Capítulo 21
Capítulo Vinte e Um ! IMPORTANTE ! (NOTA DO AUTOR): Olá a todos! A vers?o do GoodNovel APP
n?o suporta formatos (por exemplo, negrito, itálico, etc), o que significa que este capítulo pode ser um
pouco difícil de entender no início. Para facilitar, agora adicionei ‘*” ao discurso que está sendo dito
APENAS na cabe?a de Aria o uma memória de seu passado). Em capítulos futuros, também usarei
aspas simples para as coisas que Aria diz para si mesma internamente. Um lembrete de nota do autor
será adicionado ao próximo capítulo em que for usado, o que, esperamos, ajude na leiturapreens?o
do que está acontecendo. N?o…
Ele n?o podia estar aqui. Ele n?o deveria estar aqui ainda.
1*”Você n?o é nada, Ariadne,’*’Eu ouvi a voz dele fr na minha cabe?a, uma velha memória se
repetindo da minha vida passada. ‘*”Você só está aqui porque eu deixei você estar aqui.”*’
N?o, por favor, n?o… n?o estou pronto… ‘*”Você foi considerado culpado das acusa??es contra você.“*
Olhos verdes frios e familiares me encararam.
Perfura??o. Como um tigre observando sua presa curiosidade. “*”Portanto, o poder dentro de
mim, eu, Aleric Dumont, Alfa da Matilha da Névoa Invernal…”
Dei dois passos para trás lentamente, incapaz de tirar os olhos do homem na minha frente. ‘*”…
Condene você, Ariadne Chrysalis, ex-Luna da Matilha da Névoa de Inverno…”*) “Aria?” uma voz familiar
e amigável chamou ao meudo. No entanto, n?o consegui registrar suas pvras.
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1*”…Até a morte.”*’
Caí de costas no ch?o na frente do homem que tinha sido minha morte.
… Quem será minha morte.
“*”Sua senten?a deve ser executada imediatamente.“*’
N?o, por favor, fa?a isso parar.
Eu cobri meus ouvidos debilmente enquanto odo racional do meu cérebro tentava me convencer de
que isso n?o era real, que a voz era apenas uma memória dentro da minha cabe?a e nada mais.
Pare… pare… pare… pare… pare… pare… pare… pare…
Meu corpoe?ou a bn?ar, tentando for?ar as memórias a me deixarem em paz.
“Ariadne?”
Essa era a voz dele. Rompeu meu tumulto mental o suficiente para me fazer congr. Era
exatamente o mesmo. Nada foi diferente. Nada havia mudado. “… Por quê você está aqui?” Eu
consegui sussurrar. No entanto, eu n?o tinha certeza se estava fazendo a pergunta para ele ou me
perguntando.
“Você percebe que este é o meu bando e eu tenho permiss?o para estar aqui, certo? Eles me
chamaram de volta para casa devido a uma emergência aqu garota que foi atacada. Acabei de
chegar.” Mas quando eu n?o respondi, ele franziu a testa.
“Você sabe, é rude se apresentar dessa maneira para seu futuro Alfa,” ele disse, um tom de fanatismo
em sua voz. A maneirao ele falou n?o estava cheia do mesmo nível de ódio que eu tinha me
acostumado a ouvir, mas ainda assim me deu cfrios na espinha.
“Ariadne, por favor, levante-se. Você está me envergonhando na frente de um futuro Alfa dentro da
nossa alian?a.
Eu podia ouvir o que ele estava dizendo, mas tudo que eu podia ver era o bn?o da espada antes de
atingir meu pesco?o. “Você honestamente vai ignorarpletamente o que estou dizendo a você?” ele
disse, ficando cada vez mais irritado. Eu n?o conseguia fazer meu corpo responder. Nada que eu
fizesse me deixaria assumir o controle. Eu era impotente para ele, assimo eu tinha sido no
passado.
… T?o indefeso.
Eu n?o era diferente. Eu n?o tinha mudado. Ele estava destinado a contrr minha vida, n?o importa
quantas vezes eu voltasse
“Pare isso! Levante-se agora mesmo!” Eu podia sentir o tom de sua autoridade Alpha tentando me
comandar, mas mesmo isso n?o foi capaz de chegar até mim.
Quando ele me viu ainda me recusando a me mover, ele acabou perdendo a paciência e estendeu a
m?o para mim. E isso, meu corpo finalmente reagiu.
Eu vacilei, virando meu rosto enquanto erguia minhas m?os em defesa contra o tapa que eu esperava
que estivesse prestes a pousar.
… Só que nunca veio.
Eu me atrevi a olhar para ele e vi que ele tinha um olhar de choque a minha resposta, a m?o que
ele havia estendido parou no meio do caminho antes de fazer contato. Olhei para o bra?o dele e, para
minha surpresa, vio estava posicionado,o se ele estivesse nejando me colocar de pé em
vez de me dar um tapa. Eu agi por impulso quando n?o havia perigo real de dor física.
“Acho que seria melhor n?o tocá e deixá em paz,” Cai disse, entrando. Cai estava aqui. Isso era
real. Este n?o foi o motivo do julgamento. Aleric n?o seria capaz de me matar sem uma raz?o válida na
frente de uma testemunha. “O que você está fndo? Eu nem fiz nada e está agindoo
umapleta
idiota.” Ele gesticulou para mim, no entanto, descobri que era incapaz de parar a vac??o involuntária
que me sacudiu mais uma vez; a vis?o de seu movimento rápido em dire??o a mim acionou a memória
muscr.
“Eu diria p aparência das coisas que realmente n?o sente vontade de estar perto de você
agora . Provavelmente é melhor também ter em mente que está ema nos últimos três dias e foi
liberada apenas cerca de duas horas atrás.”
Cai se abaixou e gentilmente tocou meu ombro trêmulo. Eu queria olhar para ele, olhar em seus olhos
gentis para me tranqüilizar, mas n?o podia me fazer perder Aleric de vista. A rea??o natural do meu
corpo foi temer a dor que ele poderia infligir a qualquer segundo.
“N?o toque n,” Aleric rosnou. “ n?o pertence a você.”
“Acho que você ainda n?o ouviu a notícia, mas n?o ‘pertence’ mais a ninguém,” Cai respondeu em
um tom casual,pletamente indiferente à atitude de Aleric. “Além disso, acho que n?o preciso
lembrá-lo, mas você percebe que ainda n?o está oficialmente confirmadoopanheiro, certo?
“’N?o pertence a ninguém’? O que isso deveria significar?” “Provavelmente é melhor conversar seu
velho sobre isso. Por enquanto, porém,” Cai disse pegando meu pequeno corpo em seus bra?os
facilidade, “eu acho que você está dando à pobre garota um ataque de panico”
Meus olhos se arregram de medo quando Cai me pegou. Aleric ia matá-lo. Ele ia me matar. Ele n?o
tinha permiss?o para me tocar assim.
Eu assisti horror quando Aleric deu um passo à frente, bloqueando Cai de sair. Ele estufou o peito
como se estivesse prestes a desafiar Cai ali mesmo por ousar tocar o que ele acreditava ser seu.
Aleric nunca me amou, mas eu sabia que ele amava me possuir em nossa vida passada. Ele me
manteve enjado o tempo todo em que estivemos juntos, cortando todos os?os de amizade que
tentei fazer qualquer pessoa de status digno.
Ent?o agora, vendo alguém me segurando assim bem na frente dele? Bem, se Cai n?o fosse de um
bando aliado, eu tinha certeza que ele já estaria morto ou caído nas cs agora. Ou pelo menos, o
Aleric do meu passado teria feito isso. Eu nunca o conheci bem nessa idade, mas eu só podia imaginar
que ele era o mesmo.
Ver os dois juntos era quase surreal. Mesmo que ambos ainda fossem apenas adolescentes, ambos
eram altos e t?o bem construídos quanto você esperaria que um Alfa fosse. Fiquei apavorado ao pensar
emo seria uma luta entre eles.
Eu sabia por experiência anterior que Aleric n?o erao nada quando se tratava do campo de
batalha. Assimo seu pai antes dele, ele se tornoupletamente invicto quando ascendeu ao
poder. Mas eu n?o podia negar que tinha visto do que Cai era capaz mesmo sem suas habilidades
totalmente transformadas. Ele era assustadoramente perigoso todo o seu treinamento. “Você
realmente quere?ar algo uma crian?a tendo um cpso mental em meus bra?os?” Cai
perguntou, inclinando a cabe?a ligeiramente para examinar Aleric os olhos. “Nós dois n?o podemos
concordar que a melhor coisa para agora é levá de volta ao hospital para se recuperar? foi
arrastada para fora da cama prematuramente devido ao seu Alfa solicitar uma audiência conosco
urgência. Ou
devo ir perguntar ao seu Alfa por que a filha do Beta está sendo impedida de receber atendimento
médico?”
Aleric o encarou friamente por mais alguns segundos antes de finalmente esvaziar, tendo pensado
melhor na situa??o. A contragosto, ele se afastou para permitir que Cai me levasse para fora. Os dois
olharam fixamente enquanto passavam; O olhar ardente e furioso de Aleric, e o olhar recolhido e ilegível
de Cai.
N?o foi até que a porta da s de reuni?es finalmente se fechou atrás de nós que senti meu corpo
come?ar a rxar. Eu ainda estava no limite, sabendo que Aleric estava por perto e a qualquer minuto
poderia vir atrás de mim, mas ter Cai ao meudo era reconfortante. Aleric n?o poderia arriscare?ar
publicamente qualquer coisa que pudesse ser grantemente prejudicial aos?os políticos do
bando. Ele ainda n?o era um Alfa. “Tanto para ‘eu sou a porra do futuro Luna deste bando’, sim ?” Cai
disse brincando, tentando citar o que eu disse a ele antes de Myra ser atacada. Eu sabia que ele estava
tentando ajudar a aliviar o clima e me distrair, mas por dentro eu me sentia destruída e totalmente
derrotada. Eu estava trabalhando t?o duro para me tornar uma pessoa diferente desta vez e ainda
estava fraco, assombrado por memórias que provavelmente nunca me deixariam.
Eu estavapletamente indefesa para qualquer coisa que Aleric quisesse fazerigo, eternamente
presa por todos os seus caprichos. A marca da Deusa pode impedi-lo de me desonrar publicamente t?o
facilmente agora, mas eu sabia que, se ele realmente fosse o mesmo que ele era no futuro, esta notícia
poderia desencadear uma raiva dentro dele que eu preferiria evitar. E a pior parte era que, além do fato
de que ele amava sinceramente Thea, eu nunca descobri a raz?o inicial p qual Aleric me odiava
tanto. Como eu pretendia dissipar sua hostilidade em r??o a mim quando eu nem sabia o que tinha
feito de errado parae?ar?
Olhei para Cai e, por mais que quisesse retribuir sua piada uma resposta sarcástica, fiz a única
coisa que eu era fisicamente capaz de fazer naquele momento. Eu desmoronei e chorei.