Capítulo 426
William estava prestes a procurar quando viu um gar?om abrir a porta de uma s privada.
Lá dentro estavam Liliane e Miguel!
Com uma express?o sombria, William avan?ou, enquanto Jorge rapidamente alertou ele:
Sr. William, n?o deixe que essa pessoa se machuque novamente!
Ignorando Jorge, William empurrou a porta recém–fechada pelo gar?om.
Ao entrar na s, Liliane e Miguel levantaram os olhos para ele.
Liliane olhou para ele surpresa. Ele foi t?o rápido?
Ao ver William aparecer, Miguel revelou um olhar calculista.
Realmente, William veio mesmo.
Ao ver a express?o furiosa de William, Miguel ficou empolgado e mal conseguiu conter suas emo??es.
– William está aqui… – Miguele?ou a dizer um sorriso.
Antes que pudesse terminar, William agarrou sua g e levantou ele do assento.
– Miguel, você está pedindo para morrer! – William estava os olhos vermelhos de raiva.
Vendo que William estava prestes a dar um soco, Liliane interveio:
– William, pare!
O punho de William parou no ar por causa das pvras d.
Ele virou os olhos e olhou para Liliane uma express?o sombria.
– Fique quieta!
Ao ver a emo??o descontrda de William, Liliane sentiu um aperto no cora??o.
apertou for?a as m?os, sentindo as unhas cravarem na palma da m?o para se manter alerta.
n?o podia se importar os sentimentos de William agora, precisava continuar a atua??o.
Por que eu deveria ficar quieta? – Retrucou Liliane, fingindo indigna??o. Você
é quem estragou nosso encontro! Por que eu n?o teria o direito de fr?
William apertou for?a os dedos, uma mistura de raiva e decep??o em seu olhar.
– Você está defendendo ele?
– Sim! Ele é meu amigo! – Respondeu Liliane, firmeza.
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William sentiu uma dor aguda. estava realmente defendendo Miguel? Apesar de todos os avisos
dele e da situa??o de sua m?e, ainda considerava esse canalhao amigo?
William, n?o fa?a isso, Srta. Liliane vai ficar assustada. Miguel aproveitou a raiva de William para
provocar ele ainda mais.
Por causa das pvras de Miguel, William deu raiva um soco em seu rosto.
William, você está louco? – Liliane tentou se levantar para ir até Miguel, mas William n?o deu a a
chance de se preocupar ele. Ele agarrou sua m?o e puxou for?a para fora da s.
William, me solte! Solte! – Liliane lutou fricamente, mas a for?a de William só aumentava.
Na s privada.
Miguelmbia o sangue do canto dos lábios. Seu amado irm?o William estava raiva, n?o estava?
Estaria ele ciúmes?
Miguel estava cheio de agita??o, ele havia conseguido o que queria!
Ao ver a fúria de William, ele se sentia feliz!
Miguel queria perguntar a ele se estava pensando em o matar agora? Ele queria desmembrar ele e
arrancar sua pele?
Miguel estava debru?ado sobre o tatame, um sorriso distorcido no rosto. O sangue em seu corpo
parecia fluir contra a corrente, deixando ele empolgado ao ponto da loucura.
– Miguel!
De repente, a voz assustada de Mavis ecoou de fora da s privada.
Ao ouvir sua voz, o sorriso no rosto de Miguel desapareceu num instante.
Com uma express?o de repugnancia nos olhos, ele se ergueu devagar do ch?o.
Olhando para Mavis que havia acabado de entrar às pressas, ele deu um sorriso amargo e perguntou:
Por que vocé veio?
Os olhos de Mavis estavam cheios de preocupa??o enquanto ajudava Miguel a se
levantar.
–
– Miguel, está doendo?
Miguel bn?ou a cabe?a e pegou um guardanapo da mesa para limpar o canto dos lábios.
– Está tudo bem, n?o se preocupeigo.
– N?o, n?o está bem! – Mavis interrompeu. – Vamos ao hospital dar uma olhada, n?o podemos ignorar
isso.
Miguel segurou a m?o de Mavis.
– Estou cansado, n?o quero ir ao hospital.
Ent?o… – Mavis mexeu os lábios, pensativa. Ent?o eu te levo para descansar, tudo bem?
O rosto de Miguel ficou sombrio.