Capítulo 25
Capítulo Vinte e Cinco
Seus olhos brilhantes olhavam diretamente para mim e eu tive que lutar contra a vontade de olhar para
trás para ver se alguém estava ali. Mas n?o, eu podia sentir o toque de sua m?o contra minha
bochecha, até mesmo o calor que emanava de sua pele. Isso era real, ele podia me ver.
“Aria…” ele disse fracamente.
“Estou aqui”, eu respondi.
Eu n?o tinha certeza deo reagir. Eu ainda estava nervoso toda a situa??o. Tudo que eu podia
fazer era olhar para ele confuso e incerto. Isso fazia parte da vis?o ou algo mudou? “… Aria,” ele
chamou novamente. “Cai? Você consegue me ver?”
Eu envolvi meus dedos ao redor da m?o que ele estava usando para tocar minha bochecha. Talvez ele
estivesse fraco demais para me ver.
“.ária.”
Eu fiz uma careta para ele. Estavae?ando a parecer mais do que simplesmente ser incapaz de me
ver enquanto ele persistia em tentar chamar por mim.
“Você n?o pode me ouvir? Eu estou bem aqui.”
Seus olhos continuaram a perfurar os meus intensamente antes, finalmente, erao se ele me
visse. Eu assistio sua express?o mudou para uma preocupa??o.
Como ele poderia estar preocupadoigo? Era ele que estava morrendo.
“Aria… acorde.” “O que….?”
Acordar?
De repente minha vis?o evaporou, e eu estava olhando para Cai, seu rosto preocupado perto do meu
enquanto ele estava curvado sobre meu corpo. Erao na minha vis?o, eu podia sentir a m?o dele na
minha bochecha enquanto algumas lágrimas escapavam dos meus olhos . Ele realmente n?o me viu
como se estivesse morrendo ent?o? Foi apenas uma malha das duas realidades enquanto s faziam a
transi??o? Já tinha sido uma prova??o assustadora ter que confrontá-lo assim sem a quebra da quarta
parede.
“ária?” ele perguntou, vendo que eu estava ficando mais alerta. Foi demais. Tudo isso. Meu corpo já
fraco, a notícia de um fantasma voltando para me assombrar… e depois ter que testemunhar por mim
mesmo. Eu n?o podia mais fazer isso. Estendi a m?o e passei meus bra?os ao redor de seu torso,
puxando-o para mim. Ele teve que agir rapidamente para usar os bra?os para se apoiar para n?o me
esmagarpletamente durante o abra?o repentino. Eu n?o me importei. Ele n?o poderia ter quebrado
todos os ossos do meu corpo e ainda n?o teria sido suficiente. Eu chorei em seu peito, incapaz de
processar tudo o que tinha acabado de acontecer. Este presente foi
tornando-se maiso uma maldi??o a cada dia. Era realmente necessário mostrar tudo isso ? Caius
Knight morreria aos vinte e um anos sem Luna,panheira ou filho. Eu já sabia que esse era o
destino dele se nada mudasse, eu n?o precisava ser lembrado. Isso n?o erao Myra, onde ser
capaz de ver isso acontecer em uma vis?o tinha um benefício real. Isso parecia maiso se eu
estivesse sendo repreendido.
Quando finalmente me acalmei, soltei meu aperto sobre ele, permitindo que nós dois nos
sentássemos. Meus olhos estavam dolorosamente doloridos e inchados, meu corpo ainda doía do
treinamento.
“Desculpe…”, eu murmurei.
“Sim, você já deve ter mencionado isso uma ou duas vezes… ou dez vezes”, ele brincou.
Eu n?o poderia retribuir o meio sorriso brincalh?o que ele me deu.
“Aria, você precisa me dizer o que diabos eu acabei de ver porque estou muito confusa.” Ele se sentou
com as costas contra a parede e bebeu da minha garrafa de água. Eu podia ver uma pequena carranca
em seu rosto enquanto ele tentava processar a situa??o. “Isso éo uma condi??o médica que você
tem ? Era se você estivesse dormindo… exceto que seus olhos estavam abertos o tempo todo. Eu
bncei minha cabe?a. “Estou bem agora, realmente. Desculpe por preocupá-lo.” Eu fiz o meu melhor
para dar a ele o melhor sorriso tranquilizador que eu poderia conseguir. “ária! Chega,” ele disse de
repente em voz alta, um tom de aborrecimento em suas pvras. “Você ramente n?o está bem. Pare
de me alimentar essa mesma linha de merda. Você n?o estava bem Aleric e você n?o está
bem o inferno que foi. Se você n?o me contar, ent?o eu vou levá-lo para sua m?e agora mesmo e
dizer a exatamente o que eu vi.”
Meu rosto empalideceu. Se ele me levasse para minha m?e, me trancaria no hospital por alguns
dias para realizar testes extensivos. E eu podia ver que tinha chateado Cai, meu peito apertando a
culpa de vê-lo assim. Ele estava preocupado e queria saber o que estava errado. Eu lhe devia pelo
menos algum tipo de explica??o.
Eu respirei fundo. “é a marca da Deusa,” eu disse lentamente. “Isso me mostra… pesadelos às vezes.”
“Pesadelos…? Como o quê?” “E… entendo…”, minha voz sumiu. Um sh do rosto moribundo de Cai
veio à mente e eu estremeci. Eu n?o podia dizer a ele. Se eu dissesse a eles, precisaria explicar meu
renascimento e era algo que eu n?o estava pronto para fr ninguém.
Mas mesmo que eu contasse a ele sobre minha vida passada,o eu poderiae?ar a explicar o
que eu tinha visto? — Ah, a propósito, Cai, eu vi sua morte. Me desculpe por isso. Foi meu mal? Eu
soariapletamente insana ou, se ele de alguma forma acreditasse em mim, ele provavelmente n?o
iria querer mais estar perto de mim.
“…Eu n?o estou pronto para fr sobre isso,” eu disse finalmente. “Eu realmente sinto muito. Espero
que isso seja explica??o suficiente por enquanto.”
Ele parecia inquieto e eu poderia dizer que ele queria me fazer mais perguntas. “Apenas… acredite em
mim quando eu te digo… eu sinto que essa marca da Deusa está se tornando mais potente do que vale
a pena.”
Só tinha tornado as coisas mais difíceis. Eu estava vivendo vis?es de assassinatos gráficos e
agora estava tendo que lutar mais pelo meu direito de ser deixado em paz. Sem mencionar que, se de
alguma forma eu n?o fosse assassinado por alguém antes de atingir a maioridade, ent?o isso precisaria
ser ssificadoo um mgre. Essa marca me impediu de jamais poder fugir ou mesmo viver uma
vida tranqu.
Cai estava relutante, mas ele finalmente concordou em deixar por enquanto, tendo percebido que eu
n?o estava doente, pelo menos.
Depois que terminamos de conversar, Cai me ajudou a voltar para casa ebinamos um
novo cronograma de treinamento. Ele havia me banido de qualquer exercício físico por pelo menos
uma semana para permitir que meu corpo recuperasse alguns dos danos que eu já havia causado, e ele
até me deu um novo no de dieta rigoroso. Dei-o à cozinheira da minha casa e disse-lhes que o
mantivessem em segredo dos meus pais em troca de um aumento srial. Finalmente, alguns dias
depois da minha semana obrigatória de descanso na cama, eu estava no andar de cima do meu quarto
quando uma pequena batida veio da porta. “Entre!” Eu chamei.
A porta se abriu lentamente e uma Lucy de aparência inquieta entrou. Eu estava confuso sobre o que
precisava noe?o antes de finalmente perceber a data. Eu n?o podia acreditar que quase tinha
esquecido.
“Desculpe a interrup??o, senhorita. Eu terminei de organizar a maioria das coisas que você pediu”, disse
e me entregou uma pasta de papel manilha.
Abri e dei uma olhada. Dentro continha uma série de informa??es, desde um pseud?nimo falso,
detalhes de contas bancárias, estimativas financeiras, até mesmo os detalhes de um investigador
particr. O PI parecia qualificado e veio por renda??o de um bando vizinho que os havia usado
em vários casos grandes uma enorme taxa de sucesso.
Sorri para Lucy e fiquei realmente muito satisfeito todo o trabalho que fez. apenas devolveu
meu sorriso um olhar de preocupa??o. “O investigador está esperando metade do pagamento
adiantado…”, disse nervosamente, sem saber se essa notícia iria me chatear.
“Isso é bom!” Eu disse alegremente e pude vê rxar um pouco. — Na verdade, tenho um recado
para você fazer, para que ele possa esperar o pagamento nas próximas duas semanas , mais ou
menos.
Virei-me para odo eecei a vasculhar alguns documentos na minha gaveta até encontrar um
envelope que havia preparado cuidadosamente antes. Entreguei para Lucy. “Você precisará usar um
terceiro em quem possa confiar para esta tarefa. Além disso, certifique-se de que eles n?o tenham
nenhum vínculo a Névoa Invernal que possa ser rastreada até você ou eu.”
“ Miss ? ” perguntou, ficando tensa novamente.
Ignorei sua angústia e continuei os detalhes. “Esta carta precisa ser entregue diretamente ao Alpha
Raymond Sullivan do pacote Hidden Moon. é apenas para os olhos dele. Por favor, certifique-se de que
seja enviado urgência, pois esta é uma tarefa crucial.”
“Que é aquele? Nunca ouvi fr deles.”
“Eles s?o um grande bando no extremo leste, ent?o eu n?o esperaria que você os conhecesse”,
expliquei. Eles s?o realmente muito ricos.”
franziu a testa. “Ent?o, você está pensando em pedir dinheiro a eles, senhorita?”
Eu ri. “N?o seja ridículo. Como se eles apenas entregassem dinheiro de gra?a.”
“… Ent?o o que….” Suas pvras pararam em pensamento.
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Sorri brilhantemente para , o que só pareceu preocupá mais. “Vou chantageá-los, é ro.”