Mal desligou a chamada, Breno tossiu forte, cuspindo sangue.
O rosto de William ficou visivelmente pálido e suas m?os tremiam.
Vinícius nunca tinha visto William t?o desorientado antes.
Meia hora depois.
William chegou ao Hospital Santa Cruz Breno.
Ele correu para a s de emergência, segurando Breno nos bra?os e o colocou na maca.
Suprimindo suas próprias emo??es, William disse suavidade a Breno:
– Eu estarei aqui fora, n?o tenha medo.
Breno ofegava, seu peito pequeno subia e descia rapidamente.
Estou bem, papai, n?o se preocupe….
Os olhos de William se encheram de lágrimas.
– Sr. William, vamos cuidar de Breno primeiro. – Disse o médico.
Com isso, eles rapidamente empurraram a maca para a s de emergência.
A m?o gda de Breno se soltou da de William, deixando ele um vazio no peito.
Ele sentiu um aperto no peito ao ver Breno sendo levado para dentro da s de emergência, uma
sensa??o de impotência o dominou porpleto.
Vinícius se aproximou de William e colocou a m?o em seu ombro.All text ? N?velD(r)a''ma.Org.
– William, n?o se preocupe demais, ele vai ficar bem.
William apertou os lábios, mantendo os olhos fixos na s de emergência.
Doutor! Por favor, n?o me mande embora. Eu n?o posso trazer meu filho aqui agora. Apenas me diga
o qu?o grave é, por favor? – Disse Mavis de repente, aparecendo do nada.
Vinícius olhou para Mavis, que segurava o médico pelo jaleco, segurando um rtório
médico.
O médico, impaciente, se virou.
A partir de apenas um rtório, n?o posso dizer o qu?o grave é. Preciso examinar a crian?a
pessoalmente. Quantas vezes mais preciso dizer isso?
–
Se eu pudesse trazer meu filho, você acha que estaria implorando assim? – Chorou Mavis.
O rtório n?o parece bom! N?o posso dizer mais nada! Por favor, n?o me impe?a, estou ocupado! –
Suspirou o médico.
Com isso, ele se afastou de Mavis.
Com os lábios cerrados, abaixou a cabe?a, desapontada.
Vinícius desviou o olhar, confuso. Quem seria a crian?a de Mavis?
N?o deveria ser Breno, afinal, n?o tinha tido contato ele por um longo tempo.
Ao mesmo tempo.
No último andar do Hospital Santa Cruz, Liliane estava assinando o termo de consentimento para a
cirurgia. Depois de assinar, entregou ao médico e perguntou:
–
Quanto tempo a cirurgia vai durar, mais ou menos?
–
–
– De três a quatro horas. Respondeu o médico, enquanto guardava o documento. Uma craniotomia
n?o é uma cirurgia simples.
– Entendi. Por favor, fa?am o máximo para acordar a Lucinda. – Concordou Liliane.
– Nós faremos, Srta. Liliane. Pode ficar tranqu. Disse o médico antes de se virar.em. dire??o ao
quarto de Lucinda.
Logo depois, Lucinda foi levada para fora do quarto e Liliane seguiu o grupo em dire??o à s de
cirurgia.
Olhando para o rosto magro de Lucinda, Liliane se sentiu angustiada, só podendo esperar que os
médicos conseguissem acordar .
No momento em que os médicos empurraram Lucinda para o quarto, o celr de Liliane.
tocou.
pegou o celr e viu que era Carlos ligando, ent?o atendeu.
A voz suave de Carlos saiu do telefone.
– Lili, você está no hospital?
Liliane se sentou em uma cadeira próxima.
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Estou sim, Lucinda já entrou na s de cirurgia.
N?o era às duas da tarde? – Perguntou Carlos, confuso.
– A equipe do William sempre cuidou da Lucinda, ent?o, assim que cheguei, eles disseram que
poderiame?ar a cirurgia. – Respondeu Liliane.
– Entendi, ent?o estou indo agora. – Disse Carlos.
N?o precisa. Recusou Liliane. Se você estiver ocupado no hospital, n?o precisa se
apressar.
– Já pedi folga, por favor, n?o me recuse. Insistiu Carlos.
Tudo bem, é no último andar do Hospital Santa Cruz, pode subir direto. – Cedeu Liliane.
– Ok, estarei aí em uns quinze minutos.
Tudo bem.