Capítulo 663
Capítulo 663
Ele n?o estava se sentindo muito bem ultimamente, sentindo frio até os ossos, apenas queria se
aquecer aodo d. Ca, por sua vez, suspeitava de suas inten??es.
Eles se abra?aram por um momento, ele parecia já estar mais aquecido, ent?o Ca se afastando
disse, “N?o vamos sair mais.” Sem banda, sem vista noturna, nada era mais importante do que estar
aodo de Marco Ant?nio.
No entanto, Marco Ant?nio estava decidido, “Mas eu quero passear você.”
Ca, vendo que n?o iria conseguir fazê-lo mudar de idéia, disse, “Ent?o vamos.”
Assim que saíram da casa de vidro, avistaram dodo de fora um boulevard iluminado, embora n?o
conseguissem ver o mar à noite, as luzes coloridas faziam que o caminho ficasse ainda mais
muito bonito.
Havia outros casais de m?os dadas caminhando por ali, mas quando eles os viam, seus olhares eram
atraídos.
Ca temia que os casais os pudessem reconhecero o CEO do Grupo Ant?nio e sua assistente,
ent?o tentava soltar a m?o de Marco Ant?nio.
Mas Marco Ant?nio n?o queria que soltasse a sua m?o, “Ca, somos um casal legalmente
casado.”
“é verdade”, pensou Ca, e rxou. Quando as pessoas os olhavam, Ca sorria e as pessoas
evitavam o olhar sentindo-se constrangidas.
Algunsentavam, “Seu marido é muito bonito!”
Ca respondia, “Obrigada pelo elogio!”
N?o importava o qu?o bonito ele era, ele pertencia a , e ninguém mais poderia nem sequer pensar
nele.
Havia um jovem casal de m?os dadas à frente deles.
Os dois sussurravam baixinho à frente, de repente, o homem abaixou a cabe?a, a mulher ficou na
ponta dos pés e lhe deu um beijo no rosto.
Ca, sem se importar muito, continuou caminhando.
No entanto, Marco Ant?nio, de repente, parou bem na frente d.
Olhando para ele, perguntou, “O que está acontecendo?”
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Marco Ant?nio olhou firmemente para os lábios vermelhos de Ca, engolindo em seco, disse, “Nós
também somos casados.”
Ca n?o entendia por que ele havia dito aquilo repente, concordando, disse, “Sim, está ventando
muito hoje, vamos voltar, n?o vamos mais ao concerto.”
estava preocupada porque as m?os dele estavam sempre frias e temia que ele pudesse ficar
resfriado por causa disso.
Marco Ant?nio disse, “Está bem.”
Eles n?o andaram muito na volta para o quarto.
De volta ao quarto de vidro, Ca imediatamente aumentou a temperatura do aquecedor e trouxe um
copo
de água quente para Marco Ant?nio, “Beba, você vai se aquecer um pouco.”
Marco Ant?nio sorriu, “Eu acho que você está me achando muito fraco, mas você está enganada.
“beba a água, que eu já volto…” Depois de dizer isso, Ca se virou e saiu.
sabia que ele era muito teimoso, mesmo que estivesse doente e que n?o pudesse sair da cama,
ele ainda diria que estava bem.
Ca retornou após alguns minutos, segurando uma grande garrafa de água mineral.
Ao entrar, colocou a garrafa água aquecida no colo de Marco Ant?nio, e disse, “Esta garrafa é
para que você aque?a as suas m?os.”
Marco Ant?nio olhou para , fixamente.
O cuidado e a considera??o que tinha por ele, eramo o sol quente, que iluminava bem.
delicadamente seu mundo frio e sombrio, puxando-o para fora do abismo profundo em que estava
preso… Quando Ca levantou a cabe?a, viu o seu rosto preocupado refletido em seus grandes
olhos, “O que foi? Você n?o quer? N?o temos escolha, o clima de Salvador é muito quente, mas esse
hotel n?o tem equipamento de aquecimento o suficiente.”