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Cap铆tulo 22

    Capítulo 22


    Capítulo Vinte e Dois


    Capítulo Vinte e Dois “Woah, lobinho,” Cai disse, parecendo estressado que ele acidentalmente me


    chateou ainda mais. Nós tínhamos entrado em uma área de reuni?ounal fora do sal?o a essa altura


    e eu estava grata que ninguém estava por perto para me ver nesse estado.


    Ele caminhou até um dos sofás e gentilmente me colocou no ch?o, agachando-se na minha frente para


    que estivéssemos no nível dos olhos. “Você quer que eu me diga o que foi tudo isso?” Cai


    perguntou. Quando eu apenas continuei a chorar, ele gentilmente tocou meu ombro, seu tom ent?o se


    tornando mais sombrio, mais sério. “…Ele machucou você?” Era uma pergunta que tinha uma resposta


    ridíc. Ele tinha me machucado? Sim e n?o. Ainda n?o… mas, ao mesmo tempo, ele já havia me


    machucado muito mais do que uma ferida superficial poderia, me arruinando a um estado do qual talvez


    nunca me recupere.


    This is the property of N?-velDrama.Org.


    Eu bncei minha cabe?a para ele. N?o era para dizer ‘n?o’ à sua pergunta, mas para mostrar que eu


    n?o poderia dar a resposta que ele queria saber.


    Limpei as lágrimas dos meus olhos e tentei me acalmar. “Estou muito fraco, Cai. Você mesmo disse


    isso. Eu sempre vou implorar pelo direito de viver.”


    Ver Aleric novamente e ter a mesma sensa??o de impotência me fez perceber que, se ele decidisse


    levantar a m?o contra mim novamente, eu nunca seria forte o suficiente para detê-lo. Ser inteligente no


    meu passado n?o foi suficiente quando ele segurou minha vida em suas m?os todos os dias. “Acho que


    você n?o entendeu,” Cai disse. “Minhas pvras foram que você teve muito tempo para se tornar mais


    forte. Eu vio você lidou aqueles lobos. Você tem mais potencial do que muitos para se tornar


    incrivelmente forte… se é isso que você realmente queria. Tenho certeza que se fosse qualquer outra


    crian?a naqu batalha,  nós dois teríamos morrido.”


    Olhei em seus olhos e vi que ele estava fndo sério. “Mas eu vi você naquele sal?o de reuni?es


    seu Alfa agora mesmo,” ele continuou. “Você pode n?o ser fisicamente forte, mas seu intelecto éo


    nenhum que eu já vi antes. Isso n?o é nada para se envergonhar, especialmente na sua


    idade.” “Cérebros n?o v?o me impedir de ser assassinado”, murmurei baixinho para mim mesmo. Ele


    recuou um pouco, chocado ao ouvir o que eu disse.


    “Isso é sobre a marca??o?”


    Sim … e n?o. Tantas das perguntas que ele estava me fazendo tinham muitas respostasplexas.


    “Um pouco…” eu disse, olhando para o meu colo onde eu tinha cerrado os punhos. “Você é filha de um


    Beta, certo? Você n?o pode simplesmente… pedir ao seu pai para treiná-lo? Parecia uma lógica sólida


    na superfície. A realidade era que eu tinha certeza de que decepcionaria meus pais se dissesse a eles


    que queria seguir o treinamento em vez dos deveres de Luna. Eu já estava inseguro sobre que


    tempestade me esperava em casa depois de ter anunciado a todo o conselho que n?o queria ser a Luna


    deles. Sem qualquer aviso ou inclina??o, eles provavelmente ficariam incrivelmente chocados meu


    anúncio público.


    Meu pai havia dito em minha vida passada que nada que eu pudesse ter feito o decepcionaria. Mas


    aqu era a velha Aria. A filha perfeita Aria que trabalhou diligentemente todos os dias para se tornar a


    melhor que podia ser para o bando. Ele pensaria que eu era muito jovem para tomar uma decis?o final,


    assimo o Alfa tinha.


    “N?o háo eles aprovarem que eu perca tempo treinando quando eu poderia estar dentro


    estudando…”, eu disse desanimo.


    Atualmente, minha agenda eraposta de esc durante o dia e as de Luna nos finais de


    semana. Qualquer tempo livre depois da esc era para auto-estudo e li??o de casa. N?o haveria


    tempo para me dedicar aos treinos sem parar um desses. Eu n?o viao eles me deixariamrgar


    algo que eles estavam confiantes de que eu provavelmente mudaria de ideia um dia. Eles


    provavelmente pensaram que eu estava passando por uma fase e iria me apaixonar por Aleric quando


    eu atingisse a maioridade e mudasse.


    “Mas você já n?o anunciou que n?o neja se tornar Luna?” Eu bncei minha cabe?a. “N?o é t?o


    simples assim. Eles ainda v?o priorizar algo que eles acham que eu posso mudar de ideia um dia, sobre


    algo que eles n?o acreditam ser necessário para eu aprender.”


    “… E você vai?” ele perguntou. “Eu vou o quê?”


    “Mudar de ideia sobre ser apanheira de Aleric? Sobre ser Luna? Eu sorri amargamente. “Parece


    que vou me apaixonar por ele em breve?” “N?o posso dizer que já vi alguém parecer t?o assustado


    seupanheiro antes mesmo de serem confirmadosopanheiros antes.” Ele riu


    sombriamente. “Mas você vai me dizer por que você reagiu assim? Eu sei que você disse que se sentia


    fraco, mas honestamente n?o explica o que eu vi lá atrás.” Eu n?o podia contar a ele, n?o podia contar


    a ninguém. Foi melhor assim. “é muito difícil de explicar… E-eu só…” Eu estava tentando encontrar as


    pvras certas para n?o soar muito estranho, mas eu realmente n?o tinha certeza do que eu poderia


    dizer a ele.”…Ele pode ser muito intimidante…” N?o era mentira, mas eu esperava que fosse. seria


    suficiente para Cai parar de perguntar sobre isso. “Bem, espero que você me diga o verdadeiro motivo


    um dia”, disse ele, e colocou a m?o na minha cabe?a, acariciando-a suavemente. Eu n?o pude deixar


    de fazer beicinho no tratamento. Sempre me tratandoo uma crian?a. “Mas, se eu fosse você,” ele


    disse, se levantando e se espregui?ando, “eu estaria encontrando uma maneira de treinar independente


    do que os outros esperam de você. Você é uma santa agora, fa?a o que quiser.” Eu gostaria que fosse


    realmente t?o simples. … Mas isso me fez parar em pensamento.


    Depois disso, Cai concordou em me deixar caminhar de volta ao hospital em vez de me carregar, mas


    ficou perto de mim para o caso de eu sentir vontade de ter outro cpso mental. Tentei explicar que


    estava me sentindo melhor, mas ele insistiu.


    N?o foi até que finalmente chegamos que eu vi uma pequena figura andando nervosamente no


    vestíbulo.


    “Mira?” Eu perguntei, confuso. A garota se virou e um olhar de alívio se espalhou por seu


    rosto. “ária!”  gritou, correndo em minha dire??o.  jogou os bra?os em volta de mimo se


    f?ssemos melhores amigos e eu pensei que podia senti chorando um pouco no meu ombro.  deu


    um passo para trás, mas segurou minhas m?os, olhando para mim os olhos t?o vermelhos e


    inchados. “Eu vim checar você e me disseram que você foi convocado pelo Alfa,”  disse. “Eu estava


    t?o preocupado! Você estava t?o doente e, de repente, sumiu da sua cama.”


    “Oh… hum… desculpe,” eu disse, sem jeito.


    “Passei por aqui todos os dias e estava esperando você acordar para agradecer. Ouvi o que você fez e


    devo minha vida a você.


    ent?o olhou para o meudo e percebeu que Cai estava presenteigo também. Suas bochechas


    queimaram em um vermelho brilhante. “Ah… eu também devo minha vida a você, herdeiro Alfa,”


    disse e inclinou a cabe?a um pouco.  n?o tinha uma raz?o legítima para precisar se curvar a ele, mas


    eu poderia adivinhar por que  estava agindo dessa maneira. A julgar pelo rubor d e p falta de


    contato visual ele, era fácil ver que  também tinha ficado encantada a presen?a de Cai.


    Eu n?o pude deixar de sorrir um pouco ao ver a garota tendo uma pequena queda.  era uma garota


    t?o nervosa e quieta que achei engra?ado  se sentir atraída por alguém t?o confiante e


    extro vertido quanto Cai.


    Cai acenou em agradecimento. “N?o é necessário. Eu estava apenas tentando ajudar sempre que


    possível, garantindo que essa n?o fosse morta.” Ele colocou a m?o na minha cabe?a novamente.


    “C-ro,”  gaguejou, seus olhos cheios de admira??o.


    Eu me perguntei se em sua mente Cai era um cara mais velho muito legal,o um protagonista


    masculino em um romance. Se  percebesse que ele era apenas um tipo yboy atrevido,


    perderia o interesse?


    Eu n?o estragaria a ilus?o para . Deusa sabia o quanto eu desejava poder sentir esse tipo de amor


    puro e inocente. N?o tinha funcionado para mim no passado, e n?o funcionaria no futuro, sabendo que


    meupanheiro sempre seria Aleric, mas pelo menos valia a pena manter a mente aberta sobreo


    o amor poderia existir para alguns. Mesmo possivelmente entre um yboy e uma colegial idiota… ou,


    no mínimo, Myra poderia esperar que acontecesse. “Com isso dito,” Cai disse, gentilmente me


    empurrando para frente. “Hora de Aria fazer um check-up o médico.” “ó meu Deus! Eu sinto


    muito!” Myra se emocionou. “Eu estou mantendo você aqui quando você deveria estar em


    cama. Por favor, melhore logo!”


    Sorri para  eecei a caminhar em dire??o à mesa de administra??o onde a enfermeira estava.


    “Oh! Eu quase esqueci!” Myra gritou atrás de mim.  ent?o correu até nós, vasculhando sua bolsa


    enquanto fazia isso. “Eu fiz algo para você.” “Me fez alguma coisa?” Eu perguntei, surpreso. “Eu queria


    dizer obrigado e isso foi tudo que eu consegui pensar em curto prazo. E-N?o é o suficiente


    considerando o que você fez por mim! Mas espero que gostem…”  puxou um pequeno pingente


    uma pedra branca brilhante anexada. “é uma pedra da lua. Supostamente, tem uma variedade de usos,


    como cura, for?a interior e ajuda em novose?os. Alguns outros estranhos também. N?o sei se


    funciona ou n?o, mas achei que ficaria bem no seu cabelo. Se isso ajudar a curá-lo, melhor


    ainda!” Olhei para a joia cintnte e pude apreciar que era realmente  muito bonita.


    N?o querendo desapontar Myra, coloquei o cr no pesco?o e o amarrei nas costas. “Como está,


    Cai?” Eu perguntei, empurrando-o para elogiar o trabalho duro de Myra. “Ah, eu acho lindo”, ele


    respondeu educadamente. Dei uma espiada e vi Myra corando ainda mais. Era t?o fácil provocá-


    la. Logo nos despedimos d, e Cai nos seguiu pouco depois da chegada de minha m?e.  ficou


    preocupada depois de ouvir os detalhes de Cai sobre o que aconteceu. E embora eu tenha tentado


    jogar a coisa todao nada demais,  ficou frenética quando descobriu.  se preocupavaigo e


    fazia muitas perguntas que eu respondi obedientemente, mas dentro da minha cabe?a eu estava em


    outro lugar.


    Porque tudo em que eu conseguia pensar era na minha nova miss?o. A miss?o onde eu aprenderia a


    lutar sem o conhecimento dos meus pais.
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