Capítulo 31
“Seu pai esteve aqui esta noite, teve uma grande discuss?o sua m?e e até conseguiu tirar o
dinheiro dos remédios d do hospital.“, disse Carlos.
“Como está minha m?e?“, perguntou Liliane, franzindo a testa.
“Estou aqui para , n?o se preocupe. Dei mil reais para ele e ele parou de causar confus?o.“,
respondeu Carlos.
“Como ele tem coragem de aceitar dinheiro de Carlos?!“, pensava Liliane,
surpresa.
Embora Liliane n?o gostasse da atitude arbitrária de Carlos, decidiu n?o dizer muito, afinal, ele estava
fazendo isso p sua m?e.
Mas sabia que, uma vez feito isso, poderia se repetir inúmeras vezes.
decidiu, ent?o, dar um toque.
“Dr. Carlos, obrigada por ajudar minha m?e desta vez, mas da próxima vez, por favor, n?o de dinheiro
ao meu pai. Se ele aparecer novamente, pe?a para ele frigo, por favor.“, disse Liliane, depois
de transferir mil reais para Carlos.
Carlos n?o recusou, sabia que Liliane n?o gostava de dever favores.
“Entendi. Quando você poderá voltar?“, perguntou Carlos.
“Daqui a alguns dias.“, respondeu Liliane.
Antes que pudesse terminar de digitar, a porta do banheiro se abriu.
William, vestindo um roup?o preto, saiu, secando os cabelos curtos uma toalha.
Liliane rapidamente escondeu o celr atrás do travesseiro, fingindo assistir TV. Mas William
percebeu. Ele foi até Liliane, os olhos escuros fixos n.
– O que está escondendo? – Perguntou William.
– O travesseiro n?o estava confortável, ent?o eu ajustei. – Disse Liliane, nervosa.
William semicerrou os olhos,rgou rapidamente a toalha, puxando Liliane do sofá.
O travesseiro caiu e o celr, a conversa Carlos, ficou exposto aos olhos
dele.
Vendo o nome “Dr. Carlos“, a atmosfera ao redor de William ficou fria.
Ele pegou o celr, viu as últimas duas mensagens deles e sua express?o ficou furiosao uma
tempestade.
Com dedos longos apertando o celr, William olhou para Liliane raiva.
– Está mentindo, é isso? – Perguntou William, uma voz furiosa.
Liliane ficou assustada seu olhar, mas ao pensar que n?o tinha feito nada errado, respondeu
calma:
Eu sabia que você ficaria bravo, ent?o preferi n?o te deixar ver.
Infelizmente, William nem deu ouvidos à explica??o d.
– Vocês est?o t?o ansiosos para se encontrarem? – Disse William, sua voz se tornou mais fria.
– Sr. William, talvez seja melhor você se acalmar primeiro. – Retrucou Liliane, apertando os lábios.
n?o tinha mais energia para brigar ele.
Liliane acabava de se virar para sair quando, no segundo seguinte, foi agarrada pelo bra?o e jogada
com for?a no sofá pelo William.
Em seguida, William deu uma mordida firme em seu ombro.
– William! Você enlouqueceu? – Liliane gritou de dor.
tentou afastar ele, mas William a manteve firmeza à sua frente.
Ele ergueu a cabe?a, o rosto bonito escurecido p raiva e disse entre os dentes:
–
Liliane! Este é o pre?o por mentir para mim!
Dito isso, ele se inclinou abruptamente e beijou ferozmente os lábios d, seus dentes mordendo
for?a os lábios d para liberar sua raiva.
Um forte gosto de sangue se espalhou, fazendo Liliane sentir uma sensa??o ácida no nariz devido à
dor.
– William, você é simplesmente um pervertido! – Murmurou Liliane, furiosa e enfurecida.
Pervertido?
Ele poderia mostrar a o que realmente significava ser pervertido!
Mais tarde, Liliane, suportando a dorncinante entre as pernas, se encolheu no sofá.
olhou ressentimento para o homem diante d.
– Quando você vai me deixar em paz? – Perguntou Liliane, a voz rouca.
William, vestindo um roup?o, a encarou frieza.
– Quando eu morrer. Disse William, em seguida, ele se agachou, segurando o queixo d,
acrescentou. Liliane, estou te avisando p última vez. Se eu te ver se envolvendo ele de novo,
n?o me culpe por fazer ele desaparecerpletamente da Serafim!
Liliane sacudiu a m?o de William de modo teimoso.
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Além de amea?ar, o que mais você sabe fazer? – Perguntou Liliane, fúria.
William deu um sorriso frio enquanto se levantava.
Te provocar. – Retrucou William, tom indiferente.
Vil! Sem vergonha!
Mas Liliane n?o ousou expressar sua raiva em voz alta, só podia suportar.
sabia muito bem que provocar a ira total de William teria consequências inimagináveis.
precisava suportar, até o dia em que sua m?e saísse do hospital.
Depois de cinco dias na Cidade Pompeia, William finalmente levou Liliane de volta.
Durante aqueles cinco dias em que n?o podia sair, Liliane conseguiu finalizar todos os esbo?os de
design. Agora só faltava apresentar a ideia.
No aeroporto da Cidade Pompeia, Mavis e Marc já estavam esperando.
Ao ver Liliane caminhando aodo de William, o ciúme nos olhos de Mavis quase transbordava.