Capítulo 32
Mesmo diante de todos, ainda mantinha um semnte suave e virtuoso.
Algumas horas depois, eles chegaram à Serafim.
Desta vez, William n?o deixou Jorge levar Liliane de volta ao Jardim Azul, em vez disso, foram juntos
para a empresa.
Ao retornar ao seu escritório, Liliane olhou surpresa para a parede de vidro que havia sido
removida.
O que antes a separava do escritório do CEO agora estava integrado.
A alegria de Liliane ao voltar para a empresa desmoronou ao ver aqu cena.
Ele estava realmente monitorando cada pvra e a??o d?
Liliane avan?ou raiva em dire??o a William, que estava sentado à mesa.
– Você está passando dos limites! – Disse Liliane, furiosa.
–
– Está descontente? – Perguntou William, erguendo os olhos.
Descontente?
Como ele ousava perguntar isso?
Será que ele ficaria contente sendo monitorado assim?
N?o vou mais trabalhar! Vou embora! – Disse Liliane, apertando os dentes.
A express?o de William ficou séria.
Quer aproveitar minha ausência para discutir quando encontrar seu Dr. Carlos? Provocou William.
Você n?o pode parar essas provoca??es sem sentido? – Perguntou Liliane, os olhos
arregdos de raiva.
William sorriu em respost?, recentemente, Liliane sempre mostrava suas
emo??es diante dele.
Era mais divertido ver o uma coelha irritada do que aqu express?o fria.
William jogou os documentos em frente a Liliane.
Em vez de dizer coisas inúteis aqui, vá fazer o seu trabalho. – Continuou William.
A raiva de Liliane foi interrompida daqu maneira. encarou os documentos por um tempo antes
de pegar eles e ir para seu escritório adjacente.
As cinco da tarde, Mavis chegou no escritório de William.
Ao ver a fus?o do escritório do CEO o de Liliane, sua express?o escureceu.
Vendo que William n?o estava presente, se aproximou de Liliane.
– Liliane, você realmente é astuta. Provocou Mavis.
Está exagerando. Disse Liliane, olhando frieza para .
O rosto de Mavis ficou pálido.
Você acha que pode conquistar o cora??o de William? N?o se esque?a, ele esteve ao meudo o
tempo todo quando fiquei doente! Disse Mavis.
– Oh, se o rcionamento de vocês é t?o bom, por que ele veio correndo quando algo aconteceu
comigo? – Questionou Liliane, pensativa.
Evitar aquele assunto era melhor, mas assim que Mavis ouviu isso, seus olhos mostraram
determina??o.
– Me diga,o posso fazer você se afastar de William? – Perguntou Mavis, voz furiosa.
Liliane deu um sorriso ir?nica ao se levantar e se aproximar de Mavis.
–
Por favor, entenda a situa??o correta. Ele é quem n?o quer me deixar ir embora. Por que essa
abordagem agressiva? Está interessada na boa aparência dele ou na surpreendente fortuna? – Falou
Liliane, dando um passo em dire??o a Mavis.
–
Pressionada, Mavis recuou, mostrando confus?o em seu rosto delicado.
– Você está fndo bobagem! Eu só gosto deleo pessoa! – Disse Mavis, fingindo
lamentávelmente.
– é mesmo? Estou curiosa. Como você sabia que William estaria na empresa a essa hora? Por que,
coincidentemente, estava esperando por ele embaixo do prédio? N?o acha que é um pouco
conveniente demais? Se quer ficar William, tudo bem, mas se lembre de uma coisa antes de se
tornar a Sra. Gabaldo, você tem qualifica??o para me provocar antes mesmo de assumir esse cargo?
– Continuou Liliane, um sorriso frio.
Mavis foi confrontada, contorcia seu rosto delicado. Prestes a fr, o som da porta se abrindo ecoou.
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Com isso, acabou se sentando no ch?o, lágrimas nos olhos, expressando sua mágoa.
– Secretária Liliane, eu só queria retribuir ao William. Por que você está me acusando assim? –
Expressou Mavis, chorando.
Ao ver a situa??omentável de Mavis, Liliane percebeu que William havia chegado.
Mantendo uma express?o serena, permaneceu no lugar, observando o homem que acabava de
entrar.
Os olhos de William percorreram Liliane antes de se aproximar e ajudar Mavis a se levantar.
Você deveria ir para casa. – Disse William, um tom impaciente perceptível.
– William, eu… Disse Mavis, at?nita.
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– Vá para casa! – Repetiu William, sua voz n?o admitia discuss?o.
Com lágrimas escorrendo, Mavis se virou e saiu pressa. Quando a porta se fechou,Liliane
finalmente quebrou o silêncio, provocando:
–
N?o me culpa por ter iodado sua amada?
William a olhou de soio, afrouxando a gravata.
N?o ache que n?o sei o que você está nejando! – Respondeu William.
– O que mais eu poderia nejar? – Retrucou Liliane, sorrindo de leve.
William estreitou os olhos indiferente, se aproximou e segurou o queixo de
Liliane.
– Você n?o está tentando me fazer te expulsar do Jardim Azul para fugir seu Dr. Carlos?
Questionou William.
Liliane ficou em silêncio.
Como só percebeu agora que ele tinha tantos pensamentos?
recuou um pouco ao sentir a press?o em seu queixo.
– Já que você está dizendo isso, parece que daqui para frente, cada vez que eu encontrar a Mavis,
vou ter que provocar . – Disse Liliane.
Liliane! Gritou William, soltando um rosnado baixo. A raiva cintndo em seus olhos parecia engolir
Liliane, continuou. – Você acha que pode provocar várias vezes?
–
– O que você quer dizer? – Perguntou Liliane, confusa.
Minha vida foi salva por , ent?o darei a tudo o que posso. Se n?o quiser passar por momentos
difíceis no futuro, pare de iodar . Disse William, retirando a m?o.
Capítulo 33