Chapter 307
Capítulo 307
Quando Inés se virou, deu de um amigo de Teodom Farnese, exatamente aquele Xavier
Serrano de quem Teodom sempre
fva.
Aodo dele, havia uma mulher de tra?os surpreendentemente belos, qis an ver Ins, sonlu para e
disse: “Já ouvi fr multo de você
Xavier Sermno fez um gesto a boca em dire??o a Teodoro Famese “E al, Sr. Famese,o você
conseguiu marcar un encontro a deusa para ser sua panhante?”
“Você n?o pode dizer nada que valha a pena, pode?” – disse Teodoro Famese, rindo e dando–lhe um
leve tapa no ombm: “Eu a verel nos bastidores, há um DJ que eu gosto.”
“Otimo” – Xavier Serrano levantou o queixo, seus olhos amendoados se estreitaram e uma emo??o
sutil os percorreu, de forma impressionante.
Eles se cumprimentaram ali, enquanto, mais atrás, um grupo cercava Noe, bombardeando-o
entrevistas.
“O Sr. Serpa também veio hoje? Por que você está sozinho? Ouvi dizer que você tinha uma
panhante antes, por que n?o apareceu dessa vez?”
Deolinda?
Noe pensou por um momento: “Vim porque há velhos amigos na lista de convidados e eu queria dar
uma olhada.”
Os jomalistas, sentindo o cheiro do furo de reportagem, insistiram: “Quem é esse velho amigo?”
*Alguém t?o próximo do Sr. Serpa de quem nunca ouvimos fr?”
“Poderia ser alguém da familia Menezes, os organizadores?”
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Noe n?o respondeu dessa vez, deixando os jomalistas na m?o. Quando eles se viraram, viram Celso
entrando abra?ado a uma garota, rindo. Os jomalistas ent?o foram atrás de Celso, gritando “Gerente
Freitas! Gerente Freitas!” – esticando os microfones o máximo que podiam, em uma cena de pura
insistência.
“Essa imprensa é muito insistente“.
Wilsonentou um tom de zombaria: “Isso é coisa da sua empresa?“.
Je respondeu: “Sim, é a equipe mais ousada que temos. Eles já escram paredes e subiram em
telhados só para grar uma celebridade trapaceando, mas, antes que pudessem publicar, a própria
celebridadeprou a história por um pre?o muito alto.”
Parece que o trabalho de paparazzo, apesar de cansativo, também pode ser muito lucrativo. Ter algo
comprometedor nas m?os sempre dá poder de barganha.
Inés se movia entre a multid?o, à procura de Gabrielo, esperando poder encontrá–lo e perguntar por
que ele tinha parado de ir ao estúdio, o?que tinha acontecido em sua casa,
Infelizmente, n?o havia mais nenhum mosto parecido o de Santiago Guedes naqu multid?o.
Inés sentiu que era hora de acordar para a realidade, Gabrielo era Gabrielo, n?o era o irm?o de
ninguém.
Teodoro Farnese estava ocupado conversando sobre negócios Xavier Sermano, e os DJs
come?aram a se apresentar, cada um sua hora de solo, culminando numa sess?o B2B todos
os artistas no final. Quando a música eletr?nicae?ou a tocar, a adrenalina de todos subiu ao
máximo, e elese?aram a se bn?ar ao ntmo.
Inés, cansada de usar saltos altos, cumprimentou Teodoro Famese e salu para olhar o mar. A noite
estava caindo e,o era inverno, o céu estava escurecendo ceda. Dodo de fora, tudo estava em
completa escurid?o, exceto p luz ocasional de um farol que passava sobre o mar e as luzes
internas que refletiam no convés, o resto era uma extens?o impravel.
A brisa do mar, carregada seu sabor salgado, soprava, agitando alguns fios de cabelo de Inés.
olhava para o mar escuro lá embaixo, pensando emo durante o dia ele era t?o calmo e bonito,
mas à noite se transformava em uma boca gigante pronta para engolir tudo.
Naquele momento, se sentiu ainda mais consciente deo é insignificante ser humano diante da
imensid?o do oceano, t?o vasto que n?o se podia ver o fim dele, e era apenas um gr?o de areia
que, se desaparecesse, ninguém perceberia.
Perdida em seus pensamentos, só voltou a si quando alguém atrás d gritou: “Ines“.
Virando o olhar se deparou és pups escuras de Noe, e o tempo pareceu congr naquele
instante. Ao longe, o farol refletia em seus olhoso pequenas chamas de estrs, fracas, mas
cintntes. Inés deu um passo para trás e se apoiou no parapeito.