Chapter 308
Capítulo 308
Noe ponderavao abordar Inds, ent?o disse: “Eu sobre o que aconteceu há cinco anos… eu
sgom..
Assim que inès ouviu as pvras cinco anos atrás–elo magluo se tivesse sido atingida: “Calna
bocal
ainda n?o queria ouvir o que ele tinha pra dizert Sobre o que aconteceu há cinco anos, ele n?o
tinha dirello algum de mencionari
“Sel que agora é tarde demais para investigar, mas Inés, eu realmente…
Ele tinha tanta certeza de que tinha sido in?s, porque a tinha visto estender a m?o para Acelina, uma
cena que n?o admitia defesa e que também tinha moldado a convic??o de Noe. Mas agora, algumas
coisas já haviam aldo refutadas, e ele queriae?ar de novo… “Você aparece aqui agora para dizer
que sou inocente, acha que isso adianta?” – Inés, o corpo frágil, encostou–se à amurada do
barco: “Já cumpri cinco anos de pris?o, Noe, o que você pode me dar de volta?”
“Eu…” – o que ele devia a já era uma divida impagavel… Se houvesse uma explica??o razoável
para o que ele viu daqu vez, talvez tudo pudesse ser revertido?
“Eu sei que é tarde, mas se há verdades que pertencem a você, eu tenho que descobrir…”
“Você diz essas bs pvras de tal forma que chega a ser engra?ado.” Inês olhou indiferen?a:
“A verdade é que eu n?o me Importo mais. Noe, n?o se esforce mals, mesmo que você me devolva
minha Inocência, n?o vou lhe agradecer por isso, esque?a.“ Essa era a sensa??o de ser mal
interpretado… A garganta de Noe ardia,o ele poderia explicar que n?o estava apenas tentando
chamar a aten??o d?
Ele só queria queria consertar o rcionamento deles, que estava à beira do abismo.
Naquele momento, uma voz firme e forte soou: “Inés!”
Inês levantou a cabe?a e viu Teodoro Farnese saindo de outra saida, bem aodo de Noe, segurando
seu casaco: “A temperatura calu à noite, n?o vá se resfriar“.
In?s somu para ele gratid?o. A chegada de Teodoro Famese fol perfeita para aliviar o
constrangimento de estar sozinha Noe estava prestes a ir ao encontro dele quando um som
sutil de algo se quebrando chamou sua aten??o.
O som era quase imperceptivel, mas foi t?o repentino que Ines olhou para trás instintivamente e, no
segundo seguinte, a bustrada na qual estava apoiada cedeu de repente – “Inês!
Inés!”
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Os dois homens quase que simultaneamente soltaram um rugido, Inés, desequilibrada, calu para trás
oim?o havia quebrado,
atrás d estava o vasto ano!
Foi ent?o que Noe rapidamente avan?ou, estendendo a m?o para Inés, e essa cená fez que ele
percebesse algo, passando por sua menteo um raio, a cena de cinco anos atrás que ele tinha
visto seus próprios olhos: o suposto empun?o de “Inés em Acelina”
Ele estendia a m?o Inés de cinco anos atrás estendia a m?o.
As pups de Noe se contrairam bruscamente, o tempo parecia retroceder, imagens antigas se
sobrepondo, o sangue correndo ao contrário, um cfrio percorrendo todo o seu corpo!
Ent?o, cinco anos atrás, Inês n?o estava empurrando Acelina, mas sim Acelina estava caindo, e
estava tentando agarra?!
Por que n?o explicou naqu hora?!
N?o, explicou. disse que n?o havia empurrado, mas ele n?o acreditou! Seu cérebro registrou a
cenao se Inês tivesse empurrado Acelina escada abaixo, ent?o ele a condenou subjetivamente!
Inés se desesperou e, assim, engoliu qualquer explica??o posterior, levando toda a decep??o
para a pris?o!
Enquanto uma enxurrada de pensamentos corria por sua mente, tudo aconteceu em um instante, e
quando Noe hesitou uma sombra apareceu ao seudo, e a figura esquia mergulhou no imenso
oceano sem hesitar, nem mesmo por um segundo!
Em seguida, dois sons de algo pesado caindo na água e Noe gritou: “Ines! Teodoro Farnese!”