Capítulo 427
Fora do Jardim Sashimi.
Liliane foi arremessada para dentro do carro por William. Atordoada pelo
irnpacto, estava prestes a se sentar quando sentiu a aúra sombria de William envolver .
Ele agarrou o bra?o de Liliane e obrigou a se sentar, gritando raiva e sem qualquer raz?o
aparente.
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Por que você fez isso?
Liliane sentiu dor e sua raiva cresceu dentro d.
– Você acha que está agindo de forma justa, William? Eu te disse para n?o se intrometer na minha
vida, n?o foi?
–
Estou perguntando por que você fez isso? – William agarrou o crinho de
Liliane, puxando para mais perto dele. – Me diga por quê?
–
–
N?o há motivo algum! – Liliane olhou friamente para ele. – Eu n?o preciso explicar nada para você!
–
–
– N?o precisa explicar, é isso? – Perguntou William, entre dentes.
–
Isso mesmo! – Liliane respondeu desafio. – Eu n?o quero explicar nada
para você! N?o quero explicar porque sou amiga dele! N?o quero explicar porque marquei um
encontro ele! Mesmo se algo acontecer entre nós no futuro, n?o quero explicar nada para você!
– Jorge! – William rugiu de raiva. – Saia do carro!
Jorge rapidamente abriu a porta e saiu correndo.
Liliane ficou confusa, sentindo uma sensa??o ruim surgir em seu cora??o.
–
–
William, o que você vai fazer? Ah… – mal teve tempo de terminar a frase quando William agarrou
seu queixo e a beijou.
Ele parecia estar descarregando toda a sua raiva, mordendo Liliane enquanto emitia gemidos de
dor.
Com a raiva sendo inmada p luxúria, William rasgou as roupas de Liliane.
– William! Pare! Pare!‘ – Liliane empurrou William medo.
– Você está carente de homens, n?o está? – William dominou
agressividade. – Liliane, eu também posso te satisfazer!
Liliane simplesmente n?o conseguia empurrar o homem enfurecido que estava à sua frente. Sendo
for?ada por ele, lágrimas escorreram de seus olhos.
No hotel.
Mavis levou Miguel para descansar em um quarto.
Quando o colocou na cama, Miguel segurou a m?o de Mavis.
– Mavis, você n?o me odeia? – Perguntou Miguel, tristeza.
Mavis segurou a m?o de Miguel a d.
–
– Miguel,o eu poderia te odiar? Eu sei a verdade, ver você sendo humilhado por eles me parte o
cora??o.
Miguel soltou um sorriso amargo.
– Você n?o tem medo de que eu esteja te enganando? Um vil?oo eu merece ser punido pelo
destino…
Antes que Miguel pudesse terminar, Mavis o beijou nos lábios gdos.
Miguel ficou tenso por um momento, ent?o segurou a cintura esbelta de Mavis e a levou para a cama.
Mavis deu um grito surpreso.
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–
– Miguel, você…
As m?os quentes de Miguel acariciaram suavidade o rosto de Mavis.
– Nós… Vamos tentar, tudo bem?
Mavis estava extremamente agitada e um rosto corado de vergonha.
– Está bem.
Logo, a atmosfera na s se tornou mais íntima.
Mavis cuidou muito bem de Miguel durante todo o tempo, sabendo que suas feridas ainda n?o
estavampletamente curadas, e se esfor?ou muito para cuidar dele.
Mas no meio do caminho, Miguel chamou .
– Mavis, espere um pouco…
Mavis estava suada e ofegante quando perguntou:
Miguel, o que foi?
– Você está se esfor?ando demais, isso me preocupa. Na próxima vez, espere até eu estar melhor das
feridas, tudo bem? – Disse Miguel, em tom suave.
O cora??o de Mavis se aqueceu e se deitou no peito de Miguel.
–
Miguel, obrigada por entender.
Miguel acariciou seus cabelos enquanto respondia:
– Vá para casa, eu vou pedir ao meu motorista para te levar de volta.
–
Mavis ficou surpresa.
– Miguel, você n?o quer que eu fique?
–
Eu também preciso ir para casa, estou muito cansado.
Mavis mordeu o lábio.
Já que já dormiram juntos, n?o se preocupava em n?o ter uma próxima vez!
Mavis se levantou.
– Tudo bem, vou me arrumar e voltar para casa.
Miguel assentiu e, assim que Mavis entrou no banheiro, ele pegou o celr e enviou uma mensagem.