?ou a percorrer meu corpo , ntando beijinhos por toda parte , at¨¦ que finalmen te pousou na marca no meu pesco?o . _ _ _ _ _ _ _ Material ? of N?velDrama.Org. Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo On e Cento e Seis _ _ Ou melhor , sua marca . Um arrepio me percorreu quando ele tocou a carne sens¨ªvel ali , um suspiro escapando dos meus l¨¢bios . Um prazer decorrente de onde ele permanentemente reivindicou meu corpo v¨¢rios meses antes . _ _ E enquanto o contato feito agora era pequeno , era o suficiente _para fazer que meu lobo se mexesse por dentro , acrescentando mais uma for?a para discutir enquanto perd¨ªamos um tempo precioso . ¡° Aleric , por favor , ¡± eumentei . Mas meus esfor?os de recusa estavame?ando a soaro pedidos de mais . _ ¡° Est¨¢ tudo bem , s¨® podemos chegar um pouco atrasados , ¡± ele disse ,e?ando a beliscar suaveme nte minha orelha . _ _ Algo que tornava cada vez mais dif¨ªcil pensar direito . _ No entanto , antes que ele pudesse ir muito mais longe , de repente uma batida forte soou na porta do quarto , impedindo qualquer outra atividade . ¡° . . . Alfa , desculpas . . . , ¡± disse uma voz do outrodo . ¡° Voc¨º me pediu para lembr¨¢- lo quando era h ora de se preparar . . . . ¡± Aleric soltou um rosnado baixo ao meudo irrita??o . _ ¡° Eu odeio seu novo atendente . ¡± ¡° N?o , voc¨º n?o tem , ¡± eu disse , me soltando de seus bra?os para sair da cama . _ _ _ ¡° Meus dois ¨²lti mos me mataram . _ Voc¨º simplesmente odeia que este nos interrompa quando tivermospromissos mais importantes . ¡± _ _ E ele parecia estar debatendo internamente o que era pior . _ _ | Gritei para o atendente que eu apreciei eles me avisarem e que eu iria me arrumar , antes de voltar par a Aleric deitado na cama . _ Ele estava me olhando faminto enquanto eu estava diante dele aindapl etamente nua . _ ¡° Estou tomando banho , ¡± eu disse , dispensando seu olhar . _ _ _ ¡° Voc¨º deveria se preparar tamb¨¦m . _ _ ¡± Mas pegando minhas roupas do guarda ¨C roupa , eu ainda podia sentir seus olhos em mim o tempo todo , levando ¨C me a finalmente me virar e v¨º ¨C lo sorrindo para mim . Um motivo de suspeita . ¡°. . . O que ¨¦ ? ¡± ¡° N?o , n?o , isso parece ¨®timo , ¡± ele disse , saindo da cama . ¡° Eu me juntarei a voc¨º . ¡± L¨¢ estava . _ ¡° N?o , ¡± eu disse t?o rapidamente que ele mal terminou sua frase . _ _ ¡° De alguma forma , tenho a sen sa??o de que voc¨º vai conseguir nos atrasar ainda mais se eu deixar , ent?o v¨¢ se arrumar no seu antig o quarto . _ eu sou _j¨¢ estou questionando se vou ou n?o ter tempo de me maquiar gra?as a voc¨º . _ _ _ _ _ _ _ ¡± Olhei para o meu reflexo e suspirei . _ _ _ _ De todos os dias , hoje precisava ser perfeito . _ Eu realme nte deveria ter tentado ser mais organizado e agora s¨® tinha a mim mesmo para culpar . Aleric ent?o veio por tr¨¢s de mim e beijou minha t¨ºmpora , suas m?os gentilmente tocando meus ombros enquanto o fazia . 1. 0 . ¡° Voc¨º ¨¦ t?o linda , ¡± ele disse , encontrando meu olhar no espelho . _ _ _ E foi quase o suficiente para me fazer ceder ¨¤ sua insist¨ºncia incessante . _ Quase . ¡° Boa tentativa . ¡± eu disse . ¡° Agora vamos se preparar . _ ¡± Ele me deu um sorriso final antes de sair para fazer o que eu pedi , e antes que a hora terminasse Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo Cento e Seis _ ¡° Nervoso ? ¡± ele perguntou quando entramos , caminhando para a s principal . _ _ ¡° ro ¡± , respondi . _ _ ¡° Como eu poderia n?o estar ? _ N?o ¨¦ voc¨º ? _ Hoje , faremos hist¨®ria . _ _ _ _ Ele deu de ombros e sorriu . _ ¡° Voc¨º organizou tudo , ent?o , felizmente , n?o tenho nada que me p Eu bncei minha cabe?a , mas tive que rir . ro , ele pensaria isso . _ _ Mas foi quando est¨¢vamos prestes a entrar ps portas dus que algu¨¦m se aproximou de n¨®s , retard nos ainda mais . ¡° Alfa ¡± , eles gritaram . _ ¡° Desculpas , eu s¨® preciso de um momento do seu tempo . ¡± E tanto Aleric quanto eu nos viramos , respondendo automaticamente ao t¨ªtulo . N¨®s nos olhamos por um segundo , olhando express?es vazias . _ _ Mas ¨¤ medida que a percep??o se instalou , n¨®s dois achamos a situa??o divertida . Isso provavelmente seria um probl Finalmente , depois que outro momento se passou , Aleric foi o ¨²nico a dar um passo ¨¤ frente . Muito para meu al¨ªvio . ¡° Consegui ¡± , disse ele . _ _ _ ¡° Voc¨º vai resolver todo mundo . ¡± | rapidamente acenou a cabe?a e deu -lhe meus agradecimentos . A julgar p formao a pessoa estava vestida , provavelmente era um guerreiro da fronteira . Algo mais Tentativamente , abri as portas dus da s de reuni?es para ver que todos j¨¢ haviam chegado , todos Todos encontraram meus olhos enquanto eu passava por eles , um pequeno aceno de cabe?a em sauda??oo eu fiz . Apenas o suficiente para reconhecer o respeito , mas n?o precisando No entanto , foram as duas pessoas no canto que mais me chamaram a aten??o . _ Os ¨²nicos dois que n Mira e Cai . Eles estavam conversando animadamente um o outro ,pletamente absortos em seu pr¨®prio mu deixou feliz em ver . Bem , at¨¦ Cai queria apertar bot?es . _ _ Algo que Myra era extremamente bom em manter sob controle . Observei Cai se inclinar para frente , inclinando a cabe?a levemente em dire??o ¨¤ multid?o , e sussurrand O que quer que ele dissesse imediatamente fez com que o rosto de Myra ficasse vermelho de vergonha , indignado seuent¨¢rio . Algo que rapidamente reagiu dando um leve tapa no bra?o dele , olhando para ele uma express?o mal ¨C humorada . ¡° Voc¨º n?o pode dizer isso , Cai ! _ ¨C repreendeu , fazendo -o rir ainda mais . Sua pequena brincadeira continuou por mais um minuto antes que finalmente tudo fosse perdoado um sorriso de Cai e um beijo r¨¢pido em sua testa . Um sh Na verdade , os dois passavam a maior parte do tempo juntos . Fiquei feliz em ver o n¨ªvel de intimidade deles ¨¤ luz de todas as quest?es que am los separados . _ _ _ Um amor que transcendeu at¨¦ o destino tentando matar os doisdesligado . Duas vezes . De repente , sentio se uma eletricidade passasse por mim , enviando pequenos arrepios pelo meu corpo , e eu sabia Digitalizado CamScanner Cap¨ªtulo 1 Cem e Su _ isso significava que Aleric finalmente havia retornado . Desde que ele me marcou , eu sentia arrepios sempre que ele est Com certeza , quando me virei para olhar atr¨¢s de mim , ele instantaneamente encontrou meu olhar um p de cabe?a e um sorriso . Foi uma garantia de que tudo estava bem e que est¨¢vamos bem para seguir em frente . Era hora . _ ¡° Todo mundo! ¡± Eu anunciei em voz alta para a s , fazendo que eles se cssem lentamente . ¡° Por favor , sente ¨C se e podemose?ar agora . _ Desculpas por deix¨¢ -los esperando ¡­ mas todos n¨®s sabemos o qu?o terr¨ªvel Aleric ¨¦ os prazos da manh? .¡± Isso me rendeu algumas risadas da multid?o antes de irem tomar seus lugares ¨¤ mesa , olhando para mi Meus pais , Iris , Elder Luke , Brayden e Alexander , para citar apenas alguns . _ _ _ E , ro , Cai e Myra Sem essas pessoas , n?o poder¨ªamos nem sonhar em realizar o que nejamos . _ _ _ _ Um lugar de ig maior do que apenas um l¨ªder ou status , mas exigia m¨²ltis facetas para torn¨¢ ¨C los t?o fortes quanto poss¨ªvel . ¡° Bem ¨C vindos a todos , ¡± euecei , incapaz de me impedir de sorrir . ¡° Tem sido uma loucura nos ¨²ltimos meses final Eu levei um pequeno momento para fazer uma pausa , arrastando meus olhos ao redor da mesa at¨¦ que eles finalmente pousaram em Aleric ¡° Ent?o , sem mais delongas , eu gostaria de anunciar oficialmente o que todos n¨®s est¨¢vamos esperand de Prata . Mas hoje marca o dia em que seremos para sempre conhecidoso uma coisa . _ . . . ¡± ¡° Ent?o , sejam todos bem ¨C vindos ¡± , continuei . ¡° Bem ¨C vindo ao Conselho da N¨¦voa Prateada . Queece a reuni?o .¡± O Fim . ( Ep¨ªlogo no pr¨®ximo cap¨ªtulo ) Cap铆tulo 107 Cap¨ªtulo 107 Cap¨ªtulo B?nus ¨C Receitas r¨¢pidas para casa ! ! Importante ! ! ¨C Voc¨º precisa ter lido pelo menos at¨¦ o Cap¨ªtulo 96 para evitar spoilers. Continue lendo a seu crit¨¦rio. Esta ¨¦ apenas uma curta cena entre Aria e Aleric durante seu tempo na cabana. Aviso expl¨ªcito Carne¡­ ervas¡­ alho¡­ manteiga¡­ cenouras. . .. Olhei para os ingredienteso se fossem uma entidade estrangeira perigosa. N?o quer dizer que fossem, mas n?o era exatamenteo se eu soubesseo abordar o que ia tentar . As coisas pareciam muito mais f¨¢ceis quando eu estava lendo sobre isso . . . ao inv¨¦s de ter que realmente faz¨º ¨C lo . Com o tempo , peguei a faca de cozinha eecei a descascar as cenouras ; _ pr¨¦ -aquecendo a pan no fog?o enquanto eu fazia isso. Aleric estava cozinhando para n¨®s dois , tendo pelo menos alguma experi¨ºncia isso . _ Durante os momentos em que ele estava de servi?o para a N¨¦voa de Inverno , houve momentos em que ele teve q ue cozinhar enquanto montava acampamento em algum lugar aleat¨®rio . EU Eu , por outrodo , tinha uma experi¨ºncia que ia apenas ao ponto de ferver ¨¢gua para o ch¨¢. Afinal , vivi toda a minha vida cercada de atendentes e chefs . _ _ _ _ Mas n?o poderia ser t?o dif¨ªcil , certo ? _ _ Eu queria surpreend¨º -lo e dar -lhe uma noite de folga . Entre o tempo gastoigo e patrulhando , eu tinha certeza que ele estava ficando exausto . Ach ei que essa poderia ser uma boa maneira de mostrar meu apre?o por seu trabalho ¨¢rduo . _ Eu s¨® tinha lido alguns livros de culin¨¢ria antes , mas n?o tinha guardado muito . Eu conhecia os princ¨ªpios b¨¢sicos e as teorias , e sabia quais os passos a seguir. O problema estava em realmente execut¨¢ ¨C lo e torn¨¢ ¨C lo saboroso no processo . A cabana veio abastecida o essencial para durar um pouco , os vegetais vindos de uma pequena estufa suspensa e a carne era o que quer que Aleric pegasse da ca?a em patrulha . Ao todo, tivemos muita sorte, considerando que est¨¢vamos no meio do nada. _ * Slick * _ _ Eu estremeci, olhando para baixo para ver que eu tinha me cortado. Eu definitivamente precisava me concentrar mais. N?o erao se eu pudesse curar rapidamente, gra?as ao anel de prata. Depois devar as m?os e a faca, joguei fora a cenoura estragada e tentei de novo. Ele estaria em casa a qualquer minuto e eu queria ter terminado antes disso . Embora isso provavelmente fosse apenas eu sendo excessivamente otimista , considerando meu n¨ªvel de habilidade . Cuidadosamente , continuei a terminar as cenouras , embora demorando muito mais do que talvez devesse, e joguei um pouco de manteiga , ervas e alho na pan . Quando tudo estava suficientemente bom e derretido , coloquei a carne por cima, satisfez que pelo menos cheirava bem . Isso foi certamente um bom sinal , se nada mais . ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Aleric ent?o disse da porta. Olhei para cima bruscamente para v¨º-lo ali , um pouco surpreso , j¨¢ que n?o o tinha ouvido se aproximar o som da pan. ¡° Oh , eu sou ah . . . Estou cozinhando ¡± , eu disse , um pouco envergonhada . _ _ ¡°Eu queria fazer uma surpresa antes de voc¨º chegar em casa.¡± ¡± Ainda estou surpreso ¡± , disse ele andando atr¨¢s de mim para envolver seus bra?os em volta da minha cintura . ¡°Surpreso que voc¨º n?o incendiou a casa.¡± ¡°Ei!¡± Eu gritei ofendido , me contorcendo em seu aperto . ¡° Vamos , cheira bem ! _ _ ¡± Mas ele me segurou novamente , rindo enquanto se recusava a me soltar . ¡° Al¨¦rico ! ¡± ¡° N?o , voc¨º est¨¢ certo , me desculpe , ¡± ele disse , sua cabe?a viajando para o meu pesco?o e mordisca ndo suavemente . ¡° Cheira muito bem . _ _ ¡± Embora eu n?o tivesse certeza se ele ainda estava fndo sobre aida . ¡° Ok , bem , eu preciso terminar aqui e eu vou¡ª . _ ¡± Eu n?o consegui terminar minha frase , em vez disso , perdi minha corrente de pensamento . _ Sua m?o e?ou a puxar a bainha do meu vestido e imediatamentee?ou a percorrer a pele nua do meu est?mago . ¡° . . . Eu , hum , ¡± foi tudo que eu disse . O que eu estava fazendo? Tentei me lembrar quando senti sua aten??o mudar , estendendo a m?o para agarrar meu peito e envia ndo um arrepio atrav¨¦s de mim p sensibilidade ali . _ _ Eu podia sentir seu calor contra minhas costas , sua respira??o se aprofundando perto do meu ouvido , enviando outra onda de desejo atrav¨¦s de mim . ¡° E a¨ª ? _ _ ¡ª ele perguntou , sua outra m?o agora se aventurando p bainha da minha calcinha, me fazendo suspirar a sensa??o inesperada. Eu me inclinei para tr¨¢s contra ele , derretendo ¨C me na sensa??o de prazer que ele me deu, avidamente tomando cada segundo que ele tinha para oferecer. ¡°Aleric,¡± eu gemi, virando minha cabe?a para capturar seus l¨¢bios contra os meus. Seu gosto era inebriante Meu corpo inteiroe?ou a queimar, meu cora??o disparou. Mas pouco antes de eu estare?ando a ficar muito perdida no momento , eu me vireipletamente e o empurrei contra o banco da cozinha, sem perder tempo em pr em seu colo. Eu poderia dizer que ele estava t?o entusiasmado quanto eu, sua pr¨®pria parte inferior do corpo o traindo, e euecei a mover meus quadris contra ele , apreciando a formao ele reagiu a mim. Isso foi feito por mim. Ele me queria tanto quanto eu o queria . Meu toque o deixou em del¨ªrio assim como o dele fezigo ? Foi ainda melhor para ele o v¨ªnculo dopanheiro? Em pouco tempo, logo ficou ro que isso n?o era o suficiente para nenhum de n¨®s. Trabalhando o mais r¨¢pido que pude , desfiz suas cal?as e me posicionei perfeitamente em cima dele antes¡­. ¡° . . . Foda-se,¡± Aleric gemeu lentamente, sentindoo ele pressionou seuprimento em mim , e meu pr¨®prio gemido o panhou . Como foi que ele se sentiu t?o perfeito contra mim ? Como se ele fosse naturalmente destinado a estar sempre l¨¢ . Cada sensa??o que ele tinha para me oferecer era suficiente para me fazer perder o controle instantaneamente . Como se procedesse apenas puro de sejo . Comecei a mover um ganho , suas m?os em meus quadris enquanto ele me guiava contra ele , e a cada poucos segundos eu alternava entre seus l¨¢bios , orelha e pesco?o . Seu pr¨®prio movimento ent?o lentamente se tornou mais forte enquanto ele acelerava meu passo , me enviando par a o meu pr¨®prio frenesi quando aquele zumbido familiare?ou a crescer dentro de mim . Cada vez mais r¨¢pido nos movemos , indo at¨¦ que ele estava quase me contrndopletamente , os bra?os agora em volta de mim para segurar meu corpo contra ele . Tudo o que eu podia fazer era enrr meus pr¨®prios bra?os em volta do pesco?o dele e segurar enquanto eu o deixava assumir , quase no meu limite . Nesta posi??o , seuprimento estava agora empurrando ainda mais ¨¤ medida que sua velocidade aumentava , roubando gemidos dos meus l¨¢bios a cada impulso . Eu podia sentir - me apertando tamb¨¦m , chegando cada vez mais perto at¨¦ que¡­. Finalmente, um ¨²ltimo grito escapando dos meus l¨¢bios , eu me senti desfeita contra ele , tremendo enquanto as ondas de prazer varriam atrav¨¦s de mim . A felicidade esmagadora emba?ando minha mente enquanto os seg undos passavam. Aleric n?o estava muito atr¨¢s em seu pr¨®prio fim , um gemido me alertando para o seu fim , e passou a descansar sua testa contra a minha enquanto n¨®s dois lutamos para recuperar o f?lego . Como as coisas podem ser t?o boas ? Como uma pessoa foi capaz de me fazer sentir t?o euf¨®rica seu toque? Parecia quase um sonho. Mas , ro , a cada sonho , ele acabava eventualmente . _ _ _ O cheiro de queimado rapidamente me tirou do meu transe, me lembrando exatamente o que eu estava fazendo. A carne ¡°Merda!¡± Sem olhar para tr¨¢s, pulei do colo de Aleric e corri para o fog?o¡­ ¡°Oh¡­. n?o ..,¡± eumentei, virando-o. Estava quasepletamente preto dodo oposto, n?o parecendo mais apetitoso de forma alguma. O prato estava arruinado Com uma ex??o desanimada, dei a Ale ric um olhar de desculpas , s¨® que ele n?o parecia nem um pouco confuso . Na verdade , quando servi nosso jantar meio queimado , a avalia??o que recebi dele foi extremamente positiva. Aparentemente , nas pvras de Aleric , a refei??o estava deliciosa . _ Foi ¡± um dos jantares mais satisfat¨®rios que ele j¨¢ teve¡±. ¡­Embora, * de alguma forma*, eu sabia que ele n?o estava fndo sobre aida . Suspiro . Cap¨ªtulo B?nus ¨C O Ciclo da Mudan?a Este cap¨ªtulo segue um jovem Elder Luke ( Luke Hastings ) 30/40 anos antes da hist¨®ria principal. Era uma ¨¦poca muito diferente, quando as coisas n?o eram t?o aceit¨¢veis . Este P OV mostra o in¨ªcio deo o ¨¦lder Luke se tornou o homem que ¨¦ hoje e por que ele mant¨¦m os valores fortes que tem ¨C conhecido por Ariao um dos homens mais mortais do bando. Cinquenta e dois. Havia cinquenta e dois livros que eu precisava colocar na estante hoje . V¨¢rios mais do que no dia anterior, ainda mais do que no dia anterior. Isso significava que eu precisaria trabalhar at¨¦ tarde hoje para terminar isso a tempo. Pelo menos eu tive o dia inteiro para passar por isso . Com um suspiro de resigna??o , peguei meu carrinho eecei a jornada para os fundos da biblioteca onde co me?aria o processo , dando pequenos sorrisos para aqueles quem fiz contato visual ao longo do ca minho . Esta era a vida de um bibliotec¨¢rio . Dia em .. . dia fora . . . Para n?o dizer que n?o gostei do meu trabalho . Pelo contr¨¢rio , eu amava imensamente o que fazia para viver . _ _ Mas eu n?o podia negar q ue n?o era t?o interessante quanto dizem os membros ssificados do nosso bando . _ _ N?o , eles lide raram um evento _vida de luxo e poder . _ O tipo de vida que apenas membros sem ssifica??o ,o eu, poderiam sonhar. ¡°Com licen?a , ¡± uma voz profunda ent?o disse atr¨¢s de mim , me fazendo virar . Fiquei surpreso ao saber que algu¨¦m me seguiu at¨¦ o fundo , no entanto , rapidamente percebi o porqu ¨º . _ _ ¡° . . O que posso fazer por voc¨º , senhor ? ¡° Eu perguntei educadamente , dando v¨¢rios passos em dire??o ao homem . ¡° Eu estava esperando que voc¨º pudesse me ajudar por um momento . Estou tentando encontrar algo . _ _ _ . . ¡± Ele tinha aplei??o forte de um guerreiro , ombrosrgos e um pequeno ar de autoridade sobre ele parabinar aqu posi??o . Eu levantei uma sobrancelha interrogativamente quando parei diretamente na frente dele . _ ¡° . . . Procur ando um livro em particr , talvez ? ¡± ¡° N?o , n?o exatamente . . . , ele respondeu , olhando para mim . _ _ ¡° Ent?oo posso ser ¨²til hoje , senhor ? _ O que exatamente voc¨º estava procurando ? ¡± Suas m?os ent?o subiram e agarraram cadado do meu rosto , fa¨ªscas imediatamente irrompendo por todo o meu corpo de onde nossa pele fez contato . ¡° . . . Meupanheiro , ¡± ele sussurrou , logo antes de sua boca descer para encontrar a minha . Imediatamente , fui envolvido por ele enquanto nos aproxim¨¢vamos , meus sentidos andos por seu toque . .. o cheiro dele . . . o gosto dele . Foi s¨® quando me encontrei pressionado contra uma das prateleiras que percebi que est¨¢vamos no meu local de trabalho¡­ n?o em nossa casa. eles se sentiramnge Uma risada profunda me escapou quando me afastei , sorrindo para o homem . No meupanheiro. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui, Xavier?¡± Eu perguntei calmamente. Eu estava consciente de n?o ser muito barulhento , ent?o n?o fomos pegos . ¡° Eu n?o pensei que veria voc¨º at¨¦ esta noite . _ ¡± ¡°Eu preciso de um motivo para visit¨¢-lo agora?¡± ele perguntou de volta, seu l¨¢bio puxando em um sorriso torto. Eu ri mais uma vez antes de me desembara?ar dele, caminhando de volta para o meu carrinho. ¡°N?o ¨¦o se eu n?o apreciasse sua presen?a, ¨¦ s¨® que eu sei que voc¨º deveria estar no trabalho agora. E ¨¦ muito diferente de voc¨º pr uma coisa dessas . ¡± Ele ent?o suspirou, seu sorriso se transformando em mais culpado . ¡° Vim para lhe dizer que estarei cruzando a fronteira hoje. Neg¨®cio oficial em um dos pacotes vizinhos . Minha unidade foi convidada a supervisionar os procedimentos.¡± ¡°¡­ Ent?o eles n?o esperam que voc¨º esteja fazendo as ms agora ? ¡ª perguntei , uma pequena carranca se formando entre minhas sobrancelhas. ¡° Eu pensaria que voc¨º ¡® d . _ .. n?o quero arriscar vir me ver . _ _ ¡± Seu rosto ent?o se contorceu do t¨®pico desagrad¨¢vel . ¡° Luke ¡­ _ _ _ Voc¨º sabe que n?o ¨¦ assim . _ _ Eu apenas ¡­ _ Estou t?o perto dessa promo??o que posso senti ¨C . Talvez hoje seja o dia em que reconhecer?o isso . ¡± Mas eu permaneci em sil¨ºncio , minha mand¨ªb apertada para me impedir de fr o que pensava . ¡° Ei. . . ¡± Xavier ent?o disse suavemente , chegando para colocar suas m?os em cadado da minha cint ura ternura . _ _ ¡° Em breve , eu prometo. Talvez em alguns anos , e depois que eu conseguir essa promo??o , possamos torn ar nosso rcionamento p¨²blico .Podemos at¨¦ finalmenteprar uma casa na cidade .. . um mais agr ad¨¢vel nisso tamb¨¦m . ¡± Seu toque estava me fazendo querer derreter em seus bra?os , mas consegui me segurar . ¡°Voc¨º diz isso toda vez , Xavier . Estamos juntos h¨¢ quase dez anos e ¨¦ sempre a mesma promessa . ¡± _ _ _ _ _ ¡° Bem . . . Quer dizer , as coisas podem ser diferentes em breve ¡± , disse ele , encontrando uma desculp a . ¡° Alfa Dominic est¨¢ ficando mais velho e eu ainda tenho que ouvir o herdeiro Alpha Tytus expressar qualquer tipo de . .. ¡® rema??o ¡® co m o nossotipo de rcionamento . ¡± Eu imediatamente tsk ed e empurrei meu caminho para fora de seus bra?os . ¡° Aqu crian?a ? Ele mal sabe o que est¨¢ fazendo . A ¨²nica coisa que ele sabe ¨¦ lutar . ¡± ¡° Isso n?o ¨¦ verdade ! _ ¡ª Xavier retrucou , um tom de irrita??o agora em sua voz . _ ¡° N?o diga coisas assim sobre nosso futuro Alfa . _ _ _ _ _ ¡± Nossos olhos ent?o se encontraram por alguns momentos , os dele azuis cheios de frustra??o a minha observa??o , e eu suspirei em resposta , esfregando meu rosto a m?o . ¡° Desculpas . . ., ¡± eu disse , fazendo o meu melhor para soar o mais genu¨ªno poss¨ªvel. Eu deveria ter esperado que ele tivesse essa rea??o. Ele era um bom guerreiro , afinal, e um patriota . Leal quase ao extremo , acreditando de todo o cora??o na causa de tornando nosso pacote ¨®timo. ¨¦ o que fez dele o soldado perfeito. ¡­Mas tamb¨¦m era o que eu amava nele tamb¨¦m . Sua capacidade de ter esperan?a e ver o bem nas pessoas foi uma das coisas que me fez apaixonar por ele . Forte¡­ atraente¡­ e genuinamente uma pessoa incr¨ªvel. Ele elogiou perfeitamente minha natureza mais c¨ªnica . Xavier ent?o suspirou, seus ombros rxando . ¡° Est¨¢ tudo bem . _ Apenas . . . voc¨º sabeo meu trabalho ¨¦ importante para mim, Luke. Sinto muito por n?o poder¡­ Que n¨®s n?o podemos¡­ Bem, algumas pessoas simplesmente n?o aceitam tanto, sabe? Eu bncei a cabe?a, incapaz de encontrar seus olhos, mas sabia bem do que ele estava fndo. Porque enquanto as coisas definitivamente pareciam estar melhorando em termos de mudan?a, ainda faltava um tempo para chegarmos ao ponto que precis¨¢vamos. Movimentos j¨¢ estavame?ando em todo o pa¨ªs, chamando a aten??o para o assunto , e as pessoas estavame?ando a perceber a verdade do assunto. Porque se a chamada Deusa pudesse nos presentear outro ser, independentemente de quem eles fossem, isso n?o significava que havia um prop¨®sito divino por tr¨¢s da escolha? ¡°A Deusa tem um no para n¨®s. Eu posso sentir isso , ¡± ele continuou , quaseo se ele tivesse lido meus pensamentos. ¡° N?o perca a f¨¦ em nosso futuro ainda . ¡± Ele ent?o se aproximou e beijou minha bochecha , as fa¨ªscas emitindo atrav¨¦s de mim mais uma vez . No entanto, desta vez, eu me permiti ceder ¨¤ sensa??o , trazendo minha m?o para segurar sua cabe?a contra a minha , d esejando sua presen?a por mais um pouco . N¨®s nos despedimos pouco depois disso . Eu n?o sabia quanto tempo levaria at¨¦ que eu o visse novamente , seus neg¨®cios f ora da cidade ¨¤s vezes levando um tempo incerto . No entanto , havia uma coisa que eu sabia cert eza , e era que _certamente ser¨¢ muito mais tranquilo em casa por um tempo . Eu continuei meu trabalho diligentemente pelo resto do dia e , logo , o hor¨¢rio de fechamento estava chega ndo . Fiquei aliviado ; _ pensamentos do meu sof¨¢ aconchegante esperando pacientemente por mim em casa enchendo minha cabe?a . Bem , pelo menos havia algo esperando por mimem casa . Mas foi quando eu estava fazendo as rodadas finais para o fechamento que me deparei algo . Duas garotas no canto se amontoaram juntas . Eu os tinha visto aqui regrmente , ent?o eu sabia que eles gostavam da casa dele tanto quanto eu , sempre tratando dos liv ros o respeito que mereciam. Foi algo que me fez gostar mais deles do que alguns dos membros mais barulhentos que ocasionalmente t¨ª nhamos . ¡°Desculpas, senhoras , ¡± eu disse , educadamente me aproximando ds . ¡° Estamos fechando agora , mas estarem os abertos novamente amanh? de manh? . _ . . ¡ª . ¡± No entanto, foi ent?o que notei oportamento deles corretamente , encurtando minha frase . Porque eles n?o estavam amontoados , tanto quanto um estava confortando o outro . ¡°Est¨¢ tudo bem ? ¡± Eu perguntei , preocupado se algu¨¦m tinha se machucado acidentalmente no local . _ Fonte de trabalho pode serido A garota que estava o bra?o em volta do outro olhou para mim, sua express?o cheia de preocupa??o. ¡°Voc¨º n?o ouviu?¡± perguntou, sua voz grossa emo??o . ¡° Ah , ¨¦ t?o¡­ ¨¦ t?o horr¨ªvel. Eu n?o sei como eles puderam deixar isso acontecer . ¡± Eles prenderam minha curiosidade agora e minha mentee?ou a pensar em tudo o que eles poderiam estar se referindo ¡°O que voc¨º quer dizer? Aconteceu alguma coisa o pacote ? Eu pressionei. Sua amiga ent?o engasgou outro solu?o e a garota fndo deu um tapinha em suas costas , acalmando-a. ¡°Foi durante uma reuni?o hoje em um bando vizinho , ¡± e?ou , seus olhose?ando a se encher de l¨¢grimas. Imediatamente, meu corpo congelou , meu sangue esfriou . ¡°¡­ Houve um ataque e alguns de nossos guerreiros morreram . Opanheiro de Cindy ¨¦ um deles . _ Algu¨¦m da unidade deles veio e nos encontrou h¨¢ pouco tempo para inform¨¢ ¨C . Aparentemente , houve um desentendimento e uma brigae?ou . V¨¢rios dos guerreiros lutaram para garantir a _membros ssificados poderiam escapar. Eles estavampletamente em menor n¨²mero ¡± De repente, foio se o vento tivesse sido arrancado de mim , o mundoe?ando a girar . ¡° . . . O que . . . que hum . . . ah , desculpe . . . , , eu disse , confuso . Eu estava lutando para manter apostura , embora a ansiedade estivessee?ando a apertar meu peito , quaseo se estivesse me sufocando . Eu bncei minha cabe?a e tentei novamente . ¡° . . . N¨®s . _ .. Voc¨º sabe quem foi ferido ? _ ¡± A garota ent?o fungou , esfregando o olho enquanto uma l¨¢grima escapou d . ¡° Na verdade n?o , mas eles est?o trazendo os corpos de volta agora . Eles devem estar no hospital em breve . ¡± N?o ouvi mais nada depois disso . _ Instantaneamente , meu corpo se moveu por conta pr¨®pria enquanto eu corria para fora da biblioteca . N?o me importava que n?o fechasse , n?o me importava que ainda houvesse gente l ¨¢ dentro , o que importava era chegar ao hospital . _ _ _ _ _ _ _ _ Vendoele . Certificando ¨C se de que ele estava bem . ¡­Mas ele ficaria bem, certo? Ele era forte . N?o havia jeito . _ . . Eu n?o conseguia nem pensar nisso . _ _ Meu lobo j¨¢ estava fren¨¦tico o suficiente , tornando imposs¨ªve l pensar reza . _ _ ¨C Em pouco tempo , finalmente cheguei ao hospital , e fui ¨C enfileirado para o balc?o da administra??o _ sem sequer parar para respirar . ¡°Eles est?o aqui? Os guerreiros que foram feridos?¡± Eu ofeguei, tentando tirar as pvras atrav¨¦s da minha respira??o pesada. ¡°Aqueles¡­ que foram mortos?¡± da Trindade youtube para gerenciar A garota atr¨¢s da mesa olhou para mim rmada por um momento, minha apar¨ºncia excessivamente desgrenhada por ter corrido os poucos quarteir?es at¨¦ aqui. ¡°Existe algu¨¦m que voc¨º estava procurando em particr ? ¡± perguntou. ¡°Xavier Burrows,¡± eu disse rapidamente . ¡° Preciso saber se ele se machucou . Se ele fosse¡­¡± N?o consegui terminar minha frase. A garota ent?o me olhou de cima a baixo, uma carranca se formando em seu rosto. ¡°¡­E qual era a sua r??o eles? Voc¨º ¨¦ da fam¨ªlia?¡± Levou tudo dentro de mim para n?o rosnar para em frustra??o, desejando que apenas respondesse a pergunta em vez de demorar mais. ¡°O que isso importa ? Apenas me diga se ¡­ _ ¡± ¡°Voc¨º ¨¦ Luke, correto?¡± uma voz ent?o disse ao meudo. Olhei para cima para ver quem tinha fdo e encontrei o l¨ªder da unidade de Xavier , Gavin , parado ali, seu rosto parecendo que ele tinha acabado de passar pelo inferno . ¡°Acho que j¨¢ te vi por a¨ª algumas vezes , certo ? ¡± ele continuou . _ ¡° Sim , 1 . . . Conhe?o Xavier de sua unidade , senhor ,¡± eu disse , inclinando minha cabe?a ligeiramente . ¡° Ouvi a not¨ªcia e vim para saber se ele estava bem.¡± A garota na mesa ent?o entrou na conversa , para minha irrita??o ainda maior . ¡° Desculpe , senhor , mas a fam¨ªlia ¨C . ¡± ¡° Tudo bem , Emily , ¡± Gavin disse , levantando a m?o para fazer uma pausa . _ ¡° Foi um dia traum¨¢tico e Quando ele disse as ¨²ltimas pvras , seus olhos encontraram os meus uma tristeza aguda dentro deles . ¡­ E, instantaneamente, foio se algu¨¦m tivesse me possu¨ªdo . Eu n?o conseguia respirar direito . _ _ N?o foi poss¨ªvel ver corretamente . Tudo sentia . _ . . preto . E foio se uma parte de mim estivesse sendo rasgada lentamente em peda?os por dentro , ondas de dore?ando a pulsar atrav¨¦s de mim . Owned by N?velDrama.Org. ¡°Eu preciso . . . Eu preciso v¨º ¨C lo , ¡± eu engasguei . _ ¡° Preciso dizer adeus . _ _ ¡± Mas Gavin ent?o franziu a testa, seus olhos se estreitando levemente . ¡° Isso n?o ¨¦ realmente necess¨¢rio. Os corpos dos falecidos ser?o preparados e um funeral realizado de acordo para que voc¨º possa prestar seus respeitos. No momento , apenas a fam¨ªlia est¨¢ sendo permitida . ¡± ¡°Ele n?o tem fam¨ªlia ! ¡± Eu guiei de volta raiva , rangendo os dentes . ¡° Traga ¨C me para ele agora . ¡± Eu era sua fam¨ªlia . Sua ¨²nica fam¨ªlia . O ¨²nico que lhe restava . _ O ¨²nico que me restava . _ N¨®s nos e n¨®s est¨¢vamos. Est¨¢vamos felizes . No _final, fizemos nossa pr¨®pria felicidade. Nosso pr¨®prio pequeno pacote de dois ¡°¡­ E qual era o seu rcionamento Xavier, novamente?¡± Gavin ent?o perguntou, seu tom de repente c¨¦tico, E ao observar seuportamento, entendi toda a gravidade da situa??o em que me encontrava agora. Porque se eu lhe contasse a verdade , ent?o eu estaria revndo um segredo que Xavier e eu guardamos nossas vidas inteiras. Uma verdade que muitos ainda discordariam hoje, incluindo nosso atual Alfa, Dominic. No entanto, neste caso¡­ n?o era meu segredo para contar. Era Xavier. Foi *sua* escolha revr esse tipo de informa??o , * sua * reputa??o que estava em jogo . . . e ele n?o queria fazer isso. Ele escolheu seu trabalho e a matilha acima de tudo. N?o cabia a mim assumir o que ele iria querer agora que ele se foi. A ¨²nica coisa que possivelmente conseguiria agora , ao fr as pvras em voz alta , seria manchar o que ele havia trabalhado tanto . Uma decis?o ego¨ªsta por minha conta apenas ps menores chances de que eles me permitiriam ver seu corpo . Afinal , eles n?o tinhamo confirmar que minha afirma??o era verdadeira. E ent?o , por pura frustra??o , eu cerrei os dentes e joguei minha m?o para fora raiva , derrubando v Eles eram pat¨¦ticos . Todos eles . Covardes todos eles , incluindo o Alfa . _ Sem sequer responder ¨¤ pergunta , eu sa¨ª do hospital , minha dor e minha dor ainda me dcerando por E rapidamente me dei conta de que n?o podia mais sentar e ignorar o mundo . _ _ Quantas pessoas estavam l¨¢ fora sofrendo sob a mesma injusti?a ? Havia uma luta a ser travada para a qual eu propositalmente permaneci surdo , ficando muito consumido dentro do meu pr¨®prio mundo Xavier para arriscar o que constru¨ªmos . Mas ele se foi agora . E ainda assim , de alguma forma , o mundo continuou . Como se nem percebesse que ele n?o estava mais aqui . Como se ningu¨¦m realmente se importasse. Mas eu fiz. ¡­Nos meses que se seguiram ao seu falecimento, descobri muitas coisas diferentes. Tipo, apesar do meu status sem ssifica??o, havia muito que uma pessoa poderia aprender em um lugaro uma biblioteca. N?o apenas a riqueza do conhecimento adquirido nos livros . .. mas tamb¨¦m pelos sussurros entre as prateleiras. A fofoca que ningu¨¦m espera que algu¨¦m ou?a. Mas eu ouvi. Eu ouvi tudo. E n?o apenas isso , mas aprendi muito sobre mim tamb¨¦m . _ Coisas que nunca pensei que fossem poss¨ªveis , pensei que fosse capaz . _ _ . . e , alguns , at¨¦ impens¨¢veis. No entanto, era interessanteo tudo estava interligado ,o tudo poderia se unir para um prop¨®sito maior . E embora eu ainda n?o conseguisse acreditar em uma mulher fict¨ªcia que deu ¨¤ luz nossa esp¨¦cie , eu sabia que Xavier era algu¨¦m que tinha esse tipo de f¨¦ . Acredite nesse tipo de coisa . _ E a partir dessa f¨¦ que ele manteve , ele pensou que haviaalgum tipo de no divino para n¨®s ; para n¨®s dois . ¡­ Ent?o, o que exatamente um bibliotec¨¢rio humilde poderia realizar sozinho ? O que eles poderiam fazer contra o preconceito que os cercava ? Bem , eu n?o tinha uma resposta para isso ainda . _ Mas talvez eu pensasse mais sobre isso depois que eu tivesse ¡® removido ¡® Alpha Dominic . ¡­E eu continuei a fazer exatamente isso . Cap铆tulo 108 Cap¨ªtulo 108 Cap¨ªtulo B?nus ¨C A Cris¨¢lida de um Assassino Este cap¨ªtulo b?nus segue o momento em que A seprometeu Aleric na antiga linha do tempo. O primeiro salto que a levou para seu passado sombrio. NOTA DO AUTOR: Este cap¨ªtulo mostra onde tudoe?ou, uma boa maneira deparar onde eles terminaram. Esta ¨¦ a vers?o de Aleric da linha do tempo antiga o todos sabemos), e esta tamb¨¦m ¨¦ uma vers?o de Aria nunca vista antes. Tudo isso est¨¢ muito, muito no passado . Anos antes mesmo do livroe?ar. A importancia deste cap¨ªtulo ¨¦ que ele mostra o momento em que Aria seprometeu totalmente Aleric ee?ou seu caminho para se tornar a pessoa que acabou se tornando . Esta ¨¦ Aria antes de sua culpa , seu arrependimento, antes do tratamento realmente duro de Aleric e , o mais importante , antes de ser trazida de volta ¨¤ vida .a primeira vez . Apenas uma crian?a que n?o entendia por que seupanheiro n?o a amava ; confusa sobre o que precisa fazer para cumprir o papel que todos esperam d . Algu¨¦m que ainda tem esperan?a de que as coisas v?o dar certo . * Pump , tumba * . .. Meu cora??o . _ Eu podia ouvi ¨C lo batendo alto no meu peito , gritando para eu reconsiderar . _ _ _ Afastar ¨C se e n?o entrar ps portas ¨¤ minha frente . _ _ * Bate , baque . . . tum , tum ¡­ pancada, pancada * . . . Olhei para a bandeja na minha m?o , revisando a quantidade de prepara??o que coloquei para organiza r isso . _ _ _ _ Foi um pequeno gesto e , no entanto , eu estava esperan?oso de que ele reconheceria meu esfor?o. Realmente , foi id¨¦ia de Sophie . _ _ _ sugeriu que eu descobrisse o que ele gostava ¡­ o que ele go stava deer , beber . _ _ .. o que ele fez por seus hobbies . me disse para encontrar maneiras que mostrassem a ele que eu estava pelo menos tentandocolocar esfor?o em nosso rcionamento . ¡® * ¡± ¡® Voc¨º precisa ser mais ousado , mais corajoso ¡® * ¡® me disse . _ ¡± ¡® * Ele nunca vai te amar se vo c¨º n?o provar a ele por que ele deveria . ¡± * ¡± * ¡° Mas n¨®s somospanheiros . _ . ., ¡® * ¡® argumentei , confuso a sugest?o d . ¡® * ¡° ¡® Pensei . . . Achei que isso significava que ele se sentiria da mesma forma que eu . ¡° ¡® * ¡® ent?o olhou para mim seus olhos tristes , uma vis?o que estava se tornando cada vez mais comum ao longo desses ¨²ltimos meses , e suspirou . ¡± * ¡± Este homem ¨¦ um Alfa , Aria , e predisse t o tornar ¨C se o mais poderoso nisso. Voc¨º estava destinado a ajud¨¢ -lo a atingir esse objetivo. Ent?o¡­ ajude -o . ¡° * ¡­ Mas era muito mais f¨¢cil fr do que fazer. Aleric e eu ¨¦ramos amigos h¨¢ mais de um ano , mas eu ainda lutava para mostrar a eleo me sentia . Ele era frio, ileg¨ªvel, imponente¡­ imposs¨ªvel de entender. E mesmo assim eu o amava. Amava sua aura quieta e inquestion¨¢vel , sua for?a . . . o jeito que ele fez meu corpo estremecer quando ele estava perto . ¨¦ s¨® que ele n?o me via assim ¡­ ainda. ¡­Ent?o, o que voc¨º d¨¢ a um homem que j¨¢ tem tudo ? O que voc¨º faz para que ele talvez olhe para voc¨º o carinho que voc¨º tanto deseja? Uma bandeja de guloseimas e ch¨¢ entregue em seu escrit¨®rio? Ser¨¢ que ele ainda quer ser iodado agora ? Ele normalmente alocava tempo para mim em sua agenda para¡­ coisas mate . Infelizmente , hoje n?o foi um desses dias. Ele provavelmente passaria a noite Thea novamente , j¨¢ que normalmente mantinha sua cama aquecida durante a semana . Em breve , por¨¦m . Logo iria embora . _ Todo mundo tinha me dito isso . ¡° Uma amante n?o podepetir umpanheiro ¡± , diziam todos . _ ¡® Ele vai se cansar d eventualmente . ¡® _ Mas eu odiava esperar . .. e eu queria v¨º ¨C lo mesmo que n?o fosse um dos meus dias designados . _ _ Estar perto dele fez meu lobo mais feliz e me fez sentir melhor tamb¨¦m . Seria poss¨ªvel ajud¨¢ ¨C lo a ver que eu poderia _fazer tudo o que Thea podia ? . . . Que eu poderia faz¨º-lo feliz se ele me desse uma chance? ¡® Eu n?o deveria fazer isso ¡® , pensei , rapidamente me afastando . _ _ _ _ _ _ _ ¡® Eu s¨® vou irrit¨¢ ¨C lo . _ ¡® Mas meu lobo gemeu por dentro, querendo ver seupanheiro . era muito gananciosa ¨¤s vezes , muito exigente . n?o viu o jeito que ele olhou para n¨®s ? Quanto ele n?o nos queria por perto ? _ _ Eu suspirei , cedendo ao seu desejo . ¡®Multar.¡¯ Respirando fundo , estendi minha m?o . _ _ _ . . e hesitantemente bateu na porta do escrit¨®rio . Um momento de sil¨ºncio se seguiu instantaneamente , algo que se arrastou pelo que pareceu uma eter nidade . _ Ele estava me ignorando ? Eu estava errado em pensar que ele estava aqui agora ? _ Mas n?o , eu podia sentir o cheiro que ele estava l¨¢ . Eu segui seu cheiro por todo o caminho de seus aposentos esta manh? at¨¦ me levar ao escrit¨®rio geral no andar de baixo . Ele estava l¨¢ , eu tinha certeza . ¡° . . . Quem ¨¦ ? _ ¡° Sua voz ent?o chamou do outrodo . _ _ ¡® Eu deveria voltar . _ N?o ¨¦ tarde demais . Posso apenas pedir desculpas e sair rapidamente . . . ¡® ¡°Um . .. desculpe ! Eu n?o ¨C . _ _ ¡± ¡° . . . Entre, Ariadne. para o mais quente The C hr ysal is tits Killer Tarde demais. A ¨²nica coisa que impedia minhas m?os de tremer violentamente era saber que se eu deixasse essa bandeja cair dodo de fora de seu escrit¨®rio , seria ainda mais assustador do que entrar para enfrent¨¢- lo . Eu precisava manter apostura ou tudo isso seria muito pior. O melhor que pude uma m?o , eu manobrei a porta aberta , girando a ma?a , e levemente a empurrei entreaberta. ¡­ E instantaneamente se arrependeu de se intrometer. Aleric estava sentado em sua mesa, documentos espalhados por toda parte, e estava panhado por tr¨ºs Anci?es. Eles estavam em uma reuni?o . .. e eu tinha acabado de interromper . Um dos ¨¦lderes que reconheci imediatamenteo Elder Luke . Como eu poderia n?o saber quem ele era ? Dentro do cofre do bando , eu li avidamente todas as suas estrat¨¦gias pol¨ªticas dos ¨²ltimos cinco anos e gostei imensamente da maneirao ele abordou muitas das principais quest?es em torno do rcionamento o bando .a??es. Ele era um g¨ºnio em seu campo e eu n?o tinha nada al¨¦m de respeito por ele . Embora fosse um pouco estranho , eu n?o tinha percebido que Aleric estava em uma reuni?o . Por algu ma raz?o , eu n?o tinha notado os aromas extras que passam p porta . _ Talvez eu estivesse muito fo cado em apenas um muito intoxicante do meupanheiro. ¡­ Umpanheiro cujos olhos frios estavam agora olhando para mim , perfurando a pequena on?a de confian?a que eu tentei reunir antes d e vir aqui . O ar estava tenso , s¨¦rio , o tipo de atmosfera que voc¨º normalmente n?o gostaria de invadir . Eles estava m todos amontoados ao redor de onde Aleric estava sentado , seus olhos agora todos em mim com expectativa para explicar por que eu havia interrompido. ¡° O que voc¨º quer ? ¡ª perguntou Aleric impaciente . Eu rapidamente olhei para minhas m?os onde eu segurava a bandeja , minha mente confusa . _ _ _ _ E sta tinha sido uma id¨¦ia terr¨ªvel. ¡° Eu ¨C eu apenas umm . . . ¡± , eu gaguejei . ¡® Pat¨¦tico .¡¯ Eu n?o conseguia nem fr direito agora . _ Isso foi realmente o melhor que eu poderia fazer ? Respirei fundo outra vez e olhei de volta para ele , desejando que pelo menos chegasse ao fim dessa intera??o c om um pingo da minha dignidade sobrando . Eu era uma Luna . Sua Lua . Eu poderia ir v¨º ¨C lo se quisesse . . . certo ? ¡°Eu sei o quanto voc¨º tem trabalhado duro ultimamente¡­ a guerra do Lago de Prata e tudo mais , ¡± eu continuei , finalmente encontrando seus olhos frios . ¡° Eu apenas . . . Achei que voc¨º gostaria de algo para ajud¨¢ -lo a continuar. prepara??es de pratos Ele olhou para mim , seu rostopletamente ileg¨ªvel . _ Quaseo se esperasse que eu chegasse a o ponto . _ _ ¡° Eu preparei tudo sozinho ¡­ desculpas , se n?o for do seu agrado . ¡± Os tr¨ºs Anci?es ent?o se viraram para olhar para Aleric , esperando para ver qual seria sua rea??o . N?o era sempre que Aleric e eu interagimos em p¨²blico , ent?o a curiosidade deles provavelmente foi despertada . Embora eu tivesse certeza de que eles j¨¢ sabiam de seu desgosto por mim agora. Aleric ent?o suspirou e soltou os pap¨¦is de sua m?o . ¡°Multar. Voc¨º pode deixar em cima da mesa aqui ¡± , disse ele , apontando para um espa?o vazio na mesa. Meu cora??o saltou um pouco sua aprova??o . Ele n?o rejeitou instantaneamente a ideia ¡­ _ _ mas isso poderia ter sido apenas porque havia outros presentes. Sem perder mais tempo , caminhei rapidamente para deixar a bandeja onde ele instruiu, fazendo o meu melhor para n?o causar mais problemas para ele . ¡­ Mas eu n?o conseguia parar meus olhos enquanto eles naturalmente vagavam at¨¦ os documentos na frente dele . Correspond¨ºncia de guerra, esquemas e rt¨®rios de campo se espalhavam p ¨¢rea diante dele , preenchendo tanto o espa?o que fiquei surpreso por haver espa?o para a bandeja . Eles estavam nisso h¨¢ meses , eu sabia disso . _ _ _ _ Depois que Aleric matou Alpha Tobias , o mundo aparentemente desceu ¨¤ loucura , constantemente medo de que ser¨ªamos atacados a qualquer momento . Mas eu estava escondendo algo de Aleric esse tempo todo tamb¨¦m. Era errado, eu sabia, mas eu n?o pude evitar . _ _ A verdade ¨¦ que eu j¨¢ estava familiarizado a maioria dos documentos aqui , tendo entrado sorrateiramente no cofre do bando ¨¤ meia- noite algumas vezes p or curiosidade , um lugar reservado apenas para membros ssificados . N?o que eu n?o fosse tica mente um membro ssificado . _ . . mais aindaAleric havia me proibido expressamente de entrar l¨¢ . A parentemente , n?o havia raz?o para eu estar envolvido essedo do gerenciamento de matilha , mas eu n?o conseguia parar . _ _ _ _ Sempre me ensinaram que uma boa Luna era uma preparada . _ _ E assim eu tinha estudado . as expectativas dos Anci?es , al¨¦m do que qualquer Luna deveria ter , mas era uma responsabilidade co locada sobre mim mesmo assim . _ Em algum lugar ao longo da linha , eu at¨¦ecei a aprender sobreo as estrat¨¦gias pol¨ªticas podem ser intrincadas , o quanto um quebra ¨C cabe?a fascinante elespoderia tornar-se . ¨¤s vezes , se eu me concentrasse o suficiente , erao se eu pudesse ver tudo acontecendo na minha cabe?a . Vejao mover as pessoas de certas maneiras levaria a resultados corrcionados, antecipando o que s podem fazer em retalia??o a esses resultados. Quaseo se fosse um jogo. E a guerra o Lago Prateado estava provando ser uma das mais interessantes at¨¦ agora. Eu tive Housewho ¡® na lista de um gatinho _ algumas teorias sobreo isso poderia acontecer , mas estava esperando para ver qualdo iria se mover em seguida. Aleric acabaria vencendo a pr¨®xima batalha ? Ou seu novo Alfa , Caius, seria vitorioso ? O problema era que Aleric n?o gostava quando eu deixava a casa de matilha por muito tempo, mas n?o havia muito mais o que fazer em termos de entretenimento . Examinar os documentos de guerra tornou- se uma esp¨¦cie de hobby. Uma paix?o. At¨¦ me dando um pouco de emo??o quando pensei em novas maneiras de lidar certas quest?es. ¡­ De repente, fui arrastado para fora dos meus pensamentos e jogado de volta ¨¤ realidade. Sem olhar, Aleric estendeu a m?o para pegar algo em cima da mesa e acidentalmente ro?ou meu bra?o no processo. ¡­ E um pequeno suspiro escapou dos meus l¨¢bios. Fa¨ªscas imediatamente surgiram de onde nossa pele fez contato , inmando meu corpo por dentro . E , assimo todas as outras vezes , uma onda de euforia me arrepiou . Eu queria estender a m?o , toc¨¢ ¨C lo novamente, senti-lo por apenas mais alguns segundos¡­ ¡°Voc¨º pode ir agora¡±, disse Aleric , verbalmente me dispensando quando eu fiquei parado ali sem me mover . ¡° Ah , a ¨C desculpas , ¡± eu respondi apressadamente , meu c¨¦rebro ainda esgotado pelo v¨ªnculo . Mas eu rapidam ente dei um passo para tr¨¢s para sair , n?o querendo manchar a pequena experi¨ºncia positiva que eu j¨¢ tinha conseguido at¨¦ agora . ¡° Vou deixar voc¨º isso _ _ _. espero ¡ª . _ ¡± ¡°Seu nome ¨¦ A riadne Chrysalis , certo ? ¡± Elder Luke ent?o entrou na conversa , cortando minhas pvras finais . Olhei para ele confusa , sem saber por que ele estava me perguntando algo que ele j¨¢ sabia a resposta. ¡°N¨®s nunca tivemos a chance de fr antes , Luna , ¡± ele disse , dando um passo ¨¤ frente para estender sua m?o . ¡° Meu nome ¨¦ Luke Hastings , o mais novo Anci?o do conselho . ¡± Eu imediatamente olhei para Aleric para sua aprova??o , mas ele apenas olhou para mim sem express? o . _ Ele estava bem isso ? Comigo fndo os Anci?es ? _ . . .Mas n?o seria rude se eu recusasse sua sauda??o ? _ _ Eu rapidamente olhei de volta para Elder Luke e aceitei sua m?o , apertando ¨C a na minha . ¡° Sim , eu estou familiarizado o seu trabalho , ¡± eu disse calmamente . ¡° Voc¨º realizou muito em t?o pouco tempo . _ _ _ _ _ ¨¦ muito louv¨¢vel . _ _ ¡± Ele riu e se afastou , seus olhos exibindo um brilho profundo de intelig¨ºncia que me fez imaginar que vasto conhecimento ele estava escondendo. Eu tinha certeza de que havia muito mais que ele poderia me dizer do que apenas o que eu li nos rt¨®rios. ¡°Voc¨º me lisonjeia , Luna , ¡± ele disse humildemente . ¡° Embora eu n?o pudesse deixar de notar sua pr¨®pria Digitalizado CamSca n er curiosidade o trabalho que estamos fazendo aqui . E dado que voc¨º est¨¢ familiarizado a minha hist¨®ria , eu quero tomar is soo uma confirma??o de que voc¨º tamb¨¦m ¨¦ estudado nesta ¨¢rea ? _ _ _ _ ¡± This text is ? N?velDrama/.Org. Eu mastiguei o interior da minha bochecha , c¨¦tico quanto a se eu deveria confessar . Aleric sempre dei xou ro que eu n?o deveria me envolver nada assim . Meu trabalho era gerenciar pequenos assuntos e eventos dentro do pacote . .. n?o pol¨ªtica . ¡°Ah¡­ eu n?o sei. N?o realmente,¡± eu disse suavemente , dando outro passo para tr¨¢s em dire??o ¨¤ porta. ¡°Eu provavelmente deveria ir agora . Eu j¨¢ peguei muito de voc¨º r ¡­. ¡°Fa?a gra?a¡±, ele insistiu, estendendo a m?o para me entregar alguns dos documentos da mesa. Olhei para o rt¨®rio de campo e o mapa que ele me dera ; dois documentos que eu j¨¢ conhecia, mas eram dois documentos que eu n?o deveria ter visto antes. ¡°Ouvi rumores de que nossa Luna ¨¦ t?o inteligente e versada quanto ¨¦ linda ¡± , disse ele , me elogiando. Era esta a sua maneira de me fazer sentir mais confort¨¢vel e abrir que eu estava esgueirando no cofre? Aleric o preparou para isso ? Para obter minha confiss?o ? Examinei as p¨¢ginas em minha m?o , j¨¢ tendo v¨¢rias id¨¦ias sobre os problemas que estavam enfrentando , mas sabia que minha opini?o n?o importaria de qualquer maneira . Minhas suges t?es eram apenas fantasias ts de uma jovem Luna , n?o de um estrategista experiente . _ _ ¡° . . .O que uma garotao eu sabe sobre guerra ? ¡ª respondi nervosamente , devolvendo ¨C lhe os documentos . _ _ ¡° Eu n?o sou Alfa . _ ¡± O ¨¦lder Luke exalou e pegou - os da minha m?o . ¡° Ah , isso ¨¦ uma pena . _ Estamos presos em um impasse o Lago Prateado h¨¢ t anto tempo que eu estava ansioso para pegar seu c¨¦rebro sobre o assunto . _ _ _ _ _ Para obter umper spectiva fresca . ¡± ¡± Eu tamb¨¦m ¡°, concordei tristemente por dentro. Eu teria adorado a oportunidade de fr livremente o ¨¦lder Luke , para deleitar ¨C me uma conversa acad¨ºmica adequada sobre os assuntos atuais do bando . _ Mas em vez disso , dei -lhe um pequeno sorriso , saindo em dire??o ¨¤ porta mais uma vez . ¡° Voc¨º pensa muito bem d , ¡± Aleric murmurou baixinho atr¨¢s de mim . ¡° Tudo o que conhece s?o livros . n?o seria ¨²til para nada dessa natureza . _ _ _ _ _ ¡± Suas pvras instantaneamente me pararam no meu caminho assim que minha m?o descansou na ma ?a da porta , ardendoo se ele tivesse acabado de me ferir fisicamente . Era assim que ele realmente me via ? In¨²til ? Tudo que Aleric parecia se importar era ganhar esta guerra, continuar subindo no poder . Por que parecia que , entre seu trabalho e Thea , simplesmente n? o havia espa?o para mim ? _ _ _ _ _ _ _ . . . E ent?o um pensamento veio a mim. Bestilling os estados que ¨¦ filtro . . . Se eu pudesse me tornar ¨²til para ele , ajud¨¢ -lo a conseguir o que ele queria t?o desesperadamente¡­ ent?o ele finalmente teria tempo para mim ? Finalmente quer arranjar tempo para mim ? Mas eu estava medo. Com medo de que , mesmo que eu tentasse , ele iria rir das minhas ideias . Eu n?o tive nenhuma experi¨ºncia de vida real nada disso . Todas as minhas teorias foram baseadas apenas em livros, discos antigos e minha pr¨®pria imagina??o. ¡°*¡±Voc¨º precisa ser mais bokler, mais corajosa¡±* As pvras de Sophie ent?o ecoaram na minha cabe?a.¡±*¡±Ele nunca vai te amar se voc¨º n?o provar a ele por que ele deveria . ¡° * ¡± ¡­ Foi isso que quis dizer? ¡­ Era isso que o faria feliz? Fechei a porta mais uma vez e me virei para encarar o grupo, fazendo o meu melhor para manter a compostura. ¡° . . . Havia algo mais ? _ ¡ª perguntou Aleric , seus olhos frios lentamente se enchendo de desd¨¦m . Eu poderia dizer que ele queria que eu fosse embora , e faz¨º ¨C lo rapidamente , sua paci¨ºncia finalmente diminuindo . Mas deixei dedo meu medo . Eu precisava mostrar a ele que eu poderia ajud¨¢ -lo , que eu poderia agregar valor . Que eu valia o seu tempo. N?o , eu precisava deixar dedo minha ansiedade e cumprir meu prop¨®sito. Porque se a Deusa pudesse recuar e permitir que ele me tratasse frieza , ent?o talvez tudo isso fos se parte de seu no . _ Que faria isso para que eu tivesse que ganhar seu amor para segui ¨C lo em seu caminho . Eu precisava lembrar que eu estava destinado a Aleric ; sua outra metade , suapanheira . Meu papel e ra ajud¨¢ ¨C lo a alcan?ar a grandeza e ter sucesso . Era o que os Anci?es j¨¢ haviam profetizado que eu faria . Ent?o , tudo o que me restava fazer era apenas faz¨º ¨C lo . _ Assimo Sophie havia dito . ¡° Na verdade . . . sim , ¡± eu respondi a ele , levantando minha cabe?a levemente . _ _ _ ¡° Acabei de perceber que havia algo que notei ao olhar os arquivos , mas esqueci de mencionar . _ _ _ _ ¡± Sem esperar seu convite para prosseguir , eu rapidamente caminhei em dire??o ao grupo e estendi min ha m?o para Elder Luke recuperar os documentos de volta . Seus olhos estavam cheios de intriga quan do ele atendeu ao meu pedido ; olhos que eram o oposto pr deOs desaprovadores de Aleric . _ ¡° Na minha opini?o , suas estrat¨¦gias at¨¦ agora foram boas , mas muito focadas na for?a bruta . _ .. sem inten??o de ofender , ¨¦ ro , ¡± eu disse antes de colocar as p¨¢ginas sobre a mesa na frente deles . _ _ ¡°Como seu colega anterioras batalhas mostraram , voc¨º nunca vai ter sucesso novamente algu¨¦mo Alpha Caius apenas estrat¨¦gias de paisagem e for?a . _ Voc¨º precisa pensar mais fora da caixa. A habilidade de Aleri c em batalha ¨¦ um trunfo , certeza , mas tamb¨¦m o ¨¦ .A maneira como Caio pode manipr seus homens tanta facilidade. E um ex¨¦rcito de homens motivados sempre prevalecer¨¢ sobre um que n?o o seja. Na verdade, tenho certeza que se n?o tiv¨¦ssemos Aleric, j¨¢ ter¨ªamos perdido esta guerra.¡± | ¡°Ariadne!¡± Aleric rosnou caut, irritado meu insulto grante ao bando parte da perna Thrily atr¨¢s de um assassino Mas o que eu disse era verdade. Aleric estava se esfor?ando demais para peg¨¢ - los em lugares apertados , mas n?o tinha a for?a total das pessoas atr¨¢s dele para execut¨¢ ¨C lo corretamente. Erao jogar uma partida de xadrez esperando usar apenas a pe?a do reie. Os pe?es estavam l¨¢¡­ ¨¦ s¨® que todos eles estavam ficando mais estagnados ¨¤ medida que a guerra se prolongava. Eles agora estavam apenas seguindo os movimentos, tornando-se forragem para impedir que a guerra terminassepletamente. E o resultado foi impasse atr¨¢s de impasse. ¡°Alpha, todo o respeito, eu gostaria de ouvir seus pensamentos at¨¦ o fim , ¡± Elder Luke disse, apndo para Aleric. ¡°Estamos sem novas ideias h¨¢ semanas. Acho que devemos pelo menos dar uma chance a . A ¨²nica coisa que temos a perder agora s?o alguns minutos do nosso tempo.¡± Aleric se recostou em sua cadeira , sua m?o fechada em punho , mas acenou a cabe?a de qualquer maneira. Eu poderia dizer que ele n?o gostava que eu estivesse envolvida. Sua irrita??o irradiava dele mesmo que seu rosto n?o expressasse isso externamente. Meus olhos rapidamente foram para frente e para tr¨¢s entre os dois homens , avaliando a situa??o , questionando se isso ainda era uma boa id¨¦ia . Eu s¨® conseguiria irritar Aleric al¨¦m do reparo ? ¡°Por favor¡­ eu gostaria de ouvir o resto , Luna , ¡± Elder Luke disse para mim , gestdo para que eu continuasse . ¡± Levando em considera??o o que voc¨º disse at¨¦ agora , o que voc¨º proporia que fiz¨¦ssem Parei por alguns segundos pensando , ainda debatendo interiormente se deveria encontrar uma raz?o v¨¢lida p entanto , no fundo , eu sabia que provavelmente era tarde demais para faz¨º ¨C lo agora, mesmo que eu quisesse. Causaria mais aten??o se eu sa¨ªsse agora do que se continuasse . _ ¡° Voc¨º precisa separar Caius do grosso de seus homens , reduzindo ¨C os a um grupo isdo menor para Aleric enfrentar , ¡± eu disse lentamente . ¡° Uma vez que ¨¦ uma batalha Aleric ent?o de repente zombou , me fazendo estremecer a brusquid?o , e um sorriso sem humor se formou em seus l¨¢bios . ¡° Voc¨º acha que ¨¦ t?o f¨¢cil assim ? N?o somos voc¨º que acabou de m Eu rapidamente me virei para olhar diretamente para ele , ignorando todas as coisas na minha cabe?a que estavam me dizendo para apenas me desculpar e ir embora . Para n?o responder a eleo eu estava prestes a fazer . ¡° Na verdade ¡± , corrigi , ¡° o que eu disse foi que essas estrat¨¦gias n?o funcionariam ¡® sozinhas ¡® . _ Ca i u lo para uma ¨¢rea isda . _ _ _. N?o , o que voc¨º precisa fazer ¨¦ faz¨º ¨C lo pensar que sua intelig¨ºncia diz que ¨¦ seguro se aproximar. Voc¨º precisa faz¨º ¨C lo acreditar que se aproximar de n¨®s ¨¦ ideia dele . ¡± . ¡° Eo far¨ªamos isso , Luna ? ¡± Elder Luke perguntou educadamente , um pequeno sorriso de encorajamento em seu rosto. ¡°Voc¨º precisa se infiltrar em seus batedores , ¡± eu expliquei . ¡° Encontre sua rota deunica??o , descubra Digitalizado CamScanner seu sistema de criptografia de ¨ªons¡­ e ent?o ¨¦ apenas uma simples quest?o de inserir nossa pr¨®pria desinforma??o na mistura para se adequar ¨¤ nossa agenda maior . Eles pensar?o que est¨¢ vindo de sua pr¨®pria equipe e seguir?o onde quer que os levemos ; especialmente se mencionarmos que Aleric n?o est¨¢ presente.¡± A s ent?o ficou mortalmente silenciosa enquanto todos eles entendiam o que eu disse, mostrando express?es confusas em r??o ¨¤ minha sugest?o. Era enervante, para dizer o m¨ªnimo. ¡°Aqui,¡± eu continuei , apontando para uma ¨¢rea semifechada no mapa. Eu precisava de uma desculpa para olhar para baixo antes que eu cedessepletamente sob a press?o deles e perdesse minha confian?a. ¡°Voc¨º deve eventualmente tentar lev¨¢-lo aqui para a posi??o final. Os mapas mostram uma boa cobertura de ¨¢rvores e rochas aqui, bemo uma grande ¨¢rea na¡­ funcionar¨¢ bem o estilo de luta de Aleric, mas ainda permitir¨¢ um ataque surpresa quando eles aparecerem . ¡± Todos os homens se entreolharam , quaseo se tivessem uma discuss?o silenciosa apenas seus rostos ; um que eu n?o tinha permiss?o para estar a par. Era arriscado, eu sabia disso. Se descobr¨ªssemos a rota deunica??o, mas queim¨¢ssemos nossa ¨²nica chance , seria significativamente mais dif¨ªcil faz coisa uma segunda vez . Eles retrabalhariam imediatamente toda a rede e tornariam infinitamente mais dif¨ªcil se infiltrar . Na batalha , parecia que o inesperado era mais eficaz, mas era raro que ca¨ªssempara o mesmo truque duas vezes. Se f?ssemos fazer isso , precisar¨ªamos fazer certo da primeira vez . ¡° Ariadne , eu n?o ¡­ ¡± ¡° ¨C N?o pense que eu mesmo poderia ter pensado em algo melhor ¡± , disse o ¨¦lder Luke , terminando o que certamente n?o era a frase de Aleric . ¡° Sugest?o incr¨ªvel . . . voc¨º n?o acha , Alfa ? _ _ _ ¡± A mand¨ªb de Aleric se apertou , seus olhos se estreitando para mim , e eu sentio se fosse evaporar apenas seu olh ¡° ¡­ _ Sim ¡± , ele finalmente concordou , embora relutancia . ¡° Tudo bem. Podemos tentar . _ _ Quem temos dispon¨ªvel para liderar a descoberta da rota deunica??o ? _ ¡° Beta Jarrod est¨¢ atualmente na linha de frente , mantendo os guerreiros na linha . _ _ . . ¡± , um dos outro entrou na conversa . ¡° Mas Brayden provavelmente est¨¢ dispon¨ªvel ? Embora eu n?o saiba se esse tipo d est¨¢ de luto p morte recente de Gamma Oliver da ¨²ltima batalha . ¡± ¡° E Jonathas ? _ Alexandre ? Ant?nio ? ¡ª Aleric instigou . ¡° Algum deles ¨¦ gratuito ? _ ¡± ¡°Jonathan j¨¢ est¨¢ trabalhando na vigilancia do nossodo . . . mas talvez Alexan ¡­ _ ¡± ¨C ¡° ¨C Eu posso fazer isso , ¡± eu rapidamente interrompi . ¡° ¡­ Eu posso descobrir aunica??o no rastro . _ ¡± . . . O que eu acabei de dizer ? Eu realmente apenas pedi para assumir a lideran?a sobre isso ? Eu nem deveria estar nesta reun ideia . precari , Andito tuttoysalisezi um assassinato Mas uma parte de mim j¨¢ havia decidido que isso era o que eu queria fazer, inflex¨ªvel em permanecer fiel ¨¤ minha convic??o anterior de ajudar Aleric . Isso era o que a Deusa queria, eu tinha certeza. ¡° . . . Pensei em alguns trilhos que eles poderiam estar usando ¡± , continuei . _ _ _ _ ¡° Tudo o que voc¨º precisa fazer ¨¦ me permitir o acesso a uma equipe de reconhecimento para que eu possa envi¨¢-los e confirmar a correta . Apenas um ou dois dos melhores rastreadores estariam bem . Eles s¨® precisam sabero encobrir seus pr¨®prios cheiros depois de descobrirem a rota.¡± ¡°Voc¨º pensou muito sobre isso para algu¨¦m que apenas deu uma olhada em alguns documentos brevemente¡±, disse Aleric, sua dera??o implicando que ele percebeu que eu provavelmente estava investigando isso muito mais cedo do que eu haviae?ado . ¡°Eu sou¡­ muito apaixonado pelo nosso bando , ¡± eu respondi , escolhendo minhas pvras cuidado . ¡°O estado das coisas est¨¢ pesando sobre mim h¨¢ algum tempo e encontrei consolo ao pensar profundamente sobre nossa situa??o atual . Desculpe-me por manter minhas preocupa??es longe de voc¨º . ¡± N?o necessariamente al ie . . . mas definitivamente n?o ¨¦ a verdade . Ele poderia dizer ? ¡°Aleric¡­ por favor,¡± eu me peguei continuando . ¡° Por favor , deixe ¨C me mostrar que posso fazer isso . Coloque sua confian?a em mim s¨® desta vez . Eu prometo que voc¨º n?o vai se arrepender . ¡± Prendi a respira??o, esperando sua permiss?o . Esperando que ele me reconhecesse mesmo um pouquinho¡­ para me permitir um p¨¦ na porta e mostrar a ele que eu poderia ser ¨²til se ele me deixasse . N?o ¨¦ uma garota assustada . . . mas um parceiro . Eventualmente , ele suspirou , acenando a m?o para mim . ¡° Tudo bem, tanto faz . Fa?a isso . _ Voc¨º tem uma semana.¡± ¡°Alfa-¡±, o ¨¦lder Luke come?ou a protestar , percebendo que o prazo estabelecido era ridicmente curto . Mas eu o interrompi antes que ele pudesse fr por mim. ¡° ¨C Aceito ¡± , concordei instantaneamente . _ _ ¡° Obrigado p oportunidade . _ _ ¡± N?o importava se a tarefa parecia imposs¨ªvel . _ Este foi apenas mais um teste do meupromisso e eu iria provar a ele que eu poderia lidar isso . J¨¢ podia sentir as borboletas no est?mago me deixando sem f?lego sua pequena aceita??o¡­ mas eu queria mais . Eu precisava de mais . Eu faria que ele me visseo a pessoa que eu deveria ser, que a Deusa queria que eu fosse. Amanh? marcaria o in¨ªcio de algo novo , eu tinha certeza . Algo que nos colocaria no caminho para o qual est¨¢vamos destinados . .. . E , no fundo , eu tinha a sensa??o de que talvez ¡­ apenas talvez . _ .. as coisas s¨® iriam melhorar a partir daqui . Cap铆tulo 109 Cap¨ªtulo 109 ¡°Voc¨º quer sair daqui?¡± Eu sussurrei intimamente em seu ouvido. A pergunta foi seguida de perto p minha m?o movendo -se para baixo de sua perna enquanto ele se sentava ao meudo, n?o deixando espa?o para d¨²vidas em sua mente sobre minhas inten??es. Havia apenas uma conclus?o a ser feita p minha pergunta Isso era tudo o que seria necess¨¢rio, eu sabia. Uma sugest?o, um toque caloroso, um pequeno sorriso de uma menina bonita. O suficiente para convenc¨º-los a virigo. E convenc¨º-los de que fiz, pois ele se levantou ansiosamente diante da minha proposta. ¡°Onde voc¨º tinha em mente?¡± ele perguntou enquanto me ajudava a ficar de p¨¦. Ele se aproximou, envolvendo um bra?o em volta da minha cintura, e tentou se inclinar para um beijo, mas eu instantaneamente voltou para paus¨¢-lo. ¡°N?o, n?o aqui¡±, eu disse, meus olhos percorrendo o bar lotado. ¡°Mas acho que h¨¢ algum lugar que pode sair para tr¨¢s.¡± Ele n?o hesitou nem por um segundo e imediatamente agarrou minha m?o, permitindo que eu o conduzisse p porta dos fundos para o beco atr¨¢s do estabelecimento. Um beco onde muitos menos de atividades honestas ocorreram. O tipo de lugar que uma garota n?o gostaria de se encontrar sozinha em uma noite, Mas foi por causa dessa mesma reputa??o que eu estava aqui hoje. Alguns podem dizer que eu estava acostumado o perigo. ¡°Isso ¨¦ longe o suficiente¡±, eu disse enquanto o puxei para odo, colocando as m?os na minha cintura. ¡°¡­Aqui?¡± ele perguntou confuso, olhando para o nosso entorno sujo. ¡°Voc¨º n?o quer¡­ eu n?o sei, encontrar um motel ou algo assim? GoodNovel Livro Dois ¨C Cap.# 1 Mas eu simplesmente pressionei meu corpo contra o dele e mordisquei sua orelha sensualmente, envolvendo meu bra?o em volta do pesco?o. ¡°Eu gosto da emo??o de possivelmente ser pego¡±, eu sussurrei. E sentio sua regi?o inferior respondeu rapidamente ¨¤s minhas pvras, pressionando o tecido de sua cal?a. Essas foram as ¨²ltimas pvras trocadas antes que ele se movesse para me beijar apressadamente, sua m?o percorrendo ateral da minha coxa, sob o meu vestido, e apertando avidamente quando encontrou carne l¨¢ . Ele estavapletamente focado em mim, seu desejo evidente enquanto continuava a me tocar onde quer que pudesse. Algo que eu permiti que ele fizesse, dando a ele o que ele queria. Mas tamb¨¦m havia outras coisas a considerar aqui. Aqueles que precisavam de prepara??o cuidadosa. Eu gemi um pouco para ele e direcionei seus l¨¢bios para o meu pesco?o, segurando sua cabe?a no lugar enquanto ele beijava. minha pele. E enquanto sua aten??o estava totalmente absorta na tarefa que eu tinha definido para ele, eu levei um momento para leve minha m?o livre at¨¦ o n¨ªvel dos olhos por cima do ombro dele¡­ e verifique meu rel¨®gio. ¡­ Eu s¨® tive mais alguns momentos antes dee?ar. Eu precisava cronometrar perfeitamente. ¡°Porra, voc¨º ¨¦ t?o gostosa,¡± ele resmungou, ainda me beijando e me apalpando. ¡°Oh sim?¡± Eu perguntei de volta sem f?lego. ¡°Do que mais voc¨º gosta?¡± ¡°¡­ Tudo,¡± ele disse. ¡°Gosto de tudo¡­ nem sei seu nome, mas nunca quis algu¨¦m muito.¡± Isso era verdade. Eu n?o disse a ele meu nome, mas acho que ele me disse o dele. O que foi mesmo? Daniel? Davi? Dustin? N?o¡­ Dale. Seu nome era Dal. ¡ª E o que voc¨º quer fazerigo? Eu perguntei. Eu podia ouvir agora¡­ o som de vozes se aproximando pelo beco, vindo do dire??o da rua principal. Livro Dois ¨C Ch#1 Fiquei t?o focado nisso que nem ouvi a resposta que Dale respondeu Algo sobre seu lixo ou algo assim, ¡°Ah, isso ¨¦ t?o sexy.¡± Eu respondi de volta automaticamente, sentindo que ele estava desajeitadamente tentando puxar meu vestido para cima. mais Olhei para o meu rel¨®gio de pulso, verificando duas vezes para confirma??o, ¡­E viu que era hora, Foi nesse exato momento que um grupo de homens dobrou a esquina do pr¨¦dio, para a entrada dos fundos do bar. A mesma entrada p qual eles sempre entravam ¨¤s onze horas nas noites de quinta-feira, prontos para o jogo de p?quer semanal. Um ritual que eu conhecia Era agora ou nunca. ¡­ E eu empurrei Dale em meus bra?os, gritando por ajuda. ¡°Saia de mim!¡± Eu gritei, tentando me afastar. ¡°Algu¨¦m ajude! Por favor!¡± Mas por pura confus?o sobre a situa??o, Dale continuou, sem saber o que estava acontecendo. ¡°O que h¨¢ de errado?¡± ele perguntou em choque, pego de surpresa p minha mudan?a repentina de comportamento. ¡°Por favor! Por favor pare!¡± Continuei tentando escapar, fazendo uma cena de todo o encontro. Gritando e continuando enquanto eu tentou faz¨º-lo. ¡°O que est¨¢ acontecendo l¨¢?¡± a voz de um homem chamou. Um dos homens do grupo que acabara de chegar. Eu rapidamente olhei para ele l¨¢grimas nos olhos, implorando apenas o meu olhar para ele resgate-me. Que algu¨¦m interviesse antes que fosse tarde demais. ¡°Ajude-me! Este homem me arrastou at¨¦ aqui¡­ por favor! Eu s¨® quero ir para casa. ¡°O que? N?o, eu n?o fiz,¡± Dale disse inflex¨ªvel, instantaneamente tirando suas m?os de mim. Quando seu aperto se soltou da minha cintura, eu ca¨ª para tr¨¢s no ch?o e me afastei alguns metros de distancia. Tentando chegar o mais longe poss¨ªvel. Uma resposta que fez Dale dar um passo em minha dire??o, ainda sem ler o PARA situa??o corretamente. Mas a mensagem ficou ra quando eu imediatamente recuei . ¡°Acho que a senhora pediu para voc¨º recuar¡±, disse o homem, afastando-se de seu grupo para se aproximar 1. n¨®s. ¡° ramente n?o quer voc¨º aqui.¡± ¡°O que voc¨º quer dizer?!¡± Exmou Dale. ¡°Foi que me convidou para vir aqui! queria!¡± ¨C o E eu chorei em minhas m?os, meus ombros tremendo cada solu?o. ¡°Uhh, eu n?o sei o que te dizer,panheiro. Eu vou dizer que provavelmente n?o ¨¦ o caso, mas talvez va: apenas esque?a toda a situa??o e v¨¢ para casa, sim? Dormir a bebida?¡± ¡°O que?! Eu n?o sou mesmo, isso ¨¦¡­ eu sou apenas¡­ foda-se. Que seja, vadia est¨²pida. Com um ¨²ltimo suspiro de frustra??o, Dale rapidamente deixou a cena brotando xingamentos e insultos em meu caminho o tempo todo. Algo que n?o fez nenhum favor a ele enquanto eu continuava me encolhendo no ch?o solu?ando. ¡° Voc¨º est¨¢ bem, mocinha?¡± perguntou o homem, caminhando at¨¦ mim. Ele estendeu a m?o para eu pegar, oferecendo-me para me ajudar a ficar de p¨¦, mas eu simplesmente demorei um momento. olhar para o rosto do meu salvador, meu salvador, meu cavaleiro de armadura brilhante¡­ meu alvo. Material ? of N?velDrama.Org. Eu olhei para o homem conhecidoo Miles Kennedy E eu dei a ele um sorriso agridoce. ¡°¡­ Eu te devo minha vida,¡± eu chorei, gentilmente enxugando a l¨¢grima no meu rosto. ¡°N?o seio posso rpens¨¢-lo.¡± Deck Dois o qu¨º ¡°Ah , n?o se preocupe isso. Deixe-me ajud¨¢-lo. Peguei sua m?o gratid?o e permiti que ele me levantasse, tremendo e segurando meus bra?os em volta do meu torso. Uma vez feito ¡°Voc¨º ¨¦ t?o gentil¡±, eu disse, ¡°n?o posso agradecer o suficiente.¡± ¡°S¨¦rio, n?o se preocupe isso. Voc¨º tem algu¨¦m para quem possa ligar? Uma carona para casa?¡± ¡°N-n?o¡­ eu vim aqui sozinho em um encontro ¨¤s cegas¡­ Oh, Deus, eu sou t?o est¨²pido. Por que eu acho que isso foi bom id¨¦ia?¡± Ele se moveu e tocou meu ombro gentilmente. ¡°Ei, agora, n?o seja t?o duro consigo mesmo. H¨¢ alguns pessoas bem nojentas por a¨ª.¡± ¡®Assimo voc¨º, Sr. Kennedy, penseiigo mesmo por dentro. Mas eu n?o disse as pvras em voz alta. ¡°Por que voc¨º n?o nos deixa te levar para casa? Podemos fazer uma r¨¢pida entrega antes do p?quer, certo, rapazes? E o grupo de homens murmurou de acordo entre si. ¡°Ah, voc¨º poderia?¡± Eu suspirei. ¡°Isso seria incr¨ªvel. Tenho tanta sorte que voc¨º me encontrou. Realmente existem alguns pessoas boas que restam no mundo.¡± ¡°Estamos estacionados ao virar da esquina. Vamos l¨¢.¡± Ele levemente colocou a m?o no meu cotovelo e me direcionou para a rua principal, o grupo de quatro homens seguindo atr¨¢s de n¨®s. Para qualquer espectador, pode ter parecido estranho, mas isso n?o era algo com que precis¨¢vamos nos preocupar por aqui. Porque em um lugaro este, as pessoas preferem desviar seus desviar o olhar ao inv¨¦s de olhar muito de perto. Mas esse era o tipo de ambiente que voc¨º encontrava homens assim. Homens que n?o tinham meios legais de ganhar dinheiro, vasculhando a terra para fazer o que fosse lucrativo. E, infelizmente para eles, hoje n?o seria o dia deles. Acontece que ¨¤s vezes essas pr¨¢ticas de neg¨®cios desonestas podem voltar para mord¨º-lo. Que, quando o peixinhoe?a a morder aida do tubar?o, tentando pegar um corte que n?o tem direito, ¨¤s vezes tem s?o consequ¨ºncias dessas decis?es. Hoje, Miles Kennedy era aquele peixinho, e eu estaria agindoo o tubar?o. Ou¡­ talvez ¡°tubar?o¡± n?o fosse a pvra certa¡­ talvez¡­. A prop¨®sito, qual ¨¦ o seu nome? Miles perguntou enquanto abria a porta dodo do passageiro para mim. Sentei-me confortavelmente no assento de couro macio antes de me virar para olhar para ele um olhar excessivamente doce sorriso. ¡°Voc¨º pode me chamar de Ravena.¡± Cap铆tulo 110 Cap¨ªtulo 110 Livro DOIS ¨C Ch# 2 ¡°Bonito narne¡±, disse Miles, deslizando para o banco do motorista. ¡°Para onde?¡± ¡°Meu apartamento n?o ¨¦ longe. Se voc¨º pudesse me deixar l¨¢, eu agradeceria.¡± Miles prontamente ligou a igni??o do carro e come?ou a dirigir de acordo as instru??es que dei a ele. N?o seria uma jornada muito longa, mas usei cada segundo para pensar em todos os pequenos detalhes na minha cabe?a. Certificando-se de que n?o havia absolutamente nenhuma margem para erro. Porque erros podem significar a morte. No entanto, o tempo todo eu podia sentir o olhar de alguns dos homens nas costas, fazendo minha pele se arrepiar desconfortavelmente. Eu sabia o que eles estavam pensando sobre mim. Eu poderia dizer sem nem olhar. Uma garota bonita e vulner¨¢vel sozinha em seu carro? Sim, n?o era preciso ser um g¨ºnio. Mas intera??eso essa eram apenas uma parte do trabalho. Eu estava acostumado. Chegamos ao local que solicitei antes de muito tempo ter passado e me virei para Miles um sorriso agora mais t¨ªmido. ¡°Meu lugar ¨¦ ao virar da esquina¡­¡± euecei, escovando alguns dos meus longos cabelos pretos atr¨¢s da minha orelha nervosamente. ¡°Hum¡­ se n?o for muito inc?modo, tudo bem se voc¨º me panhar at¨¦ a minha porta? Acho que ainda estou um pouco abda de antes¡­¡± Ele parecia prestes a declinar, virando a cabe?a algumas vezes para olhar entre seus homens e eu. Como se voc¨º pudesse v¨º-lo debatendo internamente se deveria abandon¨¢-los para outra miss?o. Mas eu n?o podia permitir que isso acontecesse. ¡°Por favor¡±, eu enfatizei, estendendo a m?o para tocar suavemente seu joelho. ¡°Eu realmente apreciaria isto.¡± Isso parecia faz¨º-lo. This text is ? N?velDrama/.Org. ¡°Bom pessoal, volto daqui a pouco.¡± Dois deles sorriram instantaneamente de uma maneira que me fez sentir nojento, os outros suspiraram de frustra??o e se inclinaram em seus assentos. Eu n?o me importei. Eles n?o eram importantes para o que eu precisava fazer. Eu s¨® precisava que eles ficassem fora do meu caminho. ¡°Se voc¨º demorar mais de quinze minutos, vamos deixar sua bunda aqui¡±, disse um deles. Embora se essa amea?a fosse suficiente para deter Miles de alguma forma, ele n?o deixou transparecer. Sa¨ªmos do carro eecei a nos levar em dire??o a um dos pr¨¦dios maiores nas proximidades. E cada passo que eu dava, eu fazia pequenos movimentos sutis para manter sua aten??o. Um bn?o dos meus quadris, um movimento do meu cabelo. Qualquer coisa para garantir que ele n?o passasse muito tempo pensando no que realmente estava acontecendo. ¡°O elevador ¨¦ acess¨ªvel atrav¨¦s da garagem subterranea,¡± eu disse, abrindo uma porta para deix¨¢-lo entrar primeiro. ¡°Espero que voc¨º n?o se importe de me levar at¨¦ l¨¢, Miles.¡± ¡°Isso ¨¦ bom,¡± Mas entrando no que parecia ser um pr¨¦dio decadente em constru??o, eu tinha certeza que ele notaria a qualquer momento. Observeo n?o havia carros estacionados em lugar algum¡­ nem isso pertencia a umplexo de apartamentos. ¡°Onde est¨¢ o elevador¡­?¡± ele perguntou, lentamente parando.¡± ¡ª Espere, voc¨º me chamou de ¡®Miles¡¯? Como voc¨º¡­.¡± E era quaseo se eu pudesse ver fisicamente as engrenagense?ando a girar em sua cabe?a, a percep??o de que algo n?o estava acontecendo agora nele. ¡­ Um momento que eu estava esperando. Antes que ele pudesse se virar para me encarar, eu cheguei atr¨¢s dele e agarrei seu cabelo, jogando-o rapidamente contra a parede. Usando for?a suficiente para causar s¨¦rios danos, mas ainda leve o suficiente para que ele se considerasse sortudo. Era muito melhor do que a alternativa. Uma alternativa que mantinha um resultado mais permanente. N?o, minha instru??o foi ra; Eu deveria entreg¨¢-lo vivo. Um obst¨¢culo mais do que um benef¨ªcio e que exigia mais esfor?o. Normalmente, eu teria acabado isso em quest?o de segundos. Desta forma exigia mais¡­ conten??o. ¡°Que diabos?!¡± ele gritou de dor quando eu o joguei no ch?o. Droga. N?o tinha sido suficiente. Eu me segurei demais. Eu me movi em dire??o a ele novamente uma inten??o agora mais s¨¦ria no meu passo e me abaixei para agarr¨¢-lo p g de sua camisa. Imediatamente, elee?ou a lutar contra mim, tentando se soltar, mas ele n?o era nem de longe forte o suficiente para me fazer desistir. ¡°Saia de mim!¡± Mas eu o segurei facilidade, levantando-o enquanto media internamente a altura certa para solt¨¢-lo mais uma vez. Ou talvez fosse mais f¨¢cil acertar ele direto 4- O que voc¨º est¨¢ fazendo?!¡± algu¨¦m de repente gritou atr¨¢s de mim. Eu instantaneamente virei minha cabe?a em dire??o ¨¤ voz, Miles ainda segurava firmemente em minhas m?os, e vi que um de seus homens tinha andado em cima de n¨®s. Porra ¡°Rapazes! Entre aqui! Essa cad est¨¢ atacando Miles!¡± Ah, vamos. Seriamente? Um ou talvez dois homens estariam bem. Mas cinco homens fortes que sabiam lutar? Isso era preocupante. Joguei Miles no ch?o novamente, esperando que a for?a fosse suficiente para mant¨º-lo no ch?o desta vez, e voltei minha aten??o para os rec¨¦m-chegados. Os quatro novos oponentes os quais trabalhei muito para evitar lidar. No entanto, ao contr¨¢rio de Miles, eu n?o tinha nenhuma ordem deo lidar eles. Levantei-me mais ereta, rolei os ombros para tr¨¢s e rapidamente equipei a adaga que tinha escondido atr¨¢s do vestido. Uma arma de escolha por sua manobrabilidade e¡­ sil¨ºncio. As coisas estavam prestes a ficar interessantes. O primeiro homem veio correndo em minha dire??o, bn?ando minha cabe?a, que eu desviei sem esfor?o. Ele n?o deve ter percebido o qu?o ¨¢gil eu era desde que eu instantaneamente contra-ataquei seu ataque cortando minha adaga ao longo de seu lado. Foi t?o r¨¢pido que ele n?o teria me visto fazer isso. ¡°Argh!¡± ele gritou de dor, trope?ando a alguns metros de distancia. Ele agarrou o ferimento, seu rosto contorcido de raiva. ¡°Quem diabos ¨¦ voc¨º?!¡± ¡®Algu¨¦m treinado desde crian?a para lidar homenso voc¨º¡¯, pensei internamente. ¡®Algu¨¦m moldado para se tornar uma arma.¡¯ Mas nenhuma dessas coisas foi dita em voz alta enquanto eu me concentrava inteiramente na tarefa em m?os. Focada na minha miss?o. Dei mais um passo em dire??o a ele, a inten??o de terminar o trabalho, mas ent?o os outros homens vieram correndo em sua defesa. Eu podia dizer por seus rostos que agora eles estavam medo de mim; t?o contrastando os olhares de lux¨²ria pervertida que eles mantinham apenas alguns minutos antes. N?o, agora eu era uma amea?a para eles, um desconhecido e muito mais forte do que eles esperavam, dado o meu tamanho pequeno. Limpei a lamina da adaga no meu vestido para limp¨¢-lo antes de me mover lentamente para uma posi??o defensiva. Eu precisaria jogar pelo seguro. Foi ent?o que dois deles correram em minha dire??o, provavelmente esperando aproveitar o fato de eu estar em menor n¨²mero. Cada um deles tentou atacar de ambos osdos de mim, mas eu ainda consegui evitar seus socos apesar disso. Continuei me movendo, continuei iludindo seus avan?os, o tempo todo mantendo-os protegidos golpes de minha arma. O menor som de movimento atr¨¢s de mim. Milhas. Fui me virar e confirmar por mim mesma¡­ mas era tarde demais. Antes que eu pudesse me mover um cent¨ªmetro, de repente o impacto doloroso de algo me atingindo na parte de tr¨¢s da minha cabe?a me cumprimentou. ¡­E eu ca¨ª no ch?o. Um toque instantaneamente soou em meus ouvidos, minha vis?o girando. Eu tinha sido muito lento e tinha esquecido de checar Miles mais cedo. Que erro est¨²pido. Ouvi algo bater no ch?o perto de mim e olhei para ver uma t¨¢bua de madeira quebrada. Esta seria a causa do dano, Miles provavelmente equipando-o da constru??o ao nosso redor. Mas esta situa??o ainda era administr¨¢vel. Com um golpe r¨¢pido nas pernas do homem mais pr¨®ximo, eu poderia provavelmente recuperar a vantagem e tentar novamente. Eu s¨® precisava manter o foco. ¡°Fique abaixado!¡± um deles gritou, um p¨¦ prontamente sendo pressionado nas minhas costas. ¡­ E ent?o eu senti isso. Essa press?o crescendo por dentro. Um panhado p minha vis?o piscando para o preto A sensa??o nauseante de algo amea?ando tomar conta. Eu precisava voltar imediatamente antes que fosse tarde demais. Agora mesmo. Movendo-me o mais r¨¢pido que pude, abandonei meu no anterior e tentei ficar de p¨¦ mais uma vez. S¨® que os homens n?o eram t?o est¨²pidos que me permitissem alguma vantagem. Eles j¨¢ tinham visto em primeira m?o o qu?o perigoso eu realmente era. Com um chute no meu est?mago, eles me mandaram de volta para baixo antes que eu pudesse me ajoelhar, e eu ofeguei no ar ao meu redor como resultado. N?o¡­ n?o, n?o, n?o¡­ isso n?o era bom. Isso n?o foi bom para nenhum de n¨®s. Outrompejo da minha vis?o, outra onda de n¨¢usea. Eu n?o seria capaz de adiar por muito mais tempo. ¡°Voc¨º¡­ voc¨º precisa parar¡±, eu engasguei. Mas isso s¨® foi recebido uma rodada de risos, sua ingenuidade para a situa??o real evidente. ¡°E por que dever¨ªamos?¡± um deles perguntou. ¡°Ent?o voc¨º pode acabar conosco? Quem te mandou?¡± ¡°Por favor!¡± Eu implorei novamente quando outro chute foi dado a mim. ¡°Por favor, voc¨º precisa parar ou¡­ ou eu n?o serei capaz de me impedir.¡± Isso me rendeu um segundo de sil¨ºncio confuso. Um segundo desperdi?ado quando me senti chegando ao ponto cr¨ªtico de perder a batalha interior. ¡°N?o, acho que n?o vou¡±, disse um deles, agachando-se para me olhar. ¡°Acho que vou bater em voc¨º mais um pouco e fazer voc¨º gritar at¨¦ me dar as respostas que pedi. Se voc¨º for uma boa garota, talvez eu fa?a esses gritos mais¡­ ben¨¦ficos¡­ para n¨®s dois. Mais risadas, mais provoca??es, outro chute ao meudo enquanto eu continuava a me contorcer e tentar me levantar. Normalmente, isso teria sido rtivamente f¨¢cil para mim superar, mas agora eu estava travando duas batalhas separadas; uma interna e outra externa. ¡­Mas ent?o, finalmente, o tempo acabou. Eu podia senti-lo agora, senti-lo tomar conta do meu corpo e me empurrar para odo, apesar de resistir com cada grama de energia que eu tinha. ¡°Oh, Deus¡­¡±, eu sussurrei. E olhei para os rostos dos homens na minha frente. Olhei para cima e disse a eles a ¨²nica coisa que podia para garantir que talvez pudesse cumprir essa miss?o sucesso outro dia. Para dar a Miles a menor chance de sobreviver a isso. ¡°Comece a correr¡±, foi tudo o que eu disse. ¡­E tudo ficou preto Cap铆tulo 111 Cap¨ªtulo 111 Livro Dois ¨C Cap.#3 Escurid?o¡­ Escurid?o, uma superf¨ªcie ¨²mida e um gosto met¨¢lico avassdor me saudaram. Eu sabia o que era antes mesmo de abrir os olhos, minhas ¨²ltimas lembran?as imediatamente me lembrando do que havia acontecido. Ou, pelo menos, o que aconteceu antes de eu perder a consci¨ºncia. Tremendo, puxei meu corpo exausto para cima para ver o dano por mim mesmo. ¡­ Para ver o massacre E foi uma vis?o que me fez querer vomitar. Corpos espalhados por toda parte ao meu redor. Gargantas rasgadas, marcas de garras e mordidas perfurando sua pele. Ningu¨¦m havia sobrevivido. Ningu¨¦m tinha sobrevivido *eu*. Eu deixaria acontecer de novo, fraco demais para par¨¢-lo. Se eu tivesse recuperado o controle mais cedo, eu poderia ter ficado de p¨¦ e acabado eles,pletando a miss?o de acordo minhas instru??es. Mas¡­ n?o, eu fui um fracasso. Um desapontamento. Um monstro. A primeira vez que algo assim ocorreu foi h¨¢ cerca de quatro anos, depois do meu anivers¨¢rio de dezoito anos. Eu estava em uma sess?o de treinamento meu ex-tutor, praticando durante uma intensa sess?o de luta, quando de repente senti a mudan?a doentia dentro de mim. ¡®Ex-tutor¡¯ sendo a pvra-chave. Eles n?o tinham sobrevivido. Desde ent?o, parecia uma batalha constante dentro de mim. Empurrando para baixo a criatura ¨¤ espreita abaixo da superf¨ªcie, esperando mais do que tudo que eu n?o perdesse o controle novamente. Porque enquanto eu estava acostumado ¨¤ morte em minha linha de trabalho, a pura energia destrutiva da besta lobo era t?o desequilibrada que era muito imprevis¨ªvel para ser de qualquer benef¨ªcio. Era algo sobre o qual eu n?o tinha poder. Isso¡­ e eu estava preocupado o que aconteceria se algu¨¦m descobrisse a verdade. Vi o que eu realmente era. E um arrepio percorreu minha espinha esse pensamento. No entanto, agora, eu precisava me concentrar no controle de danos. Eu n?o poderia trazer Miles de volta ao nascimento e sabia que precisaria enfrentar o castigo daquele fracasso ¨C enfrentar o *seu* castigo. Mas por enquanto¡­ por enquanto eu precisava me limpar. E havia apenas uma pessoa para ligar para isso. Rastejando pelo ch?o,ecei a procurar o telefone descart¨¢vel que tinha escondido na minha pessoa mais cedo. Eu sabia que provavelmente seria onde minhas roupas tivessem sido rasgadas em peda?os, mas rezei para que n?o tivesse sido quebrada durante opso. Felizmente, consegui encontr¨¢-lo depois de algumas escava??es desagrad¨¢veis *Ol¨¢?¡± cantou um volce excessivamente positivo do outrodo, pegando depois de apenas dois toques. Eu gostei da sauda??o trvlr, achando isso t?o fora de lugar, dada a cena sombria ao meu redor. ¡°Zac,¡± eu respondi. Minha voz estavapletamente s¨¦ria, esperando que ele percebesse a dica menos que sutil. ¡°Rae? ¨¦ voc¨º, garota?¡± Suspirar. ¡°Sim. Tenho uma situa??o de n¨ªvel cinco no canteiro de obras na Smith Street. ¨¦ necess¨¢ria assist¨ºncia imediata¡±, ¡°E-espere, o qu¨º? Um n¨ªvel fi¡ª,¡± ¡°Sim. Vejo voc¨º em breve.¡± E instantaneamente desliguei o telefone, me jogando contra uma pilha de materiais de constru??o, exausta demais para fazer qualquer outra coisa. Por enquanto, eu precisaria esperar. Belongs to ? n0velDrama.Org. E esperei pelos pr¨®ximos trinta minutos antes que uma van finalmente chegasse ao local, um jovem esguio de cabelo loiro saindo do banco do motorista para avaliar os arredores. Embora depois de dar apenas uma olhada na bagun?a ao meu redor, seu rosto instantaneamente empalideceu. ¡°Oh, Deus, Rae¡­ Gross,¡± elee?ou. ¡°Voc¨º n?o estava brincando sobre o n¨ªvel cinco. J¨¢ faz um tempo desde que voc¨º deixou uma cena t?o sangrenta para tr¨¢s e n?o posso dizer que senti falta.¡± Ele caminhou at¨¦ o porta-ms de sua van e o abriu para pegar o que precisava. O primeiro item sendo luvas que ele prontamente equipou. Afinal, Zac era um profissional. Ele originalmente trabalhava para a empresa de limpeza de seus pais h¨¢ alguns anos, especializada em cenas de crime, e naturalmente n¨®s nos cruzamos, dada a minha linha de trabalho. Em pouco tempo, ele estava operando em estreita cbora??o nossa pr¨®pria empresa, tratando-nos uma prioridade ao cliente, independentemente da hora do dia ou da gravidade da bagun?a ¨C sem perguntas, ¨¦ ro. Meu chefe gostou dele e acabou sendo contratado em tempo integralo um de nossos pr¨®prios funcion¨¢rios. Embora de alguma forma, naqueles anos em que nos v¨ªamos, Zac tinha come?ado erroneamente a supor que est¨¢vamos muito mais pr¨®ximos do que ¨¦ramos. Que isso era mais do que uma r??o de trabalho e, na verdade, uma amizade. ¡°¡­ Ei, eu pensei que este era para ser trazido vivo¡±, acrescentou, pegando mais equipamentos. ¡°Por que se esfor?ar para fazer parecer um ataque de animal?¡± Porque era um. Mas eu n?o respondi, o assunto ainda era muito delicado agora. Em vez disso, apenas cerrei os dentes silenciosamente. ¡°E voc¨º tem que fazer isso nua?¡± ele continuou, ainda sem ler meu humor. ¡°Garota, se isso ¨¦ algum tipo de tor??o estranha, ent?o eu me sinto mal por qualquer um quem voc¨º dorme.¡± Sentindo-me acabado a conversa, levantei-me eecei a caminhar em dire??o a ele. Eu n?o tinha mais paci¨ºncia para suas perguntas e queria voltar para casa. ¡°Voc¨º me trouxe algumas roupas?¡± Eu perguntei, ainda n?o abordando sua ¨²ltima dera??o. Ele riu da minha falta de vontade de fr e voltou para a van para pegar o que eu precisava. ¡°Sim, sim, aqui. Acalme-se, estou apenas brincando voc¨º.¡± Eu rapidamente peguei as roupas eecei a vestis, odiandoo s se agarravam a mim desconfortavelmente. Tudo o que eu conseguia pensar era o quanto eu queria um banho, esperandovar pelo menos um pouco da minha frustra??o junto o sangue. ¡°Ainda t?o frioigo,¡± ele suspirou dramaticamente em ofensa finta, uma m?o sobre seu cora??o. Mas eu apenas murmurei um ¡®obrigado¡¯ e sa¨ª para onde eu estacionei um carro no in¨ªcio do dia. O no era ir embora Miles assim que eu o deixasse inconsciente, entregando-o antes que algu¨¦m percebesse. Que desastre isso se transformou. Zac ainda estava rindo atr¨¢s de mim quando sa¨ª, mas foi quando andei alguns metros que de repente o ouvi parar abruptamente, quaseo se estivesse parando em pensamentos. ¡°Ah¡­ e Ravena?¡± ele chamou. Seu tom de voz havia mudado, o humor ausente de momentos antes. E, relutantemente, eu me virei para encar¨¢-lo. Eu podia vero seus olhos agora tinham uma nitidez neles, uma intelig¨ºncia que me fez congr. N?o o piadista, amigo amigo que ele agiuo em sua chegada, mas o tipo de homem que poderia esconder seu corpo sem deixar uma gota de evid¨ºncia para tr¨¢s. O verdadeiro rosto de Zac Greene. Eu n?o falei, apenas continuei a encontrar seu olhar inabal¨¢vel enquanto ele fva. ¡°¡­O chefe quer ver voc¨º,¡± ele me informou. Isso tinha que ser uma piada. Eu n?o podia vero este dia poderia ficar pior. ¡°Voc¨º disse a ele?¡± ¡°Voc¨º sabe que todas as cenas acima do n¨ªvel tr¨ºs precisam ser rtadas¡±, disse ele. ¡°Voc¨º n?o seria capaz de esconder isso dele para sempre. Ele ¨¦ seu velho, afinal. Eu sabia que seria rtado eventualmente, mas eu n?o esperava que fosse t?o cedo. Eu pensei que eu teria pelo menos algum tempo para organizar meus pensamentos antes de enfrent¨¢-lo. Para ter um momento para respirar e se acalmar. Porque me jogar dentro de uma ja e ser mandado lutar at¨¦ a morte seria muito menos aterrorizante do que enfrent¨¢-lo. Do que enfrentar *meu pai*. Ele era o chefe da nossa empresa e um dos homens mais influentes de todo o nosso pa¨ªs. Um empres¨¢rio um patrim?nio l¨ªquido maior do que qualquer pessoa deveria precisar¡­ e um meio menos que honesto de adquirir esse status. Somente um homemo ele faria neg¨®cios na forma de morte e engano. O que quer que fosse bom para os neg¨®cios, n?o importa o custo. Deus me livre de voc¨º nunca cruzar ele, a menos que voc¨º quisesse se encontrar em uma situa??oo Miles n?o estava em nenhuma. Engoli meus nervos, sentindo-me ansioso p primeira vez em muitos meses. A sensa??o de medo dentro das profundezas do meu intestino, fazendo-me ter que trabalhar mais para dominar as sensa??es que amea?am me dominar. Para me lembrar do meu treino e manter a calma. Seria bom embora. Ele era meu pai. Eu s¨®¡­ explicaria a ele que aconteceu de novo. Que eles me derrubaram e me pegaram de surpresa. Que eu perdi o controle. Mas eu gemi internamente esse pensamento. Eu deveria ser melhor do que isso¡­ e ele saberia. N?o, eu precisaria enfrentar minha puni??o. ¡°N?o fique t?o triste, Rae,¡± Zac disse, seu rosto rxando em um sorriso amig¨¢vel mais uma vez. ¡°N?o ¨¦ o fim do mundo.¡± E eu s¨® podia esperar que fosse verdade. Cap铆tulo 112 Cap¨ªtulo 112 Livro DOS ¨C Cap¨ªtulo 2 ¡ªPretty narne ¡ªdijo Miles, desliz¨¢ndose en el asiento del condutor¡ª. ¡°?A donde?¡± ¡°Meu apartamento n?o est¨¢ legal. Si pudieras dejarme all¨ª, te lo agradecer¨ªa. Miles acendeu rapidamente o motor do autom¨®vel ee?ou a conduzir seg¨²n as instru??es que le di. N?o seria uma viagem muito longa, mas aprove cada segundo para pensar em todos os pequenos detalhes em minha cabe?a. Certifique-se de que n?o h¨¢ absolutamente nenhuma margem de erro. Porque los errores pueden significar muerte. Sin embargo, todo el time pude sentir mirada de algunos de los hombres en parte de atr¨¢s, haciendo que mi piel se erizara inc¨®modamente. Sab¨ªa lo que estaban pensando de m¨ª. Pod¨ªa decirlo sin siqueira mirar. ?Una chica bonita e vulner¨¢vel sozinha em seu autom¨®vel? Sim, n?o h¨¢ falta ser um g¨ºnio. Pero interioneso esta era um solo una parte del trabajo. Llegamos al lugar que solicit¨¦ antes de que pasara mucho tiempo y me gir¨¦ hacia Miles con una sonrisa ahora m¨¢s t¨ªmida. ¡°Mi casa est¨¢ a vuelta de esquina¡­¡±,e?a, passando nerviosamente parte de mirgo cabello negro detr¨¢s de mi oreja. ¡°Hum¡­ si no es mucha molestia, ?estar¨ªa bien si me pa?as a mi puerta? Creo que todav¨ªa estoy un poco conmocionado por lo de antes¡­¡±. Pareciao si estuviera a punto declinar, girando cabeza varias veces para mirar entre sus hombres y yo. Como si pudieras verlo debatendo internamente si deber¨ªa deshacerse de ellos para hacer otro recado. Pero n?o poderia permitir que isso acontecesse. ¡°Por favor¡±, enfatic¨¦, estirando una mano para tocar suavemente su rodi. ¡°Voc¨º realmente est¨¢ curtindo.¡± Eso pareci¨® hacerlo. ¡°Muy bien chicos, volver¨¦ en un rato¡±. Dos de ellos instantaneamente sonrieron de uma maneira que me senti mal, os outros suspiraron de frustra??o e se inclinar em seus asientos. Aunque n?o me importaba. N?o eram importantes para lo que necesitaba hacer. Solo necesitaba que se mantuvieran fuera de mi camino. ¡°Si tardas m¨¢s de quince minutos, te dejamos el culo aqu¨ª¡±, dijo uno de ellos. Aunque si esa amenaza fue suficiente para dissuadir a Miles de alguna manera, no lo dej¨® ver. Salmos del auto yence a guiarnos hacia uno de los edificios m¨¢s grandes en los alrededores. Y cada passo que daba, me assegura de hacer peque?os movimentos sutis para manter sua aten??o. Um bnceo de minhas caderas, um movimento de mi cabello. Cualquier cosa para garantir que n?o passe muito tempo pensando no que realmente est¨¢ passando. ¡°Se puede eder al ascensor a trav¨¦s del garaje subterr¨¢neo¡±, dije, empujando una puerta para dejarlo entrar primero. Espero que n?o te importe pa?arme hasta all¨ª, Miles. ¡°Est¨¢ bem,¡± Ao entrar em um edif¨ªcio desmontado em constru??o, estaba seguro de que se daria conta em qualquer momento. Observe c¨®mo no hab¨ªa autos estacionados en ning¨²ndo¡­ ni siquiera pertenec¨ªa a unplejo de apartamentos. ¡°?D¨®nde est¨¢ el ascensor¡­?¡± pregunt¨®, deteni¨¦ndose lentamente.¡±¡ªEspera, ?me maste ¡®Miles¡¯? Como hizo¡­¡± Y fue casio si pudiera ver fisicamenteo los engranajesenzaban a girar en su cabeza, y se di cuenta de que algo no estaba bien neste momento. ¡­Um momento que estaba esperando. Antes de que pudiera darse vuelta para mirarme, llegu¨¦ detr¨¢s de ¨¦l y lo agarr¨¦ del cabello, arroj¨¢ndolo rapidamente contra pared. Usando fuerza ¨¦ suficiente para causar un da?o grave, pero a¨²n lo suficientemente ligeroo para considerarse afortunado. Era mucho melhor que alternativa. Uma alternativa que tem um resultado mais permanente. N?o, mi instruci¨®n hab¨ªa sido ra; Debia entregarlo vivo. Un estorbo m¨¢s que un beneficio y que requer¨ªa m¨¢s esfuerzo. Normalmente, havia terminado eso en cuesti¨®n de segundos. De esta manera requeria m¨¢s¡­ moderaci¨®n. ¡°??Que demonios?!¡± grit¨® de dolor cuando lo tire al suelo. Mar Maldita. N?o h¨¢ sido suficiente. Me hab¨ªa contenido demais. Me movi hacia ¨¦l de nuevo uma inten??o ahora m¨¢s seria em meu passo e me agach¨¦ para agarrarlo por nuca de sua camisa. Imediatamente,e?ou a luchar contra m¨ª, tratando de solt¨¢-lo, mas n?o era suficientemente forteo para hacer que solt¨¢-lo mi agarre. ¡°?Quitate de encima de m¨ª!¡± Pero me sostuve f¨¢cilmente, levant¨¢ndolo mientras media internamente altura correcta para dejarlo caer una vez m¨¢s. O tal vez ser¨ªa m¨¢s f¨¢cil golpearlo diretamente 4- ??Qu¨¦ est¨¢s haciendo?!¡± alguien de repente gr?o detr¨¢s de m¨ª. Instantaneamente gire mi cabeza hacia voz, Miles todav¨ªa estaba firmemente sujeto a mi a mi achegarre, y vi que uno de sus sus aproximado a nosotros. Mierda ¡°?Tipo! ?Entra aqui! ?Esa perra est¨¢ atacando o Miles! Ai, vamos. ?Em serio? Uno o tal vez dos hombres habr¨ªan estado bien. ?Pero cinco homens corpulentos que sab¨ªan pelear? Eso fue preocupante. Tire a Miles al suelo de nuevo, con esperanza de que fuerza fuera suficiente para mantenerlo en el suelo esta vez, y volv¨ª mi atenci¨®n a los reci¨¦n llegados. Os quatro novos oponentes os que tiveram que trabalhar muito duro para me enfrentar. Sin embargo, a diferencia de Miles, no ten¨ªa ninguna orden sobre c¨®mo manejarlos. Me enderece, ech¨¦ los hombros hacia atr¨¢s e rapidamente equipar daga que habia escondido detr¨¢s de mi vestido. Un arma preferida por su maniobrabilidad y¡­ silencio. Las cosas estabelece um ponto de interesse interessante. El primer hombre vino corriendo hacia m¨ª entonces, girando hacia mi cabeza que esquiv¨¦ sin esfuerzo. N?o h¨¢ necessidade de saber o que ¨¦ l¨®gico que era instantaneamente contrarrest¨¦ seu ataque cortando minha daga a lorgo de seu costado. Hab¨ªa sido tan r¨¢pido que n?o me habr¨ªa visto hacerlo. ¡°?Argh!¡± grit¨® de dolor, tropezando a uns metros de distancia. Se aferro a herida, con el rostro contra¨ªdo por rabia. ¡°??Quien diablos eres t¨²?!¡± ¡®Alguien entrenado desde ni?o para manejar a hombreso t¨²¡¯, pensado internamente. Alguien moldado para converter em uma arma. Pero ninguna destas cosas se dijo en voz alta mientras me concentrar porpleto na tarea que ten¨ªa entre manos. Enfocado em mi tarea. Se o outro passo for feito, a inten??o de terminar o trabalho, pero luego os outros homens se apresse para defender. Me di cuenta por sus rostros que ahora me ten¨ªan miedo; tan contrastado las miradas de lujuria pervertida que ten¨ªan solo uns minutos antes. N?o, agora voc¨º era uma amenaza para ellos, un desconocido y mucho m¨¢s fuerte de lo que esperaban dado mi peque?o tama?o. Limpe a casa da daga contra meu vestido para limpar antes de mover-se lentamente para uma posi??o defensiva. Tendr¨ªa que ir a lo seguro. Fue entonces cuando dos de ellos corrieron hacia m¨ª, provavelmente a esperan?a de aprovar o hecho de que me superaban em n¨²mero. Cada um de ellos trat¨® de atacarme de cualquierdo, pero aun as¨ª logr¨¦ esquivar sus golpes a pesar de eso. Segu¨ª movi¨¦ndome, segu¨ª eludiendo sus avances, El m¨¢s m¨ªnimo som de movimento detr¨¢s de m¨ª. mis Fui a darme vuelta y confirme por m¨ª mismo¡­ pero era demasiado tarde. Antes de me mover em um cent¨ªmetro, o impacto se arrependeu de algo que me golpeou na nuca. ¡­Y chame al suelo. Un zumbido soou instantaneamente em seus o¨ªdos, mi visi¨®n dio vueltas. Fui demasiado lento y me olvid¨¦ de revisar a Miles antes. Que erro est¨²pido. Escute que algo golpeou el piso cerca de m¨ª y mir¨¦ para ver una ta de madera rota. Esta seria a causa da causa do dano, provavelmente Miles lo equip¨® con constru??o que nos rodea. Pero esta situa??o a¨²n era manej¨¢vel. Com um movimento r¨¢pido des piernas del hombre m¨¢s cercano, pude provavelmente recupere ventaja y vuelva a intentarlo. Solo necesitaba concentrado. ¡°?Qu¨¦date abajo!¡± um de ellos grit¨®, uma torta r¨¢pidamente fue presionado em mi espalda. ¡­Y luego lo sent¨ª. Esa presi¨®n acumda en el interior. Um panhado de minha vis?o parpadeando um negro A sensa??o nauseabunda de algo que amenaza o controle. Necesitaba volver a levantarme imediatamente antes de que fuera demasiado tarde. Neste momento. Movi¨¦ndome tan r¨¢pidoo pude, abandone mi n anterior e intent¨¦ ponerme de pie uma vez mais. S¨® que os homens n?o s?o t?o est¨²pidoso para permitir-me alguma coisa. Ya hab¨ªan visto de primera mano lo peligroso que era em realidad. Con una patada en el estomago, me enviar diretamente hacia abajo antes de que pudiera arrodirme y,o resultado, resopl¨¦ por el aire que me rodeaba. N?o¡­ n?o, n?o, n?o¡­ esto no era bueno. Esto no era bueno para ninguno de nosotros. Otro parpadeo de mi vision, otra de n¨¢useas. N?o iba a poder aguantar muito mais. ¡°T¨²¡­ tienes que para¡±, me atragant¨¦. Pero est¨¢ sozinho para ser recebido uma ronda de riscos, sua ingenuidade antes da situa??o real era evidente. ¡°?Y por qu¨¦ deber¨ªamos?¡± pregunto uno de ellos. ¡°?Para que puedas acabar nosotros? ?Qui¨¦n te envi¨®? Material ? of N?velDrama.Org. ¡°Por favor!¡± Supliqu¨¦ de nuevo cuando me dieron otra patada. ¡°Por favor, tienes que param o¡­ o no podr¨¦ detenerme¡±. Esto me vali¨® un segundo de confuso silencio. Perd¨ª um segundo cuando me enviou ao ponto de inflex?o de perder a batalha interior. ¡°No, no creo que lo haga¡±, dijo uno de ellos, agach¨¢ndose para mirarme. ¡°Creo que te golpear¨¦ un poco m¨¢s y te har¨¦ gritar hasta que me dess respuestas que te pedi. Si eres una buena chica, tal vez haga que esos gritos sean m¨¢s¡­ beneficiosos¡­ para los dos. Mais risas, mais bus, otra patada en mi costado mientras continuaba retorci¨¦ndose y tratator de levantarme. Normalmente, este foi rtivamente f¨¢cil de superar para mim, mas agora est¨¢ peleando dos batas separadas; uno interno y otro externo. ¡­ Pero entonces, finalmente, se acab¨® el tiempo. Podia sentir-se agora, sentir-seo se apodera de mim e me empujaba a umdo a pesar de resistirlo com cada onza de energia que ten¨ªa. ¡°Ah, Dios¡­¡± susurr¨¦. Y mir¨¦ los rostros de los hombres frente a m¨ª. Levant¨¦ vista y les dije lo ¨²nico que pod¨ªa para garantir que tal vez podr¨ªa cumplir con ¨¦xito esta misi¨®n otro dia. Para darle a Miles mais minima posibilidad de sobrevivir a esto. ¡°Empieza a correr¡±, fue todo lo que dije. ¡­Y todo se volvi¨® negro Cap铆tulo 113 Cap¨ªtulo 113 Livro 2 ¨C Cap.#5 ¡°Raven, acorde. J¨¢ ¨¦ meio-dia,¡± continuou a voz que eu tinha acabado de ouvir. Eu me levantei e estremeci, tocando minha testa suavemente. Uma batida forte pulsava dolorosamente por dentro enquanto uma dor de cabe?a imediatamente parecia me cumprimentar. Parecia que este dia j¨¢ tinhae?ado bem. ¡°Raven!¡± a voz chamou novamente. ¡°Estou acordado!¡± Eu gritei de volta. Dois minutos. Isso ¨¦ tudo que eu estava pedindo. Dois minutos para acordar e processar¡­ o que diabos *isso* tinha sido. Eu ainda podia me lembrar vividamente, testemunhando o que eu s¨® podia assumir que era a forma que eu assumi quando me tornei a fera. Talvez fosse minha consci¨ºncia manifestando isso. Aparecendo no meu pesadelo devido ao qu?oum ele estava em minha mente antes de dormir. Afinal, eles dizem que os sonhos t¨ºm significado para as coisas as quais voc¨º se preocupa quando est¨¢ acordado. No entanto, ainda era surpreendente ver sua apari??o p primeira vez; se essa descri??o fosse mesmo precisa. Um casaco de pele t?o escuro quanto meu cabelo olhos tem¨ªveis. Essa foi realmente a ¨²ltima coisa que algumas pessoas viram antes de sua morte? Estremeci esse pensamento. Independentemente disso, eu tive que fazer o meu melhor para tirar isso da minha mente, pois havia coisas mais importantes para me preocupar hoje. E esse pensamento final, a porta se abriu revndo um homem mais velho cabelos grisalhos. Ele poderia at¨¦ ter sido considerado bonito para sua idade se n?o fossem as v¨¢rias cicatrizes que marcavam seu rosto¡­. ¡°Saia da cama e v¨¢ para a academia,¡± ele disse bruscamente. ¡­E se n?o fosse por sua atitude terr¨ªvel. Meus olhos se estreitaram um pouco a intrus?o, mas mantive a calma. Achei melhor n?o ficar bravo meu novo tutor, Gavin. Embora nem de longe t?opetente quanto seu falecido antecessor, ele ainda era um oponente formid¨¢vel em uma luta. Um um temperamento t?o curto quanto sua paci¨ºncia. E essa atitude arrogante, provavelmentepensando algo t?o curto, ¡°Eu tenho um evento hoje ¨¤ noite, senhor,¡± eu expliquei educadamente, for?ando-me a apazigu¨¢- lo. ¡°Espera-se que eu apare?a na frente de muitas pessoas importantes. O chefe j¨¢ deveria ter dito a voc¨º que eu preciso estar no meu melhor.¡± Ele bufou em uma risada. ¡°Nenhuma quantidade de maquiagem vai ajud¨¢-lo se voc¨º continuar sentado em sua bunda pregui?osa. Al¨¦m disso, n?o vejoo o treinamento iria interferir no evento.¡± ¡°E quando sou apresentado a essas pessoas cobertas de hematomas do treinamento,o voc¨º acha que eu explico isso sem que uma investiga??o formal seja iniciada? ¡­*Senhor*¡± Inclinei minha cabe?a e o encarei, esperando por sua resposta. oly. Mas em vez de franzir a testa ligeiramente ao perceber que eu estava certo,o o que eu esperava, em vez disso, ele fez o oposto. ¡­ Ele sorriu. ¡°Bem, suponho que n?o haver¨¢ problemas nas voltas, ent?o?¡±. Droga. Quatro horas depois, minha sess?o de treinamento finalmente terminou, deixando-me apenas algumas horas para me preparar para o evento de caridade. E enquanto a incapacidade de Gavin de me dar um ¨²nico dia de folga certamente era um obst¨¢culo, o mais importante agora era garantir que eu parecesse impec¨¢vel para a tarefa especial que eu estaria trabalhando ao anoitecer. Algo mais f¨¢cil dizer do que fazer, dadas as olheiras sob meus olhos. Em prepara??o para a miss?o, eu havia memorizado tudo que a pasta manilha listava sobre esse prefeito estrangeiro, Victor Lycroft. Mas apesar dessa informa??o, e apesar do fato de eu ter tido muitas miss?es muito mais dif¨ªceis do que essa antes, eu ainda me sentia¡­ fora. Foi por causa do meupso de controle ontem? Ou talvez a press?o para garantir que eu n?o falhei novamente? Ou foi porque eu sabia que minha puni??o seria a mais severa at¨¦ agora se eu voltasse para casa de m?os vazias? E senti quando outra onda de n¨¢usea passou por mim. ! ¡°Raven!¡± uma voz ent?o gritou do corredor. Uma das empregadas. ¡­ Um telefonema para me informar que estava na hora. N?o querendo demorar mais, rapidamente juntei minhas coisas. ¡°Legal de sua parte finalmente se juntar a mim,¡± meu pai disse enquanto eu deslizava na limusine aodo dele. ¡°¡­ Desculpas por deix¨¢-lo esperando, senhor.¡± ¡°Os resultados s?o tudo o que importa¡±, ele riu, tomando um gole de uma bebida na m?o. ¡°Eu posso ver que o vestido pretoplementa sua beleza perfeitamente. Duvido que tenhamos algum problema a agenda desta noite, ent?o? ¡°Obrigado, senhor. Estou confiante de que n?o teremos problemas.¡± ¡°Pai¡±, ele corrigiu. ¡°Voc¨º est¨¢ aqui esta noiteo minha filha. Lembre-se disso.¡± . ¡°¡­ Certo, ¨¦ ro,¡± eu disse, for?ando um pequeno sorriso em meus l¨¢bios. ¡°Pai.¡± Era t?o raro participar de eventoso a filha de Eric Reid que era f¨¢cil esquecero agir naqus ocasi?es. Para n?o dizer que ele n?o era meu pai, mas meu treinamento sempre foi muito rigoroso enquanto crescia para garantir que eu fosse o mais ben¨¦fico poss¨ªvel. Meu anonimato era considerado um dos melhores benef¨ªcios que possu¨ªa. E foi por isso que este evento foi ainda mais estressante. Esta noite, eu acabaria sendo apresentado a muitas figuras-chave, perdendo aqu borda sem rosto do passado. Restringindo minha capacidade de realizar miss?es no futuro. E tamb¨¦m me disse uma coisa muito crucial¡­ Disse-me que meu pai considerava essa miss?o mais importante do que meu melhor bem. Ent?o, o que havia de t?o especial naqueles documentos perdidos? ¡°N¨®s estamos aqui,¡± ele disse abruptamente, me puxando de meus pensamentos, e eu senti quando o ve¨ªculo diminuiu a velocidade at¨¦ parar. Foi apenas alguns segundos depois que um homem bem vestido abriu a porta da limusine e me ofereceu a m?o para me ajudar a sair. N?o que isso fosse estranho para esse tipo de evento de sse alta. Na verdade, eu estava grata pelo gesto quando o peguei, agarrando meu vestido at¨¦ o ch?o a m?o livre para evitar trope?ar. ¡°Obrigado¡±, eu disse, embora n?o conseguisse me impedir de olhar imediatamente ao redor. O lugar era enorme. A casa do prefeito era mais apropriadamente descritao uma mans?o, considerando tudo. As trepadeiras subiam ps paredes do pr¨¦dio de tr¨ºs andares, cercado por um jardim meticulosamente bem cuidado por todos osdos. Era impressionante, ainda mais do que as casas de veraneio que meu pai possu¨ªa. Mas havia algo mais sobre este lugar que parecia¡­ diferente. Algo no ar. Como uma sensa??o de inquieta??o que eu n?o conseguia me livrar. Eu ainda estava me sentindo doente da noite anterior? ¡°Vamos,¡± meu pai disse, gentilmente agarrando meu cotovelo. ¡°Todo mundo vai estar dentro.¡± Eu permiti que ele me conduzisse pelos degraus de pedra e por um conjunto de grandes portas dus que ficavam no limiar. Dentro era muito do mesmo; um interior parabinar o seu impressionante exterior. Admirei algumas das bs artes e decora??es que estavam expostas enquanto meu pai me conduzia pelo corredor. Mas foi quando chegamos a outro conjunto de portas que fiquei realmente surpreso. Um grande sal?o de baile foi montado para odar o grande volume de pessoas presentes. Foi de longe o evento mais caro que eu j¨¢ participei pessoalmente, algo que provavelmente n?o foi muito dif¨ªcil de realizar, j¨¢ que esta foi a primeira vez que fui convidada para um evento t?o prestigioso. Ou, pelo menos, ser convidado a panhar qualquer pai dentro de casa, em vez de apenas executar a seguran?a do per¨ªmetro de prontid?o. ¡°Eric,¡± algu¨¦m disse em sauda??o. Eu rapidamente me concentrei quando um homem se aproximou. Um homem que reconheci instantaneamente quando ele apertou a m?o de meu pai educadamente. Ele tinha aproximadamente a mesma idade que ele, mas onde as fei??es de meu pai eram escuras, as deste homem eram mais ras cabelos loiros. ¡°Prefeito Lewis¡±, meu pai respondeu. ¡°Obrigado por me convidar para sua linda casa. ¨¦ sempre uma del¨ªcia sempre que posso vir visitar.¡± ¡°¨¦ ro ¨¦ ro!¡± ele disse, sorrindo. ¡°N?o consigo imaginar um evento beneficente sem um dos nossos patrocinadores mais importantes. E vejo que trouxe um encontro muito bonito esta noite! Seu homem de sorte.¡± Eu me mexi desconfortavelmente oent¨¢rio, mas agradeci que meu pai apenas riu disso. ¡°Ah, isso ¨¦ provavelmente meu erro¡±, disse ele gentilmente. ¡°Esta ¨¦ realmente minha filha¡­ Raven. ¡± O rosto de Lewis imediatamente ficou surpreso quando ele viu minha apar¨ºncia mais uma vez. ¡°Oh¡­ Oh, eu sinto muito¡±, disse ele. ¡°Eu n?o sabia que voc¨º tinha uma filha t?o ador¨¢vel! Mas posso ver por que voc¨º a escondeu. *Social*. Eu precisava ser social esta noite. Este n?o era um trabalho que eu poderia realizar das sombras. Para mim, esta era normalmente a parte mais f¨¢cil; conversando estranhos e deixando uma boa impress?o. Ent?o, por que eu estava achando t?o dif¨ªcil me concentrar? Meu pai deve ter percebido meupso de etiqueta normal, e senti quando seus olhos frios se voltaram para mim. Como se silenciosamente me incitasse a me rpor. Sorria, Raven¡¯, disse a mim mesma. Essas foram as pvras que ele me disse ontem. ¡­ E rapidamente me livrei do meu desconforto subjacente. ¡°Prefeito Lewis¡±, eu disse, for?ando meus l¨¢bios a responder. ¡°¨¦ um prazer finalmente conhec¨º-lo. Meu pai f de voc¨º frequ¨ºncia. ¡­ Remar constantemente ou desacreditar suas pol¨ªticas. Mas ele n?o precisava saber dessa parte. ¡°Muito obrigado por organizar desinteressadamente este evento¡±, continuei. ¡°E at¨¦ mesmo faz¨º-lo em sua linda casa. Sinto que a doa??o de nossa fam¨ªlia n?o chegar¨¢ nem perto da generosidade que voc¨º est¨¢ nos mostrando esta noite.¡± Eu estendi minha m?o e Lewis imediatamente a pegou, ntando um pequeno beijo em sauda??o nas costas d. uma ¡°E t?o charmoso,¡± eleentou meu pai. ¡°Minha pvra, Eric, seria melhor voc¨º trancar este aqui acima.¡± Ele tenta ¨¤s vezes. ¡° trabalha tanto que eu mal preciso me preocupar,¡± ele mentiu, rindo. ¡° tem um talento especial para os neg¨®cios da fam¨ªlia. Eu basicamente tive que arranc¨¢ apenas para vir ao evento desta noite.¡± ¡°¨¦ assim mesmo¡­?¡± ¡­.E agora ele estaria se perguntando em quanto dos ¡®neg¨®cios¡¯ do meu pai eu estava realmente envolvido. N?o que ele fosse fazer a pergunta abertamente. Havia uma raz?o p qual Lewis n?o se intrometia muito, e isso tinha muito a ver as ¡®doa??es¡¯ recebidas em eventos como este. Uma esp¨¦cie de r??o corrupta, mas simbi¨®tica. O olhar curioso de Lewis demorou alguns segundos a mais do que eu gostaria, mas mesmo assim mantive meu sorriso educado. Mostrando a ele que eu achei seusent¨¢rios bem-vindos, apesar de suas piadas essencialmente implicarem que eu deveria ser preso. Hil¨¢rio. ¡°Fndo de neg¨®cios, Eric¡±, disse ele, voltando-se para ele. ¡°Voc¨º teve a chance de ignorar a nova proposta da cidade? Eu realmente poderia usar sua¡­ opini?o. Ele quis dizer dinheiro. Os olhos do meu pai voltaram para mim, percebendo que esse tipo de conversa n?o era algo que eu precisava saber, e rapidamente voltou para o prefeito. ¡°ro, vamos tomar uma bebida e conversar sobre isso¡±, disse ele, estendendo a m?o para Lewis lev¨¢-los a um dos estudos particres. ¡°Tenho certeza de que n?o sentiremos falta se formos breves.¡± E isso, os doise?aram a sair. ¡°Sinta-se em casa, Ravena!¡± Lewis me chamou de volta, pouco antes de se perderem na multid?o. Dei-lhe um sorriso e um pequeno aceno de cabe?a em reconhecimento, mas exalei de al¨ªvio no segundo em que eles se foram. ¡­ Uma sensa??o de al¨ªvio que foi quase instantaneamente ofuscada pelo meu desconforto voltando. Era quase sufocante. Uma sensa??o de necessidade de fuga, de estar no limite. Algo que s¨® piorou gradualmente ¨¤ medida que eu observava os rostos desconhecidos de homens e mulheres ao meu redor. Vendo suas express?es confusas enquanto eles me julgavam apenas no sil¨ºncio de seus olhos. ¡­Eu precisava de um pouco de ar. Minhas pernase?aram a se mover por conta pr¨®pria, caminhando automaticamente em dire??o ¨¤ porta dos fundos, onde um conjunto de escadas levava aos jardins abaixo, e em instantes me encontrei entre a vegeta??o verde dodo de fora. Um vento frio passou por mim, despenteando meu cabelo e pegando meu vestido. S¨® que eu n?o conseguia sentir isso. Se alguma coisa, eu sentio se minha cabe?a estivesse queimando, a pulsa??o da minha enxaqueca anterior retornando. Algo n?o estava certo. Mas eu n?o podia ter certeza; foi por causa deste lugar¡­ ou fui eu? Continuei me afastando do evento, permitindo que meu corpo fizesse o que fosse necess¨¢rio para ficar saciado. Para me levar aonde for necess¨¢rio. E ainda quanto mais na escurid?o eu andava, eu n?o conseguia me livrar dos sentimentos que se agitavam dentro de mim. Como se eu estivesse ficando sem peso, sem f?lego¡­ ¡­ N?o parecia muito diferente do que senti quando perdi o controle. Era isso que estava acontecendo? Eu me encontraria em outra po?a de sangue quando finalmente acordasse? Porque eu n?o tinha certeza se conseguiria lidar tal prova??o t?o cedo. Eu imediatamente mergulhei na bolsa que trouxeigo, procurando o pequeno frasco de p¨ªls dentro. Normalmente n?o ¨¦ algo que eu carregavaigo, especialmente logo ap¨®s um acidente. Normalmente, eu poderia ir pelo menos mais algumas semanas antes que algo acontecesse novamente. *FOTO*, Meus ouvidos captaram o som de algo pr¨®ximo. Mas n?o foi apenas o barulho que me fez estremecer e rapidamente alcan?ar a adaga presa nas minhas costas N?o, eu podia sentir agora, mesmo entre os outros sentimentos que atualmente me dominam. Eu podia sentir algo me perseguindo de dentro da escurid?o. ¡­ Eu n?o estava sozinho. O vento aumentou mais uma vez enquanto eu girava minha cabe?a fricamente, procurando o perigo. Procurando o que quer que estivesse vindo para mim. *FOTO* This text is ? N?velDrama/.Org. Outro ramo. ¡­E joguei minha adaga na dire??o do barulho atr¨¢s de mim. Cap铆tulo 114 Cap¨ªtulo 114 Livro 2 ¨C Cap.# 6 Com um baque, a adaga atingiu seu alvo perfeitamente. S¨® que¡­ n?o era uma amea?ao eu esperava. Nenhum assaltante ¨¤ espreita, N?o, era uma ¨¢rvore. Merda Na verdade, quando fui pegar minha arma, n?o pude deixar de me sentir um pouco aliviado. N?o eram as ruas, nem era uma miss?o que requeria for?a letal. Eu estava em uma maldita festa, o que diabos deu em mim esta noite? Era se pensamentos eportamentos racionais estivessem ausentes. E se o som que eu ouvi fosse simplesmente um animal que vagou da floresta pr¨®xima? Mas¡­ aqu sensa??o de que algo est¨¢ errado. Era raro meu instinto estar incorreto. E agora, meus instintos ainda estavam gritando para mim que algo estava acontecendo, que algo estava se aproximando¡­ que algu¨¦m estava¡­ Aqui. Outro som de movimento atr¨¢s de mim instantaneamente me fez reagir, s¨® que agora estava significativamente mais perto. Na verdade, estava bem atr¨¢s de mim. Eu sabia que se fosse apenas um patrono do evento, eles teriam me chamado ou feito sua presen?a conhecida antes de se aproximar. Mas isso? Isso era outra coisa. Erao se algu¨¦m estivesse intencionalmente se aproximando de mim. Eu puxei a adaga da ¨¢rvore e a empunhei imediatamente, girando para me defender de quem quer que estivesse l¨¢. Contra o que quer que fosse atacar. ¡­ E, instantaneamente, agarrou meu pulso. Movendo-se mais r¨¢pido do que eu esperava, eles conseguiram puxar minha m?o para tr¨¢s, desarmando minha adaga em um movimento r¨¢pido. Uma tica que precisaria de velocidade e habilidade significativas para ser realizada. Afinal, minha pr¨®pria habilidade n?o era natural. Mas n?o haviao confundir a situa??o agora¡­ Ele me prendeu. Desarmado, sozinho e basicamente preso contra a ¨¢rvore atr¨¢s de mim. Minha ¨²nica chance era poder chut¨¢-lo no est?mago, criar algum espa?o, avaliar a situa??o e E¡­ E ent?o o mundo pareceu simplesmente¡­ parar. Perfurando o panico em minha mente, a sensa??o de fa¨ªscas explodindo ao longo do meu bra?o logo se tornou imposs¨ªvel de ignorar. Como formigamentos prazerosos dan?ando ao longo da minha pele¡­ de onde o homem ainda segurava meu pulso. Em confus?o, meus olhos lentamente subiram,e?ando de onde sua m?o ainda me segurava, at¨¦ que, finalmente, olhei para seu rosto. At¨¦ que encontrei seus olhos. Seus olhos escuros, olhando nos meus. Invocando uma sensa??o avassdora de saudade e familiaridade dentro de mim. Como se eu o conhecesse¡­o se sempre o tivesse conhecido¡­ e como se ele fosse¡­ Como se ele fosse¡­. Minha.¡¯ A pvra foi sussurrada dentro da minha cabe?a. Mas n?o parecia que veio de mim. Meu¡­ meu¡­ meu¡­¡¯ Ele continuou repetindo, tornando-se mais forte, quaseo se estivesse tentando se for?ar a passar pelos meus l¨¢bios. Fr em voz alta, por qualquer motivo. Mas eu o empurrei de volta. ¡°N?o ¨¦ bem o momento que eu sempre imaginei¡±, disse ele. Sua voz rapidamente me atingiu e ressoou por dentro. Como mel derretendo minha dor, derretendo a queima??o que estava l¨¢ momentos antes. Agora s¨® havia ele. Apenas sua presen?a que oprimia e amea?ava me fazer esquecer tudo o que eu sabia. ¡®Minha.¡¯ O que eu estava fazendo de novo? Aqueles l¨¢bios dele chamaram minha aten??o¡­ Observando-os com uma curiosidade rec¨¦m-descoberta. Eles seriam macios? Ou talvez mais grosseiro? ¡®Minha.¡¯ E aquele cabelo castanho escuro¡­o seria tocar? Para correr meus dedos por ele? ¡°Voc¨º costuma puxar facas para estranhos?¡± ele perguntou brincando, seus l¨¢bios se curvando em um sorriso. ¡­Aquele sorriso. Uma pequena express?o que me fez esquecero respirar por um segundo. Era o sorriso mais perfeito que eu j¨¢ tinha visto. Se essa fosse a ¨²ltima coisa que eu visse, n?o me arrependeria. ¡°¡­Ol¨¢?¡± ele perguntou quando eu ainda n?o tinha fdo. Eu rapidamente olhei de volta para seus olhos, encontrando sua cor agora diferente. N?o mais os orbes escuros que eu testemunhei p primeira vez¡­ mas cor de avel?. Umabina??o fascinante de verde e marrom. ¡°¡­Perd?o?¡± Eu consegui perguntar, n?o tendo assimdo nada do que ele tinha acabado de me dizer. ¡°Eu disse ¡®voc¨º costuma puxar facas para estranhos¡¯?¡± ele repetiu. E imediatamente sa¨ª do meu transe. ¡­ S¨¦rio, o que diabos havia de erradoigo? Eu puxei meu bra?o para longe de seu aperto e me apertei p ¨¢rvore, fazendo um p¨¦ ou mais de distancia entre n¨®s. Deixando dedo meu estranho fasc¨ªnio, eu n?o podia refutar os fatos da minha situa??o atual. Um em que eu estupidamente baixei a guarda contra algu¨¦m que me perseguiu do escuro ¡°Woah, acalme-se¡±, disse ele, gentilmente levantando as m?os. O sentimento foi parcialmente perdido, pois uma daqus m?os ainda segurava minha adaga. ¡°Eu n?o queria te assustar.¡± ¡°Voc¨º costuma se aproximar de mulheres vulner¨¢veis sem se anunciar?¡± Eu perguntei, voltando a pergunta para ele. ¡°Atac¨¢-los do nada?¡± Ele riu um pouco isso, um som que fez meu corpo reagir de acordo. Era quase sedoso, me coagindo a rxar apesar da minha resolu??o de permanecer guardado. ¡°Mulheres vulner¨¢veis¡±? ele perguntou. ¡°Parece-me que a ¨²nica ¡®pessoa vulner¨¢vel sendo atacada aqui sou eu mesma¡¯. N?o fui eu quem puxou uma adaga. Voc¨º era. Acho que n?o sabia que era esse tipo de festa.¡± This text is ? N?velDrama/.Org. *Festa.* Oh, porra. Foi ent?o que parei um momento para olhar seu traje e notei o terno sob medida que ele estava vestindo, um que se ajustava perfeitamente ao seu corpo. Moldado ao longo de cada curva para mostrar cada um de seus m¨²sculos *Basta* Afastei esses pensamentos novamente, apenas o tempo suficiente para entender o que isso significava. ¡­Que eu tinha acabado de tentar matar um convidado. Convidado de um dos eventos mais prestigiados do ano, organizado por ningu¨¦m menos que o pr¨®prio prefeito. Um evento que eu mesmo deveria estar deixando boas impress?es e trabalhando para obter informa??es. Ser expulso agora significaria um fracasso instantaneo. ¡­ Significava puni??o. Significava¡­ eu precisava sair daqui. Agarrando apressadamente meu vestido na m?o, dei v¨¢rios passos cautelosos para longe, nunca tirando os olhos dele enquanto eu testava para ver se ele nejava seguir. Mas quando ele simplesmente olhou para mim confuso, eu sabia que era agora ou nunca. ¡­ E ent?o eu corri. Comecei a correr de volta para onde ficava a casa ¨¤ frente, xingando os saltos que fui obrigada a usar, xingando minha estupidez eportamento estranho. Amaldi?oando meu corpo, meus erros, minhas emo??es. E quando cheguei aos degraus,ecei a subir sem nem olhar para tr¨¢s. Eu s¨® precisava entrar primeiro. Enquanto eu fosse o iniciador, talvez ainda pudesse mudar essa hist¨®ria. Eu apenas diria a eles que ele me atacou. Que eu era a v¨ªtima. Que eu sa¨ª para tomar um ar no jardim e ele puxou uma faca para mim. Qualquer um podia vero ele tinha o dobro do meu tamanho, certamente as pessoas n?o achariam muito dif¨ªcil de acreditar. Corri p porta e entrei no sal?o de baile mais uma vez, vasculhando a s ao meu redor at¨¦ que fiz contato um par de olhos olhando diretamente para mim. Olhos azuis frios que me fizeram estremecer. Meu pai. Ele deu uma olhada em mim e deve ter percebido que algo estava errado, se n?o apenas devido ¨¤ minha curta aus¨ºncia do evento. E para minha consterna??o, elee?ou a se aproximar de mim. ¡°Raven¡­ onde voc¨º estava? O que est¨¢ acontecendo?¡± ¡°Eu uhh¡­ eu estou¡­¡± euecei, sentindo o conflito crescendo por dentro. ¡°Raven?¡± O que eu quis dizer? Eu precisava de tempo para pensar sobre isso corretamente. Mas se o homem subiu e me exp?spletamente, ent?o eu precisava construir minha vers?o dos eventos agora. No entanto, toda vez que eu abria a boca parae?ar a explicar a mentira, erao se algo dentro de mim instantaneamente fechasse minha boca novamente. O que era essa obsess?o insana que eu tinha por ele? ¡°Raven? O que est¨¢ acontecendo¡­ ¡ª meu paie?ou, mas sua voz foi sumindo lentamente. Ele parou quando ele avistou algu¨¦m entrando p porta atr¨¢s de mim. A mesma pessoa que eu quase matei. ¡°Bem, isso ¨¦ inesperado¡±, ele meditou baixinho para si mesmo, franzindo a testa. Os olhos do homem instantaneamente se voltaram para os meus e eu senti outro arrepio de desejo se espalhar por mim. Algo que eu rapidamente tentei me livrar, j¨¢ que definitivamente n?o era o momento para isso. ¡°Kieran,¡± meu pai cumprimentou, caminhando em dire??o a ele. Foi s¨® ent?o que aqueles olhos castanhos se afastaram de mim. ¡°Eu n?o esperava ver voc¨º aqui.¡± ¡®Kieran¡¯. Esse era o nome dele. Kieran¡­ ¡®Kieran¡¯¡­ se encaixava perfeitamente nele. Continuei repetindo isso na minha cabe?a, saboreando a pequena informa??o que me foi dada agora. ¡°Desculpas, j¨¢ nos conhecemos?¡± ele perguntou ao meu pai, ainda aceitando seu aperto de m?o. Minha mem¨®ria pode ser terr¨ªvel.¡± Ele n?o sabia quem era meu pai? Eu fiquei tensa aqu rea??o. Conseguir encontrar algu¨¦m que n?o conhecesse meu pai era bem absurdo. Quem nesta cidade *n?o* o conhecia? A n?o ser que¡­. ¡°N?o por alguns anos,¡± meu pai riu. ¡°Voc¨º ainda era muito jovem quando seu pai e eu nos conhecemos brevemente. Como est¨¢ Victor, hoje em dia, afinal? Ele n?o est¨¢ aqui esta noite?¡± Oh¡­ Du foda¡­ E justamente quando eu pensei que as coisas n?o poderiam ficar piores. Cap铆tulo 115 Cap¨ªtulo 115 Livro 2 ¨C Ch#7 Kieran Lycroft. Victor Lycroft, meu alvo, pr¨®prio n?o. Como eu consegui estragar as coisas t?o mal? dentro de vinte e quatro burgos , eu senti o se minha vida tivesse passado de cuidadosa, estruturada e precisa, para o que eu s¨® poderia descrevero ru¨ªnas err¨¢ticas. E pior ainda, erao se eu n?o tivesse controle. Controle sobre minha oltua??o, sobre mim mesmo e * . especialmente* nenhum controle quando se tratava desse homem, Kieran. *Infelizmente, meu pai n?o p?de vir esta noite,¡± Kieran respondeu ¡°Heliad um assunto importante surgiu e me enviou em seu lugar para estender o apoio ¨¤ nossa cidade . ¡± Eu podia sentir o cheiro dele t?o nitidamente, o vento agora n?o mais o mascarava de mim t?o t¨®xico e ao mesmo tempo convidativo ¡­ Eu nunca tinha encontrado nada parecido antes. ¡°Uma vergonha. Mas, no entanto, estou feliz que voc¨º possa se juntar a n¨®s. Ouvi dizer que voc¨º vai se aposentar quando ele se aposentar. ¨¦um eleger representantes base na fam¨ªlia em sua cidade ? ¡° . Kieran deu uma meia risada e olhou em volta por um segundo, quaseo se a pergunta o deixasse desconfort¨¢vel. ¡°Estamos todos muito pr¨®ximos ao norte em Ashwood. Meu pai ¨¦ um grande modelo e me inspirou a substitu¨ª-lo, estou honrado que as pessoas da minha cidade concordem.¡± Seus olhos ent?o voltaram para os meus, um olhar de curiosidade e¡­ outra coisa que eu n?o conseguia misturar. Mas o que quer que fosse, eu queria mais. ¡°Oh, desculpe, onde est?o minhas maneiras?¡± disse meu pai, estendendo a m?o para mim. ¡°Permita ¨C me apresent¨¢-lo a Raven.¡± ¡°Raven? Estou feliz por finalmente pegar seu nome,¡± ele disse, ent?o se virou para Eric, ¡°Voc¨º sabe , n¨®s realmente tivemos um momento para nos encontrar nos jardins agora.¡± ¡­.Oh n?o¡­ por favor, n?o. Meu pai levantou uma sobrancelha em confus?o. ¡°Oh? Foi para l¨¢ que fugiu?¡± ¡°Voc¨º n?o acreditaria, mas¡­¡± Kieran riu levemente, aparentemente achando a coisa toda hil¨¢ria, ¡° deve ter se assustado porque¡­¡± E foi ent?o que Kieran finalmente olhou para mim, sua frase lentamente parando quando nossos olhos se encontraram. ¡°¡­Porque. . ? ¡ª meu pai pediu. ¡°Oh¡­ ah¡­¡± Kieran trope?ou, rapidamente limpando a garganta. ¡°¡­ pulou de surpresa. Eu acho que eu acidentalmente tropecei n.¡± ¡°Isso ¨¦ certamente at¨ªpico d. Minha filha ¨¦ normalmente dif¨ªcil de tomar desprevenida. ¡°Sua filha?¡± Kieran perguntou, confuso. ¡°Raven ¨¦ sua filha?¡± ¡°Isso mesmo.¡± *E cresceu aqui em Loud Olly?¡± por que mdeed, cera o que eu queria saber tamb¨¦m. Que buonnons ele tinha questionando algo t?o pessoal Esrecimento uma vez que viveria era suficiente, se necess¨¢rio. Ele n?o precisava conhecer minha hist¨®ria de vida _ Kieran agora estava me encarando uma express?o mais s¨¦ria, o tom de brincadeira agora tinha ido embora ¡° nada , simplesmente n?o ageo a maioria dos coc? que conheci na cidade¡± E o que isso deveria significar? Mas onghter irrompeu do meu pai, ramente n?o iodadoo eu estava ¡°N?o, eu n?o suponho que o fa?a Eu a criei uma boa cabe?a nos ombros Estou feliz em saber que n?o ageo a maioria as pessoas arrogantes da cidade fazem.¡± ¡°Certo¡­¡± Kieran concordou, mas sua voz ainda soava distante em pensamentos. ¡°Raven realmente adora o ar livre e a natureza, algo que sei que Ashwood tem muito. N?o consigo mant¨º longe de querer estar sempre ao ar livre. N?o ¨¦ mesmo, Raven ? ¡± Amor ao ar livre? ro, eu corria de vez em quando, mas n?o diria que era um hobby ou um tra?o definidor da minha personalidade. Fiquei intrigado aqueleent¨¢rio, mas ainda muito focado em tentar descobrir as rea??es de Kieran, que n?o entendi imediatamente o que meu pai estava fazendo. Como ele estava mentindo para estabelecer um terrenoum entre n¨®s. E ao fazer isso, ele estava me dizendo que meu alvo havia mudado para a noite. Com Victor agora n?o participando do evento, eu precisaria utilizar a coisa mais pr¨®xima disso O filho dele. Eu n?o conseguia me lembrar da ¨²ltima vez que estive t?o estressada. ¡°Raven?¡± A voz do meu pai me puxou da minha cabe?a depois que eu ainda n?o tinha fdo. Eu n?o estava agindo da maneira que eu deveria estar e ele sabia disso. Inferno, mesmo se eu conseguisse descobrir sobre os documentos, eu me perguntava se ainda enfrentaria algum tipo de repercuss?o pelo meuportamento estranho a noite toda. Eu pesei minhas op??es rapidamente, debatendo qual resultado aqui seria pior e, finalmente, fiz uma escolha que nunca esperava fazer. Especialmente n?o porque eu era t?o c¨¦tica em r??o a ele. Mas algo dentro de mim me empurrou, e eu queria ter f¨¦ nesse sentimento, E ent?o decidi confiar no homem que acabei de conhecer. Confie no fato de que, se ele n?o tivesse me exposto instantaneamenteo eu pensei que faria, ent?o ele provavelmente n?o o faria. ¡°Ah, certo, eu sinto muito¡±, eu disse, fingindo um pequeno aceno de cabe?a e um sorriso excessivamente educado. ¡°Eu pare?o estar um pouco fora disso esta noite, eu deveria ter lhe dado meu nome antes, isso foi t?o rude da minha parte.¡± tepai nanjower sempre adiantou, mas eu continuei sorrindo no lugar, esperando fazer o suficiente para e a eletup Dount pne muito diough, luia lipia virou 11 A strtfk e ele tinha uma banda N?o h¨¢ necessidade de iy, nunca ¨¦ tarde demais para introduotione¡±, disse ele. ¡° Kiaran Ly crof t , prazer em conhec¨º ¨C lo antar seis terras para um Hoond beloje governando meu owsi, e imediatamente o rejeitou. Essa mesma sensa??o de marcase?ou a se espalhar pelo contato sua pele, fazendo que perdesse a Concentra??o. E seu louehit parecia t?o agrad¨¢vel e caloroso, tornando-me dolorosamente um ciente dos pensamentos que estava tentando suprimir t?o desesperadamente, Depois de ntar um pequeno kins nas costas da minha m?o, ele me soltou, e descobri que tinha esquecido O que quer que eu estivesse dizendo Veja Tudo est¨¢ perdoado¡±, brincou Eu levei um segundo para piscar e levantar minha cabe?a antes de lutar para colocar de volta no rosto que eu precisava mostrar, tentando n?o deixar transparecer o qu?o afetada eu realmente estava. *p rever¨ºncia sobre eu te pagar uma bebida em desculpas?¡± Eu consegui dizer, agindo no piloto autom¨¢tico. Embora eu amaldi?oasse silenciosamente a leve gagueira na minha voz. ¡°Eu adoraria ouvir mais sobre Ash wo d . ¡± Ah, voc¨º faria? ro, eu adoraria uma bebida¡± Eu n?o podia ter certeza, mas era quaseo se ele achasse isso engra?ado. Borderline zombando de mim. Mas suponho que rir de mim por qualquer motivo era melhor do que as formas alternativas que esse encontro poderia ter acontecido. E ainda assim, mesmo sabendo disso, eu ainda n?o podia deixar de me sentir levemente iodado por isso, eu n?o gostava de me sentiro se eu fosse uma piada Vou deixar voc¨ºs dois por agora, ent?o,¡± meu pai pagou, tocando meu bra?o, ¡°Seria melhor se eu checasse alguns outros conhecidos de qualquer maneira. Estarei por perto se precisar de mim.¡± Seu aperto noturno sobre mim sem aviso, embora n?o seja ¨®bvio o suficiente para que algu¨¦m perceba, e eu percebi a du conota??o de suas pvras. Eu estarei por perto se voc¨º precisar de mim ¡®o que significa que ele estava por perto e ficaria de olho em mim, Eu dei a ele um pequeno aceno de cabe?a e esperei que isso mostrasse uma confian?a que, na verdade, eu estava t?o carente naquele momento *Devemos?¡± Kieran ficou atr¨¢s de mim quando meu pai foi embora E isso, n¨®s dois fomos at¨¦ o bar e pedimos nossas bebidas. Eu sabia que agora era a hora de fazer o que eu fazia. Era a hora de parar de me deixar sobrecarregar e me concentrar inteiramente na tarefa em m?os. Algo que, meu hist¨®rico at¨¦ agora, eu ainda n?o tinha falhado uma ¨²nica vez em fazer. *Sinto muito de novo,¡± eu disse enquanto esper¨¢vamos, fazendo parecer o mais amig¨¢vel poss¨ªvel ¡°Eu realmente n?o sei o que deu em mim antes e espero que voc¨º n?o pense que eu sou algum tipo de desequilibrado , Eu ri um pouco de mim mesmo e dei uma olhada para tr¨¢s de mim, esperando que sim. suboensciously captando a deixa social Normalmente, eu teria estendido a m?o e gentilmente tocado seu bra?o, mas o pensamento dessas fa¨ªscas possivelmente estar l¨¢ me fez kamp minhas m?os para mim mesmo ¡°N?o, de jeito nenhum¡±, ele respondeu ¡°A coisa toda foi um pouco engra?ada e vai dar uma ¨®tima hist¨®ria * Meu sorriso congelou no lugar isso: * Hist¨®ria? 0-oh¡­ n?o, voc¨º n?o precisa contar a ningu¨¦m sobre isso, ¨¦ t?o terrivelmente embara?oso. Como nossa pr¨®pria piada interna? Eu realmente apreciaria isto.¡± Toque em sua m?o. Raven, ¡®eu disse a mim mesmo, sabendo que precisava meprometer isso, Mas eu realmente n?o queria que a sensa??o tandesa de perder o controle fosse algo que eu desprezasse, e at¨¦ mesmo estar perto dele estava provando ser dif¨ªcil. Felizmente, as bebidas chegaram naquele momento, e eu usei pegar o copoo desculpa para fazer outra coisa *Sa¨²de,¡± eu disse, rapidamente tomando um gole. Talvez mais cinco desses e meus nervos finalmente se acalmassem Mas Kieran foi mais lento para seguir o exemplo, seus olhos me observando de uma forma que me deixou nervosa. Definitivamente n?o do jeito que eu esperaria que um homem estivesse agindo ao meu redor agora. Ele parecia quase. Cauteloso. ¡°Voc¨º sabe que j¨¢ podergar o ato?¡± ele disse de repente. Foi t?o do nada que quase me fez engasgar com a minha bebida. Eu tossi e rapidamente peguei um guardanapo pr¨®ximo para cobrir minha boca, tentando limpar minhas vias a¨¦reas. O que voc¨º quer dizer? Eu finalmente consegui perguntar depois de um momento. *Quero dizer que seu pai n?o est¨¢ aqui para que voc¨º possa rxar,¡± ele disse. ¡°Ou ¨¦ que voc¨º est¨¢ com medo de outra coisa?¡± Ele ent?o se inclinou um pouco mais perto.¡± .¨¦ que eu te assusto, Raven? Eu tinha sido muito para a frente? Ou talvez eu n?o estivesse sendo genu¨ªno o suficiente? Ningu¨¦m nunca tinha me chamado para fingir antes. Mas ele n?o estava totalmente errado. Em qualquer suposi??o. Algo que s¨® aumentou esse medo, * Eu n?o sei de onde voc¨º tirou essa impress?o,¡± eu disse, ainda tentando sorrir. ¡°Tenho gostado imensamente de suapanhia. Na verdade, eu estava realmente esperando que voc¨º me contasse mais sobre Ashw¡ª.¡± ¡°Que tal jogarmos um jogo ent?o¡±, disse ele, me cortando. ¡°Que tal¡­ se eu conseguir adivinhar exatamente o que voc¨º est¨¢ pensando, ent?o voc¨º vai parar de fingir e frigo normalmente? N?o h¨¢ mais sorrisos falsos ou piscar as p¨¢lpebras normalmente. Como aqu garota que puxou a faca nos jardins.¡± Eu n?o estou fingindo¡ª, eu tentei objetar. *Mas, se eu estiver errado.¡± Ele interrompeu novamente. ¡°Se eu estiver errado, ent?o eu vou te devolver sua adaga¡­ e This text is ? N?velDrama/.Org. Eu vou te dizer o que quer que voc¨º esteja ramente tentando descobrir sobre mim. Eu congelei por um segundo quando ouvi seus termos da aposta, me perguntandoo diabos ele poderia ter percebido meu verdadeiro prop¨®sito t?o facilmente. Ser¨¢ que um jogo est¨²pido realmente me daria a resposta que eu queria? Oi, pelo menos, eu *poderia fazer isso¡­ Ah, eu poderia simplesmente mudar minha abordagem. ¡°Tudo bem, tudo bem¡±, eu disse, suspirando. ¡°Voc¨º me pegou. Eu estava tentando ser educado por causa do meu pai. Mas ¨¦ verdade que voc¨º mostrou uma grande habilidade em desviar. Fiquei surpreso. Voc¨º tamb¨¦m gosta de lutar? ¨¦um de onde voc¨º ¨¦ aprender isso ou-. *-_E voc¨º ainda est¨¢ atuando,¡± ele disse desapontado, inclinando-se para tr¨¢s para tomar um gole de sua bebida. ¡°Mas ¨¦ quase impressionante a rapidez que voc¨º pode mudar de rosto. Apenas um pouco desnecess¨¢rio, se estou sendopletamente honesto.¡± Meus olhos se estreitaram para ele. Quem diabos era ele? Se ele era um lutador afiado e podia pegar meus maneirismos t?o facilmente, ele tamb¨¦m foi treinado em um campo semelhante? Obviamente, havia algo faltando aqui e era algo que definitivamente *n?o* foi mencionado na pasta de informa??es de seu pai, Victor. ¡°Minha aposta ainda est¨¢ de p¨¦¡±, continuou ele. ¡°Eu n?o sei voc¨º, mas eu prefiro ter uma conversa sem a teatralidade.¡± Tentei pensar em outra ideia, imaginando se ainda conseguiria dar a volta por cima, mas por fim me vi contemndo o jogo mais uma vez. ¡°Ent?o, deixe-me ver se entendi¡­ voc¨º vai tentar adivinhar exatamente o que estou pensando? ¡°Sim.¡± ¡°E eu posso estar pensando em qualquer coisa que eu quiser?¡± ¡°ro que pode.¡± Fiquei em sil¨ºncio por mais alguns segundos, tentando descobriro ele poderia manipr isso de forma injusta, mas acabei decidindo que as chances estavam a meu favor. Porque, afinal, qual era a pior coisa que poderia acontecer? Cap铆tulo 116 Cap¨ªtulo 116 Livro 2 Ch#8 ¡°Tudo bem, um joguinho parece bom¡±, eu finalmente respondi ¡°Mas voc¨º ficar¨¢ desapontado ao saber que esses motivos ocultos para fr voc¨º Voc¨º acabou de despertar minha ouliouity, ¨¦ tudo Eu tentei rir disso, mas Kieran n?o pareceu notar quando ele imediatamente colocou sua bebida no copo. express?o ficando s¨¦ria quando ele me olhou. Quaseo se eu pudesse senti- lo soando at¨¦ mesmo pequenos detalhes sobre mim Mas aquele olhar confiante dele. Levou tudo o que eu tinha para acalmar meu cora??o, o pulsar nervoso dentro tornando-se t?o alto que eu estava preocupado que ele ouvisse. Para um homem que aparentemente conseguia me ler t?o bem, ele realmente conseguiria isso? ¡°Seus olhos te denunciam muito,¡± elee?ou, inclinando-se o suficiente para que eu ainda pudesse ouvi-lo enquanto ele fva em voz baixa. ¡°N?o me entenda mal, eles s?o muito bonitos, mas eles tamb¨¦m te traem.¡± Nessa proximidade, seu cheiro estavae?ando a me dominar. Seu elogio tamb¨¦m n?o estava ajudando. Eu nunca tinha sido afetado por pequenas coisaso essa antes, mas ele, parecia quase involunt¨¢rio. ¡°Eu acho que voc¨º provavelmente est¨¢ lendo demais nisso,¡± eu respondi baixinho, sorrindo, ¡°Al¨¦m disso, eu pensei que voc¨º deveria estar adivinhando meus pensamentos, n?o teorizando minhas dicas.¡±. *Isso ¨¦ verdade¡­. Ele se aproximou um pouco mais novamente, e eu sentio se tivesse ficado presa apenas por seu olhar, incapaz de me afastar, mesmo que eu quisesse. O que, ro, eu n?o fiz. This text is ? N?velDrama/.Org. N?o, a essa distancia, eu era incapaz de me impedir de pensar emo suas fei??es eram perfeitas . Como seu maxr definido tinha uma forma t?o perfeita que eu poderia facilmente imaginaro minha cabe?a poderia caber sob ele, aninhada contra seu pesco?o confortavelmente, ¡°Meu,¡± aquele w ou d repetiu dentro da minha cabe?a, mas eu o mordi de volta. ¡°Voc¨º est¨¢ pensando¡­ ¡®por que estou t?o atra¨ªda por ele?''¡±, disse ele, enviando um choque de surpresa atrav¨¦s de mim. Mas depois de lutar rapidamente para encontrar uma explica??o l¨®gica, percebi que era ramente apenas um truque de m¨¢gico. Ele estava influenciando meus pensamentos seuportamento, ent?o eu seria pressionada a pensar o que ele queria que eu pensasse. Eu ri do seu palpite e simplesmente o chamei. ¡°Que incrivelmente vago, mas vaidoso de sua parte pensar assim¡±, eu disse, divertido. ¡°Eu pensei que isso era um jogo de adivinhar meus pensamentos exatos, n?o dar a si mesmo um elogio ao contr¨¢rio.¡± No entanto, isso n?o pareceu det¨º-lo nem um pouco e um sorriso se espalhou em seus l¨¢bios ¡°Voc¨º est¨¢ pensando¡­ por que ele me faz sentir assim?* * eu ri novamente ¡°Acabei de lhe dizer que voc¨º n?o pode usar dera??es amb¨ªguas para ganhar. ¨¦o adivinha??o falsa. pote vai funcionar =¨C* E ent?o sua m?o estendeu a m?o e tocou a minha, tingindo levemente contra a minha pele Espalhando aqueles spaiks pelo meu corpo que fez minha respira??o ficar presa na garganta Olhei para a m?o dele enquanto ele gentilmente envolvia a minha, o calore?ando a me fazer concentrar nas fotos. *Minha.¡¯ Esse mesmo pensamento imc¨¢vel continuou tentando se for?ar em voz alta, Ele fechou a distancia final entre n¨®s, chegando at¨¦ que ele estava fndo quase diretamente no meu ouvido. Seu cheiro tornando imposs¨ªvel respirar sem sua influ¨ºncia. E uma m?o segurando a minha, a outra se moveu para minha cintura para me segurar no lugar. ¡°Voc¨º est¨¢ pensando .. ¡®por que parece fa¨ªscas contra a minha pele?¡± Surpresa, olhei bruscamente de volta para ele, s¨® que me encontrei agora a apenas alguns cent¨ªmetros dele. T?o perto, eu podia sentir o calor de sua respira??o contra mim. Meu olhar desceu de seus olhos at¨¦ que me fixei em seus l¨¢bios, aqueles pensamentos de antes come?ando a invadir minha mente mais uma vez. Imaginandoo seria senti-los se movendo contra os meus. Para provar o que eles pareciam me prometer. ¡°Minha.¡¯ Sua m?o ent?o se moveu, subindo at¨¦ encontrar minha bochecha e seu polegare?ou a tra?ar minha mand¨ªb. Enviando mais fa¨ªscas atrav¨¦s de mim. Mas o tempo todo que ele fez isso, eu ainda estava paralisada em seus l¨¢bios, observando-os de perto enquanto ele continuava a fr. ¡°Voc¨º est¨¢ pensando¡­ que voc¨º quer me beijar.¡± Fechei meus olhos um pouco quando o prazer de sua presen?ae?ou a me varrer . Deixando-me rxar no toque que me fez sentir tantas emo??es ao mesmo tempo. Eu estava me entregando a ele e n?o havia nada que eu pudesse fazer. Nada que eu quisesse fazer. Como um feiti?o, ele me tinha agorapletamente ¨¤ sua merc¨º. ¡®Minha minha¡­. ¡® Quando ele se aproximou, t?o perto que nossos l¨¢bios estavam quase se tocando, senti um arrepio percorrer meu corpo. Tentando-me a dar o primeiro passo,o se me prometesse ¨¢gua depois de anos de sede. Eu queria isso¡­ eu queria ele¡­ e eu finalmente senti aquele ¨²ltimo peda?o de restri??o derreter . Comecei a ceder, minha pr¨®pria m?o se movendo para toc¨¢-lo¡­ ..Mas quando eu estava prestes a fazer contato, suas pvras me pararam. ¡°¡­ Minha¡­¡±, ele sussurrou. .. . E foi o suficiente para a realidade retroceder Eu rapidamente dei um passo para fora de seu alcance, abra?ando meus bra?os no meu peito horror. ¡°..Como voc¨º sabia disso?¡± eu exigi. ¡°Como voc¨º poderia saber disso?! De cada pvra que voc¨º poderia dizer, voc¨º de alguma forma consegue dizer exatamente essa? Kieran ergueu as m?os para me acalmar, mas fez pouco para contrr meu medo. **Rxe,¡± ele disse ¡°N?o ¨¦ grande coisa que eu possa explicar¡±. Mas n?o parecia uma mat¨¦ria leve, parecia estar (roin it. Voc¨º n?o me respondeu,¡± eu disse, estripando meus dentes *Pergunteio voc¨º sabia disso Como voc¨º sabe dizer Foi ent?o queecei a pensar em tudo o que tinha acabado de acontecer, demorando um pouco para perceber o qu?o louco todo o encontro foi Algo que era t?o louco que s¨® podia chegar a uma conclus?o, * Voc¨º me drogou?¡± Eu perguntei em voz baixa. Ele tinha que ter. Meu sentimento de doen?a e falta de controle, minha incapacidade de tomar decis?es racionais Tudo isso s¨® poderia ser explicado por uma coisa. Eu rapidamente olhei para onde minha bebida estava e olhei caut. Isso n?o explicava minha rea??o inicial, mas talvez ele tamb¨¦m tivesse feito algoigo quando desarmou minha adaga . O que voc¨º fezigo?¡± eu perguntei novamente Seus olhos se arregram, ramente n?o esperando que eu dissesse isso¡­ ou talvez n?o esperando que eu percebesse a verdade. De qualquer forma, eu n?o confiava nele. Espere o que? N?o!¡± ele disse, ofendido ¡°Acalme-se por um segundo.¡± Ele tentou se aproximar, mas eu instantaneamente panhei seu passo para tr¨¢s. ¡°N?o! N?o me toque!¡± eu fui. Isso chamou a aten??o de algumas pessoas ao nosso redor, virando brevemente a cabe?a para o que era ao??o. Seus rostos se encheram de confus?o e intriga enquanto se alimentavam do drama que se desenrva. Agindoo se fossem abutres sociais. ¡°Ra ven ,¡± Kieran sibilou, chamando minha aten??o de volta ¡°D¨º-me um momento para explicar * Mas a ¨²ltima vez que o deixei fr livrementeigo, ele quase me fez sucumbir a um estado de desconhecido Um estado onde eu n?o tinha controle. E, na minha vida, o controle era tudo. Ele deveria ter sorte que sua tentativa de me drogar n?o resultou acidentalmente em sua morte, porque esse era o pior cen¨¢rio poss¨ªvel aqui. Soltar aqu criatura poderia ter terminado em um massacre, *Ra v en¡± *N o ¡­¡±, eu sussurrei. ¡°N?o¡­ eu n?o vou fazer isso. Foda-se. Nenhuma quantidade de puni??o valeria esse risco. Sem mencionar que este homem estava ramente doente mental se ele pudesse t?o facilmente drogar uma mulher e ent?o ter a aud¨¢cia de dizer a para se acalmar. Meu pai que se dane, eu estava acabado. Do jeito que eu vi, isso ia terminar em um zumbido decepcionante, independentemente . Peguei minha bolsa do balc?o e imediatamenteecei a caminhar para a sa¨ªda o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Lento o suficiente para n?o atrair a aten??o dos espectadores, mas ainda r¨¢pido o suficiente para me sentir seguro ele n?o seria capaz de me perseguir sem parecer suspeito. ¡°Raven¡±, uma voz profunda e familiar chamou soando de algum lugar atr¨¢s de mim . Mas eu continuei andando, recusando-me a encontrar os olhos de meu pai que sabia que estava me observando sair Internamente, eu estava constantemente me checando enquanto voltava para casa de t¨¢xi. Verifique para ter certeza de que n?o desmaiei aleatoriamente ou mostrei outros efeitos cterais da droga. Dizendo a mim mesma repetidamente que tudo que eu precisava fazer era chegar em casa e dormir E, no entanto, o maior efeito cteral que eu estava sentindo n?o era fadiga ou sonol¨ºncia,o eu esperava. N?o, parecia quaseo¡­ solid?o. Como se algo estivesse esvaziando meu peito ¨¤ medida que me afastava do evento. Uma corda me amarrando ao que estava esperando por mim l¨¢, Ou ¡®quem¡¯ estava esperando por mim. Afastei os pensamentos instantaneamente e cerrei os dentes. O que quer que ele me deu, eu nunca tinha visto nada parecido. Uma droga uma rea??o qu¨ªmica t?o espec¨ªfica e r¨¢pida que n?o parecia poss¨ªvel. Um avan?o cient¨ªfico, certeza. Fiz o meu melhor para distrair minha mente quando voltei ao meu quarto. Fazendo tudo que eu podia pensar para me impedir de sentir os efeitos. Mas, em ¨²ltima an¨¢lise, parecia n?o haver escapat¨®ria. E mesmo enquanto eu lentamente adormecia, ainda havia apenas uma coisa em minha mente enquanto dormia naqu noite. Kieran. Acordei no dia seguinte me sentindo um pouco melhor do que quando tinha ido para a cama. E embora os pensamentos dele ainda permanecessem, eu sentio se a coisa toda n?o fosse t?o fresca. Talvez levasse mais um dia ou mais antes que os efeitos desaparecessempletamente? Eu s¨® podia esperar. Esse sentimento de paix?o era perigoso. ¡°Raven,¡± uma voz disse de repente da minha porta, quebrando meus pensamentos. Eu o reconheci imediatamente. Gavin ¡°Por favor¡­ eu n?o estou me sentindo bem o suficiente para treinar hoje¡±, eu gritei de volta. Eu estava muito cansado de toda a prova??o e s¨® queria um dia para me recuperarpletamente. Mas quando a porta se abriu de qualquer maneira, revndo que n?o era apenas Gavin sozinho¡­ Eu soube instantaneamente o que isso significava. ¡°Bom dia Raven,¡± meu pai disse. ¡°Voc¨º dormiu bem?¡± Oh n?o. N?o n?o n?o¡­. #. Por favor¡­ por favor, n?o fa?a isso, senhor,¡± eu disse, o panicoe?ando a crescer no meu peito. Caviu disse que n?o aterrissou, apresentando-se as familiares algemas que eu teria que usar . milenc?, fallet, 119,¡± implorei novamente. Eu vou faz¨º-lo rasgar para voc¨º, eu juro. aven, n?o torne isso mais dif¨ªcil do que precisa ser,¡± ele se encolheu ¡° Voc¨º sabe que a regra j¨¢ lhe deu outra chance e voc¨º parecia jogar isso de volta na minha cara me envergonhando na procena, nada menos N¨®s n?o n?o aceite esse tipo deportamento aqui.¡± Gavine?ou a andar em minha dire??o e eu rapidamente me afastei at¨¦ que eu estava contra o teto *N?o, n?o, n?o, n?o,¡± eu implorei. ¡°Estenda suas m?os¡±, ele instruiu, ignorando meus gritos. Mas quando eu ainda me recusei a ceder, Gavin estendeu a m?o e agarrou minhas m?os, colocando o cusis ns de acordo. Tentei me esquivar, mas n?o havia nenhum lugar para onde eu pudesse escapar. ¡°Hora de ir¡±, ele simplesmente disse. E eu percebi ent?o que eles realmente iriam seguir em frente isso. Fazia anos desde que eu tinha sofrido puni??o p ¨²ltima vez. Anos desde que eu tinhaetido erros t?o descuidados. No entanto, mesmo sabendo o que estava ¨¤ minha frente, ainda fiz escolhas que me levariam at¨¦ aqui. Fiz essa escolha ontem ¨¤ noite, sabendo das repercuss?es. Eu me arrependi disso agora? ¡°Por favor¡­ me desculpe,¡± eu disse v¨¢rias vezes, uma l¨¢grima caindo pelo meu rosto. Quando foi a ¨²ltima vez que chorei? Na verdade, eu n?o conseguia me lembrar inteiramente, mas rapidamente tentei afast¨¢-lo, sabendo que meu pai n?o gostava quando eu agiao uma crian?a, ¡°Raven, estamos indo agora¡±, Gavin repetiu. Ele estendeu a m?o e agarrou meus bra?os, tentando me puxar para frente, mas eu continuei tentando fugir. * Siop resistindo!¡± ele assobiou. Passaram-se v¨¢rios momentos antes que ele finalmente perdesse a paci¨ºncia. Quando eu ainda n?o mostrava sinais de obedecer, ele se moveu para a minha cintura e me levantou por cima do ombro. ¡°NOI N?o, por favor, n?o!¡± Chorei. ¡°Por favor¡­.¡± Eu n?o queria isso . Eu n?o tinha feito nada de errado. Era ele. Ele me drogou. Foi tudo culpa dele, Com nada mais que eu pudesse fazer, olhei para cima e para a ¨²nica voz que poderia acabar isso. Para a ¨²nica pessoa que poderia acabar isso agora . . . . E eu sou seus olhos frios . ¡°Por favor papai, eu sinto muito , eu posso ser melhor, eu juro.¡± Eu poderia consertar isso. Eu poderia fazer isso direito. Eu s¨® precisava de algum tempo e um pouco de ar fresco. Descobrir um novo estrat¨¦gia e eu poderia conseguir o que ele queria . O que quer que ele quisesse . Eu ainda era seu corvo, afinal. Eu ainda era ¨²til. eu ainda poderia ajudar Mas me deparei apenas sil¨ºncio e um olhar de pedra. Quando ficou ro que nenhuma resposta seria dada, Gavin tomou issoo sua deixa para aprender , ee?ou a nos levar para fora do meu quarto e pelo corredor . E a cada passo que dava , 1 squine d gritava para meu pai. Esperando que no fundo ele tivesse pena e me ajudasse ¡°POR FAVOR! PAPA! Por favor¡­ ¡ª gritei. Eu s¨® precisava ser melhor. ¡°PAPAI!¡± Eu faria melhor. ¡°SINTO MUITO ! ¡± Mas, logo, apenas meus gritos permaneceram enquanto ecoavam p casa Ecoando at¨¦ que finalmente s¨® foram ouvidos dentro das paredes do por?o ¨¤ prova de som. O por?o onde meu castigoe?aria. Cap铆tulo 117 Cap¨ªtulo 117 Livro 2 ¨C Cap.#9 ¡°Voc¨º est¨¢ pronto para seguir as regras agora?¡± ¡­Regra n¨²mero um¡­ obedi¨ºncia. Sempre siga as ordens do chefe. Sem perguntas. Eu tinha quebrado essa regra. Eu sabia que estava quebrando no momento em que escolhi correr naqu noite. Eu sabia que isso iria me desembarcar aqui. E ainda assim eu fiz isso. Eu puxei meu corpo para cima da velha cama, mais lento do que eu gostaria, e odieio eu ainda me sentia t?o dolorida dos ferimentos infligidos v¨¢rios dias antes. ¡®Dias¡¯. Essa foi a pvra chave. Isso foi por quanto tempo eu fiquei presa aqui, sozinha meus pensamentos, enquanto isso me for?ava a refletir sobre cada decis?o que tomei at¨¦ este ponto. Porque, no fundo, esse era o verdadeiro castigo. N?o era a dor. N?o, isso sempre acabava r¨¢pido. Gavin fez um ¨®timo trabalho para garantir que o dano infligido fosse r¨¢pido, mas eficiente. Sempre o suficiente para passar o ponto e nunca parecendo nem mesmo vacr enquanto fazia o que fazia. Mas foi o castigo psicol¨®gico que realmente o tornou horr¨ªvel. ¡­ ¡®Dias¡¯. Eu estava aqui¡­ h¨¢ dias. Sozinho. Na dor. Me perguntandoo consegui me convencer de que correr valeu a pena. Imaginando quanto tempo levaria antes que a puni??o finalmente acabasse. E agora esta foi a primeira coisa que me fram depois de todo esse tempo. Essa voz do meu pai do outrodo da porta, perguntando se eu estava ¡®pronta para seguir as regras¡¯. Sim, eu estava pronto ro, eu estava pronto. Eu estava prestes a fazer qualquer coisa, dizer qualquer coisa, se isso significasse finalmente sair daqui. Eu aprendi minha li??o no minuto em que Gavin me arrancou da minha cama. S¨® havia uma autoridade em minha vida e era meu pai. Sempre foi meu pai. ¡­Algu¨¦m de quem eu s¨® queria me livrar. Eu forcei esse pensamento para longe t?o rapidamente quanto ele veio ¨¤ mente. Foram pensamentos exatamenteo esse que me levaram a este momento. Testando a paci¨ºncia de um homem que n?o tinha nenhuma. Eu n?o estava isento das regras por causa do nosso rcionamento. Se alguma coisa, esta puni??o tinha sido necess¨¢ria. Eu ramente me tornei muitocente em sua aus¨ºncia e precisava do lembrete. Realmente, foi minha culpa. Tudo minha culpa. ¡°Raven?¡± instigou meu pai. Lentamente, eu bncei minhas pernas para fora da cama e me levantei, respirando fundo. O primeiro que eu tinha feito em tanto tempo, meu peito estava muito dolorido antes. ¡­E eu meprometi esta decis?o de obedecer. Para obedecer *ele*. ¡°¡­ estou pronto,¡± eu respondi. N?o demorou muito para que eu ouvisse. O som de uma chave tilintando por alguns segundos antes do clique satisfat¨®rio da fechadura. Dentro de momentos, eu me encontrei cara a cara meu pai depois de todo esse tempo. ¡°Bom¡±, disse ele, entrando na s em minha dire??o. ¡°Porque h¨¢ trabalho a ser feito.¡± ¡­J¨¢? T?o cedo? Mas, n?o, esse foi outro pensamento incorreto. Eu deveria estar pensando ¡®obrigado¡¯, elogiando a sorte que tive por ter outra chance. Isso foi uma coisa boa para mim. Um momento para me redimir. Um momento para mostrar que eu ainda era leal: meu pai estendeu uma pasta manilha para mim e eu a peguei, dando um pequeno aceno de cabe?a para mostrar o quanto eu estava grata. For?ando-me a acreditar nessa mesma coisa. ¡°¨¦ um trabalho de limpeza¡±, ele simplesmente disse. ¡°Voc¨º sabe o que fazer.¡± ¡­E, ro, eu sabia muito bem. Dentro de uma hora, eu tinha arrumado minhas coisas e me vestido. Um traje preto que impossibilitava que algu¨¦m me reconhecesse; isso sendo feito por meio de uma m¨¢scara de pano m¨®vel que pode ser puxada para cobrir tanto o pesco?o quanto a parte inferior do rosto. Essa foi uma das coisas mais importantes aopletar uma miss?oo essa. Certificando-se de que ningu¨¦m me viu. Ou, pelo menos, se o fizessem, garantindo que n?o se lembrassem do meu rosto. Afinal, ningu¨¦m queria ser reconhecido em uma cena de crime. Sa¨ª de casa e rapidamenteecei a me dirigir ao local, optando por ficar nas sombras da noite eContent rights belong to N?velDrama.Org. becos ao longo do caminho. Felizmente, minha velocidade e for?a tornaram a jornada mais f¨¢cil, mas eu estaria mentindo se dissesse que meus ferimentos n?o estavam interferindo em nada. Na verdade, mesmo de volta ao ar fresco e uma cura um pouco mais r¨¢pida, eu sabia que ainda precisaria de mais um ou dois dias antes de me recuperar totalmente. Mas eu perseverei independentemente. Correndo apenas a inten??o de me provar para meu pai. Dizendo a mim mesma que nada mais importava. Cheguei ao local perfeitamente a tempo, a inten??o de entrar noplexo de apartamentos de apar¨ºncia decadente, mas quando o fiz, senti algo que n?o era apenas a dor dos meus ferimentos. Era uma queima??o em minha mente, o in¨ªcio de uma dor de cabe?a. Semelhante ao que eu experimentei na noite do evento de caridade. Um que eu desejava que nunca voltasse. E, no entanto, aqui estava novamente, agora de todos os tempos. Eu cerrei os dentes contra a dor e a empurrei. Este n?o era o momento e eu poderia lidar isso mais tarde, uma vez que o trabalho estivesse feito. Por enquanto, eu s¨® precisava me concentrar na minha miss?o. E ent?o eu deslizei p porta da frente silenciosamente, sem fazer barulho. Essa tinha sido a parte f¨¢cil; entrar na ¨¢rea p¨²blica sem ser notado. Era tarde da noite, mas n?o o suficiente para que as pessoas n?o estivessem por perto, voltando para casa dos pubs e bares locais. No entanto, eu sabia que isso n?o era grande coisa quando estedo da cidade estava t?o negligenciado quanto a seguran?a deste apartamento estava faltando. Um trabalho simples, considerando todas as coisas. Eu n?o tinha recebido muitas informa??es. Apenas um primeiro nome, uma breve descri??o, uma hora e um local. Eu n?o queria pressionar por mais detalhes, j¨¢ que n?o era algo que eu precisava saber. Sem mencionar que eu n?o queria abusar da minha sorte, j¨¢ tendo quebrado a regra n¨²mero um esta semana. Regra n¨²mero um; obedi¨ºncia. Sempre siga as ordens do chefe. Sem perguntas. N?o havia necessidade de passar por outro lembrete t?o cedo. Silenciosamente subi as escadas, optando por evitar o elevador, at¨¦ que finalmente encontrei o quarto que estava procurando; apartamento trinta e seis. Localizado convenientemente ao virar da esquina e um pouco longe dos olhos de quem chega atrav¨¦s do elevador. Mas a queima??o na minha cabe?a n?o tinha diminu¨ªdo, algo que eu estava fazendo o meu melhor para ignorar. Na verdade, tornava mais dif¨ªcil arrombar a porta da frente ¨¤ medida que a concentra??o se tornava cada vez mais dif¨ªcil. S¨® mais um pouco embora. Eu tive que aguentar um pouco mais¡­. L¨¢ dentro, eu podia ouvir sons vindos de uma TV e sentir o cheiro de algu¨¦m localizado na mesma dire??o. Isso quase garantindo a posi??o exata do alvo. Tudo o que eu precisava fazer era me esgueirar e acabar isso rapidamente. Um trabalho que deveria ser simples o suficiente para ser conclu¨ªdo com a nova adaga que adquiri do arsenal. Dei alguns passos cautelosos, testando o ch?o em busca de qualquer fraqueza que pudesse criar som, eecei a me mover. Aproximando-se at¨¦ ¨C -Voc¨º n?o precisa¡­.! Do nada, uma voz fraca de repente falou atr¨¢s de mim, e eu instantaneamente me agachei no ch?o defensivamente¡­ ¡­S¨® que ningu¨¦m estava l¨¢. De onde diabos isso veio? Era quaseo um sussurro e ainda assim eu tinha ouvido t?o ramente. Como se estivesse ao meudo. Como se estivessem perto o suficiente para se tocar. Mas n?o era apenas uma voz. Como uma agulha no meu c¨¦rebro, uma nova dor me perfurou e me fez estremecer. Tornando mais dif¨ªcil focar enquanto eu olhava ao redor, fricamente tentando localizar a fonte. Procurando por quem tinha fdo. ¡­ E ainda assim definitivamente n?o havia nada l¨¢. Apenas os sons abafados de pessoas fndo na TV agora podiam ser ouvidos, junto alguns roncos leves vindos da poltrona na frente d. Uma confirma??o de que quem tinha fdo. n?o estava vindo do homem que eu estava aqui para ver. Um homem chamado No¨¦. Eu persisti a dor e me levantei, andando para tr¨¢s da poltrona. Movendo-me silenciosamente at¨¦ que fiquei bem atr¨¢s do homem que se encaixava na descri??o dada. Era agora ou nunca. Eu levantei meu bra?o e apontei minha adaga, indo para um ponto que faria isso r¨¢pido. N?o havia necessidade de causar dor desnecess¨¢ria, eu s¨® precisava . Voc¨º n?o precisa fazer isso¡­ Voc¨º n?o precisa ser¡­! L¨¢ estava novamente. Eu instantaneamente me virei encei minha adaga na dire??o da voz, esperando silenciar quem quer que fosse de uma vez por todas. Para parar a dor intensa e aguda que parecia me trazer. Para faz¨º-lo parar de me assombrar. ¡­ E, no entanto, apenas o ar vazio preenchia o espa?o ao meu redor. N?o, n?o havia ningu¨¦m l¨¢¡­ mas eu pensei que sabia o que estava errado agora. A mesma coisa que estava mexendo a minha cabe?a apenas alguns dias antes. ¡­ Era aqu droga A droga que Kieran Lycroft tinha me dado. Os efeitos de tudo o que ele fezigo ainda deviam estar no meu sistema. Agora, estava interferindo no meu trabalho. Assustando-me de fazer o que eu precisava fazer. Mas que tipo de droga poderia fazer isso? Ou eu estava errado e simplesmente estava perdendo a cabe?a finalmente? Essa ¨²ltima puni??o foi a gota d¡¯¨¢gua que finalmente me fez quebrar? Mas n?o tive a chance de pensar mais sobre isso quando fui arrastada de volta ¨¤ realidade, o som de outro erro esperando para acontecer e me tirando dos meus pensamentos. ¡°Q-que porra ¨¦ essa?¡± algu¨¦m gritou. ¡°Quem diabos ¨¦ voc¨º?!¡± ¡­Ah, merda. Eu me virei mais uma vez e, certeza, l¨¢ estava Noah. Acordado. Observando-me em sua s de estar. Capaz de gritar por socorro e causar outras como??es altas para alertar as pessoas pr¨®ximas de que algo estava errado. Eu realmente estaria enfrentando puni??o duas vezes em uma semana? Mas rapidamente tentei n?o pensar nas consequ¨ºncias e me concentrei no que poderia fazer agora. Deixar os pensamentos de fracasso me preencher s¨® iria piorar isso. Porque eu seria bem sucedido desta vez. Eu tinha que ser. Movendo-me mais r¨¢pido do que ele provavelmente esperava, eu pulei em dire??o a ele e imediatamente o joguei no ch?o. O baque foi felizmente suavizado um pouco por um tapete que ele tinha, mas n?o fez nada para impedi-lo de se debater. Eu s¨® precisava terminar isso rapidamente antes. -Voc¨º n?o precisa fazer isso¡­ Voc¨º n?o precisa ! ¡°C a boca!¡± Eu gritei a voz. Meu aperto aumentou na minha adaga enquanto eu a segurava contra a garganta do homem. O branco em seus olhos agora estava t?o ro quando ele congelou sob o toque da minha lamina. ¡°Por favor¡­ por favor, n?o fa?a isso¡­¡±, ele choramingou pateticamente debaixo de mim. Mas era tarde demais para implorar por sua vida. O que quer que ele tenha feito para irritar meu pai, eu sabia que agora era o resultado de sua pr¨®pria cria??o. Se apenas a situa??o acontecendoigo internamente fosse t?o simples quanto essa l¨®gica. ¡­ N?o tem que ser assim¡­¡¯ continuou, mas eu imediatamente cortei, gritando o que eu podia s¨® para abafar. ¡°C a boca, c a boca, c a boca!¡± Eu bncei minha cabe?a e cerrei os dentes, tentando simplesmente acabar isso e ignorar as emo??es conflitantes que tanto a voz quanto o homem estavam criando dentro de mim. Nunca antes eu havia questionado meu pai sobre quem merecia morrer. Ent?o, por que isso de repente foi t?o dif¨ªcil agora? ¡°Por favor, pegue o que quiser¡±, gritou Noah. ¡°Eu n?o tenho muito, mas por favor¡­ por favor, n?o me mate.¡± O que estava erradoigo? Por que n?o consegui? Erao se minha m?o estivesse congda, incapaz de dar o golpe final. Ele estava bem ali. Indefeso para se mover um cent¨ªmetro por medo de minha faca mord¨º-lo. Isso deveria ter sido t?o simples. E, no entanto, erao se houvesse algo dentro, me impedindo de terminar isso. ¡°Senhora¡­ por favor. Por favor-.¡± ¨C Voc¨º n?o precisa¡­¡¯ As vozes continuaram a fr ao mesmo tempo, tornando dif¨ªcil pensar¡­. Mas n?o demorou muito para que eu n?o aguentasse mais. Um rosnado saiu do meu peito em resposta, instantaneamente fazendo Noah se encolher e gemer um pouco mais. Um ru¨ªdo animalesco e gutural que continha uma amea?a apenas em seu tom. No entanto, n?o soou porque eu finalmente estava cumprindo minhas ordens¡­ em vez disso, foi feito em derrota. Com um movimento r¨¢pido do meu pulso, girei a adaga eecei a usar o cabo para atingir a cabe?a do homem. Um movimento destinado a faz¨º-lo desmaiar¡­ n?o mat¨¢-lo. ¡­Porque eu n?o podia fazer isso. Mais uma vez fui incapaz depletar uma miss?o. E n?o era culpa de ningu¨¦m, exceto minha. De alguma forma, eu tive a oportunidade perfeita de consertar as coisas entre meu pai e eu, mas n?o era forte o suficiente. Ou talvez eu realmente estivesse enlouquecendo. Com o ¨²ltimo peda?o da minha frustra??o, eu cravei a adaga na poltrona, minha respira??o pesada quando cheguei a um acordo o que isso significava para mim. Eu estava quebrado¡­ doente¡­ ou talvez muito fraco para este trabalho. Talvez todos os itens acima. Mas de qualquer forma, esta noite, eu fui um fracasso. Sentei-me no ch?o por v¨¢rios minutos, contemndo o que fazer a seguir e tive ideias nadando em minha mente. Algumas vezes eu at¨¦ tentei segurar a adaga em sua garganta novamente, me incitando a apenas faz¨º-lo¡­ mas falhei todas as vezes em continuar isso. Quanto mais o tempo passava, mais eu ficava raiva, frustrada, e n?o demorou muito para que novos pensamentose?assem a encher minha cabe?a. Uns¡­ Eu n?o deveria pensar porque n?o era parte da minha tarefa esta noite. No entanto, dadas as circunstancias, havia apenas uma maneira de consertar o que estava erradoigo para que eu pudesse cumprir minha miss?o. Para encontrar uma cura para os problemas que experimentei desde aqu noite do evento de caridade. ¡­Eu s¨® precisaria voltar e eliminar isso da fonte. E, desta vez, eu n?o fugiria. Cap铆tulo 118 Cap¨ªtulo 118 Livro 2 ¨C Cap.#10 O no era simples; Rastreie Kieran e exija que ele conserte o que ele fezigo. Com Noah amarrado e trancado dentro de um arm¨¢rio, eu ia em dire??o ao hotel que estava listado na pasta de informa??es de Victor Lycroft. Com alguma sorte, seu filho tinha o mesmo gosto em hospedagem. Uma vez que eu o encontrasse e obtivesse minhas respostas, eu o faria desfazer os efeitos antes de voltar para Noah para terminar o trabalho. Eupletaria minha miss?o esta noite e voltaria para casa sem problemas. Como resultado, meu paie?aria a confiar em mim novamente e Gavin n?o precisaria me arrastar de volta para o por?o. Todos ficar?o felizes. Bem¡­ exceto provavelmente Noah. Ele estaria morto. Mas infelizmente era assim que tinha que ser. ¡®C¡¯est vie¡¯ alguns diriam. Agora ¨¦ s¨® rezar para que nada d¨º errado. Chamei um t¨¢xi e dei ao motorista as dire??es para o hotel, fazendo o meu melhor para fazer minhas roupas parecerem mais casuais no caminho. N?o havia muito que eu pudesse fazer, mas trabalhei o que tinha. Quando cheguei, n?o havia nada em mim que se destacasse muito em um ambiente p¨²blico. Ao sair do carro, por¨¦m, descobri que o hotel era surpreendentemente grande. O tipo de lugar que s¨® os muito ricos podiam pagar e, dado que ele era filho de um prefeito literal, acho que fazia sentido. Embora para uma cidade pequena da qual eu nunca tinha ouvido fr antes, eles certeza pareciam ter dinheiro de sobra. Embora isso fosse uma coisa interessante de se notar, infelizmente significava que se esgueirar seria dif¨ªcil. O lugar teria cameras de seguran?a e funcion¨¢rios andando por toda parte. Ent?o,o eu deveria¡­ E ent?o eu cheirei. Aquele cheiro inebriante que eu conseguia lembrar t?o vividamente agora. O que pertence a Kieran. Ele estava aqui ou, pelo menos, ele esteve aqui recentemente. Eu s¨® precisaria segui-lo e, esperan?osamente, examinar a ¨¢rea antes de entrar em seu quarto. Mas o cheiro n?o me levou para o elevadoro eu esperava. N?o, isso me levou ¨¤ ¨¢rea do bar do hotel. Um lugar onde muitas pessoas estariam ao redor para testemunhar. Certamente n?o ¨¦ um desenvolvimento ideal neste no. ¡°Desculpas, madame¡±, disse um homem na entrada, estendendo a m?o para me pausar. ¡°Eu s¨® preciso confirmar rapidamente seu nome e n¨²mero do quarto, ou o n¨²mero do quarto da pessoa que voc¨º est¨¢ aqui para ver.¡± Olhei para ele sem express?o, confusa. Este hotel era aparentemente muito mais exclusivo do que eu imaginava. No entanto, eu tive que lidar obst¨¢culos muito piores do que isso antes. ¡°Oh! ¨¦ assim mesmo?¡± Eu perguntei inocentemente. ¡°Isso ¨¦ um pouco estranho¡­ Voc¨º v¨º, eu fui enviado aqui para surpreender o Sr. Lycroft, mas ningu¨¦m me disse o n¨²mero do quarto dele. Eu acho que foi apenas uma confus?o. N?o h¨¢o eu ainda entrar? S¨® desta vez?¡± Ele parecia incerto e um pouco desprevenido. Este n?o era o tipo de trabalho em que voc¨º gostaria de insultar acidentalmente a pessoa influente errada. ¡°Oh¡­ Bem, suponho que eu poderia entrar rapidamente e encontr¨¢-lo para confirmar. Sr. Lycroft, voc¨º disse?¡± Ele deu um passo para tr¨¢so se fosse entrar, mas eu sabia que se ele fizesse isso e Kieran dissesse para eles n?o me deixarem entrar, ent?o todo esse no ficaria confuso. ¡°Isso n?o vai funcionar,¡± eu disse um pouco r¨¢pido demais. Eu ent?o me aproximei para tocar suavemente seu bra?o. ¡°Como mencionado, ¨¦ para ser uma surpresa. N¨®s n?o nos vemos h¨¢ muito tempo e seu pai, Victor, me disse que Kieran estava na cidade.¡± ¡°Senhora¡­ temos precau??es para garantir a seguran?a e privacidade de nossos gu¡ª.¡± ¡°Toda a fam¨ªlia ficar¨¢ t?o desapontada se for arruinada. Estamos nejando isso h¨¢ algum tempo. Eu sei que Victor gosta de vir aqui regrmente quando est¨¢ aqui a neg¨®cios. Seria uma pena se essa experi¨ºncia desagrad¨¢vel manchasse isso¡­ Especialmente se eu tiver que ligar para a fam¨ªlia t?o tarde para algo t?o mesquinho¡± Imediatamente, ele ficou nervoso, mas n?o lhe dei mais tempo para processar a situa??o. Afinal, decis?es ruins sempre foram tomadas sob press?o. ¡°Por favor¡­¡±, eu repeti, dando-lhe o meu melhor sorriso. E levou apenas mais alguns segundos antes que, finalmente, ele cedesse. ¡°Ok¡­ muito bem. Eu s¨® preciso do seu nome para o registro e voc¨º pode entrar.¡± Os reality shows mais falsos est?o cada vez mais¡­ Onde est¨¢ Taylor Momsen? ¨¦ um mist¨¦rio por que est¨¢ se escondendo Um sentimento de vertigem presun?osa cresceu dentro de mim quando ganhei a pequena vit¨®ria, e instantaneamenteecei a caminhar em dire??o ¨¤ porta. ¡°Voc¨º pode me chamar de Raven,¡± eu chamei de volta. E entrei no bar antes que ele pudesse fazer mais perguntas. L¨¢ dentro, estava muito mais silencioso do que eu esperava. Era principalmente um monte de pessoas sentadas juntas tendo conversas ¨ªntimas em voz baixa. O tipo de atmosfera que se esperaria de um estabelecimento chique. Definitivamente n?o ¨¦ o tipo de lugar que eu pessoalmente gostava de tomar uma bebida, mas eu estava familiarizado a vibra??o, no entanto. No entanto, eu n?o estava aqui hoje para isso. Eu estava aqui para encontr¨¢-lo. E, agora, eu ainda podia sentir o cheiro dele enquanto lentamente se tornava mais forte quanto mais eu viajava. Eu o segui cuidado, examinando os rostos de todas as pessoas por quem passava, mas nenhuma era do homem que conheci dias antes. Na verdade, no momento em que dei uma volta no andar inteiro, eu estavae?ando a me preocupar por ter passado por elepletamente. Onde diabos ele estava? Continuei andando, indo em dire??o a outro pequeno grupo sentado¡­ e foi a¨ª que eu finalmente encontrei. Seu cheiro, n?o dentro do quarto em si, mas desviando por uma porta para outro lugar. Uma porta que continha uma ca dizendo ¡®Somente funcion¨¢rios¡¯. Bem, obviamente isso n?o iria me impedir. Esperando at¨¦ que eu tivesse certeza de que todos os servidores e funcion¨¢rios n?o estavam olhando, eu deslizei p porta e continuei a seguir seu cheiro at¨¦ que me levou a uma ¨¢rea de armazenamento nos fundos. O espa?o parecia bastante intocado na maior parte, ramente n?o usado muita frequ¨ºncia. A ¨²nica pergunta que eu tinha era por que ele estava aqui de todos os lugares¡­? Era quaseo se ele soubesse que eu o estava rastreando¡­ mas isso era imposs¨ªvel. Para isso, ele teria que saber que eu poderia rastrear seu cheiro, que j¨¢ era antinatural em si. Tantas perguntas estavam nadando na minha cabe?a, mas, quando virei a esquina, tudo parecia simplesmente¡­ escapar. E mais uma vez me vi caindo naquele transe quando encontrei seus expectantes olhos castanhos. Era dif¨ªcil explicar, mas v¨º-lo novamente me feze?ar a me sentir quase calma. Como se algo dentro que estava arranhando finalmente estivesse cessando. Tudo porque ele estava aqui. Porque eu estava na frente dele, a poucos metros de poder toc¨¢-lo. Content rights belong to N?velDrama.Org. Assimo na noite em que nos conhecemos, ele usava um terno perfeitamente ajustado, seu cabelo castanho escuro penteado parabinar. Lindo em todos os sentidos poss¨ªveis. Quase impossivelmente. Levou tudo que eu tinha dentro de mim para n?o correr imediatamente para seus bra?os¡­ embora eu n?o pudesse dizer o mesmo para ele. Assim que ele chamou minha aten??o, ele instantaneamente se moveu para frenteo se fosse me abra?ar, mas foi esse mesmo movimento que me fez lembrar por que eu estava aqui. Uma raz?o que era para corrigir esse problema exato, que estava me fazendo sentir assim sobre um completo estranho. Ele rapidamente parou quando eu dei um passo para tr¨¢s cautelosamente. ¡°Raven¡±, disse ele, soando quase aliviado, e isso causou um arrepio se espalhar por mim ao som de sua voz. ¡°Estou procurando por voc¨º h¨¢ dias. Voc¨º tem alguma ideia deo eu estava preocupado?¡± Aqui eu estava pensando que era eu quem estava perdendo a cabe?a, e ainda assim esse cara era quase certific¨¢vel, agindoo se f?ssemos amigos ¨ªntimos. Eu estava perdendo alguma coisa? ¡°O que¡­? ¡± foi tudo o que consegui dizer, extremamente confuso essa reviravolta. ¡°Eu queria te dar algum tempo para se acalmar antes de explicar algumas coisas para voc¨º, mas ¨¦ quaseo se voc¨º n?o existisse¡±, disse ele. ¡°Perguntei a v¨¢rias pessoas diferentes sobre voc¨º, tentando descobriro poderia entrar em contato com voc¨º, mas de todos quem falei, apenas uma pessoa parecia saber de voc¨º. Algo que eles at¨¦ admitiram n?o saber antes do evento de caridade. ¡± Prefeito Lewis. Teria que ser ele, j¨¢ que n?o acabei arrasando no evento por tempo suficiente para conhecer mais ningu¨¦m. ¡°Por que diabos voc¨º estava procurando por mim?¡± Eu perguntei. ¡°Este ¨¦ o seu grande esquema? Drogar uma garota e persegui? Por que voc¨º est¨¢ fazendo isso?¡± ¡°Eu n?o fiz nada. O que voc¨º est¨¢ experimentando ¨¦pletamente natural. ¨¦¡­¡± ¡°Besteira!¡± Eu disse, cortando-o. ¡°As pessoas n?o apenas conhecem algu¨¦m e se apaixonam instantaneamente. Isso n?o as impede de funcionar¡­ ou trabalhar¡­ ou fazer qualquer coisa. Eu rastreei voc¨º o ¨²nico prop¨®sito de fazer voc¨º reverter isso. Eu quero minha vida. de volta.¡± N?o, eu precisava disso. Eu precisava disso mais do que tudo se eu quisesse permanecer no bom livro do meu pai. ¡°Raven, n?o funciona assim. Eu n?o posso simplesmente desfazer isso. Tem que ser¡­¡± ¡°O suficiente!¡± Eu gritei, e puxei minha adaga. ¡°Corrija o que voc¨º fezigo. Agora mesmo.¡± Eu esperava que esta fosse uma conversa civilizada, mas ele estava provando ser teimoso, me dando desculpas em vez de solu??es. Se fosse entre tirar sangue ou voltar para meu pai de m?os vazias, a escolha era f¨¢cil. ¡°Woah¡­ devagar¡±, disse ele. ¡°Apenas v¨¢ calma por um segundo.¡± Mas eu n?o o deixei me embr em outro transe, optando por agir. Corri em dire??o a ele a inten??o de segur¨¢-lo uma faca; apenas o suficiente para assust¨¢-lo a me levar a s¨¦rio. Eu era r¨¢pido e tinha treinamento, ent?o deveria ter sido moleza¡­ Esqueci que ele tamb¨¦m era t?o habilidoso, provando isso quando nos encontramos p primeira vez. Antes que eu pudesse colocar minha adaga perto dele, de repente ele estava empunhando uma das suas enquanto desviava do meu ataque facilmente. Uma arma que parecia terrivelmente familiar. ..Na verdade, ap¨®s uma inspe??o mais pr¨®xima, era definitivamente meu. Ele deve t¨º-lo guardado o tempo todo. ¡°Acalmar!¡± ele gritou. ¡°Eu posso explicar tudo, mas voc¨º precisa apenas rxar por um minuto.¡± Mas eu estava raiva. Mais irritado do que eu j¨¢ senti antes em toda a minha vida. Tantos sentimentos borbulhando por dentro os quais eu n?o estava acostumada, todos confusos com o que quer que ele tivesse feitoigo. Eu estava raiva dele, minha nova incapacidade de funcionar. Com raiva dos meus fracassos, da minha situa??o¡­ e eu estava medo. Com medo de ir para casa, sabendo que estaria perdendo o respeito de meu pai e minha utilidade para ele. ..E ent?o eu bati minha adaga novamente, l¨¢grimas de raivae?ando a se formar em meus olhos enquanto meu desespero aumentava. ¡°Eu n?o tenho que te machucar,¡± eu respondi. ¡°Apenas me conserte e podemos seguir nossos caminhos separados.¡± Ele desviou a adaga novamente e continuou na defensiva enquanto eu avan?ava. Movendo-se fluidezo se tivesse feito esse tipo de coisa a vida inteira. Para mim, era a primeira vez que enfrentava algu¨¦m que era t?o habilidoso, se n?o mais, do que eu. Algo que foi ao mesmo tempo impressionante e preocupante. Isso significava que isso poderia n?o ser t?o f¨¢cil quanto eu esperava. Eu continuei atacando, mirando em ¨¢reas que eu achava que ele deixava em aberto, e mesmo assim ele de alguma forma conseguiu se defender perfeitamente todas as vezes. Cada vez mais r¨¢pido eu me movia, mas nada parecia funcionar. Logo, ele estava se movendo t?o r¨¢pido quanto eu estava a toda velocidade. ¡­Uma velocidade que eu sabia que n?o era normal. ¡°Quem ¨¦ Voc¨º! ?¡± Eu gritei em frustra??o. ¡°Por que voc¨º n?o me ajuda?¡± Outro golpe. Eu podia sentiro minhas l¨¢grimas de raivae?aram a transbordar ee?aram a cair pelo meu rosto em derrota. ..E, lentamente, eu parei. ¡°Eu n?o entendo por que voc¨º est¨¢ fazendo isso¡­ O que voc¨º quer de mim?¡± Isso pareceu faz¨º-lo hesitar por um momento e eu vi quando ele rxou em sua postura. S¨® que, ¨¦ ro, eu n?o desperdicei essa chance. Aproximei-me rapidamente de novo, pegando-o desprevenido, e o empurrei contra a parede para segurar a faca em sua garganta. ¡°V¨¢ em frente¡±, disse ele, seu rosto t?o perto do meu que eu podia sentir sua respira??o pesada quase se misturando a minha. ¡°V¨¢ e fa?a isso ent?o. Apenas tente.¡± ¡°Voc¨º ¨¦ louco?¡± Eu perguntei incr¨¦dulo. ¡°Por que voc¨º est¨¢ t?o pronto para morrer por isso?¡± ¡°Eu n?o sou.¡± ¡°Ent?o por que¡­?¡± E ent?o eu senti. Sua m?o subindo e tocando a minha. Aqus mesmas fa¨ªscas intensas irrompendo atrav¨¦s de mim, instantaneamente fazendo minha cabe?a ficar nuda. ¡°Pare isso¡±, eu assobiei, tentando passar por isso. Tentando seguir em frente a amea?a que eu havia feito. ¡­ No entanto, quanto mais eu tentava resistir, mais lutava para permanecer firme em minha resolu??o. ¡°Apenas pare de me dar desculpas j¨¢! Voc¨º acha que eu n?o vou fazer isso?¡± Mas, na verdade, ele chamou um blefe que eu nem sabia que era um problema. Porque ele estava certo. ..Eu n?o poderia fazer isso. Assimo No¨¦. Assimo todas as vezes que conheci Kieran. Ele tinha um poder sobre mim¡­ e eu estava aparentemente impotente para isso. ¡°Eu n?o posso te contar sem te dar o contexto primeiro,¡± ele disse, tentando mover minha m?o lentamente. ¡°H¨¢ coisas que voc¨º n?o entende sobre si mesmo e, honestamente, eu provavelmente deveria ter sido mais aberto sobre isso. Acho que me empolguei e achei um pouco divertido que voc¨º n?o soubesse. me desculpe, Raven. Eu n?o deveria ter provocado voc¨º e, em vez disso, eu deveria ter dito a verdade imediatamente. ¡°Voc¨º n?o sabe nada sobre mim. Pare de agiro voc¨º faz.¡± ¡°Eu n?o?¡± ele perguntou. ¡°Eu n?o imaginei cada pensamento em sua cabe?ao se eu estivesse lendo voc¨ºo um livro? N?o era uma droga, Raven. ¨¦ biologia. ¡°Sua* biologia.¡± ¡°Pare de mentir.¡± ¡°E aqu velocidade e for?a sobrenaturais que voc¨º parece ter? Sentidos que n?o chegam nem perto de serempar¨¢veis aos outros? De que outra forma eu poderia saber que voc¨º seria capaz de me seguir at¨¦ aqui sem me ver? Senti minha m?o afrouxar um pouco de surpresa e Kieran instantaneamente aproveitou essepso para pegar a adaga do meu aperto. Ele sabia muito mais sobre mim do que eu imaginava, coisas que seriam dif¨ªceis de descobrir mesmo depois de me investigar minuciosamente. De alguma forma, ele sabia tudo. Ele sabia tudo¡­ e, para minha surpresa, ele tamb¨¦m sabia o meu segredo. O que eu mantive escondido, enterrado t?o profundamente de todos para minha pr¨®pria seguran?a. Aquele que s¨® meu pai e eu sab¨ªamos. A criatura que eu mantive trancada l¨¢ dentro. ¡°E eu sei sobre o lobo,¡± ele disse simplesmente. Uma dera??o que fez meu sangue gr. ¡°Aposto que foi um pouco surpreendente no seu anivers¨¢rio de dezoito anos, certo?¡± ele disse gentilmente,o se isso fosse melhorar tudo. ¡°N?o tendo ideia do que voc¨º era e de repente voc¨º tem quatro patas e uma cauda? N?o consigo imaginar passar por isso sozinho,pletamente no escuro sobre o que estava acontecendo. N?o tendo ningu¨¦m por perto para explicar a voc¨º. Dei alguns passos para tr¨¢s medo, aterrorizada sobreo ele poderia saber disso. Mesmo que ele tivesse testemunhado minha mudan?a por acidente, n?o haviao ele descobrir que tudoe?ou no meu anivers¨¢rio de dezoito anos. ¡°Eu vi o qu?o sobrecarregada voc¨º estava apenas me conhecendo, ent?o eu n?o queria te apressar para este mundo¡±, continuou ele. ¡°¡­ Mas eu tamb¨¦m n?o esperava que voc¨º me acusasse de drog¨¢-lo ou me atacasse.¡± ¡°Eu-eu n?o entendoo voc¨º sabe disso,¡± eu me atrapalhei, dando outro passo tr¨ºmulo para tr¨¢s. Mas ele nem hesitou em panhar meu passo, movendo-se em minha dire??o. ¡°Voc¨º n?o ¨¦ humana, Raven. Voc¨º nunca foi humana,¡± ele disse. ¡°Eu sei¡­ porque eu sou igual. N¨®s somos exatamente iguais.¡± ¡°O que¡­?¡± Ele respirou fundo,o se estivesse se preparando para o que quer que fosse dizer em seguida, e me olhou nos olhos enquanto respondia. ¡°Voc¨º ¨¦ um lobisomem, Raven.¡± Cap铆tulo 119 Cap¨ªtulo 119 Um presente da deusa Cap¨ªtulo 118: Livro 2 ¨C Cap¨ªtulo 10 O no era simples; Rastreie Kieran e exija que ele conserte o que ele fezigo. Com Noah amarrado e trancado dentro de um arm¨¢rio, eu ia em dire??o ao hotel que estava listado na pasta de informa??es de Victor Lycroft. Com alguma sorte, seu filho tinha o mesmo gosto em hospedagem. Uma vez que eu o encontrasse e obtivesse minhas respostas, eu o faria desfazer os efeitos antes de voltar para Noah para terminar o trabalho. Eupletaria minha miss?o esta noite e voltaria para casa sem problemas. Como resultado, meu paie?aria a confiar em mim novamente e Gavin n?o precisaria me arrastar de volta para o por?o. Todos ficar?o felizes. Bem¡­ exceto provavelmente Noah. Ele estaria morto. Mas infelizmente era assim que tinha que ser. ¡®C¡¯est vie¡¯ alguns diriam. Agora ¨¦ s¨® rezar para que nada d¨º errado. Chamei um t¨¢xi e dei ao motorista as dire??es para o hotel, fazendo o meu melhor para fazer minhas roupas parecerem mais casuais no caminho. N?o havia muito que eu pudesse fazer, mas trabalhei o que tinha. Quando cheguei, n?o havia nada em mim que se destacasse muito em um ambiente p¨²blico. Ao sair do carro, por¨¦m, descobri que o hotel era surpreendentemente grande. O tipo de lugar que s¨® os muito ricos podiam pagar e, dado que ele era filho de um prefeito literal, acho que fazia sentido. Embora para uma cidade pequena da qual eu nunca tinha ouvido fr antes, eles certeza pareciam ter dinheiro de sobra. Embora isso fosse uma coisa interessante de se notar, infelizmente significava que se esgueirar seria dif¨ªcil. O lugar teria cameras de seguran?a e funcion¨¢rios andando por toda parte. Ent?o,o eu deveria¡­ E ent?o eu cheirei. Aquele cheiro inebriante que eu conseguia lembrar t?o vividamente agora. O que pertence a Kieran. Ele estava aqui ou, pelo menos, ele esteve aqui recentemente. Eu s¨® precisaria segui-lo e, esperan?osamente, examinar a ¨¢rea antes de entrar em seu quarto. Content rights belong to N?velDrama.Org. Mas o cheiro n?o me levou para o elevadoro eu esperava. N?o, isso me levou ¨¤ ¨¢rea do bar do hotel. Um lugar onde muitas pessoas estariam por perto para testemunhar. Certamente n?o ¨¦ um desenvolvimento ideal neste no. ¡°Desculpas, madame¡±, disse um homem na entrada, estendendo a m?o para me fazer parar. ¡°S¨® preciso confirmar rapidamente seu nome e n¨²mero do quarto, ou o n¨²mero do quarto da pessoa que voc¨º est¨¢ aqui para ver.¡± Olhei para ele sem express?o, confusa. Este hotel era aparentemente muito mais exclusivo do que eu imaginava. No entanto, eu tive que lidar obst¨¢culos muito piores do que isso antes. ¡°Oh! ¨¦ assim mesmo?¡± Eu perguntei inocentemente. ¡°Isso ¨¦ um pouco estranho¡­ Voc¨º v¨º, eu fui enviado aqui para surpreender o Sr. Lycroft, mas ningu¨¦m me disse o n¨²mero do quarto dele. Eu acho que foi apenas uma confus?o. N?o h¨¢o eu ainda entrar? S¨® desta vez?¡± Ele parecia incerto e um pouco desprevenido. Este n?o era o tipo de trabalho em que voc¨º gostaria de insultar acidentalmente a pessoa influente errada. ¡°Oh¡­ Bem, suponho que eu poderia entrar rapidamente e encontr¨¢-lo para confirmar. Sr. Lycroft, voc¨º disse?¡± Ele deu um passo para tr¨¢so se fosse entrar, mas eu sabia que se ele fizesse isso e Kieran dissesse para eles n?o me deixarem entrar, ent?o todo esse no ficaria confuso. ¡°Isso n?o vai funcionar,¡± eu disse um pouco r¨¢pido demais. Eu ent?o me aproximei para tocar suavemente seu bra?o. ¡°Como mencionado, ¨¦ para ser uma surpresa. N¨®s n?o nos vemos h¨¢ muito tempo e seu pai, Victor, me disse que Kieran estava na cidade.¡± ¡°Senhora¡­ temos precau??es para garantir a seguran?a e privacidade de nossos gu¡ª.¡± ¡°Toda a fam¨ªlia ficar¨¢ t?o desapontada se for arruinada. Estamos nejando isso h¨¢ algum tempo. Eu sei que Victor gosta de vir aqui regrmente quando est¨¢ aqui a neg¨®cios. Seria uma pena se essa experi¨ºncia desagrad¨¢vel manchasse isso¡­ Especialmente se eu tiver que ligar para a fam¨ªlia t?o tarde para algo t?o mesquinho¡± Imediatamente, ele ficou confuso, mas n?o lhe dei mais tempo para processar a situa??o. Afinal, decis?es ruins sempre foram tomadas sob press?o. ¡°Por favor¡­¡±, eu repeti, dando-lhe o meu melhor sorriso. E levou apenas mais alguns segundos antes que, finalmente, ele cedesse. ¡°Ok¡­ muito bem. Eu s¨® preciso do seu nome para o registro e voc¨º pode entrar.¡± N?o, eu precisava disso. Eu precisava disso mais do que tudo se eu quisesse permanecer no bom livro do meu pai. ¡°Raven, n?o funciona assim. Eu n?o posso simplesmente desfazer isso. Tem que ser¡­¡± ¡°O suficiente!¡± Eu gritei, e puxei minha adaga. ¡°Corrija o que voc¨º fezigo. Agora mesmo.¡± Eu esperava que esta fosse uma conversa civilizada, mas ele estava provando ser teimoso, me dando desculpas em vez de solu??es. Se fosse entre tirar sangue ou voltar para meu pai de m?os vazias, a escolha era f¨¢cil. ¡°Woah¡­ devagar¡±, disse ele. ¡°Apenas v¨¢ calma por um segundo.¡± Mas eu n?o o deixei me embr em outro transe, optando por agir. Corri em dire??o a ele a inten??o de segur¨¢-lo uma faca; apenas o suficiente para assust¨¢-lo a me levar a s¨¦rio. Eu era r¨¢pido e tinha treinamento, ent?o deveria ter sido moleza¡­ Esqueci que ele tamb¨¦m era t?o habilidoso, provando isso quando nos encontramos p primeira vez. Antes que eu pudesse colocar minha adaga perto dele, de repente ele estava empunhando uma das suas enquanto desviava do meu ataque facilmente. Uma arma que parecia terrivelmente familiar. ..Na verdade, ap¨®s uma inspe??o mais pr¨®xima, era definitivamente meu. Ele deve t¨º-lo guardado o tempo todo. ¡°Acalmar!¡± ele gritou. ¡°Eu posso explicar tudo, mas voc¨º precisa apenas rxar por um minuto.¡± Mas eu estava raiva. Mais irritado do que eu j¨¢ senti antes em toda a minha vida. Tantos sentimentos borbulhando por dentro os quais eu n?o estava acostumada, todos confusos com o que quer que ele tivesse feitoigo. Eu estava raiva dele, minha nova incapacidade de funcionar. Com raiva dos meus fracassos, da minha situa??o¡­ e eu estava medo. Com medo de ir para casa, sabendo que estaria perdendo o respeito de meu pai e minha utilidade para ele. ..E ent?o eu bati minha adaga novamente, l¨¢grimas de raivae?ando a se formar em meus olhos enquanto meu desespero aumentava. ¡°Eu n?o tenho que te machucar,¡± eu respondi. ¡°Apenas me conserte e podemos seguir nossos caminhos separados.¡± Ele desviou a adaga novamente e continuou na defensiva enquanto eu avan?ava. Movendo-se fluidezo se tivesse feito esse tipo de coisa a vida inteira. Para mim, era a primeira vez que enfrentava algu¨¦m que era t?o habilidoso, se n?o mais, do que eu. Algo que foi ao mesmo tempo impressionante e preocupante. Isso significava que isso poderia n?o ser t?o f¨¢cil quanto eu esperava. Eu continuei atacando, mirando em ¨¢reas que eu achava que ele deixava em aberto, e mesmo assim ele de alguma forma conseguiu se defender perfeitamente todas as vezes. Cada vez mais r¨¢pido eu me movia, mas nada parecia funcionar. Logo, ele estava se movendo t?o r¨¢pido quanto eu estava a toda velocidade. ¡­Uma velocidade que eu sabia que n?o era normal. ¡°Quem ¨¦ Voc¨º! ?¡± Eu gritei em frustra??o. Cap铆tulo 120 Cap¨ªtulo 120 Un regalo de diosa Cap¨ªtulo 120: Livro dos ¨C Cap¨ªtulo 12 ¡°Rae¡­ creo que este tipo est¨¢ vivo¡±, dijo Zac. Los dos est¨¢bamos mirando dentro do armario, mirando um Noah muy atado e muy apavorado. ¡°S¨ª¡±, responda. ¡°Bien¡­ bien¡­ Y, solo para assegurar que estamos na p¨¢gina misma aqui, sabe que normalmente n?o veo esta parte, ?verdad? ?Que entro despu¨¦s?¡± ¡°Soja consciente.¡± Ao ouvir a conversa, Noah imediatamentee?ou a retorcer e suplicar a Zac os olhos, a esperan?a de que o ayudara liberelo. No es que le fuera a hacer ning¨²n bien. ¡°Entonces, ?cu¨¢l es el retraso?¡± Zac pregunt¨®, todav¨ªa confundido. ¡°?No es esto solo otro jueves para ti? Te he visto hacerlo peor¡±. Ten¨ªa Raz¨®n. Isso realmente n?o era um trabalho normal para mim. Pero apret¨¦ los dientes ante su pregunta de todos os modos, odiandoo c¨®mo terminou nesta situa??o. ¡°Yo¡­ no puedo,¡± dije, desinfl¨¢ndome en derrota. ¡°No puedo hacerlo¡±. ¡°No puedes¡­ hacerlo¡­¡±, repiti¨® Zac lentamente. ¡°?Y por qu¨¦ es¡ª?¡± ¡°Mira, simplemente no puedo, ?de acuerdo?¡± Dije, interrumpi¨¦ndolo, irritada por todas as preguntas. ¡°Lo inten??o. Incluir a inten??o de nuevo antes de que llegaras aqui. Sem puedo hacerlo, sem puedo hacerlo, sem puedo hacerlo. Fin de discusi¨®n¡±. ¡°¡­ Entonces, ?por qu¨¦ estoy aqu¨ª? Solo dile a tu padre que -¡°. ¡°N?o.¡± Por supuesto, Zac¨ªa eso. No conoc¨ªa todos los escuros secretos que ocultaba mi padre, solo ve¨ªa lo que necesitaba. ¡°N?o, n?o puedo decirle¡±, le dije. ¡°¡­Y tampoco puedes decirle.¡± ¡°Rae, el jefe espera que este tipo muera¡±, dijo, dando un paso atr¨¢s para mirarme. ¡°No estoy muy seguro de lo que est¨¢ pasando, pero te das cuenta de que lo descubrir¨¢ tarde o temprano, ?verdad? No puedes mantenerlo encerrado en un armario para siempre¡±. ¡°?Est¨¢ bien, bien! Bien¡­¡±, suspire frustra??o, antes de cerrar lentamente mirada para mirarlo a los ojos. ¡°¡­ Entonces lo haces t¨²¡±. Imediatamente, su rostro palideci¨®. ¡°That?! ?Rae, n?o! N?o!¡± solt¨®. ¡°Yo n?o hago eso¡±. ¡°Vamos, Zac¡±, me quej¨¦. ¡°N?o ¨¦ diferente de limpar. Ambos tienen mucha sangre. Puedo hate sobre eso. Toma¡­ solo toma esta daga as¨ª¡­ y luego sost¨¦ en tu mano mirando hacia¡ª¡±. ¡°?Cuervo, d¨¦tente!¡± Estuve tratando de fazer que empu?ara el arma, pero imediatamente levant¨®s manos y se alej¨®. ¡°Solo¡­ rel¨¢jate¡±, dijo. ¡°N?o voy a matar a nadie¡±. ¡°?Argh! Me di vuelta yenc¨¦ a caminar con ennojo for habitaci¨®n,enzando a me preocupar mais a medida que passa a cada segundo. No entendia por qu¨¦ esto ten¨ªa que ser tan dif¨ªcil. No deber¨ªa ser tan dif¨ªcil. Cualquier otro d¨ªa, podr¨ªa Ele hecho este trabajo con los ojos cerrados. ?Por qu¨¦ estaba luchando para matar a un hombre al azar? ?Qui¨¦n era este tipo? Una peque?a billetera marr¨®n me m¨® atenci¨®n mientras estaba sobre una mesa, y me acerqu¨¦ para inspeciona. Mnia tem estado levando uma vida algo separada de sua esposa Khloe Kardashian no tiene miedo de darle a alguien una dose de realismo ¡°Oye, ?no te resulta familiar este tipo?¡± Escute a Zac decir detr¨¢s de m¨ª. Sem embargo, lo ignore mientras buscaba entre sus diferentes cartas. Ten¨ªa una tienda de barrotes rpensa uno¡­ una tienda de alquiler¡­ ?una membres¨ªa para una lavander¨ªa? Ni siqueira sab¨ªa que ten¨ªan membres¨ªas. Pero entonces, finalmente, encontr¨¦ su licencia de conducir. ¡°Rae¡­ se parece un poco a ese tipo¡± Zac continua. ¡°El de hace uns dias. Voc¨º sabe¡­¡± ¡°_¡­Kennedy,¡± dije, leyendo el nombre en tarjeta. ¡°ro. Miles Kennedy. ?No era el tipo de limpieza hace unos d¨ªas?¡± Lentamente me di vuelta para mirar a Zac, mi mente ahora corr¨ªa con nueva informaci¨®n. ¡°N?o, Zac¡­ Kennedy es el apellido de este tipo¡±, dije. ¡°No¨¦ Kennedy¡±. Y, simultaneamente, ambos nos giramos para mirar al hombre atado en el armario. ?Cu¨¢l era su conex?o ? Pensa que Miles era um homem de neg¨®cios ndestinos ou um tipo de l¨ªder de uma pandi. Alguien que hab¨ªa intentado enga?ar a mi padre. Material ? of N?velDrama.Org. ?Por qu¨¦ otra raz¨®n habr¨ªa adquiridos documentos problem¨¢ticos rcionados con ¨¦l? Pero¡­ ¡®limpiar¡¯. Asi eso se habia descrito este trabalho. ?Estaba Noah involucrado en lo que Miles hab¨ªa estado haciendo? ¡­ ?O me enviaron aqu¨ª porque estaba investigando su desaparici¨®n? ¡­Si eso fuera cierto¡­ ?entonces eso no significaba que sentencia de muerte de Noah hoy fue por mi culpa? ?Por mipso acidental en el control? ¡°Ah, mierda¡±. Me acerque a Noah y saqu¨¦ el pa?o que le hab¨ªa metido en boca. Normalmente, eu teria concordado que fr a futura v¨ªtima de assassinato era possivelmente a coisa mais idiota que eu poderia fazer¡­ mas eu senti que j¨¢ t¨ªnhamos passado do ponto sem retorno. ¡°Por favor, deixe-me ir, por favor¡±, ele imediatamentee?ou a implorar. ¡°Eu farei qualquer coisa. Apenas¡­ n?o me mate. Por favor.¡± ¡°Voc¨º ¨¦ parente de Miles?¡± Eu perguntei, ignorando o choro. Seu rosto ficou em branco por um momento antes de ficar confuso. ¡°E quanto a Miles?¡± Mas eu realmente n?o estava disposi??o para que as pessoas n?o respondessem ¨¤s minhas perguntas ramente. Eu j¨¢ estava farto disso Kieran hoje. Instantaneamente, eu me agachei ao n¨ªvel de seus olhos e afundei minha adaga na parede aodo de sua cabe?a, fazendo-o pr de medo. ¡°Eu estou fazendo as perguntas¡±, eu assobiei, puxando a faca de volta para apont¨¢ para ele. ¡°Agora. Deixe-me repetir p ¨²ltima vez. Voc¨º. Voc¨º. Rcionado. Com. Milhas?¡± Ele se contorceu de medo, mas conseguiu bufar um ¡®sim¡¯, sua cabe?a bn?ando rapidamente para cima e para baixo. ¡°Como¡± ¡°M-meu¡­ ele ¨¦ m-meu irm?o¡±, ele gaguejou. Fechei os olhos e apertei a ponta do nariz, j¨¢ sabendo que ia odiar onde isso estava indo. ¡°E quando foi a ¨²ltima vez que voc¨º ouviu fr de Miles?¡± ¡°Ele nunca apareceu no bar no s¨¢bado. Acho que ele est¨¢ desaparecido¡±, respondeu apressadamente. ¡°E-eu n?o sei onde ele est¨¢, eu juro! Eu estive procurando por ele, mas ¨¦o se ele tivesse simplesmente desaparecido¡­ ¨¦ por isso que voc¨º est¨¢ aqui? Isso tem algo a ver ele? ¡­ Ou o neg¨®cio? Isso me chamou a aten??o. ¡®O neg¨®cio¡¯. Foi algo que prendeu minha curiosidade e ainda assim eu sabia que n?o deveria perguntar. Fazer as perguntas que eu j¨¢ havia feito j¨¢ estava longe demais. Meu trabalho n?o era investigar os neg¨®cios de meu pai, era apenas cumprir suas ordens. Mas¡­ mas uma parte de mim queria saber. Para descobrir se sua senten?a de morte hoje foi realmente por minha causa. ..E ent?o eu fiz a pergunta que eu sabia que n?o deveria. ¡°.. Em que neg¨®cio Miles estava envolvido?¡± Eu perguntei. ¡°Rae¡ª.¡± ¡°Que neg¨®cio?¡± Eu repeti, interrompendo Zac antes que ele pudesse me parar. Ele saberia o qu?o ruim era essa ideia, assimo eu sabia. Afinal, ele tamb¨¦m estava sob as mesmas ordens de n?o se intrometer demais. ¨C Contrabando ¨C respondeu Noah. ¡°Ele ¨¦ um contrabandista para aquele rico empres¨¢rio da cidade. Recebe suprimentos e mercadorias raras de todos os lugares. O melhor no que faz, na minha opini?o. Ainda melhor do que eu.¡± Eu deveria ter parado ali. Eu sabia que deveria ter parado. N?o, eu *definitivamente* n?o deveria querer continuar¡­ Mas eu n?o conseguia parar. ¡°.. Qual empres¨¢rio?¡± Eu perguntei cuidado. E ele me olhouo se eu fosse est¨²pida por n?o saber. ¡°Eric Reid, ¨¦ ro. Quem mais nesta cidade seria obscuro o suficiente para precisar de um contrabandista?¡± Porra. Porra, porra, porra. Um empregado. Miles tinha sido um maldito empregado. Ele n?o era um criminoso aleat¨®rio ou um empres¨¢rio rival. Ele estava na maldita folha de pagamento. ¡­eu matei um funcion¨¢rio*. Mas por que eu recebi instru??es para traz¨º-lo? Ele estava tentando fugir ou dtar meu pai? ¡­ Ele descobriu algo que n?o deveria? E esses documentos supostamente pertencentes ao neg¨®cio¡­ apenas o que havia neles? Se eles fossem prejudiciais, ent?o o que poderia fazer algu¨¦m querer trair um homem t?o poderoso quanto meu pai? Algu¨¦m que saberia melhor do que a maioria nesta cidade o que significava ir contra ele? Havia muitas perguntas j¨¢ feitas e muitas respostas deixadas desconhecidas que eu n?o deveria procurar. Eu precisava fazer uma pausa por um momento e parar de vasculhar um processo de pensamento que n?o tinha fim ¨¤ vista. Porque, independentemente do porqu¨º, agora eu tinha um ¡®o qu¨º¡¯ muito importante; Tipo, o que diabos eu ia fazer Noah? E eu rapidamente me levantei e me afastei, meu c¨¦rebro nadando um milh?o de pensamentos diferentes sobre o que eu deveria fazer. Isso n?o erao os empregos que eu tinha antes. Eu n?o o estava matando apenas por quest?es de neg¨®cios desta vez¡­ era mais pessoal do que isso. Seu sangue realmente estaria em minhas m?os desta vez. Tanto fisicamente quanto moralmente. Ele era, por falta de uma pvra melhor, uma ponta solta. Algu¨¦m que iria procurar por Miles. Minha interven??o aqui hoje foi para cortar essa ponta solta. ¡®Limpando¡± ¡°Rae, eu meio que acho que isso j¨¢ foi longe o suficiente,¡± Zac disse, observando enquanto eu come?ava a andar de novo. ¡°Basta mat¨¢-lo e podemos fingir que nada disso aconteceu. Aqui, eu vou me virar e voc¨º pode fazer suas coisas rapidamente.¡± ¡°Eu n?o posso¡±, eu gemi em aborrecimento. Se eu n?o podia fazer isso antes, eu *definitivamente* n?o poderia faz¨º-lo agora. ¡°Miles era um empregado,¡± eu disse para Zac, parando para encar¨¢-lo. ¡°Voc¨º n?o tem algu¨¦m quem se importa fora do trabalho? E se Noah fosse eles? S¨® tentando descobrir o que aconteceu voc¨º? ¡°Desde quando voc¨º se importa?¡± ele argumentou de volta. ¡°Sem ofensa, garota, mas s¨¦rio. Estamos neste neg¨®cio h¨¢¡­ quanto tempo? Voc¨º est¨¢ empregado ainda mais do que eu. Eu n?o posso dizer que eu j¨¢ vi voc¨º sequer piscar por ter que fazer algo assim no passado. Ele estava certo. Eu sabia que ele estava certo. Eu n?o sabia por que me importava tanto. Essa relutancia rec¨¦m-descoberta, at¨¦ mesmo a consci¨ºncia, era t?o incrivelmente diferente de mim. Mas aqu voz irritante dentro ainda estava me dizendo para n?o fazer isso. Que eu n?o deveria. ¡­ Que eu n?o precisava. ¡°Precisamos br um no,¡± eu finalmente disse, dando um passo na dire??o de Zac. ¡°N¨®s!? Rae, n?o. N?o h¨¢ ¡®n¨®s¡¯ aqui,¡± Zac disse, se afastando. ¡°Voc¨º termina o trabalho ou outra pessoa tem que entrar e fazer. ¨¦ assim que funciona.¡± ¡°E-eu n?o posso falhar de novo,¡± eu disse desesperadamente. ¡°Voc¨º tem alguma ideia do que meu pai vai fazerigo se eu voltar para casa de m?os vazias?¡± ¡°Isso n?o ¨¦ problema meu. Eu n?o vou me envolver no seu problema familiar¡­¡± Mas sua voz parou abruptamente quando levantei minha camisa, revndo os muitos tons diferentes de hematomas ainda crivados na minha pele. ¡°Eu n?o posso falhar de novo,¡± eu repeti. E Zac visivelmente engoliu em seco. Eu puxei minha camisa para baixo, mas foram mais alguns momentos antes de Zac finalmente encontrar sua voz. Ele tossiu, pigarreou e fez o poss¨ªvel para se rpor. ¡°Ent?o¡­ que no voc¨º tinha em mente?¡± ele perguntou. E, de repente, tive a ideia perfeita. Algo que me veio do nada. Era t?o simples. Por que eu n?o tinha pensado nisso antes? ¡°Zac Greene¡­¡± Euecei, um sorrisoe?ando a se contorcer em meus l¨¢bios. ¡°El tipo de hombre que puede esconder un cuerpo sin dejar ni una s gota de evid¨ºncia¡±. ..Y el reconocimiento se extendi¨® lentamente por su rostro cuando entendi¨® exatamente lo que estaba insinuando. ¡°Espera, Rae, no¡±,enz¨® a protestar, casi tropezando cuando trat¨® de alejarse de m¨ª. ¡°Eso no es lo mismo. Voc¨º n?o¡ª¡±. ¡­ Entonces, de todos os modos, as¨ª fueo Zac termin¨® escondiendo a Noah para m¨ª. Tal vez todo esto de amistad no fue tan malo despu¨¦s de todo. Cap铆tulo 121 Cap¨ªtulo 121 Um Presente da Deusa Cap¨ªtulo 120: Livro Dois ¨C Cap¨ªtulo 13 Deixei Noah nas m?os capazes de Zac e recebi sua pvra de que ele ligaria para meu pai para dizer que o trabalho foi conclu¨ªdo normalmente. Ele estava arriscando muito por minha causa, eu sabia que. Muito risco pelo que parecia absolutamente nenhuma raz?o. O n¨ªvel de perigo associado a este no insano n?o passou despercebido para mim. Afinal, a ¨²ltima coisa que eu queria era que o nome de Zac acabasse na minha pr¨®xima pasta manilha. Fui para casa assim que pude, deixando tempo suficiente para chegar bem antes do amanhecer, e caminhei em dire??o ¨¤ minha porta da frente. Mas foi quando eu estava entrando pelo port?o da frente da nossa propriedade que algo chamou minha aten??o. Era uma senhora idosa, encolhida em um xale, parada na rua dodo de fora. tinha cabelos e olhos grisalhos parabinar, ramente em uma idade que sugeriria uma casa de repouso ou cuidador. E, no entanto, ficou aleatoriamente dodo de fora da minha casa ¨¤s tr¨ºs horas da manh?, olhando diretamente para mim. Parei por um momento e olhei em volta, tentando ver se estava algu¨¦m. Mas quando a rua vazia estavapletamente silenciosa e desprovida de qualquer outra vida,ecei a me perguntar se talvez tivesse se perdido. ¡­Mas eu realmente tinha energia para lidar isso agora? Eu j¨¢ estava t?o exausta e s¨® queria entrar para dormir na minha pr¨®pria cama, algo que seria a primeira vez depois de muitos dias. Eu j¨¢ podia visualizar perfeitamente o qu?o macio meu travesseiro seria¡­ apenas implorando para ser colocado e¡ª. ¡°Eu posso salv¨¢¡±, disse a velha de repente. ¡°Eu posso salvar a garota.¡± ¡­ O que? Tirei minha m?o da ma?a do port?o e me virei para encar¨¢pletamente, parte de mim ainda se perguntando se estava fndoigo. ¡°..Perd?o?¡± liguei de volta. N?o eraum que as pessoas mais velhas perdessem a cabe?a em uma certa idade? E se fosse uma paciente dem¨ºncia que se afastou? Eu provavelmente deveria procurar onde ficava o hospital our de idosos mais pr¨®ximo e dizer a eles onde encontrar¡ª. ¡°A menina. rissa¡±, disse . Como se isso fosse de alguma ajuda real. Eu olhei fixamente de volta para . ¡°Eu n?o sou rissa,¡± eu esreci. ¡°Eu acho que voc¨º¡ª.¡± ¡°Eu sei disso¡±, retrucou bruscamente, me fazendo estremecer um pouco de surpresa. ¡°Ah¡­ ok. Bem, essa ¨¦¡­ sua filha?¡± Eu perguntei, ainda tentando ser educado. ¡°Ou seu cuidador? Voc¨º quer que eu chame algu¨¦m para voc¨º¡ª?¡± Mas ent?o e?ou a andar em minha dire??o, seu passo mais firme do que eu esperava, dada sua apar¨ºncia. Havia algo estranhamente estranho n tamb¨¦m. Uma atmosfera estranha ao seu redor. Ou talvez eu estivesse um pouco enervado toda a estranheza da situa??o. ¡°Voc¨º n?o sabe quem eu sou?¡± perguntou uma vez que estava a poucos metros de mim. ¡°Senhora, sinceramente, eu nem tenho certeza se voc¨º sabe quem voc¨º ¨¦. Sem ofensa,¡± eu disse, come?ando a ficar mais desconfort¨¢vel quanto mais isso se arrastava. ¡°Se voc¨º apenas esperar aqui um momento, eu vou entrar e acordar uma das empregadas. Eles talvez possam ajud¨¢-lo ou algo assim.¡± Eu realmente n?o me importava mais cortesia e s¨® queria ir embora o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Havia algo sobre todo esse encontro que apenas me iodou. Quaseo se eu pudesse sentir o cabelo na parte de tr¨¢s do meu pesco?o em p¨¦. Eu me virei e tentei abrir o port?o, mas rapidamente se moveu para me impedir. ¡°Espere,¡± disse, e eu tive que morder meus instintos me dizendo para ir. A l¨®gica racional sugeriria que n?o havia nada que se preocupar. era apenas uma velha senhora. Fr¨¢gil o suficiente para ser empurrado apenas pelo vento. ¡°Espere, um momento,¡± repetiu. ..E eu relutantemente me virei para encontrar seus olhos. Olhos que pareciam conter uma intelig¨ºncia que eu n?o esperava. E falou em um tom t?o baixo que eu quase n?o a ouvi. ¡°¡­ Voc¨º conhece a verdadeira hist¨®ria da N¨¦voa Invernal?¡± perguntou. Sua express?o estavapletamente s¨¦ria enquanto eu me mexia desconfortavelmente sob seu olhar. Erao se eu pudesse senti me examinando, analisando meu rosto para qualquer tipo de reconhecimento de que eu sabia do que estava fndo. O que, ro, eu n?o fiz. ¡°Isso ¨¦o um conto de fadas?¡± Eu perguntei. ¡°Era um livro que voc¨º costumava ler para seusos ou algo assim?¡± Mas, para meu imenso desconforto, apenas continuou a me olhar em sil¨ºncio. ¡°.. Senhora¡­?¡± Eu realmente queria ir embora. Eu estava t?o perto de casa, a apenas um p¨¦ de distancia de estar de volta ¨¤ propriedade. Apenas um passo ¨¤ frente e eu poderia fechar o port?o entre n¨®s. Mas estava t?o perto de mim que eu n?o tinha certeza do que faria se eu tentasse. ramente, n?o estava bem da cabe?a. No entanto, ao som de asas de p¨¢ssaros voando alto em algum lugar, finalmente se virou, puxando o capuz de seu xale para cima. ¡°Eu posso salv¨¢¡±, simplesmente repetiu. ¡°N?o se esque?a disso.¡± E e?ou a andar de volta p rua em dire??o ¨¤ cidade. ¡­ O que diabos tinha sido isso? Eu n?o perdi mais tempo em atravessar o port?o e tranc¨¢-lo atr¨¢s de mim, meu peito aindatejando um pouco de todo o calv¨¢rio. Tanto medo causado por apenas uma velha louca. Mas se eu tivesse que dizer uma coisa muito mais aterrorizante do que a velha, eu teria que responder que era o homem esperando por mim quando eu finalmente entrasse. Ao passar p porta da frente, vi que uma luz havia sido deixada acesa na s de estar. Uma surpresa, dado que a maioria das pessoas na casa j¨¢ deveria estar dormindo. Naturalmente, depois de tudo o que tinha acontecido, eu tinha toda a inten??o de apenas ignor¨¢-lo e subir as escadas para o meu quarto. ¡­ No entanto, eu n?o pude deixar de sentir o cheiro familiar de algu¨¦m que eu conhecia muito bem. Meu pai. Meu p¨¦ estava no primeiro degrau da escada quando cheguei a essa conclus?o, t?o perto de finalmente poder ir para a cama, mas eu sabia que a luz havia sido deixada acesa por um motivo. Ele estava me esperando. Com um pequeno suspiro, dei um passo para tr¨¢s¡­ e fui em dire??o ¨¤ s de estar. ¡°Meu Raven¡±, ele me cumprimentou, sentado em uma poltrona de couro. De onde eu estava, eu s¨® podia ver sua arma, ele segurava uma bebida na m?o, a cadeira de costas para mim. ¡°Pai¡±, respondi. ¡°Acabei de receber a liga??o de Zac n?o muito tempo atr¨¢s¡±, disse ele, tomando um gole do copo. ¡°Voc¨º est¨¢ mais tarde do que o esperado.¡± ¡°Ah¡­ Bem, havia uma velhinha l¨¢ fora,¡± euecei. ¡°Acho que estava perdida. Continuou tentando frigo e n?o me deixou sair¡ª.¡± ¡°Eu quis dizer o trabalho, Raven. Voc¨º est¨¢ v¨¢rias horas atrasada do trabalho. O hor¨¢riobinado deveria ter te visto em casa h¨¢ muito tempo.¡± ¡°Ah¡­¡± ¡°Tudo correu¡­ bem?¡± N?o. N?o, n?o tinha. Na verdade, eu n?o conseguia pensar em muitas maneiras em que poderia ter sido pior. Eu cavei em coisas que definitivamente n?o deveria, abrindo uma porta para uma responsabilidade de minha pr¨®pria cria??o. Primeiro, matando acidentalmente um funcion¨¢rio por um trabalho de sequestro¡­ depois, deixando de cuidar das consequ¨ºncias desse erro. Agora, eu continuava a esconder essa consequ¨ºncia porque n?o queria a morte em minhas m?os. No entanto, eu n?o poderia mencionar nada disso para ele. A essa altura, eu j¨¢ estava muito fundo para esrecer. Al¨¦m disso¡­ e eu sabia que n?o deveria estar¡­ mas n?o pude deixar de me sentir um pouco¡­ curiosa. O que aquele contrabandista conseguiu descobrir? Estava rcionado os documentos? ¡°Sim¡­ ah, tudo correu bem¡±, eu menti. ¡°Eu s¨® tive alguns problemas para entrar no pr¨¦dio, ¨¦ tudo. Uma multid?o de pessoas estava bebendo dodo de fora e, bem, embriagadas ou n?o, s ainda seriam testemunhas. Eu decidi jogar pelo seguro.¡± ¡°¨¦ assim mesmo¡­?¡± ele meditou. Um sentimento nervoso estava borbulhando no meu peito. Ele n?o poderia saber que eu estava mentindo¡­ poderia? Mas, novamente¡­ n?o havia segredo de Eric Reid. Eu sabia disso melhor do que ningu¨¦m. O sil¨ºncio pareceu se estender pelo que pareceu uma eternidade, silencioso o suficiente para que eu estivesse dolorosamente ciente de qu?o alto at¨¦ minha respira??o parecia dentro da s. Ele podia sentir o qu?o nervoso eu estava? Ouvir as batidas altas do meu cora??o? Mas, n?o, isso era imposs¨ªvel. Porque am¨¢-lo ou tem¨º-lo, no final das contas, meu pai ainda era apenas um homem. Um homem. N?o um¡­ ¡®lobisomem¡¯. E,o um homem normal, ele n?o tinha os sentidos agu?ados que eu possu¨ªa. Isso sempre seria algo que nos separava. Pensando nisso agora, era um lembrete gritante de onde eu acidentalmente me encontrei agora. De frente para uma encruzilhada de dois caminhos. Por umdo, eu poderia continuar a viver cegamente medo, esperando que as cascas de ovos ao meu redor n?o rachassem meus erros, revndo ao mundo o qu?o diferente eu realmente era. Um caminho onde eu seguiria as regras, levando um dia de cada vez. Esquecendo tudo que descobri, tudo que vi¡­ todos que conheci. Tudo para que eu pudesse continuar a servir lealmente meu pai. O homem que me criou, fazendo o que achava melhor para mim e para o neg¨®cio. E, ao fazer isso, tentando me salvar de mim mesma¡­ e dos outros¡­ Ou eu poderia colocar a m?o no bolso onde aquele cart?o-chave do hotel estava agora. Uma promessa ligada a ele de que talvez as coisas n?o precisassem ser assim. Uma m?o quente se estendeu para mim atrav¨¦s da escurid?o, oferecendo fa¨ªscas e uma luz que eu nunca tinha experimentado antes. Isso eu nunca pensei que fosse poss¨ªvel. Uma maneira de retomar o controle sobre as coisas que constantemente me assustavam, aprendendo a us¨¢s para mim. Para me tornar uma vers?o de mim mesma que n?o tinha limites. Se Kieran estava me dizendo a verdade e eu realmente era o que ele disse que eu era, e ele era o mesmo, ent?o eu n?o tinha escolha a n?o ser pelo menos tentar explorar essa op??o? Para pelo menos arriscar que talvez um dia eu n?o precisasse ter tanto medo? Meu pai poderia tentar um milh?o de coisas diferentes para me ajudar a esconder meu segredo. Para conter a criatura e me manter protegido sob seu guarda-chuva de poder, escondido do mundo, mas no final do dia¡­ ele realmente n?o sabia de nada. Assimo eu atualmente tamb¨¦m n?o. Ele era¡­ apenas um homem. Apenas um homem humano. Algu¨¦m que nunca poderia realmente me entender. A ¨²nica quest?o real agora era¡­ Estou realmente fazendo isso por ele? Fazendo isso por amor a ele e ao neg¨®cio em que fui criado? ..Ou estou realmente fazendo isso por mim mesmo? Ouvi quando meu pai inalou bruscamente, levantando-se da cadeira em que estava sentado e se virou para caminhar em minha dire??o. Aquele olhar tem¨ªvel dele ainda me perfurou,o se ele pudesse ver tudo o que eu estava escondendo dele por dentro. Mas mantive minha determina??o, mantendo minha express?o firme,prometida essa decis?o que tomei. Ele caminhou at¨¦ ficar bem na minha frente, olhando nos meus olhos enquanto me observava cuidado, levantando a m?o enquanto lentamente alcan?ava meu rosto e¡­ ..E ele gentilmente tocou minha bochecha. ¡°Bom trabalho¡±, disse ele simplesmente. ¡°Voc¨º fez bem.¡± E, isso, ele passou por mim, saindo em dire??o ao seu pr¨®prio quarto para descansar. Meus ombros rxaram no minuto em que ouvi seus passos desaparecerem no andar de cima, mas apesar desse pequeno al¨ªvio, eu ainda estava impotente os pensamentos que nadavam na minha cabe?a. Porque p primeira vez na minha vida, eu tinha conscientemente e voluntariamente desobedecido meu pai, chegando ao ponto de mentir para ele. Material ? of N?velDrama.Org. E ainda assim, de alguma forma, apesar de tudo isso¡­ por algum maldito mgre¡­ eu tinha escapado. Ou, pelo menos, esse era o caso por enquanto. Cap铆tulo 122 Cap¨ªtulo 122 Cap¨ªtulo 121: Livro 2 ¨C Cap¨ªtulo 14 Deixei Noah nas m?os capazes de Zac e recebi sua pvra de que ele ligaria para meu pai para dizer que o trabalho estava conclu¨ªdo normalmente. Ele estava arriscando muito por mim, eu sabia disso. Muito risco pelo que parecia absolutamente nenhuma raz?o. O n¨ªvel de perigo associado a esse no insano n?o passou despercebido para mim. Afinal, a ¨²ltima coisa que eu queria era que o nome de Zac acabasse na minha pr¨®xima pasta manilha. Fui para casa assim que pude, deixando tempo suficiente para chegar bem antes do amanhecer, e caminhei em dire??o ¨¤ minha porta da frente. Mas foi quando eu estava entrando pelo port?o da frente de nossa propriedade que algo chamou minha aten??o. Era uma velha senhora, encolhida em um xale, parada na rua dodo de fora. tinha cabelos e olhos grisalhos parabinar, ramente em uma idade que sugeriria uma casa de repouso ou cuidador. E, no entanto, ficou aleatoriamente dodo de fora da minha casa ¨¤s tr¨ºs horas da manh?, olhando diretamente para mim. Parei por um momento e olhei em volta, tentando ver se estava algu¨¦m. Mas quando a rua vazia estavapletamente silenciosa e desprovida de qualquer outra vida,ecei a me perguntar se talvez tivesse se perdido. ¡­Mas eu realmente tinha energia para lidar isso agora? Eu j¨¢ estava t?o exausta e s¨® queria entrar para dormir na minha pr¨®pria cama, algo que seria a primeira vez depois de muitos dias. Eu j¨¢ podia visualizar perfeitamente o qu?o macio meu travesseiro seria¡­ apenas implorando para ser colocado e¡ª. ¡°Eu posso salv¨¢¡±, disse a velha de repente. ¡°Eu posso salvar a garota.¡± ¡­ O que? Tirei minha m?o da ma?a do port?o e me virei para encar¨¢pletamente, parte de mim ainda se perguntando se estava fndoigo. ¡°..Perd?o?¡± liguei de volta. N?o eraum as pessoas mais velhas perderem a cabe?a em uma certa idade? E se fosse uma paciente dem¨ºncia que se afastou? Eu provavelmente deveria procurar onde ficava o hospital ou lar de idosos mais pr¨®ximo e dizer a eles onde encontrar¡ª. ¡°A menina. rissa¡±, disse . Como se isso fosse de alguma ajuda real. Eu olhei fixamente de volta para . ¡°Eu n?o sou rissa,¡± eu esreci. ¡°Eu acho que voc¨º¡ª.¡± ¡°Eu sei disso¡±, retrucou bruscamente, me fazendo estremecer um pouco de surpresa. ¡°Ah¡­ ok. Bem, essa ¨¦¡­ sua filha?¡± Eu perguntei, ainda tentando ser educado. ¡°Ou seu cuidador? Voc¨º quer que eu chame algu¨¦m para voc¨º¡ª?¡± Mas ent?o e?ou a andar em minha dire??o, seu passo mais firme do que eu esperava, dada sua apar¨ºncia. Havia algo estranhamente estranho n tamb¨¦m. Uma atmosfera estranha ao seu redor. Ou talvez eu estivesse um pouco enervado toda a estranheza da situa??o. This text is ? N?velDrama/.Org. ¡°Voc¨º n?o sabe quem eu sou?¡± perguntou uma vez que estava a poucos metros de mim. ¡°Senhora, sinceramente, eu nem tenho certeza se voc¨º sabe quem voc¨º ¨¦. Sem ofensa,¡± eu disse, come?ando a ficar mais desconfort¨¢vel quanto mais isso se arrastava. ¡°Se voc¨º apenas esperar aqui um momento, eu vou entrar e acordar uma das empregadas. Eles talvez possam ajud¨¢-lo ou algo assim.¡± Meu pai. Meu p¨¦ estava no primeiro degrau da escada quando cheguei a essa conclus?o, t?o perto de finalmente poder ir para a cama, mas eu sabia que a luz havia sido deixada acesa por um motivo. Ele estava me esperando. Com um pequeno suspiro, dei um passo para tr¨¢s¡­ e fui em dire??o ¨¤ s de estar. ¡°Meu Raven¡±, ele me cumprimentou, sentado em uma poltrona de couro. De onde eu estava, eu s¨® podia ver sua arma, ele segurava uma bebida na m?o, a cadeira de costas para mim. ¡°Pai¡±, respondi. ¡°Acabei de receber a liga??o de Zac n?o muito tempo atr¨¢s¡±, disse ele, tomando um gole do copo. ¡°Voc¨º est¨¢ mais tarde do que o esperado.¡± ¡°Ah¡­ Bem, havia uma velhinha l¨¢ fora,¡± euecei. ¡°Eu acho que estava perdida. Continuou tentando frigo e n?o me deixou sair¡ª.¡± ¡°Eu quis dizer o trabalho, Raven. Voc¨º est¨¢ v¨¢rias horas atrasada do trabalho. O hor¨¢riobinado deveria ter te visto em casa h¨¢ muito tempo.¡± ¡°Ah¡­¡± ¡°Tudo correu¡­ bem?¡± N?o. N?o, n?o tinha. Na verdade, eu n?o conseguia pensar em muitas maneiras em que poderia ter sido pior. Eu cavei em coisas que definitivamente n?o deveria, abrindo uma porta para uma responsabilidade de minha pr¨®pria cria??o. Primeiro, matando acidentalmente um funcion¨¢rio por um trabalho de sequestro¡­ depois, deixando de cuidar das consequ¨ºncias desse erro. Agora, eu continuava a esconder essa consequ¨ºncia porque n?o queria a morte em minhas m?os. No entanto, eu n?o poderia mencionar nada disso para ele. A essa altura, eu j¨¢ estava muito fundo para esrecer. Al¨¦m disso¡­ e eu sabia que n?o deveria estar¡­ mas n?o pude deixar de me sentir um pouco¡­ curiosa. O que aquele contrabandista conseguiu descobrir? Estava rcionado os documentos? ¡°Sim¡­ ah, tudo correu bem¡±, eu menti. ¡°Eu s¨® tive alguns problemas para entrar no pr¨¦dio, ¨¦ tudo. Uma multid?o de pessoas estava bebendo dodo de fora e, bem, embriagadas ou n?o, s ainda seriam testemunhas. Eu decidi jogar pelo seguro.¡± ¡°¨¦ assim mesmo¡­?¡± ele meditou. Um sentimento nervoso estava borbulhando no meu peito. Ele n?o poderia saber que eu estava mentindo¡­ poderia? Mas, novamente¡­ n?o havia segredo de Eric Reid. Cap铆tulo 123 Cap¨ªtulo 123 Cap¨ªtulo 121: Livro 2 ¨C Cap¨ªtulo 15 ¡°Raven.¡± Atrav¨¦s da escurid?o, ouvi uma voz, perfurando a neblina. Parecia urgente. This text is ? N?velDrama/.Org. Algu¨¦m me chamando. ¡°Raven, mude de volta.¡± De vez em quando eu via trechos. Apenas imagens paradas piscando diante de mim, mostrando fotos de uma s de estar. De uma mesa quebrada. De um menino. Parecia um pouco familiar, mas eu n?o conseguia localiz¨¢-lo. ¡°Raven! ¡ªAh, foda-se. ..E dor. Muita dor. A voz continuou a me chamar, implorando para que eu fizesse alguma coisa¡­ mas eu n?o estava pronta. N?o, em vez disso, eu rescindi em minha mente ainda mais para escapar. Para tentar esquecer o que estava acontecendo. ¡­ Para fingir que estava tudo bem. E assim, me escondi de tudo, bloqueando as imagens e vozes. Esperando at¨¦, finalmente, as coisas n?o doerem tanto. ..At¨¦ que eu tinha certeza que a dor tinha parado. ¡°.Raven,¡± veio a voz novamente. S¨® que, desta vez, o reconhecimento finalmentee?ou. Kieran. Era a voz de Kieran e¡­ e eu mudei. Mudando para o lobo e¡­¡ª. Oh¡­ n?o, n?o¡­ Instantaneamente, meus olhos se abriram¡­ e eu me encontrei contida em seus bra?os, embrulhada em um cobertor. Ele olhou para mim um rosto mostrando sinais de exaust?o, sua respira??o pesada. E eu imediatamente soube que algo estava errado. Eu n?o tinha certeza de quanto tempo tinha passado, mas eu estava de volta ao meu estado normal, o que implicava que tinha sido pelo menos alguns minutos. Mas¡­ havia algo mais tamb¨¦m. Algo que eu esperava dessespsos. ..Eu podia sentir o cheiro doentio de sangue. Eu me contorci fora de seu alcance, me afastando apenas o suficiente para dar uma boa olhada nele¡­ e l¨¢ estava. A origem do cheiro. Um grande corte na frente de seu peito. O sangue fluindo dele¡­ cada vez pior¡­ se acumndo no ch?o ao nosso redor. E, de repente, foio se o mundo inteiro se inclinasse. Para onde quer que eu olhasse havia sangue. Vermelho pintado em todas as superf¨ªcies, em todos os m¨®veis, em todas as paredes¡­ cortinas¡­ e lumin¨¢rias. E enquanto eu olhava em volta fricamente, senti minha respira??o acelerar, meu cora??o come?ando a acelerar. ¡­ O que eu tinha feito? Isso era exatamente o que eu tinha medo e ainda assim eu deixei isso acontecer. Eu me virei para Kieran, encontrando seu rosto agora t?o p¨¢lido, e rapidamente movi minhas m?os para seu peito para ajudar a parar o sangramento. M?os que j¨¢ estavam encharcadas ao longo dos meus antebra?os. ¡°Eu sinto muito¡±, eu sussurrei. ¡°E-eu n?o queria fazer isso.¡± Eu disse a ele que isso era perigoso e uma m¨¢ ideia. Por que ele n?o me ouviu? ¡°Raven¡­ est¨¢ tudo bem¡±, ele respondeu. Olhei para ele incr¨¦d,o se ele fosse louco por n?o ver a quantidade de sangue que havia perdido. Era um mgre que ele ainda fosse capaz de fr. ¡°N-n?o¡­ n?o, n?o est¨¢ tudo bem¡±, eu gaguejei. ¡°Nada sobre isso est¨¢ bem¡­ Voc¨º vai morrer por minha causa.¡± Como se me dissesse que este exerc¨ªcio n?o era negoci¨¢vel. ¡°Isso¡­ n?o foi minha culpa¡±, eu finalmente disse em derrota. Eu murmurei as pvras baixinho, mas ele ainda parecia satisfeito a minha resposta. Com um pequeno aceno de aprova??o, ele me soltou. ¡°O que quer que tenha sido¡­ eu nunca vi nada parecido¡±, disse ele. ¡°De longe as mudan?as mais lentas e dolorosas que j¨¢ testemunhei. Mas¡­ eu n?o sei. Est¨¢ me dando uma sensa??o estranha. Quaseo se houvesse mais do que isso.¡± ¡°..O que voc¨º quer dizer? Voc¨º est¨¢ dizendo que h¨¢ realmente algo erradoigo?¡± ¡°N?o¡­ n?o est¨¢ errado voc¨º. Mas talvez mais¡­ algo externo afetando voc¨º¡±, disse ele, franzindo a testa. ¡°Voc¨º est¨¢ usando alguma joia? Ou tem algo met¨¢lico tocando em voc¨ºo um piercing? Pareceria algoo prata.¡± Eu pensei sobre isso por um momento antes de bn?ar a cabe?a. Acess¨®rios n?o eram uma boa ideia para mim, devido ao meu trabalho di¨¢rio. ¡°N?o.¡± ¡°Ok¡­ ent?o que tal dieta. Voc¨º bebe algum ch¨¢? Ou lidar regrmente alguma erva?¡± ¡°N?o¡­¡±, respondi novamente, ficando cada vez mais confusa as perguntas estranhas. Kieran ent?o parou por um momento pensando, visivelmente se esfor?ando para pensar em outra coisa antes de, finalmente, fazer mais uma pergunta. S¨® que desta vez, eu poderia dizer que ele estava relutante em perguntar. ¡°.. E os medicamentos?¡± E meu corpo imediatamente se acalmou. Sim¡­ eu tomava rem¨¦dios. tomava rem¨¦dios regres para ansiedade e efeitos cterais p¨®s- mudan?a; principalmente a dor e a n¨¢usea. Mas¡­ isso era algo que me prescreviam h¨¢ anos. Por um m¨¦dico. Um profissional. Ou, pelo menos, eles eram um profissional¡­ empregado pelo meu pai. Certamente, ele n?o teria, certo? Porque isso significaria¡­. ¡°Raven?¡± Kieran pediu quando eu ainda n?o tinha fdo. Engoli a bile na minha garganta, esperando que Kieran estivesse errado sobre isso. ¡°Sim,¡± eu respondi. ¡°Sim. Eu tenho rem¨¦dio¡±. ¡°Voc¨º pode me mostrar?¡± Quase roboticamente, me levantei e caminhei at¨¦ onde tinha deixado minha bolsa, encontrando-a no balc?o. Demorou um pouco antes que eu pudesse localiz¨¢-lo. Com tudo acontecendo t?o r¨¢pido, meus dedos tremiam incontrvelmente. ¡°Aqui,¡± eu finalmente disse, apresentando para Kieran. Ele seguiu atr¨¢s e rapidamente pegou de mim,e?ando a inspecionar o conte¨²do imediatamente. O tempo todo, eu silenciosamente assisti enquanto ele trabalhava, subconscientemente puxando o cobertor ao meu redor para me confortar. Desejando mais do que tudo que isso realmente fosse uma medica??oum. Embora raramente fosse t?o simples. ¡°Esses¡­ esses s?o supressores,¡± Kieran disse em choque, lentamente olhando para mim. ¡°Eles foram projetados e usados em guerra qu¨ªmica. Agora eu sou ilegal, ¨¦ ro.¡± Cap铆tulo 124 Cap¨ªtulo 124 Livro Dois ¨C Cap.# 16 Ele sabia¡­ ele sabia o que eu era e escondeu isso de mim. Porqu¨º? N?o fazia sentido. Mas¡­ isso realmente importava? Mesmo que meu pai soubesse, isso n?o mudou nada na minha situa??o. Ele apenas adicionou mais perguntas para as quais eu provavelmente nunca obteria respostas. Afinal, n?o erao se eu pudesse confront¨¢-lo sobre isso. Se ele sentisse mesmo um pouquinho de rebeldia de mim, eu tinha certeza de que ele preferiria me prender do que me perder. ¡°¡­Raven?¡± Certo¡­ Kieran. Ele ainda estava esperando que eu respondesse¡­ s¨® que eu n?o tinha certeza do que fazer. Eu estava em mais um dilema de escolher doisdos. Ambos tiveram pre?os altos resultados incertos. Dizer a verdade, a verdade real, significava convid¨¢-lo para ver essedo da minha vida. Umdo onde ele provavelmente aprenderia as a??es sombrias de meu pai, nosso neg¨®cio, e do trabalho envolvido nisso. Isso, por si s¨®, era uma coisa perigosa de divulgar a qualquer um, a informa??o colocando um alvo em Kieran. ¡­Mas eu tive que reconhecer outra coisa tamb¨¦m. Ao trazer Kieran e contar a ele tudo isso¡­ ele estaria a cent¨ªmetros de descobrir a verdade sobre mim tamb¨¦m. Sobre todas as minhas contribui??es sombrias at¨¦ agora. Coisas que agora me faziam sentir emo??es que eu nunca esperava sentir. Porque uma parte de mim de repente sentiu¡­ vergonha. Culpado. Com medo do que ele pensaria se soubesse de tudo que eu tinha feito no passado. De quem eu era durante o dia. Nunca antes eu me importei o julgamento de outra pessoa assim. Minha vida sempre foi muito ocupada para me preocupar algo assim por muito tempo. Mas¡­ Kieran era diferente. P primeira vez, eu estava come?ando a me importar o que algu¨¦m pensava de mim. Ele n?o tinha sido nada al¨¦m de ¨²til, fazendo o seu melhor para resolver os problemas que me atormentavam h¨¢ anos. Eu o ataquei, acusei, ameacei e o afastei¡­ e ainda assim ele n?o parecia se importar nada disso. Eu podia ver uma bondade nele que ningu¨¦m mais havia me mostrado. Algo puro que foi dado sem pedir nada em troca. Ou ele era psic¨®tico¡­ ou realmente queria me ajudar. Qualquer outra pessoa j¨¢ teria ido embora¡­ E foi por essa raz?o que finalmente tomou a decis?o por mim. Um onde mant¨º-lo longe ainda seria o melhor. ¡°¡­ Um m¨¦dico,¡± eu meio que menti. Era uma verdade tica, embora n?o muito certa. ¡°Eu n?o sei muito sobre ele.¡± Mas, aparentemente, eu subestimei grosseiramente o quanto Kieran j¨¢ havia percebido sobre minha vida. ¡°¡­ Era seu pai?¡± ele perguntou, me pegando desprevenida. Minha cabe?a imediatamente girou bruscamente para olhar para ele, encontrando sua express?o s¨¦ria. ¡°¡­Por que voc¨º diria isso?¡± Eu respondi. Eu estava tentando fazer meu tom soar casual apesar da tens?o que sentia. ¡°Eu vio voc¨º estava medo dele naqu noite em que nos conhecemos¡±, disse ele. ¡°Se ele te machucou, voc¨º pode me dizer.¡± Por essa resposta? N?o, n?o, eu n?o podia. Ele acabou de me dar mais uma confirma??o de que eu estava fazendo a coisa certa. Kieran se envolvendo s¨® terminaria ele se colocando em perigo tamb¨¦m. ¡°Eu estou bem,¡± eu menti, ¡°Ele s¨®¡­ faz o que ele acha que ¨¦ melhor para mim.¡± ¡°Raven, eu quero dizer isso¡±, ele persistiu. ¡°Voc¨º n?o precisa aturar ser maltratado. Na verdade, eu n?o acho que voc¨º deveria voltar para casa.¡±. ¡°O que¡­?¡± ¡°Com os supressores e prata, acho que voc¨º deveria voltar para Ashwoodigo¡±, disse ele. ¡°Seja atendido por um m¨¦dico que realmente sabe te avaliar corretamente. Certifique-se de que n?o haja efeitos a longo prazo devido ao que ele fez voc¨º. Voc¨º pode viver o tipo de vida que deseja sem nunca ter que sentir medo.¡± Deixar¡­ meu pai? Ele estava me oferecendo a mesma coisa que eu estava muito medo de sonhar. Escapando de tudo, deixando meu pai para tr¨¢s¡­ finalmente sendo livre. E n?o apenas isso, mas tamb¨¦m ter permiss?o para entrar no mundo em que eu sempre fui criada. Tenha acesso irrestrito a respostas ainda desconhecidas. Sobre quem eu era, o que havia de erradoigo, sobreo eu poderia melhorar. Material ? of N?velDrama.Org. ¡­S¨® que, enquanto pensava nisso, logo voltei ¨¤ realidade. Porque era apenas isso¡­ um sonho. Uma fantasia. No minuto em que eu sa¨ªsse desta cidade, ele me rastrearia e imediatamente me arrastaria de volta para casa. N?o havia tal coisao ser livre. Al¨¦m disso¡­ mesmo que eu n?o pudesse ver, eu tinha certeza de que deveria haver uma raz?o p qual ele me deu a prata e os supressores. Tinha que haver. Tudo o que ele tinha feito sempre teve um prop¨®sito. ¡­Talvez eu estivesse apenas perdendo alguma coisa. ¡°Desculpe¡­ eu n?o posso fazer isso,¡± eu disse baixinho. ¡°Raven, eu n?o posso simplesmente mandar voc¨º de volta para l¨¢, impotente para parar o que quer que esteja acontecendo,¡± ele argumentou, ramente descontente a minha resposta. ¡°Voc¨º n?o quer me dizer a verdade, ro, mas seu rosto diz tudo. As contus?es em suas costs dizem tudo. Eu sei que algo est¨¢ acontecendo ele. Eu posso sentir a manip??o a uma milha de distancia.¡± Isso me arrepiou, instantaneamente me fazendo ficar um pouco na defensiva. N?o havia nada que eu pudesse fazer e minhas m?os estavam atadas. N?o erao se isso fosse f¨¢cil para mim ou algo que eu quisesse. Meu lugar era aodo do meu pai. O ¨²nico lugar onde eu poderia estar. A melhor coisa para todos era se Kieran simplesmente aceitasse isso e deixasse para l¨¢. ¡­ O que, ¨¦ ro, ele n?o fez. ¡°Voc¨º n?o acha que eu n?o pensei sobre isso? O homem tem uma filha que ele mant¨¦m escondida, raramente permitindo que eles conhe?am algu¨¦m de fora¡±, disse ele. ¡°Isso soa exatamenteo ismento, garantindo que voc¨º dependa dele, e apenas dele.¡± ¡°Pare,¡± eu rapidamente avisei, n?o gostando de onde isso estava indo ¡°E ent?o adicione o fato de que, apesar de ser a filha de um homem rico, voc¨º tem habilidades de luta mais afiadas do que a maioria dos guerreiros habilidosos que eu conheci. Habilidades muito al¨¦m de qualquer aprendizado m¨¦dio. N?o consigo pensar em muitas raz?es ps quais voc¨º precisaria de uma coisa dessas em uma cidadeo esta, especialmente a educa??o que deveria ter tido.¡± ¡°¡­Eu disse pare.¡± ¡°N?o ¨¦ preciso ser um g¨ºnio para perceber que est¨¢ usando e abusando de voc¨º, Raven,¡± ele continuou, ignorando minhas pvras. ¡°Se ele te deu as p¨ªls ou n?o, eu j¨¢ cheguei a essa conclus?o dias atr¨¢s. Se voc¨º apenas vierigo, eu posso proteger-. ¡°¡ª Kieran, pare!¡± Eu finalmente gritei, l¨¢grimas amea?ando cair dos meus olhos. Ouvir tudo isso foi demais. Ambos dolorosos¡­ e aterrorizantes. Porque se ele j¨¢ tinha descoberto tanto sobre mim, ent?o ele estava perigosamente perto de coisas que ele n?o deveria saber. Se intrometer mais, seria quase imposs¨ªvel para mim mant¨º-lo seguro. ¡°¡­Por favor pare. Por favor,¡± eu implorei. ¡°Voc¨º n?o sabe o que est¨¢ dizendo.¡± Ele finalmente levou um momento para me olhar corretamente, parando apenas o tempo suficiente para ver meu comportamento. ¡°¡­ me desculpe, Raven¡­ eu n?o queria te chatear,¡± ele disse suavemente. Mas eu apenas bncei minha cabe?a, ainda tentando segurar as l¨¢grimas. Ele estava tornando isso t?o dif¨ªcil. T?o malditamente dif¨ªcil. Tudo dentro estava agora gritando para eu ceder e contar tudo a ele. Para fugir com ele e fingir que eu poderia ser algu¨¦m novo. Mas eu n?o podia. Era tarde demais para isso. Fui dizer mais alguma coisa, protestar um pouco mais, mas, enquanto ele continuava a me olhar um rosto cheio de preocupa??o, olhos que continham apenas sinceridade¡­ eu me senti rachar. ¡­ Eu rachei um pouquinho sob essa press?o ¡­ e forneci uma confirma??o que eu nunca esperava dar. Um que realmente n?o admitia nada, mas disse a ele tudo o que ele precisava saber. ¡°¡­Se minha vida ¨¦ realmente t?o ruim quanto voc¨º diz que ¨¦¡­¡±, eu disse, incapaz de esconder a dor em meu tom. ¡°Um cheio de tristeza e abuso, e onde eu estava impotente aos caprichos de um homem extremamente poderoso nesta cidade¡­ por que voc¨º acha que eu ficaria?¡± N?o importa o que ele me dissesse, no final do dia, eu ainda era o corvo do meu pai. S¨® porque as barras da minha gai nem sempre eram vis¨ªveis, n?o significava que eu n?o podia sempre sentis em todos os lugares que eu ia. A ¨²ltima coisa que eu queria fazer era prender Kieran aqui juntoigo. ¡°Voc¨º acha que descobriu tudo, mas voc¨º n?o me conhece, Kieran,¡± eu continuei, rapidamente recuperando qualquerpostura que eu pudesse reunir. ¡°E voc¨º n?o entende metade do que est¨¢ dizendo.¡± ¡°Raven, eu estou tentando te dizer que ele n?o pode te tocar enquanto voc¨º vierigo,¡± ele disse.¡± ¡­Eu posso te proteger. Eu prometo.¡±. Mas se eu aceitasse sua ajuda, n?o seria *eu* quem precisava de prote??o. J¨¢ podia visualizar a pasta mani agora¡­ lendo seu nome no topo¡­ sabendo o que significaria¡­. 1 Estremeci o pensamento. ¡°Eu aprecio tudo que voc¨º fez por mim,¡± eu disse, j¨¢ sentindo meu peito doer as pvras que eu estava prestes a dizer. ¡°Mas¡­ n?o estou interessado em ir embora. Eu sinto Muito.¡± Antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa para tornar a decis?o mais dif¨ªcil, eu rapidamente me levantei e caminhei at¨¦ o quarto para me trocar. Focando em qualquer outra coisa al¨¦m do que estava acontecendo para que eu n?o rachasse acidentalmente novamente. ¡°Vou ficar mais alguns dias no caso de voc¨º mudar de ideia,¡± eu o ouvi dizer, fndo do outrodo da porta. ¡°Ao contr¨¢rio dele, eu n?o vou for?¨¢-lo a virigo. Eu quero que esta seja sua escolha. Sua decis?o. Algo que voc¨º ramente nunca recebeu antes.¡± Por que ele estava tornando isso t?o dif¨ªcil? Eu j¨¢ estava tremendo tanto, sentindo meu cora??o pulsando forte no meu peito. Eu n?o precisava disso para arrastar mais do que era. Mas quando ele mencionou seu retorno para casa, isso me fez perceber algo. Isso¡­ esta foi provavelmente a ¨²ltima vez que eu o veria. N?o s¨® por causa das dificuldades da cidade que ele mencionou antes, mas tamb¨¦m era improv¨¢vel que eu fosse capaz de escapar assim novamente. Fazer isso uma vez j¨¢ tinha sido muito arriscado. E quanto a futuros eventos m¨²tuos, podemos nos encontrar em¡­? Bem, eu duvidava que meu pai me permitiria participar de qualquer coisao a festa do prefeito novamente depois do que aconteceu da ¨²ltima vez . ¡­ E enquanto eu pensava mais sobre isso, chegando a um acordo o que isso significava, de repente senti uma estranha sensa??o de reza. ¡­ Porque o que quer que acontecesse agora, n?o importaria depois de hoje. Foi um pensamento que me fez caminhar imediatamente at¨¦ a porta, abrindo-a para revr Kieran do outrodo. Ele tinha um bra?o contra o batente da porta, seu corpo inclinado para a frente de uma forma que sugeria que sua cabe?a estava descansando na madeira momentos antes. E, quando fiquei cara a cara ele novamente, ele instantaneamente olhou para cimao se estivesse prestes a dizer outra coisa. Uma express?o que me dizia que ele ainda n?o tinha desistido de tentar me convencer. Mas isso n?o importava mais para mim, minha mente agora j¨¢ estava decidida. Antes que ele pudesse dizer uma ¨²nica pvra, eu rapidamente me aproximei e me pressionei contra ele, pegando-o de surpresa. E, instintivamente, me entreguei a esse desejo imc¨¢vel que sempre sentia quando ele estava por perto Eu arqueei meu corpo para cima, passando a m?o pelo cabelo dele, e bem quando um arrepio de prazer me percorreu¡­ Eu trouxe meus l¨¢bios para encontrar os dele. ¡­E foi perfeito. Exatamenteo eu sempre imaginei que seria. Talvez ainda melhor. E embora eu pudesse dizer que ele estava relutante no in¨ªcio, possivelmente questionando minha mudan?a repentina de atitude, n?o demorou muito para que sua bocae?asse a responder. Movendo-se contra o meu, bebendo cada sensa??o oferecida¡­ transformando essas fa¨ªscas em chamas. Quando sua m?o se moveu para minha cintura e me pressionou mais perto dele, uma excita??o de possibilidades instantaneamente borbulhou em minha mente. Eu poderia dizer que ele me queria tanto quanto eu o queria. Que, qualquer que fosse essa obsess?o absurda, definitivamente era sentida mutuamente. Ele estava se sentindo queimando no calor daqus chamas tamb¨¦m? Intoxicado pelo meu cheiro como se eu fosse dele? Eu n?o pude deixar de me perguntar o que poderia acontecer se eu realmente me soltassepletamente naquele exato momento¡­ se eu esquecesse todo o resto e me entregasse inteiramente. ¡­ Mas este n?o era esse tipo de beijo. N?o, este era apenas um adeus. E, embora me doesse fazer isso, lentamente me afastei o suficiente para encontrar seus olhos. ¡°Eu realmente aprecio tudo que voc¨º fez por mim,¡± eu disse, tomando um momento final para segur¨¢-lo, procrastinando o que eu precisava fazer. ¡°Voc¨º me deu conhecimento de que eu poderia ter passado o resto da minha vida sem nunca descobrir, vivendo meus dias enquanto eu continuava pensando que eu realmente era perigoso¡­ que eu era uma aberra??o. Agora posso pelo menos tentar melhorar, mesmo que n?o seja do jeito que voc¨º quer.¡± ¡°¡­Eu pensei que aquele beijo era porque voc¨º estava concordando em ficarigo,¡± ele disse calmamente, desapontamento pesado em seu tom. Eram pvras que me machucaram mais do que eu pensei que iriam, me fazendo ansiar por retirar tudo o que eu disse e concordar em ir ele. Mas isso n?o era sobre mim. Isso era sobre lealdade ao meu pai¡­ e sobre proteger Kieran. ¡°¡­ Eu realmente sinto muito, Kieran.¡± ¡­ E eu me afastei de seus bra?os, agora me movendo em dire??o ¨¤ sa¨ªda. Peguei minha bolsa no balc?o e imediatamente me dirigi para a porta da frente, mas foi quando minha m?o estava na ma?a que o ouvi fr atr¨¢s de mim. ¡°Espere,¡± ele disse, me fazendo parar. ¡°H¨¢ algo que voc¨º deveria saber. Algo que pode fazer voc¨º reconsiderar. E, relutantemente, eu virei minha cabe?a para tr¨¢s para olhar para ele, j¨¢ lutandoo se estivesse indo embora ¨¤ luz do que aconteceu entre n¨®s. ¡°O que ¨¦ isso..?¡± Eu perguntei. Mas sua express?o s¨® ficou mais intensa, o que quer que ele quisesse dizer ramente era algo que ele n?o tinha certeza. Como se ele estivesse indeciso se deveria me contar. ¡°Kieran¡­ o que ¨¦ isso?¡± eu pressionei. Ele finalmente respirou fundo e deu um passo em minha dire??o. ¡°Eu n?o seio te dizer isso,¡± ele disse hesitante. ¡°¡­Mas ele n?o ¨¦ seu verdadeiro pai, Raven.¡± ¡°O que¡­? O que voc¨º quer dizer?¡± ¡°Quero dizer¡­ n?o h¨¢ nenhuma maneira biol¨®gica de Eric Reid ter gerado voc¨º.¡± Cap铆tulo 125 Cap¨ªtulo 125 Livro Dois ¨C Cap.# 17 ¡°Quero dizer¡­ n?o h¨¢ nenhuma maneira biol¨®gica de Eric Reid ter gerado voc¨º.¡± Olhei para ele sem express?o. Este t¨®pico estava realmente vindo de novo? Ele j¨¢ havia questionado isso na noite do evento de caridade. Uma perspectiva presun?osa de algu¨¦m que n?o conhecia nada melhor. ¡­De algu¨¦m que cresceu pais de verdade. ¡°Sim¡­ eu sei¡±, eu disse, um pouco irritado. Mas, por alguma raz?o, essa resposta pegou Kieran de surpresa. ¡°Espere, voc¨º sabe?¡± ele perguntou. ¡°Sim¡­¡±, eu disse novamente. ¡°Eu deveria esperar que ele n?o fosse. Porque se ele fosse meu pai biol¨®gico, imagino que isso teria tornado nosso primeiro encontro muito estranho. Com ele me pegando no orfanato e tudo mais. ¡°Eu n?o entendo¡±, disse ele. ¡°Se voc¨º sabe que ele n?o ¨¦ seu pai, por que voc¨º est¨¢ sendo t?o leal a ele?¡± ¡°Por que?¡± Eu perguntei, incapaz de esconder minha irrita??o agora. ¡°Porque ele ainda ¨¦ meu pai. Ele ainda me criou e cuidou de mim. Ele me resgatou de uma casa de merda onde eu sofria muito bullying, uma onde eu era apenas mais uma crian?a de seis anos indesejada e n?o amada em um sistema ruim, e me deu umr. Deu-me habilidades e prop¨®sito. Me protegeu de-.¡± Mas rapidamente me impedi de dizer as pr¨®ximas pvras antes que fosse tarde demais. Porque eu ainda podia me lembrar disso vividamente; naquele dia em que fui adotada. Eu conseguia me lembrar porque foi no mesmo dia em queeti meu primeiro pecado. Eu tinha sido incansavelmente aterrorizada por ser diferente, empurrada e abusada ps outras crian?as. Eles n?o sabiam o que eu era, mas, pensando agora, eles devem ter percebido. Percebi que eu n?o era nadao eles. Que eu tinha uma amea?a subjacente. ¡­ Mas foi esse sentimento deles, esse tratamento, que finalmente me fez explodir. Ou talvez eles ¡®estram¡¯ era uma maneira mais adequada de colocar isso¡­ seus bra?os e pernas para ser exato. Foi precisamente depois desse encontro que meu pai me encontrou¡­. De p¨¦ em uma pilha de quatro crian?as mais velhas. Coberto em seu sangue. Tremendo incontrvelmente enquanto eu tentava chegar a um acordo o que eu tinha acabado de fazer. No entanto, quando ele deu uma olhada em mim, ele n?o parecia nem um pouco perturbado a cena diante dele. Ele nem sequer pestanejou. N?o, ele simplesmente se aproximou de mim lentamente, agachou-se diante de mim¡­ e me estendeu a m?o. Ele me ofereceu um abrigo do qual eu havia desistido h¨¢ muito tempo. Uma promessa de que, se eu seguisse suas regras e o ajudasse, estaria para sempre segura sob sua prote??o. Que eu n?o tinha nada a temer uma vez que me tornei sua filha. Seu corvo. ¡­Uma oferta que rapidamente aceitei. Nos seus melhores momentos, era uma felicidade. Seu encorajamento e carinho eram as mesmas coisas que estavam ausentes da minha vida at¨¦ ent?o. Este era algu¨¦m que me via pelo que eu era e ainda me amava independentemente. Quem n?o tinha medo da for?a sobrenatural que eu possu¨ªa quando crian?a. E ent?o, quando ele finalmente colocou uma adaga na minha m?o e me colocou para trabalhar¡­ eu fiz tudo ao meu alcance para deix¨¢-lo t?o feliz quanto ele me fez. Para retribuir sendo o mais ¨²til poss¨ªvel. 1 S¨® que,o descobri rapidamente, ele possu¨ªa umdo muito mais aterrorizante do que eu jamais poderia esperar. O dia em queeti meu primeiro erro foi o dia em que aprendi o que realmente significava falhar meu pai. Quando fui inevitavelmente enviado para puni??o apenas quatorze anos de idade, aprendi minha li??o da maneira mais dif¨ªcil. Uma li??o em que sercente e escorregar tinha consequ¨ºncias. Porque era mais dif¨ªcil esquecer as regras quando s eram dolorosamente refor?adas em sua mente. De uma forma distorcida e distorcida, agora eu sabia no fundo que as coisas n?o eram o que provavelmente deveriam ser. Que era insalubre e perigoso, especialmente a amea?a que ele representava para mim e para aqueles ao meu redor. Mas¡­ ele ainda era meu pai. Uma parte de mim ainda queria acreditar que suas a??es eram apenas para o meu melhor interesse. ¡­ E foi por isso que eu n?o consegui descobrir o motivo dele para me envenenar. Por que passar os ¨²ltimos dezesseis anos me criando, gastando milhares em dinheiro e recursos para me transformar meticulosamente em quem eu era¡­ s¨® para ent?o me dar algo t?o t¨®xico? Ele me deu seu nome, me chamou de filha¡­ ent?o tentou me matar lentamente? Qual era o ponto? Parecia¡­ um mau investimento. Algo que eu sabia que meu pai era mais cuidadoso. Eu estava apenas delirando sobre o que realmente estava acontecendo? ¡°Eu n?o espero que voc¨º entenda,¡± eu disse, me afastando dos meus pensamentos. ¡°Mas ele ¨¦ a ¨²nica fam¨ªlia que eu j¨¢ conheci. S¨® porque ele n?o ¨¦ meu sangue, n?o significa que ele seja menos importante. Nem todo mundo tem a sorte de ter seus pais verdadeiros vivos.¡± ¡°Eu n?o¡­ eu n?o quis dizer isso dessa maneira,¡± disse Kieran. ¡°Eu s¨® estava tentando-.¡± ¡°Eu sei o que voc¨º estava tentando fazer,¡± eu interrompi, levantando a m?o para det¨º-lo. Ele disse isso a esperan?a de que de repente eu mudasse de ideia sobre tudo. Que eu pensaria que na verdade n?o precisava ficar¡­ mas n?o fazia diferen?a. Na verdade, tudo o que fez foi reafirmar exatamente o que estava em jogo. ¡°Tudo o que estou tentando dizer ¨¦ que ningu¨¦m deve tratar sua pr¨®pria filha dessa maneira¡±, disse ele. ¡°Ele ramente n?o te ama do jeito que voc¨º pensa. N?o se ele estiver disposto a fazer todas essas coisas. Um pai nunca deve querer machucar seu filho.¡± ¡°¡­ Acho que n?o saberia ent?o,¡± eu disse amargamente. ¡°Mas eu aprecio a vis?o de algu¨¦m mais afortunado.¡± Virei as costas e fui embora, mas sua voz rapidamente me parou. ¡°¡­Voc¨º n?o ¨¦ a ¨²nica um pai morto, Raven,¡± ele disse, sua voz tensa. E, instantaneamente, me senti um pouco culpado. ¡® Eu tinha esquecido o que tinha lido no arquivo de Victor. Mencionou ser casado, mas n?o continha detalhes da esposa. Normalmente, isso implicava que o parceiro havia morrido h¨¢ muito tempo para nossos registros, algo que eu j¨¢ tinha assumido, mas n?o pensei muito nisso. ¡­Mas essa era a m?e de Kieran. Deu-lhe um significado inteiramente novo agora que eu n?o estava apenas lendo pvras em uma p¨¢gina. Essa era uma pessoa viva. ¡°Eu era apenas uma crian?a quando aconteceu, mas tinha idade suficiente para me lembrar d¡±, continuou ele. Sinceramente, n?o sei se isso melhora ou piora¡­ mas posso pelo menos entender sua dor, mesmo que s¨® um pouco. Temos mais emum do que voc¨º pensa.¡± Senti-me prendendo a respira??o, essa coisa toda s¨® acrescentando mais confus?o ¨¤ minha cabe?a j¨¢ em conflito. Tudo isso era demais para processar. ¡­ N?o, eu precisava sair antes que eu realmente fizesse algo que me arrependesse. Sem dizer mais nada, abri a porta e fui dar um passo sobre a soleira. ¡°Tr¨ºs dias, Raven,¡± ele me chamou. ¡°Vou esperar tr¨ºs dias. Eu realmente espero que voc¨º mude de ideia.¡± Foi o suficiente para me fazer parar por um momento. Mas os dentes cerrados e, um empurr?o final de for?a, fiz o que precisava fazer. ¡­ Eu finalmente sa¨ª . ¡°Adeus, Kieran,¡± eu disse baixinho. E fechei a porta atr¨¢s de mim. Os pr¨®ximos dias pareceram dolorosamente lentos. A cada segundo que passava, eu estava muito ciente deo era mais um segundo desperdi?ado, sabendo que Kieran estava l¨¢. Esperando por mim naqu s, esperando que eu reconsiderasse. N?o querendo nada de mim al¨¦m de me ajudar a escapar. ¡­ Levou cada grama de autocontrole que eu tinha para n?o ceder. Depois de ter algum tempo para esfriar e reavaliar, eu estava disposta a aceitar agora que talvez o que Kieran me disse tivesse algum m¨¦rito. Eu amava meu pai¡­ mas tamb¨¦m o temia igualmente. Tinha sido assim por muitos anos agora, mas eu me acostumei a isso. E assim, independentemente dos motivos por tr¨¢s de suas a??es, tive que reconhecer que talvez minha firme cren?a n?o seja verdadeira. Que talvez n?o houvesse uma boa raz?o para ele me dar o rem¨¦dio. ¡­Que talvez as coisas fossem piores do que eu pensava inicialmente. N?o fez muito para a minha situa??o atual embora. Eu ainda estava preso independentemente, impotente para ir a qualquer lugar. Se Kieran soubesse o qu?o longe o alcance do meu pai realmente era, ele n?o estaria fndo de fuga t?o facilmente. N?o, eu ainda estava fazendo a escolha certa. Dessa forma, eu poderia manter Kieran seguro. Dessa forma¡­ eu poderia continuar fingindo que estava tudo bem. ¡­ Ou, pelo menos, eu pensei que era o caso. Porque no terceiro dia aconteceu algo que fez meu sangue gr. Fui chamado ao escrit¨®rio do meu pai e vi em sua mesa exatamente o que eu temia ver. ¡­Outra pasta manilha. ¡°Pai,¡± eu cumprimentei, incapaz de tirar meus olhos disso. ¡°Desculpe se voc¨º teve que esperar muito. Acabei de ouvir de Gavin que voc¨º queria me ver. ¡°Minha querida filha¡±, disse ele, pousando sua bebida. ¡°Sim, por favor¡­ sente-se.¡± Oh n?o. Nunca me pediram para sentar. Algo sobre isso parecia¡­ errado. Hesitante, puxei a cadeira para tr¨¢s e fiz o que ele pediu. ¡°Tenho ouvido¡­ algumas hist¨®rias interessantes¡±, disse ele. ¡°Hist¨®rias¡­ sobre voc¨º.¡± Com isso, meu corpo inteiro congelou, esquecendo momentaneamenteo respirar. Como uma cobra, erao se eu pudesse sentir o aperto de meu pai lentamente enrndo em volta do meu pesco?o, apertando minha garganta¡­ fechando¡­. ¡­ E eu sabia que ele tinha me pegado. Eu deveria saber melhor. N?o, eu sabia melhor. Eu sabia o tempo todo que segredos eram imposs¨ªveis nesta casa e mesmo assim tentei. ¡°Eu n?o¡­ eu n?o tenho certeza do que voc¨º est¨¢ se referindo,¡± eu disse, embora eu soubesse que era um jogo perigoso bancar o burro aqui. ¡°D¨º uma olhada por si mesmo¡±, disse ele ee?ou a apontar para a pasta na mesa. Instantaneamente, eu engoli nervosamente, olhando para ele atentamente mais uma vez. Quem ¨¦ o nome que eu encontraria l¨¢? Era de No¨¦? do Zac? de Kieran? ¡­Meu pr¨®prio? Com a m?o tr¨ºm, estendi a m?o¡­ e abri a tampa para revr o conte¨²do. S¨® que o que encontrei l¨¢ n?o era um nome¡­ mas sim uma foto. Uma foto minha saindo de um t¨¢xi em frente ao hotel de Kieran. Foi a noite em que fui at¨¦ ele para obter respostas. O dia em que meu pai deveria estar fora da cidade. De alguma forma, parecia que eu tinha sido seguido, apesar de tomar precau??es extras. Isso significava que meu pai propositalmente tinha algu¨¦m me observando sem meu conhecimento. ¡°Voc¨º sabe quem est¨¢ atualmente hospedado neste hotel?¡± ele perguntou. Eu n?o tinha certeza do que dizer, j¨¢ sabendo que n?o havia nada que eu pudesse fazer nessa situa??o para melhorar. Depois que v¨¢rios momentos se passaram, dos quais eu ainda n?o havia respondido, meu pai continuou sem esperar (Kieran Lycroft,¡± ele respondeu. ¡°Voc¨º pode se lembrar dele do evento de caridade do prefeito na semana passada¡­ Voc¨º sabe, a tarefa que voc¨º n?o conseguiu reunir ¡° Pense, Raven. Pense¡±,ecei a gritar na minha cabe?a uma e outra vez. Se eu n?o encontrasse uma maneira de consertar isso agora, tudo teria sido em v?o. Inferno, eu estaria enfrentando repercuss?es semelhantes se eu tivesse tentado fugir. Mas, o mais importante, eu tinha jogado Kieran na linha de fogo. Colocando o alvo que eu tentei tanto manter longe dele. ¡°Agora, por que voc¨º pode estar l¨¢, meu corvo?¡± ele perguntou, a curiosidade enchendo aqueles olhos cinzas dele. ¡­ Olhos que eu conhecia muito bem nesses ¨²ltimos dezesseis anos. Mas foi dentro dessa familiaridade que uma ideia finalmente me ocorreu. Uma maneira de salvar Kieran. Porque eu s¨® precisava fazer o que sempre fiz¡­ o que sempre tentei fazer. ¡­Eu s¨® precisava agradar meu pai. ¡°¡­ Voc¨º est¨¢ certo,¡± eu disse, finalmente encontrando minha voz. ¡°Eu estava l¨¢. Desculpe n?o ter lhe contado. Mantive em segredo porque queria que fosse uma surpresa.¡± Ele franziu a testa, sua curiosidade ramente s¨® aumentando. ¡°Depois da minha puni??o, eu me senti respons¨¢vel por minhas a??es,¡± eu rapidamente continuei. ¡°Assimo voc¨º disse¡­ eu n?o agi apropriadamente e falhei em fazer o que era melhor para n¨®s. Melhor para a empresa. Ent?o¡­ eu queria fazer as pazes voc¨º. ¡°¡­¨¦ assim mesmo?¡± ¡°Eu pensei que se eu ainda pudessepletar a miss?o de alguma forma, ent?o voc¨º me perdoaria. Eu me senti horr¨ªvel sabendo que eu tinha quebrado sua confian?a e eu n?o queria te dizer o que eu estava fazendo caso eu falhasse novamente. No entanto, olhando para isso agora, posso vero minhas a??es foram enganosas. Eu realmente sinto muito, pai.¡± Ele parou em sil¨ºncio enquanto examinava cuidadosamente meu rosto e, por sua vez, olhei para minhas m?os vergonha. Eu precisava desempenhar o papel que normalmente faria em uma situa??oo essa. Um de submeter-se ¨¤s minhas falhas. N?velDrama.Org exclusive content. ¡°Se voc¨º acha que eu deveria ser punido, eu entenderiapletamente¡­¡± ¡°Voc¨º teve sucesso?¡± ele perguntou, sem esperar que eu terminasse. ¡ª Por acaso voc¨º descobriu sobre os documentos? ¡­Interessante. Ent?o ele realmente estava determinado a encontr¨¢-los. Ainda mais do que me preocupar minhas a??es. Se fosse esse o caso¡­ Eu me perguntava se havia uma maneira de girar isso¡­ E se¡­ Mas, n?o, isso provavelmente era esperar demais. A n?o ser que¡­. ¡°¡­ N?o,¡± eu respondi. ¡°Mas consegui fazer amizade o filho. Ele confia em mim agora. Quase demais. Assimo voc¨º disse, eu dei a ele meu melhor sorriso.¡± Vamos¡­ Morda a isca. Por favor, pegue. Apenas uma coisa. Em todos os meus anos, por favor, me d¨º apenas uma coisa. ¡°E voc¨º sente que est¨¢ perto de localizar os documentos?¡± meu pai respondeu, incapaz de esconder seu interesse agora. Eu exalei em frustra??o simda, fazendo o meu melhor para agir o mais genu¨ªno poss¨ªvel. ¡°Sinceramente¡­ e n?o quero decepcion¨¢-lo ainda mais¡­ mas acho que o filho n?o sabe nada sobre eles.¡± Eu podia vero ele instantaneamente se esvaziou, descontente isso. Uma resposta que foi perfeita para mim. Significava que estava funcionando. ¡°Dito isso,¡± eu continuei. ¡°¡­ Eu acho que o pai dele pode. Kieran mencionou algoo Victor precisando fazer neg¨®cios importantes em Ashwood. Um grande desenvolvimento que acabou de surgir. Na verdade, acredito que Kieran est¨¢ indo para casa hoje para ajudar. S¨®mento n?o ter conseguido descobrir mais nada, pai. Eu realmente tentei.¡± Ele nem parecia em fases que eu sabia de tudo isso e n?o tinha contado a ele ainda. Ele estava muito focado apenas na informa??o. Felizmente, o que eu disse aparentemente se alinhava quaisquer que fossem esses documentos, algo que eu precisava blefar baseado puramente em suposi??es. ¡°Certamente ¨¦ uma pena¡­¡±, disse ele, perdido em pensamentos. ¡°Hmmm. Mas, na verdade,¡± continuei, inocentemente levando um dedo ao meu queixo em pensamento. ¡°Agora que penso nisso¡­ voc¨º sabe, ele me implorou para ir ele.¡± Ele olhou bruscamente de volta para mim, seu interesse agora despertado mais uma vez. ¡°Se voc¨º quiser¡­ talvez eu possa ir l¨¢ eu mesmo¡­¡±, eu disse. ¡°Descubra os documentos de V¨ªctor e possivelmente at¨¦ recupere-os.¡± ¡­Por favor, morda a isca. ¡°¡­Ningu¨¦m sequer pensaria que algo era estranho. Apenas mais um garoto rico trazendo para casa uma garota bonita. Algu¨¦m que n?o representou nenhuma amea?a nem causou qualquer motivo para que eles fossem guardados. ¡± Por favor¡­. ¡°Tudo o que eu preciso ¨¦ da sua permiss?o, ¨¦ ro.¡± Por favor¡­. Apenas uma coisa. A ¨²nica coisa que eu sempre quis tanto. Por favor, deixe-me ir ele. E, quando encontrei os olhos de meu pai, nunca fiquei t?o nervosa quanto esperei por sua resposta. ¡°¡­ Muito bem¡±, disse ele. Foi a melhor not¨ªcia que eu j¨¢ ouvi na minha vida. E embora eu n?o tivesse certeza do que fazer a longo prazo, ou mesmo sobre os documentos sobre os quais eu menti descaradamente¡­ pelo menos, por enquanto, eu tinha a chance de escapar da minha ja sem nenhum medo. ¡­ Se apenas por um curto per¨ªodo de tempo. Cap铆tulo 126 Cap¨ªtulo 126 Livro Dois ¨C Cap.#18 *toque* *toque* Vamos¡­ por favor¡­ *toco* *toco* *toco* Por favor, abra a porta¡­ *toco* *toco* *toco* Kieran¡­ *toco* *toco* *toc* *toc* *toc* *toc* *toc* *toc* *toc-, eu estavae?ando a entrar em panico, pensando que tinha sa¨ªdo tarde demais, mas ent?o, finalmente, a porta se abriu. ¡°Raven,¡± Kieran disse, quase incr¨¦dulo. ¡°Voc¨º realmente veio. Voc¨º ¨¦-.¡± Mas n?o esperei que ele terminasse. Sem perder o ritmo, instantaneamente me movi para frente e joguei meus bra?os ao redor de sua cintura. Seu cheiro estava misturado ¨¢gua e sab?o, ramente o interrompendo de um banho. Mas era a melhor coisa que eu j¨¢ tinha cheirado. J¨¢, eu podia sentir meu corpoe?ar a rxar o calor vindo dele. Algo muito necess¨¢rio para ajudar a acalmar a adrenalina bombeando atrav¨¦s de mim. Hesitante, seus bra?os se moveram para me envolver, retribuindo o abra?o. Quaseo se ele ainda estivesse em choque por eu ter chegado. ¡°Eu estavae?ando a pensar que voc¨º n?o iria mudar de id¨¦ia¡±, disse ele. ¡°Eu tenho adiado sair por algumas horas agora, teimosamente em nega??o.¡± ¡°Estou feliz que voc¨º foi teimoso¡­ Obrigado por esperar.¡± Ele se afastou um pouco para que pudesse olhar para o meu rosto, trazendo uma m?o para tocar minha bochecha. ¡°Maso? Voc¨º est¨¢ em perigo ou¡­?¡± Mas eu rapidamente bncei minha cabe?a. ¡°Estou bem¡­ s¨® n?o quero fr sobre isso, se estiver tudo bem.¡± N?o que eu quisesse esconder isso de Kieran¡­ Eu s¨® n?o tinha certeza do que dizer ainda. Eu mesmo n?o sabia inteiramente o que estava fazendo. Eu estava realmente escapando? Ou eu estava apenas brincando com o que meu pai queria? Parecia que eu estava protegendo minhas apostas em vez de realmente tomar uma decis?o. Esperando para vero as coisas ficariam primeiro. Kieran segurou meu olhar por alguns segundos, obviamente tentando dizer se eu estava mentindo sobre estar bem, mas finalmente ele assentiu. ¡°Ok¡­ vou pegar minhas coisas e podemos ir.¡± Sentei-me no sof¨¢ enquanto esperava que ele pegasse sua bagagem, alegremente observando-o se mover. De vez em quando ele olhava para mim, quaseo se esperasse que eu n?o estivesse l¨¢, e eu lhe dava um pequeno aceno de seguran?a. Quando ele terminou, tudo que eu podia sentir era um nervosismo intenso vibrando por dentro. Levamos todas as nossas ms para o carro dele e, uma vez que tudo estava carregado, ele se virou para mim, educadamente segurando a porta do banco do passageiro aberta. ¡°Voc¨º est¨¢ pronto para isso?¡± ele perguntou. ¡°Haver¨¢ muito o que aprender.¡± Mas eu nunca tive tanta certeza em toda a minha vida. Eu andei at¨¦ ele e sorri para ele, agora zumbindo antecipa??o. ¡°Estou feliz por ter um professor t?o bom ent?o.¡± S¨® que,o eu esperava que ele retornasse a express?o, em vez disso, ele parecia quase surpreso. ¡°O que ¨¦ isso?¡± Eu perguntei, pensando que algo estava errado. Ele parecia quase atordoado, mas minha voz parecia pux¨¢-lo para fora disso. ¡°Nada, nada¡±, ele respondeu rapidamente, mas ent?o ele trouxe a m?o at¨¦ o meu rosto e escovou o polegar suavemente contra os meus l¨¢bios. ¡°¨¦ s¨® que¡­ essa ¨¦ a primeira vez que voc¨º faz isso.¡± Imediatamente, senti-me sucumbir mais uma vez ¨¤qus fa¨ªscas. Aquele sentimento de ser cativado pelo jeito que ele fva¡­ o jeito que ele sentia¡­ o jeito que ele me tocava. ¡°Feito oque¡­?¡± Eu consegui perguntar baixinho, embora eu n?o pudesse deixar de notaro ele se aproximou. ¡°_Sorriu para mim. Essa ¨¦ a primeira vez que voc¨º genuinamente sorriu para mim. Comecei a ficar nervosa, me sentindo um pouco culpada por fingir durante nosso primeiro encontro. Mas ele continuou antes que eu pudesse pedir desculpas. ¡­E foi algo que me fez esquecer o que estava na minha cabe?a. ¡°¨¦ t?o bonito¡±, ele sussurrou, seus olhos focados em meus l¨¢bios. *Thump* Minhas bochechase?aram a queimar e eu rapidamente virei minha cabe?a para odo, me sentindo envergonhada. Como ele fez issoigo t?o facilmente? Eu poderia ter derretido em uma po?a apenas do jeito que ele olhou para mim sozinho¡­ e ainda assim suas pvras estavam me fazendo querer evaporar completamente. Eu tinha experi¨ºncia em persuadir homens a se apaixonarem por mim, isso foi algo que eu aprendi rapidamente em meu trabalho, mas essa experi¨ºncia fez pouco para me defender contra cada pequena coisa que Kieran fazia. Ele me tinhapletamente sob um feiti?o¡­ um que eu estava achando imposs¨ªvel negar. Cuidadosamente, sua m?o moveu meu rosto, me for?ando a olhar para ele mais uma vez, e meu olhar se prendeu ao dele. Ele parecia que ia me beijar¡­ e eu realmente esperava que ele o fizesse. Eu ainda podia me lembrar do outro dia,o parecia perfeito. Mas, devido ¨¤s circunstancias da ¨¦poca, foi cortado muito curto. Agora, pouco mais no caminho, eu me permiti imaginaro seria mais do que um beijo. Imagino¡­o seria a sensa??o de sua pele ao se mover contra a minha¡­ ¡°N¨®s devemos ir,¡± ele disse calmamente, dando um passo para tr¨¢s. E, por um momento, eu pensei que seus olhos pareciam mais escuros novamente. Isso era normal ou eu estava apenas vendo errado todas as vezes! ¡°Temos uma longa viagem p frente.¡± Mas quando a decep??o me encheu, tendo sido negado o beijo que eu desejava, eu rapidamente fiz o meu melhor para afast¨¢-lo da mente, sentando- me no carro. ¡­E,o se viu, acabou sendo uma longa viagem. Embora a fronteira ¡®p¨²blica¡¯ ficasse a apenas algumas horas de carro, de acordo Kieran, a cidade propriamente dita estava localizada muito mais ao norte. Ao longo da jornada, ele fez o poss¨ªvel para me informar sobre as coisas b¨¢sicas que eu precisava saber. Coisaso terminologia b¨¢sica, detalhes sobre o ¡®pacote¡¯ e um resumo geral de como sua estranha hierarquia funcionava ¡°Ok, ent?o¡­ Alfa, Beta¡­ e ent?o Gamma¡­¡±, eu disse em voz alta, tentando lembrar os nomes certos. ¡°E ent?o voc¨º tem guerreiros, cada um suas pr¨®prias fileiras¡­ e ent?o¡­ Anci?es? Quem ¨¦ quem mesmo?¡± ¡°Eles s?o um pequeno coletivo formado p gera??o mais velha¡±, respondeu. ¡°Ao contr¨¢rio das fileiras de nascimento, os Anci?es n?o precisam necessariamente nascer em uma fam¨ªlia influente. Sua posi??o ¨¦ votada por m¨¦rito e intelig¨ºncia.¡± ¡°As fileiras de nascimento s?o¡­ Alfa, Beta e Gama, certo?¡± Tudo isso parecia um pouco estranho, mas eu estava fazendo o meu melhor para entender. ¡°Isso mesmo.¡± ¡°E¡­ Voc¨º ¨¦ o filho do Alfa?¡± ¡°Certo. Mas tamb¨¦m sou o filho mais velho de Victor, por isso tamb¨¦m recebo um t¨ªtulo de nascimento. O meu seria o herdeiro Alfa. Significa que um dia assumirei o cargo de l¨ªder.¡± Osent¨¢rios de meu pai faziam mais sentido agora; os que ele disse durante o evento de caridade. Lembro-me dele perguntando se eraum eleger representantes de prefeitos base na fam¨ªlia. Isso me fez perceber que, embora meu pai devesse saber o que eu era, ele ramente n?o tinha uma compreens?o de tudo rcionado a lobisomens. Se ele o fizesse, eu duvidava que ele concordasse em me deixar ir Kieran e sua fam¨ªlia por um tempo. Especialmente se ele estava tentando suprimir essa parte de mim. ¡°Eu preciso avis¨¢-lo que a etiqueta ¨¦ um pouco antiquada¡±, disse ele, um pouco sem jeito. Voc¨º ver¨¢ algumas formalidades e pode parecer estranho, mas eventualmente se acostumar¨¢. Pessoalmente, voc¨º s¨® precisa se preocupar em respeitar meu pai. N?o que eu ache que voc¨º ter¨¢ algum problema com isso. Quanto a todos os outros, eles seriam ticamente considerados benea, ah¡­¡± Ele ent?o parou no meio da frase, pensando em seu fraseado. ¡°S¨®¡­ voc¨º n?o precisa se preocupar tanto os outros. Voc¨º ¨¦ meu¡­ convidado. ¡°Ok¡­¡±, eu disse, franzindo a testa. ¡°¡­E mais uma coisa.¡± Sua voz ent?o ficou mais baixa, mais s¨¦ria. ¡°¡­Eu adoraria poder dizer que minha matilha ¨¦ perfeita, mas, a realidade ¨¦ que a cidade ainda ¨¦posta de opini?es e pessoas variadas.¡± ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± ¡°Quero dizer¡­ h¨¢ uma chance de que algumas pessoas n?o gostem de voc¨º. Duvido que voc¨º encontre algu¨¦m corajoso o suficiente para dizer isso na sua cara, mas¡­ apenas prepare-se. Oh. ¡°Porque¡­ eu sou filha de Eric Reid?¡± Eu perguntei. Mas ele me deu um pequeno sorriso isso. ¡°N?o, duvido que algum deles saiba quem ¨¦ seu pai. Eu mal sabia e j¨¢ fui autorizado a entrar na cidade algumas vezes. N?o, Ashwood ¨¦ apenas um lugar muito fechado¡­ e ¨¦ por isso que eles podem ser cautelosos voc¨º. Apenas ignore o melhor que puder.¡± Ouvi o aviso, mas estava muito focada no que ele disse primeiro; A parte em que ningu¨¦m saberia quem era meu pai. Eu era¡­ an?nimo. Sem estigmas ou opini?es preconcebidas, eu estava livre para ser Raven Reid sem nenhum v¨ªnculo. S¨® que¡­ era isso que eu queria? Ser Raven Reid? Era outro lembrete da decis?o que eu ainda estava para tomar. ¡°Estamos nos aproximando do posto de controle¡±, ele disse ent?o, e senti quando o carroe?ou a desacelerar. Ponto de verifica??o? Qu?o fechado era este lugar? Alguns momentos depois, um homem saiu de uma pequena cabine, andando no meio da estrada enquanto esperava que par¨¢ssemos. Ele parecia extremamente atl¨¦tico e foi capaz de me ver ramente, apesar de ainda estar a uma distancia dentro do carro. O que me disse uma coisa; ¡­ Ele era o mesmo que eu. Mas n?o senti nenhuma conex?o instantanea quando encontrei seus olhos, nem pensei particrmente em nada de especial sobre o homem. Nenhum desejo abrupto de beij¨¢-lo. Para mim, ele parecia um carapletamente normal. ¡­ E ainda assim, quando olhei de volta para Kieran, senti o mesmo pequeno choque de saudade que sentia toda vez que o via. Assimo sempre fiz. Ent?o¡­ aqu estranha conex?o realmente n?o era uma maneira de reconhecer outros de nossa esp¨¦cie. Mas se fosse esse o caso, ent?o o que tornava Kieran t?o especial? O que era essa coisa entre n¨®s? Ele disse que era plicado¡¯, mas nunca realmente explicou. ¡°Espere aqui,¡± Kieran instruiu enquanto estacionamos, e elee?ou a sair para fr ele. Durante todo o tempo em que o vi se aproximar, senti o olhar intenso do homem esperando. Como se ele estivesse tentando descobrir quem eu era. Algo que provavelmente era apenas uma parte de seu trabalho, mas me deixou um pouco desconfort¨¢vel de qualquer maneira. Foi s¨® quando Kieran se aproximou que ele finalmente desviou o olhar. E embora eu n?o pudesse ouvir o que eles estavam dizendo, eu podia ver algumas das express?es do homem. Ele parecia confuso¡­ ent?o surpreso¡­ feliz¡­ e ent?o novamente confuso. Com base apenas nisso, eu n?o sabia o que Kieran estava dizendo a ele. Depois de alguns minutos, parecia que tudo estava esrecido e Kieran finalmentee?ou a caminhar de volta para o carro¡­ mas,o ele estava na metade do caminho, ele rapidamente parou novamente. Porque foi ent?o que um uivo rasgou o ar, t?o perto que me fez pr de surpresa. Todos instantaneamente se tornaram defensivos. Em segundos, o homem estava empunhando uma adaga e at¨¦ Kierane?ou a escanear a ¨¢rea, concentrando-se nas ¨¢rvores pr¨®ximas. Est¨¢vamos em perigo? Certamente parecia assim. Rapidamente me movi para abrir a porta do passageiro, mas antes que pudesse abri, de repente algu¨¦m estava correndo em dire??o a Kieran. Eles apareceram do nada e se moveram t?o r¨¢pido. vindo em sua dire??o sem qualquer hesita??o. R¨¢pido demais para det¨º-los. E foi ent?o, em terror congdo, que eu assisti enquanto eles derrubavam Kieran no ch?o¡­ uma luta que se seguiu.Content rights belong to N?velDrama.Org. Cap铆tulo 127 Cap¨ªtulo 127 Livro Dois ¨C Cap.# 19 ¡°KIERAN!¡± Material ? of N?velDrama.Org. Eu gritei, abrindo a porta do carro. Ap¨®s o choque inicial de ver a cena se desenrr, meus sentidos finalmente voltaram e eu entrei em a??o. N?o havia mais nenhuma hesita??o dentro de mim. Eu imediatamente corri em dire??o a ele. Movendo-me o mais r¨¢pido que pude, eu j¨¢ estava pegando minha adaga antes que meus p¨¦s tocassem o ch?o, E quanto mais perto eu chegava, maiso??o eu podia ouvir. Houve rosnados, uma quantidade significativa, e grunhidos de dor enquanto os dois rvam pelo ch?o embate. Mas foi apenas quando Kieran finalmente colocou o homem em uma chave de bra?o que algo realmente bizarro aconteceu. Estranho o suficiente para me fazer parar instantaneamente, agora a apenas alguns metros de distancia. ¡­Porque apesar do atacante ter ficadopletamente impotente, ele simplesmente desistiu da luta sem problemas¡­ ee?ou a rir. Fiquei os olhos arregdos de adrenalina enquanto tentava descobrir a situa??o, no entanto Kieran continuou apenas sorrindo e ajudando o agressor a se levantar. Um homem cabelos louro- escuros e olhos castanhos. ¡°Vejo que voc¨º n?o perdeu o jeito durante as f¨¦rias na cidade,¡± ele disse brincando. ¡°P ¨²ltima vez; n?o foram f¨¦rias,¡± Kieran argumentou. ¡°Eu estava trabalhando. Pelo menos um de n¨®s tem que levar nosso trabalho a s¨¦rio porque voc¨º ramente gosta de abusar do seu.¡± Ele ent?o levantou uma sobrancelha.¡± Um uivo de advert¨ºncia, Daniel? S¨¦rio? Isso era absolutamente necess¨¢rio?¡± O homem chamado Daniel esfregou o pesco?o e sorriu culpa. ¡°Eu s¨® queria ter certeza de que nosso tem¨ªvel futuro l¨ªder n?o ficasse mole enquanto andava os humanos.¡± ¡°Por que? Voc¨º est¨¢ querendo pegar meu emprego?¡± Mas Daniel apenas riu disso e agarrou seu ombro em camaradagem. ¡°N?o, obrigado. Eu j¨¢ tenho dificuldade suficiente para mant¨º-lo sob controleo est¨¢. Eu n?o preciso de mais responsabilidade¡ª.¡± De repente, ele parou e se virou para mim. ¡°Uau, eu nem notei voc¨º. De onde voc¨º veio?¡± Percebendo que n?o havia perigo, eu rapidamente embainho minha adaga antes que ele pudesse ver. Quem quer que fosse, era evidentemente uma parte da cidade. Eu sabia que n?o seria uma primeira impress?o muito boa ser vista atacando-o. ¡­Afinal, eu j¨¢ tinha feito isso uma vez Kieran, ¡°Ah¡­ estou aqui¡­ -.¡± Eu n?o consegui dizer as pvras, por¨¦m, quando Daniel cheirou o ar e pareceu confuso. ¡°Voc¨º cheira a Kieran,¡± ele disseo se isso fosse uma coisa perfeitamente normal de se dizer. Imediatamente, minha mente ficou em branco, pois eu n?o tinha certeza deo responder. Devo negar ou ignorar? N?o erao se estiv¨¦ssemos oficialmente namorando ou algo assim. Na verdade, eu nem sabia o que estava acontecendo entre n¨®s dois, muito menos ser capaz de rotr isso. Se eles realmente eram antiquados aqui, as pessoas precisavam se casar primeiro? Os casamentos de lobisomens eram uma coisa? ¡° est¨¢igo,¡± Kieran finalmente respondeu, dando um passo ¨¤ frente. ¡°O que? Curti-.¡± ¡° est¨¢¡­ igo*,¡± Kieran repetiu, enfatizando as pvras. Eu n?o podia ver seu rosto, mas tive a sensa??o de que ele estava tentando dizer algo a Daniel. Um pouco irritante, para dizer o m¨ªnimo, mas eu ainda estava muito confuso toda a situa??o para pressionar por respostas. No entanto, o reconhecimento pareceu cruzar a express?o de Daniel. O que quer que tenha sido dito foi aparentemente o suficiente para reprimir quaisquer problemas anteriores quando ele prontamente se virou para Kieran e jogou os bra?os ao redor dele em um abra?o. ¡°Oh, cara, estou t?o feliz por voc¨º¡±, disse ele. ¡°Voc¨º demorou bastante.¡± Kieran deu alguns tapinhas nas costas dele, dando uma risada leve, mas tentou se afastar o mais r¨¢pido poss¨ªvel. ramente tentando minimizar o que estava acontecendo. Algo que eu ainda estava muito perplexo , s¨® que tamb¨¦m n?o parou por a¨ª. Daniel ent?o voltou sua aten??o para mim e caminhou direto para cima, inclinando a cabe?a levemente enquanto uma m?o cobria seu peito. ¡­ E eu simplesmente o encarei. O que ele estava fazendo¡­? Era isso que Kieran queria dizer ao dizer que as pessoas aqui eram extremamente formais? Eu n?o tinha certeza do que fazer, pois ele n?o mencionou isso no carro. ¡­Eu deveria estar me curvando de volta, ou ..? Fiquei ali um pouco sem jeito, mas felizmente a coisa toda durou apenas cerca de um segundo. Quando ele finalmente voltou, elee?ou a sorrir e estendeu a m?o para eu apertar. Um gesto o qual eu estava muito mais familiarizada e que retribu¨ª rapidamente. ¡°Eu sou Daniel Cooper. O herdeiro Beta da Matilha Ashwood,¡± ele disse. ¡°E o melhor amigo de Kieran¡­ embora ¨¤s vezes ele negue veem¨ºncia.¡± Certo. Eu sabia o que era isso¡­ significava que ele era o filho mais velho do segundo noando. O filho do Beta. ¡°Prazer em conhec¨º-lo¡±, eu disse, dando um pequeno sorriso educado. ¡°Voc¨º pode me chamar de¡­ Raven¡­ Raven Reid.¡± Eu me senti um pouco desconfort¨¢vel ao dizer isso, especialmente ¨¤ luz do conflito meu pai. Mas eu sabia que os lembretes continuariam a me assombrar at¨¦ que eu tomasse uma decis?o final. Uma escolha a ser deixada para outro dia e outra hora. ¡°Reid¡¯?¡± Daniel perguntou, franzindo a testa. ¡°N?o conhe?o nenhuma fam¨ªlia do norte esse nome. Voc¨º ¨¦ de qual pacote? ¨¦ do leste?¡± Eu me mexi um pouco desconfort¨¢vel. ¡°Ah, bem¡­ na verdade eu n?o perten?o a um bando¡­¡± Aparentemente, esta era a coisa errada a dizer. Instantaneamente, oportamento de Daniel mudou. Eu vio seus olhos se agu?aram e todos os tra?os da personalidade amig¨¢vel desapareceram. Quaseo se ele fosse uma pessoa completamente nova. ¡­ Uma pessoa que era perigosa. E dei um passo para tr¨¢s, minha m?o instintivamentee?ando a se contorcer para onde minha adaga estava esperando. ¡°O que voc¨º quer dizer? Voc¨º est¨¢ dizendo que voc¨º ¨¦ umdino¡ª.¡± Mas antes que ele pudesse fazer a pergunta, Kieran de repente entrou e colocou a m?o sobre a boca, puxando Daniel para longe. Aconteceu t?o r¨¢pido que eu me encolhi de surpresa. Foi uma pergunta ruim¡­? Eu n?o fazia ideia. Mas sussurrar logo foi a ¨²nica coisa que eu pude ouvir, e embora estivesse muito quieto para pegar qualquer coisa importante, eu consegui pegar algumas pvras. ¡®Humano¡¯ e ¡®Pai¡¯ sendo os mais significativos. ¡­Apontando mais um surto de irrita??o de mim. Eu n?o gostava de ser mantido no escuro. ¡®Calma. Preciso ficar calmo¡¯, disse a mim mesmo. E, internamente, suspirei, afastando-o da mente. N?o sabendo o suficiente sobre este lugar, e querendo evitar confus?o, eu precisava fazer o meu melhor para n?o deixar as coisas me iodarem. Quando eles finalmente voltaram, eu admito que me senti um pouco atordoada ao ver Kieran empurrar um Daniel de apar¨ºncia muito envergonhada em minha dire??o. ¡°Pe?a desculpas,¡± disse Kieran, parecendo irritado. Daniel co?ou a cabe?a e riu culpa. ¡°Desculpe, Raven¡­ Espero n?o ter sido rude. Somos apenas um pouco r¨ªgidos¡­ forasteiros. A guerra pode ter acabado h¨¢ muito tempo, mas acho que voc¨º n?o pode ser muito cuidadoso.¡± Era semelhante ao que Kieran j¨¢ havia me dito; a natureza fechada de Ashwood. Mas eu n?o pude deixar de pegar a men??o de uma guerra novamente. Eu assumi que este tinha que ser o mesmo para o qual os supressores foram projetados inicialmente. O pr¨®prio rem¨¦dio que ainda estava no meu sistema. Cautelosamente, eu apenas acenei a cabe?a em resposta, ainda cautelosa o que quer que tivesse acabado de acontecer. ¡°Deixe os outros saberem que chegamos,¡± disse Kieran, seu tom amig¨¢vel agora se foi. ¡°N¨®s iremos para a casa em breve para as apresenta??es. Por favor, certifique-se tamb¨¦m de que meu pai seja avisado.¡± A express?o de Daniel instantaneamente ficou s¨¦ria isso, um olhar trocando entre eles que terminou um aceno de cabe?a empreens?o. N?o demorou muito para ele sair para fazer o que foi pedido. Apesar de ainda n?o ter pisado na cidade, eu j¨¢ podia sentir as diferen?as dr¨¢sticas da cidade em que fui criado. A maneira, o discurso, a terminologia¡­ era uma loucura a rapidez que podia se transformar em algo totalmente estranho. Eu estava a apenas algumas horas de carro e ainda assim parecia um pa¨ªs totalmente diferente. E Kieran parecia¡­ diferente tamb¨¦m. Embora n?o de uma maneira ruim. Eu estava acostumada a v¨º-lo sendo carinhoso e engra?ado, mas esta foi a primeira vez que o vi sob uma nova luz. A luz de algu¨¦m que era um l¨ªder. Uma defini??o que parecia muito contrastada o que eu conhecia de prefeitos humanos. Ele caminhou para o meudo e eu poderia dizer que ele ainda estava raiva. O que quer que Daniel tentou dizer foi aparentemente ruim o suficiente para que Kieran parecesse indignado em meu nome. ¡°Eu realmente sinto muito se ele te assustou¡±, disse ele, olhando para mim preocupa??o genu¨ªna. ¡°Sua situa??o ¨¦ um pouco¡­ *¨²nica* e eu n?o tive tempo de avisar que voc¨º estava vindo. Ele n?o ¨¦ um cara mau, eu juro. Ele s¨®¡­ realmente n?o pensa ¨¤s vezes. Embora eu ainda n?o tivesse certeza do que Daniel havia dito, eu s¨® fiquei cauteloso devido ¨¤s circunstancias. Mas se ele realmente era amigo de Kieran, ent?o provavelmente n?o havia perigo algum. Apenas um mal-entendido. Se alguma coisa, isso foi um bom lembrete de que eu n?o precisava agir tanta caut. Que eu n?o estava em perigo constante e n?o tinha que tratar issoo um trabalho se n?o quisesse. Eu poderia apenas¡­ ser normal Seja¡­ algu¨¦m novo. Talvez algu¨¦m menos sombrio e um pouco mais positivo. E ent?o estendi a m?o e agarrei sua m?o suavemente, instantaneamente fazendo seus ombros visivelmente rxarem. ¡°Eu estou bem,¡± eu disse, entr?ando meus dedos os dele, ¡°eu sei melhor do que a maioria quando se trata de pessoas problemas de confian?a. Afinal, quanto tempo voc¨º levou para me convencer?¡± Dei-lhe um pequeno sorriso para aliviar o clima, tentando convenc¨º-lo de que eu realmente estava bem. E, para meu al¨ªvio, pareceu funcionar. Ele exalou calmamente, liberando o ¨²ltimo peda?o de tens?o que ele estava segurando. ¡°Eu nem cheguei a Ashwood ainda,¡± eu brinquei. ¡°Voc¨º n?o pode estare?ando isso j¨¢. Al¨¦m disso, sou mais forte do que pare?o.¡± Ele finalmente abriu um pequeno sorriso isso, sua maneira normal retornando. ¡°Venha, ent?o. Deixe-me mostrar-lhe o lugar.¡± E voltamos para o carro. Depois de ser acenado para o outrodo da fronteira, Kierane?ou a nos levar at¨¦ a cidade. S¨® que n?o foi nada do que eu esperava. Em minha mente, este lugar tinha sido um pequeno assentamento de casas e algumas inst??es,o seria de esperar de algum lugar que eu mal tinha ouvido fr. Mas na verdade estava longe disso. Embora n?o t?o grande quanto Lockdale City, a cidade ainda tinha uma vida agitada. Depois de dirigir por uma ¨¢rea suburbana de bs casas, finalmente chegamos ao cora??o da cidade, onde estavapleta lojas de todas as variedades e at¨¦ restaurantes. Se eu n?o soubesse melhor, teria apenas assumido que eram os ricos sub¨²rbios de Lockdale, Como eles conseguiram manter este lugar em segredo me deixou perplexo. Uma cidade deste tamanho t?o perto? Eu poderia facilmente ver que ¨¦ uma ¨¢rea de f¨¦rias popr. E ainda assim eles mantiveram a ilus?o de ser uma pequena cidade do interior durante todo esse tempo. Foi impressionante. Ao longo do caminho, Kieran estava apontando coisas not¨¢veis, pontos de refer¨ºncia e outros lugares interessantes, mas foi quando dobramos uma esquina para uma nova faixa de lojas que vi algo. Um edif¨ªcio que absorviapletamente minha aten??o. ¡°Espere, diminua a velocidade do carro¡±, eu disse rapidamente, incapaz de desviar o olhar. Ele parou aodo, conforme solicitado, e passei um momento observando os detalhes. Embora nada mais do que um restaurante, o lugar parecia muito mais chique do que todos os outros pelos quais passamos. Mesmo de dentro do carro, eu podia vagamente distinguir um piso aberto e m¨®veis bonitos, algo que eu normalmente n?o me importaria. Mas este lugar, senti uma atra??o indescrit¨ªvel. Kieran se inclinou para ver o que eu estava olhando e riu. ¡°Ah, sim, ¨¦ Rose & Thorn. Realmente ¨®tima comida. Na verdade, ¨¦ o meu restaurante favorito.¡± ¡°Isso ¨¦?¡± Ele assentiu. ¡°Eu vou ter que lev¨¢-lo algum dia.¡± ¡°¡­ Eu gostaria disso.¡± Foi ent?o que finalmente tirei os olhos do pr¨¦dio para olhar para ele, s¨® que o encontrei muito mais perto do que o esperado. E, instintivamente, meu olhar se moveu para seus l¨¢bios. Quaseo se eu estivesse subconscientemente atra¨ªdo por eles. Essa vontade de beij¨¢-lo agora estava mais forte do que nunca, mas eu sabia que era provavelmente causado apenas p excita??o de tudo acontecendo. Um novo lugar, um novo mundo de possibilidades. Eu estava tonta tudo isso. ¡°Hum¡­ voc¨º disse que est¨¢vamos conhecendo pessoas em algum lugar?¡± Consegui perguntar baixinho. ¡°Ah, sim¡±, disse ele, voltando para o vnte. Ele n?o pareceu notar minha mudan?a momentanea de foco. ¡°Todo mundo j¨¢ deveria estar l¨¢.¡± E assim continuamos nossa jornada, dirigindo por mais alguns minutos at¨¦ que finalmente paramos em uma grande propriedade. Com base nos jardins ao redor, parecia quase um lote residencial. Exceto que, em vez de uma casa normal, havia uma estrutura de v¨¢rios n¨ªveis que parecia um pouco estranha. ¡°O que ¨¦ este lugar?¡± Eu perguntei. Mas ele apenas desligou o carro e me deu um sorriso. ¡°Esta ¨¦ a minha casa¡±, disse ele. ¡°¡­Bem-vinda ao Ashwood Packhouse, Raven.¡± Cap铆tulo 128 Cap¨ªtulo 128 Eu gritei, abrindo a porta do carro. Ap¨®s o choque inicial de ver a cena se desenrr, meus sentidos finalmente voltaram e eu entrei em a??o. N?o havia mais nenhuma hesita??o dentro de mim. Eu imediatamente corri em dire??o a ele. Movendo-me o mais r¨¢pido que pude, eu j¨¢ estava pegando minha adaga antes que meus p¨¦s tocassem o ch?o, E quanto mais perto eu chegava, maiso??o eu podia ouvir. Houve rosnados, uma quantidade significativa, e grunhidos de dor enquanto os dois rvam pelo ch?o embate. Mas foi apenas quando Kieran finalmente colocou o homem em uma chave de bra?o que algo realmente bizarro aconteceu. Estranho o suficiente para me fazer parar instantaneamente, agora a apenas alguns metros de distancia. ¡­Porque apesar do atacante ter ficadopletamente impotente, ele simplesmente desistiu da luta sem problemas¡­ ee?ou a rir. Fiquei os olhos arregdos de adrenalina enquanto tentava descobrir a situa??o, no entanto Kieran continuou apenas sorrindo e ajudando o agressor a se levantar. Um homem cabelos louro- escuros e olhos castanhos. ¡°Vejo que voc¨º n?o perdeu o jeito durante as f¨¦rias na cidade,¡± ele disse brincando. ¡°P ¨²ltima vez; n?o foram f¨¦rias,¡± Kieran argumentou. ¡°Eu estava trabalhando. Pelo menos um de n¨®s tem que levar nosso trabalho a s¨¦rio porque voc¨º ramente gosta de abusar do seu.¡± Ele ent?o levantou uma sobrancelha.¡± Um uivo de advert¨ºncia, Daniel? S¨¦rio? Isso era absolutamente necess¨¢rio?¡± O homem chamado Daniel esfregou o pesco?o e sorriu culpa. ¡°Eu s¨® queria ter certeza de que nosso tem¨ªvel futuro l¨ªder n?o ficasse mole enquanto andava os humanos.¡± ¡°Por que? Voc¨º est¨¢ querendo pegar meu emprego?¡± Mas Daniel apenas riu disso e agarrou seu ombro em camaradagem. ¡°N?o, obrigado. Eu j¨¢ tenho dificuldade suficiente para mant¨º-lo sob controleo est¨¢. Eu n?o preciso de mais responsabilidade¡ª.¡± De repente, ele parou e se virou para mim. ¡°Uau, eu nem notei voc¨º. De onde voc¨º veio?¡± Percebendo que n?o havia perigo, eu rapidamente embainho minha adaga antes que ele pudesse ver. Quem quer que fosse, era evidentemente uma parte da cidade. Eu sabia que n?o seria uma primeira impress?o muito boa ser vista atacando-o. ¡­Afinal, eu j¨¢ tinha feito isso uma vez Kieran, ¡°Ah¡­ estou aqui¡­ -.¡± Eu n?o consegui dizer as pvras, por¨¦m, quando Daniel cheirou o ar e pareceu confuso. ¡°Voc¨º cheira a Kieran,¡± ele disseo se isso fosse uma coisa perfeitamente normal de se dizer. Imediatamente, minha mente ficou em branco, pois eu n?o tinha certeza deo responder. Devo negar ou ignorar? N?o erao se estiv¨¦ssemos oficialmente namorando ou algo assim. Na verdade, eu nem sabia o que estava acontecendo entre n¨®s dois, muito menos ser capaz de rotr isso. Se eles realmente eram antiquados aqui, as pessoas precisavam se casar primeiro? Os casamentos de lobisomens eram uma coisa? ¡° est¨¢igo,¡± Kieran finalmente respondeu, dando um passo ¨¤ frente. ¡°O que? Curti-.¡± ¡° est¨¢¡­ igo*,¡± Kieran repetiu, enfatizando as pvras. Eu n?o podia ver seu rosto, mas tive a sensa??o de que ele estava tentando dizer algo a Daniel. Um pouco irritante, para dizer o m¨ªnimo, mas eu ainda estava muito confuso toda a situa??o para pressionar por respostas. No entanto, o reconhecimento pareceu cruzar a express?o de Daniel. O que quer que tenha sido dito foi aparentemente o suficiente para reprimir quaisquer problemas anteriores quando ele prontamente se virou para Kieran e jogou os bra?os ao redor dele em um abra?o. ¡°Oh, cara, estou t?o feliz por voc¨º¡±, disse ele. ¡°Voc¨º demorou bastante.¡± Kieran deu alguns tapinhas nas costas dele, dando uma risada leve, mas tentou se afastar o mais r¨¢pido poss¨ªvel. ramente tentando minimizar o que estava acontecendo. Algo que eu ainda estava muito perplexo , s¨® que tamb¨¦m n?o parou por a¨ª. Daniel ent?o voltou sua aten??o para mim e caminhou direto para cima, inclinando a cabe?a levemente enquanto uma m?o cobria seu peito. ¡­ E eu simplesmente o encarei. O que ele estava fazendo¡­? Era isso que Kieran queria dizer ao dizer que as pessoas aqui eram extremamente formais? Eu n?o tinha certeza do que fazer, pois ele n?o mencionou isso no carro. ¡­EuContent rights belong to N?velDrama.Org. deveria estar me curvando de volta, ou ..? Fiquei ali um pouco sem jeito, mas felizmente a coisa toda durou apenas cerca de um segundo. Quando ele finalmente voltou, elee?ou a sorrir e estendeu a m?o para eu apertar. Um gesto o qual eu estava muito mais familiarizada e que retribu¨ª rapidamente. ¡°Eu sou Daniel Cooper. O herdeiro Beta da Matilha Ashwood,¡± ele disse. ¡°E o melhor amigo de Kieran¡­ embora ¨¤s vezes ele negue veem¨ºncia.¡± Certo. Eu sabia o que era isso¡­ significava que ele era o filho mais velho do segundo noando. O filho do Beta. ¡°Prazer em conhec¨º-lo¡±, eu disse, dando um pequeno sorriso educado. ¡°Voc¨º pode me chamar de¡­ Raven¡­ Raven Reid.¡± Eu me senti um pouco desconfort¨¢vel ao dizer isso, especialmente ¨¤ luz do conflito meu pai. Mas eu sabia que os lembretes continuariam a me assombrar at¨¦ que eu tomasse uma decis?o final. Uma escolha a ser deixada para outro dia e outra hora. ¡°Reid¡¯?¡± Daniel perguntou, franzindo a testa. ¡°N?o conhe?o nenhuma fam¨ªlia do norte esse nome. Voc¨º ¨¦ de qual pacote? ¨¦ do leste?¡± Eu me mexi um pouco desconfort¨¢vel. ¡°Ah, bem¡­ na verdade eu n?o perten?o a um bando¡­¡± Aparentemente, esta era a coisa errada a dizer. Instantaneamente, oportamento de Daniel mudou. Eu vio seus olhos se agu?aram e todos os tra?os da personalidade amig¨¢vel desapareceram. Quaseo se ele fosse uma pessoa completamente nova. ¡­ Uma pessoa que era perigosa. E dei um passo para tr¨¢s, minha m?o instintivamentee?ando a se contorcer para onde minha adaga estava esperando. ¡°O que voc¨º quer dizer? Voc¨º est¨¢ dizendo que voc¨º ¨¦ umdino¡ª.¡± Mas antes que ele pudesse fazer a pergunta, Kieran de repente entrou e colocou a m?o sobre a boca, puxando Daniel para longe. Aconteceu t?o r¨¢pido que eu me encolhi de surpresa. Foi uma pergunta ruim¡­? Eu n?o fazia ideia. Mas sussurrar logo foi a ¨²nica coisa que eu pude ouvir, e embora estivesse muito quieto para pegar qualquer coisa importante, eu consegui pegar algumas pvras. ¡®Humano¡¯ e ¡®Pai¡¯ sendo os mais significativos. ¡­Apontando mais um surto de irrita??o de mim. Eu n?o gostava de ser mantido no escuro. ¡®Calma. Preciso ficar calmo¡¯, disse a mim mesmo. E, internamente, suspirei, afastando-o da mente. N?o sabendo o suficiente sobre este lugar, e querendo evitar confus?o, eu precisava fazer o meu melhor para n?o deixar as coisas me iodarem. Quando eles finalmente voltaram, eu admito que me senti um pouco atordoada ao ver Kieran empurrar um Daniel de apar¨ºncia muito envergonhada em minha dire??o. ¡°Pe?a desculpas,¡± disse Kieran, parecendo irritado. Daniel co?ou a cabe?a e riu culpa. ¡°Desculpe, Raven¡­ Espero n?o ter sido rude. Somos apenas um pouco r¨ªgidos¡­ forasteiros. A guerra pode ter acabado h¨¢ muito tempo, mas acho que voc¨º n?o pode ser muito cuidadoso.¡± Era semelhante ao que Kieran j¨¢ havia me dito; a natureza fechada de Ashwood. Mas eu n?o pude deixar de pegar a men??o de uma guerra novamente. Eu assumi que este tinha que ser o mesmo para o qual os supressores foram projetados inicialmente. O pr¨®prio rem¨¦dio que ainda estava no meu sistema. Cautelosamente, eu apenas acenei a cabe?a em resposta, ainda cautelosa o que quer que tivesse acabado de acontecer. ¡°Deixe os outros saberem que chegamos,¡± disse Kieran, seu tom amig¨¢vel agora se foi. ¡°N¨®s iremos para a casa em breve para as apresenta??es. Por favor, certifique-se tamb¨¦m de que meu pai seja avisado.¡± A express?o de Daniel instantaneamente ficou s¨¦ria isso, um olhar trocando entre eles que terminou um aceno de cabe?a empreens?o. N?o demorou muito para ele sair para fazer o que foi pedido. Apesar de ainda n?o ter pisado na cidade, eu j¨¢ podia sentir as diferen?as dr¨¢sticas da cidade em que fui criado. A maneira, o discurso, a terminologia¡­ era uma loucura a rapidez que podia se transformar em algo totalmente estranho. Eu estava a apenas algumas horas de carro e ainda assim parecia um pa¨ªs totalmente diferente. E Kieran parecia¡­ diferente tamb¨¦m. Embora n?o de uma maneira ruim. Eu estava acostumada a v¨º-lo sendo carinhoso e engra?ado, mas esta foi a primeira vez que o vi sob uma nova luz. A luz de algu¨¦m que era um l¨ªder. Uma defini??o que parecia muito contrastada o que eu conhecia de prefeitos humanos. Ele caminhou para o meudo e eu poderia dizer que ele ainda estava raiva. O que quer que Daniel tentou dizer foi aparentemente ruim o suficiente para que Kieran parecesse indignado em meu nome. ¡°Eu realmente sinto muito se ele te assustou¡±, disse ele, olhando para mim preocupa??o genu¨ªna. ¡°Sua situa??o ¨¦ um pouco¡­ *¨²nica* e eu n?o tive tempo de avisar que voc¨º estava vindo. Ele n?o ¨¦ um cara mau, eu juro. Ele s¨®¡­ realmente n?o pensa ¨¤s vezes. Embora eu ainda n?o tivesse certeza do que Daniel havia dito, eu s¨® fiquei cauteloso devido ¨¤s circunstancias. Mas se ele realmente era amigo de Kieran, ent?o provavelmente n?o havia perigo algum. Apenas um mal- entendido. Se alguma coisa, isso foi um bom lembrete de que eu n?o precisava agir tanta caut. Que eu n?o estava em perigo constante e n?o tinha que tratar issoo um trabalho se n?o quisesse. Eu poderia apenas¡­ ser normal Seja¡­ algu¨¦m novo. Talvez algu¨¦m menos sombrio e um pouco mais positivo. E ent?o estendi a m?o e agarrei sua m?o suavemente, instantaneamente fazendo seus ombros visivelmente rxarem. ¡°Eu estou bem,¡± eu disse, entr?ando meus dedos os dele, ¡°eu sei melhor do que a maioria quando se trata de pessoas problemas de confian?a. Afinal, quanto tempo voc¨º levou para me convencer?¡± Dei-lhe um pequeno sorriso para aliviar o clima, tentando convenc¨º-lo de que eu realmente estava bem. E, para meu al¨ªvio, pareceu funcionar. Ele exalou calmamente, liberando o ¨²ltimo peda?o de tens?o que ele estava segurando. ¡°Eu nem cheguei a Ashwood ainda,¡± eu brinquei. ¡°Voc¨º n?o pode estare?ando isso j¨¢. Al¨¦m disso, sou mais forte do que pare?o.¡± Ele finalmente abriu um pequeno sorriso isso, sua maneira normal retornando. ¡°Venha, ent?o. Deixe-me mostrar-lhe o lugar.¡± E voltamos para o carro. Depois de ser acenado para o outrodo da fronteira, Kierane?ou a nos levar at¨¦ a cidade. S¨® que n?o foi nada do que eu esperava. Em minha mente, este lugar tinha sido um pequeno assentamento de casas e algumas inst??es,o seria de esperar de algum lugar que eu mal tinha ouvido fr. Mas na verdade estava longe disso. Embora n?o t?o grande quanto Lockdale City, a cidade ainda tinha uma vida agitada. Depois de dirigir por uma ¨¢rea suburbana de bs casas, finalmente chegamos ao cora??o da cidade, onde estavapleta lojas de todas as variedades e at¨¦ restaurantes. Se eu n?o soubesse melhor, teria apenas assumido que eram os ricos sub¨²rbios de Lockdale, Como eles conseguiram manter este lugar em segredo me deixou perplexo. Uma cidade deste tamanho t?o perto? Eu poderia facilmente ver que ¨¦ uma ¨¢rea de f¨¦rias popr. E ainda assim eles mantiveram a ilus?o de ser uma pequena cidade do interior durante todo esse tempo. Foi impressionante. Ao longo do caminho, Kieran estava apontando coisas not¨¢veis, pontos de refer¨ºncia e outros lugares interessantes, mas foi quando dobramos uma esquina para uma nova faixa de lojas que vi algo. Um edif¨ªcio que absorviapletamente minha aten??o. ¡°Espere, diminua a velocidade do carro¡±, eu disse rapidamente, incapaz de desviar o olhar. Ele parou aodo, conforme solicitado, e passei um momento observando os detalhes. Embora nada mais do que um restaurante, o lugar parecia muito mais chique do que todos os outros pelos quais passamos. Mesmo de dentro do carro, eu podia vagamente distinguir um piso aberto e m¨®veis bonitos, algo que eu normalmente n?o me importaria. Mas este lugar, senti uma atra??o indescrit¨ªvel. Kieran se inclinou para ver o que eu estava olhando e riu. ¡°Ah, sim, ¨¦ Rose & Thorn. Realmente ¨®tima comida. Na verdade, ¨¦ o meu restaurante favorito.¡± ¡°Isso ¨¦?¡± Ele assentiu. ¡°Eu vou ter que lev¨¢-lo algum dia.¡± ¡°¡­ Eu gostaria disso.¡± Foi ent?o que finalmente tirei os olhos do pr¨¦dio para olhar para ele, s¨® que o encontrei muito mais perto do que o esperado. E, instintivamente, meu olhar se moveu para seus l¨¢bios. Quaseo se eu estivesse subconscientemente atra¨ªdo por eles. Essa vontade de beij¨¢-lo agora estava mais forte do que nunca, mas eu sabia que era provavelmente causado apenas p excita??o de tudo acontecendo. Um novo lugar, um novo mundo de possibilidades. Eu estava tonta tudo isso. ¡°Hum¡­ voc¨º disse que est¨¢vamos conhecendo pessoas em algum lugar?¡± Consegui perguntar baixinho. ¡°Ah, sim¡±, disse ele, voltando para o vnte. Ele n?o pareceu notar minha mudan?a momentanea de foco. ¡°Todo mundo j¨¢ deveria estar l¨¢.¡± E assim continuamos nossa jornada, dirigindo por mais alguns minutos at¨¦ que finalmente paramos em uma grande propriedade. Com base nos jardins ao redor, parecia quase um lote residencial. Exceto que, em vez de uma casa normal, havia uma estrutura de v¨¢rios n¨ªveis que parecia um pouco estranha. ¡°O que ¨¦ este lugar?¡± Eu perguntei. Mas ele apenas desligou o carro e me deu um sorriso. ¡°Esta ¨¦ a minha casa¡±, disse ele. ¡°¡­Bem-vinda ao Ashwood Packhouse, Raven.¡± The Novel will be updated first on this website. Come back and continue reading tomorrow, everyone!