Capítulo 662
Capítulo 662
“Grupo Empresarial de Luís? A família dele?” Marco Ant?nio disse sem se preocupar, brincando
of vinho tinto na ta?a as pontas dos esbeltos e bonitos dedos. “O pequeno Grupo Empresarial de
Luís n?o deveria ser meu adversário. Se eu quisesse, poderia fazer que eles falissem,o uma
formigal sendo esmagada sem esfor?o, tudo depende da minha vontade.”
Marco Ant?nio tinha todo esse poder, e Ca o sabia muito bem, mas ainda assim estava um pouco
preocupada. “Temos que ter cuidado, ataques diretos s?o fáceis de lidar, mas os ocultos n?o.”
Marco Ant?nio disse, “N?o vamos mais fr sobre essas coisas desagradáveis. Apenasa.”
Ca abaixou a cabe?a e concentrou-se em sua refei?ao.
Por estar bainda nervosa, Ca bebeu mais algumas ta?as de vinho.
Após o jantar, já escuro, as luzes brilhavam dodo de fora. Marco Ant?nio disse, “Leal me disse que
há uma banda famosa se apresentando aqui esta noite, você gostaria de assistir?”.
Ca achou que n?o conseguiria rxar se ficasse banda, “ro que sim.”
sozinha no quarto, ent?o concordou em assistir á
Marco Ant?nio foi até o armário e pegou um casaco softshell para ele e outro feminino para Ca,
ent?o disse, “Vista isso.”
Ca olhou para ele e perguntou, “De onde veio este casaco?”
“Foi Leal que preparou para nós.” Na verdade, Marco Ant?nio sabia que haveria uma grande queda de
temperatura entre o dia e a noite, ent?o ele havia pedido para alguém trazê-los.
Ca queria dizer mais uma coisa, mas ele pegou a sua m?o, e perguntou, “Vamos dar uma volta?”
Marco Ant?nio era charmoso uma voz profunda e sexy, muito sedutora.
Ca, deixando-se ser guiada por ele, foi incapaz de recusar, mas o seu cora??o batendoo
um cervo assustado, “Ent?o, vamos dar uma volta.”
Agora, a palma da m?o de Marco Ant?nio que era grande, já n?o estava t?o quente quanto antes.
Por que suas m?os ficaram t?o frias repentinamente?
Ca sup?s que era porque ele n?o estava t?o bem de saúde e o vento frio do mar. ficava cada vez
mais
frio
Mas,o os homens s?o orgulhosos, ficou cda, apenas colocou a m?o dele dentro do bolso
do casaco de maneira discreta, tentando esquentá um pouco.
Ao atravessar a porta da casa de vidro, um vento frio os atingiu.
Ca tremjá por causa do frio, mas imediatamente tirou o seu próprio casaco para colocá-lo sobre os
ombros de Marco Ant?nio. “Você acabou de se recuperar, certamente, ent?o deve estar mais frio
do que eu. Fique mais um casaco.”
Marco Ant?nio sorrindo, respondeu, “Mas eu n?o estou frio.”
“Como pode me dizer que n?o está frio, se as suas m?os est?o t?o frias?” Ca o puxou de volta
para dentro da casa de vidro ee?ou a esfregar suas m?os.
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Após algum tempo esfregando, as m?os dele ainda estavam frias.
Sem demora, Ca pegou a m?o dele e a colocou contra seu rosto quente. “Talvez isso ajude at
aquecê.”
Marco Ant?nio,de repente, inclinou-se em dire??o a , sua respira??o quente fndo baixinho
em seu ouvido, “Ca…”
Ca n?o havia percebido o que ele estava fazendo, e quando olhou para cima de repente, seus
lábios tocaram o rosto dele.
Olhando para ele de surpresa, viu o reflexo de seu rosto rosado em seus olhos profundos.
Muito envergonhada, Ca tentou recuar, mas Marco Ant?nio a abra?ou seu rosto ro?ando o
d…
Ca tentou virar-se para evitá-lo, “Diretor Ant?nio, esta casa de vidro é transparente e as cortinas
est?o abertas. Se alguém passar, poderá nos ver, e se tirar uma foto e publicar na inte, será muito
pior. N?o fa?a isso.”
Parecia que Marco Ant?nio n?o havia escutado o que , ele esfregou o rosto d levemente
novamente, “Ca, n?o parece que sou um homem t?o frio, n?o é?
Ouvindo isso, Ca n?o apenas voltou a olhá-loo também envolveu a cintura esguia dele
seus bra?os,o se quisesse transferir todo o calor de seu corpo para ele.