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Cap铆tulo 111

    Capítulo 111


    Capítulo 111


    Assim que suas pvras se dissiparam, o ruído da chuva ao redor aumentou abruptamente; no


    momento em que a tempestade desabou, o guarda–chuva sobre suas cabe?as tambéme?ou a


    tremer levemente.


    A água da chuva escorria p sua testa encharcada, pingando sobre o nariz delicado de Inês, e ent?o


    caía da ponta, enquanto  olhava, o rosto pálido, para o homem que surgira à sua frente.


    Percebendo o aumento da intensidade da chuva, ele moveu o guarda–chuva para odo d,


    deixando–se enfrentar o vento e a chuva.


    Atingiu–o até que a chuva forte lhe emba?asse a vis?o, e ao olhar novamente para o rosto molhado


    diante de si, parecia que ele estava revivendo um sonho da meia–noite um jovem desfocado e


    perturbador.


    Teodoro Farnese havia segurado o guarda–chuva por um bom tempo, e metade do seu corpo já


    estavapletamente encharcado. O homem olhou para Inês por um momento e ent?o sorriu,


    revndo um par de olhos incrivelmente bonitos, t?o bonitos que alguém poderia querer descrevê–los


    como “preciosos“. Ele disse:


    “O que você está fazendo na chuva? Está se castigando Parece que se você morresse, alguém se


    importaria.”


    Parecia que a dor extrema significava que essas pvras já n?o eram nada, e Inês também sorriu


    imitando–o, “é, realmente ninguém se importa.”


    Teodoro Farnese fez um som de desaprova??o a língua e, em seguida, puxou o ombro d para


    frente e empurrou a porta da cafeteria a outra m?o. A luz que irradiava de dentro parecia fazer um


    buraco na escurid?o da noite, a luz amar quente batendo no rosto de Inês quando  finalmente


    percebeu que estava sendo conduzida para dentro da cafeteria por ele.


    N?o havia ninguém ali, o que fazia sentido, já que ninguém sairia para tomar café em um


    dia chuvoso


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    Teodoro Fanese fechou o guarda–chuva e o colocou no suporte, tirou o casaco e o pendurou, e por


    último, pegou o controle remoto e ligou o aquecedor.


    Inês observou suas a??es e ent?o percebeu de repente: “Você é o proprietário desta loja…?”


    “Sim, o proprietário.” Teodoro Farnese acrescentou as duas pvras restantes em silêncio antes de


    arrega?ar as mangas da camisa e se aproximar de Inês, seu olhar parando brevemente em seu


    decote. As roupas de Inês já estavam encharcadas, e a água da chuva escorría por suas curvas.


    Sem rde, Teodoro foi até o fundo e trouxe uma camisa masculina, colocando–a sobre


    19:53


    o balc?o, ‘Se você seguir em frente e virar à esquerda, tem um banheiro.”


    Ou seja, era um lugar onde  poderia trocar de roupa.


    Inos olhou para a camisa e murmurou um agradecimento.


    Depois, a mpegou a camisa e entrou no banheiro. Teodoro Farnese observou seu porte ereto por um


    longo tempo antes de desviar o olhar, soltando uma risadinha carregada de significado.


    Quando Inês saiu, pálida, Teodoro preparou habilmente um café mocha para , fazendo um desenho


    na espuma, “Toma, é por conta da casa.”


    “Obrigada.” Inês agradeceu mais uma vez, sentindo–se um pouco melhor depois de tomar o café


    quente.  se sentia envergonhada por ter corrido para fora em plena madrugada, acabando naquele


    estadomentável na cafeteria de alguém.


    “N?o precisa agradecer, mas se você quiser me rpensar seu corpo, n?o me importo.”


    Teodoro Farnese riu arrogancia, “Que coincidência, hoje n?o tem ninguém para fazer o turno da


    noite na loja, ent?o eu vim ver o que estava acontecendo. O que aconteceu para você sair assim?


    “Inês olhou para o rosto refinado de Teodoro e murmurou baixinho, “Este lugar é só seu?” O que um


    herdeiro da família Farnese estaria fazendo, gerenciando uma cafeteria t?o discreta?


    “Estou entediado.”


    Teodoro trouxe um pudim do balc?o e sentou–se aodo de Inês, enquanto o vento e a chuva rugiam


    lá fora, mas o ambiente dentro da cafeteria era aconchegante.


    O zumbido do aquecedor enchia o ambiente, gradualmente aquecendo a cafeteria enquanto Inês


    bebia seu café,e?ando a recuperar suapostura.  sorriu ironicamente ao pensar em seus


    impulsos anteriores de querer se matar.
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