Segurando a sensa??o intensa de tontura, Liliane n?o se esqueceu de pegar o contrato assinado da
mesa de centro antes de fugir.
Ao abrir a porta e sair correndo, de repente esbarrou em uma pessoa alta.
Instintivamente, levantou a cabe?a e se deparou um rosto sombrio e extremamente familiar.
Liliane instantaneamente ficou os olhos vermelhos.
Com sua última energia, colocou o contrato no peito de William.
Apesar de ter agarrado firmemente as roupas de William, seu corpo frágil n?o p?de deixar de deslizar
para baixo.
Com uma voz fraca e rouca, murmurou:
– William, o contrato foi assinado, 500 mil de b?nus, n?o se esque?a de me dar…
Ao ver Liliane caindo, William imediatamente estendeu a m?o e a levantou do ch?o.
Nesse momento, Lucius também saiu do quarto.
Ao ver William segurando Liliane, ele conteve seus impulsos e falou pacientemente:
– William! Me entregue aqu mulher!
Ao ouvir isso, o ar gdo que já emanava de William atingiu um grau negativo.
Jorge, que estava logo atrás, imediatamente impediu Lucius e advertiu em tom severo:
– Sr. Lucius, esta é a mulher do Sr. William, você ousa tocar n?
A mente de Lucius ficou confusa, ele falou raiva:
– Como isso é possível! Ent?o por que veio sozinha?
Jorge deu um lembrete significativo:
– Você acha que a apari??o do Sr. William aqui é apenas uma coincidência?
Lucius ficou instantaneamente atordoado, um nó na garganta.
…
No banco de trás de um carro esportivo preto.
Liliane, deitada sobre as pernas de William, de repentee?ou a mexer nas próprias roupas.
Seus lábios rosados ofegavam enquanto murmurava para si mesma.
Devido aos efeitos da bebida batizada, suas bochechas estavam vermelhas e a marca nítida do tapa
ainda era bem chamativa.
A luz dentro do carro era suave, as íris negras de William n?o mostravam qualquer emo??o, mas sua
linha de mandíb estava tensa.
Ele apertou a m?o da mulher em sua palma, levantou o olhar e ordenou friamente:
– Avise o pessoal do departamento de projetos para interromper o financiamento do projeto em
coopera??o Lucius, até que ele venha nos implorar.
Jorge entendeu perfeitamente que, uma vez que o Sr. William disse essa frase, mesmo que ele n?o
participasse do projeto, Lucius n?o teria uma vida fácil.
O Sr. William sempre afirmou que n?o gostava da secretária Liliane, mas assim que a secretária
Liliane deixou a empresa e foi para o hotel, o Sr. William imediatamente mandou que ele a seguisse de
carro.
Com esse tipo deportamento, era difícil acreditar que ele realmente n?o gostava d, n?o era?
Jorge suspirou em seu cora??o.
– William, me ajude, por favor, me ajude… Está t?o quente… – De repente, Liliane segurou
firmemente as roupas de William e o puxou em sua dire??o.
Sua voz carregava sofrimento e ambiguidade, fazendo que os ouvidos de Jorge, no banco do
motorista, também ficassem ruborizados.
Observando as gotas de suor incessantes na testa de Liliane e o pesco?o pálido exposto após
puxar a g da roupa, William semicerrou os olhos e disse voz profunda:
– Jorge, pare o carro, saia!
Jorge cooperou prontamente, estacionando o carro e imediatamente indo para um lugar a cerca de
dez metros de distancia, de costas para o veículo.
Dentro do carro, o olhar de William voltou a se concentrar em Liliane.
O frio em seus olhos gradualmente se dissipou, substituído por um calor intenso.
Ele a ajudou a sentar em seu colo.
Apoiando a parte de trás de sua cabe?a sua grande m?o, ele usou os lábios ligeiramente frios
para sr seus lábios quentes e febris.
…
No dia seguinte.
Liliane acordou meio sonolenta na cama, a garganta doendoo se estivesse queimada. Era
uma dor prante.
Aguentando a dor em seu corpo todo, se sentou na cama, franzindo o cenho enquanto observa o
ambiente familiar ao seu redor.
Ontem à noite… Como foi que voltou ali?
– Acordou? – Uma voz rouca e familiar veio dodo, e o corpo de Liliane se contraiu
instantaneamente. As memórias da noite passada inundaram sua menteo uma avnche.
mordeu os lábios fortemente, o rosto ficando vermelho.
Sim, se jogou em cima de William na noite passada, e se n?o fosse por ele, n?o teria
conseguido escapar.
Mas, apesar de tudo, cada problema devia ser tratado individualmente.
A quest?o rcionada à altera??o do contrato ainda precisava ser esrecida.
Liliane respirou fundo, lutando contra a tontura, e se virou para encarar o olhar indiferente de William.
– Sr. William, quero te perguntar uma coisa: Por que você n?o me disse sobre a altera??o do contrato?
William semicerrou os olhos. A seu ver, Liliane agora erao um ouri?o.
Quando ele n?o a iodava, era obediente em todos os aspectos, mas se ele a irritasse,
n?o cederia nem um pouco.
William sorriu de canto, lembrando a frieza:
– Liliane, no seu primeiro dia na empresa, eu n?o te disse uma coisa? Como subordinada, você nunca
tem o direito de questionar seu superior.
Liliane ficou sem pvras.
William jogou o cobertor para odo e estava prestes a explicar a quest?o do lucro para Liliane
quando o celr aodo da camae?ou a tocar. Ele atendeu o telefone, apertou o viva-voz e
come?ou a trocar de roupa, fndo:
– Diga.
A voz de Jorge saiu do celr:
– Sr. William, acabamos de receber informa??es de nossa equipe, dizendo que uma mo?a na Cidade
Pompeia se encaixa na descri??o da pessoa que você está procurando. Vou enviar os detalhes por e-
mail em breve.
A m?o de William, que estava abotoando a camisa, parou por um momento, suas sobrancelhas
franziram ligeiramente.
– Envie o mais rápido possível.
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Após encerrar a liga??o, William fixou seu olhar em Liliane.
– Se você queria os 500 mil, ent?o devia saber que aquele contrato de ontem n?o seria t?o fácil de
assinar.
Ao ouvir isso, Liliane apertou firmemente o len?ol em suas m?os.
Incapaz de refutar, baixou os olhos para esconder suas emo??es.
Tanto o fato dele ainda estar procurando a sua verdadeira amada, quanto o fato de n?o tê informado
sobre a altera??o do contrato, ambos a deixavam sem f?lego.
No entanto, William estava certo. era apenas uma subordinada, que direito tinha de questionar
seu superior?
“Liliane, Liliane… é t?o difícil reconhecer seu lugar?”, debochou a si mesma mentalmente.