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Cap铆tulo 24

    Capítulo 24


    Capítulo Vinte e Quatro


    “Caius… Cavaleiro…?” Eu podia me ouvir perguntar uma voz tensa. Eu n?o tinha ouvido esse


    nome em um tempo incrivelmente longo.


    Eu tentei tanto esquecê-lo.


    “Você está bem? De repente você parece muito pálida novamente. Você ainda está muito fraco de


    antes?”


    Eu n?o podia ouvi-lo. As emo??es estavam me dominando. Culpa, vergonha, descren?a…


    arrependimento.


    Caius Knight, futuro Alfa do bando Silver Lake, subiu ao poder depois que seu pai foi morto; ou, mais


    precisamente, uma vez que ele foi morto por Aleric. Foi sem dúvida um dos movimentos políticos mais


    loucos que Aleric já havia feito durante seu reinado Alpha. Tudoe?ou o pai de Caio, Tobias,


    que conseguiu liderar seu bando na hierarquia até que seu poder estivesse indiscutivelmente no mesmo


    nível da Névoa Invernal. Como tal, foram necessárias negocia??es para alterar os termos da


    alian?a. Tobias veio ao nosso território para um encontro a inten??o de continuar a amizade entre


    nós… e voltou para casa sem a cabe?a dentro de um saco de cadáveres. Ainda n?o descobri por que


    raz?o Aleri? decidiu agir de forma independente e sem boas raz?es para incitar uma guerra, mas uma


    guerra é o que ele realmentee?ou. O único raciocínio possível para suas a??es, que eu já consegui


    pensar, foi que tinha sido apenas alguns meses desde que Aleric se tornou Alpha. Ele estava selvagem


    com seu poder recém-descoberto e até mesmo os Anci?es estavam lutando para dominá-lo naquele


    momento. Ele parecia estar em pé de guerra e estava determinado a se tornar o bando mais forte do


    país, recusando-se a ouvir qualquer um que tentasse detê-lo. Ent?o, quando Caio inevitavelmente subiu


    ao poder no lugar de seu pai, tornou-se uma batalha entre dois novos Alfas sanguinários, dos quais


    tinham dois dos maiores bandos sob seuando. Ambos meio enlouquecidos por suas próprias


    raz?es, e ambos lutando pelo que acreditavam. Ele parecia estar em pé de guerra e estava determinado


    a se tornar o bando mais forte do país, recusando-se a ouvir qualquer um que tentasse detê-lo. Ent?o,


    quando Caio inevitavelmente subiu ao poder no lugar de seu pai, tornou-se uma batalha entre dois


    novos Alfas sanguinários, dos quais tinham dois dos maiores bandos sob seuando. Ambos meio


    enlouquecidos por suas próprias raz?es, e ambos lutando pelo que acreditavam. Ele parecia estar em


    pé de guerra e estava determinado a se tornar o bando mais forte do país, recusando-se a ouvir


    qualquer um que tentasse detê-lo. Ent?o, quando Caio inevitavelmente subiu ao poder no lugar de seu


    pai, tornou-se uma batalha entre dois novos Alfas sanguinários, dos quais tinham dois dos maiores


    bandos sob seuando. Ambos meio enlouquecidos por suas próprias raz?es, e ambos lutando pelo


    que acreditavam.


    A batalha continuou por muitos meses sem que nenhumdo ganhasse vantagem sobre o outro. Ambos


    os pacotes pareciam estar empatados e o moral das pessoas estava diminuindo. Parecia que os


    dois  iriam se matar de exaust?o antes que qualquer um saísse vitorioso.


    Os Anci?es, em particr, estavam ficando mais preocupados, pois n?o conseguiam pensar em


    nenhuma nova ideia para vencer a guerra. Eles podiam ver ramente as falhas questionáveis   no que


    Aleric estava fazendo, mas eram impotentes para detê-lo.


    … Que é onde eu entrei.


    Aleric e eu estávamos oficialmente casados   há pouco mais de um ano e eu estava loucamente


    apaixonada por ele. Eu teria feito qualquer coisa por ele. Um dos Anci?os me chamou durante uma


    reuni?o de estratégia para dar minha opini?o sobre o assunto, sentindoo se estivessem finalmente


    no fundo do po?o. Lembro-me deo Aleric tinha me encarado um ódio intenso e ardente o


    tempo todo que eu estava naqu s. Eu tinha pensado que era só porque ele n?o achava que eu era


    boa o suficiente. …E ent?o, eu disse a eles. Eu dei a eles um passo a passo detalhado sobre


    exatamenteo eles poderiam ganhar a guerra o mínimo de


    baixas. Foi nesse dia queecei minha jornada para me tornar o melhor estrategista do país. E foi o


    dia em que vendi minha alma apenas na esperan?a de que Alerice?asse a me amar. Ele me deu


    um único aceno de reconhecimento uma vez que a guerra foi vencida e o bando de Silver Lake n?o


    existia mais; incluindo a morte de seu Alfa, Caius Knight. Foi a primeira vez que Aleric me reconheceu


    publicamente, mesmo sendo um gesto t?o simples e insignificante. Eu n?o me importei.


    A partir de ent?o, nós dois vencemos todas as batalhas que encontramos. Nós dois estávamos no topo


    das vitórias que conquistamos; Aleric pelo poder que ganhamos, eu pelos pequenos reconhecimentos


    que ele me concederia. Eu ficava dizendo a mim mesma que, se ganhássemos a próxima batalha,


    talvez, apenas talvez, ele sorrisse para mim p primeira vez, ou talvez até tocasse meu ombro


    afetuosamente se eu tivesse sorte. No entanto, a próxima batalha viria e iria, e eu repetiria as pvras


    em minha cabe?ao se fossem um mantra em minha mente para justificar por que eu deveria


    continuar. Três anos depois, quando finalmente n?o havia mais oposi??o que se apresentasseo


    uma amea?a, ficamos em cima dos corpos de todos que conquistamos. Estávamos invictos nossos


    talentosbinados; Aleric por sua for?a iparável, e eu por minhas estratégias iparáveis. Eu


    me virei para ele para o meu pequeno gesto normal de reconhecimento… só que nunca veio. Ele pegou


    Thea em seus bra?os epartilhou a vitória .


    Tudo desmoronou rapidamente depois disso. Percebi que estive preso o tempo todo quando n?o havia


    nenhuma esperan?a real de estarmos juntos. Eu era jovem e ingênuo. Brilhante quando se tratava de


    nos e guerra, mas terrível quando se tratava de meu julgamento de Aleric. O peso do que eu tinha


    acabado de fazer me atingiu muito rapidamente depois disso.


    Demorou um ano para que os nomes das pessoas que eu matei parassem de me assombrar todos os


    dias. Na realidade, os nomes eram apenas uma fra??o do verdadeiro número de vidas que morreram


    por minha causa, eu nunca tive a chance de aprender os nomes dos inocentes sem ssifica??o que


    foram pegos no fogo cruzado. E fosse uma ben??o ou uma maldi??o, nunca vi os rostos daqueles


    nomes que vinham até mim tarde da noite. Eu sempre trabalhei nos limites da casa de carga, nunca


    tendo que me aventurar no campo de batalha. Nunca tendo que ver o dano real que eu era capaz de


    causar.


    Era uma memória que eu nunca quis reviver, enterrada sob anos tentando suprimir os pecados que


    cometi por ignorancia. Caio fora o primeiro de uma longa jornada de erros horríveis. Um  nome que há


    muito eu tinha escondido. E por algum destino confuso, ele agora foi trazido para mim na forma de um


    aliado, de alguém que me mostroupaix?o.


    Como  ele poderia ser t?o gentil alguémo eu? Se isso n?o era uma interven??o divina para me


    punir por  minha fé cega anterior, ent?o eu n?o sabia maiso chamar isso.


    “ária?” ele me chamou, preocupado.


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    Isso me trouxe de volta à realidade quando olhei para ele. No entanto, assim que encontrei seu


    puro  e dourado sim, tive que desviar o olhar. Eu n?o poderia suportar enfrentá-lo pelo que eu tinha


    feito. Ele só retaliou devido a uma injusti?a que foi iniciada por Aleric… e uma que eu terminei sua


    morte. “Eu sinto muito…” eu sussurrei. “O que…? ‘Desculpe? Pelo que?” ele perguntou confuso. “Por


    n?o se sentir bem? Você n?o precisa se desculpar por isso.”


    Ele se aproximou e estava prestes a tocar meu ombro, mas eu recuei. “ária? Faleigo. Você está


    prestes a desmaiar ou algo assim?”


    “N?o… eu só… eu-eu n?o posso.” “é isso”, disse ele e se moveu em minha dire??o. “Vou te levar para o


    hospital agora.” “N?o! N?o me toque.” Eu movi meu corpo, mas eu era muito lento. Ele me agarrou e


    tentou me levantar.


    E foi quando aconteceu.


    Assimo aconteceu Myra, minha vis?o de repente turvou e fui transportado para longe. Eu n?o


    estava mais na academia… mas em algum lugarpletamente novo .


    Olhei em volta para a nície vazia à minha frente e tentei chegar a um acordo o que tinha


    acabado de acontecer. à distancia, eu podia ver uma linha de árvores de uma floresta que cercava o


    espa?o aberto, fazendo que quase parecesse uma arena. No entanto , ao contrário da última


    vez,  descobri que era capaz de me mover. E assim,ecei a andar por aí.


    Antes que eu pudesse ir muito longe, porém, um rosnado alto de repente rasgou o ar atrás de mim e eu


    me virei imediatamente para a fonte. Ali, a vários metros de mim, pude ver que um grande lobo preto


    estava curvado sobre uma figura deitada no ch?o. Uma sensa??o fria de pavor rapidamente atingiu meu


    cora??o quando percebi o que poderia estar vendo. Aproximei-me lentamente, tendo que me for?ar a


    continuar andando. Porque eu precisava ver, para confirmar que era o que eu pensava que era, mas


    cada parte de mim queria voltar a cada passo que eu dava, eu podia sentir minhas pernas ficando mais


    dormentes.


    O lobo preto ent?o se virou ee?ou a se afastar em minha dire??o, seu focinho coberto por um


    líquido espesso que eu instintivamente sabia que era sangue. Mas eu fiz o meu melhor para n?o


    inspecionar muito de perto


    ssed caminhos, grato que ele nunca virou na minha dire??o enquanto eu passava.


    Reconheci a mesma sensa??o de ser invisível para as pessoas dentro da vis?o, assimo da última


    vez. Eu sabia que era um espectador, n?o um participante. Eu n?o deveria estar vendo isso, eu n?o


    deveria estar aqui quando isso aconteceu. E, no entanto, eu estava sendo for?ado a vê-lo de qualquer


    maneira.


    Eu estava sendo feito para testemunhar o resultado do meu trabalho.


    ‘Por favor, n?o me fa?a assistir isso. Por favor…, ‘Eu choraminguei dentro da minha cabe?a. — Já estou


    arrependido do que fiz.


    Com lágrimas nos olhos, olhei para o corpo de Cai, suas m?os debilmente tentando aplicar press?o em


    uma ferida em seu pesco?o. N?o havia esperan?a embora. Eu n?o precisava ser médico para ver que a


    les?o que ele tinha seria fatal. Ajoelhei-me aodo dele, observando enquanto ele cuspia sangue na


    tentativa de respirar, eecei a acariciar suavemente seu cabelo. Eu sabia que isso n?o era real, mas


    descobri que o movimento ajudou minha tristeza de alguma forma.


    Ele parecia mais velho, mais maduro. Ele tinha as mesmas íris coloridas incrivelmente estranhas, mas


    seu cabelo estava mais curto e agora mais desgrenhado. Sob seus olhos , pude ver círculos escuros


    que pareciam ter sido construídos por um longo período de tempo. Eu tinha certeza de que foi causado


    p imensa press?o que ele sofreu durante os muitos meses de guerra.


    Isto é o que eu tinha feito ele. Este era o seu destino. Morrer sozinho em um campo, lutando para


    respirar, enquanto o mundo continuava sem ele. Um rosto que eu nunca conheci, mas


    que agora nunca  seria capaz de esquecer.


    “Eu sinto muito”, eu chorei, minhas lágrimas caindo sobre ele. “Eu sinto muito . . ..”


    Ele tossiu mais uma vez e eu podia sentir que ele estava ficando mais fraco. Ele n?o


    tinha  muito tempo . Agarrei  uma de suas m?os nas minhas e a trouxe até o meu rosto, solu?ando. “Eu


    n?o sabia, n?o entendi. Mas estou aqui agora. Eu sinto muito.” De repente, senti sua m?o se mover


    para fora da minha enquanto ele segurava minha bochecha, meus olhos instantaneamente estndo


    em seu rosto em resposta. Mas, para meu choque total… …eu o encontrei olhando diretamente para


    mim.
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