Capítulo 445
William recuou o olhar.
– Com essa boca sua, ainda n?o conseguiu reconquistar a Marc?
Vinicius bn?ou a cabe?a.
N?o, é t?o temperamental quanto a Liliane, n?o tolera nenhum erro.
William riu desdém.
– Eu n?o sou t?omentável quanto você.
N?vel(D)rama.Org''s content.
Vinícius olhou para William surpresa,o ele ousava dizer isso?
ramente, ele era muito pior que ele!
O carro continuou em dire??o à área de desenvolvimento.
Antes de percorrer metade do caminho, o celr de William tocou de repente.
Ele pegou o celr e viu que era a liga??o do professor de Breno, ent?o ele atendeu.
O que aconteceu? – Perguntou William, calma.
Sr. William, você pode vir à esc? Breno está febre alta, agora está na enfermaria. – Disse o
professor, em tom urgente.
O rosto de William afundou de repente.
–
– Estou indo agora mesmo. Com isso, ele desligou a chamada e olhou para Jorge. – Jorge, volte para
a Esc Nobre de Souza.
Vinícius olhou para ele chocado.
– O que aconteceu?
Breno está febre! – A voz de William soava um pouco ansiosa. – Ligue para o responsável de
obras e diga que vamos adiar nossa visita amanh?.
– Ok. – Concordou Vinícius.
Vinte minutos depois.
William e Vinícius desceram juntos na Esc Nobre de Souza.
Eles se apressaram até a enfermaria e, ao entrarem, viram o médico da esc colocando um
soro em Breno.
William olhou para Breno, deitado na cama, o rosto pálido, sentindoo se seu cora??o
estivesse sendo apertado.
Ele se aproximou da cama e perguntou ao médico:
Como ele está? A febre passou?
–
N?o. Respondeu o médico. Eu sugiro levar ele ao hospital para uma avalia??o.
Ele ent?o caminhou até Breno e levantou a manga de sua blusa para examinar seu bra?o.
O bra?o pálido e magro estava coberto de hematomas e pontos vermelhoso agulhas.
O que é isso? – Perguntou Vinícius, chocado. Violência na esc?
O médico parecia preocupado.
– N?o é isso, suspeito que seja outra doen?a.
Os ruídos da conversa acordaram Breno na cama.
Ao ver Breno acordado, William rapidamente se sentou aodo da cama e segurou a m?o fria
de Breno.
Breno.
Breno abriu os olhos fracamente e, ao ver William, murmurou:
– Papai.
William respondeu em voz baixa:
–
Sim, eu vou te levar para o hospital.
Tudo bem. Breno respirou fundo.
Com isso, Breno tentou se sentar.
Com a ajuda de William, Breno se esfor?ou para se levantar.
Antes que ele pudesse se estabelecer, ele sentiu um cheiro de sangue em seu nariz.
Breno ficou surpreso ao ver William segurando seu bra?o enquanto o sangue escorria.
William levantou de repente a cabe?a, vendo o sangue continuamente fluindo do nariz de
Breno.
– Breno? Disse William, sua voz tremia perceptivelmente. – Como vocêe?ou a sangrar pelo
nariz?
Breno perdeu o brilho nos olhos aos poucos, estendendo a m?o para limpar o sangue
nariz.
Estou acostumado.
Assim que ele limpou, o sanguee?ou a escorrer novamente.
do
O médico da esc rapidamente trouxe len?os de papel para tentar ajudar Breno a parar o
sangramento, mas Breno recusou.
–
N?o é necessário.
– Pode ajudar a diminuir um pouco. – Insistiu o médico. 1
– N?o adianta. – Breno continuou a limpar, logo seu rosto ficou vermelho devido ao sangramento
persistente. – N?o consigo parar há muito tempo…
Ao terminar a frase, Breno abriu os olhos de repente, seu rosto ficou pálido de repente. Antes que ele
pudesse cobrir a boca as m?os, ele vomitou sangue.
William rapidamente apertou os olhos, pegando uma gaze aodo e a segurando sob o queixo de
Breno. Ele se virou para olhar para Vinícius, que estava paralisado no lugar.
– Vinícius, fa?a Jorge trazer o carro!
Vinícius recobrou apostura, pegando o celr para ligar para Jorge rapidamente.