Logo, a porta se abriu.
Lucius, seus cabelos curtos e loiros, vestindo um roup?o folgado, estava parado na porta.
Em seu rosto razoavelmente bonito, seus olhos verde-esmeralda se fixaram firmemente em Liliane,
como uma cobra olhando para sua presa.
O cora??o de Liliane deu um salto repentino, mas, em busca dos 500 mil reais de b?nus, for?ou
um sorriso e disse:
– Sr. Lucius, licen?a.
Lucius deu de ombros e sorriu, se virando dedo. Com um português n?o muito fluente, ele disse:
– Secretária Liliane, há muito tempo espero por você.
O cora??o de Liliane batia descontrdamente, mas manteve a calma por fora.
entrou na suíte e colocou o contrato previamente preparado na mesa de centro.
Enquanto isso, seu olhar periférico vasculhou todos os objetos dispostos no quarto.
Quando Lucius se sentou no sofá em frente a , Liliane desviou o olhar e manteve uma certa
distancia, se sentando também.
Em seguida, Lucius estendeu um copo de bebida para .
Liliane aceitou e tocou seu copo no de Lucius, dizendo:
– Agrade?o a gentileza, Sr. Lucius.
Ummpejo de satisfa??o passou pelos olhos de Lucius.
– Secretária Liliane, você é bastante direta, sem rodeios. Eu gosto disso!
Liliane for?ou um sorriso. Para garantir a assinatura do contrato, inclinou a cabe?a para trás e
bebeu o vinho tinto em seu copo.
Observando a situa??o, Lucius expressou um olhar de pena.
– No entanto, beber apenas isso para me fazer assinar o contrato, parece um pouco fácil demais.
Liliane já esperava que Lucius n?o fosse t?o fácil de lidar.
colocou o copo dedo e n?o respondeu às pvras de Lucius.
– Ouvi dizer que o Sr. Lucius expressou interesse em uma possível cbora??o a nossa empresa
Novitex há algum tempo. Naturalmente, também estamos cientes do poder da Novitex em todo o
continente. Em vez de te dar o trabalho de procurar o Sr. William, por que n?o me permitir representar
o Sr. William e vir até você para assinar o contrato? Isso demonstraria nosso respeito por você, Sr.
Lucius, concorda?
O sorriso no rosto de Lucius diminuiu um pouco. Ele encarava Liliane, seu olhar cada vez mais
afiado.
Embora estivesse receosa por dentro, Liliane manteve a calma por fora.
Usar William para pressioná-lo era sua única op??o agora.
O clima na s ficou um pouco pesado por um instante, mas durou apenas um momento. Lucius riu e
disse:
– Secretária Liliane, gosto de suas pvras. Se a Novitex está me dando tanto prestígio, seria
inaceitável da minha parte n?o assinar esse contrato.
Dito isso, Lucius pegou o contrato e a ca que estavam na mesa, deu uma olhada rápida no
contrato e assinou seu nome.
Liliane ficou surpresa por um momento. realmente n?o esperava que Lucius assinasse t?o
prontamente.
Mas quanto mais essa situa??o, menos Liliane podia se permitir baixar a guarda.
Depois de assinar o contrato, Lucius o entregou para Liliane, dizendo:
– Pronto, te dei o que você queria. Agora você n?o deveria me fazerpanhia?
A express?o de Liliane mudou ligeiramente e fingiu n?o entender:
– Sr. Lucius, acho que minha capacidade de beber n?o separa à sua.
– Quem disse que quero que você me fa?apanhia para beber? – Lucius disse e, de repente, se
inclinou na dire??o de Liliane, agarrando seu pulso sem hesita??o. – Secretária Liliane, a Novitex só
me dá 3% de lucro. Já cedi nisso, ent?o só posso tirar um pouco de proveito em você…
A mente de Liliane ficou em branco por um instante.
O contrato… Foi alterado?!
Teria sido William quem fez isso?
Afinal, esse contrato só passou ps m?os de Liliane e William!
Seu cora??oe?ou a congr gradualmente, mas neste momento, uma onda de calor inexplicável
percorreu seu corpo.
Os olhos de Liliane se arregram ao olhar para o copo de bebida na mesa de centro. Se n?o
estivesse enganada, Lucius certamente colocou algo na bebida!
apertou os dentes for?a, usando todas as suas for?as para impedir a aproxima??o de Lucius.
Ao ver a impaciência nos olhos verde-esmeralda de Lucius, Liliane entendeu instantaneamente que
ele nem mesmo poupou a si mesmo de bebida batizada!
Sua for?a n?o era páreo para a de Lucius. Ao ver que ele estava prestes a beijá, Liliane abaixou a
cabe?a e mordeu for?a as costas de sua m?o.
Lucius gritou de dor.
Vendo sangue escorrendo da m?o mordida por Liliane, ele imediatamente ficou irritado e deu um tapa
no rosto d.
Esse tapa, Lucius usou toda a sua for?a.
Ao mesmo tempo em que Liliane viu tudo escurecer diante de seus olhos, um sabor doce e metálico
de sangue encheu sua boca.
– Já que você veio até aqui, por que ainda está fingindo ser inocente! – Dito isso, Lucius pegou a
garrafa de vodka da mesa de centro.
Enquanto fva pvras sujas e inaudíveis, ele segurou o rosto de Liliane e despejou álcool em sua
boca.
A bebida entrou em sua boca e nariz, enchendo Liliane uma sensa??o intensa de sufocamento.
lutou fricamente, mas n?o conseguiu se libertar do corpo de Lucius que a pressionava.
Liliane estava à beira de um cpso emocional, lágrimas escorriam dos seus olhos teimosamente.
deveria ter adivinhado!
O b?nus de 500 mil era algo que nunca havia recebido durante os três anos em que trabalhou na
Novitex!
Mas enganou a si mesma, acreditando que William nunca seria cruel a ponto de empurrá para
os bra?os de um pervertido!
estava errada, errada por confiar demais em William!
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era sua confidente, mas ele sempre a tratarao um brinquedo descartável que podia ser
comprado dinheiro!
Suas roupas foram rasgadas por Lucius. No ápice do desespero, Liliane avistou um vaso aodo.
agarrou o vaso e o bateu toda a for?a na parte de trás da cabe?a de Lucius.
A dor intensa fez Lucius soltar imediatamente Liliane, ele segurou a cabe?a dolorida e amaldi?oou
Liliane raiva:
– Sua vadia! Como você se atreve a me atacar!