《Forte Amor do CEO Sensual》 Cap铆tulo 1 Cap¨ªtulo 1 Cap¨ªtulo 1 Salvador. Ca Barcelo pediu meio dia de folga ao chefe, saiu do escrit¨®rio e pegou um t¨¢xi direto para a prefeitura do Distrito de Bar para pegar sua certid?o de casamento. sabia bem que sua avo ainda estava ressentida aqu coisao que aconteceu h¨¢ tr¨ºs anos. A av¨® sentia que n?o tinha protegido Ca adequadamente, o que resultou em sua reputa??o sendo arruinada e a impossibilidade de voltar para casa. A av¨® de Ca estava ficando velha e preocupada que n?o poderia continuar cuidando de Ca, ent?o procurou a av¨® Luisa de Salvador, na esperan?a de que pudesse apresentar um homem adequado para Ca, e oo de av¨® Luisa era solteiro na idade certa. A gera??o mais velha sempre sentiu que o destino final de uma menina deveria ser casar¨Cse, n?o importa quem, contanto que se casa**e, teria cumprido sua tarefa. Depois do que aconteceu h¨¢ tr¨ºs anos, e vendo tantos casamentos desmoronando ao seu redor, Ca n?o tinha muitas expectativas sobre seu casamento. acreditava que, se encontra**e o homem certo, poderia se casar, mas se n?o encontra**e, n?o havia nada de errado em permanecer solteira pelo resto de sua vida. Mas para acalmar sua av¨®, Ca concordou em se casar oo de av¨® Luisa. Ca chegou rapidamente ao seu destino. Quando saiu do t¨¢xi, viu um homem alto em p¨¦ na entrada do sal?o. Ele estava vestindo uma camisa brancaum e cal?as pretas, mas sua apar¨ºncia era impressionante, e as mulheres que pa**avam por ele n?o podiam deixar de dar uma segunda olhada. Ele estava fndo ao telefone, sem se distrair. Ca pegou o celr e encontrou a foto que sua av¨® havia enviado para . Aquele homem era a pessoa na foto, s¨® que na vida real ele era ainda mais bonito. Ca se aproximou dele e, quando chegou perto, ele encerrou a chamada e a olhou, perguntando, ¡°¨¦ Ca?¡± Ele n?o s¨® era bonito, mas tamb¨¦m tinha uma voz agrad¨¢vel. Ca a**entiu a cabe?a, ¡°Voc¨º ¨¦ Lucas Bento?¡± Lucas Bento a**entiu, e depois se virou e caminhou em dire??o ao sal?o. Seus pa**os eram longos e r¨¢pidos, e Ca tinha que correr um pouco para panhar. ¡°Voc¨º tem certeza de que quer se casar?¡± Lucas Bento parou e olhou para o rel¨®gio, ¡°Voc¨º tem alguma preocupa??o?¡± Ca queria perguntar, voc¨º a conhecia? Voc¨º sabia sobre meu pa**ado? Mas ent?o pensou, ele provavelmente erao , sendo for?ado a se casar sob a press?o dos velhos da fam¨ªlia, n?o por amor verdadeiro, ent?o realmente n?o importava se eles se conheciam ou n?o. Assimo , s¨® sabia que ele era oo de av¨® Luisa, e nem sabia o trabalho dele. Ca bn?ou a cabe?a, ¡°Vamos l¨¢ ent?o.¡± Quando viu a nova certid?o de casamento, ainda mal podia acreditar. Foi ent?o que Lucas Bento- entregou a um cart?o de banco. Capitule ¡°Estou muito ocupado o trabalho ultimamente e n?o tenho tempo para cuidar de voc¨º. Pegu¨¦ este cart?o, a senha ¨¦ n¨²mero 7 de sete vezes, e voc¨º pode usar o cart?oo voc¨º quiser.¡± Ca ficou atonita, e quando se recuperou, Lucas Bento j¨¢ havia entrado em um carro e partido. olhou para o cart?o banc¨¢rio em sua m?o, sentindo que estava quente ao toque. Ca tirou uma foto da certid?o de casamento e a enviou para sua av¨®, ¡°Vov¨®, n¨®s pegamos a certid?o de casamento.¡± A av¨® respondeu uma ¨²nica pvra, ¡°Bom¡°. Ca guardou o celr, sentindo¨Cse um pouco pesada. A cidade natal Onde Ca vive ¨¦ a**im, se uma mulher ainda ¨¦ solteira, ¨¦ pressionada a se casar, e depois que se casa, ¨¦ pressionada a ter filhos,o se as mulheres n?o pudessem ter suas pr¨®prias vidas. Parecia que Ca estava casada, mas tamb¨¦m n?o. Um ano pa**ou rapidamente, e Salvador estava novamente na esta??o mais quente do ano. Durante esse ano, Ca, devido ao seu desempenho profissional excepcional, foi transferida para o escrit¨®rio da secret¨¢ria da sede do Grupo Empresarial de Ant?nio. Enquanto todos aguardavam a chegada do presidente do Grupo, a porta do elevador exclusivo do presidente se abriu e dois homens e uma mulher sa¨ªram. O homem ¨¤ frente usava ¨®culos de arma??o de metal prateada, tinha pelo menos um metro e oitenta de altura, e seu corpo e rosto eram impec¨¢veis. Ca achou que ele parecia familiar e n?o p?de evitar olhar mais algumas vezes¡­ ¡°Ca, aquele ¨¦ nosso presidente, Diretor Ant¨®nio¡°, sussurrou sua colega Ynda Escotet em seu ouvido. ¡°Tinha uma garota em nosso escrit¨®rio que tinha sentimentos por Diretor Ant¨®nio que ultrapa**avam a r??o de trabalho. acabou sendo demitida.¡± Ca estava trabalhando no escrit¨®rio central h¨¢ menos de um ano e nunca tinha visto o diretor antes. sabia apenas que ele tinha menos de 28 anos, mas n?o esperava que ele fosse t?o bonito e bem constru¨ªdo. Justamente quando estava um pouco desconcertada e estava prestes a explicar, uma risada veio de tr¨¢s d, ¡°Voc¨º realmente acha que ¨¦ boa o suficiente para ele?¡± A pessoa que falou foi David Luiz, que havia perseguido Ca antes e sempre a perturbava depois de ser rejeitado. Ca nunca teve ilus?es irrealistas e n?o deu a m¨ªnima para pessoas mesquinhaso ele. No entanto, David achou que tinha adivinhado os pensamentos de Ca e continuou a zombar, ¡°As mulheres de hoje s?o t?o ambiciosas. Se s s?o um pouco bonitas, querem se casar um homem rico.¡± ¡°O que voc¨º est¨¢ fndo?¡± A a**istente especial do diretor, Elo¨ªsa Fernandes, se aproximou e olhou friamente para eles. ¡°Ca, Ynda, David, venhamigo ao escrit¨®rio do diretor.¡± Elo¨ªsa era uma funcion¨¢ria s¨ºnior da empresa. tinha trabalhado aodo do ex¨Cdiretor e tamb¨¦m trabalhou aodo de Marco Ant?nio por muitos anos. Agora estava prestes a se mudar para o Oeste, ent?o precisava de algu¨¦m para substitu¨ª. Ca e os outros dois eram os talentos destacados entre os mais de vinte funcion¨¢rios do escrit¨®rio do diretor, selecionados rodada ap¨®s rodada. Dependeria do diretor escolher quem substituiria Elo¨ªsa. s entraram no Capitulo 1 panor¨¢mica dava vista para metade de Salvador. O homem conhecidoo Diretor Ant?nio estava vestido uma camisa branca e cal?as pretas, parado diante da grande jan. Sua postura era ereta e elegante. Elo¨ªsa disse respeitosamente, ¡°Diretor Ant?nio, todos est?o aqui.¡± O homem se virou para olh¨¢¨Clos, e sua presen?a era t?o forte que todos tinham medo de respirar. David reuniu coragem e deu um pa**o ¨¤ frente, ¡°Diretor Ant?nio, meu nome ¨¦ David, e trabalho no escrit¨®rio do diretor h¨¢ cinco anos. Meu tio Pablo Luiz tamb¨¦m pediu para eu cumpriment¨¢¨Clo¡­¡± O homem olhou para David, sem nenhuma mudan?a em seus olhos, mas aqueles que o conheciam sabiam que ele sempre desprezava aqueles que tentavam agrad¨¢¨Clo. Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Ele olhou para Ynda, Ynda imediatamente se endireitou, ¡°Diretor Ant?nio, meu nome ¨¦ Ynda, e eu tenho trabalhado no escrit¨®rio do diretor por tr¨ºs anos.¡± tentou parecer confiante, mas sua voz tr¨¦m traiu seu nervosismo. Finalmente, o homem olhou para Ca, Ca tamb¨¦m estava olhando para ele¡­ Desta vez, estava mais perto, Ca podia ver ramente o rosto do homem, esculpidoo se por um artista. ainda achava que ele parecia familiar¡­ Como Ca poderia saber que Marco Ant?nio era na verdade Lucas Bento, seu marido, que s¨® havia visto uma vez no dia em que pegaram a certid?o de casamento. Lucas Bento nasceu no ano em que o Grupo Ant?nio estava inst¨¢vel, e para proteger o ¨²nico herdeiro, sua fam¨ªlia lhe deu duas identidades. Cap铆tulo 2 Cap¨ªtulo 2 Cap¨ªtulo 2 Quando Marco Ant?nio percebeu a garota o encarando sem qualquer restri??o, suas sobrancelhas franziram ligeiramente. Mesmo desconsiderando sua posi??oo presidente do Grupo Ant?nio, sua boa apar¨ºncia atra¨ªa muitas mulheres, o que lhe causava desgosto. Elo¨ªsa notou isso e deu um leve empurr?o em Ca. ¡°O que voc¨º est¨¢ pensando?¡± Ca voltou ¨¤ realidade e ajustou rapidamente seu humor. ¡°Diretor Ant?nio, meu nome ¨¦ Ca. Trabalho na sede do Grupo Ant?nio h¨¢ menos de um ano.¡± Durante sua apresenta??o, Ca falou convic??o, se destacando mais do que as anteriores, ¡°Ca?¡± Marco Ant?nio repetiu o nome em voz baixa, parecia vagamente familiar. Elen?ou um olhar extra para Ca, que n?o estava mais encarando ele, o que o fez se sentir muito mais confort¨¢vel. ¡°Deixe ficar aqui.¡± Elo¨ªsa acenou a cabe?a e saiu do escrit¨®rio os tr¨ºs. ¡°Ca, v¨¤ buscar suas coisas e leve¨Cas para o escrit¨®rio dos a**istentes especiais.¡± ¡°Vou l¨¢.¡± Ca voltou para seu lugar de trabalho parae?ar a empacotar seus pertences pessoais. Trabalhar aodo do presidente significava que seu sal¨¢rio poderia dobrar. Todos os tr¨¨s eram vencedores selecionados atrav¨¦s de v¨¢rias rodadas de sele??o e todos queriam esse tratamento. Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. No final, a oferta acabou nas m?os da menos experiente, Ca, o que deixou os outros dois um pouco insatisfeitos. No entanto, Ynda percebeu rapidamente que isso estava errado. As habilidades de Ca eram indiscut¨ªveis e n?o deveriam ser negadas apenas por causa de sua pouca experi¨ºncia e idade. deu um abra?o em Ca um sorriso. ¡°Parab¨¦ns, Ca!¡± Ca respondeu: ¡°Obrigada!¡± David, por outrodo, n?o foi t?o generoso. Eleentou sarcasticamente: ¡°Ynda, voc¨º deveria aprender mais. N?o basta serpetente para ser promovida, voc¨º tamb¨¦m precisa aprender a seduzir outra pessoa.¡± Ele n?o nomeou ningu¨¦m especificamente, ent?o qualquer um que reagisse pareceria culpado. Ele pensou que Ca n?o seria capaz de refutar suas difama??es. Ca olhou para ele, um olhar frio. ¡°David, voc¨º realmente acredita que tem o direito de difamar o Diretor Ant?nio?¡± David entendeu o que queria dizer isso e seu rosto ficou p¨¢lido. Ynda tamb¨¦m falou. ¡°David, ¨¦ muito desrespeitoso da sua parte difamar uma mulher porque ¨¦ melhor do que voc¨º.¡± ¡°Ynda, vou indo.¡± Ca deu um olhar de agradecimento a Ynda antes de pegar sua caixa e sair. Ca chegou ao escrit¨®rio dos a**istentes especiais, onde Eloisa a observou por um momento. ¡°O Diretor Ant?nio te escolheu hoje, mas se voc¨º vai ou n?o continuar trabalhando aodo dele depende do seu desempenho.¡± continuou mais s¨¦rio. ¡°Lembre¨Cse, o Diretor Ant?nio n?o gosta de subordinados segundas inten??es. N?o arruine seu futuro.¡± Marco Ant?nio nunca aparece na m¨ªdia, ent?o o p¨²blico n?o sabe a apar¨ºncia dele. No entanto, ele tem sido consistentemente o homem mais desejado ps mulheres de Salvador por muitos anos. Ca n?o tinha nenhuma inten??o impr¨®pria em r??o a Marco Ant?nio, mas se dissesse, as pessoas n?o necessariamente acreditariam. Ca acredita que um desempenho excepcional no trabalho ¨¦ mais persuasivo do que qualquer explica??o. disse: ¡°Obrigada pelo aviso, vou prestar aten??o.¡± Elo¨ªsa viu sua atitude direta e seus olhos se suavizaram bastante. ¡°Agora vou pa**ar o trabalho para voc¨º.¡± H¨¢ muitos funcion¨¢rios no secretariado do presidente do Grupo Ant?nio, mas apenas dois a**istentes especiais o panham: Elo¨ªsa e Mario Unma, cada um responsabilidades diferentes. Os gostos pessoais, h¨¢bitos, tabus, etc., do presidente s?o coisas que ¨¤ secret¨¢ria deve conhecer bem, e Ca j¨¢ tinha tudo isso memorizado. Elo¨ªsa e Ca pa**aram toda a manh? fazendo a transi??o do trabalho, ent?o Ca teria que enfrentar o presidente sozinha naqu tarde. Depois do almo?o, Ca preparou um caf¨¦ americano gdo e bateu na porta do escrit¨®rio do presidente, de onde veio uma voz de homem profunda e agrad¨¢vel, ¡°Venha.¡± Ca entrou e viu Marco Ant?nio sentado atr¨¢s da mesa, lendo documentos. Ca colocou o caf¨¦ a trinta cent¨ªmetros da m?o esquerda dele, ¡°Diretor Ant?nio, a reuni?o a Tologia Digital Sports ¨¦ ¨¤s duas e dez, faltam dez minutos.¡± Marco Ant?nio n?o levantou a cabe?a, pegou o caf¨¦ precis?o e deu um gole, ¡°Hum.¡± Dez minutos depois, o outro a**istente, Mario, e Ca panharam Marco Ant?nio ¨¤ reuni?o. Durante a reuni?o, Mario foi respons¨¢vel por anotar o conte¨²do, enquanto Ca preparava os materiais que o presidente precisaria. Marco Ant?nio fva pouco, ouvia principalmente os subordinados e a outra parte. Ele ¨¤s vezes interrompia, sempre acertando no ponto. Com um gesto ou uma mudan?a de olhar de presidente, Ca sabia o que ele queria e prontamente entregava o material necess¨¢rio. Os dois eram t?o afinados na reuni?o que Mario n?o podia acreditar. Se n?o soubesse que Ca acabara de ser promovida a a**istente especial, ele pensaria que Ca estava trabalhando o Diretor Ant?nio h¨¢ muitos anos. Mais de tr¨ºs horas depois, a reuni?o terminou sucesso, e Ca e Mario seguiram Marco Ant?nio de volta ao escrit¨®rio. Eles estavam prestes a rtar o trabalho seguinte quando o telefone pessoal de Marco Ant?nio tocou. Marco Ant?nio ouviu a fraca voz da av¨® Luisa, ¡°Marco, agora que voltou ao pa¨ªs, traga minha nora para casa o mais r¨¢pido poss¨ªvel, n?o a deixe morando fora sozinha. Se n?o a trouxer para casa, vou ficar em Jardim Vista Alegre at¨¦ morrer, n?o voltarei para casa.¡± Marco Ant?nio ajustou os ¨®culos no nariz, ¡°Mesmo que voc¨º n?o pedisse, eu nejava busc¨¢ hoje.¡± A¨° ouvir isso, av¨® Luisa se animou tanto que esqueceu que estava fingindo estar doente, a voz d subiu v¨¢rios tons, ¡°Vou te enviar o endere?o d, v¨¢ busc¨¢ pessoalmente depois do trabalho!¡± Marco Ant?nio respondeu um sim, e depois de desligar o telefone, ouviu os rt¨®rios dos a**istentes. Capitulo 2 Ningu¨¦m esperava que, ap¨®s ouvir os rt¨®rios, Marco Ant?nio n?o pergunta**e sobre o trabalho, mas disse: ¡°O que voc¨ºs acham que devo preparar para encontrar uma garota?¡± Mario, que trabalha Marco Ant?nio h¨¢ muitos anos e ¨¦ mais casual em suas fs, respondeu, ¡°Depende de que tipo de garota voc¨º est¨¢ indo ver.¡± Marco Ant?nio sorriu, ¡°Minha esposa.¡± No ano pa**ado, quando se casaram, a filial francesa do Grupo Ant?nio teve alguns problemas. No dia em que ele e a garota finalizaram os tramites e pegaram a certid?o de casamento, foram direto para o aeroporto e voaram para a Fran?a. Ficaram ocupados por um ano. Durante esse tempo, n?o procurou por ele, e ele estava t?o ocupado que n?o teve tempo de entrar em contato . Se n?o fosse p av¨® sempre lembrando, ele teria esquecido que era casado. Mario sabia que o presidente se casou uma mulher no ano pa**ado, mas o presidente n?o entrou em contato durante todo o ano. Ele pensou que o presidente estava apenas tentando agradar a av¨®. Mas agora parecia que n?o era esse o caso. Mario teve uma ideia, ¡°Boss, antes de voltar ao pa¨ªs, voc¨ºprou em Paris um cr chamado ¡®Radiancia Celestial¡® por trinta milh?es de dres. Isso ¨¦ para a sua esposa?¡± Marco Ant?nio respondeu um olhar que dizia ¡°h¨¢ outras possibilidades?¡± Mario, que n?o tinha experi¨ºncia em namoro,o poderia dar um bom conselho? Ele disse: ¡°Com um cr no valor de trinta milh?es, ainda precisa preparar algo mais?¡± Marco Ant?nio olhou friamente para Mario, que se a**ustou tanto que empurrou Ca para frente, ¡°Boss, para saber o que uma mulher gosta, ¨¦ cl Cap铆tulo 3 Cap¨ªtulo 3 Cap¨ªtulo 3 N?velDrama.Org: text ? owner. Foi quando Ca descobriu que seu chefe j¨¢ era casado. Sempre que o presidente mencionava sua esposa, ele mostrava um sorriso gentil. Ca imaginou que o chefe e sua esposa deveriam ser muito amorosos. Rico, bem apessoado, e profundamente apaixonado por sua esposa, a admira??o de Ca por esse novo chefe aumentava gradualmente.- considerou cuidadosamente do ponto de vista de uma garotaum e respondeu: ¡°Diretor Ant?nio, acho que a maioria das garotas gosta de j¨®ias, mas eu acredito que o mais importante ¨¦ a aten??o que voc¨º d¨¢ a sua esposa. Por exemplo, dar¨Clhe flores, convid¨¢ para jantar, a**istir a um filme juntos, etc.¡± Marco Ant?nio n?o tinha experi¨ºncia rcionamentos. Ele sabia que depois de casar uma garota, deveria ser bom para , ent?o ordenou a Ca: ¡°Ok, voc¨º se encarrega disso.¡± Ao receber a ordem, Ca imediatamente entrou em contato a floricultura a qual o Grupo Ant?nio frequentemente cooperava e escolheu pessoalmente rosas vermelhas que representam o amor. Quanto a escolher um restaurante adequado para um encontro, um lugar de filme, etc., para Ca, que n?o tinha experi¨ºncia rcionamentos, n?o era dif¨ªcil. conseguiu escr at¨¦ agora pa**o a pa**o, e os esfor?os que fez foram muito al¨¦m da imagina??o de uma pessoaum. se lembrava das caracter¨ªsticas de todos os restaurantes de luxo em Salvador, sabia onde era adequado para um encontro, onde era adequado para convidar clientes para jantar, e at¨¦ se lembrava dos gostos de todos os clientes os quais cooperava no pa**ado. Depois de entregar as rosas e o endere?o do encontro ao escrit¨®rio do chefe, o trabalho de Ca tamb¨¦m terminou. O trabalho de hoje parecia muito f¨¢cil e foi conclu¨ªdo sucesso, mas apenas Ca sabiao estava tensa durante o dia: Quando voltou para casa, finalmente p?de rxar e desabou no sof¨¢, adormecendo quase imediatamente. Marco Ant?nio chegou ao endere?o dado p av¨® e estava prestes a ligar quando percebeu que n?o tinha o n¨²mero de sua esposa em seus contatos. Ele sentiu uma culpa profunda, depois de se casar, ele deixou sua nova esposa para tr¨¢s, n?o se preocupou por um ano, e nem mesmo guardou o n¨²mero d. Marco Ant?nio decidiu secretamente que precisava ser ainda melhor para no futuro. Ele encontrou um n¨²mero de telefone nas mensagens de texto de sua av¨®, ligou e uma voz doce e sonolenta respondeu do outrodo da linha,o se tivesse acabado de acordar: ¡°Oi, quem est¨¢ fndo?¡± ¡°Minha esposa nem mesmo tinha o n¨²mero dele salvo?¡± Ele pensava. Marco Ant?nio sorriu levemente. ¡°Eu sou Lucas Bento.¡± ¡°Senhor Lucas Bento, tudo bem, o que posso ajudar?¡± Sua voz era educada e distante,o se realmente n?o o conhecesse. Marco Ant?nio estava prestes a dizer algo quando uma voz masculina veio do outrodo da linha. ¡°Amor, se voc¨º j¨¢ acordou, venhaer¡­¡± Marco Ant?nio percebeu algo repentinamente, seus olhos por tr¨¢s dos ¨®culos se escureceram, ¨¦ ele gou o telefone. Ele olhou para a caixa de presente e as rosas vermelhas ao seudo e, de repente, sentiu uma onda de desconforto Ele desviou o olhar, acendeu um cigarro e fumou v¨¢rias tragadas, depois ordenou ao motorista, ¡°Dirija at¨¦ Jardim Vista Alegre.¡± Esse era o n¨²mero pessoal de Ca, n?o deveria ser um cliente ligando para , ent?o n?o se importou colocou o telefone dedo, entrou na cozinha, espremeu¨Cse entre Maria Elisa e Jean Carlos e disse voz sonolenta: ¡°Por que voc¨ºs dois n?o me acordaram quando voltaram?¡± Maria cutucou gentilmente o nariz d. ¡°Voc¨º parecia t?o cansadao um cachorrinho, n?o tive coragem de te acordar.¡± Jean, servindo aida, disse: ¡°Lave as m?os, ¨¦ hora deer.¡± Os tr¨¨s cresceram juntos desde pequenos, foram juntos para a universidade em Salvador, e originalmente nejaram voltar para casa e iniciar um neg¨®cio juntos depois da formatura. Mas no segundo ano, durante as f¨¦rias de ver?o, Ca sofreu um acidente que quase parar seus estudos. Depois disso, eles decidiram ficar em Salvador para apoiar Ca. Depois de se formarem, os tr¨ºs abriram um est¨²dio de quadrinhos juntos, alugaram um apartamento de tr¨¨s quartos e moravam e trabalhavam juntos, t?o pr¨®ximos quanto se fossem a mesma pessoa. Ca olhou para a mesa cheia deida, ¡°Esta festa hoje ¨¦ porque nosso est¨²dio ganhou muito dinheiro?¡± Jean serviu um copo de vinho tinto para cada uma, ¡°Ouvi dizer que voc¨º foi promovida a a**istente especial do presidente, ent?o preparamos esta festa paraemorar.¡± Maria se espremeu aodo de Ca, um olhar curioso, ¡°O presidente do Grupo Ant?nio nunca apareceu na midia, e muitas meninas de aristocratas est?o na f para se casar ele. Ele ¨¦ muito bonito?¡± Jean achou que as mulheres eram superficiais e respondeu impaciente, ¡°S¨® porque ele ¨¦ rico, ele tem que ser bonito? Ele nunca aparece em p¨²blico. N?o ¨¦ porque ele ¨¦ feio?¡± Ca sorriu e disse brincando, ¡°De fato, ele ¨¦ bonito, Mas, se ele ¨¦ t?o bonito que faz as pessoas desmaiarem, isso voc¨º ter¨¢ que perguntar ¨¤ esposa dele.¡± Maria exmou, ¡°O qu¨º? Ele ¨¦ casado?¡± Ca a**entiu, ¡°Sim, ele ¨¦ casado e parece amar muito a esposa. Mas sinto que ele ¨¦ familiar, mas n?o consigo me lembrar de onde o conheci.¡± Maria disse, S¨® voc¨º achar que todo homem bonito ¨¦ familiar. Voc¨º tem potencial para se tornar uma mulher mulherenga.¡± Ca riu, ¡°Ser uma mulherengo pode ser bom. N?o precisamos a**umir a responsabilidade.¡± Jean revirou os olhos, ¡°Senhorita, voc¨º j¨¢ ¨¦ casada!¡± Maria imediatamente contra¨Catacou, ¡°S¨® porque se est¨¢ casado, n?o se pode ter um crush? Voc¨º quer que Ca pa**e o resto da vida esperando aquele homem que desapareceu depois de se casar?¡± Ca deu de ombros, uma express?o rxada, ¡°Com voc¨ºs duas ao meudo, por que eu preciso de um homem?¡± Neff an inita fva esionantente sobre seuo, e nejava visitar e casal em Salvador a Natal deste ano Aan een theeram a mesmo tempo, Sim, homens ruins n?o s?o t?o importantes quanto n¨®s.¡± x manta refere conversando e rindo, e depois limparam a mesa juntos e desenharam Avaka boa e gratificante. Seu novo chele estava muito ocupado Trabalhar aodo dele significava ganhar o dobro, mas tamb¨¦m evidia mara tempo e energia Assim que Ca walu do taxi, viu um luxuoso Bentley preto parando lentamente em frente ao pr¨¦dio da empresa. correu para abis a porta para o chefe ¡®Bom dia, Diretor Antoniol Marco Antonio a**entai, parecendo um pouco abatido. Ca n?o oussou pensar muito, entrou no elevador exclusivo do presidente logo atr¨¢s dele, e diligentemente rtou o horno do dia. Na parte da manh?, ele tinha um jogo de golte marcado o presidente da Tologia Digital Sports. A express?o de Marco Ant?nio ja havia voltado ao normal, e ele estava conversando animadamente com o presidente da Tologia Digital Sports, parecendo muito elegante No entanto, Mario e Ca, que estavam esperando aodo, ainda sentiam uma press?o. Mario tinha estado aodo de Marco Antonio por muitos anos e raramente via o presidente mostrar suas emo??es. Hoje foi uma dessas vezes. Ca, o que voc¨º acha que est¨¢ acontecendo nosso presidente?¡± Ca bn?ou a cabe?a, ¡°Se voc¨º n?o sabe,o eu vou saber?¡± Mario pensou por muito tempo, o trabalho recente n?o teve problemas, ent?o o que estava iodando o presidente provavelmente eram a**untos pessoals. Ele de repente teve uma ideia, ¡°Ser¨¢ que¡­ ontem ¨¤ noite a boss n?o se satisfez a esposa?¡± Ca, Cap铆tulo 4 Cap¨ªtulo 4 Cap¨ªtulo 4 Essa era uma quest?o que seus subalternos poder¨ªam discutir livremente?¨C Mas a possibilidade n?o era t?o pequena. Ca espiou Marco Ant?nio secretamente enquanto ele bn?ava elegantemente o taco de golfe e acertava a b no buraco facilidade. No entanto, o presidente da Digital Sports n?o teve tanta sorte, tendo que bn?ar o taco v¨¢rias vezes sem acertar nenhuma b. Depois de algumas rodadas, o presidente da Digital Sports chamou algu¨¦m para trazer ¨¢gua. Ca prontamente entregou uma garrafa de ¨¢gua e uma toalha a Marco Ant?nio. O presidente da Digital Sports olhou para Ca, seus olhos varrendo seu corpo sem nenhum pudor¡­ Ca estava vestida uma camisa branca e uma saia curta que ia at¨¦ os joelhos. Seu cabelo comprido e macio estava preso em um coque, revndo seu pesco?o esguio. A maquiagem era suave e elegante, e parecia extremamente limpa e profissional. No entanto, o presidente da Digital Sports n?o conseguia tirar os olhos do peito d, seu olharscivo fazendo parecero se Ca estivesse nua. ¡°Diretor Ant?nio, sua nova a**istente n?o ¨¦ apenas jovem e bonita, mas tamb¨¦m tem um corpo de primeira **e.¡± Marco Ant?nio respondeu calmamente, ¡°Sr. Gabriel, voc¨º ¨¦ muito gentil.¡± O presidente da Digital Sports sorriu e perguntou a Ca, ¡°voc¨º sabe jogar golfe?¡± Como a**istente do presidente, Ca sabia um pouco, mas n?o era profissional, e certamente n?o era a sua vez de jogar em tal ocasi?o. ¡°Sr. Gabriel, eu n?o sei.¡± n?o gostava da maneirao ele a estava olhando, mas para n?o criar um ambiente desconfort¨¢vel, n?o reagiu. pegou a garrafa de ¨¢gua que Marco Ant?nio tinha acabado de beber e se preparou para se afastar. No entanto, o Sr.Gabriel estendeu a m?o e tocou diretamente em seu traseiro, em seguida, segurou sua cintura, ¡°se voc¨º n?o sabe, eu posso te ensinar.¡± Ca instintivamente chutou o p¨¦ do Gabriel for?a. Ele soltou sua m?o devido ¨¤ dor e a encarou com raiva. Depois de se libertar, Ca imediatamente recuou e olhou para Marco Ant?nio preocupa??o¡­ Nesta situa??o de neg¨®cios, tinha ofendido um parceiro de neg¨®cios e poderia ser demitida. O que Ca n?o esperava era ouvir a voz de Marco Ant?nio, ¡°Gabriel, ¨¦ minha.¡± Ele olhou para o Sr. Gabriel, o rosto sem express?o, mas seus olhos semicerrados revram seu descontentamento. O Sr. Gabriel, parecendo finalmente entender, rapidamente se desculpou, ¡°Diretor Ant?nio, eu estava errado, pe?o desculpas.¡± Enquanto Gabriel fva Marco Ant?nio, ele n?o tirou os olhos de Ca, ¡°Eu realmente pensei que o Diretor Ant?nio,o os rumores dizem, n?o estava interessado em mulheres. J¨¢ que voc¨º ainda n?o se cansou, eu vou esperar.¡± ¡°Gabriel, pe?a desculpas a agora!¡± Marco Ant?nio brincou o taco de golfe em sua m?o, seu rosto Cap¨ªtulo 4 Gabriel hesitou por um momento, ent?o riu, ¡°Diretor Ant¨®nio, somos parceiros de neg¨®cios, ¨¦ apenas uma brinqueda para voc¨º¡­¡± A pvra ¡°brinqueda¡± erao uma agulha envenenada perfurando o cora??o de Ca, trazendo de volta mem¨®rias desagrad¨¢veis. conseguiu seu trabalho seu pr¨®prio m¨¦rito, ganhou dinheiro suas pr¨®prias habilidades, por que tinha que ser humilhada simplesmente por ser uma mulher e por ser bonita? Desta vez, Ca n?o esperou por Marco Ant¨®nio para fr, pr¨®pria se levantou e disse: ¡°Sr. Gabriel, n?o h¨¢ mulheres na sua fam¨ªlia? Voc¨º n?o foi gerado por uma mulher que o carregou por dez meses? Ou voc¨º acha que precisa humilhar uma mulher para se provar forte?¡± permaneceu em p¨¦, firme, sem se diminuir ou se exaltar, suas pvras eram ras e diretas. Mario tamb¨¦m se aproximou: ¡°Sr. Gabriel, o Grupo Ant¨®nio n?o falta de um parceiroo sua empresa, mas a nossa empresa respeita e se preocupa cada um dos nossos cboradores.¡± Quando os dois a**istentes se pronunciaram dessa forma, Gabriel finalmente percebeu a gravidade da situa??o: ¡°Diretor Ant?nio,mento muito, eu n?o deveria ter tratado a sua funcion¨¢ria dessa forma¡­¡°, ele hesitou, ¡°Srta. Ca, me desculpe!¡± Marco Ant?nio bn?ou for?a o taco de golfe, a pequena b branca decolou, batendo em um tronco de ¨¢rvore n?o muito longe, e voou de volta em sua dire??o, quase atingindo a cabe?a do Gabriel. Gabriel, a**ustado, quase se ajoelhou no ch?o: ¡°Diretor Ant?nio, eu estava errado, por favor, me perdoe¡­ Marco Ant?nio permaneceu em sil¨ºncio, seu olhar frio pa**ou p m?o direita do Gabriel antes de se virar para sair. Ca pegou sua bolsa deputador e rapidamente o seguiu: ¡°Diretor Ant?nio, obrigada por me defender!* Marco Ant?nio caminhava ¨¤ sua frente, sua altura de um metro e oitenta e oito era bem maior que a sua um metro e sessenta e oito. Ca n?o conseguia ver sua express?o, s¨® podia ouvir sua voz profunda e poderosa. ¡°Aqueles que te a**ediam est?o errados, n?o ¨¦ voc¨º. Se sofrer algum tipo de abuso no trabalho, deve reagir coragem, n?o precisa engolir o choro, o Grupo Ant?nio est¨¢ ao seudo.¡± Essa foi a primeira vez que Ca o ouviu dizer tantas pvras. Ele lhe disse, uma voz profunda e poderosa, que o erro estava naqueles que a a**ediavam, n?o n, dando¨Clhe um sentimento de seguran?a, disse: ¡°Obrigada, Diretor Ant?nio, agora seio fazer.¡± Marco Ant?nio se virou para olhar para , vendo seus olhos vermelhos. n?o tinha demonstrado medo quando foi intimidada, mas agora estava se sentindo injusti?ada. Ele n?o p?de evitar amenizar o tom: ¡°Voc¨º trabalha ao meudo, representa a mim, n?o precisa ter medo de ningu¨¦m.¡± ¡°Sim.¡± Ca a**entiu, sua voz nasda n?o era de medo, mas de gratid?o. Se tivesse tido algu¨¦m para defend¨º quando foi intimidada, apontando que o erro estava no agressor e n?o n, a v¨ªtima, n?o teria sido for?ada a sair de casa sob uma nuvem de cal¨²nias.N?velDrama.Org ? 2024. Marco Ant?nio acrescentou: ¡°Voc¨º fazmuito bem antes.¡± Ca sentiu um calor no cora??o ao ouvir isso, ¡°Obrigada!¡± Nesse momento, Mario se aproximou: ¡°Diretor Ant?nio, j¨¢ notifiquei os departamentos relevantes para Capitulo 4 cancr a cbora??o a Digital Sports.¡± O Grupo Ant?nio vinha desenvolvendo chips por v¨¢rios anos e obtendo bons resultados. Como as patentes ainda n?o estavam conclu¨ªdas, alguns produtos da empresa ainda precisavam cborar fabricantes. de chips maduroso a Digital Sports. Agora que a cbora??o foi abruptamente interrompida, tamb¨¦m haver¨¢ algum impacto no grupo. Embora Ca soubesse que Marco Ant?nio n?o estava fazendo isso apenas para proteg¨º, umal funcion¨¢ria menor, mas mais para preservar a dignidade da empresa, seu respeito por ele aumentou. se sentia muito sortuda por poder trabalhar em uma empresao essa, um chefe que protege. seus subordinados, em uma era t?o fria. Por causa do rompimento a Digital Sports, o Grupo Ant?nio teve que encontrar um novo fornecedor de chips. Na tarde daquele dia, Ca e os outros seguiram Marco Ant?nio em uma viagem de neg¨®cios para a Cidade Capital, para negociar a nova empresa de chips. Ap¨®s duas semanas de negocia??es intensas, eles finalmente chegaram a um acordo de coopera??o com o novo fornecedor. Eles iriam pegar o voo de volta para Salvador na manh? seguinte. Depois de jantar, Ca percebeu que ainda tinha algum tempo e decidiuprar algumas lembran?as locais para Jean e Maria. Ao ouvir que iria fazerpras sozinha, Mario perguntou: ¡°Ca, voc¨º quer que eu v¨¢ voc¨º? Uma garota bonita, em uma cidade estranha, saindo sozinha ¨¤ noite poderia ser um pouco perigoso. Ele se voltou para o seu chefe e perguntou: ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º quer trazer algum presente para sua esposa?¡± Marco Ant?nio se lembrou da voz do homem no telefone naqu noite e franziu a testa. Mas, pensando bem, o simples fato de ter ouvido a voz de um homem ao telefone n?o provava nada¡­ talvez fosse apenas um mal¨Centendido¡­ Ele acenou a cabe?a, ¡°Voc¨ºs que decidam.¡± Ca tamb¨¦m deu uma sugest?o, ¡°Diretor Ant?nio, escolher um presente para a esposa pessoalmente demonstra mais considera??o.¡± Logo, Ca se arrependeu, porque pa**ear sozinha o chefe a deixava muito desconfort¨¢vel. Eram para ser os tr¨ºs juntos, maso o estacionamento do shopping estava lotado, Mario teve que sair para procurar um lugar para estacionar, deixando Ca e Marco Ant?nio sozinhos. Cap铆tulo 5 Cap¨ªtulo 5 Cap¨ªtulo 5 O chefe d n?o parecia o tipo de pessoa quepraria produtos baratos, e o que Ca queria comprar tamb¨¦m n?o seria t?o caro. Considerando as necessidades de ambos, Ca decidiu priorizar as necessidades do chefe. o levou at¨¦ uma loja de luxo. Ca observava Marco Ant?nio, que continuava a caminhar sem demonstrar interesse em entrar em alguma loja. Esse tipo de pa**eio sem objetivo poder¨ªa resultar em n?oprar nada, Ca acelerou o pa**o para alcan?¨¢¨Clo. ¡°Diretor Ant?nio, vamos entrar e dar uma olhada?¡± 0 2 3 0 Marco Ant?nio a**entiu e caminhou em dire??o ¨¤ loja mais pr¨®xima. No entanto, ao chegar ¨¤ entrada, foi barrado por um funcion¨¢rio. ¡°Senhor, por favor, entre na f.¡± Para algu¨¦mo Marco Ant?nio, as grandes marcas de luxo geralmente ofereciam atendimento direto. Ele provavelmente nem se dignaria a olhar e n?o saberia que teria que entrar na f para comprar uma bolsa. Ca rapidamente sacou o cart?o VVIP da empresa. Assim que o funcion¨¢rio viu o cart?o, sua atitude mudoupletamente, e ele os conduziu diretamente para a s VIP. A atitude do funcion¨¢rio que atendia os VVIPS erao se estivesse recebendo um rei. Ele trouxe bolsas ps quais os clientesuns esperavam meses paraprar. ¡°Senhor, senhora, sintam¨Cse ¨¤ vontade para escolher.¡± N?velDrama.Org ? 2024. Ouvindo essa forma de se dirigir a eles, Ca sentiu¨Cse extremamente constrangida. ¡°Ele ¨¦ meu chefe.¡± Marco Ant?nio tamb¨¦m franziu a testa. Apesar de j¨¢ estar de volta ao pa¨ªs h¨¢ mais de duas semanas sem ver a esposa, ele n?o gostava de ser mal interpretado. Ele raramente se explicava. ¡° est¨¢ me ajudando a escolher um presente para minha esposa.¡± ¡°Desculpe!¡± O funcion¨¢rio, que lidava diferentes tipos de pessoas todos os dias, n?o deveria cometer esse tipo de erro. Mas quando eles estavam sentados juntos, pareciam um casal perfeito por causa de suas personalidadesplementares. Marco Ant?nio n?o sabia que tipo de bolsa as meninas gostavam, ent?o decidiuprar todas. Haveria pelo menos uma que gostaria. ¡°Vamos levar todas essas.¡± Quatro bolsas, totalizando mais de cem mil dres. Depois, Ca o panhou a uma joalheria de grife. O vendedor os levou diretamente para o balc?o. ¡°Senhor, este cr ¨¦ uma de nossas novidades deste ano. Sua esposa ficar¨¢ linda ele.¡± Marco Ant?nio. ¡°Leve.¡± O vendedor adorava clientes a**im, muito diretos. sorriu para Ca. ¡°Senhora, gostaria de experimentar?¡± ¡°Ele ¨¦ meu chefe.¡± Ca explicou pacientemente, mas por dentro estava fervendo de raiva. O que havia de errado os olhos desses vendedores? Havia algo em seuportamento Marco Ant?nio que ultrapa**ava a r??o entre um chefe e um subordinado? era ramente apenas uma pequena a**istente dele, sempre cuidadosa e temendo fazer um trabalho ruim e perder o cargo bem remunerado. Onde est¨¢ a apari??o da esposa de um presidente?? Ca olhou para Marco Ant?nio. Desta vez, ele n?o se explicou, e sua express?o n?o mudou, mas p?de Capitulo 3 sentir ramente sua insatisfa??o No final, eles escolheram dois cres e gastaram mais algumas dezenas de milhares. Quando Ca ajudou a pagar o cart?o, sentiuo se seu cora??o estivesse sangrando. A disparidade de riqueza entre as pessoas ¨¦ realmente de partir o cora??o. Depois que os itens foram embdos, Ca naturalmente se tornou a respons¨¢vel por carregar as compras, pois Mario ainda n?o havia encontrado um lugar para estacionar. Ao sair do shopping, Marco Ant?nio liderou o caminho e perguntou casualmente: ¡°Voc¨º ainda tem coisas paraprar?¡± Ca apontou para a esquerda. ¡°O que eu queroprar n?o est¨¢ neste shopping, temos que andar mais alguns quarteir?es¡± ¡°Voc¨º primeiro.¡± Marco Ant?nio disse, mas ele continuou na frente. Embora as bolsas e joias quepraram n?o fossem grandes, as caixas de embgem eram, e Ca tinha que carregar duas grandes sacs uma m?o. parecia uma ¨¢rvore de Natal cheia de presentes, o que era n?o s¨® cansativo, mas tamb¨¦m parecia ridiculo. Como seus pa**os n?o eram t?o grandes quanto os de Marco Ant?nio, logo foi deixada para tr¨¢s. Quando as pessoas pensavam erroneamente que eram um casal, Ca sentiu que a atitude de Marco Ant?nio em r??o a havia esfriado consideravelmente. Talvez por medo de ser mal interpretado novamente, ou por temer que cria**e expectativas irrealistas sobre ele, de qualquer maneira, Ca apreciava sua consci¨¨ncia de homem casado. Depois de caminhar por cerca de dez minutos, eles finalmente chegaram ao destino de Ca, uma loja de presentes boutique. Maria sempre quisprar o urso de pel¨²cia dessa loja, mas nunca teve tempo de vir a Cidade Capital. Ca correu para cumprimentar Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, o que queroprar est¨¢ aqui.¡± Marco Ant?nio acenou a cabe?a, ¡°Vou te esperar l? fora.¡± Ca pensou que n?o podia deixar Marco Antonio esperando muito tempo, ent?o primeiroprou o presente de Maria, e depois escolheu aleatoriamente algumas joias que gostava. Vendo todas as coisas fofas, Ca parou ee?ou a escolher cuidadosamente. Marco Ant?nio era uma pessoa sem paci¨ºncia para esperar, ele s¨® estava disposto a esperar por porque Ca havia selecionado um presente para a esposa dele. Ele ficou de p¨¦ na r¨²a, fumando tranqumente, olhando atrav¨¦s da fuma?a e da jan de vidro para a garota escolhendo joias na loja. Ele notou que Ca parecia mais feliz nesta pequena loja do que em lojas de luxo, seus olhos brilhavam,o se estivesse escolhendo tesouros incrivelmente preciosos. Todas as garotas gostam dessas bugigangas? Sua esposa gostaria? Marco Ant?nio decidiu entrar na loja, pegou um pequeno boneco de pel¨²cia e tentou imaginaro seria sua esposa abra?ando o boneco. No entanto, ele n?o conseguia se lembrar deo era sua esposa, s¨® conseguia lembrar que tinha um Caputo S rosto bonito Ele olhou subconscientemente para Ca, os rostos das duas mulheres se sobrepondo em sua mente. No entanto, Marco Ant?nio rapidamente descartou essa ideia absurda. Ele raramente prestava aten??o ¨¤ apar¨ºncia de uma mulher, muitas pessoas esquec¨ªam a**im que viam, ele achava que estava substituindo o rosto de sua esposa pelo rosto de Ca simplesmente porque Ca estava sempre por perto. Ca viu Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º querprar um boneco para a esposa?¡± Marco Ant?nio disse. ¡°N?o sei se vai gostar.¡± Ca riu e disse. ¡°Diretor Ant?nio, geralmente as garotas n?o se importam o presente em s¨ª, mas com a inten??o por tr¨¢s dele. Se voc¨º se importa, vai gostar do que voc¨ºprar.¡± ¡°Serio?¡± Sua esposa nem tinha salvado seu n¨²mero de telefone, gostaria do que eleprou? Marco Ant?nio pensou por um momento, ap¨®s o casamento ele abandonou sua esposa, n?o cuidou d por um ano, agora s¨® queria que volta**e para casa um telefonema, isso era imposs¨ªvel. Ele deveriaprar mais presentes e ir busc¨¢ pessoalmente¡­ Ele disse. ¡°Vou escolher.¡± Ele escolheu muito cuidado, mas n?o sabia o que gostava, ent?o disse a Ca, ¡°Compra tudo que as garotas v?o gostar.¡± Ca, ¡°¡­¡­¡± sabia que a ¨²ltima coisa que Marco Ant?nio precisava era de dinheiro,prar algumas joias n?o era problema, at¨¦prar uma loja inteira era apenas uma ideia, maso a**istente dele, n?o podia panh¨¢¨Clo nessa loucura. Ca delicadamente persuadiu ele aprar menos, mas Marco Ant¨®nio aindaprou muitos. Portanto, Ca teve queprar uma m extra para carregar os presentes para a senhora. Os presentes do presidente para a senhora n?o podiam ter nenhum dano. apka Cap铆tulo 6 Cap¨ªtulo 6 Cap¨ªtulo 6 Em viagem de negocios o presidente, todos voavam na **e executiva, Marco Antonio estava no jan, Ca estava noedor, e Mario atr¨¢s deles. Assim que se odaram, aissaria se aproximou imediatamente: ¡°Senhor, senhora, o que gostariam de beber? Ca respondeu: ¡°Duas garrafas de agua mineral, por favor¡± O presidente era muito exigente o pdar, geralmente be apenas caf¨¦ moldo na hora e ¨¢gua mineral especial. Como o avi?o n?o dispunha de caf¨¦ moldo na hora, teriam que se contentar ¨¢gua, Aiss¨¢ria deu um aceno de cabe?a, mas n?o se afastou, seu olhar parecia grudado em Marco Ant¨®nio, ¡°Senhor, temos cafe no avi?o. Gostaria de um?¡± Marco Ant?nio n?o olhou para , disse a Ca: ¡°Vou jantar minha esposa nesta noite. Fa?a a reserva no restaurante,¡± N?velDrama.Org: text ? owner. Ca a**entiu, ¡°Sim.¡± olhou para aiss¨¢ria, cujo sorriso vacilou ligeiramente. Ca sentiu pena daiss¨¢ria e sorriu: ¡°Poderia me trazer o jornal de hoje, por favor?¡± Como secret¨¢ria do presidente, era essencial se manter atualizada as not¨ªcias, Como o avi?o n?o tinha inte, Ca teria que ler o jornal. Depois de ler v¨¢rias noticias, Ca notou uma sobre a Tologia Digital Sports na se??o de economia. ¡°Presidente da Tologia Digital Sports sob investiga??o por corrup??o, sofre acidente de carro a caminho do aeroporto, m?o direita inutilizada.¡± Ca olhou inconscientemente para Marco Ant?nio ¨¤ sua direita. Ele estava de olhos fechados, e podia ver seus longos cilios abaixo dos ¨®culos. Eram lindoso pequenos leques. Talvez sentindo seu olhar, Marco Ant?nio franziu ligeiramente a testa: ¡°O que foi?¡± Ca perguntou cuidadosamente: ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º sabe o que aconteceu o Sr. Gabriel?¡± Marco Ant?nio riu friamente: ¡°Ele deve estar aliviado por ter apenas machucado a m?o.¡± Sua atitude era casual,o se estivesse apenas fazendo conversa fiada. Ca sentiu um arrepio, engolindo nervosamente. Havia muitos rumores sobre o jovem capit?o do Grupo Ant?nio: impiedoso, desprovido de sentimentos familiares, imune ao charme feminino, e a**im por diante. Doze anos atr¨¢s, ele era menor de idade e muitos o consideravam apenas um jovem imaturo. No entanto, ele lidou os acionistas astutos do Grupo Ant?nio uma m?o de ferro, salvando a empresa da ruina e devolvendo¨Ca ao topo do mundo. Desde ent?o, muitos no mundo dos neg¨®cios tremem ao ouvir o nome ¡°Marco Ant?nio da fam¨ªlia Ant?nio¡°. Ele se tornou sin?nimo de ¡°terror¡°. Marco Ant?nio abriu lentamente os olhos, olhando friamente para Ca. ¡°O que? Est¨¢ medo?¡± Ca estava um pouco nervosa sob seu olhar, bn?ando a cabe?a afirmativamente e negativamente. ¡°N?o, n?o estou.¡± ¡°Serio?¡± Ele obviamente n?o acreditou n, mas n?o perguntou mais nada e fechou os olhos novamente. Capitulo 6 Ca, Por mais que as pessoas pudessem criticar seus m¨¦todos, n?o podia negar que o Marco Ant?nio que conhecia era gentil quando fva de sua esposa, sempre encontrava tempo para escolher presentes para , mesmo quando estava ocupado, e protegia seus subordinados¡­ era sua a**istente, n?o sua inimiga, por que deveria ter medo dele? Ao perceber isso, Ca suspirou aliviada e fechou os olhos para descansar. O avi?o rapidamente entrou em um voo est¨¢vel. Enquanto estava meio adormecida, Ca ouviu vagamente uma voz profunda: ¡°Voc¨º acha que sou fr¨ªvolo, ou acha que sou um homem que voc¨º pode posuir?¡± Aqu voz fria fez Ca estremecer. abriu os olhos para ver aquiss¨¢ria de bordo que tentara flertar Marco Ant?nio guardando seu telefone de maneira constrangida¡­ Este homem era tanto atraente quanto rico, mas conseguia resistir a todas as tenta??es, mantendo sua pureza. Realmente raro. Ca de repente ficou curiosa, queria saber que tipo de mulher era a esposa do presidente, capaz de fazer que um homemo Marco Ant?nio nunca olha**e para outra mulher. Depois de duas horas e meia de voo, chegaram a Salvador, a equipe foi direto para a empresa e come?ou a trabalhar. Al¨¦m do trabalho da empresa, Ca tamb¨¦m estava ocupada os a**untos pessoais de Marco Ant?nio,oprar flores, reservar restaurantes e organizar atividades de entretenimento ap¨®s o jantar. Desta vez, Ca se dedicou ainda mais na organiza??o, afinal, o grau de satisfa??o da esposa do presidente o encontro afetava diretamente o humor do presidente, que por sua vez afetava seu trabalho. Na hora de sair do trabalho, Ca entregou o flor a Marco Ant?nio, observou¨Co entrar no carro dirigido pelo motorista e sair da empresa, e o trabalho do dia estava conclu¨ªdo. suspirou aliviada, estava prestes a pegar um t¨¢xi para casa, quando uma mensagem foi enviada por Maria, ¡°Ca, vamoser bacalhau esta noite, traga uma garrafa de vinho branco para cozinhar o peixe quando voltar do supermercado.¡± respondeu, ¡°Beleza.¡± Quando o carro de Marco Ant?nio estava a caminho da casa de Ca, o telefone da av¨® Luisa tocou novamente. ¡°Marco, voc¨º precisa entender que, por ter ido trabalhar no exterior logo ap¨®s o casamento, n?o considerou a sua nov¨¢ esposa, e eu n?o tive coragem de ver Ca durante todo o ano. Se voc¨º n?o buscar agora, eu morrerei de raiva.¡± A av¨® Lu¨ªsa disse um monte de coisas, mas Marco Ant?nio pegou apenas um ponto chave, ¡°Vov¨®, qual ¨¦ o nome d?¡± A av¨® Luisa gritou raiva, ¡°Ca! Seu nome ¨¦ Ca! Voc¨º ¨¦ um desgra?ado, n?o lembra nem o nome da sua esposa, voc¨º est¨¢ tentando me matar de raiva?¡± ¡°Ca?¡± Marco Ant?nio repetiu o nome, e o rosto bonito de Ca apareceu em sua mente. N?o ¨¦ de admirar que ele acha**e o nome Ca familiar quando estava escolhendo uma nova a**istente, tinha o mesmo nome que sua esposa. Ele riu, ¡°Vov¨®, estou a caminho para busc¨¢. Quando eu a encontrar, a levarei para v¨º.¡± A av¨® Luisa se animou, ¡°Desta vez, voc¨º tem que cumprir sua pvra. Se n?o a encontrar, n?o venha me 17-21 Capitulo 6 ver tamb¨¦m. Deixe¨Cme dizer uma coisa, Ca ¨¦ uma boa garota, e ¨¦ uma b¨ºn??o que voc¨º tenha casado , voc¨º precisa valoriz¨¢.¡± Marco Ant?nio s¨® havia visto sua esposa uma vez no dia do casamento, os dois mal haviam conversado, ele n?o conhecia seu car¨¢ter, mas confiava no julgamento de sua av¨®, e j¨¢ que estavam casados, ele definitivamente a valorizaria. Ele acenou a cabe?a, ¡°Beleza.¡± Depois de terminar a liga??o, o carro do motorista parou dodo de fora do pr¨¦dio onde Ca morava, ¡°Senhor, chegamos. Quer que eu v¨¢ buscar sua esposa, ou¡­¡± ¡°Vou buscar minha esposa sozinho.¡± Marco Ant?nio saiu do carro, segurando um flor de rosas, e caminhou em dire??o ao edif¨ªcio. A propor??o de inquilinos no pr¨¦dio era alta, e a seguran?a n?o era estrita, talvez por causa de seu forte carisma, o seguran?a nem mesmo perguntou nada, apenas o deixou entrar no pr¨¦dio. Marco Ant?nio encontrou o edif¨ªcio 10, unidade 1, pegou o elevador direto para o 15o andar, chegou na porta 1501 e bateu na porta. Depois de um tempo, a porta se abriu, um homem de shorts floridos e sem camisa apareceu na porta, ¡°Quem voc¨º est¨¢ procurando?¡± O homem segurava a ma?a uma m?o e uma camiseta a outra, seu cabelo estava um pouco molhado, parecia que ele acabara de tomar banho. As sobrancelhas de Marco Ant?nio se contra¨ªram ligeiramente, mas sua express?o n?o mudou, ele perguntou, ¡°Ca mora aqui?¡± O homem pareceu meio atordoado e acenou a cabe?a, ¡°Sim.¡± A voz de Marco Ant?nio de repente se tornou fria, ¡°Qual ¨¦ a sua r??o ?¡± Antes que o homem pudesse responder, uma voz feminina veio de tr¨¢s dele, ¡°Jean, quem est¨¢ na porta?¡± Em seguida, uma mulher de apar¨ºncia bastante agrad¨¢vel apareceu na vis?o de Marco Ant?nio. A mulher estava vestida roupas confort¨¢veis de casa, os cabelos ainda ¨²midos. Era ¨®bvio que tinha acabado de sair do banho. Um homem e uma mulher tomando banho juntos, isso n?o era apenas um simples banho. esticou o pesco?o para verificar a situa??o na porta, e quando viu ele, seus olhos brilharam visivelmente. ¡°Quem ¨¦ voc¨º? Quem voc¨º est¨¢ procurando?¡± Marco Ant?nio olhou friamente para a mulher ¨¤ sua frente. tinha um rostopletamente estranho, mas era a sua esposa. n?o apenas tinha morand outro homem, mas tamb¨¦m n?o o reconhecia¡­ Cap铆tulo 7 Cap¨ªtulo 7 C Cap¨ªtulo 7 O olhar de Marco Ant?nio se tornou frio num instante, emanando uma press?o intensa. ¡°Qual ¨¦ a r??o entre voc¨ºs?¡± O homem de repente ficou ereto, abra?ando a mulher firmemente. ¡°O que importa a r??o entre n¨®s? Eu te aviso, n?o nos importune mais, ou voc¨º se arrepender¨¢.¡± Com isso, ele fechou a porta for?a. Marco Ant?nio olhou para a porta fechada, pensando no que eles estavam fazendo no quarto, na intimidade do homem a mulher, uma forte sensa??o de n¨¢usea subiu ¨¤ cabe?a. Ele n?o tinha visto isso seus pr¨®prios olhos antes, mas ainda conseguia encontrar raz?es para e se enganar.Agora, vendo seus pr¨®prios olhos, mesmo que n?o quisesse acreditar, tinha que admitir que sua esposa estava tendo um caso outro homem. Ele foi enganado por sua esposa infiel. Ele se virou, jogou as rosas no lixo e foi direto para o elevador. Jean viu atrav¨¦s da olho m¨¢gico que Marco Ant?nio tinha ido embora e bateu no peito nervosamente. ¡°Maria, voc¨º conhece aquele homem?¡± Maria bn?ou a cabe?a veementemente, murmurando, ¡°Isso foi a**ustador! Muito a**ustador!¡± ¡°Merda, Ca deve estar voltando do supermercado dodo de fora do condom¨ªnio¡­¡± Os dois correram para fora da porta, e o outro elevador abriu naquele momento. Ca, carregando aspras e uma garrafa de vinho branco que acabara deprar, viu os dois em panico. ¡°O que aconteceu?¡± Jean olhou para Ca, aliviado ao confirmar que estava bem. ¡°Voc¨º n?o encontrou ningu¨¦m estranho, n?o ¨¦?¡± Ca parecia confusa. ¡°N?o, o que aconteceu?¡± Jean a puxou para dentro da casa, fechou a porta depois de checar p olho m¨¢gico e disse, ¡°Um homem bateu na nossa porta agora. Ele parecia ter problemas na cabe?a. Ele me perguntou algumas coisas e eu respondi honestamente. Gra?as a Deus percebi a tempo e o expulsei.¡± Maria acenou a cabe?a veementemente. ¡°Sim, aquele homem me olhavao se quisesse me devorar. Foi aterrorizante! Jean reagiu bem.¡± Ouvindo isso, Ca apertou Maria em seus bra?os. ¡°Nosso condom¨ªnio tem muito movimento. Ouvi dizer que houve um roubo alguns dias atr¨¢s. Temos que ter mais cuidado.¡± Jean pegou seu celr. ¡°Vouprar uma camera de seguran?a online para instr na porta. Se voc¨º chegar tarde do trabalho, me avise anteced¨ºncia que eu vou te buscar.¡± Ca a**entiu. ¡°Certo.¡± Maria suspirou aodo. ¡°Que pena que ele ¨¦ t?o bonito.¡± Ca e Jean disseram juntos, ¡°Senhorita, n?o se deixe enganar p apar¨ºncia bonita de um homem.¡± Maria, ¡°Mas aquele homem era realmente bonito.¡± Ca e Jean, Marco Ant?nio voltou para o carro e pediu ao motorista para dirigir at¨¦ Jardim Vista Alegre. Depois de uma viagem de mais de duas horas, j¨¢ era muito tarde quando chegaram ao Jardim Vista Alegre As luzes da mans?o ainda estavam acesas. 17.01 Capitulo Antes de Marco Ant?nio sair do carro, ele viu uma figura inst¨¢vel no p¨¢tio. A velha senhora, ao ver o carro dele entrar no p¨¢tio, animou¨Cse e se libertou do mordomo, caminhando em Owned by N?velDrama.Org. sua dire??o. Marco Ant?nio saiu do carro imediatamente, andando rapidamente at¨¦ para ajudar a av¨® Luisa a se levantar. ¡°Vov¨®¡­¡± ¡°Marco, onde est¨¢ a Carlita?¡± A velha senhora esticou o pesco?o para ver dentro do carro atr¨¢s dele. N?o vendo a pessoa que queria ver, seus olhos escureceram imediatamente. ¡° n?o veio voc¨º, de que adianta voc¨º vir sozinho?¡± ¡°Vov¨®, vim para conversar voc¨º sobre o que est¨¢ acontecendo entre eu e .¡± Marco Ant¨®nio ajudou a velha a entrar na casa, e ent?o pediu ao mordomo para se retirar. A velha sentiu que algo poderia estar errado e ficou um pouco nervosa. ¡°Carlita est¨¢ zangada voc¨¦ e n?o quer encontrar contigo? Que tal eu ligar para e explicar por voc¨º?¡± Os l¨¢bios finos e sensuais de Marco Ant?nio se curvaram num sorriso frio. ¡° j¨¢ tem outro homem.¡± ¡°O qu¨º? O que voc¨º est¨¢ fndo?¡± av¨® Luisa, enfurecida, jogou uma almofada de sof¨¢ em Marco Ant¨®nio. ¡°Carlita n?o ¨¦ a**im, nunca faria isso, n?o destrua sua reputa??o.¡± Marco Ant?nio deu um sorriso frio, ¡°Eu vi meus pr¨®prios olhos, voc¨º acha que pode ser falso?¡± Ouvindo isso, av¨® Luisa ficou atordoada, ¡°Marco, houve algum mal¨Centendido? Devo ligar e perguntar?¡± Marco Ant?nio respondeu em voz baixa, ¡°No dia em que voltei ao pa¨ªs, liguei para e ouvi a voz de um homem aodo d. Eu ainda pensava que poderia ser um mal¨Centendido. Hoje, quando fui busc¨¢ em casa, vio estava ¨ªntima aquele homem. Voc¨º ainda acha que ¨¦ um mal¨C entendido?¡± Ningu¨¦m pode aceitar um parceiro infiel, muito menos Marco Antonio. Mesmo que seu casamento Ca n?o tenha sido por amor, av¨® Luisa sabia que ele n?o podia aceitar isso. Av¨® Luisa fechou os olhos, e quando os abriu novamente, j¨¢ tinha se acalmado, ¡°O que voc¨º quer fazer agora?¡± Marco Ant?nio respondeu friamente, ¡°Div¨®rcio.¡± n?o queria ver os dois se divorciando, mas se a garota j¨¢ gostava de outra pessoa, o que poderia fazer para impedir isso? continuou, ¡°Marco, sei que voc¨º est¨¢ muito irritado agora, mas espero que voc¨º possa ver as coisas do ponto de vista da Ca. Uma garota se casando um homem que s¨® viu uma vez, e depois o marido desaparece, n?o tem sentimentos pelo marido quem se casou ¨¤s pressas. Se durante esse tempo encontrou algu¨¦m adequado, n?o se pode dizer que fez algo errado.¡± Marco Antonio arqueou a sobrancelha, ¡°E da¨ª?¡± Av¨® Luisa disse, ¡°Por que n?o esperamos que pe?a o div¨®rcio? Isso daria um pouco de dignidade a ambos.¡± ¡°Dignidade?¡± Marco Ant?nio tirou os ¨®culos e os limpou suavemente. ¡°Vov¨®, se n?o fosse por voc¨º, eu j¨¢ teria feito aqueles dois desaparecerem de Salvador. E agora voc¨º quer que eu d¨¦ dignidade a eles? pensou em me dar dignidade quando estava outro homem?¡± Av¨® Luisa suspirou, ¡°Eu conheci Carlita algumas vezes antes de voc¨ºs se casarem, ¨¦ uma garota excepcional. Eu pensava que voc¨ºs seriam felizes juntos, por isso incentivei o casamento. Fui eu que errei, n?o deveria ter te pressionado a se casar s¨® porque voc¨º est¨¢ ficando mais velho.¡± Capitulo 7 A mulher que j¨¢ dominou o mundo dos neg¨®cios e pa**ou por in¨²meras dificuldades, sempre calma diante de qualquer advers¨¢rio, agora estava se desculpando ele por causa daqu garota. Marco Ant?nio estava perturbado, a raiva que estava tentando contrr voltou a queimar. ¡°Vov¨®, ningu¨¦m pode me for?ar a fazer nada, e ningu¨¦m pode me trair.¡± Ele viveu mais de vinte anos sem encontrar uma garota que gosta**e, e nunca pensou que amaria algu¨¦m no futuro. A av¨® queria que ele se casa**e, ele pensava que n?o importava quem se casa**e, ent?o ele concordou. Este casamento n?o foi por amor, mas desde o momento em que decidiu se casar, ele decidiu pa**ar a vida aqu garota, nunca pensou em trai. Mas ? Ele nunca imaginou que quando foi busc¨¢ cheio de entusiasmo e um carro cheio de presentes, ele seria recebido p cena d morando outro homem. Av¨® Luisa conhecia muito bem seu car¨¢ter, a**umiu a culpa para proteger a garota. ¡°Marco, eu prometi ¨¤ av¨® de Ca que meuo a trataria bem, e s¨® ent?o deixou suaa se casar voc¨º. Eu n?o quero ter que enfrentar minha velha amiga no futuro. Prometa¨Cme algo mais, n?o interferirei em seu casamento no futuro, seja quem voc¨º quer se casar.¡± Marco Antonio n?o conseguia suportar ver a av¨® se humilhando na frente dele, ent?o teve que concordar. ¡°Tudo bem, vou deix¨¢ manter dignidade d.¡± A crise foi evitada, mas antes que a av¨® pudesse rxarpletamente, viu Marco Ant?nio ligar para seu advogado pessoal. ¡°Prepare os pap¨¦is do div¨®rcio para mim.¡± Av¨® Luisae?ou, ¡°Marco, voc¨º ¡­¡± realmente n?o o entendiapletamente. Marco Ant?nio desligou o telefone e disse: ¡°Vov¨®, v¨¢ descansar mais cedo, vou voltar para Salvador agora.¡± Observando a silhueta reta e solit¨¢ria dele, av¨® Luisa percebeu p primeira vez que talvez tivesseetido um erro. n?o queria que o casamento doo fosseo o dos pais dele, apenas uma troca de negocios. Ent?o, arranjou para ele uma garotaum, esperando que o amor entre eles fosse puro. No entanto, negligenciou que um bom casamento requer a exist¨¨ncia de sentimentos. Cap铆tulo 8 Cap¨ªtulo 8 Cap¨ªtulo 8 Na cda da noite, Ca teve seus sonhos interrompidos por uma chamada telef?nica. pegou o celr meio adormecida e ao ver o nome ¡°Marco Ant?nio¡± no visor, despertou imediatamente. Ca se sentou e atendeu a liga??o, ¡°Diretor Ant?nio, o que aconteceu?¡± Mas era a voz de um homem desconhecido, ¡°Seu Diretor Ant?nio est¨¢ b¨ºbado, venha busc¨¢¨Clo no Club Sirimiri.¡± ¡°Quem ¨¦ voc¨º?¡± Teoricamente, a essa hora, Marco Ant?nio deveria estar a esposa. Como ele poderia estar b¨ºbado no Club Sirimiri? E quem era esse homem desconhecido usando o telefone dele? ¡°Eu sou Leonardo Masaveu, venha logo.¡± E ele desligou. Ca sabia que Leonardo era amigo de Marco Ant?nio e que sua fam¨ªlia era uma das quatro mais importantes de Salvador. Se Marco Ant?nio estava b¨ºbado, era responsabilidade de Ca lev¨¢¨Clo para casa. rapidamente se vestiu e pegou um t¨¢xi para o Club Sirimiri. O Club Sirimiri era o clube mais exclusivo de Salvador, n?o era para qualquer um. Leonardo j¨¢ tinha avisado os funcion¨¢rios, ent?o a**im que Ca chegou, foi recebida e levada a uma s privada, ¡°Senhorita, eles est?o l¨¢ dentro.¡± N?velDrama.Org: text ? owner. Ca agradeceu, bateu na porta e entrou. Ao olhar para cima, viu duas mulheres e dois homens bebendo no sof¨¢, e s¨® Marco Ant?nio estava sentado num canto, um cigarro quase terminado na m?o. Todos os olhares se voltaram para Ca, avaliando¨Ca abertamente. ¡°Voc¨º ¨¦ a nova a**istente do Marco? T?o bonita, ¨¦ um desperd¨ªcio trabalhar para algu¨¦mo ele.¡± O homem que falou era Leonardo. Ca reconheceu¨Co de fotos na inte. Leonardo vinha de uma boa fam¨ªlia, era atraente e sempre estava nas manchetes, tendo namorado v¨¢rias atrizes famosas. Ele era um yboy conhecido em Salvador. Apesar de seusent¨¢rios insinuantes, Ca cumprimentou¨Co educadamente, ¡°Sr. Masaveu, tudo bem! Vim buscar o Diretor Ant?nio.¡± Leonardo, abra?ando uma mulher ao seudo e bn?ando um copo de bebida, perguntou: ¡°Voc¨º tem namorado?¡± Ele olhou¨Ca de c¨ªma a baixo,o se estivesse avaliando uma mercadoria. Ca se sentiu iodada esse olhar, ¡°Se tenho ou n?o namorado, ¨¦ da minha conta.¡± Leonardo deu um sorriso, ¡°Se voc¨º n?o tem namorado, eu posso ser seu namorado.¡± ¡°Desculpe! N?o estou interessada em voc¨º.¡± Ca n?o gostava desses herdeiros ricos que perseguem toda mulher que veem. Se ele n?o fosse amigo de Marco Ant?nio, nem mesmo lhe daria aten??o. Rejeitado t?o diretamente, Leonardo nem se importou, pelo contr¨¢rio,e?ou a rir, ¡°Voc¨º n?o est¨¢ interessada em mim, est¨¢ interessada no Marco, ent?o?¡± Ao ouvir isso, Ca temeu que Marco Ant?nio pudesse interpret¨¢¨Clo mal e isso poderia afetar seu trabalho. n?ou um olhar nervoso para Marco Ant?nio, mas ele continuava concentrado em seu cigarro, aparentemente sem notar sua chegada. 17:36 Cap¨ªtulo 8 Leonardo riu e disse, ¡°Sil¨ºncio? Eu acertei ent?o?¡± ¡°Sr. Masaveu, voc¨º n?o sabe respeitar as pessoas?¡± Esses homens s?o t?o egoc¨ºntricos, pensam que todas as mulheres v?o se apaixonar por eles. Sem a riqueza de sua fam¨ªlia, eles provavelmente teriam uma vida pior do que a d. ¡°Marco, sua nova a**istente ¨¦ muito corajoso. Quem lhe deu essa coragem?¡± Outro homem falou, olhando para Ca de uma maneira nada amig¨¢vel. Ca n?o conhecia esse homem, mas sup?s que ele fosse Andr¨¦ Lu¨ªs, um dos herdeiros da fam¨ªlia Lu¨ªs, uma das quatro grandes fam¨ªlias. Salvador tinha quatro grandes fam¨ªlias, lideradas p fam¨ªlia do Ant?nio, seguidas ps fam¨ªlias do Lu¨ªs, do Masaveu e do Luiz. Marco Ant?nio, Leonardo e Andr¨¦ eram da mesma idade e, segundo dizem, brincavam juntos desde pequenos e eram muito amigos. ¡°Eu dei isso a , tem algum problema?¡± a voz profunda de Marco Ant?nio soou, todos olharam para ele, que estava lentamente apagando o cigarro em sua m?o. Leonardo imediatamente acalmou a situa??o, ¡°N?o tem problema, n?o tem problema¡­¡± Andr¨¦ olhou friamente para Ca, hostilidade em seus olhos. Ca estava um pouco confusa, era a primeira vez que se encontravam, n?o se conheciam, por que ele a tratava a**im? Ca ignorou¨Cos e foi diretamente at¨¦ Marco Ant?nio, ele cheirava a ¨¢lcool, mas seus olhos estavam ros, n?o parecia estar b¨ºbado. sussurrou, ¡°Diretor Ant?nio, n¨®s vamos?¡± Marco Ant?nio levantou a cabe?a para olh¨¢, ¡°Quem mandou voc¨º vir aqui?¡± Ca respondeu honestamente, ¡°Foi o Sr. Masaveu que me pediu para te buscar.¡± Marco Ant?nio olhou para Leonardo, que riu e disse, ¡°Marco, a vida ¨¦ curta, temos que aproveitar enquanto podemos, sen?o ¨¦o se nem tiv¨¦ssemos vivido.¡± Marco Ant?nio olhou para ele descontente, Leonardo imediatamente ficou s¨¦rio, ¡°Eu te pedi para ligar para o motorista, mas eu me confundi.¡± Marco Ant?nio n?o acreditou nele, mas tamb¨¦m n?o quis discutir, se levantou e saiu, Ca logo atr¨¢s. Quando estavam quase saindo, Leonardo gritou, ¡°Senhorita Ca, se voc¨º quer um homem, pegue umo eu, bonito e ¨²til, Seu Diretor Ant?nio ¨¦ apenas um trof¨¦u bonito para se olhar.¡± Ca, ¡°.¡± sempre achou que Leonardo estava desafiando loucamente a paci¨ºncia de Marco Ant?nio. Ao sair da boate, Ca viu o Bentley preto estacionado na porta. abriu a porta do carro para Marco Ant?nio e, depois que ele entrou, se sentou no banco do motorista, ¡°Diretor Ant?nio, para onde vamos?¡± Ca sabia que Marco Ant?nio tinha v¨¢rias resid¨ºncias em Salvador, todas casas luxuosas e muito valiosas. Marco Ant?nio, ¡°Mans?o da Praia HC.¡± 213 17:36 Capitulo A Mans?o da Praia HC ¨¦ uma famosa ¨¢rea residencial de Salvador vista para o mar, pre?os muito altos por metro quadrado, inacess¨ªveis para muitos. Marco Ant?nio, no entanto, possu¨ªa v¨¢rias. ¡°Beleza.¡± Ca imediatamente ligou o carro e saiu da boate. A noite estava calma e a rua estava vazia, a viagem at¨¦ a Mans?o da Praia HC foi tranqu. Ca estacionou o carro e abriu a porta para Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, chegamos.¡± Marco Ant?nio saiu do carro, quase caiu¡­ Ca rapidamente o segurou, quando tocou seu corpo quente, levou um susto, ¡°Diretor Ant?nio,o voc¨º acha?¡± Quando se aproximou, Ca viu que o rosto de Marco Ant?nio estava muito vermelho, n?o era o vermelho de quem tinha bebido, parecia mais uma rea??o al¨¦rgica. ¡°Me ajude a voltar, tenho rem¨¦dio em casa.¡± Marco Ant?nio mal conseguia ficar de p¨¦, todo o peso dele estava sobre Ca. Ca, que era muito menor que ele, usou todas as suas for?as para ajud¨¢¨Clo a entrar no elevador. Felizmente, o pr¨¦dio onde moravam tinha um design de dois elevadores por residente, o elevador ia direto para a porta, ent?o chegaram rapidamente. Ca ajudou Marco Ant?nio a entrar em casa e o fez sentar no sof¨¢, ¡°Diretor Ant?nio, onde est¨¢ o rem¨¦dio?¡± Marco Ant?nio apontou, ¡°Ali, na segunda gaveta, s?o p¨ªls vermelhas.¡± Ca seguiu a dire??o apontada por seu dedo, rapidamente encontrou a p¨ªl vermelha que ele mencionou e lhe serviu um copo de ¨¢gua, ¡°Tome logo, vai se sentir melhor.¡± Diante da preocupa??o d, Marco Ant?nio deu um sorrisinho e disse, ¡°Ca?¡± Ele quase nunca a chamava pelo nome, e sua voz, j¨¢ naturalmente agrad¨¢vel, parecia agora ainda mais cativante um tom de embriaguez. Ca acenou a cabe?a, ¡°O que precisa, Sr. Marco Ant?nio?¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Por que seu nome tem um ar t?o azarento?¡± Ca, ¡°¡­¡­¡± Seu nome havia sido escolhido por sua av¨®, e sempre achou bonito. N?o entendia por que Marco Ant?nio de repente achava seu nome azarento. pensava que ele devia estar b¨ºbado para dizer algo a**im, ¡°Sr. Marco Ant?nio, voc¨º deveria tomar seu rem¨¦dio agora¡­¡­ Marco Antonio tomou o rem¨¦dio, e perguntou novamente, ¡°Voc¨º sabe fazer uma canja para curar a ressaca?¡± Cap铆tulo 9 Cap¨ªtulo 9 Cap¨ªtulo 9 Ca n?o era boa na cozinha, mas Marco Ant?nio n?o lhe deu a oportunidade de recusar, ¡°Na cozinha tem a receita e os ingredientes para a canja de ressaca. Quando estiver pronto, me chama.¡± Ca teve que aceitar essa tarefa, mas, felizmente, fez muitas tarefas dom¨¦sticas desde crian?a, ent?o esse tipo de coisa n?o era dif¨ªcil para . seguiu a receita, preparou os ingredientes da canja de ressaca, e em pouco tempo uma tig de canja de ressaca fumegante estava pronta. Ca saiu da cozinha a canja, mas Marco Ant?nio n?o estava mais na s. olhou ao redor e a porta do quarto principal estava entreaberta, a luz vindo de dentro. Ca colocou a canja dedo, pegou seu celr e mandou uma mensagem para Marco Ant?nio, ¡°Senhor Ant?nio, a canja est¨¢ pronta. Se voc¨º n?o precisar de mais nada, estou voltando.¡± Assim que a mensagem foi enviada, a campainha tocou repentinamente. No sil¨ºncio da noite, o som era especialmente alto, e Ca deu um pulo de susto. Instintivamente, pensou que a pessoa que procurava Marco Ant?nio t?o tarde s¨¦ria a esposa dele, e ficou um pouco nervosa. Embora entre e Marco Ant?nio houvesse apenas uma r??o de trabalho pura entre Boss e a**istente, estar sozinha um homem ¨¤ noite inevitavelmente levaria as pessoas a pensar demais. Enquanto hesitava, a porta do quarto principal se abriu e Marco Ant?nio saiu, vestindo apenas um roup?o de banho, ¡°V¨¢ abrir a porta.¡± Parecia que ele acabara de tomar um banho. O roup?o estava solto, o cabelo ainda estava molhado, e junto seu rosto atraente, ele parecia ser a personifica??o do horm?nio masculino. Qualquer um que visse essa cena provavelmente pensaria demais. Ca estava t?o nervosa que engoliu saliva, ¡°Senhor Ant?nio, devo me esconder?¡± Marco Ant?nio, ¡°Por que voc¨º se esconderia?¡± Ca, ¡°Se sua esposa nos entender mal, n?o ser¨¢ bom.¡± ¡°Rxa, n?o vai entender mal e eu tamb¨¦m n?o estou interessado em voc¨º.¡± Marco Ant?nio devolveu a todas as pvras que havia dito a Leonardo na noite hoje, sem omitir uma ¨²nica. ro, Ca sabia que ele n?o estava interessado n. s¨® n?o queria causar mal¨Centendidos desnecess¨¢rios. Se ele n?o tem medo, por que deveria ter? se dirigiu ¨¤ porta e a abriu. ¨¤ porta estavam um homem e uma mulher. A mulher carregava uma maleta de medicamentos e parecia ter mais de quarenta anos. O homem era alto e robusto, a pele morena e uma cicatriz grossa debaixo do olho esquerdo. Por ser t?o distintivo, Ca se lembrou imediatamente de ter visto esse homem alguns dias atr¨¢s quando estava pa**eando p Cidade Capital. Naqu ¨¦poca, ele estava perto de Marco Ant?nio, mas depois que entraram na loja, n?o viu mais o homem e n?o pensou que ele tivesse qualquer r??o Marco Ant?nio. A mulher parecia surpresa ao ver Ca, ¡°Assistente Ca, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Ca n?o conhecia essas duas pessoas, mas parecia que s a conheciam, ¡°Quem s?o voc¨ºs?¡± 17:36 Capitulo A mulher disse, ¡°Eu sou a Dra. Elisa, a m¨¦dica particr do Senhor Ant?nio. E esse grandalh?o ¨¦ o meu filho, Bruno Henrique.¡± ¡°Ol¨¢.¡± Ca deu espa?o para eles entrarem. Dra. Elisa sorriu para , trocou de sapatos e foi direto para Marco Ant?nio. abriu a maleta de medicamentos e preparou uma inje??o para Marco Ant?nio. Depois de fazer tudo isso, disse, ¡°Marco, voc¨º sabe que¡­¡°. parou e olhou para Ca. Marco Ant?nio estava confortavelmente encostado no sof¨¢, ¡°N?o se preocupe, se ousar revr minha fraqueza, eu vou mandar o Bruno jog¨¢ no rio para alimentar os peixes.¡± Ca, ¡°¡­¡­¡± estava vontade de xingar. Quem tinha ofendido hoje noite? estava dormindo profundamente quando foi acordada por uma liga??o, correu para o Club Sirimiri, depois dirigiu Marco Ant?nio para casa e fez canja de ressaca para ele¡­ Depois de todo esse trabalho, nem sequer ouviu um agradecimento. E ele ainda queria jog¨¢ no rio para alimentar os peixes. ¡°Diretor Ant?nio, coloquei a canja na mesa, n?o tenho mais nada pra fazer, vou embora.¡± Ca sabia qu¨¨ quanto menos sabia, mais segura estava. valorizava a pr¨®pria vida, ent?o decidiu ir embora. N?velDrama.Org: text ? owner. Marco Ant?nio n?o falou nada. Ca estava pronta para sair, mas Bruno estava bloqueando a porta. Ca se virou para Marco Ant?nio. ¡°Diretor Ant?nio, as fraquezas que voc¨º n?o quer que outros estranhos saibam, eu tamb¨¦m n?o quero saber. Por favor, me deixe ir.¡± Marco Ant?nio levantou a sobrancelha. ¡°Voc¨º ¨¦ estranha?¡± trabalhava aodo dele e ainda queria ficar de fora. era inteligente. Ca, ¡°.. era sua a**istente pessoal, ent?o ticamente n?o era uma estranha. Ca sentou¨Cse obedientemente dedo, focada no celr, n?o querendo se envolver. No entanto, ainda conseguia ouvir cada pvra da conversa entre eles. Dra. Elisa falou sem parar. ¡°Voc¨º sabe que n?o pode misturar bebidas alco¨®licas, mas ainda bebe. N?o se preocupa a pr¨®pria vida.¡± Marco Ant?nio, ¡°Estou chateado, ent?o bebi um pouco.¡± Dra. Elisa, ¡°Por que voc¨º est¨¢ chateado?¡± Ca tamb¨¦m queria saber por que o chefe estava chateado. prestou aten??o, mas Marco Ant?nio n?o respondeu. A ¨²ltima vez que ele foi ver a esposa, voltou o humor abdo. Desta vez foi a mesma coisa. Ser¨¢ que ele est¨¢ tendo problemas a esposa? E por que o manual do a**istente pessoal do Grupo Ant?nio n?o mencionava que Marco Ant?nio era al¨¦rgico a ¨¢lcool? Ca pensou por um momento e entendeu. Somente um tolo revria suas fraquezas em um manual. 17:36 Como l¨ªder do Grupo Ant?nio, ele estava sempre em perigo e precisava ser mais cauteloso que a maioria das pessoas. Tudo que sabia sobre Marco Ant?nio vinha do manual, provavelmente feito para pessoas segundas inten??es. De repente, Dra. Elisa a chamou. ¡°Senhorita Ca, pode vir aqui me ajudar?¡± Ca guardou o celr e foi at¨¦ . ¡°O que voc¨º precisa que eu fa?a?¡± Dra. Elisa, ¡°Marco, tire a camisa e deixe Ca aplicar o rem¨¦dio.¡± Marco Ant?nio n?o s¨® n?o tirou a camisa,o tamb¨¦m segurou a g,o se temesse que Ca se aproveita**e dele. ¡°J¨¢ tomei o rem¨¦dio que voc¨º me deu. N?o preciso de pomada.¡± Dra. Elisa, ¡°Voc¨º sabe melhor do que eu sobre seu estado de sa¨²de. Se n?o usar a pomada, a erup??o cutanea n?o vai desaparecer por semanas. Se n?o me ouvir, vou ter que ligar para a av¨® ¡­¡± Marco Ant?nio olhou friamente para Dra. Elisa. n?o se intimidou e murmurou. ¡°Voc¨ºn?o cuida de si mesmo e ainda n?o gosta que os outros se preocupem.¡± ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º deveria ouvir o conselho da Dra. Elisa.¡± Ca n?o tinha conhecimento sobre a situa??o dele, mas achava que o paciente deveria sempre ouvir o m¨¦dico. Marco Ant?nion?ou um olhar descontente para Ca. ¡°Bruno, venha aqui.¡± Dra. Elisa disse: ¡°Marco, Bruno machucou a m?o. Ainda n?o est¨¢ curado. Deixe Ca fazer isso.¡± Desta vez, Marco Ant?nio n?o disse nada e simplesmente desabotoou o pijama. Quando ele tirou a roupa, seus m¨²sculos abdominais perfeitos eram atraentes, mas o que chamou a aten??o foi a erup??o cutanea em seu corpo, que pareciam tortas a**adas. Ca ficou a**ustada. Dra. Elisa entregou algumaspressas de medicamento para Ca. ¡°Ca, por favor, aplique esses rem¨¦dios na erup??o cutanea.¡± Ca acenou, pois raramente fazia esse tipo de coisa, e preocupada em machucar Marco Ant?nio, quanto mais se preocupava, pior ficava, suas m?os e p¨¦s tornaram¨Cse desajeitadas. ¡°Diretor Ant?nio, aguente um pouco, vou tentar n?o te machucar.¡± Marco Ant?nio olhou para , seus olhos revram uma insatisfa??o que ele n?o conseguia esconder¡­ Ca pensou: ¡°¡­¡± Ele achava que queria medic¨¢¨Clo? Se n?o fosse pelo sal¨¢rio dobrado, mesmo que ele se ajoelha**e e pedisse, n?o o ajudaria. Cap铆tulo 10 Cap¨ªtulo 10 Cap¨ªtulo 10 A Dra. Elisa estava ocupada preparando uma medica??o t¨®pica, enquanto Ca cuidava de aplicar o rem¨¦dio em Marco Ant?nio. estava muito concentrada e s¨¦ria, apesar de nunca ter tido um contato t?o pr¨®ximo um homem. Mas, pensando neleo um paciente, n?o se sentia embara?ada. O rosto de Marco Ant?nio ficou um pouco vermelho, mas, felizmente, devido ¨¤ severa alergia, seu rosto j¨¢ estava avermelhado e ningu¨¦m podia perceber seu desconforto. Depois que Ca terminou de aplicar o rem¨¦dio em suas costas e no peito, sua testa lisa bn?ava diante de seus olhos, e o perfume suave d preenchia suas narinas¡­ N?velDrama.Org: text ? owner. ¡°Eu mesmo fa?o.¡± Ele de repente falou, sua voz profunda, a**ustando Ca que estava concentrada na aplica??o do rem¨¦dio. Ca olhou para ele confusa, ¡°Diretor Ant?nio, eu machuquei voc¨º a minha for?a?¡± Marco Ant?nio franziu a testa, ¡°Bruno, leve¨Ca para casa.¡± Ca olhou para fora da jan, o dia j¨¢ estava amanhecendo, n?o queria iodar ningu¨¦m, ¡°N?o precisa, eu posso pegar um t¨¢xi para casa.¡± ¡°Como quiser.¡± Disse Marco Ant?nio. Os pensamentos dos homens, s?o realmente dif¨ªceis de entender. Depois que Ca saiu, Dra. Elisa falou mais do que devia, ¡°Marco, a Ca parece ser uma boa garota.¡± ¡°Voc¨º quer que seja sua nora?¡°, perguntou Marco Ant?nio. ¡°Eu disse isso?¡°, perguntou Dra. Elisa. ¡°Ent?o o que voc¨º quer dizer?¡°, perguntou Marco Ant?nio. tamb¨¦m n?o sabia por que falou mais do que devia. Ca pensou cuidadosamente em seu trabalho nos ¨²ltimos dias, tinha feito tudo corretamente, mas o presidente sempre encontrava algum problema, transformando¨Cse de repente em um chefe demon¨ªaco e a**ustador. N?o s¨® Ca sentia a insatisfa??o do presidente , Mario tamb¨¦m percebeu. Durante o almo?o com Ca, ele n?o p?d¨¦ deixar de perguntar, ¡°Ca, o que voc¨º fez para irritar o Diretor Ant?nio?¡± Ca, amargurada, queria desabafar algu¨¦m, ¡°Se eu soubesse onde errei, eu poderia corrigir, mas eu realmente n?o sei onde o iodei.¡± Mario estava Marco Ant?nio h¨¢ muitos anos e nunca tinha visto ele agir a**im. Se um subordinado O problema era que Ca se destacava em seu trabalho e n?o tinha nenhuma dessas inten??es desordenadas, por isso a atitude de Marco Ant?nio em r??o a era intrigante. Mario pensou por um momento e, simpatia, deu um tapinha no ombro de Ca, ¡°Pense um pouco mais, talvez voc¨º consiga lembrar o que o deixou aborrecido.¡± 17:36 pensou cuidado, a insatisfa??o de Marco Ant?nioe?ou no dia em que e?ou a aplicar o rem¨¦dio nele. Ser¨¢ que a not¨ªcia de que levou Marco Ant?nio para casa chegou ¨¤ esposa do presidente, e n?o queria que ele estivesse muito pr¨®ximo de suaa**istente, por isso ele estava sendo frio ? De todas as suposi??es, Ca achava que essa era a mais us¨ªvel. Depois dessa suposi??o, Ca se tornou ainda mais consciente de suas pvras e a??es, e se certificava de n?o ter nenhum contato Marco Ant?nio fora do trabalho. Na parte da tarde,o de costume, Ca colocou o caf¨¦ na mesa de trabalho de Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, esta tarde¡­¡± Marco Ant?nio a interrompeu abruptamente, ¡°De agora em diante, deixe outra pessoa trazer o caf¨¦.¡± Ca confirmou suas suspeitas, respondeu afirmativamente e, diligentemente, informou a ele sobre a agenda futura, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º tem uma reuni?o o grupo Oeste Investimentos ¨¤s duas e meia. ¨¤ noite, voc¨º tem o jantar de bodas de ouro dos velhinhos da fam¨ªlia Masaveu. Eu j¨¢ preparei a lista de presentes, d¨º uma olhada.¡± Marco Ant?nio nem levantou a cabe?a, ¡°Deixe aqui.¡± Ca entregou a lista, ¡°Por ser um jantar de bodas de ouro, ¨¦ necess¨¢rio levar um panhante. Voc¨º ir¨¢ sua esposa ou devo arranjar uma panhante para voc¨º?¡± Enquanto Ca fva, Marco Ant?nio de repente levantou a cabe?a e olhou para , um olhar frioo gelo, ¡°Saia daqui.¡± Ca, 11 n?o sabia que a raz?o de Marco Ant?nio estar t?o irritado era porque mencionou novamente sua esposa ¡°infiel¡°. Ca saiu do escrit¨®rio do presidente e decidiu ir ao banheiro paravar o rosto e se acalmar. N?o esperava encontrar David no banheiro. Ele estava apoiado na porta do banheiro,o se estivesse esperando por , ¡°O que houve? Seu no de sedu??o n?o funcionou o Diretor Ant?nio?¡± ¡°David, voc¨º nunca tem nada de bom para dizer.¡± Ca temia que Marco Ant?nio, que pagava seu sal¨¢rio, n?o permitisse que ningu¨¦m a intimida**e. A reuni?o especial da tarde correu muito bem. Depois, Marco Ant?nio recebeu uma liga??o de seu advogado, ¡°Diretor Ant?nio, o acordo de div¨®rcio que voc¨º pediu est¨¢ pronto, eu j¨¢ enviei para o seu e¨Cmail, veja se h¨¢ algo que precisa ser adicionado.¡± Marco Ant?nio, ¡°OK.¡± O advogado de Marco Ant?nio, naturalmente, n?o o deixaria em desvantagem, n?o s¨® fazendo a outra parte sair de m?os vazias, mas at¨¦ mesmo exigindo que paga**e uma indeniza??o por danos morais. Para ser honesto, Marco Ant?nio n?o se importava a indeniza??o, mas ainda a**im se sentia muito bem. Qualquer um que o tra¨ªsse teria que enfrentar as consequ¨ºncias. Depois de ler o acordo, Marco Ant?nio ligou para seu advogado, ¡°Entre em contato amanh? e pe?a que inicie o processo de div¨®rcio.¡± 17-26 Ele tinha prometido ¨¤ sua av¨® esperar que pedisse o div¨®rcio, mas n?o disse que o advogado n?o poderia lembr¨¢ de ter um pouco de consci¨ºncia. Marco Ant?nio estava de bom humor, e Ca parecia mais agrad¨¢vel, ¡°Voc¨º vaiigo ao jantar de bodas de ouro da familia Masaveu.¡± Ca ficou feliz, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º n?o est¨¢ mais bravoigo?¡± Marco Ant?nio, ¡°Eu estava bravo voc¨º?¡± Ca, ¡°Ah¡­N?o?¡± Ele s¨® havia lhe dado um olhar frio por alguns dias, talvez em sua mente isso realmente n?o conta**e como estar bravo. Os velhinhos da fam¨ªlia Masaveu n?o gostavam de festas grandes, o n¨²mero de convidados n?o era muito, mas o status de cada um era muito alto. Muitas pessoas estavam desesperadas para serem convidadas, ent?o havia muita gente na festa. Por mais pessoas que houvesse, a chegada de Marco Ant?nio ainda era o foco de aten??o de todos. Portanto, Ca tamb¨¦m recebeu a aten??o de todos. 2 2 3 3 Ca tinha panhado Marco Ant?nio em muitos eventos importantes e conseguia lidar os olhares. Marco Ant?nio foi ver os velhinhos da fam¨ªlia Masaveu, e Ca encontrou um canto tranquilo para comer alguns petiscos. Leonardo veio at¨¦ um copo de vinho, ¡°Senhorita Ca, posso convid¨¢ para dan?ar?¡± Ca sorriu, ¡°Sr. Masaveu,mento, mas n?o sou boa em dan?ar.¡± Como uma a**istente,o poderia n?o saber dan?ar? Mas esta era apenas uma maneira de Ca recusar Leonardo, e ambos entenderam. Leonardo fingiu n?o entender, ¡°Eu posso te ensinar.¡± Ca disse, ¡°Na ¨²ltima vez que voc¨º me perguntou se eu tinha um namorado, hoje eu te dou uma resposta, O que acha?¡± Leonardo perguntou, ¡°Voc¨º quer me recusar dizendo que tem um namorado?¡± Ca sorriu, ¡°Eu n?o tenho namorado.¡± Leonardo perguntou, ¡°Ent?o, eu posso te cortejar?¡± Ca respondeu, ¡°Eu j¨¢ tenho um marido.¡± Cap铆tulo 11 Cap¨ªtulo 11 Cap¨ªtulo 11 Leonardo riu, ¡°¨¦ a primeira vez que ou?o algu¨¦m me rejeitar um motivo t?o criativo.¡± Ca sorriu, ¡°Ent?o, devo me sentir honrada?¡± Leonardo disse, ¡°Sabe, quanto mais voc¨º ¨¦ a**im, mais me interessa.¡± ¡°Bem, quanto mais voc¨º ¨¦ a**im, mais me desagrada.¡± Ca parou de sorrir, falou s¨¦rio, ¡°Sr. Masaveu, eu realmente n?o tenho nenhum interesse em voc¨º, nem agora nem no futuro, ent?o n?o perca seu tempo Leonardo riu do que disse, ¡°Ca, voc¨º e o seu chefe, o Diretor Ant?nio, s?o muito parecidos, nunca consideram os sentimentos dos outros ao recus¨¢¨Clos. Isso realmente me deixa envergonhado.¡± Ca disse, ¡°Mas eu n?o percebi isso.¡± Leonardo: ¡°¡­¡± Meu Deus! Ele perdeu para uma mulher nesta batalha de pvras. ¡°Em vez de receber seus convidadoso um bom anfitri?o, voc¨º prefere se esconder aqui e conversar minha a**istente.¡± A voz profunda de Marco Ant?nio ecoou repentinamente atr¨¢s deles. Ca se virou e viu Marco Ant?nio parado n?o muito longe, sem saber h¨¢ quanto tempo ele estava ali ouvindo a conversa entre eles. imediatamente perdeu a arrogancia e obedientemente foi at¨¦ ele, ¡°Diretor Ant?nio¡­¡± Leonardo, achando ainda mais interessante a mudan?a instantanea de Ca, disse, ¡°Marco, sua a**istente est¨¢ sempre me provocando, voc¨º precisa control¨¢.¡± ¡°Voc¨º provocou o Sr. Masaveu?¡± O tom de Marco Ant?nio parecia repreensivo, mas um olhar mais atento revelou um sorriso ¡°Eu n?o fiz isso.¡± Ca bn?ou a cabe?a fricamente, ¡°Eu jamais ousaria provoc¨¢¨Clo em casa dele.¡± Leonardoe?ou a instigar, ¡°Marco, voc¨º acredita n ou em mim?¡± esmo ¡°Hoje ¨¤ noite voc¨º ¨¦ o anfitri?o e ¨¦ a convidada.¡± Marco Ant?nio n?o disse diretamente quem ele apoiava, mas a mensagem era ra ¨C que Ca provoca**e Leonardo,o anfitri?o, ele deveria suportar. Leonardo provocou, ¡°Marco, voc¨º mudou, est¨¢ at¨¦ maltratando um amigo por causa de uma mulher.¡± ¡°Marco tamb¨¦m d¨¢ mais importancia ¨¤s mulhdo que aos amigos?¡± Andr¨¦ Luis chegou uma ta?a de vinho, unindo¨Cse ¨¤ conversa. Quando ele viu Ca, seus olhos escureceram, ¡°Por que voc¨º veio?¡± Ca: ¡°¡­¡± n?o ofendeu ele, certo? Ele sempre parece irritado quando a v¨º,o se tivesse o irritado de alguma forma. Marco Ant?nio levantou uma sobrancelha, ¡°Eu preciso da sua permiss?o para trazer algu¨¦m?¡± Andr¨¦ riu sem gra?a, ¡°Marco, eu n?o quis dizer isso.¡± 17:36 Capitulo 11 Leonardo rapidamente interveio, ¡°Finalmente voc¨º chegou, vamos beber.¡± ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º n?o pode beber hoje ¨¤ noite.¡± Marco Ant?nio tinha acabado de parar de tomar seus medicamentos, e antes do jantar, Dra. Elisa ligou v¨¢rias vezes para Ca, pedindo que mantivesse um olho nele e n?o o deixa**e beber. Ca levou isso muito a s¨¦rio. Leonardo provocou novamente, ¡°Marco, por que sua a**istente est¨¢ agindoo uma esposa contrdora?¡± Ca o encarou, ¡°Sr. Masaveu, talvez seja melhor se voc¨º ficar quieto.¡± Leonardo se fez de v¨ªtima, ¡°Marco, voc¨º viu, est¨¢ me provocando novamente.¡± Marco Ant?nio, ¡°N?o estou no clima para beber hoje ¨¤ noite, vamos fazer algo diferente.¡± Ao ouvir isso, Ca finalmente rxou. Leonardo, ¡°Dan?ar? Jogar cartas? Ou talvez algo mais emocionante?¡± Marco Ant?nio n?o estava interessado em nenhuma dessas op??es, mas dado o evento importante, ele n?o podia sair cedo demais, ent?o disse, ¡°Tanto faz.¡± Leonardo, ¡°Beleza.¡± Os quatro deixaram o sal?o barulhento e foram para a s de jogos. Leonardo parecia estar de bom humor: ¡°Quanto voc¨º deseja apostar esta noite?¡± Ca j¨¢ tinha visto ricos jogando dinheiro fora, perdendo o equivalente ao pre?o de uma casa em uma noite, e mal tinha juntado o suficiente para o pagamento inicial de uma casa, n?o podia se dar ao luxo de perder. ¡°Diretor Ant?nio, eu realmente n?o quero jogar. Voc¨ºs poderiam encontrar outra pessoa?¡± Leonardo foi r¨¢pido em responder: ¡°Marco, voc¨º n?o pode sempre ceder a , isso s¨® vai dificultar as coisas no futuro.¡± Marco Ant?nio n?o disse nada, e Ca entendeu o que ele queria dizer. teve que entrar no jogo. Andr¨¦ desviava o olhar para Ca de vez em quando. ¡°Vamos jogar Verdade ou Desafio esta noite.¡± Leonardo concordou. ¡°Eu estou dentro, mas Marco tem que concordar tamb¨¦m.¡± Marco Ant?nio deu uma olhada em Ca, que acenou vigorosamente a cabe?a. ¡°Desde que n?o tenhamos que apostar dinheiro, eu estou dentro.¡± Leonardo riu novamente a resposta d. ¡°Ent?o voc¨º s¨® estava medo de perder dinheiro. N¨®s n?o estamos interessados em ganhar o seu dinheiro.¡± Ca n?o disse nada. sabia que eles eram ricos, mas era realmente necess¨¢rio esfregar isso na cara d? Todose?aram a tirar cartas, e Ca foi a primeira a pegar uma carta de desafio. Leonardo olhou para Ca, sorrindo. ¡°Verdade ou desafio?¡± Ca respondeu: ¡°Verdade.¡± Leonardo perguntou: ¡°O que voc¨º me disse esta noite foi verdade, ou apenas uma desculpa para me rejeitar?¡± Ca respondeu prontamente: ¡°Era a verdade.¡± Andr¨¦ interrompeu: ¡°Como fui eu quem sugeriu o jogo, deveria ser a minha vez de fazer a pergunta. Srta. Ca,o voc¨º acha o vosso Diretor Ant?nio¡­¡± 17:36 Capitulo 11 Leonardo o interrompeu. ¡°Andr¨¦, eu j¨¢ fiz a minha pergunta. Se voc¨º tem algo a perguntar, espere a sua vez.¡± Na segunda rodada, foi Andr¨¦ que tirou a carta. Marco Ant?nio o observava atentamente. Ele perguntou diretamente: ¡°Verdade ou desafio?¡± Andr¨¦ respondeu: ¡°Verdade.¡± Leonardo estava prestes a fazer uma pergunta quando o olhar de Marco Ant?nio o parou. Ele ent?o olhou para Ca. ¡°Ca, por que voc¨º n?o faz a pergunta?¡± Ca n?o hesitou. ¡°Andr¨¦, n?o nos conhec¨ªamos antes. Por que voc¨º parece ter algo contra mim, uma simples a**istente?¡± Andr¨¦ n?o esperava uma pergunta t?o direta e seu rosto escureceu de constrangimento. ¡°Por que voc¨º pensaria isso?¡± Ele n?o tinha uma resposta para a pergunta de Ca, mas n?o estava realmente buscando uma. s¨® queria lembrar Andr¨¦ de que era apenas uma a**istente e n?o era uma amea?a para ele. O jogo continuou, e desta vez foi a vez de Leonardo. Leonardo n?o tinha medo. ¡°Tamb¨¦m escolho a verdade. Voc¨ºs podem perguntar o que quiserem, e eu prometo responder honestamente.¡± Marco Ant?nio e Andr¨¦ n?o estavam interessados nas verdades de Leonardo, ent?o ambos olharam para Ca. Ca estava mais do que feliz em a**umir: ¡°Sr. Masaveu, os tabl¨®ides est?o dizendo que voc¨º est¨¢ namorando uma famosa atriz. Isso ¨¦ verdade?¡± O principal motivo era que esta atriz era a deusa de Jean, ent?o Ca quis perguntar por ele. Leonardo respondeu: ¡°Eu acabei de sair da cama d esta manh?. O que voc¨º acha?¡± Ca ficou sem pvras. Esse tipo de resposta era muito direta. A equipe de r??es p¨²blicas da atriz tinha amea?ado processar quem espalhou o rumor ondem. Aparentemente, n?o se pode confiar em tudo que se ouve no mundo do entretenimento. Leonardo adicionou: ¡°Voc¨º fez essa pergunta porque, apesar de dizer que n?o est¨¢ interessada em mim, ainda gosta de mim?¡± Ca apenas riu. IN Depois disso, Leonardo foi alvo de v¨¢rias perguntas de Ca, o que a fez muito feliz. Marco Ant?nio olhou para , sem entotas de dibelled and Porque Leonardo remou: ¡°Vamos jogar de novo. Eu me estava t?o feliz. rea a acreditar que eu sou t?o azarado.¡± No final, Leonardo perdeu feio ee?ou a trapacear. ¡± me importo, Marco. Voc¨º tamb¨¦m tem que Owned by N?velDrama.Org. responder a uma pergunta minha parapensar o dano que eu sofri.¡± Sem esperar a resposta de Marco Ant?nio, Leonardo disparou: ¡°Conta pra gente,o ¨¦ que est¨¢ a situa??o a sua esposa?¡± Cap铆tulo 12 Cap¨ªtulo 12 Cap¨ªtulo 12 O casamento relampago de Marco Ant?nio era conhecido por poucos, apenas por sua fam¨ªlia e alguns poucos ¨ªntimos, incluindo Leonardo e Andr¨¦. No pa**ado, quando Leonardo perguntava pelo telefone, ele sempre respondia sorrindo: ¡°Quando eu voltar para casa, vou busc¨¢.¡± Depois de ser tra¨ªdo, Marco Ant?nio sentia n¨¢useas apenas em pensar naqu mulher e n?o queria mencion¨¢ para ningu¨¦m: ¡°O que voc¨º acha?¡± Leonardo insistiu: ¡°Marco, satisfa?a minha curiosidade, por favor.¡± ¡°Leo, voc¨º ainda n?o entende o jeito do Marco? Se ele n?o quer fr, deve ser por algum motivo.¡± Andr¨¦ parecia responder casualmente, mas cada pvra sondava a verdadeira situa??o entre o casal. Ca tamb¨¦m estava curiosa para saber o que realmente acontecia entre o presidente e a esposa, Marco Ant?nio poderia facilmente ver atrav¨¦s das segundas inten??es de Andr¨¦. Desinteressado, ele olhou para Ca e disse: ¡°Vamos.¡± Leonardo: ¡°J¨¢ vai?¡± Marco Ant?nio: ¡°Perdi a vontade.¡± Leonardo perguntou: ¡°Al¨¦m do trabalho, o que mais pode lhe interessar?¡± Marco Ant?nio n?o respondeu mais, levantou¨Cse e foi embora, Ca rapidamente o seguiu. Èý Ao chegarem ao sagu?o, foram cercados por um grupo de pessoas, todos levantando suas ta?as para brindar a ele. Ca finalmente entendeu por que ele se escondeu no quarto. Ter que lidar todas essas pessoas em um banquete alheio era realmente enfadonho. ¡°Desculpe! O Diretor Ant?nio n?o est¨¢ se sentindo bem, n?o pode beber hoje.¡± Ca se colocou na frente de Marco Ant?nio, quem ousa**e brindar a ele, interviria. Para aqueles que n?o conseguia impedir, Ca bebia no lugar de Marco Ant?nio. A posi??o de Marco Ant?nio era muito proeminente, todos queriam estabelecer algum tipo de r??o com o presidente do Grupo Ant?nio. As pessoas vinham em fs para brindar a ele,o se ele fosse o protagonista da noite. Ca estava ao seudo, cumprimentando tanta gente, ficou tonta de tanto beber e perguntou: ¡°Diretor Ant?nio, por que estamos agindoo se estiv¨¦ssemos fugindo?¡± ¡°Est¨²pida.¡± Respondeu Marco Ant?nio. bloqueou tanto vinho para ele, e ele ainda a chamou de est¨²pida. Ca se sentiu injusti?ada, mas n?o ousou mostrar: ¡°Se o Diretor Ant?nio acha que eu sou uma boba, ent?o eu sou uma boba.¡± Marco Ant?nio baixou a cabe?a para olh¨¢¡­ Para a festa daqu noite, trocou seu traje de trabalho simples e pr¨¢tico por um vestido azul celeste, e o cabelo estava preso em um coque. O vestido era simples, mas sua figura era incr¨ªvel, por isso destacava suas curvas perfeitas. E porque tinha bebido, seu rosto delicado e pesco?o longo estavam corados, parecendo inocente, mas tamb¨¦m sexy, muito diferente de sua imagem profissional de trabalho. Os homens que brindaram a ele inicialmente estavam l¨¢ por ele, mas depois muitos estavam l¨¢ por . Capitulo 12 Eles olhavam para olhos gananciosos escivos, mas n?o notava, continuava bebendo inocentemente. Ele poderia ter impedido, mas n?o o fez. Ele queria ver at¨¦ que ponto poderia ser t. Aodo dele, se voc¨º n?o se desenvolve, acabar¨¢ sendo eliminado. Ele desviou o olhar: ¡°Voc¨º acha que qualquer um merece tomar um drinkigo? Se eu n?o quiser beber, quem poder¨¢ me for?ar?¡± Ca estava um pouco b¨ºbada, e a coragem aumentada, disse: ¡°Diretor Ant?nio, por que voc¨º n?o disse isso antes? Eu bebi tanto por sua causa.¡± se culpava por n?o ser inteligente o suficiente, mas tamb¨¦m o culpava. Marco Ant?nio ergueu uma sobrancelha e retrucou: ¡°Quem ¨¦ o a**istente, voc¨º ou eu?¡± Ca n?o teve resposta. apenas pensava que ele definitivamente n?o poderia beber, ent?o se colocou ¨¤ frente dele para impedir que algu¨¦m se aproxima**e. Mas esqueceu que um simples olhar dele, essas pessoas recuavam. sorriu, escondendo seu constrangimento atr¨¢s do sorriso. Bruno j¨¢ estava esperando no carro na porta, quando os viu sair, rapidamente saiu do carro. Marco Ant?nio sentou¨Cse no banco de tr¨¢s, enquanto Ca tomou o lugar do pa**ageiro dianteiro. Marco Ant?nion?ou um olhar para o a**ento vazio ao seudo e disse: ¡°Onde voc¨º mora? Bruno pode te levar.¡± Ca soltou um arroto de vinho e acenou a m?o: ¡°Obrigado, Diretor Ant?nio, n?o precisa se iodar, algu¨¦m est¨¢ vindo me buscar. Voc¨ºs s¨® precisam me deixar na estrada principal.¡± Na ¨²ltima vez que saiu de casa tarde da noite sem avisar Jean e Maria, eles ficaram chateados com o dia todo. Por isso, quando soube que iria ao jantar Marco Ant?nio, rapidamente mandou uma mensagem para eles. Jean se ofereceu para busc¨¢ de carro ¨¤ noite. A pergunta casual de Marco Ant?nio surgiu: ¡°Seu marido?¡± Ca hesitou por um momento, ele deve ter ouvido a conversa d Leonardo. Seu marido que so tem nome n?o sabia onde estava,o poderia vir busc¨¢? Ca sorriu sem dizer nada, e Marco Ant?nio a**umiu que era verdade. Rapidamente, o carro deixou o condom¨ªnio, Bruno encontrou um bom lugar para estacionar e perguntou: ¡°Srta. Barcelo, voc¨º desce aqui?¡± Ca a**entiu, abriu a porta e acenou: ¡°At¨¦ logo, Diretor Ant?nio! At¨¦ logo, Sr. Henrique!¡± A jan do carro desceu lentamente, e Marco Ant?nio deu a ordem: ¡°Arranje para cuidar das coisas no porta¨Cms.¡± ¡°Tudo bem.¡± Ca cambaleava um pouco por causa do ¨¢lcool, mas n?o podia deixar de fazer o que o Diretor Ant?nio tinha solicitado. foi at¨¦ a traseira do carro e abriu o porta¨Cms. Ca voltou e perguntou: ¡°Diretor Ant?nio, esses n?o s?o presentes para a sua esposa? Por que voc¨º n?o os deu?¡± Marco Ant?nio acendeu um cigarro e deu uma tragada: ¡°N?o vamos precisar disso no futuro, pode jogar 17:36 Capitulo 12 fora, vender ou usar, fa?a o que quiser.¡± Ca sentiu um aperto no cora??o: ¡°Diretor Ant?nio, o que aconteceu entre voc¨º e a senhora? Voc¨º a ama tanto, n?o deve deixar um impulso arruinar tudo.¡± Quando ele mencionou a esposa antes, seus olhos eram gentis e determinados. Mas em poucas semanas, quando mencionou a esposa, seus olhos mudaram, indiferentes e desgostosos. Certamente algo aconteceu. A voz de Marco Ant?nio de repente ficou s¨¦ria: ¡°Leve essas coisas e n?o mencione na minha frente novamente.¡± Owned by N?velDrama.Org. Marco Ant?nio n?o quis fr mais sobre isso, ent?o Ca n?o ousou perguntar mais. voltou para a traseira do carro ee?ou a mover as coisas. Quando se abaixou, sentiu¨Cse tonta e enjoada. Ca tentou aguentar o desconforto. Como a**istente dele, n?o podia seportar mal na frente dele. respirou fundo e estava se preparando para mover as coisas quando Bruno se aproximou e disse: ¡°Eu fa?o isso.¡± Ele era alto e forte, e rapidamente moveu as coisas do porta¨Cms para o ch?o. Ca estava muito grata: ¡°Sr. Henrique, obrigada!¡± Bruno olhou para sem express?o, depois voltou para o seu a**ento de motorista e estava prestes a ligar o carro. Marco Ant?nio disse: ¡°Espere um pouco antes de ir, vou fumar outro cigarro.¡± Bruno n?o entendeu por que Marco Ant?nio precisava parar o carro para fumar, mas ele obedeceu. Marco Ant?nio acendeu um cigarro, mas n?o fumou. Ele apoiou o bra?o na jan do carro ee?ou a bater levemente¡­ Ca n?o podia fingir que n?o estava vendo, ent?o foi at¨¦ ele, apesar de estar se sentindo enjoada. ¡°Diretor Ant?nio, tem mais alguma coisa?¡± Marco Ant?nio olhou para : ¡°A pessoa que vai te buscar ainda n?o chegou?¡± Ca disse: ¡°O transito estava ruim por aqui hoje, ele ficou preso um pouco, mas est¨¢ quase chegando.¡± Enquanto fva, um carroum veio na dire??o oposta. Os olhos de Ca se iluminaram: ¡°Diretor Ant?nio, a pessoa que vai me buscar chegou, at¨¦ logo!¡± Depois de dizer isso, caminhou alegremente at¨¦ aquele carroum, a voz suave era especialmente ra nas ruas quietas da noite. ¡°Jean, estou aqui.¡± Marco Ant?nio levantou levemente os olhos para a cabine daquele carroum. A luz da noite era muito fraca, ele n?o conseguia vero era o homem que estava dirigindo. Ele jogou o cigarro que estava em sua m?o e ordenou a Bruno, ¡°Dirija.¡± Bruno ligou o carro e se afastou alguns metros, viu o homem que veio buscar Ca pelo retrovisor. Ele estava de costas para eles, bloqueando a vis?o de Ca, parecendo estar abra?ando¨Ca. Bruno disse: ¡°Diretor Ant¨®nio, a Srta. Barcelo e seu marido parecem ter um bom rcionamento.¡± Marco Ant¨®nio n?o respondeu os olhos fechados, mas cada pvra que Bruno disse entrou em seus ouvidos. 17.26 Cap¨ªtulo 12 Em seus ouvidos, parecia que o som suave de Ca fndo seu marido havia acabado de tocar, muito diferente do tom s¨¦rio que usava quando fva ele. ¡°Hmm¡­¡± Ele riu sarcasticamente. Bruno n?o entendia o que estava acontecendo, espiou¨Co pelo espelho retrovisor do carro, ele parecia tranquilo, sem nenhum sinal de anormalidade. Dodo de Ca, Jean acariciava as costas d suavemente, ¡°Ca, se voc¨º precisa vomitar, apenas vomite, voc¨º se sentir¨¢ melhor.¡± Ca estava t?o tonta que mal conseguia ficar de p¨¦, s¨® podia depender de Jean. ¡°Meu chefe j¨¢ foi embora?¡± ¡°Ele se foi.¡± Jean a cutucou na testa raiva, ¡°Sua bobinha, voc¨º est¨¢ se desgastando por causa de um sal¨¢rio duplo.¡± ¡°Porque o dinheiro me d¨¢ seguran?a.¡± Ca olhou para ele e sorriu, e enquanto sorria, as l¨¢grimas come?aram a fluir inexplicavelmente. AIA Cap铆tulo 13 Cap¨ªtulo 13 Cap¨ªtulo 13 ¡°Tens que cuidar da tua sa¨²de, n¨¦.¡± Desde que Ca se tornou a**istente do presidente, ningu¨¦m entendeu melhor a press?o que estava sob do que Jean e Maria. Muitas vezes, quando acordavam no meio da noite, podiam ouvir Ca fndo durante o sono, sempre sobre o trabalho. Mas n?o se permitia ter tempo livre, temia que a ociosidade leva**e a pensar demais e recordar experi¨ºncias pa**adas desagrad¨¢veis¡­ s¨® podia continuar trabalhando, continuando a ganhar dinheiro, e s¨® ao ver o saldo banc¨¢rio aumentar conseguia se tranquilizar um pouco. Ca enxugou as l¨¢grimas, ¡°Ai, n?o posso beber, sempre choro quando bebo.¡± Jean esfregou a cabe?a d, ¡°Se quiser chorar, chore. N?o tem problema nenhum.¡± Ca, ¡°Urgh¡­¡± Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Jean deu¨Clhe um tapinha nas costas, ¡°Quanto voc¨º bebeu, afinal?¡± n?o tinhaido muito ¨¤ noite e sentia uma queima??o no est?mago. Ca queria vomitar, mas n?o conseguia, ¡°N?o bebi muito, s¨® um pouco de vinho branco, vinho tinto e champanhe¡­¡± Jean estava t?o irritado que nem queria repreend¨º, ¡°Vamos, vamos pra casa.¡± ¡°Sim, vamos para casa.¡± Ca a**entiu vagamente, b¨ºbada, mas n?o se esqueceu da tarefa que o presidente lhe dera, ¡°Ajuda¨Cme a levar aqus coisas para o carro.¡± ¡°O que ¨¦ tudo isso?¡± Jean a ajudou a se sentar no banco do pa**ageiro, cuidadosamente prendeu o cinto de seguran?a d e saiu para mover as coisas. ¡°S?o presentes que o meu chefe n?o conseguiu dar. Pediu¨Cme para tratar disso. nejo vend¨º¨Clos todos e dar¨Clhe o dinheiro.¡± Coisas que valiam milh?es, n?o podiam ser jogadas fora, Ca n?o usaria coisas que n?o eram d, vender e devolver o dinheiro a Marco Ant?nio era a melhor solu??o. Depois de mover as coisas e sentar¨Cse ao vnte, Jean quis xingar, ¡°Voc¨º bebeu at¨¦ ficar a**im e ele te deixou pra l¨¢, ainda quer que voc¨º fa?a coisas pra ele, o que ele estava pensando?¡± Ca estava b¨ºbada, mas n?o se esqueceu de mencionar o dinheiro, ¡°O trabalho ¨¦ um pouco demais, mas o sal¨¢rio ¨¦ muito bom. Se eu fizer bem, ganhar um milh?o por ano n?o ser¨¢ problema.¡± Jean n?o queria lidar , sempre pensando em dinheiro, tirou o celr e enviou uma mensagem para Maria, ¡°Maria, a Carlita bebeu demais, fa?a uma sopa para curar a ressaca, a**im pode beber quando chegar em casa.¡± Maria respondeu rapidamente, ¡°Certo. Cuide d.¡± Jean dirigia, dando uma olhada em Ca de vez em quando, olhava para frente, um olhar vazio que partia o cora??o, ¡°Carlita, no que voc¨º est¨¢ pensando?¡± ¡°Estou pensando nos meus pais. Se minha m?e n?o tivesse me deixado depois que nasci, meu pai n?o teria que trabalhar ¨¤ noite para me proporcionar uma vida melhor, e ent?o ele n?o teria sofrido o acidente. Talvez minha vida teria sido diferente.¡± Ca estava pensando nisso, mas nunca gostou de mostrar seudo fr¨¢gil, mesmo para seus melhores amigos. Ca continuou, ¡°Quando tivermos mais dinheiro, podemos fazer uma viagem de carro juntos. Ouvi dizer que o c¨¦u estrdo no campo ¨¦ lindo.¡± Quando mencionou dinheiro novamente, Jean pensou em uma boa not¨ªcia, ¡°Carlita, sua s¨¦rie de quadrinhos romanticos est¨¢ indo muito bem, v¨¢rias produtoras queremprar os direitos de transmiss?o.¡± Os olhos de Ca se iluminaram imediatamente, ¡°Quais produtoras?¡± Jean mencionou o nome de uma ds. ¡°S¨¦rio? De verdade?¡± Ca perguntou v¨¢rias vezes, empolgada, Essa produtora tinha um hist¨®rico de produzir filmes e s¨¦ries de TV altas audi¨ºncias e cr¨ªticas positivas, sendo uma das melhores do setor. Jean continuou, ¡°Eles querem marcar uma reuni?o conosco, sabemos que voc¨º est¨¢ ocupada e s¨® tem os fins de semana livres, mas eles est?o dispostos a se encontrar conosco no fim de semana. Eles est?o realmente interessados.¡± ¡°¨®timo. Quando ¨¦ a reuni?o?¡± ¡°Este fim de semana. Se voc¨º concordar, eu posso pedir para a Maria reservar os bilhetes de avi?o, podemos voar logo ap¨®s o trabalho na sexta¨Cfeira.¡± Ca pensou na agenda de Marco Ant?nio para os pr¨®ximos dois dias, estaria livre no fim de semana, ent?o concordou, ¡°T¨¢ bom.¡± Ao entrar na empresa, sentiu que todos olhavam para de forma estranha. cumprimentou seus colegas calorosamente, mas eles evitavam¨Cnao se fosse uma peste, e alguns at¨¦ fvam sobre ps costas. Os colegas familiares do escrit¨®rio do presidente tamb¨¦m eram a**im, um grupo de pessoas se reunia e sussurrava entre si, e quando aparecia, todos ficavam quietos de repente. Justo quando Ca se sentia confusa, recebeu uma mensagem no WhatsApp de Ynda, ¡°Ca, voc¨º precisa ver o grupo de chat da empresa.¡± ¡°Certo.¡± Ca pegou seu celr para responder a mensagem, sem notar David que se aproximava, nem seus movimentos estranhos e olhar malicioso. Quando sentiu o perigo, instintivamente desviou a cabe?a, e a ¨¢gua fervente no copo de David n?o atingiu seu rosto, mas seu ouvido e pesco?o foram atingidos. O local queimado ficou vermelho instantaneamente, e Ca tremeu de dor, ¡°Ai¡­¡± ¡°Ca, me desculpe! Eu n?o percebi, te queimei?¡± Ele pediu desculpas em voz alta, mas suas m?os estavam inquietas, tentando puxar a g da camisa de Ca que estava molhada. Ca afastou sua m?o e repreendeu, ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± ¡°Eu quero te destruir!¡± Ele se aproximou de Ca, um sorriso sinistro e malicioso no rosto, ¡°Ca, j¨¢ te avisei para n?opetirigo pelo cargo de a**istente do presidente, mas voc¨º n?o ouviu, ent?o s¨® posso fazer voc¨º sair daqui da forma mais humilhante poss¨ªvel.¡± ¡°S¨® voc¨º? Voc¨º n?o ¨¦ capaz!¡± Ca n?o discutiu mais ele, voltou para o escrit¨®rio e ligou o computador, n?o precisou procurar o post que Ynda mencionou, ao abrir a intr da empresa, uma mensagem apareceu imediatamente. [Os segredos sujos de Ca¡¿ clicou para ver, o post n?o tinha descri??o, apenas v¨¢rias fotos. As tr¨ºs primeiras eram d e Leonardo conversando na Casa Ancestral do Masaveu na noite anterior. 17-37 Capitulo Devido ao angulo da foto, o espa?o entre e Leonardo, que poderia caber pelo menos duas pessoas, parecia que eles estavam muito pr¨®ximos na foto, quase cdos um no outro. A quarta foto mostra caindo nos bra?os de Jean, que estava a cabe?a baixa, parecendo estar beijando¨Ca. Na quinta foto, Jean carinhosamente acaricia sua cabe?a. Na sexta foto, Jean est¨¢ dodo de fora do a**ento do pa**ageiro, e est¨¢ sentada dentro. ¨¤ primeira vista, parece que os dois est?o se beijando, mas na verdade, Jean estava apenas ajudando¨C a a colocar o cinto de seguran?a. A s¨¦tima foto tem um supermercadoo no de fundo. est¨¢ escolhendo molho de soja, e um desconhecido empurrando um carrinho depras aodo d ¨¦ confundido um de seus muitos amigos homens. Nesses conjuntos de fotos, nenhum dos homens tem uma foto de rostopleto, mas seu rosto foi capturado muito ramente, at¨¦ mesmo a pinta vermelha em sua orelha pode ser vista. Comparado a essas fotos, o que deixou Ca ainda mais a**ustada foram osent¨¢rios posteriores. Aqus pessoas que n?o conheciam a verdadeira hist¨®ria, pensavam que sabiam tudo, e a atacavam com pvras cru¨¦is. Cap铆tulo 14 Cap¨ªtulo 14 Cap¨ªtulo 14 ¡¾Ca parece t?o inocente, mas quem diria que sua vida privada ¨¦ t?o bagun?ada.¡¿ [Quem sabe quantos j¨¢ se deitou, o que ser¨¢ que n?o fez para conseguir essa transfer¨ºncia para a sede?]) [A a**istente do CEO deveria ser representante da imagem da nossa empresa, n?o podemos manter algu¨¦m a**im.] Essa cena era id¨ºntica ¨¤qu de alguns anos atr¨¢s. Estas pessoas queriam destruir uma jovem esfor?ada e um tanto bonita, e o m¨¦todo era simples. Bastava inventar que a vida privada da garota era desregrada e humilh¨¢, e todos se uniriam para conden¨¢. Vagamente, Ca parecia ver novamente um grupo de pessoas bloqueando¨Ca`em casa. Algu¨¦m puxava seus cabelos, puxando e batendo. Algu¨¦m apontava para o nariz d, xingando sem parar. ¡°Olha o que voc¨º est¨¢ fazendo nessa idade!¡± ¡°Manda embora, para bem longe, e nunca mais volte.¡± tentava explicar, mas ningu¨¦m acreditava n, eles s¨® preferiam acreditar no que haviam decidido. ¡°Ca, ¨¦ verdade o que est?o dizendo?¡± A voz de Mario puxou Ca de volta das mem¨®rias dolorosas. Ele s¨® tinha trabalhado Ca por pouco mais de um m¨ºs, ainda n?o a conhecia muito bem e estava mantendo uma atitude neutra em r??o ao que estava acontecendo. Mario n?o julgou Cao as outras pessoas fizeram depois de ver as not¨ªcias, ele veio perguntar a , e Ca j¨¢ estava muito grata por isso. Ca for?ou um sorriso, ¡°O Diretor Ant?nio j¨¢ chegou?¡± Mario, ¡°Acabou de chegar.¡± Ca pegou seuptop as m?os gdas e foi para o escrit¨®rio de Marco Ant?nio. Ele estava de p¨¦ perto da jan, fumando, de costas para a porta do escrit¨®rio. Ca n?o conseguia ver sua express?o, apenas sua figura alta e ereta. colocou optop gentilmente na mesa dele, ¡°Diretor Ant?nio, est?o espalhando boatos sobre minha vida privada, eu preciso de dois minutos do seu tempo para explicar.¡± Sem se virar, Marco Ant?nio disse, ¡°N?o estou interessado em sua vida privada, mas se houver alguma chance de sua situa??o afetar a imagem da empresa, sinto muito, a empresa n?o pode mant¨º.¡± As pvras dele fizeram Ca se sentiro se tivesse ca¨ªdo em um buraco de gelo, ¡°Diretor Ant?nio, por favor, ou?a minha explica??o antes¡­¡± Antes que pudesse terminar, Marco Ant?nio a interrompeu friamente, ¡°Voc¨º diz que s?o boatos, ent?o apresente provas. Dou¨Clhe duas horas para resolver a situa??o, caso contr¨¢rio,o posso confiar em suas habilidades?¡± Marco Ant?nio estava certo, se n?o conseguisse lidar seus pr¨®prios problemas pessoais, como poderia a**umir o cargo de a**istente do CEO? Esa disso que Ca precisava, ¡°Obrigado, Diretor 17.37 Capitulo 14 veio at¨¦ ele o objetivo de tomar a iniciativa, de se antecipar, de n?o deixar que ele acredita**e nos rumores primeiro. Caso contr¨¢rio, n?o s¨® perderia o emprego,o tamb¨¦m ficaria manchada. Naqu ¨¦poca, era jovem e n?o tinhao contra¨Catacar diante das cal¨²nias e humilha??es dos outros. Agora, n?o podia mais ser a garota que permitia que as pessoas a maltrata**em. Depois de sair do escrit¨®rio do CEO, Ca foi imediatamente ao departamento de seguran?a da informa??o da empresa e pediu que a equipe encontra**e o autor do post o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Gra?as a uma liga??o de Mario, eles estavam dispostos a cborar . Em poucos minutos, a equipe de seguran?a da informa??o encontrou o nome do autor do post. N?o era David,o Ca havia suspeitado, mas estava convencida de que David estava envolvido. Depois de pegar a lista, Ca imediatamente chamou a pol¨ªcia¡­ A pol¨ªcia tamb¨¦m foi muito r¨¢pida, e em menos de meia hora encontraram o local onde o autor do post morava. O autor rapidamente confessou que David era o mandante, e a pol¨ªcia encontrou muitas fotos de Ca sendo seguida e espiada noputador de David. Quando a pol¨ªcia chegou para prender David, Ca olhou para o rel¨®gio, exatamente duas horas haviam se pa**ado e finalmente p?de respirar aliviada. Ent?o, caminhou at¨¦ David e, na frente da pol¨ªcia, deu¨Clhe dois tapas na cara. Depois de bater nele, sob o olhar surpreso de todos, Ca esfregou a m?o e sorriu, ¡°Como um homem, voc¨º s¨® sabeo intimidar uma mulher, al¨¦m de espalhar boatos, voc¨º n?o sabeo se defender?¡± ¡°Ca, nossa hist¨®ria ainda n?o acabou.¡± David rosnou de raiva, mas sem for?as para resistir, foi levado p pol¨ªcia. 1 Ca, diante de todos, ligou para o chefe do departamento de pessoal. ¡°Informe a todos na empresa, se algu¨¦m tentar difamar ou espalhar rumores sobre os outros, Grupo Ant?nio nunca mais os contratar¨¢.¡± Terminando de fr, desligou o telefone, sem se preocupar se a pessoa do outrodo tinha entendido ou n?o. ent?o olhou para os mais de vinte funcion¨¢rios no escrit¨®rio do presidente. ¡°Voc¨ºs todos viram o que aconteceu hoje. Eu posso fazer que David, que difamou e espalhou rumores sobre mim, seja expulso do Grupo Ant?nio. E posso fazer isso qualquer outra pessoa queeta um erro, porque atr¨¢s de mim est¨¢ o Diretor Ant?nio.¡± ¡°Diretor Antonio!¡± ¡°Diretor Ant?nio!¡± Todos olharam para tr¨¢s d, os murm¨²rios do nome do Diretor Ant?nio ecoavam. Ca olhou para tr¨¢s e viu Marco Ant?nio, confirmando suas pvras: [Atr¨¢s de mim est¨¢ o Diretor Ant?nio]. ficou ligeiramente tensa, mas se esfor?ou para parecer natural. ¡°Diretor Ant?nio!¡± Marco Ant?nio pa**ou o olhar por , n?o disse nada e se afastou. Mario, que estava atr¨¢s dele, disse, ¡°Ca, venha.¡± Ca rapidamente se juntou a eles e ouviu Mario dizer, ¡°Est¨¢ na hora do almo?o, vamos ao restaurante.¡± Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. 17:37 Capitulo 14 Marco Ant?nio era muito exigente aida, normalmente era preparada por um cozinheiro especial, e todos os vegetais, frutas e carnes que eleia vinham de sua pr¨®pria fazenda, ele raramenteia fora. Ca tinha trabalhado aodo dele por um m¨ºs, e esta era a primeira vez que o viaer no refeit¨®rio da empresa. Ainda n?o era hora do almo?o, ent?o n?o havia outros funcion¨¢rios no refeit¨®rio. Ca pretendia escolher um lugar perto da jan, mas Marco Ant?nio se sentou primeiro no lugar mais vis¨ªvel no centro, ent?o teve que desistir de sua escolha e se sentar ele. Apesar de ser apenas o refeit¨®rio da empresa, as inst??es e aida eram muito melhores do que muitos restaurantes de alto n¨ªvel. Quase tudo que voc¨º queriaer podia ser encontrado aqui. Confrontada tantas escolhas, Ca n?o sabia o queer. Nesse momento, o cozinheiro de Marco Ant?nio trouxe aida, e a mesa estava cheia de pratos deliciosos. Mario estava ¨¢gua na boca e n?o p?de deixar de dizer: ¡°Estamos sorte hoje.¡± Ca disse distraidamente: ¡°Vouvar o rosto.¡± foi ao banheiro,vou o rosto ¨¢gua fria e ent?o praticou seu sorriso no espelho at¨¦ que apareceu um sorriso perfeito, ent?o saiu. Quando saiu do banheiro, encontrou Mario e disse: ¡°Mario, obrigada!¡± Mario perguntou confuso: ¡°Por que voc¨º est¨¢ me agradecendo?¡± Ca respondeu: ¡°Se n?o fosse p sua liga??o, o pessoal do departamento de seguran?a da informa??o pode n?o ter me ouvido.¡± Ca tinha acabado de ser promovida a a**istente especial e ainda estava em per¨ªodo de experi¨ºncia. Ap¨®s o escandalo, muitas pessoas achavam que Marco Ant?nio, sendo um perfionista, a demitiria. Assim, ningu¨¦m a ouviria por causa de seu cargo de a**istente especial. Mario explicou: ¡°Foi o Diretor Ant?nio quem me pediu para fazer aqu liga??o, se voc¨º quiser agradecer, agrade?a a ele.¡± Dizendo isso, Mario se sentiu envergonhado, porque na ¨¦poca ele tamb¨¦m acreditava no post e, portanto, n?o pensou em ajudar Ca. Cap铆tulo 15 Cap¨ªtulo 15 Cap¨ªtulo 15 As pvras de Mario ecoavam na mente de Ca¡­ pensava que Marco Ant?nio,o os outros, duvidava de sua vida pessoal, por isso, quando foi at¨¦ ele, foi t?o impiedoso. pensava que ele lhe dava a oportunidade de procurar evid¨ºncias para esrecer os fatos, apenas por pena do l¨ªder. n?o ousava imaginar que Marco Ant?nio acreditava em sua inoc¨ºncia desde o in¨ªcio, ele a deixou procurar as evid¨ºncias, na verdade, ele quer¨ªa que usa**e as evid¨ºncias para contra¨Catacar os rumores¡­ Quando aquilo aconteceu, apenas sua av¨® e Jean, Maria acreditaram n incondicionalmente. Marco Ant?nio, o l¨ªder do grupo de elite, uma figura temida, trabalhou aodo dele por um m¨ºs e tr¨ºs dias, mas ele poderia confiar n incondicionalmente,o as pessoas mais pr¨®ximas a . Por isso, Ca decidiu que, mesmo sem um sal¨¢rio alto, seria leal a Marco Ant?nio e se tornaria sua subordinada mais confi¨¢vel. De volta ¨¤ mesa, Marco Ant?nio estava tomando sopa, Ca o olhava discretamente¡­ Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Se o charme ¨¦ uma forma de arte, ent?o ningu¨¦m poderia superar seu Diretor Ant?nio, mesmo tomando sopa, ele parecia t?o elegante e nobre,o uma b pintura mundialmente famosa. Marco Ant?nio sentiu seu olhar, ¡°O que est¨¢ olhando?¡± Ca mostrou um sorriso lisonjeiro e elogiou¨Co sinceramente, ¡°Eu s¨® acho que Diretor Ant?nio ¨¦ o melhor chefe do mundo.¡± Mario deu um leve toque n, lembrando¨Ca que Diretor Ant?nio valoriza a capacidade dos subordinados, n?o aceita baj??o. Marco Ant?nio n?o reagiu ¨¤s suas pvras, disse friamente, ¡°Na mesa, fale menos.¡± Ca acenou a cabe?a, ¡°Ok.¡± Ap¨®s um tempo, os funcion¨¢rios chegaram ao refeit¨®rio, todos estavam rindo e conversando, mas ao ver a figura proeminente no centro, todos ficaram s¨¦rios, mais do que durante o trabalho. No entanto, todos aindan?avam olhares para a mesa deles. Ca teve um palpite ousado¡­ O AE NO 2 0 0 ZE W Marco Ant?nio, que nunca vinha ao refeit¨®rio, de repente apareceu, ser¨¢ que estava mostrando a todos suas a??es que Ca ainda era sua a**istente especial e que essa tempestade n?o mudaria nada. Ca perguntou baixinho sobre seu palpite, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º veio ao refeit¨®rio para me ajudar?¡± Marco Ant?nio limpou a boca elegantemente, depois respondeu friamente, ¡°N?o ¨¦ para te ajudar, ¨¦ que a maneirao voc¨º lidou as coisas hoje e a efici¨ºncia, mostraram seu valor para mim.¡± Embora sua resposta fosse fria, era a maior afirma??o da capacidade de Ca. Ca respondeu sinceramente, ¡°Diretor Ant?nio, eu realmente agrade?o!¡± Marco Ant?nio olhou para impacientemente, viu acidentalmente sua orelha queimada e o pesco?o, por alguma raz?o, sentiu¨Cse um pouco irritado, ¡°Dra. Elisa vir¨¢ daqui a pouco, voc¨º mesma pergunte a por algum rem¨¦dio.¡± 17:38 Ele pegou seu celr pessoal raiva e enviou uma mensagem para Ca, ¡°Sou Lucas Bento, o homem quem voc¨º se casou h¨¢ um ano. Precisamos nos encontrar agora. Temos que fr sobre o div¨®rcio!¡± No segundo seguinte, dentro do silencioso escrit¨®rio, o celr de Ca no bolso de repente tocou. ¡°Voc¨º recebeu uma nova mensagem.¡± O olhar de Marco Ant?nio foi imediatamente direcionado a . Cap铆tulo 16 Cap¨ªtulo 16 Cap¨ªtulo 16 Ca soltou um baixo ¡°Porr¡­!¡± Geralmente n?o levava o celr pessoal para o trabalho e s¨® o havia colocado no bolso porque o expediente estava quase acabando. Por que ele tinha que tocar justo agora? Ca estava t?o nervosa que mal conseguia respirar, discretamente pegou o telefone e desligou o som. N?velDrama.Org: text ? owner. No entanto, ao dar uma r¨¢pida olhada, viu que a pessoa que tinha enviado a mensagem era seu marido, que havia desaparecido depois de se casarem! Mas Ca n?o ousou olhar aten??o, desligou a t do telefone e ficou quietinha dodo. Felizmente, Marco Ant?nio n?o a iodou, ¡°Voc¨ºs podem ir embora agora.¡± Ca e Mario responderam um ¡°sim¡± e deixaram o escrit¨®rio do diretor o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Por causa do atraso Marco Ant?nio, Ca n?o teve tempo para se preocupar o telefone pessoal e correu direto para o aeroporto de t¨¢xi. Jean e Maria, as ms d, foram primeiro ao aeroporto para despachar a bagagem. Quando chegou, todos pa**aram apressadamente p seguran?a e, quando chegaram ao port?o de embarque, faltavam apenas alguns minutos para o voo. Jean remou, ¡°Quantos dias voc¨º n?o teve que trabalhar horas extras nesses ¨²ltimos meses? Seu chefe ¨¦ um viciado em trabalho, n?o ¨¦?¡± Depois do ocorrido, Ca se tornou a subordinada mais leal de Marco Ant?nio, n?o permitia que ningu¨¦m f**e mal do seu chefe, ¡°N?o fale mal do meu chefe, ele ¨¦ o melhor chefe do mundo.¡± ¡°Hmmm¡­¡± Maria murmurou algumas vezes, ¡°Carlita, voc¨º est¨¢ defendendo o seu Diretor Ant?nio de repente, tem alguma coisa acontecendo entre voc¨ºs dois?¡± Ao ouvir isso, Jean e Maria se aproximaram de Ca, cheirando¨Cao c?ezinhos. Ca se encolheu para evitar, ¡°Maria, Jean, o que voc¨ºs est?o fazendo?¡± Maria, ¡°N¨®s estamos cheirando para ver se voc¨º tem o cheiro de um homem.¡± Jean, ¡°N?o tem cheiro de homem, tem cheiro de rem¨¦dio.¡± S¨® ent?o eles perceberam que Ca tinha se queimado. q q q r b W r My G Y x Y Y 9 2 2 7 8 197 U V Y Z Y rx y z N 97 % 6. 2 9 9 4 7 5 4 q WZ W z W Z Z W 7 By W W W W Y Z 0 7 472 Maria imediatamente mudou sua express?o e perguntou seriamente, ¡°O que aconteceu essa queimadura? Algu¨¦m te machucou?¡± Jean estava furioso, ¡°Quem ¨¦ o desgra?ado que te machucou? Vou mat¨¢¨Clo!¡± Ca foi novamente tocada por eles, sorriu, ¡°N?o precisa, j¨¢ o mandei para a delegacia.¡± De qualquer forma, eles iriam perguntar at¨¦ o fim, ent?o Ca falou sobre o que havia acontecido naquele dia. Depois de ouvir, eles tamb¨¦me?aram a ter uma boa impress?o do chefe de Ca. Eles n?o disseram pvras de conforto, cada um segurou uma de suas m?os, apoiando¨Ca ¨¤ sua maneira. ¡°Querida, voc¨º tem uma nova mensagem¡°¡­, O celr de Ca tocou novamente, ent?o o pegou. Havia v¨¢rias chamadas perdidas de n¨²meros desconhecidos. 17:38 Capitulo 16 E duas mensagens n?o lidas. A primeira foi enviada h¨¢ mais de meia hora, ¡°Eu sou Lucas Bento, o homem quem voc¨º se casou h¨¢ um ano, precisamos nos encontrar agora, temos que fr sobre o div¨®rcio!¡± C Cap铆tulo 17 Cap¨ªtulo 17 Cap¨ªtulo 17 A segunda mensagem chegou rec¨ºm, ¡°Onde voc¨º est¨¢? Por que n?o est¨¢ me respondendo?¡± Jean e Maria estavam aodo de Ca quando viram a mensagem daquele homem. s seguraram em Ca, nervosas, ¡°Ca.¡± Queriam confort¨¢, mas n?o sabiam o que dizer. O marido que desapareceu ap¨®s o casamento reapareceu um ano depois, mas para pedir o div¨®rcio. E justo quando Ca estava sendo caluniada. Era dificil acreditar que o marido d n?o estava pedindo o div¨®rcio por causa dos rumores sobre Ca. s lembraram ramente quando Ca enfrentou dificuldades, o jovem que prometeu proteg¨º por toda a vida, a maneira resoluta e fria que ele prop¨®s o t¨¦rmino para Ca. Aquilo teve um grande impacto, Ca considerou usar a lei para se proteger, mas eles eram muitos e poderosos, alguns at¨¦ ligaram para a esc, quase fazendo que Ca fosse expulsa. Para continuar estudando, Ca teve que ceder a eles e teve que deixar Norte de Be um semnte de derrota. J¨¢ faz alguns anos e ainda n?o conseguiu voltar para casa. s panharam Ca de volta a Salvador para resolver os problemas da esc. Naqu noite, estava chovendo muito, o homem disse que iria busc¨¢s no aeroporto. Quando souberam disso, ficaram felizes por Ca, apesar de todos a terem mal interpretado, pelo menos uma pessoa escolheu confiar n. Ao sair do aeroporto, viram o homem, vestido roupas de grife, dois seguran?as aodo. Pensaram que ele estava vindo para confortar Ca, mas ele disse: ¡°Ca, eu sei o que voc¨º fez em casa. Nossa fam¨ªlia n?o pode perder a face. Ent?o, vamos terminar. Se nos encontrarmos no futuro, por favor finja que n?o me conhece.¡± de dizer isso, ele nem esperou Ca responder, simplesmente se virou e saiu. Jean correu para cima dele, furiosa, querendo confront¨¢¨Clo por Ca, mas foi espancada pelos seguran?as. Naqu hora, Ca n?o teve nenhuma rea??o exagerada, at¨¦ mesmo sorriu e disse ¡°ok¡± para a figura dele que se afastava, Mas Maria e Jean sabiam que, quando Ca voltou ao dormit¨®rio, pa**ou o dia inteiro na cama, sem comer ou beber, sozinha e fr¨¢gil. Por um longo tempo depois disso, Ca n?o conseguia dormir, sempre acordada por pesadelos. O homem ent?o foi estudar no exterior e nunca mais deu not¨ªcias, as tr¨ºs nunca mais fram dele, como se ele nunca tivesse existido. Mas s sabiam que Ca concordou em se casar um estranho para tranquilizar a av¨®, n?o apenas para isso, mas tamb¨¦m por causa do homem que a fez perder a f¨¦ no amor. Owned by N?velDrama.Org. Desta vez, ser¨¢ que a hist¨®ria vai se repetir? s olharam para Ca preocupa??o, mas apenas sorriu serenamente, seus dedos digitando rapidamente no tedo do celr, digitando uma mensagem, ¡°Hoje eu tenhopromisso, nos vemos segunda¨Cfeira ¨¤s oito da noite, voc¨º escolhe o lugar.¡± Maria sentiu que era injusto para , ¡°Homens, n?o d¨¢ pra contar eles.¡± 17:38 Capitulo 17 Jean, ¡°N?o s?o todos os homens que s?o inconfi¨¢veis, s¨® aqueles que s?o irrespons¨¢veis.¡± Ca, ¡°Vamos parar de fr sobre homens, est¨¢ estragando o meu humor. Vamos para Cidade de Mar para uma boa refei??o, amanh? temos uma reuni?o a pessoa respons¨¢vel dapanhia de cinema, espero que possamos negociar um bom pre?o.¡± Quem se importa o marido de nome, ganhar dinheiro ¨¦ mais importante! A atitude dapanhia de cinema foi muito sincera, o pre?o oferecido foi alto, at¨¦ mesmo superando as expectativas ds. 17:38 Cap铆tulo 18 Cap¨ªtulo 18 Cap¨ªtulo 18 No que diz respeito ao pre?o, as partes j¨¢ haviam chegado a um acordo e os outros detalhes n?o eram dificeis de serem negociados. Rapidamente, a**inaram o contrato e ficaram esperando o pagamento. Assim que o dinheiro chega**e, n?o haveria problema algum para os tr¨ºsprarem uma casa em Salvador. N?velDrama.Org: text ? owner. Maria e Jean ainda n?o tinham certeza se Ca estava bem ou n?o, pois desde ent?o, havia aprendido a esconder seus sentimentos. ¡°O que voc¨ºs dois est?o fazendo? N?o se preocupemigo, eu estou bem.¡± Ca deu um soco em cada um deles. ¡°Assim que o dinheiro dos direitos autorais chegar, vamos ver a casa. Vamosprar uma casa em um condom¨ªnio e continuar morando juntos.¡± Jean e Maria pensavam o mesmo. ¡°Sim, vamos trabalhar duro paraprar uma casa e ter nosso pr¨®prior em Salvador.¡± ¡°Vamos dormir ent?o.¡± Ca bocejou. ¡°Est¨¢ tarde e tenho que ir cedo para o escrit¨®rio amanh?.¡± Jean e Maria disseram ¡°boa noite¡°. pegou o telefone e meio sonolenta, n?o esqueceu de cumprimentar. ¡°Oi, boa noite!¡± Uma voz masculina desconhecida veio do telefone. ¡°Srta. Barcelo, sou o advogado de Lucas Bento.¡± Seu marido, que havia ¡°desaparecido¡± por mais de um ano, havia entrado em contato para se divorciar alguns dias atr¨¢s, e agora um advogado estava ligando. Ser¨¢ que algo aconteceu ele? Ser¨¢ que ele estava cheio de d¨ªvidas e, sem dinheiro para pagar, as autoridades chegaram at¨¦ , sabendo que tinha dinheiro, e queriam que paga**e as d¨ªvidas dele? Ca, a**ustada, apertou o telefone contra si, medo de que algu¨¦m pudesse roubar o dinheiro do seu telefone. ¡°N?o tenho dinheiro, n?o me procure.¡± O advogado Pedro fez uma pausa. ¡°N?o quero o seu dinheiro, s¨® quero lembr¨¢ que seu casamento com Lucas Bento j¨¢ n?o existe de fato. Continuar a**im n?o ser¨¢ bom para nenhum de voc¨ºs. Venha ao Cozinha Luciana ¨¤s oito da noite, vamos conversar.¡± Desde que n?o tivesse que pagar as d¨ªvidas do seu marido nominal, tudo estava bem. Ca concordou. ¡°Tudo bem, ¨¤s oito da noite.¡± O advogado Pedro encerrou a liga??o e ligou imediatamente para Marco Ant?nio. ¡°Diretor Ant?nio, j¨¢ falei sua esposa e marcamos uma reuni?o para as oito da noite. Voc¨º vai?¡± ¡°Para que preciso de voc¨ºo advogado?¡± Marco Ant?nio n?o queria nem olhar para a mulher que o traiu. Ele desligou o telefone, olhou para o rel¨®gio e enviou uma mensagem para Ca e Mario. ¡°Voc¨ºs dois n?o precisam ir ao escrit¨®rio, v?o direto para o aeroporto.¡± O projeto de desenvolvimento do local tur¨ªstico tamb¨¦m era um projeto chave para o governo. Portanto, seu investimento era mais para ganhar reputa??o do que para ganhar dinheiro. Muitas empresas, especialmente as grandes, est?o dando mais aten??o a isso. Ap¨®s um voo de tr¨ºs horas, eles chegaram a uma grande cidade no Oeste, depois pegaram outro voo de uma hora e chegaram a um pequeno aeroporto. Era outubro, a paisagem era linda, mas estava frio. 17:38 Capitulo 18 Al¨¦m disso, depois de tanto tempo de voo, Ca logo sentiu tonturas depois de desembarcar. Marco Ant?nio olhou para e perguntou: ¡°Voc¨º n?o est¨¢ acostumada o clima daqui?¡± 17:38 Cap铆tulo 19 Cap¨ªtulo 19 Cap¨ªtulo 19 Ca sentiu uma dor de cabe?a intensa, ao ouvir a pergunta de Marco Ant?nio, imediatamente se concentrou, ¡°Diretor Ant¨®nio, pode ficar tranquilo, meu trabalho n?o ser¨¢ prejudicado.¡± Marco Ant¨®nio n?o lhe deu mais aten??o e subiu na van que estava indo para a ¨¢rea tur¨ªstica. O motorista e Eloisa vieram busc¨¢¨Clos, os tr¨ºs, havia cinco pessoas no carro. Eloisa sentou¨Cse aodo de Marco Ant?nio, durante todo o caminho estava apresentando a ele as informa??es sobre a ¨¢rea tur¨ªstica, enquanto Car¨ªa e Mario estavam no banco de tr¨¢s, registrando a conversa em seus notebooks. Durante a viagem de mais de uma hora, Elo¨ªsa continuou explicando, e Ca e Mario continuaram anotando, quando chegaram ¨¤ ¨¢rea tur¨ªstica, j¨¢ era noite. A empresa havia providenciado um jantar, mas Ca n?o estava se sentindo bem, n?o tinha apetite, ent?o decidiu fazer o check¨Cin primeiro. O hotel da pr¨®pria Grupo Ant¨®nio, todas as facilidades. Em um lugar t?o remoto, ter um hotel desse porte era algo raro. Depois de tomar banho e vestir o pijama, deitou¨Cse para dormir, mas foi acordada pelo som do telefone. Era o advogado Pedro, que n?o soava muito amig¨¢vel, ¡°Srta. Barcelo, j¨¢ pa**a das oito, por que ainda n?o chegou?¡± Ca ent?o lembrou que tinhabinado de encontrar o advogado naqu noite, mas estava longe de Salvador, n?o poder¨ªa voltar imediatamente, ¡°Desculpe, tenho estado ocupada ultimamente, n?o tenho tempo para encontr¨¢¨Clo agora.¡± O advogado Pedro perguntou: ¡°Quando voc¨º ter¨¢ tempo para me encontrar? Por favor, d¨º¨Cme uma hora definitiva.¡± O trabalho desta vez foi organizado em cima da hora, quanto tempo ficaria dependia da decis?o de Marco Ant¨®nio. Ca realmente n?o sabia quando poderia voltar, ¡°Advogado Pedro, entrarei em contato quando tiver tempo.¡± Se ele n?o conseguisse a a**inatura d no acordo de div¨®rcio desta vez, o advogado Pedro temia que Marco Ant¨®nio fica**e irritado, e ele poder¨ªa perder o emprego. Ele perguntou raiva, ¡°Voc¨º n?o tem tempo, ou n?o quer se divorciar?¡± Ca estava dor de cabe?a e n?o tinha animo para discutir ele, desligou o telefone, desligou o aparelho e se preparou para descansar, esperando que acorda**e p manh? j¨¢ adaptada ao clima local. Quando estava prestes a fechar os olhos, a campainha tocou novamente. Ca pensou: ¡°Essas pessoas v?o me deixar descansar?¡± se levantou impacientemente para abrir a porta, ao abrir, Elo¨ªsa estava parada, um sorriso no rosto, ¡°Ca, notei que voc¨º n?o est¨¢ se sentindo bem, trouxe alguns rem¨¦dios para voc¨º.¡± Ca agradeceu e aceitou os rem¨¦dios, ¡°Obrigada, Elo¨ªsa.¡± Elo¨ªsa a olhava, sem inten??o de sair, ¡°Posso entrar e conversar voc¨º?¡± Ca n?o quer¨ªa que entra**e, mas a deixou entrar mesmo a**im, ¡°Elo¨ªsa, o que voc¨º quer fr 17:38 Elo¨ªsa olhou para Ca, ¡°Voc¨º sabe que o Diretor Ant?nio ¨¦ casado, certo?¡± Ca a**entiu, ¡°Eu sei.¡± Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Elo¨ªsa continuou, ¡°Sabendo disso, voc¨º precisa ter mais cuidado suas a??es, para evitar mal¨C entendidos entre ele e sua esposa.¡± Ca franziu a testa, ramente irritada, ¡°Elo¨ªsa, h¨¢ algo impr¨®prio no meuportamento?¡± 17:38 Cap铆tulo 20 Cap¨ªtulo 20 Cap¨ªtulo 20 Elo¨ªsa ponderou antes de responder, ¡°Bem, n?o.¡± Ca rebateu sem rodeios, ¡°N?o? Ent?o o que voc¨º quer dizer tudo isso?¡± Elo¨ªsa n?o esperava que Ca fosse t?o direta e ficou sem pvras por um momento. ¡°Eu vou descansar agora.¡± Ca abriu a porta do quarto, ramente querendo que Elo¨ªsa fosse embora. Ao sair do quarto de Ca, Elo¨ªsa pegou o celr e fez uma liga??o. ¡°Senhora, a nova a**istente do Diretor Ant?nio ¨¦ jovem e bonita, mas o que adianta ser bonita? O Diretor Ant?nio j¨¢ viu muitas mulheres bonitas. Como mulher, posso perceber que n?o tem outras inten??es o Diretor Ant?nio. Se tivesse, ele mesmo n?o a deixaria por perto, sem que voc¨º precisa**e intervir.¡± A pessoa do outrodo da linha falou algo e Elo¨ªsa a**entiu v¨¢rias vezes antes de desligar, dizendo, ¡°Sim, vou observ¨¢ de perto nos pr¨®ximos dias.¡± ¡°Hein¡­¡± Quando estava prestes a sair, ouviu uma risada fria vindo da varanda atr¨¢s d. se virou e viu Marco Ant?nio parado na escurid?o, segurando casualmente um cigarro n?o aceso. Elo¨ªsa ficou t?o a**ustada que seu rosto ficou p¨¢lido. ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º¡­¡± Marco Ant?nio moveu o dedo, quebrando o cigarro em duas partes. ¡°Aqu mulher mandou voc¨º me espionar, e voc¨º teve coragem de obedecer.¡± Elo¨ªsa sabia muito bem a quem Marco Ant?nio estava se referindo. ¡°Diretor Ant?nio, acredito que a senhora apenas se preocupa o senhor, ent?o¡­¡± Marco Ant?nio a interrompeu. ¡°Se preocuparigo? Eu preciso da preocupa??o d agora? est¨¢ se preocupando a r??o Ca?¡± Elo¨ªsa n?o ousou mentir diante da press?o de Marco Ant?nio. ¡°Como voc¨º sabe, a senhora gosta muito da Srta. Lu¨ªs e sempre esperou que voc¨ºs dois termina**em juntos, ent?o teme que voc¨º seja seduzido por outras mulheres.¡± ¡°Hein¡­¡± Marco Ant?nio acendeu seu isqueiro. ¡° n?o se preocupa a minha esposa, mas sim com a minha a**istente.¡± Marco Ant?nio acendeu um cigarro e disse calmamente, ¡°N?o importa porque me casei aqu mulher, enquanto nosso contrato de casamento estiver em vigor, ¨¦ minha. Voc¨ºs devem se considerar sortudos por n?o terem mexido , caso contr¨¢rio farei que voc¨º se arrependa pelo resto da vida.¡± Ele n?o mostrou nenhuma express?o. Mas Elo¨ªsa sentiu um frio na espinha. ¡°Diretor Ant?nio, e eu¡­¡± Marco Ant?nio: ¡°O fato de eu n?o ter te demitido ¨¦ a maior miseric¨®rdia que posso te oferecer.¡± Elo¨ªsa sempre pensou que tinha sido transferida para c¨¢ por ser valorizada, mas agora percebeu que Marco Ant?nio sabia de tudo o que tinha feito. O medo tomou conta d, e suava frio. tamb¨¦m estava aliviada por ter enviado apenas informa??es irrelevantes todos esses anos, caso contr¨¢rio, as consequ¨ºncias seriam impens¨¢veis. ¡°Ca agora ¨¦ minha!¡± Marco Ant?nio apagou o cigarro, deixou cair essa frase e entrou no quarto ao lado. 17:38 Capitulo 20 Elo¨ªsa ficou paralisada. foi descuidada e n?o percebeu que Marco Ant?nio estava morando aodo de Ca. Depois de tomar o rem¨¦dio, Ca dormiu muito bem, sem sonhar a noite inteira, at¨¦ que o rme tocou p manh?. N?velDrama.Org ? 2024. se sentia muito revigorada depois de um bom descanso. Depois de se arrumar, Ca foi para o refeit¨®rio tomar caf¨¦ da manh?. Como acordou cedo, s¨® Marco Ant?nio estava no espa?oso refeit¨®rio. 212 Cap铆tulo 21 Cap¨ªtulo 21 Cap¨ªtulo 21 Ca se aproximou e cumprimentou Marco Ant¨®nio respeito: ¡°Bom dia, Marco Ant?nio!¡± Marco Ant?nio estava desfrutando seu caf¨¦ da manh? elegancia, sem responder ao cumprimento d. Ca j¨¢ estava acostumada sua frieza e n?o se importou. parou a alguns metros de distancia dele, ¡°Marco Ant¨®nio, h¨¢ algo que eu preciso esrecer voc¨º.¡± Marco Ant¨®nio terminou sua refei??o e finalmente ergueu os olhos para olh¨¢, ¡°O que ¨¦?¡± Ca permanec¨ªa ereta, as m?os aodo do corpo, ¡°Marco Ant?nio, meus sentimentos por voc¨º s?o apenas de respeito,o uma subordinada tem por seu superior. N?o tenho outras inten??es.¡± Ele n?o era tolo, ele poder¨ªa perceber se tinha outras inten??es ou n?o. Marco Ant?nio quase n?o conseguiu conter o riso, ¡°Voc¨º realmente acha que eu poderia ter outras inten??es por uma mulher casadao voc¨º?¡± Ca n?o pensava a**im, ¡°Marco Ant¨®nio, n?o brinqueigo. Sei muito bem o meu lugar. Eu disse isso porque n?o quero que as pessoas ao seu redor me interpretem mal e isso acabe afetando meu trabalho no futuro.¡± ¡°Ca¡­¡± Sua voz era realmente agrad¨¢vel. Ao pronunciar o nome d, parecia ainda mais po¨¦tico. Mas, aqu b voz, ele disse algo cruel, ¡°¨¦ exatamente por causa do seu nome que me causa desconforto que n?o posso ter outras inten??es voc¨º.¡± Ca, ¡°¡­¡­¡± Na ¨²ltima vez que ele disse que o nome d era de azar, pensou que ele estivesse b¨ºbado, mas desta vez ele estava s¨®brio. Como seu nome poder¨ªa ter ofendido ele? N?velDrama.Org ? 2024. ¡°Bom dia, Marco Ant¨®nio!¡± A chegada de Mario e Elo¨ªsa aliviou a tens?o entre os dois. Elo¨ªsa cumprimentou Ca um aceno de cabe?a, um pouco constrangida. Mario se aproximou de Ca, ¡°Ca,o voc¨º est¨¢ se sentindo?¡± ¡°Descansei durante a noite, agora estou me sentindo ¨®tima.¡± Ca respondeu um sorriso, ent?o foi pegar o caf¨¦ da manh? ele. Marco Ant¨®nio, ¡°Hm¡­¡± Na frente dele, Ca sempre se mantinha reservada,o uma mulher casada deve ser. Mantinha uma certa distancia ao fr ele, mas os outros homens, fva sem rodeios. Ap¨®s o caf¨¦ da manh?, Ca e os outros panharam Marco Ant?nio para receber o l¨ªder que viria inspecionar o local naquele dia. Ca nunca tinha visto um l¨ªder t?o importante antes e estava um pouco nervosa. Como Elo¨ªsa era a respons¨¢vel pelo projeto, liderou pessoalmente a visita. 12:19 Havia um lindogo verde aodo do hotel, o sol brilhando na superf¨ªcie, uma vis?o deslumbrante. Havia uma montanha coberta de neve ao longe, de onde estavam, era uma vista de tirar o f?lego. Elo¨ªsa apresentou a situa??o da ¨¢rea para Marco Ant?nio, enquanto Ca e Mario anotavam. Depois de apresentar as informa??es b¨¢sicas, todos embarcaram em um carrinho de golfe para visitar a ¨¢rea inteira. O l¨ªder s¨ºnior disse a Marco Ant?nio, ¡°Marco Ant?nio, a paisagem nesta ¨¢rea ¨¦ linda, mas devido ¨¤ dificuldade de acesso, ¨¦ dif¨ªcil para as pessoas sa¨ªrem das montanhas e para as de fora entrarem. Sempre foi uma ¨¢rea que priorizamos para constru??o. O fato de o Grupo Ant?nio ter investido na constru??o de estradas e desenvolvido esta ¨¢rea tur¨ªstica nos ajudou muito.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Ajudar mais pessoas a se t Cap铆tulo 22 Cap¨ªtulo 22 Forte Amor do CEO Sensual by Ca Cap¨ªtulo 22 O homem riu e falou, ¡°Sr. Ant?nio n?o ¨¦ apenas jovem e talentoso, mas tamb¨¦m se preocupa muito com as pessoas.¡± Ele mudou de a**unto, ¡°Os moradores daqui sempre viveram da terra e das ovelhas, n?o conseguem entender coisaso fociona hospedagem.¡± Os habitantes locais s?o muito simples, mas muitos fm dialetos, tornando dif¨ªcil administrar um restaurante ou uma pousada. Marco Ant?nio, que tem experi¨ºncia no mundo dos neg¨®cios, entende o significado do lider, ¡°O Grupo Ant?nio j¨¢ organizou uma equipe profissional que ensinar¨¢ a todos pa**o a pa**o, para que todos possam viver tranqumente.¡± O l¨ªder riu novamente, desta vez muito alegre. Ap¨®s o almo?o. Owned by N?velDrama.Org. Depois de despedir¨Cse do l¨ªder, Ca n?o ficou parada, e junto Mario e Marco Ant?nio inspecionou a situa??o ao redor do ponto tur¨ªstico. Havia apenas uma estrada, que ia direto do aeroporto para a ¨¢rea tur¨ªstica, cercada por estradas montanhosas e algumas casas antigas. As casas dos alde?es estavam espalhadas por toda a montanha, embora parecessem pr¨®ximas, levaria pelo menos meia hora para se lover seguindo a estrada da montanha. Marco Ant?nio n?o se importava a sujeira e o esfor?o, ele visitava cada casa para entender a situa??o, aprendendo muito que n?o poderia ter aprendido Elo¨ªsa. Justo quando eles estavam se preparando para voltar, ouviram um grande estrondo na montanha. Com o tremor,ma e pedras soltas desabaram sobre eles. ¡°Sr. Ant?nio, cuidado!¡± Ca gritou. Se algo acontecesse a Marco Ant?nio, todo o Grupo Ant?nio entraria em caos, e seu emprego bem remunerado poderia estar em risco. Seu corpo reagiu mais r¨¢pido que seu c¨¦rebro, saltou em dire??o a Marco Ant?nio, tentando bloquear a pedra que estava caindo sobre ele seu corpo. Marco Ant?nio estava ¨¤ sua frente esquerda, de costas para , e percebeu o perigo depois d. Quando ele ouyi¨² seu grito, ele olhou para tr¨¢s e viu Ca voando em sua dire??o os bra?os abertos. Ele instintivamente a agarrou, sentindo seu corpo macio colidir o dele. Ent?o sentiu uma pedra acertar o ombro d e cair no ch?o aodo. Se Ca n?o tivesse bloqueado a pedra, poderia ter atingido a cabe?a do Marco. Alguns segundos depois, tudo ficou quieto ao redor. Ca se afastou rapidamente, ¡°Sr. Ant?nio, voc¨º est¨¢ bem?¡± Marco Ant?nio sentiu algo pegajoso em suas m?os e, ao olhar, viu que era sangue. Seu olhar de repente ficou frio, ¡°Onde voc¨º se machucou?¡± O bra?o esquerdo de Ca estava doendo muito, mas ainda conseguiu sorrir, ¡°Eu tive sorte, n?o atingiu 12:19 nada vital, s¨® meu bra?o foi atingido.¡± ¡°N?o fale!¡± Marco Ant?nio uma express?o s¨¦ria, a levantou e a colocou em um lugar seguro, ¡°Mario, chame um m¨¦dico agora mesmo.¡± Durante o perigo, Mario instintivamente se protegeu, e agora ainda estava escondido atr¨¢s de uma grande pedra. Vendo Ca se machucar para salvar Marco Ant?nio, ele se sentiu muito envergonhado, ¡°Sr. Ant?nio, estou ligando agora mesmo.¡± Ele pegou o telefone, mas n?o havia sinal, ¡°Sr. Ant?nio, n?o tem sinal aqui, n?o consigo fazer a liga??o.¡± ¡°V¨¢ ao hotel e pe?a ajuda.¡± Depois de dar as instru??es calmamente, Marco Ant?nio rapidamente rasgou sua camisa branca, ¡°Ca, vou te ajudar a tirar o casaco agora e tratar seu ferimento, tente suportar a dor.¡± Ca sabia que seu ferimento era grave, e que parar o sangramento era crucial, ent?o n?o fingiu ser fr¨¢gil, ¡°Marco Ant?nio, n?o se preocupe, posso suportar a dor.¡± sempre teve medo de sentir dor na verdade, mas n?o queria que ele pensa**e que estava fingindo ser fr¨¢gil. Ao mesmo tempo, tamb¨¦m tinha medo do frio, estava usando um longo casaco de penas, e por dentro um su¨¦ter e uma camiseta. puxou o z¨ªper do casaco de penas a m?o direita, que n?o estava ferida, mas teve dificuldades para tir¨¢¨Clo, ent?o decidiu entregar a tarefa ao Marco Ant?nio. A ideia inicial de Marco Ant?nio era ajud¨¢ a remover apenas odo esquerdo da jaqueta, a**im poderia tratar da ferida sem que sentisse frio. No entanto,o n?o conseguia mover o bra?o esquerdo, acabou sendo imposs¨ªvel tirar apen Cap铆tulo 23 Cap¨ªtulo 23 Cap¨ªtulo 23 Marco Ant?nio teve que remover primeiro a manga de seu bra?o direito, e depois, muito cuidado, a do bra?o esquerdo. O casaco de penas e o su¨¦ter de l? eram f¨¢ceis de tirar, mas se tira**e a camiseta interior, ficaria completamente exposta. Marco Ant?nio a olhou e disse: ¡°Vou rasgar a manga da sua camisa.¡± Ca piscou os olhos, ¡°Voc¨º realmente consegue rasgar?¡± Com uma m?o segurando o bra?o ferido d e a outra puxando for?a, a manga da camisa se rompeu na jun??o, muito mais for?a do que Ca poderia imaginar. Em um instante, a ferida no bra?o p¨¢lido de Ca apareceu diante de seus olhos. O tamanho da ferida era aproximadamente o de um punho, a pele estava esmagada e o sangue j¨°rrava sem parar. Marco Ant?nio ficou a**ustado, enquanto Ca ainda sorria, parecendo bobamente sem dor, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º realmente ¨¦ forte.¡± Sem hesitar, Marco Ant?nio rasgou sua pr¨®pria camisa branca e enrolou a ferida d camada ap¨®s camada de pano. Ca apertou os dentes, j¨¢e?ando a chorar por causa de dor¡­ Marco Ant?nio disse, ¡°Se d¨®i, grite. Ningu¨¦m vai rir de voc¨º.¡± Os l¨¢bios de Ca estavam mordidos at¨¦ ficarem vermelhos, mas ainda tentava sorrir, ¡°Essa dor n?o ¨¦ nada, eu posso suportar.¡± Desde que a conhecia, parecia sempre sorrir, raramente mostrando outra express?o, o que a tornava perfeita para ser sua a**istente. Mas naquele momento, o sorriso de Ca parecia extremamente irritante para Marco Ant?nio, ¡°Por que voc¨º est¨¢ se segurando?¡± Por que se segurar? Parece que ningu¨¦m nunca perguntou isso a Ca antes. lembrava vagamente que depois que seu pai morreu em um acidente de carro, as pessoas ao seu redor frequentemente a ridicrizavam, dizendo que era uma estr da desgra?a, e foi a¨ª que aprendeu a suportar. Al¨¦m do seu ¨²nico filho, sua av¨® tinha que cuidar d, o que j¨¢ era pesado o suficiente. n?o queria dar mais problemas ¨¤ sua av¨®, ent?o aprendeu a suportar. Ca apenas sorriu sem responder. Marco Ant?nio perguntou novamente, ¡°Existe mais algum lugar que voc¨º se machucou?¡± estava vestindo muitas roupas, e Marco Ant?nio n?o conseguia verificar visualmente se havia mais feridas em seu corpo. Ca bn?ou a cabe?a, ¡°N?o, n?o tem.¡± Marco Ant?nio a ajudou a vestir o casaco de penas, ¡°Vamos voltar agora e teremos um m¨¦dico para examin¨¢ detalhadamente mais tarde.¡± ¡°Ok.¡± Ca concordou, e Marco Ant?nio a pegou no colo. Ele a abra?ou t?o r¨¢pido que foi pega por ele antes que pudesse reagir, e agora parecia que nejava carreg¨¢ de volta para o hotel a**im. ele Ca ficou a**ustada e lutou para descer, ¡°Diretor Ant?nio, n¨®s somos casados, isso n?o ¨¦ apropriado. Por favor, me coloque no ch?o.¡± Marco Ant?nio olhou para friamente, ¡°Ent?o, pelo que voc¨º est¨¢ dizendo, os m¨¦dicos homens n?o devem tratar mulheres?¡± Ca disse, ¡°Isso n?o ¨¦ a mesma coisa.¡± Ele a ignorou e continuou caminhando enquanto a carregava. Ca disse novamente, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º pode n?o se importar a sua reputa??o, mas eu me importo. Homens e mulheres s?o diferentes. Se um homem faz certas coisas, ¨¦ chamado de gnteador. Mas quando uma mulher faz, ¨¦ chamada de fr¨ªv e vulgar.¡± Marco Ant?nio parou, ele s¨® queria lev¨¢ de volta no hotel o mals r¨¢pido poss¨ªvel para que um m¨¦dico. pudesse tratar sua ferida, ele realmente n?o tinha pensado nisso. Ele a colocou no ch?o relutantemente, ¡°Voc¨º consegue andar sozinha?¡± Com um sorriso, Ca disse, ¡°Eu machuquel meu bra?o, n?o minha perna. Eu posso andar.¡± Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. Marco Ant?nio estendeu a m?o para ajud¨¢, mas imediatamente se esquivou, ainda querendo manter distancia dele. Marco Ant?nio ficou um pouco irritado, ¡°Ca, eu realmente te a**usto tanto a**im?¡± ¡°Diretor Ant?nio, eu n?o estou medo de voc¨º, eu estou medo de que meu marido fique ci¨²mes.¡± Lembrar¨Cse do marido nesse momento foi uma jogada inteligente, a**im n?o teria que pensar em outra desculpa, Na verdade, Ca estava medo, medo dos fuxicos que as pessoas faziam atr¨¢s d, medo de que algu¨¦m volta**e a adverti para n?o nutrir ideias irrealistas sobre ele. n?o tinha realmente nenhuma ideia sobre Marco Ant?nio, mas quando as pessoas fvam demais, algu¨¦m acabava acreditando, e ent?o seria vistao uma mulher sem sem integridade moral. Capl Cap铆tulo 24 Cap¨ªtulo 24 Cap¨ªtulo 24 nunca mais se permitiria ficar em uma situa??o t?o ruim. Nos naltos, a diferen?a de temperatura entre dia e noite ¨¦ enorme. Um vento frio soprou, fazendo Ca tremer. Marco Ant?nio rapidamente tirou seu casaco para oferecer a Ca, mas recusou. ¡°Diretor Ant?nio, j¨¢ estou usando um casaco de penas de ganso bem grosso. Se eu pegar o seu casaco, voc¨º ficar¨¢ sem nada para se proteger do frio.¡± Marco Ant?nio entendeu que, mesmo um corpo resistente, uma camisa branca desgastada n?o seria suficiente para se proteger do frio. Al¨¦m disso, ele era a pessoa que Ca acabara de salvar. Se ele se machuca**e por causa do frio, todo esfor?o d teria sido em v?o. Ele tentou ajud¨¢, ou segurar sua m?o, mas recusou veementemente. insistiu em andar sozinha. A sua for?a e independ¨ºncia eram t?o intensas que quase se tornaram irritantes. Depois de mais de meia hora de caminhada em um caminho montanhoso e irregr, eles mantiveram uma distancia adequada, sem nunca ficarem muito pr¨®ximos. Finalmente, quando chegaram a uma estrada asfaltada, viram alguns carros luzes acesas se aproximando. Era o Mario, que tinha trazido o m¨¦dico. Assim que o m¨¦dico saiu do carro, ele correu at¨¦ Marco Ant?nio. ¡°Diretor Ant?nio, por favor, entre no carro. Precisamos fazer um check¨Cuppleto em voc¨º.¡± Marco Ant?nio olhou friamente para os m¨¦dicos, pensando se eles estavam cegos e n?o conseguiam ver quem realmente estava ferido. ¡°A ferida ¨¦ da Ca. Fa?am um check¨Cuppleto n. N?o pode ter nenhum erro.¡± Marco Ant?nio levava o ferimento de Ca muito a s¨¦rio, ent?o os m¨¦dicos n?o se atreveram a negligenciar a situa??o. Eles ajudaram Ca a entrar no carro e a levaram para a enfermaria do hotel. Ca sabia que s¨® tinha machucado o bra?o esquerdo, mas Marco Ant?nio n?o acreditava, ent?o os m¨¦dicos tamb¨¦m n?o acreditaram. Depois de cuidar do ferimento do bra?o d, eles fizeram um check¨Cuppleto para ter certeza de que n?o havia mais nenhum problema. O check¨Cuppleto demorou um pouco. Ca pensou que Marco Ant?nio j¨¢ havia ido embora, mas quando saiu da s de exames, ele ainda estava l¨¢ esperando por . Ele estava fumando um cigarro, mas apagou a**im que viu Ca saindo. ¡°Se voc¨º estiver sentindo algo mal, fale. N?o precisa aguentar.¡± Ca respondeu, ¡°Obrigada p preocupa??o, Diretor Ant?nio. Mas eu estou realmente bem.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°V¨¢ descansar no seu quarto. Eu vou mandar algu¨¦m levar o jantar para voc¨º.¡± Ca n?o queria ser um inc?modo para os outros funcion¨¢rios por causa de um pequeno ferimento. ¡°Diretor Ant?nio, n?o precisa de todo esse trabalho. Estou realmente bem.¡± insistiu em ir ao restaurante, e Marco Ant?nio n?o insistiu mais. Assim que chegou ao restaurante, Marco Ant?nio recebeu uma liga??o que o deixou de mau humor. Era raro Ca ouvi¨Clo xingar. Ele normalmente conseguia contrr suas emo??es, mesmo quando estava zangado, mas desta vez ele estava realmente bravo. ¡°O Grupo Ant?nio nunca precisou de ipetentes!¡± Foi o advogado Pedro quem ligou. Ele n?o viu Ca ontem ¨¤ noite. Ele ficou preocupado a noite toda e demorou a contar a Marco Ant?nio sobre isso at¨¦ esta tarde. Como esperava, Pedro havia sido demitido. Em teoria, sua habilidades e sua experi¨ºncia do Pedro no Grupo Ant?nio, muitos empregadores gostariam de t¨º¨Clo em suas empresas. O problema ¨¦ que ele havia sido demitido por ordem de Marco Ant?nio. Quem se atreveria a contrat¨¢¨C lo agora? Marco Ant?nio estava zangado, n?o apenas porque o advogado Pedro n?o havia feito o que ele havia pedido, mas tamb¨¦m porque estava se sentindo iodado sem motivo aparente. Ca e Mario estavam bastante a**ustados. Ambos estavam medo de respirar, e escolheram lugares paraer longe dele. Mario perguntou baixinho, ¡°Ca, o que aconteceu o Diretor Ant?nio?¡± Mario falou t?o baixo que Ca n?o conseguiu ouvir direito. se aproximou dele e perguntou, ¡°Mario, o que voc¨º disse?¡± Antes que Mario pudesse repetir, a voz sombria de Marco Ant?nio ecoou, ¡°Mario, traga o rt¨®rio da inspe??o de hoje para o meu escrit¨®rio.¡± Mariorgou os talheres imediatamente, ¡°Certo¡°. N?velDrama.Org: text ? owner. Ca se levantou tamb¨¦m, querendo panh¨¢¨Clo. Ent?o ouviu Marco Ant?nio dizer, ¡°Ele sozinho n?o pode fazer uma coisa simples dessas, precisa que voc¨º o panhe?¡± Ca, ¡°N?o ¨¦ bem a**im¡­¡± Marco Ant?nio, ¡°Ent?o, ¨¦ o qu¨º?¡± Ca, ¡°¡­¡± Na verdade, s¨® estava a**ustada ele e queria ficar em um lugar um pouco mais distante. Sem pensar, Marco Ant?nio disse, ¡°Em frente de mim, voc¨º sempre se lembra que ¨¦ uma mulher casada e mant¨¦m distancia de mim, mas n?o precisa manter distancia outros homens?¡± Cap铆tulo 25 Cap¨ªtulo 25 Cap¨ªtulo 25 ¡°A raz?o p qual me atrevo a me aproximar de Mario ¨¦ porque Mario n?o ¨¦ casado e, em segundo lugar, ningu¨¦m fofoca sobre mim e Mario. N?o preciso me preocupar fofocas que me deixam ansioso.¡± Ca queria dizer isso em voz alta para Marco Ant?nio, mas diante do presidente do Grupo Ant?nio, que era t?o superior, era apenas uma a**istente insignificante. Ele poderia destruir todos os seus esfor?os uma ¨²nica pvra; n?o tinhao discutir ele. Ca n?o disse nada, apenas ficou olhando para ele, e Marco Ant?nio tamb¨¦m estava olhando para . Era ¨®bvio que elee?ou a gritar sem motivo, mas a maneirao ele a olhava agora era como se tivesse feito algo errado e estivesse esperando seu julgamento. Mesmo a v¨¢rios metros de distancia, Ca sentiuo se fosse ser ¡®queimada¡® pelo fogo da raiva dele. silenciosamente voltou a sentar¨Cse ee?ou aer concentra??o. Depois de um longo sil¨ºncio, a voz de Marco Ant?nio soou novamente, desta vez muito mais suave, ¡°V¨¢ descansar depois deer, se n?o se sentir bem, procure um m¨¦dico.¡± Ca obedientemente a**entiu, ¡°Sim.¡± Marco Ant?nio era a**ustador o suficiente em seu estado normal, mas quando estava raiva, era como um dem?nio aterrorizante. Ficar no mesmo espa?o que ele por um segundo a mais era tortura. Caeu um pouco de qualquer coisa e correu para o quarto. Quando voltou para o quarto e fechou a porta, o sorriso no rosto de Ca desapareceu instantaneamente. O ferimento em seu bra?o ainda do¨ªa tanto que cerrou os dentes. n?o queria que os outros vissem seudo fraco, n?o queria ver a simpatia ou pena nos olhos dos outros. S¨® quando estava sozinha se atrevia a tirar a m¨¢scara e mostrar suas verdadeiras emo??es. A ferida em seu bra?o, o m¨¦dico tratou muito cuidado, mas a ferida era grande,o poderia n?o doer? sorriu e disse que n?o do¨ªa, tudo era apenas uma fachada. Nesse momento, Ca sentia dores n?o s¨® nos bra?os, mas tamb¨¦m na barriga, era a dor quando chegava a menstrua??o, mas a menstrua??o era sempre pontual e deveria demorar dez dias para chegar. Ca foi ao banheiro e descobriu que sua menstrua??o realmente havia chegado sem avisar. Ca imediatamente ligou para a recep??o do hotel pedindo ajuda, maso o hotel ainda n?o estava aberto ao p¨²blico, esses suprimentos pessoais ainda n?o estavam dispon¨ªveis. Ent?o Ca, apesar da dor, vestiu o casaco de penas e saiu do hotel. N?o havia muitas luzes na rua fora do hotel, ee?ou a chover levemente, tornando dif¨ªcil ver a estrada. estava andando sozinha na rua escura e ¨²mida, ouvindo o vento forte, Ca estava muito a**ustada. rapidamente apertou seu casaco,o se isso fosse torn¨¢ mais segura. O supermercado estava logo ¨¤ frente, quando de repente um cachorro vadio saiu do nada e correu em sua dire??o, dando¨Clhe um susto. Felizmente, foi r¨¢pida, agachou¨Cse e fez um movimentoo se estivesse pegando uma pedra, o que fez o cachorro recuar alguns pa**os. Vendo que esse m¨¦todo era eficaz contra o cachorro, repetiu o movimento e o cachorro recuou mais alguns pa**os, mas logo percebeu que havia sido enganado e correu loucamente em dire??o a Ca. Quando Ca pensou que n?o poderia escapar, fechou os olhos medo. No entanto, a dor esperada 12:19 ¡®n?o veio, em vez disso, ouviu o grito do cachorro. Na noite chuvosa, tal grito era arrepiante. N?velDrama.Org: text ? owner. Ca abriu os olhos e viu Bruno olhando para um olhar aterrorizante nos olhos, segurando o c?o moribundo. A vis?o do homem e do c?o diante d a a**ustou. Ca recuou involuntariamente, ¡°Sr. Henrique, por que, por que voc¨º est¨¢ aqui?¡± Ca se lembra que desta vez Bruno n?o foi eles para o Oeste, mas agora ele apareceu de repente diante d, o que a deixou curiosa. Bruno,o sempre, olhou para sem express?o, n?o disse nada, pegou o cachorro moribundo e se virou para ir embora. Cap铆tulo 26 Cap¨ªtulo 26 v Cap¨ªtulo 26 ¡°Obrigado, Sr. Henrique!¡± Se ele n?o tivesse aparecido a tempo, Ca acreditava que teria enfrentado grandes problemas. Bruno n?o deu aten??o a e rapidamente desapareceu na escurid?o da noite. Depois que Bruno foi embora, Ca ainda precisava continuar suaspras. andava cautelosa, temendo encontrar outro cachorro virata. Felizmente, n?o encontrou mais perigos, conseguiuprar os produtos de higiene que precisava e voltou sucesso para o hotel. Ao retornar ao hotel, Ca encontrou Dra. Elisa esperando por na porta do quarto, aparentemente por um bom tempo. Ca lembrou que Dra. Elisa n?o tinha vindo eles, mas agora estava l¨¢. s, m?e e o filho, s?o realmente insepar¨¢veis. Dra. Elisa disse, rindo, ¡°Marco estava preocupado seus ferimentos, pediu¨Cme para vir ver voc¨º.¡± Ca convidou Dra. Elisa para entrar no quarto, ¡°Dando trabalho novamente para a Dra. Elisa.¡± Enquanto Dra. Elisa examinava cuidadosamente o ferimento de Ca, disse: ¡°Desta vez foi sorte voc¨º ter reagido rapidamente, salvou Marco. Se ele tivesse se machucado, as consequ¨ºncias seriam muito s¨¦rias. N?o precisa ser formaligo, se precisar de algo de mim ou do meu filho, ¨¦ s¨® pedir.¡± Ca perguntou: ¡°Dra. Elisa, quando voc¨ºs chegaram?¡± Desde o primeiro encontro Ca, Dra. Elisa gostou d. E Ca havia salvado Marco Ant?nio, ent?o n?o a considerava uma estranha, ¡°Nossa miss?o, m?e e filho, ¨¦ servir o Marco. Onde ele vai, n¨®s o seguimos.¡± Ca entendeu que eles estavam sempre Marco Ant?nio, s¨® que n?o conseguia ver. Dra. Elisa tratou novamente do ferimento de Ca e notou aspras d, ¡°Voc¨º est¨¢ menstruada?¡± Ca acenou a cabe?a, ¡°Sim, chegou uns dez dias mais cedo.¡± Antes, Dra. Elisa havia notado que Ca estava p¨¢lida, pensou que fosse por causa do ferimento no bra?o, mas agora descobriu o verdadeiro motivo, ¡°Sua primeira vez em uma regi?o de altitude, seu corpo pode n?o ter se adaptado, o ciclo menstrual pode ser irregr. Prescrevi alguns rem¨¦dios para aliviar a dor, mas Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. n?o deve abusar.¡± Ca acenou a cabe?a, seu bra?o e est?mago do¨ªam tanto que mal tinha for?as para fr. Dra. Elisa lhe serviu um copo de ¨¢gua quente, ¡°Tome o rem¨¦dio primeiro, e tente descansar o mais cedo poss¨ªvel. Se sentir algum desconforto, me procure a qualquer momento.¡± ¡°Ok¡­¡± Depois de tomar o rem¨¦dio, Ca, segurando o est?mago, deitou¨Cse na cama sem animo. ¡°Descanse bem.¡± Dra. Elisa a cobriu o cobertor e saiu. ? ? ? Ao sair do quarto de Ca, disse para odo direito da varanda, ¡°O ferimento de Ca n?o ¨¦ um problema, a palidez pode ser devido ao susto o cachorro virata, al¨¦m do desconforto da menstrua??o.¡± Na escurid?o, Marco Ant?nio lentamente emergiu, ¡°Desde quando preciso saber sobre o ciclo menstrual da a**istente?¡± 12-19 Cap¨ªtulo 26 Dra. Elisa respondeu: ¡°Considere que falei demais.¡± ramente era ¡®algu¨¦m¡® que percebeu a palidez de Ca, mandou Bruno segui e ligou para Dra. Elisa, agora estava fingindo n?o saber. Marco Ant?nio disse: ¡°Obrigado pelo esfor?o de hoje ¨¤ noite.¡± Dra. Elisa respondeu: ¡°N?o se preocupe, vou ficar at¨¦ o amanhecer para garantir sua seguran?a.¡± Bruno tamb¨¦m chegou, sem express?o no rosto, disse: ¡°Diretor Ant?nio, j¨¢ confirmei, foram os moradores da v que soltaram fogos de artif¨ªcio, causando o deslizamento de terra, e n?o uma a??o direcionada a voc¨º.¡± Marco Ant?nio n?o disse mais nada, acendeu um cigarro e olhou para a porta do quarto de Ca. Cap铆tulo 27 Cap¨ªtulo 27 Cap¨ªtulo 27 Ca dormia de forma sonolenta, quando seu celr pessoale?ou a vibrar no criado¨Cmudo, era uma chamada de v¨ªdeo da av¨®, Ca atendeu imediatamente, ¡°Vov¨®, ¨¦ t?o tarde, por que voc¨º n?o est¨¢ descansando?¡± A av¨® apareceu na t uma express?o de preocupa??o, ¡°Eu n?o conseguia te alcan?ar, fiquei morta de preocupa??o.¡± Foi quando Ca percebeu que havia v¨¢rias chamadas perdidas da av¨® na t, ¡°Vov¨®, eu sa¨ª para comprar algumas coisas e esqueci meu celr.¡± A av¨® suspirou aliviada, ¡°Carlita, voc¨º j¨¢ jantou? Seu trabalho tem sido muito estressante? Se for, voc¨º deveria considerar mudar, n?o se esgote.¡± Ca sentiu um n¨® na garganta e disse suavemente, ¡°Vov¨®, estou bem, voc¨º n?o precisa se preocupar Copyright N?v/el/Dra/ma.Org. A av¨® de Ca era professora e, embora estivesse aposentada, continuou dando as particres por causa de sua excelente reputa??o. ¡°N?o tenho nada para fazer em casa, dando as particres n?o s¨® ganho um dinheiro, mas tamb¨¦m mantenho minha mente ativa, ¨¦ ¨®timo.¡± Diante de Ca, a av¨® sempre tinha um sorriso no rosto, ¡°Carlita, seu marido ainda est¨¢ muito ocupado?¡± Em poucas pvras, a av¨® mudou o a**unto para o marido de Ca. Ca sabia o quanto a av¨® queria que Lucas Bento cuida**e d, e n?o teve que Lucas Bento queria se divorciar d. agem de contar para a av¨® Durante todo esse tempo, cada vez que a av¨® perguntava sobre o marido, Ca apenas dizia que ele estava ocupado, nunca mencionou que s¨® tinha visto Lucas Bent arido. ( fmos ao se casaram. Ca brincou a av¨®, ¡°Vov¨®, desde que me casei, toda fmos ao telefone, voc¨º s¨® f dele, vez al ser¨¢ que voc¨º n?o me ama mais?¡± A av¨® tamb¨¦m riu, ¡°Como a vov¨® pode n?o amar voc¨º? A vov¨® s¨® quer que voc¨º viva uma vida boa com seu marrido. Sei que voc¨ºs est?o ocupados o trabalho, visitarei voc¨ºs dois quando tiver tempo e tamb¨¦m encontrarei meu velho amigo.¡± Quando a av¨® veio para Salvador, n?o seria poss¨ªvel esconder o div¨®rcio. Ca achou que era preciso explicar anteced¨ºncia para a av¨®, sen?o veio pressa, n?o viu o marido d e soube que os dois eram divorciados, certeza perderia a paci¨ºncia. ¡°Vov¨®, muitas pessoas n?o se casam agora, mas a vida ainda vai bem.¡± A av¨® disse, Se as pessoas n?o se casam, ¨¦ problema ds. Voc¨º se casou, e voc¨ºs dois deveriam viver bem juntos.¡± ¡°Carlita, voc¨º ¨¦ t?o incr¨ªvel, Lucas Bento ¨¦ afortunado em se casar voc¨º, por que ele n?o iria querer viver bem voc¨º?¡± Na mente da av¨®, Ca era a melhor crian?a do mundo. Ca perguntou, ¡°E se ele realmente n?o quiser?¡± A av¨® de repente ficou s¨¦ria, ¡°Carlita, ele te maltratou?¡± Ca rapidamente bn?ou a cabe?a, ¡°N?o, ele tem sido muito bom para mim.¡± A av¨® disse novamente, ¡°Av¨® Luisa ¨¦ minha velha amiga, eu confio no car¨¢ter doo d, foi por isso que concordei o casamento de voc¨ºs. Se ele realmente n?o for bom para voc¨º, se divorcie dele, n?o 12:20 ¡®importa de quem ele sejao, eu n?o vou perdo¨¢¨Clo.¡± Ao ouvir a av¨® dizer a pvra ¡®div¨®rcio¡®, Ca ficou ainda mais ciente de quanto a av¨® a amava. Ca deu um sorriso doce para a av¨®, ¡°Vov¨®, eu te amo!¡± ¡°Eu tamb¨¦m te amo, Carlita.¡± A av¨® e aa conversaram felizmente por um bom tempo antes de encerrar a chamada de v¨ªdeo. Ca colocou o celr dedo, nejando dormir, mas agora n?o conseguia de jeito nenhum. estava ocupada o dia todo, estava machucada e fisicamente exausta, mas sua mente estava alerta.. deitou na cama e enviou uma mensagem no grupo de bate¨Cpapo, ¡°Queridas, voc¨ºs j¨¢ est?o dormindo?¡± W H E V Z W W W b n g h v U z Cap铆tulo 28 Cap¨ªtulo 28 Cap¨ªtulo 28 Jean, ¡°Eu estava pa**ando a noite solit¨¢ria.¡± Maria enviou uma foto de um homem, ¡°Carlita, Jean, o que voc¨ºs acham desse homem que se apaixonar por mim?¡± Maria sempre teve muitos pretendentes, mas depois de todos esses anos, nunca a vimos ningu¨¦m de verdade. costumava dizer, ¡°Talvez eu a**ista muitas novs e filmes, sempre sonhando que um jovem e bonito presidente se apaixonar¨¢ por mim, ent?o nenhum homem na vida real me satisfaz.¡± Ca olhou atentamente para a foto, o homem estava usando um par de ¨®culos de aro grosso preto, parecia um nerd muito honesto, definitivamente n?o o tipo que Maria gostaria. Conhecendo Mariao Ca conhecia, o tipo que Maria gostava deveria ser algu¨¦mo Marco Ant?nio, que parecia ter sa¨ªdo de um filme. Ambos usavam ¨®culos, mas os ¨®culos de Marco Ant?nio eram de metal prateado, que n?o pareciam nada¡® nerds, mas simo aqueles gatos empresariais bem vestidos que voc¨º l¨º nos livros¡­ N?velDrama.Org: text ? owner. Ca n?o sabia por que de repente estavaparando Marco Ant?nio outros, rapidamente jogou fora esse pensamento impr¨®prio e olhou para o homem na foto novamente, ¡°Maria, voc¨º est¨¢ nejando aceitar a persegui??o desse homem? O que ele faz para viver?¡± Maria, ¡°Ele ¨¦ um programador t¨ªpico, trabalha no departamento de desenvolvimento de software do Grupo Ant?nio, tem uma personalidade um pouco t¨ªmida, sem v¨ªcios prejudiciais. Embora seja muito diferente da imagem do meu namorado ideal, ele ¨¦ muito bom para mim. Eu o observei por um tempo e nejo tentar namorar ele.¡± Ca e Jean enviaram mensagens quase ao mesmo tempo, ¡°N?o se apresse em aceit¨¢¨Clo, primeiro traga¨Co para nos conhecer.¡± Essa garota ¨¦ impulsiva e facilmente tocada pelos outros. Provavelmente foi porque estava tocada que concordou em namorar esse homem. Maria, ¡°ro que vou apresent¨¢¨Clo a voc¨ºs primeiro. Se voc¨ºs acharem que ele n?o ¨¦ adequado, como posso permitir que ele se torne meu namorado?¡± Jean, ¡°Ai, as duas bs flores que protegi desde pequenas foram colhidas por outras pessoas,o vou viver sozinho no futuro?¡± Ele ainda acrescentou um emoji triste. Ca riu, ¡°Vamosprar as casas no mesmo condom¨ªnio no futuro, para que possamos nos reunir frequentemente depois de formar nossas pr¨®prias fam¨ªlias. N?o chore!¡± Antes que as tr¨ºs amigas termina**em a conversa, Ca recebeu uma nova mensagem no celr. pegou o telefone e viu que era uma mensagem de Marco Ant?nio, ¡°Ainda acordada?¡± Como ele sabia que ainda estava acordada? Ele n?o poderia estar pensando em cham¨¢ para trabalhar no meio da noite, poderia? Ca rapidamente respondeu, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º tem alguma instru??o?¡± enviou a mensagem, mas Marco Ant?nio n?o respondeu, a campainha tocou. No meio da noite, um chefe masculino tocando a campainha do quarto de uma subordinada feminina, isso n?o ¨¦ uma coisa elegante. 12-20 Cap¨ªtulo 28 Ca imediatamente enviou outra mensagem para Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, se voc¨º tem algo a dizer, pode dizer pelo telefone, n?o precisa tocar a minha campainha.¡± Marco Ant?nio respondeu um ¡°?¡± Ca estava um pouco constrangida. Ser¨¢ que quem estava tocando a campainha n?o era Marco Ant?nio? Ca rapidamente vestiu a roupa e foi abrir a porta, e Elo¨ªsa estava parada na porta. Eloisa parecia muito mal,o se tivesse acabado de chorar, seus olhos estavam inchados, ¡°Ca, eu n?o deveria ter dito aqus coisas para voc¨º ontem ¨¤ noite, pe?o desculpas. Voc¨º poderia fr com o Diretor Ant?nio para que ele n?o me man Cap铆tulo 29 Cap¨ªtulo 29 Cap¨ªtulo 29 ¡°Eu aceitei suas desculpas.¡± Ca olhou friamente para Elo¨ªsa, sem saber o que a outra estava nejando, ¡°Mas Marco Ant?nio decidiu que voc¨º iria deixar o Grupo Empresarial de Ant?nio, essa foi a decis?o dele. Voc¨º conviveu ele por tantos anos, deveria saber melhor do que eu que ningu¨¦m pode alterar as decis?es dele.¡± ¡°Ca, voc¨º pode influenciar a decis?o dele, porque tudo que Marco Ant?nio faz ¨¦ por voc¨º.¡± Elo¨ªsa parecia ter perdido a raz?o, agarrando os bra?os de Ca for?a. Suas m?os apertavam o bra?o machucado de Ca, era dif¨ªcil dizer se fazia isso de prop¨®sito ou n?o, ¡°Ca, eu te pe?o, me ajude, s¨® voc¨º pode me ajudar. Se voc¨º n?o interceder por mim, eu s¨® tenho uma sa¨ªda¡­¡± ¡°Elo¨ªsa, solte¨Cme, voc¨º est¨¢ me machucando.¡± Ca tentou empurr¨¢, mas a for?a de uma pessoa normal n?o pode serparada ¨¤ de algu¨¦m que perdeu a raz?o. Elo¨ªsa agarrou Ca for?a, bn?ando¨Ca loucamente, ¡°Eu n?o vou soltar, se eu te soltar, estou acabada¡­¡± ¡°SOLTE¨CA!¡± A voz profunda de Marco Ant?nio soou subitamente. ame Elo¨ªsa, a**ustada, soltou imediatamente, seu rosto estava coberto de ranho e l¨¢grimas, ¡°Marco Ant?nio, eu j¨¢ pedi desculpas para Ca, me perdoe, n?o me mande embora¡­¡± Caratte Marco Ant?nio rapidamente se aproximou, colocando Ca atr¨¢s dele, ¡°Bruno.¡± e levou Elo¨ªsa, que havia perdido a raz?o. Ao ouvir seu nome, Bruno apareceuo um fantasma Marco Ant?nio voltou¨Cse para Ca, vendo seu rosto p¨¢lido e o suor que escorria de sua testa. Ele estendeu a m?o para enxugar seu suor, mas parou antes de toc¨¢. Os l¨¢bios vermelhos de Ca se moveram levemente, murmurando, ¡°D¨®i¡­¡± Marco Ant?nio n?o se importou mais nada e a pegou nos bra?os, ¡°Dra. Elisa!¡± Dra. Elisa j¨¢ estava l¨¢, segurando uma caixa de rem¨¦dios. Vendo os dois t?o pr¨®ximos, n?o queria interromper. Marco Ant?nio levou Ca para dentro da casa e a Dra. Elisa seguiu, ¡°Ca, voc¨º est¨¢ bem?¡± Como poderia estar bem? estava quase morrendo de dor! Ca estava tanta dor que mal conseguia fr, apenas respirava fundo. Marco Ant?nio disse friamente, ¡°O que voc¨º est¨¢ esperando? Examine¨Ca agora.¡± Ca, ¡°1 Em momentos de crise, Marco Ant?nio era o mais racional, n?o perguntou se estava bem. Ele a colocou no sof¨¢, segurou seus ombros suavemente, sentindo seu corpo tremer de dor, ele gritou impaciente, ¡°Anda logo!¡± Owned by N?velDrama.Org. Ele pode ter gritado a Dra. Elisa, mas Ca tamb¨¦m se encolheu de medo. Dra. Elisa disse, ¡°Voc¨º est¨¢ a**ustando Ca.¡± Marco Ant?nio, ¡°¡­¡­¡± 12:20 Capitulo 29 O casaco de Ca estava jogado casualmente sobre , por baixo usava um pijama folgado que era f¨¢cil de tirar. Quando a Dra. Elisae?ou a ajudar Ca a tirar o pijama, Marco Ant?nio virou¨Cse respeitosamente, mas logo ouviu Ca gritar de dor. Ele se virou bruscamente, vendo a atadura grossa no bra?o de Ca j¨¢ manchada de sangue¡­ Os olhos e a ponta do nariz de Ca estavam vermelhos e inchados, parecia muito miser¨¢vel. Marco Ant?nio queria dizer algo para confort¨¢, mas n?o sabia o que dizer, ent?o ele se virou e disse, ¡°O que aconteceu Elo¨ªsa e Grupo Ant?nio n?o tem nada a ver voc¨º.¡± Ca fez beicinho, ¡°Eu n?o sou t?o est¨²pida quanto .¡± Ca n?o sabia por que Elo¨ªsa era t?o est¨²pida a ponto de pensar que Marco estava desabafando sua raiva por . Se Elo¨ªsa tivesse intelig¨ºncia, n?o teria uma ideia t?o est¨²pida. Marco Ant?nio voltou a dizer: ¡°Elo¨ªsa n?o est¨¢ no Oeste h¨¢ muito tempo, mas j¨¢ distribuiu uma grana p?eta em subornos.¡± Ca, ¡°¡­¡± N?o ¨¦ ¨¤ toa que as luzes do parque tur¨ªstico que ser¨¢ inaugurado no pr¨®ximo m¨ºs ainda n?o foram instdas, e a gest?o interna do hotel est¨¢ uma bagun?apleta. Felizmente, Marco Ant?nio chegou adiantado, inspecionou os arredores e descobriu a verdade. Elo¨ªsa parecia muito inocente, mas quem diria que teria coragem para agir a**im na cara de Marco Ant?nio. n?o sabe que Marco Ant?nio ¨¦ mais a**ustador que um tigre? Cap铆tulo 30 Cap¨ªtulo 30 Cap¨ªtulo 30 Marco Ant?nio disse, ¡°Este lugar ¨¦ bastante severo, pretendo ficar aqui por mais algum tempo. Se voc¨º n?o conseguir se adaptar ao clima, posso pedir ao Bruno para te levar de volta¡°. Ca respondeu, ¡°Tudo bem, eu posso lidar isso¡°. Marco Ant?nio chamou seu nome de novo, um tom s¨¦rio, ¡°Ca¡­¡± Ca perguntou, ¡°Hmm?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Se algoo o que aconteceu hoje voltar a acontecer, proteja¨Cse primeiro¡°. Ca ficou em sil¨ºncio. realmente n?o queria fazer isso, sua rea??o naquele momento foi apenas instintiva. Talvez por sempre trabalhar sob a lideran?a dele, sempre pensava primeiro nos sentimentos dele em tudo que fazia. Depois de um momento de sil¨ºncio, Marco Ant?nio voltou a fr, ¡°Voc¨º se machucou, seu marido sabe?¡± Ca bn?ou a cabe?a, ¡°Eu n?o contei a ele¡°. Marco Ant?nio n?o entendeu, ¡°Por qu¨º?¡± Ca explicou, ¡°Eu n?o queria preocup¨¢¨Clo¡°. Marco Ant?nioentendeu, mas se sentiu desconfort¨¢vel. Ele pensou: se sua esposa n?o tivesse tra¨ªdo ele, e eles mantivessem um rcionamento normal de marido e mulher, e se machuca**e e n?o conta**e a ele, ele certamente ficaria chateado. Marco Ant?nio olhou para a Dra. Elisa, que ainda estava ocupada. Ele teve qu¨¦ continuar distraindo Ca para que n?o sentisse tanta dor. ¡°Estou um pouco de fome, que tal jantarmos juntos mais tarde?¡± Ca j¨¢ n?o tinha jantado bem, e ao ouvir isso, sentiu ainda mais fome. disse, ¡°Tudo bem¡°. Marco Ant?nio ligou ent?o para o cozinheiro preparar o jantar. Naquele momento, a Dra. Elisa terminou de tratar os ferimentos de Ca, ¡°O sangramento parou, e o ferimento foi reatado¡°. Aida chegou justamente naquele momento, e disse discretamente, ¡°Eu n?o estou fome, voc¨ºsam, vouvar um pouco no meu quarto¡°. A Dra. Elisa se foi, deixando apenas Ca e Marco Ant?nio no quarto. Como Ca n?o podia mover a m?o esquerda, Marco Ant?nio a ajudou a servir uma tig de sopa. Ca se senti¨² um pouco envergonhada, ¡°Diretor Ant?nio, eu posso mover a minha m?o direita, deixe¨Cme fazer isso¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°N?o pense muito. Eu n?o gosto de dever favores¡°. Como ele j¨¢ havia dito isso, Ca n?o recusou mais e aproveitou seu servi?o. eu at¨¦ ficar satisfeita, mas Marco Ant?nio ainda n?o tinhaido nada. ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º n?o disse que estava fome? Por que n?o est¨¢endo?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu de repente n?o estou mais fome¡°. Ca pensou em algo e perguntou diretamente, ¡°Voc¨º veio especialmente para cuidar de mim?¡± Marco Ant?nio riu um pouco, ¡°Voc¨º n?o tem medo que seu marido fique ci¨²mes?¡± 12:20 Capitulo 30 Ca respondeu, ¡°Eu tenho medo que ele fique ci¨²mes, por isso quero deixar as coisas ras¡°. Marco Ant?nio perguntou, ¡°Voc¨º ama muito o seu marido?¡± Ele se lembrou daqu noite, quando o marido d veio busc¨¢, o sorriso doce em seu rosto e a voz suave. Ele sentiu uma sensa??o desconfort¨¢vel. Ca sorriu para ele, ¡°Sim, eu o amo muito.¡± nem conseguia se lembrar do rosto do marido,o poderia dizer que ¡®o amo muito¡®? N?velDrama.Org: text ? owner. No entanto, n?o pretendia explicar. ¡°Vou embora, descanse um pouco¡°. Marco Ant?nio se levantou e levou o carrinho de jantar ele. Ele foi at¨¦ a varanda, acendeu um cigarro e deu algumas tragadas profundas, mas n?o conseguia entender de onde vinha a ipreens?o em seu cora??o. Ca provavelmente nunca saberia que naqu noite, ao testemunhar o a**¨¦dio de Elo¨ªsa contra , a luz do quarto de Marco Ant?nio permaneceu acesa a noite toda, e a Dra. Elisa no quarto aodo tamb¨¦m n?o conseguiu dormir. Cap铆tulo 31 Cap¨ªtulo 31 Cap¨ªtulo 31 Ap¨®s a refei??o, Ca teve uma ¨®tima noite de sono. Nem o despertador ¨¤s seis horas conseguiu acord¨¢. Quando acordou, j¨¢ eram nove e meia da manh?. Choveu durante a noite, mas agora o sol brilhava l¨¢ fora. Ca olhou p jan de vidro, vendo ogo verde e as montanhas douradas, e se sentiu incrivelmente feliz. N?velDrama.Org: text ? owner. Antes de chegar ¨¤ regi?o montanhosa, Ca havia lido muitas postagens na inte que diziam que este lugar poderia purificar a alma. n?o acreditava antes, mas agora, vivendo a experi¨ºncia, n?o podia negar. As pessoas da cidade est?o ocupadas trabalho, estudo, v¨ªdeos curtos no celr. De vez em quando, ¨¦ bom rxar em um lugar a**im. Ca estava atordoada quando a campainha tocou, a**ustando¨Ca.. temia que fosse Elo¨ªsa, mas ao confirmar que era Dra. Elisa, abriu a porta. Dra. Elisa trouxe um caf¨¦ da manh? farto e uma sopa nutritiva. Com um sorriso, Dra. Elisa disse: ¡°Ca, cozinhei essa sopa especialmente para voc¨º. Beba antes do caf¨¦ da manh?. Depois deer, vou te ajudar a trocar os curativos. Marco disse que quer que voc¨º se recupere bem primeiro, e voc¨º n?o precisa trabalhar ele at¨¦ se recuperar.¡± ¡°Certo.¡± Ca concordou. precisava se curar para trabalhar melhor. Depois de descansar por cerca de um m¨ºs, a ferida no bra?o de Cae?ou a cicatrizar, causando muita coceira e atrapalhando seu sono. Incapaz de dormir, decidiu sair para uma caminhada. Quando abriu a porta, senti¨´ um leve cheiro de fuma?a de menta. Era o cheiro dos cigarros preferidos de Marco Ant?nio. Diferente dos cigarrosuns, n?o era forte nem desconfort¨¢vel. Ca olhou para cima e viu Marco Ant?nio, que n?o via h¨¢ um m¨ºs. Ele ainda vestia a camisa branca e cal?as pretas habituais, um sobretudo preto que o fazia parecer ainda mais distinto. ¡°Diretor Ant?nio.¡± Ca o chamou, e ele lentamente se virou para olhar para . A luz branca brilhava em seu rosto. Havia mais cansa?o em suas fei??es do que h¨¢ um m¨ºs, mas isso n?o diminu¨ªa seu charme. Ele franziu ligeiramente a testa,o se estivesse preocupado algo. Ca o cumprimentou educadamente: ¡°Diretor Ant?nio, boa noite!¡± Marco Ant?nio apagou o cigarro e perguntou friamente: ¡°Pra onde voc¨º vai?¡± Ca respondeu sinceramente: ¡°A cicatriza??o est¨¢ me causando coceira e n?o consigo dormir. nejo descer e caminhar um pouco.¡± ¡°Hmm.¡± Marco Ant?nio murmurou em resposta e se virou, sem olhar para . Ele parecia estar de mau humor, mas Ca n?o sabia por qu¨º. 12:20 n?o ousou perguntar e apenas caminhou silenciosamente em dire??o ao elevador. ¡°Ca¡­¡­¡± Marco Ant?nio a chamou, fazendo Ca parar. ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º precisa de algo?¡± Ele disse: ¡°Venhaigo para conferir o trabalho.¡± ¡°Certo.¡± Depois de descansar por um m¨ºs, Ca estava empolgada para voltar ao trabalho. ¡°Diretor Ant?nio, por favor, espere um momento, vou trocar de roupa.¡± estava vestindo um casaco de penas de ganso por cima do pijama, adequado para uma caminhada, mas n?o para trabalhar. ¡°N?o precisa.¡± Marco Ant?nio disse, e foi em dire??o ao elevador, Ca logo atr¨¢s. Este era o mesmo hotel onde Ca havia ficado antes, mas muitas coisas mudaram em um m¨ºs. As inst??es anteriormente ipletas agora estavam todas em funcionamento. 12:20 Cap铆tulo 32 Cap¨ªtulo 32 Cap¨ªtulo 32 As luzes do hotel j¨¢ estavam acesas. Cerca de uma ou duas centenas de metros ¨¤ direita do hotel, uma nova ruaercial apareceu. Havia supermercados, lojas que vendiam produtos locais e v¨¢riasnches nesta rua. A ilumina??o brilhante agora erapletamente diferente da escurid?o de um m¨ºs atr¨¢s. Ca elogiou sinceramente, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel!¡± Parecia que Marco Ant?nio foi divertido por suas pvras, um sorriso nos cantos dos olhos, ¡°Ah, como sou incr¨ªvel?¡± Ca apontou para as lojas ao redor, ¡°Quando chegamos aqui, era praticamente um terreno vazio, mas em um m¨ºs se transformou em uma movimentada ruaercial. Podemosprar todos os tipos de necessidades di¨¢rias e provar uma variedade de pratos deliciosos. Voc¨º ¨¦ realmente incr¨ªvel.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Em apenas um m¨ºs, voc¨º j¨¢ aprendeu a bajr.¡± Ca retrucou, ¡°O que eu disse n?o ¨¦ verdade?¡± Marco Ant?nio explicou, ¡°Construir uma ruaercialo essa n?o ¨¦ dif¨ªcil. O verdadeiro desafio ¨¦ manter a rua funcionando e permitir que os residentes aqui saiam da pobreza e vivam uma vida est¨¢vel.¡± Ca perguntou, ¡°Diretor Ant?nio, quais s?o seus nos futuros?¡± C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org Antes, Ca sempre pensou que era um desperd¨ªcio para Marco Ant?nio estabelecer uma ¨¢rea tur¨ªstica aqui, quando havia muitos trabalhos mais lucrativos esperando por ele. Mas vendo as mudan?as nesta ¨¢rea tur¨ªstica e ouvindo as pvras de Marco Ant?nio, Ca percebeu que Marco Ant?nio n?o era apenas um homem de neg¨®cios, ele tamb¨¦m se preocupava a vida das pessoas. No entanto, Marco Ant?nio continuou, ¡°Hoje, todas as empresas valorizam a reputa??o. Se o Grupo Ant?nio quiser ir mais longe e ganhar mais lucros, deve fazer um trabalho impec¨¢vel.¡± Ca, ¡°¡­¡­ ¡± Afinal, a ess¨ºncia de um empres¨¢rio ¨¦ ganhar dinheiro. Mas quem n?o est¨¢ atr¨¢s de dinheiro? Como se pode viver sem dinheiro? Marco Ant?nio pode ser considerado muito consciente por gastar muito dinheiro para investir em um projeto t?o grande. Eles caminharam p ruaercial de ponta a ponta e depois voltaram. Ca entendeu em geral a preocupa??o de Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, a paisagem aqui ¨¦ realmente linda, mas para reter turistas, n?o basta ter bs paisagens. As inst??es e os servi?os correspondentes tamb¨¦m devem panhar.¡± Marco Ant?nio acenou a cabe?a para que continua**e. Ca continuou, ¡°Se eu quiser viajar para algum lugar, primeiro considerarei o custo, depois a seguran?a e a conveni¨ºncia do transporte¡­¡± Ca falou muito, e Marco Ant?nio a olhou admira??o depois de ouvir. Receber a aprova??o de Marco Ant?nio fez Ca se sentir muito feliz. Embora soubesse que a equipe de Marco Ant?nio j¨¢ havia considerado os problemas que levantou, talvez ele s¨® quisesse ver se sua capacidade de pensar ainda era agu?ada depois de descansar por um 12:21 ¡®m¨ºs. Enquanto caminhavam, o telefone de Ca no bolso do casaco tocou. No grupo de tr¨ºs deles, Jean enviou uma foto deleendo churrasco e enviou uma mensagem de voz, ¡°Carlita, estamosendo churrasco.¡± Ca ligou o alto¨Cfnte e Marco Ant?nio aodo tamb¨¦m ouviu as pvras de Jean. O sorriso em seu rosto desapareceu imediatamente. Ca estava totalmente focada na foto do churrasco e n?o percebeu a mudan?a de humor de Marco Ant?nio. Por medo de que sua ferida pudesse ser infectada, Dra. Elisa restringiu sua dieta. n?o podia comer churrasco e outros alimentos. Agora, s¨® de olhar a foto, Ca j¨¢ estava ¨¢gua na boca. se virou para Marco Ant?nio, ¡°Sr. Ant?nio, posso experimentar essesnches? Afinal, o sabor dos lanches na ¨¢rea tur¨ªstica tamb¨¦m afetar¨¢ a avalia??o dos turistas.¡± ¡°Quer churrasco?¡± Marco Ant?nio sentiu que de repente ele havia decifrado os pensamentos de Ca. amava tanto a**im o marido d? Aquele homem est¨¢ fazendo um churrasco e quer aproveitar esse momento ele mesmo que esteja longe? Cap铆tulo 33 Cap¨ªtulo 33 Cap¨ªtulo 33 ¡°Eu s¨® queria experimentar o churrasco para os convidados que est?o por vir¡°, Ca olhou para a barraca de churrasco ao longe, seus olhos brilhando. s¨® estava vontade deer, mas inventou um motivo que soava nobre. Ao ouvir que realmente queria churrasco, embora Marco Ant?nio tenha um cora??o um pouco mole, ele n?o est¨¢ disposto a seguir os desejos d, ¡°Eu n?oo esse tipo deida n?o saud¨¢vel.¡± Ca sabia que ele nuncaia esse tipo deida, e n?o pediu que eleesse . sorriu, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º pode ir descansar. Eu possoer sozinha.¡± Marco Ant?nio, ¡°¡­¡­¡± ¨¦ apenas uma a**istente, mas quer providenciar a sa¨ªda do Boss, mas ele n?o quer.. Marco Ant?nio caminhou at¨¦ a barraca de churrasco e se sentou casualmente. Seu traje pareciaum, mas ele sentado ali, ainda fazia as pessoas sentirem que ele n?o pertencia ¨¤quele lugar. Ca pediu alguns dos seus pratos favoritos, e depois se virou e esbarrou em um homem vestindo uma jaquetaranja. Ca recuou imediatamente, ¡°Desculpa!¡± ¡°Tudo bem.¡± O homem, corando, sorriu para , ¡°Bonita, de qual equipa voc¨º ¨¦? Como nunca te vi antes?¡± Ca estava um pouco confusa, ¡°Que equipa?¡± ¡°Ah, voc¨º n?o ¨¦ do nosso clube, por isso nunca te vi. Uma garota lindao voc¨º, eu lembraria ¨¤ primeira vista.¡± O homem tirou o celr, corando, ¡°J¨¢ que nos encontrarmos ¨¦ o destino, podemos trocar informa??es de contato?¡± Sua maneira de abordar era desconfort¨¢vel, mas ele n?o parecia perceber. Ca sorriu, ¡°Desculpa, n?o costumo trocar contatos estranhos.¡± ¡°Mo?a, me d¨º uma chance.¡± O rosto do homem ficou ainda mais vermelho, ¡°Eu estava jogando verdade ou desafio meus amigos e perdi, eles me desafiaram a pegar o contato de uma garota.¡± Ca olhou em volta, ¡°H¨¢ muitas garotas aqui, voc¨º pode tentar outra pessoa. Se ningu¨¦m concordar, voc¨º pode pedir o contato do dono da loja.¡± Ca n?o entendia por que este homem estava tentando engan¨¢ esse truque velho. O homem, corando, sorriu constrangido, ¡°Na verdade, eu s¨® achei voc¨º muito bonita e queria seu contato. Se isso te iodou, me desculpe!¡± Por causa de sua honestidade, Ca teve uma impress?o melhor dele, ¡°Eu posso te dar, mas voc¨º tem que me ajudar primeiro.¡± Vendo a esperan?a, o homem ficou muito feliz, ¡°O que voc¨º precisa que eu fa?a?¡± Ca, ¡°Vou te fazer algumas perguntas, voc¨º s¨® precisa responder sinceridade.¡± Q homem a**entiu, ¡°Pode perguntar.¡± Ca, ¡°Voc¨ºs vieram juntos para c¨¢? Qual meio de transporte? O que acham do ambiente, oda??o eida aqui? Voc¨ºs voltariam?¡± 12:23 O homem riu, ¡°Voc¨º est¨¢ fazendo uma pesquisa?¡± Ca a**entiu, ¡°Sim, eu sou uma funcion¨¢ria deste local tur¨ªstico, isso faz parte do meu trabalho.¡± O homem continuou, ¡°N¨®s somos membros do Clube Natshu. Viemos de ?nibus, somos mais de cem pessoas. A paisagem ¨¦ linda, todos que n?o t¨ºm mal de altitude disseram que gostariam de voltar, Mas hoje, em um restaurante, ap¨®s perguntarmos o pre?o, fomos cobrados cem dres extras, Embora cem dres a mais por mesa n?o seja muito, se a not¨ªcia se espalhar, ser¨¢ um problema.¡± N?velDrama.Org: text ? owner. Ca afirmou que n?o permitiria que isso acontecesse novamente, ¡°Em quantos restaurantes isso aconteceu?¡± O homem respondeu, ¡°Apenas um, todos os outros foram ¨®timos.¡± Ent?o ele pegou o celr, ¡°Voc¨º pode me dar seu contato agora?¡± Cap铆tulo 34 Cap¨ªtulo 34 Cap¨ªtulo 34 ¡°Ah, obrigada.¡± Ca pa**ou seu n¨²mero de trabalho para o homem sem hesitar, ¡°Se voc¨ºs tiverem qualquer problema durante a visita, podem me fr.¡± O homem perguntou, ¡°Posso te ligar fora do trabalho?¡± ¡°Eu sou casada.¡± Ca respondeu um sorriso e virou em dire??o a Marco Ant?nio. O olhar do homem seguiu Ca. Quando ele viu Marco Ant?nio, seu olhar imediatamente se tornou indiferente. Antes, ele achava que era atraente o suficiente para se aproximar d, mas depois de ver o marido d, ele entendeu por que n?o conseguiu mexer . Com um marido t?o atraente em casa, quem se interessaria por um caraum? Aodo de Marco Ant?nio, estava uma mesa cheia de trilheiros do Clube Natshu. Alguns tentaram algumas vezes pedir o contato de Marco Ant?nio, mas n?o tiveram coragem. Algu¨¦m tentou tirar uma foto dele discretamente o celr, mas o olhar frio de Marco Ant?nio quase fez o intruso deixar o celr cair. Depois de se sentar aodo de Marco Ant?nio, Cae?ou a fr sobre o trabalho, ¡°Diretor Ant?nio, eu acabei de descobrir alguns problemas no Parque. Alguns restaurantes est?o cobrando pre?os abusivos, isso pode prejudicar a reputa??o do nosso Parque. Eu peguei o contato do turista, se ele encontrar mais problemas, ele pode me informar diretamente.¡± Marco Ant?nio, ¡°¡­¡­¡± Ent?o, era por isso que havia trocado contatos aquele homem estranho. realmente n?o trairia o marido. Marco Ant?nio disse, ¡°Mario j¨¢ est¨¢ lidando isso.¡± Ent?o ele j¨¢ sabia, Ca pensou que tinha descoberto primeiro. co?ou a cabe?a embara?ada, Marco Ant?nio permaneceu em sil¨ºncio, e os dois ficaram frente a frente em um sil¨ºncio desconfort¨¢vel./ Depois de cerca de dez minutos, aida chegou. Ca tirou uma foto o celr e enviou para o grupo de tr¨ºs pessoas, ¡°Haha, tamb¨¦m estouendo churrasco agora.¡± Jean respondeu rapidamente uma mensagem de voz, ¡°N?o tem gra?aer sozinho, volta pra genteer junto.¡± Ca tamb¨¦m respondeu uma mensagem de voz, ¡°¨¦ sem gra?aer sozinha, voc¨º me convida quando eu yoltar.¡± Jean de repente se tornou carinhoso, ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ fora h¨¢ um m¨ºs, eu sinto sua falta.¡± C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org Ca respondeu, ¡°Eu tamb¨¦m sinto sua falta.¡± estavaendo e conversando Jean por mensagem de voz, ignorandopletamente Marco Ant?nio. Depois deer uma coxa de frango apimentada, Ca sentiu o ardor e quis pedir umata de refrigerante ao gar?om. Quando levantou os olhos, viu que Marco Ant?nio parecia iodado, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º querer tamb¨¦m?¡± Marco Ant?nio a olhou friamente e se levantou para ir embora. 12:23 Cap¨ªtulo 34 Ca n?o entendia por que ele de repente ficou irritado. Mas quando ele se foi, se sentiu mais ¨¤ vontade,endo a por??o de dois para si mesma. Depois deer, Ca pagou a conta feliz e voltou para casa, vendo Marco Ant?nio fumando ¨¤ beira da estrada. Ca se aproximou e perguntou, ¡°Diretor Ant?nio, por que voc¨º ainda n?o voltou?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Voc¨º n?o ¨¦ minha esposa, o que voc¨º se importa se eu volto ou n?o?¡± Ca, ¡°¡­¡­¡± estava apenas tentando ser um pouco cuidadosa ele, ele precisava ser t?o rude? Se soubesse que ser¨ªa a**im, teria escolhido ignor¨¢¨Clo e sair em sil¨ºncio. 212 Cap铆tulo 35 Cap¨ªtulo 35 Cap¨ªtulo 35 ¡°Ah, obrigada.¡± Ca pa**ou seu n¨²mero de trabalho para o homem sem hesitar, ¡°Se voc¨ºs tiverem qualquer problema durante a visita, podem me fr.¡± O homem perguntou, ¡°Posso te ligar fora do trabalho?¡± ¡°Eu sou casada.¡± Ca respondeu um sorriso e virou em dire??o a Marco Ant?nio. O olhar do homem seguiu Ca. Quando ele viu Marco Ant?nio, seu olhar imediatamente se tornou indiferente. Antes, ele achava que era atraente o suficiente para se aproximar d, mas depois de ver o marido d, ele entendeu por que n?o conseguiu mexer . Com um marido t?o atraente em casa, quem se interessaria por um caraum? Aodo de Marco Ant?nio, estava uma mesa cheia de trilheiros do Clube Natshu. Alguns tentaram algumas vezes pedir o contato de Marco Ant?nio, mas n?o tiveram coragem. Algu¨¦m tentou tirar uma foto dele discretamente o celr, mas o olhar frio de Marco Ant?nio quase fez o intruso deixar o celr cair. Depois de se sentar aodo de Marco Ant?nio, Cae?ou a fr sobre o trabalho, ¡°Diretor Ant?nio, eu acabei de descobrir alguns problemas no Parque. Alguns restaurantes est?o cobrando pre?os abusivos, isso pode prejudicar a reputa??o do nosso Parque. Eu peguei o contato do turista, se ele encontrar mais problemas, ele pode me informar diretamente.¡± Marco Ant?nio, ¡°¡­¡­¡± Ent?o, era por isso que havia trocado contatos aquele homem estranho. N?velDrama.Org: text ? owner. realmente n?o trairia o marido. Marco Ant?nio disse, ¡°Mario j¨¢ est¨¢ lidando isso.¡± Ent?o ele j¨¢ sabia, Ca pensou que tinha descoberto primeiro. co?ou a cabe?a embara?ada, Marco Ant?nio permaneceu em sil¨ºncio, e os dois ficaram frente a frente em um sil¨ºncio desconfort¨¢vel./ Depois de cerca de dez minutos, aida chegou. Ca tirou uma foto o celr e enviou para o grupo de tr¨ºs pessoas, ¡°Haha, tamb¨¦m estouendo churrasco agora.¡± Jean respondeu rapidamente uma mensagem de voz, ¡°N?o tem gra?aer sozinho, volta pra genteer junto.¡± Ca tamb¨¦m respondeu uma mensagem de voz, ¡°¨¦ sem gra?aer sozinha, voc¨º me convida quando eu yoltar.¡± Jean de repente se tornou carinhoso, ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ fora h¨¢ um m¨ºs, eu sinto sua falta.¡± Ca respondeu, ¡°Eu tamb¨¦m sinto sua falta.¡± estavaendo e conversando Jean por mensagem de voz, ignorandopletamente Marco Ant?nio. Depois deer uma coxa de frango apimentada, Ca sentiu o ardor e quis pedir umata de refrigerante ao gar?om. Quando levantou os olhos, viu que Marco Ant?nio parecia iodado, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º querer tamb¨¦m?¡± Marco Ant?nio a olhou friamente e se levantou para ir embora. 12:23 Cap¨ªtulo 34 Ca n?o entendia por que ele de repente ficou irritado. Mas quando ele se foi, se sentiu mais ¨¤ vontade,endo a por??o de dois para si mesma. Depois deer, Ca pagou a conta feliz e voltou para casa, vendo Marco Ant?nio fumando ¨¤ beira da estrada. Ca se aproximou e perguntou, ¡°Diretor Ant?nio, por que voc¨º ainda n?o voltou?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Voc¨º n?o ¨¦ minha esposa, o que voc¨º se importa se eu volto ou n?o?¡± Ca, ¡°¡­¡­¡± estava apenas tentando ser um pouco cuidadosa ele, ele precisava ser t?o rude? Se soubesse que ser¨ªa a**im, teria escolhido ignor¨¢¨Clo e sair em sil¨ºncio. 212 Cap铆tulo 36 Cap¨ªtulo 36 Cap¨ªtulo 36 Marco Ant?nio, sem dizer uma pvra, pediu ao motorista para arrancar o carro, pa**ando raspando por um ve¨ªculo que n?o parecia muito caro¡­ Marco Ant?nio sentiu uma familiaridade o carro. Seu olhar permaneceu no ve¨ªculo por alguns segundos, quando percebeu Ca empurrando uma m grande em dire??o ao mesmo. Um homem desceu do carro e, ao ver Ca, prontamente pegou a m d¡­ Antes que Marco Ant?nio pudesse ver o rosto do homem, o motorista j¨¢ havia acelerado e se distanciado do local. Desconcertado, Marco Ant?nio ajeitou a g da camisa e fez uma liga??o. ¡°Como est?o os preparativos?¡± Do outrodo da linha, uma voz indiferente respondeu, ¡°Marco, tantos advogados de alto n¨ªvel no Grupo de Ant?nio, por que voc¨º escolheu a mim? Ser¨¢ que ¨¦ verdade o que dizem, que voc¨º foi tra¨ªdo por sua esposa?¡± Sem necessidade de perguntar, Marco Ant?nio sabia quem havia espalhado esta not¨ªcia. ¡°Quantas pessoas j¨¢ sabem disso?¡± ¡°Todas as quatro grandes fam¨ªlias j¨¢ sabem, voc¨º realmente pa**ou vergonha dessa vez.¡± O homem do outrodo da linha fez um som a boca. ¡°Yumi Lu¨ªs ¨¦ de boa fam¨ªlia e bonita. tinha sentimentos profundos por voc¨º, mas voc¨º ignorou isso e, seguindo a orienta??o de sua av¨®, se casou com uma garotaum, e acabou sendo tra¨ªdo por .¡± Marco Ant?nio disse severamente, ¡°Fale sobre o a**unto principal.¡± O homem do outrodo da linha imediatamente abandonou sua atitude fr¨ªv e respondeu seriamente, ¡°Voc¨º ainda n?o confia em mim? Assim que voc¨º der a ordem, posso fazer sua esposa a**inar o acordo de div¨®rcio esta noite.¡± N?velDrama.Org ? 2024. Marco Ant?nio olhou para o rel¨®gio, ¡°Voc¨º tem duas horas. Depois de duas horas, quero ver o acordo de div¨®rcio a**inado por .¡± Depois de desligar o telefone, a**im que Ca entrou no carro, seu celr pessoal tocou. atendeu a liga??o, a pessoa do outrodo disse, ¡°Sra. Barcelo, eu sou o novo advogado de Lucas Bento, seu marido. Precisamos que voc¨º a**ine o acordo de div¨®rcio. Voc¨º prefere que nos encontremos em algum lugar ou eu vou at¨¦ a sua casa?¡± O tom da pessoa era muito r¨ªgido, ramente significava que deveria encontr¨¢¨Clo ou eles iriam at¨¦ . Ca estava extremamente irritada, mas seu trabalho a havia impedido de lidar isso, ¡°Vou te encontrar, me d¨º o endere?o.¡± O homem deu um endere?o n?o muito longe de onde estava hospedada. Ca falou para Jean, ¡°Jean, preciso fazer uma visita a afeteria perto de casa.¡± Maria disse, ¡°Voc¨º vai tomar caf¨¦ a essa hora, n?o tem medo de n?o conseguir dormir ¨¤ noite?¡± Ca riu, ¡°Eu n?o vou l¨¢ para tomar caf¨¦, vou l¨¢ para a**inar o acordo de div¨®rcio.¡± Jean e Maria disseram, ¡°Voc¨º acabou de desembarcar e j¨¢ vai a**inar o acordo de div¨®rcio, esse marido realmente ¨¦ demais, vamos voc¨º.¡± Ca ia dizer que n?o era necess¨¢rio, mas eles n?o a escutaram, ent?o eles sentaram na mesa ao lado de Ca e do advogado para escutar a conversa. 10. 10. Capitulo 36 O advogado era jovem e bem vestido, parecia um advogado de alto n¨ªvel que se v¨º na TV. Ele entregou a Ca um cart?o de visita cortesia, ¡°Sra. Barcelo, meu nome ¨¦ Emo Yari, vou tratar do seu div¨®rcio Lucas Bento.¡± Ca pegou o cart?o, no qual estava impresso ¡°Emo, Advogado¨Cchefe do Escrit¨®rio de Advocacia X¡°. conhecia o escrit¨®rio e sabia que ele tinha uma boa reputa??o no mundo jur¨ªdico. Emo ent?o pa**ou a uma c¨®pia do acordo de div¨®rcio, ¡°Por favor, leia atentamente este acordo de div¨®rcio e, se n?o houver problemas, a**ine.¡± ¡°Eu preciso a**inar um acordo de div¨®rcio?¡± Ca pegou o acordo de div¨®rcio e deu uma r¨¢pida olhada. ¡°Eu nunca me divorciei antes, n?o sei muito sobre isso, preciso ler aten??o.¡± 12.23 Cap铆tulo 37 Cap¨ªtulo 37 Cap¨ªtulo 37 Essa mulher f muito humor. Emo deu uma risada, ¡°Sem pressa, leia calma.¡± Enquanto Ca lia os documentos, Emo a observava. era inesperadamente bonita. Emo suspirou para si mesmo. Marco era um verdadeiro tapado quando se tratava de a**untos do cora??o. Como ele poderia deixar uma mulher t?o linda sozinha e ir para o exterior? Se ele tivesse uma esposa a**im, n?o se contentaria ap¨¨nas em construir um castelo dourado para escond¨º, mas a teria ele todos os dias, sem dar chance para que outro homem se aproxima**e. Bem, agora Marco deixou¨Ca sozinha em uma casa vazia, e deixou outro homem conseguir o que queria. Embora Ca tenha lido os documentos um pouco mais devagar, Emo a achou t?o linda, ent?o ele n?o teve pressa e apreciou vagarosamente cada pequena express?o d. Ca abriu o acordo de div¨®rcio. V¨¢rias p¨¢ginas impressas em papel A4 fvam sobre a falta de uma vidapartilhada ap¨®s o casamento, a divis?o de propriedade conjunta, entre outras coisas. Ca estava de acordo tudo isso. n?o queria dividir seu dinheiro e tamb¨¦m n?o queria nada do dinheiro dele.Owned by N?velDrama.Org. Mas quando viu que deveria pagar cem mil em danos morais para o homem, Ca n?o p?de deixar de rir. No in¨ªcio as duas av¨®s pensaram que poderiam ficar juntas e, mesmo ap¨®s quase um ano e meio de casamento, nunca se viram nem tiveram conflitos. pensou que o div¨®rcio seria amig¨¢vel, mas n?o esperava que ele fizesse tal exig¨ºncia. Ca, rindo, devolveu o acordo de div¨®rcio, ¡°Advogado Yari, o que ¨¦ essa hist¨®ria de cem mil por danos morais?¡± ¡°Srta. Barcelo, voc¨º sabe melhor do que ningu¨¦m o que fez.¡± Emo olhou para Ca, pensando que devia ser uma expert em a**untos amorosos. Ele insinuou que havia tra¨ªdo, mas manteve a compostura. Ca, ¡°O que eu fiz?¡± ¡°Srta. Barcelo, sabemos muito bem o que est¨¢ acontecendo. Se voc¨º continuar fingindo que n?o entende, n?o me culpe por ser duro voc¨º.¡± Emo empurrou o acordo de div¨®rcio de volta para Ca, ¡°Voc¨º ter¨¢ que a**inar esse acordo de div¨®rcio, de qualquer maneira.¡± Seu tom era muito firme. Se fosse no pa**ado, Ca provavelmente teria se a**ustado. Agora que est¨¢ Marco Ant?nio h¨¢ meio ano, n?o tem mais medo nem do Marco Ant?nio, como pode ter medo dele? Ca riu e respondeu tranquilidade, ¡°E se eu n?o a**inar, o que voc¨º vai fazer?¡± Ca n?o mudou sua express?o, mas conseguiu intimidar Emo. Ele suavizou seu tom, ¡°Srta. Barcelo, a**im que voc¨º a**inar o contrato, tudo ser¨¢ resolvido.¡± ¡°Eu pare?o uma idiota?¡± Ca ficou um pouco irritada, ¡°Por favor, diga ao Lucas Bento que se ele realmente quiser o div¨®rcio, podemos marcar uma consulta e levar os documentos relevantes ¨¤ Direc??o dos Assuntos C¨ªvicos para pedir o div¨®rcio. N?o h¨¢ necessidade de se dar ao trabalho de obter um acordo de div¨®rcio. Ele n?o pode nem tentar tirar dinheiro de mim.¡± Emo j¨¢ viu todo tipo de cena, mas ao ver Ca t?o s¨¦ria, por algum motivo lembrou¨Cse do olhar zangado de 19.01 Marco Ant?nio, e n?o p?de deixar de estremecer: ¡°Espere por mim dois minutos¡°. Emo se retirou para um canto tranquilo para ligar para Marco Ant?nio. Marco Ant?nio acabara de sair do banho, ¡°Tem algum problema?¡± Emo disse, ¡°Marco, sua esposa ¨¦ linda!¡± N?o importa o qu?o linda a mulher fosse, para Marco Ant?nio era apenas uma mulher que o havia tra¨ªdo. Ele estava determinado a se divorciar. Marco Ant?nio franziu a testa, ¡°Emo, voc¨º ainda tem meia hora.¡± Emo teve que lhe dizer a verdade, ¡°Sua esposa se recusa a a**inar o acordo de div¨®rcio.¡± 313 Cap铆tulo 38 Cap¨ªtulo 38 Cap¨ªtulo 38 Marco Ant?nio disse, ¡° n?o quer a**inar? Quem pensa que ¨¦?¡± Emo respondeu, ¡°N?o ¨¦ que n?o quer a**inar, apenas n?o quer pagar os cem mil de danos morais.¡± Marco Ant?nio tinha muitas maneiras de fazer aqu mulher a**inar, mas afinal era uma menina apresentada p av¨®, agora ele s¨® queria se livrar o mais r¨¢pido poss¨ªvel daqu mulher repugnante que o traiu, ¡° n?o precisa pagar.¡± Quando Marco Ant?nio cedeu, Emo rapidamente mandou imprimir um novo acordo de div¨®rcio para Ca, ¡°Senhorita Barcelo, por favor, d¨º uma olhada.¡± Desta vez, seu atitude foi muito mais gentil. Depois de ler atentamente o acordo, Ca pegou a ca e a**inou seriamente onde precisava, deixando sua impress?o digital, ¡°Pronto, preciso fazer mais alguma coisa?¡± Emo a viu realmente a**inando, e achou meio incr¨ªvel, ¡°Voc¨º sabe o que seu marido faz?¡± Ca respondeu, ¡°O que ele faz tem a verigo?¡± Emo sentiu um al¨ªvio interno, realmente n?o sabia quem era Marco Ant?nio, depois que os dois se divorciarem oficialmente, ele poderia contar a verdade e deix¨¢ se arrepender, Emo guardou o acordo de div¨®rcio a**inado por Ca, um pouco satisfeito, ¡°Deixe o resto conosco, em um m¨ºs a Senhorita Barcelo e Lucas Bento devem ir ao cart¨®rio para finalizar o processo de div¨®rcio.¡± Agora, havia um m¨ºs de per¨ªodo de reflex?o para o div¨®rcio, Ca sabia disso, ¡°Tudo bem, eu aguardo seu contato.¡± Depois que Emo saiu, Jean e Maria correram at¨¦ Ca, ¡°Carlita ¨¦ incr¨ªvel, consegue lidar pessoaso Emo calma. Ficamos t?o aliviados ao ouvir as poucas pvras que voc¨º acabou de gritar ele.¡± Ca riu e disse, tamb¨¦m n?o pensam que eu estou sempre aodo de quem?¡± Maria tamb¨¦m riu, ¡°Estar perto de Marco Ant?nio te faz mais forte?¡± Jean disse, ¡°Vamos,er Pizza.¡± N?velDrama.Org ? 2024. Os tr¨ºs foram animados para o restaurante de Pizza, sem deixar o div¨®rcio afetar seu humor. Emo foi at¨¦ a casa de Marco Ant?nio a**im que pegou a a**inatura de Ca. No entanto, vendo que ele havia conclu¨ªdo a tarefa satisfatoriamente, Marco Ant?nio n?o se importou. Emo se aproximou de Marco Ant?nio e n?o parava de fr, ¡°Marco, sua esposa ¨¦ muito bonita, pena que foi roubada por outro homem. Mas parece ser dura, diante das minhas perguntas, se manteve calma.¡± Marco Ant?nio o ignorou, olhando para a pvra ¡°Ca¡± no acordo de div¨®rcio, essa pvra foi escrita seriamente,pletamente diferente da a**inatura da sua a**istente Ca. Ele devolveu o acordo de div¨®rcio para Emo, ¡°Termine tudo o mais r¨¢pido poss¨ªvel.¡± Emo disse, ¡°Eu fiz tudo o que eu deveria fazer, voc¨º s¨® precisa ir ao cart¨®rio daqui a um m¨ºs e finalizar o processo de div¨®rcio .¡± ¡°Mais um m¨ºs?¡± Agora ele n?o quer esperar nem mais um segundo, queria finalizar o processo de div¨®rcio imediatamente. 12:24 Capitulo 38 Se fosse poss¨ªvel deixar outra pessoa fazer, Marco Ant?nio at¨¦ pensaria em contratar algu¨¦m para finalizar o processo de div¨®rcio por ele, porque a cada olhar para aqu mulher, ele temia que isso afeta**e seu humor. Emo riu e disse, ¡°O div¨®rcio j¨¢ est¨¢ na metade, n?o precisa se apressar.¡± 212 Cap铆tulo 39 Cap¨ªtulo 39 Cap¨ªtulo 39 Marco Ant?nio empurrou os ¨®culos de aro prateado para cima do nariz e acendeu um cigarro, ¡°Voc¨º pode ir agora¡°. ¡°Como voc¨º pode me tratar a**im? Eu ajudo voc¨º e voc¨º nem me oferece um copo d¡¯¨¢gua antes de me mandar embora.¡± Emo se jogou no sof¨¢, ¡°N?o vou embora hoje.¡± Marco Ant?nio, ¡°Ameri, sirva um copo d¡¯¨¢gua para Sr. Yari.¡± ¡°Sr. Yari realmente quer beber ¨¢gua? Eu acho que Sr. Yari n?o est¨¢ sede¡°, Ameri interferiu, um tom nada amig¨¢vel. Emo, ¡°Ameri, at¨¦ voc¨º est¨¢ zombando de mim?¡± Ameri est¨¢ na casa dos cinquenta anos e ¨¦ empregada dom¨¦stica, enquanto Marco Ant?nio ¨¦ cuidado por . nunca foi tratadao uma empregada por ele ou por seus amigos, sendo maiso uma velha que ocasionalmente precisava dar umas broncas nos jovens. Ameri lhe trouxe uma garrafa de ¨¢gua mineral, ¡°Se o jovem senhor quer ser infantil, por que voc¨º tem que participar? O div¨®rcio j¨¢ est¨¢ p metade, cuidado para a av¨® Sra. Luisa n?o voltar e te repreender.¡± Um ano e meio atr¨¢s, Ameri ficou encantada ao saber que Marco Ant?nio iria se casar. decorou a mans?o para a ocasi?o, at¨¦ mesmo preparando um ber?o. Mas ap¨®s o casamento, ele viajou para o exterior e ficou fora por um ano. pensou que o casamento tinha acabado, j¨¢ que a noiva era apenas algu¨¦m que a Sra. Luisa aprovava. Mas quando Marco Ant?nio voltou para o pa¨ªs, ele pediu que redecora**e a casa para receber a esposa. Naqu vez, seu tom de voz foi o mais gentil que j¨¢ tinha ouvido dele,o se ele estivesse nejando dar toda a sua gentileza para aqu jovem. Ameri, feliz, redecorou a casa para ser do agrado de uma jovem senhora, mas na noite seguinte, Marco Ant?nio n?o trouxe sua esposa para casa. Depois, por causa do trabalho, ele n?o voltou para a mans?o, e n?o ouviu mais nada sobre Sra. Ant?nio (Ca). esperava todos os dias que Marco Ant?nio trouxesse sua esposa para casa, mas quando Emo de repente apareceu dizendo que eles estavam se divorciando, n?o podia dar um bom olhar para Emo. ¡°N?o precisa.¡± Marco Ant?nio se virou para subir as escadas, mas Ameri o chamou, ¡°Marco, posso te perguntar uma coisa?¡± Marco Ant?nio parou, ¡°Diga.¡± Ameri, ¡°Voc¨º realmente vai se divorciar da Sra. Ant?nio? Voc¨º realmente n?o vai traz¨º para casa?¡± ¡°N?o haver¨¢ mais nenhuma Sra. Ant?nio nesta casa, ent?o pare de fr sobre isso¡°. Marco Ant?nio acabou de dizer isso quando o seu telefone fez um som, indicando o recebimento de uma not¨ªcia local sobre um acidente de carro. Marco Ant?nio estava prestes a deslizar a notifica??o quando viu o rosto delicado na capa da not¨ªcia, imediatamente pegou as chaves do carro e correu para fora, deixando para tr¨¢s uma Ameri confusa. Marco Ant?nio dirigiu rapidamente at¨¦ o Hospital Popr de Salvador, de acordo o endere?o na noticia, e encontrou o quarto de Ca. 12-24 Cap¨ªtulo 39 Assim que chegou ¨¤ porta do quarto, ouviu a voz de Ca, ¡°Jean, eu apenas arranhei um pouco, n?o se preocupe.¡± Ele olhou p jan da porta e viu Ca meio deitada na cama do hospital, um homem sentado aodo d, acariciando gentilmente sua testa, ¡°Voc¨º tem certeza de que est¨¢ tudo bem?¡± ¡°Voc¨º quer que eu me levante e d¨º algumas voltas para provar que estou bem?¡± fingiu que ia se levantar, mas o homem a empurrou de volta para a cama. N?velDrama.Org: text ? owner. ¡°Independentemente de estar bem ou n?o, n¨®s vamos ficar no hospital essa noite, voc¨º tem que me ouvir nisso.¡± O homem estava de costas para a porta, ent?o Marco Ant?nio n?o podia ver seu rosto. Ele sentiu um forte impulso de entrar no quarto e ver o rosto do homem que tinha toda a aten??o d. ¡°Senhor, quem o senhor est¨¢ procurando?¡± Uma enfermeira que veio fazer uma ronda interrompeu seus pensamentos. Marco Ant?nio deu uma olhada na enfermeira e se virou para sair. Ele chegou ao estacionamento, acendeu um cigarro e deu uma tragada, ent?o soltou uma risada fria. 212 Cap铆tulo 40 Cap¨ªtulo 40 Cap¨ªtulo 40 Ele era apenas o chefe d, o marido d aodo cuidando d ap¨®s o pequeno acidente de carro, o que ele estava fazendo no hospital? Owned by N?velDrama.Org. Logo depois, ligou para Leonardo, ¡°Vamos tomar umas?¡± Leonardo disse, ¡°ro.¡± Marco Ant?nio estava num mau humor essa noite! Leonardo percebeu a**im que o viu. Depois de algumas bebidas, ele disse, ¡°Marco, voc¨º e sua esposa n?o t¨ºm sentimentos, se te traiu, deixa pra l¨¢, voc¨º n?o precisa ficar chateado por uma mulher infiel.¡± Marco Ant?nio sorriu friamente, ¡°Essa mulher vale a pena eu ficar chateado por ?¡± Leonardo disse, ¡°Ent?o por que voc¨º est¨¢ chateado?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Eu estou chateado?¡± Ele obviamente estava chateado, mas estava fingindo. ¨¦ realmente humilhante para um homem ser tra¨ªdo, Leonardo n?o queria continuar remexendo na ferida dele. Ele mudou de a**unto, ¡°Voc¨º ficou no Oeste por mais de um m¨ºs, faz tempo que n?o vejo sua a**istente, que tal cham¨¢ para tomar uma bebida conosco?¡± A voz de Marco Ant?nio de repente ficou muito pesada, ¡°Uma mulher casada, por que voc¨º ainda n?o a esqueceu?¡± ¡°Casada, e da¨ª?¡± Leonardo sorriu confiante, ¡°O marido d certamente n?o ¨¦ t?o bonito nem t?o rico quanto eu, se eu realmente quisesse , definitivamente n?o poderia escapar de mim.¡± Marco Ant?nio colocou o copo de bebida pesadamente na mesa, fazendo um som estrondoso, ¡° ¨¦ minha, fique longe d!¡± Ele estava realmente b¨ºbado, era ¨®bvio pelo seuportamento, Leonardo brincou, ¡°Sua? O que voc¨º quer dizer? ¨¦ sua a**istente, n?o sua esposa. Se eu a cortejar e quiser ficarigo, voc¨º vai se importar?¡± Marco Ant?nio sabia muito bem que Ca era apenas sua a**istente, n?o sua esposa, e ele n?o tinha nada a ver os sentimentos pessoais d. Quando foi ferida no Oeste para salv¨¢¨Clo, ele n?o tinha o direito de ficar aodo d na cama, agora que havia sofrido um acidente de carro, quem estava aodo d era o marido d, nunca poderia ser ele. Leonardo disse de novo, ¡°Marco, se voc¨º quer , n?o importa se ¨¦ casada ou n?o, simplesmente a tome. N?o acredito que haja uma mulher que possa resistir ao seu charme.¡± Essas pvras de Leonardo despertaram o ¡°dem?nio¡± escondido no fundo de Marco Ant?nio, por um momento ele sentiu que essa era uma boa ideia. Mas ele realmente a queria? Ele n?o sabia! Ele s¨® se sentia iodado quando via sendo ¨ªntima o marido. 12.24 Capitulo 40 Talvez tenha sido porque Marco Ant?nio conheceu uma mulher traidora em seu casamento, ent?o ele invejou o marido de Ca por ser cuidado de todo o cora??o por . Leonardo pegou o celr, tirou uma foto de Marco Ant?nio sem ele perceber e enviou para Ca, ¡°Sra. Barcelo, o Diretor Ant?nio est¨¢ chorando porque a esposa dele o traiu, talvez voc¨º deva vir busc¨¢¨Clo.¡± Depois de enviar a mensagem, Leonardo guardou o celr imediatamente e continuou a beber calmamente. Ele se sentia extremamente inteligente, chamando a Ca por aqui. Se uma fa¨ªsca poderia surgir entre eles ou n?o, dependia do desempenho de Marco Ant?nio. Cap铆tulo 41 Cap¨ªtulo 41 Cap¨ªtulo 41 Ca precisou mover montanhas para convencer Jean e Maria a deix¨¢ n?o pa**ar a noite no hospital. Agora, todas estavam na volta para casa no carro. Ca deu um belisc?o em seu pr¨®prio rosto, ¡°N?o precisava ficar internada. A cama do hospital n?o ¨¦ t?o confort¨¢vel quanto a de casa. N?o tenho dormido bem depois de um m¨ºs e meio ausente. Sinto muita falta da minha cama.¡± Jean segurava firmemente o vnte, ainda um pouco a**ustada. ¡°Voc¨º teve muita sorte hoje ¨¤ noite, por pouco e n?o te ver¨ªamos mais.¡± Depois do jantar, Jean foi buscar o carro no estacionamento, Maria foi ao banheiro e Ca ficou esperando na porta do restaurante. De repente, um carro veio em sua dire??o. Felizmente, Ca reagiu a tempo, evitando um grande acidente ao se esquivar rapidamente para tr¨¢s de uma grande ¨¢rvore. Mesmo a**im, caiu e raspo¨´ o cotovelo. O carro atingiu a ¨¢rvore, causando grandes danos tanto ao ve¨ªculo quanto ao motorista. Felizmente, a ambulancia chegou a tempo e o motorista n?o correu risco de vida. Um toque no celr interrompeu a conversa. Ca pegou o telefone e viu que era uma mensagem de Leonardo. Quando leu que a esposa de Marco Ant?nio estava tendo um caso, quase n?o acreditou no que estava lendo. No entanto, pensando bem, n?o era totalmente imposs¨ªvel. Anteriormente, sempre que Marco Ant?nio mencionava sua esposa, ele tinha um olhar gentil, mas depois n?o permitiu que menciona**em mais. Ca suspirou e disse, ¡°Jean, me deixa na porta do Club Sirimiri quando pa**armos por l¨¢, por favor.¡± Maria perguntou, ¡°Por qu¨º? Vai ser motorista do seu patr?o explorador de novo?¡± Ca sorriu, ¡°Sou a**istente pessoal dele, n?o temo evitar.¡± ¡°O dinheiro dos direitos autorais est¨¢ quase na conta, voc¨º n?o precisa trabalhar mais por ele. Que tal nos demitirmos?¡± Jean tentou convenc¨º, mas todos sabiam que o trabalho a fazia se sentir segura. Como seus melhores amigos, eles tinham que apoiar o trabalho de Ca: ¡°Vamos voc¨º. Deixamos ele em casa e depois vamos buscar voc¨º.¡± ¡°Esse ¨¦ meu trabalho, n?o posso sempre ter voc¨ºs por perto.¡± Ca deu um tapinha nos ombros deles, ¡°Fiquem tranquilos, sou resistente.¡± Eles n?o queriam pressionar Ca, ent?o a deixaram na porta do Club Sirimiri e s¨® sa¨ªram depois de v¨º entrar. Ca logo encontrou a s onde Marco Ant?nio estava. Owned by N?velDrama.Org. Quando Leonardo a viu, seu rosto se iluminou e ele abriu os bra?os para abra?¨¢, ¡°Srta. Barcelo, h¨¢ quanto tempo. Senti tanto a sua falta.¡± ¡°Sr. Masaveu, ol¨¢!¡± Ca desviou do abra?o e olhou em volta para ver que ele estava sozinho na s, ¡°Voc¨º me enganou?¡± ¡°Eu jamais ousaria engan¨¢.¡± Leonardo apontou para a varanda. Ca olhou e viu Marco Ant?nio ao telefone. Como as luzes da varanda estavam apagadas, n?o havia 12:25 notado antes. Leonardo disse, ¡°Srta. Barcelo, j¨¢ pensou em aproveitar sua vantagem para chegar primeiro??¡± Ca arqueou uma sobrancelha, ¡°Sr. Masaveu, o que quer dizer isso?¡± Leonardo se aproximou de Ca e disse misteriosamente, ¡°A infidelidade da esposa do Diretor Ant?nio ¨¦ o a**unto da hora na nossa roda. Muitas mulheres querem aproveitar a oportunidade para se aproximar do Diretor Ant?nio, mas ele n?o as recebe. Voc¨º ¨¦ diferente, est¨¢ sempre aodo dele, essa ¨¦ sua chance.¡± Ca queria dar um soco em Leonardo, o homem s¨® pensava em rcionamentos o tempo todo, ¡°Sr. Masaveu, seria melhor se cr.¡± Leonardo n?o acreditava que uma mulher pudesse resistir a Marco Ant?nio, ¡°Marco Ant?nio ¨¦ rico e bonito, tem um corpo incr¨ªvel, e al¨¦m disso, ele n?o fica outras mulheres por a¨ª. Voc¨º realmente nunca pensou em ficar ele?¡± ¡°N?o. Nada mesmo.¡± Ca respondeu convic??o, ¡°Sr. Masaveu, se n?o quiser que eu perca meu emprego, por favor, n?o diga mais isso.¡± Mal acabou de fr, a porta de correr da varanda foi aberta e Marco Ant?nio entrou. Seu cabelo, sempre arrumado, agora tinha alguns fios desgrenhados caindo, gotas de ¨¢gua no rosto, seus olhos por tr¨¢s das arma??es de ¨®culos de aro de prata pareciam emba?ados, parecia que ele estava b¨ºbado. Cap铆tulo 42 Cap¨ªtulo 42 Cap¨ªtulo 42 ¡°Como voc¨º veio parar aqui de novo?¡± Quando viu Ca, seus olhos brilharam um vest¨ªgio de alegria, que foi rapidamente apagado ps pvras ¡°apenas fazendo meu trabalho¡± de Ca. Ele riu friamente, ¡°Voc¨º pode ir embora, pe?a ao motorista para me buscar.¡± Leonardo tamb¨¦m estava l¨¢, persuadindo, ¡°Marco, voc¨º est¨¢ b¨ºbado, deixa a Srta. Barcelo te levar para casa.¡± Ca pegou as chaves do carro, ¡°Diretor Ant?nio, vamos.¡± Ca estava dirigindo, enquanto Marco Ant?nio, sentado no banco de tr¨¢s, olhava para o perfil d com os olhos semi¨Ccerrados. estava concentrada na dire??o e n?o disse uma pvra. ¡°Heh¡­¡± ele riu friamente. Sem pensamentos? Apenas fazendo o trabalho? Mais de meia hora depois, chegaram ¨¤ mans?o. Ca j¨¢ havia estado ali duas vezes para entregar documentos a ele, ent?o estava rtivamente familiarizada o lugar. Marco Ant?nio permaneceu no carro, os dedos longos pressionados contra a testa, parecendo desconfort¨¢vel. Ca estava um pouco preocupada, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º est¨¢ tendo uma rea??o al¨¦rgica ao ¨¢lcool novamente?¡± Marco Ant?nio fechou os olhos, n?o respondendo. Ca acendeu a luz do carro, iluminando seu rosto. Sua pele estava um pouco vermelha, mas n?o mostrava sinais de uma rea??o al¨¦rgica. lembrou novamente, ¡°Diretor Ant?nio, chegamos em casa.¡± Marco Ant?nio abriu para curar a ressaca.¡± os olhos, seu olharplexo pousando em seu rosto, ¡°Por favor, prepare um caldo N?velDrama.Org: text ? owner. Marco Ant?nio n?o gostava que outr pessoas fica**em em seu espa?o pessoal, ent?o Marta n?o dormia na mans?o ¨¤ noite, Ca tamb¨¦m sabia disso. Ca preparou o caldo de mem¨®ria, pensando que Marco Ant?nio tinha ido tomar banho, ent?o o preparou e saiu primeiro. No entanto, el¨¦ estava sentado silenciosamente no sof¨¢ da s, um cigarro em suas m?os que n?o acendeu, olhando para fora da jan, fazendo que pessoas sentissem pena dele. Ca conhecia bem a sensa??o de ser tra¨ªda, erao se algu¨¦m tivesse cavado um buraco no cora??o d uma faca. A dor era t?o intensa que poderia ser melhor descritao agonizante. imaginou que Marco Ant?nio deveria estar sentindo o mesmo agora. Ca trouxe a ele o caldo, fndo suavemente, ¡°Diretor Ant?nio, beba o caldo primeiro, e descanse depois de terminar.¡± Marco Ant?nio virou os olhos para e viu o arranh?o em seu cotovelo, ¡°Voc¨º machucou o cotovelo?¡± Ca estava usando uma camisa branca de mangaprida, e quando estava fazendo o caldo, 12:25 ¡®enrolou as mangas, ent?o Marco Ant?nio viu o arranh?o em seu cotovelo. ¡°¨¦ s¨® um arranh?o.¡± Ca rapidamente abaixou a manga, sem querer discutir o acidente. n?o falou sobre isso, e Marco Ant?nio fingiu n?o saber, pegou o caldo e bebeu. Ele costumava beber empromissos sociais, e nunca tinha o h¨¢bito de beber caldo para curar a ressaca antes. As duas ¨²nicas vezes que ele fez isso foi quando Ca preparou para ele. O caldo tinha um sabor agridoce, e era bastante bom. Vendo que ele tinha terminado, Ca se sentiu mais aliviada, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º deve descansar agora. Vou embora.¡± ¡°Fique aqui esta noite, n?o v¨¢ embora.¡± ele disse. Cap铆tulo 43 Cap¨ªtulo 43 Cap¨ªtulo 43 Ca recuou inconscientemente, a**ustada as pvras de Marco Ant?nio, criando rapidamente uma distancia entre eles. Ao ver sua evas?o t?o ¨®bvia, Marco Ant?nio olhou um pouco frio. ¡°¨¦ dif¨ªcil pegar um t¨¢xi neste condom¨ªnio ¨¤ noite, h¨¢ quartos no segundo andar, voc¨º pode escolher qualquer um para pa**ar a noite.¡± Ca, ¡°¡­¡­¡± Ent?o era isso que ele queria dizer, estava pensando demais. Marco Ant?nio se levantou e pegou uma caixa de rem¨¦dios, de onde retirou um tubo de pomada verde. ¡°Aplique esta pomada na ferida depois de tomar banho.¡± ¡°Obrigada, Diretor Ant?nio!¡± Ca aceitou a pomada educadamente. Quanto a pa**ar a noite, n?o achava necess¨¢rio. Mesmo que eles fica**em em andares diferentes, n?o era apropriado para um homem e uma mulher ficarem sozinhos. ¡°Eu n?o quero te iodar, ent?o n?o vou ficar aqui.¡± Marco Ant?nio, ¡°Eu durmo no terceiro andar, voc¨º dorme no segundo,o voc¨º poderia me iodar? Suas pernas podem alcan?ar o teto?¡± Ca, ¡± Marco Ant?nio disse novamente, ¡°Agora s?o duas da manh?, voc¨º tem que voltar amanh? de manh?, tem certeza que quer ir embora?¡± A casa tinha tr¨ºs andares, o quarto e o escrit¨®rio de Marco Ant?nio estavam no terceiro andar, o segundo andar estava normalmente vazio, embora a empregada tamb¨¦m limpa**e regrmente. Havia dois quartos de h¨®spedes no segundo andar, Ca escolheu o mais interno. O quarto era muito aconchegante e limpo, roupas de cama novas e nunca usadas. O banheiro n?o s¨® tinha um roup?o novo, mas tamb¨¦m todos os itens de higiene pessoal que poderia precisar, semelhante a um hotel cinco estrs. Pensava hoje, Ca voou das montanhas de Oeste para Salvador, a**inou um acordo de div¨®rcio, teve um pequeno acidente de carro e acabou sendo motorista de Marco Ant?nio. estava realmente cansada, e adormeceu poucos minutos depois de tomar banho. Ca sempre teve uma rotina regr, mesmo aos finais de semana, mesmo que tivesse dormido tarde na noite anterior, acordava pontualmente ¨¤s seis da manh?. Para sua surpresa, Marco Ant?nio acordou antes d. Quando abriu a cortina, p?de ver um homem de sunga ¨¤ beira da piscina no quintal. Com uma altura de 1,88 metros, um abd?men definido, um rosto perfeitamente esculpido e olhos indiferentes, mas atraentes¡­ N?velDrama.Org ? 2024. P primeira vez, Ca se deu conta de que o corpo de Marco Ant?nio, escondido sob a camisa branca e a cal?a preta, era ainda mais atraente do que o rosto dele. Com um homem t?o atraente, qual mulher trairia, a menos que¡­ Ca de repente se lembrou de algo que Leonardo disse uma vez ¨C ¡°Seu Diretor Ant?nio parece bom, mas n?o ¨¦ grande coisa na realidade.¡± Ser¨¢ que Marco Ant?nio n?o conseguia satisfazer sua esposa, e por isso o traiu? 12:25 Ca ficou a**ustada seus pr¨®prios pensamentos indecentes¡­ Como poderia pensar a**im sobre seu pr¨®prio Diretor Ant?nio? rapidamente fechou a cortina para evitar mais pensamentos. Depois de se arrumar, Ca vestiu as roupas que haviavado e secado na noite anterior e desceu paral preparar o caf¨¦ da manh?. Quando chegou ¨¤ escada do segundo andar, Marta acabava de entrar na casa. Ao ver uma jovem e b garota aparecer de repente em casa, Marta ficou surpresa e encantada. ¡°Sra. Ant?nio, voc¨º voltou?¡± ¡°Marta, sou eu, Ca.¡± Ca se apressou em explicar. ¡°O Diretor Ant?nio bebeu ontem ¨¤ noite e eu o trouxe para casa. Como estava tarde, dormi no quarto de h¨®spedes no segundo andar.¡± Para evitar mal¨Centendidos, fez quest?o de enfatizar que estava no quarto de h¨®spedes no segundo andar. Marta, ao ver que era Ca, disse alegremente, ¡°Ah, ¨¦ voc¨º, Srta. Barcelo. Eu pensei que tinha trazido a Sra. Ant?nio de volta.¡± Ca estava muito envergonhada! Marta n?o pareceu se importar e continuou, ¡°Srta. Barcelo, voc¨º tem namorado?¡± Ca respondeu, ¡°Eu j¨¢ sou casada.¡± Marta sentiu uma pontinha de decep??o, ¡°Voc¨º se casou t?o jovem?¡± Ca confirmou um aceno de cabe?a. Marta, preparando o caf¨¦ da manh?, perguntou, ¡°O que a Srta. Barcelo gostaria deer?¡± ¡°Marta, eu posso fazer sozinha?¡± Ca, uma vontade s¨²bita deida caseira, decidiu preparar algo mesma. Marta, sempre acolhedora, respondeu, ¡°ro que pode! O diretor Ant?nio raramentee em casa, ent?o normalmente sou eu quem prepara o caf¨¦ da manh?. Sinta¨Cse em casa e use a cozinhao quiser.¡± ¡°Bem, eu n?o vou ser t¨ªmida ent?o.¡± Cae?ou a preparar os ingredientes que precisava. Cap铆tulo 44 Cap¨ªtulo 44 ap¨ªtulo 44 Os ingredientes j¨¢ estavam prontos, Ca preparou os temperos primeiro. A ¨¢gua na pan aodo estava fervendo, Ca colocou o macarr?o na pan, depois de cozido, retirou evou ¨¢gua limpa. Finalmente, quando o macarr?o estava pronto, derramou o tempero por cima. Marta estava incrivelmente surpresa a s¨¦rie de movimentos suaves de Ca. Hoje em dia, poucas garotas cozinham, e ainda menos cozinham bem, uma garotao Ca, que ¨¦ linda e sabe cozinhar, ¨¦ uma raridade. Olhando para uma grande tig de macarr?o cheio de aroma, a boca de Marta estava quase salivando, *Srta. Barcelo, seu marido ¨¦ muito sortudo! Casar uma garota que sabe cozinharo voc¨º.¡± Ca n?o queria fr mais sobre aquele marido irritante, mudou de a**unto, ¡°Fiz bastanteida, Marta, voc¨º quer experimentar?¡± ¡°Ah, Srta. Barcelo, voc¨º estava nejando cozinhar para mim?¡± Marta estava muito feliz, ¡°Depois voc¨º me diz o que colocou, para que eu possa experimentar quando quiserer.¡± ¡°Certo.¡± Ca sorriu confiante, ¡°Muitas pessoas sabem cozinhar, mas essa ¨¦ a receita secreta que minha av¨® me ensinou, nenhum restaurante ¨¦ t?o bom.¡± Marta esfregou as m?os animadamente, ¡°Ent?o, eu preciso aprender direito.¡± Ao entrar na casa, Marco Ant?nio sentiu um aroma diferente do caf¨¦ da manh? habitual. Ele foi atra¨ªdo pelo cheiro e, ao olhar para cima, viu Ca e Marta conversando animadamente na cozinha. Seu olhar caiu na silhueta esguia de Ca e uma ideia terr¨ªvel pa**ou p sua cabe?a. N?velDrama.Org ? 2024. Marta o viu primeiro, ¡°Marco, voc¨º quer macarr?o?¡± Marco Ant?nio nuncae macarr?o no caf¨¦ da manh?, ¡°N?o preciso.¡± Marta olhou para Ca, Ca sussurrou, ¡°Se ele n?o quer, euo duas tigs.¡± Quando Ca se virou, viu que Marco Ant?nio j¨¢ estava arrumado, vestindo sua habitual camisa branca e cal?as pretas, mas o que via eram seus abdominais definidos. rapidamente sacudiu a cabe?a para esquecer essas imagens impr¨®prias para crian?as. Na mesa de jantar. Marco Ant?nio estavaendo um caf¨¦ da manh? saud¨¢vel, era nutritivo, mas sem sabor. Diante de Ca havia duas tigs de macarr?o um aroma delicioso, n?o s¨® cheirava bem, mas tamb¨¦m tinha um gosto ainda melhor. Marco Ant?nio viu Caendo uma tig de macarr?o e ainda tinha outra na frente d, era t?o magra e conseguiaer tanto de manh?, n?o tinha medo de se empanturrar, ¡°As duas tigs s?o suas?¡± Ca a**entiu, ¡°Sim, este ¨¦ o macarr?o que eu cozinhei, eu n?o queria jogar fora, ent?o nejeier as duas tigs.¡± Marco Ant?nio n?o disse mais nada, mas seus olhos estavam fixos na tig de macarr?o que ainda n?o tinhaido. Ca provavelmente entendeu o que ele queria, perguntou tentativamente, ¡°Diretor Ant?nio, gostaria de experimentar?¡± 12:25 Cap¨ªtulo 44 Marco Ant?nio estava apenas esperando por isso, ¡°Pode ser.¡± Ca imediatamente deu¨Clhe o macarr?o, ¡°Diretor Ant?nio, por favor, aproveite!¡± Marco Ant?nioeu um pouco. Ele ¨¦ muito exigente o sabor daida. Se aida n?o for de seu agrado, ele definitivamente n?oer¨¢ uma segunda mordida. Ca ficou muito feliz ao v¨º¨Cloer todo o macarr?o. Eleeu todo o macarr?o, o que era uma afirma??o de suas habilidades culin¨¢rias, ¡°Diretor Ant?nio, minha culin¨¢ria ¨¦ boa, n?o ¨¦?¡± Embora o macarr?o que fez fosse um pouco inferior ao do chef que ele haviaido antes, quando esperava seu elogio, ele n?o poupou elogios, ¡°Sim, est¨¢ muito bom.¡± ¡°Obrigada pelos elogios, Diretor Ant?nio!¡± Com o elogio, Ca pa**ou a manh? um sorriso sincero no rosto. Marco Ant?nio pegou o tablet, Ca esperou silenciosamente aodo. Os dois estavam sentados no balc?o, muito pr¨®ximos ¡­ Marta observava os dois de longe, ele era bonito, era linda, parecia uma linda pintura. Houve um momento em que Marta desejou que Ca fosse a Sra. Ant?nio, mas¡­¡® ¡°Mano, cheguei a casa!¡± Uma voz jovem e ra interrompeu a tranquilidade da tarde, seguida por uma garota vibrante que apareceu diante deles. O rosto da menina estava cheio de um sorriso brilhante, mas ao ver a mulher aodo de Marco Ant?nio, sua express?o mudou instantaneamente. Sem pensar duas vezes, apontou para Ca ee?ou a repreend¨º, ¡°Voc¨º, mulher sem vergonha,o ainda tem coragem de ficar aqui!¡± Cap铆tulo 45 Cap¨ªtulo 45 ap¨ªtulo 45 ¡°Por que voc¨º sempre enche o saco do meu irm?o, n?o acha que t¨¢ fazendo ele pa**ar vergonha? Eu estou te avisando, cai fora agora mesmo!¡± A reprimenda da menina pegou Ca totalmente desprevenida. Felizmente, Marco Ant?nio interveio a tempo, ¡°Estr de Ant?nio, voc¨º sabe o que est¨¢ fndo? Pe?a desculpas agora mesmo!¡± Sua voz era grave e s¨¦ria, cheia de uma autoridade inquestion¨¢vel e inflexibilidade. ¡°Irm?o, voc¨º quer que eu pe?a desculpas para essa mulher sem vergonha?¡± Esta foi a primeira vez em mais de vinte anos que Estr viu Marco Ant?nio ser t?o duro . se sentiu muito injusti?ada, e as l¨¢grimas vieram imediatamente, ¡°Voc¨º nunca se zangouigo antes, ¨¨ agora voc¨º est¨¢ se zangandoigo por causa de uma mulher infiel.¡± Chorando, Estr disse, ¡°Irm?o, essa mulher j¨¢ dormiu outros homens, voc¨º vai agiro se nada tivesse acontecido?¡± Foi nesse momento que Ca percebeu que Estr tinha entendido mal sua verdadeira identidade. Com um sorriso auto¨Cdepreciativo, Ca disse, ¡°Srta. Ant?nio, eu sou apenas a**istente do Marco Ant?nio. O que isso tem que ver ele se eu dormir outro homem?¡± estava certa. era apenas sua a**istente, e ele ele n?o tinha o direito de interferir dormindo qualquer homem. Marco Ant?nio, no entanto, n?o entendeu por que se sentia t?o desconfort¨¢vel. Em um instante, o rosto de Estr, cheio de l¨¢grimas, se iluminou um sorriso brilhante,o se a pessoa que estava chorando n?o fosse , ¡°Ent?o voc¨º ¨¦ a**istente ¨C Ca, eu pe?o desculpas! Eu n?o estava te xingando, eu estava xingando minha cunhada infiel.¡± Ca estava confusa, ¡°Voc¨º n?o consegue reconhecer sua pr¨®pria cunhada?¡± Estr estava prestes a dizer algo quando Marco Ant?nio a interrompeu, ¡°Por que voc¨º voltou cedo?¡± Ele a repreendeu severamente, ¡°Voc¨º pensa que est¨¢ certo xingar as pessoas sem saber a verdade? Voc¨º n?o aprendeu nada em todos esses anos, s¨® melhorou suas habilidades para insultar.¡± ¡°Irm?o, eu sinto muito! Eu s¨® estava preocupada que voc¨º fosse enganado por uma mulhet m¨¢.¡± Estr agarrou a borda de sua camisa um tom manhoso, mas isso n?o teve efeito. ¡°Porque voc¨º est¨¢ preocupadaigo, voc¨º pode simplesmente insultar as pessoas?¡± Marco Ant?nio manteve o rosto impa**¨ªvel, uma aura intimidante ¡°Voc¨º pode insultar qualquer pessoa ao meu redor?¡± Estr nunca tinha visto Marco Ant?nio t?o severo antes, estava realmente medo e se voltou para Ca para pedir ajuda, ¡°Irm? Ca, eu estava errada, voc¨º pode me perdoar? Se voc¨º me perdoar, eu farei qualquer coisa que voc¨º pedir no futuro.¡± ¡°Como voc¨º n?o estava me insultando, n?o tem problema.¡± Embora Ca tenha sido insultada sem motivo, n?o estava realmente zangada. Al¨¦m disso, Estr ¨¦ a irm? de Marco Ant?nio, e ele,o irm?o, tem o direito de educar sua irm?. Ca,o uma estranha, n?o tem o direito de se zangar Estr. Estr, que se a**emelha um pouco a Marco Ant?nio, ¨¦ lindao uma fada, e Ca sempre ¨¦ atra¨ªda por coisas bonitas. 13.25 Cap¨ªtulo 45 Estr abriu os bra?os e abra?ou Ca fortemente, ¡°Ca, voc¨º ¨¦ linda e gentil. A partir de hoje, voc¨º ¨¦ minha amiga.¡± Ca, ¡°¡­¡­¡± A efusividade dessa menina pequena era um pouco dif¨ªcil de lidar. ¡°Estr, Mark¡­¡­¡± Uma voz feminina veio da porta, uma voz muito doce. Ca virou a cabe?a para ver uma garota de forma graciosa. A garota tinha um rosto muito delicado, usava um vestido branco e tinha cabelos pretos que ca¨ªam sobre os ombros, parecendo uma estudante que acabara de entrar na universidade. caminhou at¨¦ Marco Ant?nio um sorriso no rosto, ¡°Mark, quanto tempo, hein? Senti saudades N?velDrama.Org ? 2024. suas!¡± Marco Ant?nio deu uma olhada na garota, ¡°Quem ¨¦ voc¨º? Por que sentiria saudades minhas?¡± Cap铆tulo 46 Cap¨ªtulo 46 Cap¨ªtulo 46 Todos parecem t?o pr¨®ximos do Marco, mas ele ageo se n?o conhecesse ninguem. Ca achou que a atitude distante de Marco era novamente uma grande rev??o, seu jeito era simples, direto, e muito rude, nunca deixando espa?o para ilus?es.. A menina mordeu o l¨¢bio tristemente, os olhos cheios de l¨¢grimas, ¡°Marco, voc¨º n?o se lembra de mim?¡± Vendo sua boa amiga ser tratada a**im, Estr se sentiu muito mal, ¡°Marco, ¨¦ a Yumi, Yumi Lu¨ªs. Se aqu mulher n?o tivesse aparecido do nada, Yumi poderia ser sua esposa agora.¡± Marco Ant?nio disse friamente, ¡°Minha esposa? Quem t? disse isso? Se continuar fndo essas coisas, vai ficar em casa.¡± ¡°Estr, estou bem, n?o brigue o Marco.¡± Yumi tinha l¨¢grimas nos olhos, mas ainda tentava ser forte. Seu jeito ferido provavelmente faria qualquer homem se sentir mal, mas Marco Ant?nio n?o se mexeu, ¡°Estr, leve sua amiga e saia daqui, n?o traga mais ningu¨¦m.¡± ¡°Se ¨¦ para ir, vamos ent?o, hum.¡± Disse Estr, irritada, pronta para partir, mas ent?o voltou e disse: ¡°Irm?o, estou fome, possoer antes de ir?¡± Marco Ant?nio amava muito sua irm?, ele n?o poderia deix¨¢ pa**ar fome, ent?o sem resposta, ele se virou e saiu. Sem obje??es de Marco Ant?nio, Estr a**umiu que ele concordou, ¡°Marta, ainda tem almo?o?¡± Marta sorriu e caminhou at¨¦ , ¡°Estr, voc¨º parece ter crescido novamente.¡± N?velDrama.Org ? 2024. ¡°Marta, parei de crescer h¨¢ muito tempo, s¨® voc¨º que acha que eu cres?o toda vez que me v¨º.¡± Estr brincou Marta, ¡°Estou tanta fome que minha barriga est¨¢ at¨¦ murchando, tem comida?¡± Marta acariciou sua cabe?a, ¡°Se Estr querer,o n?o teria?¡± ¡°¨¦ por isso que eu adoro voc¨º, Marta.¡± Estr disse a Yumi, ¡°Yumi, vamos, vamoser.¡± Yumi sorriu para Ca, ¡°Srta. Barcelo, ¨¦ um prazer conhec¨º!¡± Ca retribuiu o sorriso educadamente, ¡°Srta. Lu¨ªs, oi!¡± Apesar da formalidade de Yumi, havia hostilidade em seus olhos. Yumi gostava de Marco Ant?nio, a fam¨ªlia Lu¨ªs, ¨¦ ro, estaria disposta a se tornar parente da fam¨ªlia Ant?nio. No entanto, eles n?o estavam hostis ¨¤ esposa de Marco Ant?nio, mas ¨¤ a**istente Ca. era a a**istente pessoal de Marco Ant?nio, muitos na empresa gostariam de ter essa posi??o, e muitos na vida pessoal temiam que pudesse substituir Sra. Ant?nio por estar perto dele. Essas pessoas que duvidam d, eles n?o sabem que tipo de pessoa ¨¦ Marco Ant?nio? Como ele poderia se apaixonar por uma pequena a**istente! Ca olhou para os olhos hostis de Yumi e perguntou sorrindo, ¡°Srta. Lu¨ªs, tem algo no meu rosto?¡± Yumi riu e disse, ¡°Eu s¨® pensei que a Srta. Barcelo ¨¦ muito bonita, ent?o olhei um pouco mais, espero que n?o se importe.¡± Estr, a inocente, n?o entendeu o subtexto nas pvras de Yumi, e concordou, ¡°Ca ¨¦ realmente bonita!¡± 12:25 Cap¨ªtulo 46 Yumi continuou, ¡°Srta. Barcelo ¨¦ t?o bonita, deve ter muitos pretendentes, certo?¡± ¡°Bem, sim, muitos!¡± Ca respondeu sinceridade, ¡°Srta. Lu¨ªs, n?o se preocupe, j¨¢ sou casada e amo muito meu marido. Eu definitivamente n?o vou atrapalhar sua busca pelo Diretor Ant?nio.¡± 12:25 Cap铆tulo 47 Cap¨ªtulo 47 Cap¨ªtulo 47 Ca n?o queria fingir ser ing¨ºnua. n?o tinha parentes em Salvador, enquanto Yumi tinha o apolo de uma das quatro grandes fam¨ªlias de Salvador, a fam¨ªlia de Lu¨ªs. Se Yumi quisesse prejudic¨¢, seria t?o f¨¢cil quanto matar uma formiga. A experi¨ºncia pa**ada ensinou Ca que para se proteger melhor, era muitas vezes necess¨¢rio ser flex¨ªvel. A franqueza de Ca pegou Yumi de surpresa. ficou em sil¨ºncio por um momento, depois se inclinqu para Ca e sussurrou: ¡°Senhorita Barcelo, voc¨º se conhece bem. Desde que voc¨º n?o interfira nos meus a**untos, eu n?o vou iod¨¢.¡± Yumi seportava docilmente na frente de Marco Ant?nio, mas a**im que ele se afastava, mostrava sua verdadeira face. Ca estava aliviada por seu julgamento ser bom e n?o ser enganada por uma mulher que era aparentemente d¨®cil, mas sombria por dentro. ¡°Conhecer a mim mesma ¨¦ minha maior virtude.¡± Satisfeita a resposta, Yumin?ou um olhar de desprezo a Ca e se afastou Estr. Ca n?o entendia as garotaso Yumi, que estavam dispostas a se sacrificar por um homem que n?o as amava. Realmente valia a pena? ¡°Parece que voc¨º n?o se lembra de nada que eu disse.¡± N?velDrama.Org: text ? owner. A voz de Marco Ant?nio soou repentinamente atr¨¢s d. Ca se a**ustou e se virou para encontrar seus olhos profundos. sempre se concentrava muito no trabalho, ent?o quando ele de repente a repreendeu, Ca sentiu um gosto amargo no cora??o. ¡°Diretor Ant?nio, se h¨¢ algo que eu n?o estou fazendo bem no trabalho, espero que voc¨º possa apontar diretamente. Eu farei o meu melhor para atender ¨¤s suas expectativas.¡± Marco Ant?nio arqueou uma sobrancelha. ¡°Eu disse que voc¨º n?o estava fazendo um bom trabalho?¡± Ca perguntou: ¡°Ent?o, o que voc¨º quis dizer?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Vamoser primeiro.¡± Ca teve que segui¨Clo at¨¦ o restaurante. Na mesa de jantar. Estr de Ant?nio e Yumi estavam conversando. Estr disse: ¡°Meu irm?o sempre foi t?o indiferente voc¨º, n?o sei por que voc¨º gosta dele.¡± Yumi respondeu: ¡°Preciso de uma raz?o para gostar de algu¨¦m? Desde crian?a, eu sonho em ser a noiva de Marco. Nesta vida, al¨¦m dele, eu n?o me casaria mais ningu¨¦m.¡± Quando viram Marco Ant?nio entrar, as duas pararam de fr e seportaram muito bem. A mesa de jantar era grande, e cada umia sua pr¨®pria refei??o. Marco Ant?nio sentou¨Cse na ponta da mesa. Ca escolheu um lugar o mais longe poss¨ªvel dele e come?ou aer em sil¨ºncio. Ca tinhaido um sandu¨ªche inteiro naqu manh?, ent?o n?o estava muita fome e parou deer depois de pouco tempo. Quando terminou, viu que Marco Ant?nio ainda n?o havia tocado em sua 12:25 Cap¨ªtulo 47 Ele acendeu um cigarro e olhou friamente para Yumi. ¡°Voc¨º acha que s¨® porque quer ser minha noiva, vai conseguir se casarigo? Se voc¨º n?o quer envergonhar a fam¨ªlia de Lu¨ªs, ¨¦ melhor desistir dessas ideias impratic¨¢veis.¡± ¡°Marco, eu sinto muito¡­¡± Yumi mordeu o l¨¢bio, os olhos cheios de l¨¢grimas novamente. ¡°Eu sei que voc¨º pediu o div¨®rcio porque aqu mulher te traiu. Se eu expressar meus sentimentos por voc¨º agora, isso pode fazer que os outros pensem que voc¨º se divorciou por minha causa. Eu n?o deveria expressar minhas emo??es neste momento, mas eu simplesmente gosto de voc¨º, gosto tanto de voc¨º que n?o consigo me contrr, gosto tanto de voc¨º que espero que todos no mundo saibam. Voc¨º pode n?o gostar de mim, mas por favor n?o machuque minha sinceridade, tudo bem?¡± Ca: ¡°¡­¡­¡± Isso era t?o dram¨¢tico. Muitos homens gostam de garotas a**im. No entanto, Marco Ant?nio n?o foi movido por Yumi: ¡°Pare de jogar esse jogo na minha frente. Voc¨º acha que sou divorciado, voc¨º ¨¦ eleg¨ªvel??¡± Cap铆tulo 48 Cap¨ªtulo 48 Cap¨ªtulo 48 Marco Ant?nio tragou profundamente o cigarro, ¡°Estr, leve embora imediatamente e tente evitar esse tipo de pessoa no futuro.¡± ¡°Yumi, vamos embora agora.¡± Marco Ant?nio estava especialmente a**ustador hoje. Estr pegou Yumi pelo bra?o e deixou a mans?oo se estivessem fugindo. Depois de entrar no carro, Estr, ainda um pouco a**ustada, deu um tapinha no peito, ¡°Yumi, eu j¨¢ te disse antes, meu irm?o valoriza muito sua privacidade. Ele n?o ficar¨¢ feliz se eu trouxer voc¨º sem avis¨¢¨Clo antes.¡± Yumi olhou para tr¨¢s, o carro estava se afastando rapidamente da mans?o que sempre sonhou em entrar. n?o conseguia esquecer a cena de Marco Ant?nio Ca. sabia melhor do que ningu¨¦m o quanto Marco Ant?nio n?o gostava de mulheres, ele sempre a rejeitou rigorosamente, n?o importa quantas vezes tentou se aproximar dele. Ca era a ¨²nica garota jovem que j¨¢ viu que poderia chegar t?o perto de Marco Ant?nio. Quanto mais Yumi pensava nisso, mais irritada ficava, ¡°Se ele valoriza tanto sua privacidade, por que aqu mulher pode entrar e sair da casa dele ¨¤ vontade? E chegar t?o perto dele?¡± Estr ficou confusa e perguntou, ¡°Que mulher? Minha cunhada? Mesmo que tenha tra¨ªdo ele, eles ainda s?o casados, n?o ¨¦ normal que entre e saia da casa deles?¡± Se n?o conhecesse t?o bem Estr, Yumi pensaria que estava tentando irrit¨¢ propositalmente, ¡°Estr, voc¨º est¨¢ tentando me irritar de prop¨®sito?¡± Estr co?ou a cabe?a, ¡°Yumi, por que voc¨º est¨¢ t?o brava de repente? Eu fiz alguma coisa para te irritar?¡± Yumi a fuzilou os olhos, ¡°Eu estava fndo da a**istente de Marco.¡± Estr disse, ¡°N?o vejo problema d trabalhar ele em sua casa.¡± Yumi ficou t?o irritada que seu peito do¨ªa, e sua voz soou ainda mais severa, ¡°Antes a a**istente dele era a dona de casa Elo¨ªsa, agora ¨¦ uma jovem, bonita. Voc¨º acredita mesmo que n?o tem segundas inten??es seu irm?o?¡± Estr disse, ¡°Mas a Srta. Barcelo n?o fez nada de errado, certo?¡± Yumi disse, ¡°Voc¨º ¨¦ minha amiga, se voc¨º n?o quiser me apoiar, tudo bem, mas por que est¨¢ apoiando outras pessoas?¡± ¡°ro que eu te apoio, mas n?o podemos ser injustos, podemos?¡± Estr e Yumi cresceram juntas, estudaram juntas, s s?o amigas desde a infancia, e valoriza muito essa amizade. Antes, sempre fazia o que Yumi pedia, at¨¦ mesmo as pvras rudes que usava para insultar as pessoas foram ensinadas por Yumi. Mas a Yumi de antes nunca ficaria irritada , sempre ouvia a opini?o de Estr. n?o sabia o que deu em Yumi hoje. ¡°Estr, me desculpe, eu estava errada.¡± Yumi abra?ou Estr, pedindo desculpas rapidamente. Antes de se tornar a dona da casa dos Ant?nios, Estr ainda era muito importante para . ¡°Eu te perdoo.¡± Estr sorriu, e s voltaram a sero eram antes. 12.25 Capitulo 48 Dentro da mans?o. Ca viu novamenteo Marco Ant?nio rejeitava uma mulher, e n?o p?de deixar de audir silenciosamente. ramente, os homens s?o capazes de reconhecer mulheres falsas, eles apenas optam por ignorar¡­ C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org Marco Ant?nio perguntou, ¡°Por que voc¨º est¨¢ rindo?¡± Ca rapidamente parou de sorrir e respondeu, ¡°Eu estava rindo?¡± Marco Ant?nio hesitou por um momento, ent?o disse, ¡°Eu n?o tenho nada a ver aqu mulher.¡± Cap铆tulo 49 Cap¨ªtulo 49 Cap¨ªtulo 49 Ca n?o entendia porque Marco Ant¨®nio queria se explicar para , sentia¨Cse nervosa, ¡°Diretor Ant?nio, isso ¨¦ uma quest?o pessoal sua, n?o precisa me contar¡± Marco Ant¨®nio tamb¨¦m n?o sabia porque estava se explicando para , apenas n?o quer¨ªa que entendesse mal. Para aliviar o constrangimento entre eles, Ca imediatamente mudou o a**unto para o trabalho, ¡°Diretor Ant?nio, o no j¨¢ foi estabelecido, preciso ir ao local para verificar.¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡°Eu j¨¢ encarreguei o Mario disso. Daqu¨ª a pouco voc¨º vaiigo a um lugar.¡± Ca sab¨ªa que Marco Ant¨®nio n?o tinha nos de trabalho para aquele dia, n?o tinha certeza de para onde eles ir¨ªam, mas concordou, Os dois foram at¨¦ a garagem, onde havia mais de uma dezena de carros de luxo estacionados. Owned by N?velDrama.Org. Marco Ant¨®nio n?o chamou um motorista. Ca pensou que ele queria que dirigisse, ent?o foi diretamente para o Bentley que Marco Ant?nio costumava usar. Mas Marco Ant¨®nio caminhou para um carro esportivo de cor cinza escuro, ¡°Hoje vamos este carro, eu dirijo,¡± Ca n?o ousava deixar o diretor dirigir, e o carro esportivo s¨® tinha dois a**entos, se ele dirigisse, teria que sentar no a**ento do pa**ageiro, j¨¢ tinha ouvido dizer que uma mulher n?o deve sentar no banco do pa**ageiro de um homem, porque esse ¨¦ o lugar da esposa ou namorada. Levando isso em considera??o, Ca estava ainda mais relutante em deix¨¢¨Clo dirigir, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º n?o acha inapropriado dirigir?¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡°Hoje ¨¦ um a**unto pessoal meu, preciso da sua ajuda. Mas n?o se preocupe, vou te pagar o triplo do seu sal¨¢rio.¡± Ao ouvir sobre o triplo do sal¨¢rio, os olhos de Ca se iluminaram, imediatamente se sentou no a**ento do pa**ageiro, ¡°Diretor Ant¨®nio, o que voc¨º precisa que eu fa?a, ¨¦ s¨® dizer, eu vou fazer.¡± Ao v¨¦ t?o animada, Marco Ant¨®nio sorriu ligeiramente. N?o muito tempo depois que o carro saiu do condom¨ªnio, ele pegou a rodovia. O carro voava p estrada, r¨¢pido e est¨¢vel, Ca estava surpresa, ¡°Diretor Ant¨®nio, trabalhei ao seu lado por seis meses, esta ¨¦ a primeira vez que te vejo dirigir, n?o sabia que voc¨º era t?o bom ao vnte.¡± Ele disse, ¡°Eu costumava amar corridas de carros, eu era um piloto de corridas. ¡°Voc¨º era um piloto de corridas? Isso era algo que Ca n?o sab¨ªa. ¡°Se a fam¨ªlia n?o precisa**e de mim, talvez eu fosse um dos melhores pilotos de corrida do mundo agora.¡± Ele riu, ¨¦ Ca viu a amargura em seu sorriso. Ent?o ele tamb¨¦m tinha seus pr¨®prios sonhos, s¨® que seus sonhos n?o eram t?o importantes quanto a empresa da fam¨ªlia, Ca acreditava que, se ele fosse um piloto deida, certamente estaria entre os melhores. Cerca de uma hora depois, eles chegaram ao Monte Geuroni. O carro pa**ou por uma estrada sinuosa na montanha e foi parado por uma barreira. Ao ver o carro de- Marco Ant¨®nio, o pessoal de servi?o deu pa**agem imediatamente. 12:26 Captulo 49 Depois da barreira, mais dez minutos de viagem, de repente, um cen¨¢rio de flores em plena flora??o entrou em vista. Atr¨¢s do mar de flores, havia pavilh?es e quiosques, a fuma?a pairava no ar, parec¨ªa um lugar paradis¨ªaco. Isso fazia sentido por que havia uma barreira l¨¢ fora. Eles estacionaram o carro dedo, um jovem e atraente manobrista levou o carro embora, e o gar?om os levou para dentro do p¨¢tio. Pa**ando pelo p¨¢tio da frente, ent?o andando por um caminho de pedras arredondadas, a vista do quintal era ¨²nica, Havia flores, montanhas artificiais, fontes¡­ Risadas de homens e mulheres e o som de cartas sendo embaralhadas vinham de tr¨¢s do biombo, a cena era bastante animada. Pa**ando pelo biombo, podiam ver tr¨ºs casais, cada um sentado ao redor da mesa de cartas. Os tr¨ºs casais eram muito atraentes e tinham presen?a forte, pareciam ser pessoas muito importantes. Ca imediatamente procurou informa??es sobre essas pessoas em sua mente, mas n?o encontrou nada sobre s. Eles olharam para e Marco Ant?nio e disseram, ¡°Marco, finalmente voc¨º chegou.¡± 12-26 Cap铆tulo 50 Cap¨ªtulo 50 Cap¨ªtulo 50 Marco Ant?nio sorriu, ¡°Desculpe p demora!¡± O homem ¨¤ esquerda tamb¨¦m sorriu, ¡°N¨®s entendemos, voc¨º e sua esposa devem ter muito o que conversar depois de tanto tempo sem se verem.¡± Comparado a Marco Ant?nio, eles pareciam mais interessados em Ca, ¡°Apresente¨Cnos a sua companheira.¡± ¡° ¨¦ minha amiga Ca,¡± disse Marco Ant?nio, chamando¨Ca de amiga, n?o de a**istente. Os tr¨ºs homens responderam em un¨ªssono, ¡°Sua amiga? S¨® uma amiga?¡± Ca sorriu, ¡°Eu sou a a**istente do Sr. Ant?nio.¡± Ao ouvir sua explica??o apressada sobre seu papel, Marco Ant?nio olhou para ee?ou a apresent¨¢, ¡°Ca, este ¨¦ Fl¨¢vio Henrique da capital e sua esposa Kira Heitor, Juan Pablo da Cidade de Mar e sua esposa Nara Pablo, Ravi Arthur de S?o Getafe e sua esposa Susana Rouza.¡± Ca nunca tinha conhecido essas pessoas, mas seus nomes eram suficientes para identificar suas posi??es importantes. Certamente, amigos de pessoas influentes tamb¨¦m s?o influentes e bonitos. Existiam boatos de que o Grupo Ant?nio e Juan da Cidade de Mar tinham problemas, mas p maneirao conversavam, eles ramente eram velhos amigos. Depois de cumprimentar os tr¨ºs homens, Ca ouviu Juan, que estava sentado no meio, dizer, ¡°Marco, todos n¨®s trouxemos nossas esposas, por que voc¨º trouxe sua a**istente?¡± Ca, ¡°¡­¡­ ¡± Sim, por que foi trazida para esse tipo de reuni?o privada? N?o era ¨®bvio que estava desconfort¨¢vel? A resposta de Marco Ant?nio foi direta, ¡°Minha esposa e eu n?o estamos nos dando bem, estamos nos preparando para o div¨®rcio. Mas voc¨ºs insistem que eu deveria trazer uma panhante, ent?o recorri a uma amiga.¡± Ao ouvir a not¨ªcia, todos mostraram express?es surpresas, e foi Juan quem finalmente perguntou em nome paraprar um cr de vinte N?velDrama.Org ? 2024. de todos, ¡°Voc¨º vai se divorciar? Da ¨²ltima vez, voc¨º at¨¦ foi a Par milh?es para , e agora quer se divorciar?¡± A resposta de Marco Ant?nio foi evasiva, ¡°N?o estamos nos dando bem.¡± Ele n?o quis fr mais sobre isso, e ningu¨¦m insistiu no a**unto. Vendo o desconforto de Ca, Nara tentou aliviar o clima, ¡°Todos aqui se conhecem, Srta. Barcelo, fique ¨¤ vontade.¡± Como poderia se sentir ¨¤ vontade em um evento privadoo esse? Mesmo a**im, concordou com um aceno de cabe?a, ¡°Ok.¡± ¡°Querido, voc¨ºs continuem a conversa, n¨®s vamos pegar algo paraer a Ca.¡± As tr¨ºs jovens bs senhoras levaram Ca para o buffet. Apesar de haver apenas alguns convidados, havia uma abundancia deida no buffet, uma variedade de petiscos e pratos finos, tanto da culin¨¢ria ocidental quanto oriental. Ca n?o tinhaido muito no almo?o, ent?o estava realmente fome. 12:26 Cap¨ªtulo 50 pegou alguns de seus petiscos favoritos e pediu ao chef para preparar umagosta. Vendo Ca saboreando a sobremesa, Nara disse inveja, ¡°Ca,o voc¨º consegueer tanto e n?o engordar?¡± Nara pegou apenas um pequeno peda?o de bife, uma pequena por??o de frutas e vegetais. nem ousava pensar em doces. ¡°Desde que voc¨º gaste mais calorias do que consome, n?o vai engordar.¡± Ca olhou para , pensando que a conhecia de algum lugar. Depois de pensar um pouco, finalmente se lembrou, ¡°Voc¨º ¨¦ a famosa atriz Nara, certo?¡± Nara riu, ¡°Ai, me desculpe, estou sem maquiagem hoje, e voc¨º ainda conseguiu me reconhecer.¡± ¡°Voc¨º ¨¦ ainda mais bonita pessoalmente do que na TV.¡± Ca era uma grande f? das novs de Nara, era jovem, bonita e talentosa. Ca lembrava que sua imagem p¨²blica era de solteira, at¨¦ rolou boatos h¨¢ pouco tempo de que estava um namorado rico, mas a verdade ¨¦ que j¨¢ era casada, e o marido tinha a maior produtora de filmes do pa¨ªs. Enquanto estavam conversando, Juan se aproximou e se sentou aodo de Nara, pa**ou o bra?o p cintura d e a beijou. Ap¨®s o beijo, Nara pegou um peda?o do seu bife e deu para eleer, os dois pareciam um casal bem apaixonado. Ca nunca tinha presenciado uma cenao essa, automaticamente desviou o olhar, mas sem querer cruzou o olhar o de Marco Ant?nio¡­ Cap铆tulo 51 Cap¨ªtulo 51 Cap¨ªtulo 51 Ca desviou o olhar rapidamente, mas n?o importava para onde olha**e, via cenas de intimidade. Qualquer um poderia ver que esses tr¨ºs casais estavam muito apaixonados. Ca sentiu¨Cse desconfort¨¢vel novamente. Essa reuni?o de casais realmente n?o era o lugar para trazer uma a**istenteo . n?o sabia o que Marco Ant?nio estava pensando. Os tr¨ºs homens estavam sentados aodo de suas esposas, enquanto Marco Ant?nio e Ca estavam sentados nas extremidades da longa mesa de madeira.. Juan abra?ou Nara p cintura e, sob o olhar de todos, beijou¨Ca apaixonadamente. ¡°Querida, por que voc¨º ¨¦ t?o doce? Eu nunca me canso de beij¨¢.¡± Nara, corando, beliscou¨Co fortemente. ¡°Juan, todos est?o olhando, pare de brincar.¡± Juan deu¨Clhe outro beijo na bochecha. ¡°Tudo bem, eu te escuto, n?o vou beijar se voc¨º n?o quiser.¡± Ca, embora casada, nunca teve tais intimidades o marido. Naquele momento, estava corando e seu cora??o batendo forte, querendo encontrar um lugar para se esconder. No entanto, os outros pareciam j¨¢ estar acostumados a esse tipo de cena. Fl¨¢vio at¨¦ brincou: ¡°Marco, voc¨º est¨¢ inveja?¡± Marco Ant?nio, calmamenteendo aida em seu prato, n?o mostrou nenhuma mudan?a em sua express?o, n?o se deixando influenciar pelos outros. ¡°As coisas de casal s?o apenas para a procria??o, n?o tenho nada a invejar.¡± Juan foi o primeiro a refutar sua opini?o. ¡°Marco, quando voc¨º est¨¢ sua esposa, tudo que voc¨º pensa ¨¦ emo procriar? Se for verdade, voc¨ºs deveriam se divorciar logo, para n?o atrapalhar a vida d.¡± As tr¨ºs esposas tamb¨¦m ficaram chocadas as pvras de Marco Ant?nio e voltaram seu olhar unanime para Ca. ¡°Srta. Barcelo, o que voc¨º acha?¡± Ca, que estava tentando reduzir ao m¨¢ximo sua presen?a, sob o olhar de todos, pensou seriamente sobre essa profunda quest?o. viu muitos casais querendo se divorciar por causa do cpso do rcionamento, mas continuando por causa dos filhos. N?velDrama.Org: text ? owner. Pensando a**im, Ca sentiu que Marco Ant?nio tinha raz?o. Mas n?o queria estragar a divers?o dos tr¨ºs casais, ent?o encontrou uma maneira delicada de expressar isso: ¡°9 casamento formal de um homem e uma mulher ¨¦, na verdade, para levar uma vida conjugal legalmente. Embora a vida conjugal possa satisfazer as necessidades fisiol¨®gicas, o resultado final ainda ¨¦ a procria??o.¡± ¡°Uau¡­¡± Ravi ficou boquiaberto. ¡°Marco,o esperado de sua a**istente, pode pensar a mesma coisa que voc¨º.¡± Ningu¨¦m esperava que Ca tivesse essa opini?o, e o olhar quen?aram a estava cheio de interesse. Os olhos de Marco Ant?nio tamb¨¦m pousaram em Ca, curiosidade nos olhos, realmente pensava a**im ou estava tentando repeti¨Clo? Juan abra?ou Nara e disse, ¡°Querida, eu gosto de ficar grudado em voc¨º porque te amo, definitivamente n?o ¨¦ para ter filhos, n?o acredite nas pvras desses dois estranhos.¡± 12:26 Cap¨ªtulo 51 Nara olhou para ele. ¡°Se voc¨º n?o fr, ningu¨¦m vai pensar que voc¨º ¨¦ mudo.¡± Juan fechou a boca imediatamente, e o local ficou muito mais silencioso. Nara olhou para Ca. ¡°Srta. Barcelo, voc¨º provavelmente n?o tem namorado, certo?¡± fez uma pergunta, mas seu tom era muito certo. Ca entendeu o que Nara estava insinuando, estava sugerindo que Ca n?o tinha experi¨ºncia em rcionamentos por pensar dessa maneira. ¡°Eu j¨¢ sou casada.¡± Nara ficou impressionada Ca por fr a**im mesmo sendo casada. ¡°Voc¨º e seu marido se d?o bem?¡± ¡°N?o ¨¦ ruim.¡± Ca sorriu e n?o quis continuar o a**unto. Depois do jantar, o jogo de cartase?ou oficialmente. Dos tr¨ºs casais, eram as mulheres que estavam jogando cartas, os homens sentados aodo de suas mjogando cartas, os homens sentados aodo de suas esposas observando. Somente Ca estava sentada tranqumente cerca de um metro atr¨¢s de Marco Ant?nio, brincando entediada seus dedos, parecendo um pouco deslocada dos outros. Depois de uma rodada, Marco Ant?nio olhou para tr¨¢s para Ca. ¡°Ca, ¨¦ a sua vez de jogar!¡± 212 Cap铆tulo 52 Cap¨ªtulo 52 Cap¨ªtulo 52 A Ca sabia que a rodada de p?quer desta vez n?o erao as brincadeiras de antes, ent?o estava relutante em participar. Justo quando estava prestes a recusar, Marco Ant?nio disse: ¡°Vamos nos divertir, n?o importa quem ganha ou perde.¡± Ca teve que participar, mas estava longe de se divertir. estava medo de que um ¨²nico erro custa**e uma casa inteira. Juan disse: ¡°Marco, temos apenas algumas d¨¦cadas de vida, temos que aproveitar enquanto somos jovens e viver a vida ao m¨¢ximo. Se voc¨º quer se apaixonar, v¨¢ em frente.¡± Marco Ant?nio ignorou¨Co e s¨® conseguiu ouvir Ca, quase inaud¨ªvel, perguntando: ¡°Diretor Ant?nio, apostamos o dinheiro?¡± Marco Ant?nio estendeu a m?o e empurrou uma pilha de fichas para a frente. ¡°N?o se preocupe, ¨¦ s¨® para se divertir.¡± Por estar t?o perto dele, Ca podia sentir o leve aroma de madeira que emanava dele, o que a deixou um pouco atordoada. Juan, observando a intera??o entre os dois, brincou: ¡°Marco, ser¨¢ que voc¨º est¨¢ apaixonado por algum e por isso est¨¢ brigando sua esposa?¡± Juan olhou para Ca, sugerindo algo. Marco Ant?nion?ou¨Clhe um olhar frio. ¡°Voc¨º pode fr de mim, mas n?o difame a reputa??o de uma mulher.¡± Juan deu de ombros. ¡°Se voc¨º gosta de algu¨¦m, v¨¢ atr¨¢s d!¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Vamos nos concentrar no jogo.¡± Juan disse: ¡°Sim, sim.¡± Eles pa**aram a tarde jogando p?quer, todos se divertindo muito, exceto Ca, que estava sofrendo a cada minuto. No final, Ca conseguiu perder todas as fichas de Marco Ant?nio. Juan estava muito feliz. ¡°Marco, finalmente voc¨º perdeu. Precisamos pensar em uma puni??o adequada.¡± Marco Ant?nio ajustou os ¨®culos de arma??o de prata no nariz. ¡°O que voc¨º quer?¡± Juan n?o hesitou: ¡°Eu quero o projeto A PRIMAVERA.¡± Owned by N?velDrama.Org. A PRIMAVERA era o maior projeto do Grupo Ant?nio para o final do ano, e eles j¨¢ haviam investido bastante nele. Ao ouvir isso, Ca ficou aterrorizada. Isso era muito mais do que uma casa, era bilh?es de dres! olhou para Marco Ant?nio, cheia de remorso. Se soubesse que a aposta era t?o alta, nunca teria participado. ¡°N?o se preocupe, se eu estava disposto a deixar voc¨º jogar, n?o tenho medo de perder.¡± Marco Ant?nio tranquilizou Ca, depois pegou o telefone e fez uma liga??o. ¡°Estamos desistindo da competi??o pelo projeto A PRIMAVERA.¡± Juan deu um joinha para ele. ¡°Voc¨º ¨¦ sempre o mais generoso, Marco.¡± 12:27 Cap¨ªtulo 52 Ele olhou para o rel¨®gio. ¡°Est¨¢ ficando tarde, vamoser. Depois da janta, eu e minha esposa vamos tomar ¡®umnche¡®,¡± Naquele momento, Ca n?o sabia que o nche¡± a que Juan se referia n?o era o que estava pensando. s¨® entendeu o verdadeiro significado quando se mudou para l¨¢. Os quartos eram em uma casa de madeira de tr¨ºs andares, onde Marco Ant?nio costumava hospedar amigos. Ele nunca recebia estranhos. Os tr¨ºs casais dividiam o lugar. Ca estava no quarto 202, Marco Ant?nio no 201, e Juan e Nara no 203. O sil¨ºncio da noite na montanha er¨¢ especialmente profundo, e a temperatura era v¨¢rios graus mais baixa do que na cidade. Sozinha em um quarto espa?oso, Ca se sentiu um pouco a**ustada. estava prestes a fazer uma videochamada para Maria Elisa e Jean Carlos quando ouviu algumas vozes masculinas e femininas inusitadas na casa aodo. Constrangida, Ca cobriu os ouvidos, mas ainda podia ouvir ramente. Dez minutos, meia hora, talvez at¨¦ mais. Ca finalmente esperou at¨¦ que aqus vozes acaba**em, pensando que finalmente poderia dormir em paz, mas inesperadamente, a voz r¨ªtmica reapareceria depois de um tempo. N?o aguentando mais, Ca vestiu um casaco e decidiu ir para o p¨¢tio para se refrescar. s¨® voltaria quando o casal do quarto aodo termina**e. Por¨¦m, n?o esperava que a**im que sa¨ªsse do quarto, visse Marco Ant?nio fumando um cigarro calmamente na porta do Quarto 201¡­ Cap铆tulo 53 Cap¨ªtulo 53 Cap¨ªtulo 53 N?o s¨® Ca o notou, Marco Ant?nio tamb¨¦m a viu, ao som do quarto 203 ao fundo. Naquele momento, Ca desejou poder se tornar invis¨ªvel. No entanto, Marco Ant?nio manteve a calma e n?o foi de todo afetado pelo casal aodo. Ca tentou ignor¨¢¨Clo e sair silenciosamente, mas foi parada por Marco Ant?nio. ¡°O casal Juan est¨¢ te impedindo de dormir?¡± Ca: ¡°¡­¡± Diretor Ant?nio! N?o seria melhor fingir que n?o nos vimos? Como voc¨º pode perguntar isso tanta calma? Voc¨º ainda ¨¦ humano? Marco Ant?nio, aparentemente alheio ao constrangimento de Ca, caminhou at¨¦ . ¡°Se voc¨º n?o consegue dormir, venha ao bar e tome um drinkigo.¡± Ca acenou a cabe?a, ¡°Certo.¡± Qualquer lugar ¨¦ melhor do que aqui. A escada estava dodo do quarto 203, eles caminharam um atr¨¢s do outro em dire??o ¨¤ escada, pa**ando pelo quarto 203, onde a conversa do casal podia ser ramente ouvida. Ca, ¡°¡­¡± Ao chegar ao exterior, finalmente tudo estava tranquilo. Com a cabe?a confusa de Ca gradualmente voltando ao normal, percebeu que Marco Ant?nio a convidou para beber, e se arrependeu de ter aceitado. Marco Ant?nio de repente disse: ¡°Tudo bem se voc¨º n?o quiser beber. Que tal uma caminhada?¡± ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º l¨º mentes?¡± Por que ele sempre adivinha o que est¨¢ pensando? Marco Ant?nio sorriu, ¡°Olhe para o seu rosto, qualquer um pode dizer que voc¨º n?o quer me panhar para um drink.¡± Ca tocou seu rosto, questionando se realmente tem t?o pouco controle sobre suas express?es. ¡°Ca, me desculpe!¡± A voz profunda de Marco Ant?nio, panhada pelo som de folhas bn?ando ao vento, soou especialmente agrad¨¢vel nesta noite fria. ¡°Diretor Antonio?¡± Por que Marco Ant?nio estava pedindo desculpas? Ele continuou, ¡°Os tr¨ºs s?o meus colegas de universidade, quem mantenho r??eserciais regres. Combinamos essa reuni?o antes de eu voltar para casa, nejando que todos n¨®s troux¨¦ssemos nossas esposas. Devido a alguns problemas no meu casamento, pensei em trazer voc¨º, sem considerar seu desconforto.¡± N?velDrama.Org ? 2024. Realmente foi desconfort¨¢vel, mas Ca n?o remou. ¡°Sou sua a**istente, pago pelo seu sal¨¢rio, tudo conforme o contrato de trabalho. Voc¨º n?o precisa se desculparigo.¡± O olhar de Marco Ant?nio se desviou de seu rosto, a ternura em seus olhos desaparecendo num instante. ¡°Vamos dar uma volta?¡± 12.27 Cap¨ªtulo 53 Ca acenou a cabe?a, ¡°Ok, Vamos.¡± Havia muitas flores no jardim, e o perfume ds flutuava no ar da noite. Os dois caminhavam em sil¨ºncio, Ca tentou v¨¢rias vezes quebrar o sil¨ºncio, mas n?o sabia o que dizer, ent?o n?o disse nada. V W X H X W X H v M V V W X Y Z B XQ X Y Z V R y Vj Wy Cap铆tulo 54 Cap¨ªtulo 54 Cap¨ªtulo 54 O celr de Ca recebeu uma solicita??o no Skype. Foi Jean quem ligou. Ca atendeu a chamada e, antes mesmo de ajustar o volume, ouviu seu cumprimento alto: ¡°Onde voc¨º fica? N?o val voltar para casa hoje ¨¤ noite?¡± Ca imediatamente abaixou o volume, ¡°Ai, desculpa, eu queria ter fdo voc¨ºs antes, mas fui interrompida.¡± Marco Ant?nio n?o conseguiu ouvir a voz do outrodo da linha, s¨® ouviu Ca tentando acalmar a pessoa do outrodo pacientemente. Ser¨¢ que o casamento d tamb¨¦m n?o era t?o feliz quanto parecia? Ca acalmou Jean e Maria por um bom tempo antes de eles se tranquilizarem. Quando a liga??o terminou, se encontrou novamente sob o olhar de Marco Ant?nio. sentiu um frio cortante em seu olhar. Marco Ant?nio acendeu outro cigarro, e sob a ilumina??o intermitente disse devagar: ¡°Ele sempre te trata t?o mal?¡± ¡°Sim.¡± Ca bn?ou a cabe?a, ¡°Na verdade, n?o. ¨¦ a**im que n¨®s nosunicamos. ¨¦ a**im que nosunicamos as pessoas que est?o mais pr¨®ximas de n¨®s, mas sempre somos educados com as pessoas que n?o est?o pr¨®ximas de n¨®s.¡± Ser educado aqueles que n?o est?o pr¨®ximas? Como est¨¢ tratando ele agora? N?o impo a situa??o ou o momento, sempre o recebeu um sorriso, Ao perceber isso, Marco Ant?nio se sentiu ainda mais iodado, ¡°Como voc¨ºs se conheceram?¡± Ele n?o mencionou um nome, mas Ca sabia a quem ele se referia, ¡°N¨®s nos conhecemos atrav¨¦s de um encontro arranjado.¡± ¡°Encontro arranjado?¡± Marco Ant?nio pensou em seu casamento, que tamb¨¦me?ou atrav¨¦s de um encontro arranjado. Se o problema nos Estados Unidos n?o tivesse acontecido, se ele n?o tivesse abandonado aqu pessoa, seu casamento seria um fraca**oo agora? ¡°Hoje em dia, os jovens est?o ocupados trabalhando e n?o t¨ºm tempo para namorar. O encontro arranjado ¨¦ a maneira mais r¨¢pida, direta e eficaz de entrar no casamento.¡± Talvez por estar tendo uma boa conversa, Ca esqueceu temporariamente do status elevado de Marco Ant?nio e ousou perguntar sobre sua vida, ¡°Diretor Ant?nio,o voc¨º conheceu sua esposa?¡± Ele n?o queria fr sobre aqu mulher, mas uma vez que Ca perguntou, Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu tamb¨¦m a conheci atrav¨¦s de um encontro arranjado.¡± ¡°Voc¨º ¨¦ t?o not¨¢vel e ainda precisou de um encontro arranjado?¡± Ca perguntou, e ent?o percebeu que justamente por ele ser t?o not¨¢vel que havia participado do encontro arranjado. Fam¨ªliaso as deles sempre se unem em casamentos poderosos. ¡°Mas diretor Ant?nio, n?o fique triste. Minha av¨® costumava me dizer que casais que se encontram no meio do caminho s?o porque em vidas pa**adas n?o tiveram destino suficiente juntos. Se houver destino, em uma vida futura eles se encontrar?o novamente.¡± 12:27 Capitulo 54 ¡°¨¦ mesmo?¡± Ele estava fumando, exndo lentamente a fuma?a, e ent?o disse seu nome seriamente, ¡°Ca, lembre¨Cse do que eu disse.¡± Ca perguntou, ¡°O que voc¨º disse?¡± Marco Ant?nio apagou o cigarro, olhou para e disse, ¡°Seja no trabalho ou na vida pessoal, nunca esque?a que voc¨º ¨¦ minha a**istente. Ningu¨¦m pode te maltratar. Voc¨º n?o precisa ter medo de Yumi, nem da fam¨ªlia de Lu¨ªs por tr¨¢s d.¡± De repente, algo tocou levemente o cora??o de Ca, era uma sensa??o estranha que n?o conseguia descrever, Era agridoce¡­ Owned by N?velDrama.Org. ¡°Enquanto voc¨º estiver trabalhando ao meudo, o Grupo Ant?nio sempre te proteger¨¢.¡± Ele disse novamente, sua voz ainda era profunda e firme, ¡°Voc¨º se lembra?¡± ¡°Eu me lembro, obrigada, diretor Ant?nio!¡± se lembrou ramente dessas pvras. N?o ¨¦ ¨¤ toa que ele ficou irritado no almo?o, dizendo que nunca levou a s¨¦rio o que ele disse. Ele ouviu tudo o que Yumi disse. Marco Ant?nio estendeu a m?o,o se quisesse pa**ar a m?o em seus cabelos, mas por causa de sua posi??o, ele se controlou e retirou a m?o. Marco Ant?nio limpou a garganta e disse, ¡°Est¨¢ tarde, v¨¢ descansar.¡± 12:27 Cap铆tulo 55 Cap¨ªtulo 55 Cap¨ªtulo 55 Ca deu boa noite a Marco Ant?nio e voltou para casa. Ainda a alguns metros da cabana, ouviu o choro suave de uma mulher. No meio da floresta, ¨¤ meia¨Cnoite, o vento bn?ando as folhas e o choro de uma mulher¡­ Esses elementos juntos eramo uma t¨ªpica cena de filme de terror. Ca sentiu um arrepio na espinha e estava prestes a sair correndo quando a curiosidade a fez dar uma olhada na dire??o do som. N?o muito longe, a mulher chorosa estava sentada sob uma ¨¢rvore, a luz fraca se infiltrando pelos galhos e iluminando seu corpo. Ca reconheceu a mulher, era Kira Heitor, esposa de Fl¨¢vio. Fva de maneira doce e graciosa, e seu sorriso era t?o doce que despertava o instinto de prote??o nas pessoas. Por que estava chorando sozinha no meio da noite? Fl¨¢vio n?o estava cuidando d? ¡°Guarde suas l¨¢grimas, s s?o a coisa mais in¨²til¡°, disse uma voz sombria vinda de Fl¨¢vio. N?velDrama.Org: text ? owner. Ele estava perto do tronco da ¨¢rvore, mas a luz era t?o fraca que Ca n?o o viu de primeira. Kira Heitor enxugou as l¨¢grimas, parecendo reunir coragem, ¡°Fl¨¢vio, vamos nos divorciar!¡± ¡°Div¨®rcio?¡± Fl¨¢vio riu friamente, pegou o queixo de Kira Heitor, levantou ligeiramente a cabe?a d para que pudesse olhar para ele, ¡°Kira Heitor, voc¨º acha que esse casamento termina quando voc¨º diz? Desde o momento que voc¨º armou para casarigo, voc¨º ¨¦ minha.¡± Que homem autorit¨¢rio! Ca suspirou silenciosamente e se esgueirou para longe. Ma tarde, tinha invejado o casal aparentemente feliz. Quem diria que estavam pensando em se divorciar? Hoje em dia, muitas pessoas se divorciam. Por que tantas pessoas ainda querem se casar? Ca voltou para o seu quarto. A energia de Juan e Nara era muito forte, eles continuaram at¨¦ a madrugada, perturbando seriamente o sono d. No entanto, na manh? seguinte, Juan ainda estava cheio de energia e at¨¦ brincou: ¡°Srta. Barcelo, o que aconteceu essas olheiras?¡± Ele n?o sabia o que aconteceu? Juan ent?o olhou para Marco Ant?nio: ¡°Marco, voc¨º deve saber por que, certo?¡± Marco Ant?nio n?o queria se meter, ¡°Voc¨º deveria fechar a boca.¡± Juan levantou as m?os em sinal de rendi??o, ¡°Tudo bem, tudo bem, eu paro. Mas se voc¨ºs estavam t?o cansado na noite pa**ada, devia ter deixado a Srta. Barcelo dormir mais um pouco, porqu¨º acordar t?o cedo?¡± Sua insinua??o era ¨®bvia, se Ca n?o f**e, a hist¨®ria poderia se espalhar e tornar¨Cse dif¨ªcil de desmentir, ¡°Sr. Pablo, sou apenas a**istente do Diretor Ant?nio, por favor, respeite.¡± Para sua surpresa, Marco Ant?nio falou quase ao mesmo tempo. Sua voz era profunda, poderosa e s¨¦ria, ¡°Juan, n?o fa?a esse tipo de brincadeira uma garota.¡± ¡°Voc¨ºs dois n?o s?o um casal,o eu pensei?¡± Juan ainda n?o acreditava que n?o havia nada entre os 12-27 Cap¨ªtulo 55 dois, mesmo que n?o houvesse nada agora, definitivamente haveria no futuro. Ele conhecia Marco Ant?nio h¨¢ muitos anos e nunca tinha visto ele olhar para uma mulher por mais de tr¨ºs segundos. Mas o olhar de Marco Ant?nio para Ca era realmente suave, ele s¨® n?o percebeu ainda. Juan se desculpou imediatamente: ¡°Srta. Barcelo, pe?o desculpas!¡± Ca n?o queria lidar ele. Nara puxou Ca para odo, cheia de remorso, ¡°Ca, tamb¨¦m pe?o desculpas em nome do Juan. Na verdade, ele normalmente n?o faz brincadeiras pessoas que n?o conhece bem. Como voc¨º veio o Diretor Ant?nio, ele a**umiu que voc¨ºs s?o um casal e fez aqu brincadeira.¡± ¡°Sra. Pablo, sem problemas,¡± Ca sabia bem o tipo da festa que era. sabia que sua presen?a ali era um erro, n?o podia culpar ningu¨¦m. Se soubesse que Marco Ant?nio a levaria para uma festa privada de amigos, preferiria abrir m?o do triplo do sal¨¢rio. Cap铆tulo 56 Cap¨ªtulo 56 Cap¨ªtulo 56 Nara pegou o celr, ¡°Ca, posso te adicionar no WhatsApp? Eu realmente gosto de voc¨º e quero ser sua amiga.¡± Ca j¨¢ gostava de Nara, ent?oo poderia recusar um pedido desses? s trocaram informa??es de contato. Nara imediatamente adicionou Ca a um pequeno grupo, onde Kira Heitor e Susana tamb¨¦m estavam. Nara disse, ¡°De agora em diante, este ser¨¢ nosso quartel¨Cgeneral secreto, n?o podemos deixar aqueles homens chatos descobrirem.¡± Susana: ¡°Certo!¡± Kira Heitor: ¡°Certo!¡± Ca: ¡°¡­¡­¡± Enquanto isso, Juan estava conversando Marco Ant?nio: ¡°Marco, somes amigos h¨¢ muito tempo. Seja honestoigo, voc¨º n?o tem outros sentimentos por Ca?¡± Marco Ant?nio acendeu um cigarro e deu v¨¢rias tragadas, ¡° j¨¢ ¨¦ casada.¡± Owned by N?velDrama.Org. Juan deu tapinhas em seu ombro, rindo, ¡°E da¨ª que ¨¦ casada, se voc¨º a quer?¡± Seu pensamento era estranhamente semelhante ao de Leonardo¡­ Marco Ant?nio n?o falou mais nada, apenas fumou em sil¨ºncio, repetindo na sua mente as pvras de Juan, ¡°E da¨ª que ¨¦ casada, se voc¨º a quer?¡± No caminho de volta para a cidade, Ca permaneceu em sil¨ºncio. Marco Ant?nio quis fr v¨¢rias vezes, mas n?o sabia o que dizer. Eles continuaram em sil¨ºncio at¨¦ chegarem na cidade. Ca indicou um lugar aleat¨®rio para Marco Ant?nio deix¨¢. Assim que desafivelou o cinto, ouviu Marco Ant?nio dizer, ¡°Ca, eu sinto muito!¡± Ca sorriu para ele, ¡°Diretor Ant?nio, tudo bem. Mas da pr¨®xima vez que voc¨ºs tiverem essas reuni?es as suas esposas, pode me deixar de fora?¡± ¡°OK.¡± Ele disse, um olhar um pouco triste. ¡°At¨¦ amanh?!¡± Depois de se despedir, Ca virou as costas e saiu, sem hesitar mais um segundo. Marco Ant?nio continuou a olhar para at¨¦ que n?o p?de mais v¨º, ent?o dirigiu para longe. No caf¨¦ da manh?, Maria se aproximou d novamente, olhou e cheirou, ¡°Seja honesta, seu chefe Marco Ant?nio gosta de voc¨º, n?o est¨¢?¡± Can?ou¨Clhe um olhar, ¡°Voc¨º est¨¢ me superestimando? Ou subestimando Marco Ant?nio? Ele j¨¢ viu todo tipo de mulher, por que ele estaria a fim de mim?¡± Maria e Jean sa¨ªram em sua defesa, ¡°Nossa Carlita ¨¦ realmente incrivel, muitos homens querem te conquistar e n?o conseguem. Por que Marco Ant?nio n?o gostaria de voc¨º?¡± Cap铆tulo 57 Cap¨ªtulo 57 Cap¨ªtulo 57 Ca caiu na risada os dois, e disse sorrindo, ¡°Se voc¨ºs continuarem me elogiando a**im, cegamente, v?o me fazer perder a no??o de quem eu sou.¡± Maria respondeu, ¡°N?o podemos elogiar sua excel¨ºncia?¡± Jean tamb¨¦m falou, ¡°Exatamentel Ca de repente ficou s¨¦ria, ¡®Por que quando duas pessoas de sexos diferentes est?o juntas, h¨¢ essa presun??o maliciosa? Eu e Jean temos vivido juntos h¨¢ mais de vinte anos, algum de n¨®s j¨¢ sentiu amor pelo outro?¡± Maria respondeu, ¡°Jean pode ser considerado um homem?¡± Ca respondeu, ¡°Realmente, n?o pode.¡± Jean disse, ¡°Senhoritas, por favor, cuidado as pvras!¡± Ca pensou por um momento, ¡°Por que voc¨ºs acham que eu teria um caso meu chefe?¡± Maria perguntou, ¡°Tem mesmo?¡± Ca olhou fixamente para , ¡°Sem brincadeiras, estou fazendo uma pergunta s¨¦ria.¡± Maria respondeu de forma muito simples, ¡°Porque eu gosto do drama de um poderoso CEO apaixonado. Imagine, um CEO atraente e rico apaixonado por uma jovem secret¨¢ria bonita, trabalhando e amando. juntos, s¨® de pensar j¨¢ parece maravilhoso!¡± Ca a olhou de novo, ¡°Voc¨º est¨¢ irrecuper¨¢vel! Jean, e voc¨º?¡± Jean disse, ¡°Eu temo que se eu fr, voc¨º ficar¨¢ brava.¡± Ca disse, ¡°Fale, eu prometo que n?o vou ficar brava.¡± Jean disse, ¡°Eu tamb¨¦m estou interessado no cen¨¢rio que Maria mencionou.¡± Ca:** realmente queria ficar brava. Embora n?o tenha obtido uma explica??o ¨²til deles, Ca ainda conseguiu perceber atrav¨¦s das piadas. deles muitas raz?es ps quais as pessoas poderiam pensar que e Marco Ant?nio eram um casal. Primeiro, por causa do trabalho, era de fato a mulher mais pr¨®xima de Marco Ant?nio. Segundo, era bastante atraente, e quando um homem e uma mulher atraentes aparecem juntos, isso faz as pessoas pensarem mais. Assimo costumava olhar mais de uma vez para um casal jovem e atraente quando os via na rua. Depois que o caf¨¦ da manh? dos tr¨ºs terminou, Jean e Maria foram para o est¨²dio de quadrinhos, Ca n?o precisou ir ¨¤ empresa hoje e foi direto para o local da festa de anivers¨¢rio de Marco Ant?nio. Jean acabara de sair de carro quando dois homens fortes saltaram de uma van de neg¨®cios estacionada e a cercaram, ¡®Srta. Barcelo, a senhora quer v¨¦, por favor, venha conosco.¡± Eles eram intimidantes, n?o estavam pedindo, ramente queriam lev¨¢ ¨¤ for?a. N?velDrama.Org: text ? owner. Ca discretamente tocou o telefone na bolsa, preparando¨Cse para pedir socorro, ¡°Quem ¨¦ a senhora de quem voc¨ºs est?o fndo?¡± ¡°Srta. Barcelo, voc¨º saber¨¢ quando chegar l¨¢¡± O homem robusto percebeu a inten??o de Ca, pegou a 12:27 Cap¨ªtulo 57 bolsa d e rapidamente a colocou no carro antes que pudesse reagir. Os dois homens a sentaram no meio deles, Ca lutou, mas n?o conseguiu se libertar, ¡°Quem s?o voc¨ºs? Voc¨ºs sabem o que est?o fazendo?¡± Um deles disse, ¡°Srta. Barcelo, basta cooperar conosco, eu prometo que n?o te machucaremos.¡± Quem acredita em um sequestrador? Ca olhou friamente para o homem que fva, ¡°Isso ¨¦ sequestro, ¨¦ ilegal. Se voc¨ºs me soltarem agora, posso fingir que isso nunca aconteceu, mas se n?o¡­¡± ¡°Heh¡­¡± O homem olhou para Ca,o se fosse uma tonta aos olhos deles. Ca sabia que n?o adiantava fr sobre a lei essas pessoas, mas era a ¨²nica maneira que conseguia pensar de se salvar naquele momento. Cap铆tulo 58 Cap¨ªtulo 58 Cap¨ªtulo 58 Seu celr e bolsa foram deixados no banco do pa**ageiro, fora de seu alcance. N?velDrama.Org: text ? owner. Ca observou impotente enquanto o carro sa¨ªa da cidade, entrando na rodovia costeira. Cerca de uma hora depois, o carro chegou ao litoral, onde eles trocaram por umancha. Depois de alguns minutos nancha, eles chegaram ¨¤ Ilha privada de Ant?nio. Todos os habitantes de Salvador sabem que a ilha privada de Ant?nio ¨¦ o para¨ªso particr da fam¨ªlia de Ant?nio, uma mans?o luxuosa famosa em todo o mundo. Depois de uma s¨¦rie de reviravoltas, dois homens robustos levaram Ca at¨¦ uma pequena constru??o, de onde se via um vasto gramado que terminava em um penhasco, e abaixo dele, o oceano infinito. Havia uma grande tenda no gramado, debaixo da qual havia uma cadeira. Uma mulher estava sentada l¨¢, tomando caf¨¦ casualmente. Antes mesmo de ver quem era, Ca imaginou que a mulher poderia ser Sira Mart¨ªnez, a m?e de Marco Ant?nio. as por que Sira veio at¨¦ ? Os dois homens robustos levaram Ca at¨¦ a mulher, ¡°Senhora, n¨®s a trouxemos.¡± *¨®timo, voc¨ºs podem se retirar agora.¡± Sira olhou para Ca e sorriu, ¡°Srta. Barcelo, voc¨º n?o se importa que eu a convidei para vir ¨¤ minha casa desta forma, n?o ¨¦?¡± Sua pele estava muito bem cuidada, uma maquiagem delicada, parecia muito sofisticada e bonita, n?o dava para acreditar que j¨¢ tinha mais de cinquenta anos. ¡°Sra. Sira, por que voc¨º me chamou?¡± Ca de fato se importava o jeitoo foi ¡°convidada¡°, mas o que poderia fazer? Alguns ricos pensam que podem fazer o que bem entenderem por terem dinheiro, Ca at¨¦ acreditava que se irrita**e a mulher ¨¤ sua frente, teria total capacidade de mandar algu¨¦m jog¨¢ ao mar. Sira sorriu e disse, ¡°Srta. Barcelo, por favor, sente¨Cse.¡± estava sorrindo, mas seus olhos n?o mostravam alegria. Ca n?o queria ficar por muito tempo, ¡°Sra. Sira, voc¨º pode dizer o que quer.¡± S¨ªra apontou para a cadeira vazia, ¡°Por que n?o se senta e toma um caf¨¦ primeiro? Podemos conversar Ca n?o tinha outra escolha sen?o sentar, mas n?o aceitou o caf¨¦ que Sira lhe ofereceu. ¡°Voc¨º acha que eu poderia ter colocado veneno no Cap铆tulo 59 Cap¨ªtulo 59 Cap¨ªtulo 59 ¡°Voc¨º realmente ama muito o seu marido? Voc¨º acredita em si mesma quando diz isso?¡± O sorriso em rosto de Sira se aprofundou, mas tamb¨¦m se tornou mais inquietante. ¡°Na ¨²ltima sexta¨Cfeira ¨¤ noite, voc¨º a**inou o acordo de div¨®rcio e pa**ou a noite na casa de Marco. No s¨¢bado, voc¨ºs foram juntos para uma festa de amigos do Marco e pa**aram uma noite romantica l¨¢. Ah, voc¨º realmente ama o seu marido!¡± Essas pvras fizeram o cora??o de Ca tremer. ¡± Voc¨º est¨¢ me espionando?¡± Sira sorriu. ¡°N?o apenas espinaou voc¨º, eu sei de tudo sobre voc¨º. Incluindo o fato de que voc¨º seduziu o homem da casa aodo durante o segundo ano da faculdade.¡± Sira disse essas pvras cru¨¦is um tom despreocupado. Cada pvra erao uma lamina afiada, perfurando as feridas recentemente cicatrizadas de Ca, reabrindo¨Cas e deixando¨Cas sangrar. Ca apertou os punhos, sufocada p dor em seu cora??o. ¡°Sra. Sira, o que voc¨º realmente quer?¡± Sira ainda estava sorrindo. ¡°Renuncie imediatamente, deixe Marco, deixe Salvador e nunca mais volte.¡± ¡°Desculpe! Mas eu vou ter que decepcionar voc¨º. Eu definitivamente n?o vou me demitir, nem vou deixar Salvador!¡± Ca respondeu determina??o. Sira deu um sorriso de desprezo. ¡°Voc¨º n?o ¨¦ feia, mas h¨¢ muitas garotas mais bonitas do que voc¨º. Voc¨º realmente acha que pode conquistar o cora??o de Marco?¡± Ca respondeu: ¡°Conquistar cora??o dele n?o ¨¦ minha responsabilidade.¡± Sira se levantou, circulou Ca, avaliando¨Ca de cima a baixo. ¡°Eu te dou duas op??es agora. Uma ¨¦ deixar Salvador imediatamente. A outra ¨¦ ir embora em desgra?a.¡± Vendo o rosto de Ca ficar p¨¢lido por um momento, Sira sorriu satisfa??o. ¡°Ca, voc¨º ¨¦ uma pessoa inteligente, voc¨º sabe o que escolher.¡± N?velDrama.Org: text ? owner. A mulher ¨¤ sua frente era elegante e cada movimento seu exva autoridade,o se um simples movimento do dedo pudesse esmagar a insignificante Ca. Ca tamb¨¦m entendeu que diante do poder, sua dignidade e at¨¦ sua vida eram insignificantes. est¨¢ ocupada trabalhando dia e noite, todos os dias, apenas paraprar sua pr¨®pria casa, ter sua pr¨®pria casa e viver sua pr¨®pria vida. nunca sonhou um homem que n?o lhe pertencesse. n?o tinha feito nada de errado, nem tinha inten??o de prejudicar ningu¨¦m. Por que ainda havia pessoas contra , at¨¦ mesmo tentando expuls¨¢ de Salvador? Desta vez, Ca n?o queria recuar. tinha que enfrentar a tempestade coragem, porque n?o tinha para onde ir. Vendo os olhos de Ca se tornarem firmes ap¨®s a des??o, Sira voltou a atacar. ¡°Voc¨º ainda deve se lembrar deo deixou o Norte de Be naqu ¨¦poca.¡± Ca se lembrou, ent?o absolutamente n?o podia ceder. ¡°Eu j¨¢ disse, n?o vou me demitir e n?o vou deixar Salvador. Sra. Sira, se voc¨º quer me atacar, v¨¢ em frente, eu estou pronta!¡± Depois de dizer isso, Ca virou¨Cse para sair, mas foi bloqueada por um homem forte. Ca virou a cabe?a e olhou friamente para Sira. ¡°Sra. Sira, eu sei que sua fam¨ªlia tem muito poder, mas o Sr. Ant?nio sabe o que voc¨º est¨¢ fazendo? Ele pode aceitar que voc¨º machuque as pessoas ao seu redor? Eu sou apenas uma a**istente, mas voc¨º deve entender que me machucar ¨¦ o mesmo que ofender o Sr. Ant?nio!¡± ¡°Voc¨º est¨¢ se superestimando. Voc¨º acha que meu filho vai brigarigo por causa de uma a**istente?¡± O 12.28 Capitulo 59 tom de Sira n?o mudou, mas Ca ainda percebeu a mudan?a sutil em seu Cap铆tulo 60 Cap¨ªtulo 60 Cap¨ªtulo 60 ¡°Sra. Sira, a senhora deve entender o Sr. Ant?nio melhor do que eu. E o que te a**usta tanto? Por que est¨¢ me tratando a**im, uma simples a**istente?¡± Ca n?o tinha certeza se suas pvras haviam tocado um ponto sens¨ªvel em Sira, mas sentiu que Sira a havia procurado por algum motivo mais profundo. se lembrou das pvras de Marco Ant?nio no dia anterior, enquanto ele era seu chefe, ele seria seu apoio. Com tal suporte, de quem deveria ter medo? O disfarce de Sira foi desmascarado por Ca. Sira a encarou por um momento antes de rir sarcasticamente, ¡°Alberto, leve a Srta. Barcelo para casa.¡± Alberto acatou a ordem, ¡°Tudo bem¡­¡± N?velDrama.Org: text ? owner. Depois que eles se foram, Elo¨ªsa se aproximou de Sira, ¡°Senhora, voc¨º realmente acha que o Sr. Ant?nio brigaria voc¨º por causa de uma a**istente?¡± Sira, furiosa, jogou uma x¨ªcara de caf¨¦, ¡°Que a**istente? Essa a**istente ¨¦ a mulher que a avo de Marco¨CLuisa rendou para Marco se casar, e agora ¨¦ a esposa legal de Marco! Se eu realmente fizesse algo , o segredo seria revdo.¡± ¡°O que?¡± Elo¨ªsa estava extremamente surpresa, nunca tinha imaginado que Ca era a esposa registrada de Marco Ant?nio, ¡°Ca ¨¦ a mulher que procuramos por tanto tempo?¡± ¡°Luisa estava preocupada que eu pudesse causar problemas para essa mulher, ent?o a protegeu bem. Durante o ano pa**ado, n?o importa o que eu tentei, n?o consegui descobrir quem Marco se casou.¡± Sira pegou seu caf¨¦ e tomou um gole, aliviando sua tens?o, ¡°Coincidentemente, quando investiguei a a**istente de Marco, descobri que o marido dessa mulher era Marco.¡± Esta not¨ªcia foi muito chocante, Elo¨ªsa mal podia acreditar. Ca ¨¦ a esposa do Sr. Ant?nio? Por que n?o contou ao Sr. Ant?nio sobre sua identidade? Sira disse: ¡°Isso ¨¦ o que h¨¢ de a**ustador nessa mulher. fez o poss¨ªvel para se aproximar de Marco, primeiro deixou ele se apaixonar por por um longo tempo e depois confessou sua identidade quando o tempo acabar, para que pode sentar¨Cse a posi??o da da fam¨ªlia de Ant?nio. Mas n?o conseguiu calcr que Marco realmente queria morar sua esposa. S¨® mais tarde Marco confundiu outra pessoa a esposa d e entendeu mal que sua esposa estava traindo , ent?o ele queria o div¨®rcio.¡± Elo¨ªsa, agora esrecida, perguntou, ¡°Senhora, o que devemos fazer agora?¡± ¡°Eles j¨¢ a**inaram o acordo de div¨®rcio e v?o ao cart¨®rio para se divorciar no pr¨®ximo m¨ºs, eles definitivamente se encontrar?o ent?o, e eu acho que Ca est¨¢ esperando por este dia.¡± Isso era o que Sira temia, e era o motivo pelo qual havia procurado Ca hoje, ¡°Neste m¨ºs, ou impedimos que eles n?o se encontrem e finalizem o div¨®rcio, ou confirmamos trai??o d.¡± ¡°Senhora, vou organizar isso agora.¡± Quando Elo¨ªsa se virou, levantou a cabe?a e viu Marco Ant?nio parado a poucos m¨¦tros de distancia, tremendo de medo, ¡°Diretor Ant?nio¡­¡± N?o apenas Elo¨ªsa estava a**ustada, Sira tamb¨¦m estava muito nervosa. H¨¢ quanto tempo Marco Ant?nio estava ali? Quantos de suas conversas ele ouviu? Sira olhou intensamente para Marco Ant?nio, n?o se encontravam pessoalmente h¨¢ pelo menos dois anos. Ele parecia mais maduro, n?o conseguia determinar quanta conversa ele havia ouvido por suas express?es sutis. Marco Ant?nio olhou friamente para Elo¨ªsa, ¡°Bruno, mande essa mulher para a ¨¢frica.¡± 12.28 Elo¨ªsa, a**ustada, caiu de joelhos, ¡°Diretor Ant?nio, eu imploro que me perdoe, prometo nunca mais desobedecer suas ordens. Senhora, por favor, me ajude¡­¡± Mas desta vez, Elo¨ªsa n?o teve chance, Bruno recebeu a ordem e a levou embora. Ao ver Elo¨ªsa sendo arrastada, Sira sorriuo se nada tivesse acontecido: ¡°Marco, hoje ¨¦ seu anivers¨¢rio, te deseja um feliz anivers¨¢rio! Desejo tamb¨¦m que voc¨º se livre daqu mulher suja que te traiu o mais r¨¢pido poss¨ªvel! Cap铆tulo 61 Cap¨ªtulo 61 Cap¨ªtulo 61 ¡°Mulher suja?¡± Marco Ant?nio olhou para Sira, um olhar t?o frio que parecia estar olhando para uma estranha, ningu¨¦m poderia dizer que eles eram m?e e filho. Quando Marco Ant?nio olhou para Sira, se sentiu t?o culpada que n?o conseguiu encarar seus olhos. Este era o filho que carregou por dez meses, mas por n?o ter cuidado dele desde pequeno, ele era muito distante d, sua m?e. Eles erampletamente diferentes. ¡°Qual das coisas que voc¨º fez todos esses anos n?o ¨¦ mais suja do que essa mulher? Todo mundo tem o direito de acus¨¢, menos voc¨º. E, se voc¨º continuar a me perturbar, eu n?o me importo de mostrar a voc¨ºs o que sou capaz.¡± Marco Ant?nio disse friamente e virou as costas,o se ficar mais um segundo Sira pudesse faz¨º¨Clo vomitar. ¡°Marco, voc¨º veio aqui hoje s¨® para me avisar para ficar longe de sua secret¨¢ria?¡± Sira perguntou, tentando entender o filho. Marco Ant?nio n?o respondeu, mas Sira conseguiu a resposta que queria. Ele aparentemente n?o tinha ouvido toda a conversa entre e Elo¨ªsa. Se ele soubesse que a esposa e a secret¨¢ria eram a mesma pessoa, definitivamente n?o teria essa rea??o. Talvez ele realmente n?o gosta**e de sua secret¨¢ria. A ¨²nica raz?o p qual ele veio at¨¦ foi porque estava se intrometendo em sua vida. Seu temperamento, na verdade, era muito parecido o d: mesmo se ele joga**e algo fora, ele definitivamente n?o o daria a outra pessoa. Quando Marco Ant?nio se foi, Sira voltou a sua postura arrogante. ¡°Gregorio, ele sabe que estamos nejando contra a secret¨¢ria dele. Mantenha isso em segredo e n?o nos envolva.¡± Gregorio respondeu respeitosamente, ¡°Fique tranqu, senhora. Eu j¨¢ cuidei de tudo. Essa foi a escolha que fez, ent?o vamos fazer que saia de Salvador da maneira mais humilhante.¡± Quando Ca voltou para a cidade, j¨¢ eram tr¨ºs da tarde. n?o sabia que o carro de Marco Ant?nio a seguia o caminho todo at¨¦ o hotel. Quando Ca saiu do carro e reuniu seus pensamentos, viu Mario caminhando em sua dire??o e imediatamente sorriu para ele. ¡°Mario¡­¡± Marioe?ou a interrog¨¢ a**im que a viu. ¡°Ca, n¨®s concordamos em nos encontrar no sal?o de festas ¨¤s nove da manh?, por que voc¨º est¨¢ chegando s¨® agora? Eu liguei v¨¢rias vezes e voc¨º n?o Owned by N?velDrama.Org. atendeu.¡± Ca sempre foi muito respons¨¢vel no trabalho. Em mais de seis meses trabalhando juntos, Mario nunca a tinha visto chegar atrasada. Ele imaginou que Marco Ant?nio poderia ter pedido para Ca fazer outra coisa, ent?o ele n?o se preocupou mais. Agora que Ca tinha voltado, ele n?o p?de deixar de remar um pouco. Ca sorriu desculpando¨Cse, ¡°Me desculpe, fui atrasada por um a**unto pessoal. Todos os convidados j¨¢ chegaram?¡± ¡°Todos os convidados j¨¢ chegaram, mas o Diretor Ant?nio ainda n?o.¡± Mal terminou de fr, e Mario viu a figura imponente de Marco Ant?nio. ¡°Diretor Ant?nio.¡± Eles se adiantaram para cumprimentar Marco Ant?nio. 12:29 Marco Ant?nio deu uma olhada em Ca, n?o disse nada e foi direto para dentro. Ca e Mario o seguiram imediatamente. A s de festas estava brilhantemente iluminada, vozes conversando por todos osdos. Marco Ant?nio lidou cada um dos parceiros de negocios, Ca e Mario logo atr¨¢s dele. Apenas conversando outros empres¨¢rios, duas horas se pa**aram. Cap铆tulo 62 Cap¨ªtulo 62 Cap¨ªtulo 62 Quando Marco Ant?nio se reuniu seus amigos e familiares, Ca e Mario n?o precisavam estar constantemente ao seudo, dando¨Clhes uma chance de descansar um pouco. Ca pediu um suco ao gar?om, encontrou um canto vazio, tirou os sapatos de salto alto e nejou rxar um pouco. Assim que se sentou, sentiu um olhar n?o muito amig¨¢vel sobre . levantou a cabe?a e viu Yumi. Yumi estava vestindo um vestido de noite vermelho naqu noite, chamando a aten??o na multid?o. Antes da chegada de Marco Ant?nio, muitos pensavam que seria a futura esposa de Marco Ant?nio e se posicionavam ao seudo. No entanto, quando Marco Ant?nio chegou, todos os olhares se voltaram para ele e seu a**istente. O olhar de Yumi sempre seguia Marco Ant?nio, mas ele n?o prestou aten??o n. Marco Ant?nio a ignorou e de vez em quando olhava para Ca, que sempre estava ao seudo. Yumi achou que Ca era inferior a em todos os aspectos. Ca era apenas uma a**istente, ent?o n?o entendia por que Ca podia sempre estar aodo de Marco Ant?nio, recebendo olhares de admira??o de todos. ficou cada vez mais irritada essa grande disparidade, e quando viu Ca sozinha, a seguiu. se sentou aodo de Ca, levantou os p¨¦s e esfregou os tornozelos, ordenando arrogantemente, ¡°Ca, meus p¨¦s est?o doendo, traga¨Cme um suco.¡± Ca a ignoroupletamente e continuou a beber seu suco calmamente. Yumi, sempre mimada, nunca havia sido tratada tanta indiferen?a, ent?o, em um acesso de raiva, bateu no copo de suco na m?o de Ca, ¡®Puta, voc¨º est¨¢ surda?¡± Ca agarrou seu pulso, se aproximou d e sussurrou, ¡°Senhorita Lu¨ªs, quem voc¨º acha que ¨¦ para me dar ordens?¡± Yumi ficou a**ustada a atitude de Ca, ent?o gritou, ¡°Voc¨º ¨¦ apenas uma a**istente, est¨¢ realmente se achando uma nobre? Acredita que eu posso te expulsar de Salvador?¡± Outra pessoa queria que deixa**e Salvador! Ca riu, ¡°Eu sou a**istente do Sr. Ant?nio, s¨® sirvo a ele. Se voc¨º quer me dar ordens, primeiro tente se tornar a esposa dele, ent?o, a¨ª naquele momento, voc¨º pode me pedir para polir seus sapatos.¡± Yumi estava prestes a retrucar quando de repente viu Marco Ant?nio em seu campo de vis?o, em um canto atr¨¢s ds. teve uma ideia e rapidamente pensou em um no. piscou, e l¨¢grimas rram ps suas bochechas, ¡°Ca, eu prometo n?o iodar mais Marco Ant?nio, voc¨º pode me soltar, meu pulso est¨¢ doendo muito¡­¡­¡± Ca n?o precisou olhar para tr¨¢s para saber que algu¨¦m estava se aproximando, e essa pessoa era provavelmente Marco Ant?nio. olhou para tr¨¢s e de fato viu Marco Ant?nio de p¨¦ n?o muito longe ds, de bra?os cruzados, como se estivesse a**istindo a um grande show. Ca soltou a m?o de Yumi, ¡°Sr. Ant?nio¡­¡­¡± 12:29 ¡°Marco Ant?nio¡­¡­¡± Yumi engasgou, ¡°n?o culpe Ca, n?o bateu em mim de prop¨®sito¡­¡­¡± N?velDrama.Org: text ? owner. Ca sorriu impotente. pensava que Yumi era inteligente, mas na verdade era t?o est¨²pida quanto um porco. ¡°Eu n?o vou culp¨¢. Se te bateu, mesmo que tenha sido de prop¨®sito, e da¨ª? Voc¨º deveria estar grata por n?o ter revidado, ou ent?o¡­¡­¡± Marco Ant?nio olhou para a m?o direita de Yumi, acendeu um cigarro ee?ou a fum¨¢¨Clo lentamente. Marco Ant?nio disse apenas uma frase, mas a mensagem era ra, Yumi ficou o rosto p¨¢lido de medo e inconscientemente escondeu a m?o direita atr¨¢s das costas. ¡°Yumi, o jogo est¨¢ prestes ae?ar, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Estr chegou bem a tempo, vendo que Marco Ant?nio e Ca tamb¨¦m estavam l¨¢, sorriu amigavelmente, ¡°Oi, mano, oi, Ca, boa noite!¡± Marco Ant?nio estava fumando seu cigarro e n?o prestou aten??o nel Cap铆tulo 63 Cap¨ªtulo 63 Cap¨ªtulo 63 Ca sorriu para , ¡°Srta. Ant?nio, boa noite!¡± Estr pegou a m?o de Ca entusiasmo, ¡°Estamos nos preparando para um jogo de ¡°Assa**inato no Script¡°. Querem se juntar, mano, Ca?¡± ¡°Voc¨ºs se divirtam, eu s¨® quero encontrar um lugar tranquilo para descansar um pouco¡°, Ca queria apenas pensar emo lidar Sira. Marco Ant?nio recusou diretamente, ¡°N?o estou interessado.¡± ¡°Tudo bem, ent?o vamos jogar.¡± Estr saiu puxando Yumi, que estava a**ustada e tensa, ¡°Yumi, por que suas m?os est?o t?o frias?¡± Yumi, ¡°¡­¡­¡± Fria? quase perdeu a m?o. No canto rtivamente tranquilo, sobraram apenas Ca e Marco Ant?nio¡­¡­.. ¡°Diretor Ant?nio, obrigada!¡± Ele disse que n?o precisava ter medo de ningu¨¦m, nem da fam¨ªlia de Lu¨ªs, e hoje ele mostrou a atrav¨¦s de a??es que poderia acreditar em cada pvra dele. ¡°Por que n?o est¨¢ jogando?¡± A voz profunda e sexy de Marco Ant?nio soou aodo de Ca, ele j¨¢ estava sentado aodo d. Ele estava muito perto d, provavelmente havia apenas dois punhos de distancia entre eles, podia sentir o leve perfume dele. Ca estava um pouco nervosa e se moveu instintivamente para o Marco Ant?nio percebeu o gesto d e pensou emo havia sido amea?ada e ainda precisava sorrir, ele se sentiu desconfort¨¢vel, ¡°Tem algo que voc¨º quer me dizer?¡± ro que Ca queria dizer, mas n?o se atrevia¡­¡­ ainda se lembrava do caminho de volta, quando aquele homem chamado Alberto a amea?ou, ¡°Srta. Barcelo, antes de contar ao Diretor Ant?nio sobre a senhora que est¨¢ procurando por voc¨º, pense na sua av¨® que vive longe, no Norte de Be. Voc¨º est¨¢ protegida, mas sua av¨® n?o.¡± Ca bn?ou a cabe?a, colocou os saltos altos que estavam no ch?o, ¡°Diretor Ant?nio, vou ver se os convidados est?o se divertindo.¡± Ca se levantou para ir embora, mas um ¡°Desculpe¡± de Marco Ant?nio parou . Ca virou¨Cse bruscamente, seus olhares se encontraram¡­¡­.. Ele apagou o cigarro e disse em voz baixa, ¡°Desculpe pelo que aconteceu hoje, mas eu j¨¢ resolvi, n?o vai mais te iodar, pode trabalhar em paz.¡± O medo no cora??o de Ca, a opress?o e a confus?o, foram quebrados por essa frase de Marco Ant?nio. Seu nariz ficou entupido, seus olhos inchados, quase derramou l¨¢grimas, mas piscou rapidamente e for?ou as l¨¢grimas a voltarem. Seu olhos estavam vermelhos, a**imo o nariz, mas obstinadamente se recusou a chorar na frente dele. Marco Ant?nio pensou, se ele fosse o marido d, ele a abra?aria apertado e diria, n?o tenha medo de nada enquanto eu estiver aqui. Mas ele era apenas o chefe d, o homem que tinha o direito de abra?¨¢ nunca poderia ser ele. 12-20 ¡°Obrigada!¡± Ca rapidamente escondeu suas emo??es e disse apenas isso. Ouvindo o tom de voz d mais rxado, Marco Ant?nio se sentiu muito melhor, ele estendeu a m?o inconscientemente, querendo mexer nos cabelos d. Mais uma vez, quando estava prestes a perder o controle, ele se for?ou a parar oportamento inapropriado. Marco Ant?nio olhou para frente, ¡°Se n?o quiser participar, posso pedir ao motorista para te levar para casa.¡± ¡°Eu acho que quero participar agora.¡± O medo e a ansiedade que pesavam em seu cora??o desapareceram, Ca, que havia estado deprimida o dia todo, de repente se sentiu aliviada, ¡°Diretor Ant?nio, j¨¢ jogou o jogo ¡®Assa**inato no Script¡®?¡± ¡°N?o, mas podemos tentar.¡± Ele parec¨ªa ter esquecido que acabara de dizer que n?o estava interessado no jogo. Eles encontraram um grupo para jogar Scipt, todos pr¨®ximos de Marco Ant?nio,o o irm?o e a irm? de Lu¨ªs, Estr, Leonardo e alguns filhos de gente rica cujos nomes Ca n?o conseguia lembrar. Ao ouvir que eles jogariam juntos, exceto o irm?o e a irm? de Lu¨ªs, todos ficaram animados, especialmente Leonardo. ¡°Estr disse que voc¨ºs n?o viriam, eu pensei que realmente n?o viriam, me senti decepcionado.¡± Estr disse, ¡°Parece que a pessoa mais feliz aqui ¨¦ voc¨º.¡± Leonardo, ¡°¡­¡­ 11 A atividade Scipt foi uma sugest?o dos funcion¨¢rios da empresa de eventos. Ca sabia que os jovens gostavam deste jogo em suas festas, ent?o concordou.Owned by N?velDrama.Org. Cap铆tulo 64 Cap¨ªtulo 64 Cap¨ªtulo 64 No topo do hotel, havia uma d¨²zia de quartos, todos utilizados para encenar o script desta vez. A empresa de eventos afirmou que se tratava de um cen¨¢rio real constru¨ªdo de acordo o roteiro. Depois de uma breve explica??o das regras do jogo pelos organizadores, todos sortear¨ªam o personagem que iriam representar. Ca tirou o papel de dona de casa, Leonardo o de advogado. Eles eram um casal no roteiro, Ap¨®s a confirma??o dos personagens, Leonardo se aproximou de Ca e deu um tapinha leve em seu ombro, ¡°Esposa¡­¡± No jogo, cada um deveria se referir ao outro de acordo o papel que desempenhava. Ca moveu os l¨¢bios, mas n?o conseguiu dizer a pvra ¡°marido¡°. Leonardo disse a : ¡°Querida, n?o se preocupe, quando voltarmos ao quarto, voc¨º pode me chamar do jeito que quiser.¡± Terminando a frase, ele sentiu um arrepio no pesco?o. Levantou a cabe?a ¨¤ procura da causa desse arrepio e, ro, encontrou o olhar s¨¦rio de Marco Ant¨®nio. Ele sorriu provocativamente, ¡°Caramba, que sorte a minha ter uma esposa t?o linda.¡± Os olhos de Marco Ant?nio se estreitaram, um olhar amea?ador, mas Leonardo fingiu n?o ver¡­ Depois que os pap¨¦is foram distribu¨ªdos, todos retornaram aos seus quartos. Ca estava na frente e rapidamente encontrou seu quarto. Leonardo propositalmente ficou por ¨²ltimo, esperando at¨¦ que todos estivessem em seus quartos, ele olhou para Marco Ant?nio, rindo, ¡°Voc¨º quer ser o marido da Ca?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡° ¨¦ minha a**istente.¡± Leonardo pegou o roteiro de Marco Ant?nio, entregando o seu, ¡°No roteiro eu posso te ajudar, mas na vida real, quem vai te ajudar?¡± Marco Ant?nio pegou o roteiro e caminhou em dire??o ao quarto de Ca. Leonardo viu seus pa**os apressados e se sentiu satisfeito, ¡°A¨ª, meu Marco finalmente cresceu.¡± Quando Marco Ant?nio entrou, Ca estava totalmente focada no roteiro e nem levantou a cabe?a. Ca tinha uma habilidade impressionante para memorizar, lia linha por linha, e rapidamente memorizava o conte¨²do de v¨¢rias p¨¢ginas. C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org Depois de terminar o roteiro, Ca notou a presen?a de outra pessoa na s, ¡°Sr. Masaveu¡­¡± levantou a cabe?a e, ao inv¨¦s de Leonardo, viu Marco Ant?nio, que n?o estava lendo o roteiro, mas olhando par¨¢ , ¡°Diretor Ant?nio, por que voc¨º est¨¢ aqui?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Leonardo pegou meu roteiro.¡± Ca perguntou, ¡°E voc¨º n?o vai ler o roteiro?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Eu j¨¢ li.¡± Ca ficou sem pvras. Ele leu o roteiro mais tarde do que , mas terminou mais cedo do que . Ap¨®s o di¨¢logo constrangedor, cada um se sentou em um canto¡­ N?o se sabe se era a m¨¢ circ??o de ar no quarto ou a sensa??o estranha de estar sozinha Marco Capitulo 64 Ant?nio, Cae?ou a sentir calor, suor escorrendo p testa. ¡°Est¨¢ t?o quente¡­¡± puxou a g da blusa, revndo seu pesco?o branco. Ao v¨º, Marco Ant?nio sentiu a boca seca,o se houvesse fogo queimando dentro dele. A voz do alto¨Cfnte soou naquele momento, ¡°Participantes, o jogoe?a agora. A porta da sorte s¨® se abrir¨¢ quando o a**a**ino for descoberto.¡± Marco Ant?nio imediatamente percebeu algo, levantou¨Cse para abrir a porta, mas n?o se mexeu. Ele pegou o celr, mas n?o havia sinal, ¡°Ca¡­¡± ¡°Hmm¡­¡± Sua voz soou normal, mas quando falou, se tornou suave e encantadora,o uma papo um poder de atra??o mortal. 2 2 8 2 Marco Ant?nio respirou fundo, ¡°Acho que fomos drogados.¡± Cap铆tulo 65 Cap¨ªtulo 65 Cap¨ªtulo 65 Marco Ant?nio nunca recorreu a esses truques sujos para prejudicar os outros, mas ele estava nesse meio, onde tudo ¨¦ poss¨ªvel. Seu amigo Fl¨¢vio foi drogado por algu¨¦m e acabou de dormir Kira Heltor, e os dois tiveram que se casar. A vida de Ca era muito mais simples. Quando n?o estava trabalhando, pa**ava a maior parte do tempo em casa pintando. n?o entendia nada dessas coisas. ¡°Drogada? Que tipo de droga?¡± ¡°Afrodis¨ªaco¡­¡± Marco Ant?nio disse entre dentes, seus olhos por tr¨¢s dos ¨®culos de arma??o prateada emitindo um olhar a**ustadoramente sombrio. Quem ousa**e usar tais meios sujos contra ele teria que pagar o pre?o. ¡°Afrodisiaco?¡± Ca quase mordeu a l¨ªngua de susto, e mal conseguia fr direito. Finalmente, entendeu porque seu corpo estava reagindo de maneira t?o estranha. N?o era apenas calor, parecia que havia milhares de insetos rastejando dentro d, co?ando tanto que mal podia resistir a arranhar todo o seu corpo. ¡°Diretor Ant?nio, quem drogou? Quando? Por que eles est?o mirando em n¨®s?¡± Ca estava cheia de perguntas e n?o sabia por ondee?ar. ¡°Havia um cheiro estranho no quarto, voc¨º percebeu?¡± Marco Ant?nio sup?s que a quest?o estava nesse aroma peculiar. ¡°Eu senti o cheiro a**im que entrei no quarto, pensei que fosse um purificador de ar¡­¡± Antes de terminar a frase, Ca de repente percebeu algo. ¡°Diretor Ant?nio, ent?o, esse cheiro estava l¨¢ antes de entrarmos no quarto. Pode ser que quem nos drogou n?o estava mirando especificamente em n¨®s?¡± O aroma foi colocado no quarto anteced¨ºncia. O quarto originalmente pertencia a e Leonardo. Se n?o fosse p troca de pap¨¦is de Leonardo e Marco Ant?nio antes do in¨ªcio do jogo, Leonardo teria sido o que entrou. Se tivesse perdido o controle e dormido Leonardo sob os efeitos da droga, provavelmente teria sido ¡°acidentalmente¡± descoberta por algumas pessoas, que espalhariam a not¨ªcia e a deixariam desacreditada, for?ando¨Ca a deixar Salvador na maior humilha??o. Ca rapidamente chegou ¨¤ conclus?o de que a pessoa por tr¨¢s dessa conspira??o era Sira! Pensando em Sira, essa mulher aterradora, Ca rapidamente se afastou de Marco Ant?nio, at¨¦ mesmo seu olhar para ele estava cheio de medo. ¡°Voc¨º suspeita de mim?¡± Seu olhar a**ustado erao uma lamina afiada, perfurando direto no cora??o de Marco Ant?nio, a voz dele se tornou at¨¦ um pouco mais fria. ¡°Voc¨º acha que eu, esse tipo de pessoa, estou desesperado por mulheres? N?o preciso usar esses meios sujos em voc¨º.¡± ¡°N?o ¨¦ voc¨º que eu suspeito, ¨¦ a sua m?e¡­¡± Ca explicou, ¡°Diretor Ant?nio, acho que queria me incriminar, Leonardo era apenas um pe?o para . Mas ningu¨¦m esperava que voc¨ºs dois troca**em de pap¨¦is antes do in¨ªcio do jogo.¡± ¡°Isso n?o foi coincid¨ºncia!¡± Marco Ant?nio tamb¨¦m conhecia sua m?e, se isso foi nejado por Sira, ent?o n?o poderia ser aleat¨®rio. Havia um total de dez pessoas jogando Scipt naqu noite, cinco homens e cinco mulheres. Andr¨¦ era pessoa da fam¨ªlia de Lu¨ªs, e a fam¨ªlia de Lu¨ªs e a fam¨ªlia de Mart¨ªnez sempre foram pr¨®ximas, 12 Cap¨ªtulo 65 ent?o Sira naturalmente n?o fa nada contra Andr¨¦. Os outros dois n?o tinham coragem de fazer nada o a**istente de Marco Ant?nio. Leonardo era membro da fam¨ªlia de Masaveu, mas ele n?o tinha direito de heran?a. Ele tinha m¨¢ reputa??o h¨¢ anos, e todos o viamo um yboy que dormiria qualquer mulher, ent?o Sira o escolheu. Se Leonardo n?o tivesse trocado de pap¨¦is Marco Ant?nio, a pessoa que entrou seria Leonardo, neste momento¡­ Marco Ant?nio nem se atreveu a pensar mais. A f¨²ria ava**dora explodiu no peito de Marco Ant?nio, mas quando falou Ca, sua voz permaneceu suave. ¡°Ca, fique tranqu, n?o vou deixar que voc¨º sofra em v?o.¡± ¡°Hum¡­¡± Ca queria dizer obrigada, mas sua cabe?a estava pesada, a droga lentamente engolindo sua sanidade. A situa??o de Marco Ant?nio era semelhante ¨¤ d, especialmente seus olhos sedutores, que pareciam cheios de sangue. Houve um momento em que ele at¨¦ pensou em ceder ao desejo, mas sua forte raz?o controlou firmemente os pensamentos malignos que ele n?o conseguia suportar¡­ Quando Ca, meio inconsciente,e?ou a puxar suas roupas, ele correu at¨¦ e segurou sua m?o, ¡°Ca, me escute¡­¡± Ele n?o conseguiu terminar a frase, pois ele mesmo caiu em droga primeiro. A m?o de Ca era macia e sedosa, podia ser totalmente envolvida por sua grande palma, ele queria segur¨¢ por um pouco mais de tempo, um pouco mais¡­ No entanto, ele era humano, n?o um animal, e nunca aproveitaria uma pessoa em perigo, especialmente se essa pessoa fosse Ca. Marco Ant?nio soltou Ca, recuou imediatamente dois pa**os e se rp?s. ¡°Ca, a porta est¨¢ trancada e n?o podemos sair por enquanto. Aguente um pouco mais, quando Dra. Elisa chegar, estaremos mais distante de voc¨º, seguros. Para evitar qualquer incidente antes de Dra. Elisa chegar, vou para o cantos e n?o devemos olhar um para o outro, entendeu?¡± Ca obedientemente a**entiu, ¡°Hum¡­* Ele disse que quando a Dra. Elisa chega**e tudo ficaria bem, ent?o acreditou nele oculos afa Marco Ant?nio ajustou os ¨®culos de aro prateado no nariz, dificuldade o olhar de Ca e voltou para o canto direito para se sentar. Ele se virou de costas, n?o se atrevendo a olhar para Ca novamente, porque sabia que se olha**e para mais uma vez, perderia a raz?o. Da mesma forma, Ca tamb¨¦m estava de costas para ele, tamb¨¦m estava medo de n?o conseguir se contrr. Sempre que uma voz em sua cabe?a dizia que a ¡°homem que pode curar¡± estava no mesmo quarto, apertava fortemente o bra?o, deixando uma marca de sangue. usava a dor para manter sua sanidade, inconscientemente cobrindo seus bra?os marcas de sangue grandes e pequenas¡­ Ca n?o sabia quanto tempo mais poderia aguentar, nem sequer sabia se poderia esperar p Dra. Elisa. Enquanto isso, Alberto correu em dire??o a Sira um tablet em m?os, ¡°Senhora, algo inesperado 12:29 aconteceu.¡± ¡°Que tipo de imprevisto te deixou t?o agitado?¡± Sira pegou o tablet e, ao ver Marco Ant?nio no v¨ªdeo, imediatamente perdeu apostura. ¡°Por que ¨¦ o Marco?¡± Alberto enxugou o suor frio da testa, ¡°Leonardo trocou de lugar Diretor Ant?nio¡­¡± ¡°Abandone todos os nos e v¨¢ para o aeroporto agora!¡± Sira n?o quis perder tempo e imediatamente se levantou para ir ao aeroporto. No caminho para o aeroporto, Sira ainda segurava o tablet, observando todos os movimentos dos dois no quarto. conhecia muito bem o autocontrole de seu filho, nenhuma tica teria efeito sobre ele quando se tratava de uma mulher que n?o lhe interessava. Por outrodo, aqu mulher chamada Ca era impressionante, preferia se machucar do que agir de maneira inadequada. Isso era uma grande amea?a! Para eliminar essa amea?a, poderia ficar tranqu, mas no futuro definitivamente n?o poderia agir de forma t?o precipitada. ¡±Owned by N?velDrama.Org. Cap铆tulo 66 Cap¨ªtulo 66 Cap¨ªtulo 66 N?o sei quanto tempo se pa**ou, parecia ter sido um s¨¦culo, a porta foi aberta de repente, e Bruno foi o primeiro a entrar, ¡°Diretor Ant?nio!¡± Atr¨¢s dele estava a Dra. Elisa. ¡°V¨¢ ver a situa??o da Ca primeiro¡°, a voz de Marco Ant?nio estava t?o rouca que parecia que sua garganta havia sido queimada. Dra. Elisa rapidamente pegou duas pils da caixa de medicamentos, ¡°Tome isso primeiro.¡± Dra. Elisa era a m¨¦dica pessoal de Marco Ant?nio, sua caixa de medicamentos estava cheia de rem¨¦dios valiosos. sempre carregava consigo o rem¨¦dio para neutralizar esse tipo de droga hipn¨®tica, para prevenir que Marco Ant?nio fosse tra¨ªdo. Em seguida, se aproximou de Ca, e ao ver os in¨²meros arranh?es no corpo d, seu cora??o pulou, ¡°Ca,o voc¨º pode ser t?o dura consigo mesma.¡± ¡°Dra. Elisa, finalmente voc¨º chegou!¡± Ca disse, sorrindo, e ent?o desmaiou nos bra?os da Dra. Elisa. Eles n?o sabiam que a ¨²nica maneira que tinha de recuperar algum senso de realidade era se machucar, para impedir que ca¨ªsse novamente no abismo do qual n?o conseguia se libertar. Ca teve um pesadelo longo e terr¨ªvel, em que foi colocada numa estaca e queimada, enquanto pessoas ao redor apontavam para , chamando¨Ca de desprez¨ªvel, sem vergonha¡­ ¡°Eu n?o sou essa pessoa ¡­¡± rugiu, mas ningu¨¦m prestou aten??o n. -Num piscar de olhos, a estaca de fogo debaixo d se transformou num precip¨ªcio. Rostos familiares apareceram, jogando pedras n e dizendo, ¡°Vagabunda, morra! Morra¡­¡± Ca esquivou¨Cse das pedras que eramn?adas, escorregou e caiu mais uma vez no abismo em seu sonho. amm Des ¡°Ca, acorde, acorde, voc¨º est¨¢ tendo um pesadelo¡­¡± Entre os muitos insultos, pareceu haver uma voz feminina suave chamando seu nome. Essa voz desconhecida e suave trouxe Ca de volta daquele pesadelo, estava a**ustada e confusa, murmurando, ¡°M?e?¡± Dra. Elisa acariciou sua cabe?a, fndo suavemente, ¡°Coitada, se est¨¢ sentindo falta de sua m?e, tire uma folga e v¨¢ v¨º. N?o se repreenda tanto.¡± ¡°Dra. Elisa, ¨¦ voce.¡± Ca imediatamente se rp?s, dando o seu sorriso padr?o, n?o querendo mencionar nada sobre o seu sonho ou a sua m?e. Como Ca n?o queria fr sobre isso, Dra. Elisa n?o perguntou mais. pegou um rem¨¦dio de sua caixa, ¡°Voc¨º n?oeu nada por um dia inteiro, beba isso primeiro.¡± Ca s¨® se lembrava de ter sido trancada numa s pequena Marco Ant?nio, depois disso n?o se lembrava de mais nada, ¡°Eu dormi tanto a**im?¡± Dra. Elisa a observou bebendo a glicose, e acariciou sua cabe?a novamente, ¡°Sim,o voc¨º est¨¢ se sentindo agora?¡± ¡°Provavelmente ¨¦ s¨® porque n?oi por muito tempo, estou sem for?as, mas o resto est¨¢ bem.¡± Ca pensou em Marco Ant?nio, ¡°E o Diretor Ant?nio? Ele est¨¢ bem?¡± 12:30 Cap¨ªtulo 66 ¡°Ele est¨¢ bem.¡± Dra. Elisa disse para confort¨¢, mas pensou: ¡°Depois de tomar essa droga suja, n?o h¨¢o ele estar bem!¡± Mas Marco Ant?nio tinha instru¨ªdo que n?o conta**e nada a Ca. A pessoa que deu a droga foi muito cruel, a dosagem era dez vezes a normal, e o antidoto que Dra. Elisa fez n?o poderia neutralizarpletamente o efeito da droga. A menos que fosseo Ca, que primeiro tomou o rem¨¦dio que preparou e depois a inje??o sedativa, e dormiu o dia todo. Mas Marco Ant?nio preferia tomar banho de ¨¢gua fria repetidamente a tomar a inje??o sedativa. Ele disse que estava ocupado o trabalho e n?o podia dormir por tanto tempo. Ele tinha muitos subordinados, nem tudo precisava ser feito por ele, dormir um dia n?o atrasar¨ªa nada, realmente n?o entendia por que ele era t?o teimoso. Owned by N?velDrama.Org. At¨¦ que Marco Ant?nio perguntou novamente sobre o estado de sa¨²de de Ca, Dra. Elisa lembrou¨C se de que precisava manter a lucidez, aparentemente por causa de Ca. Ele estava preocupado Ca, mas relutava em visitar o qu Cap铆tulo 67 Cap¨ªtulo 67 Cap¨ªtulo 67 Ah, ele achava que, se n?o olha**e para , ningu¨¦m perceberia sua preocupa??o? Mas essa menina, Ca, era t?o cautelosa que, mesmo inconsciente, mantinha o maxr cerrado, tornando imposs¨ªvel administrar o ant¨ªdoto em sua boca, por qualquer meio. S¨® quando Marco Ant?nio a chamou repetidamente pelo nome, acalmando¨Ca suavemente, rxou o maxr. Nesse exato momento, Dra. Elisa se lembrou do olhar de Marco Ant?nio ao ver as marcas de ferimentos no bra?o de Ca, e n?o p?de deixar de estremecer. Dra. Elisa esteve aodo de Marco Ant?nio por muitos anos, j¨¢ o viu quase perder a vida em jogos de poder, sempre frio e calmo, mas nunca o tinha visto a**im. ¡°Dra. Elisa, onde estamos?¡± Ca percebeu, um pouco lentamente, que estava em um quarto completamente desconhecido. O quarto era grande, mas tinha poucos m¨®veis e decora??es, n?o parecia ser frequentemente habitado. Dra. Elisa respondeu, ¡°Esta ¨¦ outra casa de Marco na Mans?o da Praia HC.¡± ¡°Diretor Ant?nio j¨¢ foi para a empresa?¡± Ca se lembrou que era ter?a¨Cfeira, ¡°Caramba, eu tenho que panh¨¢¨Clo para a**inar um contrato¡­¡± Ca tentou sair da cama, mas Dra. Elisa a segurou a tempo. ¡°J¨¢ ¨¦ noite, que contrato voc¨º vai a**inar? Voc¨º precisa se recuperar, as outras coisas podem esperar.¡± Ca n?o queria ser um fardo para os outros, ent?o insistiu, ¡°Eu estou bem¡­¡± ¡°Por que n?o tenta se levantar e dar alguns pa**os para ver se est¨¢ mesmo tudo bem?¡± Dra. Elisa estava realmente preocupada essa menina teimosa. ¡°Vou olhar para a ferida em seu bra?o.¡± Na noite anterior, Dra. Elisa j¨¢ havia tratado a ferida no bra?o de Ca. Ca era jovem e sua recupera??o r¨¢pida j¨¢ havia formado uma crosta sobre a ferida. ¡°Vou te dar mais um medicamento, lembre¨Cse de aplic¨¢¨Clo todos os dias para que n?o fique cicatriz.¡± Ca a**entiu, ¡°Certo.¡± N?velDrama.Org owns this text. Dra. Elisa guardou o kit de primeiros socorros, ¡°Bom, vou preparar algo paraer, voc¨º pode se lavar e depois virer.¡± Assim que Dra. Elisa saiu, Ca imediatamente encontrou sua bolsa e pegou seus dois telefones. primeiro olhou para o telefone de trabalho, ningu¨¦m havia ligado. No entanto, havia muitas chamadas e videochamadas n?o atendidas em seu telefone pessoal. Eram todas de Maria e Jean, Ca imediatamente ligou de volta e eles atenderam rapidamente. Jean disse, irritado, ¡°Carlita, onde voc¨º se meteu? Por que n?o atendeu nossas liga??es? Voc¨º sabe o quanto est¨¢vamos preocupados?¡± Ca n?o queria que eles se preocupa**em, ent?o mentiu, ¡°Eu bebi demais ontem ¨¤ noite e fiquei em um hotel. Hoje estive ocupada o trabalho e n?o tive tempo de atender suas liga??es.¡± Maria remou, ¡°Seu patr?o ¨¦ muito abusivo, j¨¢ s?o nove horas da noite. Onde voc¨º est¨¢ agora? N¨®s vamos te buscar.¡± Ca respondeu, ¡°Estou perto da Mans?o da Praia HC.¡± Jean disse, ¡°Encontre um caf¨¦ e fique l¨¢, n?o saia por a¨ª, estamos a caminho.¡± 12-30 ¡°Certo.¡± Depois de desligar o telefone, Ca se arrastou para o banheiro e se arrumou rapidamente, trocando de roupa para o uniforme de trabalho. Dra. Elisa j¨¢ haviavado o uniforme para , estava limpo e arrumado. Depois de se arrumar, Ca saiu do quarto e foi para a s de estar. Para sua surpresa, Marco Ant?nio tamb¨¦m estava l¨¢, segurando um tablet, aparentemente lendo alguns documentos. ¡°Diretor Ant?nio¡­¡± o cumprimentou, mas ele apenas grunhiu em resposta, sem levantar a cabe?a. Dra. Elisa entregou a Ca uma sopa de frango e legumes e perguntou: ¡°Por que voc¨º mudou de roupa?¡± Ca respondeu um sorriso, ¡°Meus amigos est?o vindo me buscar para voltar para casa.¡± Dra. Elisa, sem pensar, olhou para Marco Ant?nio¡­ Cap铆tulo 68 Cap¨ªtulo 68 Cap¨ªtulo 68 Dra. Elisa olhou para Marco Ant?nio, que estava imerso em seu tablet, sem demonstrar nenhuma rea??o,o se fosse indiferente se Ca fosse embora ou n?o. Impotente, Dra. Elisa bn?ou a cabe?a, ¡°Ca, primeiro beba essa sopa, depois conversamos.¡± ¡°Certo.¡± Ca tamb¨¦m nejavaer antes de ir embora, caso contr¨¢rio, a apar¨ºncia atual, Jean e Maria se preocupar¨ªam novamente. A sopa era leve e saciante. Ca bebeu uma tig e queria mais uma. Vendo isso, Dra. Elisa disse sorrindo, ¡°Se voc¨º consegueer, significa que est¨¢ se recuperando.¡± ¡°¨¦ principalmente porque a Dra. Elisa ¨¦ uma ¨®tima cozinheira.¡± Depois de tomar duas tigs de sopa, Ca sentiu que tinha recuperado bastante energia e estava se sentindo muito melhor, ¡°Diretor Ant?nio, Dra. Elisa, eu vou¡­¡± Antes de Ca terminar de fr, Bruno entrou uma grande caixa nos bra?os; ¡°Diretor Ant?ni, o presente de anivers¨¢rio que o Sr. Yari lhe deu, ele disse que voc¨º deve abri¨Clo sozinho. Verifiquei e n?o h¨¢ mercadorias perigosas, quero desmont¨¢¨Clo?¡± Marco Ant?nio acenou a cabe?a, irritado, Bruno abriu rapidamente a caixa, descobrindo que havia coisas para adultos dentro. Vendo isso, Bruno corou, ¡°Diretor Ant?nio, eu¡­ o Sr. Yari por que¡­¡± Dra. Elisa cobriu a boca e fingiu tossir. Ca, ¡°¡­¡­¡± Havia rumores de que Marco Ant?nio n?o se envolvia mulheres. Al¨¦m disso, havia boatos dentro das quatro grandes fam¨ªlias sobre a trai??o de sua esposa. Ser¨¢ que ele preferia uma mulher infl¨¢vel a uma pessoa real? Se fosse verdade, provavelmente ele tinha algum problema embara?oso. Ca n?o sabia se deveria ter pena de Marco ou da esposa dele. Marco Ant?nio deu uma olhada naquele objeto, sem demonstrar nenhuma emo??o, e disse calmamente: ¡°Embrulhe em um pacote transparente e leve ao escrit¨®rio do Sr. Yari quando ele voltar.¡± ¡°Sim.¡± Bruno rapidamente guardou o objeto, medo de que seu chefe se sentisse constrangido. Ca s¨® p?de fingir que n?o viu nada e disse calmamente: ¡°Diretor Ant?nio, eu vou embora.¡± ¡°Hm.¡± Marco Ant?nio n?o levantou a cabe?a. S¨® quando ouviu Ca se afastando e a porta se fechando, certificando¨Cse de que tinha ido embora,e?ou a tossir violentamente. Dra. Elisa disse: ¡°Voc¨º precisa voltar agora, vou continuar a sua transfus?o.¡± Ele tinha ouvido que Ca acordou e imediatamente retirou o cateter da transfus?o para ir at¨¦ , mas quando chegou, a ignoroupletamente. N?o se sabia o que ele queria fazer. ¡°N?o precisa, vou ver a avo mais tarde.¡± Originalmente, ele iria depois da festa de anivers¨¢rio ontem ¨¤ noite, mas foi adiada por causa daquele incidente. Mesmo sabendo que n?o conseguiria convenc¨º¨Clo, Dra. Elisa n?o p?de deixar de repreend¨º¨Clo: ¡°A velha senhora n?o vai te culpar se voc¨º n?o for dessa vez.¡± As mans?es s?o sempre a**im, poucos habitantes e acesso direto pelo elevador. ¨¦ dif¨ªcil encontrar vizinhos. Ca rapidamente chegou ao t¨¦rreo, saiu doplexo e encontrou um lugar vis¨ªvel para esperar. 12:30 Cap¨ªtulo 68 Bruno apareceu do nada, ¡°Srta. Barcelo, a Sra. Ant?nio j¨¢ voou para o exterior e seus subordinados foram tratados. Ningu¨¦m vai te iodar mais.¡± Ca disse, ¡°Obrigada!¡± Bruno n?o disse uma pvra e se virou para sair. Ca se virou e viu o carro de Jean chegando ¡­ N?velDrama.Org: text ? owner. Bruno voltou para o andar de cima e disse a Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, o marido da Srta. Barcelo veio busc¨¢, ent?o eu n?o a panhei.¡± Cap铆tulo 69 Cap¨ªtulo 69 ap¨ªtulo 69 Os dedos de Marco Ant?nio que seguravam o cigarro pausaram por um instante, o cigarro queimava lentamente, atingindo a ponta de seus dedos, mas ele n?o sentiu a dor. Ele sabia bem que Ca n?o era dele, ap¨®s ter ingerido um afrodis¨ªaco por engano e ter adormecido por um dia e uma noite, ele nem mesmo tinha o direito de ficar aodo de sua cama cuidando d, s¨® podia saber de seu estado atrav¨¦s do m¨¦dico. A Dra. Elisa a**istia a tudo, sentindo um aperto no cora??o. Talvez isso fosse o que chamavam de ¡°encontrar a pessoa certa no momento errado¡°. Quando Ca disse que queria ir para casa, ele poderia t¨º convencido a ficar apenas uma pvra, mas n?o o fez. Marco Ant?nio sempre conseguiu o que queria, por qualquer meio necess¨¢rio, mas Ca, ele sempre se conteve. C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org Marco Ant?nio acendeu outro cigarro e a Dra. Elisa, impaciente, remou: ¡°Pare de fumar, seu corpo ainda est¨¢ quente, sua garganta ainda n?o sarou¡°. Marco Ant?nio continuou a fumar, cigarro ap¨®s cigarro, at¨¦ conseguir contrr suas emo??es e pediu: ¡°Me leve para Jardim Vista Alegre.¡± Ca n?o ousou contar a Jean e Maria sobre o que aconteceu na noite pa**ada, medo de que eles se preocupa**em . Porque havia uma not¨ªcia muito boa hoje, Jean e Maria nem perceberam a condi??o f¨ªsica de Ca. Jean estava dirigindo e Maria, animada, disse: ¡°Carlita, o dinheiro dos direitos autorais chegou, vamos procurar uma casa neste fim de semana.¡± Essa foi a melhor not¨ªcia que Ca ouviu nos ¨²ltimos dias, dissipando a nuvem sobre seu cora??o, ¡°Meu chefe tem uma agenda muito cheia nas pr¨®ximas duas semanas, vamos procurar depois que ele terminar¡°. ¡°Certo.¡± Maria pegou alguns folhetos de im¨®veis e escolheu um, ¡°N¨®s gostamos muito deste pr¨¦dio ¨¤ beira dogo, mas n?o pod¨ªamos pagar. que talpr¨¢¨Clo?¡± que temos dinheiro, O pr¨¦dio ¨¤ beira dogo era um condom¨ªnio de luxo excelentes inst??es ao redor e uma b vista para ogo, mas era realmente caro. Por¨¦m, a taxa de direitos autorais e o dep¨®sito em m?os, pode pagar 50% do adiantamento, e os 50% restantes do empr¨¦stimo podem ser quitados em 30 anos. Considerando sua renda atual, deve ser muito f¨¢cil. Ca concordou, ¡°Certo. Quando tivermos nossa pr¨®pria casa, vou trazer minha av¨® para Salvador para pa**ar a velhice O inverno aqui n?o ¨¦ frio, ¨¦ melhor para os idosos.¡± Jean e Maria concordaram, se os pais deles concorda**em, eles tamb¨¦m poderiam vir morar aqui. Nas pr¨®ximas duas a tr¨ºs semanas, Ca estava ocupada, panhando Marco Ant?nio em v¨¢rias cidades. No dia em que voltou para Salvador, Marco Ant?nio disse a Ca: ¡°Amanh? tenho alguns a**untos pessoais para resolver, voc¨ºs dois me panharam por muito tempo, tirem alguns dias de descanso e voltem para trabalhar na pr¨®xima segunda¨Cfeira.¡± Ca e Mario ficaram muito felizes ao ouvir isso, ¡°Certo.¡± Como ainda era cedo, Ca foi direto para o est¨²dio em vez de ir para casa. 12.30 D Cap¨ªtulo 69 Maria era respons¨¢vel p gest?o do est¨²dio, Jean p opera??o e Ca p cria??o de conte¨²do. Os tr¨ºs trabalhavam em equipe e cada um fazia muito bem o seu trabalho. Comparada a eles, Ca pa**ava menos tempo no est¨²dio, normalmente seunicando colegas da equipe de conte¨²do atrav¨¦s de mensagens. Vendo Ca aparecer repentinamente no escrit¨®rio, Maria queria que volta**e para descansar e perguntou: ¡°Por que voc¨º veio ao est¨²dio em vez de descansar quando finalmente teve a chance?¡± Ca abra?ou¨Ca, fazendo beicinho, e disse: ¡°Desta vez posso descansar por v¨¢rios dias.¡± Maria disse: ¡°Seu chefe finalmente percebeu que voc¨º est¨¢ trabalhando duro?¡± Ca deu um tapa na testa de Maria e disse: ¡°Meu Diretor Ant?nio ¨¦ muito bom, ele nunca me maltratou, voc¨º n?o deveria ser t?o cr¨ªtica ele.¡± Maria riu e disse: ¡± ¡®Meu Diretor Ant?nio¡®, que apelido pegajoso! Me conte, o que voc¨ºs dois estavam fazendo nessas tr¨ºs semanas?¡± Cap铆tulo 70 Cap¨ªtulo 70 Cap¨ªtulo 70 A Maria, essa garota, tinha ideias inadequadas todos os dias. Ca n?o queria bater papo . ¡°Onde est¨¢ o Jean? Vamos sair mais cedo hoje, vou convidar voc¨ºs para jantar.¡± Mariaentou, ¡°De repente t?o generosa, o Diretor Ant?nio te deu um b?nus?¡± Ca concordou. ¡°Sim, tem sido cansativo nos ¨²ltimos seis meses, mas vendo que ganhei mais do que ganhei em todo o ano pa**ado, valeu a pena todo o esfor?o.¡± Ca foi rpensada pelo seu esfor?o, e Maria estava feliz por . ¡°Ent?o, precisamosemorar, n¨®s tr¨ºs.¡± ¡°Que tal o Restaurante do Sabor Fusion?¡± Ca queria ir l¨¢ h¨¢ algum tempo, mas nunca teve a oportunidade. Maria concordou, ¡°Eu tamb¨¦m quero ir l¨¢.¡± Os tr¨ºs ganhavam mais do que a maioria das pessoas e n?o eram grandes gastadores. Sua paix?o comum era aida gourmet. Maria continuou, ¡°Ah, e Carlita, vendi todas as coisas que voc¨º me pediu para vender. As duas correntes n?o valiam muito na loja de segunda m?o, e os tr¨ºs bolsas eram caros demais para o consumidor m¨¦dio. Vendi por um pre?o mais alto do que na loja, totalizando cento e cinquenta mil dres. Transferi o dinheiro para a sua conta, confira.¡± Ca estava t?o ocupada que esqueceupletamente disso. Depois de receber o dinheiro, Ca imediatamente transferiu para Marco Ant?nio e enviou uma mensagem. ¡°Diretor Ant?nio, este ¨¦ o dinheiro das coisas que voc¨º me pediu para vender. Transferi os cento e cinquenta mil para voc¨º, por favor, confira.¡± Quando Marco Ant?nio recebeu a mensagem, ele estava tomando cafe no escrit¨®rio do advogado Emo. Emo notou a express?o de Marco Ant?nio depois de ler a mensagem. ¡°Marco, o que aconteceu?¡± Marco Ant?nio riu friamente. ¡°Eu pare?o algu¨¦m que precisa de cento e cinquenta mil dres?¡± Emo perguntou, ¡°Cento e cinquenta mil dres? O que ¨¦ isso?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu pedi para minha a**istente cuidar de algumas coisas, e as vendeu e me Owned by N?velDrama.Org. deu o dinheiro.¡± Advogado Emo,¡°N?o ¨¦ que todo mundo seja t?o rico quanto voc¨º. vende algumas coisas. desnecess¨¢rias por dinheiro. Esse tipo de mulher ¨¦ muito adequada para viver e deve ser muito popr. Ouvi dizer que sua pequena a**istente ¨¦ muito bonita. Quem ¨¦ mais bonita?¡± Quando ouviu outras pessoasparando a mulher traidora a Ca, Marco Ant?nio franziu a testa e disse descontente, ¡° n?o merece isso!¡± Sabendo o que Marco quis dizer, Emo ainda quis provoc¨¢¨Clo, ¡°Voc¨º disse que sua a**istente n?o ¨¦ digna de serparada ¨¤ sua esposa?¡± Marco Ant?nio olhou para ele e Emo imediatamente se rendeu, ¡°Bem, bem, bem, sua esposa n?o ¨¦ digna de serparada ¨¤ sua secret¨¢ria.¡± Por outrodo, Ca e suas amigas j¨¢ haviam chegado ao restaurante. O Restaurante do Sabor Fusion ¨¦ conhecido por suaida local de Salvador, seu ambiente agrad¨¢vel e pre?os altos. O custo por pessoa era de mais de mil, um lugar para grandes gastadores. 12.30 Cap¨ªtulo 70 Ca e suas amigas estavam ali para um raro jantar de luxo e n?o se importavam co Cap铆tulo 71 Cap¨ªtulo 71 Cap¨ªtulo 71 Marco Ant?nio disse, ¡°Se voc¨º tem algo a dizer, fale agora.¡± Emo aproximou¨Cse de Marco Ant¨®nio, fndo misteriosamente: ¡°Eu vi sua esposa e o namorado d jantando neste restaurante. Voc¨º n?o quer ir cumpriment¨¢¨Clos?¡± Marco Ant?nio olhou para dentro e, de fato, viu o casal que n?o gostava conversando alegremente. ¡°Eu vou embora.¡± Marco Ant?nio se levantou imediatamente e saiu. Ele n?o conseguia jantar no mesmo lugar que eles. Emo apressou¨Cse em segui¨Clo, dizendo um ar de satisfa??o o desastre: ¡°Marco, voc¨ºs eram casados, deveriam se separar pacificamente. Voc¨º n?o ¨¦ o ¨²nico homem no mundo cujo casamento foi tra¨ªdo, ent?o n?o h¨¢ nada do que se envergonhar.¡± Marco Ant?nio respondeu desprazer, ¡°Voc¨º j¨¢ informou a sobre o div¨®rcio amanh??* Emo pegou o celr, ¡°Eu informo agora. N?o se preocupe, enquanto estiver no Norte de Be, n?o poder¨¢ fugir.¡± Ca e alguns outros estavam jantando alegremente quando o celr d tocou. Ca atendeu e ouviu Emo dizer: ¡°Sra. Barcelo, esqueci de te dizer que voc¨º e Sr. Bento t¨¦m um compromisso amanh? ¨¤s nove da manh?. Por favor, lembre¨Cse de ir ao Distrito de Acho para processar os documentos do div¨®rcio.¡± Ca respondeu: ¡°Certo.¡± Maria e Jean perguntaram: ¡°O que aconteceu?¡± Ca riu e disse: ¡°Uma das tr¨ºs grandes alegrias da vida.¡± Maria exmou: ¡°Promo??o, aumento de sal¨¢rio ou a morte do marido?¡± Ca sorriu: ¡°¨¦ isso. O advogado me informou que amanh? pa**arei pelo processo de div¨®rcio e estarei solteira novamente em breve. Embora os dias anteriores n?o tenham sido diferentes de ser solteiro, fiquei um tanto constrangido por meu status e n?o ousei ter nenhuma ideia quando vi um cara bonito. Jean disse a Maria: ¡°¨¦ uma onda de boa sorte, temos queemorar hoje ¨¤ noite.¡± Ca concordou: ¡°Que tal tomarmos uns drinques?¡± Antes de podereme?ar a beber, o celr de Ca tocou novamente. viu que era uma liga??o da av¨® e arqueou uma sobrancelha: ¡°Vov¨®, eu estou jantando fora Jean e Maria.¡± Uma voz desconhecida veio do telefone: ¡°Ca, sua av¨® est¨¢ muito doente, est¨¢ no Primeiro Hospital de Norte de Be¡­¡± N?o havia voos para Norte de Be naqu noite, ent?o Caprou uma pa**agem para o primeiro voo da manh? seguinte. Depois de duas horas de voo, o avi?o pousou seguran?a no aeroporto de Norte de Be. Depois de receber a liga??o, Ca pa**ou a noite preocupada sem dormir, agora sua mente estava em um turbilh?o. desembarcou e logo que ligou o telefone, recebeu uma liga??o. Ca temia ouvir m¨¢s not¨ªcias, suas m?os tremiam de nervosismo: ¡°Al?¡­¡± 12:31 A voz de Emo veio do telefone: ¡°Sra. Barcelo, t¨ªnhamosbinado que voc¨º e o Sr. Bento Im ao Distrito de Acho ¨¤s nove da manh? para processar os pap¨¦is do div¨®rcio. J¨¢ pa**ou das nove, por que voc¨º ainda N?velDrama.Org: text ? owner. n?o chegou?¡± Emo estava muito preocupado, se algo desse errado, Marco Ant?nio definitivamente o culparia. Ca suspirou aliviada, essa n?o era uma m¨¢ noticia sobre sua av¨®. levou alguns segundos para se lembrar que havia prometido processar os pap¨¦is de div¨®rcio naquele dia: ¡°Desculpe, eu estive muito ocupada nos ¨²ltimos dias, vamos entrar em contato outro dia.¡± Marco Ant?nio olhou para o rel¨®gio: ¡°Eu te dou uma hora. Se n?o chegar em uma hora, voc¨º est¨¢ ferrado.¡± Cap铆tulo 72 Cap¨ªtulo 72 Cap¨ªtulo 72 Ca pegou rapidamente a m e pegou um t¨¢xi para o hospital. No t¨¢xi, o telefone de Emo tocou novamente,o um lembrete urgente, ¡°Srta. Barcelo, estava tudo bem ontem ¨¤ noite, o que voc¨º est¨¢ fazendo hoje?¡± De fato, Ca foi a primeira a faltar aopromisso, ¡°Advogado Yari, me desculpe! N?o foi intencional, algo inesperado aconteceu em casa e eu tive que resolver. Depois que eu terminar, podemos marcar outro momento para o div¨®rcio, pode ser?¡± ¡°O div¨®rcio n?o leva muito tempo. Venha primeiro fazer o procedimento de div¨®rcio, depois disso, eu posso te levar para onde voc¨º precisar, posso ser seu motorista, o que acha?¡± Enquanto Ca viesse para fazer o procedimento de div¨®rcio, ele estaria disposto a fazer qualquer coisa, at¨¦ mesmo se ajoelhar e implorar. ¡°N?o estou em Salvador agora, por favor, pare de me ligar, entrarei em contato quando terminar.¡± Dizendo isso, Ca desligou o telefone e o desligou. Neste momento, tudo o que podia pensar era na condi??o de sa¨²de de sua avo, seu cora??o estava em panico e confuso, n?o tinha cabe?a para lidar o div¨®rcio. Emo olhou para o seu celr de forma desanimada, aqu mulher n?o estava em Salvador, n?o haviao chegar em uma hora para o div¨®rcio. Ele olhou novamente para Marco Ant?nio, desta vez sem qualquer confian?a, ¡°Marco, sua esposa diz que n?o est¨¢ em Salvador.¡±Owned by N?velDrama.Org. Marco Ant?nio deu uma risada fria, ¡°Voc¨º acredita nas pvras dessa mulher?¡± Emo achou que ele estava certo, ¡°Ok, vou procur¨¢ pessoalmente, se estiver em Salvador hoje, mesmo que eu tenha que amarr¨¢, eu a trarei.¡± Quando Ca chegou ao hospital, sua av¨® ainda estava na UTI, Ca n?o podia v¨º por enquanto, s¨® podia saber sobre a condi??o de sa¨²de de sua av¨® o m¨¦dico. Sua av¨® estava sofrendo de insufici¨ºncia renal, o melhor tratamento para essa doen?a ¨¦ um transnte de rim, mas sua av¨® era idosa e era dif¨ªcil encontrar um doador de rim adequado em um curto per¨ªodo de tempo, ent?o o ¨²nico tratamento dispon¨ªvel era a di¨¢lise. Norte de Be ¨¦ uma cidade pequena condi??es m¨¦dicas normais, o m¨¦dico disse que o Hospital de Salvador ¨¦ a autoridade nesta ¨¢rea, mas o custo ¨¦ alto. Ca s¨® tinha sua av¨®o parente, n?o importava o qu?o caro fosse o custo m¨¦dico, nunca desistiria do tratamento, ent?o decidiu imediatamente, ¡°Dr. Hugo, vou levar minha av¨® para tratamento em Salvador.¡± Ouvindo Ca dizer isso, Dr. Hugo a**entiu satisfa??o, ¡°Querida, voc¨º ¨¦ mais confi¨¢vel do que seus t¨ªos, sua av¨® nunca se esqueceu de voc¨º.¡± Ca olhou atrav¨¦s da jan de vidro para a av¨® na UTI v¨¢rios tubos em seu corpo, sua dor era quase sufocante, ¡°Minha av¨® sempre pensou em mim?¡± Dr. Hugo disse, ¡°A velha senhora murmurava sobre sua Carlita quando estava confusa, e quando acordava brevemente, tamb¨¦m procurava por sua Carlita¡­ parecia que havia tamb¨¦m um Lucas ou algo a**im?¡± N?o era surpresa que sua av¨® estivesse murmurando sobre , Ca n?o esperava que sua av¨® tamb¨¦m estivesse murmurando sobre Lucas Bento, se sua av¨® soubesse que e Lucas Bento originalmente nejavam se divorciar hoje¡­ 12:31 Ca ficou p¨¢lida de medo, sem ousar pensar mais. Vendo a palidez de Ca, Dr. Hugo bateu confortavelmente em seu ombro, ¡°Voc¨º n?o precisa se preocupar demais, contanto que a velha possa pa**ar por hoje, n?o haver¨¢ grandes problemas quando for transferida para o quarto normal. Mas, n?o podemos mais deixar a velha morar sozinha. est¨¢ ficando velha, e ¨¦ f¨¢cil ter acidentes quando mora sozinha, voc¨ºs precisam cuidar mais d. Se n?o fosse pelo trabalhador que sempre trazia ¨¢gua para a velha, que a encontrou desmaiada em casa e chamou a ambulancia a tempo, as consequ¨ºncias poderiam ter sido muito s¨¦rias.¡± Mesmo apenas imaginando, Ca j¨¢ estava a**ustada. Se ningu¨¦m tivesse descoberto que sua av¨® tinha desmaiado, sua av¨® poderia ter deixado para semp Cap铆tulo 73 Cap¨ªtulo 73 Cap¨ªtulo 73 Ca estava consumida pelo arrependimento. ¡°Tudo ¨¦ culpa minha, se eu tivesse levado minha av¨® morarigo em Salvador mais cedo, nada disso ter¨ªa acontecido¡°. para N?velDrama.Org: text ? owner. De repente, um barulho cheio de ressentimento veio do outrodo do sagu?o, Interrompendo a conversa de Ca o m¨¦dico. ¡°A velha est¨¢ quase prestes a morrer e ainda n?o quer me dar o cart?o do banco e a senha.¡± ¡°Se n?o te deu o cart?o do banco, ¨¦ porque quer deixar o dinheiro para Ca. Assim que a velha acordar, voc¨º tem que dar um jeito de conseguir a senha, n?o podemos deixar aqu puta se dar bem.¡± Ca imediatamente reconheceu as vozeso sendo de seu tio Ign¨¢cio Barcelo e sua tia Louza Luiz. Sua av¨® estava gravemente doente e eles n?o estavam pensando Cap铆tulo 74 Cap¨ªtulo 74 Cap¨ªtulo 74 ¡°Vem, volta pra casa a gente, vamos te tratar bem.¡± Ign¨¢cio e Louza se aproximaram de Ca, um de cadado, tentando apoi¨¢. Ca viu atrav¨¦s deles. Eles pensaram que estavam disfar?ando bem, mas a ganancia em seus olhos era indescrit¨ªvel. Ca n?o se esquivou, encarou firmemente as m?os que se estendiam em sua dire??o e disse friamente, ¡°O que voc¨ºs est?o pensando agora?¡± A menina n?o s¨® ficou mais bonita, mas tamb¨¦m tinha uma aura que dizia ¡®fique longe¡®, que tornava dif¨ªcil olhar diretamente para . Louza estava um pouco a**ustado, mas n?o queria perder essa oportunidade, ¡°Por que voc¨º f t?o amargamente? S¨® quer¨ªamos convidar voc¨º para vir ¨¤ nossa casa¡­¡± Ca riu, ¡°Ir ¨¤ sua casa? Como da ¨²ltima vez, quando fui e n?o pude sair¡­¡± Eles pensaram que Ca n?o sabia de nada, mas na verdade entendia tudo. era apenas muito jovem e a**ustada na ¨¦poca para conseguir juntar provas suficientes para lev¨¢¨Clos ¨¤ justi?a. Ca trouxe ¨¤ tona o pa**ado, fazendo que Louza e Ign¨¢cio desistissempletamente. Eles pararam de fingir, ¡°Voc¨º n?o tem nenhum senso de dec¨ºncia. Estamos dispostos a esquecer o pa**ado p harmonia da fam¨ªlia e gentilmente convidamos voc¨º para casa. E voc¨º ainda traz ¨¤ tona o pa**ado, pensando que todos esqueceram?¡± Louza gritou, ¡°Venham todos ouvir, venham ver o que essa mulher fez!¡± O hospital j¨¢ estava cheio de gente, e o grito de Louza, rapidamente se encheu ainda mais. Dr. Hugo preocupado disse, ¡°Ca, devemos evitar essas pessoas. Vamos embora.¡± Mas Ca n?o queria ceder de novo, sorriu para Louza, ¡°Quem voc¨º est¨¢ xingando?¡± Louza apontou para o nariz de Ca e gritou, ¡°Quem mais eu estaria xingando? Estou xingando voc¨º, sua vadia. Voc¨º e sua m?e s?o umas putas, desde jovem j¨¢ aprendeu a seduzir os homens dos outros, Ign¨¢cio disse para a multid?o, ¡°Lembram do estudante universit¨¢rio que seduziu um homem casado h¨¢ alguns anos atr¨¢s e foi pego p esposa? Aconteceu aqui em Norte de Be e causou um grande alvoro?o.¡± Ign¨¢cio apontou para Ca, ¡°Essa mulher indecente que voc¨ºs est?o vendo ¨¦ a protagonista daquele incidente. Voc¨ºs devem se lembrar deo deixou Norte de Be. E agora, depois de apenas alguns anos, est¨¢ de volta. Parece que pensa que todos n¨®s esquecemos.¡± Os espectadores que n?o sabiam do a**untoe?aram a apontar para Ca, que n?o disse nada, apenas ouviu osent¨¢rios. Ca ficou em sil¨ºncio, e Ign¨¢cio e Louza pensaram que ainda era a mesma menina f¨¢cil de intimidar. Elese?aram a insult¨¢ ainda mais, at¨¦ inventando hist¨®rias sobre seduzindo outros homens. O jovem m¨¦dico saiu para defender Ca, ¡°Essas coisas do pa**ado s?o apenas boatos, ningu¨¦m aqui viu seus pr¨®prios olhos. Devemos fazer nossos pr¨®prios julgamentos, em vez de acreditar cegamente no que outras pessoas dizem.¡± ¡°S¨® boatos? Aqueles v¨ªdeos de grante ainda existem, se voc¨ºs quiserem ver, posso mostrar de gra?a.¡± Ign¨¢cio sorriu astutamente, ¡°Voc¨º est¨¢ sempre defendendo essa vadia. Ser¨¢ que te deu algum benef¨ªcio? dormiu voc¨º?¡± 12:31 Capitulo 74 ¡°Isso ¨¦ difama??o!¡± O jovem m¨¦dico ficou t?o furioso que seu rosto ficou vermelho. Ele olhou para Ca, que ainda estava sorrindoo se a pessoa insultada n?o fosse . N?velDrama.Org owns this text. ¡°A pol¨ªcia est¨¢ chegando!¡± Algu¨¦m gritou de repente, e todos apressadamente abriram caminho. V¨¢rios policiais se aproximaram de Ign¨¢cio e Louza, ¡°Ign¨¢cio, Louza, voc¨ºs est?o sendo acusados de perturbar a ordem m¨¦dica e de difamar outra pessoa. Vamos lev¨¢¨Clos para Investiga??o agora.¡± Cap铆tulo 75 Cap¨ªtulo 75 Cap¨ªtulo 75 Ign¨¢cio e sua esposa n?o perceberam a gravidade da situa??o, protestando sem raz?o, ¡°Quando que a gente difamou algu¨¦m? Voc¨ºs est?o nos detendo sem motivo, vou processar voc¨ºs por difama??o¡­¡± Um homem de terno se destacou da multid?o, ¡°Senhor policial, tenho neste celr v¨ªdeos deles, o casal, perturbando e difamando pessoas sem motivo.¡± Ign¨¢cio retrucou desd¨¦m, ¡°E da¨ª que eu xinguei? Eu xinguei meus pr¨®prios, que importancia tem para os outros¡­¡± Ca se aproximou deles, sorrindo, ¡°Ign¨¢cio, Louza, n?o sou mais a Ca que era naqu ¨¦poca. Mas voc¨º ainda ¨¦ voc¨º, n?o mudou nada e n?o ¨¦ digno de ser meu oponente.¡± ¡°Voc¨º vai ver s¨®, sua¡­¡± Ign¨¢cio tentou agredir, mas a pol¨ªcia n?o deu a eles a oportunidade, levando¨C os diretamente. Depois que o casal Ign¨¢cio foi levado, a multid?o dispersou e a ¨¢rea finalmente recuperou a calma. Os funcion¨¢rios de sa¨²de que anteriormente foram perturbados pelo casal agradeceram ao homem de terno. O homem de terno se dirigiu a Ca, ¡°Srta. Barcelo, sua previs?o foi certeira.¡± ¡°N?o foi minha previs?o que foi certa, mas a natureza do casal Ign¨¢cio que ¨¦ inalter¨¢vel.¡± Ca fechou os olhos e ma**ageou a testa, quando abriu novamente, seus olhos eram afiados, ¡°Cinco dias de deten??o s?o muito pouco para eles, farei que todos que me prejudicaram paguem o pre?o.¡± O advogado Domingo a**entiu, ¡°Certo, eu vou cuidar disso agora.¡± Antes de voltar para Norte de Be, Ca j¨¢ previu que ao retornar para l¨¢, certeza algu¨¦m iria trazer ¨¤ tona o pa**ado, usando coisas pa**adas para causar problemas, ent?o se adiantou e fez arranjos atrav¨¦s de alguns contatos em Salvador. mencionou o pa**ado apenas para fazer o casal Ign¨¢cio cair na armadilha que havia preparado. Desta vez, n?o deixar¨¢ pa**ar nenhum malfeitor. Ao cair da tarde, a sa¨²de da av¨® melhorou e foi transferida para um quarto normal, onde aa Owned by N?velDrama.Org. finalmente a encontrou. Vendo a av¨® magra, Ca teve que lutar para n?o deixar as l¨¢grimas ca¨ªrem, ¡°V¨®¡­¡± A velha esticou o pesco?o para olhar atr¨¢s de Ca, n?o vendo nada, seu olhar estava cheio de desapontamento, ¡°Carlita, seu marrido n?o veio voc¨º?¡± Lucas Bento estava constantemente pressionando pelo div¨®rcio, a av¨® queria muito ver o Lucas, Ca n?o precisava pensar muito para saber que deveria priorizar a av¨®, o div¨®rcio teria que esperar, ¡°V¨®, ele n?o p?de vir te ver, vamos a Salvador juntas para v¨º¨Clo.¡± Se sugerisse diretamente que a av¨® fosse ao m¨¦dico, a velha provavelmente n?o iria por n?o querer gastar dinheiro, mas se fosse para ver o Lucas, certeza iria. De fato, a velha se mostrou interessada, seus olhos se iluminando instantaneamente, ¡°Mas meu corpo¡­¡± Ca segurou a m?o da av¨®, apertando¨Ca firmemente em sua palma, ¡°V¨®, voc¨º quer ver o Lucas ou n?o?¡± ro que a velha queria, ¡°Tenho tantas coisas para fr ele, s¨® tenho medo que ele n?o queira me ouvir.¡± 12:31 Capitulo 75 Ca sorriu levemente, ¡°Voc¨º ¨¦ a mais velha, se ele n?o seportar, eu vou bater nele.¡± Maso iria convencer Lucas Bento, que s¨® queria se divorciar, a participar dessa encena??o com ? ”µ Cap铆tulo 76 Cap¨ªtulo 76 Cap¨ªtulo 76 A vov¨® concordou imediatamente e Ca ficou muito feliz. ¡°Vov¨®, ent?o eu voue?ar a organizar agora.¡± ¡°Calmamente, eu ainda tenho algo para te dar.¡± A velha senhora estendeu a m?o para o peito, mas n?o encontrou nada, ent?o percebeu que estava vestindo uma roupa de hospital. olhou ao redor, parecendo um pouco ansiosa. ¡°Carlita, onde est¨¢ meu casaco de algod?o?¡± ¡°Vov¨®, n?o se preocupe, eu j¨¢ cuidei disso.¡± Ca rapidamente entregou o casaco de algod?o que estava dedo para a velha senhora. ¡± A velha senhora abriu o casaco e havia um grande remendo nele. tentou rasg¨¢¨Clo, mas n?o teve sucesso. ¡°Carlita, voc¨º pode ajudar a vov¨® a tirar esse remendo?¡± Carlita obedeceu e rasgou o remendo. Havia umpartimento secreto dentro do qual estava um cart?o banc¨¢rio. N?velDrama.Org: text ? owner. ¡°Vov¨®¡­¡± Olhando para o cart?o banc¨¢rio amardo nas m?os, Ca se emociono¨´ e as l¨¢grimas ca¨ªram., ¡°Eu posso ganhar meu pr¨®prio dinheiro, n?o preciso do seu dinheiro, s¨® quero que voc¨º esteja saud¨¢vel.¡± ¡°Querida, o que voc¨º ganha ¨¦ seu.¡± A velha senhora esfregou a cabe?a d. ¡°Parte desse dinheiro ¨¦ a heran?a do seu pai e parte ¨¦ o o presente do casamento que a vov¨® preparou para voc¨º. Voc¨º deveria aceitar.¡± ¡°Vov¨®, ent?o eu vou aceitar.¡± Ca conhecia a personalidade da av¨®. Se n?o aceita**e, a av¨® sempre se preocuparia isso. cuidadosamente colocou o cart?o banc¨¢rio em sua bolsa, pensando emo devolver o dinheiro ¨¤ vov¨® de outra maneira. ¡°Hum, isso ¨¦ certo.¡± A velha senhora sorriu, sem se preocupar sua pr¨®pria doen?a. Em seu cora??o, contanto que sua Carlita esteja bem, mesmo que morra, n?o teria nada a temer. Conversando, a velha senhora mudou de a**unto de repente ee?ou a fr sobre seu marrido. ¡°Carlita, voc¨º e Lucas est?o casados h¨¢ um ano e meio, por que voc¨º ainda n?o est¨¢ gr¨¢vida?¡± Ca estava tomando ¨¢gua e se engasgou a pergunta da av¨®. ¡°Vov¨®, somos jovens, n?o precisamos nos apressar essa coisa de ter filhos.¡± ¡°Lucas j¨¢ tem vinte e oito anos, voc¨º tamb¨¦m est¨¢ quase vinte e quatro, onde isso ¨¦ jovem?¡± A av¨® disse seriamente. ¡°Embora eu acredite que um garoto criado por av¨® Luisa n?o tenha uma m¨¢ conduta, a natureza dos homens ama divers?o. Voc¨ºs ter?o um filho mais cedo para que ele se estabilize.¡± Ca n?o queria continuar esse t¨®pico. ¡°Vov¨®, est¨¢ ficando tarde, voc¨º deveria descansar mais cedo.¡± A velha senhora perguntou: ¡°Voc¨º est¨¢ me achando intrometida, ou h¨¢ algo que voc¨º n?o pode dizer?¡± Ca ficou em sil¨ºncio. e Lucas Bento n?o tiveram r??es conjugais,o poderia engravidar? disse: ¡°Vov¨®, voc¨º sabe que fui promovida h¨¢ apenas meio ano, estou sempre ocupada o meu chefe,o posso ter um filho nessa ¨¦poca?¡± A velha senhora pensou por um momento. ¡°O que voc¨º disse faz sentido. A fam¨ªlia ¨¦, ro, importante, mas as meninas ainda precisam ter suas pr¨®prias carreiras, serem capazes de ganhar dinheiro e ter uma voz em casa.¡± 12:32 Cap¨ªtulo 76 Carlita acenou a cabe?a vigorosamente. ¡°Exatamente, exatamente, minha av¨® ¨¦ uma professora, sua vis?o ¨¦ diferente.¡± A velha senhora apertou o rosto d. ¡°Voc¨º est¨¢e?ando a elogiar a vov¨® agora.¡± Ca disse: ¡°Minha av¨® ¨¦ t?o incr¨ªvel, n?o posso elogi¨¢?¡± A velha senhora riu a provoca??o d. Na verdade, desde que estivesse ao seudo, mesmo que n?o estivesse fazendo nada, a velha senhora ficaria muito feliz. A av¨® e aa conversaram por um bom tempo, e enquanto conversavam, a velha senhora ficou sonolenta. Cap铆tulo 77 Cap¨ªtulo 77 Cap¨ªtulo 77 Ap¨®s garantir que a velha senhora estava dormindo tranqumente, Ca pegou o seu celr pessoal e, ao lig¨¢¨Clo, viu v¨¢rios lembretes de chamadas perdidas, todas do Emo. Ca saiu do quarto e retornou a liga??o para ele, logo ouviu a voz exasperada do Emo, ¡°Sra. Barcelo, que diabos voc¨º est¨¢ pensando?¡± Ca respirou fundo, organizando as suas emo??es, e respondeu, ¡°Advogado Yari, por favor, informe ao Sr. Bento que, no momento, n?o posso prosseguir o div¨®rcio.¡± Emo gritou furiosamente, ¡°Sra. Barcelo, temos que honrar nossospromissos. O acordo de div¨®rcio j¨¢ foi a**inado e concordamos em finalizar os tramites do div¨®rcio hoje. Por que voc¨º est¨¢ voltando atr¨¢s?¡± Ca respondeu, ¡°Eu s¨® quero adiar o div¨®rcio, n?o estou dizendo que n?o quero me divorciar.¡± Emo questionou, ¡°Por que adiar?¡± Ca rapidamente explicou, ¡°Minha av¨® est¨¢ doente. Se eu disser a neste momento que vou me divorciar, ficar¨¢ muito chateada. Vamos continuar o div¨®rcio quando sua condi??o de estiver est¨¢vel e puder aceitar a realidade.¡± ?§â§á§Ö§ã Emo, ¡°Sra. Barcelo, podemos ser honestos? Se sua av¨® quer ver seu marrido, voc¨º pode levar seu namorado. Por que o Sr. Bento precisa estar envolvido?¡± Emo estava convencido de que a doen?a da av¨® n?o era a verdadeira raz?o p qual Ca estava relutante em se divorciar. Ele suspeitou que Ca pode ter descoberto a verdadeira identidade de Lucas Bento e estava tentando conseguir mais dinheiro, por isso estava atrasando deliberadamente, ¡°Diga o seu pre?o!¡± Ca ficou surpresa, ¡°Que pre?o?¡± Emo, ¡°O que voc¨º quer, voc¨º n?o sabe?¡± Ca respondeu, ¡°Eu s¨® quero que minha av¨® recupere a sa¨²de.¡± Emo riu friamente, ¡°Voc¨º acredita nessa desculpa? Voc¨º n?o o ama, por que n?o quer ir embora?.¡± Seu tom arrogante e sarc¨¢stico deixou Ca muito irritada, ¡°Nosso casamento n?o foi baseado no amor, o que importa se eu o amo ou n?o?¡± Emo foi provocado novamente por , ¡°Diga¨Cme quanto dinheiro voc¨º quer para se divorciar.¡± ¡°Eu n?o quero o dinheiro dele!¡± Ca sentiu p primeira vez que era t?o dif¨ªcil seunicar um advogado, e desligou o telefone raiva. pode ganhar o pr¨®prio dinheiro, quem precisa do dinheiro dele! Quando se casaram, foi apenas para agradar aos mais velhos, at¨¦ perguntou se ele queria reconsiderar, n?o o for?ou. pensava que mesmo que o casamento deles n?o fosse por amor, eles teriam que fingir depois de casados, para tranquilizar os mais velhos. Quem sabia que ele desapareceria logo ap¨®s o registro e reapareceria pedindo o div¨®rcio, especialmente quando estava sendo intimidada, n?o precisava de um marido a**im! Emo n?o sabia o que fazer Ca, ent?o ligou novamente para Marco Ant?nio, ¡°Marco, sua esposa ¨¦ muito irracional, fazendo coisas indecentes publicamente. N¨®s concordamos em finalizar o div¨®rcio hoje, ma? mentiu dizendo que sua av¨® estava doente e queria adiar o div¨®rcio. Mas n?o se preocupe, desta. vez eu vou fazer ¡­¡± 12:32 Cap¨ªtulo 77 Marco Ant?nio arqueou uma sobrancelha, ¡°A av¨® d est¨¢ doente?¡± Emo confirmou, ¡°Foi isso que disse.¡± Marco Ant?nio sabia que sua av¨® e a av¨® daqu mulher eram amigas, e ambos tinham se casado no pa**ado por causa de suas av¨®s. Aqu mulher pode ser imprudente em seus a**untos pessoais, mas n?o faria piadas sem gra?a sobre sua pr¨®pria av¨®. Ele disse: ¡°Vou transferir algum dinheiro para , para que possa cuidar da av¨® sem preocupa??es. Quanto ao div¨®rcio, vamos fr sobre isso quando a av¨® d estiver melhorC¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org Cap铆tulo 78 Cap¨ªtulo 78 Cap¨ªtulo 78 Emo n?o considerava Marco Ant?nio um bom sujeito, questionando desconfian?a: ¡°Tem certeza?¡± ¡°Certeza!¡± Marco Ant?nio desligou o telefone sem hesita??o, n?o que ele sentissepaix?o p mulher, mas porque ele mesmo tinha uma av¨®, o que o fazia entender a situa??o daqu mulher. Ao pensar em sua av¨®, ele ligou imediatamente para a vov¨® Luisa. Recentemente, devido ao seu div¨®rcio, o estado de esp¨ªrito da vov¨® Luisa n?o estava bom. Foi o mordomo que atendeu o telefone, ¡°Senhor Ant?nio, disse que n?o quer ouvir sua voz.¡± Marco Ant?nio bn?ou a cabe?a resignado, ¡°Diga ¨¤ vov¨® que a av? daqu mulher parece estar doente.¡± ¡°O qu¨¦? Voc¨º est¨¢ dizendo que a av¨® da Ca est¨¢ doente?¡± A voz da vov¨® Luisa veio, ¡°Quando isso aconteceu? Por que voc¨º n?o me contou antes¡­¡± Owned by N?velDrama.Org. Marco Ant?nio n?o sabiao responder, ele havia ligado para a**im qu¨¨ soube da not¨ªcia. Ca se sentou aodo da cama da av¨®, observando¨Ca em sil¨ºncio. Olhando para os cabelos totalmente brancos, olhando para as rugas e para as bochechas magras, sentia uma mistura de tristeza e dor no cora??o. Alguns anos atr¨¢s, quando deixou o Norte de Be, a av¨® parecia muito mais jovem do que agora. Em apenas alguns anos, a av¨® envelheceu tanto. A av¨® tinha uma pens?o, n?o lhe faltava dinheiro, mas ainda a**im dava as particres, mesmo com a idade avan?ada. Ca sempre acreditou que a av¨® fazia isso n?o s¨® porque n?o conseguia ficar parada, mas tamb¨¦m por causa de um filho ingrato. Pensando nisso, as l¨¢grimas ca¨ªram incontrvelmente dos olhos de Ca. n?o tinha m?e, seu pai j¨¢ havia falecido, mas o amor que a av¨® lhe dava nunca foi menor do que o de qualquer outra crian?a. Por causa da av¨®, foi capaz de ir ¨¤ esco qualquer outra crian?a, de entrar na universidade dos seus sonhos e de fazer o trabalho que amava. Mas parece que nunca havia realmente se preocupado a av¨®¡­ O telefone tocou de repente. Ca rapidamente enxugou as l¨¢grimas, pegou o telefone e saiu do quarto. Quando viu que era a vov¨® Luisa ligando, atendeu docemente, ¡°Vov¨®¡­¡± Vov¨® Luisa percebeu o choro de Ca, ¡°Carlita, voc¨º est¨¢ chorando? A situa??o da sua av¨® est¨¢ ruim?¡± Ca Imediatamente respirou fundo para se rpor, ¡°N?o se preocupe, minha av¨® j¨¢ est¨¢ fora de perigo. O m¨¦dico disse que, contanto que o tratamento subsequente seja adequado, se recuperar¨¢ rapidamente Vov¨® Luisa n?o acreditou, ¡°Que doen?a a sua av¨® tem? precisa vir a Salvador para tratamento? Se precisar vir a Salvador, eu posso pedir para o Lucas Bento organizar tudo.¡± Ca n?o queria que vov¨® Luisa se preocupa**e, nem queria depender de Lucas Bento, ¡°Realmente n?o ¨¦ nada s¨¦rio.¡± Como Ca n?o quis dizer, vov¨® Luisa n?o insistiu. Depois de um momento de sil¨ºncio, disse, ¡°Carlita, me desculpe! Eu falhei a confian?a da sua av¨®, e tamb¨¦m falhei voc¨º. Fui eu que permiti que Lucas Bento se casa**e voc¨º, e prometi ¨¤ sua av¨® que ele cuidaria bem de voc¨º, mas agora, ah¡­¡± Ca suspeitou que Lucas Bento j¨¢ havia contado a vov¨® Luisa sobre o div¨®rcio, ¡°Foi uma decis?o de n¨®s. dois, voc¨º n?o falhou ningu¨¦m, n?o precisa se culpar.¡± 12 Em seu cora??o, vov¨® Luisa erao a sua pr¨®pria av¨®, ambas eram mulheres bondosas e gentis. queria que vov¨® Luisa fosse saud¨¢vel e feliz. Quanto mais gentil epreensiva Ca era, mais vov¨® Luisa se sentia culpada, ¡°Carlita, eu n?o entrei em contato voc¨º durante todo o tempo que voc¨º foi casada Lucas Bento, n?o porque eu n?o me importava voc¨º, mas porque eu valorizava muito a minha r??o a sua av¨®. Depois que Lucas Bento se casou, ele se ocupou o trabalho e negligenciou voc¨º, n?o cumprindo a promessa que fiz inicialmente. Por isso, tive medo de enfrentar a sua av¨® e de entrar em contato com voc¨º.¡± Ca tinha muitos palpites sobre o motivo pelo qual a av¨® Lu¨ªsa n?o a contactou, mas n?o esperava que fosse por causa disso. Todos os seus questionamentos se dissiparam, ¡°V?, n?o se preocupe, n?o importao seja minha r??o Lucas Bento, isso n?o afetar¨¢ minha conex?o voc¨º¡°. Avo Luisa suspirou tristeza, ¡°Voc¨º ¨¦ uma boa menin Cap铆tulo 79 Cap¨ªtulo 79 Cap¨ªtulo 79 Ca sorriu e disse: ¡°Talvez nosso destino ainda n?o chegou.¡± A condi??o da av¨® precisava ser estabilizada por um tempo antes que pudesse ser transferida, e Ca ficou aodo d o tempo todo. As quatro dias de folga que Marco Ant?nio deu a Ca pa**aram rapidamente, ent?o teve que tirar dez dias de f¨¦rias. Com Ca fora da empresa, o trabalho d caiu sobre Mario. Mario, segurando um caf¨¦, foi ao escrit¨®rio de Marco Ant?nio, queo de costume estava olhando para os documentos, ¡°Diretor Ant?nio, o progresso do trabalho desta manh?¡­¡± Marco Ant?nio de repente levantou a cabe?a, olhando para al¨¦m de Mario, ¡°Onde est¨¢ a Ca?¡± N?o havia muita mudan?a na express?o de Marco Ant?nio, mas Mario ainda sentiu um cfrio, ¡°Ca est¨¢ de f¨¦rias.¡± Marco Ant?nio: ¡° tirou f¨¦rias justo no final do ano, quando estamos mais ocupados?¡± Mario: ¡°Eh ¡­¡± Se ele se lembrava corretamente, Marco Ant?nio n?o tinha nenhumpromisso importante nos ¨²ltimos dias, o trabalho mais importante j¨¢ tinha sido feito no final do m¨ºs pa**ado e no in¨ªcio deste m¨ºs. Marco Ant?nio: ¡°O caf¨¦ esfriou, v¨¢ troc¨¢¨Clo.¡± C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org Mario: ¡°Tudo bem.¡± Ele estava se perguntando se Marco Ant?nio tinha tomado o rem¨¦dio errado naquele dia. No entanto, o que Mario n?o esperava era que Marco Ant?nio n?o apenas tinha tomado o rem¨¦dio errado naquele dia, mas continuou a**im pelos pr¨®ximos dias. Todos os dias ele esperava ansiosamente que Ca volta**e ao trabalho, para que houvesse mais algu¨¦m para suportar a ira de Marco Ant?nio. Depois de uma semana dif¨ªcil, Mario panhou novamente Marco Ant?nio ¨¤ capital, para participar daemora??o do anivers¨¢rio de casamento de Fl¨¢vio e Kira Heitor. Todos no c¨ªrculo deles sabiam que Fl¨¢vio tinha sido manipdo, e teve que se casar Kira Heitor. N?o havia amor verdadeiro entre o casal, mas eles tinham que seguir as regras. Fl¨¢vio e Kira Heitor pareciam muito carinhosos diante dos convidados, trocando olhares e sorrisos de tempos em tempos. Pareciam muito apaixonados, mas quem sabe o que estavam pensando? O destino dos filhos das fam¨ªlias ricas ¨¦ a**im, muitas vezes eles n?o t¨ºm escolha. ¡°Marco, estamos apenas esperando por voc¨º.¡± Fl¨¢vio, panhado por Kira Heitor, veio at¨¦ eles e notou que Mario estava atr¨¢s de Marco Ant?nio, ¡°Hoje voc¨º trouxe o Mario, n?o trouxe sua linda a**istente, medo que algu¨¦m se apaixone por ?¡± Marco Ant?nio n?o queria que outros fizessem piadas sobre Ca, ¡°Cuide de sua esposa, fique fora dos a**untos dos outros.¡± ¡°Ol¨¢!¡± Mario cumprimentou¨Cos educadamente, mas tinha uma pequena d¨²vida. Ele tinha estado aodo de Marco Ant?nio por muitos anos, e conhecia todos os velhos amigos de Marco 12:32 Cap¨ªtulo 79 Ant?nio. Ele n?o se lembrava de Ca ter conhecido eles, ent?o por que eles estavam mencionando Ca? Ca, que eles mencionaram, estavaemorando seu anivers¨¢rio no hospital naquele momento, 14 de dezembro, seu anivers¨¢rio de vinte e quarto. Ca tinha que cuidar de sua av¨® e tamb¨¦m tinha que entrar em contato o hospital em Salvador nos ¨²ltimos dias. estava t?o ocupada que tinha esquecidopletamente de seu anivers¨¢rio. Foi sua av¨® que silenciosamente pediu ao Dr. Hugo para eendar um bolo de anivers¨¢rio e flores para . A av¨® sorriu e acariciou a cabe?a de Ca, ¡°Carlita, voc¨º est¨¢ mais um ano hoje, fa?a um desejo.¡± Cap铆tulo 80 Cap¨ªtulo 80 Cap¨ªtulo 80 Logo ap¨®s a senhora terminar de fr, um grupo de pessoas invadiu o quarto um ar intimidador. De cara, dava pra ver que o l¨ªder era Ign¨¢cio, que havia sido preso por dez dias, ¡°¨¦ essa vagabunda, levem¨Cna logo daqui,¡± O jovem m¨¦dico imediatamente se colocou na frente de Ca, ¡°O que voc¨ºs pensam que est?o fazendo?¡± Ign¨¢cio o encarou raiva, ¡°Quantas vezes voc¨º j¨¢ dormiu essa mulher, est¨¢ viciado n, ¨¦? Sempre ¨¦ voc¨º que aparece para defend¨¦.¡± O m¨¦dico ficou vermelho de raiva as pvras de Ign¨¢cio, ¡°Voc¨º realmente n?o consegue fr nada que presta. Ign¨¢cio riu sarcasticamente, ¡°Essa mulher j¨¢ foi muitos homens, voc¨º acha que encontrou um tesouro?¡± Ao ouvir isso, a av¨®e?ou a tossir furiosamente, ¡°Ign¨¢cio, voc¨º ¡­¡± Dessa vez, Ca n?o queria mais perder tempo discutindo, deu um pa**o ¨¤ frente e deu um tapa bem fort¨¦ no rosto de Ign¨¢cio, ¡°Ign¨¢cio, se voc¨º disser mais uma pvra insultando¨Cme, acredita em mim, eu te mato.¡± Seu olhar era t?o afiado que a**ustava, e seu tom de voz era t?o frio que deixava as pessoas medo, paralisando todos os homens que haviam invadido o quarto. Ca olhou para todos eles, fndo uma voz firme, ¡°Norte de Be n?o ¨¦ terra sem lei, Ign¨¢cio j¨¢ foi preso por dez dias por me insultar e difamar. Se voc¨ºs me levarem agora por causa do que ele disse, ¨¦ sequestro, voc¨ºs sabem quantos anos de pris?o se pega por sequestro?¡± Notando que as pessoas na frente estavam hesitantes, Ca continuou, ¡°Se voc¨ºs n?o acreditam, podem tentar. Mas eu tenho que avis¨¢¨Clos, voc¨ºs podem n?o ter medo de ir para a cadeia, mas j¨¢ pensaram nos seus idosos e crian?as em casa?¡± Ao ouvir isso, as pessoas hesitaram ainda mais. Ign¨¢cio gritou, ¡°Essa vagabunda tem uma l¨ªngua afiada, n?o d¨ºem ouvidos a . Hoje, foi a primeira a me agredir, eu sou o tio d, n?o precisamos ter medo d.¡± Ca riu, ¡°Advogado Domingo, poderia mostrar o documento que voc¨º tem a¨ª para o Ign¨¢cio?¡± Owned by N?velDrama.Org. O advogado Domingo pegou um documento e entregou a Ign¨¢cio, ¡°D¨º uma boa olhada.¡± Quando Ign¨¢cio viu, ficou verde de raiva, ¡°Vagabunda, para enganar a velha e conseguir o dinheiro d, voc¨º chegou a forjar essas provas falsas, tentando cortar o rcionamento entre e eu.¡± ¡°N?o foi quem fez isso, foi eu que pedi ao advogado Domingo para fazer.¡± A av¨® n?o sabia de nada antes, mas analisou a situa??o ps pvras de Ign¨¢cio e incondicionalmente tomou odo de Ca. Ca olhou para a av¨®, que lhe deu um sorriso tranquilizador, indicando que poderia fazer o que quisesse. Com o apoio da av¨®, Ca n?o teve mais preocupa??es, ¡°Ign¨¢cio, a vov¨® teve pena de voc¨º, te adotou e te criou, mas vejao voc¨º a tratou ao longo dos anos? Deixe¨Cme te dizer, a partir deste momento, voc¨º n?o ¨¦ mais o filho d.¡± ¡°Voc¨º acha que pode terminar nosso rcionamento de ado??o uma ¨²nica frase? Sonhe!¡± Ign¨¢cio, o rosto dolorido pelo tapa de Ca, disse raiva, ¡°Mas se voc¨º quer terminar nosso rcionamento, tudo bem. Primeiro, transfira a casa da velha para o meu nome, depois me d¨º metade das economias d.¡± 12:32 Capitulo 80 H¨¢ muitas pessoas descaradas no mundo, mas poucas s?o t?o descaradas quanto Ign¨¢cio. Se Ign¨¢cio n?o tivesse demonstrado total desinteresse p sa¨²de da av¨® enquanto estava doente, Ca n?o teria sido t?o definitiva. ¡°Voc¨º quer as propriedades da vov¨®? Tudo bem.¡± Ca pegou a conta do hospital da av¨®, ¡°Ent?o voc¨º paga as contas do hospital agora, quando a vov¨® morrer, a casa e o resto do dinheiro ser?o seus.¡± Ign¨¢cio olhou para a conta e a jogou no ch?oo se fosse uma batata quente. Ele sabia que a doen?a da av¨® custaria muito dinheiro, mas n?o imaginava que em apenas alguns dias tivesse gasto mais de trezentos mil. Provavelmente, as econom¨ªas da av¨® n?o pa**avam de trezentos mil, e aqu casa velha n?o valia muita coisa. Se ele vendesse a casa, o dinheiro n?o ser¨ªa suficiente nem para pagar o tratamento. Ign¨¢cio certamente n?o faria um neg¨®cio que resulta**e em preju¨ªzo, ¡°Ent?o ¨¦ isso, a partir de agora, eu n?o tenho mais nada a ver ,¡± Ca fez um sinal para o advogado Domingo, ¡°Conversa n?o ¨¦ suficiente, Domingo, voc¨º vai ter que levar ele voc¨º e cuidar da papda no departamento relevante.¡± Ign¨¢cio estava um pouco hesitante, ele estava preocupado que Ca estivesse enganando ele, mas por outrodo, ele n?o ousava correr esse risco. Cap铆tulo 81 Cap¨ªtulo 81 Cap¨ªtulo 81 Se ele n?o corta**e os?os de parentesco, ele teria que arcar as despesas m¨¦dicas da velha. Pensando nisso, ele bateu palmas, ¡°Vamos agora, quanto mais r¨¢pido, melhor.¡± Ign¨¢cio se foi, e os outros o seguiram. Depois que os perturbadores sa¨ªram, Ca se sentou de volta na cadeira, em desanimo. havia preparado contas falsas anteced¨ºncia, aproveitando a fraqueza de Ign¨¢cio por dinheiro para resolver o conflito. ganhou desta vez, mas n?o conseguiu se sentir feliz. sempre se perguntou por que algumas pessoas nest¨¤ sociedade t¨ºm tanta maldade contra as mulheres, especialmente as um pouco mais bonitas. e o jovem m¨¦dico mal se conheciam. O jovem m¨¦dico apenas a ajudou por um senso de justi?a, mas na vis?o de pessoaso Ign¨¢cio, isso significava que estava tendo um caso de sexo o jovem m¨¦dico. Ca olhou para o m¨¦dico um pedido de desculpas nos olhos, ¡°Sinto muito por ter te envolvido nisso.¡± O m¨¦dico disse, ¡°N?o importa o que eles digam sobre voc¨º, n?o importao ¨¦ a sua vida pessoal, eu n?o me importo.¡± No final, ele parecia pensar que n?o era de confian?a em sua vida pessoal. Ca sorriu indiferente, ¡°¨¦ verdade, minha vida pessoal n?o tem nada a ver voc¨º.¡± O m¨¦dico ficou sem pvras. Dr. Hugo e os outros ainda estavam em estado de choque, eles n?o esperavam que Ca, t?o jovem, fosse t?o decisiva nas suas a??es. O desejo de Ca era simples, o mesmo todos os anos, esperava que a av¨® vivesse uma vida longa e saud¨¢vel, e que todos os seus desejos e dos seus amigos se realiza**em. Depois de fazer um pedido, Ca convidou todos presentes aerem bolo. C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org O jovem m¨¦dico corou e entregou uma caixa a Ca, ¡°Ca, este ¨¦ meu presente de anivers¨¢rio para voc¨º, espero que goste.¡± O jovem m¨¦dico olhou para Ca, o rosto vermelho, suas inten??es eram ¨®bvias. Ca estava ficando frustrada, eles mal se conheciam, o que ele estava tentando fazer? Ca n?o aceitou o presente, o jovem m¨¦dico ficou desesperado, ¡°Ca, eu realmente n?o me importo o seu pa**ado, aceite meu presente, por favor?¡± Ele n?o se importava o pa**ado d¡­ O pa**ado d nunca deveria ter sido uma mancha em sua vida. Ca olhou para ele friamente, ainda n?o tinha decididoo recusar o presente, quando a av¨® falou novamente, ¡°Mo?o, voc¨º ¨¦ bonito e tem um bom trabalho, se Ca n?o fosse casada, eu insistiria para que voc¨º fosse seu namorado.¡± O jovem m¨¦dico perguntou surpreso, ¡°Sra. Barcelo j¨¢ ¨¦ casada t?o jovem?¡± Vov¨® L¨ªdia a**entiu, ¡°Sim, ¨¦ casada h¨¢ mais de um ano, se n?o fosse pelo fato de que ambos est?o muito ocupados o trabalho e n?o est?o pressa para ter filhos, eu j¨¢ teria bios.¡± 12-32 O jovem m¨¦dico disse desanimado, ¡°Parab¨¦ns ent?o!¡± Cap铆tulo 82 Cap¨ªtulo 82 Cap¨ªtulo 82 Ca se jogou nos bra?os da av¨®, esfregando¨Cse suavemente n, ¡°Vov¨®, eu nunca vou chorar por esses malditos.¡± ¡°Carlita, parece que voc¨º realmente cresceu.¡± A av¨® acariciava suas costas, ¡°Carlita, me ajude a vender a casa. Vamos para Salvador, nunca mais voltaremos a este lugar horr¨ªvel.¡± ¡°Mas vov¨®¡­¡± Ca olhou para cima, para a av¨®. Este era o lugar onde sua av¨® nasceu, trabalhou, este era o lugar de origem da av¨®. Se a casa fosse vendida, sua av¨® nunca mais teria umr¡­ A av¨® a acariciava, ¡°No meu cora??o, nada ¨¦ mais importante do que minha Carlita. Onde Carlita estiver, ¨¦ onde eu chamo de casa.¡± Ca tamb¨¦m pensava a**im, onde a av¨® estivesse, era sua casa. Mas aqu casa est¨¢ decidida a n?o ser vendida, ent?o tenho que deixar um pensamento para minha av¨®, aconte?a o que acontecer. No dia seguinte, Ca levou a av¨® no avi?o para Salvador. Jean e Maria vieram ao aeroporto para busc¨¢s. Jean disse pesar, ¡°Ca ¨¦ muito teimosa, carrega tudo sozinha, n?o nos deixa ajud¨¢.¡± Eles tinham medo que Ca retorna**e ao Norte de Be e fosse intimidada, originalmente nejavam voltar , mas Ca insistiu para que eles n?o volta**em. ¡° merece!¡± Maria disse raiva, mas l¨¢grimas nos olhos, ¡°A vov¨® d j¨¢ veio para Salvador, n?o poder¨¢ esconder o fato de que seu horr¨ªvel marido est¨¢ pedindo o div¨®rcio, quero ver o que vai fazer ent?o?¡± Jean olhou para , ¡°Voc¨º est¨¢ brava h¨¢ dias, ainda n?o se acalmou?¡± ¡°Alguns dias? Eu tenho que ficar brava por um m¨ºs.¡± Maria disse, avistando Ca empurrando sua av¨®, correu para ajudar. Jean tamb¨¦m seguiu, a**umindo a tarefa de empurrar a cadeira de rodas, ¡°Av¨®, faz tempo que n?o a vejo, seja bem¨Cvinda a Salvador¡­¡± ¡°Oi todos.¡± A av¨® L¨ªdia os cumprimentou, mas seus olhos procuravam em volta. Embora n?o dissesse nada, todos sabiam que estava procurando por o marido de Ca. ¡°Vov¨®, ¨¦ a sua primeira vez em Salvador, certo? Quando voc¨º se sentir melhor, levaremos voc¨º para pa**ear.¡± Jean empurrou a av¨® L¨ªdia para fora, tentando distra¨ª. Ca e Marj¨¢ empurravam a bagagem atr¨¢s, Maria deu uma cutucada forte n, ¡°Dessa vez voc¨º sabia que o Norte de Be era perigoso para voc¨º, mas n?o nos deixou voltar voc¨º, o que voc¨º faria se fosse intimidada novamente?¡± deu um aperto forte, Ca sentiu dor, gritando e se esquivando, ¡°Eu sei que estava errada, n?o vou fazer isso de novo.¡± Marco Ant?nio, depois de participar do anivers¨¢rio de casamento do casal da fam¨ªlia de Henrique, voltou de Cidade Capital para Salvador, o carro de luxo que ele pegou pa**ou p pista da frente, ele levantou a cabe?a e viu uma figura esbelta e familiar. est¨¢ vestindo um casaco preto hoje, e seus longos cabelos, que geralmente s?o amarrados em bs, est?o soltos e ca¨ªdos casualmente sobre os ombros. ¨¦ pregui?osa e sexy ao mesmo tempo, 12:33 especialmente sua V82 costuma usar no trabalho. Ele nem sabia que sua a**istente tinha essedo ador¨¢vel. ¡°Diretor Ant?nio, aqu n?o ¨¦ a Ca?¡± Mario tamb¨¦m viu Ca, acenou e sorriu para , ¡°Ca, que coincid¨ºncia encontrar voc¨º aqui.¡± Ao ouvir algu¨¦m chamando seu nome, Ca ergueu a cabe?a e viu o carro de Mario e Marco Ant?nio, sentiu que deveria ir cumpriment¨¢¨Clos. Marco Ant?nio a**istiu Ca caminhando em sua dire??o, quanto mais se aproximava, mais ramente ele podia v¨º, quando se aproximou, ele percebeu que parecia um pouco cansada. Ele queria perguntar se estava se sentindo mal, mas ouviu¨Ca dizer: ¡°Bom dia, Diretor Ant?nio! Bom dia, Mario!¡± Sua voz retornou ao tom de quando estava no trabalho,pletamente livre da fragilidade de antes. N?velDrama.Org owns this text. Marco Ant?nio acenou a cabe?a e desviou o olhar. Cap铆tulo 83 Cap¨ªtulo 83 Cap¨ªtulo 83 Mario perguntou, ¡°Onde voc¨º foi nas suas f¨¦rias?¡± Ca respondeu, ¡°Apenas andei por a¨ª.¡± Mario disse, ¡°N¨®s tamb¨¦m vamos voltar para a cidade, quer ir junto?¡± ¡°Meu amigo est¨¢ vindo me buscar.¡± Ca disse rindo, ¡°At¨¦ ma¨ªs, Diretor Ant?nio, Mario!¡± ¡°At¨¦ mais!¡± Mario viu Ca partir e se sentou de volta no a**ento do pa**ageiro, murmurando, ¡°Nunca vi Ca se vestindo a**im, t?o delicada, d¨¢ vontade de proteg¨º¡­¡± de cem terminou de fr e sentiu um arrepio na espinha,o um olhar a**a**ino atr¨¢s Ele se virou e viu os olhos sombrios e a**ustadores de Marco Ant?nio por tr¨¢s dos ¨®culos de aro de prata. Mario congelou. Ele disse algo errado Jean levou a av¨® L¨ªdia para o hospital, e ajudou a fazer a papda da interna??o. Maria ficou aodo da velha senhora cuidando d. Com a ajuda deles, Ca teve mais facilidade e finalmente teve tempo para encontrar uma enfermeira. Ao entardecer, a av¨® Luisa chegou, e as duas velhas senhoras se abra?aram chorando e rindo ao mesmo tempo. Ca, consciente, saiu da s e deixou as duas amigas conversarem. Depois de conversarem por muito tempo, antes de ir embora, a av¨® Luisa puxou Ca dedo e disse: ¡°Carlita, eu tenho algumas coisas que quero te dizer.¡± ¡°Av¨®, pode fr.¡± Avo Luisa olhou atentamente para Ca. Essa crian?a n?o era apenas linda, mas tamb¨¦m tinha um par de olhos ros. Ele era t?o ador¨¢vel, n?o importao voc¨º olha**e para ele: ¡°Se precisar de alguma coisa, por favor me avise o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Somos uma fam¨ªlia. E meuo, se precisar de alguma coisa, ¨¦ s¨® ir at¨¦ ele. Se voc¨º n?o se divorcia h¨¢ um dia, ele ainda ¨¦ o seu marido, e ¨¦ certo que ele te ajude as coisas. 11 ¡°Ok.¡± Ca concordou verbalmente, mas no fundo n?o queria envolver Lucas Bento, n?o queria lhe dever favores. Depois que a av¨® Luisa foi embora, Ca voltou para o quarto do hospital, e sua av¨®e?ou a fr sobre seuo: ¡°Carl¨ªta, Lucas terminou o trabalho dele? Posso ver ele amanh??¡± n?o podia mais adiar isso, teria que encontrar Lucas Bento mais cedo ou mais tarde. Ca pensou por um momento e reuniu coragem para enviar uma mensagem ao seu marido: ¡°Lucas Bento,mento por ainda levar o t¨ªtulo de sua esposa. Minha av¨® est¨¢ muito doente e todos os dias quer ver voc¨º, eu n?o posso mais a aborrecer, ent?o n?o posso me divorciar de voc¨º por enquanto. Se for conveniente para voc¨º, gostaria que voc¨º viesse ao hospital visit¨¢, apenas finja que somos um casal amoroso. Assim que melhorar, eu me divorciarei de voc¨º.¡± Depois de enviar a mensagem, Ca esperou por uma resposta de Lucas Bento por um longo tempo, mas n?o obteve resposta. Sua av¨® continuou perguntando: ¡°Carlita, voc¨º ligou para o Lucas?¡± ¡°Av¨®, ele est¨¢ ocupado o trabalho, pa**a a maior parte do m¨ºs fora da cidade, provavelmente s¨® 12.33 Capitulo 83 voltar¨¢ daqui a alguns dias Ca n?o ousou ligar, por umdo, temia iodar Lucas Bento, por outro, podia ver que ele n?o queria ter contato , o divorcio estava sendo tratado pelo seu advogado Av¨® L¨ªdia baixou a cabe?a desapontada, ¡°Entendi.¡± Ca, sem saber o que fazer, enviou outra mensagem a seu marido: ¡°Sr. Bento, se voc¨º ver esta mensagem, poderia me responder, por favor?¡± Marco Ant¨®nio acabara de terminar seu trabalho quando viu a mensagem. Depois de 16, ele suspirou Ele realmente n?o queria ter mais envolvimento essa mulher, mas em considera??o ¨¤ av¨® de ambos, ele respondeu um ¡°Ok¡°. Ete mal tinha enviado a resposta quando recebeu outra mensagem: ¡°Obrigada por concordar ern ver minha avo. Quando voc¨º vir¨¢ para eu poder me programar?¡±N?velDrama.Org: text ? owner. 212 Cap铆tulo 84 Cap¨ªtulo 84 Cap¨ªtulo 84 Marco Ant?nio franziu a testa irrita??o e respondeu rapidamente, ¡°Posso visitar sua av¨®, mas n?o quero te ver.¡± Sua voz estava cheia de avers?o por , Ca n?o entendia por que ele a detestava, e n?o queria saber. Ca pensou consigo mesma, contanto que ele venha, ser¨¢ o suficiente para acalmar sua av¨®. respondeu, ¡°Vamos marcar um hor¨¢rio, eu me afastarei quando voc¨º chegar.¡± disse, ¡°Minha av¨® est¨¢ no quarto 1003 do terceiro andar do Hospital. Por favor, n?o mencione a sobre nosso div¨®rcio quando for l¨¢. Muito obrigada!¡± Depois de enviar a mensagem, Ca esperou um pouco, mas n?o recebeu nenhuma resposta. guardou o telefone silenciosamente e disse a sua av¨®, ¡°Vov¨®, Lucas Bento me disse que vir¨¢ visit¨¢ amanh? ? tarde.¡± Avo Lidia ficou muito feliz em ouvir isso, mas tamb¨¦m um pouco nervosa, ¡°Carlita, voc¨º acha que eu deveria me arrumar um pouco? Quero causar uma boa impress?o na primeira vez que o vejo.¡± Ca sorriu e disse, ¡°Vov¨®, ele ¨¦ o meu marido, n?o ¨¦ meu chefe.¡± Sua av¨® respondeu, ¡°Para mim, ele ¨¦ mais importante que o chefe.¡± Sempre que pensava nisso, sentiao se tivesse uma pedra pressionando seu peito, dificultando a respira??o. Era tarde, e sua av¨® disse, ¡°Carlita, voc¨º tem que trabalhar amanh?, voc¨º deveria ir para casa e descansar, n?o deve negligenciar seu trabalho por causa de a**untos pessoais.¡± ¡°Sim.¡± Durante os dez dias em Norte de Be, Ca ficou no hospital todos os dias e noites, sem dormir bem. Com seu trabalho esperando no dia seguinte, realmente precisava descansar. Depois de dar algumas instru??es para a enfermeira, Ca deixou o hospital. No entanto, na porta do hospital, encontrou Emo. Emo a cumprimentou primeiro, ¡°Srta. Barcelo, eu pensei que voc¨º estava me enganando, mas sua av¨® realmente est¨¢ doente e no hospital.¡± Quem brincaria a sa¨²de de sua pr¨®pria av¨®? Ca n?o quis lidar ele, ¡°Advogado Yari, voc¨º precisa de algo?¡± N?velDrama.Org owns this text. Emo respondeu, ¡°Eu estou aqui em nome do seu marido para checar sua av¨®. Se precisar de qualquer ajuda, pode me dizer, farei o melhor que posso para ajudar.¡± Marco Ant¨®nio o havia instru¨ªdo a ligar para o hospital para organizar o melhor m¨¦dico, independentemente do custo, para tratar a doen?a de Ca¡¯s av¨®, n? Cap铆tulo 85 Cap¨ªtulo 85 Cap¨ªtulo 85 Initialmente, Marco Ant?nio deveria ir o chefe da Borda de Prata Co. para uma inspe??o de trabalho ¨¤ tarde, maso o trabalho n?o era t?o importante, poderia ser adiado. Ca acenou a cabe?a em resposta, ¡°Vou informar ¨¤ Borda de Prata Co. para reagendar imediatamente.¡± Ele franziu a testa em confus?o, ¡°Voc¨º n?o precisa mais trabalhar hoje.¡± O que isso significa? Ca se surpreendeu: ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º est¨¢ me demitindo?¡± Quando ele tinha dito que a demitiria? Ele achava que estava fazendo um ¨®timo trabalho, embora estivesse trabalhando ele h¨¢ apenas seis meses, a qu¨ªmica entre eles n?o era inferior a Mario, que havia trabalhado ele por dez anos. Mesmo que quisesse se demitir um dia, ele provavelmente n?o a deixaria ir. Ele acrescentou: ¡°Voc¨º acha que est¨¢ em condi??es de encontrar clientes agora?¡± Ca se sentiu culpada: ¡°Desculpe, Diretor Ant?nio, eu¡­¡± Marco Ant?nio n?o a deixou terminar, ¡°Estou te dando um dia de folga remunerado, voc¨º ainda n?o est¨¢ satisfeita?¡± Ent?o era apenas uma folga, n?o uma demiss?o, Ca suspirou aliviada. sorriu: ¡°Obrigada, Diretor Ant¨®nio, por se preocuparigo!¡± Seu chefe era realmente o melhor do mundo! Marco Ant?nio disse: ¡°N?o quero te ver cansada a**im amanh?.¡± Ca respondeu: ¡°Tudo bem.¡± N?velDrama.Org owns this text. Ca voltou para casa e foi direto para a cama. Talvez por causa do al¨ªvio do estresse, dormiu profundamente. ¨¤ tarde, Marco Ant?nio foi ao hospital, levando consigo alguns suplementos nutricionais por respeito aos mais velhos. Emo j¨¢ havia providenciado, conforme suas instru??es, o melhor m¨¦dico para a av¨® L¨ªdia, mudou¨Ca para um quarto privado e contratou uma enfermeira adicional para cuidar d. Marco Ant?nio bateu educadamente na porta e s¨® entrou ap¨®s ouvir ¡°entre¡°. Quando entrou no quarto, a enfermeira estava cortando frutas para a av¨® L¨ªdia. Ao v¨º¨Clo, os olhos da jovem enfermeira se arregram: ¡°Quem voc¨º est¨¢ procurando?¡± Marco Ant?nio n?o a olhou, foi direto at¨¦ a cama da av¨® L¨ªdia e chamou¨Ca uma voz grave. Embora ele n?o quisesse mais ter qualquer r??o aqu mulher, o respeito pelos mais velhos ainda era necess¨¢rio. A av¨® L¨ªdia rapidamente ajustou os ¨®culos na ponte do nariz e olhou para ele por alguns segundos: ¡°Lucas, voc¨º ¨¦ o Lucas, certo? Ai, voc¨º ¨¦ muito mais bonito do que na foto, quase n?o te reconheci. Venha, sente¨Cse e deixe¨Cme te olhar bem¡­¡± A av¨® L¨ªdia n?o trocou de telem¨®vel e o ¨¢lbum de fotografias do seu telem¨®vel sempre continha as fotos que a av¨® Lu¨ªsa lhe enviou. De vez em quando olha as fotos ementa que s¨® um homem t?o bonito ¨¦ 12:33 Cap¨ªtulo 85 digno de Ca. A av¨® L¨ªdia era t?o entusiasmada que deixou o sempreposto Marco Ant?nio um pouco desconfort¨¢vel. Ele entregou os suplementos nutricionais ¨¤ enfermeira ¨¨ sentou¨Cse na cadeira aodo da cama, postura ereta,o um aluno respeitando um professor. A av¨® L¨ªdia olhou para ele cada vez mais satisfeita: ¡°Lucas, ouvi dizer que voc¨º est¨¢ muito ocupado com o trabalho e sempre viaja,o voc¨ºs mant¨ºm o rcionamento?¡± Cap铆tulo 86 Cap¨ªtulo 86 Cap¨ªtulo 86 A primeira pergunta d j¨¢ deixou Marco Ant?nio sem pvras. A av¨® L¨ªdia pensou que ele estava vergonha, porque havia outras pessoas presentes, ent?o ficou constrangido de conversar . riu levemente para os cuidadores e disse, ¡°Eu gostaria de conversar um pouco o marido de Ca, voc¨º pode ir fazer o que precisa.¡± A av¨® L¨ªdia enfatizou a pvra ¡°marido¡°, isso foi para derar soberania para Ca e fazer outras mulheres desistirem de suas ideias rapidamente. A cuidadora sabia que n?o deveria pensar demais, mas antes de sair, Ant?nio mais uma vez, ele era realmente muito bonito. Marco Ant?nio, no entanto, nunca olhou para a mulher Quanto mais olhava para ele, mais nito n?o resistiu e olhou para Marco seudo, o que agradou muito a av¨® L¨ªdia. dele, e n?o p?de evitar rir at¨¦ as rugas aparecerem no rosto, ¡°Lucas, estou realmente feliz que voc¨º conseguiu arrumar um tempo para me visitar.¡± ¡°¨¦om Marco Ant?nio respondeu educadamente, ¡°¨¦ o m¨ªnimo que posso fazer.¡± Sem nenhuma base emocional antes do I cultiva sentimentos um pelo outro, n?o podem de se apaixonarem, A av¨® continuou, ¡°Voc¨º e Ca casaram anto casamento, ent?o voc¨ºs precisam reservar um tempo esquecer a fam¨ªlia porque est?o ocupados o trabalho.¡± Com Marco Ant?nio a**entiu, ¡°Sim.¡± ragilidan Ele fva t?o pouco que, para evitar sil¨ºncios constrangedores, av¨® L¨ªdia tinha que fr mais, ¡°Carlita ¨¦ uma garota muito forte, n?o mostra facilmente s coisas para si mesma, voc¨º precisa cuidar mais d no futuro¡± Marco Ant?nio, ¡°ro.¡± na frente dos outros, guarda muitas Av¨® L¨ªdia falou muito, e todas as respostas de Marco Ant?nio foram muito simples, ¡°ro¡°. Depois de conversarem por um tempo, av¨® L¨ªdiae?ou a notar algo, ¡°Lucas, voc¨º e Ca est?o tendo algum problema?¡± ¡°N?o se preocupe, vov¨®, n?o tivemos nenhum problema. Como voc¨º disse antes, n?o t¨ªnhamos uma base emocional antes de nos casarmos, e depois do casamento, por causa do trabalho, pa**amos muito tempo separados, ainda estamos ajustando nossos sentimentos.¡± Essa foi a melhor resposta que Marco Ant?nio conseguiu pensar, para evitar que av¨® L¨ªdia se preocupa**e. Eles estavam casados h¨¢ mais de um ano e ainda estavam ajustando seus sentimentos, o que basicamente significava que n?o havia sentimentos entre eles. Av¨® L¨ªdia entendeu isso, percebeu que esses dois, que estavam casados h¨¢ tanto tempo, nunca apareceram juntos. Owned by N?velDrama.Org. Ca nunca mencionou Marco Ant?nio em frente a , al¨¦m das v¨¢rias insinua??es de Ca antes¡­ Parece que o casamento deles n?o era t?o belo quanto imaginava. Casais que j¨¢ foram apaixonados, n?o s?o poucos os que tiveram seus sentimentos rompidos ap¨®s o casamento, muito menos casais sem base emocional. Av¨® L¨ªdia esperava que Ca se casa**e e tivesse filhos porque queria que Ca encontra**e um homem qu¨¨ a ama**e e cuida**e d, para que , que havia perdido os pais quando crian?a, pudesse ter uma fam¨ªlia feliz, n?o apenas porque queria que se casa**e. 12:33 Cap¨ªtulo 86 Mas agora parece que o casamento que trabalhou t?o duro para arranjar n?o trouxe felicidade para Ca, mas sim dor e press?o. Os dois n?o tinham sentimentos um pelo outro, mas para tranquiliz¨¢, Ca teve que inventar mentiras benignas repetidamente¡­ Pensando emo Ca se esfor?ou para agrad¨¢ durante o ano pa**ado, a av¨® L¨ªdia se sentiu angustiada, ¡°Lucas, apenas me diga a verdade.¡± Diga a verdade a ? Se ele dissesse a que suaa estava traindo ele, poderia aceitar isso? Marco n?o queria pensar na mulher que o traiu, ¡°Vov¨®, por favor, cuide bem da sua sa¨²de primeiro, e irei ver voc¨º outro dia.¡± ¡°Voc¨ºs dois j¨¢ se divorciaram?¡± av¨® L¨ªdia perguntou o cora??o partido, a pergunta que menos queria fazer. J¨¢ que j¨¢ havia adivinhado, Marco Ant?nio sentiu que n?o havia mais necessidade de esconder, ¡°Ainda n?o nos divorciamos, mas estamos nos preparando para isso.¡± ¡°A raz?o do div¨®rcio ¨¦ a falta de sentimentos ou outra coisa?¡± ¡°Outra coisa.¡± Cap铆tulo 87 Cap¨ªtulo 87 Cap¨ªtulo 87 ¡°Realmente n?o h¨¢o reverter isso?¡± ¡°N?o h¨¢,¡± a resposta de Marco Ant?nio foi ra e firme. ¡°Obrigada por me dizer diretamente.¡± Vov¨® L¨ªdia pensou por um momento e disse, ¡°Eu j¨¢ sabia que voc¨ºs dois estavam se preparando para se divorciar, agora n?o conte para a Carlita, deixe¨Cme pensar emo dizer a .¡± Marco Ant?nio, ¡°Tudo bem.¡± . Depois que Marco Ant?nio saiu, vov¨® L¨ªdia pensou por um longo tempo na cama do hospital. Depois de pensar bem, ligou para Ca. Ca foi acordada pelo telefone. atendeu e ouviu a voz alegre de sua av¨®: ¡°Carlita, Lucas veio me ver. Ele ¨¦ muito bonito e atencioso. Ele me mudou para um quarto individual e organizou duas enfermeiras para cuidar de mim em turnos, pensou em tudo. Hoje, ap¨®s o trabalho, descanse bem, n?o precisa vir ao hospital.¡± ¡°Tudo bem, ent?o v¨®, lembre¨Cse deer na hora certa, amanh? depois do trabalho venho te ver.¡± Lucas Bento ainda ¨¦ confi¨¢vel, Ca pensou por um momento e enviou uma mensagem de agradecimento a ele, ¡°Sr. Bento, obrigada por visitar minha v¨®! est¨¢ muito feliz agora!¡± Depois de enviar a mensagem, Ca recebeu uma nova mensagem no seu WhatsApp. Nara, ¡°Ca, sou eu, Nara. Cheguei em Salvador e gostaria de convid¨¢ para jantar, voc¨º est¨¢ dispon¨ªvel?¡± Ca estava fome, e achava que Nara era uma pessoa boa, ent?o concordou, ¡°Onde vamos nos encontrar? Estou indo agora.¡± Nara imediatamente respondeu um endere?o e disse, ¡°Estarei te esperando aqui.¡± Marco Ant?nio viu a mensagem que sua esposa enviou e sorriu friamente, pensando, ¡° ¨¦ mesmo uma Hot!¡± Juan The entregou um cigarro, ¡°Marco, qual mulher te irritou agora?¡± Marco Ant?nio colocou o celr para baixo, ¡°O que vamoser esta noite?¡± Juan, ¡°Vou perguntar ¨¤ minha esposa mais tarde, o que quiserer, vamoser.¡± Marco Ant?nio sorriu levemente, ¡°Voc¨º sempre faz o que sua esposa diz?¡± Juan disse, ¡°Eu gosto de ser contrdo p minha esposa. N?oo voc¨º, que mesmo casado age como se n?o estivesse, quer que a esposa controle, mas n?o te contr.¡± Nara veio hoje a Salvador para divulgar seu nova s¨¦rie de TV. Pouco depois do t¨¦rmino do evento, se aproximou e beijou Juan na bochecha ap¨®s vestir roupas casuais, ¡°Juan, convidei amigos para jantarigo esta noite, ent?o N?o irei panh¨¢¨Clo. Voc¨º e Marco podemer juntos. Juan ouviu isso e cerrou os dentes, ¡°Nara, deixei um trabalho t?o importante para panhar voc¨º em Salvador para promover a s¨¦rie de TV, e voc¨º quer me deixar para jantar outra pessoa?¡± Nara, ¡°Eu n?o pedi para voc¨º vir, voc¨º que quis vir.¡± Juan, ¡°Nara, se voc¨º me deixar, ficarei chateado!¡± Owned by N?velDrama.Org. Nara olhou para ele e saiu, Juan imediatamente a seguiu, ¡°Esposa, me desculpe, me leve voc¨º.¡± Nara, ¡°N?o pode, marquei a Ca, certamente n?o quer ver voc¨º, ent?o voc¨º n?o pode me seguir.¡± 12:33 Cap¨ªtulo 87 Juan, ¡°Ca? A a**istente do Marco?¡± Nara, ¡°Sim.¡± Juan, ¡°Desde quando voc¨ºs se tornaram t?o pr¨®ximas?¡± ¡°¨¦ dif¨ªcil explicar a amizade entre garotas para voc¨ºs homens.¡± Nara soltou sua m?o, ¡°N?o me siga, ou ficarei chateada.¡± Juan olhou impotente enquanto sua esposa se afastava silenciosamente, virou¨Cse e perguntou a Marco Ant?nio, ¡°Marco, voc¨º j¨¢ pensou em ir l¨¢ ver?¡± Marco Ant?nio fumava calmamente, ¡°N?o tenho esposa, o que vou fazer l¨¢?¡± Juan respondeu, ¡°Ent?o fa?a sua a**istente ser sua esposa.¡± Cap铆tulo 88 Cap¨ªtulo 88 Cap¨ªtulo 88 Juan deu um tapa no ombro de Marco Ant?nio, ¡°Voc¨º vai dizer de novo que ¨¦ casada, n¨¦? E da¨ª que ¨¦ casada? Casada n?o pode se divorciar? D¨¢ uma grana pro marido d, deixa ele pegar o dinheiro e ir pra bem longe, a¨ª ¨¦ toda sua.¡± Marco Ant?nio se inclinou para apagar o cigarro,n?ando um olhar frio para Juan, ¡° n?o ¨¦ algu¨¦m com quem voc¨º pode brincar.¡± Juane?ou a rir, ¡°Est¨¢ protegendo desse jeito?¡± Marco Ant?nio, ¡°Proteger ? Eu s¨® n?o gosto quando algu¨¦m brinca mulheres.¡± Juan, ¡°T¨¢ bem ent?o, voc¨º ¨¦ quem manda. N?o vou mais fr d, vamoser.¡± Marco Ant?nio era um sujeito duro na queda, n?o tolerava ument¨¢rio ruim sobre sua a**istente, mas tamb¨¦m n?o admitia. Talvez n?o fosse que ele n?o quisesse admitir, ¨¦ que ele nunca teve uma experi¨ºncia amorosa, ent?o n?o sabiao amar algu¨¦m, nem o que sente quando se est¨¢ amando. Nara era uma estr de cinema em ascens?o, causava alvoro?o onde quer que fosse, ent?o escolheu o Epicurean Eatery, um restaurante que valoriza a privacidade do cliente, para jantar. O Epicurean Eatery era um clube exclusivo, tinha certas exig¨ºncias para se tornar um membro, ap¨®s v¨¢rias sele??es, os que se tornavam membros eram pessoas muito ricas ou de alta posi??o, ent?o quemia l¨¢ n?o precisava se preocupar paparazzi. Nara era muito calorosa, ao ver Ca, deu¨Clhe um grande abra?o, ¡°Ca, eu senti tanto sua falta!¡± Ca era mais introvertida, n?o muito boa em socializar, empara??o o entusiasmo de Nara, parecia wais reservada, ¡°Obrigada por se lembrar de mim, Sra. Pablo.¡± amigas, n?o precisa me chamar de Sra. Pablo, pode me chamar de Nara.¡± Nara puxou Ca para sentar, olhou para aten??o, ¡°Por que eu acho que voc¨º emagreceu muito desde o m¨ºs pa**ado, e @amigas, n?o grey cor n?o t?o boa. Voc¨º est¨¢ trabalhando demais?¡± Estou queria discutir seus a**untos pessoais e rapidamente mudou de a**unto, ¡°Vi nas veio a Salvador para promover sua nova s¨¦rie, espero que seja um sucesso!¡± not¨ªciam.¡± Ca n?o que vo ¡°Obrigada!¡± Respondeu Nara, ¡°Escolha o que quiserer, pe?a qualquer coisa, hoje ¨¦ por minha conta.¡± ¡°Eu j¨¢ pedi aida.¡± Juan entrou, sentou¨Cse aodo de Nara, ¡°Srta. Barcelo, voc¨º n?o se importa que eu jante voc¨ºs, n¨¦?¡± ¡°Diretor Pablo,o eu poderia recusar.¡± Ca n?o sabia que Juan tamb¨¦m estaria l¨¢, caso contr¨¢rio, provavelmente teria recusado o convite para jantar.N?velDrama.Org owns this text. Juan sorriy, ¡°Srta. Barcelo, poderia me dar um pouco de face?¡± Nara deu um empurr?o nele, ¡°Eu j¨¢ disse, n?o deveria ter vindo, v¨¢ embora!¡± Juan a abra?ou p cintura, ¡°Eu realmente n?o vim atr¨¢s de voc¨º, eu e Marco escolhemos este restaurante por acaso, j¨¢ que nos encontramos, vamoser juntos.¡± Ao ouvir que Marco Ant?nio tamb¨¦m estava l¨¢, Ca olhou instintivamente para a porta e viu Marco Ant?nio, vestindo um casaco preto, entrar elegancia. Ele estava segurando o celr, parecia ter acabado de terminar uma liga??o. Ca se levantou imediatamente, ¡°Diretor Ant?nio, boa noite!¡± 12.33 Cap¨ªtulo 88 Marco Ant¨®nion?ou um olhar para , ¡°Voc¨º tamb¨¦m est¨¢ aqui?¡± Juan ficou sem pvras. A atua??o desse cara ¨¦ realmente boa.. Ca respondeu honestamente, ¡°Sra. Pablo me convidou para jantar¡± ¡°Ent?oa bastante.¡± Marco Ant?nio tirou o casaco, Ca imediatamente pegou e pendurou no cabide aodo, mesmo fora do hor¨¢rio de trabalho, n?o esqueceu seu papel de a**istente. Depois que Marco Ant?nio se odou, Ca finalmente retorno Cap铆tulo 89 Cap¨ªtulo 89 Cap¨ªtulo 89 As bebidas que ele tomava, Ca sempre escolhia pessoalmente. Os alimentos que ele n?o gostava, Ca sempre evitava colocar ¨¤ sua frente. Durante o jantar, Ca estava sempre ocupada cuidando de Marco Ant?nio. Quando finalmente teve tempo deer, aida j¨¢ estava fria e seu est?magoe?ava a doer. Marco Ant?nio estava acostumado Ca, sua a**istente, cuidando de tudo para ele. Ele n?o achou nada de errado em cuidar t?o bem dele naqu noite. Nara, irritada, beliscou Juan for?a. Tudo por causa desse homem desprez¨ªvel. Inicialmente, convidou amigos para jantar, mas agora tudo mudou. Juan segurou a m?o d, ¡°O que vamos fazer ap¨®s o jantar?¡± Marco Ant?nio, ¡°Tanto faz.¡± Nara olhou para Ca, ¡°Ca, o que voc¨º quer fazer?¡± ¡°Eu n?o quero¡­¡± Ca estava prestes a fr, quando uma sensa??o de n¨¢usea veio do est?mago, e correu para o banheiro. O olhar de Marco Ant?nio seguiu Ca, ummpejo de preocupa??o nos olhos por tr¨¢s dos ¨®culos.. Vendo isso, Nara correu at¨¦ l¨¢, ¡°Ca, o que houve?¡± Ca, ¡°Estou me sentindo um pouco enjoada, mas n?o consigo vomitar.¡± Nara, ¡°Voc¨º est¨¢ gr¨¢vida?¡± Ca, ¡°Gr¨¢vida?¡± Nara, ¡°Sim, gr¨¢vida. Notei que voc¨º n?o est¨¢ t?o bem hojeo no m¨ºs pa**ado. E voc¨º parece ter emagrecido. Talvez esteja gr¨¢vida.¡± Ca rapidamente bn?ou a cabe?a, ¡°Imposs¨ªvel.¡± Nara, ¡°Voc¨º e seu marido ainda n?o pretendem ter filhos? Se n?o, voc¨º precisa garantir que ele esteja tomando precau??es. Ele n?o pode pensar apenas em si mesmo e n?o considerar voc¨º.¡± ¡°N?o ¨¦ isso¡­¡± O rosto de Ca ficou vermelho. n?o sabiao explicar que e seu marido ainda n?o tinham tido r??es sexuais, ent?oo poderia estar gr¨¢vida? Nara continuou, ¡°N?o ¨¦ o qu¨º? Os homens deveriam ser respons¨¢veis nessa situa??o. Se Juan me engravida**e sem querer, eu ficaria furiosa ele. O casal deve concordar sobre ter filhos. Se ele engravidar voc¨º sem nejar, melhor n?o ter esse tipo de homem.¡± Juan olhou para Marco Ant?nio um sorriso, querendo fazer algument¨¢rio sarc¨¢stico, mas ao ver o olhar frio no rosto de Marco Ant?nio, decidiu ficar quieto. Marco Ant?nio acendeu um cigarro, deu uma tragada e o apagou no cinzeiro. Levantou¨Cse e pegou seu casaco, ¡°Estou indo embora.¡± Juan disse animado, ¡°N?o consegue lidar a not¨ªcia de que pode estar gr¨¢vida?¡± Marco Ant?nio n?o respondeu e saiu. Ao sair do restaurante, ele sentiu uma lufada de ar frio. Em Salvador, mesmo no inverno mais frio, n?o fica t?o frio. Mas naquele dia, Marco Ant?nio sentiu um frio particrmente intenso,o se um arrepio estivesse rondando seu cora??o. 12:34 Capitulo 89 Essa sensa??o veio de repente e era inexplic¨¢vel. Ele n?o p?de negar que, ao ouvir que Ca poderia estar gr¨¢vida, uma s¨¦rie de pensamentos que at¨¦ mesmo ele temia pa**aram por sua mente. Juan e ele eram do mesmo tipo. Qualquer coisa que Juan pudesse pensar, ele tamb¨¦m poderia. No entanto, ele sabia que a garota que sempre esteve ao seudo, chamada Ca, era apenas sua a**istente, nada mais. era casada, tinha o homem que amava e sua pr¨®pria fam¨ªlia. Content ? provided by N?velDrama.Org. Ele e Ca, agora tinham uma r??o de superior e subordinado, e no futuro seria a mesma coisa. N?o poderia haver nenhum outro tipo de r??o. 212 Cap铆tulo 90 Cap¨ªtulo 90 Cap¨ªtulo 90 N?velDrama.Org owns this. Nara havia criado um drama inteiro em sua cabe?a, Ca n?o sabiao explicar, ent?o decidiu n?o explicar. Acabara de sentir um desconforto no est?mago, vontade de vomitar, por terido umnche manteiga de amendoim. sempre foi al¨¦rgica a amendoim, qualquer alimento que contivesse amendoim n?o podia tocar. Mas, por sorte, a quantidade de manteiga de amendoim nonche era pequena, sua rea??o al¨¦rgica n?o foi intensa. Ca tomou um copo d¡¯¨¢gua e logo se sentiu melhor. Nara disse, preocupada, ¡°Ca, talvez dev¨ºssemos ir ao hospital.¡± Ca sorriu, ¡°Nara, estou bem, n?o precisa se preocupar.¡± Nara ainda estava preocupada, ¡°Ent?o vamos te levar para casa.¡± Ca ainda n?o teve tempo de recusar quando Juan segurou Nara, ¡°Com tantos paparazzi l¨¢ fora, como voc¨º vai lev¨¢ para casa? ¨¦ mais seguro para a Srta. Barcelo ir sozinha.¡± ¡°O Diretor Pablo tem raz?o, ent?o vou embora.¡± Ca gostava de Nara, mas n?o queria muito contato com . Nara era uma grande estr, esposa do Juan, o presidente do Grupo Empresarial de Pablo, e amiga de Marco Ant?nio¡­ enquanto , Ca, era apenas a**istente de Marco Ant?nio, e Nara eram pessoas de dois mundos diferentes. -s n?o deveriam se cruzar, muito menos ser amigas. Nara viu Ca se afastar e virou¨Cse para dar um soco em Juan, ¡°Juan, voc¨º n?o s¨® interrompeu meu encontro Ca, mas tamb¨¦m n?o me deixou lev¨¢ para casa, voc¨º est¨¢ tentando me irritar.¡± ¡°Se voc¨º levar Ca, ent?o Marco Ant?nio n?o poder¨¢ lev¨¢.¡± Juan segurou sua m?o, beijando¨Ca suavemente, ¡°D¨º uma chance a Marco Ant?nio.¡± Nara sabia o que Juan estava pensando, ¡°Ca j¨¢ ¨¦ casada, pode at¨¦ estar gr¨¢vida¡­¡± ¡°E da¨ª?¡± Juan riu friamente, mordendo suavemente sua orelha, ¡°Desde que Marco Ant?nio goste, como pode escapar dele?¡± Nara tremeu ao ouvir, mem¨®rias do pa**ado voltando ¨¤ sua mente. deveria saber melhor que ningu¨¦m, o que esses homens ricos e poderosos querem,o s, meninasuns, poderiam escapar de seu controle? Juan a abra?ou, ¡°Estou fome, vamos para o hotel ¡®jantar¡®.¡± Nara escondeu a tristeza em seus olhos, remando, ¡°Seu pervertido!¡± Pensando nesse tipo de coisa o dia todo, ele n?o tem medo de morrer? Ca olhou para o rel¨®gio, decidiu dar uma pa**ada no hospital para visitar a av¨® antes de ir para casa. caminhou at¨¦ a beira da estrada para pegar um t¨¢xi, quando um carro de luxo parou ao seudo. Marco Ant?nio, no banco de tr¨¢s, abaixou a jan, ¡°Entre no carro e eu te levo de volta.¡± Ele estava sentado no carro, sem luzes acesas, a luz da rua brilhando sobre ele, Ca conseguia ver vagamente seus tra?os n¨ªtidos. 12:34 Capitulo 90 Sob a luz fraca, seu rosto parecia bom demais para ser verdade. Um homem t?o bonito, era um problema. ¡°Eu posso ir para casa sozinha.¡± Depois do trabalho, Ca n?o queria se aproximar demais deste homem problem¨¢tico, para n?o dar uma m¨¢ impress?o. Cap铆tulo 91 Cap¨ªtulo 91 Cap¨ªtulo 91 Marco Ant?nio deu uma olhada na barriga lisa d, queria dizer algo, mas acabou n?o dizendo nada e pediu ao motorista para ir embora. Ca pegou um t¨¢xi para o hospital, descobrindo que a av¨® tinha voltado para a enfermaria geral e dispensado a enfermeira contratada por Lucas Bento. A raz?o da av¨® era que n?o queria desperdi?ar dinheiro, mas Ca ainda sentiu que algo estava errado. ¡°Vov¨®, o que o Lucas Bento conversou voc¨º ¨¤ tarde?¡± A av¨® segurou a m?o de Ca e a acariciou suavemente. ¡°Carlita, se voc¨º decidiu se divorciar, pode ir em frente, eu te apoio.¡± Como a av¨® j¨¢ tinha mencionado, Ca queria contar a verdade sobre e Lucas Bento, mas n?o se atreveu a correr o risco. ¡°Vov¨®, Lucas Bento est¨¢ apenas ocupado o trabalho, n¨®s estamos bem¡­¡± Vendo Ca tentando acalm¨¢, a av¨® L¨ªdia sentiu ainda mais pena e arrependimento. ¡°Eu te fiz casar Lucas Bento porque achei que ele era algu¨¦m quem voc¨º poderia pa**ar o resto da vida. Eu queria que voc¨º tivesse uma fam¨ªlia feliz epleta, algu¨¦m que pudesse te proteger no meu lugar.¡± Ca entendeu a boa inten??o da av¨®. ¡°Vov¨®, eu entendi.¡± ¡°Voc¨º n?o entendeu.¡± A av¨® L¨ªdia enxugou as l¨¢grimas. ¡°Voc¨º se casou por minha causa, tentando manter esse casamento falido. Isso n?o ¨¦ o que eu quero ver. Eu s¨® tenho um desejo, que ¨¦ te ver feliz. Se esse casamento s¨® trouxe dor e press?o para voc¨ºs dois, por que n?o termin¨¢¨Clo?¡± ¡°Vov¨®, ¨¦ isso mesmo que voc¨º quer?¡± O apoio e apreens?o da av¨® deixaram Ca muito feliz, percebendo que havia interpretado mal as inten??es da av¨®. Av¨® L¨ªdia acariciou a cabe?a d. ¡°Agora mesmo, fale para o Lucas Bento. Marque um hor¨¢rio para tratar da papda do div¨®rcio.¡± ¡°Tudo bem.¡± Ca rapidamente pegou o celr e digitou uma mensagem. ¡°Sr. Bento, estou pronta para tratar da papda do div¨®rcio, quando podemos fazer isso?¡± Sem esperar por uma resposta de Lucas Bento, Ca recebeu uma liga??o de Emo. ¡°Srta. Barcelo, amanh? ¨¤s duas da tarde, na prefeitura. Traga todos os documentos necess¨¢rios, espero que voc¨º possa chegar a tempo.¡± ¡°Vov¨®, voc¨º descansa, eu preciso voltar para casa para preparar a papda. Lilian, por favor, cuide bem da vov¨®.¡± Depois de fr, Ca saiu rapidamente. Av¨® L¨ªdia n?o a via t?o feliz h¨¢ muito tempo. Lilian disse: ¡°Av¨® L¨ªdia,o marido dele ¨¤ primeira vista n?o ¨¦ uma pessoaum, n?o seria uma pena que eles se divorcia**em?¡± Content ? provided by N?velDrama.Org. Av¨® L¨ªdia deu um sorriso aliviado. ¡°E da¨ª? O que importa ¨¦ que minha Carlita esteja feliz.¡± Quando Ca chegou em casa, nem cumprimentou Jean e Maria que estavam a**istindo televis?o na s. foi direto para o quarto para procurar os documentos. Jean e Maria se a**ustaram. ¡°Ca, o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± ¡°Minha av¨® finalmente concordou o meu div¨®rcio, eu posso me divorciar!¡± Ca estava n?o apenas empolgada em sua voz, mas tamb¨¦m tinha um sorriso no rosto. Eles ajudaram Ca a procurar, reviraram a casa inteira, mas ainda n?o conseguiram encontrar o 12:34 Capitulo 91 certificado de casamento. Maria disse, confusa, ¡°ser¨¢ que foi jogado fora por engano?¡± Jean perguntou, ¡°voc¨º tem certeza de que o trouxe para casa?¡± Ca pensou por um momento. ¡°¨¦ imposs¨ªvel se divorciar sem o certificado de casamento?¡± ¡°Vou procurar na inte.¡± Jean rapidamente encontrou a informa??o relevante. ¡°Ca, se voc¨º perdeu o seu, n?o tem problema, desde que o certificado de casamento do seu marido n?o tenha sido perdido.¡± Ca suspirou de al¨ªvio. ¡°Eu quase morri de susto, achei que n?o conseguiria me divorciar de novo.¡± Ca conseguiu se despedir daquele casamento idiota, Maria e Jean ficaram mais felizes do que , ¡°Quando as formalidades forem cumpridas, iremos voc¨º eemoraremos quando terminarmos.¡± Ca acenou a cabe?a e bn?ou a cabe?a novamente: ¡°Estamos nos divorciando, vamos manter a discri??o.¡± Cap铆tulo 92 Cap¨ªtulo 92 Cap¨ªtulo 92 saiu de casa p manh?, verificou novamente os documentos em sua bolsa, a**egurando¨Cse de que estava tudo certo antes de partir apressadamente para o trabalho. Depois de um agitado per¨ªodo da manh?, Ca pediu uma licen?a para Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, eu tenho algo para fazer esta tarde, preciso de uma licen?a.¡± parecia t?o feliz, ser¨¢ que estava gr¨¢vida? Essa ideia causou um ligeiro desconforto em Marco Ant?nio, que inconscientemente puxou a g da camisa, ¡°Voc¨ºs dois podem descansar esta tarde.¡± Ca, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º est¨¢ nos dando um tempo novamente?¡± Sob a lideran?a de Marco Ant?nio, a empresa alcan?ou alturas que muitas outras n?o conseguiram. Todos os chefes de departamento estavam diligentes, realizando um trabalho excelente, Marco Ant?nio n?o precisava se preocupar muito. Marco Ant?nio, ¡°Voc¨º tem alguma obje??o?¡± Ca, ¡°N?o.¡± Mario fez a pergunta que Marco Ant?nio queria fazer, mas n?o fez, ¡°Ca, voc¨º parece muito feliz hoje, algo bom aconteceu?¡± Ca estava realmente de bom humor hoje, mas n?o mostrou isso abertamente, ¡°Eu pare?o estar feliz?¡± Mario, ¡°Voc¨º parece muito feliz, o que aconteceu de bom, deixe¨Cnospartilhar sua alegria.¡± Ca riu e disse, ¡°Um dos tr¨ºs grandes eventos felizes da sociedade moderna.¡± Mario, ¡°O que ¨¦?¡± ¡°No geral, ¨¦ uma coisa boa. Diretor Ant?nio, Mario, vou almo?ar agora, vejo voc¨ºs amanh?!¡± Ca n?o deu uma resposta ra a Mario, e Marco Ant?nio, que estava ouvindo dodo, tamb¨¦m n?o ouviu a resposta que quer¨ªa. Eram agora meio¨Cdia, e faltavam duas horas para o hor¨¢rio marcado. Caeu algo na cantina da empresa e foi rapidamente para o local, medo de que seu atraso pudesse prejudicar o processo de div¨®rcio novamente. A ¨²ltima vez que Ca veio aqui foi para registrar seu casamento, h¨¢ um ano e sete meses, e agora que est¨¢ aqui novamente, se sente muito mais tranqu do que no dia do casamento. Emo pegou Marco Ant?nio no carro os documentos, foram a um restaurante para almo?ar e ent?o seguiram calmamente para o local. Na opini?o de ¨¦mo, por que eles sempre deveriam esperar por ? Esta vez, deixariam essa mulher esperando um pouco. Portanto, quando chegaram, j¨¢ estavam atrasados mais de dez minutos em r??o ao hor¨¢rio combinado. Emo estacionou o carro em um estacionamento ao ar livre n?o muito longe, olhou para cima e viu que Ca j¨¢ estava esperando na porta da s de registro h¨¢ um tempo, ¡°Marco, sua esposa est¨¢ realmente entusiasmada desta vez, parece que j¨¢ est¨¢ nos esperando h¨¢ um tempo.¡± Marco Ant?nio olhou para cima e n?o viu sua esposa Ca, mas viu sua a**istente Ca. n?o havia trocado de roupa e ainda estava usando sua roupa de trabalho, uma camisa branca um Cap¨ªtulo 92 terno preto e cal?as. Por que Ca estaria aqui? Emo, ¡°Sua esposa ¨¦ realmente bonita, mesmo em trajes profissionaisuns, n?o consegue esconder sua beleza. ¨¦ uma pena que o homem que realmente a possui n?o seja voc¨º, mas outro homem.¡± N?velDrama.Org owns this text. ¡°O que voc¨º disse?¡± Marco Ant?nio de repente percebeu algo, cheio de emo??esplexas, ¡°A mulher de traje profissional na porta ¨¦ minha esposa?¡± Emo,o se tivesse ouvido a coisa mais engra?ada do mundo, ¡°Voc¨º n?o vai me dizer que n?o reconhece sua pr¨®pria esposa, vai?¡± Marco Ant?nio, ¡°¡­¡­ W Seu sobrenome era bastante raro, e era ainda mais raro encontrar duas pessoas o mesmo nome e sobrenome. Ele nunca teve d¨²vidas sobre encontrar duas Cas. Cap铆tulo 93 Cap¨ªtulo 93 Cap¨ªtulo 93 Marco Ant?nio pegou o seu celr, pa**ou pelos contatos at¨¦ chegar no n¨²mero marcadoo ¡°aqu mulher¡°, mas hesitou antes de discar. Ele temia que ao fazer a chamada, quem atendesse n?o fosse a Ca¡­ Incentivado por Emo, Marco Ant?nio finalmente discou o n¨²mero. No exato momento em que a chamada foi atendida, ele levantou a cabe?a e olhou fixamente para Ca, que estava a poucos metros de distancia, uma silenciosa prece em seu cora??o, esperando que fosse a atender o telefone. Depois de alguns toques, em meio ¨¤ sua tens?o, finalmente viu Ca pegar o telefone na bolsa. A voz feminina familiar veio do outrodo da linha, ¡°Sr. Bento, j¨¢ cheguei, voc¨ºs j¨¢ est?o a¨ª?¡± Marco Ant?nio n?o ousou responder, rapidamente encerrou a chamada e disse a Emo, ¡°Me d¨º a certid?o de casamento.¡± Emo tirou o documento da pasta e entregou a ele. Na foto da certid?o de casamento, Ca estava usando a camisa branca que ele conhecia t?o bem, at¨¦ o penteado coque no topo da cabe?a era o mesmo. Depois do breve choque, uma onda de alegria inundou o cora??o de Marco Ant?nio¡­ P primeira vez, ele experimentou a sensa??o de seu cora??o batendo t?o aceleradamente,o se fosse explodir de seu peito. era realmente sua esposa! Sua pequena a**istente era realmente sua esposa legal! Ele era o ¨²nico homem que poderia, de fato, possuir ! N?o importava o que pensa**e, nem de quem era o filho que carregava, nada poderia mudar o fato de que era sua esposa. Reprimindo a alegria em seu cora??o, Marco Ant?nio rapidamente fez outra chamada, ¡°Dentro de uma hora, quero todas as informa??es sobre Ca e as pessoas ao redor d.¡± Emo insistiu, ¡°Marco, vamos descer do carro, o que ainda estamos fazendo aqui?¡± Marco Ant?nio esticou a m?o e gentilmente tocou o coque na foto de Ca, ¡°Eu n?o vou me divorciar.¡± Emo estava confuso, ¡°Marco, voc¨ºs dois est?o brincandoigo? Da ¨²ltima vez n?o quis se divorciar, agora ¨¦ voc¨º.¡± Enquanto fva, o telefone de Ca tocou, ¡°Advogado Yari, quando voc¨ºs v?o chegar?¡± O telefone de Emo estava conectado ao Bluetooth do carro, ent?o a voz de Ca podia ser ouvida ramente dentro do carro, tamb¨¦m por Marco Ant?nio. Emo olhou para Marco Ant?nio, mas n?o recebeu nenhuma instru??o, ent?o ele respondeu, ¡°Uh¡­ Srta. Barcelo,mento muito! Sr. Bento disse que n?o quer se divorciar.¡± C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org A voz de Ca, irritada, veio do outrodo, ¡°Voc¨ºs est?o brincandoigo?¡± Emo respondeu, ¡°Srta. Barcelo, voc¨º n?o fez a mesma coisa conosco antes? Uma vez cada um, agora estamos quites.¡± Ca respondeu irritada, ¡°Voc¨ºs est?o loucos? Desde quando div¨®rcio ¨¦ motivo de piada?¡± Emo respondeu novamente, ¡°Voc¨º pode ir para casa agora. Quando ele quiser se divorciar, eu te aviso.¡± Ca insistiu, ¡°Antes eu n?o apareci, admito que foi minha culpa, e hoje voc¨ºs tamb¨¦m n?o apareceram, ent?o estamos quites. Vamos marcar outra data ent?o, que tal amanh? ou depois de amanh??¡± Emo respondeu, ¡°Isso vai depender do humor do Sr. Bento.¡± Ca disse, ¡°Ele que quis o div¨®rcio e agora ¨¦ ele que n?o quer mais, afinal, o que ele quer?¡± Ouvindo Ca ficando cada vez mais irritada, Emo olhou rapidamente para Marco Ant?nio, que n?o s¨® n?o estava bravo, mas tinha um leve sorriso no cant Cap铆tulo 94 Cap¨ªtulo 94 Cap¨ªtulo 94 ¡°Ele deve ser irracional.¡± Emo olhou para Marco Ant?nio e disse deliberadamente: ¡°Senhorita Barcelo, n?o se preocupe esse cara, afinal, seu casamento ¨¦ s¨® de nome, voc¨º ainda pode ter namorados normalmente¡­¡± Antes que ele pudesse terminar, Marco Ant?nio pegou seu celr e desligou a chamada. Emo disse, ¡°Voc¨º sabe que tem um namorado, por que est¨¢ raiva?¡± Marco Ant?nio de repente se lembrou da conversa entre Ca ¨¨ Mario ao meio¨Cdia, ¡°Quais s?o as tr¨ºs maiores felicidades da vida moderna?¡± Emo disse, ¡°Para os homens, ¨¦ ser promovido, ficar rico e a morte da esposa. Para as mulheres, ¨¦ ser promovida, receber um aumento e a morte do marido.¡± Ent?o Ca estava t?o feliz esta manh? porque ia se divorciar dele! Isso fez que a express?o de Marco Ant?nio se torna**e ainda mais sombria, ¡°Voc¨º pode cr a boca agora.¡± Emo,¡± #T Marco Ant?nio saiu do carro e entrou no carro conduzido por seu motorista, ¡°Vamos buscar Ca e voltar para Brisa do Mar.¡± Ca, irritada, caminhou at¨¦ a beira da estrada, xingando. Esse cara ¨¦ louco, ele queria o div¨®rcio, agora ele n?o quer mais. Ele est¨¢ brincando isso? Content ? provided by N?velDrama.Org. Desatenta, Ca quase colidiu um carro na rua. ¡°Se voc¨º n?o sabe dirigir, n?o dirija, e se atropr algu¨¦m?¡± Depois de remar, viu ramente o luxuoso carro ¨¤ sua frente, um dos poucos no mundo. Em Salvador, ningu¨¦m mais o teria al¨¦m de Marco Ant?nio. Ca olhou para o a**ento traseiro e,o esperado, encontrou o olhar profundo eplicado de Marco Ant?nio. Ele olhou para o se estivesse olhando para um estranho¡­ Imediatamente, Ca esbo?ou um sorriso perfeito, ¡°Diretor Ant?nio, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± ¡°Estava apenas de pa**agem.¡± Marco Ant?nio saiu do carro, olhando para que estava ramente irritada, mas ainda for?ando um sorriso, ¡°Voc¨º est¨¢ t?o feliz no trabalho, por que est¨¢ t?o irritada no seu tempo livre?¡± Ca n?o queriapartilhar seus problemas pessoais ele, ¡°Diretor Ant?nio, se voc¨º n?o tiver nada para fazer, eu vou embora.¡± Vendo seu desejo desesperado de escapar dele, Marco Ant?nio se sentiu muito desconfort¨¢vel, ¡°Quem disse que eu n?o tenho nada para fazer?¡± Ca, ¡°O que voc¨º tem para fazer?¡± ¡°Entre no carro.¡± Marco Ant?nio abriu a porta do carro, indicando que deveria entrar primeiro. Ca recuou um pa**o e contornou¨Co em dire??o ao a**ento do copiloto, ¡°Diretor Ant?nio, eu prefiro sentar na frente.¡± 12-34 Cap¨ªtulo 94 Marco Ant?nio n?o a impediu, deixando¨Ca ir. Depois de entrar no carro, Ca tentou contrr suas emo??es, seu princ¨ªpio era nunca levar as emo??es da vida pessoal para o trabalho, ¡°Diretor Ant?nio, para onde estamos indo? Voc¨º pode me dizer primeiro, para que eu possa me preparar.¡± Marco Ant?nio n?o respondeu, sua mente estava cheia de emo??es. tamb¨¦m n?o sabia que eles eram casados, a**imo ele? Ou talvez soubesse tudo, s¨® que tinha outro homem em seu cora??o e n?o estava disposta a admitir seu status? Essa suposi??o fez que ele sentisse uma certa irrita??o n?o a**ust¨¢, ¡°Ca¡­¡± mas ele tentou contrr suas emo??es para Ouvindo¨Co chamar seu nome, Ca imediatamente virou¨Cse, encontrando novamente seu olhar profundo. Sua voz era baixa e agrad¨¢vel, e ele a estava olhando t?o ternamente, Ca sentiu suas orelhas ficarem instru??es se tiver algo a dizer.¡± vermelhas, ¡°Diretor Ant?nio, por favor, me do ¡°Ca¡­¡± Ele n?o disse nada, s¨® chamou seu nome v¨¢rias vezes uma voz baixa. Ca disse, ¡°Diretor Ant?nio, por favor, fale diretamente se voc¨º tiver algo a dizer.¡± Marco Ant?nio de repente riu, ¡°Afinal, quem eu sou para voc¨º?¡± Ca n?o entendeu por que ele perguntou algo t?o estranho de repente, mas respondeu honestamente, ¡°Diretor Antonio, voc¨º ¨¦ meu chefe.¡° Cap铆tulo 95 Cap¨ªtulo 95 Cap¨ªtulo 95 Marco Ant?nio perguntou: ¡°H¨¢ mais?¡± C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org Ca, uma express?o confusa, perguntou: ¡°Mais o que?¡± Sem obter a resposta que queria, Marco Ant?nio ficou em sil¨ºncio por um momento e disse: ¡°Nada.¡± Ca: ¡°¡­¡­¡± Seu chefe parecia estranho hoje. se virou e sentou¨Cse obedientemente no banco do pa**ageiro. Cerca de meia hora depois, o carro entrou no bairro de mans?es. O bairro de mans?es pr¨®ximo ao centro da cidade tinha vista para o mar, e Brisa do Mar era a mais luxuosa ds, ocupando uma vasta ¨¢rea. Depois de entrar no bairro de mans?es, eles pa**aram por alguns quil?metros de estrada sombreada e ent?o entraram na ¨¢rea de Brisa do Mar. O primeiro que apareceu foi o jardim, e mais adiante havia v¨¢rios pr¨¦dios pequenos. O pr¨¦dio mais externo era para os empregados, os outros eram para receber a fam¨ªlia e os convidados, e o pr¨¦dio onde o mestre morava estava localizado no ponto mais alto da ¨¢rea de Brisa do Mar. Todos os quartos da casa principal tinham varandas vista para o mar e podiam ver o campo de golfe da fam¨ªlia. De qualquer forma, para Ca, este era o lugar onde os milion¨¢rios viviam! Depois que o motorista parou o carro, Ca queria sair rapidamente do carro para abrir a porta para Marco Ant?nio, mas desta vez ele desceu antes d. Ele olhou para e disse: ¡°Vamos.¡± Mas Ca estava acostumada a segui¨Clo. Quando ele diminuiu o pa**o, diminuiu ainda mais, sempre evitando andar aodo dele. Vendo isso, Marco Ant?nio acelerou o pa**o, e Ca o seguiu de perto. Quando Marta a viu,o sempre, estava animada: ¡°Sra. Barcelo, bem¨Cvinda. O que voc¨º gostaria de beber?¡± ¡°Marta, eu vou beber ¨¢gua mineral.¡± Ca n?o queria iodar os outros, mas Marco Ant?nio interveio: ¡± cuide daida por .¡± Marta: ¡°Sim.¡± Marco Ant?nio chamou Ca que estava parada ali uma express?o confusa: ¡°Sente¨Cse.¡± Marco Ant?nio estava agindo estranhamente hoje, Ca estava insegura e queria terminar o trabalho o mais r¨¢pido poss¨ªvel: ¡°Diretor Ant?nio, se houver algum trabalho, por favor, me avise.¡± Desde que ele a pegou, quase n?o f nada ele que n?o seja sobre trabalho. N?o poderiam eles,o casal, fr sobre algo al¨¦m do trabalho? ¡°Quem disse que h¨¢ trabalho?¡± ¡°N?o h¨¢ trabalho?¡± Ca perguntou, pensando: se n?o h¨¢ trabalho, por que ele a chamou para sua casa? No momento de sil¨ºncio entre eles, Dra. Elisa e Bruno chegaram. ¡°Dra. Elisa est¨¢ aqui, deixe¨Ca examin¨¢.¡± Marco Ant?nio se levantou e foi para cima, Bruno seguindo¨Co. Ca ainda estava confusa: ¡°Examinar o qu¨º?¡± Dra. Elisa sentou¨Cse aodo de Ca, fiz um pequeno check¨Cup n e perguntou um sorriso: ¡°Quando foi a ¨²ltima vez que voc¨º menstruou? Voc¨º falhou em usar contraceptivos e engravidou acidentalmente? Voc¨º tomou algum tipo de medicamento hormonal durante esse per¨ªodo?¡± Marta, que estava servindo ch¨¢, ficou animada ao ouvir isso: ¡°Sra. Barcelo, voc¨º est¨¢ gr¨¢vida? Parab¨¦ns!¡± Ca perguntou: ¡°Dra. Elisa, quem disse que eu estou gr¨¢vida?¡± Dra. Elisa: ¡°Voc¨º n?o est¨¢?¡± Dra. Elisa era amiga de Marco Ant?nio. Ele tamb¨¦m participou da festa de Nara na noite anterior, ent?o a pessoa que estava espalhando fofo?as era Marco Ant?nio. Ele, um homem, tamb¨¦m acreditava em fofocas, fndo sobre coisas n?o confirmadas e difamando sua reputa??o. Se essas not¨ªcias chega**em ao seu marido de direito, e se ele acredita**e nas fofocas e a fizesse compens¨¢¨Clo por danos emocionais, estaria em apuros. Ca raramente mostrava suas verdadeiras emo??es na frente de estranhos, mas desta vez estava realmente um pouco irritada: ¡°N?o! Ainda nemoc?es/ chegamos a esse ponto, de onde veio o beb¨º?¡± Cap铆tulo 96 Cap¨ªtulo 96 Cap¨ªtulo 96 Dra. Elisa ficou perplexa, depois riu ainda mais alegre, ¡°Se voc¨º n?o est¨¢ gr¨¢vida de outro, ¨¦ ainda melhor. Agora, voc¨º e Marco podem ter seus pr¨®prios filhos. Voc¨ºs dois s?o t?o bonitos, seus filhos definitivamente ser?o lindos tamb¨¦m.¡± Embora Marco Ant?nio n?o se importa**e em cuidar do filho de outro, ele ainda era o l¨ªder do Grupo Ant?nio, e seu filho certamente herdaria o grupo. Se o filho dele n?o fosse da linhagem da fam¨ªlia Ant?nio, a empresa inevitavelmente cair¨ªa em caos novamente, algo que ningu¨¦m na fam¨ªlia Ant?nio queria ver. ¡°Dra. Elisa, o que voc¨º quer dizer isso?¡± Ca, os olhos avermelhados de raiva, perguntou, ¡°O que voc¨ºs pensam que eu sou? Acreditam que qualquer um pode me humilhar, me pisar?¡± Dra. Elisa percebeu que tinha se expressado mal e se apressou em pedir desculpas. ¡°Ca, me desculpe! Eu n?o quis te ofender, fiquei feliz por voc¨º.¡± acabara de saber que Ca era a esposa registrada de Marco Ant¨®nio, e que mesmo sabendo que poderia estar gr¨¢vida de outro, Marco Ant?nio n?o queria se divorciar. Ele at¨¦ disse que cuidaria do beb¨¦, n?o importa de quem fosse. Esta not¨ªcia a surpreendeu, e n?o ousou pensar muito sobre isso. Portanto, ao saber que Ca n?o estava gr¨¢vida, Dra. Elisa ficou t?o empolgada que se expressou mal. ¡°Feliz por mim?¡± Ca olhou friamente para Dra. Elisa, ¡°Por que voc¨º estar¨ªa feliz por mim?¡± Ser¨¢ que Ca ainda n?o sabia que era esposa de Marco Ant?nio? Dra. Elisa pensou que estava em apuros. Marco Ant?nio n?o havia lhe contado a verdade, ele poderia ter outros nos, n?o podia deixar escapar. ¡°Dra. Elisa, sempre te respeitei, por favor, fa?a o mesmo por mim.¡± Dito isto, Ca pegou sua bolsa e sa¨ªu. Sim, era apenas a a**istente de Marco Ant?nio. Ele poderia demiti uma ¨²nica pvra, mas ele n?o poderia permitir que as pessoas abaixo dele a humilha**em a**im. Content ? provided by N?velDrama.Org. Quanto mais Ca pensava, mais zangada ficava. pegou seu telefone de trabalho e ligou para Marco Ant?nio. ¡°Diretor Ant?nio, sempre achei que voc¨º era o melhor l¨ªder que j¨¢ conheci, e realmente te respeito. Se voc¨º n?o gosta de mim, por que n?o me demite? Por que me humilhar a**im?¡± Depois de desabafar, desligou o telefone antes que Marco Ant?nio pudesse responder. Foi a primeira vez que desligou o telefone nele. pegou seu telefone e saiu rapidamente, mas a ¨¢rea da v era muito grande e levaria pelo menos uma hora para sair. Depois de andar por um tempo, ouviu o som de um carro atr¨¢s d. Ca rapidamente se moveu para odo da estrada, mas o carro se aproximou d. Em seguida, a voz profunda e sedutora de Marco Ant?nio soou, ¡°Entra no carro, eu te levo pra casa.¡± Ca ainda estava zangada, e at¨¦ pensava em se demitir, ent?o n?o foi muito educada ele. ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º est¨¢ tentando me dar um tapa na cara e depois oferecer um doce?¡± Marco Ant?nio saiu do carro, caminhou at¨¦ , olhou para baixo e disse, ¡°Ca, me desculpe!¡± Ele gritou o nome d e se desculpou sinceramente. 12:35 Porque este pedido de desculpas n?o era apenas por ter ofendido naquele dia, mas tamb¨¦m por n?o ter cumprido suas responsabilidadeso marido e por ter suspeitado que o tra¨ªa, Ele havia lido todas as informa??es que Bruno lhe trouxera, e cada detalhe sobre perfurava profundamente seu cora??o. Cap铆tulo 97 Cap¨ªtulo 97 Cap¨ªtulo 97 A m?e de Ca, Pa Souza, divorciou¨Cse de seu pai, Pedro Barcelo, logo ap¨®s o nascimento de Ca e deixou Norte de Be, desaparecendo sem deixar rastros. O pai de Ca morreu num acidente de carro quando tinha cinco anos. Depois disso, foi criada p av¨® e pa**ou por muitos momentos dif¨ªceis durante a infancia. Por causa de sua situa??o familiar, Ca teve que amadurecer cedo e sempre ajudava a av¨® nas tarefas dom¨¦sticas. Aos dezesseis anos, foi aceita na Universidade de Salvador excelentes notas. pensava que tudo melhoraria depois de entrar na universidade, mas no segundo ano, foi v¨ªtima de uma armadilha e teve que deixar Norte de Be. Durante anos, n?o voltou para sua cidade natal. Mais tarde, voltou a Salvador para tratar do a**unto, e o rapaz que havia prometido proteg¨º pelo resto da vida tamb¨¦m terminou no aeroporto. Nos dois anos seguintes, trabalhou e estudou ao mesmo tempo. Quando se formou, finalmente tinha dinheiro suficiente para abrir um est¨²dio seus amigos que a haviam apoiado durante todo esse tempo. Ao mesmo tempo, e?ou a trabalhar na filial do Grupo Ant?nio. Pouco tempo depois, a ajuda de suas duas av¨®s, se casou Lucas Bento, apesar de todos os seus medos e incertezas, tornando¨Cse sua esposa legal. Antes do casamento, pa**ou por muitos infortunios e entendia que ele n?o tinha a responsabilidade de proteg¨º, pois ainda n?o eram casados. Mas e depois do casamento? Quando foi difamada no trabalho, ele estava aodo d. pediu ajuda a ele, mas ele apenas a instruiu friamente a encontrar evid¨ºncias para provar sua inoc¨ºncia. Quando a av¨® d adoeceu e estava ansiosa, ele,o marido, o que estava fazendo quando voltou para Norte de Be e foi maltratada? Content ? provided by N?velDrama.Org. Quando mais precisava de ajuda, eram seus amigos que estavam l¨¢ por . Seu marido, por outro lado, n?o s¨® n?o a ajudou, mas a empurrou para um abismo. A profunda culpa e remorso impediram Marco Ant?nio de ter a coragem de revr sua verdadeira identidade para . Ele apenas disse, ¡°Ca, me desculpe!¡± Depois do sincero pedido de desculpas de Marco Ant?nio, Ca decidiu n?o se preocupar mais isso. ¡°Diretor Ant?nio, eu o perdoo. Por favor, voc¨º e as pessoas ao seu redor, parem de dizer coisas sem sentido para mim. Voc¨º j¨¢ tem uma fam¨ªlia, eu tamb¨¦m sou casada, nunca pensei em me casar com voc¨º.¡± Embora realmente n?o se lembra**e deo seu marido se parecia, Ca nunca pensou em esconder seu estado civil, Mesmo que seu marido quisesse se divorciar, permaneceria fiel ao casamento at¨¦ que ele termina**e oficialmente. n?o tinha ideia deo Marco Ant?nio queria desesperadamente que tivesse o menor desejo de ¡°casar ele¡± neste momento. Em sua mente, apenas poderia ¡°casar ele¡°. ¡°Ent?o, eu deveria lev¨¢ para casa?¡± Marco Ant?nio estendeu a m?o instintivamente para segurar a d, mas teve que contrr seus movimentos por causa de seu rcionamento oficial. ¡°N?o precisa se iodar, Diretor Ant?nio, eu posso pegar um t¨¢xi l¨¢ fora, ¨¦ uma boa maneira de me exercitar.¡± Mesmo que estivesse chateada ele e ele pedisse desculpas, Ca n?o ousava 12.25 Capitulo esquecer o qu?o a**ustador ele poderia ser. n?o ousava deix¨¢¨Clo ser seu motorista. Quando recusou, Marco Ant?nio teve que ceder, ¡°Ent?o, podemos pedir ao Bruno para lev¨¢ para casa?¡± ¡°Ent?o, agrade?o ao Sr. Henrique.¡± Ca aceitou de imediato, j¨¢ que estava escurecendo e n?o queria ser imprudente. Marco Ant?nio sempre soube que Ca mantinha uma distancia apropriada dele fora do trabalho. Mas vendo recusar sua oferta e aceitar alegremente a ajud Cap铆tulo 98 Cap¨ªtulo 98 Cap¨ªtulo 98 Depois de ver Bruno dirigir Ca embora, Marco Ant?nio entrou no carro do motorista e se dirigiu direto para a mans?o de Ant?nio. A av¨® Luisa, preocupada a condi??o de sa¨²de da av¨® L¨ªdia, decidiu ficar na mans?o desde a ¨²ltima visita. Assim que viu Marco Ant?nio, a Luisa ficou nervosa. ¡°Por que voc¨º voltou? Voc¨º quer me matar de raiva?¡± Marco Ant?nio ajustou os ¨®culos no nariz, ¡°Vov¨®,o eu te irritei?¡± ¡°Lucas Bento, voc¨º ainda tem a aud¨¢cia de perguntaro me irritou?¡± Sempre que o chamava por este nome, significava que estava realmente brava. Marco Ant?nio a ajudou a se levantar, ¡°Eu vim aqui para te acalmar, por favor, me ou?a.¡± A Luisa n?o deu ouvidos, continuou a repreend¨º¨Clo, ¡°Como voc¨º pode fazer isso? Hoje, descobri que todas as pessoas da grandes fam¨ªlias est?o discutindo sobre a trai??o da sua esposa. Voc¨º espalhou a not¨ªcia, n?o s¨® arruinou Ca, mas tamb¨¦m est¨¢ tentando me matar de raiva.¡± Ele sabia que era Sira quem espalhou a not¨ªcia, eo o filho d, ele tamb¨¦m er¨¢ respons¨¢vel. Marco Ant?nio n?o tinha inten??o de se explicar, ¡°Vov¨®, eu vou cuidar disso. Ningu¨¦m mais vai difamar Ca.¡± ¡°Voc¨º acha que se n?o fr mais sobre isso, ¨¦o se nunca tivesse acontecido?¡± A Luisa n?o comeu o almo?o de t?o brava que estava quando ouviu sobre isso do mordomo. ¡°Voc¨º ¨¦ um homem, voc¨º n?o sabe o quanto a reputa??o ¨¦ importante para uma menina? Se voc¨º quer se divorciar, se divorcie. Mas depois de todo esse espet¨¢culo,o voc¨º espera que Ca se case novamente?¡± Ao ouvir que Ca poderia se casar outra pessoa, a voz de Marco Ant?nio de repente ficou sombria, ¡° ¨¦ minha esposa, quem mais voc¨º quer que case?¡± ¡°Voc¨º s¨® pensa no sua esposa depois do div¨®rcio, n?o acha que ¨¦ tarde demais?¡± A Luisa cobriu o peito, ¡°Voc¨º deve ir embora, n?o me iode por um tempo. Sempre que eu te vejo, sinto uma dor no peito.¡± ¡°N¨®s n?o nos divorciamos.¡± Marco Ant?nio enfatizou seriamente, ¡°Ca ainda ¨¦ minha esposa e sempre ser¨¢ minha esposa. Isso ¨¦ um fato que ningu¨¦m pode mudar.¡± A Luisa pensou que tinha ouvido errado, ¡°O que voc¨º disse?¡± Marco Ant?nio enfatizou novamente, ¡°Eu n?o vou me divorciar, Ca s¨® pode ser minha esposa.¡± A Luisa o olhou de cima a baixo, ¡°O que fez voc¨º mudar de ideia t?o rapidamente?¡± Marco Ant?nio ajudou a av¨® Luisa a se sentar, ¡°Porque eu percebi que voc¨º estava certa, vov¨®. Ca ¨¦ uma garota muito boa, e eu sou afortunado por t¨ºo minha esposa.¡± A Luisa estava confusa essa mudan?a repentina. ¡°Voc¨º tem certeza de que n?o est¨¢ apenas dizendo isso para me irritar?¡± ¡°Voc¨º acha que Ca ¨¦ algum tipo de animal de estima??o?¡± A Luisa deu um tapinha na testa dele, ¡°Se eu fosse Ca, depois do jeito que voc¨º me tratou, eu nunca mais fria voc¨º. N?o nesta vida, nem na pr¨®xima.¡± Era por isso que Marco Ant?nio n?o ousava revr sua identidade. Ca parecia suave por fora, mas era muito forte por dentro. Se descobrisse que Lucas Bento era Marco Ant?nio, que havia a mal¨Cinterpretado e destru¨ªdo sua reputa??o, definitivamente n?o aceitaria ele. at¨¦ poderia decidir se demitir e deixar a empresa. 12.252 C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org Cap¨ªtulo 98 Antes que descobrisse sua verdadeira identidade, ele precisava mudar a opini?o d sobre ele para ter a chance de mant¨º. Ao ouvir isso, a Luisa entendeu o motivo de Marco Ant?nio ter vindo procur¨¢, ¡°O que voc¨º quer que eu fa?a? Mas eu devo dizer antes, voc¨º vai ter que conquistar sua pr¨®pria esposa. N?o posso te ajudar isso.¡± Cap铆tulo 99 Cap¨ªtulo 99 Cap¨ªtulo 99 ¡°Eu queria arranjar o melhor m¨¦dico e o melhor hospital para cuidar da av¨® d, para que se recupera**e o mais r¨¢pido poss¨ªvel, a**im a Ca n?o precisaria se preocupar.¡± Isso foi o melhor que Marco Ant?nio p?de pensar para tentarpensar Ca, ele sabia que se tenta**e resolver por si s¨®, Ca n?o aceitaria, ent?o s¨® lhe restava pedir ajuda ¨¤ av¨® d. ¡°A quest?o ¨¦ f¨¢cil de resolver¡°, disse vov¨® Luisa. ¡°Eu estava nejando trazer a av¨® de Ca para morarigo, estava procurando uma desculpa, agora que voc¨ºs n?o v?o se divorciar, posso traz¨º sem problemas.¡± Marco Ant?nio suspirou aliviado, ¡°Obrigado, vov¨®!¡± Vov¨® Luisa continuou, ¡°Mas tenho que te advertir, se voc¨º fizer qualquer coisa impr¨®pria de novo, n?o vou te perdoar.¡± ¡°Eu n?o vou.¡± Desta vez, ele estava determinado a a**umir suas responsabilidadeso marido de Ca, e n?o deixaria que sofresse mais nenhum dano. Mas Ca estaria disposta a dar¨Clhe uma segunda chance? Por vinte e oito anos, p primeira vez na sua vida, Marco Ant?nio estavapletamente inseguro sobre algo. Isso o deixava impotente. Vov¨® Luisa sempre foi uma pessoa impaciente, ¡°Vamos, vamos para o hospital agora, para resolver isso o mais r¨¢pido poss¨ªvel, para que eu possa ficar tranqu.¡± Marco Ant?nio concordou, queria resolver tudo o mais r¨¢pido poss¨ªvel para evitar qualquer imprevisto Enquanto isso, Ca estava andando em c¨ªrculos dodo de fora do hospital. n?o conseguiu se divorciar, sua av¨® doente certamente se preocuparia , n?o queria que sua av¨® se preocupa**e, mas n?o conseguia pensar em uma solu??o melhor. Depois de hesitar por cerca de meia hora, Ca decidiu contar a verdade para sua av¨®. Mentir exigia mais mentiras para encobrir, e sua av¨® descobriria eventualmente. Sua av¨®,o sempre, era uma mulher inteligente. Mesmo que Ca tenta**e esconder, sua av¨® percebeu imediatamente que algo estava errado. ¡°Carlita, voc¨º est¨¢ tendo problemas para se divorciar? C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org ¡°Lucas Bento mudou de ideia.¡± Ca observou a express?o de sua av¨®, ¡°Mas n?o se preocupe, se ele se divorciar ou n?o, isso n?o afetar¨¢ nossa vida.¡± A av¨® estava calma, at¨¦ mais calma que Ca, ¡°Ele disse por que mudou de ideia?¡± Vov¨® Luisa ainda se lembrava, daquele jovem que havia dito tanta certeza na frente d, que o casamento deles n?o tinhao ser salvo. Mas no dia do div¨®rcio, ele mudou de ideia. Algo deve ter acontecido durante esse tempo. Ca bn?ou a cabe?a, ¡°Ele n?o deu uma raz?o.¡± Ca tentou perguntar, mas foram sempre os advogados dele que responderam, e as respostas eram sempre desagrad¨¢veis. n?o ousava dizer ¨¤ sua av¨® que era o advogado de Lucas Bento que estava seunicando o tempo todo, que Lucas Bento nunca apareceu. tamb¨¦m n?o ousava dizer que Lucas Bento desapareceu depois de se casar e reapareceu para pedir o div¨®rcio. s¨® tinha visto Lucas Bento uma vez no dia do casamento. 12:35 Cap¨ªtulo 99 Se dissesse isso, sua av¨® certamente pensaria que Lucas Bento n?o se importava e ficar¨ªa triste por muito tempo. ¡°Carlita, embora n?o tenhamos ningu¨¦m para nos apoiar e voc¨º n?o tenha pais para te apoiar, enquanto eu estiver viva, n?o deixarei Lucas Bento te maltratar.¡± A av¨® pegou o telefone, ¡°Vou ligar para Luisa agora mesmo, oo d pode ser o queridinho d, mas minhaa ¨¦ o meu tesouro que eu cuidei todo carinho¡­¡± 212 12:35 Cap铆tulo 100 Cap¨ªtulo 100 Cap¨ªtulo 100 ¡°L¨ªdia, voc¨º est¨¢ certa, eu preciso esrecer isso pra voc¨º e pra Carlita,¡± Luisa entrou empurrando a porta sua voz ressoando. ¡°Lucas Bento, ele ¨¦ um sem¨Cvergonha!¡± Entrando na s, Luisa continuou a esbravejar, ¡°Ele foi quem quis se divorciar, agora n?o quer mais, que ele pensa que a Carlita ¨¦? Esse mndro, se ele ousar aparecer na minha frente, eu quebro as pernas dele. Estou furiosa!¡± Luisa entrou na s aos berros, ent?o L¨ªdia n?o teveo continuar a fr, at¨¦ tentou acalm¨¢, ¡°Luisa, n?o se preocupe, sente¨Cse e tome um copo d¡¯¨¢gua, n?o deixe a raiva te consumir.¡± Luisa se aproximou da cama de L¨ªdia, apertou sua m?o firmemente e deixou algumas l¨¢grimas ca¨ªrem, ¡°L¨ªdia, eu sei que voc¨º tem um bom cora??o. Mas eu n?o posso abusar da sua bondade e deixar essa situa??o pa**ar.¡± L¨ªdia, ao ver sua velha amiga chorando, tamb¨¦me?ou a chorar, ¡°A culpa n?o ¨¦ das crian?as, ¨¦ nossa. Se n?o tiv¨¦ssemos tentado arranjar esse casamento, nada disso teria acontecido.¡± ¡°N?o ¨¦ sua culpa, Carlita ¨¦ uma boa menina, a culpa ¨¦ minha por n?o ter educado direito esse mndro do Lucas Bento.¡± Luisa limpou suas l¨¢grimas, ¡°Mesmo que voc¨º n?o se importe, eu n?o vou deixar barato. L¨ªdia, arrume suas coisas, voc¨º vai se recuperarigo. Vamos gastar todo o dinheiro desse mndro.¡± Ca, que estava sendo ignorada ps duas senhoras, percebeu que algo estava errado e interveio rapidamente, ¡°Vov¨®s, eu posso pagar pelos medicamentos da minha vov¨®, n?o precisamos do dinheiro do Lucas Bento.¡± ¡°Vov¨®, eu tenho dinheiro.¡± Ca n?o queria ter mais nenhuma liga??o Lucas Bento, mesmo que ainda fossem casados. n?o queria ser contrda por ele devido a quest?es financeiras. Mas Luisa n?o queria ouvir, ¡°Ele de repente insiste em n?o se divorciar, quem sabe que mndragem ele est¨¢ nejando? Se ele estiver pensando em alguma coisa ruim, voc¨º vai sofrer. Escutem o que eu estou dizendo, se ele n?o quer se divorciar, ele tem que pagar, ele deve pagar o pre?o por sua teimosia.¡± Luisa falou indigna??o,o se Lucas Bento fosse o maior vil?o aos seus olhos. Mas a decis?o final cabia ¨¤ pr¨®pria vov¨®, Ca olhou para , ¡°Vov¨®, o que voc¨º acha?¡± L¨ªdia pensou por um momento, ¡°Carlita, acho que vov¨® Luisa tem raz?o, vou para o Jardim Vista Alegre Ca ficou preocupada, ¡°Vov¨®s, sejam razo¨¢veis, isso n?o ¨¦ uma coisa pequena, podemos discutir mais um pouco?¡± Luisa disse, ¡°Ficar calma? Eu estou ¨¤ beira de um ataque de nervos por causa daquele ingrato! L¨ªdia, Carlita, n?o se preocupem, eu vou resolver isso para voc¨ºs.¡± L¨ªdia tamb¨¦m disse, ¡°Na verdade, o Lucas Bento ¨¦ um bom garoto, s¨® que o casamento n?o pode ser for?ado.¡± ¡°O que ele tem de bom? Ele j¨¢ tem vinte e oito anos, nunca teve um rcionamento amoroso, foi depois de muita insist¨ºncia minha que ele se casou, e depois fez uma bagun?a do casamento.¡± Vov¨® Luisa disse isso, e embora parecesse uma repreens?o, na verdade estava se gabando de seuo. As duas senhorase?aram a discutir e Ca n?o teveo intervir, s¨® podendo a**istir impotente enquanto vov¨® Luisa levava sua av¨® embora. Vov¨® Luisa obviamente estava bem preparada, a ambulancia e o m¨¦dico j¨¢ estavam esperando na porta do hospital. 12:35 Content ? provided by N?velDrama.Org. Cap¨ªtulo 100 Vendo sua av¨® entrar na ambulancia, Ca se sentiu triste, ¡°Vov¨®s¡­¡± Cap铆tulo 101 Cap¨ªtulo 101 Cap¨ªtulo 101 Adeus, av¨®s!¡± Ca olhou saudade o carro se afastando lentamente, demorou um pouco para tirar os N?velDrama.Org owns this. olhos dele. No fundo, Ca sabia que av¨® L¨ªdia e av¨® Luisa n?o estavam indo para Jardim Vista Alegre para gastar o dinheiro de Lucas Bento, mas para n?o causar problemas para e n?o interferir em seu trabalho. N?o muito longe, havia um carroercialum, Marco Ant?nio est¨¢ sentado no carro. Vendo Ca parecer perdida, ele acendeu um cigarro, apagou¨Co depois de uma tragada, abriu a porta do carro e caminhou em dire??o a . ¡°Ca.¡± Ca se a**ustou ao ouvir seu nome, ao ver que era ele, ficou confusa, mas logo mostrou um sorriso padr?o, ¡°Diretor Ant?nio, o que voc¨º est¨¢ fazendo aqui? Veio ao m¨¦dico porque est¨¢ se sentindo m¨¢l?¡± Marco Ant?nio: ¡°S¨® estava pa**ando. E voc¨º?¡± Encontr¨¢ duas vezes no mesmo dia por acaso era algo que Ca achava dif¨ªcil de acreditar. Ele tinha algum interesse n? Nem que Ca se valoriza**e demais, mas oportamento dele era realmente suspeito, ent?o decidiu ser cautelosa, ¡°Tamb¨¦m estava pa**ando, estou indo para casa. Diretor Ant?nio, at¨¦ logo.¡± se preparou para ir, mas Marco Ant?nio a chamou, ¡°Ainda n?o jantei, vamoser juntos?¡± Ele a convidava para jantar, o Diretor Ant?nio realmente estava agindo estranho hoje. sorriu um pouco de constrangimento, ¡°Diretor Ant?nio, desculpe, mas eu j¨¢ tinha nos amigos.¡± ¡°Carlita, por que voc¨º est¨¢ aqui fora no frio?¡± Jean e Maria chegaram ao hospital e viram Ca conversando um homem na rua, de costas para eles, ent?o n?o puderam ver seu rosto. Eles chegaram na hora certa, Ca rapidamente se aproximou deles, ¡°Eu disse para voc¨ºs me esperarem no restaurante, por que vieram aqui?¡± Jean n?o entendeu a insinua??o d, bn?ou a marmita em sua m?o, ¡°Eu e Maria sa¨ªmos mais cedo do trabalho hoje, fizemos uma sopa especialmente para av¨® L¨ªdia.¡± Ca: ¡°Infelizmente, av¨® L¨ªdia n?o vai poderer.¡± Os dois se a**ustaram, ¡°O que?¡± Ca percebeu que suas pvras foram mal interpretadas, e rapidamente se explicou, ¡°Av¨® Luisa levou av¨® L¨ªdia para Jardim Vista Alegre para se recuperar.¡± Maria: ¡°Av¨® Lu¨ªsa levou av¨® L¨ªdia para se recuperar? Voc¨º e aquele homem Lucas Bento j¨¢ se divorciaram, por que eles ainda s?o t?o gentis?¡± Ca deu de ombros, sem saber o que dizer, ¡°N?o nos divorciamos.¡± Maria, ¡°Por qu¨º?¡± Ca, ¡°Ele n?o quer se divorciar.¡± Maria gritou raiva, ¡°Aquele homem insistiu em se divorciar quando voc¨º estava mais vulner¨¢vel, e agora ele n?o quer mais, e ainda levou av¨® L¨ªdia para Jardim Vista Alegre para se recuperar, ele certamente n?o tem boas inten??es.¡± Jean concordou, ¡°Sim, aquele homem definitivamente n?o tem boas inten??es Cap铆tulo 102 Cap¨ªtulo 102 Cap¨ªtulo 102 N?velDrama.Org owns this text. Os amigos de Ca chamavam Marco Ant?nio de pntra, e Marco Ant?nio n?o s¨® n?o discordava, como concordava plenamente eles. Ele realmente era um homem Irrespons¨¢vel. Na hora em que sua esposa mais precisava dele, ele, o marido d, n?o s¨® n?o ajudou,o ainda criou mais problemas. Se os amigos d tinham tanta raiva dele, d¨¢ para Imaginar o quanto Ca detestava esse marido, ¡°Lucas Bento Os tr¨ºs ignoraram Marco Ant?niopletamente. Ele teve que chamar a aten??o para a sua presen?a, ¡°Ca, esses s?o seus amigos?¡± Ca, ¡°¡­¡± Que droga, havia se esquecido de que Marco Ant?nio ainda estava ali, depois da confus?o que Jean e Maria causaram. Ele tinha ouvido tudo sobre a vida privada d. Maria finalmente olhou para Marco Ant?nio e ficou instantaneamente animada, ¡°Uau, gato, a gente j¨¢ se encontrou em algum lugar? Carlita, ele n?o ¨¦ o Lucas Bento, ¨¦? Se for ele, n?o se divorcie. Um homem t?o lindo, mesmo que ele n?o fa?a nada, j¨¢ vale a pena s¨® para mostrar por a¨ª.¡± Marco Ant?nio, ¡°¡­¡± Ca rapidamente interveio quando Mariae?ou a se animar o bonit?o, e apresentou¨Co de forma constrangida, ¡°ele ¨¦ meu chefe, o CEO do Grupo Ant?nio, Marco Ant?nio. Diretor Ant?nio, ¨¦ a Maria, e ele ¨¦ o Jean, s?o meus amigos de infancia.¡± Jean tamb¨¦m achou que conhecia aquele homem de algum lugar. Depois de olhar para ele por alguns momentos, ele se lembrou, ¡°Diretor Ant?nio, n¨®s j¨¢ nos encontramos?¡± Sem alterar a express?o no rosto, Marco Ant?nio respondeu, ¡°Hmm, sim, uma vez eu fui procurar a Ca e encontrei voc¨ºs dois, mas voc¨ºs n?o me deixaram entrar.¡± Ouvindo¨Cos fr a**im, Maria tamb¨¦m se lembrou, ¡°Ah, sim, mas hoje o Diretor Ant?nio est¨¢ ainda mais bonito.¡± Ca, ¡°Quando foi isso? Como eu n?o sabia?¡± Marco Ant?nio a interrompeu, ¡°Ouvi dizer que voc¨ºs v?o jantar. N?o se importam se eu for junto, n¨¦?¡± Com um homem t?o bonito ¨¤ mesa, aida pareceria ainda melhor. Maria estava super empolgada, ¡°ro que n?o, pode vir,¡± Ca e Jean, ¡°Calma, calma, Maria¡­¡± Maria estava concentrada no rosto bonito de Marco Ant?nio e n?o estava prestando aten??o em Ca e Jean, ¡°Diretor Ant?nio, o que voc¨º querer?¡± Marco Ant?nio, ¡°Euo qualquer coisa.¡± Maria, ¡°Churrasco?¡± Marco Ant?nio, ¡°Por mim, tudo bem.¡± Ca, ¡°¡­¡± Ele n?o era o cara que n?oiaida gordurosa? E tamb¨¦m, normalmente, se uma mulher olha**e para ele por mais de dois segundos, ele fazia uma cara de nojo. Mas hoje ele estava de bom humor, respondendo todas as perguntas da Maria. ava acontecendo ele hoje? que Ca pudesse entender, um vento frio soprou. , vestida seu uniforme de trabalho, sentiu m cfrio. Jean rapidamente tirou seu casaco grosso e colocou sobre , ¡°Est¨¢ fr¨ªo, vamos entrar no carro e decidimos ondeer.¡± Ca esfregou o nariz vermelho de frio, ¡°Jean, seu casaco tem cheiro de suor, quando foi a ¨²ltima vez que Voc¨ºvou?¡± Jean a encarou, ¡°Se voc¨º n?o quer, me devolve e fica a¨ª no frio.¡± Ca rapidamente se enrolou no casaco e disse sorrindo, ¡°Pode at¨¦ ter um cheiro, mas isso n?o afeta o qu?o quente ele ¨¦.¡± Cap铆tulo 103 Cap¨ªtulo 103 Cap¨ªtulo 103 ria tanto prazer, um sorriso que vinha do cora??o,pletamente diferente do sorriso padr?o que usava no trabalho. Marco Ant?nio estava louco para arrancar o casaco de Jean e envolver Ca o seu pr¨®prio, mas a raz?o o fez contrr¨Cse. Ver outro homem prestando aten??o em sua mulher e n?o poder fazer nada era intensamente desconfort¨¢vel. Maria perguntou, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º dirigiu at¨¦ aqui??¡± Bruno estava esperando no carro aodo, Marco Ant?nio bn?ou a cabe?a, ¡°N?o sou.¡± Maria disse, ¡°Se voc¨º n?o se importa, pode vir no nosso carro.¡± O carro de Marco Ant?nio era no m¨ªnimo um milh?o, Ca estava preocupada que ele n?o estivesse acostumado, ¡°Diretor Ant?nio, talvez seja melhor esperar o motorista vir busc¨¢¨Clo.¡± ¡°N?o precisa.¡± Marco Ant?nio foi o primeiro a entrar no carro de Jean, escolheu o banco do pa**ageiro, evitando que Ca senta**e aodo de Jean. N?velDrama.Org owns this. Maria tamb¨¦m subiu no carro, Ca rapidamente a agarrou e disse baixinho, ¡°Maria, ele ¨¦ o Marco Ant?nio, ele ¨¦ casado, tome cuidado o que diz.¡± Maria n?o se importava, ¡°N?o ¨¦ da minha conta se ele se casar, e n?o quero ser amante. S¨® estou querendo conversar um pouco um homem atraente para dar algum tempero ¨¤ minha vida mon¨®tona.¡± Ca disse, ¡°Este homem n?o ¨¦ t?o f¨¢cil de lidar quanto parece.¡± ¡°Acho que ele ¨¦ muito legal e tem uma boa atitude para pessoasunso n¨®s.¡± Enquanto conversava Ca, os olhos de Maria ainda estavam em Marco Ant?nio, ¡°Este homem ¨¦ excelente, tanto em apar¨ºnciao em f¨ªsico, muito melhor do que as estrs do meu imagin¨¢rio.¡± Ca disse, ¡°Menina, voc¨º est¨¢ perdida.¡± Maria disse, ¡°Carlita, voc¨º consegu¨¦ manter a calma estando todos os dias um homem t?o bonito a**im? Se eu fosse voc¨º, j¨¢ estarj¨¢ dando um jeito de conquist¨¢¨Clo.¡± Ca rapidamente cobriu a boca de Maria, ¡°Pare de fr, por favor, tenha um pouco depostura, eu ainda tenho que trabalhar amanh?.¡± ¡°Ah, eu gostaria de ter, mas n?o consigo.¡± Maria entrou no carro e pa**ou o caminho todo tentando puxar a**unto Marco Antonio. Por ser amiga de Ca, Marco Ant?nio n?o a ignorou porpleto, mas suas respostas eram bem superficiais, Carl¨¢ ouviu muitos ¡°hmms¡°. Maria n?o se deu por vencida, mesmo a indiferen?a dele, e continuou perguntando, ¡°Diretor Ant?nio, ouvi dizer que voc¨º ¨¦ casado?¡± Ao ouvir Maria tocar neste a**unto delicado, Ca sentiu que algo ruim estava por vir, Marco Ant?nio certamente ficaria bravo. Entretanto, a raiva que Ca esperava n?o apareceu, Marco Ant?nio disse calmamente sua voz agrad¨¢vel, ¡°Sim, eu sou casado, minha esposa ¨¦ uma boa mulher. Eu a mal¨Centendi antes, e isso criou uma distancia entre n¨®s. Estou tentando consertar, n?o sei se vai me perdoar?¡± Ele se virou para Ca, ¡°Ca, se fosse voc¨º, me perdoaria?¡± pressou em responder: ¡°ro que perdoaria. Voc¨º ¨¦ t?o bonito, o que ¨¦ um mal¨Centendido? Voc¨º tivesse um monte de amantes, eu ainda te perdoaria.¡± Ant¨®nion?ou¨Clhe um olhar, Maria de repente sentiu um arrepio, esse homem parecia um pouco Bustedor. Ele olhou para Ca novamente, ramente querendo uma resposta. Ca pretendia escorregar p quest?o. pensou em suas pr¨®prias experi¨ºncias, nos rumores das quatro grandes fam¨ªlias sobre a infidelidade de sua esposa, este a**unto j¨¢ havia se tornado p¨²blico, o dano estava feito, e ainda a**im ele dizia que era apenas um mal¨Centendido. ¡°Um simples ¡®mal¨Centendido¡® pode resolver tudo? Voc¨º j¨¢ parou pra pensar no que sua esposa pa**ou todo esse tempo? Ca certamente n?o perdoaria, mas n?o tinha certeza da profundidade do amor entre eles, ¡°O Diretor Ant?nio desconfiou d, no final das contas, n?o confiava o suficiente n. Espalhar coisas ainda n?o confirmadas ¨¦ a segunda vez que a machuca. Se sua senhora vai te perdoar, voc¨º deveria perguntar a , o que dissermos n?o importa.¡° Cap铆tulo 104 Cap¨ªtulo 104 Cap¨ªtulo 104 disse que n?o conta, ent?o quem tem o direito de decidir? Ca n?o queria responder, Marco Ant?nio provavelmente poderia adivinhar o que estava pensando, mas ele insistia que respondesse pessoalmente, ¡°Estou perguntando a voc¨º agora.¡± Jean n?o gostava que sua amiga fosse ¡°intimidado por outros, ele olhou para Marco Ant?nio dedo, ¡°Diretor Ant?nio, se sua esposa vai te perdoar ou n?o, voc¨º tem que perguntar a , minha Carlita realmente n?o conta.¡± ¡°Sua Carlita?¡± Os olhos severos de Marco Ant?nio por tr¨¢s das lentes de prata. Quando Ca, esposa dele, se tornou de outra pessoa? Alguns inimigos, apenas entre os homens, s?o vis¨ªveis, Jean percebeu de imediato que este homem chamado Marco Ant?nio era uma amea?a, ¡°Sim, minha Carlita, nos conhecemos desde pequenos,¡± Maria, que estava confusa p beleza do Marco, n?o percebeu a tens?o entre os dois homens e retomou a conversa, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º quer sabero o apelido de Carlita surgiu?¡± Ca estava confusa por Maria, ¡°Maria, Diretor Ant?nio est¨¢ t?o ocupado, ele n?o tem tempo para ouvir essas coisas.¡± No entanto, Marco Ant?nio estava muito interessado, ele estava interessado em tudo sobre Ca, ¡°Vamos ouvir.¡± ¡°Maria, se voc¨º n?o fechar a boca, vou te punir quando voltarmos para casa.¡± Ca amea?ou, se Maria continua**e fndo, Marco Ant?nio saberia todas as hist¨®rias embara?osas de sua infancia. Maria se apoiou em Ca, ¡°Eu adoraria ser punida por voc¨º, mas al¨¦m de me bater algumas vezes, o que mais voc¨º poderia fazer?¡­ Mas n¨®s podemos sair e nos divertir juntas.¡± Ca rapidamente cobriu a boca d¡­ Maria nunca teve um namorado, mas era muito ousada as pvras, n?o havia nada que n?o ousa**e dizer. Normalmente, quando os tr¨ºs estavam juntos, era inofensivo fazer uma piada, mas agora Marco Ant?nio estava presente. Jean propositalmente disse, ¡°Ouvi dizer que o Bar de Mode tem alguns novatos, eu poderia levar voc¨ºs dois para se divertirem em algum dia.¡± Esses dois enlouqueceram hoje? Ca rapidamente interrompeu, ¡°Jean, decida qual churrascaria vamos para que eu possa fazer uma reserva.¡± ¡°Aqu que sempre vamos, est¨¢ logo ali na frente. Estamos quase l¨¢.¡± Jean estacionou o carro na estrada em frente ¨¤ churrascaria, pedindo¨Clhes que sa¨ªssem primeiro enquanto ele procurava um lugar para estacionar. Mesmo antes de entrarem na loja, eles podiam sentir o forte cheiro de churrasco, Ca olhou para Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º consegueer isso?¡± Marco Ant?nio, ¡°Se voc¨º podeer, por que eu n?o posso?¡± Ca, ¡°¡­¡­¡± Ok,o se n?o tivesse perguntado. Os tr¨ºs entraram na loja, perdendo a hora do rush, n?o havia muitos clientes na loja agora, Ca escolheu ere onto no canto um banco, limpou¨Co um len?o de papel uma e outra vez, certificando¨Cse de que estava de dizer a Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, sente¨Cse primeiro.¡± Antonio realmente se sentou Ca se sentou ¨¤ esquerda dele e, vendo a toalha quente que o Depois de limpar as m?os, Cae?ou a pedir. sabia que Marco Ant?nio n?o podiaer alimentos gordurosos, ent?o nejou pedir algo leve. Quando estava prestes a pedir, Jean chegou, ¡°Qual ¨¦ o sentido de pedir alimentos leves quando estamosendo churrasco?¡± Ca disse, ¡®Jean, Diretor Ant?nio n?o podeer alimentos gordurosos, ent?o vamos pedir algo leve.¡± Jean olhou para Marco Ant?nio um desafio nos olhos, ¡°Se o Diretor Ant?nio realmente n?o pode comerida gordurosa, talvez deva escolher alguns pratos leves para panhar a churrasco.¡± As duas pvras que um homem n?o consegue aceitar s?o ¡°n?o pode¡°, e Marco Ant?nio n?o foi exce??o, ¡°O que voc¨ºsem, euo.¡° Cap铆tulo 105 Cap¨ªtulo 105 Cap¨ªtulo 105 Carle queria Intervir, mas Jean fol mais r¨¢pido, pediu aida rapidamente e depois pediu os pratos que postavam. Depois de pedir, pa**ou o card¨¢pio para Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, veja o que voc¨º gostaria de comer?¡± Ca estendeu a m?o para pegar, mas Jean n?o deu, ¡°Eu j¨¢ pedi o que voc¨º gosta, deixe o Diretor Ant¨®nio ver o que ele gosta.¡± Marco Ant?nio era muito exigente, n?o¨ªa isso, n?oia aquilo, o restaurante s¨® tinha alguns pratos, ele olhou o card¨¢pio inteiro e n?o achou nada que gosta**e. Ele colocou o card¨¢pio dedo, e disse novamente, ¡°O que Cae, euo.¡± Afinal, ele n?o estava paraer, s¨® queria conhecer mais sobre . Jean sorriu, ¡°Eu pedi muitos pratos, Diretor Ant?nio, n?o seja t¨ªmido.¡± Depois de pedir aida, o gar?om trouxe os temperos, j¨¢ que eles eram clientes frequentes, o gar?om conhecia bem todos eles, todos os temperos tinham coentro, que eles adoravam. Essaida era que Marco Ant?nio definitivamente n?o tocava, Ca disse ao gar?om, ¡°Por favor, traga um tempero sem coentro.¡± Jean disse, ¡°Ele n?o disse quee o que voc¨ºe? Se mudar o tempero, n?o ser¨¢ o mesmo que o seu.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°N?o precisa mudar, eu vouer este.¡± ¡°Ok, vou fazero voc¨ºs disserem.¡± O gar?om n?o p?de deixar de olhar para Marco Ant?nio mais algumas vezes, ¡°Srta. Barcelo, seu namorado ¨¦ muito bonito, voc¨ºs formam um belo casal.¡± Ca estava prestes a explicar, mas Jean foi mais r¨¢pido, ¡°Este homem ¨¦ casado,o poderia ser o namorado da minha Carlita, n?o fale bobagem.¡± Ca tamb¨¦m se explicou, ¡°Ele ¨¦ o meu chefe, n?o o meu namorado.¡± Por algum motivo, sempre eram confundidoso um casal por estranhos. olhou discretamente para a rea??o de Marco Ant?nio, desta vez ele parecia n?o se importar, mas quem sabe o que ele estava pensando. N?o demorou muito para aida chegar, Jean,o sempre, preparou aida para Ca e Maria primeiro. Normalmente, Ca e Maria s¨® precisavamer, mas hoje Ca tamb¨¦m tinha que cuidar de Marco Ant?nio. Ca perguntou, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º querer este peda?o de carne gorda?¡± Antes que Marco Ant?nio pudesse responder, Jean se antecipou e disse, ¡°Carlita, voc¨º est¨¢ subestimando o Diretor Ant?nio,o ele n?o poderiaer essa carne gorda?¡± Com Jean dizendo isso,o Marco Ant?nio poderia admitir a derrota? Al¨¦m disso, todos os pratos no prato foram escolhidos por Ca, era a primeira vez que preparava aida para ele. EleContent ? provided by N?velDrama.Org. pegou a carne o garfo eeu um peda?o atr¨¢s do outro, cada mordida de carne e os v¨¢rios sabores estranhos estavam fortemente estimndo suas paps gustativas, ele queria cuspir, mas manteve uma express?o impa**¨ªvel. todos pensarem que ele podiaer. continuou, ¡°Se o Diretor Ant?nio podeer, ent?o ele deveer mais.¡± ndo que ele podiaer, Ca continuou a preparar aida para ele, aida gordurosa entrando¡® am seu est?mago, fazendo o est?mago de Marco Ant?nio revirar, mas ele continuava calmoo mpre Carlita, voc¨º tamb¨¦m deveer um pouco.¡± Jean colocou mais carne no prato de Ca. Marco Ant?nio tamb¨¦m n?o ficou para tr¨¢s, tamb¨¦m pegouida e colocou no prato de Ca, Ca estava quase desesperada, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º podeer sozinho, n?o se preocupeigo.¡± O grande l¨ªder do Grupo Ant?nio estava realmente preparando aida para , Ca estava preocupada que isso pudesse trazer m¨¢ sorte para . Cap铆tulo 106 Cap¨ªtulo 106 Capitulo 106 Antonio n?o se importava nem um pouco, parecia estarpetindo Jean, preparando pare o outro. O prato de Ca acumvaida t?o r¨¢pido que mal conseguiaer. ephave oa d estranhos, mas n?o conseguia dizer exatamente por qu¨¦. Content ? provided by N?velDrama.Org. Jean diase, todo orgulhoso: ¡°Cuido da minha Carlita h¨¢ mais de vinte anos. Nosso amor ¨¦ profundo 6 algo que se possapetir s¨® alguma carne.¡± Ca quase se engasgou essa dera??o. Jeane Maria eram amigos de infancia, e Marco Ant?nio era seu patr?o. ro, o v¨ªnculo entre os tr¨ºs era mais forte, mas ele n?o deveria ter dito isso na frente de Marco Ant?nio. Ca deu um cutuc?o em Jean, que percebeu que tinha ido longe demais ee?ou a servirida no prato de Maria: ¡°Maria,a mais, encha a barriga.¡± Maria, que tinha sido ignorada por um tempo, fez um bico: ¡°Voc¨º finalmente se lembrou de mim?¡± Eles terminaram a refei??o em um clima tenso. Depois do jantar, Ca pediu a Jean para levar Maria para casa em seu carro, enquanto panhava Marco Ant?nio at¨¦ a rua. ¡°Diretor Ant?nio, se meus amigos ofenderam voc¨º de alguma forma esta noite, pe?o que n?o leve a mal.¡± Marco Ant?nio olhou para : ¡°Se voc¨º responder ¨¤ minha pergunta de forma s¨¦ria, eu n?o vou levar a mal. Ca estava confusa: ¡°Que pergunta?¡± Marco Ant?nio n?o se importou em perguntar novamente: ¡°Se voc¨º fosse minha esposa, me perdoaria?¡± Ca tinha quase esquecido dessa quest?o. Surpresa que ele pergunta**e novamente, pensou por um momento antes de responder: ¡°Se fosse eu, talvez eu n?o perdoa**e. Mas depende da situa??o espec¨ªfica. Quando disse que dependia da situa??o especifica, Marco Ant?nio entendeu que essa era uma resposta official. Ele tentou uma abordagem diferente: ¡°Hoje ouvi voc¨ºs fndo sobre seu marido. Ele parece n?o ser bom para voc¨º. Al¨¦m disso, ele n?o concorda o div¨®rcio. O que voc¨º pretende fazer?¡± Ca realmente n?o queria discutir sua vida pessoal ele. ¡°Diretor Ant?nio, posso me abster de responder perguntas que n?o tem nada a ver o trabalho?¡± Marco Ant?nio riu desamparadamente: ¡°Estou te a**ustando tanto a**im?¡± Ca bn?ou a cabe?a: ¡°N?o ¨¦ medo, apenas acho que ¨¦ melhor manter a vida profissional e pessoal separadas.¡± Bem, manter a vida profissional e pessoal separadas. Parecia que entrar em sua vida pessoal n?o seria f¨¢cil. ¡°Carlita, vamos!¡± Jean j¨¢ estava no carro, buzinando para apress¨¢. ¡°At¨¦ amanh?, Diretor Ant?nio!¡± Ca entrou no carro e, depois que a porta foi fechada, deu um soco em Jean e Maria. ¡°O que deu em voc¨ºs hoje? Principalmente voc¨º, Jean. Voc¨º est¨¢ tentando me fazer perder a emprego?¡± Jean respondeu de maneira aborrecida: ¡°Eu n?o sei por qu¨º, mas sinto que ele tem m¨¢s inten??es para voc¨º. Parece que ele quer tirar voc¨º de n¨®s.¡± voc¨º est¨¢ pensando pior.¡± Maria, sempre a superficial, julgava as pessoas apenas p apar¨ºncia. Marco Ant?nio, oandante do Grupo Ant?nio. Ele ¨¦ rico, atraente e tem um ¨®timo f¨ªsico. Voc¨º quantas mulheres estariam felizes se ele tivesse qualquer inten??o s? Se ele tiver alguma ten??o voc¨º, isso significa o qu¨º? Significa que nossa Carlita tamb¨¦m ¨¦ incr¨ªvel.¡± Carlita, voc¨º tem ideia deo voc¨º e seu Diretor Ant?nio ficam juntos?¡± Maria estava cada vez mais animada. ¡°Esta noite, eu imaginei in¨²meros cen¨¢rios de voc¨ºs dois juntos. N?o apenas cenas picantes no escrit¨®rio, mas em todos os tipos de lugares!¡± ¡°N?o fale bobagens!¡± Ca ficou vermelha. ¡°Marco Ant?nio ¨¦ um excelente chefe, um verdadeiro cavalheiro. Ele nunca agiu de forma inadequadaigo.¡± ¡°Se ele n?o fosse casado, seria t?o bom.¡± Maria suspirou, ¡°Com a apar¨ºncia de voc¨ºs dois, eu poderia imaginar um romance proibido.¡± ¡°Por favor, pare isso.¡± Ca n?o quis dar b para , olhou para fora da jan do carro, mas n?o conseguiu evitar de imaginar algumas cenas de Marco Ant?nio a esposa. A forma fisica de Marco Ant?nio realmente era impressionante. Na ¨²ltima vez qu¨¨ dormiu na casa dele, viuo ele era sem roupa. Aqu barriga tanquinho era t?o bonita que dava vontade de tocar. A esposa dele deve ser muito feliz em sua vida de ¡®noit Cap铆tulo 107 Cap¨ªtulo 107 Capitulo 107 a n?o sabia que Marco Ant?nio estava seguindo o carro deles em todo o tempo. ndo chegaram seguros ¨¤unidade, Marco Ant?nio deu outra instru??o a Bruno: ¡°V¨¢ para o Vista Alegre Bruno respondeu: ¡°Tudo bem Ent?o Marco Ant?nio perguntou: ¡°O que ¨¦ o Bar de Mode? Bruno disse: ¡°Vou verificar agora mesmo.¡± ¡°N?o precisa¡°, disse Marco Ant?nio, pegando o celr e enviando uma mensagem para Leonardo: ¡°O que ¨¦ o Bar de Mode?* Logo depois de enviar a mensagem, ele recebeu uma resposta de Leonardo: ¡®Marco, n?o te vi namorando todos esses anos, voc¨º n?o estaria interessado em homens, estaria?¡± Marco Antonio franziu a testa. ¡°Ah, ro que n?o.¡± Leonardo respondeu novamente: ¡°Voc¨º deveria estar interessado em lugares muitas mulheres, n?o em um lugaro o Bar de Mode.¡± Ele digitou mais algumas pvras: ¡°Seja mais espec¨ªfico.¡± Leonardo disse: ¡°Para ser simp¨¢tico, o Bar de Mode ¨¦ um local de consumo feminino. Para ser mais direto, ¨¨ a loja mais famosa de Salvador para modelos masculinos. Voc¨º, um homem, de repente interessado nesse tipo de lugar,o eu n?o poderia questionar sua orienta??o sexual?¡± Uma loja de modelos masculinos? Ca frequentava esse tipo de lugar para se divertir? C¨°ntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org A express?o de Marco Ant?nio escureceu e ele jogou o celr dedo irrita??o. A viagem de Salvador at¨¦ o Jardim Vista Alegre demoraria algumas horas. Marco Ant?nio j¨¢ havia preparado tudo para a av¨® L¨ªdia e n?o precisava estar l¨¢. Ele veio correndo durante a noite, em primeiro lugar, para a**egurar a av¨® L¨ªdia sobre sua doen?a e, segundo lugar, para esperar que a av¨® L¨ªdia n?o interferisse em seu casamento Ca. em Quando chegaram ao Jardim Vista Alegre, j¨¢ era tarde e as duas senhoras j¨¢ estavam descansando. Marco Ant?nio descansou por duas horas no quarto de h¨®spedes, acordou cedo e sentou¨Cse ¨¤ mesa do caf¨¦ da manh? esperando por el¨¢s. Os idosos geralmente acordam cedo por causa do sono ruim. Pouco depois das seis da manh?, as duas senhoras j¨¢ estavam de p¨¦ a ajuda do mordomo e da enfermeira. Ao ver que Marco Ant?nio tamb¨¦m estava l¨¢, as duas senhoras ficaram surpresas. A av¨® Luisa foi a primeira a fr: ¡°Seu moleque, voc¨º veio aqui para me irritar de novo?¡± Marco Ant?nio se levantou, cumprimentou as duas senhoras e disse: ¡°Eu vim para ver se a av¨® Luisa est¨¢ se adaptando ao Jardim Vista Alegre.¡± Av¨® Luisa respondeu: ¡°Quem te pediu para vir? V¨¢ embora, ningu¨¦m aqui te d¨¢ as boas¨Cvindas.¡± Av¨® L¨ªdia era uma pessoa perspicaz e sabia que oo e oo estavam encenando um drama. Mas mesmo que fosse um drama, n?o importava, pelo menos a atitude deles est¨¢ aqui. disse: ¡°Lucas Bento, eu entendo suas inten??es. Eu concordei em vir para o Jardim Vista Alegre para te que posao eaquecer o qu tes. Mas tamb¨¦m quero deixar ro minha posi??o agora ou n?o se divorciar de voc¨º, e quem decide Antonio, seu fisico, apar¨ºncia e maneiras, era muito agrad¨¢vel para a av¨® Lidia. Se os dois m continuar juntos, ficaria feliz em ver do deve ser feito de acordo a vontade de Ca. Cap铆tulo 108 Cap¨ªtulo 108 Capitulo 108 Obrigado pelo apoio, vo Lidia! A partir de agora, voc¨º pode ficar aqui e se recuperar, n?o precisa se ocupar a Ca, eu vou cuidar d.¡± Marco Ant?nio, o apoio da v¨® Lidia, finalmente se sentiu aliviado. Voc¨º n?o pode deixar isso pa**ar t?o facilmente.¡± Disse vo Luisa. V6 Lidia sorriu, ¡°O que dizemos n?o importa, melhor deixar as crian?as resolverem seus pr¨®prios problemas. N?o temos muitos anos p frente, n?o precisamos nos preocupar tanto.¡± ¡°Est¨¢ bem, vamos nos abster.¡± Vo Luisa disse a Marco Ant?nio: ¡°Mas se voc¨º ousar fazer qualquer coisa para machucar a Carlita, eu serei a primeira a n?o perdo¨¢¨Clo.¡± ¡°N?o se preocupem, isso n?o vai acontecer de novo.¡± Depois de se despedir das duas senhoras, Marco Ant?nio voltou imediatamente para Salvador. No caminho de volta, Bruno percebeu que Marco Ant?nio n?o estava bem, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º n?o est¨¢ uma boa apar¨ºncia, o que est¨¢ acontecendo?¡± Marco Ant?nio pressionou o est?mago e fechou os olhos, encostando¨Cse ao a**ento, ¡°Est¨¢ tudo bem, v¨¢ direto para o aeroporto.¡± Bruno n?o perguntou mais, mas discretamente entrou em contato a Dra. Elisa. Depois de descansar por uma noite, Ca foi ao aeroporto logo cedo, pois teria que voar para a capital Marco Ant?nio para participar da Confer¨ºncia Global de Tologia 3033. Esta confer¨ºncia era muito importante para o desenvolvimento de chips do Grupo Ant?nio, sendo uma prioridade para Marco Ant?nio e para a equipe de desenvolvimento. Para surpresa de Ca, o sempre pontual Marco Ant?nio quase chegou atrasado, aparecendo apenas no ¨²ltimo minuto antes do embarque. Vendo que ele n?o estava bem, Ca pediu imediatamente um copo de ¨¢gua quente para a aeromo?a, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º n?o parece bem, tome um pouco de ¨¢gua.¡± ¡°Obrigado!¡± Marco Ant?nio pegou o copo de ¨¢gua, mas n?o bebeu, apenas olhou fixamente para sem dizer uma pvra. Ca instintivamente tocou o rosto, ¡°Diretor Ant?nio, h¨¢ algo no meu rosto?¡°. ¡°N?o.¡± Ele s¨® queria olhar para , n?o ¨¦ crime olhar para a pr¨®pria esposa, ¨¦? ¡°Se n?o tem nada, ent?o pare de me olhar.¡± n?o tinha nada no rosto, ent?o por que ele estava olhando para a**im? Isso estava deixando¨Ca nervosa. Content ? provided by N?velDrama.Org. ¡°Como?¡± Marco Ant?nio riu, ¡°Como seu chefe, n?o posso olhar para a minha a**istente?¡± Ca ficou sem pvras. Bem, ele era seu chefe, o homem que pagava seu sal¨¢rio. Se ele queria olhar, que olha**e, ele n?o iria engoli. Enquanto pensava nisso, ouviu novamente a voz suave de Marco Ant?nio, ¡°N?o precisa ser t?o formal comigo.¡± Qa n?o entendeu por que ele disse isso de repente, levantou a cabe?a rapidamente e encontrou seu olhar novamente. Ele tinha um olhar predat¨®rio,o um animal feroz pronto para devor¨¢, Ca instintivamente se You dele, ¡°Diretor Ant?nio¡± Wendo o medo em seu rosto, Marco Ant?nio, desapontado, desviou o olhar, bebeu a ¨¢gua e fechou os olhos, encostando¨Cse ao a**ento para descansar. Ca tamb¨¦m fechou os olhos, nejando tirar uma soneca durante o voo. Enquanto cochva, ouviu¨Co dizer: ¡°Seja mais ¨¤ vontade, n?o precisa ser t?o formal ao meu redor.¡± ¡°Hmm.¡± Ca respondeu sonolenta, e continuou dormind Cap铆tulo 109 Cap¨ªtulo 109 Cap¨ªtulo 109 n?o tinha ideia de que os olhos de Marco Ant?nio estavam sempre n. Quando o cobertor escorregou de seu corpo, ele delicadamente o recolocou. Cerca de duas horas depois, o grupo chegou ¨¤ capital e foi direto para o Hotel P?r do Sol ¨C um estabelecimento de luxo na cidade, quebinava neg¨®cios ezer. O time da Empresa Ant?nio alugou cinco vs. Ca e Mario ficaram na mesma v que Marco Ant?nio. A v tinha tr¨ºs andares, Marco Ant?nio no ¨²ltimo, e Ca e Mario cada um um quarto no segundo andar. Assim que Ca deixou suas ms no quarto, recebeu uma liga??o de Marco Ant?nio. ¡°Ca, arrume suas coisas. Vamos visitar algu¨¦m.¡± ¡°Diretor Ant?nio, quem vamos visitar? Preciso preparar algum material?¡± Todos os participantes do evento eram figur?es do setor, e todas as reuni?es de lideran?a estavam agendadas. N?o havia nada no itiner¨¢rio. de Marco Ant?nio para aquele dia. ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio. Vamos apenas almo?ar.¡± ¡°Entendi.¡± Ca se arrumou rapidamente e, a**im que abriu a porta para sair, l¨¢ estava Marco Ant?nio esperando por . Ele estava l¨¢, esperando por , uma simples a**istente. Ca estava a**ustada. ¡°Desculpe, Diretor Ant?nio! N?o quis atras¨¢¨Clo.¡± Marco Ant?nio chamou seu nome de forma suave. ¡°Ca.¡±N?velDrama.Org owns this. ¡°Diretor Ant?nio, pode mandar.¡± ¡°Vou visitar um velho amigo. Ele ¨¦o um guia na minha vida, muito importante para mim. Ele est¨¢ muito doente e n?o deve ter muito tempo de vida. Me disse que seu maior desejo era que eu leva**e minha esposa para v¨º¨Clo, para que pudesse ver minha felicidade no casamento. Acho que voc¨º sabe, minha esposa e eu tivemos alguns desentendimentos recentemente, ainda est¨¢ chateadaigo. Ent?o, eu quero que voc¨º finja ser minha esposa, para realizar seu desejo.¡± ¡°Diretor Ant?nio, eu¡­.¡± Antes que Ca pudesse terminar de recusar, Marco Ant?nio a interrompeu. ¡°ro, se voc¨º n?o quiser, pode recusar. De qualquer forma, ele nunca conheceu minha esposa, ent?o voc¨º tamb¨¦m pode encontrar outra mulher para fingir ser .¡± Ca entendeu o que ele queria dizer. Ou fingia ser a esposa, ou encontrava outra mulher para faz¨º¨Clo. De qualquer maneira, n?o poderia se livrar disso. Em vez de procurar outra mulher sem dire??o, Ca decidiu que seria mais f¨¢cil fazer o papel mesma. ¡°Diretor Ant?nio, eu vou. Precisoprar algum presente?¡± ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio. Sua presen?a j¨¢ vai deix¨¢¨Clo feliz.¡± Marco Ant?nio conduziu Ca para o carro de luxo que esperava dodo de fora da v. No carro, o motorista enviado pelo amigo estava l¨¢. N?o era apropriado fr de trabalho, e eles n?o tinham outros t¨®picos para conversar. Ent?o, ficaram em sil¨ºncio durante a viagem. Uma hora depois, chegaram a um bairro antigo de vs na capital ¨C um lugar onde nem mesmo o dinheiro poderiaprar uma casa. O carro entrou no p¨¢tio de uma casa. Quando sa¨ªram, Marco Ant?nio naturalmente pegou a m?o de Ca. tentou se soltar, a**ustada, mas n?o conseguiu. ¡°Diretor Ant?nio, isso n?o ¨¦ apropriado.¡± No segurou firmemente sua m?o. ¡®Desculpe, mas preciso da sua ajuda. N?o podemos deixar nco descubra¡± Branco?¡± Ca perguntou, confusa. Ant?nio explicou pacientemente, *Sim, meu bom amigo tem noventa e dois anos este ano, por isso o chamo de vovo Branco. Ele ¨¦ um velhinho muito esperto, se dermos qualquer vacilo, ele vai perceber.¡± J¨¢ que ele disse a**im e j¨¢ tinha concordado em fingir ser sua esposa, deveria fazer bem esse papel. Ca n?o resistiu mais, deixou¨Co segurar sua m?o e conduzi. Sua m?o era grossa e quente, capaz de envolverpletamente a m?o d, fazendo¨Ca sentir menos frio neste inverno rigoroso. ¡°Marco, finalmente voc¨º apareceu.¡± Um velhinho de cabelos brancos veio at¨¦ eles um sorriso no rosto, ¡°N?o precisa nem dizer, deve ser sua esposa, certo? Eu sempre me perguntei, que tipo de mulher poderia estar ao seudo e n?o ser ofuscada por voc¨º, finalmente hoje eu vi. Cap铆tulo 110 Cap¨ªtulo 110 Capitulo 110 Ant?nio, segurando Ca e vov? Branco, agradeceu, ¡°Obrigado pelos elogios, vov¨® Branco. Esta ¨¦ esposa, Ca: Ca, este ¨¦ o vovo Branco, um grande amigo e mentor para mim.¡± Apesar da grande diferen?a de idade entre eles, a amizade quepartilhavam era realmente admir¨¢vel. Diante dessa amizade extraordin¨¢ria, a vergonha que Ca sentia por estar de m?os dadas Marco Ant?nio desapareceu, e disse, docemente, ¡®Ol¨¢, vovo Branco!¡± Content ? provided by N?velDrama.Org. , pequena Ca, ¨¦ um prazer conhec¨º!¡± Vov? Branco, quase centen¨¢rio, achava que Ca, que era muito mais jovem que suaa, era uma crian?a, ¡°Se voc¨º n?o se importar um velhoo eu, ser¨¢ sempre bem¨Cvinda em minha casa.¡± ¡°¨¦ um prazer conhec¨º¨Clo tamb¨¦m!¡± Ca apertou a m?o de vov? Branco, que logo foi novamente envolvida p m?o de Marco Ant?nio. Ca pensou, ¡®mesmo que sejamos um casal de verdade, n?o precisamos estar sempre de m?os dadas, certo? Isso n?o parece for?ado?¡± Vov¨® Branco, vendo as m?os deles juntas, ficou muito feliz, ¡°Crian?as, est¨¢ frio l¨¢ fora. Vamos entrar e n?o pegar um resfriado.¡± Vov¨° Branco realmente gostava de Ca. Assim que entraram, ele entregou a uma caixa de presente que tinha preparado, ¡°Pequena Ca, este ¨¦ um presente para voc¨º. Desejo que voc¨º e seu marido tenham uma vida longa e feliz juntos!¡± Ca queria recusar, mas lembrou¨Cse de que estava interpretando a esposa do CEO e aceitou o presente em seu lugar, ¡°Obrigada, vov? Branco!¡± Vov? Branco disse, ¡°Abra e veja se voc¨º gosta. Se n?o gostar do presente, me diga do que voc¨º gosta e eu The darei.¡± Ca sentiu¨Cse envergonhada em abrir o presente destinado ¨¤ esposa do CEO en?ou um olhar de socorro para Marco Ant?nio. ¡°Se o vov? Branco est¨¢ pedindo para voc¨º abrir, abra. N?o precisa ficar envergonhada.¡± Marco Ant?nio pegou a caixa e abriu¨Ca. Dentro da caixa havia uma pulseira de jade brilhante e transl¨²cida. Ca podia ver que era extremamente valiosa, mas felizmente o presente n?o era realmente para , ¡°Obrigada, vov? Branco, eu realmente gosto.¡± Vov? Branco, sorrindo, disse, ¡°Ent?o coloque.¡± Ca pensou que seria ainda mais impr¨®prio se usa**e o presente destinado ¨¤ esposa do CEO. n?ou outro olhar de socorro para Marco Ant?nio. Mas Marco Ant?nio, em vez de ajud¨¢, pegou a pulseira e a colocou em seu pulso, a**entindo a cabe?a em satisfa??o, ¡°Hmm, fica ¨®timo em voc¨º.¡± Ca pensou, ¡°Da pr¨®xima vez que tiver que interpretar a esposa do CEO, vou contratar uma atriz profissional, n?o importa quanto tempo leve. Definitivamente n?o vou fazer isso eu mesma para economizar tempo.¡± ¡°Vamos, vamoser.¡± Vov? Branco os conduziu at¨¦ a cabana no quintal, onde havia uma mesa de churrasco. Sobre a mesa, havia uma garrafa de vinho aquecendo e v¨¢rios ingredientes prontos para serem grelhados. Comer churrasco e beber vinho ao redor de uma fogueira no inverno era realmente uma experi¨ºncia Ir para a universidade, Ca costumava pa**ar o Ano Novoendo churrasco e conversando ao redor de uma fogueira na s de estar. Agora que estava em Salvador para a universidade, irios anos que n?o pa**ava o Ano Novo a av¨® e, consequentemente, n?o pa**ava mais as momentos. Agora, quando se encontraram novamente, parecia que havia pa**ado um s¨¦culo. Vov? Branco, sempre caloroso, disse, ¡°Ca, somos apenas n¨®s tr¨¦s aqui hoje. Fa?a o que quiser para se sentir confort¨¢vel.¡± Vov? Branco era muito atencioso e se preocupava que o casal pudesse n?o se sentir ¨¤ vontade em sua casa. Ent?o, depois que os empregados prepararam o almo?o, ele os mandou Cap铆tulo 111 Cap¨ªtulo 111 Capitulo 111 em, eu tamb¨¦m n?o vou mais ser educada.¡± Ca tirou o casaco e enrolou as mangas, pronta para a**ar ae.. Para sua surpresa, Marco Ant?nio a**umiu a tarefa de a**ar a carne, pegando a pin?a e colocando as fatias de carne bovina na churrasqueira, uma a uma. ¡°Voc¨º sempre cuida de mim, hoje ¨¦ o seu dia de apenaser.¡± Ca protestou rapidamente: ¡°Diretor Ant?nio, Isso n?o ¨¦ certo.¡± ¡°Voc¨º ¨¦ minha esposa, por que n?o seria certo?¡± Marco Ant?nio interrompeu¨Ca rapidamente, e Ca pensou que ele estava preocupado que pudesse soltar alguma informa??o reais e n?o pensou muito no a**unto. Vov? Branco riu. ¡°Que apelido engra?ado voc¨ºs dois t¨ºm. Quem n?o os conhece pode pensar que ¨¦ sua subordinada.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. era apenas a**istente de Marco Ant?nio. Marco Ant?nio riu. ¡°Av? Branco, ¨¦ t¨ªmida, n?o fa?a piada.¡± N?velDrama.Org owns this text. ¡°J¨¢e?ou a proteger a esposa?¡± av? Branco levantou um copo de vinho e serviu tr¨ºs ta?as. ¡°Vamos brindar, desejando¨Clhes felicidade eterna.¡± Marco Ant?nio ergueu o copo. ¡°Obrigado pelos seus votos de felicidade.¡± Ca tamb¨¦m teve que erguer o copo. Depois de beber, Marco Ant?nio cortou a carne a**ada em peda?os e colocou primeiro nos pratos de Ca e av? Branco. J¨¢ que ele disse que s¨® precisavaer hoje, Ca n?o se acanhou ee?ou aer a carne com vontade. Av? Branco, j¨¢ de idade, normalmente n?oia muito, mas vendo Caer tanto gosto, seu apetite tamb¨¦m melhorou. Os tr¨ºs se sentaram em volta da churrasqueira,endo carne e bebendo vinho, conversando enquantoiam. Em sua conversa, Ca ouviu que Marco Ant?nio havia se perdido quando era crian?a e foi encontrado por av? Branco, que por acaso estava viajando a trabalho em Salvador. A amizade que ignora a diferen?a de idade de sessenta e quatro anose?ou a partir daquele momento. Desde ent?o, av? Br¨¢nco desempenhou um papel muito importante na vida de Marco Ant?nio. Ca tamb¨¦m descobriu que o ¨²nico filho de av? Branco morreu devido a uma doen?a no ano pa**ado, e que suaa, por estar ocupada o trabalho, s¨® conseguia visit¨¢¨Clo durante as f¨¦rias. Av? Branco disse um sorriso que entendia que sua filha estava ocupada o trabalho e n?o podia visit¨¢¨Clo frequ¨ºncia, mas Ca n?o p?de ignorar a tristeza em seus olhos quando ele disse isso. A av¨® de Ca ¨¦ sempre a**im. Toda vez que ligou, disse para se cuidar e n?o ficar muito cansada do trabalho. raramente mencionava que sente falta de Ca e pedia ir para casa. Quando os filhos crescerem, principalmente quando se casarem e tiverem seus pr¨®prios filhos, quanto tempo ter?o para pensar nos mais velhos da fam¨ªlia que ainda precisam de seus pr¨®prios cuidados? ¡°O que aconteceu?¡± A voz profunda de Marco Ant?nio trouxe Ca de volta ¨¤ realidade. sorriu. ¡°Nada, s¨® estava ouvindo voc¨ºs conversarem.¡± Antonio sabia que estava triste, mas n?o perguntou mais. Ele pegou o copo de vinho d e quo melo copo que restava. ¡°Voc¨º n?o deve beber mais.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Isso era apenas uma encena??o, Marco Ant?nio n?o precisava ser t?o realista, at¨¦ beber o vinho que havia bebido. Av? Branco riu. ¡°Eu n?o esperava ter a chance de v¨º¨Clo beber no lugar de outra pessoa.¡± Com um ar de naturalidade, Marco Ant?nio respondeu: ¡°Eu tenho que proteger minha pr¨®pria esposa, sen?o algu¨¦m pode lev¨¢. Certo?¡± Av? Branco disse: ¡°¨¦ muito bom que voc¨º tenha ess¨¤ consci¨ºncia. Ca, ainda t?o jovem, se casou com voc¨º ee?ou uma nova fam¨ªlia. Voc¨º realmente deve ser seu apoio mais s¨®lido, sempre protegendo¨Ca.¡± Cap铆tulo 112 Cap¨ªtulo 112 Cap¨ªtulo 112 Voc¨º est¨¢ fndo certo, realmente n?o cuidel do deveria fazer, fiz que sofresse muito e prometo que n?oeterel esse erro no futuro.¡± Marco Ant?nio disse, virando¨Cse para Ca, ¡°Desculpe!¡± Seu olhar era profundo e emba?ado, Ca suspeitou que ele estivesse b¨ºbado, e aquele ¡°desculpe¡± provavelmente era dirigido ¨¤ esposa dele. Ca queria dizer a ele para n?o se culpar tanto, o que aconteceu, aconteceu, e o casal deveria viver bem daqui para frente. Mas n?o era a esposa do CEO, n?o tinha pa**ado pelo que a esposa do CEO pa**ou, n?o sabia o que aconteceu entre eles, n?o tinha direito de dar conselhos. n?o disse nada, Marco Ant?nio deu um sorriso e levantou o copo para mais um vinho. Av? Branco disse, ¡°Marco, voc¨ºs parecem um pouco estranhos, brigaram antes de vir me ver?¡± Ca estremeceu ao ouvir isso, mas Marco Ant?nio reagiu r¨¢pido, ¡°Sim, brigamos. Se n?o fosse por voc¨º, provavelmente n?o estaria fndoigo hoje.¡± Av? Branco concordou, ¡°Eu percebi que voc¨ºs brigaram pelo jeito que estavam de m?os dadas. N?o tem casamento sem briga. Eu e minha esposa tamb¨¦m brig¨¢vamos sempre por causa das nossas diferen?as. Uma vez eu a fiz chorar. Ver suas l¨¢grimas me deixou muito triste, e desde ent?o eu jurei que nunca a faria chorar de novo, eu queria que fosse feliz para sempre. Eu tamb¨¦m prometi a que nunca a abandonaria, mas infelizmente me deixou primeiro.¡± Pensando em sua falecida esposa, av? Branco tamb¨¦m tinha l¨¢grimas nos olhos, ¡°Voc¨ºs dois n?o devem achar que s?o jovens e t¨ºm todo o tempo do mundo. Na verdade, a vida ¨¦ curta, e antes que voc¨º perceba, d¨¦cadas se pa**aram. Voc¨ºs devem valorizar cada dia juntos.¡± Marco Ant?nio concordou, ¡°Eu vou.¡± Ca tamb¨¦m acenou a cabe?a, de repente pensou em seu marido de nome, Lucas Bento. Porque esse casamento parecia que nunca tinha acontecido, antes dele aparecer, nunca tinha pensado muito nele, o que a fez acreditar que receber o certificado de casamento foi algo que aconteceu recentemente. No entanto, ao pensar nisso, e Lucas Bento j¨¢ tinham o certificado de casamento h¨¢ um ano e sete meses. Quantos anos e sete meses uma pessoa pode ter em sua vida? Quando volta**e a Salvador, definitivamente teria que conversar Lucas Bento sobre of casamento deles. Eles n?o poderiam se divorciar por impulso, ou se recusar a divorciar¨Cse por birra. Pensando nisso, C¨¢ pegou seu celr pessoal e enviou uma mensagem para ¡°Lucas Bento¡°, ¡°Lucas Bento, precisamos conversar.¡± Sua mensagem foi enviada, e o celr de Marco Ant?nio soou. Av? Branco riu, ¡°Voc¨ºs dois est?o sentados juntos, por que est?o enviando mensagens um para o outro? Tem algo que eu n?o posso ouvir?¡± N?velDrama.Org owns this text. Ca rapidamente disse, ¡°N?o, eu n?o estava mandando mensagem para ele, eu estava mandando para um amigo.¡± Marco Ant?nio lentamente pegou seu celr pessoal, e realmente era uma mensagem de Ca. queria conversar, sobre o qu¨º? Seus dedos longos digitaram rapidamente algumas pvras: ¡°Sobre o que voc¨º quer conversar?¡± SODIE NOSSU CO cer as coisas, n?o podemos mais desperdi?ar nossa juventude.¡± Ant?nio leu a mensagem, digitou algumas pvras, depois as apagou uma a uma, ainda n?o era r sua identidade para . Els colocou maisida no prato d: ¡°Hora deer ¨¦ paraer, pare de mexer no celr.¡± Ouvindo o Marco havia fdo, Ca, que n?o tinha recebido uma resposta de Lucas Bento, guardou o celr, mas n?o p?de deixar de pensar, se Lucas Bento n?o respondia a suas mensagens, ele estava evitando algo? Ap¨®s a refei??o, j¨¢ eram quatro da tarde, quando o motorista os levou de volt Cap铆tulo 113 Cap¨ªtulo 113 Cap¨ªtulo 113 G n?o tinha bebido muito e ainda estava s¨®bria, nejava tomar um banho e dormir cedo para ter ergia para a reuni?o de amanh?. Fol s¨® quando estava se despir que percebeu que ainda estava usando a pulseira que av? Branco deu ¨¤ esposa do Marco Ant?nio. Imediatamente, Ca tirou a pulseira, limpou e colocou de volta na caixa, levando¨Ca para o terceiro andar para encontrar Marco Ant?nio. Bateu na porta. ¡°Diretor Ant?nio, tenho aqui o presente que o av? Branco deu ¨¤ sua esposa. Voc¨º poderia vir busc¨¢¨Clo?¡± N?o houve resposta. N?velDrama.Org owns this text. Ca sup?s que ele devia estar b¨ºbado, ele havia bebido bastante no jantar, e no caminho de volta, ele estava encostado no banco de tr¨¢s do carro, sem dizer uma pvra. rapidamente desceu as escadas para preparar uma sopa, depois subiu as escadas novamente com a sopa pronta. Bateu novamente na porta do quarto de Marco Ant?nio, mas ainda n?o obteve resposta. Ele estaria com uma rea??o al¨¦rgica ao ¨¢lcool de novo? Com esse pensamento, Ca, preocupada, empurrou a porta, que estava apenas encostada, e se abriu facilmente. A luz estava apagada e as cortinas estavam fechadas, o quarto estava t?o escuro que Ca n?o conseguia ver o que estava acontecendo l¨¢ dentro. ¡°Diretor Ant?nio, posso entrar?¡± Ca acendeu a luz do quarto e ao levantar a cabe?a viu Marco Ant?nio deitado no sof¨¢. Seu rosto estava p¨¢lido, ele estava suando frio e parecia inconsciente. Ca levou um susto. ¡°Diretor Ant?nio, o que foi?¡± Marco Ant?nio n?o respondeu, Ca pensou em ligar para o servi?o de emerg¨ºncia, mas n?o tinha trazido o celr. decidiu descer para pegar o celr, mas Marco Ant?nio de repente a agarrou, ¡°Estou tudo bem¡°. Ca estava preocupada. ¡°Olha a cor do seu rosto,o voc¨º pode estar bem? Pegue seu celr, vamos ligar para a emerg¨ºncia, ou chamar a Dra. Elisa agora mesmo.¡± Marco Ant?nio dis?e, ¡°Na minha m tem um rem¨¦dio que a Dra. Elisa me deu, ¨¦ uma garrafa branca comprimidos amarelos, voc¨º pode pegar para mim?¡± Ca fezo ele pediu, pegou rapidamente o rem¨¦dio e um copo d¡¯¨¢gua. ¡°Voc¨º sabe o que est¨¢ acontecendo?¡± Ele tomou o rem¨¦dio, sorriu e disse, ¡°N?o ¨¦ nada s¨¦rio, vou descansar um pouco e ficarei bem.¡± Mas ele n?o parecia bem, Ca ainda estava preocupada. ¡°Voc¨º tem certeza que n?o precisa ir ao hospital?¡± ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio. Voc¨º pode ir fazer suas coisas, n?o precisa se preocuparigo.¡± Ele fechou os olhos, sem inten??o de continuar a conversa. Ent?o Ca teve que ir. Ant?nio disse que estava bem, mas Ca n?o acreditava que ele realmente estava bem. Quando Agou para Dra. Elisa, ¡°Dra. Elisa, Diretor Ant?nio n?o est¨¢ se sentindo bem, voc¨º poderia vir Elisa respondeu do outrodo da linha, ¡°Ele est¨¢ tendo uma crise de gastrite, dei a ele um rem¨¦dio manh?, lembre¨Co de tom¨¢¨Clo no hor¨¢rio. Nos pr¨®ximos dias, por favor, fique de olho na dieta dele, ele solutamente n?o podeer alimentos gordurosos ou beber ¨¢lcool.¡± Ca ficou p¨¢lida ao ouvir isso, ¡°Dra. Elisa, ele bebeu ¨¢lcool ao meio¨Cdia.¡± ¡°O qu¨º?¡± Ao ouvir isso, Dra. Elisa ficou rmada e elevou a voz, ¡°Eleeu algumaida por a¨ª ontem ¨¤ noite e estava tanta dor no est?mago p manh? que n?o podia aguentar. Ele ainda bebeu ¨¢lcool ao meio¨Cdia. Ele est¨¢ tentando se matar?¡± Cap铆tulo 114 Cap¨ªtulo 114 Cap¨ªtulo 114 ¡°Ele tem problemas de est?mago?¡± Ca perguntava preocupada. Isso n?o foi mencionado durante o treinamento para a**istente do presidente, caso contr¨¢rio, nunca teria deixado Marco Ant?nioer aquele churrasco gorduroso na noite anterior. Dra. Elisa disse, ¡°Talvez voc¨º n?o saiba o quanto ele estava ocupado quando a**umiu o Grupo Ant?nio. Ele trabalhou dia e noite por anos, uma rotina e dieta irregres, e seu est?mago sofreu muito. No mesmo per¨ªodo do ano pa**ado, ele estava t?o ocupado a filial da empresa que seu est?mago sangrou e mesmo a**im ele continuou trabalhar.¡± O que as pessoas veem de Marco Ant?nio ¨¦ um l¨ªder brilhante no mundo dos neg¨®cios, en¨¦rgico e decisivo. No entanto, poucos sabem o quanto ele se esfor?ou para chegar onde est¨¢ hoje. Quando concorreu ao cargo de a**istente do presidente, Ca pesquisou muitas informa??es sobre Marco Ant?nio, at¨¦ chegou a pensar ingenuamente que sabia tudo sobre ele. Content ? provided by N?velDrama.Org. No entanto, quanto mais tempo pa**ava ele, mais percebia que erao as outras pessoas,, que n?o o conheciam de verdade, que n?o sabiam o que ele realmente pa**ou todos esses anos. ¡°Eu sou a culpada de ontem ¨¤ noite, eu o levei paraer churrasco.¡± Ca estava muito arrependida, ¡°Dra. Elisa, ele n?o quer ir ao hospital, ent?o eu tive que iod¨¢ para vir v¨º¨Clo.¡± ¡°Ele n?o me deixou nem ao Bruno ir ele ¨¤ Capital desta vez.¡± Dra. Elisa fez uma pausa, e ent?o disse, ¡°Ele ¨¦ um adulto, o que elee ¨¦ decis?o dele, n?o ¨¦ sua culpa. Se puder, d¨º¨Clhe uma sopa para beber, deixe¨Coer isso nos pr¨®ximos dias.¡± ¡°Certo.¡± Ca concordou e estava prestes a desligar, quando Dra. Elisa a chamou novamente, ¡°Ca, Marco ¨¦ muito orgulhoso, ele nunca deixa ningu¨¦m ver seudo fr¨¢gil, sua condi??o real pode ser pior do que vemos. Voc¨º precisa cuidar bem dele nos pr¨®ximos dias, o est?mago dele j¨¢ n?o aguenta mais estresse.¡± ¡°Dra. Elisa, pode deixar, vou cuidar bem dele.¡± Ca foi at¨¦ a cozinha, deu uma olhada na gdeira e viu que tinha ingredientes suficientes. preparou rapidamente os ingredientes, cozinhar o caldo levaria algum tempo, ent?o, preocupada, subiu para ver Marco Ant?nio. Ele ainda estava deitado no sof¨¢ da s, uma m?o pressionando o est?mago, j¨¢ estava dormindo, a testa franzida. Ca n?o teve coragem de acord¨¢¨Clo, ent?o foi ao seu quarto pegar um cobertor fino para cobri¨C lo. Quando estava prestes a sair, ele mais uma vez agarrou sua m?o for?a. Ele a agarrou tanta for?a que do¨ªa seu pulso, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º est¨¢ me machucando.¡± pensou que ele tinha acordado, mas quando olhou para baixo, seus olhos ainda estavam fechados, agarrar sua m?o parecia ser um ato subconsciente. ¡°Desculpe!¡± Ele murmurou em voz baixa, sua voz erao uma corda de viol?o sendo tocada suavemente, era agrad¨¢vel de ouvir, mas tamb¨¦m a deixava o cora??o apertado. Ca pensou: ¡°De que adianta pedir desculpas a mim, voc¨º deveria pedir desculpas ¨¤ sua esposa.¡± Ca pensou que ele a estava confundindo a esposa, tentou retirar a m?o, mas n?o conseguiu, ent?o deixou que ele continua**e segurando. Seu est?mago parecia estar muito desconfort¨¢vel, em seus sonhos ¨¤s vezes ele franzia a testa, outras vezes mostrava uma express?o de dor que nunca tinha visto antes. Por¨¦m, tinha que admitir, mesmo doente e p¨¢lido, seu rosto ainda era bonito, havia uma beleza doential que fazia as pessoas quererem se aproximar. Ca ficou a**ustada esse pensamento terr¨ªvel que surgiu em sua mente, rapidamente desviou o olhar e parou de olhar para ele. Mesmo sem olhar, sua m?o ainda estava sendo segurada por ele, era imposs¨ªvel ignorar sua exist¨ºncia. Sua m?o tamb¨¦m era bonita, longa e os ossos bem definidos, muito mais bonita do que a m?o de qualquer modelo de m?os. n?o sabia quanto tempo havia pa**ado, o tempo suficiente para a noite cair e as luzes dodo de fora iluminarem o quarto, o tempo suficiente para o pulso que ele segurava ficar dormente, o tempo suficiente para quase adormecer no sof¨¢, quando ouviu a voz profunda e agrad¨¢vel de Marco Ant?nio, ¡°Ca?¡± Ca, que estava quase dormindo, levantou a cabe?a rapidamente e viu seus olhos encantadores e atraentes cheios de d¨²vida. Ca se apressou em explicar, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º estava segurando minha m?o em todo o tempo, eu n?o conseguia me soltar, ent?o n?o tive outra op??o sen?o sentar aqui voc¨º.¡± Cap铆tulo 115 Cap¨ªtulo 115 Cap¨ªtulo 115 Ele pensou originalmente que tinha descoberto algo, ent?o subiu para fazerpanhia a ele, mas percebeu que ele estava pensando demais. Ca se mexeu suavemente, lembrando¨Co de que ele ainda segurava seu pulso, ¡°Diretor Ant¨®nio, por favor, solte¨Cme primeiro.¡± Marco Ant?nio soltou a m?o um pouco de desapontamento, ¡°Desculpe! Eu¡­¡± *Eu sei, voc¨º deve ter confundido que eu era a sua esposa e por isso segurou minha m?o.¡± Vendo sua fragilidade na doen?a, provavelmente por causa dos problemas entre ele e a esposa. Ca pensou um pouco, decidiu dizer algumas pvras, ¡°Diretor Ant?nio, se voc¨º se importa tanto com a esposa, converse , n?o guarde tudo para si mesmo.¡± ¡°Conversar resolveria?¡± Marco Ant?nio pensou em ter uma boa conversa , mas ele n?o ousava correr o risco. Ca disse, ¡°Voc¨º tem que tentar tudo, se voc¨º n?o tentar,o saber¨¢ se pode funcionar?¡± ¡°Sim, voc¨º est¨¢ absolutamente certa.¡± Ele deu um sorriso, ¡°Quando voltarmos para Salvador, voc¨º escolhe um restaurante de sua prefer¨ºncia, eu vou convidar para uma boa conversa.¡± ¡°Est¨¢ bem. Eu vou me preparar quando voltar para casa.¡± Ca realmente esperava que ele e a esposa pudessem se reconciliar o mais r¨¢pido poss¨ªvel, para que seu trabalho fosse mais f¨¢cil. se lembrou de que ainda havia canja no fog?o, ¡°Diretor Ant?nio, eu tenho uma canja no fog?o, vou trazer um pouco para voc¨ºer e depois descansar um pouco.¡± Marco Ant?nio, ¡°Obrigado!¡± ¡°Voc¨º n?o precisa me agradecer.¡± Ca abaixou a cabe?a, murmurou, ¡°Se n?o fosse por mim, voc¨º n?o teriaidoida t?o gordurosa ontem ¨¤ noite, e sua g¨¢strite n?o teria atacado. Diretor Ant?nio, me desculpe!¡± ¡°N?o ¨¦ sua culpa, n?o se culpe.¡± Mafco Ant?nio estendeu a m?o e suavemente esfregou o cabelo de Ca. Foi a primeira vez que ele tocou seu cabelo, que era negro e liso, e sentiu¨Cse muito bem. Ele retirou a m?o e a levou ao nariz, cheirando¨Ca suavemente, havia um leve aroma de cabelo d. O aroma era suave, mas refrescante. Ca foi surpreendida por sua a??o repentina, mas quando cruzou seu olhar calmo e despreocupado, sentiu que estava pensando demais, ¡°Diretor Ant?nio, vou buscar a canja.¡± Marco Ant?nio, ¡°OK.¡± Ca saiu rapidamente do quarto dele, Marco Ant?nio levantou os dedos novamente para cheirar, o aroma d ainda estava l¨¢, n?o s¨® era arom¨¢tico, mas tamb¨¦m doce. Ca serviu a sopa, virou¨Cse e Marco Ant?nio, que deveria estar descansando no quarto, estava de p¨¦ na porta, ¡°Diretor Ant?nio, por que voc¨º desceu?¡± Marco Ant?nio perguntou em vez de responder, ¡°Voc¨º ¨¦ boa em cozinhar?¡±N?velDrama.Org owns this text. Ca sentiu que tinha muitos pratos que sabia fazer bem, todos queeram fram bem, mas as ¨²nicas pessoas que tiveram a sorte deer suaida foram sua av¨®, Jean e Maria. N?o importava o que cozinha**e, os tr¨ºs sempre achavam que era a coisa mais deliciosa do mundo, ent?o seu verdadeiro n¨ªvel de habilidade culin¨¢ria ainda precisava ser testado. destamente, ¡°Diretor Ant?nio, eu s¨® sei cozinhar algumasidas de casa, nada sofisticado, ente n?o possopetir seus cozinheiros.* ? ? ?? 8 ? ??? OSSO. ¡°Yumi¡­ Ca chamou, quase chorando. N?o se sabe se foi porque ouviu a voz de Ca, mas Yumi, que estava adormecida, estendeu a m?o e segurou a m?o de Ca, dizendo suavemente, ¡°Ca¡­¡­¡± Cap铆tulo 949 Cap¨ªtulo 949 Cap¨ªtulo 949 O grito de ¡°Ca¡± fez seu cora??o bater forte, ¡°Yumi, sou eu, n?o tenha medo, agora voc¨º est¨¢ segura, ningu¨¦m vai te machucar Yumi n?o respondeu mais nada ¨¤ Ca, mas conscientemente segurou a m?o d bem apertado, como se fosse sua ¨²ltima esperan?a. Ca segurou a m?o de Yumi e continuou a chamar seu nome, esperando que isso a fizesse se sentir segura. Marco Ant?nio observava em sil¨ºncio, sem interromper. Ele silenciosamente pediu ao motorista para lev¨¢s para casa. Depois de deixar o estacionamento do aeroporto, Marco Ant?nio disse a Ca, ¡°Ca, vamos lev¨¢ para casa e chamar o Dr. Donato para examin¨¢.¡± Ca assentiu, ¡°Eu tamb¨¦m quero fazer um teste de DNA para Yumi e minha av¨®. Se ¨¦ filha da fam¨ªlia Barcelo, o DNA d deve ser o mesmo da minha av¨®.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Ok, eu vou tomar conta disso.¡± Ca hesitou, depois disse, ¡°H¨¢ muitos itens que minha av¨® usou na mans?o Ant?nio, eu acho que podemos encontrar amostras de DNA ¨²teis.¡± Marco Ant?nio acenou a cabe?a, esfregando a cabe?a de Ca, ¡°Ca, voc¨º sabe o quanto eu te admiro?¡± All rights ? N?velDrama.Org. Ele, o CEO do Grupo Ant?nio, estava dizendo que a admirava! Ca estava ramente feliz, seus olhos brilhavamo duas pedras preciosas, ¡°O que voc¨º admira em mim?¡± Marco Ant?nio olhou para Ca, seus olhos cheios de admira??o, ¡°Voc¨º ¨¦ inteligente e calma, sempre capaz de identificar o problema imediatamente.¡± Embora Ca tivesse conquistado sua posi??o de assistente do CEO do Grupo Ant?nio atrav¨¦s de sua pr¨®pria habilidade, tinha falta de confian?a devido ¨¤ perda de seus pais e ao desprezo dos outros. Agora que Marco Ant?nio a elogiava, estava feliz, mas um pouco insegura, ¡°Eu sou realmente t?o boa quanto voc¨º diz?¡± Voc¨º ¨¦ muito melhor do que eu disse.¡± Marco Ant?nio levantou a m?o e tocou seu rosto gentilmente, ¡°Voc¨º ¨¦ a melhor pessoa em minha opini?o.¡± Ele a elogiou v¨¢rias vezeso a melhor pessoa em sua opini?o. Depois de ser elogiada tantas vezes, Ca ganhou alguma confian?a, ¡°Voc¨º tamb¨¦m ?.¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Eu tamb¨¦m sou o qu¨º?¡± Ca disse, ¡°Em minha opini?o, voc¨º tamb¨¦m ¨¦ a melhor pessoa, ningu¨¦m pode te superar.¡± Marco Ant?nio riu, ¡°Voc¨º realmente acha isso? Ou s¨® est¨¢ tentando me agradar?¡± Ca disse, ¡°Os dois!¡± Voc¨º ¨¦ muito esperta!¡± Marco Ant?nio beliscou a testa d, ¡°Eu tenho uma v vazia, eu n?o estava nejando morar l¨¢, podemos deix¨¢ l¨¢.¡± Ca disse, ¡°Dadas as circunstancias atuais de Yumi, n?o deve ficar sozinha. E eu n?o quero te iodar mais, eu posso lev¨¢ para morar na minha nova casa.¡± Marco Ant¨®nio n?o podia aceitar Ca ficar distante dele, e ele reiterou, ¡°Ca, eu sou seu marido, eu devo fazer qualquer coisa por voc¨º.¡± Ca respondeu, ¡°Neste mundo, ningu¨¦m deve fazer qualquer coisa por outra pessoa. Voc¨º est¨¢ disposto a me ajudar e me panhar porque gosta de mim, eu n?o posso gozar de sua bondade.¡± Marco Ant?nio entendeu agora, a teimosia desta mulher n?o eraum. Fndo da nova casa, Ca de repente se lembrou de algo, ¡°Quanto voc¨º pagou para a renova??o da minha casa sem meu conhecimento?¡± Brian era um decorador rendado a Ca por Marco Ant?nio, mas sob o pseud?nimo de Lucas Bento. Noe?o, Ca n?o tinha ide¨ªa de que Lucas Bento era, na verdade, Marco Ant?nio. pensava que Brian era apenas um decoradorum. No entanto, dias atr¨¢s, esbarrou numa entrevista de jornal e descobriu que Brian era um designer de interiores super famoso que havia ganhado muitos pr¨ºmios de design em todo o mundo. Cap铆tulo 950 Cap¨ªtulo 950 Cap¨ªtulo 950 Os honor¨¢rios de um renomado mestre internacional de design geralmente n?o s?o acess¨ªveis para o homemum, mas os de Brian n?o eram elevados. Por isso, Ca tinha certeza que Marco Ant?nio havia ajudado a pagar em segredo, permitindo que sua casa fosse decorada t?o satisfatoriamente. Marco Ant?nio disse, ¡°Eu n?o paguei muito.¡± Ca perguntou, ¡°Quanto ¨¦ n?o muito¡±?¡± Marco Antonio respondeu: ¡°Apenas algumas centenas de milhares.¡± Ca ficou dor no peito de tanta raiva o seu ¡°apenas algumas centenas de milhares¡±, ¡°Ent?o, com esse investimento, voc¨º pode morar aqui sempre que quiser.¡± Marco Ant?nio perguntou: ¡°Voc¨º n?o tinha nos para mim antes?¡± Ca respondeu, ¡°Inicialmente n?o, mas eu tinha desde que decidi viver Lucas Bento.¡± Ele ficou satisfeito a resposta e continuou a perguntar: ¡°Posso morar voc¨º l¨¢?¡± Ca respondeu: ¡°Desde que voc¨º n?o se importe o espa?o reduzido.¡± se lembrou de que ele tamb¨¦m haviaprado um apartamento grande no mesmo condom¨ªnio. Ele disse queprou a casa porque sua esposa gostava do condom¨ªnio. Parecia que desde aqu ¨¦poca, ele j¨¢ havia preparado tudo para . S¨® que naqu ¨¦poca ele n?o sabia que sua esposa era mesma. Mais de meia hora depois, chegaram ao Distrito da Lua Azul. Marco Ant?nio mandou algu¨¦m levar Yumi para a nova casa de Ca. O quarto de h¨®spedes foi preparado para a av¨® de Ca, decora??o de acordo o gosto da av¨®. Ca n?o queria estragar nenhum detalhe do quarto e nejava odar Yumi em seu pr¨®prio quarto. No entanto, Marco Ant?nio tamb¨¦m estava l¨¢ e se desse seu quarto, Marco Ant?nio teria que ficar no quarto de h¨®spedes, o que n?o seria correto. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Depois de pensar um pouco, Ca decidiu colocar Yumi no quarto de h¨®spedes.. Dr. Donato j¨¢ estava l¨¢ esperando. Quando chegaram, ele imediatamente realizou um exame completo em Yumi. Ap¨®s terminar exame, Dr. Donato disse: ¡°Srta. Lu¨ªs n?o tem nenhum problema s¨¦rio de sa¨²de, apenas foi drogada para dormir. vai acordar quando o efeito do medicamento passar.¡± Ca disse: ¡°Obrigada, Dr. Donato!¡± Dr. Donato respondeu: ¡°Eu apenas fiz o trabalho pelo qual Marco pagou, n?o precisa me agradecer.¡± Ca disse: ¡°Ent?o fica descansado, vou ficar a Yumi e n?o posso te panhar at¨¦ a saida.¡± Dr. Donato disse: ¡°N?o precisa me panhar, v¨¢ em frente.¡± Ele saiu do quarto, deu uma olhada em Marco Ant?nio na s e disse: ¡°Marco, voc¨º n?o parece bem. Precisa que eu te examine?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°N?o precisa!¡± Ele acreditava que sua apar¨ºncia cansada era apenas por falta de sono e que estaria melhor depois de uma boa noite de descanso. Dr. Donato tentou convenc¨º-lo: ¡°Marco, agora voc¨º tem que cuidar n?o s¨® da sua av¨® e irm?, mas tamb¨¦m de Ca. A av¨® de Ca acabou de falecer, e se algo acontecer voc¨º, o que far¨¢? Mesmo se voc¨º n?o pensar em si mesmo, deveria pensar em Ca¡­¡± Enquanto Dr. Donato estava fndo, Ca, que estava no quarto Yumi, saiu correndo do quarto: ¡°Dr, Donato, espere um pouco, preciso pedir mais um favor,¡± Seus olhos estavam vermelhos e parecia que estava prestes a chorar. Cap铆tulo 951 Cap¨ªtulo 951 Cap¨ªtulo 951 Marco Ant¨®niorgou imediatamente os documentos que tinha nas m?os, levantou-se e foi at¨¦ Ca, ¡°Ca, o que houve?¡± Cae?ou a fr depressa, ¡°Yumi tem muitos ferimentos no corpo, preciso que o Dr. Donato a examine e prescreva algum medicamento t¨®pico.¡± Ca estava prestes a trocar a roupa de Yumi para dormir, mas quando tirou a roupa de Yumi, viu que o corpo d estava cheio de cicatrizes. As cicatrizes variavam em tamanho e em n¨²mero, algumas pareciam ter sido feitas por um chicote, outras pareciam ter sido feitas por agulhas. N?o havia um ¨²nico peda?o de pele intacto sob sua roupa, o que partiu o cora??o de Ca. Ca sabia que essas cicatrizes deviam ter sido deixadas p fam¨ªlia de Lu¨ªs. Se Yumi fosse realmente uma crian?a da familia de Lu¨ªs,o poderiam ter a tratado de forma t?o cruel? Isso fez Ca acreditar ainda mais que Yumi n?o era filha deles. Se Yumi n?o fosse da familia de Lu¨ªs, ent?o havia uma grande chance de ser da familia de Barcelo, talvez at¨¦ a irm? de sangue de Ca. Pensar que sua pr¨®pria irm? tinha sido maltratada a deixava o cora??o partido. Marco Ant?nio a consolou, ¡°N?o se preocupe, deixe o Dr. Donato entrar e examin¨¢ primeiro.¡± Dr. Donato entrou imediatamente na s, mas quando viu as cicatrizes de Yumi, n?o p?de deixar de respirar fundo de surpresa, ¡°Como a familia de Lu¨ªs poderia maltratar assim a pr¨®pria filha?¡± Com isso, Dr. Donatoe?ou a tratar os ferimentos, ¡°Vou usar o melhor medicamento para trat¨¢. Embora possamos curar as cicatrizes f¨ªsicas, as emocionais podem durar a vida toda.¡± Ca entendia bem, ¡°Eu sei, vou conversar aos poucos.¡± Depois de receber o medicamento, Ca cuidadosamente limpou os ferimentos de Yumi e aplicou o medicamento. Quando terminou, j¨¢ estava quase escuro. saiu do quarto e sentiu o cheiro daida. Seguindo o cheiro, encontrou Marco Ant¨®nio ocupado na cozinha¡­ Ele, que normalmente detestava o cheiro de ¨®leo, estava cozinhando novamente. Ca se aproximou dele, abra?ou-o p cintura e encostou o rosto em suas costas. Marco Ant?nio disse, ¡°Voc¨º deve estar fome, n¨¦? Aida j¨¢ est¨¢ quase pronta.¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. Ca ficou em sil¨ºncio, apertada contra as costas dele. Marco Ant?nio sentiu que suas costas estavam molhadas,rgou o que estava fazendo e abra?ou Ca, ¡°Ca, n?o tenha medo. Se confirmarmos que ¨¦ sua irm? de sangue, vou encontrar uma maneira de mant¨º perto de voc¨º, sem permitir que ningu¨¦m mais a maltrate.¡± Ca, nos bra?os quentes dele, disse, ¡°N?o fale nada, apenas me abrace.¡± As coisas que haviam tecido nos ultimos dias haviam ultrapassado o peso que Ca podia suportar, mas gra?as a Marco Ant?nio, que estava ao seudo, at¨¦ os eventos mais assustadores n?o pareciam t?o assustadores, ele era o seu porto seguro. Marco Ant?nio ficou em sil¨ºncio, abra?ando-a. Depois de um tempo, Ca levantou a cabe?a de seu peito, ¡°Voc¨º n?o tem coisas para fazer na empresa? Por que est¨¢ cozinhando?¡± Marco Ant?nio, ¡°Eu acabei de ter uma videoconfer¨ºncia eles, o Mario Unma trar¨¢ o contrato para eu assinar em breve.¡± Ca, ¡°Mario vai vir aqui?¡± Marco Ant?nio, ¡°Sim.¡± Assim que Marco Ant?nio terminou de fr, a campainha tocou. Marco Ant?nio, ¡°Ele deve ter chegado, aida que fiz est¨¢ quase pronta, voc¨º pode abrir a porta?¡± Ca, ¡°Eu n?o quero ir!¡± Marco Ant?nio, ¡°Mario j¨¢ sabe sobre n¨®s.¡± Ca, ¡°Quando ele descobriu?¡± Marco Ant?nio, ¡°n?o faz muito tempo.¡± Ca deu uma olhada em Marco Ant?nio uma pitada de ressentimento, e ent?o, relutantemente, foi at¨¦ a porta para abri. Quando a porta abriu,o esperado, a pessoa ali parada era Mario. Apesar de estar preparada mentalmente, Ca ainda se sentiu um pouco desconfort¨¢vel, ¡°Mario¡­¡± Cap铆tulo 952 Cap¨ªtulo 952 Cap¨ªtulo 952 Mario espiou dentro do quarto, ¡°Ca, vim pegar a assinatura do Diretor Ant?nio.¡± Ca o convidou para entrar, ¡°Entre, por favor.¡± Mario perguntou, ¡°Devo continuar a chamar voc¨º pelo seu nome, ou devoe?ar a chamar voc¨º de Sra. Presidente?¡± Ca respondeu, ¡°N?oente sobre minha posi??o os outros na empresa.¡± Mario sorriu e disse, Rxe, guardarei seu segredo. Enquanto voc¨º n?o quiser revr sua posi??o, eu a protegerei. Mas Ca, voc¨º e o Diretor Ant?nio s?o muito bons em esconder segredos, estou todo dia voc¨ºs e nunca percebi que voc¨º era a Sra. Presidente.¡± Ca disse, ¡°Se eu te disser que tamb¨¦m s¨® descobri recentemente que sou a Sra. Presidente, voc¨º acreditaria?¡± 8 2 8 2 2 3 2 2 8 5 9 Mario bn?ou a cabe?a, ¡°Eu n?o acredito.¡± Mario trocou de sapatos, n?o vendo Marco Ant?nio na s de estar, ¡°O Diretor Ant?nio est¨¢ no escrit¨®rio? Onde fica o escrit¨®rio? Posso entrar?¡± Ca disse. ¡°O Diretor Ant?nio est¨¢ na cozinha.¡± Ent?o, Mario viu Marco Ant?nio saindo da cozinha um prato deida e colocando-o na mesa, ¡°Ca,ece aer. Eu volto para jantar voc¨º depois de assinar o contrato.¡± Ca disse, ¡°Vou esperar por voc¨º. Al¨¦m disso, acho que o Mario ainda n?o jantou, por que n?o comemos todos juntos depois?¡± Mario n?o podia acreditar no que estava vendo. O CEO estava cozinhando! Como Ca conseguiu fazer o CEO fazer isso? Mulheres s?o realmente assustadoras! Casamento ¨¦ realmente assustador! Ele conseguiu transformar at¨¦ o presidente. Original content from N?velDrama.Org. Mario se sentiu muito aliviado por ser solteiro e n?o ter uma namorada, caso contr¨¢rio, ele poderia acabar assim tamb¨¦m. ¡°Diretor Ant?nio, este ¨¦ o contrato que precisa da sua assinatura.¡± Mario entregou o contrato e deu outra olhada em Marco Ant?nio. Mesmo um avental, Marco Ant?nio ainda mantinha sua elegancia. Marco Ant?nio olhou o contrato e assinou, ¡°J¨¢ viu o suficiente?¡± Mario riu sem jeito, ¡°J¨¢ vi.¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Voc¨º vai ficar para o jantar?¡± Mario nem ousou ficar, ¡°Preciso levar o contrato de volta para a empresa e entreg¨¢-lo ¨¤ pessoa respons¨¢vel para preparar o trabalho subsequente.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Ok, voc¨º pode ir.¡± Mario saiu rapidamente. Depois que Mario saiu, o olhar e o tom de voz de Marco Ant?nio ficaram mais suaves, ¡°Vamos jantar primeiro.¡± Ca concordou, ¡°Ok.¡± Assim que se sentaram, o telefone de Marco Ant?nio tocou de repente. 5 3 3 3 2 2 3 2 3 2 Ele olhou para o telefone e disse, ¡°Deve ser o resultado do teste de DNA da vov¨® e da Yumi.¡± Ca nervosamente disse, ¡°Atenda o telefone rapidamente, veja qual ¨¦ o resultado.¡± Marco Ant¨®nio perguntou, ¡°Qual voc¨º espera que seja o resultado?¡± Ca expressou, ¡°N?o quero me impor nenhuma restri??o, aceitarei qualquer resultado¡­¡± S¨® ent?o Marco Ant?nio atendeu o telefone e colocou o viva-voz, a pessoa do outrodo disse, ¡°Diretor Ant?nio, o rt¨®rio de teste de DNA das duas amostras que voc¨º nos enviou j¨¢ est¨¢ pronto.¡± Cap铆tulo 953 Cap¨ªtulo 953 Cap¨ªtulo 953 Marco Ant?nio disse: ¡°Beleza.¡± O interlocutor respondeu: ¡°Os resultados da identifica??o destes dois conjuntos mostram que s t¨ºm um rcionamento gen¨¦tico, os detalhes foram enviados para o seu e-mail, por favor, confira.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Certo.¡± Isso provava que a av¨® era parente d, ent?o podia-se afirmar 100% de certeza que a Yumi era filha da fam¨ªlia Barcelo. Ca tamb¨¦m ouviu a not¨ªcia, inconscientemente olhou para o segundo quarto e disse: ¡°N?o sei se a Yumi vai conseguir aceitar essa verdade.¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. Marco Ant?nio disse: ¡°Realmente ¨¦ algo grande. Quando acordar, voc¨º pode testar a sua rea??o primeiro. ¡± ¡°Certo.¡± Ca assentiu e disse: ¡°A Yumi j¨¢ ¨¦ adulta, se quiser cortar r??es aqu fam¨ªlia e se mudar para outro lugar, n?o deve ser t?o dif¨ªcil, certo?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°N?o vai ser dif¨ªcil. Mas o que eu quero fazer n?o ¨¦ apenas ajud¨¢ a cortar r??es a fam¨ªlia Lu¨ªs e ajud¨¢ a se mudar, eu quero fazer a familia Luis pagar!¡± Ca disse: ¡°Deixa pra l¨¢.¡± Marco Ant?nio franziu a testa, ¡°Deixa pra l¨¢?¡± Ca disse: ¡°Na minha mente, a pessoa que mais odeio n?o ¨¦ a fam¨ªlia Lu¨ªs, mas sim a Pa. Yumi ¨¦ filha d, mas deixou Yumi naqu situa??o, fez Yumi sofrer numa fam¨ªlia Lu¨ªs.¡± Ca relutava em pensar em Pa, mas n?o conseguia fugir do fato ¨C Pa era a m?e biol¨®gica d e da Yumi. Se Marco Ant?nio fosse Ca, ele definitivamente teria mandado Pa para a pris?oo fez Andreo, para que ficasse alguns anos na cadeia. Mas ele n?o era Ca, Ca definitivamente n?o era t?o cruel quanto ele, se Ca mandasse Pa para a pris?o, provavelmente se sentiria culpada. Marco Ant?nio disse: ¡°Eu posso fazer que deixe o Norte de Be para sempre, para nunca mais aparecer na frente de voc¨ºs duas.¡± Ca bn?ou a cabe?a e disse: ¡°N?o ¨¦ preciso.Isso ¨¦ algo que eu quero resolver do meu jeito.¡± Marco Ant?nio abriu a boca para dizer algo, mas foi interrompido por Ca: ¡°Embora eu n?o queira admitir que ¨¦ minha m?e, ¨¦. Por mais que eu resolva a briga entre eu e , ningu¨¦m mais vai fr nada. Mas voc¨º,o genro, ¨¦ diferente. N?o importa o que voc¨º fa?a, as pessoas podem fr mal de voc¨º, chamando-o um genro ingrato, entre outras coisas.¡± Marco Ant?nio riu, ¡°Eu realmente n?o me importo essas coisas.¡± Ca disse: ¡°Embora voc¨º n?o se importe, eu me importo.¡± Marco Ant?nio pensou que estava preocupada os problemas que ele poderia causar para , mas para sua surpresa, Ca disse: ¡°Voc¨º ¨¦ uma boa pessoa, eu n?o quero ouvir mais ningu¨¦m fndo mal de voc¨º, nem quero ver ningu¨¦m criticando voc¨º.¡± Ouvindo isso, Marco Ant?nio senti¨´ seu cora??o se aquecer, ¡°Desde que voc¨º ache que eu sou uma boa pessoa, estou satisfeito.¡± Ca disse: ¡°Fique tranquilo, eu sou capaz de tratar deste assunto. A partir de agora, vou cuidar disso e voc¨º n?o precisa mais se preocupar.¡± Marco Ant?nio sabia que Ca queria lidar algumas coisas por conta pr¨®pria. n?o queria depender dele para tudo, queria crescer e se tornar mais forte e poderosa ele. Por entender os pensamentos de Ca, Marco Ant?nio n?o tinha raz?o para impedi. Tudo o que ele precisava fazer era dar a Ca espa?o suficiente para voar livremente sob este vasto c¨¦u. ¡°ro que eu sei que voc¨º pode resolver isso.¡± Marco Ant?nio serviu uma tig de sopa para Ca, ¡°Agora devemoser primeiro.¡± ¡°Certo.¡± Ca pegou a sopa, s¨® bebeu um gole antes de sentir um enjoo no est?mago. correu para o banheiro instantaneamente, abra?ando o vaso sanit¨¢rio ee?ando a vomitar. Como mal haviaido nos ¨²ltimos dias, n?o haviaida em seu est?mago, ent?o n?o vomitou nada. Marco Ant?nio tamb¨¦m foi ao banheiro, ¡°Ca, o que est¨¢ acontecendo?¡± Ca, fraca, bn?ou a cabe?a, ¡°Eu sinto vontade de vomitar, mas n?o consigo.¡± Marco Ant?nio a ajudou a se levantar e trouxe um copo de ¨¢gua, ¡°Primeiro, enx¨¢gue a boca. Se n?o consegueer, n?oa. Daqui a pouco voc¨º pode ir descansar um pouco¡­ Cap铆tulo 954 Cap¨ªtulo 954 Cap¨ªtulo 954 Ca ainda estava um pouco preocupada, ¡°Eu preciso esperar Yumi acordar, se acordar sem saber onde est¨¢, vai se assustar.¡± Marco Ant¨®nio falou s¨¦rio, ¡°Vou mandar algu¨¦m cuidar d. Voc¨º precisa descansar primeiro¡± Por causa da determina??o de Marco Ant?nio, Ca teve que aceitar seu conselho. tomou um pouco de ¨¢gua glicose e foi descansar. n?o dormia h¨¢ duas noites seguidas, assim que se deitou na cama, Ca adormeceu rapidamente.. Mas o sono d n?o foi repousante. Voltou a sonhar a sua av¨®. No sonho, a av¨® usava presbiopia, uma agulha em uma m?o e uma linha na outra, tentando passar a linha p agulha, mas por causa do tremor nas m?os, n?o conseguia¡­ Ca se aproximou da av¨®, ¡°Vov¨®, deixe-me ajud¨¢ a passar a linha.¡± Mas a av¨® parecia n?o ouvir, reorganizou a linha e tentou novamente pass¨¢ p agulha, mas suas m?os tremiam cada vez mais. A av¨® parecia impotente, olhou para cima e disse, ¡°Pedro, minhas m?os est?o tremendo demais, vem c¨¢ e me ajudar a passar a linha,¡± Ca seguiu o olhar da av¨® e viu seu pai mais querido. O pai sorriu para a av¨®, ¡°M?e, espere s¨® um bocadinho, vou ajudar Pa a virar.¡± Ca viu aodo do pai uma mulher deitada. Ca tentou ver o rosto da mulher, mas n?o conseguia ver ramente Mas a barriga da mulher estava muito grande¡­ A av¨® disse, ¡°Pa s¨® est¨¢ gr¨¢vida h¨¢ alguns meses e a barriga j¨¢ est¨¢ assim,t?o grande. Leve-a ao hospital amanh? para verificar se est¨¢ demasiado nutrida e o beb¨º est¨¢ crescendo demais. Se o beb¨º crescer demais, Pa vai de certeza ter dores quando der ¨¤ luz.¡± A mulher falou suavemente, ¡°M?e, eu sempre fa?o os exames de gravidez a tempo, o desenvolvimento do beb¨º ¨¦ bem e n?o est¨¢ crescendo muito. Se calhar ¨¦ por eu ser muito magra, ent?o minha barriga parece especialmente grande.¡± A mulher era realmente muito magra, a v¨ªc muito saliente. Ca olhou para a barriga da mulher novamente, parecia ter crescido muito e estava crescendo gradualmente, cada vez maior,o um bal?o infl¨¢vel. De repente, houve um estrondo, a barriga da mulher estourou e um beb¨º pulou para fora. Ca se assustou e instintivamente estendeu a m?o para pegar, mas foi prevenida pelo pai. O pai segurou o beb¨º rec¨¦m-nascido e disse sorrindo, ¡°Pa, olha, ¨¦ uma filha, ¨¦ a nossa beb¨¦¡­ A muther disse, ¡°Voc¨º tem que dar um nome para a crian?a.¡± Original content from N?velDrama.Org. Quando Ca olhou para a mulher novamente, a barriga d havia voltado ao normal. O pai disse, ¡°N¨®s j¨¢ pensamos no nome. Se for uma menina, chamar¨¢ Ca.¡± A mulher disse, ¡°Ca, Carlita¡­ Esse nome ¨¦ bonito e f¨¢cil de lembrar.¡± A av¨® tamb¨¦m se aproximou, ¡°Minhaa nasceu, deixe-me lhe pegar ao colo.¡± O pai rapidamente entregou o beb¨º para a av¨®. A av¨®, segurando o beb¨¦, estava muito feliz, olhando para a crian?a repetidamente, ¡°Que linda! Nossa Carlita ¨¦ t?o bonita!¡± Ca viu a crian?a crescer instantaneamente no colo da av¨®, parecendo ter mais de um ano de idade. Cap铆tulo 955 Cap¨ªtulo 955 Cap¨ªtulo 955 A pequena Carlita sorriu para a av¨®, ¡°Vov¨®¡­¡± Ouvindo isso, a av¨® ficou muito feliz, ¡°Nossa Carlita est¨¢ ae?ar a fr, e a primeira pvra coisa que chamou foi vov¨®.¡± O paientou, ¡°Exceto quando est¨¢ mamando ou dormindo, Carlita passa quase todo o tempo no seu colo, certamente sabe o quanto a vov¨® a ama.¡± Carlita ent?o olhou para o pai. Embora o pai estivesse conversando a av¨®, ele n?o olhava para . Ele estava massageando os ombros de sua esposa, que parecia estar muito satisfeita, um semnte de felicidade. A mulher sorriu, seu rosto nebuloso gradualmente se tornou n¨ªtido, e ent?o o rosto irritante de Pa apareceu diante de Carlita. Pa gritou para a av¨® e o pai, ¡°Eu quero me divorciar! Eu quero me divorciar! Pedro, voc¨º est¨¢ ouvindo? Quero me divorciar de voc¨º!¡± O pai, desdo, tragava o cigarro, ¡°N?o vamos nos divorciar! Quando nos casamos, prometemos passar a vida juntos, eu nunca vou me divorciar de voc¨º. Pa, esque?a essa ideia.¡± Pa n?o ouvia nada, cobriu as orelhas e gritou, ¡°Eu n?o quero voc¨º ou essa crian?a, voc¨ºs n?o podem me dar a vida que eu quero, eu vou procurar a vida que eu quero. Se voc¨º realmente me ama, deveria me deixar ir, por que est¨¢ me impedindo de buscar a minha felicidade?¡± Carlita viu os olhos brilhantes do pai gradualmente se apagarem, ¡°N¨®s prometemos passar a vida juntos, prometemos criar juntos a Carlita, por que voc¨º est¨¢ quebrando sua promessa?¡± Pa disse, ¡®N?o fui j¨¢ suficientemente ra? Porque voc¨º n?o pode me dar a riqueza e o luxo que desejo, eu quero buscar a vida que realmente pertence a mim.¡± O pai disse, ¡°Pa¡­¡± Pa disse, ¡°Se voc¨º n?o me deixar ir, eu vou me matar.¡± All rights ? N?velDrama.Org. Ao ouvir isso, a ¨²ltima luz nos olhos do pai se apagou. Ele sorriu um pouco, ¡°Tudo bem, eu assino! Eu te deixo ir!¡± Num repente, Carlita viu o pai deitado numa po?a de sangue. Essa cena chocou profundamente o cora??o de Carlita. ¡°Pai¡­¡± correu desesperadamente em dire??o ao pai na po?a de sangue, mas n?o conseguiu toc¨¢- lo, s¨® pode v¨º-lo se transformar numa fuma?a azul, desaparecendo diante de seus olhos, ¡°Pai, pai¡­¡± ¡°Carlita, Carlita, acorde, voc¨º est¨¢ tendo um pesadelo¡­¡± Num estado de semi-consci¨ºncia, Carlita ouviu algu¨¦m chamando seu nome. A voz era familiar e agrad¨¢vel, tentou abrir os olhos, mas n?o conseguiu, deixando-se ser engolida p escurid?o. Marco Ant?nio gritou, ¡°Dr. Donato!¡± Dr. Donato respondeu, ¡°Estou aqui, estou aqui¡­¡± Marco Ant?nio, ¡°Acho que Carlita teve um pesadelo. N?o sei o que sonhou, n?o consegui tir¨¢ do pesadelo.¡± Dr. Donato imediatamente examinou Carlita, ¡°O estado de sa¨²de de Carlita ¨¦ muito bom, muito melhor do que o seu, apenas sofreu um choque emocionalbinado a falta de descanso nos ¨²ltimos dias. Deixe-a descansar bem esta noite, e estar¨¢ revigorada quando acordar de manh?..¡± Marco Ant?nio disse, ¡°N?o devemos subestimar a condi??o de sa¨²de d.¡± Dr. Donato respondeu, ¡°Sou m¨¦dico,o poderia tratar a vida de algu¨¦m de forma levianao voc¨º?¡± Ele continuou, ¡°Acho que voc¨º ¨¦ quem mais precisa descansar, voc¨º deveria descansar um pouco. N¨®s cuidaremos da garota no quarto aodo.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Agora voc¨º pode ir.¡± Dr. Donato perguntou, ¡°Voc¨º ouviu o que eu disse? Marco Ant?nio, agora que ¨¦ um homem de fam¨ªlia, n?o pode deixar sua esposa se tornar uma vi¨²va t?o jovem, certo?¡± Cap铆tulo 956 Cap¨ªtulo 956 Cap¨ªtulo 956 Marco Antonio consolou, ¡°Eu ouvi voc¨º. Vou cuidar de mim e fazer muitas coisas significativas Ca.¡± Dr. Donato ficou muito satisfeito ao ouvir isso, e disse: ¡°Ent?o voc¨ºs devem descansar cedo. Eu e Ameri cuidaremos da Srta. Luis.¡± Depois que Dr. Donato saiu, Marco Ant?nio segurou Ca em seus bra?os, acariciando levemente as costas d. Ca estava dormindo inquieta, tremendo de vez em quando,o se tivesse sido assustada novamente. ¡°Ca, posso te contar uma hist¨®ria?¡± Marco Ant?nio tentou acalmar o medo d sua voz. Ele sussurrou, ¡°Era uma vez, h¨¢ muito tempo atr¨¢s, nasceu um menino em uma fam¨ªlia muito rica. Desde o nascimento, o menino atraiu muita aten??o, pois era o ¨²nico herdeiro da fam¨ªlia. Os pais do menino se amavam muito, o pai era leal, a m?e era gentil e boa. Eles viviam felizes juntos, levando uma vida invej¨¢vel. Quando o menino tinha seis anos, seus pais tiveram outra filha. A chegada da irm? tornou a fam¨ªlia j¨¢ acolhedora ainda mais feliz. Todos os dias antes de ir trabalhar, o pai segurava a irm?, dava-lhe um beijo e dizia a e ao menino que os amava muito e queria que fossem sempre felizes. A m?e ficava em casa as crian?as, desenhando eles, cozinhando juntos¡­.¡± A voz de Marco Ant?nio j¨¢ era agrad¨¢vel, e agora que ele contava essa hist¨®ria aconchegante, dava uma sensa??o de seguran?a ainda mais forte. E Ca, que estava sempre inquieta, gradualmente se acalmou. Sentindo que Ca n?o estava mais medo, Marco Ant?nio se deitou. All rights ? N?velDrama.Org. Talvez porque estivessem dormindo juntos, ou talvez porque n?o tivessem dormido bem nas duas noites anteriores, os dois dormiram muito profundamente desta vez. Quando Ca acordou, j¨¢ era manh?. Quando abriu os olhos, viu um par de olhos olhando para , cheios de piedade e amor. Ca estava um pouco surpresa, ¡°Por que voc¨º est¨¢ me olhando assim?¡± Marco Ant?nio colocou a cabe?a d em seu peito e deu-lhe um beijo suave na testa, ¡°Ca,te amo!¡± Ao acordar cedo, a mente de Ca ainda n?o estava totalmente desperta. n?o esperava ouvir uma dera??o t?o direta de Marco Ant¨®nio. ficou atordoada. Marco Ant?nio continuou, ¡°Espero que sempre que o fizeres, te lembres que me tens na tua vida.¡± Ca disse, ¡°Eu sei.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Voc¨º n?o sabe.¡± Marco Ant?nio pegou a m?o d e a segurou firmemente em sua m?o, ¡°Eu quero te dizer que voc¨º n?o precisa se preocupar mais nada. Faz o que quiseres quando quiseres, eu estou disposto a estar sempre ao teudo.¡± Ouvindo essas pvras repentinas dele, Ca se sentiu um pouco nervosa, ¡°Aconteceu alguma coisa?¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Voc¨º teve um pesadelo ontem ¨¤ noite, lembra?¡± Ca n?o tinha muita lembran?a, mas quando Marco Ant?nio a relembrou, pareceu se recordar de algo, ¡°Parece que foi um pesadelo muito assustador. Mas depois eu ouvi sua voz e n?o fiquei mais com tanto medo.¡± Cap铆tulo 957 Cap¨ªtulo 957 Cap¨ªtulo 957 Marco Antonio a abra?ou for?a e disse: ¡°Se alguma vez tiver outro pesadelo, mesmo em sonhos, lembre-se de que estou ao seudo para que n?o tenha mais medo.¡± Ca assentiu e prometeu: ¡°Tudo bem.¡± Ao acordar, Ca estava revigorada e se sentia ¨®tima. No entanto, sentia que algo ainda precisava ser feito. Depois de pensar um pouco, finalmente se lembrou e, correndo para sair da cama, perguntou: ¡°Yumi j¨¢ acordou?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Sim, acordou. Mas n?o quer fr nem sair do quarto¡­ Ameri preparou um monte deida para , mas se recusa aer.¡± ¡° foi abusada antes e pode se fechar para as pessoas. Vou l¨¢ v¨º.¡± Ca se levantou apressadamente, sem nem mesmo parar para sevar e se arrumar, e estava pronta para correr para fora do quarto. Marco Ant¨®nio a puxou de volta, ¡°Ca, deixe-me terminar.¡± Embora Ca estivesse fisicamente no quarto, seu cora??o j¨¢ estava no quarto aodo, ¡°Vai l¨¢.¡± Marco Ant¨®nio estava um pouco chateado, ¡°Eu acho que pode se sentir desconfort¨¢veligo aqui. Tenho alguns assuntos para tratar, ent?o vou para o escrit¨®rio primeiro. Ameri ficar¨¢ aqui cuidando de voc¨ºs e voltarei ¨¤ noite.¡± Ca concordou, ¡°Tudo bem.¡± Marco Ant?nio acrescentou: ¡°Ca¡­¡± Ca perguntou: ¡°O que foi?¡± Marco Ant?nio queria que se importasse mais ele, mas n?o queria pression¨¢, ent?o disse: Tudo bem, vai cuidar d.¡± ¡°Tudo bem.¡± Ca se virou e saiu, sem hesitar. Marco Ant?nio a viu partir sem pvras. Chegando ao quarto aodo, Ca disse: ¡°Yumi¡­¡± Yumi, que estava deitada na camao uma boneca, olhos vazios e sem vida, virou a cabe?a para olhar Ca quando ouviu sua voz, ¡°Ca¡­¡± ¡°Sou eu.¡± Ca se sentou aodo d na cama, acariciando gentilmente seus cabelos, ¡°Yumi, voc¨º est¨¢ fome? Quer se levantar eer alguma coisa?¡± Yumi agarrou o canto do casaco de Ca e perguntou cautelosamente olhos cheios de l¨¢grimas: ¡°Ca, ¨¦ voc¨º mesmo? N?o estou sonhando, pois n?o?¡± Ca beliscou a bochecha arredondada de Yumi, colocando um pouco de for?a, ¡°Isso d¨®i?¡± Yumi abanou suavemente a cabe?a, ¡°N?o d¨®i!¡± Sua resposta doeu no cora??o de Ca, ¡°Yumi, se doer, voc¨º tem que dizer. N?o precisa mais aguentar. Ca vai proteger voc¨º e n?o vai deixar voc¨º se machucar.¡± Ca sabia que tinha beliscado for?a e que definitivamente tinha machucado Yumi. ?? ??? ?? ?? ?? ??? ?? ? ? ? ? ? ?? ? Original content from N?velDrama.Org. Se Yumi disse que n?o doeu, era porque a dor que sentiu naquele momento n?o era nadaparada ao que a familia de Lu¨ªs lhe fez. Talvez Yumi tenha sido abusada tantas vezes que ficou insens¨ªvel ¨¤ dor. Yumi perguntou: ¡°Ca, vai continuar a ser a minha melhor amiga?¡± Ca respondeu: ¡°Eu n?o quero ser sua amiga¡­¡± Antes que Ca pudesse terminar, os olhos de Yumi escureceram, ¡°Mas eu realmente gosto de voc¨º e quero que voc¨º seja minha amiga¡­¡± Ca disse: ¡°Posso ser sua irm? mais velha? Sou filha ¨²nica em casa, mas sempre quis ter uma irm?. Seria ¨®timo se voc¨º quisesse ser minha irm?.¡± Os olhos de Yumi se iluminaram, mas n?o ousava acreditarpletamente em seus ouvidos. perguntou cautelosamente: ¡°Ca, voc¨º est¨¢ fndo s¨¦rio? Voc¨º realmente quer ser minha irm??¡± Ca respondeu: ¡°Eu quero ser sua irm? mais velha, s¨® n?o sei se voc¨º quer ser minha irm¨¡.¡± Obtendo uma resposta afirmativa, Yumi ficou t?o entusiasmada que saltou para os Ca, ¡°Ent?o posso te chamar de irm? daqui para frente?¡± Ca a abra?ou e disse, tanto alegre quanto triste: ¡°ro que sim, Yumi.¡± Cap铆tulo 958 Cap¨ªtulo 958 Cap¨ªtulo 958 Yumi disse, ¡®irm¨¡.¡± Ca respondeu, ¡°Estou aqui.¡± Yumi chamou de novo,¡± irm?.¡± Ca respondeu, ¡°Estou aqui.¡± Yumi chamou mais uma vez,¡± irm?.¡± Yumi chamou v¨¢rias vezes, e Ca respondeu pacientemente a cada uma ds. perguntou um sorriso, ¡°Yumi, voc¨º est¨¢ fome? N?oi nada o dia todo, que tal irmos comer algo juntos?¡± Yumi respondeu, ¡°Estou fome.¡± Ca pegou na m?o de Yumi, ¡°Vamos nos arrumar primeiro, depoisemos juntas.¡± Yumi, ao ver que Ca segurava sua m?o, sentiuo se toda a dor tivesse desaparecido. Ca sugeriu, ¡°Esta ¨¦ a casa que acabei deprar, ainda faltam algumas necessidades di¨¢rias na casa, que tal irmosprar pasta e escova de dentes?¡± Marta, que estava na s, ouviu Ca e disse, ¡°Carlita, o Marco j¨¢ me pediu para preparar tudo para a casa. Seus produtos de higiene e cuidados a pele est?o no quarto principal e os da Srta. Lu¨ªs est?o no quarto d.¡± ¡°Ok.¡± Ca voltou para o quarto principal e percebeu o qu?o atencioso Marco Ant?nio era. Ele n?o s¨® tinha preparado os produtos de higiene e cuidados a pele, mas tamb¨¦m tinha preparado cuidadosamente v¨¢rias mudas de roupa para , todas arrumadas no arm¨¢rio. Comovida, Ca pegou o celr e mandou uma mensagem para ele, ¡°Lucas Bento.¡± Marco Ant?nio respondeu rapidamente, ¡°O que foi?¡± Ca respondeu, ¡°Obrigada.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu sou seu marido.¡± Sua resposta foi curta, mas Ca entendeu o profundo amor por tr¨¢s d. Embora tivesse um banheiro principal ¨¤ disposi??o, para cuidar de Yumi, Ca tamb¨¦m foi ao banheiro secund¨¢rio .. As duas escovaram os dentes juntas em frente ao espelho e riram ao verem seus reflexos. Yumie?ou a chamar novamente,¡± irm?.¡± Ca apontou para o nariz d, ¡°Primeiro escove os dentes, voc¨º ainda tem espuma de pasta de dente na boca.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Depois de escovar os dentes, Yumi virou-se e abra?ou Ca, ¡± irm?, eu me sinto t?o feliz agora. Parece que a felicidade ¨¦ assim, eu tamb¨¦m posso ser feliz.¡± Ca deu tapinhas nas costas d gentilmente e perguntou, ¡°Yumi, voc¨º ainda quer voltar para a fam¨ªlia de Lu¨ªs?¡± Ao mencionar a fam¨ªlia de Lu¨ªs, o rosto de Yumi empalideceu, parecia que todo o seu corpo estava rejeitando a fam¨ªlia de Lu¨ªs. Ca disse, ¡°Se voc¨º n?o quiser voltar, ent?o n?o vai volte. A partir de agora, voc¨º morar¨¢ aqui comigo, este ser¨¢ seur.¡± Yumi bn?ou a cabe?a animada e, os olhos cheios de l¨¢grimas, disse, ¡°Eu te insultei antes, mas por que voc¨º ainda ¨¦ t?o boaigo?¡± Ca a abra?ou for?a, ¡°Porque voc¨º ¨¦ boa por natureza, e tamb¨¦m porque voc¨º ¨¦ minha irm?. Se eu n?o te tratar bem, a quem mais posso pedir que te trate bem?¡± Yumi enxugou as l¨¢grimas e disse, ¡°Se voc¨º fosse minha irm? de verdade, e eu sua verdadeira irm?, seria t?o bom,¡± Ca a afastou de seu abra?o, colocou as m?os em seus ombros e disse seriamente, ¡°Se voc¨º fosse minha verdadeira irm?, voc¨º perderia o estatuto de filha da fam¨ªlia de Lu¨ªs, n?o teria a identidade de filha da fam¨ªlia de Lu¨ªs, nem teria uma vida luxuosa. Voc¨º poderia aceitar tudo isso?¡± Cap铆tulo 959 Cap¨ªtulo 959 Cap¨ªtulo 959 ¡°Eu realmente n?o queria ser uma filha da familia de Lu¨ªs.¡± Yumi sorriu amargamente, ¡°Se eu tivesse a oportunidade de escolher, eu preferiria ser mendiga do que nascer na fam¨ªlia de Lu¨ªs.¡± Ca realmente queria levar sua irm? de volta, mas ao ouvir Yumi dizer que n?o queria ser uma filha da familia de Lu¨ªs, se sentiu infeliz, ¡°Voc¨º realmente n?o quer ser uma filha da familia de Lu¨ªs?¡± Yumi disse, ¡°Eu realmente n?o gosto de ser uma crian?a da familia de Lu¨ªs, eles nunca me consideraramo uma crian?a da fam¨ªlia. Para eles, eu sou apenas uma ferramenta que pode ser usada, preciso da aprova??o deles para tudo o que quero fazer. Sobre a vida luxuosa que voc¨º mencionou, admito que me visto melhor do que a maioria das pessoas, como melhor do que a maioria das pessoas, mas irm?, tudo isto se baseia no facto de eu ter de lhes obedecerpletamente, desde que tenha o m¨ªnimo de resist¨¨ncia¡­¡± Pensando nas consequ¨ºncias de resistir, Yumi tremeu, ¡°Quando eu era muito pequena, eles me disseram que quando eu crescesse, eu teria que me casar Mark, e um dia eu seria a esposa do presidente do Grupo Ant?nio. Portanto, meu objetivo na vida sempre foi poder me casar Mark. Embora eu n?o goste da m?e de Mark, eu tenho que obedecer a eles para agrad¨¢. Eu sei que Mark n?o gosta de mim, mas eu ainda tenho que fazer todo o poss¨ªvel para me aproximar dele, porque sen?o eu levava uma surra Andr¨¦ Luis bate muito, ele usar¨¢ qualquer coisa ao seu alcance para me bater. ¨¤s vezes, ele puxa meu cabelo, da ¨²ltima vez que ele puxou meu cabelo, eu senti que meu couro cabeludo estava sendo arrancado.¡± Yumi diz estas coisas num tom calmo,o se estivesse a fr de outra pessoa. Quanto mais calmamente fva sobre suas experi¨ºncias de abuso, mais desda ficava Ca, ¡°Yumi, voc¨º ¨¦ minha irm?. Fiqueigo no futuro, eu vou proteger voc¨º, cuidar de voc¨º, voc¨º n?o precisa mais voltar para o terr¨ªvel lugar que ¨¦ a fam¨ªlia de Lu¨ªs.¡± Yumi bn?ou a cabe?a desamparo, ¡°Onde eu posso ficar, voc¨º n?o decide, eu tamb¨¦m n?o decido. Antes de terminarem de usar-me, a fam¨ªlia de Lu¨ªs certamente n?o me deixar¨¢ ir facilmente.¡± As preocupa??es de Yumi n?o eram infundadas, Ca tamb¨¦m estava bem ciente disso, ¡°Yumi, e se voc¨º n?o fosse uma crian?a da fam¨ªlia de Lu¨ªs?¡± Yumi disse, ¡°Se eu n?o fosse uma crian?a da familia de Lu¨ªs, eu poderia me livrar do controle da fam¨ªlia de Lu¨ªs? N?o parece muito prov¨¢vel, a fam¨ªlia de Lu¨ªs n?o me teria criado durante vinte anos para nada..¡± Ca segurou firmemente a m?o de Yumi e disse seriamente, ¡°Yumi, eu tenho algo a lhe dizer, ¨¦ melhor voc¨º se preparar.¡± Yumi disse suavemente, ¡°Diga.¡± Ca disse, ¡°Pa pode ser nossa m?e biol¨®gica, voc¨º pode ser o filho que Pa concebeu antes de deixar meu pai. Ap¨®s receber sua mensagem ontem ¨¤ noite, obtivemos uma amostra de seu sangue e fizemos um teste de DNA minha av¨®. O resultado do teste confirmou que voc¨º tem uma conex?o sangu¨ªnea minha av¨®.¡± Ao ouvir essa not¨ªcia, Yumi ficou gda e ent?o agarrou a m?o de Ca emocionada, ¡°¨¦ verdade? Eu sou realmente uma crian?a da fam¨ªlia de Barcelo? Eu n?o tenho nada a ver a fam¨ªlia de Lu¨ªs, ¨¦ verdade?¡± Ca acenou a cabe?a firmeza, ¡°¨¦ verdade! Se voc¨º n?o acredita, n¨®s duas podemos fazer o teste de DNA agora.¡± ¡°Eu acredito! Eu acredito! ro que eu acredito!¡± Yumi repetiu v¨¢rias vezes seguidas, entusiasmada, ¡°Irm?, eu s¨® tenho medo de que isso seja um sonho, medo de que tudo volte ao normal quando eu acordar, medo de ainda estar na gai da familia de Lu¨ªs.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Ca entendeu as preocupa??es de Yumi, ¡°Isso ¨¦ imposs¨ªvel, voc¨º j¨¢ se libertou dessa gai. A partir de agora, voc¨º ¨¦ livre, ningu¨¦m mais pode maltrat¨¢, tortur¨¢.¡± Ao ouvir as pvras de Ca, os olhos de Yumi brilharam, ¡°Sim, agora eu sou livre. A partir de agora, o Andr¨¦ j¨¢ n?o me vai intimidar, certo?¡± Ca respondeu, ¡°Sim. Ele nunca mais se atrever¨¢ a abusar de voc¨º.¡± Os olhos de Yumi de repente se encheram de l¨¢grimas, ¡°Irm?¡­¡± Cap铆tulo 960 Cap¨ªtulo 960 Cap¨ªtulo 960 All rights ? N?velDrama.Org. Ca rapidamente acariciou a cabe?a d, ¡°N?o se preocupe, est¨¢ tudo bem, vamos almo?ar primeiro. Quando estivermos cheios, pensaremos emo te tirarpletamente da fam¨ªlia de Lu¨ªs.¡± Yumi perguntou, ¡°Eu posso mudar meu sobrenome para o mesmo que o seu?¡± O fato de Yumi estar t?o ansiosa para se desligar da fam¨ªlia de Lu¨ªs provou que tinha sido profundamente magoada por uma fam¨ªlia de Luis, e isso fez Ca se sentir destro?ada. Voc¨º sempre foi uma crian?a da nossa familia Barcelo, ¨¦ ro que pode ter o mesmo sobrenome que eu.¡± Yumi disse novamente, ¡°Ent?o eu vou mudar meu nome tamb¨¦m.¡± Ca gentilmente assentiu, ¡°Certo.¡± O almo?o foi preparado por pr¨®pria Marta. Como Marco Ant?nio havia instru¨ªdo, Ca mal haviaido nos ¨²ltimos dias, ent?o Marta foi orientada a preparar alimentos mais leves. Marta sempre foi muito respons¨¢vel, n?o s¨® preparou pratos leves para Ca, mas tamb¨¦m preparou os pratos preferidos de Yumi de sua cidade natal. Talvez por n?o terido direito por alguns dias, ou por pensar em se livrar da fam¨ªlia de Lu¨ªs, Yumi estava um apetite incr¨ªvel,endo quase metade de um frango assado, meia por??o de macarr?o molho de carne e at¨¦ um pouco de fritada de peixe batatas. Enquanto Ca observava Yumi aer, o seu apetite seguiu o mesmo caminho e tamb¨¦m comeu uma boa por??o deida, ficando toda empanturrada no final da refei??o. Vendo as duas limparem os pratos, Marta se sentiu muito realizada, ¡°Carlita, o que voc¨ºs querem comer ¨¤ noite? Assim eu posso preparar mais cedo.¡±, Ca, a barriga cheia, deu um arroto, ¡°Marta,emos muito agora, vamos deixar para fr do jantar mais tar de, Yumi disse feliz, ¡°Marta, minha irm? vai me dar um novo nome agora, voc¨º pode se sentar e nos ajudar a pensar em um nome tamb¨¦m?¡± Marta estava confusa, ¡°Mudar qual nome?¡± Ca confiava em Marta, ent?o n?o pretendia esconder nada d, ¡°Marta, Yumi ¨¦ minha irm? de sangue, estamos nejando ajud¨¢ a sair da fam¨ªlia de Lu¨ªs e dar um novo nome a .¡± Marta ficou ainda mais confusa, ¡°Carlita, eu n?o entendi. Como Yumi se tornou sua irm? de sangue?¡± Ca sabia que se n?o explicasse, Marta continuaria pensando nisso, ent?o explicou pacientemente, ¡°A m?e de Yumi, Pa, tamb¨¦m ¨¦ minha m?e. Quando deixou meu pai, provavelmente j¨¢ estava gr¨¢vida de Yumi¡­¡± Ouvindo essa explica??o, Marta entendeu, ¡°Ent?o ¨¦ isso, ent?o ¨¦ isso. Ent?o eu preciso ser ainda mais gentil a Srta. Lu¨ªs a partir de agora.¡± Marta n?o tinha uma atitude muito boa de Yumi antes. Quando Yumi vinha visitar, Marta apenas a recebia por cortesia, n?o tinha grandes sentimentos. Agora que soube que Yumi era irm? de Ca, Marta imediatamente mudou sua atitude, ¡°Srta. Lu¨ªs, se voc¨º quiserer ou beber alguma coisa, basta me dizer que eu preparo para voc¨º.¡± Ca riu, ¡°Marta, n¨®semos demais agora, n?o podemos fr deida novamente. Agora senta aqui e nos ajuda a pensar em um nome.¡± Cap铆tulo 961 Cap¨ªtulo 961 Cap¨ªtulo 961 Yumie?ou a fr, ¡°N?o importa o nome, contanto que eu possapartilhar o seu sobrenome, eu ficarei feliz.¡± Ca respondeu, ¡°N?o podemos escolher um nome aleatoriamente.¡± pensou muito e finalmente pensou em um nome que a agradou. ¡°Yumi, que tal Alba Barcelo?¡± O nome significava a luz do amanhecer. Ca esperava que, ao mudar o nome para Alba, a vida de Yumi pudesse sero o nome, caminhando atrav¨¦s da escurid?o e o resto da sua vida fosse luz. Yumi respondeu, ¡°Sim, esse ¨¦ um ¨®timo nome, eu gosto muito.¡± Marta repetiu o nome suavemente, ¡°Alba¡­ Eu acho que soa bem.¡± Yumi disse, ¡°Irm?, vamos decidir esse nome ent?o.¡± Ca respondeu brevemente, ¡°Ok.¡± Depois da empolga??o, Yumi, n?o, agora ¨¦ Alba. Depois de se acalmar, Albae?ou a se preocupar, ¡°Irm?, vai ser dif¨ªcil para mim sair da familia de Lu¨ªs.¡± All rights ? N?velDrama.Org. Ca sorriu e disse. ¡°N?o se preocupe, eu vou lidar isso. N?o importao a fam¨ªlia de Lu¨ªs nos impe?a, eu vou garantir que voc¨º saiapletamente.¡± Enquanto fvam, a campainha tocou de repente. Marta correu para abrir a porta, ¡°Sr. Masaveu, por que veio aqui?¡± ¡°Marco pediu para eu ajudar sua esposa,o eu poderia n?o vir?¡± Leonardo estava na porta, gritando para a s, ¡°Ca, Marco disse que voc¨º vai ¨¤ delegacia Yumi?¡± Ca imediatamente correu para fora, ¡°O que voc¨º disse?¡± Leonardo respondeu, ¡°Marco me disse que voc¨º e Yumi est?o indo ¨¤ delegacia e me pediu para lev¨¢- las.¡± ¡°De-nos alguns minutos para nos trocarmos e sairemos.¡± Ca voltou para a s de estar, ¡°Alba, voc¨º ouviu? Vamos nos trocar agora e sair depois.¡± Alba acenou entusiasmada, ¡°Ok.¡± ??? Quando estava desesperada por nunca conseguiria se livrar da fam¨ªlia de Lu¨ªs, de repente viu esperan?a. A delegacia mais pr¨®xima do Distrito da Lua Azul estava a quatro quil?metros em linha reta e seis quil?metros de carro, ent?o Leonardo dirigiu pessoalmente para lev¨¢s ¨¤ delegacia. Leonardo, que estava curioso h¨¢ muito tempo, finalmente n?o resistiu e perguntou, ¡°Yumi, voc¨º ¨¦ ramente a irm? de Andr¨¦,o se tornou a irm? de Ca?¡± Alba respondeu, ¡°Agora eu me chamo Alba!¡± Leonardo disse, ¡°Ok. Senhorita Ca, senhorita Alba, voc¨ºs podem me contar o que est¨¢ acontecendo?¡± Ca perguntou, ¡°O Diretor Ant?nio n?o te contou?¡± Leonardo respondeu, ¡°Voc¨º conhece o jeito dele, ele poderia me contar tudo isso? Ele s¨® me disse que Yumi tinha que ir ¨¤ delegacia e me pediu para ajud¨¢s.¡± ? ? ? ? 1 ¡± ? ¨C ? ? ? ? Ca disse: ¡°Vamos ¨¤ delegacia para fazer uma nova identidade para a Yumi. De agora em diante, Yumi n?o existe mais neste mundo, apenas Alba.¡± Leonardo disse uma express?o de injusti?a: ¡°Eu ajudei voc¨ºs a fugir, agora estou dirigindo para voc¨ºs. Mas nem tenho o direito de saber?¡± Ca perguntou: ¡°O que voc¨º quer saber?¡± Leonardo disse: ¡°Como voc¨ºs se tornaram irm?s de repente? Se eu me lembro corretamente, te desatendeu antes¡± Ao ouvir esse t¨®pico, Yumi ficou t?o envergonhada que n?o conseguia encontrar um lugar para se esconder. disse: ¡°Irm?, me desculpe!¡± realmente n?o sabiao mostrar desrespeito pelos outros, aprendeu tudo em romances e na TV. Felizmente, Ca sempre perdia no final. Cap铆tulo 962 Cap¨ªtulo 962 Cap¨ªtulo 962 Ca disse: ¡°N?o vamos mais fr sobre o que aconteceu antes.¡± Leonardo perguntou: ¡°Ent?o voc¨º pode me dizer por que voc¨ºs acham que ¨¦ sua irm??¡± Ca respondeu: ¡°Porque ¨¦ minha verdadeira irm?.¡± Leonardo imediatamente imaginou um drama familiarplexo, ¡°Ser¨¢ que ¨¦ porque Pa n?o conseguiu ter filhos depois de se casar a fam¨ªlia de Lu¨ªs, ent?o adotou uma crian?a, e agora a verdadeira familia da crian?a apareceu¡­¡± Ca perguntou: ¡°Voc¨º tem assistido alguma nov recentemente?¡± Leonardo disse: ¡°Recentemente fiquei obcecado por uma atriz jovem. A nov d est¨¢ passando e estou assistindo para apoi¨¢.¡± Ca perguntou curiosamente: ¡°Que nov ¨¦ essa?¡± Leonardo respondeu: ¡°Uma nov sobre os amores e ¨®dios de v¨¢rias fam¨ªlias.¡± Ca realmente n?o sabe mesmo o que dizer sobre ele. Leonardo voltou ao assunto anterior: ¡°Me diga r¨¢pido, eu adivinhei certo?¡± Ca respondeu: ¡°Voc¨º j¨¢ considerou que Pa pode ser nossa verdadeira m?e?¡± Leonardo: ¡°S¨¦rio!?! Eles sempre dizem que a vida imita a arte, mas parece que a vida ¨¦ mais complicada que a arte. Maso Pa se tornou sua m?e biol¨®gica? Na ¨²ltima festa de anivers¨¢rio de Jos¨¦, foi t?o dura voc¨º. sabia que voc¨º era filha d?¡± Ca sorriu, ¡°Se n?o soubesse, talvez n?o teria se esfor?ado tanto para ser t?o duraigo.¡± Antes, Ca n?o conseguia perceber porque ¨¦ que Pa era t?o hostil para , mas ao saber da r??o entre s, toda a confus?o ficou esrecida. ?? ?? ?: ? Original content from N?velDrama.Org. Ao ouvir isso, Leonardo ficou em sil¨ºncio. Com a ajuda de Leonardo, o processo da obten??o da nova identidade correu muito bem, tudo foi resolvido em poucos minutos. Ao ver o nome de Alba na nova identidade, Ca sentiu uma certa mncolia¡­. A partir de agora, teria uma irm? de sangue. Alba ainda estava um pouco insatisfeita, ¡°Leo, posso jogar fora essa identidade antiga? N?o quero ver nada rcionado ¨¤ fam¨ªlia de Lu¨ªs.¡± Leonardo respondeu: ¡°Como j¨¢ conseguimos sua nova identidade, a antiga n?o ¨¦ mais necess¨¢ria. Voc¨º pode fazer o que quiser .¡± Alba disse rapidamente, ¡°Ent?o eu quero cortar essa identidade.¡± Ca olhou para e assentiu, ¡°¨®timo, assim n?o haver¨¢ mais Yumi¡± Alba abra?ou Ca for?a, ¡°Carlita, agora eu realmente sou sua irm?. Parece que eu estou sonhando.¡± Ca disse: ¡°Eu tamb¨¦m.¡± Alba: ¡°Irm?, voc¨º tem algo para fazer agora? Se n?o, podemos caminhar lentamente para casa, est¨¢ bem?¡± Ca assentiu em resposta, ¡°Ok.¡± O novo distrito ¨¤ beira dogo ¨¦ lindo, ruasrgas e muitos parques. De onde eles estavam, havia um parque ao longo dogo que se estendia por quil?metros. Caminhar pelo parque at¨¦ em casa n?o s¨® seria um bom exerc¨ªcio, mas tamb¨¦m permitiria que eles apreciassem uma variedade de ntas. Leonardo disse firmemente: ¡°N?o quero caminhar.¡± Ca disse, ¡°Eu n?o pedi para voc¨º caminhar. Voc¨º pode ir para casa de carro primeiro e ficar para jantar ¨¤ noite. Podemos celebrar juntos o fato de eu ter encontrado minha irm? e de me ter mudado para uma casa nova ao mesmo tempo.¡± Cap铆tulo 963 Cap¨ªtulo 963 Cap¨ªtulo 963 Leonardo disse: ¡°Ent?o, al¨¦m de trabalhar duro hoje, ainda tenho que dar presentes pra voc¨ºs?¡± Ca respondeu: ¡°Eu tamb¨¦m aceitaria.¡± ¡°Voc¨ºs n?o t¨ºm cora??o,¡± Leonardo disse. ¡°Senhor Masaveu,¡± Ca retorquiu. ¡°Agora voc¨º nos d¨¢ presentes, mas quando se casar, the darei um ainda mais caro. Garanto que n?o sair¨¢ perdendo.¡± ¡°N?o pretendo casar. Como vou aceitar seu presente?¡± Leonardo perguntou. Ca o olhou severamente. ¡°Voc¨º tem tantas namoradas, mas n?o pretende casar? Voc¨º trata essas garotas de maneira t?o terr¨ªvel!¡± Leonardo rebateu: ¡°Um homem ruim ¨¦ aquele que persegue outras mulheres apesar de dizer que te ama. Eu deixo tudo ro antes dee?ar um rcionamento. Se minha namorada me faz feliz, dou a o dinheiro que deseja. Ambos conseguimos o que queremos e podemos terminar a qualquer momento se nos cansarmos. Como posso ser um homem ruim?¡± ¡°Voc¨º est¨¢ fndo besteira!¡± Ca exmou. ¡°Por que isso ¨¦ besteira? Eu sou um bom homem! Voc¨º acha que todo homem deveria sero seu marido e n?o tocar em uma mulher por d¨¦cadas?¡± Leonardo perguntou. Leonardo continuou: ¡°Homenso Marco Ant?nio podem ser problem¨¢ticos! Alguns aspectos precisam ser usados constantemente para saber se est?o funcionando normalmente. Se n?o forem usados, as pessoas podeme?ar a desconfiar¡­¡± Leonardoe?ou a brincar. Ca, que sabia mais sobre Marco Ant?nio do que qualquer outra pessoa, o interrompeu: ¡°Senhor Masaveu, cale a boca!¡± Leonardo respondeu: ¡°Eu mencionei algum defeito de Marco Ant?nio? Voc¨º s¨® quer que eu me cale porque n?o pode refutar o que eu disse. N?o vou me cr.¡± Ca disse: ¡°Ent?o continue fndo. N¨®s vamos embora.¡± Leonardo impediu Ca de sair: ¡°Ca, voc¨º sabe o qu?o bem as mulheres l¨¢ fora me tratam? Voc¨º sabe o quanto s querem estarigo? Oportunidades ps quais mais ningu¨¦m pode lutar est?o mesmo ¨¤ tua frente e n?o as aproveitas.¡± Ca sorriu levemente: ¡°Meu marido ¨¦ Marco Ant?nio!¡± Essa resposta poderia machucar mais do que qualquer outra coisa. ¡°Ai, ai!¡± Leonardo suspirou. Nesse round, Ca saiu vitoriosa. N?velD(ram)a.?rg owns this content. sorriu satisfeita: ¡°Vai ficar para o jantar?¡± ¡°Sim!¡± Leonardo respondeu. Mesmo que ele n?o ficasse, ainda teria que dar os presentes. Ent?o, decidiu ficar. Ele estava determinado aer bem naqu noite parapensar o dinheiro dos presentes. Ca disse: ¡°Certo ent?o. Vai levar cerca de uma hora para voltarmos a p¨¦. Quando chegarmos, nejamosprar algumas coisas no supermercado no caminho. Provavelmente n?o conseguiremos carregar tudo. Voc¨º poderia nos ajudar?¡± Leonardo respondeu: ¡°Pensa mesmo em mimo um criado?¡± ¡°N?o ¨¦ isso,¡± Ca disse. ¡°¨¦ s¨® que voc¨º ¨¦ o ¨²nico homem aqui. S¨® podemos pedir sua ajuda.¡± Leonardo se foi, irritado. 92 9 8 2 Ca segurou a m?o de Alba: ¡°Vamos, Alba.¡± ¡°Nunca soube que Leonardo era t?o engra?ado,¡± disse Alba. Cap铆tulo 964 Cap¨ªtulo 964 Cap¨ªtulo 964 Ca perguntou: ¡°Que tipo de pessoa ¨¦ que ele costumava ser na tua mente?¡± Alba respondeu: ¡°Ele se dava muito bem Andr¨¦ e Mark, especialmente Mark. Ent?o, quando eu o via, ele estava sempre Mark, ent?o eu achava que ele era dif¨ªcil de se aproximar.¡± Depois de fr, Alba de repente percebeu algo, ¡°N?o, eu precisoe?ar a chamar Mark de Sr. Ant?nio. Voc¨º me aceitou e me deixou morar em sua casa, isso poderia afetar seu rcionamento com ele?¡± Ca disse gentilmente, ¡°Ele sabe tudo sobre a minha decis?o de te acolher. Ele ¨¦ muito gentil e atencioso, muitas coisas que eu n?o preciso pedir, ele j¨¢ consegue organizar muito bem. O mais importante ¨¦ que, apesar de estar em uma posi??o elevada, ele n?o desrespeita as pessoaso alguns homens fazem. Ele respeita muito minhas decis?es, tudo que decido na vida ele escuta minha opini?o. Ele realmente ¨¦ um ¨®timo homem, o melhor que j¨¢ conheci¡­¡± Alba perguntou: ¡°Voc¨º tem certeza que est¨¢ fndo do Sr. Ant?nio?¡± Ca respondeu: ¡°Quem mais poderia ser se n?o ele?¡± Alba disse: ¡°Ele deve te amar muito.¡± ? ? ? ? ?? ? ? ? Ca disse: ¡°Ele ¨¦ apenas um bom homem respons¨¢vel. Depois de se casarigo, ele tem que ser bom para mim.¡± Embora tenha dito isso, Ca se sentiu muito aquecida por dentro. Mesmo sem experi¨ºncia de namoro antes, Ca n?o era boba, podia ver que Marco Ant?nio a amava. Ele disse mais de uma vez que gostava d, ent?o ele realmente deve gostar d, talvez at¨¦ mais do que pens¨¤. Alba disse: ¡°N?o negue, voc¨º ¨¦ a esposa dele, ¨¦ t?o lindo que ele te ame.¡± Havia muitos rumores sobre Marco Ant?nio, alguns diziam que ele era impiedoso, outros que ele era cruel, muitas pessoas, inclusive a familia de Lu¨ªs, temiam ao ouvir seu nome. Alba j¨¢ tinha visto a impiedade de Marco Ant?nio seus pr¨®prios olhos. Mas no cora??o de Ca, o homem temido por todos, era um marido gentil e respeitoso¡­ Alba pensou, isso deve ser amor. N?o importa o qu?o duro Marco Ant?nio possa ser ao exterior, ele ¨¦ apenas um homemum diante de sua esposa. Eles entraram na trilha verde do parque. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Alba perguntou novamente: ¡°Voc¨º se casou ele primeiro ou se tornou assistente dele primeiro?? Voc¨º pode me contaro voc¨ºs se casaram?¡± Ca respondeu: ¡°Nossas av¨®s eram amigas quando eram jovens, depois s tiveram suas pr¨®prias familias, mas mantiveram contato, antes n?o tinham celres, mantinham contato por cartas. Depois que vim para Salvador para estudar, as duas av¨®s secretamente nejaram nos juntar. N¨®s dois concordamos em nos casar s¨® para deix¨¢s tranqus.¡± Marco foi para os Estados Unidos por um ano depois de nos casarmos, durante esse tempo n?o tivemos contato algum. Eu estava t?o ocupada o trabalho que quase o esqueci. Durante esse tempo, fui transferida para a sede do Grupo Ant?nio, ap¨®s uma s¨¦rie de avalia??es, no dia em que ele voltou ao pa¨ªs, me tornei sua assistente. S¨® que eu nunca soube que ele era meu marido.¡± Alba disse, ¡°A hist¨®ria de voc¨ºs ¨¦ mais estranha e emocionante do que qualquer romance ou nov.¡± Ca riu, ¡°Com certeza!¡± Alba disse, ¡°Ca¡­¡± Ca perguntou, ¡°O que foi?¡± Alba perguntou, ¡°Porque eu sempre quis me casar Mark, isso causaria algum atrito entre n¨®s?¡± Ca disse, ¡°Pergunte a si mesma, voc¨º realmente gosta dele? Voc¨º realmente quer se casar ele?¡± Alba respondeu, ¡°Na verdade acho que estou mais virada para a liberdade.¡± pensou sobre isso durante esse tempo, casar Marco Antonio n?o era realmente o que queria, era apenas o que sua fam¨ªlia estava sempre a dizer isso, e depois de ouvir tanto isso, e?ou a acreditar nisso depois de ouvir tanto Cap铆tulo 965 Cap¨ªtulo 965 Cap¨ªtulo 965 Ca disse: ¡°N?o precisa me dar uma resposta agora. Vou ficar voc¨º nos pr¨®ximos dias enquanto voc¨º se recupera. Voc¨º pode pensar calma. Quando voc¨º estiver melhor, vou te levar para visitar nossa av¨® e nosso pai em Norte de Be. Eles ficar?o t?o felizes em saber que te encontrei.¡± ¡°Certo Alba assentiu e disse. ¡°Voc¨º e Estr me disseram antes para ter minha pr¨®pria carreira. eu gostava de ir trabalhar fora um dia destes para tentar¡­ falou timidamente, medo de que Ca rejeitasse sua ideia. Erao na familia de Luis, sempre que mencionava que queria um emprego, Andr¨¦ a criticava, dizendo que n?o era adequada para nenhum trabalho. No entanto, ¨¤s vezes queria provar a si mesma. Ca disse: ¡°ro que sim! Voc¨º ¨¦ licenciada por uma universidade famosa, tens experi¨ºncia de estudo no estrangeiro. ¨¦ uma pessoa talentosa, muitas empresas ir?o te querer.¡± Alba perguntou: ¡°¨¦ mesmo?¡± ¡°Se voc¨º n?o acredita, podemos fazer uma aposta. Primeiro, Come?a por colocar o teu CV na Inte. Se uma empresa te quiser, voc¨º paga meu almo?o o primeiro sal¨¢rio. Se nenhuma empresa te quiser, eu pago seu almo?o.¡± Ca encorajou Alba a tentar de uma forma t?o descontra¨ªda. E Ca acreditava que, uma vez que Alba desse o primeiro passo, seria incr¨ªvel.N?velD(ram)a.?rg owns this content. Alba riu e disse: ¡°Feito!¡± Vendo o sorriso brilhante e radiante de Alba, Ca segurou firmemente a nova identidade d. olhou para o c¨¦u sem nuvens e disse silenciosamente: ¡°Vov¨®, papai, se voc¨ºs estiverem no c¨¦u, devem ver minha irm? ao meudo. tamb¨¦m ¨¦ uma crian?a da fam¨ªlia Barcelo. Hoje eu a trouxe para mudar seu nome e fazer uma nova identidade. Eu a chamei de Alba, espero que no futuro sejao o nascer do sol e viva na luz do sol. N?o se preocupem, vou cuidar d¡­¡± Enquanto isso, na familia de Lu¨ªs. Jos¨¦, ocupado, voltou para casa e se enfureceu Pa: ¡°Pa, voc¨º ¨¦ incr¨ªvel.¡± Pa, que ainda n?o sabia que Yumi havia feito uma nova identidade, pegou o terno que Jos¨¦ tirou, como sempre, e respondeu um sorriso: ¡°Por muito boa que eu seja, ¨¦ por tua causa. Sem voc¨º, eu seria uma pessoa vulgar.¡± Jos¨¦ riu sarcasticamente e de repente agarrou o pesco?o de Pa. ¡°Com quem voc¨º falou que Yumi n?o ¨¦ filha da fam¨ªlia Lu¨ªs? Como Marco Ant?nio sabia que ¨¦ uma filha da fam¨ªlia Barcelo?¡± Ele apertou o pesco?o de Pa, fazendo que mal conseguisse respirar. bateu em sua m?o, o rosto corado, e disse: ¡°Largou primeiro¡­¡± Pa esteve ele por vinte anos e realmente o serviu bem durante esses anos. Jos¨¦ estava relutante em machuc¨¢, ent?o escolheu soltar sua m?o. ¡°Fale.¡± Cap铆tulo 966 Cap¨ªtulo 966 Cap¨ªtulo 966 Pa respirou fundo v¨¢rias vezes quando se libertou. Quando se recuperou um pouco, olhou para Jos¨¦ uma express?o de tristeza, ¡°Jos¨¦, estive voc¨º por mais de vinte anos. Dediquei minha juventude e meu corpo a voc¨º, cuidei de voc¨º todo meu cora??o. Durante todos esses anos, alguma vez tive pensamentos de trai??o?¡± Jos¨¦ refletiu um pouco. Esta mulher era ¨¢vida por dinheiro, casou-se ele por dinheiro, agradou-o por dinheiro. Como seus objetivos eram ros, esteve ao seudo durante todos esses anos, nunca o traiu. ¡°Agora que as coisas deram errado, voc¨º nem sequer me perguntou e presumiu que eu havia vazado a informa??o. Voc¨º acha que sou est¨²pida, ou que estou vivendo muito confortavelmente?¡± Pa piscou, duas l¨¢grimas escorreram pelo seu rosto, ¡°Eu ainda n?o sei o que aconteceu,o voc¨º pode me acusar injustamente¡­¡± chorou miseravelmente, o cora??o de Jos¨¦ doeu ao ver isso. Ele a abra?ou apertado, ¡°Eu a entendi mal.¡± Pa se aconchegou nele, sentindo n¨¢useas o seu cheiro, mas teve que suportar, ¡°Pode me dizer o que aconteceu?¡± Jos¨¦ disse: ¡°Marco Ant?nio mandou Leonardo me procurar hoje. Ele disse que Yumi n?o ¨¦ filha da fam¨ªlia de Lu¨ªs e que ele vai ajud¨¢ a fazer uma nova identidade. Meus funcion¨¢rios me disseram que j¨¢ fizeram uma nova identidade para Yumi, at¨¦ mudaram o nome d para Alba. S¨® hoje descobri que a assistente de Marco Ant?nio ¨¦ do Norte de Be, ¨¦ filha da fam¨ªlia de Barcelo. Se n?o fosse por sorte, teria morrido h¨¢ muito tempo.¡± Pa perguntou: ¡°Voc¨º sabe por que Marco Ant?nio sempre protege sua assistente?¡± Jos¨¦ respondeu: ¡°Aqu mulher ¨¦ realmente bonita, ainda mais que voc¨º era quando jovem. Afinal, Marco Ant?nio ¨¦ um homem,o ele n?o poderia ser tentado por uma mulher que est¨¢ sempre ¨¤ sua vista?¡± Pa disse: ¡°Acabei de descobrir que a esposa de Marco Ant?nio ¨¦ Ca. A av¨® d acabou de falecer e Marco Antonio at¨¦ a panhou ao Norte de Be.¡± Jos¨¦ levantou a voz, ¡°O que? O que voc¨º disse?¡± Pa repetiu: ¡°Eu disse que a esposa de Marco Ant?nio, que est¨¢vamos procurando, estava o tempo todo ao nossodo.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Jos¨¦ imediatamente pegou o telefone e ligou para Andr¨¦, ¡°Voc¨º sempre disse que era amigo de Marco Ant?nio. Como voc¨º n?o sabia que a esposa dele estava o tempo todo ao nossodo? O que eu fiz de errado para ter um filho t?o in¨²til¡­¡± Sem Yumi, Andr¨¦ descarregou toda a sua raiva nos empregados da casa. Agora ele recebeu outra liga??o de Jos¨¦. Como sempre, Jos¨¦ s¨® o procurou para repreend¨º-lo sem fim. Durante o dia, ele tinha que lidar os problemas do Grupo Empresarial de Lu¨ªs e ¨¤ noite ainda tinha que aguentar as repreens?es de seu pai. Quanto mais Andr¨¦ pensava, mais irritado ficava, ent?o ele fez algo que nunca ousou fazer antes, ¡°Sim, eu sou in¨²til. Marco Ant?nio ¨¦ ¨²til, mas voc¨º teria coragem de ter um filhoo ele? Voc¨º poderia suportar? Se voc¨º fosse o pai dele, provavelmente j¨¢ teria sido mandado para a pris?o por ele, em vez de estar me repreendendoo agora.¡± ¡°O que voc¨º disse?¡± A voz de Jos¨¦ esfriou, ¡°Andr¨¦, voc¨º sabe quem est¨¢ fndo?¡± Andr¨¦ desligou o telefone. Jos¨¦ ficou t?o irritado que ligou novamente, mas o que ouviu foi a mensagem de que o telefone do outrodo estava desligado, ¡°Como ele ousa resistir?. Ser¨¢ que ele esqueceu quem o criou?¡± ¡°Bem feito!¡± Pa se alegrou internamente, mas externamente precisava consol¨¢-lo, ¡°N?o fique raivs, n?o prejudique sua sa¨²de.¡± Talvez ele tenha dito essas coisas por causa do estresse ultimamente. Quando a crise do Grupo Empresarial de Lu¨ªs se resolver e todos tiverem a chance de descansar, tudo ficar¨¢ bem.¡± Cap铆tulo 967 Cap¨ªtulo 967 Cap¨ªtulo 967 Quando se tratava a crise do Grupo Empresarial de Lu¨ªs, Jos¨¦ se murchavao um bal?o furado, sem ¨¢nimo para lutar. ¡°Marco Antonio ¨¦ impiedoso, ele nunca teve a inten??o de nos deixar em paz. Cada decis?o que tomamos est¨¢ sob seu controle. Se n?o conseguirmos encontrar uma solu??o, o poderoso Grupo Empresarial de Lu¨ªs vai se desintegrar em breve e Salvador nunca mais ter¨¢ o territ¨®rio da familia de Lu¨ªs.¡± Pa disse: ¡°Eu tenho uma solu??o.¡± ¡°Voc¨º?¡± Jos¨¦ arqueou as sobrancelhas, olhando para Pa desprezo. ¡°Tenho que admitir que voc¨º entende muito sobre homens, mas o que voc¨º sabe sobre neg¨®cios?¡± Pa disse: ¡°Eu n?o entendo de neg¨®cios, mas seio conquistar o cora??o de um homem melhor do que voc¨º.¡± Jos¨¦ riu friamente: ¡°N?o brinque. Se voc¨º fosse vinte anos mais jovem, talvez Marco Ant?nio pudesse se interessar por voc¨º. Voc¨º ainda ¨¦ atraente, mas n?o separa ¨¤s garotas jovens.¡± Pa riu e disse: ¡°N?o se esque?a, meu nome ¨¦ Pa, a m?e dessas duas vadias tamb¨¦m se chamava Pa. ? ? ? Agora, nenhum ds sabem que eu n?o sou a verdadeira Pa, se eu aparecero a m?e ds, Marco Ant?nio n?o conseguir¨¢ lidarigo¡­¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Os olhos de Jos¨¦ se iluminaram ao ouvir isso, mas ele ainda estava preocupado: ¡°Eles sabem que Yumi n?o ¨¦ uma crian?a da fam¨ªlia de Lu¨ªs,o n?o saberiam que voc¨º n?o ¨¦ a verdadeira Pa?¡± Pa disse: ¡°Se eles soubessem que eu n?o sou a verdadeira Pa, certamente saberiam que a verdadeira Pa j¨¢ morreu. Voc¨º acha que eles me poupariam? Se eles soubessem da verdade, certamente j¨¢ teria causado um alvoro?o. Agora, eles apenas levaram Yumi, a traidora, o que prova que eles n?o sabem a verdade.¡± Jos¨¦ disse: ¡°Tudo bem, tente por qualquer m¨¦todo que puder. Se voc¨º conseguir ganhar a confian?a deles e ajudar o Grupo Empresarial de Lu¨ªs a reerguer, vou valoriz¨¢ ainda mais no futuro.¡± Ao ouvir essa promessa, Pa riu por dentro. ¡°Jos¨¦, seu idiota, voc¨º realmente acha que estou me aproximando de Marco Ant?nio pelo Grupo Empresarial de Lu¨ªs? Eu casei voc¨º por dinheiro, e agora quero agradar Marco Ant?nio tamb¨¦m por dinheiro. Quando eu me estabilizar no Grupo Ant?nio e tiver mais dinheiro para ganhar, ser¨¢ estanho se eu n?o o difamar.¡± Jos¨¦ n?o percebeu as verdadeiras inten??es de Pa. Ele acariciou o rosto de Pa e disse: ¡°Depois de todos esses anos, ainda n?o me cansei do seu rosto.¡± Pa reprimiu o nojo que sentia por dentro, levantou a cabe?a e o beijou. ¡°Esta noite¡­¡± Jos¨¦ apertou sua cintura ainda fina, seus olhos se enchendo de desejo. ¡°Me satisfa?a agora, se me fizer sentir bem, lhe darei dez mil dres¡­¡± Ca e Alba conversavam enquanto caminhavam. Sem perceber, uma hora se passou e s chegaram ao supermercado na entrada do condom¨ªnio. Antes de voltar, Ca ligou para Jean e o convidou para jantar. Naqu hora, Jean acabou de chegar na entrada do condom¨ªnio seu novo Mercedes. Ele perguntou: ¡°Ca, quem ¨¦ essa?¡± Ca levou Alba at¨¦ a jan do carro de Jean e disse: ¡°Esta ¨¦ minha irm?zinha, Alba. Alba, este ¨¦ o Jean, um amigo que conhe?o desde pequena. Alba respondeu docemente: ¡°Oi Jean! ¨¦ um prazer conhec¨º-lo!¡± ¡°Oi!¡± Jean deu uma olhada em Alba, cumprimentou-a sem muito entusiasmo, depois olhou para Ca, os olhos se movendo entre as duas. ¡°Ca, estou me lembrando errado ou voc¨º est¨¢ brincando comigo? Crescemos juntas, eu n?o saberia se voc¨º tivesse uma irm? de verdade?¡± Cap铆tulo 968 Cap¨ªtulo 968 Cap¨ªtulo 968 Ca disse: ¡°Vou lhe contar tudo mais tar de. Agora, voc¨º vai l¨¢ e estaciona o carro, depois volta aqui no supermercado para nos ajudar as Jean perguntou ansiosamente: ¡°Ca, voc¨º n?o pode me contar agora?¡± Ca respondeu: ¡°Voc¨º est¨¢ bloqueando a entrada do estacionamento e os outros carros n?o conseguem passar. Estacione o carro primeiro e depois venha ao supermercado e eu lhe explicarei.¡± Jean concordou relutantemente: ¡°Tudo bem, mas voc¨º tem que me contar.¡± Vendo Jean dirigindo para o estacionamento subterraneo, Alba disse: ¡°Acho que o Jean gosta muito de voc¨º. Ser¨¢ que o Sr. Ant?nio vai ficar ci¨²mes?¡± Ca respondeu: ¡°Ele sabe que o Jean ¨¦ um velho amigo meu, ele n?o vai ter ci¨²mes.¡± Na verdade, o marido d n?o s¨® teria ci¨²mes, mas ficaria loucamente de ci¨²mes. Ele n?o teria ci¨²mes em sil¨ºncio, ele iria dizer em voz alta que estava ci¨²mes. O supermercado na entrada do condom¨ªnio era um supermercado de rede da ¨¢rea residencial, e a qualidade de suas frutas e vegetais frescos era muito boa e fresca. Devido ¨¤ boa gest?o depras do supermercado, os clientes podiamprar tranquilidade, sem se preocupar emprar produtos estragados. Quando Ca e Alba ainda estavam escolhendo os produtos, Jean chegou.All rights ? N?velDrama.Org. Ele olhou para Alba por um momento e perguntou a Ca: ¡°Acho que me parece familiar, n?o nos encontramos em algum lugar antes?¡± Ca respondeu: ¡°N?o tenho certeza se voc¨º a conhece, mas deve ter ouvido fr da familia d ou a viu nas not¨ªcias.¡± Jean perguntou: ¡° ¨¦ irm? do Marco Ant?nio?¡± Ca explicou: ¡° costumava fazer parte da fam¨ªlia de Lu¨ªs, uma fam¨ªlia muito famosa em Salvador que possui o Grupo Empresarial de Lu¨ªs. Jean perguntou duvidoso: ¡°Ent?o,o se tornou sua irm?? Acho isso muito estranho, Ca. Voc¨º tem que ter cuidado para n?o ser enganada.¡± Ca explicou para Jeano e Alba se tornaram irm?s. Depois de ouvir a explica??o de Ca, Jean ficou em sil¨ºncio por um momento e perguntou novamente: ¡°Ent?o, o resultado do teste de DNA ¨¦ verdadeiro?¡± Ca respondeu: ¡°O teste foi feito ps pessoas indicadas pelo Marco Ant?nio, monitorado o tempo todo por s, ent?o ¨¦ imposs¨ªvel ser falso. A Alba ¨¦ minha irm? de verdade. Voc¨º n?o percebeu que a Alba e eu somos muito parecidas?¡± Jean deu outra olhada em Alba e disse: ¡°Ca, n?o quero se chatear, s¨® acho tudo isso muito estranho. Seu pai ¨¦ um homem muito respons¨¢vel, se soubesse que sua m?e estava gr¨¢vida, ele nunca a deixaria sair de Norte de Be, certamente ele cuidaria bem d.¡± Ca disse: ¡°Eu tinha apenas alguns meses de idade naqu ¨¦poca. Acho que aqu mulher s¨® descobriu que estava gr¨¢vida depois que saiu do Norte de Be.¡± Cap铆tulo 969 Cap¨ªtulo 969 Cap¨ªtulo 969 Jean disse, ¡°Essa ¨¦ a ¨²nica possibilidade.¡± Ca respondeu, ¡°Eu j¨¢ confirmei a identidade da Alba, expliquei isso a voc¨º hoje. N?o questione mais.¡± Jean respondeu, ¡°Eu n?o sou bobo.¡± ? ? ? ?? ? ? Ca retrucou, ¡°Quem disse que voc¨º n?o ¨¦ bobo?¡± Jean disse, ¡°Ca, concentre-se naspras!¡± Depois de lidar Jean, Ca continuou suaspras. Antes de terminar, Maria ligou, ¡°Ca, ouvi dizer que voc¨º encontrou uma irm? de sangue? Isso ¨¦ verdade?¡± Ca respondeu, ¡°Sim, eu lhe conto tudo quando nos encontrarmos. Pretendo levar Alba amanh? para Norte de Be para homenagear minha av¨® e meu pai, e cuidar dos pertences da minha av¨®.¡± Por causa da necessidade de lidar os assuntos de Alba em Salvador, Ca ainda n?o havia terminado Norte de Be. teria que ficar l¨¢ por mais alguns dias para cuidar dos pertences de sua av¨®. Maria disse, ¡°Tudo bem. Hoje meu namorado veio a Norte de Be para conhecer meus pais, vou esperar voc¨º terminar em Norte de Be para voltarmos juntas para Salvador.¡± Ca perguntou, ¡°O que seus pais acharam dele?¡± Maria respondeu, ¡°Eles n?o gostaram! Principalmente porque tinham acabado de conhecer o bonit?o do Diretor Ant?nio, ent?o meu namorado n?o parece t?o bom.¡± Ca riu, ¡°Voc¨º n?o pode fr assim do seu namorado.¡± Maria disse, ¡°Comparado o Diretor Ant?nio, ele realmente n?o ¨¦ t?o bom, mas eu ainda gosto dele.¡± Ca disse, ¡°O importante ¨¦ que voc¨º gosta. Agora, preciso continuar aspras, tenho convidados hoje ¨¤ noite, conversamos amanh?.¡± Maria disse, ¡°Tudo bem.¡± Depois de desligar, Ca enviou uma mensagem para Marco Ant?nio, ¡°Lucas Bento, obrigada p ajuda hoje. Consegui mudar o nome de Alba e fazer uma nova identidade para . Convidei o Sr. Masaveu e Jean para jantar em casa hoje ¨¤ noite, umaemora??o p minha mudan?a para nova casa e por encontrar minha irm?. Volte logo do trabalho.¡± Depois de enviar a mensagem, Ca esperou alguns segundos, mas n?o recebeu resposta de Marco Ant?nio. guardou o celr e continuou aspras. Depois de um tempo, o celr vibrou. ¨¦ uma mensagem de Marco Ant?nio, dizendo apenas ¡°Estou com saudades!¡± Ele n?o disse que, por n?o estava ao seudo hoje, ele se distraiu no trabalho. Isso preocupou Mario e seus funcion¨¢rios.. Embora a mensagem seja simples, a franqueza de Marco Ant?nio fez Ca corar, ¡°Concentre-se em seu trabalho durante o hor¨¢rio de expediente, n?o diga coisas assim.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°N?o tenho muito o que fazer, j¨¢ sa¨ª mais cedo do trabalho e estou na entrada do pr¨¦dio.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Ca respondeu, ¡°Ent?o suba, estamos no supermercado fazendopras.¡± Marco Ant?nio n?o respondeu mais, Ca guardou o celr, mas inconscientemente acelerou o ritmo daspras. No final, encheu um carrinho depras. Depois de pagar, cada um pega duas sacs. Jean pegou as duas sacs mais pesadas e disse, ¡°Carlita, vou levar essas para fora e depois volto para ajud¨¢s.¡± ¡°N?o precisa, as outras sacs s?o leves, podemos levar.¡± Ca cuidou de sua irm? e deu a sac mais leve para Alba, carregando as um pouco mais pesadas. Cap铆tulo 970 Cap¨ªtulo 970 Cap¨ªtulo 970 De forma surpreendente, assim que saiu p porta, uma m?o forte se estendeu e pegou a bolsa de suas m?os. Ca ergueu os olhos e, quando reconheceu quem era, sorriu levemente. ¡°Eu n?o pedi para voc¨º subir primeiro? O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Eu queria voltar para casa voc¨º.¡± Ca n?o podia resistir a essa express?o direta dele, pegou a bolsa das m?os de Alba uma m?o e, a outra, guiou Alba para a frente. ¡°Agora, vou apresent¨¢ oficialmente, Yumi agora se chama Alba. A partir de agora, ¨¦ minha irm? e tamb¨¦m sua.¡± Alba disse, ¡°Ol¨¢, Sr. Ant?nio!¡± Por causa do rcionamento Ca, Marco Ant?nio passou a gostar dessa menina que nunca gostou antes. ¡°Ol¨¢, de agora em diante, voc¨º deve ouvir sua irm¨¡.¡± ¡°Certo. Vou procurar o Jean.¡± Depois de cumprimentar, Alba saiu correndo, ramente evitando Marco Ant?nio, medo de deixar uma m¨¢ impress?o nele e Ca. Marco Ant?nio tentou pegar a bolsa das m?os de Ca novamente, mas Ca se esquivou rapidamente, dizendo: ¡°Esta bolsa ¨¦ leve, eu posso carregar. Voc¨º precisa conter sua aura na frente de Alba, n?o pode mais deix¨¢ medo de voc¨º¡± sustador?¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Eu sou muito assustador?¡± Ca n?o podia dizer que ele n?o era intimidador. Quandoe?ou a trabalhar ele, tamb¨¦m ficou assustada. ¡°Voc¨º sabe muito bem que ¨¦ assustador. Ainda me lembro de uma vez quando voc¨º queria me jogar no rio em Salvador para alimentar os peixes.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Naqu ¨¦poca, eu n?o sabia que voc¨º era minha esposa.¡± Ca rebateu, ¡°Ent?o, se eu n?o fosse sua esposa, voc¨º poderia simplesmente me jogar no rio de Salvador para alimentar os peixes?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Desculpe¡­¡± Ao ouvi-lo se desculpar, o cora??o de Ca amoleceu novamente, e rapidamente agarrou seu bra?o. ¡°Voc¨º n?o precisa se desculpar, eu estava apenas brincando¡­¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. Enquanto eles conversavam, foram parados por uma velhota empurrando um carrinho de flores. ¡°Jovem,pre uma flor para sua namorada.¡± Marco Ant?nio imediatamente corrigiu, ¡° ¨¦ minha esposa!¡± Mesmo para uma estranha vendedora de flores, ele estava ansioso para explicar, medo de que as pessoas n?o soubessem que Ca era sua esposa. Ca estava muito feliz. A velha disse, ¡°Se ¨¦ sua esposa, ent?o voc¨º deveriaprar flores para ainda mais. Sua namorada n?o necessariamente se tornar¨¢ sua esposa, mas sua esposa ¨¦ suapanheira para a vida, e voc¨º deve valoriz¨¢ ainda mais. Voc¨º n?o pode pensar que, uma vez que se casou voc¨º, n?o precisa ser bom para .¡± Ca n?o era uma pessoa muito romantica, achava queprar flores n?o era t?o ¨²til quanto comprar frutas. Mas vendo essa velha da idade de sua av¨® ainda trabalhando duro, decidiu apoi¨¢. ¡°Quanto custa um buqu¨º?¡± A velha respondeu, ¡°28 dres cada.¡± Ca disse, ¡°Ok, vou levar um.¡± Ent?o estava pronta para pagar. A velha agiu rapidamente e a impediu imediatamente. ¡°Como voc¨º podeprar flores para si mesma? Mesmo que voc¨º j¨¢ seja casada, voc¨º ainda precisa de um senso de ritual na vida. Deve deixar seu maridoprar flores para voc¨º.¡± Ca respondeu, ¡°¨¦ s¨® um buqu¨º de flores, n?o tem problema.¡± A velha continuou, ¡°O que voc¨º quer dizer apenas um buqu¨º de flores? Um buqu¨¦ de flores e uma pvra de amor s?o muito importantes na vida conjugal. Voc¨º sabe por que alguns casais se divorciam depois de alguns anos de casamento?¡± Ca ficou em sil¨ºncio. A velha continuou explicando. Isso acontece porque, quando duas pessoas passam muito tempo juntas, sentem que falta frescor em suas vidas. Na verdade, essa novidade n?o ¨¦ uma parte inerente da vida, mas algo que voc¨ºs dois precisam criar juntos.¡± Cap铆tulo 971 Cap¨ªtulo 971 Cap¨ªtulo 971 Ca perguntou interesse, ¡°¨¦ poss¨ªvel criar novidade?¡± ¡°ro que ¨¦!¡± A velhinha disse, olhando para Marco Ant?nio, ¡°Garoto, sua esposa ¨¦ t?o linda, certeza muitos homens gostariam de estar , voc¨º tem que valoriz¨¢ e aprender a criar romance para , sen?o se for levada por outro, voc¨º s¨® poder¨¢ chorar.¡± Ca respondeu, ¡°Eu sou a esposa dele, n?o vou ser levada por ningu¨¦m.¡± A velhinha bateu desapontamento na testa de Ca, ¡°Voc¨º entende isso, mas n?o pode deix¨¢-lo saber. Se n?o, ele n?o vai mais se importar tanto Ca respondeu, ¡°Ele n?o ¨¦ esse tipo de pessoa.¡± A velhinha ficou em sil¨ºncio por um momento. achou Ca um pouco teimosa e olhou novamente para Marco Ant?nio, ¡°Garoto, voc¨º ouviu isso. Sua esposa ¨¦ t?o boa para voc¨º, confia tanto em voc¨º, voc¨º tamb¨¦m tem que ser digno da confian?a d. N?o pode achar que, s¨® porque ¨¦ casado uma mulher t?o bonita, n?o pode deix¨¢-lo e qualquer coisa pode ser feita sem pensar. E voc¨º, mo?a, tamb¨¦m n?o pode se preocupar tanto o dinheiro do seu marido. Voc¨º at¨¦ economiza napra de flores, n?o quer que ele gaste dinheiro outras mulheres no futuro, n¨¦? Voc¨º ¨¦ t?o linda, seu marido ¨¦ sortudo por ter voc¨º, voc¨º n?o precisa economizar para ele.¡± Era tar de e as flores no carrinho da velhinha j¨¢ n?o estavam t?o frescas, maso o que disse fazia sentido, Marco Ant?nio escolheu um buqu¨º de rosas rtivamente frescas e entregou a Ca, ¡°Vou lembrar do que voc¨º disse.¡± A velhinha sorriu feliz, ¡°Garoto, voc¨º sabeo valorizar sua esposa. Sua esposa ¨¦ t?o boa, vale a pena trat¨¢ bem, voc¨º tem que panh¨¢ p vida. Sempre estou por aqui vendendo flores, por favor continuem apoiando meu neg¨®cio.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Certo.¡± Ca disse, ¡°Tchau!¡± Content ? N?velDrama.Org 2024. Ca, segurando as flores, e Marco Ant?nio foram embora, mas assim que dobraram a esquina, foram parados por um velhinho de cabelos brancos. Ca perguntou,¡± O que posso fazer por voc¨º?¡± O velhinho disse, ¡°Primeiro quero agradecer porprarem as flores da minha esposa! Segundo, quero dizer que voc¨ºs podem ficar as flores, e eu posso devolver o dinheiro que voc¨ºs pagaram por s.¡± Ca respondeu, ¡°N¨®s pagamos ps floreso ¨¦ normal, voc¨º n?o precisa devolver o dinheiro.¡± O velhinho disse, ¡°Eu devolvo o dinheiro para voc¨ºs na esperan?a de que possam continuar apoiando o neg¨®cio da minha esposa. N?o estou pedindo que gastem dinheiro, voc¨ºspram as flores, ficam com s e eu devolvo o dinheiro.¡± Ca estava curiosa para saber por que deles estavam fazendo isso, ¡°O senhor e sua esposa est?o fazendo um jogo engra?ado um vendendo flores e o outro devolvendo o dinheiro discretamente?¡± O velhinho suspirou, ¡°Nossos filhos morreram cedo, s¨® nos resta um ao outro. Nossa pens?o ¨¦ o suficiente para n¨®s, mas minha esposa insiste em vender flores. No in¨ªcio pensei que queria ganhar algum dinheiro, mas depois percebi que gostava de interagir jovens e dar conselhos de vida. Voc¨ºs dois foram muito pacientes em ouvir fr por tanto tempo, agrade?o muito por isso.¡± Ca disse, ¡°Porque ¨¦ muito simp¨¢tica.¡± O velhinho respondeu, ¡°Sim, sempre foi uma pessoa muito simp¨¢tica, tanto quando era jovem quanto na idade que tem agora.¡± Eles, embora j¨¢ tenham mais de setenta anos, quando fvam um do outro, seus olhos ainda brilhavam. Nesse momento, Ca de repente acreditou que o amor verdadeiro existe neste mundo. Ca disse, ¡°Voc¨º n?o precisa devolver o dinheiro para mim. N¨®s acabamos de nos mudar para c¨¢, provavelmente vamos ficar aqui por um bom tempo, vou apoiar o neg¨®cio d quando tiver tempo.¡± O velhinho respondeu, ¡°Obrigado! Voc¨ºs s?o pessoas boas!¡± Ca sorriu e disse, ¡°Tchau!¡± O velhinho respondeu, Tchau!¡± De volta ao pr¨¦dio, Ca olhou para Marco Ant?nio, querendo dizer algo, abriu a boca, mas n?o disse nada. Marco Ant?nio sorriu e perguntou, ¡°Voc¨º est¨¢ muito invejosa do rcionamento deles, n?o est¨¢?¡± Ca acenou a cabe?a, dizendo: ¡°Sim, eu tenho muita inveja. Ser¨¢ que podemos sero eles, juntos mesmo na velhice?¡± Marco Ant?nio parou, olhando nos olhos de Ca, disse: ¡°Com certeza!¡± Cap铆tulo 972 Cap¨ªtulo 972 Cap¨ªtulo 972 Nada al¨¦m da morte poderia separ¨¢-los. Ca agarrou seu bra?o de novo, ¡°Lucas Bento!¡± Marco Antonio, ¡°O qu¨º?¡± Ca, ¡°Diretor Ant?nio!¡± Marco Ant?nio, ¡°.. Ca, ¡°Por que voc¨º n?o responde?¡± Marco Ant?nio, ¡°Eu n?o quero ser chamado assim.¡± Ca, ¡°Como voc¨º quer que eu se chame?¡± Marco Ant?nio, ¡°Me chame de querido!¡± All rights ? N?velDrama.Org. Ca, *¡­¡­ Ele estava provocando-a novamente em plena luz do dia. Justo quando Marco Ant?nio achou que estava muito t¨ªmida para cham¨¢-lo, ele ouviu sua voz suave em seu ouvido, ¡°Querido¡­¡­¡± Marco Ant?nio estendeu a m?o, mesmo carregando uma sac, puxou Ca para seus bra?os. Ele a beijou e a chamou carinhosamente, ¡°Querida¡­¡­¡± Jean e Alba j¨¢ haviam retornado para casa, Ca e Marco Ant?nio estavam voltando lentamente. Ao ouvir a porta se abrir, Leonardo, que estava deitado no sof¨¢ da s,e?ou a remar, ¡°Voc¨ºs nos convidaram para jantar na sua casa, n¨®s j¨¢ estamos tanta fome que quasee?amos a cozinhar, e s¨® agora voc¨ºs dois voltam.¡± Ca, Voc¨º cozinhou?¡± Leonardo, ¡°Eu sempre fui cuidado por outros desde que era pequeno,o eu poderia ir para uma cozinha cheia de fuma?a de ¨®leo.¡± Leonardo e Alba sempre foram cuidados por outros desde crian?as, eles nem mesmo sabiamo fazer torradas, muito menos cozinhar uma refei??o gourmet. Ca, ¡°Ent?o por que voc¨º est¨¢ remando?¡± Leonardo estava prestes a dizer algo quando viu o olhar severo de Marco Ant?nio e calou a boca. Marco Ant?nio, ¡°Sente-se direito!¡± Leonardo rapidamente se sentou ereto.. Ah, este homem arrogante, ele at¨¦ contr a maneirao as pessoas se sentam, eu realmente n?o seio Ca o aguenta. Ca logo foi para a cozinha, seguida por Marco Ant?nio. A cozinha da casa nova era espa?osa o suficiente para quatro pessoas. Marta estava preparando seu prato favorito, Jean havia acabado de preparar o salm?o para o jantar, ¡°Carlita, voc¨º e sua av¨® cozinham bem o salm?o, voc¨º pode cuidar disso.¡± ¡°Certo.¡± Ca estava prestes ae?ar quando ouviu Marco Ant?nio dizer, ¡°Voc¨º pode dar as instru??es, e eu fa?o.¡± Marta discordou, ¡°Marco, voc¨º detesta a cozinha e toda a fuma?a do ¨®leo, voc¨º deveria ir para fora, eu posso cuidar disso.¡± Quem ficou mais surpreso foi Leonardo na s de estar. O Marco Ant¨®nio de antes vivia em um apartamento de luxo, ele tinha que ter duas casas, porque a casa onde ele morava n?o podia ter cheiro de cozinha, a outra casa era usada apenas para cozinhar¡­ Cap铆tulo 973 Cap¨ªtulo 973 Cap¨ªtulo 973 Agora, Marco Ant?nio n?o s¨® estava disposto a viver Ca naqu casinha, mas tamb¨¦m n?o se iodava mais o cheiro de gordura da cozinha. O amor possui realmente tal poder? Leonardo estava confuso. Ele j¨¢ teve v¨¢rios rcionamentos amorosos, mas nunca sentiu o poder do amor. No entanto, parecia que Marco Ant?nio havia sentido logo na primeira vez. O amor tem algo a ver a capacidade de trabalho de uma pessoa? Leonardo observava fixamente Marco Ant?nio, chegando a duvidar se o homem que estava na cozinha, sempre ocupado sua esposa, era mesmo o Marco Ant?nio que ele conhecia. O Marco Ant?nio que ele conhecia nunca teve olhos para mulheres. O Marco Ant?nio que ele conhecia at¨¦ j¨¢ havia dito que o casamento era apenas uma forma legal de satisfazer necessidades f¨ªsicas. Tal homem, em t?o pouco tempo, tornou-se extremamente dependente de sua esposa. Normalmente, isso era pouco prov¨¢vel. Ser¨¢ que Can?ou um feiti?o nele? ¡°Leonardo, no que voc¨º est¨¢ pensando?¡± A voz de Alba trouxe Leonardo de volta ¨¤ realidade. Ele retirou o olhar, ¡°Eu estava apenas observando.¡± Alba, Voc¨º estava olhando para o Sr. Ant?nio, as pessoas podem achar que voc¨º gosta dele.¡± Leonardo, ¡°ro que eu gosto dele, mas n?o desse jeito! Eu sou um homem normal! Estou apenas curioso sobreo ele de repente se tornou t?o dependente de sua esposa. Ele nunca olhava para as mulheres, agora ele est¨¢ grudado a esposao um g¨ºmeo siam¨ºs.¡± Alba, ¡°Isso deve ser o poder do amor.¡± Leonardo, ¡°Amor? Voc¨º j¨¢ sentiu isso? Voc¨º sabe o que ¨¦ o poder do amor?¡± Alba, ¡°¡­¡­¡± ¡°Isso mesmo, voc¨º j¨¢ gostou do Marco Antonio.¡± Leonardo subitamente se animou, ¡°Quero saber, como voc¨º se sentiu quando sua rival se tornou sua irm¨¡, e o homem que voc¨º gostava se tornou o marido d?¡± Alba franziu a testa, ¡°Eu n?o quero fr sobre isso, e pe?o que n?o mencione isso novamente.¡± -Leonardo, ¡°Voc¨º ainda tem sentimentos pelo Marco?¡± Alba rapidamente acenou a m?o, ¡°N?o,o poderia? Eu sei que ele ¨¦ o homem da minha irm?, como p¨®deria ter outros sentimentos por ele?¡± Leonardo, ¡°Bom. Saiba que sua irm? pode ser um pouco dura ¨¤s vezes, mas ¨¦ muito boa. lhe aceitao irm?, ¨¦ realmente boa voc¨º, n?o a machuque.¡± Alba, ¡°Foi que me considerouo sua irm?, foi que me salvou da minha situa??o. Eu sei melhor do que ningu¨¦m o quanto ¨¦ boa para mim,o eu poder¨ªa machuc¨¢?¡± Leonardo disse exasperado, ¡°A fam¨ªlia do Lu¨ªs ¨¦ uma decep??o! Eu costumava pensar no Andr¨¦o meu amigo de verdade, fui extremamente bom para ele, mas e ele? Ele s¨® tem conspira??es contraOriginal content from N?velDrama.Org. n¨®s.¡± Alba ouviu, mas n?o respondeu. Leonardo perguntou novamente, ¡°Andr¨¦ realmente lhe bateu?¡± Alba assentiu. Leonardo continuou, ¡°Ach¨¢vamos que ele lhe amava tanto, nunca imaginamos que ele faria algo t?o desprezivel contigo.¡± Alba n?o queria fr sobre as pessoas da fam¨ªlia do Lu¨ªs, nem sobre o que passou l¨¢. Cada vez que o assunto surgia, parecia que voltava ¨¤quele ambiente, o que a deixava medo. Mas Leonardo n?o percebeu a mudan?a na express?o de Alba e continuou, ¡°N?o se preocupe, agora que Marco e eu estamos aqui, a fam¨ªlia do Luis nunca mais ousare the machucar¡­¡± Leonardo continuou a fr, mas Alba n?o ouviu mais nada. Cap铆tulo 974 Cap¨ªtulo 974 Cap¨ªtulo 974 De repente, sentiuo se tivesse caido numa caverna de gelo, lutando desesperadamente para sair. Mas quanto mais lutava, mais r¨¢pido afundava, a ¨¢gua fria j¨¢ submergia seu corpo¡­ se debatia, mas a ¨¢gua gda estava ficando cada vez mais profenda, prestes a engoli completamente. Neste momento de crise, a voz suave de Ca soou em seu ouvido, ¡°Sr. Masaveu, Alba, podem ajudar a descascar alguns alhos?¡± 3282224 A voz familiar e suave trouxe Alba de volta do mundo gdo, o sol lentamente brilhava novamente sobre , fazendo-a sentir-se aquecida, As pvras de Ca desviaram instantaneamente a aten??o de Leonardo, ¡°Minhas m?os s?o t?o valiosas,o podem fazer algoo descascar alho.¡± Ca ignorou-o, colocou a tig alho sobre a mesa, ¡°Todos est?o ocupados, voc¨º n?o pode ficar ocioso, pode descascar esses alhos.¡± Em seguida, Ca virou-se para Alba e disse em voz baixa, ¡°Alba, voc¨º sabe descascar alho? Se n?o souber, eu lhe ensino primeiro.¡± Leonardo,¡­ Por que ele deveria descascar o alho? Por que Alba recebeu um tratamento t?o gentil? Por que todos o trataram de forma diferente? Hoje, o mais cansado foi ele, mas no final, foi ele quem foi intimidado. Que pena dele! Ca pegou um dente de alho e ensinou passo a passo, ¡°Este alho ¨¦ f¨¢cil de descascar, apenas remova toda a pele.¡± Alba olhava para os olhos de Ca, ouvindo a voz suave de Ca, o calor entrou em seu cora??o como uma inunda??o, ¡°Irm?¡­¡± ¡°O qu¨º?¡± Ca olhou para , percebendo que seus olhos estavam vermelhos, ¡°Alba, o que aconteceu? Voc¨º n?o est¨¢ se sentindo bem? Me diga r¨¢pido¡­¡± Alba bn?ou a cabe?a, lutando para segurar as l¨¢grimas que estavam prestes a cair, ¡°Estou bem. S¨® que voc¨º ¨¦ t?o boa para mim, me faz sentir t?o aquecida¡­¡± Ca acariciou sua cabe?a, ¡°Voc¨º ¨¦ minha irm?, a ¨²nica pessoa neste mundo quempartilho la?os de sangue, ¨¦ ro que serei boa para voc¨º. Voc¨º n?o precisa descascar este alho, Marco Ant?nio pode fazer isso sozinho.¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Leonardo, ¡°Ca, voc¨º ousa me intimidar?¡± Marco Ant?nio, que sa¨ªa da cozinha, continuou, ¡° est¨¢ intimidando voc¨º, o que h¨¢ de errado?¡± Leonardo, ¡°Marco, voc¨º n?o pode ser parcial.¡± Marco Ant¨®nio, ¡°Apenas descasque o alho.¡± Leonardo, uma express?o de v¨ªtima, ¡°Voc¨ºs s?o muito injustos, todos est?o me intimidando,¡± Ca, ¡°Quem est¨¢ lhe intimidando?¡± Leonardo, ¡°Alba, est¨¢ me intimidando?¡± Alba, ¡° ¨¦ t?o boa,o poderia estar lhe intimidando?¡± Leonardo, ¡°Voc¨ºs est?o me intimidando.¡± Marco Ant¨®nio estava prestes a ir para a cozinha para ajudar, Ca imediatamente o parou, ¡°Sr. Ant?nio, v¨¢ para o escrit¨®rio fazer seu trabalho, n?o precisa se preocupar a cozinha.¡± all 4 Cap铆tulo 975 Cap¨ªtulo 975 Cap¨ªtulo 975 Depois de sofrer bullying de todos, Leonardo disse, ¡°Ca, seus padr?es duplos s?o muito ¨®bvios, n¨¦?¡± Ca respondeu, ¡°Voc¨º tem algum problema isso?¡± Leonardo respondeu, ¡°Como eu ouso ter um problema isso?¡± Ca disse, ¡°¨®timo ent?o.¡± Leonardo acrescentou, ¡°Se voc¨ºs continuarem me intimidando, vou embora.¡± No entanto, ningu¨¦m mais lhe prestou aten??o. Ele tamb¨¦m n?o queria ir. = ?? ? ? ? ? ?? ? ? ?? Afinal, ele n?o tinha nada para fazer em casa, sua nova namorada tinha ido para a capital, e n?o era poss¨ªvel que voltasse para ficar ele. A campainha tocou novamente. Ca correu para abrir a porta, porque sabia que certamente eram a av¨® Luisa e Estr que haviam chegado. Quando abriu a porta, al¨¦m de av¨® Luisa e Estr, havia um grupo de pessoas, cada uma ds segurando uma caixa de presente bem decorada. Ca disse, ¡°Vov¨® Luisa, eu s¨® convidei voc¨º para jantar, por que est¨¢ me dando presentes de novo?¡± Av¨® Luisa respondeu, ¡°Voc¨º se mudou para uma casa nova, ¨¦ ro que eu tenho que dar presentes.¡± dirigiu a todos para levar os presentes para dentro e coloc¨¢-los na s de estar perto da varanda. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Quando todos os presentes foram colocados, havia uma pequena montanha de presentes na s de estar. Leonardo perguntou, ¡°Av¨® Luisa, que tipo de presentes voc¨º deu?¡± Av¨® Luisa respondeu, ¡°Quer saber? Deixe a Carlita abrir e ver.¡± Leonardo disse a Ca, ¡°Posso continuar a ser seu empregado de gra?a e ajudar a abrir os presentes.¡± Ca respondeu, ¡°ro.¡± Ambose?aram a abrir os presentes. Estr levou Alba para o quarto, abra?ou-a de repente e disse, ¡°Yumi¡­¡± Alba disse, ¡°Estr, eu n?o tenho mais nada a ver a fam¨ªlia do Lu¨ªs. Agora meu nome ¨¦ Alba.¡± Estr perguntou, ¡°Alba?¡± Alba assentiu. Estr abra?ou Alba apertado ¨¨ disse remorso, ¡°Alba, me desculpe.¡± Alba perguntou, ¡°Por que voc¨º est¨¢ pedindo desculpas para mim?¡± Estr respondeu, ¡°Antes, eu s¨® sabia que voc¨º queria se casar meu irm?o, nunca pensei por que voc¨º queria se casar ele. Voc¨º ¨¦ minha melhor amiga, sofreu tanto ao meudo, passou por tantas injusti?as, e eu n?o s¨® n?o sabia,o tamb¨¦m lhe culpei por interferir no casamento deles, lhe culpei por n?o se valorizar.¡± Alba respondeu, ¡°Isso n?o ¨¦ culpa sua, eu realmente n?o me valorizava naqu ¨¦poca. N?o s¨® voc¨ºs me odiavam, mas eu tamb¨¦m odiava a mim mesma, mas n?o conseguia mudar.¡± Alba falou calmamente, mas Estr ainda sentiu pena, ¡°Mas vai ficar tudo bem, n¨®s somos uma fam¨ªlia agora. Com meu irm?o e Ca, n?o temos que ter medo de nada.¡± Alba disse, ¡°Estr¡­¡± Estr disse, ¡°Se voc¨º tem algo a dizer, diga. Voc¨º precisa hesitar?¡± Alba acrescentou, ¡°Minha irm? tem que pagar a hipoteca da casa e ainda tem que me sustentar, a press?o deve ser grande, eu quero¡­¡± Antes que pudesse terminar, Estr a interrompeu rapidamente, ¡°Voc¨º ¨¦ uma boba, a fortuna da sua irm? ¨¦ muito al¨¦m do que voc¨º imagina. contr uma grande quantidade de ativos, n?o s¨® pode sustentar voc¨º, mas at¨¦ mesmo dez pessoaso voc¨º sem nenhum problema.¡± Alba respondeu, Mas eu n?o quero mais ser um parasita que n?o consegue se sustentar, quero viver meus pr¨®prios esfor?os, quero ganhar dinheiro para que possa gastar, reduzir a press?o sobre . Al¨¦m disso, j¨¢ conversei , concordou que eu deveria procurar um emprego.¡± Cap铆tulo 976 Cap¨ªtulo 976 Cap¨ªtulo 976 Estr disse: ¡°Acho muito bom voc¨º querer trabalhar, e eu apoio. Eu s¨® quero que voc¨º saiba que n?o precisa se sentir pressionada por estar morando a sua irm?. Mesmo que n?o consiga cobrir todos os seus gastos, eu estou aqui. Ainda tenho um pouco de dinheiro no bolso todo m¨ºs, al¨¦m de ter meu pr¨®prio emprego, ent?o eu diria que sou bastante independente financeiramente.¡± Alba perguntou: ¡°E o que eu preciso para conseguir esse trabalho? Eu posso fazer?¡± Estr respondeu: ¡°A exig¨ºncia ¨¦ ter um conhecimento profundo sobre v¨¢rios tipos de quadrinhos. N¨®s lemos tantas hist¨®rias em quadrinhos juntas, ent?o tenho certeza de que voc¨º preenche esse requisito.¡± Albae?ou a dizer: ¡°Ent?o eu¡­¡± Estr interrompeu: ¡°ro que pode. Vamos l¨¢ amanh? juntas para voc¨º conhecer!¡± ??? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? Alba concordou: ¡°Certo!¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Estr disse: ¡°Vamos, vamos ajudar Ca a abrir os presentes e ver o que av¨® mandou desta vez.¡± Albaentou: ¡°D¨¢ pra ver que a av¨® Luisa gosta muito da minha irm¨¡.¡± Estr respondeu: ¡°Desde que av¨® conheceu Ca, eu e meu irm?o nos sentimoso se fossemos adotados. S¨® Ca parece ser a filha leg¨ªtima.¡± Av¨® Luisa disse: Todos voc¨ºs s?o meus beb¨¦. Alba, voc¨º tamb¨¦m pode me chamar de av¨® Luisa, fique ¨¤ vontade.¡± Alba sorriu e disse: ¡°Certo.¡± Ca disse: ¡°Av¨® Luisa, os presentes que voc¨º mandou s?o muito valiosos e em grande quantidade. Eu mal tenho espa?o para guard¨¢-los em casa.¡± Os presentes da av¨® Luisa eram antiguidades valiosas que n?obinavam a decora??o da casa de Ca, era um desperd¨ªcio. Av¨® Luisa disse: ¡°N?o tem problema, se voc¨º achar que est¨¢ ocupando espa?o, pode vend¨º-los.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Essas antiguidades valiam mais do que a pr¨®pria casa d. Se vendesse, seus bens aumentariam significativamente. Maso poderia vender os presentes cuidadosamente escolhidos p av¨® Luisa? Al¨¦m das antiguidades, havia coisas ¨²teis,o um forno novo, alguns conjuntos de talheres delicados, e at¨¦ roupas de cama. No geral, Ca lucrou bastante a mudan?a. At¨¦ Leonardo, que nunca teve falta de dinheiro, sentiu uma pontada de inveja ao ver os presentes. ¡°Av¨® Luisa, voc¨º precisa de mais umo? Posso ser seuo tamb¨¦m?¡± Av¨® Luisa disse: ¡°N?o preciso de maisos, mas Estr precisa de um marido. Por que voc¨º n?o se casa a Estr? Eu tenho um belo dote preparado para .¡± Leonardo disse: ¡°Isso n?o ¨¦ brincadeira. Eu sempre vi a Estro uma irm?,o eu poderia me casar ?¡± Estr disse: ¡°Eu tamb¨¦m sempre o vio um irm?o, n?o tenho nenhum sentimento romantico por ele. Por favor, n?o fa?abina??es aleat¨®rias.¡± Todos riram e continuaram a cborar. Depois de arrumarem os presentes, estava na hora do jantar. Com a ajuda de Marta na cozinha, e Jean e Ca preparando seus pratos especiais, a mesa estava repleta deida deliciosa. Havia oito pessoas ao todo, mas mesmo na grande mesa, havia espa?o de sobra. Marco Ant?nio e av¨® Luisa sentaram-se nas extremidades. Ca se sentou ¨¤ direita de Marco Ant?nio, Alba ¨¤ direita de Ca, e Estr ¨¤ direita de Alba, ou seja, ¨¤ esquerda da av¨® Luisa. Do outrodo da mesa estavam Jean, Leonardo e Marta. Assim que se sentou, Marco Ant?nio pegou um peda?o de peixe, cuidadosamente removeu os espinhos e passou para Ca. Cae?ou aer o peix¨¦ que ele havia preparado, de maneira natural e habilidosa. Parece que n?o ¨¦ a primeira vez que ele faz isso para . Leonardo pensou: ¡°O que aconteceu Marco Ant?nio?¡± Como ele poderia ser t?o atencioso, gentil e carinhoso? Cap铆tulo 977 Cap¨ªtulo 977 Cap¨ªtulo 977 Leonardo disse em tom de brincadeira, ¡°Marco, eu tamb¨¦m quero peixe, poderia tirar as espinhas para mim?¡± Marco Ant¨®nio respondeu, ¡°Voc¨º n?o pode fazer isso sozinho?¡± Leonardo se virou para Ca e perguntou, ¡°Ca, sua m?o est¨¢ machucada?¡± Ca olhou para ele desgosto, ¡°Sr. Masaveu, voc¨º poderiaer em paz?¡± Leonardo respondeu, ¡°Eu quero peixe, mas n?o seio tirar as espinhas, voc¨º pode me ajudar?¡± Jean, sempre protetor de Ca, rapidamente tirou as espinhas de um peda?o de peixe e colocou no prato de Leonardo, ¡°Sr. Masaveu, aqui est¨¢.¡± Leonardo olhou nojo para o peixe no prato, ¡°Voc¨º ¨¦ um homem, voc¨º me deu o peixe seu garfo, que tem sua saliva nele. A saliva certamente entrar¨¢ em contato o peixe, ent?o eu estarei indiretamente beijando voc¨º, voc¨º n?o acha isso nojento?¡± Jean respondeu, ¡°Voc¨º acha nojento um homem fazer algo assim por outro homem?¡± Leonardo olhou para Jean insatisfeito, o ignorou e pegou o garfo paraer aida. Original content from N?velDrama.Org. Jean foi mais r¨¢pido e puxou o prato, ¡°Eu preparei essaida.¡± Leonardo respondeu, ¡°Sem d¨²vida, ¨¦ por isso que h¨¢ tantaida na mesa, s¨® este nem d¨¢ vontade deer.¡± Jean respondeu, ¡°Por que voc¨º est¨¢ tentando pegar se n?o querer?¡± Leonardo respondeu, ¡°Da pr¨®xima vez, n?o cozinhe, ¨¦ um desperd¨ªcio de bons ingredientes.¡± 9 9 Jean respondeu, ¡°Como algu¨¦m que nem consegue descascar um alho pode fr assim?¡± Leonardo respondeu, ¡°Eu tenho empregados em casa, se eu posso ou n?o descascar alho n?o afeta minha qualidade de vida. Mas voc¨º ¨¦ diferente, voc¨º precisa cozinhar para si mesmo, se voc¨º n?o cozinhar bem, vai afetar sua qualidade de vida.¡± Jean respondeu, ¡°Voc¨º est¨¢ se gabando de ser rico? Mas o dinheiro ¨¦ seu ou voc¨º o ganhou? Voc¨º s¨® teve mais sorte do que eu, separarmos habilidades individuais, voc¨º ¨¦ melhor do que eu?¡± Leonardo respondeu, ¡°Voc¨º acha que eu n?o posso super¨¢-lo em habilidades individuais? Sr. Carlos, voc¨º est¨¢ se superestimando. Voc¨º sabe de que universidade eu me formei?¡± Jean respondeu, ¡°Voc¨º apenas pagou para ir para a universidade, o que isso tem a ver suas habilidades individuais?¡± Leonardo respondeu, ¡°Voc¨º est¨¢ procurando por problemas?¡± Jean respondeu, ¡°Eu acho que voc¨º ¨¦ que est¨¢ procurando por problemas.¡± Os doise?aram a discutir cada vez mais, e parecia que eles poderiame?ar a brigar a qualquer momento, mas os outros presentes continuaram aer sem se deixar afetar por eles. Nesse momento, Leonardo e Jean pararam de discutir, cada um olhando raiva para a pessoa que se importava. ?? ? ? ??? ??? ?? Jean, raiva, disse para Ca, ¡°Ca, algu¨¦m est¨¢ me provocando, e voc¨º n?o est¨¢ me ajudando. Estou muito desapontado voc¨º!¡± Leonardo disse para Marco Ant?nio, ¡°Marco, algu¨¦m est¨¢ me provocando, e voc¨º n?o est¨¢ fazendo nada. Estou muito desapontado voc¨º! Muito!¡± Marco Ant?nio estava concentrado em tirar as espinhas do peixe para Ca, ignorandopletamente Leonardo. Depois que Ca terminou deer o peixe que Marco Ant?nio havia preparado para , finalmente levantou a cabe?a e olhou para os dois, ¡°Voc¨ºs dois est?o nejando ser atores?¡± Jean ficou em sil¨ºncio. Ele sabia disso. Carlita era inteligente e certamente perceberia que ele e Leonardo estavam discutindo de prop¨®sito. Leonardo ainda n?o admitia, ¡°O qu¨º? Eu posso quebrar a cabe?a dele agora mesmo.¡± Ca disse, ¡°V¨¢ em frente, fa?a isso. Se voc¨º n?o quebrar a cabe?a dele, vou perder o respeito por voc¨º hoje.¡± Diante da atitude arrogante de Ca, Leonardo primeiro olhou para Marco Ant?nio, n?o precisava dizer que o homem certamente protegeria sua esposa. Ent?o Leonardon?ou um olhar de socorro para a av¨® Luisa, ¡°Av¨® Luisa, olhe para , est¨¢ sempre me provocando.¡± A av¨® Lu¨ªsa er¨¢ uma mulher que favorecia sua pr¨®pria fam¨ªlia, ¡°Como Carlita, linda e gentil, poderia maltrat¨¢-lo? Se realmente fez isso, ¨¦ porque voc¨º fez algo r¨´ime precisava ser punido.¡± Cap铆tulo 978 Cap¨ªtulo 978 Cap¨ªtulo 978 Leonardo disse: ¡°Vov¨® Luisa, n?o deixe lhe enganar, essa garota ¨¦ muito astuta.¡± Av¨® Luisa respondeu: ¡°Com um patrim?nio t?o grande na familia de Ant?nio, ¨¦ preciso que Carlita e Marco o gerenciem juntos. ¨¦ bom que Carlita seja esperta.¡± Leonardo questionou: ¡°Ent?o, em sua mente, est¨¢ certa n?o importa o que fa?a?¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Vov¨® Luisa assentiu, ¡°Sim.¡± Leonardo ficou sem pvras, ¡°.. Ca falou: ¡°Voc¨ºs dois poderiam parar de fingir que est?o brigando? Isso est¨¢ insultando a nossa intelig¨ºncia.¡± Leonardo respondeu: ¡°N¨®s estamos realmente brigando, n?o ¨¦ fingimento¡­¡± Essa afirmativa era ramente uma mentira, Marta n?o podia deixar de rir. Leonardoentou: ¡°Marta, at¨¦ voc¨º est¨¢ zombando de mim agora.¡± Marta riu e respondeu: ¡°N?o estou rindo de voc¨º. ¨¦ s¨® que ver todos voc¨ºs jovens reunidos, conversando e brincando, fazendo a casa ficar t?o animada, ¨¦ muito bom.¡± Marta trabalhou na fam¨ªlia de Ant?nio por muitos anos, muitas vezes estava sozinha cuidando da grande mans?o de Marco Ant?nio, sem ningu¨¦m para conversar. ¨¦ dif¨ªcil ter um dia t?o animado hoje. Desde que Marco Ant?nio conheceu Ca, a casa se encheu de risos e alegria. Era uma cena que nunca poderia ter imaginado. Mas agora, j¨¢ se tornou realidade. Que maravilha! A refei??o terminou entre risadas. Depois do jantar, todos voltaram para suas casas. Apenas Ca, Marco Ant?nio e Alba ficaram na casa. Alba se sentia um pouco desconfort¨¢vel na presen?a de Marco Ant?nio. Depois de cumprimentar Ca e Marco Ant?nio, se escondeu em seu quarto e n?o saiu mais. Ca sabia exatamente o que Alba estava pensando. Ap¨®s arrumar tudo, foi ao quarto de Alba e disse: ¡°Alba¡­¡± Alba respondeu: ¡°O que foi?¡± Ca esfregou a cabe?a d e perguntou: ¡°Voc¨º est¨¢ se sentindo um pouco desconfort¨¢vel Marco?¡± Alba confirmou: ¡°N?o ¨¦ s¨® desconfort¨¢vel, estou um pouco assustada¡­¡± Marco Ant?nio tinha naturalmente uma aura poderosa que poderia dar ¨¤s pessoas uma sensa??o de opress?o, mesmo que ele n?o fizesse nada. Ca tinha experi¨ºncia, pois passou por tudo isso quando come?ou a trabalhar Marco Ant?nio. ¡°Quando voc¨º o conhecer melhor e perceber que ele ¨¦ uma boa pessoa, n?o ter¨¢ mais medo dele. Agora, vou dar uma volta ele. Quer vir conosco?¡± ? ? ?? ?? ? ?? 8?? ? Tendo um homem em casa certamente n?o era conveniente para Alba, ent?o Ca decidiu passear com Marco Ant?nio para que Alba pudesse tomar banho em paz. Como Alba poderia interromper eles? ¡°Voc¨ºs podem ir. Eu pretendo tomar um banho e ir dormir cedo para estar na minha melhor forma ao conhecer meu av?, av¨® e pai, que nunca conheci.¡± Ca disse: ¡°Est¨¢ bem.¡± O Distrito da Lua Azul ¨¦ uma ¨¢rea residencial de alto padr?o, muita vegeta??o e um ambiente lindo. Era muito melhor que o bairro onde Ca morava antes. Caminhando pelo bairro, sentindo a brisa da noite e o perfume das flores, todo o cansa?o de Ca desapareceu. Mesmo o tempo t?o quente, Marco Ant?nio continuava segurando firmemente sua m?o, sem querer soltar por um segundo. ¡°Voc¨º gosta muito deste lugar, n?o ¨¦?¡± Cap铆tulo 979 Cap¨ªtulo 979 Cap¨ªtulo 979 Ca acenou a cabe?a, ¡°Eu adoro! Esta ¨¦ a primeira casa queprei o meu pr¨®prio esfor?o.¡± Marco Ant?nio acariciou levemente a cabe?a d ¡°Se voc¨º quiser, pode ter ainda mais casas no futuro.¡± Ca sorriu, ¡°Eu vim para Salvador quando n?o tinha nem dezoito anos de idade e, depois de todos esses anos, finalmente tive minha pr¨®pria casa em Salvador e pude me estabelecer. No entanto, minha av¨® favorita me deixou para sempre¡±.¡± Marco Ant?nio disse, ¡®Olha para o c¨¦u.¡± Ca obedientemente olhou para o c¨¦u, o tempo estava ¨®timo hoje, voc¨º ainda podia ver algumas estrs, ¡°O que voc¨º quer que eu veja?¡± Original content from N?velDrama.Org. Marco Ant?nio disse, V¨¦ aqu estr mais brilhante? Aqu ¨¦ a sua av¨®. se transformou em uma estr e est¨¢ olhando por voc¨º do c¨¦u.¡± Ca sabia que isso n?o era possivel, mas ainda assim, esperava que a av¨® pudesse realmente se tornar uma estr, para que, quando sentisse saudades d, pudesse v¨º apenas olhando para cima. chamou seu nome em voz baixa, ¡°Lucas Bento¡­¡± Marco Ant?nio: ¡°O qu¨º?¡± Ca: ¡°Amanh? vou levar Alba de volta para Norte de Be ¡­¡± Ao ouvir isso, Marco Ant?nio imediatamente ficou nervoso, ¡°Voc¨º vai voltar para Norte de Be?¡± Ca: ¡°Vou levar Alba para visitar nossos av¨®s e nosso pai. Depois vou arrumar as coisas da minha av¨®, e em alguns dias voltarei a Salvador.¡± Marco Ant?nio: ¡°Vou organizar meu trabalho, e amanh? vou voc¨ºs para Norte de Be.¡± Ca: ¡°N?o precisa. Eu posso cuidar de tudo isso sozinha, a empresa tem tido alguns grandes projetos ultimamente que precisam de voc¨º por perto, se voc¨º for embora, todos ficar?o sem um l¨ªder, voc¨º deve estar trabalhando bem na empresa.¡± Marco Ant?nio: ¡°Ca!¡± Ca sabia o que ele estava preocupado, ¡°N?o ¨¦ que eu n?o quero que voc¨º me ajude, ¨¦ que n?o quero depender sempre de voc¨º. Se uma pessoa se tornar muito dependente de outra, perder¨¢ gradualmente independ¨ºncia e eu n?o quero me tornar esse tipo de pessoa. Quero tentar crescer e esperar at¨¦ o dia em que abriremos para o mundo que somos um casal e todos nos aben?oar?o sem questionar se sou ou n?o digno de voc¨º.¡± Marco Antonio: ¡°Voc¨º n?o depende de mim, mas eu preciso de voc¨º. N?o consigo nem me concentrar no meu trabalho hoje sem voc¨º ao meudo, minha mente est¨¢ cheia de voc¨º.¡± As pvras deste homem a emocionaram, mas n?o p?de refutar, ¡°Eu entendi. Voltarei o mais r¨¢pido poss¨ªvel, voltarei ao trabalho na empresa o mais r¨¢pido poss¨ªvel.¡± Marco Ant?nio segurou sua m?o, ¡°Vamos, tenho algo pra te mostrar.¡± Ca seguiu Marco Ant?nio quando, de repente, sentiu algo puxando a bainha de sua saia. se virou e viu que era um menino bonito puxando a bainha de sua saia. O menino a olhava olhos grandes, disse timidamente: ¡°Senhorita ¡­¡± O olhar fofo e a voz suave do garotinho fizeram o cora??o de Ca se derreter. soltou a m?o de Marco Ant¨®nio e rapidamente se agachou, ¡°Voc¨º se perdeu da sua m?e?¡± O menino franzia a boca, parecia que ia chorar a qualquer momento, ¡°Acordei e n?o encontrei meu pai e minha m?e, eles n?o me querem mais?¡± Ca, ¡°Onde voc¨º mora?¡± O menino olhou para tr¨¢s e apontou aleatoriamente para uma dire??o, ¡°Por ali.¡± Ele estava apontando para o pr¨¦dio onde Ca morava. Ca perguntou pacientemente, ¡°Voc¨º sabe em qual andar voc¨º mora?¡± O menino estendeu a m?o e fez um sinal de um, depois fez um sinal de tr¨ºs, e finalmente bn?ou a cabe?a, ¡°Eu esqueci.¡± Havia dezenas de fam¨ªlias em um pr¨¦dio, n?o podiam procurar uma por uma. Al¨¦m disso, os pais do menino n?o estavam em casa, ent?o encontrar o endere?o de sua casa n?o ajudaria em nada. Ca disse, ¡°Vou te levar ao escrit¨®rio de administra??o do bairro e ver se eles podem ajudar a encontrar seus pais, pode ser?¡± O menino assentiu for?a, ¡°Pode¡± Cada pvra que ele pronunciava fazia o cora??o de Ca derreter. at¨¦ imaginou,o seria se esse menino fosse seu filho Marco Antonio, ¡°Vou te abra?ar, t¨¢ bem?¡± O menino, ¡°Sim.¡± Cap铆tulo 980 Cap¨ªtulo 980 Cap¨ªtulo 980 Ca o pegou no colo cuidado, o garotinho n?o parecia pesado, mas na verdade ele era um pouco pesado. Quando Ca o levantou, ele aproximou o rosto ao d e deu-lhe um beijo, ¡°Eu gosto muito de voc¨º!¡± ¡°Eu tamb¨¦m gosto muito de voc¨º.¡± Ca carregou o garotinho em dire??o ao escrit¨®rio da administra??o, esquecendo-sepletamente de que havia Marco Ant?nio atr¨¢s d. O menino olhou para Marco Ant?nio atr¨¢s deles, podia sentir o descontentamento de Marco Ant?nio com ele: ¡°Aquele homem l¨¢ atr¨¢s parece n?o gostar de mim¡±. Marco Ant?nio, ¡°¡­¡­¡± Por que Ca era chamada de ¡°senhorita¡¯ enquanto ele era de ¡°aquele homem¡±, parecia um pouco inadequado. Ca ent?o se lembrou de que estava passeando Marco Ant?nio e havia se esquecido dele quando encontrou o garotinho, ent?o n?o era de se admirar que Marco Ant?nio n?o parecesse muito feliz. Ca caminhou at¨¦ ele o menino no colo, ¡°Desculpe! Esse menino ¨¦ t?o fofo que eu esqueci de voc¨º.¡± A explica??o d parece ter irritado Marco Ant?nio ainda mais. Ca, ¡°N?o fique bravo, de um sorriso, n?o o assuste.¡± Menino, ¡°Por que voc¨º n?o gosta de mim?¡± Marco Ant?nio, ¡°Eu n?o disse que n?o gosto de voc¨º.¡± Ca, ¡°¨¦ isso, ele n?o disse que n?o gosta de voc¨º, ele ¨¦ apenas um pouco introvertido, n?o ¨¦ muito bom em seunicar estranhos.¡± Menino, ¡°O que significa introvertido?¡± Ca, ¡°Introvertido ¨¦ n?o ser muito bom em seunicar.¡± Menino, ¡°Eu entendi.¡± Ca, ¡°Quanto voc¨º pesa?¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Menino, ¡°Eu vou fazer quatro anos, eu peso vinte quilos.¡± Vinte quilos! N?o admira que fosse t?o pesado para carregar! Ca sentiu os bra?os um pouco fracos e os passos um pouco pesados. -Mas ainda assim, n?o queriargar o menino. Foi ent?o que Marco Ant?nio estendeu a m?o e facilmente levantou o menino. O mesmo peso, Marco Ant?nio s¨® precisava de uma m?o, levantandoo se n?o tivesse peso, sem afetar seus movimentos. O menino lutou, ¡°Eu quero , eu n?o quero voc¨º, voc¨º parece muito severo, eu estou medo¡­¡­¡± Marco Ant¨®nio, ¡°C a boca!¡± Sua ordem imediatamente silenciou o menino. Os olhos do menino estavam fixos nele,o se ele quisesse chorar, mas tivesse medo. Ca rapidamente confortou o menino, ¡°Lucas Bento, voc¨º deveria ser mais gentil ele, eles s?o pequenos e se assustam facilmente.¡± O meninoe?ou a chorar. Ele chorava muito alto,o se quisesse que todo o bairro o ouvisse. Ca ficou o cora??o apertado: ¡°Por que voc¨º n?o o deixaigo e eu o seguro?¡± Marco Ant¨®nio friamente disse, ¡°Como se atreve a chorar?¡± Suas pvras novamente pararam o choro do menino sucesso. O menino n?o chorava mais, mas sua express?o era muito miser¨¢vel,o se tivesse sofrido uma grande injusti?a. Cap铆tulo 981 Cap¨ªtulo 981 Cap¨ªtulo 981 ¡°Me salva¡­¡± O garotinho pediu a Ca intelig¨ºncia. Ca acariciou a cabe?a do menino, ¡°Ele ¨¦ um bom homem, voc¨º n?o precisa ter medo dele. Ele est¨¢ me ajudando a carreg¨¢-lo porque eu n?o tenho. for?a suficiente para carreg¨¢-lo. Caso voc¨º n?o saiba, ele ¨¦ uma pessoa muito limpa e n?o abra?a qualquer um. ¨¨ realmente uma grande sorte para voc¨º ser abra?ado por ele.¡± O garotinho piscou, n?o entendendo muito bem, mas tamb¨¦m parou de resistir. Ca perguntou de novo, ¡°Ele te machucou?¡± O garotinho bn?ou a cabe?a. Ca disse, ¡°Ent?o, por que voc¨º tem medo dele?¡± O garotinho virou a cabe?a e olhou para Marco Ant?nio de perto. A essa distancia, ele n?o parecia mais t?o assustador. Ca sorriu e disse, ¡°Voc¨º n?o acha que ele n?o ¨¦ s¨® inofensivo, mas tamb¨¦m muito bonito?¡± O garotinho obedientemente assentiu. Ca beliscou a bochecha do menino, ¡°Muito bem!¡± O garotinho perguntou, ¡°Ele vai te maltratar?¡± Ca perguntou, ¡°Por que voc¨º est¨¢ perguntando isso?¡± O garotinho disse, ¡°Porque meu pai sempre maltrata minha m?e¡­N?o quero que ele fa?a isso voc¨º.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Ca pareceu entender as preocupa??es do menino, para acalm¨¢-lo, imediatamente agarrou o bra?o de Marco Ant?nio, ¡°Ele ¨¦ meu marido, ele me ama muito, ele vai me proteger, ele n?o vai me maltratar.¡± O garotinho olhou para Marco Ant?nio novamente,o se esperasse uma resposta dele. Embora Marco Ant?nio n?o gostasse especialmente de crian?as, naquele momento, seu cora??o foi tocado pelo garotinho, ¡°Vou proteger minha esposa.¡± O garotinho disse, ¡°Ent?o eu gosto de voc¨º!¡± Ca disse, ¡°Eu tamb¨¦m gosto dele.¡± Ao dizer isso, Ca estava vergonha de olhar para Marco Ant?nio ee?ou a caminhar rapidamente ¨¤ frente. Marco Ant?nio olhou para a sua figura gentil e ficou tocado pelo que tinha acabado de dizer. Ele pensou que iria pedir para ele devolver a crian?a a , mas n?o fez isso, em vez disso, pacientemente orientou a crian?a a aceit¨¢-lo. Ele pensou que estava apenas acalmando a crian?a, mas ent?o disse que gostava dele. Foi ¨®timo poder encontrar nesta vida. Nada poderia ser melhor do que isso. Logo, os tr¨¦s chegaram ao escrit¨®rio administrativo. Cap铆tulo 982 Cap¨ªtulo 982 Cap¨ªtulo 982 Na porta do escrit¨®rio, Ca ouviu o barulho de dentro. Primeiro, foi o funcion¨¢rio da administra??o, ele disse, ¡°Calma, verificamos os v¨ªdeos de vigilancia das tr¨ºs sa¨ªdas, seu filho n?o saiu do bairro, ele ainda deve estar no bairro, vamos ajudar a procur¨¢-lo imediatamente.¡± Uma mulher falou em seguida, sua voz estava embargada de chorar, ¡°Voc¨ºs podem colocar mais pessoas para nos ajudar a procurar? Se algo aconteceu meu filho, n?o poderei viver¡­ All rights ? N?velDrama.Org. Essa mulher ainda n?o tinha terminado de fr quando foi interrompida por um homem de forma severa, ¡°Agora voc¨º est¨¢ agindo ansiedade, mas o que estava fazendo antes? Meu filho ainda ¨¦ t?o pequeno,o voc¨º pode deix¨¢-lo sozinho?¡± A mulher, que j¨¢ estava chorando, ficou ainda mais culpada depois da repreens?o do homem, chorando e dizendo, ¡°Eu s¨® desci paraprar absorventes depois que ele adormeceu. Voltei assim queprei, n?o demorei nem um minuto, mas quando voltei, ele n?o estava mais na cama. Normalmente quando ele dorme, dorme por v¨¢rias horas, eu n?o sabia¡­¡± O homem disse severamente, ¡°Voc¨º sempre diz que n?o sabe, voc¨º tem alguma informa??o ¨²til?¡± O funcion¨¢rio temendo que o homem pudesse avan?ar sobre , interveio, ¡°Senhor, sua esposa certamente n?o queria que isso acontecesse. Vamos nos acalmar, encontrar o menino ¨¦ o mais importante agora.¡± A mulher estava muito preocupada, tremendo de ang¨²stia, mas n?o ousava chorar. ¡°Mam?e¡­¡± o menino ouviu a voz da m?e, deslizou do colo de Marco Ant?nio e correu para a m?e. ¡°Meu filho¡­¡± ouvindo a voz familiar, a mulher iluminou os olhos e abriu os bra?os para receber o filho, mas o menino foi barrado por dois bra?os que apareceram de repente. O homem pegou o menino nos bra?os e deu um beijo em seu rosto, ¡°Voc¨º me assustou! Eu pensei que voc¨º tinha sido levado por pessoas m¨¢s.¡± O menino lutou todas as suas for?as, ¡°Eu quero minha m?e, eu quero minha m?e¡­¡± A express?o do homem endureceu, ¡°Sua m?e quase te perdeu, por que voc¨º est¨¢ procurando por ? Esta noite, voc¨º dormir¨¢igo na casa de sua avo.¡± A mulher perguntou, ¡°O que voc¨º disse?¡± O homem respondeu, ¡°Eu disse que vou levar o menino para dormir na casa da sua av¨®.¡± Ao ouvir que ele iria levar o menino embora, a mulher desmoronou emocionalmente. avan?ou e cobriu os ouvidos do menino as m?os, fndo alto para o homem,¡± Eu tive a crian?a sozinha? Por que tenho que arcar toda a responsabilidade quando a crian?a se perdeu?¡± O homem-disse raiva, ¡°Voc¨º n?o trabalha, apenas cuida do menino em casa e ainda o perdeu. A responsabilidade n?o deveria ser sua? Felizmente, meu filho voltou em seguran?a. Se ele tivesse se machucado, eu nunca iria te perdoar na minha vida¡­¡± Suas pvras extinguiram a f¨²ria da mulher. de repente riu e murmurou, ¡°Voc¨º acha que eu quero ficar em casa meu filho e n?o trabalhar? Quando eu estava gr¨¢vida, os sintomas de v?mito na gravidez eram muito graves e eu ainda insistia em ir trabalhar at¨¦ alguns dias antes de dar ¨¤ luz, Depois da licen?a maternidade, eu nejava contratar uma bab¨¢ para cuidar do menino, ent?o eu voltaria a trabalhar. Foi voc¨º quem n?o concordou em me deixar trabalhar, voc¨º disse que o dinheiro que voc¨º ganha era suficiente para nos sustentar, voc¨º insistiu que eu deveria ficar em casa e cuidar do menino pessoalmente. Agora voc¨º me critica por ficar em casa o dia todo sem trabalhar, rema deo ¨¦ dif¨ªcil ganhar dinheiro, ser¨¢ que cuidar do menino sozinha em casa n?o ¨¦ dif¨ªcil? Johnny est¨¢ quase quatro anos, nesses quatro anos, eu n?o tive um bom descanso. Quando o menino acorda ¨¤ noite, eu tenho de acordar. Quando ele est¨¢ fome ¨¤ noite, eu tenho de me levantar para aliment¨¢-lo. Quando ele fica um pouco maior e n?o precisa mais mamar, ainda preciso cuidar dele quando precisa ir ao banheiro ¨¤ noite¡­ Eu cuido do menino, eu dei ¨¤ luz a ele, eu estou feliz em fazer isso. Mas eu ainda tenho de cuidar de voc¨º, mesmo quando o menino fica doente, eu levo ele ao hospital e passo o dia todo ocupada. Quando chego em casa, n?o tenho tempo para cozinhar, e voc¨º ainda me questiona por que aida n?o est¨¢ pronta quando voc¨º volta. Eu te digo que levei o menino ao Kospital, e voc¨º me repreende dizendo que eu n?o cuidei bem dele, e ¨¦ por isso que ele ficou doente. Eu quero perguntar, qual crian?a neste mundo n?o fica doente?¡± ¡°Voc¨º ¨¦ imposs¨ªvel de seunicar! No estado em que voc¨º se encontra agora, n?o tem condi??es de cuidar de um filho. Vou levar o menino para a casa da minha m?e cuidar dele por uns dias. Voc¨º deve ficar em casa e refletir sobre o que fez. Dependendo do seuportamento, eu decidirei se voc¨º continuar¨¢ a cuidar dele ou n?o. O homem, que n?o reconhecia seus pr¨®prios erros, culpava a mulher e queria sair levando o menino nos bra?os. Cap铆tulo 983 Cap¨ªtulo 983 Cap¨ªtulo 983 ¡°Devolva meu filho, por que voc¨º o levou¡­¡± A mulher se aproximou correndo e tentou bloquear o homem, mas n?o conseguiu porque estava fraca demais para isso. O pequeno meninoe?ou a chorar de medo, ¡°Mam?e, eu quero minha mam?e¡­¡± O homem disse, ¡®Pare de chamar por sua ipetente m?e¡­¡± Isso era um problema familiar de outras pessoas, os funcion¨¢rios n?o podiam interferir, mas no fundo, estavam muito irritados o homem. No entanto, o caminho do homem foi bloqueado por um homem alto. O homem nem tinha tempo para ver quem estava bloqueando seu caminho antes de dizer grosseiramente, ¡°Saia da frente!¡± Marco Ant?nio, ¡°Devolva o garoto para a senhora!¡± Sua voz n?o era nem alta nem suave, mas por causa de sua aura poderosa, era intimidadora o suficiente, mesmo que n?o fosse alta. O homem deu um passo para tr¨¢s, ¡°O que isso tem a ver voc¨º? O que um estranhoo voc¨º tem a ver isso?¡± Vendo que algu¨¦m estava intervindo, os funcion¨¢rios tamb¨¦m queriam ajudar, ¡°Senhor, ¨¦ realmente dificil para sua esposa cuidar da crian?a sozinha, por favor, sejapreensivo.¡± O homem olhou para Marco Ant?nio, depois para o funcion¨¢rio que estava tentando convenc¨º-lo, e ent?o disse furiosamente, ¡°Eu estou l¨¢ fora trabalhando duro para ganhar dinheiro, enquanto voc¨º fica em casa usando meu dinheiro para sustentar outros homens¡­¡± Marco Ant?nio n?o queria perder tempo ele, ele simplesmente entregou o garotinho ¨¤ mulher, ¡°Voc¨º tem algum motivo para continuar vivendo um homem assim?¡± A mulher segurou seu filho firmemente, t?o nervosao se tivesse encontrado um tesouro perdido, ¡°N?o quero que as pessoas digam que meu filho n?o tem pai¡­¡± Marco Ant?nio riu friamente, ¡°Com um pai t?o sem-vergonhao esse, a crian?a pode muito bem n?o ter pai. Se voc¨º n?o consegue sobreviver, n?o force, voc¨º acha que ¨¦ para o bem da crian?a, mas quem sabe o quanto de sombra psicol¨®gica isso poden?ar sobre a crian?a.¡± O homem gritou, ¡°Voc¨ºs ouviram isso, este homem n?o s¨® seduziu minha esposa, mas tamb¨¦m est¨¢ incentivando minha esposa a se divorciar. Voc¨ºs viram tudo, sejam minhas testemunhas.¡± ¡°O qu¨º?¡± Ca, que tinha estado em sil¨ºncio o tempo todo, n?o p?de deixar de rir, ¡°Parece que n?o s¨® as mulheres bonitas s?o facilmente difamadas, mas tamb¨¦m os homens bonitos.¡± Ca se aproximou e abra?ou Marco Ant¨®nio, ¡°Querido, voc¨º n?o est¨¢igo todos os dias, quando voc¨º teve tempo para seduzir sua esposa?¡± A pvra ¡°querido¡± fez Marco Ant?nio se sentir muito melhor. Ele n?o disse mais nada, apenas pegou Ca em seus bra?os, ¡°Vamos para casa!¡± Ca deu um pulo quando ele a pegou, mas tudo que sentiu foi seguran?a e estabilidade. Ao sairem do escrit¨®rio, Ca cheirou Marco Ant?nio, ¡°Voc¨º trocou de perfume?¡± All rights ? N?velDrama.Org. Marco Ant?nio, ¡°N?o.¡± Ele era um homem nost¨¢lgico, quando se acostumava um perfume era dificil mudar para outro, ele usava o mesmo perfume h¨¢ anos e nunca havia mudado. Ca cheirou-o novamente e disse, ¡°Seu cheiro est¨¢ um pouco diferente, parece ainda mais perfumado.¡± Marco Ant?nio ent?o percebeu que Ca estava apenas tentando agrad¨¢-lo, ele riu e a colocou no ch?o, pegou seu rosto e deu-lhe um beijo, ¡°Cheira bem?¡± Ca respondeu, ¡°Cheira, cheira muito bem!¡± Marco Ant¨®nio pegou sua m?o, ¡°Vamos dar mais uma volta?¡± Ca assentiu, ¡°Eui demais esta noite, ainda n?o terminei de digerir, realmente preciso andar um pouco mais.¡± Os dois continuaram a caminhar de m?os dadas no bairro, o casal que haviam encontrado antes n?o afetou seu humor. Depois de algum tempo, Ca olhou para Marco Ant?nio e perguntou timidamente, ¡°Aquele pequeno garoto era fofo, n?o era?¡± Marco Ant?nio assentiu. Ca se aproximou dele, ¡°Vamos ter um beb¨º juntos, voc¨º ¨¦ t?o bonito e eu tamb¨¦m sou bastante bonita, nosso beb¨º ser¨¢ certamente muito bonito.¡± Marco Antonio riu, realmente sabiao se elogiar! Ele respondeu, ¡°Voc¨º gosta tanto de crian?as assim?¡± Cap铆tulo 984 Cap¨ªtulo 984 Cap¨ªtulo 984 podia se esquecer dele quando olhava para os filhos de outras pessoas. Se eles tivessem seus pr¨®prios filhos, seus olhos estariam voltados apenas para eles, sem poder olhar para ele novamente. Marco Ant?nio n?o queria isso. Ca concordou, ¡°Eu adoro! Adoro muito! Voc¨º ter¨¢ dois filhosigo, apenas dois, um menino e uma menina, est¨¢ bem?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Ca¡­¡­ Ca perguntou, ¡°O qu¨º?¡± Marco Ant?nio continuou, ¡°Aquele pequeno era muito fofo, mas voc¨º viu o quanto sua m?e sacrificou? tinha o pr¨®prio trabalho, pelo filho, desistiu do trabalho e ainda estava um homem que n?o era atencioso, para que tipo de homem deveria ter um filho?¡± All rights ? N?velDrama.Org. Ca disse, ¡°Mas voc¨º n?o ¨¦ esse tipo de homem!¡± Marco Ant?nio disse, ¡®Eu tenho medo de voc¨º se sentir injusti?ada depois de ter um filho.¡± Ca disse. ¡°¨¦ verdade que as donas de casa geralmente d?o mais do que as pessoas que trabalham. Um emprego tem intervalos, mas uma m?e que cuida de seus filhos est¨¢ alerta vinte e quatro horas por dia. Mas, devido ao nosso ambiente social, muitas pessoas, inclusive as pr¨®prias donas de casa, sentem-se inferiores por n?o trabalharem e n?o contribu¨ªrem suas familias.¡± Marco Antonio disse, ¡°A cria??o do Mulheres Unidas, que mencionamos anteriormente, acho que deveria ser implementada n?o apenas no Grupo Empresarial de Ant?nio, mas tamb¨¦m na sociedade para ajudar mais mulheres.¡± Ca disse, ¡°Quando eu voltar do Norte de Be, voue?ar a nejar isso seriedade.¡± Marco Ant?nio levantou a m?o e acariciou suavemente a testa d, ¡°Ca, voc¨º tem que continuar a se esfor?ar, fazer qualquer coisa que voc¨º queira, n?o pode ser limitada p fam¨ªlia.¡± Ca disse, ¡°Lucas Bento!¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°O qu¨º?¡± Ca perguntou, ¡°Voc¨º acha que eu fiz muitas coisas boas na minha vida passada para conhecer um marido t?o maravilhosoo voc¨º?¡± Marco Ant?nio riu o que disse, ¡°Voc¨º est¨¢ fndo cada vez mais doce.¡± Ca levantou a cabe?a e o beijou, ¡°Experimenta, o que eu disse ¨¦ realmente doce?¡± A iniciativa d fez Marco Ant?nio corar, ¡°¨¦ muito doce!¡± Ca viu Marco Ant?nio corar, ficou ainda mais animada, beijou-o novamente, desfrutou gentilmente deste beijo, mas Marco Ant?nio n?o respondeu. Ca recuou, olhou para ele raiva, ¡°Se o que eu disse ¨¦ doce, voc¨º n?o quer saborear bem qu?o doce ¨¦?¡± Marco Ant?nio pegou-a no colo, ¡°Vou saborear isso calma em casa. Ca disse, ¡°N¨®s temos a Alba em casa, vamos para a sua casa. Marco Ant?nio perguntou, ¡°Porqu¨º?¡± Ca disse, Tenho medo de iodar a Alba¡­¡­¡± Marco Ant?nio segurou o riso, ¡°Por que iodaria ¡­¡­¡± Ca disse, ¡°Voc¨º n?o lembra o que fez na ¨²ltima vez no Mans?o da Praia HC?¡± ro que Marco Ant?nio se lembrou, ele s¨® queria provoc¨¢, ¡°O que eu fiz?¡± Ca abriu a boca e mordeu seu ombro, ¡°Voc¨º ¨¦ um homem mau! Eu vou te morder!¡± Ele esqueceu, o ajudou a lembrar da mesma maneira. Marco Ant¨®nio perguntou: ¡°De onde voc¨º aprendeu esse h¨¢bito de morder?¡± Ca respondeu: ¡°Adivinha!¡± Cap铆tulo 985 Cap¨ªtulo 985 Cap¨ªtulo 985 Marco Ant?nio respondeu, ¡°N?o consigo adivinhar.¡± Ca se aproximou de seu ouvido e sussurrou algo. A express?o no rosto de Marco Ant?nio mudou, ¡°N?o quero que voc¨º veja mais essas coisas.¡± Ca riu, ¡°Todo mundo est¨¢ vendo ¨¤s escondidas. Voc¨º vai me dizer que nunca viu?¡± Marco Ant?nio franziu a testa, ¡°N?o estou interessado nessas coisas.¡± Ca fez beicinho, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º ainda ¨¦ um homem normal? Que homem n?o se interessa por essas coisas?¡± Ca n?o acreditava que Marco Ant?nio nunca tivesse visto. ainda se lembrava da primeira vez que e Maria viram aquele tipo de coisa, no segundo semestre da faculdade. Num fim de semana, uma colega de quarto misteriosamente disse que tinha algo legal para compartilhar. s se reuniram para ver e todas ficaram coradas. No inicio, todas eram s¨¦rias, dizendo que as meninas n?o deveriam ver esse tipo de coisa, mas mesmo dizendo, ningu¨¦m saiu. Todas se apertaram juntas para assistir um filme adultopleto. Depois de assistirem, todas tinham as faces vermelhas, queriam dizer algo, mas estavam envergonhadas. Maria falou ousadamente, ¡°Eu estava muito t¨ªmida e n?o consegui ver direito, perdi muitos detalhes¡­ podemos ver de novo?¡± Ao ouvir sua sugest?o, todas se olharam. Todas queriam ver de novo, mas estavam um pouco envergonhadas. Maria puxou Ca, ¡°Ca, se s n?o quiserem assistirigo, tudo bem, mas voc¨º tem de assistir comigo. Vamos discutir a li??o obrigat¨®ria do futuro.¡± Maria disse isso,o Ca poderia n?o concordar, e o mais importante ¨¦ que tamb¨¦m n?o tinha visto ramente agora por causa de sua timidez e, em seu cora??o, tamb¨¦m queria ver novamente. Assim que Ca concordou, todas se juntaram novamente, ¡°N?o podemos deixar voc¨ºs duas assistirem sozinhas, se vamos assistir, vamos assistir juntas, ¨¦ mais divertido assim.¡± Na segunda vez, o humor de todos havia mudado, s assistiram e discutiram. Algu¨¦m disse que o corpo do ator principal n?o era bom, que ele n?o tinha abd?men definido, que a barriga fl¨¢cida afetava a experi¨ºncia visual. Algu¨¦m disse que o rosto da atriz n?o era bonito, o que faria que muitos homens perdessem o interesse¡­ Algumas coisas, uma vez iniciadas, t¨ºm uma segunda e terceira vez. Mais tarde, as colegas de quarto assistiram pelo menos cinco vezes. N?o eram apenas as meninas que assistiam no dormit¨®rio, Ca descobriu acidentalmente que Jean e outros meninos tamb¨¦m assistiam no dormit¨®rio. Se todo mundo estava assistindo, Ca n?o acreditava que Marco Ant?nio realmente nunca tinha visto. Embora Marco Ant?nio fosse diferente dos outros, ele ainda era um homem normal. Marco Ant?nio riu e acariciou a cabe?a de Ca, ¡°Voc¨º sabe o que est¨¢ dizendo?¡± ¡°ro que sei. Ca se aproximou de seu ouvido e sussurrou, ¡°Diga a verdade, eu n?o vou rir de voc¨º.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu j¨¢ disse que n?o estou interessado nisso, eu nunca vi.¡± Ca perguntou, ¡°Voc¨º nunca viu? Voc¨º nunca teve uma namorada antes?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°¨¦ isso.¡± Ca continuou, ¡°Voc¨º nunca teve uma namorada, ent?o voc¨º j¨¢ teve r??es outras mulheres?¡± Antes que Marco Ant¨®nio pudesse responder, Ca disse, ¡°Voc¨º tem de me dizer a verdade, n?o pode mentir para mim. Antes de nos casarmos, se voc¨º tiver tido intimidade outras pessoas, desde que me conte honestamente, n?o vou te culpar. Mas, se voc¨º mentir para mim, ser¨¢ uma hist¨®ria diferente. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Marco Ant¨®nio respondeu, ¡°Eu s¨® te amo, nunca tive um rcionamento outra pessoa.¡± Ca continuou, ¡°Voc¨º nunca viu aqueles filmes, nunca teve uma namorada, nunca teve um rcionamento outra mulher, ent?o¡­¡± Marco Ant¨®nio perguntou curioso, ¡°O qu¨º?¡± Ca continuou, aqu nossa primeira noite,o voc¨º pode ter tanta experi¨ºncia?¡± Ao ouvir isso, Marco Ant?nio riu, ¡°Obrigado pelo elogio!¡± Ca falou s¨¦rio, ¡°Eu estou sendo s¨¦ria, voc¨º tem que responder honestamente.¡± Marco Ant¨®nio respondeu, ¡°Voc¨º deveria saber, eu sou um aprendiz r¨¢pido.¡± Ca perguntou, ¡°De quem voc¨º aprendeu ent?o?¡± Marco Ant?nio, um pouco frustrado a teimosia da garota, respondeu, ¡°Algumas coisas, eu simplesmente sei.¡± Cap铆tulo 986 Cap¨ªtulo 986 Cap¨ªtulo 986 Ca, ¡°¡­¡­¡± sabia que ele nunca tinha namorado ou se envolvido outras mulheres. s¨® queria que ele admitisse que,o , j¨¢ tinha visto aquele tipo de filme No entanto, Marco Ant?nio estava sempre ocupado ganhando dinheiro durante os tempos de esc, n?oo essas pessoasuns. Marco Ant¨®nio riu e disse, ¡°Eu nunca vi. Voc¨º parece desapontada¡± Ca, ¡°Voc¨º me faz parecer t?o boba.¡± Marco Ant?nio, ¡°Eu tamb¨¦m j¨¢ fiz coisas bobas.¡± Ca, ¡°Como? Me conta.¡± Marco Ant?nio, ¡°Eu j¨¢ joguei moedas no po?o dos desejos.¡± Ca, ¡°E qual foi o seu desejo?¡± ¡°Eu desejava que meus pais me amassem.¡± Marco Ant?nio disse rindo, mas o sorriso em seus olhos j¨¢ n?o era mais caloroso, mas frio e assustador. ¡°N?o importa, eles n?o te amam, mas voc¨º ainda tem a av¨® Luisa e Estr. E agora voc¨º tem a mim. Eu sempre estarei aqui voc¨º¡­¡± Ca o abra?ou firmemente, dando-lhe for?a do seu pr¨®prio jeito. Marco Ant?nio n?o disse mais nada, mas sentiu a for?a que Ca lhe deu. Ele nunca entendeu, Ca era t?o magra,o poderia ter tanta for?a? erao um pequeno sol brilhante, capaz de trazer calor para aqueles ao seu redor. Ca olhou para ele,¡± Querido, n?o fique triste, est¨¢ bem?¡± acalmoupletamente as feridas no cora??o de Marco Ant?nio e ele a abra?ou for?a, ¡°N?o estou nada triste voc¨º aqui.¡± Ca, ¡°N?o fique mal por pessoas que n?o valem a pena. Vamos conversar sobre algo divertido agora.¡± Marco Ant?nio, ¡°O que voc¨º quer conversar?¡± Ca, ¡°Voc¨º ¨¦ t?o bonito, tenho certeza de que muitas garotas da esc gostavam de voc¨º. Alguma ds te impressionou?¡± Marco Ant?nio, ¡°Sim.¡± Ca, ¡°¡­¡­¡± apenas perguntou casualmente, e ele realmente tinha uma. de repente se sentiu muito irritada! Mas teve de agiro se isso n?o importasse e perguntou um sorriso: ¡°Eu estou curiosa para saber qual garota conseguiu chamar sua aten??o?¡± Marco Antonio, ¡°Voc¨º a conhece, Aurora Gomez.¡± Ca, ¡°.. lembrou! teve uma impress?o muito forte! Aqu mulher at¨¦ tentou beijar Marco Ant?nio. Se n?o tivesse aparecido de repente e interrompido, ele poderia ter deixado aqu mulher beij¨¢-lo. Ca, ci¨²mes, disse, ¡°Ent?o era sua colega de faculdade? ¨¦ t?o bonita e elegante, voc¨º deve ter se apaixonado por .¡± Marco Ant?nio, ¡°N?o. gostava de mim, mas eu n?o correspondi.¡± Original content from N?velDrama.Org. Ca se sentiu um pouco melhor, ¡°Por que voc¨º n?o aceitou?¡± Marco Ant¨®nio, ¡°Eu n?o sentia nada por .¡± Ca continuou ci¨²mes. ¡°Se voc¨º n?o sentia nada por , por que lembra d t?o ramente?¡± Marco Ant¨®nio, ¡°Porque ¨¦ inteligente e s¨¢bia.¡± Sem pensar muij¨®, Ca disse um tom ir?nico, ¡° ¨¦ t?o bonita, inteligente e s¨¢bia, e ainda era sua colega de faculdade. Se voc¨º a tivesse escolhidoo esposa, certamente voc¨º estaria melhor se a tomasseo esposa do que a que tem agora.¡± Cap铆tulo 987 Cap¨ªtulo 987 Cap¨ªtulo 987 Marco Ant?nio quase n?o tinha amigas mulheres, Ca raramente o ouvia elogiar outras mulheres, mas ele deu elogios t?o altos para Aurora. Nessa hora, Ca sentiu um ci¨²me intenso. se sentiu assustadora, por sentir ci¨²mes t?o facilmente. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Quando sugeriu que Marco Ant?nio se casasse outra mulher, a primeira rea??o dele foi de raiva, mas quando ele entendeu o que queria dizer, ele riu, ¡°Voc¨º est¨¢ ci¨²mes?¡± Ca respondeu firmeza, ¡°Sim, estou climes. Sou sua esposa, voc¨º elogia outras mulheres na minha frente, dizendo que s s?o inteligentes, bonitas, s¨¢bias, n?o tenho o direito de sentir ci¨²mes?¡± Ca ¨¦ muito fofa quando est¨¢ ci¨²mes, t?o fofa que d¨¢ vontade de dar uma mordidinha n, Marco Ant?nio teve essa ideia, ent?o deu uma mordiscadinha n, ¡°Eu s¨® disse que era inteligente, n?o que era bonita. No meu cora??o, a ¨²nica pessoa bonita ¨¦ voc¨º.¡± Ca, Voc¨º n?o pode me enganar fndo assim.¡± Embora tenha dito isso, Ca estava muito feliz por dentro. Marco Ant?nio continuou a explicar, ¡°Eu a elogiei por ser inteligente, porque se aproximou primeiro dos meus amigos, depois de mim. Mesmo quando eu a rejeitei, n?o me perseguiu. Ca, s¨® tenho voc¨º.¡± Ca, ¡°Eu entendi.¡± Conversando, eles chegaram ao novo apartamento que Marco Ant?nio tinhaprado. Foi a primeira vez que Ca foi l¨¢, e assim que entrou, ficou quase chocada.. Se n?o fosse p nta diferente, s¨® de olhar para a decora??o, era quase id¨ºntica ¨¤ sua casa, at¨¦ mesmo as pinturas decorativas nas paredes eram as mesmas. Voc¨º n?o deve gostar desse estilo de decora??o, por que decidiu decorar o apartamento assim?¡± Ca j¨¢ tinha a resposta em mente, mas ainda queria ouvi-lo dizer. ro, Marco Ant?nio deu a a resposta que esperava, ¡°Decorei a casa ao seu gosto, s¨® para morar voc¨º.¡± Ca olhou para ele, os olhos de repente ficaram vermelhos, ¡°Voc¨º ¨¦ t?o bom para mim, sempre me colocando em primeiro lugar, mas eu nunca fiz nada por voc¨º.¡± ¡°Quem disse que voc¨º nunca fez nada por mim?¡± Marco Ant?nio levantou suavemente a manga d, revndo seu bra?o, que tinha uma cicatriz. Essa cicatriz foi deixada quando o salvou no nalto de Oeste, quando uma pedra arrancou um peda?o de pele do seu bra?o. Se n?o tivesse corrido para ajud¨¢-lo a bloquear aqu pedra, a pedra teria atingido a cabe?a dele e ele provavelmente teria morrido no local. Ele baixou a cabe?a, beijou a cicatriz no bra?o d, ¡°Ca, minha vida foi salva por voc¨º, estou disposto a te entregar a minha vida! Voc¨º entende?¡± Ca, ¡°Sua vida ¨¦ sua, n?o ¨¦ minha, voc¨º precisa valorizar sua pr¨®pria vida, cuidar do seu pr¨®prio corpo¡­¡± Que mulher teimosa! Marco Ant¨®nio n?o discutiu mais , simplesmente calou a boca d da maneira mais eficaz¡­ Marco Antonio n?o discutiu mais Ca, Ele se aproximou d um passo grande e de repente, selou os l¨¢bios d o seu, no m¨¦todo mais direto e eficaz poss¨ªvel. Naquele momento, tudo estava em sil¨ºncio, exceto p troca de f?lego e batimentos card¨ªacos que enchiam o ar ao redor deles. Os olhos dele eramo fogo-f¨¢tuo na escurid?o, suaves e profundos. Seus bra?os envolveram a cintura d e seus dedos longos e finos varreram as costas d. O cora??o de Ca batiao um trov?o. A respira??o dele estava em seu pesco?o, seus l¨¢bios a beijando fervorosamente. Ca sentiu que poderia se derreter em seu calor. Essa sensa??o a excitou e a fez se perder. Finalmente, fechou os olhos,pletamente perdida no oceano de sensa??es que ele proporcionava. A obscuridade da noite cobri tudo e tudo parecia fora de foco. Dois amantes estavam l¨¢, amorosamente amando um ao outro nesta noite tranqu. Ap¨®s um tempo, Marco Ant¨®nio se levantou e foi para o banheiro. Sua pele ainda retinha o calor da paix?o, e ele liberou uma respira??o longa e ligeiramente tensa antes de abrir a torneira. O som da ¨¢gua transparente se derramando reverberava no banheiro vazio. Na cama, Ca estava deitada calmamente. ouviu o som da ¨¢gua corrente do banheiro e se cobriu com as cobertas leves, se deixando levar p calma do momento e se sentindo preenchida p doce sensa??o de felicidade. Ca estava t?o cansada que mal consequia abrir os olhos, mas ainda se lembrou de seu desejo de ter um filho, ent?o rapidamente pegou um travesseiro e colocou debaixo da cintura, esticou as pernas em dire??o ¨¤ cabeceira da cama e deitou-se. Marco Ant?nio saiu uma toalha quente e h¨²mida, vendo a posi??o de Ca, ele perguntou, ¡°Ca, voc¨º est¨¢ se sentindo mal?* Ca, os olhos fechados, respondeu fracamente, ¡°Estou bem, s¨® ouvi dizer que essa posi??o aumenta as chances de engravidar. Havia algumas pvras que Marco Ant¨®nio n?o queria dizer, mas ao ver o desejo ardente d por um filho, ele se viu obrigado a fr. ¡°Ca, sua av¨® j¨¢ faleceu, mesmo que voc¨º tivesse um filho agora, n?o poderia mais ver a crian?a.¡± Ao mencionar sua av¨®, os olhos de Ca se encheram de l¨¢grimas, ¡°Eu sei, eu sei que minha av¨® se foi, n?o pode ver a crian?a. Mas a sua av¨® ainda est¨¢ aqui, sempre esperou por essa crian?a, por isso quero ter um filho. Minha av¨® partiu deste mundo um arrependimento, eu n?o quero que a sua av¨® tenha o mesmo ¡± Cap铆tulo 988 Cap¨ªtulo 988 Cap¨ªtulo 988 Ele pensou erroneamente que estava t?o ansiosa para ter filhos por causa de sua falecida av¨®. Ele n?o percebeu que, na verdade, estava fazendo isso por sua pr¨®pria av¨®. sempre conseguia surpreend¨º-lo coisas pequenas assim. Marco Ant¨®nio perguntou, ¡°Ca¡­¡± Ca respondeu, ¡°Eu sei que voc¨º vai dizer que eu deveria viver para mim mesma, e n?o tentar cumprir os desejos dos outros. Mas eles n?o s?o ¡®outros, s?o minha fam¨ªlia, pessoas que me amam. E mais importante, eu tamb¨¦m quero ter um filho.¡± Marco Ant?nio finalmente cedeu. ¡°Se voc¨º quer um filho, vamos ter.¡± Ca sorriu para ele. ¡°Vamos ter dois, uma menina e um menino. A menina ser¨¢o eu, o menino ser¨¢o voc¨º.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Certo.¡± Ca disse. ¡°Seja um menino ou uma menina, devemos am¨¢-los igualmente. Temos de ser pais justos, sem favoritismos.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Certo.¡± Ca disse. ¡°Minha av¨® j¨¢ nos deu apelidos para os filhos na ¨²ltima vez, precisamos pensar em nomes formais para eles. Um filho ter¨¢ seu sobrenome, o outro ter¨¢ o meu, voc¨º se importa?¡± Marco Ant?nio acariciou gentilmente a cabe?a d. ¡°N?o me importo. Ambos podem ter o seu sobrenome, eu n?o me importaria. Ou quando crescerem, se quiserem mudar, tamb¨¦m est¨¢ tudo bem.¡± Ca disse, isso n?o vai funcionar. Eles precisam ter o nosso sobrenome.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Certo.¡± Ca disse, ¡°Pense em um nome r¨¢pido,ece pensando em um para nossa filha,¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Certo.¡± Ca disse, ¡°Lucas Bento¡­¡± Marco Antonio respondeu, ¡°Estou aqui.¡± Ca perguntou, ¡°N¨®s vamos nos amar at¨¦ ficarmos velhinhos?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°ro que sim.¡± Ca disse, ¡°Mas eu tenho muito medo¡­ Marco Ant?nio perguntou, ¡°Do que voc¨º tem medo?¡± Ca fechou os olhos e disse baixinho, ¡°Tenho medo de que um dia voc¨º se apaixone por outra mulher, tenho medo de que um dia voc¨º se divorcie de mim, tenho medo de que n?o possamos envelhecer juntos¡­¡± Antes, Ca n?o se importava se ele se apaixonaria por outra mulher. sempre soube ramente que os cora??es mudam facilmente, e promessas s?o as coisas menos confi¨¢veis. Quantos amantes se amaram fervorosamente, mas acabaram se separando? Em r??o ao amor, n?o tinha mais ilus?es. No entanto, agora, parece que e?ou a sonhar novamente¡­ Parece que realmente se apaixonou. Por isso estava medo. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. tinha medo de que, quando estivesse dando seu cora??o, o cora??o dele mudasse. Foi por causa de seu medo que nem mesmo teve medo de dar todo o seu cora??o. Marco Ant¨®nio deitou-se aodo d, permitindo que colocasse a perna sobre ele para ficar mais confort¨¢vel, antes de dizer, ¡°Nesta vida e na pr¨®xima, s¨® quero voc¨º. N?o quero mais ningu¨¦m al¨¦m de voc¨º.¡± Cap铆tulo 989 Cap¨ªtulo 989 Cap¨ªtulo 989 A voz de Marco Antonio era profunda, cheia de for?a, marcando profundamente o cora??o de Ca. estava disposta a abrir as portas do seu cora??o para ele. Estava disposta a confiar nele, acreditar que poderiam passar a vida juntos. disse. ¡°Eu tamb¨¦m!¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°O qu¨¦?¡± Ca respondeu, ¡°Eu n?o quero mais ningu¨¦m, s¨® voc¨º.¡° Original content from N?velDrama.Org. Essa foi a frase mais bonita que Marco Ant?nio ouviu em toda a sua vida. Isso causou uma onda de emo??es dentro dele. ¡°Ca¡­¡­¡± Ele chamou seu nome, e a beijou novamente. A noite era longa. No dia seguinte O sol j¨¢ estava alto no c¨¦u. Ca mal se mexeu e sentiu uma m?o grande segurando firmemente sua cintura. A voz sexy e encantadora de Marco Ant?nio ecoou, ¡°Voc¨º acordou!¡± Ca olhou para cima e viu um par de olhos cheios de amor. Ele a olhava um olhar apaixonado e possessivo. Ca instintivamente tentou se esquivar, mas foi puxada de volta para os bra?os de Marco Ant?nio, ¡°Ca, deixa eu te abra?ar mais um pouco.¡± Ca deixou que ele a segurasse, sentindo o perfume familiar e suave dele, o que lhe dava uma grande sensa??o de seguran?a. Depois de um tempo, Marco Antonio ainda n?o tinha inten??o de solt¨¢, Ca o empurrou gentilmente: ¡°Por que voc¨º ainda n?o foi ao escrit¨®rio?¡± ¡°N?o fale!¡± Agora, tudo o que ele queria era abra?¨¢ firmemente, sem se preocupar mais nada, sem querer ouvir mais nada. Ca disse novamente, ¡°Se as pessoas da empresa descobrirem por que voc¨º n?o foi trabalhar, provavelmente ririam de voc¨º e diriam que voc¨º se atrasou por causa da sua esposa.¡± ¡°N?o fale disso.¡± Marco Ant?nio abaixou a cabe?a e mordeu levemente a ponta do nariz d, ¡°Hoje ¨¦ fim de semana, todos est?o de folga.¡± Ca perguntou, ¡°Hoje ¨¦ fim de semana?¡± tem estado um pouco confusa as datas recentemente. Ele continuou, ¡°De qualquer forma, eu n?o tenho nada para fazer nos pr¨®ximos dias, ent?o posso te panhar at¨¦ Norte de Be e voltar no domingo ¨¤ noite.¡± Ca disse, Tem sido um per¨ªodo muito ocupado voc¨º me ajudando minha av¨®, ent?o use este fim de semana para descansar um pouco. Eu tamb¨¦m gostaria de aproveitar essa oportunidade para conversar a Alba sobre nossa familia e tamb¨¦m para conhec¨º melhor.¡± Marco Ant?nio s¨® podia concordar, ¡°Ent?o, volte mais cedo quando terminar.¡± Ca, T¨¢ bem.¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡°Voc¨º tem que fazer uma chamada de v¨ªdeoigo todos os dias.¡± Ca respondeu, ¡°Certo.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Quando eu te mandar uma mensagem, responda imediatamente para que eu saiba o que voc¨º est¨¢ fazendo.¡± Ca disse rindo, ¡®Ou voc¨º pode simplesmente me amarrar a voc¨º¡± Marco Ant?nio ficou sem pvras. Ca se aproxim?o e deu dois beijos no rosto dele, ¡°Eu voltarei a tempo.¡± Marco Ant¨®nio/disse, ¡®Ent?o levante-se ea algo, depois eu te levo para o aeroporto.¡± Ca disse. ¡°Certo¡± Depois deer, Marco Ant¨®nio levou Ca ao aeroporto pessoalmente.. Quando chegaram ao aeroporto, Alba gentilmente deixou o casal sozinho, ¡°Eu vou passar p seguran?a primeiro, voc¨ºs podem conversar calma.¡± Marco Ant¨®nio segurou Ca de novo, ¡°Eu j¨¢ pedi ao Alonzo para providenciar um carro para voc¨º, qualquer coisa que precisar, pode pedir a ajuda dele¡± Ca respondeu, ¡°Eu sei. Agora est¨¢ ficando tarde, vou passar p seguran?a, ligarei para voc¨º quando chegar.¡± Ca estava pronta para ir embora, mas Marco Ant?nio segurou sua m?o, ¡°Ca, n?o importa o que aconte?a, lembre-se de discutirigo¡­¡­ Antes que ele pudesse terminar, uma voz familiar soou ao lado dele, ¡°Marco, que coincid¨ºncia! N?o esperava te encontrar aqui, voc¨º e Ca est?o indo a trabalho juntos?¡± Cap铆tulo 990 Cap¨ªtulo 990 Cap¨ªtulo 990 A visitante era a mulher mencionada por Marco Ant?nio na noite anterior, que deixou Ca ci¨²mes, chamada Aurora. sabia que Ca era a esposa de Marco Ant?nio, mas n?o tinha certeza se ele tinha contado a Ca que sabia disso, ent?o continuou a se referir a Cao Srta. Barcelo. Ca permaneceu em sil¨ºncio, querendo vero Marco Ant?nio lidaria a situa??o. Marco Ant?nio disse: ¡°Vou levar minha esposa para Norte de Be. E voc¨º?¡± 8 3 2 2 3 2 ¡°Eu tamb¨¦m estou indo para Norte de Be.¡± Aurora olhou para Ca e sorriu, dizendo. ¡°Ent?o, devo come?ar a cham¨¢ de Sra. Ant?nio agora?¡± Ca respondeu: ¡°N?o precisa ser t?o formal, voc¨º pode me chamar pelo meu nome¡±. Aurora perguntou: ¡°Quando voc¨ºs dois descobriram a verdadeira identidade um do outro?¡± Ao ouvir isso, Ca percebeu que Aurora sabia sobre a situa??o entre e seu marido. estava um pouco insatisfeita Marco Ant?nio por revr t?o casualmente seus assuntos pessoais: ¡°Voc¨º parece saber muito sobre n¨®s?¡± Aurora sorri: ¡°Marco tem poucas amigas mulheres. Acontece que eu sou sua colega de faculdade e amiga, e ele me pede conselhos sobre muitas coisas.¡± Ca olhou para Marco Ant?nio e riu: ¡°Diretor Ant?nio, acabei de descobrir que voc¨º tem uma amiga t?o pr¨®xima¡±. Marco Ant?nio n?o percebeu a ironia de Ca e explicou seriamente: ¡°Eu mencionei ontem ¨¤ noite, voc¨º se esqueceu?¡± Ca,¡­..¡± realmente queria mord¨º-lo! Homem irritante! Como mulher, Aurora percebeu imediatamente que Ca estava ci¨²mes. se aproximou intencionalmente de Marco Ant?nio, ¡°Minha r??o Marco j¨¢ ultrapassou a amizadeum¡±. Ca, ¡°¡­..¡± Essa mulher ¨¦ t?o arrogante assim? a chama de Sra. Ant?nio, mas desf diante d. Era insuport¨¢vel. Na multid?o, sob o olhar de Aurora, Ca de repente abra?ou Marco Ant?nio pelo pesco?o e o beijou. Seu beijo foi duro e feroz. Depois, at¨¦ mordeu Marco Ant?nio, deixando marcas em seus l¨¢bios para promar sua posse. Depois do beijo, Ca recuou, ¡°Querido¡­..¡± Marco Ant?nio tocou suavemente o l¨¢bio que havia mordido. havia se afastado, mas parecia que ele ainda podia sentir a suavidade e a do?ura d e o beijo dominante que acabara de lhe dar¡­ Anteriormente, ele n?o sabia que sua esposa tinha umdo t?o dominante. Que surpresa! Ca disse: ¡°Est¨¢ quase na hora, vou passar p seguran?a agora¡±. Marco Ant¨®nio deu um sorriso leve, ¡°Tudo bem¡±. Ca olhou para Aurora, virou-se e saiu. pensou que, quando saisse, Aurora deveria segui. Mas Aurora n?o a seguiu, ainda estava conversando Marco Ant?nio. Ca, ¡°¡­..¡± est¨¢ muita raiva! derou sua propriedade. N?velD(ram)a.?rg owns this content. E a¨ªnda havia pessoas tentando seduzir seu homem. Era um sentimento horr¨ªvel. Aurora ficou para tr¨¢s, olhando para os l¨¢bios de Marco Ant?nio que Ca havia mordido, e n?o p?de deixar de rir: ¡°Nunca ousei imaginar que voc¨º teria um dia em que seria beijado ¨¤ for?a¡±. Marco Ant?nio ainda n?o tinha inten??o de tirar a m?o, seus dedos continuavam acariciando os l¨¢bios, como se quisesse prolongar a sensa??o do beijo de Ca, ¡°Algo mais?¡± Aurora parou de rir, ¡°Desejo-lhe felicidades¡±. Marco Ant¨®nio perguntou: ¡°Por qu¨¦?¡± Aurora respondeu: ¡°Que voc¨º encontre algu¨¦m para passar o resto da vida¡±. Cap铆tulo 991 Cap¨ªtulo 991 Cap¨ªtulo 991 Original content from N?velDrama.Org. Marco Antonio disse: ¡°Obrigado. Aurora perguntou: ¡°Voc¨º gosta d?¡± Marco Ant?nio respondeu ¡°Gosto.¡± Aurora disse: ¡°Marco, sua resposta direta acabou todas as minhas esperan?as.¡± Antes, j¨¢ havia feito a mesma pergunta a Marco Ant?nio e a resposta dele fol. ¡° ¨¦ minha esposa.¡± S¨® porque era sua esposa, mesmo que ele n?o gostasse d, ele teria que assumir essa responsabilidade. Mas dessa vez foi diferente, Marco Ant?nio respondeu sem hesita??o que gostava d. ¨¦ Aurora p?de ver, o quanto ele gostava de Ca. Sempre que Ca estava por perto, todos os olhares dele eram direcionados a . Aurora pensou que ele j¨¢ tinha dito a coisa mais bonita que poderia dizer, mas ent?o ouviu a voz de Marco Ant?nio novamente. Sua voz, j¨¢ bonita por si s¨®, tornou-se ainda mais doce quando ele falou de Ca. ¡°Eu gosto muito da Ca, n?o s¨® porque ¨¦ minha esposa, mas porque ¨¦ a Ca! Eu n?o posso ficar sem .¡± Se antes Aurora ainda tinha alguma esperan?a por Marco Ant?nio, suas pvras agora acabaram com qualquer ilus?o. Aurora deu um sorriso e disse, ¡°Ca tamb¨¦m gosta de voc¨º.¡± Ao ouvir isso, os olhos de Marco Ant?nio se iluminaram, ¡°O que a faz pensar assim?¡± Aurora respondeu: ¡°Voc¨º n?o percebeu?¡± Marco Ant?nio n?o respondeu. Aurora continuou: ¡°Voc¨º sabe por que sua esposa te beijou agora?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°ro que sei.¡± Ele sabia que aquele era um beijo de despedida. Afinal, estaria fora por v¨¢rios dias e eles n?o se veriam nesse per¨ªodo. simplesmente fez o que ele queria fazer. Aurora disse: ¡° me v¨ºo umapetidora, est¨¢ ci¨²mes. te beijou pra mostrar pra mim que voc¨º ¨¦ d.¡± Marco Ant?nio retrucou: ¡°Eu sempre fui d.¡± Aurora disse: ¡°Voc¨º sabe, mas os outros podem n?o saber. estava mostrando pra mim e pra todos que se importa voc¨º.¡± Ouvindo isso, Marco Ant?nio ficou muito feliz, querendo imediatamenteprar uma passagem e seguir Ca at¨¦ Norte de Be. Aurora disse: ¡°Eu tenho que ir agora. Quando eu voltar, voc¨ºs dois t¨ºm que me convidar para jantar.¡± A mente de Marco Ant?nio j¨¢ estava Ca, ele mal ouviu o que Aurora disse e apenas respondeu: ¡°Certo.¡± Ca e Albapraram passagens da primeira sse, masopraram tarde e fizeram o check-in tarde, n?o conseguiram sentar juntas, ficando uma na frente da outra. O assento aodo de Ca estava vazio e nem se importou. Por ter dormido mal na noite anterior, assim que se sentou, Ca se odou na poltrona e adormeceu. dormiu profundamente e quando acordou, o avi?o j¨¢ estava voando suavemente. Ca se espregui?ou e a aeromo?a se aproximou perguntando: ¡°Senhora, voc¨º gostaria de beber algo ouer algo? Temos caf¨¦, leite e suco, e paraer temos arroz carne bovina e macarr?o.¡± Quando as refei??es foram servidas, Ca estava dormindo e por isso aiss¨¢ria de bordo n?o a acordou. Ca j¨¢ haviaido antes de ir para o aeroporto, ent?o n?o estava fome, s¨® um pouco sedenta, ent?o pediu: ¡°Por favor, pode me trazer uma garrafa de ¨¢gua mineral.¡± Talvez por passar tanto tempo Marco Ant?nio, Ca adquiriu alguns de seus h¨¢bitos e n?o gostava mais de beber sucos e refrigerantes, geralmente s¨® bebia caf¨¦ e ¨¢gua pura. A aeromo?a prontamente lhe entregou uma garrafa de ¨¢gua mineral e disse: ¡°Se precisar de qualquer coisa, sinta-se ¨¤ vontade de me chamar.¡± ¡°Obrigada¡±¡± disse Ca. Cap铆tulo 992 Cap¨ªtulo 992 Cap¨ªtulo 992 Depois que o atendente se afastou, Ca casualmente abriu a garrafa de ¨¢gua mineral, deu um gole e retirou uma revista para ler. De repente, a mulher que estava dormindo removeu o chap¨¦u que cobria seu rosto e olhou para Ca, ¡°Sra. Ant¨®nio, que coincid¨¨ncia! Nos encontramos novamente.¡± Ca perguntou, ¡°Sra. Gomez, voc¨º tamb¨¦m est¨¢ neste voo?¡± Que coincid¨ºncia! All rights ? N?velDrama.Org. s n?o apenas se encontraram por acaso no aeroporto, mas tamb¨¦m no mesmo voo para a mesma cidade! At¨¦ seus assentos estavam juntos. Ca n?o p?de deixar de suspeitar que Aurora pode ter feito isso de prop¨®sito, talvez quisesse dizer algo a . A mente de Ca estava cheia de d¨²vidas, mas Aurora parecia muito calma e apenas respondeu ¡°sim¡±. Ca simplesmente respondeu e n?o iniciou uma outra conversa. Se a outra pessoa se aproximou d um prop¨®sito, naturalmente a procuraria novamente. Aurora disse, ¡°Ca, parece que voc¨º tem alguma hostilidade contra mim. Eu te ofendi de alguma forma?¡± Ca ficou em sil¨ºncio. A franqueza do outrodo era um pouco chocante! Mas, j¨¢ que a outra pessoa falou t?o ramente, Ca n?o precisava mais esconder suas emo??es. Aurora continuou, ¡°Eu admito que j¨¢ gostei do seu marido e at¨¦ sonhei em me casar ele, mas eu sei que ele s¨® me v¨ºo uma amigaum. ¡°Ele j¨¢ me recusou ramente, nunca houve qualquer ambiguidade entre n¨®s, ele nem mesmo me deu a chance de sonhar. Ele ¨¦ um homem muito bom, um homem que voc¨º deveria amar ¡­¡± Em termo disso, Ca era mais ra do que qualquer um, ¡°Eu sei que tipo de homem ele ¨¦.¡± Ca nem mesmo sabia por que se tornou t?o sens¨ªvel. sabia muito bem que tipo de pessoa ele era, mas ainda se sentia desconfort¨¢vel quando via outras mulheres se aproximando de Marco Ant?nio. at¨¦ pensou em esconder Marco Ant?nio e n?o deixar mais ningu¨¦m se aproximar dele. nem sabiao se tornou t?o terrivel! Aurora disse, ¡°Para ser sincera, realmente te invejo. Eu invejo o fato de voc¨º ter se casado ele, de ter conquistado o amor dele¡­ Eu tamb¨¦m j¨¢ pensei, se voc¨º n?o existisse, ou se voc¨º desaparecesse deste mundo, talvez eu tivesse uma chance.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Aurora continuou, ¡°Quando o conheci, quando nos tornamos amigos, eu n?o sabia onde voc¨º estava. Naqu ¨¦poca, voc¨º n?o estava ele, e ele n?o gostava de mim, ent?o meu pressuposto naturalmente n?o se concretizou.¡± Ouvindo as pvras de Aurora, Ca sentiu cada vez mais que Aurora era uma garota sincera. amava algu¨¦m generosidade, podia aceitar a rejei??o e n?o guardava rancor, ¡°Voc¨º ¨¦ t?o boa, certamente encontrar¨¢ algu¨¦m que gosta de voc¨º.¡± Aurora disse: ¡°H¨¢ muitos homens que gostam de mim.¡± Ca riu, ¡°Eu posso ver.¡± Aurora perguntou, ¡°Podemos trocar nossos n¨²meros de WhatsApp? Quero ser sua amiga.¡± Ca respondeu, ¡°Podemos trocar quando desembarcarmos.¡± Aurora disse: ¡°Ca¡­¡± Ca respondeu: ¡°O que?¡± Aurora perguntou novamente: ¡°Quanto voc¨º gosta de Marco Ant?nio?¡± ¡°Eu¡­¡± Ca virou a cabe?a e olhou para a paisagem fora da jan. Havia um vasto mar de nuvens do lado de fora do avi?o. O mar de nuvens era lindo e espetacr, mas n?o conseguia atrair seu olhar. Tudo que podia ver era o rosto extremamente bonito de Marco Ant?nio. ¡°N?o sei o quanto gosto dele¡­¡± Aurora, Voc¨º n?o sabe? Como voc¨º pode n?o saber?¡± Ca respondeu: ¡°N?o sei o quanto gosto dele, s¨® sei que n?o consigo imaginaro seria se eu o perdesse¡­¡± Cap铆tulo 993 Cap¨ªtulo 993 Cap¨ªtulo 993 ¡°Se voc¨º n?o gostasse realmente dele, n?o se importaria em perd¨º-lo.¡± Aurora disse, sorrindo para Ca, ¡°Seu marido ¨¦ um homem t?o maravilhoso,o voc¨º poderia n?o gostar dele, vivendo dia e noite juntos?¡± Ca n?o respondeu, apenas olhou silenciosamente para o mar de nuvens fora da cabine. Aurora estava certa, se n?o gostasse dele, n?o se importaria se Marco Ant?nio a deixasse. estava medo porque se importava ele. temia n?o poder passar o resto da vida ele¡­. Aurora ent?o disse, ¡°Ca, tenho algo para te contar, voc¨º quer ouvir?¡± Ca perguntou, ¡°O que ¨¦?¡± Aurora perguntou, ¡°Voc¨º se lembra de quando o Marco te levou ao meu ateli¨º paraprar um vestido?¡± Ca assentiu, ¡°Sim, eu me lembro.¡± Aurora disse, ¡°Naqu vez, eu perguntei a ele se ele gostava de voc¨º, e voc¨º adivinha o que ele respondeu.¡± Ca virou a cabe?a e perguntou, ¡°O que ele respondeu?¡± Aurora disse, ¡°Ele apenas disse que voc¨º era sua esposa, ent?o eu sabia naquele momento que o que ele sentia por voc¨º n?o era amor, mas responsabilidade. Mas hoje, quando fiz a mesma pergunta, ele me deu uma resposta ra e s¨¦ria sem hesitar. Ele disse que gosta de voc¨º.¡± Ca sabia que Marco Ant?nio nunca se retra¨ªa em expressar seu afeto por , tamb¨¦m entendia o que Aurora estava dizendo, ent?o disse, ¡°Mas quanto tempo esse afeto pode durar?¡± Aurora perguntou, ¡°Voc¨º n?o confia nele?¡± Ca disse, ¡°N?o ¨¦ que eu n?o confie nele, ¨¦ que o cora??o humano ¨¦ o mais dif¨ªcil de prever.¡± Aurora disse, ¡°Eu n?o sei sobre outros homens, mas confio em Marco. Conhe?o o Marco h¨¢ mais de dez anos, mais tempo do que voc¨º, e devo conhec¨º-lo melhor. Nunca o vi ter contato intimo outra mulher, exceto voc¨º.¡± Ca riu ligeiramente, depois olhou novamente para fora da cabine. n?o estava preocupada que Marco Ant?nio mudasse de ideia, mas sim mesma. Em suas veias n?o s¨® corria o sangue de seu pai, mas tamb¨¦m o de Pa. Se um dia, se tornasseo Pa, buscando emo??es ou qualquer outra coisa, abandonando seu marido e filhos¡­ at¨¦ achava esse pensamento detest¨¢vel! Sentindo que Ca n?o queria mais discutir o assunto, Aurora mudou de assunto, ¡°O que voc¨º veio fazer no Norte de Be desta vez? Por que Marco n?o veio voc¨º?¡± Ca disse, ¡°Eu sou de Norte de Be.¡± Aurora disse, ¡°Entendi. Ent?o voc¨º deve ter ouvido fr do que aconteceu em Norte de Be alguns dias atr¨¢s, n?o ¨¦?¡± Ca perguntou, ¡°Voc¨º est¨¢ fndo daquele video?¡± Aurora disse, ¡°Sim. Alguns dias atr¨¢s, uma garota foi drogada e levada para casa por um homem e foi mal interpretada. O v¨ªdeo causou bastante impacto, e a popr atriz Nara at¨¦ se pronunciou em defesa da garota, atraindo a aten??o de toda a sociedade.¡± ¡°Como o incidente aconteceu em Norte de Be, o governo de Norte de Be neja realizar um evento de caridade e fui convidada. Se voc¨º estiver interessada, tamb¨¦m pode vir e ver, tentaremos fr por mais mulheres.¡± Ao ouvir a not¨ªcia, Ca ficou muito feliz, provando que sua decis?o de tornar o v¨ªdeo p¨²blico estava correta. Se mais e mais pessoas prestassem aten??o a este grupo de vitimas, e todos levassem a s¨¦rio, ent?o esses incidentes diminuiriam no futuro. Ca perguntou, ¡°Voc¨º j¨¢ pensou em entrar em contato a garota do video para que fale voc¨ºs?¡± Aurora respondeu, ¡°Algu¨¦m sugeriu isso, mas a maioria das pessoas se opos. Embora a garota n?o estivesse errada, voc¨º sabe, a sociedade ¨¦ muito dura as mulheres. Se divulg¨¢ssemos uma foto atual da garota, certamente afetaria sua vida normal, e isso, para as pessoas que realmente querem fr por , n?o ¨¦ algo que eles gostariam de ver.¡± Ca indagou/¡±E se a garota do video quisesse, hein?¡±Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Cap铆tulo 994 Cap¨ªtulo 994 Cap¨ªtulo 994 Aurora, ¡°Isso ¨¦ um problema s¨¦rio, se aqu menina decidir se manifestar, n¨®s a aconselhariamos a ficar escondida, alertando-a sobre as poss¨ªveis consequ¨ºncias.* Ca, ¡°A menina do v¨ªdeo sou eu!¡± A voz e a silhueta da menina do v¨ªdeo realmente se assemelhavam a Ca, mas Aurora nunca desconfiou que fosse . Ao ouvir essa noticia, ficou muito surpresa, ¡°A menina do video ¨¦ voc¨º?¡± Ca assentiu, ¡°Sim, sou eu. Voc¨ºs est?o nejando uma campanha de caridade, ent?o pensei em me apresentaro v¨ªtima e dizer a todas as meninas que foram abusadas para serem corajosas e usar a lei para se protegerem.¡± Aurora, ¡°Marco sabe disso?¡± Ca, ¡°O v¨ªdeo foi publicado ap¨®s uma conversa que tive Marco Ant?nio.¡± Aurora, ¡°Voc¨º ¨¦ muito corajosa¡­ Ca, ¡°Eu tamb¨¦m j¨¢ tive medo, recuei, fugi, senti vergonha de que isso acontecesseigo e n?o ousei fr. Mas ¨¤ medida que envelheci, percebi que isso n?o era minha culpa, os que deveriam sentir vergonha n?o somos n¨®s. Com todo o apoio do meu marido, tive a coragem de tornar essas coisas p¨²blicas¡­¡± Aurora pegou a m?o de Ca, ¡°Bom, vou perguntar a opini?o das outras pessoasprimeiro, se todos concordarem, entrarei em contato voc¨º novamente.¡± Ca, ¡°Certo.¡± Aurora, ¡°O avi?o j¨¢ pousou, vamos adicionar um ao outro no WhatsApp para mantermos contato.¡± Ca desligou imediatamente o modo avi?o do celr e assim que se conectou, o telefone vibrou duas vezes. Era uma mensagem de Marco Antonio, [Alonzo vir¨¢ te buscar, a ca do carro ¨¦ 9909.] Ca respondeu imediatamente, [Ok, acabei de desembarcar, ligarei para voc¨º quando chegar em casa.] Depois de enviar a mensagem, Ca e Aurora adicionaram uma ¨¤ outra no WhatsApp. Aurora, ¡°Algu¨¦m vai te buscar? Quer que eu pe?a para o meu motorista te levar pra casa primeiro?¡± Ca, ¡°N?o precisa, Marco j¨¢ organizou tudo.¡± Aurora, ¡°Agora entendo por que Marco gosta de voc¨º.¡± Ca, ¡°Por qu¨º?¡± Aurora, ¡°Voc¨º ¨¦ linda, corajosa, calma e tem muitas qualidades. Se voc¨º est¨¢ sempre aodo dele, sendo sua esposa, e ele n?o gosta de voc¨º, ele ¨¦ cego.¡± Ca, Voc¨º disse o mesmo sobre ele agora. Aurora riu, ¡°Voc¨ºsbinam muito bem. Vou indo agora, quando eu voltar para Salvador, voc¨ºs me convidam para um jantar.¡± Ca, ¡°ro.¡± Ca e Alba n?o despacharam bagagens, deixaram o aeroporto diretamente e entraram no carro de Alonzo. Assim que se odou, Marco Ant?nio ligou, ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ no carro?¡± Ca, ¡°Acabei de entrar,o voc¨º liga t?o pontualmente?¡± Marco Ant?nio, ¡°Senti sua falta¡­¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Sua voz profunda e carinhosa chegou suavemente aos ouvidos de Ca, fazendo seu cora??o amolecer, ¡°Eu sei. Mas acho que vou ter que adiar minha volta para Salvador por alguns dias.¡± Marco Ant?nio, ¡°Por qu¨º?¡± Cap铆tulo 995 Cap¨ªtulo 995 Cap¨ªtulo 995 Ca disse: ¡°Acabei de saber que sua boa amiga Aurora foi convidada pelo governo de Norte de Be para participar de uma atividade beneficente aqui. Estou nejando ser entrevistadao a v¨ªtima no video.¡± Demorou um pouco at¨¦ que a voz de Marco Ant?nio soou de novo: ¡°Voc¨º tem certeza?¡± Ca acenou a cabe?a: ¡°Sim.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Marco Ant?nio disse: ¡°Ent?o v¨¢ em frente a sua ideia, eu estarei ao seudo.¡± Ele n?o fez muitas perguntas, apenas a encorajou a prosseguir. Isso tocou o cora??o de Ca: ¡°Voc¨º n?o tem mais nada a dizer? Voc¨º nunca pensou em me impedir de fazer isso?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°¨¦ uma boa a??o e ¨¦ a sua decis?o, por que eu deveria te impedir?¡± Ca perguntou: ¡°Voc¨º n?o est¨¢ preocupado que, uma vez que nosso rcionamento seja tornado p¨²blico, isso possa afetar a imagem do Grupo Ant?nio?¡± Marco Ant?nio respondeu seriamente: ¡°Ca, lembre-se do que eu te disse, o Grupo Ant?nio sempre ser¨¢ seu apoio s¨®lido, mas n?o urn obst¨¢culo no seu caminho. Se houver algum problema no futuro, ser¨¢ por minha m¨¢ administra??o, n?o tem nada a ver voc¨º.¡± Ele nunca se preocupou que os assuntos d pudessem afetar o Grupo Ant?nio, e apenas se preocupava a exposi??o das fotos d, o fato de as pessoas olharem para de forma estranha e a possibilidade de se machucar. Ca ficou emocionada ao ouvir suas pvras, mas n?o conseguiu dizer nada. Marco Ant?nio perguntou: ¡°Ca, por que voc¨º est¨¢ em sil¨ºncio?¡± ¡°Eu tenho coisas para fazer, te ligo mais tarde.¡± Depois de dizer isso, Ca desligou.. Havia outras pessoas no carro, n?o queria chorar na frente ds. Alba se aproximou de Ca e perguntou: ¡°O que ele te disse? Por que seus olhos est?o t?o vermelhos?¡± Ca respondeu: ¡°Nada.¡± Alba perguntou: ¡°Aconteceu algo? Isso tem a verigo?¡± Ca respondeu: ¡°N?o pense demais, o que tem a ver voc¨º e eu?¡± Alba perguntou: ¡°Ca¡­¡± Ca disse: ¡°Realmente n?o tem nada a ver voc¨º, n?o pense demais. Tudo que voc¨º precisa fazer ¨¦ se recuperar, encontrar um trabalho e se manter ocupada, encontrar seu pr¨®prio valor.¡± Alba disse: ¡°Eu e Estr j¨¢binamos que quando eu voltar para Salvador, vou trabalhar .¡± Ca passou a m?o na cabe?a de Alba, ¡°Voc¨º ainda ¨¦ jovem, tem muitas oportunidades, pode tentar fazer o que quiser.¡± ¡°Bom.¡± Depois de pensar por um momento, Alba perguntou novamente: ¡°Quando eu fiz dezoito anos, a fam¨ªlia de Lu¨ªs me deu uma casa. Agora eu nem me atrevo a morar l¨¢, deveria devolver a casa para eles?¡± Ca respondeu: ¡°Por que voc¨º deveria devolver a casa para eles? Eles te intimidaram por tantos anos, o que h¨¢ de errado em aceitar uma casa deles? Se voc¨º n?o se atreve a morar l¨¢, podemos vender a casa e voc¨º podeprar outra em outro lugar.¡± Alba disse: ¡°A familia de Luis provavelmente n?o concordaria que eu vendesse a casa.¡± Ca perguntou: ¡°A casa n?o ¨¦ sua?¡± Alba, ¡°A casa ¨¦ minha, mas as pessoas da fam¨ªlia de Lu¨ªs sempre foram respons¨¢veis por administr¨¢- la. A fam¨ªlia de Lu¨ªsprou v¨¢rias casas no mesmo bairro naqu ¨¦poca, e minha casa era apenas uma ds. Agora que me separei da fam¨ªlia de Lu¨ªs e at¨¦ mudei meu nome, devido ao Sr. Ant?nio, eles n?o ousaram me iodar, mas acho que eles v?o tentar encontrar uma maneira de recuperar a casa.¡± Ca, ¡°A casa ¨¦ sua, eles podem peg¨¢ de volta sem a sua permiss?o? N?o se preocupe, a fam¨ªlia de Lu¨ªs est¨¢ enfrentando dificuldades agora, eles n?o t¨¦m tempo para nejaro recuperar a sua casa.¡± Cap铆tulo 996 Cap¨ªtulo 996 Cap¨ªtulo 996 Enquanto eles estavam discutindo, o telefone de Ca tocou, mostrando um n¨²mero desconhecido. Como era seu telefone de trabalho, era normal receber chamadas de n¨²meros desconhecidos, Ca pensou que era um cliente, ent?o atendeu a chamada e disse educadamente, ¡°Alo!¡± A voz do outrodo da linha era de Pa, ¡°Carlita, sou eu, sua m?e! Comprei muitos presentes para te visitar e para a sua irm?, mas o seguran?a n?o me deixou entrar no condom¨ªnio, em qual pr¨¦dio voc¨º mora?¡± Aqu voz fez Ca querer vomitar, ¡°Por favor, n?o se refira a voc¨º mesmao minha m?e, eu n?o tenho uma m?eo voc¨º.¡± O desgosto e a repulsa de Ca n?o afetaram Pa de forma alguma, ¡°Acho que h¨¢ muitos mal- entendidos entre n¨®s tr¨¦s, deveriamos sentar e conversar Ca respondeu, ¡°Puta!¡± Pa retrucou, O meu sangue corre em suas veias, eu te dei ¨¤ luz. Voc¨º pode negar nossa r??o?¡± Quanto mais Pa fva, mais Ca queria vomitar. desligou o telefone e bloqueou o n¨²mero. Logo que Ca desligou o telefone, o telefone de Albae?ou a tocar. Ao ver o identificador de chamadas, a express?o de Alba mudou imediatamente, ¡°Ca¡­ Ca pegou o telefone de Alba e estava prestes a desligar e bloquear o n¨²mero, mas de repente ocorreu a que, se Pa queria agrad¨¢s tanto, por que n?o a usar para alcan?ar seus pr¨®prios objetivos? Ent?o, Ca atendeu o telefone, ¡°Se voc¨º quer nos ver, n?o ¨¦ impossivel, traga o t¨ªtulo de propriedade da Alba e descongele o cart?o banc¨¢rio d.¡±- Pa respondeu, ¡°Isso ¨¦ f¨¢cil, ro que posso fazer. Agora voc¨º pode me dizer em qual pr¨¦dio voc¨ºs moram?¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. ¡°Traga o que pedi primeiro, depois vemos.¡± Ca desligou o telefone e disse para Alba, ¡°Alba, se voc¨º n?o quiser atender as chamadas d, n?o precisa.¡± Alba assentiu, guardou o telefone e disse em voz baixa, ¡°Muitas vezes me pergunto se ¨¦ realmente minha m?e, que m?e trataria sua filha dessa maneira.¡± Embora fsse sem pensar, Ca considerou por um momento, ¡°Ser¨¢ que ¨¦ poss¨ªvel que realmente n?o seja nossa m?e?¡± Alba pensou por um momento, ¡° me deu ¨¤ luz, temos fotos d gr¨¢vida em casa, n?o deve ser falso.¡± Ca respondeu, ¡°Quem sabe se a crian?a que estava gr¨¢vida de voc¨º.¡± Alba respondeu, ¡°Isso tamb¨¦m ¨¦ verdade.¡± Ca perguntou, ¡°Voc¨º tem aqu foto no seu telefone? Posso ver?¡± Alba pegou o telefone, encontrou a foto no ¨¢lbum do telefone e mostrou a Ca, ¡° gosta de usar isso para me for?ar a obedec¨º, ent?o me faz ver essa foto todos os dias para me fazer agradecer a .¡± Ca olhou a foto uma e outra vez. A mulher na foto era muito mais jovem do que a Pa que conhecia agora, e isso tinha raz?o. No entanto, Ca sempre sentiu que os olhos da mulher na foto eram mais bonitos do que os de Pa agora. A express?o da mulher na foto, enquanto acariciava o ventre, era cheia de ternura e afei??o¡­. Ca nunca conseguiu encontrar qualquer semelhan?a entre a Pa na foto e a Pa que conhecia agora. ¡°Alba, d¨¦ uma boa olhada nesta foto, voc¨º n?o acha que a mulher na foto ¨¦pletamente diferente da Pa que conhecemos em termos de personalidade?¡± Alba respondeu, ¡°Sim, tive esse sentimento v¨¢rias vezes. Sempre me perguntei o que deve ter passado para se tornaro ¨¦ agora.¡± Uma suspeita ousada e inacredit¨¢vele?ou a formar na mente de Ca, ¡°Ser¨¢ que realmente n?o ¨¦ nossa m?e? Ser¨¢ que ¨¦ apenas uma mulher. que parece muito nossa m?e e finge ser nossa m?e?¡± Cap铆tulo 997 Cap¨ªtulo 997 Cap¨ªtulo 997 Alba tamb¨¦m achou a ideia dif¨ªcil de acreditar, ¡°Eu sei o quanto voc¨º detesta , mas acho que a chance disso ¨¦ quase zero.¡± Ca perguntou, ¡°Por qu¨º?¡± Alba respondeu, Por que ir¨ªa fingir ser nossa m?e? Qual ¨¦ o beneficio em fingir ser nossa m?e? Eu tenho convivido por tantos anos, eu sei que para , os interesses s?o mais importantes que qualquer coisa. ¡°Se est¨¢ fingindo ser nossa m?e, deve ser porque a identidade da nossa m?e traz algum benef¨ªcio para . Mas ao longo dos anos, n?o ganhou nada essa identidade.¡± A an¨¢lise de Alba fazia sentido, Ca disse desapontada, ¡°¨¦ verdade, qual ¨¦ o beneficio para em fingir ser nossa m?e?¡± Ca refletiu, esperando que pudesse de repente perceber algo, encontrar uma possibilidade para Pa fingir ser a m?e ds. No entanto, infelizmente, tamb¨¦m achou a ideia absurda. Neste mundo,o uma pessoa podia se transformar em outra pessoa, e n?o ser reconhecida, que era muito dif¨ªcil. se recusava a aceitar que tinha uma m?e t?o insens¨ªvel, ent?o pensou que essa mulher n?o era a m?e biol¨®gica ds, ingenuamente esperava que fosse uma m¨¢ mulher fingindo ser a m?e ds. Ca riu sem jeito, ¡°Eu fui muito ing¨ºnua.¡± Alba segurou a m?o de Ca, ¡°Se voc¨º tem d¨²vidas sobre a identidade d, podemos fazer um teste de paternidade em segredo.¡± Ca se animou instantaneamente, ¡°Voc¨º est¨¢ certa, se h¨¢ d¨²vidas, temos que encontrar uma maneira de verificar. Quando voltarmos para Salvador, encontramos uma maneira de coletar uma amostra d para um teste de DNA.¡± Alba respondeu, ¡°Certo,¡± Ca levou Alba diretamente do aeroporto para visitar o t¨²mulo de seus av¨®s e pai. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Os t¨²mulos dos tr¨ºs estavam juntos, o que facilitava o luto. Ca primeiro ofereceu um buqu¨º de flores para os tr¨ºs, depois puxou Alba para ficar em frente ao t¨²mulo, ¡°Vov?, vov¨®, pai, viemos visitar voc¨ºs hoje para contar uma coisa.¡± apontou para Alba ao seudo e continuou, ¡°Pai, esta menina ao meudo ¨¦ sua filha. Seu nome ¨¦ Alba, Alba, diga oi para o vov?, vov¨® e pai.¡± Alba disse, ¡°Vov?, vov¨®, pai, vim visit¨¢-los. Eu n?o sabia sobre minha origem antes, foi Ca que me encontrou. Ca tem sido muito boa para mim, e eu tamb¨¦m vou cuidar bem d.¡± Ca disse, ¡°N?o se preocupem, n¨®s vamos cuidar umas das outras, nos apoiar¡­¡± n?o sabia se seus parentes realmente ouviram, enquanto fvam, um ventoe?ou a soprar no ar abafado. A brisa suavemente acariciou seus rostos,o se uma m?o gentil estivesse as acariciando¡­ Ca emocionada disse, ¡°Vov¨®, ¨¦ voc¨º? Voc¨º ainda pode ouvir minha voz?¡± O som do vento soprando atrav¨¦s dos arbustos respondeu a Ca, uma e outra vez, ritmicamente, como se sua av¨® estivesse fndo . Ca chamou suavemente, ¡°Vov¨®¡­¡± Alba tinha outra preocupa??o, ¡°Ser¨¢ que o vov?, vov¨® e papai v?o me aceitar?¡± Por ter sido ferida, por medo de ser usada novamente, por medo de ser abandonada novamente, Alba tornou-se muito sens¨ªvel. ¡°N?o, vou explicar a eles primeiro.¡± Ca disse novamente, ¡°Pai, voc¨º provavelmente n?o sabia que tinha outra filha, mas ¨¦ verdade, n¨®s j¨¢ fizemos um teste de DNA para Alba e vov¨®, s t¨ºm um parentesco. ¡°Suponho que quando minha m?e te deixou, j¨¢ estava gr¨¢vida, depois partiu sozinha, deu ¨¤ luz discretamente, ent?o voc¨º n?o sabia.¡± Quando Ca terminou, algo incr¨ªvel aconteceu novamente, o vento de repente parou, e o barulho dos arbustos desapareceu. Cap铆tulo 998 Cap¨ªtulo 998 Cap¨ªtulo 998 Parec¨ªa que eles tinham aceitado a crian?a. Alba exmou surpresa, Isso ¨¦ incr¨ªvel!¡± ¡°Alba, eles definitivamente te aceitaram.¡± Ca fez uma rever¨ºncia tr¨ºs vezes Alba para a fam¨ªlia, ¡°Avo, av¨®, pai, podem ficar tranquilos, eu vou cuidar bem da Alba. Com apanhia da Alba, eu j¨¢ n?o estou mais sozinha no mundo. Eu ainda tenho um parente, n¨®s vamos ficar bem¡­¡± Ca acreditava que eles podiam ouvir suas pvras, especialmente a av¨®, devia conseguir ouvir sua chamada. Ca olhou para a foto da av¨® no t¨²mulo e disse baixinho, ¡°Vov¨®, eu sei que voc¨º sempre se preocupouigo, e eu tamb¨¦m sinto muito a sua falta. ¡°Eu queria te dizer hoje que vou viver bem a Marco, e provavelmente teremos um filho em breve. Quando nosso filho nascer, traremos ele para te visitar¡­¡± Ca falou muito,o se a av¨® ainda estivesse l¨¢, disse tudo o que queria dizer para a av¨®. Porque sabia que depois de visitar a av¨®, teriam poucas chances de voltar dentro de um ano, e a av¨® estaria cada vez mais distante. Talvez um dia no futuro, at¨¦ esqueceria o rosto da av¨®. Vendo Ca triste, Alba tamb¨¦m ficou triste, ¡°N?o fique assim. Se a nossa av¨® pudesse nos ouvir do c¨¦u, n?o gostaria de te ver t?o triste.¡± Ca levantou a cabe?a e engoliu as l¨¢grimas, ¡°Vamos para casa. Alba disse, ¡°Certo.¡± Depois de deixar o cemit¨¦rio, s perceberam que Alonzo ainda estava esperando no estacionamento. Ca perguntou, ¡°Alonzo, eu n?o disse para voc¨º cuidar dos seus neg¨®cios, por que ainda est¨¢ aqui me esperando?¡± ¡°N?o h¨¢ nada mais importante do que cuidar de voc¨ºs.¡± Alonzo era o diretor geral da filial norte de Be do Grupo Ant?nio, e estava contente em ser o motorista ds, sem nenhuma queixa, ¡°Srta. Barcelo, entre no carro.¡± Embora ele soubesse que Ca era a esposa do Diretor Ant?nio, ainda estava acostumado a cham¨¢- la de Srta. Barcelo. Ca disse, ¡°Voc¨º poderia apenas nos arranjar um carro, n?o precisa ser nosso motorista.¡± Alonzo disse, ¡°¨¦ uma honra ser seu motorista.¡± Ca disse, ¡°Voc¨º sabe, o Diretor Ant?nio n?o gosta desse tipo de pessoa.¡± Alonzo disse, ¡°N?o importa se o Diretor Ant?nio gosta ou n?o, o importante ¨¦ que voc¨º fique feliz. Desde que voc¨º esteja satisfeito, uma pvra gentil que voc¨º disser na frente do Diretor Ant?nio ¨¦ mais ¨²til do que dez coisas que eu fizer.¡± Ca disse, ¡°Voc¨º ¨¦ muito direto.¡± Alonzo disse, ¡°O Diretor Ant?nio v¨¦ ramente meus pequenos esquemas. ¨¦ melhor ser honesto do que esconder.¡± Ca disse, ¡°Mas eu n?o necessariamente vou fr bem de voc¨º para o Diretor Ant?nio. N¨®s temos uma r??o estritamente profissional, eu n?o falo de assuntos pessoais.¡± Alonzo disse: ¡°Tudo bem, desde que eu cuide bem de voc¨º, o Diretor Ant?nio vai notar.¡± Ca disse: ¡°Alonzo, voc¨º pvras ¨¦ muito eloquente, digno de algu¨¦m que veio do departamento de vendas, eu te admiro.¡± Alonzo disse: ¡°Obrigado pelo elogio!¡± Original content from N?velDrama.Org. Ca n?o respondeu. n?o queria mais conversar ele. Cap铆tulo 999 Cap¨ªtulo 999 Cap¨ªtulo 999 Alonzo dirigia enquanto fva: ¡°Trabalhei o Diretor Ant?nio por alguns anos, s¨® fui transferido para o Norte de Be no ano passado, ent?o conhe?o ele bem.¡° Ca perguntou: ¡°O que voc¨º sabe?¡± Alonzo respondeu: ¡°Apesar de todos dizerem que ele ¨¦ frio e cruel, n?o ¨¦ bem assim. Ele nunca nos maltratou, seus subordinados fi¨¦is.¡± Ca deu uma risada e disse: ¡°Quantos desses boatos s?o verdadeiros? As pessoas acreditam no que querem acreditar, quantas ds realmente se importam a verdade?¡± Erao a pr¨®pria experi¨ºncia d, o video do dia do incidente tinha sido divulgado, a pol¨ªcia havia prendido o criminoso, mas ainda havia pessoas a criticando. Alguns at¨¦ acharam que os videos p¨²blicos foram falsificados, caso contr¨¢rio, por que eles n?o foram a p¨²blico naqu ¨¦poca? Ca j¨¢ entendeu bem essas pessoas. Alonzo disse: ¡°Parece que o Diretor Antonio, forteo ¨¦, n?o se importa a opini?o p¨²blica.¡± Ca disse: ¡°Por mais forte que ele seja, ainda tem sentimentos.¡± Alonzo concordou, ¡°Voc¨º est¨¢ certa e perguntou: ¡°Lembro que voc¨º tem uma amiga pr¨®xima, voltou voc¨º para o Norte de Be da ¨²ltima vez, por que n?o veio voc¨º desta vez?¡± Ca respondeu: ¡° est¨¢ no Norte de Be, n?o voltou para Salvador.¡± Nesse momento, o telefone de Maria tocou, Ca disse: ¡° est¨¢ ligando.¡± Alonzo ficou feliz em ouvir essa not¨ªcia, mas continuou a dirigir calma. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Ca atendeu o telefone, ouviu Maria dizendo alto: ¡°Voc¨º n?o iria chegar ao meio-dia? J¨¢ ¨¦ quase uma da tarde, por que ainda n?o chegou?¡± Ca respondeu: ¡°Primeiro fui ao cemit¨¦rio minha irm? para prestar homenagem ¨¤ minha av¨®. Agora estamos a caminho de casa.¡± Maria perguntou: ¡°Quanto tempo falta para chegar?¡± Ca respondeu: ¡°Cerca de dez minutos.¡± Maria disse: ¡°Ok, vou esperar por voc¨º embaixo, minha m?e preparou muitas coisas gostosas.¡± Ca respondeu: ¡°Lembro que sua m?e cozinha muito bem, mal posso esperar para provar.¡± Maria disse: ¡°Na ¨²ltima vez que voc¨º voltou, n?o pode provar aida que mesma fez. queria cozinhar para voc¨º h¨¢ algum tempo.¡± Ca respondeu: ¡°Agora n?o ¨¦ tarde demais.¡± Maria disse: ¡°Ok, cuidado na estrada. Estou te esperando.¡± Ca respondeu: ¡°T¨¢.¡± Cerca de dez minutos depois, o carro chegou ¨¤ entrada do condom¨ªnio. Maria j¨¢ estava esperando na entrada, quando viu o carro chegando, correu para cumprimentar: ¡°Carlita¡­¡± viu Alba atr¨¢s de Ca e disse: ¡° realmente ¨¦ a filha da familia de Lu¨ªs.¡± Ca respondeu: ¡° n?o tem mais r??o a fam¨ªlia de Lu¨ªs. Agora ¨¦ filha da fam¨ªlia de Barcelo, o nome d ¨¦ Alba. Voc¨º pode chamar de Alba, assimo eu.¡± Maria perguntou: ¡°Ent?o, eu tamb¨¦m sou irm? d agora?¡± Antes que Ca pudesse responder, Alba disse docemente: ¡°Ol¨¢, Maria.¡± Maria sorriu e perguntou: ¡°Voc¨º me conhece?¡± Alba respondeu: ¡°Minha irm? me contou que voc¨º e Jean s?o amigos muito pr¨®ximos d,o se fossem da fam¨ªlia, mesmo sem?os de sangue. Ent?o, ¨¦ ro que eu lembro de voc¨ºs.¡± Maria ficou muito feliz ao ouvir isso, ¡°Sua irm? tamb¨¦m ¨¦ uma amiga muito pr¨®xima minha.¡± Cap铆tulo 1000 Cap¨ªtulo 1000 Cap¨ªtulo 1000 Alba, ¡°Maria, voc¨º ¨¦ mais b e gentil do que eu imaginava.¡± Maria, ¡°Sim Voc¨º tamb¨¦m ¨¦ muito linda.¡± Ca, ¡°Voc¨ºs duas podem parar de elogiar uma ¨¤ outra?¡± Maria, ¡°N?o estamos nos elogiando, estamos nos admirando.¡± Alonzo foi ignorado, estacionou o carro e caminhou rapidamente at¨¦ Maria, ¡°Maria, ol¨¢!¡± Maria ficou um pouco surpresa, lembrando-se apenas de ter visto ele dias antes, ¡°Alonzo, ol¨¢!¡± Alonzo estendeu a m?o para Maria, ¡°Prazer em conhec¨º!¡± Maria n?o queria ter nenhum contato ele, mas ele foi t?o efusivo que estendeu a m?o e apertou educadamente a dele. Mas Alonzo n?o soltou sua m?o, ¡°Maria¡­¡± Maria retirou sua m?o firmeza, ¡°Voc¨º j¨¢ almo?ou? Se n?o, talvez possa almo?ar conosco.¡± s¨® estava sendo educada, mas Alonzo aceitou o convite, ¡°Bom, ent?o eu aceito.¡± Eles entraram no condominio juntos, caminhando em dire??o ao pr¨¦dio onde Maria morava. Alonzo seguia Maria de perto, ¡°Maria¡­ Maria intuiu que Alonzo poderia estar interessado n, antes que ele pudesse dizer algo que n?o queria ouvir, se adiantou, ¡°Alonzo, voc¨º parece jovem. Voc¨º tem uma namorada?¡± Alonzo, Voc¨º quer me apresentar uma namorada?¡± Maria, ¡°Eu poderia te apresentar a uma?¡± Alonzo, ¡°Muitas garotas me seguiram, mas ainda n?o encontrei a que eu goste. Se fosse voc¨º, eu talvez consideraria.¡± Maria, ¡°Eu j¨¢ tenho um namorado. Eu estava pensando em te apresentar a minha prima. acabou de se formar na universidade, ¨¦ muito bonita, voc¨º gostaria que eu a colocasse em contato voc¨º?¡± Alonzo, ¡°Eu estou quase trinta anos, seria estranho ir atr¨¢s de uma garota t?o jovem.¡± Alonzo recusou educadamente, mas Maria entendeu o que ele queria dizer, ¡°Bem, eu s¨® posso desejar que voc¨º encontre a garota que voc¨º gosta em breve.¡± Alonzo olhou para Maria e sorriu, ¡°Na verdade, eu j¨¢ a encontrei, mas me recusou.¡± O significado implicito nesta frase era muito ¨®bvio, Maria s¨® poderia fingir que n?o entendeu, ¡°Ca, o Diretor Ant?nio deveria se preocupar mais seus funcion¨¢rios. Ele ¨¦ casado, mas n?o se importa se seus funcion¨¢rios s?o casados ou n?o.¡± Ca, ¡°Que empresa se preocupa a vida amorosa dos funcion¨¢rios? Seu namorado j¨¢ saiu?¡± Maria, ¡°Ele est¨¢ ocupado o trabalho, j¨¢ voltou para Salvador.¡± Alonzo, ¡°Maria, voc¨º e seu namorado est?o felizes juntos?¡± Maria, ¡°N¨®s j¨¢ conhecemos os pais um do outro, todos est?o muito satisfeitos, nejamos nos casar este ano.¡± Alonzo, ¡°Voc¨º ainda ¨¦ jovem, n?o precisa se apressar para se casar.¡± All rights ? N?velDrama.Org. Ca de repente disse, ¡°Voc¨º quer roubar a Maria?¡± ¡°Na verdade, essa ¨¦ a minha inten??o, mas eu preciso que a Maria me d¨º essa oportunidade.¡± Alonzo olhou fixamente para Maria, seus olhos cheios de determina??o, ¡°Maria, eu tenho trinta anos, sou o chefe da filial Norte de Be do Grupo Ant?nio, tenho um sal¨¢rio alto e sou ¨®rf?o. Se voc¨º se casar comigo, n?o precisar¨¢ se preocupar r??es interpessoaisplicadas. Eu sou realmente muito bom, voc¨º poderia considerar se casarigo.¡± Ningu¨¦m esperava que Alonzo expressasse seus desejos t?o diretamente. Ca mostrou sua confus?o, ¡°No total, voc¨º s¨® viu Maria duas vezes, voc¨º gosta d o suficiente para querer casar em t?o pouco tempo?¡± Ca achou essa situa??o muito improv¨¢vel! Cap铆tulo 1001 Cap¨ªtulo 1001 Cap¨ªtulo 1001 Alonzo perguntou, ¡°O quanto eu gosto de algu¨¦m tem a ver quantas vezes eu a vi?¡± Ca Barcelo retrucou, ¡°N?o tem nada a ver?¡± ¡°Pare!¡± Maria Elisa fez um gesto para eles pararem, ¡°Eu j¨¢ te disse muito ramente que eu tenho um namorado agora e n¨®s estamos nejando casar. Por favor, pare de dizer essas bobagens para mim.¡± ¡°Mesmo que voc¨º tenha um namorado, voc¨ºs podem terminar. Se voc¨º estiver casada, voc¨ºs podem se divorciar ¡­ Alonzo tirou o celr, ¡°Maria, podemos trocar n¨²meros de contato? Se voc¨ºs terminarem no futuro, eu espero que voc¨º se lembre de mim.¡± Ele estava a amaldi?oando para terminar? Maria ficou brava, ¡°Esqueci de dizer, aida que minha m?e fez talvez n?o seja suficiente para mais uma pessoa, ent?o n?o vou te convidar para jantar na minha casa.¡± Alonzo disse, Tudo bem, mesmo semida, eu posso ir ¨¤ sua casa para uma visita.¡± Maria nunca tinha encontrado algu¨¦m t?o descarado.. Alonzo era o chefe mais alto da filial do Grupo Empresarial de Ant?nio em Norte de Be, que ¨¦ a empresa mais pr¨®spera de Norte de Be. Ele frequentemente aparecia nas not¨ªcias de Norte de Be e podia-se dizer que poucas pessoas em Norte de Be, especialmente as mais velhas, n?o o conheciam. Ent?o, assim que ele pisou na casa de Maria, Rodrigo o reconheceu. Embora Rodrigo o tivesse reconhecido, ele n?o ousava confirmar, afinal, sua fam¨ªlia era insignificante em Norte de Be, eo era poss¨ªvel que uma pessoa que frequentemente aparecia nas not¨ªcias poderia aparecer de repente em sua casa? ¡°Maria, quem ¨¦ ele?¡± Alonzo avan?ou, apertando a m?o de Rodrigo calorosamente, ¡°Ol¨¢! Eu sou Alonzo, um amigo da Maria.¡± Rodrigo perguntou, ¡°Alonzo? Voc¨º ¨¦ aquele Alonzo do Grupo Ant?nio?¡± Alonzo assentiu, ¡°Sim.¡± Rodrigo perguntou, ¡°Como Maria te conheceu?¡± Maria explicou, ¡°Pai, ele na verdade n?o ¨¦ meu amigo, ele ¨¦ amigo do marido da Carlita. Como ele foi ao aeroporto pegar Carlita hoje, eu o convidei para jantar em casa.¡± ¡°Entendi. Por favor, sente-se.¡± Rodrigo deixou Alonzo se sentar primeiro, e ent?o disse, ¡°O marido da Carlita tem amigos assim, impressionante.¡± Maria disse, ¡°O marido da Carlita ¨¦ muito impressionante.¡± Rodrigo perguntou, ¡°Qu?o impressionante ele pode ser? Ele ¨¦ melhor que Alonzo?¡± ¡°Alonzo ¨¦ apenas seu¡­¡± Maria quase deixou escapar, quando Ca pegou-se apressou em retomar a conversa, ¡°Eu quero apresentar formalmente a voc¨º, esta ¨¦ minha irm? Alba, Alba Barcelo. ¡° parece muito, parece muito¡­¡± Rodrigo gritou para Fel¨ªcia na cozinha, ¡°Venha ver.¡± All rights ? N?velDrama.Org. ¡°O qu¨º?¡± Fel¨ªcia saiu da cozinha, viu que Ca e os outros j¨¢ tinham chegado, ¡°Carlita, j¨¢ voltou, sente-se. Vou servir aida.¡± Rodrigo disse, ¡°Esta ¨¦ a irm? que Carlita acabou de encontrar, veja, n?o ¨¦ mais parecida do que Carlita a m?e ds quando era jovem?¡± O olhar de Felicia caiu em Alba, e naquele momento, parecia estar vendo Pa Souza jovem, ¡° se parece muito. Carlita, sua irm? e sua m?e quando jovem parecem ter sido feitas do mesmo molde. Especialmente aqueles olhos¡­ ¡°Carlita, seus olhos se parecem mais os de seu pai, s¨® conseguimos ver um pouco de sua m?e em voc¨º, enquanto sua irm?zinha ¨¦ praticamente a cara da sua m?e quando era jovem¡­ se n?o tiv¨¦ssemos visto sua m?e h¨¢ alguns dias, ter¨ªamos pensado que era que tinha voltado.¡± ¡°Ent?o os olhos da minha irm?zinha s?o muito parecidos os da minha m?e quando era jovem?¡± Mas na mem¨®ria de Ca, os olhos de Pa n?o eram t?o parecidos os de Alba. Cap铆tulo 1002 Cap¨ªtulo 1002 Cap¨ªtulo 1002 Mesmo que Pa estivesse mais velha agora, seus olhos tinham sofrido algumas mudan?as sutis desde sua juventude, mas as caracteristicas b¨¢sicas,o o contorno, deveriam permanecer as mesmas. ¡°Sim, especialmente aqueles olhos, cheios de ternura quando olhava para as pessoas, mas tamb¨¦m carregados de for?a. Essa era a impress?o mais profunda que Felicia tinha da m?e de Ca. No passado, Fel¨ªcia sempre se perguntavao poderia existir uma mulher t?o atraente no mundo. parecia fr¨¢gil por fora, mas nunca se exaltava em suas pvras ou a??es,o se fosse cair qualquer rajada de vento. No entanto, tamb¨¦m irradiava uma for?a que fazia parecer que nada era problema para . Felicia continuou, ¡°Carlita, mesmo que eu n?o saiba o que sua m?e passou ou o que aconteceu entre voc¨ºs, eu n?o tenho o direito de fr por ningu¨¦m. Mas quero dizer uma coisa: sua m?e ¨¦ uma pessoa muito boa. Talvez tenha tido suas dificuldades quando te deixou. Voc¨º deveria ouvir suas explica??es.¡± Ca respondeu, ¡°Obrigada, eu farei isso. Felicia disse, ¡°Seu pai e sua av¨® se foram, n¨®s pensamos que voc¨º n?o tinha mais ningu¨¦m. Agora que voc¨º encontrou sua irm? e sua m?e voltou, seria t?o bom se voc¨ºs pudessem se reconciliar e viver felizo uma fam¨ªlia.¡± Ca concordou, ¡°Sim¡± Maria interveio, ¡°M?e, j¨¢ est¨¢ ficando tarde, vamose?ar a jantar.¡± Felicia respondeu, ¡°Voc¨ºs se sentem, vou buscar a sopa.¡± Maria ofereceu, ¡°Eu posso te ajudar.¡± Fel¨ªcia recusou, ¡°N?o, voc¨º e Carlita sentem-se.¡± Maria concordou, ¡°Tudo bem.¡± Rodrigo convidou calorosamente, ¡°Alonzo, que tal uma bebida?¡± Alonzo respondeu, ¡°Eu n?o aguento beber muito, fico b¨ºbado um s¨® copo. Se voc¨º n?o se importa o meu bate-papo, eu bebo voc¨º.¡± O l¨ªder do Grupo Ant?nio estava disposto a beber ele, o que aumentou significativamente a impress?o positiva que Rodrigo tinha dele. ¡°Ent?o vamos tomar uns goles. N?o sei se voc¨º vai gostar daida que minha esposa fez.¡± Alonzo respondeu, ¡°Eu vim de um orfanato, passei por todas as dificuldades quando era crian?a, ent?o agora acho que qualquerida ¨¦ deliciosa.¡± Alonzo fva sem reservas, ganhando a confian?a de Rodrigo, que tamb¨¦m respondia franqueza, Maria tentou interromper algumas vezes, mas n?o teve sucesso. Conforme a bebida flu¨ªa, Alonzo fva mais e mais. ¡°Eu gosto da sua filha Maria, eu quero me casar com . Voc¨º concorda isso?¡± Essa dera??o n?o surpreendeu Ca e Maria, mas pegou Rodrigo e Felicia de surpresa. Temendo que Rodrigo fizesse algo impr¨®prio, Felicia foi r¨¢pida em responder, ¡°Maria j¨¢ tem um noivo, ele acabou de sair de Norte de Be hoje.¡± Alonzo retrucou, ¡°O noivo d ¨¦ um in¨²til, n?o se deixem enganar ps apar¨ºncias. Escolham a mim, eu sou mais confi¨¢vel.¡± Ca n?o aguentou mais, ¡°Por favor, cuide da sua linguagem.¡± Alonzo respondeu, ¡°Srta, Barcelo, agora n?o ¨¦ hora de trabalho, ¨¦ meu tempo pessoal. Eu tenho o direito de buscar minha felicidade¡­¡± Antes que ele pudesse terminar, cuspiu um jato de sangue. Todos na s ficaram assustados. Ca foi a primeira a reagir, ¡°Vou ligar para a emerg¨ºncia agora, vamos te levar ao hospital.¡± Original content from N?velDrama.Org. Alonzo acenou a m?o, ¡°Est¨¢ tudo bem, ¨¦ uma doen?a que tenho h¨¢ algum tempo. Tenho rem¨¦dios no meu carro, Srta. Barcelo, voc¨º pode peg¨¢-los para mim?¡± Cap铆tulo 1003 Cap¨ªtulo 1003 Cap¨ªtulo 1003 Antes que Ca pudesse responder, Alonzo j¨¢ havia entregado a chave do carro em suas m?os. Alonzo disse, ¡°Os rem¨¦dios est?o na caixa no meio do banco de tr¨¢s, espero que voc¨º possa buscar para mim.¡± ¡°ro.¡± Ca se virou para Maria e disse. ¡°Maria, fique de olho nele, eu vou buscar os rem¨¦dios e volto logo.¡± ¡°Ok, seja r¨¢pida. Maria olhou para Alonzo, insatisfeita. Este homem sabia que n?o podia beber, mas ainda bebeu. Se algo acontecesse, sua familia poderia nunca mais ter paz. Ca desceu ¨¤s pressas as escadas e saiu do pr¨¦dio para pegar os rem¨¦dios no carro. abriu a porta traseira do carro, sentou-se para pegar os rem¨¦dios e, para sua surpresa, um homem de terno estava no banco de tr¨¢s. Ca percebeu que poderia ter ca¨ªdo em uma armadilha e tentou escapar, mas a porta do carro foi bloqueada em um instante e o motorista arrancou Ca tentou secretamente ligar para seu contato de emerg¨ºncia, mas o sinal dentro do carro parecia ter sido bloqueado e n?o conseguia nem mesmo fazer uma chamada de socorro. Ca se acalmou e olhou para os homens chap¨¦u e m¨¢scara no banco do motorista e ¨¤ sua direita e perguntou: ¡°Quem s?o voc¨ºs? Para onde est?o me levando?¡± Eles pareciam n?o ter ouvido suas pvras e permaneceram em sil¨ºncio. Ca disse, ¡°Voc¨¦s sabem que restringir a liberdade de um cidad?o ¨¦ ilegal, n?o sabem?¡± Ao ouvir isso, o homem aodo d soltou uma risada fr¨ªa,o se estivesse zombando de qu?o rid¨ªcs eram as pvras de Ca. Ca checou novamente o celr, mas ainda n?o havia sinal. Tudo o que podia fazer agora era esperar, at¨¦ que Maria percebesse que algo tinha acontecido, e que s chamassem a policia para resgat¨¢. s¨® n?o sabia se conseguiria esperar em seguran?a at¨¦ a ajuda chegar¡­. Maria esperou por um bom tempo, mas Ca n?o voltou. pegou o celr para ligar, mas o telefone de Ca estava indisponivel. Pensando que algo poderia ter acontecido Ca, ficou ansiosa, ¡°Papai, mam?e, eu n?o consigo ligar para a Ca, tentem voc¨ºs.¡± Rodrigo e Fel¨ªcia tamb¨¦m tentaram ligar para Ca, mas o telefone estava indispon¨ªvel. Alba tamb¨¦m tentou, mas tamb¨¦m n?o conseguiu, ¡°Maria, eu vou procur¨¢.¡± Maria disse, ¡°Vamos juntas.¡± Eles desceram as escadas juntos e viram que o carro de Alonzo n?o estava mais l¨¢. Maria, nervosa, agarrou a g de Alonzo, ¡°Voc¨º conspirou algu¨¦m para levar a Ca embora?¡± Alonzo disse, ¡°Maria, voc¨º precisa se acalmar, agora o mais importante ¨¦ encontr¨¢.¡± Rodrigo disse, ¡°N¨®s deveriamos chamar a policia agora, eles podem ajudar a procur¨¢ mais r¨¢pido.¡± Alonzo disse, ¡°Voc¨ºs procurem por primeiro, talvez tenha ido para a casa de algum conhecido. Eu vou chamar a policia.¡± Rodrigo disse, ¡°Maria, voc¨º e Alba procurem na dire??o leste, sua m?e e H¨¢lia v?o para o norte, eu e Pascual vamos para o oeste. Vamos nos separar.¡± Maria disse, ¡°Certo.¡± Mas Alonzo, que deveria chamar a policia, n?o ligou. Ele olhou para o n¨²mero familiar na t do celr por um longo tempo antes de finalmente fazer a liga??o. No caso de Ca. O carro passou por v¨¢rias ruasrgas e depois entrou em uma rua estreita, finalmente parando em frente a um pequeno p¨¢tio de apar¨ºncia desgastada.. Quando o carro parou firmemente no p¨¢tio, o homem que panhava Ca finalmente falou, ¡°Srta. Barcelo, meu chefe est¨¢ esperando por voc¨º l¨¢ dentro, por favor, entr¨¦.¡± Ca perguntou, ¡°Quem ¨¦ o seu patr?o?¡± Cap铆tulo 1004 Cap¨ªtulo 1004 Cap¨ªtulo 1004 O homem respondeu, ¡°Voc¨º saber¨¢ quando entrar Ca olhou em volta por um momento, tentando memorizar a apar¨ºncia do p¨¢tio, caso tivesse a chance de fazer uma liga??o de emerg¨ºncia, poderia descrever detalhadamente sua localiza??o. Mas o homem aodo d destruiu suas esperan?as, ¡°N?o perca energia, h¨¢ um bloqueador de sinal neste p¨¢tio, seu celr n?o tem sinal, voc¨º n?o pode fazer nenhuma pedido de socorro.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Essas pessoas eram realmente assustadoras, eles at¨¦ sabiam o que estava pensando. O homem acrescentou, ¡°Meu patr?o est¨¢ esperando por voc¨º h¨¢ um bom tempo, por favor, se apresse.¡± Ca caminhou sozinha pelo p¨¢tio, passou por um arco e a cena mudou, a b arquitetura parecia um para¨ªso,pletamente diferente do cen¨¢rio em ru¨ªnas no exterior. Quando Ca passou pelo primeiro port?o, uma jovem esbelta em um lindo vestido caminhou em sua dire??o, ¡°Srta. Barcelo, por favor, siga-me.¡± Ca n?o fez perguntas, apenas a seguiu. Eles contornaram a fonte e se aproximaram de um gazebo. Havia tr¨ºs pessoas no gazebo, um homem de meia-idade sentado, duas mulheres em lindos vestidos de cadado dele, uma ds abanando-o um leque. A cena parecia-se muito uma cena de uma nov. Um homem rico jogando xadrez, duas empregadas ao seudo. A mulher aodo de Ca se aproximou e disse respeitosamente, ¡°Mestre, eu trouxe a Srta. Barcelo.¡± Original content from N?velDrama.Org. O homem continuou focado no jogo de xadrez, sem levantar a cabe?a, apenas respondeu, ¡°Entendi, v?o-se todos embora, ¡°Sim.¡± As tr¨ºs mulheres responderam em un¨ªssono e uma a uma se retiraram, sem fazer barulho. Depois que as tr¨ºs mulheres sairam, o homem n?o prestou aten??o em Ca, apenas continuou a jogar xadrez aten??o. Ele a ignorou, Ca n?o disse nada. observou o homem cuidadosamente, mesmo sentado, ele parecia alto, havia alguma semelhan?a com Marco Ant?nio em seu rosto. Se n?o estivesse enganada, este homem seria o pai de Marco Ant?nio ¨C Andreo Ant?nio. Andreo tentou v¨º v¨¢rias vezes e at¨¦ usou m¨¦todos extremos, mas naqu vez Marco Ant?nio chegou a tempo, ele n?o conseguiu. Desta vez, Andreo chegou a subornar Alonzo, algu¨¦m em quem Marco Ant?nio confiava profundamente. Se Marco Ant?nio soubesse que a pessoa em quem confiava o traiu, ele ficaria devastado. Ca n?o queria ver Marco Ant?nio sendo tra¨ªdo p pessoa em quem mais confiava, nem queria v¨º- lo sofrendo. Depois de um tempo, Andreo pousou finalmente a pe?a de xadrez dedo e olhou para Ca, ¡°Srta. Barcelo, ¨¦ um prazer conhec¨º. Acredito que voc¨º j¨¢ deve ter adivinhado quem eu sou.¡± Ca perguntou, ¡°Voc¨º subornou Alonzo?¡± Andreo n?o esperava que a primeira pergunta de Ca fosse essa. Ele hesitou por um momento e depoise?ou a rir, ¡°As pessoas ao redor de Marco Ant?nio n?o s?o t?o f¨¢ceis de serem subornadas, eu apenas controlei a pessoa que Alonzo mais valoriza, ele n?o teve escolha a n?o ser cumprir meu pedido e me ajudar a v¨º.¡± Ou seja, Alonzo n?o traiu Marco Ant?nio, ele apenas escolheu a pessoa que se importava mais entre Marco Ant?nio e a pessoa que ele mais valorizava. Esta explica??o foipreens¨ªvel. sorriu levemente, ¡°Voc¨º se deu ao trabalho de me sequestrar at¨¦ aqui, qual ¨¦ o seu objetivo?¡± ¡°Srta. Barcelo, eu a convidei para ser minha convidada, n?o para sequestr¨¢, n?o use pvras t?o duras. Ticamente, voc¨º ¨¦ a esposa do meu filho, somos considerados familia.¡± Andreo apontou para o lugar em frente a ele, ¡°Srta. Barcelo, por favor, sente-se, vou pedir que sirvam um caf¨¦ de qualidade e conversamos durante uma bebida.¡± Cap铆tulo 1005 Cap¨ªtulo 1005 Cap¨ªtulo 1005 Ca Barcelo era direta e detestava hip¨®critas. n?o queria discutir ele, ¡°Caf¨¦ de qualidade deve ser desfrutado pessoas que pensam da mesma maneira. Voc¨º tem preconceitos contra mim, e eu tenho preconceitos contra voc¨º, ent?o n?o faz sentido desperdi?ar este caf¨¦. Se voc¨º tem algo a dizer, diga diretamente, n?o perca nosso tempo.¡± Andreo Ant?nio retrucou, ¡°Quem disse que tenho preconceitos contra a Srta. Barcelo? Se eu realmente tivesse preconceito contra voc¨º, eu a convidaria para tomar caf¨¦?¡± Ca foi direta, ¡°Podemos parar de fingir? N?o te cansas de fingir?¡± Essa demonstra??o de hipocrisia a deixou doente. N?o importava o que Ca dissesse, Andreo ainda pediu que trouxessem o caf¨¦, ¡°Srta. Barcelo, voc¨º est¨¢ ai parada, me faz parecer pouco hospitaleiro. Mesmo que voc¨º n?o v¨¢ beber caf¨¦, por favor, sente-se.¡± Estar de p¨¦ era cansativo, e Ca n?o queria fazer algo que a fizesse sofrer, ent?o foi at¨¦ odo oposto de Andreo e sentou-se. Andreo n?o pediu a ningu¨¦m para servir o caf¨¦ a , pegou uma x¨ªcara de caf¨¦ e deu alguns goles devagar, ¡°Srta. Barcelo, joga xadrez?¡± Ca sabia, mas n?o queria jogar xadrez ele, ¡®N?o jogo.¡± Andreo expressou pesar, ¡°Que pena! Eu queria jogar uma partida de xadrez voc¨º. Se voc¨º me vencesse, eu a deixaria ir. Se voc¨º perdesse¡­¡± Ca o interrompeu, ¡°Se eu perder, o que voc¨º vai fazerigo? Me prender? Ou me matar?¡± Andreo respondeu, ¡°Srta. Barcelo, voc¨º est¨¢ me interpretando mal. Eu a convidei aqui apenas para conversar. Porque ¨¦ que ¨¦ t?o hostiligo?¡± Ca o encarou, ¡°Voc¨º realmente n?o sabe por que tenho tanta hostilidade contra voc¨º?¡± Andreo pediu que explicasse, ¡°Voc¨º poderia me dizer?¡± Ca ficou sem pvras, ¡°¡­ Esse sujeito era t?o hip¨®crita! Original content from N?velDrama.Org. Felizmente, Marco Ant?nio n?o havia sido influenciado por ele. Andreo continuou, ¡°Srta. Barcelo, quero dizer, se voc¨º n?o puder me vencer, por favor, considere um pedido meu.¡± Ca mordeu o l¨¢bio raiva, Voc¨º me sequestrou at¨¦ aqui, ent?o fale direto ao ponto, sem rodeios.¡± Andreo olhou para Ca e sorriu, ¡°Marco Ant¨®nio tem mantido voc¨º sob vigilancia o tempo todo, ele contr seus movimentos. Chamei voc¨º aqui dessa forma n?o muito agrad¨¢vel apenas para evitar que ele saiba, para que possamos conversar em particr.¡± Ca perguntou, ¡°De que ¨¦ que quer fr?¡± Andreo respondeu, ¡°Vamos fr sobre Marco Ant¨®nio, fr sobre a morte de sua av¨® e tamb¨¦m sobre o homem, Lucas Bento, mencionado em sua certid?o de casamento. Dos tr¨ºs, qual deles voc¨º est¨¢ mais interessada? Comecemos por a¨ª.¡± Ca teve a sensa??o de que Andreo estava tentando criar conflitos entre e Marco Ant?nio, n?o importava o que ele dissesse, n?o queria ouvir, ¡°N?o estou interessada em nenhum deles.¡± Cap铆tulo 1006 Cap¨ªtulo 1006 Cap¨ªtulo 1006 Ao ouvir a resposta de Ca, Andreo n?o pareceu nem um pouco surpreso. Ele sorriu novamente: Todos dizem que voc¨º ¨¦ muito simples e ing¨¦nua, pensei que para te torna assistente do presidente do Grupo Ant?nio base na tua capacidade pessoal, tinha sabedoria, ou pelo menos a capacidade de distinguir entre o certo e o errado. Mas hoje parece que voc¨º realmente n?o consegue verdadeiramente. Sua av¨® morreu de forma estranha, mas voc¨º n?o fez nenhuma investiga??o aprofundada e apenas acreditou nas pvras de Marco Ant?nio e achou que sua av¨® foi morta por um motorista. Srta. Barcelo, voc¨º j¨¢ pensou se sua av¨® pode ter sido morta por Marco Antonio?¡± Ca olhou para Andreo frieza, totalmente incr¨¦d as suas pvras: ¡°N?o coloque toda a culpa no Marco Ant?nio. Acho que deveria saber melhor que voc¨º que tipo de pessoa ele ¨¦¡± Andreo: ¡°Voc¨º sabe mesmo? Ser¨¢ que o Marco Ant?nio que voc¨º v¨º ¨¦ s¨® odo que ele quer que voc¨º veja, e que nunca tenha visto as suas verdadeiras cores?¡± Antes que Ca pudesse responder, Andreo continuou: ¡°H¨¢ dez anos, ele expulsou a pr¨®pria m?e de casa e mandou o pai para a pris?o. Ele pode te dizer isso porque seus pais fizeram muitas coisas das quais ele se arrependeu¡­ Ser¨¢ que isso ¨¦ apenas uma desculpa que ele deu para si mesmo, mas na verdade ele estava tentando capturar o Grupo Ant?nio.¡± Ca: ¡°E se ele estiver lutando pelo Grupo Ant¨®nio? Sou esposa dele e vou apoi¨¢-lo n?o importa o que ele fa?a¡±. A determina??o de Ca surpreendeu Andreo. Ele n?o esperava que os pensamentos de Ca fossem t?o determinados. Por¨¦m,o ¨¦ que ele podia deix¨¢ levar a sua avante: ¡°J¨¢entei outra coisa para voc¨º antes, Marco Ant?nio ¨¦ Marco Ant?nio, Lucas Bento ¨¦ Lucas Bento, eles s?o irm?os g¨¦meos, n?o a mesma pessoa. depois substituiu o Lucas Bento, e at¨¦ a mulher do Lucas Bento, que ¨¦ voc¨º, ele levou ele.¡± Original content from N?velDrama.Org. Ca pegou a x¨ªcara de caf¨¦ que estava sobre a mesa raiva e jogou uma x¨ªcara de caf¨¦ na cara de Andreo: ¡°Voc¨º ¨¦ um bastardo! ¡°¨¦ por isso que tenho um paio voc¨º.¡± Andreo: ¡°Voc¨º est¨¢ ansioso. Do que voc¨º tem medo? Voc¨º tem medo de confiar na pessoa errada? Voc¨º tem medo de ter escolhido a pessoa errada? Voc¨º tem medo de ficar o assassino que matou seu marido e av¨®?¡± Ca, ¡°Cale a boca! N?o vou acreditar nas suas bobagens.¡± Andreo: ¡°N?o me surpreende que voc¨º n?o acredite em mim. J¨¢ falei antes, qual mulher no mundo n?o quer se casar Marco Antonio? Mesmo que voc¨º saiba que ele n?o ¨¦ seu marido, voc¨º n?o ser¨¢ disposto a admitir. Com certeza voc¨º optar¨¢ por n?o investigar a verdade e continuar¨¢ se convencendo de que Marco Ant?nio ¨¦ Lucas Bento, e Lucas Bento ¨¦ Marco Ant?nio, ent?o mesmo que voc¨º esteja ele¡­¡± Ca, ¡°Cale a boca!¡± Mas Andreo insiste em dizer que ¨¦ preciso continuar fndo e semear as sementes da d¨²vida em seu cora??o: quando as sementes criarem raizes e brotarem, ent?o haver¨¢ um bom show. ¡°Srta. Barcelo, se eu n?o fr nada isso vai mudar os fatos? Sou o pai biol¨®gico do Marco Ant?nio. Sei melhor que voc¨º que tipo de pessoa ele ¨¦. Vi meus pr¨®prios olhos odo feroz dele. N?o s¨® ele pode colocar seu Quando seu pai foi preso, ele n?o apenas expulsou sua m?e de casa, mas para assumir o controle do Grupo Ant?nio, ele tamb¨¦m matou pessoalmente seu pr¨®prio irm?o Lucas Bento¡­¡± Ca, ¡°Cale a boca!¡± Andreo: ¡°Voc¨º est¨¢ medo? Depois de pensar bem, voc¨º descobriu que h¨¢ muitas d¨²vidas sobre ele? Se voc¨º pensar bem e observar aten??o, poder¨¢ encontrar mais d¨²vidas sobre ele. ro, voc¨º pode escolha tamb¨¦m continuar Ignorando isso, continue sendo a esposa do CEO do Grupo Ant?nio, e deixe seu marido Lucas Bento e sua av¨® morrerem injustamente sem raz?o nenhuma¡­¡± Ca abriu a boca e quis dizer mais alguma coisa, mas de repente uma voz baixa, familiar e opressiva veio de tr¨¢s d: ¡°Voc¨º sabe o qu?o cruel eu sou e ainda se atreve a causar problemas para minha esposa?¡± Ca virou-se rapidamente e viu a figura alta de Marco Ant?nio caminhando em sua dire??o. Cap铆tulo 1007 Cap¨ªtulo 1007 Cap¨ªtulo 1007 Andreo imediatamente virou a cabe?a para olhar para Marco Ant?nio, ¡°Ent?o eu quero que voc¨º venha me ver, eu realmente preciso convidar sua esposa primeiro¡± Ca de repente percebeu que o alvo de Andreo sempre foi Marco Ant?nio, era apenas uma ferramenta que ele usava para provocar Marco Ant?nio. O olhar de Marco Ant¨®nio varreu Andreo friamente, ele foi at¨¦ Ca, pegando-a e olhando atentamente, ¡°Ele te machucou?¡± Ca bn?ou a cabe?a, ¡°Por que voc¨º veio aqui?¡± Marco Ant?nio acariciou a cabe?a d suavemente, ¡°N¨®s vamos discutir isso mais tarde. Agora saia, Bruno Henrique est¨¤ te esperando l¨¢ fora.¡± ¡°Eu quero ficar, ficar voc¨º.¡± Nos olhos de Ca, Andreo era algu¨¦m que n?o se importava a fam¨ªlia. N?o, n?o podia dizer que Andreo n?o se importava a fam¨ªlia, deveria dizer que ele nunca considerou Marco Ant?nioo fam¨ªlia. Porque para ele, Marco Ant?nio era dispens¨¢vel, e se ele decidisse machucar Marco Ant¨®nio, seria a coisa mais cruel. Ca n?o queria deixar Marco Ant?nio enfrentar a situa??o sozinho, queria estar ao seudo, esperava que Marco Ant?nio the desse essa oportunidade. Marco Ant?nio sorriu, ¡°Escuta. Isso ¨¦ entre eu e aqu esc¨®ria, eu posso cuidar disso, voc¨º n?o precisa se preocupar.¡± Ca queria dizer algo, mas foi interrompida por Marco Ant?nio, ¡°Eu n?o quero que voc¨º se envolva nisso.¡± Marco Ant¨®nio disse t?o diretamente, Ca n?o insistiu mais, ¡°Ok, eu vou esperar por voc¨º na porta. Se voc¨º precisar de mim, ¨¦ s¨® fazer um gesto. sempre conseguia tocar seu cora??o as pvras mais simples, fazendo-o se sentir mais suave, ¡°Ok¡­¡± All rights ? N?velDrama.Org. ¡°Eu vou primeiro, lembre-se que estou mesmo aqui fora.¡± Ca mal virou-se quando ouviu a voz fria de Andreo atr¨¢s d. Ele disse, ¡°Marco Ant?nio, do que voc¨º est¨¢ medo? Voc¨º tem medo de que voc¨º e Lucas Bento n?o s?o a mesma pessoa? Voc¨º tem medo de que o fato de voc¨º ter roubado a esposa do seu irm?o seja revdo? Voc¨º tem medo de que o fato de voc¨º ter mandado matar a av¨® d seja revdo? Voc¨º tem medo de que te deixe depois de saber a verdade? N?o se preocupe, essa mulher ¨¦ s¨® uma busca por prazer, quer ser a esposa do presidente do Grupo Ant¨®nio, mesmo que todas as evid¨ºncias estejam diante d, n?o acreditar¨¢ que voc¨º ¨¦ a pior pessoa.¡± Ca virou-se abruptamente, querendo repreender, mas viu os olhos profundos de Marco Ant¨®nio, como um abismo. Ele n?o disse nada, mas Ca sentiu pena, ¡°Lucas Bento¡­ Ele disse, ¡°Sai primeiro.¡± Ca disse, ¡°Eu vou confiar em voc¨º, n?o importa o que os outros fa?am Marco Ant¨®nio ramente n?o esperava que dissesse isso, congelou por um momento e ent?o sorriu, ¡°Eu sei.¡± Cae?ou a andar, deu apenas alguns passos quando de repente ouviu um barulho alto atr¨¢s d. virou-se abruptamente, viu uma ferida profunda na testa de Andreo, o sangue flu¨ªa sem parar, descendo pelo canto do olho e formando uma imagem extremamente aterrorizante e estranha. Andreo levantou a m?o, limpou o sangue do rosto, mas continuou sorrindo, ¡°Eu realmente n?o esperava que voc¨º, uma pessoa t?o cruel, se importasse tanto essa mulher.¡± ?????????????????? A voz fria de Marco Ant?nio chegou aos ouvidos de Ca novamente, ¡°Eu posso safar de me insultar, posso safar de palha?oso voc¨º. Mas se voltares a fr mal d, fa?o que nunca mais possas fr.¡± Andreo, ¡°E se eu insistir em dizer? O que voc¨º pode fazerigo? Voc¨º vai me matar? Eu n?o tenho medo que voc¨º me mate. Voc¨º tira minha vida a sua vida, eu n?o me importo.¡± ¡°Marco Ant?nio, disse ele, ¡°Se queres bater as botas, posso te ajudar nisso!¡± Cap铆tulo 1008 Cap¨ªtulo 1008 Cap¨ªtulo 1008 Preocupada o facto de ele poder desencadear consequ¨ºncias graves, Ca voltou a correr para o abra?ar, ¡°Lucas Bento, se acalme. Ele apenas me insultou, j¨¢ respondi mentalmente.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. N?o se sabia se foram as suas pvras que surtiram efeito, ou se foi o seu abra?o que aqueceu o cora??o dele, mas a f¨²ria nos olhos de Marco Ant?nio desapareceu de repente. Quando olhou para , s¨® restou ternura em seu olhar. ¡°Por que voc¨º voltou? Espere l¨¢ fora.¡± Ca disse, ¡°Prometa que n?o ser impulsiva.¡± Marco Ant¨®nio riu, ¡°Fique tranqu, se eu quiser acabar ele, tenho muitas formas de fazer isso. N?o vou deixar nenhuma brecha ou evid¨ºncia que meprometa.¡± Ouvi-lo dizer isso tranquilizou Ca Desta vez, saiu rapidamente. N?o ouviu o que os dois fram depois que saiu. Ao sair, viu Bruno. Bruno pediu desculpas, ¡°Pe?o imensa desculpa! Foi minha neglig¨ºncia que permitiu que voc¨º fosse levada pelos homens do Andreo.¡± Ca disse, ¡°Isso n?o foi culpa sua.¡± ¡°Eu fui negligente. Quando Ca desceu para pegar algo no carro, Bruno n?o percebeu o perigo e, num piscar de olhos, Ca foi levada. Ele tomou provid¨ºncias imediatas para procur¨¢ por toda a cidade e, depois de tra?ar a rota do carro em que Ca estava, reportou a situa??o para Marco Ant¨®nio em Salvador. Ele n?o esperava que Marco Ant¨®nio tamb¨¦m pegasse um avi?o para Norte de Be, acabando de desembarcar. Ent?o, ele veio primeiro para garantir a seguran?a de Ca, esperando Marco Ant?nio chegar do aeroporto¡­ ¡°N?o tens de te martirizar.¡± Ca olhou para Bruno, ¡°H¨¢ quanto tempo voc¨º est¨¢ Marco Ant?nio? Voc¨º sabe algo sobre o conflito dele Andreo?¡± Bruno respondeu respeitosamente, ¡°Devo estar o Diretor Antonio h¨¢ uns vinte anos. Na ¨¦poca, o Diretor Ant?nio salvou minha m?e e n¨®s dois. Eu era apenas uma crian?a e n?o entendia muita coisa. Ele pagou para eu aprender todas as minhas habilidades. No ano do conflito dele Andreo, eu n?o estava ele, ent?o n?o sei exatamente o que aconteceu entre eles.¡± Ca perguntou, ¡°E sua m?e, Dra. Elisa? estava Marco Ant?nio naquele tempo. j¨¢ falou algo voc¨º?¡± Bruno bn?ou a cabe?a. Ca perguntou, ¡°Para onde Marco Ant¨®nio transferiu sua m?e?¡± Bruno respondeu, ¡°Ele a fez se aposentar antecipadamente.¡± Ca perguntou, ¡° j¨¢ remou de n¨®s?¡± ¡£ ? ? ? Bruno disse, ¡° n?o entendeu seu papel eeteu um erro. O Diretor Ant?nio n?o a pun¨ªu, j¨¢ foi muito generoso. n?o tem o direito de culp¨¢-lo.¡± Ca perguntou, ¡°Voc¨º tem o contato d agora? Gostaria de ligar para e perguntar sobre a situa??o na ¨¦poca.¡± Bruno disse, ¡°Eu tenho, mas n?o posso dar para voc¨º.¡± Ca arqueou uma sobrancelha e perguntou, ¡°Por qu¨¦?¡± Bruno respondeu, ¡°Porque o Diretor Ant?nio n?o quer que voc¨º se intrometa em seus assuntos Andreo. Al¨¦m disso, minha m?e n?o vai culpar o Diretor Ant¨®nio, mas vai culp¨¢. acredita que a raz?o p qual o Diretor Antonio a fez se aposentar antecipadamente e n?o a queria por perto, ¨¦ tudo por sua causa.¡± Ca percebeu que tentar arrancar da Dra. Elisa os detalhes do que aconteceu naqu ¨¦poca estava fora de quest?o. ¡°Talvez realmente deva me culpar. Ca deu um sorriso leve, virou a cabe?a e, da porta, podia ver a figura ereta de Marco Ant?nio no gazebo ao longe. Cap铆tulo 1009 Cap¨ªtulo 1009 Cap¨ªtulo 1009 Marco Ant?nio estava de costas para a postura ereta. Ele devia estar dizendo algo, e Andreo tamb¨¦m, mas n?o ouvia nada, sentia apenas o ar em torno deles ficar tenso a confronta??o. Cada segundo era excecionalmente agonizante enquanto esperava.. Para tentar rxar um pouco, Ca tomou a iniciativa de conversar Bruno, ¡°Bruno¡­¡± Bruno respondeu calmamente, ¡°O que voc¨º precisa?¡± Ca disse, ¡°Voc¨º poderia ficar ele? Ele n?o quer que eu fique, mas n?o disse que voc¨º n?o poderia. Por favor, fique ele¡­¡± Bruno respondeu, ¡°O Diretor Ant?nio ¨¦ muito forte. Andreo n?o vai ser p¨¢reo para ele. Voc¨º pode ficar tranqu.¡± Ca, ¡°¡­¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. n?o duvidava da for?a de Marco Ant?nio, mas teme que Andreo machuque Marco Ant?nio seu afeto. Apesar de Marco Ant¨®nio parecer frio e insensivel por fora, ele era uma pessoa muito sensivel por dentro. Quando confrontado um Andreo verdadeiramente impiedoso, mesmo que Marco Ant?nio sa¨ªsse vitorioso, ele poderia ficar emocionalmente ferido. Mas n?o sabiao expressar isso a Bruno, ent?o ficou em sil¨ºncio, esperando e torcendo para que Marco Ant?nio terminasse a confronta??o Andreo logo. Ca esperava ansiosamente. Cerca de meia hora depois, Marco Ant?nio finalmente virou e veio at¨¦ . Ca rapidamente se aproximou e segurou sua m?o. Apesar do clima quente, a m?o dele estava friao gelo. esfregou a m?o dele e perguntou, ¡°Por que sua m?o est¨¢ t?o fria? O que ele disse a voc¨º?¡± Marco Ant?nio deu uma risada fria, ¡°O que ele poderia dizer? Ele n?o est¨¢ apenas tentando conseguir o que quer de mim?¡± Ele n?o quis entrar em detalhes, e Ca n?o pressionou, Vamos embora daqui.¡± Desde que chegou, Ca sentiu que algo estava errado, havia uma sensa??o desconfort¨¢vel no ar. ¡°Certo, vamos para casa, disse Marco Ant¨®nio, levando-a p m?o e saindo, Bruno seguindo atr¨¢s. Quando estavam quase saindo, a voz de Andreo veio de tr¨¢s deles novamente. ¡°Marco Ant?nio, o Grupo Ant?nio ¨¦ o resultado do trabalho ¨¢rduo de gera??es da familia Ant?nio, n?o ¨¦ seu imp¨¦rioercial pessoal. Deves dar aos teus irm?os mais novos a parte que lhes cabe, ou n?o me importarei de destruir todo o Grupo Ant?nio, deixando a familia toda sem nada.¡± Marco Ant?nio, segurando a m?o de Ca, n?o olhou para tr¨¢s, continuou caminhando, ignorando completamente a amea?a de Andreo. Ca apertou a m?o de Marco Ant?nio e olhou para ele. Ele n?o mostrava nenhuma emo??o, e n?o conseguia ver pelo seu rosto o que ele estava realmente pensando. n?o sabia o que poderia fazer por ele, a ¨²nica coisa que podia fazer era segurar sua m?o, dar-lhe algum conforto, e deixar ele saber que estava l¨¢. Em pouco tempo, eles sa¨ªram do p¨¢tio. Bruno dirigiu, Marco Ant?nio e Ca no banco de tr¨¢s. Marco Ant?nio descansava no banco de tr¨¢s os olhos fechados, sem prestar aten??o em Ca. Ca queria perguntar o que Andreo tinha dito a ele. quase perguntou v¨¢rias vezes, mas acabou n?o fndo. Depois de um tempo dirigindo, ele ainda n?o tinha aberto os olhos, e disse em voz baixa, ¡°Voc¨º quer saber o que Andreo disse para mim?¡± Ca assentiu, ¡°Voc¨º pode me contar?¡± Marco Ant?nio abruptamente abriu os olhos, a frieza em seus olhos desaparecendo no instante em que viu a preocupa??o nos olhos d. Ele estendeu a m?o, segurou a parte de tr¨¢s da cabe?a d, puxou-a rapidamente para si e beijou seus l¨¢bios. O beijo dele era apressado e passional,o o de uma fera ca?adora. Os l¨¢bios de Ca estavam dormentes de tantos beijos dele, mas n?o esquivou-se, ao contr¨¢rio, tentou corresponder o m¨¢ximo poss¨ªvel. Depois de um tempo que parecia uma eternidade, os l¨¢bios de Ca quase perderam a sensa??o, foi quando ele finalmente ceder e a deixar ir. Cap铆tulo 1010 Cap¨ªtulo 1010 Cap¨ªtulo 1010 Ca, o rosto corado, mordeu delicadamente o l¨¢bio. Marco Ant?nio notou seu pequeno gesto, ent?o gentilmente acariciou seus l¨¢bios inchados pelo seu beijo, ¡°Eu beijei muita for?a, te machuquei?¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Ca assentiu levemente, fndo baixinho, ¡°Um pouco.¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Ent?o por que voc¨º n?o evitou meu beijo?¡± De repente Ca o abra?ou, segurando-o forte p cintura, ¡°Porque eu quero que voc¨º saiba que, n?o importa o que aconte?a, eu estarei ao seudo.¡± Marco Ant¨®nio a abra?ou for?a, deslizando suavemente a m?o ps costas d, ¡°Por que voc¨º n?o acredita no que Andreo disse?¡± Ca perguntou, ¡°Por que eu deveria acreditar no que ele diz?¡± Marco Ant?nio disse, ¡®Ele me difamou, voc¨º nunca duvidou que eu pudesse ter feito essas coisas ruins?¡± Ca levantou a m?o para lhe tapar a boca, ¡°N?o permito que voc¨º fale assim.¡± Marco Ant?nio segurou a m?o d, beijando-a suavemente, ¡°Ca, eu sou Lucas Bento, Lucas Bento sou eu. Eu nunca tive o irm?o g¨ºmeoo o Andreo disse.¡± Ca nunca duvidou que ele n?o era Lucas Bento, mas ouvi-lo dizer isso tanta certeza a fez se sentir mais segura, ¡°Eu sei, voc¨º ¨¦ Lucas Bento, voc¨ºs s?o a mesma pessoa, eu nunca duvidei.¡± Marco Ant¨®nio ficou em sil¨ºncio por um momento, ¡°Se um dia eu perder tudo, voc¨º ainda ficar¨¢ ao meudo?¡± Ca levantou a cabe?a de seu peito, olhando para ele, ¡°Quando nos casamos, foi porque eu sabia que voc¨º ¨¦ rico?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°N?o.¡± Ca disse, ¡°Ent?o, do que voc¨º est¨¢ preocupado?¡± Marco Ant¨®nio ficou em sil¨ºncio. Ele tinha preocupa??es demais. Mas ele n?o poderia dizer a todas. Ca disse, ¡°Suas m?os est?o t?o frias, voc¨º est¨¢ se sentindo mal? Vamos pedir para o Bruno nos levar ao hospital.¡± Marco Ant¨®nio respondeu, ¡°Estou bem.¡± Ca disse, ¡°Lucas Bento¡­¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°O que?¡± Ca pensou por um momento, ent?o disse, ¡°Se um dia o Grupo Ant?nio mudar drasticamente e voc¨º perder tudo, n?o se preocupe, eu posso trabalhar e sustentar a casa. Eu sou muito capaz de trabalhar para sustentar n?o s¨® a ti, mas tamb¨¦m a av¨® Lu¨ªsa e a Estr, ent?o voc¨º n?o precisa se preocupar.¡± Marco Ant?nio segurou a m?o d novamente, beijando-a suavemente, Tudo bem, Ca vai tornar o meu apoio quando as coisas correm mal.¡± Ca disse, ¡°Ent?o voc¨º n?o precisa se preocupar.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Tudo bem.¡± Enquanto fvam, o carro j¨¢ havia voltado para o condom¨ªnio da Ca. E Alonzo j¨¢ estava esperando na entrada do condom¨ªnio, ao ver Ca voltando s? e salva Marco Ant?nio, ele suspirou aliviado, ¡°Diretor Ant?nio, vou pedir demiss?o.¡± Marco Ant?nio n?o olhou para ele, apenas levou Ca para dentro do condom¨ªnio. Ca disse, ¡°Alonzo fez o que fez porque foi amea?ado por Andreo, ele n?o teve escolha mas¡­¡± Antes que Ca pudesse terminar, Marco Ant?nio a interrompeu friamente, ¡°Ca, voc¨º n?o precisa ser solid¨¢ria todos, nem todos merecem sua defesa.¡± Ca se sentiu injusti?ada a bronca dele, ¡°Quem disse que eu estava defendendo ele?¡± estava t?o chateada que quasee?ou a chorar. Ao ver isso, Marco Ant?nio suavizou a voz imediatamente, ¡°Se voc¨º quiser perdo¨¢-lo eu fa?o o que voc¨º quiser/n?o chore, por favor?¡± Ca respondeu indignada, ¡°Quem disse que eu queria que voc¨º o perdoasse? Ele n?o ¨¦ meu amigo, o que tem a verigo? Eu s¨® me preocupo voc¨º! Temei que voc¨º, sentindo-se traido,e?asse a duvidar do seu pr¨®prio jeito de lidar as coisas. O que eu quero te dizer ¨¦ que voc¨º n?o foi traido e que ¨¦s um excelente lider que merece respeito¡±. Cap铆tulo 1011 Cap¨ªtulo 1011 Cap¨ªtulo 1011 Ca disse, furiosa, uma enxurrada de pvras. Mas Marco Ant?nio s¨® ouviu uma frase. disse que s¨® se importava ele. A ¨²nica pessoa quem se importava, disse, era ele. Ele estendeu a m?o, segurou a cabe?a d e acariciou suavemente, ¡°Voc¨º acha que eu me importo se o Alonzo me traiu de verdade?¡± Ca ficou ainda mais zangada, virou a cabe?a, n?o querendo nem olhar para ele, ¡°Ent?o, eu estava apenas pensando demais.¡± Marco Antonio virou a cabe?a d novamente, for?ando-a a olhar para ele, ¡°Ca, a ¨²nica pessoa com quem eu me importo ¨¦ voc¨º.¡± Ca, ¡°¡­¡± A s¨²bita dera??o deixou Ca desorientada. corou e desviou o olhar. Mas Marco Ant?nio n?o permitiu. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Ele abaixou a cabe?a, se aproximando d. Ca pensou que ele ia beij¨¢ novamente e, inconscientemente, fechou os olhos. No entanto, n?o recebeu o beijo esperado, apenas ouviu a risada profunda de Marco Antonio. Ca abriu os olhos, corada e olhou para ele insatisfeita, ¡°Por que voc¨º est¨¢ rindo? Pare de rir!¡± Marco Ant?nio a envolveu em seus bra?os, ¡°Voc¨º ¨¦ t?o dominadora!¡± Ca, ¡°Sim, eu sou. Voc¨º n?o gosta disso? Ent?o me morda!¡± Marco Ant?nio realmente mordeu sua bochecha suave. Ele mordeu um pouco de for?a, deixando marcas de dentes. Ca ficou chateada e o mordeu de volta. Devido ¨¤ sua altura, n?o podia morder-lhe a cara, apenas os l¨¢bios. mordeu for?a, rompendo o l¨¢bio dele, e o gosto met¨¢lico de sangue rapidamente se espalhou entre eles. Depois de ¡°abusar¡± dele, Ca se arrependeu um pouco, ¡°Eu te machuquei?¡± Marco Ant?nio, ¡°N?o d¨®i!¡± Ca, ¡°Como n?o pode doer.¡± Ele ¨¦ apenas um ser humano de carne e osso, n?o ¨¦o se fosse feito de ferro. Marco Ant?nio sorriu, ¡°Comparado a dor emocional, o que ¨¦ essa pequena dor f¨ªsica?¡± A dor emocional a que ele se referia certamente tinha a ver Andreo, o que diabos aquele desgra?ado tinha dito a ele? Ca ficou o cora??o partido ao ouvir, mas n?o perguntou mais. Se ele n?o queria fr agora, n?o adiantava perguntar. Quando ele quisesse fr, ele naturalmente fria . pegou sua m?o, ¡°Vamos para casa.¡± ¡°Que descarada.¡± A vizinha que vinha em dire??o oposta olhou para Ca de soio, e quando percebeu que era Ca, suas pvras se tornaram ainda mais ofensivas. ¡°As meninas devem ser reservadas, se agarrando um homem em plena luz do dia, realmente n?o tem vergonha. Se minha filha ousasse fazer isso, certeza eu e o pai d quebrar¨ªamos suas pernas.¡± Ca inicialmente n?o queria lidar essa mulher, mas estava indo longe demais, ¡°Sua m?e te deixou alguns meses depois de voc¨º nascer, seu pai morreu cedo, voc¨º cresceu sem a educa??o de uma m?e. Agora que sua av¨® que cuidou de voc¨º tamb¨¦m morreu, eu n?o ficaria surpresa qualquer coisa vergonhosa que voc¨º fizesse.¡± Ca n?o deixaria essa mulher insult¨¢, ¡°Qual ¨¦ o problema se eu abra?o meu marido? O que estamos a fazer no seu caminho?¡± A mulher de meia-idade ficou p¨¢lida o insulto, mas respondeu arrogantemente: ¡°Quem sabe se ele ¨¦ realmente seu marido? Afinal, voc¨º j¨¢ tentou seduzir o marido dos outros antes. N¨®s n?o sabemos de onde voc¨º tirou aquele video, que at¨¦ colocou Ernesto na pris?o¡­¡± A mulher de meia-idade estava fervorosa os insultos, quando, de repente, sentiu um arrepio na nuca. Cap铆tulo 1012 Cap¨ªtulo 1012 Cap¨ªtulo 1012 levantou a cabe?a, encontrando dois olhares sinistros que a fizeram esquecer de respirar por um momento.. ficou em sil¨ºncio primeiro, Ca a ignorou e puxou o Marco Ant?nio para ir embora, ¡°Vaiigo buscar a Alba na casa da Maria ou vamos primeiro para a minha casa?¡± Marco Ant?nio, ¡°Eu fico aqui esperando, voc¨º vai busc¨¢.¡± Ca. ¡°T¨¢ bom. As pessoas daqui adoram fofocar sobre os outros, se ouvir algo, n?o de b.¡± Marco Ant?nio sorriu, ¡°T¨¢ bom¡± Depois que Ca salu, Marco Ant?nio voltou rapidamente para a mulher. Ele olhou para a mulher e disse. ¡°N?o sabias que algumas familias do teu bairro se tinham mudado.¡± Le e Marina, parentes de Ernesto, tinham vendido a casa ¨¤s pressas, por um pre?o baixo, alguns d¨ªas antes, e a familia tinha sa¨ªdoo se estivesse a fugir. As pessoas do bairro dizem que,o Ernestoeteu um crime, seus parentes se sentiram envergonhados e venderam suas casas a pre?os baixos, deixando rapidamente o Norte de Be. A mulher n?o duvidava dessas noticias. Original content from N?velDrama.Org. Mas, ouvindo o tom deste homem, parece que as coisas n?o s?o t?o simples. A mulher fechou os punhos apertadamente, olhando para Marco Ant?nio medo, ¡°Eles se mudaram por causa de voc¨º? O que voc¨º quer fazer?¡± Marco Ant?nio riu friamente, ¡°Voc¨º tamb¨¦m quer se mudar?¡± A mulher imediatamente bn?ou a cabe?a. Este bairro ¨¦ bastante antigo, pre?os de casas muito baixos, a venda desta casa n?o seria suficiente para dar entrada em uma nova. n?o tem sal¨¢rio, a fam¨ªlia depende do magro sal¨¢rio do marido, a vida j¨¢ ¨¦ muito dif¨ªcil, n?o tem dinheiro para uma casa melhor. Marco Ant?nio, ¡°Se voc¨º n?o quer se mudar, fa?a o que eu digo.¡± A mulher n?o sabia o que deveria fazer e s¨® p?de concordar, ¡°Eu vou fazer o que voc¨º diz.¡± Ca foi ¨¤ casa de Maria, bateu na porta, mas ningu¨¦m atendeu. ligou para Maria e descobriu que todos estavam procurando por . Ao atender o telefonema, Mariae?ou a chorar, ¡°Carlita, eu estava t?o assustada quando n?o conseguia te encontrar, voc¨º sabe?¡± Ca sorriu, fndo suavemente, ¡°Do que voc¨º tem medo?¡± Maria, ¡°H¨¢ muitas coisas que me assustam.¡± Maria temia que Ca n?o conseguisse superar a dor de perder sua av¨®, temia que Ca se suicidasse devido a essa dor, e mais temia que algu¨¦m machucasse Ca. Durante o tempo em que n?o encontrava Ca, Maria teve v¨¢rios pensamentos assustadores. Quanto mais pensava, mais medo tinha, felizmente Ca voltou em seguran?a. Ca, ¡°Estou bem, voltem logo.¡± Maria, T¨¢ bom, eu aviso a todos.¡± Ca, ¡°Lucas Bento tamb¨¦m chegou ao Norte de Be, vou lev¨¢-lo para minha casa primeiro, voc¨º poderia trazer a Alba para minha casa mais tarde?¡± Maria, ¡°Ele veio de novo? Parece que ele realmente n?o consegue ficar longe de voc¨º. Voc¨º mal chegou ao Norte de Be e ele j¨¢ veio. Voc¨º estava indo busc¨¢-lo, por isso seu telefone estava desligado?¡± Ca n?o queria que Maria se preocupasse, ent?o concordou, ¡°Sim, recebi uma liga??o dele, fui ao aeroporto busc¨¢-lo e, sem querer, pus o meu telem¨®vel em modo de voo.¡± Maria suspirou aliviada, ¡°Carlita, estou feliz que voc¨º esteja bem¡­¡± Ca, ¡°Eu estou bem,n?o pense demais.¡± Maria, ¡°Ent?o fique em casa me esperando, sem sair por ai.¡± Ca, T¨¢ bom.¡± Ca desceu e saiu do pr¨¦dio, vendo a mulher parada na porta olhando ao redor,o se estivesse esperando por . Ca inicialmente queria fingir que n?o a viu, mos a mulher sorriu e veio em sua dire??o assim que a viu mudoupletamente sua atitude em r??o ¨¤ Ca num instante, ¡°Carlita, fui descuidada as minhas pvras, disse a coisa errada. Agora, pe?o desculpas todo respeito e espero que possas me perdoar.¡± Cap铆tulo 1013 Cap¨ªtulo 1013 Cap¨ªtulo 1013 Original content from N?velDrama.Org. Sem d¨²vida alguma, Ca sabia que isso s¨® poderia ser obra de Marco Ant?nio. Assim, aqus pessoas que antes a tratavam hostilidade, de repente mudaram sua postura , ¡°O que meu marido lhe disse?¡± A mulher bn?ou a cabe?a, ¡°Ele n?o disse nada.¡± Ca franziu a testa, olhando profundamente para a mulher. n?o disse nada, mas a mulher se sentiu culpada, ent?o contou a verdade para Ca, ¡°Ele s¨® me perguntou se eu queria me mudar¡­¡± Ca, ¡°¨¦ s¨® isso?¡± A mulher continuou ¡°Voc¨º se lembra da Le e da Marina? Eles recentemente venderam suas casas por um pre?o abaixo do mercado e sa¨ªram ¨¤s pressas do Norte de Be, dizendo que nunca mais voltariam. Eu,o muitos outros, pensei que eles tinham ido embora porque Ernesto estava na pris?o e tinham vergonha. Mas agora, atrav¨¦s do seu marido, eu percebi que ele deve ter feito algo que for?ou essas familias a vender suas casas e deixar o Norte de Be.¡± Quando chegou a essa parte, Ca j¨¢ havia entendido. No dia em que retornou ao Norte de Be as cinzas de sua av¨®, Le e Marina a insultaram, e Marco Ant?nio ouviu. Ca pensou que isso tinha acabado, mas n?o sabia que Marco Ant?nio havia feito tanto por em sil¨ºncio. A mulher continuou, ¡°Carlita, voc¨º sabe, minha fam¨ªlia tem vivido aqui por gera??es, para onde mais poderiamos ir? Me perdoa. Voc¨º deve saber o quanto de influ¨ºncia eu tenho naunidade, se voc¨º me perdoar, eu garanto que ningu¨¦m do nosso bairro te vai caluniar no futuro. Eu at¨¦ posso cuidar da sua casa de gra?a, definitivamente n?o vou deixar Ign¨¢cio Barcelo tomar conta da sua casa.¡±- Provavelmente medo de que Ca guardasse rancor, a mulher rapidamente continuou, ¡°Se voc¨º n?o me perdoar, seu marido certamente me far¨¢ me mudar. Talvez n?o apenas daunidade, mas talvez n?o possamos mais viver no Norte de Be. Tenho pais idosos e filhos na esc, eu realmente n?o posso me mudar ¡­¡± A mulher derramou l¨¢grimas ao dizer, ¡°Carlita, seu marido n?o parece ser algu¨¦m f¨¢cil de lidar, eu o ofendi sem querer antes, eu realmente n?o vou ousar mais¡­. Ca n?o tinha grandes animosidade essa mulher, n?o tinha motivo para for?¨¢ a deixar o Norte de Be. Ca, ¡°Se voc¨º puder cumprir sua promessa, eu n?o vou mais me importar isso hoje.¡± ¡°Eu definitivamente vou cumprir minha promessa, vou mudar a opini?o das pessoas sobre voc¨º o mais r¨¢pido poss¨ªvel. A mulher disse, sorrindo para Ca, ¡°Afinal, n?o tenho nenhum rancor contra voc¨º, n?o tenho motivo para continuar te iodando.¡± Ca sorriu, ¡°Agora voc¨º percebe que n?o tem rancor contra mim? Ent?o por que voc¨º me insultou antes?¡± A mulher co?ou a cabe?a embara?ada, ¡°Aquilo foi antes, definitivamente n?o vai acontecer de novo. Na pr¨®xima vez que voc¨º voltar, todo mundo certeza vai te elogiar.¡± Ca disse: ¡°Ent?o agrade?o antecipadamente.¡± A mulher disse: ¡°Eu tamb¨¦m tenho uma filha, eu entendo a importancia da castidade para uma menina. Estou muito contente por teres conseguido mostrar provas de que foste falsamente acusada na altura e por teres posto o Ernesto na cadeia¡± Ca perguntou: ¡°Voc¨º est¨¢ muito feliz?¡± A mulher, preocupada que Ca n?o confiass¨¦ n, apressou-se em explicar: ¡°Eu n?o estava tentando difamar voc¨º, s¨® espalhei coisas prejudiciais sobre voc¨º porque algu¨¦m me pagou para fazer isso.¡± Ca n?o esperava que houvesse uma cadeia de interesses por tr¨¢s disso, quem estava difamando secretamente? decidiu descobrir quem era, ¡°Quem te deu o dinheiro?¡± Aqu mulher respondeu: ¡°N?o fa?o ideia do nome dele. S¨® sei que ele n?o s¨® me deu dinheiro,o tamb¨¦m o Ign¨¢cio ganhou muito dele. Por isso, o Ign¨¢cio passou todos esses anos difamando e te diminuindo.¡± Ca perguntou: Todos esses anos?¡± Aqu mulher respondeu: ¡°N?o me lembro exatamente quando, provavelmente dois anos atr¨¢s.¡± Ca repetiu em sil¨ºncio as pvras da mulher: ¡°Dois anos atr¨¢s?¡± Cap铆tulo 1014 Cap¨ªtulo 1014 Cap¨ªtulo 1014 H¨¢ dois anos, e Lucas Bento estavam obtendo a certid?o de casamento. Nesse periodo, algu¨¦m pagou para difamar a sua reputa??o. Ser¨¢ que quem pagou conhecia Marco Ant?nio? E essa pessoa que conhecia Marco Ant?nio, queria jog¨¢-lo em uma situa??o irrevers¨ªvel e tinha a capacidade de executar esses nos diab¨®licos. Al¨¦m de Andreo, Ca n?o conseguia pensar em mais ningu¨¦m. perguntou novamente, ¡°Como ele entrou em contato voc¨º?¡± A mulher disse, Ele ¨¦ muito cauteloso, nunca nos contata por telefone, vinha ter connosco uma pessoa diferente de cada vez, marcava encontros em locais onde n?o havia vigilancia, e eu ainda n?o o vi bem.¡± Ca perguntou, ¡°Al¨¦m de difamar a mim, ele pediu para voc¨º fazer mais alguma coisa?¡± A mulher respondeu, ¡°N?o¡± Ca continuou, ¡°Depois que Ernesto foi preso, ele entrou em contato voc¨º?¡± A mulher bn?ou a cabe?a, ¡°N?o.¡± Ca disse, ¡°Bem, vamos manter contato, se ele entrar em contato voc¨º de novo, me avise.¡± A mulher disse, ¡°Ca, desculpa! O meu marido ¨¦ o ¨²nico da minha fam¨ªlia que ganha dinheiro e tem de sustentar a fam¨ªlia toda sozinho, e eu s¨® aceitei esse dinheiro porque queria acrescentar algum rendimento ¨¤ fam¨ªlia.¡± Ca disse. ¡°Se ele te oferecer dinheiro novamente, continue aceitando.¡± A mulher disse, ¡°Se ele descobrir, certeza n?o vai me deixar em paz. Mesmo sem nunca ter visto o rosto dele, s¨® de ver a sombra dele, j¨¢ sei que n?o ser¨¢ f¨¢cil lidar ele.¡± Ca disse, Tanto faz.¡± A mulher disse, ¡°Se voc¨º n?o precisa de mais nada, eu vou indo.¡± Ca assentiu, assistindo partir. Depois que se afastou, Ca disse baixinho, ¡°Voc¨º pode sair agora.¡± Com o fim de suas pvras, a grande figura de Marco Ant?nio saiu de tr¨¢s das ntas aodo. Ele ouviu toda a conversa que Ca acabou de ter aqu mulher. Ca perguntou, ¡°H¨¢ algu¨¦m que voc¨º suspeita?¡± Marco Ant?nio deu uma risada fria, ¡°Al¨¦m dele, quem mais poderia ser?¡± Ca pensou o mesmo que ele. Ca perguntou, ¡°Ele est¨¢ fazendo isso para, no futuro, quando voc¨º revr minha identidade, ele poder usar isso para manipr a opini?o p¨²blica e manchar o Grupo Ant?nio?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Ele quer tirar o Grupo Ant?nio de mim.¡± Ca perguntou, ¡°E ent?o¡­¡± Marco Ant?nio interrompeu, ¡°E se eu deixar o Grupo Ant?nio para ele?¡± All rights ? N?velDrama.Org. Ca n?o esperava que Marco Ant?nio diria algo assim, ficou um pouco irritada, ¡°Voc¨º desenvolveu o Grupo Ant¨®nio passo a passo para chegar onde est¨¢ hoje, voc¨º trabalhou muito duro para o Grupo Ant?nio,o voc¨º pode simplesmente entregar o Grupo Ant?nio pra ele?¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡°Eu s¨® administrei o Grupo Ant?nio por uns dez anos, antes de eu assumir, ele j¨¢ tinha quase cem anos de hist¨®ria. H¨¢ muitas coisasplexas envolvidas, mesmo tendo feito uma grande mudan?a no pessoal interno da empresa, tantos funcion¨¢rios, ¨¦ inevit¨¢vel que algumas pessoas n?o tenham sido substitu¨ªdas.¡± Ca sentiu que algo ruim estava prestes a acontecer, ¡°Ser¨¢ que Andreo encontrou alguma coisa para te amea?ar, ou o qu¨º?¡± Cap铆tulo 1015 Cap¨ªtulo 1015 Cap¨ªtulo 1015 Marco Ant?nio deu um sorriso sem dar uma resposta, ¡°Vamos pra casa, t¨¢?¡± Ca perguntou, ¡°N?o vai me contar de novo?¡± Marco Ant?nio respondeu. To fome, consegue fazer alguma coisa pra genteer em casa?¡± Ele n?o falou nada, e Ca tamb¨¦m n?o insistiu, ¡°Ent?o, vamos. Enquanto isso, os homens de Andreo encontraram Alonzo novamente e o levaram para o p¨¢tio que Ca acabara de deixar. Os dois homens que encontraram Alonzo, os mesmos que encontraram Ca, trataram Alonzo de maneira muito mais amig¨¢vel, ¡°Sr. Andreo est¨¢ esperando por voc¨º no interior, por aqui, por favor.¡± Alonzo seguiu os dois homens para dentro, atravessou a fonte e, finalmente, chegou a um restaurante elegantemente decorado. O restaurante estava cheio de todos os tipos de delicias. Andreo riu, ¡°Eu sei que voc¨º n?o almo?ou, ent?o eu preparei alguns pratos especialmente para voc¨º, espero que goste.¡± Alonzo sentou-se ¨¤ frente de Andreo, uma express?o impassivel, ¡°J¨¢ fiz o que voc¨º pediu, onde est¨¢ Carolina?¡± Alonzo era um ¨®rf?o, e foi Carolina, do orfanato, quem o criou, ent?o o lugar de Carolina em seu cora??o era t?o importante quanto o de uma m?e. Foi porque Andreo conhecia esta sua fraqueza que capturou Carolina. Sabendo que Carolina estava em perigo, Alonzo n?o poderia simplesmente ignorar, ent?o, depois de pensar, Alonzo tomou uma decis?o dif¨ªcil. Andreo disse, ¡°Quando voc¨º enganou Ca para entrar no carro, nossos homens j¨¢ haviam levado Carolina de volta para casa. Eu sou um homem de pvra, eu disse que se voc¨º trabalhasse para mim, eu n?o iria machuc¨¢.¡± Andreo n?o era confi¨¢vel, Alonzo n?o acreditava nele, ent?o ele rapidamente pegou seu telefone e fez uma chamada de v¨ªdeo para Carolina, s¨® quando confirmou que Carolina estava segura em casa, ele finalmente se sentiu aliviado. Quando ele desligou a chamada, Andreo lhe serve um copo cheio de vinho, ¡°O que vai fazer a seguir?¡± Alonzo esvaziou a ta?a de vinho, ¡°Voc¨º deve saber. Eu trai Marco Ant?nio, ele n?o vai me deixar sair assim t?o f¨¢cil.. Se eu vou conseguir manter minha vida, isso ainda n?o est¨¢ ro. Agora, a ¨²nica coisa que eu posso ter certeza ¨¦ que meu cargo de gerente geral na filial do Grupo Ant?nio Norte de Be, certeza eu n?o vou conseguir manter. Mesmo que ele n?o me mate, nenhuma outra empresa ir¨¢ me contratar, provavelmente vou ter que viver das minhas economias a partir de agora.¡± Andreo olhou para o rosto preocupado de Alonzo, ¡°Seu novo empregador est¨¢ bem na sua frente, voc¨º n?o pensou em trabalharigo?¡± Alonzo ergueu a cabe?a, olhando friamente para Andreo, ¡°Eu n?o esquecio voc¨º usou Carolina para me amea?ar. Eu guardo rancor.¡± Andreo respondeu, ¡°¨¦ bom que voc¨º guarde rancor, eu s¨® teria medo se voc¨º n?o guardasse.¡± Alonzo disse, ¡°De qualquer forma, se voc¨º quer que eu trabalhe voc¨º e n?o h¨¢ maneira de eu dizer que sim.¡± Alonzo o recusou, mas Andreo n?o parecia preocupado. ¡°Tudo bem! Voc¨º ter¨¢ muito tempo no futuro para considerar se quer trabalhar para mim. Comigo, eu n?o posso garantir muita coisa, mas posso, pelo menos, garantir sua seguran?a.¡± Alonzo deu um sorriso leve, ¡°Dez anos atr¨¢s, ele ainda era menor, e voc¨º n?o era p¨¢reo para ele, voc¨º acha que pode tirar algu¨¦m dele agora?¡± Andreo encheu sua ta?a de vinho novamente, ¡°Dez anos atr¨¢s, eu estavapletamente despreparado para ele e fui pego de surpresa. Mas agora ¨¦ diferente, estou totalmente preparado. Tirar algu¨¦m dele deve ser f¨¢cil para mim.¡± Alonzo fez uma breve pausa, e perguntou novamente, ¡°Voc¨º realmente pode garantir minha seguran?a?¡± Andreo respondeu, ¡°Se eu posso ou n?o garantir sua vida, n?o far¨¢ diferen?a para voc¨º agora, por isso porque n?o te arriscas e experimentas?¡± Alonzo perguntou, ¡°Voc¨º quer que eu arrisque minha vida para experimentar?¡± Andreo respondeu, ¡°Se voc¨º n?o tentar, pode garantir que vai sobreviver?¡± Alonzo retrucou, ¡°Se calhar at¨¦ posso pedir um favor ¨¤ Ca.¡±N?velD(ram)a.?rg owns this content. Cap铆tulo 1016 Cap¨ªtulo 1016 Cap¨ªtulo 1016 Andreo disse, ¡°Aqu mulher defende o marido d, n?o d¨¢ ouvidos a nada. Se voc¨º acha que vai pedir ao marido d por sua causa, est¨¢ sonhando acordado¡± Alonzo n?o respondeu, apenas baixou a cabe?a e d¨¢ umas grandes dentadas naida, tomando mais alguns goles de vinho, ¡°Se eu trabalhar para voc¨º, o que voc¨º quer que eu fa?a?¡± Andreo disse, ¡°ro, ¨¦ para lidar o Marco Ant?nio. Voc¨º trabalhou ele por todos esses anos, deve ter muitas coisas que eu quero.¡± Alonzo pegou diretamente a garrafa de vinho e bebeu alguns goles, ¡°Eu quero sobreviver! Minha vida s¨® pode ser contrda por mim mesmo.¡± Andreo perguntou, ¡°Ent?o?¡± Alonzo respondeu, ¡°Estou disposto a cooperar voc¨º.¡± Esse resultado, Andreo j¨¢ esperava, ele n?o estava nem urn pouco surpreso, ¡°¨®timo, ent?o que nossa parceria seja agrad¨¢vel.¡± Alonzo olhou para a m?o estendida de Andreo, estendeu a sua rigidez e apertou, ¡°Eu s¨® quero sobreviver.¡± Andreo assegurou, ¡°Se voc¨º quiser, voc¨º conseguir¨¢.¡± Dessa forma, ele passou a ter um controle firme sobre um dos leais funcion¨¢rios de Marco Ant?nio. Andreo estava muito satisfeito, o sorriso em seu rosto se aprofundou. Ele estava curioso para ver, enquanto neja passo a passo, que habilidades Marco Ant?nio teria para lutar contra ele? Talvez, em breve O Grupo Ant?nio tamb¨¦m estivesse de volta ao seu controle. Marco Antonio n?o almo?ou, Ca fez macarr?o para ele. Por ter feito, Marco Ant?nio achou delicioso, mesmo n?o gostando muito de massa. Enquanto eleia, Ca ficava sentada em sil¨ºncio do outrodo da mesa, observando-o. Esse homem, n?o s¨® era bonito, mas tamb¨¦m tinha um ar de elegancia, at¨¦ mesmo seus movimentos aoer eram agrad¨¢veis aos olhos. Ca pensou que poderia passar a vida inteira apenas observando. Marco Ant?nio notou seu olhar, ¡°Por que voc¨º est¨¢ me olhando assim, tem algo no meu rosto?¡± Ca disse, ¡°Voc¨º ¨¦ t?o bonito! Voc¨º ¨¦ o homem mais bonito que j¨¢ vi!¡± Marco Ant?nio sorriu, ¡°Voc¨º tamb¨¦m aprendeu a dar elogios?¡± Ca respondeu, ¡°N?o.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Diga o que voc¨º quer dizer.¡± Ca pensou por um momento, ¡°Entre voc¨º e o Andreo¡­¡± 28 28 29 3 23: Assim que ele ouviu esse nome, a express?o de Marco Ant?nio mudou, ¡°N?o fale sobre ele na minha frente, especialmente durante as refei??es, n?o deixe esse nome nojento estragar meu humor.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Marco Ant?nio disse, ¡°Voc¨º n?o estava organizando as coisas da sua av¨®? Ent?o v¨¢ em frente, quando terminar, voltaremos juntos para Salvador.¡± Ca disse, ¡°Eu marquei a Aurora Gomez para fazer um projeto beneficente, para ajudar mais mulheres, n?o posso voltar voc¨º.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Ent?o eu espero que venhaigo.¡± Original content from N?velDrama.Org. Ca disse, ¡°Eu posso ir sozinha¡­¡± Marco Ant?nio subitamente levantou a voz, irritado , ¡°Eu disse que vou esperar por voc¨º para voltarmos juntos, e ¨¦ isso que faremos. Estou te informando, n?o pedindo sua opini?o.¡± ficou perplexa a reprimenda repentina e alta. Cap铆tulo 1017 Cap¨ªtulo 1017 Cap¨ªtulo 1017 Ca piscou os olhos, olhando magoada para Marco Ant?nio. Marco Antonio, vendo a express?o d, amoleceu um pouco, mas n?o abandonou sua posi??o, ¡°Nessa quest?o, voc¨º poderia me escutar, por favor?¡± Ca virou a cabe?a irritada, sem querer mais lhe dar aten??o. Marco Ant¨®nio estendeu a m?o, acariciando delicadamente a cabe?a d e disse em voz baixa, ¡°Ca, eu sei que voc¨º pode resolver seus pr¨®prios problemas, mas ainda assim, eu quero ajudar um pouco. Se voc¨º n?o me permitir fazer nada por voc¨º, eu vou me sentir in¨²til,o se eu n?o fizesse diferen?a pra voc¨º.¡± percebeu ent?o, que ele tinha tantas preocupa??es. Ca sentia o mesmo. n?o queria depender dele para tudo, n?o queria que ele pensasse que era um fardo, ent?o queria resolver algumas coisas sozinha. Uma vez que o assunto j¨¢ estava fora do caminho, Ca decidiu abrir o jogo, ¡°N?o importa se voc¨º est¨¢ agindoo Lucas Bento ouo Marco Ant?nio, voc¨º j¨¢ fez muito por mim. Voc¨º ¨¦ muito importante para mim, nunca foi dispens¨¢vel.¡± Marco Ant?nio, ¡°Eu entendo.¡± Ca, ¡°Agorae. Se n?o o macarr?o vai esfriar e ficar ruim.¡± Marco Ant?nio, ¡°Ok.¡± Observando-oer o macarr?o de forma elegante, olhando para o seu belo perfil, Ca n?o resistiu e se aproximou, dando-lhe um beijo no rosto. Quando percebeu o que havia feito, recuou imediatamente, levantou-se para sair, ¡°Eu vou arrumar as coisas da minha av¨®.¡± Original content from N?velDrama.Org. Mas assim que se levantou, Marco Ant?nio a agarrou e a puxou para si, ¡°Voc¨º me beijou ¨¤ espreita e agora quer fugir?¡± Ca perdeu o equilibrio e caiu nos bra?os dele, sua nariz bateu contra o peito dele,fazendo que as l¨¢grimas lhe escorressem subitamente dos olhos As l¨¢grimas quentes molharam a camisa de Marco Ant?nio. Suas l¨¢grimas deixaram Marco Ant?nio desconcertado, ¡°Ca, o que houve?¡± Ca fungou, ¡°Primeiro, me solte.¡± Ele a abra?ou for?a e n?o argou, ¡°Eu n?o vou soltar! Toda a minha vida, nunca vou deixar que me deixes.¡± Ca notou que Marco Ant?nio estava um pouco estranho naquele dia, ¡°Eu s¨® bati o nariz, doeu tanto que pensei que ia cair¡­ n?o estou tentando te deixar.¡± Marco Ant?nio olhou e de fato, o nariz d estava vermelho. 1 2 2 2 2 3 2 Ele se inclinou para frente e beijou suavemente a ponta do nariz vermelho d, ¡°Ainda d¨®i? Eu posso chamar o Dr. Donato para dar uma olhada.¡± ¡°N?o precisa se iodar.¡± Ca olhou para ele, querendo perguntar o que ele e Andreo haviam conversado naquele dia. Mas antes que pudesse perguntar, ouviu-se um batida na porta, seguida p voz de Maria, ¡°Carlita, abra a porta!¡± Ca prontamente se levantou para abrir a porta. Assim que a porta se abriu, Maria viu que seu nariz e olhos estavam vermelhos, ¡°Voc¨º estava chorando? Quem te magoou?¡± Ca, ¡°Eu bati o nariz sem querer e chorei de dor.¡± Maria, ¡°S¨¦rio? N?o foi o seu marido que te maltratou?¡± Ca, ¡°Ele nunca faria isso.¡± Maria a inspecionou v¨¢rias vezes, e s¨® depois de confirmar que estava bem, se tranquilizou, ¡°Eu j¨¢ trouxe a sua irm? de volta. Agora vou deix¨¢ voc¨º, tenho que ir.¡± Ca perguntou, ¡°Voc¨º n?o quer entrar e se sentar um pouco?¡± Cap铆tulo 1018 Cap¨ªtulo 1018 Cap¨ªtulo 1018 Maria disse: ¡°Seu marido est¨¢ a¨ª, melhor eu n?o entrar, quero manter uma distancia adequada dele.¡± Ca perguntou: ¡°Antes voc¨º n?o gostava de ver o rosto dele? Por que de repente n?o quer estar no mesmo espa?o que ele?¡± Maria respondeu: ¡°Meu namorado ¨¦ ciumento. Ontem, quando ele saiu do Norte de Be, me aconselhou a olhar menos para outros homens no futuro.¡± Ca perguntou: ¡°Qual ¨¦ o problema de olhar para outros homens? N?o podes olhar para outros homens se tiveres um namorado?¡± Maria disse: ¡°Eu tamb¨¦m penso assim, mas ele disse que ficaria ci¨²mes, falou muito, e eu achei que ele tinha algum sentido. Como decidi me casar ele, devo respeitar seus sentimentos e diminuir o contato outros homens, a menos que seja necess¨¢rio.¡± Ca disse: ¡°Maria, porque ¨¦ que me sinto um pouco estranha¡­¡± Maria a interrompeu: ¡°J¨¢ chega, n?o vou fr mais sobre isso. Vou embora agora, me procure se precisar de algo.¡± Ca olhou para Maria partindo, e quando retirou o olhar, se deparou o olhar de Alba. Ca passou a m?o na cabe?a e perguntou: ¡°Alba, o que aconteceu?¡± Alba abriu os bra?os, abra?ou Ca ee?ou a chorar. ¡°Ca¡­¡± Ca perguntou: ¡°O que houve, por que voc¨º est¨¢ chorando?¡± Alba disse: ¡°Quando n?o consegui te encontrar, fiquei muito medo. Tinha medo de n?o te encontrar, de te perder¡­¡± Ca acariciou suas costas e disse: ¡°N?o vai acontecer, vamos estar sempre juntas. Marco Ant?nio tamb¨¦m est¨¢ aqui, v¨¢ cumpriment¨¢-lo primeiro ¨¨ depois vamos juntas arrumar os pertences da vov¨®.¡± Alba perguntou: ¡°Ele n?o disse que n?o viria ao Norte de Be? Por que ele veio?¡± Ca respondeu: ¡°Ele veio resolver algumas coisas.¡± Alba disse: ¡°Ca¡­¡± Ca disse: ¡°Diz o que tem a dizer, eu sou sua irm?, voc¨º n?o precisa hesitar diante de mim.¡± Alba disse: ¡°Depois que voltarmos a Salvador, quero alugar uma casa para morar sozinha. Tenho alguma economia no meu cart?o de banco, deve ser suficiente at¨¦ eu conseguir um emprego e come?ar a ganhar dinheiro. Afinal, j¨¢ sou adulta, eo sempre quis me casar Marco, acho que n?o ¨¦ apropriado continuar morando voc¨ºs.¡± Original content from N?velDrama.Org. Ca disse: ¡°Voc¨º pode ficar na minha casa por enquanto, n?o precisa ir para maisdo nenhum. Quando conseguir um emprego ee?ar a ganhar dinheiro, pode pensar em se mudar. Se isso te ioda, quando voc¨º estiver em minha casa, n?o vou deixar Marco vir.¡± Depois de ouvir isso, Alba se sentiu ainda mais envergonhada: ¡°¨¦ a sua casa, ele ¨¦ o seu marido. N?o me parece certo que ele n?o possa vir quando eu estiver a viver l¨¢.¡± Ca disse: ¡°Voc¨º ¨¦ minha irm?,nunca mais digas algo t?o desapegado.¡± Alba disse: ¡°Tudo bem, eu vou te ouvir.¡± guardou a bondade de Ca em seu cora??o. Tamb¨¦m disse a si pr¨®pria, em sil¨ºncio, que no futuro iria trabalhar muito para ganhar dinheiro e que iria tentar se tornar mais forte, para poder proteger Ca. Os pertences que a av¨® L¨ªdia deixou eram realmente poucos, dificilmente havia algo de valor em casa. Ca havia recebido uma quantia de dinheiro antes e, portanto,prou para a av¨® L¨ªdia uma gdeira que custava mais de mil dres. No entanto, depois que a av¨® L¨ªdia se mudou para Salvador, a gdeira foi vendida por Ign¨¢cio e sua esposa. Agora, a maioria dos itens da casa eram livros, a maioria deixados p av¨® L¨ªdia de seus muitos anos como professora, cada livro tinha anota??es feitas cuidado p av¨® L¨ªdia. Ao abrir um dos livros, Ca foi imediatamente atra¨ªda por ele e, portanto, passou a maior parte do dia organizando-os, e ainda n?o havia terminado de organizar uma ¨²nica prateleira de livros. Enquanto estava organizando e lendo lentamente, encontrou um caderno embrulhado em jornal velho. Ao abrir a capa, a primeira p¨¢gina tinha a letra da av¨® L¨ªdia. Ca continuou a virar, chegando ¨¤ segunda p¨¢gina. Quando conseguiu decifrar o que estava escrito, a mente d de repente ficou em branco. Cap铆tulo 1019 Cap¨ªtulo 1019 Cap¨ªtulo 1019 O caderno dizia: *1¡ã de setembro de 1976, o dia estava ro. Hoje foi o primeiro dia do novo ano letivo, e tamb¨¦m o dia em que recebi novos alunos. N?o muito longe de casa, ouvi o choro de um beb¨º. Segu¨ª o som e vi uma nova cesta de beb¨º ¨¤ beira da estrada um pequeno beb¨º. A crian?a era muito pequena, parecendo ter acabado depletar um m¨ºs. O beb¨º chorava, seu rostinho estava vermelho, que cuitadinho! Procurei ao redor e n?o encontrei os pais da crian?a, mas encontrei uma nota na cesta. A nota dizia a data de nascimento do beb¨º, que nasceu no dia 5 de julho de 1976. Al¨¦m da data de nascimento do beb¨¦, a nota continha uma mensagem. All rights ? N?velDrama.Org. ¡°Eu tive um filho sem casar, n?o se sabe o paradeiro do pai da crian?a, ent?o me tornei uma mulher rejeitada ps pessoas ao meu redor. Por ter tido um filho antes de casar, minha fam¨ªlia tamb¨¦m sentiu vergonha, meu pai me pediu mais de uma vez para sair de casa a crian?a. Eu tamb¨¦m queria sair, queria encontrar o pai da crian?a, mas o pai da crian?a parecia nunca ter existido neste mundo, ele desapareceu sem deixar rastros. N?o consigo encontrar o pai da crian?a, n?o tenhoo sustentar meu filho, n?o posso suportar as acusa??es das pessoas ao meu redor, n?o posso aceitar que me chamem de vagabunda, n?o posso aceitar que digam que meu filho ¨¦ um filho ileg¨ªtimo vergonhoso. N?o posso aceitar tudo isso, queria deixar este mundo meu filho. Quando estava prestes a pr no rio meu filho, ele me olhou seus olhos brilhantes, naquele momento, hesitei. Meu filho tinha acabado de chegar a este mundo, ele ainda n?o viu a beleza deste mundo, eu n?o tenho o direito de tirar a vida dele. Depois de pensar, decidi que se n?o posso cri¨¢-lo, vou abandonar meu filho, espero que algu¨¦m de bom cora??o possa adot¨¢-lo. Se pegarem no meu filho, por favor, seja gentil ele. Eu vou aben?oar voc¨º e a sa¨²de da crian?a de outro mundo.¡± Depois de ler essa mensagem, suspeitei que a m?e da crian?a pudesse querer se suicidar. Eu estava ocupada entrando em contato as pessoas para procurar essa mulher, mas depois de procurar durante um dia e uma noite, n?o a encontrei. Nas proximidades, tamb¨¦m n?o ouvi fr de uma menina solteira que acabou de ter um filho. Acho que a m?e da crian?a pode n?o querer que o filho continue sofrendo insultos, ent?o abandonou o filho longe. Depois de muita reflex?o, e porque a crian?a era t?o fofa, decidi levar a crian?a para casa e convenci meu marido a adot¨¢.¡± Al¨¦m desta nota, havia outra nota presa no caderno, a escrita na nota estava borrada, mas eu podia ver vagamente o que estava escrito. Isso provou que as informa??es anteriores n?o foram inventadas p av¨® L¨ªdia. Depois de ler esta nota, o cora??o de Ca deu um pulo. Ca lembrou que Ign¨¢cio nasceu em 1973, e seu pai Pedro nasceu em 1976, especificamente em 5 de julho. Se este di¨¢rio for verdadeiro, ent?o seu pai ¨¦ a crian?a que a av¨® L¨ªdia adotou! Ign¨¢cio deveria ser o filho biol¨®gico da av¨® L¨ªdia! Mas por que na mem¨®ria de Ca, Ign¨¢cio ¨¦ o filho adotado p av¨® L¨ªdia? Ca estava confusa, ent?o continuou a folhear o di¨¢rio, que continha muitas informa??es sobre a crian?a adotada. 10 de setembro, o tempo ainda estava ro, sem nuvens. Cap铆tulo 1020 Cap¨ªtulo 1020 Cap¨ªtulo 1020 Eu j¨¢ tinha adotado o menino h¨¢ dez dias, e parecia que ele j¨¢ estava se acostumandoigo, pois n?o chorava quando estava em meus bra?os. N¨®s at¨¦ the demos um nome bonito ¨C Pedro. Quando Ca viu esse nome, seu cora??o acelerou. Descobriu ent?o, que seu pai era o menino que sua av¨® tinha adotado! Isso significava que, durante todos esses anos, a av¨® L¨ªdia tinha amado mais d, uma crian?a sem parentesco, do que alguma vez tinha gostado do seu filho biol¨®gico. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Mas, espera, algo n?o estava certo¡­ Ca logo percebeu um problema. Se seu pai n?o era filho biol¨®gico de sua av¨®,o ¨¦ que o teste de DNA de sua irm? Alba e sua av¨® confirmou que s tinham uma liga??o de sangue? Agora, qual informa??o era verdadeira? Qual era falsa? Ca n?o conseguia entender e acabou mandando uma mensagem para Marco Ant?nio, ¡°Lucas Bento, na ¨¦poca em que fizemos o teste de DNA de Alba e minha av¨®, ¨¦ poss¨ªvel que algu¨¦m tenha alterado os resultados?¡± Marco Antonio n?o respondeu ¨¤ mensagem, mas logo chegou no quarto de av¨® Lidia, ¡°O que houve?¡± Ca entregou o caderno de av¨® L¨ªdia para ele, ¡°D¨¢ uma olhada.¡± Marco Ant?nio entendeu de imediato, ¡°Seu pai n?o ¨¦ filho biol¨®gico da sua av¨®? Ent?o voc¨º est¨¢ suspeitando que os resultados do DNA da sua av¨® e da Alba podem ter sido adulterados?¡± Ca disse, ¡°Minha av¨® n?o teriao forjar um di¨¢rio h¨¢ d¨¦cadas atr¨¢s, sem motivo para fazer isso. Se minha av¨® n?o ¨¦ a m?e biol¨®gica do meu pai, e Alba ¨¦ minha irm? de sangue, e os dois fizeram um teste de DNA que mostrou que eram parentes, ent?o ¨¦ prov¨¢vel que algo tenha sido adulterado.¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡°Isso ¨¦ imposs¨ªvel.¡± Ca disse, ¡°As pessoas que voc¨º escolheu n?o te trairiam, mas n?o podemos descartar que eles possam ser amea?ados e for?ados a te trair,o Alonzo.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°No dia do teste de DNA, desde a coleta at¨¦ a obten??o dos resultados, Bruno estava presente o tempo todo. A menos que algu¨¦m soubesse anteced¨ºncia que ¨ªamos fazer o teste de DNA, soubesse para onde ir¨ªamos enviar o teste e subornasse o pessoal doborat¨®rio no dia¡­ Ca olhou para Marco Ant?nio e perguntou lentamente, ¡°¨¦ possivel que algu¨¦m tenha antecipado tudo isso? Afinal, quando descobrimos que Alba poderia ser minha irm?, Sira Mart¨ªnez tamb¨¦m recebeu essa informa??o. Se voc¨º n?o tivesse trazido Alba de volta a tempo, poderia j¨¢ estar nas m?os d.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°N?o podemos descartar essa possibilidade.¡± Ca disse, ¡°Ent?o vamos fazer o teste de DNA novamente.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Vamos manter isso em segredo por enquanto, eu vou cuidar disso discretamente.¡± Ca disse, Tenho uma d¨²vida¡­¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Qual ?¡± Ca disse, ¡°Eu suspeito que a atual Pa n?o seja minha m?e Pa.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Eu tamb¨¦m pensei que algu¨¦m poderia estar se passando por sua m?e Pa, mas descobri que sua m?e n?o tinha irm?os, era a ¨²nica filha da fam¨ªlia, ent?o descartei essa ideia.¡± Ca disse, ¡°Eu sei que minha suspeita pode n?o ter base, mas independente de ser minha m?e ou n?o, eu ainda quero ter uma oportunidade de fazer um teste de DNA . Se os resultados do teste de DNA confirmarem que temos uma r??o m?e-filha, n?o precisarei mais me preocupar.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Vamos cuidar disso quando voltarmos a Salvador.¡± Ca disse, ¡°Eu sempre senti que Salvador j¨¢ estava sendo ocupada por algumas pessoas, e que tudo o que fazemos est¨¢ sob o olhar deles.¡± Marco Ant¨®nio levantou a m?o e afagou suavemente a cabe?a de Ca, ¡°Voc¨º ¨¦ realmente uma menina esperta!¡± Cap铆tulo 1021 Cap¨ªtulo 1021 Cap¨ªtulo 1021 Ca disse: ¡°Neste momento estou t?o confusa que n?o consigo pensar direito em nada, n?o sou muito esperta. N?o me elogie ¨¤ toa.¡± Marco Ant¨®nio respondeu: ¡°Se voc¨º n?o consegue pensar, ent?o n?o pense. Voc¨º est¨¢ se esfor?ando aqui h¨¢ horas, v¨¢ l¨¢ fora e rxe um pouco.¡± Ca bn?ou a cabe?a, continuando a ler o di¨¢rio de av¨® L¨ªdia, ¡°Eu quero continuar lendo.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Tudo bem, eu fico aqui voc¨º.¡± Ca descobriu pelo di¨¢rio que Ign¨¢cio na verdade n?o era filho biol¨®gico da av¨® L¨ªdia. Acontece que av¨® L¨ªdia teve uma gravidez ect¨®pica uma vez, que resultou numa histerectomia, tornando-a incapaz de ter filhos. O av¨® de Ca amava muito a av¨® d e n?o se importava que n?o pudesse ter filhos. Seu amor por n?o diminuiu, Mas naqu ¨¦poca, estar casado por muitos anos sem filhos era equivalente aeter um grande pecado. As pessoas ao redor independentemente da raz?o,e?aram a denegrir a sua av¨®. A fam¨ªlia de Barcelo at¨¦ aconselhou o av? de Ca a se divorciar d, dizendo que ele era o ¨²nico homem da gera??o de Barcelo, e n?o poderiam permitir que a fam¨ªlia de Barcelo n?o tivesse herdeiros. Sob tanta press?o, av¨® Lidia at¨¦ pensou em pedir o div¨®rcio para escapar desse ambiente sufocante. Maso o av¨® de Ca poderia permitir que sua esposa fosse maltratada assim? All rights ? N?velDrama.Org. Ele disse que era a sua pr¨®pria incapacidade de ter filhos que n?o tinha nada a ver a av¨® L¨ªdia. Com estas pvras, todas as pessoas ao redor se cram, os membros da fam¨ªlia que haviam defendido o div¨®rcio do av? de Ca mudaram sua atitude em r??o ¨¤ av¨® L¨ªdia, preocupados que pudesse sair. Porque o av? de Ca estava l¨¢, ele bloqueou todos os rumores para a av¨® L¨ªdia, que assim p?de continuar a trabalhar em paz e adotar dois filhos. Depois de ler esses registros, Ca olhou para Marco Ant?nio ao seudo, ¡°Meu av? amava tanto minha av¨®.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Deixe eu ver.¡± Ca passou o di¨¢rio para ele e se aproximou, ¡°Eu sempre pensei que a coluna da minha casa era minha av¨®, e que meu av? n?o precisava se preocupar nada. Agora eu seio meu av? foi importante para minha av¨®. Quando meu av? disse que n?o podia ter filhos, foi n?o apenas heroico, mas tamb¨¦m uma maneira de expressar para minha av¨® que ele a protegeria por toda a vida, dando a a coragem de seguir em frente.¡± Marco Ant?nio bagun?ou o cabelo de Ca e sorriu, ¡°Voc¨º tamb¨¦m precisa ter coragem para seguir em frente, eu vou te proteger.¡± ¡°Eu sei, Ca se aconchegou em seu peito e disse suavemente, ¡°Lucas Bento¡­.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Estou aqui.¡± Ca se aconchegou no peito dele e continuou, ¡°Devemos sero meus av¨®s, n?o importa o que aconte?a, devemos discutir e resolver juntos, n?o podemos esconder nada um do outro.¡± Ca estava dando uma dica, e Marco Ant?nio entendeu. Ele colocou o di¨¢rio para baixo, abra?ou Ca, e a beijou. Rapidamente, Ca esqueceu o que estava fazendo. Ca ficou em Norte de Be por dois dias, arrumou as pertences da av¨® L¨ªdia, e quando n?o recebeu uma liga??o de Aurora, decidiu ligar para . descobriu que Aurora j¨¢ tinha voltado para Salvador¡­ Ca perguntou, ¡°Voc¨º n?o disse que ia passar alguns dias fazendo trabalho volunt¨¢rio, por que voltou t?o cedo?¡± Quando mencionou isso, Aurora ficou muito irritada, ¡°Ca, fui enganada. Noe?o, eu pensei que eles realmente queriam fazer algo significativo para as mulheres, ent?o aceitei o convite deles. Mas quando cheguei l¨¢, descobri que eles n?o estavam levando isso a s¨¦rio, eles s¨® queriam usar essa oportunidade para ganhar dinheiro e se tornar famosos. Vendo a hipocrisia deles, fiquei furioso naquele momento, ent?o n?o participei daqu atividade.¡± ??? Ca, ¡°Depois que este incidente ter acontecido, de fato, muitas pessoas aproveitaram a oportunidade para se promover. Alguns at¨¦ se deraram v¨ªtimas do video ee?aram a transmitir ao vivo em uma taforma, alegando que queriam ajudar mais garotas. Mas na verdade, eles s¨® estavam usando isso paramentar que eram muito pobres, enganando a simpatia e o dinheiro dos outros.¡± Cap铆tulo 1022 Cap¨ªtulo 1022 Cap¨ªtulo 1022 Todo mundo tem umdo ganancioso, uma pop??o mundial t?o grande, ¨¦ normal que existam algumas pessoas gananciosas, Ca pensava. Apenas o fato de que essas pessoas gananciosas usavam mulheres vitimizadas para chamar aten??o era algo que realmente a iodava. Aurora disse. ¡°Eu n?o confio mais nos outros. Se precisar de algo, ¨¦ s¨® frigo, vou fazer o m¨¢ximo para te ajudar.¡± Ca respondeu, ¡°Tudo bem, quando eu voltar para Salvador, te convido para jantar, vou desligar agora.¡± Os pertences da v¨® L¨ªdia j¨¢ estavam arrumados, Ca n?o precisava mais ficar em Norte de Be, ent?o e algumas pessoas pegaram um voo noturno de volta para Salvador. Chegaram em casa j¨¢ passava da uma da manh?, mas Marco Ant¨®nio estava cheio de energia, e eles ficaram ocupados juntos por quase duas horas. Ca n?o sabia se estava apenas cansada e tendo alucina??es, mas Marco Ant¨®nio parecia especialmente apaixonado naqu noite. Ele parecia t?o apaixonado que queria desmont¨¢ e fundi ao seu corpo¡­ Em um estado de semi-sonol¨ºncia, Ca ouviu vagamente a voz rouca de Marco Ant?nio chamando seu nome repetidas vezes, ¡°Ca, Ca¡­¡± Sua voz j¨¢ era agrad¨¢vel, e Ca, ouvindo-o, caiu em um sono tranquilo. Quando Ca acordou novamente, j¨¢ era meio-dia, e o homem ao seudo j¨¢ deveria ter se levantado h¨¢ muito tempo. Recentemente, a empresa tinha muitas coisas para fazer, e Marco Ant?nio tinha muita coisa para lidar. Ele n?o tinha ido ¨¤ empresa por alguns dias por causa d, ent?o s¨® podia participar de reuni?es por video. Ca nejava voltar para Salvador durante a noite para ir trabalhar Marco Ant?nio no dia seguinte, mas ele tinha ficado acordado at¨¦ tarde , ent?o estava exausta e dormiu at¨¦ agora. teria que ir para a empresa no dia seguinte. Ca se virou, nejando continuar dormindo, mas o telefone de Marco Ant?nio tocou, ¡°Acorda e come algo quando acordar.¡± ¡°Como voc¨º sabe que eu acordei? Voc¨º colocou cameras no quarto?¡± Ca olhou ao redor, ¡°Ent?o tudo que fizemos ontem ¨¤ noite foi gravado?¡± A risada de Marco Ant?nio veio do outrodo da linha, ¡°O que voc¨º est¨¢ pensando?¡± Ca disse, ¡°Me diga se voc¨º colocou cameras! Eu te digo, os v¨ªdeos de vigilancia podem ser facilmente roubados, voc¨º definitivamente n?o pode colocar no quarto, caso contr¨¢rio¡­¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Eu n?o coloquei!¡± Ca suspirou aliviada, ¡°Bom. Maso voc¨º sabia que eu acordei?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Eu supus base no seu padr?o de sono. Levanta ee algo.¡± Ca disse, ¡°Voc¨º estava muito apaixonado ontem ¨¤ noite, minhas pernas ainda est?o bambas¡­¡± ?? ?? ? ? ? ? ??? ?? ?? ¨² A sua voz ¨¦ suava alguma provoca??o. Mas antes de ouvir a voz de Marco Ant?nio, Ca ouviu a tosse embara?ada de Mario Unma, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º est¨¢ o viva-voz ligado¡­¡± Marco Ant?nio estava em uma reuni?o, ligou para e deixou no viva-voz. Isso significa que toda a conversa deles foi ouvida por todos na s de reuni?es. Ca desligou a liga??o imediatamente e se jogou sob as cobertas. Estava furiosa! Chateada! Como ¨¦ que ia trabalhar! enviou uma mensagem para Marco Ant?nio, muito irritada, ¡°Marco Ant?nio, voc¨º fez isso de prop¨®sito para me envergonhar? Agora todo mundo sabe o que fizemos ontem ¨¤ noite.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Marco Ant?nio respondeu rapidamente, ¡°Querida, meu celr ainda est¨¢ projetando na t.¡± Ca, ¡°¡­¡± Cap铆tulo 1023 Cap¨ªtulo 1023 Cap¨ªtulo 1023 A Ca estava se sentindo t?o envergonhada que n?o queria ver mais ningu¨¦m. enfiou a cabe?a no travesseiro e soltou gritos de constrangimento. Marco Ant¨®nio n?o respondia mais suas mensagens. Com um suspiro, Ca conseguiu se rpor e ligou para Alba. A liga??o foi atendida quase imediatamente. ¡°Alba,¡± disse Ca, ¡°voc¨º poderia irigo a um lugar?¡± ¡°Eu preciso conversar sobre algo voc¨º, disse Alba. ¡°Eu fui entrevistada no Grupo Ant?nio e eles me contrataram.¡± ¡°U¨¦, voc¨º n?o disse que queria trabalhar a Estr?¡± perguntou Ca. ¡°Por que voc¨º foi se candidatar no Grupo Ant?nio?¡± ¡°Bem, ontem ¨¤ noite, vi que o Grupo Ant?nio estava contratando e decidi enviar meu curr¨ªculo, explicou Alba. ¡°Todo mundo sabe que o processo de sele??o do Grupo Ant?nio ¨¦ bem rigoroso e um grande n¨²mero de candidatos ¨¦ normalmente eliminado, por isso n?o tinha muitas esperan?as no in¨ªcio. Mas para minha surpresa, eles me ligaram logo p manh? e pediram para euparecer ¨¤ uma entrevista ¨¤s dez. Eles olharam para o meu curr¨ªculo, fizeram algumas perguntas e me contrataram. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Os empregados do Grupo Ant?nio s?o muito bem pagos, pelo que os requisitos de sele??o s?o elevados, exigindo normalmente v¨¢rias rondas de entrevistas. O facto de Alba ter sido contratada ap¨®s apenas uma ronda de entrevistas mostrava que devia ter um talento especial que tinha chamado a aten??o do departamento de pessoal. Ca riu, ¡°Voc¨º sempre foi inteligente, mas eu n?o sabia que voc¨º era t?o boa assim. Voc¨º foi contratada pelo Grupo Ant?nio depois de apenas uma entrevista. Sabe, eu tive que passar por v¨¢rias rodadas de entrevistas e testes, e s¨® fui contratada depois de ter me sa¨ªdo bem em todas. Voc¨º conquistou o emprego por m¨¦rito pr¨®prio, n?o tem nada a verigo.¡± Alba retrucou, ¡°Quem disse que n?o tem nada a ver voc¨º? A pessoa que me entrevistou at¨¦ mencionou voc¨º. disse que n?o importava se eu n?o soubesse nada sobre o trabalho de secretariado, porque voc¨º poderia me ensinar.¡± Ca perguntou, ¡°voc¨º disse a eles que ¨¦ minha irm??¡± ¡°N?o,¡± disse Alba. ¡°Eu queria trabalhar em uma ¨¢rea rcionada ¨¤ minha forma??o, mas eles disseram que s¨® tinham vagas no departamento de secretariado, ent?o me colocaram l¨¢. Eles disseram que se houver uma vaga no departamento de contabilidade financeira no futuro, eu poderia me transferir.¡± A Ca achou estranho. ¡°Ent?o voc¨º j¨¢e?ou a trabalhar no departamento de secretariado?¡± ¡°Eu ainda n?o aceitei, disse Alba. ¡°Eu disse a eles que precisava discutir minha fam¨ªlia primeiro. Voc¨º acha que eu deveria aceitar o trabalho? Voc¨º acha que eu sou capaz de ser uma secret¨¢ria?¡± Ca respondeu, ¡°Voc¨º ¨¦ uma excelente graduada de uma universidade renomada, tenho certeza de que pode lidar o trabalho de secretariado. A quest?o ¨¦ se voc¨º est¨¢ interessada e disposta a tentar.¡± ¡°Eu quero tentar,¡± disse Alba. ¡°Quero conseguir um emprego no Grupo Ant?nio primeiro e esperar p oportunidade certa para ver se posso me transferir para o departamento que gosto.¡± ¡°Se ¨¦ isso que voc¨º quer, vai fundo,¡± disse Ca. ¡°Se tiver alguma d¨²vida, pode me perguntar. Afinal, ganhei bastante experi¨ºncia nos anos em que fiz secretariado, e agora tamb¨¦m sou assistente do presidente, por isso ainda tenho uma melhorpreens?o dos conhecimentos rcionados secretariado.¡± ¡°Ent?o, eu vou fazer o processo de admiss?o agora.¡± Ca disse: ¡°Beleza. Depois que voc¨º resolver toda a papda de admiss?o, venha para o Canto do Caf¨¦, estou pensando em chamar a Pa para tomar um caf¨¦.¡± Alba respondeu: ¡°Prefiro n?o encontrar , posso faltar?¡± Ca respondeu: ¡°ro que pode. Voc¨º tem todo o direito de dizer n?o.¡± ¡°Ca¡­¡± ¡°Diga.¡± Cap铆tulo 1024 Cap¨ªtulo 1024 Cap¨ªtulo 1024 Alba disse, ¡°Obrigada. Voc¨º vai v¨º primeiro, e quando terminar, te convido para um bolo¡±. Por causa da proibi??o de Pa, mesmo que Alba quisesse muito um milkshake, n?o ousava tomar. Ca sorriu e disse. ¡°Tudo bem¡± Depois de terminar a liga??o Alba, Ca encontrou o n¨²mero de telefone de Pa e enviou uma mensagem para marcar um encontro. Pouco depois de enviar a mensagem, Pa ligou de volta e disse, ¡°Carlita, se voc¨º quer me ver, n?o importa o qu?o ocupada eu esteja, vou arranjar tempo para voc¨º. Ca achou a falsidade nauseante, mas respondeu calmamente, ¡°Vamos nos encontrar ¨¤s duas da tarde no Canto do Caf¨¦. Espero que voc¨º seja pontual¡±. Pa respondeu, Tudo bem, estou saindo agora¡±. Ca desligou imediatamente. Ca sabia que Pa queria reconhec¨ºo filha porque sabia que Marco Ant?nio era o marido d. O objetivo de Pa sempre foi ro: queria ser a m?e da esposa de Marco Ant?nio para obter mais benef¨ªcios dele. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Duas horas da tarde. Ca chegou pontualmente ao Canto do Caf¨¦. Quando chegou, Pa j¨¢ estava l¨¢. tinha reservado uma s privada e cumprimentou Ca calorosamente, ¡°Carlita, sente-se. O caf¨¦ aqui ¨¦ famoso e as sobremesas tamb¨¦m s?o boas. N?o sei do que voc¨º gosta, ent?o pedi algumas coisas para voc¨º experimentar. Se voc¨º gostar de algo, me avise que eu pe?o mais para voc¨¦ ¡°. Ca respondeu friamente, ¡°Voc¨º sabe por que vim te ver?¡±. Pa respondeu, ¡°N?o seio voc¨º me v¨º, mas desde que descobri que voc¨º ¨¦ minha filha, sempre quis conversar voc¨º. Espero que consiga me perdoar e aceitar sua m?e¡±. Ca riu friamente. ¡°Carlita, a sobremesa chegou. Experimente. Que tipo de caf¨¦ voc¨º gosta? Eu pe?o para voc¨º agora¡±, Pa n?o se importava a frieza de Ca, porque sua inten??o nunca foi se aproximar de Ca, mas sim de Marco Ant?nio. Ca disse, ¡°Vou tomar um caf¨¦ americano gdo para desanuviar a cabe?a e n?o olhar para a pessoa desonesta¡±. Pa respondeu, ¡°Quem ousaria dizer que voc¨º confunde as pessoas? Se voc¨º confundisse as pessoas, n?o teria se casado um homem t?o maravilhoso quanto Marco Ant?nio¡±. Ca experimentou uma sobremesa. Dizem que o Canto do Caf¨¦ ¨¦ a melhor cafeteria de Salvador e que tanto o caf¨¦ quanto as sobremesas s?o maravilhosos. Enquantoia, Ca ouvia Pa fr sem parar. Pa falou muito, e o conte¨²do geral pode ser resumidoo: n?o deveria ter deixado Ca e seu pai no passado, e muito menos n?o reconhec¨º. quando a viu novamente. Pa pediu desculpas a Ca muita sinceridade. Ca ouvia uma express?o fria, ocasionalmente fndo para mostrar qu¨¦ estava ouvindo, ¡°Qual ¨¦ a sua cor favorita?¡±. Sem pensar muito, Pa respondeu imediatamente, ¡°Azul!¡±. Cap铆tulo 1025 Cap¨ªtulo 1025 Cap¨ªtulo 1025 ¡°Voc¨º sempre gostou de azul? Ou havia outras cores que voc¨º gostava quando era mais jovem?¡± Ca perguntou, mantendo a express?o neutra, mas sua mente estava em tumulto Ontern, encontrou um trecho no di¨¢rio de sua av¨® L¨ªdia, onde mencionava que a m?e de Ca, em sua juventude, adorava cor-de-rosa, especialmente?os cor-de-rosa. Mas agora, a resposta de Pa foi azul. Ent?o isto prova que esta Pa n?o ¨¦ a sua m?e? ro que n?o, os gostos de uma pessoa podem mudar o tempo. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Depois de perguntar, Ca esperou silenciosamente p resposta de Pa. Talvez sua pergunta tenha sido muito direta e Pa percebeu que algo estava errado. Com um sorriso, Pa deu uma resposta vaga: ¡°N?o consigo me lembrar. S¨® sei que nos ¨²ltimos tempos, minha cor preferida ¨¦ azul.¡± Pa ofereceu a Ca uma x¨ªcara de caf¨¦, ¡°Carlita, quando eu te deixei e seu pai, eu n?o tinha outra escolha. Eu s¨® descobri que estava gr¨¢vida depois que deixei seu pai..¡± Enquanto Pa continuava fndo, Ca brincava a x¨ªcara de caf¨¦ em suas m?os. De repente, a x¨ªcara de caf¨¦ caiu no ch?o e se quebrou. Pa se assustou e viu Ca agachada no ch?o recolhendo os cacos, ¡°Carlita, pe?a para o gar?om limpar, voc¨º pode se machucar.¡± Ca continuou no ch?o recolhendo os cacos, ¡°Eu quebrei a x¨ªcara, eu mesma posso limpar.¡± Os olhos de Pa brilharam desprezo e antipatia, Ca realmente era uma menina do interior, mesmo casada um homem nobreo Marco Antonio, ainda mostrava sua verdadeira natureza. n?o podia apenas assistir Ca coletando os cacos, ent?o se agachou aodo d fingindo ser prestativa, ¡°Vou te ajudar a limpar.¡± ¡°N?o precisa!¡± Ca a empurrou e, sem querer, um dos cacos cortou a m?o de Pa. O corte n?o era grande nem doia muito, mas mesmo assim deixou a vaidosa Pa t?o zangada que quase perdeu o controlo do seu temperamento. sempre cuidou bem de si mesma e n?o permitia nenhuma cicatriz em seu corpo, ¡°Carlita, eu vou limpar esse corte, n?o posso ficar voc¨º. Traga a Yumi na pr¨®xima vez, n¨®s tr¨¦s devemos nos reunir.¡± Depois de dizer isso, Pa saiu rapidamente, se demorasse mais um pouco, o corte iria cicatrizar sozinha. Ca guardou os cacos manchados o sangue de Pa, ent?o ligou para Alba, ¡°Alba, voc¨º j¨¢ terminou o que estava fazendo?¡± Alba, ¡°Eu terminei toda a papda de admiss?o, possoe?ar a trabalhar amanh¨¡.¡± Ca, ¡°Bom, onde voc¨º est¨¢ agora? Eu vou te buscar.¡± Alba, ¡°Estou no pr¨¦dio da sede do Grupo Ant?nio.¡± Ca, ¡°Espere por mim l¨¢, chego em alguns minutos.¡± O lugar onde Ca e Pa se encontraram n?o estava longe do Grupo Ant?nio, apenas uma caminhada de dez minutos, e Ca estava de carro. Depois de pegar Alba, Ca dirigiu para fora da cidade. Alba olhou para Ca,o se tivesse muito a dizer, mas acabou n?o fndo nada, ¡°Ca, embora tenhamos acabado de nos tornar irm?s, eu realmente te amo muito. Se apenas uma de n¨®s pudesse sobreviver, eu definitivamente te daria a chance de viver.¡± Ca estendeu a m?o e tocou suavemente o rosto de Alba, ¡°N¨®s duas temos que sobreviver e mostrar ¨¤ vov¨® e ao papai no c¨¦u que estamos bem.¡± Alba perguntou, ¡°Para onde vamos agora?¡± Ca respondeu, ¡°Faz tempo que n?o vou ¨¤ praia, quero levar voc¨º para passear ¨¤ beira-mar. A partir de amanh?, voc¨ºe?ar¨¢ a trabalhar e n?o teremos tanto tempo livre.¡± Alba respondeu alegremente. Tudo bem!¡± Cap铆tulo 1026 Cap¨ªtulo 1026 Cap¨ªtulo 1026 N?o ¨¦ que Ca fosse demasiado paranoica, ¨¦ que gostava de manter a guarda alta. Se realmente houvesse algu¨¦m espionando seus movimentos e se preparando antes d, n?o teria obtido o rt¨®rio de DNA preciso hoje. Naqu manh?, Alba acordou cedo e logo adormeceu Ca pegou a estrada para a cidade perto de Salvador o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Cerca de duas horas depois, Ca saiu da autoestrada e chegou ao centro de testes de DNA na cidade aodo de Salvador. Depois de estacionar o carro, Ca acordou Alba, ¡°Alba, chegamos, saia do carro.¡± Alba abriu os olhos sonolentos, ¡°J¨¢ chegamos na praia?¡± Ca respondeu, ¡°N?o, estamos na cidade aodo de Salvador. Consegui uma amostra de sangue da Pa, vamos fazer um teste de DNA juntas.¡± Alba estava um pouco confusa, ¡°O qu¨º?¡± Ca n?o tinha tempo para explicar, ¡°S¨® me siga, eu te explico depois.¡± Ca levou Alba para encontrar o funcion¨¢rio,pletou o registro necess¨¢rio, ambas deram amostras e ent?o esperaram silenciosamente aodo. Alba parecia muito ansiosa, ¡°E se eu n?o for sua irm? de verdade¡­¡± Ca respondeu, ¡°N?o importa se somos irm?s de sangue ou n?o, desde que voc¨º me reconhe?a como sua irm?, voc¨º ser¨¢ minha irm?.¡± Alba disse, ¡°ro que eu quero.¡± Ca segurou a m?o de Alba um tumulto interior. n?o queria ter uma m?eo Pa, mas tamb¨¦m temia que Pa n?o fosse sua m?e de verdade. Se Pa fosseprovadao n?o sendo sua m?e, significaria que sua verdadeira m?e provavelmente havia sido assassinada. Caso contr¨¢rio, seria imposs¨ªvel que algu¨¦m assumisse a sua identidade. Os resultados levariam algumas horas, Ca esperou silenciosamente por horas.. Alba saiu eprou dois sucoe algunsnches, ¡°Ca, beba um pouco de suco primeiro.¡± Ca bebeu alguns goles do suco, a do?ura realmente ajudou a melhorar seu humor, se sentiu menos tensa ap¨®s apenas alguns goles. Nesse momento, o funcion¨¢rio chamou seu nome, ¡°Srta. Barcelo, o rt¨®rio est¨¢ pronto, por favor venha ao meu escrit¨®rio.¡± Ca levou Alba para o escrit¨®rio, ¡°Como est?o os resultados?¡± O funcion¨¢rio deu a alguns rt¨®rios impressos e mostrou um gr¨¢fico depara??o dos resultados noputador, ¡°Cada um de n¨®s tem 23 pares de cromossomos, um par de genes no mesmo local em um par de cromossomos ¨¦ chamado de alelos, geralmente um vem do pai, e o outro vem da m?e. Se os alelos detectados em um ponto de DNA, um ¨¦ igual ao da m?e, o outro deve ser igual ao do pai, caso contr¨¢rio, h¨¢ um problema. N¨®sparamos detalhadamente o seu sangue a amostra que voc¨º forneceu e encontramos cinco pontos diferentes.¡± Ca engoliu em seco, nervosa, ¡°Ent?o n?o somos parentes?¡± O funcion¨¢rio assentiu, ¡°Se um ou dois pontos s?o diferentes, ainda pode ser devido ¨¤ muta??o gen¨¦tica. Mas cinco pontos diferentes, voc¨º pode descartarpletamente a r??o de parentesco.¡± All rights ? N?velDrama.Org. Ca, ¡°Existe alguma possibilidade de erro?¡± O funcion¨¢rio sorriu e respondeu:¡±A tologia de teste de paternidade de DNA est¨¢ muito avan?ada, a precis?o do teste de parentesco est¨¢ quase perto de cem por cento. Posso te dizer toda a responsabilidade, voc¨º definitivamente n?o tem r??o de parentesco o fornecedor desta amostra de sangue.¡± Cap铆tulo 1027 Cap¨ªtulo 1027 Cap¨ªtulo 1027 Este rt¨®rio de teste de DNA confirmou que a atual Pa n?o ¨¦ a m?e de Ca. A identidade de Pa, provavelmente, foi usurpada por aqu mulher. Ca perguntou novamente, ¡°E os resultados dos testes das amostras B e C, assimo Be D?¡± O funcion¨¢rio respondeu, ¡°Os resultados dos testes de B e C mostram que eles t¨ºm um rcionamento familiar. O mesmo se aplica aos resultados dos testes de Be D Ouvindo isso, Ca ficou confusa, ¡°Tem certeza que os resultados do teste de Be D mostram um rcionamento familiar?¡± B representa Ca, C ¨¦ Alba, D ¨¦ sua av¨®. e Alba s?o irm?s, ent?o ¨¦ correto que s tenham um rcionamento familiar. No entanto, no caderno da av¨® L¨ªdia, estava ramente escrito que seu pai Pedro era uma crian?a adotada, ent?o por que e a av¨® Lidia ainda mostravam um rcionamento familiar nos resultados dos testes de DNA? O caderno da av¨® L¨ªdia estava errado? Ou foi um erro da institui??o de teste de DNA? Ca n?o conseguia entender o que estava acontecendo. O funcion¨¢rio disse confian?a, ¡°Voc¨º pode olhar os resultados do teste. Posso dizer-lhe responsabilidade que as hip¨®teses de os resultados do nosso rt¨®rio estarem errados s?o quase ns.¡± ¡°Obrigada!¡± Ca pegou o rt¨®rio do teste e saiu Alba. Alba perguntou, ¡°Nem n¨®s duas somos filhas da Pa atual, ou apenas voc¨º n?o ¨¦ filha d?¡± ? ? ? ? Ca respondeu, ¡°Nenhuma de n¨®s ¨¦ filha d.¡± Alba perguntou de novo, ¡°E a nossa m?e?¡± Ao mencionar a m?e, o cora??o de Ca do¨ªao se estivesse sendo esfaqueada. respirou fundo e continuou, ¡°Alba, a nossa m?e talvez tenha sido assassinada¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Alba perguntou, ¡°Foi a atual Pa quem a matou, certo?¡± Ca assentiu, ¡°Temos que descobrir a verdade. Se a nossa m?e foi morta p atual Pa, temos que garantir que essa mulher horr¨ªvel seja punida p lei.¡± Alba perguntou, ¡°Voc¨º acha que a mulher na foto pode ser a nossa m?e?¡± Ca perguntou, ¡°Que foto?¡± Alba respondeu, ¡°Aqu foto da Pa gr¨¢vida que sempre me mostra. Eu te mostrei, voc¨º se lembra?¡± 22 32 32 32 3 Ca se lembrou, alguns dias atr¨¢s Alba realmente mostrou a uma foto de Pa gr¨¢vida. Na altura, tinhamentado que a Pa de olhos suaves da foto era muito diferente da Pa de agora. Ca disse, ¡°Parece que a atual Pa pode ter tomado o lugar da Pa na foto.¡± Alba perguntou, ¡°Quando a atual Pa substituiu a identidade da nossa m?e? Por que est¨¢ se passando p nossa m?e? Pode ser por causa da identidade da Sra. Lu¨ªs?¡± Ca negou imediatamente, ¡°A pessoa que se casou Jos¨¦ Lu¨ªs ¨¦ a atual Pa, definitivamente n?o ¨¦ a nossa m?e.¡± Alba perguntou, ¡°Por que voc¨º tem tanta certeza?¡± Ca disse, ¡°Nossa av¨®, nosso pai, e todas as pessoas em Norte de Be que conheciam nossa m?e, sempre a elogiavam que se fva n. Eles diziam que nosso pai e m?e costumavam se amar muito. Nossa m?e se tornou emocionalmente inst¨¢vel ap¨®s meu nascimento, sua personalidade mudou drasticamente, pediu o div¨®rcio ao nosso pai e deixou Norte de Be decididamente. Se realmente amasse algu¨¦m, n?o importa qu?o determinada fosse, n?o poderia deixar seu marido e uma crian?a de apenas alguns meses, poderia?¡± Alba entendeu, ¡°Voc¨º est¨¢ dizendo que quando essa mulher substituiu a identidade da nossa m?e, foi o ponto de virada na mudan?a dr¨¢stica da personalidade da possa m?e?¡± Ca pensou seriamente por um momento, e quanto mais pensava, mais acreditava nessa possibilidade. Embora nunca tenha visto sua m?e, ouviu de muitas pessoas que sua m?e e pai tinham estado muito apaixonados. Dois individuos t?o apaixonadas que nunca tinham sequer discutido antes de um deles ter uma s¨²bita mudan?a de car¨¢cter e pedir o div¨®rcio. Logo ap¨®s o div¨®rcio, deixou o Norte de Be e nunca mais voltou em mais de vinte anos. Cap铆tulo 1028 Cap¨ªtulo 1028 Cap¨ªtulo 1028 Quanto mais pensava sobre o assunto, mais sentia que tinha algo errado. Ca disse: ¡°Sim, ¨¦ bem poss¨ªvel que naqu ¨¦poca nossa m?e j¨¢ n?o fosse nossa m?e, mas sim a Pa de agora.¡± Alba perguntou: ¡°Nosso pai amava tanto nossa m?e. Ser¨¢ que ele n?o perceberia que sua esposa tinha sido trocada?¡± Ca respondeu: ¡°N?o tenho certeza do que aconteceu naqu ¨¦poca. Talvez fosse exatamente porque nosso pai amava tanto nossa m?e que ele nunca suspeitou quando aqu mulher se passou por .¡± Alba perguntou: ¡°O que vamos fazer agora?¡± Ca disse: ¡°A Pa ¨¦ quem sabe melhor o que aconteceu naqu ¨¦poca. S¨® podemos perguntar .¡± Alba perguntou: ¡°Precisa que eu fa?a algo?¡± Ca bagun?ou o cabelo de Alba e disse: ¡°Sua ¨²nica preocupa??o deve ser seu trabalho, eu cuido do resto. Vamos voltar para Salvador primeiro. Se o Marco n?o me encontrar em casa quando voltar do trabalho, ele vai ficar preocupado.¡± Alba perguntou: ¡°Voc¨º vai dormir em casa ou na casa dele hoje ¨¤ noite?¡± Ca disse: ¡°Hoje ¨¤ noite eu fico voc¨º, deixo ele sozinho na casa dele.¡± Alba disse: ¡°Voc¨º acabou de se casar o Sr. Ant?nio, deve passar mais tempo ele, n?o quero atrapalhar.¡± Ca disse: ¡°N?o quero discutir mais sobre isso, vamos para casa.¡± Ca voltou p mesma estrada, e mais de uma hora depois, saiu da autoestrada. Assim que Ca saiu da autoestrada, recebeu um telefonema de Marco Ant?nio. Ca atendeu imediatamente e assim que atendeu, ouviu a voz grave de Marco Ant?nio: ¡°Pare o carro agora!¡± Ca parou o carro imediatamente, e um carro luxuoso e familiar estava estacionado na ¨¢rea de descanso aodo. Marco Ant?nio baixou lentamente a jan do carro e olhou para . Ca perguntou: ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Marco Antonio disse: ¡°Venha para o meu carro.¡± Ca perguntou: ¡°Se eu for para o seu carro, quem vai dirigir o meu?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Eu vou pedir para Valerio levar sua irm? de volta no seu carro. Ele parecia estar de mau humor. Ca n?o ousou recusar novamente e disse a Alba: ¡°Alba, voc¨º e Valerio voltam primeiro, vou ver o que Marco quer.¡± Alba disse: ¡°Est¨¢ bem.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Ca se aproximou do carro de Marco Ant?nio. pensou que ele queria que dirigisse, ent?o foi direto para o assento do motorista. Marco Ant¨®nio abriu a porta traseira do carro, saiu do carro e disse: ¡°Voc¨º senta no banco do passageiro, eu vou dirigir.¡± Ca obedeceu e sentou no banco do passageiro. Marco Antonio ligou o carro e rapidamente entrou na estrada principal. Ca olhou para o rosto s¨¦rio dele e perguntou: ¡°O que houve? Por que voc¨º est¨¢ chateado?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Voc¨º n?o deve dirigir sozinha ultimamente, estou preocupado que seu carro possa ser prejudicado.¡± Ca sentiu uma leve trepida??o no cora??o e perguntou: ¡°Voc¨º quer dizer que¡­¡± 202E0 Marco Ant?nio tirou uma m?o do vnte, segurou a m?o de Ca e disse: ¡°Andreo queria algo, eu n?o dei a ele e estou preocupado que ele possa te machucar.¡± Ca disse: ¡°Est¨¢ bem, vou ter mais cuidado.¡± Marco Ant¨®nio disse. ¡°A partir de agora, voc¨º n?o pode sair da minha vista.¡± Cap铆tulo 1029 Cap¨ªtulo 1029 Cap¨ªtulo 1029 O tom de Marco Ant?nio erao um chefe dominador de um romance. Ca estava um pouco preocupada, mas suas pvras a fizeram rir, ¡°Tudo bem, Diretor Ant?niol¡± Marco Ant?nio, ¡°Estou discutindo algo s¨¦rio voc¨º, poderia levar a s¨¦rio o que eu digo ? Ca, ¡°Eu me lembro de suas pvras, sempre sou s¨¦ria.¡± Marco Ant?nio, ¡°¡­¡­¡± Ca continuou, ¡°Voc¨º provavelmente j¨¢ sabe o que eu fui fazer hoje, certo?¡± Marco Ant?nio acenou a cabe?a, ¡°Sim¡± Ca, ¡°Agora estou muito confusa, n?o sei em quem devo acreditar.¡± Marco Ant?nio, ¡°Explique melhor¡± Ca, ¡°No di¨¢rio da minha av¨®, escreveu ramente que meu pai n?o era seu filho biol¨®gico, mas o DNA entre eu e minha av¨® indica que temos parentesco. Devo acreditar no di¨¢rio da minha av¨®, ou no resultado do teste de DNA?¡± All rights ? N?velDrama.Org. Marco Ant?nio. ¡°Eu tamb¨¦m realizei um teste de DNA em voc¨ºs, e o resultado ¨¦ o mesmo que voc¨º mencionou. Eu garanti a autenticidade de todo o processo, ningu¨¦m poderia falsificar. Portanto, agora estamos certos de que a av¨® L¨ªdia ¨¦ sua verdadeira av¨®.¡± Ca ficou ainda mais confusa, ¡°Se a av¨® L¨ªdia ¨¦ minha verdadeira av¨®, por que escreveria um di¨¢rio que engana as pessoas?¡± Marco Ant?nio n?o teve muito contato av¨® L¨ªdia, ent?o ele n?o sabia porque escreveria um di¨¢rio falso, ¡°Voc¨º tem certeza de que a caligrafia do di¨¢rio ¨¦ da av¨® Lidia?¡± Ca, ¡°A caligrafia d ¨¦ muito singr, eu a vi desde que era crian?a, n?o poderia estar errada.¡± Marco Ant?nio, ¡°Se pudermos confirmar que o di¨¢rio foi escrito pessoalmente p av¨® Lidia, deve haver algo que n?o poderia dizer diretamente. Voc¨º se lembra de algo estranho que disse?¡± Ca estava a cabe?a confusa, ¡°Eu n?o consigo lembrar,¡± Marco Ant?nio, ¡°Venha mais perto.¡± Ca, ¡°O que?¡± Marco Ant?nio sorriu, ¡°Eu disse, venha mais perto.¡± Ca se aproximou dele, Marco Ant?nio estendeu uma m?o, gentilmente acariciando sua cabe?a, ¡°N?o se preocupe se voc¨º n?o se lembra, descanse um pouco primeiro, recupere sua energia, pense nisso mais tarde.¡± estava muito cansada na noite passada e estava ocupada o dia todo, Ca estava realmente sono, ¡°Tudo bem, vou descansar um pouco, acorde-me quando chegarmos em casa. Vendo que estava realmente se preparando para descansar, Marco Ant?nio disse novamente, ¡°Voc¨º n?o tem mais nada para me contar?¡± Ca, ¡°O que mais voc¨º quer que eu diga?¡± Marco Ant?nio, ¡°Voc¨º n?o vai me contar sobre a falsa Pa?¡± ¡°Vendo que voc¨º j¨¢ sabe, por que est¨¢ me perguntando?¡± Ca realmente n?o nejava contar a ele, pretendia encontrar uma maneira de obter as informa??es que queria de Pa. Se a falsa Pa matou sua m?e, far¨¢ a falsa Pa pagar. Marco Ant¨®nio, ¡°Eu gostaria que voc¨º me contasse diretamente.¡± Ca n?o queria que ele tivesse problemas, mas tamb¨¦m n?o pretendia mant¨º-lo em segredo, ent?o contou, ¡°Hoje fiz v¨¢rios testes de DNA e os resultados mostraram que esta Pa n?o ¨¦ minha m?e biol¨®gica. Se esta Pa n?o ¨¦ minha m?e, ent?o minha m?e biol¨®gica, a verdadeira Pa, provavelmente j¨¢ foi morta por esta Pa.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Sabendo que esta Pa ¨¦ t?o perigosa, voc¨º ainda a encontrou sozinha, at¨¦ mesmo pegou amostras d¡­ voc¨º n?o pode mais fazer coisas t?o perigosas Cap铆tulo 1030 Cap¨ªtulo 1030 Cap¨ªtulo 1030 Ca disse, ¡°Eu sei o que fazer.¡± Marco Ant¨®nio respondeu, ¡°J¨¢ecei a investigaro a falsa Pa conseguiu substituir a verdadeira Pa, e quando foi feita a substitui??o. Logo teremos resultados.¡± Ca pensou que sua investiga??o estava indo r¨¢pido o suficiente, mas ficou surpresa ao descobrir que Marco Ant?nio estava ¨¤ frente, ¡°Voc¨º j¨¢e?ou a investigar?¡± Marco Antonio respondeu, ¡°Sim, assim que os resultados sairem, eu te conto.¡± Ca perguntou, ¡°Por que voc¨º sempre est¨¢ um passo ¨¤ frente de mim?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Porque eu me importo voc¨º.¡± Ca disse. ¡°Eu¡­¡± Marco Ant?nio continuou. ¡°Vou te levar para ver dois velhos amigos.¡± Ao ouvir velhos amigos, Ca imediatamente pensou em algumas figuras importantes, ¡°Juan Pablo e Ravi Arthur vieram para Salvador? Nara Lozano e Susana Rouza vieram eles? Voc¨º pode levar Juan embora esta noite, eu gostaria de conversar Nara e Susana sozinha.¡± Pensando em ver Nara e Susana, Ca estava muito feliz. Marco Ant?nio n?o teve coragem de contrari¨¢, mas a verdade era outra, ¡°N?o s?o eles, s?o amigos realmente antigos. Voc¨º se lembra do av? Branco que te apresentei uma vez?¡± Os ¡®velhos amigos¡¯ que ele mencionou eram realmente velhos amigos. A anima??o de Ca desapareceu, ¡°ro que me lembro,o eu poderia esquecer.¡± Na ¨¦poca, Ca ainda n?o sabia que era a esposa de Marco Ant?nio. Marco Ant?nio a fez se passar por sua esposa para conhecer um velho amigo, naqu ¨¦poca aceitou na inoc¨ºncia. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Marco Ant?nio disse, ¡°Av? Branco veio para Salvador, ele quer nos ver. Hoje n?o s¨® ele estar¨¢ l¨¢, como tamb¨¦m teremos outro amigo.¡± Ca perguntou, ¡°O outro amigo ¨¦ jovem ou idoso?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Ele tamb¨¦m est¨¢ bem velho. Ele, eu e o av? Branco somos bons amigos.¡± Ca disse, Voc¨º se d¨¢ bem pessoas mais velhas.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Sim.¡± Desde pequeno, Marco Ant?nio era mais maduro e sensato que os outros da sua idade, por isso se irritava a imaturidade deles. De fato, ele fez amizade duas pessoas mais velhas. Ca perguntou, ¡°Eles t¨ºm algumportamento que n?o gostam ou algo assim? Voc¨º deveria me contar para que eu n?o diga algo errado e os chateie.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eles s?o muito am¨¢veis, especialmente jovens e crian?as. Eles doam para orfanatos todos os anos e investem na constru??o de muitas escs em ¨¢reas remotas, ajudam crian?as doentes a se curarem¡­ Em suma, eles fazem tudo que podem para ajudar as crian?as.¡± Ao mencionar o benfeitor rico, Ca imediatamente pensou em uma pessoa, ¡°Voc¨º n?o est¨¢ fndo de Dinis Camarillo, est¨¢?¡± Dinis fazia boas a??es em sil¨ºncio, sem nunca se ostentar, o fato de Ca mencion¨¢-lo surpreendeu Marco Ant?nio, ¡°Voc¨º o conhece?¡± Ca respondeu, ¡°Eu ouvi fr dele h¨¢ muito tempo.¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Como voc¨º ouviu fr dele?¡± Ca respondeu, ¡°Porque muitos dos meus colegas foram ajudados por ele.¡± Dinis era um nome que Ca conhecia h¨¢ muito tempo. Quando ainda estava na esc, soube que ele havia ajudado muitos estudantes pobres de sua esc. No ensino fundamental, ensino m¨¦dio e at¨¦ na universidade, muitos colegas de Ca foram beneficiados por Dinis, ent?o o nome dele esteve sempre durante sua vida estudantil. Marco Ant?nio disse, ¡°Entendi.¡± Ca falou, ¡°Dizem que a esposa e os filhos que ele amava profundamente morrerem em um acidente, ele ficou arrasado a tristeza e ent?oe?ou a doar dinheiro para ajudar crian?as carentes. Isso ¨¦ verdade?¡± Cap铆tulo 1031 Cap¨ªtulo 1031 Cap¨ªtulo 1031 Marco Antonio disse: ¡°Voc¨º definitivamente n?o pode mencionar isso na frente dele.¡± Ca perguntou: ¡°Ent?o todos esses rumores s?o verdadeiros?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Ele amava muito sua esposa e filhos. Depois que eles morreram, ele sofreu por um longo tempo antes de superar a dor de perd¨º-los. Durante d¨¦cadas, ele viveu sozinho. Muitos o aconselharam a se casar novamente, a ter outro filho para herdar a propriedade, mas ele sempre manteve seu estilo de vida, nunca considerou se casar novamente. Ainda me lembro dele dizendo que nesta vida s¨® amou aqu mulher, n?o h¨¢ espa?o em seu cora??o para mais ningu¨¦m.¡± Ao ouvir isso, Ca sentiu um aperto no cora??o: ¡°Como sua esposa e filhos morreram?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Eu n?o sei dos detalhes, porque ele nunca f sobre seu passado doloroso, e eu nunca perguntei.¡± Ca disse: ¡°Lucas Bento, se algo acontecerigo, n?o seja bobo, a vida ¨¦ longa, voc¨º tem que encontrar umapanheira que se preocupe voc¨º. O rosto de Marco Ant?nio escureceu imediatamente: ¡°N?o fale besteiras!¡± Ca suspirou: ¡°Por que o destino tem que torturar algu¨¦m t?o fiel e bondoso? Por que o destino n?o tortura aqueles canalhas infi¨¦is?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Descanse um pouco agora, podemos voltar para casa tarde esta noite.¡± ¡°Ok.¡± Depois de concordar, Ca se encostou na cadeira e logo adormeceu. Marco Ant?nio olhou para Ca, seus olhos por tr¨¢s dos ¨®culos prateados demonstravam quanto amor ele tinha por , um amor que n?o podia ser escondido. Cerca de meia hora depois, o carro chegou ao destino. Depois que o carro parou, Ca ainda n?o tinha acordado, e Marco Ant?nio n?o teve coragem de acord¨¢, ent?o mandou uma mensagem para os dois idosos: ¡°Voc¨ºs podem tomar um caf¨¦ e esperar por mim, vou demorar um pouco para chegar.¡± O avo Branco respondeu rapidamente: ¡°Desde que voc¨º traga Carlita para nos ver, n?o nos importamos o qu?o tarde seja.¡± Marco Ant?nio sorriu: ¡° ¨¦ mais importante para voc¨ºs do que eu?¡± O av? Branco respondeu: ¡°Se Dinis n?o quisesse ver sua esposa, n¨®s vir¨ªamos a Salvador e ir¨ªamos embora em segredo, nunca ter¨ªamos entrado em contato voc¨º.¡± Marco Ant?nio: ¡°.. De fato, os dois idosos queriam muito ver sua esposa Ca. O avo Branco logo enviou outra mensagem: ¡°Marco, ser¨¢ que Carlita n?o quer me ver?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°ro que n?o. sempre se lembra de voc¨º, acabei de dizer a que n¨®s ¨ªamos te ver, ficou muito feliz.¡± O av? Branco respondeu: ¡°¨¦ mesmo?¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. 200 2 0 0 2 2 OU LE NOZA C Marco Ant?nio respondeu: ¡°Eu j¨¢ menti para voc¨º? O avo Branco respondeu: ¡°Eu sabia que Carlita era boa, muito agrad¨¢vel, Dinis vai gostar d quando a ver. Voc¨º precisa trazer Carlita, deixe ele ver seus pr¨®prios olhos o quanto Carlita ¨¦ agrad¨¢vel.¡± Fndo de Ca, Marco Ant?nio ficou muito mais suave, ¡° trabalhou duro o dia todo, agora est¨¢ descansando no carro, estou deixando dormir mais um pouco. Quando acordar, a levarei para ver voc¨ºs.¡± ¡°J¨¢ chegamos?¡± De repente, a voz suave de Ca soou em seu ouvido. Marco Ant¨®nio virou a cabe?a, observando os olhos sonolentos d, seu cora??o parecia ter sido tocado levemente por alguma coisa, tremendo suavemente. Ca, ¡°Por que voc¨º n?o est¨¢ fndo?¡± Marco Ant?nio de repente colocou a m?o na cabe?a de Ca, puxou-a para si e a beijou profundamente. Esse beijo durou muito tempo. Quando acabaram, os l¨¢bios de Ca estavam quase inchados. olhou para ele, irritada, ¡°Como vou me apresentar aos velhos desse jeito?¡± Cap铆tulo 1032 Cap¨ªtulo 1032 Cap¨ªtulo 1032 Marco Antonio disse, Tudo bem. Eles n?o enxergam muito bem, n?o v?o notar.¡± No entanto, provou-se que a vis?o dos dois velhos era muito boa. Assim que Ca entrou no quintal, v?o Branco notou, ¡°Marco, os l¨¢bios da Carlita est?o vermelhos e inchados, certeza ¨¦ obra sua. Voc¨º j¨¢ n?o ¨¦ um garoto de dezoito anos, mas ainda age sem pensar.¡± Ca ficou t?o envergonhada que esqueceu at¨¦ de cumprimentar, s¨® queria encontrar um lugar para se esconder. O outro velho tossiu levemente, ¡°N?o seria melhor esperar Marco apresentar sua esposa antes de come?ar a fr bobagens?¡± Vo Branco respondeu, ¡°O que voc¨º disse? Eu s¨® estou preocupado a Carlita!¡± Dinis rebateu, ¡°Preocupado ? Voc¨º est¨¢ ramente tirando sarro. Voc¨º j¨¢ ¨¦ t?o velho e ainda brinca garotas, n?o sente vergonha?¡± Esses dois eram muito amigos quando jovens, mas ao envelhecerem, toda vez que se encontravam acabavam discutindo, e uma vez quee?assem, a discuss?o durava horas. Marco Ant?nio n?o queria desperdi?ar o tempo, ent?o interrompeu rapidamente, ¡°Ca, venha c¨¢, vou te apresentar. Este ¨¦ o Dinis.¡± Ca se aproximou e disse gentilmente, ¡°Muito prazer em conhec¨º-lo!¡± All rights ? N?velDrama.Org. Dinis observou Ca sem disfar?ar. Ele tinha certeza de que estava vendo Ca p primeira vez naqu noite, mas havia uma sensa??o de familiaridade indescritivel,o se eles j¨¢ se tivessem encontrado em algum lugar, ¡°Seu nome ¨¦ Ca? De onde voc¨º ¨¦?¡± Ca respondeu, ¡°Sou de Norte de Be.¡± Ao ouvir essa resposta, Dinis se sentiu um pouco desapontado, ¡°Norte de Be ¨¦ um bom lugar. Quem mais tem na sua fam¨ªlia?¡± Ca disse, ¡°S¨® restou eu e minha irm? na fam¨ªlia Barcelo.¡± Ao tocar sem querer em uma lembran?a triste d, Dinis se sentiu um pouco mal, ¡°Desculpe!¡± Ca sorriu e disse, ¡°Tudo bem.¡± Dinis continuou, ¡°Voc¨º e Marco sentem-se. J¨¢ s?o oito da noite, voc¨º deve estar fome, vou mandar servirem aida.¡± V? Branco olhou para Dinis e disse, ¡°Agora voc¨º acredita no que eu disse. Eu disse que Carlita ¨¦ encantadora, voc¨º deveria confiar no meu bom gosto e n?o discordar.¡± Dinis respondeu, ¡°Quem disse que eu gosto d?¡± V? Branco rebateu, ¡°Se voc¨º n?o gosta d, ent?o fique longe, eu vou sentar aodo d.¡± Dinis respondeu, ¡°Vou sentar aodo d, conversar um pouco mais, talvez eu possa ver suas qualidades e admitir que Marco fez uma boa escolha.¡± Marco Ant?nio interrompeu, ¡°Ca ¨¦ muito boa, ¨²nica.¡± Dinis respondeu, ¡°Eu n?o disse que Ca n?o ¨¦ boa.¡± Se ele realmente achasse que Ca n?o era boa, ele n?o fria . Justamente porque ele achava que Ca era boa, ele disse essas coisas. V? Branco disse, ¡°Marco, ele s¨® n?o quer admitir.¡± Dinis disse, ¡°Mesmo que voc¨º n?o fale, ningu¨¦m vai pensar que voc¨º ¨¦ mudo.¡± Vo Branco respondeu: ¡°Se eu n?o fr e s¨® voc¨¦ fr, vai deixar todo mundo vergonha.¡± Dinis rebateu: ¡°Experimente se cr e veja se eu vou deixar todo mundo vergonha.¡± Os dois velhose?aram a discutir novamente. Ca ouvia, sentindo um calor acolhedor. O cabelo de Dinis estava branco, diziam que ele e vo Branco eram da mesma idade, mas Dinis parecia ser muito mais velho, N?o se sabe se era por causa do seu envolvimento a caridade, ou porque sua esposa e filhos morreram precocemente, causando um grande impacto nele¡­ Cap铆tulo 1033 Cap¨ªtulo 1033 Cap¨ªtulo 1033 Marco Ant?nio n?o acalmou a discuss?o, apenas passou um bife para Ca, ¡°Isso foiprado especialmente para voc¨º pelo avo Branco, quer experimentar? Ca deu uma mordida, ¡°Isso deve ser carne de verdade, o sabor ¨¦ muito bom.¡± T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Marco Ant¨®nio perguntou, ¡°Existe carne falsa?¡± Ca respondeu, ¡°Alguns restaurantes fazem bifes outros tipos de carne, eles usam carne de baixa qualidade para alta qualidade, as de baixas qualidades n?o tem gosto de carne de verdade. Mas ¨¦ ro, n?o s?o caras,o a carne de verdade.¡± Marco Ant?nio passou outro bife para Ca, ¡°Ent?oa mais hoje.¡± Ca olhou para cima e perguntou, ¡°At¨¦ quando aqueles dois v?o discutir?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°¨¦ s¨® a maneira deles mostrarem que se importam um o outro, n?o ligue, deixe-os discutir.¡± Dinis se virou para eles, Voc¨ºs s?o insens¨ªveis, n¨®s estamos discutindo e voc¨ºs est?oendo tranqumente.¡± Marco Ant?nio riu e disse, ¡°Voc¨ºs sempre brigam quando est?o juntos, e sentem saudades um do outro quando n?o se veem, eu j¨¢ me acostumei.¡± Avo Branco disse, ¡°Ent?o, se voc¨ºs j¨¢ est?o acostumados, podem nos ignorar? Vamos parar de discutir, ou eles v?oe?ar a nos zombar.¡± Dinis passou um peda?o de costeleta de porco para o av? Branco, ¡°Esta ¨¦ a sua costeleta de porco favorita. Experimente, ¨¦ t?o boa quanto a que sua esposa fazia?¡± Avo Branco respondeu, ¡°A costeleta de porco da minha esposa era a melhor do mundo, ¨¦ uma pena que eu nunca mais podereier.¡± Dinis deu um tapinha nas costas do av? Branco, ¡°Todo mundo tem que partir um dia, ¨¦ s¨® uma quest?o de partir mais cedo ou mais tarde. esteve voc¨º por d¨¦cadas, voc¨º deveria estar satisfeito, n?oo eu¡­¡± Dinis parou antes de terminar, ¡°Carlita, voc¨º quer uma costeleta de porco? Este restaurante faz muito bem.¡± Av? Branco disse, ¡°Carlita certamente n?o vaier, eu pedi para uma sda de legumes que as garotas jovens gostam deer. Hoje em dia, est¨¢ na moda ser magra, uma garota ¨¦ considerada bonita se parecer um esqueleto, eu n?o entendo quando essa vis?o est¨¦tica doentiae?ou a ganhar popridade. Carlita, voc¨º est¨¢ ¨®tima do jeito que est¨¢, n?opare-se essas celebridades, esses corpos que parecem esqueletos n?o s?o normais.¡± Ca riu e deu uma mordida na costeleta de porco, ¡°Euo costeleta de porco. Qual garota n?o querer o que gosta? Ningu¨¦m quer limitar sua dieta. Mas,o o av? Branco disse, o padr?o de beleza predominante na sociedade atual ¨¦ ser magra, as garotas que s?o um pouco mais gordas s?o criticadas, at¨¦ mesmo achar um emprego fica dificil. Por exemplo, no meu trabalho atual, se eu pesasse dez quilos a mais, eu nunca teria tido a oportunidade de entrar no Grupo Ant?nioo secret¨¢ria do presidente, muito menos de me tornar assistente do Diretor Ant?nio.¡± Marco Ant?nio ouviu, mas n?o disse nada, ele apenas guardou as pvras de Ca em sua mente. O Grupo Ant?nio ¨¦ uma das empresas mais famosas do mundo, se o Grupo Ant?nioe?ar a mudar seus padr?es de beleza, contratar funcion¨¢rias por suas habilidades e car¨¢ter, e n?o por sua apar¨ºncia e corpo, certamentee?ar¨¢ a influenciar o padr?o de beleza dominante. Avo Branco disse, ¡°Eu realmente n?o sei quem veio essa vis?o est¨¦tica t?o anormal, isso ¨¦ ramente uma forma de reduzir o espa?o para as mulheres viverem.¡± Dinis disse, Voc¨º tem essa consci¨ºncia, muito bom.¡± Av? Branco disse, ¡°Minha m?e era mulher, minha esposa era mulher, minha filha ¨¦ mulher¡­ se n?o fossem as mulheres, n?o estar¨ªamos aqui. Mas, algumas pessoas t¨ºm tanta maldade contra as mulheres, parece que n?o nasceram de uma.¡± Cap铆tulo 1034 Cap¨ªtulo 1034 Cap¨ªtulo 1034 Dinis disse suavemente, ¡°Se a press?o social sobre as mulheres n?o fosse t?o grande, minha familia n?o teria¡­¡± Se esses rumores e mal-entendidos n?o tivessem acontecido, eles n?o teriam¡­ Mas, no final das contas, a pessoa que realmente deveria ser responsabilizada era ele. Se ele tivesse sempre aodo deles, eles n?o teriam escolhido esse caminho desesperado. Lembrando-se do passado, os olhos de Dinis encheram-se de l¨¢grimas,o se ele tivesse envelhecido repentinamente. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Vo Branco entendeu e rapidamente mudou de assunto, ¡°Ca, nos conte, Marco trata voc¨º bem?¡± ¡°Ele ¨¦ muito bom para mim Ca olhou para Marco Ant?nio e continuou, ¡°Eu acho que o Marco ¨¦ t?o bom para mim por causa da influ¨ºncia de voc¨ºs. Ao ouvir isso, ambos os idosos sentiram-se muito orgulhosos e disseram juntos, ¡°¨¦ ro, n¨®s sempre ensinamos a ele que um homem pode n?o ter realiza??es, mas nunca pode maltratar sua esposa. Apenas um homem que trata bem a sua esposa pode ter uma boa vida.¡± Ca disse. ¡°Essas pvras fazem muito sentido.¡± Dinis falou, ¡°Marco, Ca ¨¦ realmente incrivel, voc¨º n?o pode decepcion¨¢.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu nunca a decepcionarei.¡± Dinis estreitou os olhos, fndo s¨¦rio, ¡°Se voc¨º pensar em decepcion¨¢, vou fazer voc¨º pagar.¡± Apesar de Dinis ter ajudado muitas pessoas, ele era uma pessoa solit¨¢ria e raramente conversava. Marco Ant?nio o conhecia h¨¢ quase vinte anos e nunca o viu se importando tanto algu¨¦m. Marco Ant?nio n?o p?de deixar de olhar para Dinis novamente, ¡°Ca ¨¦ minha esposa.¡± Dinis respondeu, ¡°E da¨ª que ¨¦ sua esposa? H¨¢ tantas pessoas se divorciando hoje em dia.¡± Ao ouvir isso, a express?o de Marco Ant?nio imediatamente mudou. V? Branco, sabendo que Dinis havia tocado num ponto sens¨ªvel para Marco Ant?nio, rapidamente aliviou a tens?o, ¡°Conhe?o ele h¨¢ tantos anos, nunca o vi t?o preocupado algu¨¦m. Parece que ele realmente gosta da Ca. ro, ¨¦ porque Ca ¨¦ muito agrad¨¢vel.¡± ¡°Obrigada por gostarem de mim, eu tamb¨¦m gosto muito de voc¨ºs.¡± Ca n?o sabia por que eles gostavam d, mas realmente gostava deles. A posi??o dos dois idosos era algo a que nunca poderia desejar em sua vida, mas eles lhe davam a sensa??o de serem pessoasuns, muito amig¨¢veis. V? Branco continuou, ¡°Desde que te vi na ¨²ltima vez em Cidade Capital, eu quis te ver de novo. Eu disse para Marco v¨¢rias vezes para te trazer para Cidade Capital, mas sempre est¨¢vamos ocupados com trabalho. Como n?o conseguimos te convidar, viemos n¨®s mesmos para Salvador.¡± Ca ficou um pouco surpresa, ¡°Voc¨ºs vieram especificamente para Salvador para me ver?¡± V? Branco respondeu, ¡°O que mais seria? Voc¨º acha que o Marco merece que a gente venha especialmente para Salvador para v¨º-lo?¡± Ca disse, ¡°Marco tamb¨¦m ¨¦ muito bom.¡± Vo Branco disse, ¡°Marco n?o ¨¦ apenas bom, ele ¨¦ excepcional.¡± Dinis de repente disse, ¡°Por que eu sinto de repente que o Marco n?o ¨¦ digno da Carlita?¡± Cap铆tulo 1035 Cap¨ªtulo 1035 Cap¨ªtulo 1035 Marco Ant¨®nio n?o permitia que ningu¨¦m fsse bobagem, ¡°N?o importa se ¨¦ramos um par ou n?o, n¨®s ¨¦ramos casados. sempre ser¨¢ minha.¡± ¡°Sua? Voc¨º ¨¦ muito arrogante.¡± Dinis levantou uma sobrancelha, colocando maisida no prato de Ca, ¡°Carlita, acho que nos damos bem, devemos trocar contatos. Se precisar de alguma coisa, fale comigo.¡± Ca, ¡°ro!¡± Vov? Branco tamb¨¦m falou, ¡°Carlita, troquemos contatos tamb¨¦m. Da ¨²ltima vez, n?o peguei seu n¨²mero e me arrependi. Se tiver algum problema, mesmo que seja Marco Ant?nio, pode me fr Eu prometo apoiar voc¨º.¡± Ca, anotando os contatos dos dois homens, sorriu, ¡°Com voc¨ºs me protegendo, posso viver despreocupadamente em qualquer lugar deste pa¨ªs, certo?* Vov? Branco disse, ¡®ro. Especialmente o Dinis, que tem um status t?o elevado. Com o apoio dele, nem esse homem ao seudo pensaria em machuc¨¢.¡± Dinis n?o era apenas um empres¨¢rio, sua fam¨ªlia tinha um grande poder, mas sempre foram muito discretos, raramente discutidos na sociedade. Ca disse, ¡°Marco Ant?nio ¨¦ meu marido e sempre me cuidou. Nunca me maltratou.¡± Marco Ant?nio, que estava de mau humor, rapidamente se animou as pvras de Ca. Elen?ou um olhar vitorioso para os dois homens,o se estivesse dizendo, ¡°Vejam, n?o importa o que voc¨ºs digam, enquanto eu tiver Ca ao meudo, ¨¦ o suficiente.¡± Dinis olhou para Marco Ant?nio desgosto, ¡°Os homens enganam as mulheres o tempo todo. ¨¦ melhor voc¨º ficar sempre alerta, isso ¨¦ para o seu pr¨®prio bem.¡± Ca se posicionou, ¡°Eu posso desconfiar de qualquer um, mas eu confio em Marco Ant?nio.¡± Dinis, ¡°Outra garota inocente¡­¡± Vov¨® Branco, ¡°Quem mais ¨¦ uma garota inocente?¡± Dinis n?o respondeu, continuou a colocarida no prato de Ca. Por alguma raz?o, quanto mais ele olhava para Ca, mais ele sentia uma estranha afinidade . Gra?as ¨¤ aten??o especial dos dois homens, Caeu tanto que se sentiu desconfort¨¢vel no caminho de casa. Marco Ant?nio, ¡°Garota boba, se voc¨º n?o consegueer mais, n?o force. N?o se esforce tanto.¡± Ca disse, ¡°Eles foram t?o bonsigo, t?o acolhedores, eu n?o poderia recusar.¡± Marco Antonio, ¡°A primeira coisa para crescer ¨¦ aprender a dizer n?o. Quando voc¨º aprender a dizer n?o, ai sim voc¨º vai mudar.¡± Ca, ¡°Eu posso dizer n?o para os outros, mas n?o para aqueles que s?o bons para mim.¡± Marco Ant?nio, ¡°Mas voc¨º tem que aprender aos poucos.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ca queria dizer algo, mas estava se sentindo mal. encostou na cadeira, ¡°Estou sem for?as para fr, vou descansar um pouco. Me acorde quando chegarmos em casa.¡± ¡°Certo.¡± Marco Ant?nio dirigiu em dire??o ao Distrito da Lua Azul. Logo, ele ouviu um gemido baixo de Ca. Marco Ant?nio tocou sua testa, ¡°Voc¨º est¨¢ se sentindo mal? Vou te levar ao hospital para te darem algo para a digest?o.¡± Ca virou-se, olhando para Marco Ant?nio o rosto envergonhado, ¡°Acho que n?o ¨¦ s¨® quei demais¡­ acho que estou menstruada¡­¡± O rosto de Marco Ant?nio tamb¨¦m ficou envergonhado, ¡°O que devemos fazer agora?¡± Ele realmente n?o tinha experi¨ºncia isso. Ca apontou para frente, ¡°H¨¢ uma loja de conveni¨ºncia ali na frente. Estacione o carro l¨¢, vou comprar um pacote de absorventes.¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡°Eu vouprar, voc¨º me espera no carro,¡± Ca perguntou, Tem certeza?¡± Muitos homens r¨¦sistem emprar absorventes para suas esposas ou namoradas, considerando isso uma situa??o constragedora. nunca imaginou que ele,o presidente do Grupo Ant?nio, estaria disposto a fazer algo que muitos rapazes considerariam constrangedor. Marco Ant?nio n?o disse nada, simplesmente estacionou o carro ¨¤ beira da estrada, ¡°Me espera, j¨¢ volto.¡± Cap铆tulo 1036 Cap¨ªtulo 1036 Cap¨ªtulo 1036 Ele saiu do carro e, sem hesitar, caminhou at¨¦ a loja de conveni¨ºncia ¨¤ beira da estrada. Ca observou sua silhueta reta, sentindo uma onda de calor inundar seu cora??o. Como Maria havia dito, devia ter feito muitas boas a??es em sua vida passada por ter a chance de conhecer Marco Antonio nesta vida e se tornar sua esposa. realmente tinha que agradecer a si mesma em sua vida passada, se n?o tivesse feito coisas boas, jamais teria conhecido Marco Ant?nio. Em poucos minutos, Ca viu Marco Ant?nio saindo da loja um grande saco. Por que eleprou tantas coisas? O que eleprou? Marco Ant?nio se aproximou, abriu a bolsa para mostrar a , ¡°Eu n?o sabia que existiam tantas marcas e tipos de absorventes, e n?o sabia qual voc¨º usava, ent?oprei um pacote de cada marca e tipo na loja.¡± Ca escolheu a marca que costumava usar, ¡°Estes s?o bons para mim, voc¨º pode devolver o resto. S?o muitos, n?o consigo usar tudo, n?o podemos desperdi?ar pensou que Marco Ant?nio acharia um inc?modo e diria que n?o vai devolver, apenas jogar fora. Mas ele n?o fez isso, obedientemente retornou ¨¤ loja a bolsa para devolver os itens. Ca aproveitou essa oportunidade para encontrar um banheiro p¨²blico nodo da estrada. Depois de uma r¨¢pida limpeza, seu est?mago n?o estava mais t?o desconfort¨¢vel. voltou ao carro, e Marco Ant?nio tamb¨¦m havia retornado. Ele passou a m?o sobre o est?mago d, ¡°Ainda d¨®i?¡± Ca bn?ou a cabe?a, ¡± Estou muito melhor.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Ent?o se ode, vamos para casa primeiro.¡± Ca disse, ¡°Tudo bem.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Marco Ant?nio dirigiu o carro de volta para o Distrito da Lua Azul, de volta ¨¤ grande casa que ele havia comprado. Chegando em casa, ele odou Ca no sof¨¢, voltou para o quarto e pegou um cobertor leve para cobri, ¡°Espere um momento, vou fazer uma sopa quente para voc¨º.¡± Ca disse, ¡°Acho que n?o temos ingredientes em casa?¡± Marco Ant?nio disse, ¡®Eu j¨¢ mandei trazer.¡± Assim que ele terminou de fr, a campainha tocou. Marco Ant?nio abriu a porta para pegar os ingredientes e disse a Ca, ¡°Fique deitada, n?o se mexa.¡± Ca respondeu, ¡°Tudo bem.¡± Talvez por causa do desconforto no est?mago, ou porque estava realmente cansada, Ca adormeceu assim que deitou. n?o sabia quanto tempo havia dormido, mase?ou a ter pesadelos, sonhando que v¨¢rios lobos a estavam perseguindo. queria correr, mas suas pernas estavam amarradas, n?o conseguia se mexer. Justo quando os lobos estavam prestes a devor¨¢, a voz profunda de Marco Ant?nio a acordou do pesadelo. Ca abriu os olhos de repente, estendeu os bra?os e abra?ou Marco Ant?nio for?a, ¡°Lucas Bento¡­¡± Marco Ant?nio acariciou suas costas suavemente, ¡°Voc¨º est¨¢ tendo pesadelos de novo?¡± Ca assentiu, ¡°Sim.¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡°N?o tenha medo, eu estou aqui.¡± Ca disse, ¡°Com voc¨º aqui, eu n?o tenho medo de nada. Marco Ant?nio ficou um pouco surpreso, ent?o disse, ¡°A sopa est¨¢ pronta, levante-se e beba um pouco.¡± Cap铆tulo 1037 Cap¨ªtulo 1037 Cap¨ªtulo 1037 Ca estava confortavelmente deitada no sof¨¢, sem for?as e sem vontade de se mexer: ¡°N?o quero levantar.¡± ¡°Se voc¨º n?o quer se levantar, continue deitada¡± Marco Ant?nio pegou uma almofada e a colocou atr¨¢s de Ca, depois se virou para pegar uma sopa e a entregou cuidadosamente ¨¤ boca de Ca. ¡°Toma um gole.¡± Ca bebeu um gole, depois olhou para ele. ¡°Como voc¨º sabia que uma sopa quente me faria sentir melhor durante a minha menstrua??o? Voc¨º j¨¢ fez sopa para outras garotas antes?¡± Marco Ant?nio olhou para e falou seriamente: ¡°S¨® tenho voc¨º, nunca tive outra mulher.¡± Ca sabia que ele nunca teve outra mulher, s¨® queria provoc¨¢-lo. Vendo a seriedade dele, perdeu a vontade de provoc¨¢-lo e acabou a sopa em poucos goles. Depois de beber, Marco Ant?nio retirou a almofada que estava atr¨¢s d, a abra?ou e colocou a m?o forte em sua barriga, massageando suavemente. A for?a dele era t?o leve que estava fazendo c¨®cegas, Ca se encolheu. ¡°C¨®cegas!¡± Marco Ant?nio: ¡°Ent?o eu paro?¡± Mesmo que ele parasse, o calor dele ainda passava atrav¨¦s de suas m?os fortes e cont¨ªnuas para Ca, era muito confort¨¢vel. N?o se sabe se foi a sopa que fez efeito, ou se as m?os dele eram muito quentes, mas em pouco tempo a barriga de Ca se sentiu surpreendentemente melhor. ¡°Acho que n?o estou me sentindo t?o mal.¡± Marco Antonio: ¡°Continue deitada por um tempo, logo voc¨º deve estar bem, depois pode tomar um banho.¡± Ca se aconchegou nos bra?os dele. ¡°Lucas Bento¡­¡± Marco Ant?nio: ¡°O que?¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Ca: ¡°Voc¨º vai realmente ficarigo para sempre? N¨®s realmente podemos ficar juntos para sempre? Estou muito medo de que tudo que est¨¢ acontecendo agora seja uma ilus?o, fico medo de viver sozinha no futuro.¡± Antes, quando estava menstruada, n?o tinha ningu¨¦m para cuidar d, tinha que passar por tudo sozinha. Agora tinha Marco Ant?nio ao seudo, aliviando sua dor, era muito reconfortante, mas Ca tamb¨¦m tinha muitas preocupa??es. estava acostumada os cuidados dele, se um dia ele a deixasse, ou parasse de cuidar d, n?o sabia se conseguiria se adaptar. Marco Ant?nio: ¡°Se quisermos ficar juntos para sempre, vamos conseguir.¡± Ca falou baixinho: ¡°Quem sabe¡­¡± Marco Ant?nio: ¡°Por que voc¨º est¨¢ fndo coisas t?o negativas de repente?¡± Ca: ¡°Isso n?o ¨¦ negativo, ¨¦ s¨® que o que aconteceu Dinis me fez pensar.¡± Marco Ant?nio: ¡°Cada um tem seu pr¨®prio destino!¡± Ca continuou fndoo se n?o tivesse ouvido o Marco Ant?nio: ¡°Ele amava tanto a esposa, mas e o filho dele deixaram este mundo muito cedo, deixando-o sozinho. Os anos ap¨®s a partida deles foram de muita dor para ele.¡± Ca estava muito preocupada a situa??o de Dinis, e Marco Ant?nio n?o queria que se preocupasse demais. ¡°Vamos mudar de assunto.¡± Mas Ca s¨® queria uma resposta ra, queria entenderpletamente a situa??o. ¡°Voc¨º realmente n?o sabe nada sobre a esposa de Dinis?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Sei de algumas coisas, mas n?o em detalhes, e n?o posso confirmar se s?o verdadeiras ou n?o.¡± Cap铆tulo 1038 Cap¨ªtulo 1038 Cap¨ªtulo 1038 Ca disse, ¡®Me conta.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ca estava muito interessada na hist¨®ria de Dinis, e Marco Ant?nio n?o queria acabar seu entusiasmo, ent?o ele explicou detalhadamente, ¡°A morte da esposa e do filho de Dinis parece ser por causa da sua fam¨ªlia.¡± Ca se levantou rapidamente, ¡°S¨¦rio? Foi a familia dele que causou a morte de sua esposa e filho? Como pode existir pessoas t?o malvadas no mundo¡­¡± Marco Ant?nio a acalmou e a convenceu a sentar no sof¨¢ novamente, ¡°N?o se exalte, deixe-me terminar de contar.¡± Ca disse, ¡®F.¡± Marco Ant?nio continuou a explicar, ¡°A fam¨ªlia de Dinis ¨¦ uma t¨ªpica fam¨ªlia aristocrata na Cidade capital. Quem ele iria casar j¨¢ estava decidido desde o momento em que ele nasceu. Mas Dinis n?o estava satisfeito quem a fam¨ªlia escolheu para ele casar, e tentou por v¨¢rias vezes desfazer o noivado, mas sempre foi rejeitado por ambas as fam¨ªlias.¡± Ca disse um suspiro. ¡°Os casamentos em fam¨ªlias ricas sempre envolvem interesses, nunca consideram os sentimentos das crian?as. Talvez as crian?as sejam apenas ferramentas para expandir a fam¨ªlia, ningu¨¦m se importa se eles s?o realmente felizes ou n?o.¡± Depois de dizer isso, Ca percebeu que poderia ter tocado em um ponto sens¨ªvel de Marco Ant?nio, ¡°Lucas Bento, eu n?o estou culpando a familia de Ant?nio. Marco Ant?nio gentilmente bagun?ou o cabelo d, ¡°Voc¨º ainda quer ouvir sobre Dinis?¡± Ca acenou a cabe?a, ¡°Quero ouvir.¡± Marco Ant?nio continuou, ¡°A not¨ªcia de que Dinis queria desfazer o noivado rapidamente chegou aos ouvidos de sua noiva. Depois de saber disso, encontrou uma maneira de convid¨¢-lo para se encontrarem. disse a ele que tamb¨¦m amava outro homem e n?o queria se casar ele. Elesbinaram que iriam fugir juntos da fam¨ªlia e resistir a esse casamento arranjado injusto.¡± Ca perguntou, ¡°A menina fugiu? ficou o garoto que amava? foi feliz?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°A garota ficou o garoto que amava, e eles foram muito felizes. Hoje eles t¨ºm mais de 90 anos e ambos t¨ºm boa sa¨²de.¡± Ca perguntou, ¡°Voc¨º os conhece?¡± Marco Ant¨®nio assentiu, ¡°Dinis e a garota n?o queriam se tornar marido e mulher, mas se tornaram melhores amigos, eles mantiveram contato regrmente e eu tamb¨¦m os conhe?o.¡± Ca disse,¡±Que bom! Voc¨º pode me contaro Dinis conheceu sua esposa?¡± Marco Ant?nio disse, ¡®Depois de fugir da Cidade capital, Dinis chegou ao Vale Esmeralda, onde conheceu sua esposa. A esposa de Dinis era filha de uma familiaum, dizem que Dinis se apaixonou por ¨¤ primeira vista. Dinis era bonito e vindo da Cidade capital, poucas garotas poderiam resistir ao seu charme. Em sua insist¨ºncia, sua esposa rapidamente o aceitou. Eles se casaram e tiveram um filho. Naqu ¨¦poca, o av? de Dinis estava gravemente doente, ele voltou para a Cidade capital para v¨º-lo e quando voltou, sua esposa e filho j¨¢ estavam mortos.¡± Ca perguntou, ¡°Foi um acidente?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Supostamente foi um acidente. A fam¨ªlia de Camarillo n?o aceitaram a garota de uma fam¨ªliaum, mas n?o iriam rejeitar o filho de Dinis.¡± ¡°Dinis deve ter ficado muito triste.¡± Ca se sentiu muito triste apenas ouvindo essa hist¨®ria, parecia que estava sufocando. nem se atrevia a imaginar a dor dele, quando Dinis partiu, tudo estava bem, mas quando voltou, sua esposa e filho j¨¢ estavam mortos, isso deve ter sido desesperador. Marco Ant?nio disse, ¡°N?o sei o qu?o desesperado ele estava naqu ¨¦poca, mas sei que por d¨¦cadas, ele n?o conseguiu se libertar da culpa. ¡°V? Camarillo sempre dizia qu¨¦, se ele n?o tivesse voltado para a cidade grande naquele tempo, sua esposa e filhos ainda estariam vivos e bem.¡± Ca apertou o bra?o de Marco Ant?nio, ¡°N?o podemos ver se o acidente ou o futuro vir¨¢ primeiro. Devemos valorizar cada dia, para n?o nos arrependermos quando o perdermos.¡± Cap铆tulo 1039 Cap¨ªtulo 1039 Cap¨ªtulo 1039 Marco Ant¨®nio abra?ou Ca for?a, ¡°Sim¡± Carta se odou confortavelmente em seus bra?os, ¡°Estou me sentindo muito melhor agora, preciso tomar um banho e depois ir dormir. Amanh? irei ao escrit¨®rio voc¨º¡±. Rapidamente, Marco Ant?nio a levantou em seus bra?os, ¡°Deixe-me ajud¨¢ a tomar banho¡±. Ca, assustada, o empurrou rapidamente, ¡°Estou no meu per¨ªodo menstrual, n?o fa?a besteira.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°O que voc¨º est¨¢ pensando? Eu n?o me preocuparia a sua condi??o f¨ªsica?¡± Envergonhada, Ca escondeu o rosto em seu peito. N?o era que gostasse de pensar demais, apenas a atitude dele na noite anterior foi muito ium, ainda mais selvagem que uma fera, o que a assustou. No entanto, Marco Ant?nio mostrou suas a??es que ele apenas queria ajud¨¢ a tomar banho, sem nenhum outro pensamento. Depois do banho, Ca rapidamente adormeceu na macia cama grande. Com Marco Ant?nio ao seudo, dormiu profundamente, sem ter nenhum pesadelo. Marco Ant?nio a observou enquanto dormia por um longo tempo, deu-lhe um beijo na testa e saiu do quarto o celr na m?o, indo para a varanda da s. Ele encontrou um n¨²mero e ligou, ¡°Fale¡±. Do outrodo da linha, a voz de Bruco Henrique ecoou, ¡°Diretor Antonio, descobrimos algo. A verdadeira Pa morreu ha vinte anos ao dar ¨¤ luz Yumi Luis¡±. Marco Ant?nio ajustou seus ¨®culos, um olhar afiado de inten??o assassina brilhando em seus olhos, ¡°Eu preciso ver a prova concreta¡±. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Bruco, Temo que n?o possamos encontrar seu corpo¡±. Marco Ant?nio, ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± Um simples tom de interroga??o, mas que carregava uma press?o intensa. Bruco rapidamente explicou, ¡°Encontramos Ricardo, usamos alguns truques e descobrimos que a atual Pa ¨¦ na verdade a irm? g¨ºmea da verdadeira Pa¡±. Marco Ant?nio, ¡°Pa tem uma irm? g¨ºmea? Por que voc¨ºs n?o descobriram isso antes?¡± Bruco explicou, ¡°Ningu¨¦m havia pensado nisso antes e apenas poucas pessoas sabiam disso, uma ds ¨¦ a atual Pa, Ricardo e possivelmente Jos¨¦¡±.. Marco Ant¨®nio, ¡°Explique em detalhes¡±. Bruco continuou, ¡°Ricardo ¨¦ um bandido, conhece muitas pessoas e n?o tem medo de morrer, n?o conseguimos faz¨º-lo revr as informa??es que quer¨ªamos. No final, Bruno teve a ideia de fazer algu¨¦m se passar p atual Pa para contatar Ricardo e finalmente conseguiu faz¨º-lo fr¡±. Marco Ant?nio, ¡°Voc¨ºs usaram tologia de intelig¨ºncia artificial?¡± Cap铆tulo 1040 Cap¨ªtulo 1040 Cap¨ªtulo 1040 Bruco acenou em concordancia, ¡°Ele ¨¦ bastante teimoso, mas ¨¦ leal ¨¤ Pa falsa. Assim que recebe uma chamada de video da Pa, ao ver o rosto d, ele n?o sabia se era verdadeiro ou falso, mas corre para alertar a Pa, dizendo que algu¨¦m pode j¨¢ ter descoberto sua verdadeira identidade. Depois de entender a importancia que ele dava ¨¤ Pa, sab¨ªamos que ele tinha um ponto fraco, o que facilitou nossas a??es a seguir. Depois, apenas alguns pequenos truques, conseguimos faz¨º-lo confessar tudo que havia acontecido antes.¡± Marco Ant?nio riu sarcasmo, Ricardo ¨¦ muito esperto, talvez ele j¨¢ tenha percebido as falhas, apenas estava cborando na encena??o.¡± Bruco engoliu em seco, nervoso, ¡°A rea??o dele n?o parecia que ele sabia,¡° Marco Ant?nio, ¡°N?o importa se ele viu atrav¨¦s de voc¨ºs ou n?o, continue contando o que voc¨ºs descobriram dele.¡± Bruco continuou, ¡°Naquele ano, a fam¨ªlia de Souza teve g¨¦meas, mas por algumas raz?es que n?o podiam confessar, apenas uma das filhas foi anunciada, e a outra filha, sem nome, foi mantida no por?o da casa. A crian?a trancada no por?o ¨¦ a Pa de agora.¡± Marco Ant?nio ouviu e riu friamente em seu cora??o. Aparentemente, n?o eram apenas seus pr¨®prios pais que eram malvados, mas tamb¨¦m havia pais ainda mais frios e crudis. Bruco n?o notou a mudan?a de express?o de Marco Ant¨®nio e continuou, ¡°Originalmente, a atual Pa n?o achava que havia nada de errado a vida no por?o, at¨¦ que um dia sua irm? Pa descobriu que estava trancada no por?o e disse a que havia um mundo maravilhoso l¨¢ fora. Sua irm? tentou salv¨¢, mas foi fortemente criticada pelos pais. Incapaz de tir¨¢ de l¨¢, sua irm? ia ao por?o todos os dias para ficar , contando a sobre muitas coisas do mundo exterior, fazendo que anssse pelo mundo exterior. Um dia, sua irm? ficou no por?o em seu lugar, e saiu p primeira vez do lugar que a aprisionava h¨¢ muitos anos, sob a identidade de sua irm?. viu o mundo exterior p primeira vez e percebeu qu?o rica e colorida era a vida. Como esperado, os pais descobriram rapidamente que s haviam trocado de identidade. Eles trancaram novamente a Pa, e n?o permitiram que sua irm? se encontrasse . achava que sua irm? a amava muito e viria v¨º. No entanto, ap¨®s uma longa espera, quando ja n?o conseguia mais aguentar, sua irm? finalmente veio. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Sua irm? lhe disse que seus pais haviam morrido e que era agora livre, ningu¨¦m mais poderia prend¨º. Naquele momento, n?o estava feliz, um pensamento maligno surgiu em sua mente. queria substituir a irm?¡­. Sua irm? n?o tinha ideia do que estava pensando, e estava ansiosa para libert¨¢, mas recusou. A raz?o p qual n?o queria sair era simples, havia passado vinte anos no por?o, n?o entendia o mundo exterior, estava medo de n?o conseguir se adaptar. Ent?o, fez sua irm? alugar uma casa para fora e contratou um professor para ensin¨¢ a ler. era uma pessoa inteligente e aprendia r¨¢pido, e logo se adaptou ¨¤ vida na sociedade. Mais tarde, sua irm? se casou e teve filhos, mas n?o lhe contou. Quando descobriu, ficou muito chateada, ent?o trancou sua irm? no por?o onde havia sido presa, fingiu ser sua irm? e tentou se divorciar. No entanto, o homem chamado Pedro era muito apaixonado p Pa, n?o importava o que fizesse, aquele homem n?o concordava o div¨®rcio, e ainda era muito bom para . S¨® depois que amea?ou se matar, aquele homem ficou medo e concordou em se divorciar. Ap¨®s o div¨®rcio, deixou sua irm? sair e se encontrar aquele homem, eles voltaram a ter um rcionamento, ent?o Yumi nasceu. Marco Ant?nio perguntou, ¡°A verdadeira Pa foi libertada, por que n?o contou a verdade ao marido?¡± Bruco disse, ¡°Porque a Pa falsa era muito esperta, a Ca, que tinha apenas alguns meses, estava em suas m?os. Qualquer passo em falso da verdadeira Pa, poderia amea?ar a vida de Ca. E ainda tinha o Ricardoo c¨²mplice, o cara ficava sempre de olho em cada movimento da verdadeira Pa. Sem outra escolha, teve que se sacrificar para proteger a crian?a que deu ¨¤ luz.¡± Marco Ant¨®nio ouviu em sil¨ºncio. Bruco continuou, ¡°Diretor Ant?nio, foram Ricardo e a falsa Pa que mataram a verdadeira Pa, esquartejaram o corpo e o jogaram ao mar, ent?o¡­¡± Cap铆tulo 1041 Cap¨ªtulo 1041 Cap¨ªtulo 1041 Marco Ant?nio perguntou, ¡°Todas essas informa??es foram dadas a voc¨ºs por Ricardo?¡± Bruco respondeu, ¡°Sim, foi o Ricardo quem contou para a Pa.¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡°Ricardo ¨¦ esperto, suas pvras podem n?o ser confi¨¢veis, voc¨ºs devem verificar cuidadosamente se foram enganados por ele.¡± Bruco concordou, ¡°Certo.¡± Depois de uma breve pausa, Marco Ant?nio perguntou novamente, ¡°Quando ¨¦ que a verdadeira Pa conheceu Pedro depois de ser presa?¡± Bruco respondeu, ¡°Foi em junho daquele ano, Ca tinha apenas seis meses de idade.¡± Marco Ant?nio fez um c¨¢lculo r¨¢pido, ¡°A verdadeira Pa teve um caso Pedro antes do div¨®rcio, depois foi levada por Ricardo do Norte de Be para Salvador. Em dezembro do mesmo ano, a falsa Pa casou-se Jos¨¦, e em mar?o do ano seguinte, Yumi nasceu.¡± Bruco confirmou, ¡°¨¦ exatamente isso.¡± Marco Ant?nio continuou, ¡°Tr¨ºs meses ap¨®s a falsa Pa se casar Jos¨¦, a verdadeira Pa deu ¨¤ luz a Yumi, e a crian?a foi entregue ¨¤ fam¨ªlia de Lu¨ªs para evitar suspeitas sobre a sua identidade. Eles deliberadamente alteraram a data de nascimento de Yumi para setembro. Nesta situa??o t?o complexa, voc¨º acha que Jos¨¦ n?o sabia de nada disso?¡± Bruco de repente entendeu, ¡°Voc¨º est¨¢ insinuando que a morte da verdadeira Pa est¨¢ rcionada com Jos¨¦, Diretor Ant?nio?¡± Marco Ant¨®nio estava suspeitando disso, mas n?o tinha provas concretas, ¡°Ricardo e a falsa Pa eram de Norte de Be, naqu ¨¦poca eles n?o tinham poder em Salvador, fazer algu¨¦m desaparecer seria muito dif¨ªcil.¡± Bruco sugeriu, ¡°Ent?o eu vou investigar Jos¨¦ agora.¡± Marco Ant?nio acrescentou, ¡°Jos¨¦ certamente sabia da exist¨ºncia das duas Pas, e tamb¨¦m sabia que Yumi era filha de quem. Ele s¨® se importa seus interesses, por que ele estaria disposto a ser o pai de Yumi?¡± Bruco respondeu, ¡°A familia de Lu¨ªs sempre quis se unir ¨¤ fam¨ªlia Ant?nio, queriam casar Yumi voc¨º. Assim que Yumi se casasse voc¨º, a familia de Lu¨ªs prosperaria, por isso ele estava disposto a reconhecer esta filha. Para al¨¦m disto, n?o consigo pensar em outro motivo.¡± Marco Ant?nio bn?ou a cabe?a, ¡°Ele deve ter outros motivos que n?o conhecemos, investigue mais um pouco.¡± Bruco concordou, ¡°Com certeza.¡± Depois do fim da liga??o, Marco Ant¨®nio guardou o telefone e olhou para o c¨¦u noturno l¨¢ fora. Havia muitos arranha-c¨¦us na cidade, no centro da cidade, tudo que se podia ver ao olhar para cima eram edif¨ªcios, era dif¨ªcil ver as estrs. Nesse momento, ele se sentiuo se estivesse envolto em n¨¦voa, n?o importava o quanto tentasse, ele n?o conseguia ver o que estava ¨¤ frente. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Ele acendeu um cigarro e deu algumas tragadas fortes, e se lembrou das pvras frias de Andreo de alguns dias atr¨¢s, ¡°Marco Ant?nio, voc¨º deve escolher entre o Grupo Ant?nio e Ca. Qual ¨¦ o que voc¨º vai escolher, o Grupo Ant?nio ou a Ca? Naqu ¨¦poca, ele respondeu, ¡°Ca ¨¦ minha esposa, e o Grupo Ant?nio se tornou uma empresa mundialmente famosa sob minha gest?o, eu n?o posso ficar sem nenhum deles, eu quero ambos.¡± Andreo disse, ¡°Voc¨º quer ambos? Voc¨º consegue lidar isso? Marco Ant?nio, as pessoas n?o devem ser muito gananciosas, ou voc¨º n?o saber¨¢ nemo morreu.¡± Marco Ant?nio riu friamente, ¡°Com sua habilidade limitada, o que voc¨º acha que pode fazer contra mim?¡± ?? ?? Andreo retrucou, ¡°Eu consegui tirar a vida da av¨® Lidia sem que voc¨º percebesse. Voc¨º acha que eu n?o seria capaz de fazer o mesmo Ca sem que voc¨º notasse? ro, voc¨º pode n?o acreditar. Voc¨º pode arriscar a vida d para testar minhas habilidades.¡± Cap铆tulo 1042 Cap¨ªtulo 1042 Cap¨ªtulo 1042 Marco Antonio estava disposto a tentar qualquer coisa, sem medo algum. No entanto,quando se tratava da vida de Ca, ele n?o podia correr esse risco. Andreo continuou, ¡°Marco, voc¨º tem se sentido desconforto no peito, perda de vis?o e uma sensa??o de freio constante em todo o corpo ultimamente? Voc¨º sabe qual ¨¦ a verdadeira causa disso?¡± Recentemente, Marco Ant?nio realmente sentia desconforto no peito, uma s¨¦ria perda de vis?o e frequentemente se sentia extremamente frio,o se estivesse congndo. Ele pensou que fosse apenas sequs de um ferimento ¨¤ b de anos atr¨¢s, mas agora parecia que n?o era o caso. Marco Ant?nio sorriu friamente. ¡°Quando ¨¦ que voc¨º me envenenou?¡± Andreo respondeu friamente, ¡°Quando voc¨º era bem pequeno, cerca de cinco anos. Eu tinha um amigo que inventou um veneno mortal, que podia matar silenciosamente. Uma vez que o veneno ¨¦ injetado em algu¨¦m, o venenoe?a a corroer lentamente os ¨®rg?os da vitima. Em cerca de vinte anos, os ¨®rg?os internos da quem foi injetado provavelmente ser?o totalmente corro¨ªdos e a ¨²nica coisa que o espera ¨¦ a morte.¡± Andreo disse essas pvras cru¨¦is uma calma assustadora. Marco Ant?nio n?o mostrou nenhuma emo??o,o se a pessoa que tivesse sido injetada o veneno mortal n?o fosse ele. Andreo continuou, ¡°Vinte anos ¨¦ um per¨ªodo de tempo t?o longo que, mesmo se a pessoa injetada morrer de uma forma horr¨ªvel, ningu¨¦m vai investigar algo que aconteceu h¨¢ vinte anos. Ent?o, ningu¨¦m vai descobrir o verdadeiro assassino. Naqu ¨¦poca, ele usava ratos deborat¨®rio para os experimentos, mas voc¨º sabe que a vida ¨²til dos ratos ¨¦ curta, eles n?o vivem at¨¦ vinte anos. Ele queria experimentar em um humano real, ent?o eu pensei em voc¨º. Voc¨º tinha apenas cinco anos na ¨¦poca, em vinte anos voc¨º teria vinte e cinco anos, achei que voc¨º era perfeito para o experimento, ent?o deixei-o injetar o veneno em voc¨º.¡± Marco Ant?nio olhou para o homem ¨¤ sua frente. Quem poderia ser mais frio e cruel do que Andreo, que estava disposto a matar seu pr¨®prio filho? Ele riu. ¡°Agora que voc¨º revelou a verdade, voc¨º tem a certeza de que n?o o vou matar?¡± Andreo respondeu, ¡°Eu j¨¢ perdi tudo. N?o tenho mais nada a temer. Marco Ant?nio ponderou, ¡°Pelo que voc¨º disse, eu deveria ter morrido aos 25 anos, mas agora estou quase chegando aos 29¡­¡± Andreo, ¡°Eu perguntei ao meu amigo sobre isso, se o experimento falhou. Ele me disse para ter paci¨ºncia, pois a efic¨¢cia do veneno varia de pessoa para pessoa devido ¨¤s diferen?as na sua constitui??o, e que um desvio de tr¨ºs a cinco anos ¨¦ normal. Porque j¨¢ houve pessoas que foram injetadas esse veneno e morreram cerca de vinte anos depois.¡± Marco Ant?nio, ¡°Voc¨º n?o se importa a vida ou a morte de ningu¨¦m.¡± Andreo, ¡°N?o se fa?a de santo, voc¨º tamb¨¦m j¨¢ usou m¨¦todos extremos. Assassinato quest?o de tirar uma vida, desde que seja feito sem deixar evid¨ºncias, se n?o h¨¢ provas, ningu¨¦m pode me rastrear, ningu¨¦m pode me prender.¡± Marco Ant?nio afirmou, ¡°Eu n?o me importaria de envi¨¢-lo para a pris?o por mais algumas d¨¦cadas.¡± Andreo disse, ¡°Eu n?o estou preocupadoigo mesmo, n?o importa se estou preso por dez ou v¨¢rias d¨¦cadas, para mim n?o faz diferen?a, mas a situa??o da sua esposa Ca ¨¦ diferente. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Tenho andado a pensar, se voc¨º morrer, ser¨¢ que Ca conseguir¨¢ assumir a responsabilidade do Grupo Ant?nio? Como vai lidar todas essas pessoas gananciosas que desejam obter o Grupo Ant?nio?¡± Marco Ant?nio estava muito ciente da sua condi??o de sa¨²de. Se o que Andreo disse fosse verdade, ele provavelmente n?o tinha muitos anos de vida p frente. Cap铆tulo 1043 Cap¨ªtulo 1043 Cap¨ªtulo 1043 Marco Ant?nio sabia que, uma vez que ele partisse, se Ca permanecesse no Grupo Ant?nio, e tentasse ajudar a av¨® Luisa e ele a manterem o Grupo Ant?nio, seriao jog¨¢ para os lobos, competindo porida a matilha. Lembrando-se da conversa Andreo, a inquieta??o de Marco Ant?nio s¨® aumentava. Neste momento, ele s¨® tinha um pensamento: de maneira alguma Ca deveria ficar exposta a um ambiente t?o periogoso. O toque do telefone interrompeu os pensamentos de Marco Ant?nio.. Ele pegou o celr, a t mostrava ¡°Fl¨¢vio Henrique¡±. Eles n?o se fvam h¨¢ algum tempo, Marco Ant?nio n?o sabia porque Fl¨¢vio estava ligando t?o tarde. Marco Ant?nio atendeu e ouviu Fl¨¢vio dizer, ¡°Marco, que tal sairmos para beber?¡± Marco Ant?nio apagou o cigarro e perguntou, ¡°Voc¨º est¨¢ em Salvador?¡± Fl¨¢vio riu e disse. ¡°Se eu n?o estivesse em Salvador,o poderia te convidar para beber? Voc¨º vem?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Ca j¨¢ foi dormir, vamos amanh? ¨¤ noite. Eu a levareiigo.¡± Fl¨¢vio n?o se surpreendeu a recusa de Marco Ant?nio, ¡°Sem a Ca, voc¨º n?o consegue encontrar o caminho sozinho?¡± Independentemente das provoca??es de Fl¨¢vio, Marco Ant?nio n?o cairia na provoca??o. Ele disse: ¡°Se voc¨º n?o tem mais nada para dizer, vou desligar.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Somos amigos, n?o posso simplesmente te ligar para conversar?¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Sobre o que voc¨º quer conversar?¡± Fl¨¢vio respondeu rindo, ¡°Eu j¨¢ descobri tudo sobre Pa.¡± Marco Ant?nio aconselhou, ¡°N?o se aproxime muito de Andreo, n?o ¨¦ bom para voc¨º.¡± Fl¨¢vio retrucou, ¡°Voc¨º est¨¢ preocupadoigo? Ou est¨¢ preocupado que eu me junte a ele contra voc¨º, e voc¨º n?o ser¨¢ capaz de lidar isso?¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡°Voc¨º acha que pode contrr a situa??o facilmente? N?o se esque?a, estamos fndo de Andreo.¡± Fl¨¢vio respondeu, ¡°E da¨ª? Ele tamb¨¦m n?o passou dez anos na pris?o por sua causa?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Voc¨º n?o sabe¡­¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Ele quase mencionou o incidente daquele dia, mas conseguiu se conter a tempo, ¡°Andreo ¨¦ mais perigoso do que voc¨º pensa.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Mesmo que ele seja perigoso, desde que eu n?o seja inimigo dele, o que ele pode fazer contra mim?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°H¨¢ pessoas que machucam at¨¦ mesmo seus pr¨®prios familiares, voc¨º acha que ele se importa se voc¨º ¨¦ inimigo dele ou n?o?¡± Fl¨¢vio concluiu, ¡°N?o fale mais sobre ele. Fr sobre ele nos deixa desconfort¨¢veis. Eu s¨® queria te perguntar, voc¨º quer saber para onde Pa foi?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Meus homens j¨¢ est?o investigando, logo teremos noticias.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°As ¨²nicas pessoas que sabem para onde Pa foi s?o Ricardo, a falsa Pa e Jos¨¦. ¨¦ muito dificil obter a verdade deles. Ent?o, melhor parar suas investiga??es e n?o desperdi?ar recursos.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Se eu n?o investigar,o vou saber que n?o vou encontrar as respostas?¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Tudo bem, ent?o continue investigando. Quando voc¨º n?o conseguir encontrar a resposta, pode me procurar. N?o vou exigir rpensas, vou te contar tudo o que aconteceu.¡± Marco Ant?nio agradeceu, ¡°Ent?o, agrade?o antecipadamente.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Marco¡­¡± Cap铆tulo 1044 Cap¨ªtulo 1044 Cap¨ªtulo 1044 Marco Ant?nio disse. ¡°Fale.¡± Fl¨¢vio, ¡°Se voc¨º deseja expressar gratid?o, mostre a??es. Eu queria saber, onde est¨¢ Kira Heitor agora? Como est¨¢ a vida d?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°J¨¢ te disse, n?o sei onde est¨¢.¡± A voz de Fl¨¢vio de repente esfriou, ¡°Voc¨º realmente n?o sabe onde est¨¢? Se algo acontecer , eu farei Ca sentir o mesmo medo. Marco Ant?nio respondeu, ¡°Fl¨¢vio, n?o posso aceitar o que voc¨º diga isso.¡± Ele desligou o telefone, seus olhos por tr¨¢s dos ¨®culos prateados estavam frios e aterrorizantes. Ele estava prestes a voltar para o quarto quando o celr tocou novamente, era Fl¨¢vio. Marco Antonio imediatamente recusou a chamada. Fl¨¢vio ligou v¨¢rias vezes at¨¦ que, finalmente, Marco Ant?nio aterideu. Fl¨¢vio disse. ¡°Marco Ant?nio, eu exagerei no que falei h¨¢ pouco, pe?o desculpas.¡± Marco Ant¨®nio respondeu, ¡°N?o aceito.¡± Fl¨¢vio disse. ¡°Por que voc¨º est¨¢ me tratando assim? Voc¨º escondeu minha esposa, voc¨º me ofendeu, e eu disse s¨® disse algo inadequado e agora sou eu que devo pedir desculpas?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu n?o te pedi para se desculpar!¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Maldi??o!¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Fl¨¢vio, quais s?o seus verdadeiros sentimentos por Kira Heitor?¡± Desta vez, Fl¨¢vio n?o hesitou, nem tentou esconder seus verdadeiros sentimentos, ¡°Eu a amo, sinto falta d o tempo todo, e anseio pelo momento que volte para mim. Marco Ant?nio, eu realmente n?o vou machucar Kira Heitor de novo, voc¨º pode traz¨º de volta para mim?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Voc¨º j¨¢ a machucou em nome do amor, abortou seu filho, preferiu morrer a ficar voc¨º Depois de ouvir isso, Fl¨¢vio sentindo-se ainda sufocado, disse ¡°Eu sempre achei que Kira Heitor era como um animal de estima??o para mim. Eu a mimava, cuidava d, ajudava sua familia, dei a tudo o que havia de bom. Eu pensei que nunca me deixaria, n?o importa o que eu fizesse, Quando partiu, pensei que era porque n?o sabia apreciar. Mas nestes ¨²ltimos meses sem , eu refleti profundamente sobre o que ¨¦ amar algu¨¦m. Amar algu¨¦m significa respeit¨¢,o voc¨º faz Ca. Se uma garota n?o consegue nem o respeito b¨¢sicoigo, que direito eu tenho de dizer que a amo?¡± Ouvindo isso, Marco Ant?nio podia sentir p voz de Fl¨¢vio que ele realmente tinha refletido, que talvez tivesse percebido onde estava o problema, ¡°Kira Heitor est¨¢ muito bem, vou passar suas pvras para , e ser¨¢ a decis?o d se quer te ver ou n?o.¡± Fl¨¢vio ficou aliviado ao ouvir isso, ¡°Onde est¨¢ Kira Heitor?¡± Marco Ant?nio n?o respondeu. Fl¨¢vio continuou, ¡°Ent?o por favor, transmita para . Eu admito que estive errado no passado, n?o a coloquei em primeiro lugar. Se puder me perdoar e voltar para mim, farei todo o poss¨ªvel para garantir que tenha uma vida boa.Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Marco Ant?nio deu uma risada leve. Fl¨¢vio disse, ¡°Por que voc¨º est¨¢ rindo? Cada pvra que eu digo vem do cora??o, n?o h¨¢ uma ¨²nica que seja falsa.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Suas pvras doces n?o t¨ºm efeito sobre mim, voc¨º deve guard¨¢s para a sua esposa¡± Fl¨¢vio perguntou: ¡°Marco, sinto que voc¨º mudou de alguma forma?¡± Marco Ant?nio retrucou: ¡°Mesmo? O que mudou em mim?¡± Fl¨¢vio ent?o disse: ¡°Voc¨º se tornou mais persuasivel, parece mais gentil¡­ parece que Ca tem uma grande influ¨ºncia sobre voc¨º, estou realmente curioso sobre o que tem de t?o especial para fazer algu¨¦mo voc¨º mudar tanto.¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Ca ¨¦ a melhor pessoa que j¨¢ conheci, saber de sua bondade ¨¦ suficiente para mim, voc¨º n?o precisa saber.¡± Fl¨¢vio disse: ¡°Voc¨º est¨¢ preocupado que eu possa roubar sua esposa? Fique tranquilo, para mim, Kira Heitor ¨¦ a melhor garota.¡± Marco Ant?nio deu um leve sorriso e n?o disse mais nada. Cap铆tulo 1045 Cap¨ªtulo 1045 Cap¨ªtulo 1045 Ap¨®s um tempo, a voz profunda de Fl¨¢vio ecoou novamente no ouvido de Marco Ant¨®nio pelo celr, ¡°Marco¡­¡± Marco Ant?nio acendeu outro cigarro e disse, ¡°F.¡± Fl¨¢vio disse. ¡°J¨¢ nos conhecemos h¨¢ dez anos. Para mim, voc¨º sempre foi uma pessoa muito importante, eu n?o quero ser seu inimigo.¡± Marco Ant¨®nio bateu a cinza do cigarro, deu uma tragada forte e falou, ¡°Se voc¨º n?o quer ser meu inimigo, melhor sair de perto do Andreo o mais r¨¢pido poss¨ªvel.¡± Fl¨¢vio respondeu, ¡°N¨®s s¨® estamos usando um ao outro, sabemos que n?o podemos confiar completamente e mantemos sempre um olho aberto. Al¨¦m disso, acredito que se for necess¨¢rio enfrent¨¢-lo, n?o sa¨ªrei perdendo..¡± Marco Ant?nio riu friamente. Fl¨¢vio perguntou, ¡°Voc¨º est¨¢ me ridicrizando? Voc¨º duvida das minhas habilidades?¡± Marco Ant?nio mudou de assunto, ¡°Foi o Jos¨¦ que te contou sobre a Pa?¡± Fl¨¢vio respondeu, ¡°Quem mais poderia ser? O Grupo Empresarial do Lu¨ªs do Jos¨¦ est¨¢ ¨¤ beira da fal¨¨ncia, se n?o encontrar algu¨¦m para apoi¨¢-lo, o Grupo Empresarial de lu¨ªs derar¨¢ fal¨ºncia. Por isso o Jos¨¦ est¨¢ desesperado, e est¨¢ disposto a fazer qualquer coisa para garantir que algu¨¦m o apoje. Ele j¨¢ est¨¢ velho demais, eu n?o posso ter um filho t?o velho, ent?o ele usou outras condi??es para me atrair. Quando ouvi que isso tinha a ver contigo, concordei em ajudar o Grupo Empresarial do Lu¨ªs.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°N?o estou interessado nos detalhes, vai direto ao ponto.¡± Fl¨¢vio falou, ¡°Posso confirmar agora que a verdadeira Pa est¨¢ morta.¡± Esse resultado j¨¢ estava nas previs?es de Marco Ant?nio, a fam¨ªlia Luis e a Pa falsa s?o pessoas que n?o medem esfor?os para atingir seus objetivos. Ap¨®s a Pa falsa assumiu a identidade da verdadeira Pa, a exist¨ºncia da verdadeira Pa tornou-se uma amea?a para , era imposs¨ªvel que a Pa falsa deixasse essa amea?a persistir. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Fl¨¢vio continuou, ¡°Jos¨¦ disse que depois que a Pa falsa assumiu a identidade da Pa, e um homem chamado Ricardo tentaram mat¨¢. Deve ser que Pa teve sorte, eles a abandonaram na montanha e sobreviveu. As pessoas do Jos¨¦ estavam sempre seguindo Ricardo e rtando a situa??o para o Jos¨¦, ent?o ele conseguiu salvar a verdadeira Pa. Jos¨¦ disse que n?o s¨® a salvou,o tamb¨¦m a fez mudar de nome e viver em outro lugar.¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Se o Jos¨¦ disse que a Pa est¨¢ viva, por que voc¨º diz que est¨¢ morta?¡± Fl¨¢vio riu e disse, ¡°Voc¨º acredita nele? Eu n?o. Jos¨¦ n?o tem mais cartas na manga agora, e ningu¨¦m est¨¢ disposto a ajud¨¢-lo. Ele disse que a Pa n?o morreu e que s¨® ele sabe onde est¨¢, obviamente quer que eu te conte, ent?o voc¨º vai procur¨¢-lo e ele vai negociar voc¨º.¡± Marco Ant?nio falou, ¡°Pe?a para ele me encontrar.¡± Fl¨¢vio perguntou surpreso, ¡°Voc¨º sabe qual ¨¦ a inten??o dele, e ainda assim quer V¨º-lo?¡± Marco Ant?nio disse, ¡° ¨¦ a m?e biol¨®gica da Ca, eu preciso verificar pessoalmente, independente de ser verdade ou n?o.¡± Mesmo sabendo que Jos¨¦ estava mentindo, Marco Ant?nio n?o poderia correr o risco. Mesmo uma chance em dez mil, ele tinha que perguntar pessoalmente para poder dar uma resposta satisfat¨®ria para Ca no futuro. Fl¨¢vio disse, ¡°Vou marcar ele agora, voc¨º vem direto para o Bar Digitalia.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Chego em meia hora.¡± Depois de desligar o telefone, Marco Ant?nio voltou para o quarto. Na cama grande, Ca estava encolhida, a cabe?a enterrada no travesseiro, ocupando apenas um pequeno peda?o dodo esquerdo da cama. Parecia que o ar-condicionado estava muito baixa, tinha arrepios no bra?o exposto fora do cobertor. Marco Ant?nio gentilmente esfregou o bra?o d at¨¦ que os arrepios desaparecessem, e somente ent?o ele colocou o bra?o d de volta sob o cobertor. Ele a moveu para o centro da cama, puxou o cobertor fino para cobri, e ent?o deu um beijo gentil em sua testa, preparando-se para se levantar e sair¡­ Cap铆tulo 1046 Cap¨ªtulo 1046 Cap¨ªtulo 1046 Ca, subitamente, agarrou seu pulso em seu sono, chamando seu nome suavemente, ¡°Lucas Bento, voc¨º n?o pode me deixar ¡­ Sua voz era t?o suave que emocionou Marco Ant?nio. Ele se inclinou para beij¨¢ suavemente, dizendo: ¡°Ca, estou aqui, sempre estive. Nada pode nos separar, a n?o ser a minha morte.¡± No entanto, Ca n?o respondeu. n?o acordou de verdade, apenas o abra?ou instintivamente, medo de que ele a deixasse. ¡°Minha grande t!¡± Marco Ant?nio segurou a m?o d e ficou ao seudo por um tempo antes de sair. Por causa da demora Ca, Marco Ant¨®nio chegou ao Bar Digitalia mais de meia hora ap¨®s o hor¨¢riobinado. Jos¨¦ j¨¢ estava l¨¢. N?o apenas Jos¨¦, mas tamb¨¦m Andr¨¦ Lu¨ªs. Ao ver Marco Ant?nio entrar, Andr¨¦ se levantou imediatamente para cumpriment¨¢-lo, ¡°Marco, h¨¢ quanto tempo.¡± Marco Ant?nio apenas olhou para ele sem responder, indo direto para o sof¨¢ ¨¤ frente. Fl¨¢vio serviu-lhe um copo de bebida, ¡°Voc¨º vai beber um pouco?¡± Marco Ant¨®nio disse, Tenho tido problemas de est¨®mago recentemente, Ca n?o quer que eu beba.¡± Fl¨¢vio riu e disse, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º n?o pode fr de outra coisa al¨¦m de Ca? Parece que voc¨º n?o pode viver sem .¡± Marco Ant¨®nio disse sinceramente, ¡°De fato, sem , eu n?o posso viver.¡± Fl¨¢vio ficou sem pvras. Marco Ant¨®nio se virou para Jos¨¦, ¡°Fale.¡± Jos¨¦ pegou o copo e bebeu tudo num gole, ¡°Marco, voc¨º ¨¦ um homem sentimental, que ama profundamente sua esposa, n?o pode simplesmente permitir que a m?e de Ca viva uma vida solit¨¢ria, certo? Marco Ant?nio perguntou, ¡°Onde est¨¢?¡± Jos¨¦ sabia muito bem o car¨¢ter de Marco Ant?nio, sabia que n?o podia venc¨º-lo, ent?o disse diretamente, ¡°Se voc¨º puder ajudar o Grupo Empresarial de Lu¨ªs a superar essa dificuldade, para que ele possa se recuperar, entregarei Pa a voc¨º.¡± Marco Ant?nio riu friamente, ¡°Voc¨º acha que tem condi??es para negociarigo?¡± Jos¨¦ disse, ¡°Se eu n?o tivesse, voc¨º n?o teria vindo. Sua presen?a aqui mostra que voc¨º est¨¢ interessado nas cartas que tenhos nas m?os, ent?o eu tenho condi??es.¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Marco Ant?nio disse, ¡°Entregue-a a mim, e posso garantir a seguran?a do Grupo Empresarial de Lu¨ªs.¡± Jos¨¦ disse, ¡°Se eu entregar a voc¨º e voc¨º n?o me ajudar, o que posso fazer? E se voc¨º me ajudar e eu n?o entregar a voc¨º, voc¨º poderia fazer o Grupo Empresarial de Luis entrar em fal¨ºncia imediatamente.¡± Marco Ant?nio olhou para Jos¨¦, a sua express?o estava calma, parecia que ele n?o estava mentindo. Jos¨¦ olhou para Fl¨¢vio, ¡°Sr. Henrique, voc¨º tamb¨¦m pode me dar uma pvra de apoio.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Marco tem seu pr¨®prio julgamento, o que posso fazer?¡± Nesse momento, o telefone de Marco Ant?nio em seu bolso tocou. Ele atendeu imediatamente, Bruno do outrodo da linha disse sombriamente, ¡°Diretor Ant?nio,o voc¨º suspeitou, logo ap¨®s sua sa¨ªda, algu¨¦m tentou-sequestrar Ca.¡± Cap铆tulo 1047 Cap¨ªtulo 1047 Cap¨ªtulo 1047 ¡°Eu descobri!¡± Marco Ant¨®nio desligou o telefone, olhou imediatamente para Fl¨¢vio, antes de dar uma olhada nos outros dois presentes. Ele exva uma aura fria e intimidante que fez todos na s sentirem sua determina??o. Fl¨¢vio percebeu que Marco Ant?nio tinha recebido uma mensagem, mas manteve a calma, sorrindo disse: ¡°Marco Ant?nio, eu sei que voc¨º colocou pessoas ao redor da Ca, eu sei que ningu¨¦m comum poderia tir¨¢ de l¨¢, essa ¨¦ a raz?o p qual eu o trouxe aqui Na verdade, eu n?o te enganel, s¨® queria tomar algumas bebidas voc¨º.¡± Marco Ant?nio empurrou seus ¨®culos no nariz, olhando friamente para Fl¨¢vio, dizendo: ¡°Eu posso perdoar qualquer coisa, mas isto ¨¦ inaceit¨¢vel.¡± Fl¨¢vio parou de fingir, quebrou o copo na mesa, ¡°Marco Ant?nio, voc¨º pode esconder minha esposa, e eu n?o posso unir for?as outros para levar a sua esposa?¡± Marco Ant?nio ajudou Kira Heitor porque estava sofrendo muito Fl¨¢vio, queria ir embora. Mas Fl¨¢vio uniu-se aos inimigos de Marco Ant?nio, na tentativa de levar Ca embora. Fl¨¢vio n?o ¨¦ um homem est¨²pido, ele deve saber qu?o s¨¦rias seriam as consequ¨ºncias se Ca ca¨ªsse nas m?os de Andreo, no entanto, ele ainda seguiu o seu no. Marco Ant?nio olhou para ele, indiferen?a,o se estivesse olhando para um estranho, ¡°Fl¨¢vio, eu te dei uma chance, voc¨º n?o valorizou. A partir de agora somos inimigos.¡± Fl¨¢vio tamb¨¦m parou de fingir e, raiva, bateu o copo na mesa e disse: ¡°Desde o momento que voc¨º escondeu minha esposa Kira Heitor e n?o a entregou, j¨¢ ¨¦ramos inimigos. Voc¨º n?o pode acreditar que eu n?o me importo o que voc¨º fez? Voc¨º n?o pode acreditar que se voc¨º me contar sobre Kira Heitor, eu vou te perdoar? Deixei-me dizer, eu te odeio, eu odeio voc¨º profundamente. Eu quero separar voc¨ºs dois agora, e nunca mais permitir que se vejam.¡± ¡°Tente.¡± Disse Marco Ant?nio, levantando-se para sair. Fl¨¢vio pegou uma garrafa de vinho, quebrou-a na mesa, ¡°Marco Antonio, n?o pense que eu n?o ousaria fazer nada voc¨º. Eu te digo, assim que voc¨º sair por aqu porta, voc¨º ser¨¢ meu inimigo.¡± Sem hesitar, Marco Ant?nio saiu elegantemente. Vendo que Marco Ant?nio realmente se foi, a familia de Lu¨ªs ficou preocupada, especialmente Jos¨¦, questionou: ¡°Fl¨¢vio, voc¨º o deixou ir assim? Nossas pessoas pegaram Ca?¡± Fl¨¢vio levantou os olhos, olhando desprezo para Jos¨¦ e disse: ¡°Voc¨º o conhece h¨¢ tantos anos, voc¨º n?o sabe que tipo de homem ele ¨¦? Se Ca realmente tivesse sido levada, ele estar¨ªa t?o calmo?¡± Jos¨¦ disse, ¡°Marco Ant?nio sempre foi bom em contrr suas emo??es, eu realmente n?o consigo dizer pelo seu rosto se Ca foi levada.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Fl¨¢vio disse, ¡°Voc¨º ¨¦ mesmo um idiota!¡± Jos¨¦ franziu a testa insatisfeito, ¡°N¨®s n?o pegamos Ca, Marco Ant?nio se foi, o que devemos fazer agora?¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Voc¨º me pergunta o que fazer? Voc¨º n?o tem c¨¦rebro, n?o consegue pensar por si mesmo?¡± Jos¨¦ disse, ¡°Sr. Henrique, as coisas podem mudar. Hoje, o Grupo Empresarial de Lu¨ªs est¨¢ em apuros, parece que qualquer um pode me insultar ¨¤ vontade. ¨¦ melhor voc¨º rezar para que a fam¨ªlia Henrique continue pr¨®spera, caso contr¨¢rio, eu certamente vou retribuir o insulto de hoje em dobro no futuro.¡± Fl¨¢vio nunca deu importancia para Jos¨¦, assimo antes e disse: ¡°Eu estou esperando para ver se voc¨º conseguir¨¢ se recuperar e retribuit.¡± ¡°Somos parceiros agora, chega de brigas!¡± Com um tom s¨¦rio, Andreo apareceu na porta. Ele olhou para as tr¨ºs pessoas na s, ¡°Agora precisamos trabalhar juntos, unidos venceremos, ¨¦ a ¨²nica chance de sucesso. N?o podemos permitir que a confus?oece entre n¨®s, n?o podemos deixar Marco Ant?nio nos vencer.¡± Fl¨¢vio cuspiu na dire??o de Andreo. O rosto de Andreo ficou s¨¦rio, ¡°Sr. Henrique, o que ¨¦ que voc¨º quer dizer isso?¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Eu j¨¢ vivi quase trinta anos, j¨¢ vi todo tipo de pessoa, mas nunca vi algu¨¦m t?o cruel, sem vergonha e sem cora??oo voc¨º. Marco ¨¦ seu filho, caramba, olha s¨® o que voc¨º fez ele?¡± Jos¨¦ estava ouvindo dedo, pensando em deixar os dois brigarem primeiro. Cap铆tulo 1048 Cap¨ªtulo 1048 Cap¨ªtulo 1048 Andreo falou, ¡°Eu s¨® tenho um filho. Quem ¨¦ Marco Ant?nio?¡± Fl¨¢vio ficou em sil¨ºncio. Andreo continuou: ¡°Falhamos em sequestrar Ca. Com o fracasso desta vez, Marco Ant?nio certamente aumentar¨¢ a prote??o d. Se tentarmos sequestr¨¢ novamente, ser¨¢ ainda mais dif¨ªcil.¡± Jos¨¦ disse, ¡°Se n?o conseguirmos sequestr¨¢, podemos fazer que caia em nossa armadilha.¡± Andreo perguntou:, ¡°Tem alguma sugest?o melhor?¡± Jos¨¦ respondeu: ¡°Podemos espalhar a not¨ªcia de que a verdadeira Pa ainda est¨¢ viva para que saiba. Assim que souber, certeza ir¨¢ procur¨¢ sem pensar duas vezes.¡± Andreo disse: ¡°Essa mulher ¨¦ esperta, n?o ser¨¢ f¨¢cil engari¨¢.¡± Jos¨¦ afirmou convic??o, ¡° tem um rcionamento Marco Ant?nio h¨¢ muito tempo, eles t¨ºm sentimentos um pelo outro. N?o ser¨¢ f¨¢cil convenc¨º de que voc¨º inventou a not¨ªcia de que Marco Ant?nio matou Lucas Bento. Mas agora a situa??o ¨¦ diferente, toda a sua fam¨ªlia j¨¢ est¨¢ morta. Se souber que sua m?e ainda est¨¢ viva, certamente perder¨¢ o controle emocional. Uma vez que uma pessoa perde a raz?o, ¨¦ f¨¢cileter erros.¡± Andreo, ¡°Na aus¨ºncia de uma solu??o melhor, voc¨º pode tentar esse m¨¦todo.¡± Jos¨¦, Vou contar a sobre a not¨ªcia amanh?. Mas quem pode inform¨¢ de forma a torna completamente n?o suspeitosa?¡± Andreo sugeriu: ¡°Sua irm?, talvez.¡± Jos¨¦, ¡°Certo, vou enviar uma mensagem para a garota agora mesmo.¡± Fl¨¢vio deu uma risada sarc¨¢stica. Andreo, ¡°Sr. Henrique, tem algo a dizer?¡± Fl¨¢vio respondeu: ¡°Eu pensava que voc¨º era inteligente, mas vejo que s¨® sabe usar truques.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Andreo questionou: ¡°Tem uma ideia melhor?¡± Fl¨¢vio pegou o celr, digitou uma mensagem na frente de todos e a enviou para Ca, ¡°Ouvi dizer que sua m?e ainda est¨¢ viva.¡± Ap¨®s enviar a mensagem, ele olhou para os tr¨ºs homens presentes, ¡°Voc¨ºs sabem o que ¨¦ uma isca de verdade? Uma verdadeira isca ¨¦ uma informa??o direta e ra.¡± Andreo riu, ¡°Agora ¨¦ s¨® esperar ps boas noticias.¡± Fl¨¢vio acenou a m?o, ¡°Podem ir, n?o me atrapalhem enquanto bebo.¡± ¡°Sr. Henrique, beber n?o ¨¦ bom para a sa¨²de, beba menos. Andreo aconselhou, antes de sair. A fam¨ªlia de Lu¨ªs n?o falou nada, apenas seguiu Andreo. Depois que eles sairam, Fl¨¢vio se recostou no sof¨¢, bebendo gole ap¨®s gole. Bebendo at¨¦ ficar b¨ºbado, ele viu Kira Heitor. Kira Heitor estava vestindo seu vestido azul favorito, estava de p¨¦ na frente dele e o encarava silenciosamente, seus olhos brilhando decep??o ¡°Kira Heitor? Kira Heitor, ¨¦ voc¨º? Voc¨º voltou?¡± Fl¨¢vio correu para segurar sua m?o, parecia que ele realmente a tinha agarrado¡­¡­ Cap铆tulo 1049 Cap¨ªtulo 1049 Cap¨ªtulo 1049 Fl¨¢vio agarrou aqu m?o macia for?a, apertando-a repetidamente dizendo: ¡°Kira Heitor, ¨¦ voc¨º mesmo? Voc¨º n?o est¨¢ mais zangadaigo? Voc¨º est¨¢ disposta a me perdoar?¡± A mulher tentou se aproximar de Fl¨¢vio e disse ¡°Sr. Henrique, eu n?o sou Kira Heitor. Mas se voc¨º quiser, posso ser quem voc¨º quiser que eu seja.¡± A voz d chegou aos ouvidos de Fl¨¢vio, acordando-o parcialmente. Ele lutou para abrir os olhos, olhando friamente para a estranha ¨¤ sua frente perguntou: ¡°Voc¨º n?o ¨¦ Kira Heitor! Quem mandou voc¨º fingir ser Kira Heitor?¡± A mulher respondeu: ¡°Sr. Henrique, eu n?o estou fingindo ser ningu¨¦m. Foi o Sr. Lu¨ªs que achou que voc¨º estava se sentido sozinho e me pediu para vir mant¨º-lopanhia.¡± Fl¨¢vio perguntou: ¡°Jos¨¦?¡± ¡°Quem mais poderia ser?¡± A mulher se aproximou de Fl¨¢vio, ¡°Sr. Henrique, n?o desperdice seu tempo, deixe-me dormir voc¨º.¡± Fl¨¢vio agarrou a m?o da mulher e a empurrou for?a, ¡°V¨¢ embora!¡± A mulher esperava ser rejeitada e ficou at¨®nita por um momento, mas rapidamente se recuperou. olhou para Fl¨¢vio uma express?o de pena, Sr. Henrique, o que aconteceu voc¨º? Se eu fiz algo errado, me diga, vou me corrigir, vou tentar sero Kira Heitor. Voc¨º est¨¢ me assustando.¡± Fl¨¢vio de repente estendeu a m?o e apertou o pesco?o d dizendo: ¡°Voc¨º acha que ¨¦ igual a Kira Heitor?¡± Oportamento de Fl¨¢vio assustou a mulher, que agarrou a m?o de Fl¨¢vio e implorou: ¡°Sr. Henrique, eu estava errada, por favor, me solte, n?o me machuque.¡± ¡°Volte e diga ao Sr. Lu¨ªs para n?o me provocar. Se ele me irritar, vou faz¨º-lo pagar.¡± Fl¨¢vio soltou a mulher, ramente repugnado. Quando Fl¨¢vio se irritava, poucos n?o tinham medo dele. Depois de ser libertada, a mulher saiu rapidamente. No quarto de hotel, Fl¨¢vio estava novamente sozinho. Ele se serviu de um copo de vinho, bebendo-oo se fosse ¨¢gua, e depoise?ou a rir, ¡°Kira Heitor, voc¨º ¨¦ uma mulher sem cora??o. Voc¨º se foi assim, sem deixar rastros. Sabe, durante esses meses que voc¨º me deixou, eu procurei por voc¨º em todo o mundo, vivendoo um fantasma¡­ Kira Heitor, voc¨º se esqueceu de nossa longa hist¨®ria? Voc¨º n?o sente saudades dos nossos tempos passados?¡± Fndo de coisas tristes, Fl¨¢vioe?ou a beber diretamente da garrafa de vinho. Em pouco tempo, a garrafa estava vazia, mas ele n?o parou. Depois de procurar Kira Heitor em todo o mundo sem sucesso, elee?ou a beber todos os dias, sem se preocupar os neg¨®cios, desperdi?ando-se como um morto-vivo. Seu av? at¨¦ o advertiu que, se Fl¨¢vio continuasse nesse estado de depress?o, ele convocaria os acionistas para eleger um novo CEO, mas isso n?o teve efeito. Fl¨¢vio era extremamentepetente e o Grupo Empresarial de Henrique estava firmemente em suas m?os. Nem mesmo seu av¨® poderia interferir em seus neg¨®cios. Depois de terminar uma garrafa de vinho, ele abriu outra. No estado de embriaguez, ele parecia ver a figura de Kira Heitor novamente. Ele sorriu amargamente e disse: ¡°Mulher imc¨¢vel, voc¨º me deixou t?o facilmente, por que eu deveria sofrer tanto? Voc¨º merece isso?¡± merecia? T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Ele sabia melhor do que ningu¨¦m! merecia totalmente! Se nada de extraordin¨¢rio acontecesse, ele beberia at¨¦ o amanhecer, desmaiando b¨ºbado, acordando em um estado de confus?o. Cap铆tulo 1050 Cap¨ªtulo 1050 Cap¨ªtulo 1050 ¡°Fl¨¢vio, voc¨º ¨¦ uma pessoa sem escr¨²pulos, n?o finja ser algu¨¦m profundamente apaixonado. Se voc¨º continuar nessa encena??o, pode acabar preso em seu pr¨®prio personagem, sem saida¡± Fl¨¢vio levantou a cabe?a para olhar a figura borrada ¨¤ sua frente e sorriu novamente:: ¡°Que vinho bom ¨¦ esse que estamos bebendo hoje ¨¤ noite, que me deixa n?o apenas ver Kira Heitor, mas tamb¨¦m ouvir sua voz? Que vinho ¨¦ esse? Preciso pedir ao gar?om para entregar um pouco em minha casa, para que eu possa apreciar aos poucos. Sempre que sinto saudades de Kira Heitor, basta cu beber um pouco e ent?o consigo v¨º e ouvir a voz d¡± Enquanto fva, Fl¨¢vio desmaiou no sof¨¢, embriagado a ponto de perder a consci¨ºncia. Ele n?o sabia que, mas a poucos passos de distancia, havia uma mulher esbelta e bonita. A mulher franziu a testa, olhando para ele desprezo. Enquanto isso, Marco Ant?nio voltava para o Distrito da Lua Azul. Depois de sair e caminhar por um tempo, ele estava cheirando a ¨¢lcool e outras susbstancias desagrad¨¢veis, ent?o n?o foi direto para o quarto, primeiro tomou um banho e vestiu um pijama limpo. Ele andava cuidado para n?o acordar Ca. No entanto, assim que ele se deitou, Ca se aconchegou em seus bra?os. Marco Ant?nio pensou que tinha acordado, olhou para , mas percebeu que estava apenas procurando por ele instintivamente. Ele a abra?ou, acariciando suas costas suavemente.. E ent?o, ele ouviu a voz de Ca: ¡°Onde voc¨º foi?¡± Marco Ant?nio achou que estava acordada, ent?o ele olhou para e percebeu que estava de olhos abertos e perguntou: ¡°Quando voc¨º acordou?¡± ¡°Eu acordei quando voc¨º voltou e foi tomar banho.¡± Ca se aproximou para cheir¨¢-lo, ¡°Voc¨º saiu escondido para aprontar? Por que precisou tomar banho antes de voltar para o quarto?¡± Marco Ant?nio riu, ¡°Eu fui ver uma b mulher, e voltei o cheiro do perfume d, tomei banho para que voc¨º n?o sentisse.¡± Ca retrucou: ¡°Se voc¨º pode sair escondido para ver mulheres bonitas, eu tamb¨¦m posso sair para ver homens bonitos.¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Voc¨º ousaria!¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ca rebateu: ¡°Se voc¨º pode, por que eu n?o posso?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Eu estava s¨® brincando. Eu sa¨ª porque Fl¨¢vio me chamou, n?o tinha nenhuma outra mulher.¡± Ca perguntou: ¡°Fl¨¢vio te chamou de novo? Ele perguntou sobre Kira Heitor novamente?¡± Marco Ant?nio assentiu: ¡°Sim. Voc¨º quer saber onde Kira Heitor est¨¢?¡± Ca respondeu: ¡°Eu quero, mas n?o me conte, tenho medo de n?o conseguir resistir e ir at¨¦ , e ent?o Fl¨¢vio vai encontr¨¢ novamente, for?ando Kira Heitor a se mudar.¡± Marco Ant?nio de repente perguntou: ¡°Ca, voc¨º j¨¢ pensou em viver em outra cidade?¡± Ca bn?ou a cabe?a: ¡°Eu sa¨ª de Norte de Be quando tinha 18 anos e vim para Salvador para estudar na universidade. Euprei meu primeiro apartamento aqui, voc¨º tamb¨¦m est¨¢ aqui, h¨¢ muitas coisas e pessoas nesta cidade que eu n?o posso abandonar, eu nunca pensei em viver em outro lugar. Marco Ant?nio disse: ¡°Cidade Capital e Cidade de Mar tamb¨¦m s?o boas.¡± Ca apertou fortemente a m?o dele e disse: ¡°Se voc¨º est¨¢ cansado de Salvador e quer viver em outra cidade, estarei ao seudo. Qualquer lugar pode ser o nossor, desde que voc¨º estejaigo¡± ¡°Contanto que voc¨º esteja ao meudo, qualquer lugar pode se tornar nossor.¡± Essas pvras s?o as mais reconfortantes de todas. Cap铆tulo 1051 Cap¨ªtulo 1051 Essa frase ¨¦o um elixir. Cap¨ªtulo 1051 No entanto, corroeu o interior de Marco Ant?nioo um veneno, deixando-o sem pvras. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Ca levantou a cabe?a e olhou para ele, perguntando: ¡°O que houve? Foi algo que o Fl¨¢vio disse novamente?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Eu n?o s¨® encontrei Fl¨¢vio, mas tamb¨¦m Jos¨¦ e Andr¨¦. Tenho certeza de que Jos¨¦ est¨¢ ciente da situa??o de sua m?e¡± Ca disse: ¡°Eu j¨¢ pensei nisso. Mas mais de 20 anos se passaram, ningu¨¦m pode provar que esta Pa n?o ¨¦ a verdadeira Pa, e tamb¨¦m n?o podemos confirmar a exist¨ºncia de minha m?e. Ser¨¢ muito dif¨ªcil encontrar evidencias para provar a culpa de Pa e dos outros.¡± Marco Ant?nio disse, Jos¨¦ pode tentar te confundir a noticia de que sua m?e ainda est¨¢ viva, voc¨º deve estar atenta.¡± Ca pegou o celr na mesinha de cabeceira, olhando a mensagem que acabara de receber. ¡°Antes de voc¨º voltar, recebi uma mensagem de Fl¨¢vio Ele me disse que minha m?e ainda est¨¢ viva.¡± Marco Ant?nio deu uma olhada e riu: ¡°Ele ¨¦ r¨¢pido.¡± Ca disse. ¡°Eu sei que ele est¨¢ tentando me confundir, mas n?o cairei nessa.¡± Marco Ant?nio disse, ¡®No entanto, n?o podemos descartar a possibilidade de que sua m?e ainda esteja viva.¡± Ca respondeu, ¡°A possibilidade de minha m?e estar viva ¨¦ quase n.¡± Marco Ant?nio perguntou: ¡°Por que voc¨º est¨¢ t?o certa disso?¡± Ca explicou, ¡°Porque a falsa Pa ¨¦ cruel. Antes mesmo de saber a minha identidade, tivemos uma discuss?o num shopping, e guardou rancor. nejou me prejudicar na festa de anivers¨¢rio do Jos¨¦, querendo me expulsar de Salvador. Uma mulher t?o imcavel, dificilmente permitiria que minha m?e continuasse vivendo neste mundo ap¨®s substitui.¡± Ca e Marco Ant?nio sempre pensavam da mesma forma. Marco Ant?nio sempre soube que Ca era muito inteligente e que poderia pensar calmamente em qualquer situa??o. De repente, ele n?o estava mais t?o preocupado. No passado, vivia bem sem ele. No futuro, ser¨¢ capaz de viver bem sem ele, considerando suas capacidades. Ca perguntou, ¡°Por que voc¨º est¨¢ distante novamente? No que est¨¢ pensando?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Estava pensando se voc¨º seria doce ao beijar, j¨¢ que f tanto.¡± Ca protestou, ¡°Estou fndo s¨¦rio aqui, e sua mente est¨¢¡­¡± Antes que Ca pudesse terminar a frase, Marco Ant?nio a beijou. se assustou e chutou ele rapidamente. acabara dee?ar o periodo menstrual e n?o podia dar-se ao luxo de mais travessuras. Depois, Marco Ant?nio a soltou e disse: ¡°Eu sei o que fazer agora. Vamos dormir!¡± Ca respondeu: ¡°¡­¡± Ele adormeceu rapidamente. , no entanto, n?o conseguia dormir. N?o apenas porque j¨¢ havia dormido antes, mas principalmente porque notou que Marco Antonio n?o estava agindo normalmente nos ¨²ltimos dias. Pouco antes, ele tinha perguntado se j¨¢ pensou em deixar Salvador e viver em outro lugar. Salvador era sua terra natal, onde ele nasceu e a terra que viu a familia Ant?nio prosperar. Normalmente, ele iria querer que ficasse em Salvador. Mas ele perguntou se queria sair de Salvador e viver em outro lugar. Ca sentiu que oportamento ium de Marco Ant?nio estava definitivamente rcionado a Andreo. Cap铆tulo 1052 Cap¨ªtulo 1052 Cap¨ªtulo 1052 Porque oportamento estranho de Marco Ant?nioe?ou depois de encontrar Andreo. Carta queria saber o que Andreo tinha dito a ele naquele dia, mas n?o importava o quanto perguntasse, Marco Ant?nio n?o estava disposto a contar. Ca levantou a m?o, tocando suavemente o rosto perfeito dele. ¡°Somos marido e mulher, concordamos em enfrentar tudo juntos, por que voc¨º n?o quer me contar?¡± No momento em que Ca estava confusa, o celr aodo vibrou duas vezes, indicando uma nova mensagem. pegou o celr e viu que era uma mensagem de um n¨²mero desconhecido: ¡°Ca, sou eu, Kira Heitor!¡± acabara de fr sobre Kira Heitor, e enviou uma mensagem. Ca respondeu imediatamente a Kira Heitor: ¡°Kira Heitor,o voc¨º est¨¢?¡± Kira Heitor perguntou: ¡°Por que voc¨º n?o pergunta onde estou?¡± Ca perguntou: ¡°Tenho medo que meu telefone esteja sendo monitorado por Fl¨¢vio novamente, ent?o n?o me atrevo a perguntar.¡± Kira Heitor tranquilizou-a: ¡°Ele pode ter feito isso uma vez, mas definitivamente n?o haver¨¢ uma segunda. Saiba que seu marido, Marco Ant?nio, certamente ir¨¢ te proteger.¡± Ca: ¡°Ent?o voc¨º pode me dizer onde est¨¢ agora? Voc¨º n?o sabeo estou angustiada. Quero saber onde voc¨º est¨¢, mas tenho medo de saber onde voc¨º est¨¢.¡± Kira Heitor respondeu: ¡°Estou em Salvador. Se voc¨º estiver livre amanh?, podemos jantar juntas.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. est¨¢ em Salvador! Essa mensagem deixou Ca tanto felizo apreensiva. respondeu: ¡°Kira Heitor, quando voc¨º voltou? Como voc¨º teve coragem de voltar para Salvador? Voc¨º n?o tem medo de Fl¨¢vio te encontrar, ou voc¨º j¨¢ n?o se importa?¡± Kira Heitor explicou: ¡°Na verdade, eu sempre estive em Salvador.¡± Ca ficou incr¨¦d e perguntou: ¡°Voc¨º esteve sempre em Salvador? Desde quando?¡± Kira Heitor: ¡°Desde que nos separamos na Fran?a, seu marido Marco Ant?nio me ajudou a voltar para Salvador. Ele disse que o lugar mais perigoso ¨¦, na verdade, o mais seguro. E de fato, Fl¨¢vio me procurou em todo o mundo, exceto Salvador.¡± Ca n?o p?de deixar de admirar Marco Ant?nio: ¡°Marco Ant?nio ¨¦ realmente incr¨ªvel, pensou em tudo.¡± Kira Heitor parabenizou Ca: ¡°Ca, parab¨¦ns.¡± Ca perguntou surpresa: ¡°Parab¨¦ns por qu¨º?¡± Kira Heitor explicou: ¡°S¨® soube recentemente que seu marido ¨¦ Marco Ant?nio, parab¨¦ns por encontrar um marido t?o gentil, atencioso e respeitoso.¡± Ca respondeu: ¡°N?o pretendia esconder nada de voc¨ºs, antes eu n?o sabia que ele era meu marido.¡± Kira Heitorpreendeu: ¡°Eu sei. Nunca te culpei por esconder isso de mim.¡± Ca perguntou: ¡°Kira Heitor, onde voc¨º esteve em Salvador todos esses meses?¡± Kira Heitor respondeu: ¡°No Grupo Ant?nio.¡± Ca ficou chocada: ¡°O que voc¨º disse?¡± Kira Heitor: ¡°Com minhas pr¨®prias habilidades, fui contratada para o departamento financeiro do Grupo Ant?nio e trabalho l¨¢ h¨¢ meses. Como passo mais tempo lidando dados do que colegas, a probabilidade de nos encontrarmos ¨¦ ainda menor.¡± Ca ficou surpresa: ¡°Realmente n?o seio expressar meus sentimentos agora. Voc¨º e eu trabalhamos na mesma empresa e eu n?o tinha ideia.¡± Kira Heitor confrontou-a: ¡°O Grupo Ant?nio tem tantos funcion¨¢rios, ¨¦ normal que voc¨º, sendo a assistente do presidente, n?o tenha percebido a minha presen?a, sempre ocupada ele.¡± Caperguntou: ¡°Precisamos ter uma conversa s¨¦ria agora. Estou sempre t?o perto de voc¨º, por que voc¨º nunca veio me procurar? Voc¨º n?o sente minha falta?¡± Kira Heitor respondeu: ¡°Quem disse que n?o sinto sua falta? Eu sinto muito, mas n?o tenho coragem de te ver e s¨® posso te olhar escondido aqui na empresa. Uma vez algu¨¦m me pegou te observando e pensaram que eu estava olhando para Marco Ant?nio, que eu gostava dele.¡± * Ca sugeriu: ¡°Se voc¨º quer me ver, amanh? ¨¤ noite vou te deixar me olhar ¨¤ vontade. J¨¢ est¨¢ tarde hoje, v¨¢ dormir.¡± Kira Heitor concordou: ¡°Tudo bem¡± Cap铆tulo 1053 Cap¨ªtulo 1053 Cap¨ªtulo 1053 Ca estava prestes a desligar o celr quando recebeu outra mensagem de Kira Heitor, ¡°Ca, tem algo que estou hesitante em te contar¡± Ca respondeu: ¡°Somos boas amigas, h¨¢ algo que voc¨º n?o pode me dizer? O que se passa?¡± Depois de um tempo, Kira Heitor enviou outra mensagem, ¡°Ouvi que Fl¨¢vio parece estar conspirando com Andreo, Jos¨¦ e outros contra o Diretor Ant?nio Ca perguntou: ¡°Como voc¨º sabe?¡± Kira Heitor respondeu: ¡°Ouvi sem querer a conversa deles. Eles tamb¨¦m mencionaram querer usar sua m?e para contrr voc¨º, assim seria mais f¨¢cil lidar o Diretor Antonio¡± Ca respondeu ¡°Kira Heitor, obrigada por me contar tudo isso. Vou ficar atenta para que as conspira??es deles n?o se concretizem.¡± Ca sabia que n?o poderia fazer muito por Marco Ant?nio, mas desde que pudesse se proteger e n?o ser uma ferramenta nas m?os dos outros para atacarem o Marco Ant?nio, isso j¨¢ seria uma ajuda. Kira Heitor continuou: ¡°Ca, provavelmente vou me demitir e sair do Grupo Ant¨®nio amanh?.¡± Ca perguntou: ¡°Porqu¨¦?¡± Kira Heitor respondeu: ¡°Estou ansiando por liberdade, estou cansado de lidar n¨²meros, n?o gosto dessa vida mon¨®tona.¡± Ca respondeu: ¡°Independente da decis?o que voc¨º tomar, eu te apoio.¡± Kira Heitor disse: ¡°Ca¡­¡± Ca respondeu: ¡°Kira Heitor, se tem algo a dizer, diga, n?o hesite.¡± Kira Heitor disse: ¡°Vamos descansar esta noite. E conversar quando nos encontrarmos amanh? ¨¤ noite.¡± Ca respondeu: ¡°Tudo bem.¡± Depois de terminar sua conversa Kira Heitor, Ca teve dificuldade em adormecer. pensava que Marco Ant?nio j¨¢ tinha escondido Kira Heitor em um lugar bem distante, mas Kira Heitor estava estava muito mais pr¨®xima do que imaginava. As pessoas costumam dizer que o lugar mais perigoso ¨¦ o mais seguro. Se sua m?e ainda estivesse viva, haveria uma chance de estar mais perto do que Ca pensava? T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Essa ideia deixou Ca emocionada. ent?o enviou uma mensagem para Fl¨¢vio, ¡°Sr. Henrique, ¨¦ verdade o que voc¨º disse?¡± Depois de enviar a mensagem, Ca esperou muito tempo, mas n?o recebeu resposta de Fl¨¢vio. n?o sabia que Fl¨¢vio j¨¢ estava dormindo naquele momento. E aodo da cama de Fl¨¢vio estava uma mulher o celr dele na m?o, lendo as mensagens silenciosamente. Essa mulher era Kira Heitor. Kira Heitor olhou para a mensagem de Ca, pensou em v¨¢rias respostas, mas no final n?o respondeu, colocando o celr de Fl¨¢vio de volta em seu lugar. sentou-se aodo da cama de Fl¨¢vio, observando-o em sil¨ºncio. conhecia Fl¨¢vio h¨¢ muitos anos. No in¨ªcio do casamento, queria viver feliz Fl¨¢vio. No entanto, todas as vezes que tentou melhorar a sua vida, Fl¨¢vio a desapontava. Ele nunca considerou sua esposa de verdade. Depois de tantas decep??es, seu cora??o esfrioupletamente. Mas estranhamente, ap¨®s partir, Fl¨¢vio n?o s¨® fez de tudo para encontr¨¢,o tamb¨¦m disse que a amava e n?o podia viver sem . Isso ¨¦ o que as pessoas costumam dizer, as pessoas n?o valorizam o que t¨ºm, mas sempre querem o que n?o podem ter? Kira Heitor n?o sabia o que realmente se passava na cabe?a de Fl¨¢vio, mas o que ele pensava n?o importava para . veio desta vez na esperan?a de que Fl¨¢vio pudesse parar a tempo e n?o confrontar Marco Ant?nio. sabia que, assim que voltasse para a vida de Fl¨¢vio, provavelmente voltaria ¨¤quele estilo de vida infernal. Cap铆tulo 1054 Cap¨ªtulo 1054 Cap¨ªtulo 1054 Lembrando daqu vida insuportavelmente dificil no passado, Kira Heitor pensou v¨¢rias vezes em fugir antes de Fl¨¢vio pensar que esteve l¨¢. No entanto, sempre que pensava no amor que Ca tinha por e na ajuda de Marco Ant?nio, n?o conseguia desconsiderar essa ideia. Mesmo que o futuro fosse cheio de dificuldades, n?o desistiria. Depois de muito refletir, Kira Heitor passou uma longa noite. Ao amanhecer, quando Fl¨¢vio acordou, estava l¨¢, bem diante dele. o observava, olhava silenciosamente, sem dizer uma pvra. Fl¨¢vio pensou que estava vendo-a por causa da bebedeira e rapidamente fechou os olhos e bn?ou a cabe?a, ¡°Meu Deus, devo estar vendo coisas.¡± Kira Heitor observou sua rea??o em sil¨ºncio. Quando Fl¨¢vio abriu os olhos novamente, a mulher ainda estava l¨¢, ¡°Estou sonhando?¡± Kira Heitor se sentou ereta e disse suavemente, ¡°Sou eu.¡± Fl¨¢vio perguntou, ¡°Quem ¨¦ voc¨º?¡± Kira Heitor respondeu, ¡°Kira Heitor.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Voc¨º est¨¢ fndo bobagem! Antes que eu fique chateado, ¨¦ melhor dizeres quem te mandou se passar por Kira Heitor para se aproximar de mim. Se eu descobrir, voc¨º vai se arrepender.¡± Kira Heitor riu friamente, ¡°Voc¨º n?o estava sempre me procurando? Agora estou bem na sua frente e voc¨º n?o me reconhece,¡± N?o ¨¦ que Fl¨¢vio n?o a reconhecesse, ele s¨® n?o podia acreditar em seus pr¨®prios olhos. Ele achava que Kira Heitor havia fugido dele, era imposs¨ªvel que voltasse para ele assim, ele devia estar sonhando. Kira Heitor n?o disse nada. Fl¨¢vio estendeu a m?o cuidadosamente para tocar o rosto d, apertou for?a, ¡°Realmente n?o d¨®i, devo estar sonhando.¡± Kira Heitor disse, ¡°N?o d¨®i para voc¨º, mas d¨®i para mim.¡± Fl¨¢vio foi t?o r¨ªgido que deixou seu rosto inchado. Kira Heitor,¡¯chateada, beliscou Fl¨¢vio for?a. usou muita for?a, mas Fl¨¢vio n?o sentiu dor. Decepcionado, Fl¨¢vio se encostou na cabeceira da cama e esfregou os olhos, ¡°Ainda estou sonhando. Voc¨º, mulher sem cora??o,o poderia voltar para mim espontaneamente.¡± Kira Heitor entrou na s e quando voltou, tinha uma faca de frutas na m?o. Sem dizer uma pvra, bn?ou a faca na dire??o do bra?o de Fl¨¢vio. foi dura, a lamina da faca se aprofundou em sua pele e o sangue fluiu p ponta da faca. Finalmente, Fl¨¢vio sentiu dor. Vendo o sangue fluindo de seu corpo, ele ficou excitado, ¡°Kira Heitor? Voc¨º ¨¦ realmente a Kira Heitor? ¨¦ realmente voc¨º?¡± Kira Heitor estava muito mais calma do que ele, ¡°Se voc¨º ainda n?o acredita, n?o me importo de esfaquear voc¨º novamente.¡± Fl¨¢vio levantou a manga e estendeu o bra?o ainda sangrando para Kira Heitor, ¡°Esfaqueie! Desde que voc¨º esteja feliz, esfaqueie da maneira que quiser.¡± Kira Heitor olhou para esse homem que parecia louco, ¡°Voc¨º ¨¦ um pervertido!¡± Fl¨¢vio ignorou a ferida em seu bra?o e abra?ou Kira Heitor alegria, ¡°Kira Heitor, voc¨º finalmente voltou. Voc¨º pode me dizer, voc¨º vai ficarigo para sempre e n?o vai mais me deixar?¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Kira Heitor ficou im¨®vel, deixando-o abra?¨¢ firmemente, ent?o disse levemente, ¡°Eu voltei, voc¨º pode parar de lutar Marco Ant?nio agora?¡± Kira Heitor sentiu rapidamente que o aperto de Fl¨¢vio sobre e?ou a enfraquecer. Finalmente, ele praticamente a empurrou para longe. Seus olhos estavam cheios e vermelho, olhando para o se olhasse para um estranho, ¡°Kira Heitor, o que voc¨º acabou de dizer?¡± Cap铆tulo 1055 Cap¨ªtulo 1055 Cap¨ªtulo 1055 Kira Heitor deu uma olhada no bra?o sangrando de Fl¨¢vio, ¡°Precisa estancar o sangue?¡± Fl¨¢vio respondeu, Voc¨º est¨¢ se importandoigo?¡± Kira Heitor falou friamente, ¡°Eu s¨® n?o quero que voc¨º morra por perda de sangue. Eu n?o quero problemas por isso.¡± Fl¨¢vio ignorou seu sua f fria, ¡°N?o se preocupe, essa pequena ferida n?o vai me matar. Agora me diga, o que voc¨º acabou de dizer?¡± Ele parecia n?o se importar sua ferida. Kira Heitor tamb¨¦m n?o achou que deveria se preocupar, ¡°Por minha causa, voc¨º se juntou ao Andre e ao Jos¨¦ para lutar contra o Marco Ant?nio. Agora que estou de volta, voc¨º ainda vai se juntar a eles?¡± Ao ouvir a explica??o de Kira Heitor, Fl¨¢vio de repentee?ou a rir alto, ¡°Ent?o voc¨º n?o est¨¢ disposta a voltar para mim, voc¨º voltou por causa do Marco Ant?nio?¡± Kira Heitor riu friamente, ¡°O que mais? Voc¨º acha que eu quero voltar para voc¨º?¡± Essas pvras fizeram Fl¨¢vio perderpletamente a raz?o, ¡°Ent?o voc¨º se apaixonou por Marco Ant?nio? Por ele, voc¨º at¨¦ estaria disposta a voltar para mim? Foi ele quem te trouxe para mim na noite passada? Ele teve algo voc¨º? Voc¨ºs j¨¢ est?o juntos h¨¢ um tempo, voc¨º me deixou por causa dele?¡± Kira Heitor olhou friamente para o homem ¨¤ sua frente. Ent?o em seu cora??o, era esse tipo de mulher f¨²til que poderia ter algo qualquer um. ouviu suas pvras em sil¨ºncio. Seu cora??o n?o do¨ªa, mas estava frio. ¡°Eu desmascarou voc¨º, voc¨º nem se atreve a rebater?¡± Fl¨¢vio agarrou os ombros de Kira Heitor e a bn?ou for?a, ¡°Kira Heitor, voc¨º pelo menos pode me rebater.¡± Kira Heitor n?o falou, n?o discutiu ele. n?o precisava mentir para ele. realmente havia descoberto por acaso que Fl¨¢vio estava se juntando a Andre e aos outros para lutar contra Marco Ant?nio por causa d. Marco Ant?nio a ajudou, era grata a ele, n?o queria ver Marco Ant?nio ser ferido por Fl¨¢vio, ent?o decidiu voltar para Fl¨¢vio. pensou que, desde que voltasse para Fl¨¢vio, ele n?o seria mais inimigo de Marco Ant?nio, e Marco Ant?nio teria um oponente a menos. Esse era o ¨²nico m¨¦todo que conseguia pensar para ajudar Marco Ant?nio. O sil¨ºncio de Kira Heitor foi interpretado por Fl¨¢vioo uma confirma??o de seu rcionamento Marco Ant?nio. Ele agarrou Kira Heitoro um louco e a beijou ¨¤ for?a. Ele n?o se importou a luta e resist¨ºncia d, tratou-a bruscamente. Depois disso, ele mordeu o l¨®bulo da orelha de Kira Heitor e sussurrouo um dem?nio em seu ouvido, ¡°Kira Heitor, j¨¢ que voc¨º voltou, n?o pense em me deixar. Tenho muito tempo, podemos desenvolver nossos sentimentos lentamente.¡± Kira Heitor se levantou, pegou calmamente as roupas que estavam espalhadas no ch?o e as vestiu novamente. No entanto, assim que as vestiu, Fl¨¢vio as arrancou novamente. Desta vez, ele rasgou as roupas, ¡°Voc¨º n?o vai precisar de roupas de agora em diante.¡± T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Kira Heitor estava assustada por dentro, mas manteve a calma enquanto o encarava, ¡°Sua tica parece ter regredido muito. Comparado aos homens que tive l¨¢ fora, voc¨º ainda tem um longo caminho a percorrer.¡± Fl¨¢vio gritou, ¡°Cale a boca!¡± Ele n?o deixou que fsse sua opini?o, mas Kira Heitor insistiu em dizer, ¡°Sua performance regrediu, n?o posso fr sobre isso? Lembro-me de voc¨º dizendo que, se n?o aceitasse a opini?o dos outros, ficaria para tr¨¢s.¡± Essas pvras fizeram o rosto de Fl¨¢vio ficar muito chateado, ent?o Kira Heitor riu friamente. Quando n?o se importava mais nada, n?o tinha medo de nada. Mesmo tendo ido dormir bem tarde na noite anterior, Ca acordou cedo demais. Cap铆tulo 1056 Cap¨ªtulo 1056 Cap¨ªtulo 1056 Marco Ant¨®nio acordou mais cedo que e j¨¢ havia preparado o caf¨¦ da manh?. Quando abriu os olhos, Marco Ant?nio deixou os pap¨¦is que estava segurando, caminhou at¨¦ e deu um beijo suave em sua testa. ¡°Bom dia.¡± Acordar e v¨º-lo logo de cara era uma sensa??o maravilhosa. Ca se aconchegou em seus bra?os e esfregou o rosto nele suavemente. ¡°Bom dia.¡± Marco Ant?nio esticou a m?o e passou p camis d, esfregando suavemente seu abd?men. ¡°Algum lugar ainda est¨¢ doendo? Voc¨º precisa descansar mais hoje?¡± Ca bn?ou a cabe?a. ¡°No primeiro dia do meu ciclo menstrual, eu n?o me sinto muito bem, mas no segundo dia eu me sinto muito melhor. N?o preciso mais descansar.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Ent?o, levante-se e se arrume. Depois do caf¨¦ da manh?, vamos juntos para a empresa.¡± Ca se agarrou em sua cintura, relutante em solt¨¢-lo. ¡°Kira Heitor me contatou ontem ¨¤ noite. me contou algumas coisas que eu n?o sabia. Voc¨º quer saber o que me disse?¡± Marco Ant?nio ramente n?o estava surpreso. ¡°O que te disse?¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Ca disse: ¡° disse que Fl¨¢vio, Andreo e Jos¨¦ est?o se unindo para te atacar. Eles tamb¨¦m querem usar a situa??o da minha m?e para me contrr antes de vir atr¨¢s de voc¨º.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Eu sei.¡± Ca perguntou: ¡°Voc¨º j¨¢ pensou emo lidar eles?¡± Marco Ant?nio riu. ¡°Mesmo se eles se unissem, eles ainda n?o seriam p¨¢reo para mim. N?o se preocupe. te contou mais alguma coisa?¡± Ca disse: ¡° n?o falou muito, s¨® me convidou para jantar juntas depois do trabalho hoje. tamb¨¦m disse que n?o gosta do trabalho atual e pode se demitir.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Se eu n?o estiver enganado, deve ter voltado para Fl¨¢vio.¡± Ca perguntou: ¡°O qu¨º? j¨¢ se libertou do controle de Fl¨¢vio, por que voltaria para ele? Algu¨¦m a encontrou e a levou de volta?¡± Marco Ant?nio disse: ¡° deve ter voltado por conta pr¨®pria.¡± Ca n?o acreditou: ¡°Kira Heitor n?o ¨¦ idiota, por que faria isso?¡± rapidamente pegou o telefone e ligou para Kira Heitor. O telefone tocou algumas vezes antes de ser atendido. ¡°Ol¨¢, Srta. Barcelo. Ah, eu deveria te chamar de Sra. Ant?nio.¡± A voz sinistra de Fl¨¢vio veio do telefone. Ca sentiu um desespero, mal conseguia respirar. ¡°Kira Heitor est¨¢ ai? Deixe-a atender o telefone!¡± Fl¨¢vio passou o telefone para Kira Heitor. ¡°Querida, sua boa amiga, Sra. Ant?nio est¨¢ ligando.¡± Ent?o, a voz calma de Kira Heitor veio do telefone. ¡°Ca, o que voc¨º quer?¡± Ca tinha muitas perguntas, muitas coisas que queria dizer, mas n?o conseguia fr nada. Porque sabia que qualquer coisa que dissesse poderia machucar Kira Heitor. E a ¨²ltima pessoa que queria machucar era Kira Heitor. Kira Heitor riu. ¡°Voc¨º quer saber por que eu voltei para Fl¨¢vio? Na verdade, ele ainda ¨¦ meu marido. Depois de andar por a¨ª por alguns meses e passar por algumas dificuldades, decidi voltar para a vida confort¨¢vel que eu tinha antes e vim procur¨¢-lo. Felizmente, ele n?o me rejeitou, ele me aceitou e perdoou minha teimosia.¡± Ca sabia que esses n?o eram os verdadeiros sentimentos de Kira Heitor, mas n?o conseguia dar-lhe nenhum conselho. Ambas eram adultas agora e cada uma tinha que assumir a responsabilidade por suas pr¨®prias decis?es. Kira Heitor ent?o disse, ¡°Ca, se voc¨º n?o tem nada para dizer, vou desligar agora. Brinquei um pouco demais ele ontem ¨¤ noite, ainda estou um pouco cansado.¡± Ca silenciou por um momento, depois perguntou dificuldade, ¡°Ent?o, ainda vamos jantar juntos esta noite?¡± Cap铆tulo 1057 Cap¨ªtulo 1057 Cap¨ªtulo 1057 O celr de Kira Heitor estava no modo viva-voz, ent?o Fl¨¢vio podia ouvir ramente o que Ca estava dizendo. Quando fez a pergunta, Kira Heitor olhou instintivamente para Fl¨¢vio.. Fl¨¢vio, um sorriso, pegou o telefone, ¡°ro, temos que nos encontrar. Convide o Marco para vir junto, devemos nos reunir, os quatro.¡± Kira Heitor disse para Ca, ¡°Est¨¢binado ent?o.¡± ¡°Certo,¡± Ca mordeu o l¨¢bio, fndo dificuldade. A outra pessoa j¨¢ havia desligado. se virou para Marco Ant?nio, fndo baixinho, ¡°Ser¨¢ que Kira Heitor voltou para Fl¨¢vio porque sabe que, ele esta tramando Andre contra voc¨º?¡± Marco Ant¨®nio levantou a m?o, acariciando a cabe?a de Ca, ¡°N?o importa o motivo pelo qual Kira Heitor voltou para Fl¨¢vio, isso n?o diz respeito a n¨®s.¡± Ca disse, Kira Heitor ¨¦ minha amiga, n?o consigo esquecer o qu?o assustador foi quando perdeu o beb¨¦. Tenho medo que n?o valorize a pr¨®pria vida novamente.¡± Marco Ant?nio entendia o desejo de Ca de ajudar a amiga, mas n?o queria que continuasse assim, ¡°Ca, voc¨º sabe que se ajudar Kira Heitor, algumas pessoas v?o te criticar, n?o ¨¦?¡± Ca n?o entendeu, ¡°Por que s me criticariam? Quem me criticaria? N?o posso deixar de ajudar minha amiga s¨® porque algumas pessoas v?o me criticar.¡± Ca n?o conseguia entender o que estava acontecendo o mundo. Ser bondoso deveria ser uma virtude, mas agora, mesmo sendo boa para os amigos, era criticada. Mas, por mais que fosse criticada, continuava sendo gentil e tratava bem todos os seus amigos importantes. Marco Ant?nio disse, ¡°Nem todas as pessoas no mundo s?o racionais, algumas s?o muito arrogante. Essas pessoas acreditam que devem manter o casamento, n?o importao a mulher esteja se sentindo. s acreditam que, mesmo que a mulher esteja sofrendo no casamento, nunca deve se divorciar. Os amigos s¨® podem aconselhar a reconcilia??o, nunca o div¨®rcio, muito menos ajudar a mulher a sair da situa??o dif¨ªcil.¡± Ca suspirou, ¡°Voc¨º est¨¢ certo, ainda existem muitas pessoas essa mentalidade. Mas, se s quiserem me criticar, que critiquem. Afinal, eu n?o vou me importar. N?o vou deixar de ajudar minha amiga por causa das criticas dessas pessoas.¡± Antes de tentar convenc¨º, Marco Ant?nio sabia que n?o conseguiria mudar Ca, ¡°ro, s¨® voc¨º pode decidir se quer ou n?o ajud¨¢, ningu¨¦m pode tomar essa decis?o por voc¨º. ¡°S¨® quero te lembrar que essas pessoas s?o assustadoras. s nunca viram o mundo l¨¢ fora, mas acreditam que suas ideias s?opletamente corretas.¡± ¡°Eu sei, n?o se preocupe. Essas pessoas insignificantes n?o podem me machucar.¡± Para Ca, essas pessoas, que obviamente n?o entendem nada, est?o sempre insultando os outros para desabafar suas. Ontem ¨¤ noite, Nara estava enviando mensagens para remando. Nara tinha uma nov que estava fazendo sucesso, e um internauta estava criticando a s¨¦rie. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Depois que a nov foi ao ar, algumas pessoas gostaram, outras n?o, o que ¨¦ normal. Mas esse internauta estava postandoent¨¢rios negativos todos os dias, dezenas ou at¨¦ centenas deles, criticando a s¨¦rie por ser irracional. Mas esse cr¨ªtico estava apenas postandoent¨¢rios aleatoriamente, sem realmente assistir ¨¤ nov. Osent¨¢rios eram todos baseados em suas suposi??es subjetivas. O cr¨ªtico at¨¦ criticou os dois personagens principais e disse que Nara tinha problemas mentais.. Nara disse,¡±Quem tem problemas mentais ¨¦ esse cr¨ªtico, n?o ¨¦?¡± Se o cr¨ªtico n?o gosta da nov, era so para de assistir. Mas ele est¨¢ postandoent¨¢rios ofensivos todos os dias, isso n?o ¨¦ um sinal de que ele tem problemas mentais? Ca disse a , ¡°Nara, voc¨º precisa se acalmar. Os cr¨ªticos da inte n?o pensamo pessoas normais. Talvez esse cr¨ªtico realmente tenha problemas mentais e esteja em tratamento no hospital.¡± Ao ouvir Ca, Nara ficou animada, ¡°¨¦ verdade, por que estou discutindo um cr¨ªtico que tem um problema mentais?¡± ¡°Exatamente, n?o h¨¢ necessidade de dar aten??o a essas pessoas chatas.¡± Ca sempre achou que esses criticos da inte eramo ratos de esgoto, extremamente irritantes. Eles exibem suas suposi??es subjetivas de maneira excessiva, s?o est¨²pidos e detest¨¢veis! Cap铆tulo 1058 Cap¨ªtulo 1058 Cap¨ªtulo 1058 Marco Ant¨®nio viu Ca perdida em pensamentos e tocou gentilmente sua cabe?a. ¡°Alguma coisa que eu disse te assustou?¡± Ca voltou ¨¤ realidade. ¡°Lucas Bento, eu sinto muito!¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Por que voc¨º est¨¢ pedindo desculpas de repente?¡± Ca respondeu, ¡°Voc¨º ajudou Kira Heitor por minha causa e acabou chateando seu amigo Fl¨¢vio.¡± Marco Ant¨®nio respondeu, ¡°Eu n?o estava ajudando voc¨º, eu estava ajudando Fl¨¢vio.¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Ca estava confusa, ¡°Voc¨º pode explicar?¡± Marco Ant?nio explicou, ¡°Voc¨º se lembra quando foi ¨¤ Fran?a para conhecer Kira Heitor e foi levada por Fl¨¢vio quando estava saindo?¡± Ca assentiu, ¡°Eu me lembro.¡± Marco Ant¨®nio prosseguiu, ¡°Kira Heitor percebeu que n?o tinha escapado totalmente de Fl¨¢vio e que todas as suas a??es estavam sendo vigiadas por ele. entrou em desespero. Eu estava l¨¢ para buscar voc¨º, mas em vez disso, encontrei Kira Heitor tentando se matar. Se eu n?o tivesse salvo , provavelmente estaria morta agora.¡± Ca nunca soube dessa hist¨®ria. N?o ¨¦ ¨¤ toa que mesmo quando Fl¨¢vio e Marco Ant?nio se tornaram inimigos, Marco Ant?nio nunca pensou em entregar Kira Heitor a Fl¨¢vio. Ele j¨¢ tinha sacrificado muito, estava fazendo a coisa certa, mas foi mal interpretado. Marco Ant?nio continuou, ¡°Kira Heitor j¨¢ tinha decidido desistir de sua vida, foi s¨® quando eu prometi ajud¨¢ a escapar de Fl¨¢vio que voltou a ter coragem para viver. Eu ajudei Kira Heitor a escapar do Fl¨¢vio, mas eu nunca a escondi. ¨¦ livre, e pode voltar para Fl¨¢vio sempre que quiser.¡± Ca perguntou, ¡°Por que voc¨º n?o me contou isso antes?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu n?o queria te preocupar.¡± Ca quer¨ªa dizer algo, mas Marco Ant?nio a interrompeu, ¡° j¨¢ ¨¦ uma adulta agora, e sabe o que est¨¢ fazendo. N?o interfira mais nos assuntos deles.¡± Ca assentiu, mas a imagem de Kira Heitor deitada em uma po?a de sangue no ano passado veio ¨¤ sua mente. Para escapar de Fl¨¢vio, tinha at¨¦ pensado em desistir de sua vida. Se Kira Heitor fizesse algo extremo novamente¡­ Ca n?o atrevia a pensar al¨¦m. Marco Ant?nio disse, ¡°V¨¢ sevar e tomar caf¨¦ da manh?.¡± ¡°Ok.¡± Ca soltou o telefone e foi para o banheiro. Quando saiu, Marco Ant?nio j¨¢ tinha sa¨ªdo do quarto, mas seu telefone estava vibrando frequentemente na mesa de cabeceira. pegou o telefone e viu que era uma mensagem de Fl¨¢vio. ¡°Ca, Kira Heitor voltou para mim. Por favor, n?o interfira mais nos nossos assuntos.¡± ¡°Ok.¡± Ca estava nejando responder de forma simples. Mas ainda estava um pouco preocupada, ent?o enviou uma mensagem mais detalhada. ¡°Sr. Henrique, Kira Heitor ¨¦ minha amiga. Eu quero que seja feliz todos os dias, e eu espero que a pessoa que a faz feliz seja voc¨º.¡± Mas no final, Ca apagou a mensagem. pensava do julgamento dos outros, ent?o nunca enviou a mensagem. Cap铆tulo 1059 Cap¨ªtulo 1059 Cap¨ªtulo 1059 Ca guardou o celr e entrou no restaurante. Havia no balc?o o hamb¨²rguer e a Coca-C que tanto amava. mal podia acreditar no que estava vendo. ¡°Marco Ant?nio, voc¨º n?o disse que hamb¨²rguer n?o ¨¦ saud¨¢vel? Por que hoje voc¨º comprou um pra mim?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Como pode um hamb¨²rguer, que tem carne e vegetais, ser ruim para a sa¨²de? Algunserciantes sem escr¨²pulos caluniam outros alimentos para vender os seus produtos. N?o caia mais nessa. Coma o que quiser. N?o deixe que eles controlem voc¨º.¡± Ca elogiou Marco Ant?nio. ¡°Voc¨º est¨¢ absolutamente certo, Marco Ant?nio. Voc¨º ¨¦ o meu her¨®i.¡± Marco Ant?nio riu e disse: ¡°Coma logo! Pare de me bajr.¡± ¡°N?o estou te bajndo. Voc¨º ¨¦ o meu her¨®i.¡± Ca pegou o hamb¨²rguer e mordeu um peda?o grande. O sabor era delicioso e todos os seus problemas pareceram desaparecer. ¡°Vou guardar um para Alba. Vou levar para er. est¨¢ sozinha na minha casa e n?o sabe cozinhar. provavelmente n?o tem nada para o caf¨¦ da manh?.¡± ¡°N?o precisa. Marta j¨¢ levou o caf¨¦ da manh? para , disse Marco Ant?nio. ¡°Marco Ant?nio, voc¨º ¨¦ t?o atencioso. De repente, eu quero um amigoo voc¨º,¡± disse Ca. ¡°Voc¨º n?o precisa de um amigoo eu. Ter um maridoo eu ¨¦ suficiente, disse Marco Ant?nio.. O celr de Ca vibrou duas vezes. A mensagem era de Alba. ¡°N?o quero que os outros na empresa saibam que somos irm?s. N?o quero que pensem que entrei no Grupo Ant?nio por causa da minha conex?o voc¨º. Vou pegar um t¨¢xi para o trabalho. Devemos agiro se n?o nos conhec¨ºssemos na empresa.¡± This is from N?velDrama.Org. Ca concordou um sorriso e, depois de guardar o celr, disse a Marco Ant?nio, ¡°Eu quase esqueci de te contar uma coisa.¡± ¡°O que?¡± perguntou Marco Ant?nio. ¡°Alba enviou seu curr¨ªculo para o Grupo Ant?nio. se formou em gest?o financeira e a posi??o que quer ¨¦ rcionada a finan?as, mas a equipe de recrutamento colocou no secretariado do presidente, uma pessoa que n?o sabe nada sobre trabalho de secret¨¢ria. Eu acho que h¨¢ algo estranho a pessoa que a contratou.¡± Ca suspeitou que Andreo estava fazendo algum tipo de arranjo dentro do Grupo Ant?nio. Talvez ele tivesse colocado algu¨¦m que n?o sabia nada sobre trabalho de secret¨¢ria no secretariado para causar caps no Grupo Ant?nio. Ca pensou em v¨¢rias possibilidades, mas Marco Ant?nio deu a uma resposta simples: ¡°Eu que pedi para colocarem sua irm? no secretariado.¡± Marco Ant?nio sempre foi justo e imparcial. Essas pvras o surpreenderam. ¡°Voc¨º deu um tratamento especial a Alba por minha causa?¡± ¡°N?o,¡± respondeu Marco Ant?nio. Ao ouvir que n?o era por sua causa, Ca se sentiu um pouco melhor. ¡°Ent?o, por qu¨º?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Alba se formou em finan?as e tem uma habilidade acad¨ºmica muito alta. Eu vi suas qualidades e quero desenvolv¨º.¡± Poucas pessoas conseguem o reconhecimento e a admira??o de Marco Ant?nio. Ca sentiu orgulho de Alba por receber tal elogio. ¡°Sim, Alba ¨¦ uma crian?a incr¨ªvel. sempre foi contrda p fam¨ªlia de Lu¨ªs, a ponto de esquecer que ¨¦ um indiv¨ªduo independente.¡± ¡°Vamos ajud¨¢ a descobrir suas qualidades juntos no futuro,¡± disse Marco Ant?nio. ¡°ro,¡± respondeu Ca. Fazia algum tempo que Ca n?o ia ao trabalho, mas sua habilidade profissional n?o havia sido afetada. Cap铆tulo 1060 Cap¨ªtulo 1060 Cap¨ªtulo 1060 Ao chegar na empresa, a primeira tarefa d ainda era preparar o caf¨¦ para Marco Ant?nio. Depois de entregar o caf¨¦, saiu silenciosamente do escrit¨®rio do presidente. Embora fossem casados, eles mantinham uma ra distin??o entre o p¨²blico e o privado na empresa, sem conversas pessoais. Ap¨®s deixar o escrit¨®rio, Ca viu que na ¨¢rea administrativa, Ynda Escotet estava apresentando a nova colega, Alba, para todos, A atitude de Ynda n?o mudou, ainda era amig¨¢vel a nova colega, ¡°A nova colega de hoje ¨¦ Alba, ser¨¢ uma de n¨®s na ¨¢rea administrativa, vamos audir para receb¨º!¡± Todos audiram calorosamente a nova colega. O antigo supervisor, Diego, foi demitido por causa de um rcionamento inapropriado a funcion¨¢ria Melisa, ent?o a mais experiente epetente Ynda foi promovida a supervisora. Sob sua lideran?a, o ambiente de trabalho melhorou significativamerite. * ? ??? ? ? Sem o cuidado m¨²tuo entre os colegas, as r??es melhoraram aumentando tamb¨¦m a efici¨ºncia no trabalho, Ca ficou l¨¢ por um tempo, chamando a aten??o de Ynda, que se aproximou Alba, ¡°Alba, esta ¨¦ a Srta. Barcelo.¡± Alba foi muito respeitosa e cumprimentou Ca, ¡°Srta. Barcelo, prazer em conhecer voc¨º! Espero aprender muito voc¨º no futuro!¡± Ca acenou a cabe?a, ¡°Quando cheguei ¨¤ sede do Grupo Ant?nio, Ynda tamb¨¦m me ajudou ae?ar a trabalharo est¨¢ fazendo agora. ¨¦ uma boa colega, aprenda bem .¡± Alba, ¡°ro.¡± Vendo a atitude amig¨¢vel de Ca, a hostilidade de Ynda diminuiu, ¡°Alba, voc¨º acabou de chegar e pode n?o saber que a Srta. Barcelo ¨¦ muitopetente e ¨¦ altamente respeitada pelo Diretor Ant?nio. Se estiver dispon¨ªvel, voc¨º tamb¨¦m pode perguntar a qualquer coisa que n?o entenda. Tenho certeza que poder¨¢ te ajudar.¡± Isso soou um pouco estranho. Mas nem Ca nem sua irm? se importaram . Ynda disse a Alba novamente, ¡°Alba, voc¨º pode voltar ao seu trabalho agora.¡± Alba, ¡°ro, Srta. Barcelo, eu j¨¢ vou.¡± Depois que Alba saiu, Ca sorriu, ¡°Voc¨º tem algo que quer me dizer em particr?¡± Ynda, ¡°Sobre aquele v¨ªdeo da ¨²ltima vez, voc¨º n?o tem nada para me explicar?¡± Ca, ¡°Qual v¨ªdeo?¡± Ynda estava muito zangada, ¡°Ca,o voc¨º pode esquecer um v¨ªdeo t?o importante?¡± ¡°Eu realmente n?o me lembro, voc¨º pode ser mais ra?¡± Ca passou por muita coisa recentemente e sua mente estava um pouco confusa. n?o conseguia se lembrar de qual video Ynda estava fndo. Ynda disse irritada, ¡°¨¦ o v¨ªdeo que eu gravei de voc¨º e o Diretor Ant?nio sendo ¨ªntimos. Eu at¨¦ te mostrei, voc¨º esqueceu?¡± Ca se lembrou de repente, ¡°Ah, aquele video. A realidade ¨¦ exatamenteo voc¨º viu, n?o tenho nada para explicar.¡± Ynda, achou que Ca estava fazendo isso de prop¨®sito para irrit¨¢!This is from N?velDrama.Org. Cap铆tulo 1061 Cap¨ªtulo 1061 Cap¨ªtulo 1061 Ca disse: ¡°Ainda preciso preparar alguns materiais para a reuni?o, se voc¨º n?o tiver mais nada, vou sair primeiro.¡± Ynda, medo de Ca sair, rapidamente estendeu a m?o para impedi, ¡°Espera um pouco.¡± Ca perguntou: ¡°Voc¨º precisa de mais alguma coisa?¡± Ynda hesitou por um momento, e disse cuidadosamente: ¡°Desculpa.¡± Ca arqueou uma sobrancelha, ¡°Por que voc¨º est¨¢ se desculpandoigo?¡± Como as pessoas sempre passavam por perto, Ynda n?o queria que outros ouvissem a conversa deles, ¡°Posso ir ao seu escrit¨®rio para conversar voc¨º?¡± T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Ca disse: ¡°Vemigo.¡± Depois de entrar no escrit¨®rio, Ynda disse: ¡°Durante o tempo que voc¨º esteve fora, eu pensei muito. Voc¨º n?o ¨¦ o tipo de pessoa que faz de tudo para conseguir o que quer, talvez haja raz?es para o que aconteceu entre voc¨º e o Diretor Ant?nio que voc¨º n?o quer fr. Desde que voc¨º prometa manter uma distancia apropriada do Diretor Ant?nio no futuro e n?o se torne um terceiro partido indesejado, eu guardarei esse segredo e definitivamente n?o deixarei que outros saibam.¡± Ynda nunca teve inten??es maliciosas Ca, suas d¨²vidas anteriores sobre Ca eram simplesmente porque, em sua opini?o, Ca era uma garota muito talentosa e esfor?ada. Ynda sabia melhor do que ningu¨¦m que Ca se tornou assistente do Diretor Ant¨®nio por causa de suas pr¨®prias habilidades, e uma vez que os rumores falsos sobre Ca e Diretor Ant¨®nio se espalhassem, o esfor?o de Ca seria vistoo ridiculo aos olhos dos outros. Ynda estava medo que as pessos dissessem que Ca conseguiu tudo o que tem agora atrav¨¦s da venda de seu corpo. Ca disse: ¡°Acredite ou n?o, nunca fui a terceira parte. O que aconteceu entre mim e o Diretor Ant?nio, n?o posso explicar agora, mas um dia voc¨º entender¨¢ Ynda disse: ¡°Eu acredito no que voc¨º diz.¡± Ca sorriu, ¡°Obrigada.¡± Ynda disse: ¡°Ca, para n¨®s mulheres, ¨¦ realmente dificil alcan?ar uma posi??o no local de trabalho atrav¨¦s de nossos pr¨®prios esfor?os. Voc¨º j¨¢ chegou t?o longe, definitivamente n?o pode deixar que outros pensem que todo o seu esfor?o anterior veio de rcionamentos especiais.¡± Esses eram problemas que Ca tinha considerado e tamb¨¦m a raz?o p qual n?o queria que as pessoas da empresa soubessem sobre seu rcionamento Marco Ant¨®nio. Agora, ouvindo um colega dizer isso, Ca ficou um pouco preocupada, ¡°Obrigada pelo aviso.¡± Ynda suspirou aliviada e sorriu levemente, ¡°Para ser honesta, estou um pouco inveja de voc¨º.¡± Ca disse: ¡°Todo mundo tem inveja, mas poucas pessoas s?o t?o sinceras quanto voc¨º.¡± Ynda disse: ¡°Talvez essa seja uma das minhas poucas qualidades.¡± ¡°Voc¨º tem muitas qualidades: Ca disse, ¡°Desde que voc¨º se tornou a respons¨¢vel, o amiente do trabalho no escrit¨®rio da secret¨¢ria melhorou muito. O Diretor Ant¨®nio at¨¦ te elogiou especialmente.¡± Ynda ficou muito feliz ao ouvir isso, ¡°Diretor Ant¨®nio realmente me elogiou?¡± Ca disse: ¡°Com certeza, voc¨º ¨¦petente, s¨¦ria e respons¨¢vel em seu trabalho, todas essas qualidades, o Diretor Ant?nio v¨º.¡± Ynda tem trabalhado no Grupo Ant¨®nio h¨¢ muitos anos, sempre foi zelosa e nunca foi pregui?osa ou fingida, e ¨¦ realmente uma excelente funcion¨¢ria. ro, al¨¦m de receber um alto sal¨¢rio, o reconhecimento do Diretor Ant¨®nio de suas habilidades de trabalho tamb¨¦m ¨¦ muito importante. Depois de ouvir essas pvras, tinha um sorriso feliz no rosto, ¡°Com o reconhecimento do Diretor Ant?nio, vou trabalhar ainda mais para liderar todos os meus colegas no escrit¨®rio da secret¨¢ria para alcan?ar novos patamares.¡± Ca sorriu e disse, Vamos dar tudo de nos juntas!¡± Ynda disse: ¡°Ca, eu quero te abra?ar, posso?¡± Ca assentiu, antes que pudesse dizer algo, Ynda ja a havia abra?ado forte, ¡°Ca, voc¨º n?o tem ideia do quanto eu invejo voc¨º, do quanto eu tenho ci¨²mes de sua excel¨ºncia¡­ mas eu sou sortuda, n?o perdi a cabe?a por causa dos ci¨²mes, espero que possamos continuar sendo amigas no trabalho.¡± Ca disse, ¡°ro.¡± ¡°O que voc¨ºs duas est?o fazendo?¡± Mario, que acabara de chegar ao escrit¨®rio, se assustou ao ver as duas garotas abra?adas assim que entrou. Cap铆tulo 1062 Cap¨ªtulo 1062 Cap¨ªtulo 1062 Ynda se afastou rapidamente de Ca, fndo enquanto caminhava, ¡°Preciso voltar ao trabalho.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Mario a observou sair, depois voltou a olhar para Ca, ¡°Voc¨ºs duas?¡± Ca respondeu, ¡°N¨®s duas o qu¨¦?¡± Mario disse, ¡°Voc¨ºs duas t?o abra?adas¡­¡± Ca rebateu, Tem algum problema se quisermos nos abra?ar?¡± Mario disse, ¡°N?o tem problema em se abra?ar, mas acho que a Ynda tem sentimentos especiais por voc¨º.¡± Ca disse, ¡°Quando fui transferida para a sede, ficouigo, me ajudou a conhecer a empresa e o trabalho, quando alguns funcion¨¢rios antigos tentaram me intimidar, me defendeu. ¨¦ meio que minha mentora.¡± Mario disse, ¡°Entendi.¡± Ca perguntou, ¡°O qu¨¦?¡± Mario disse,¡±Quando te viu sendo carinhosa o Diretor Ant?nio no escrit¨®rio, ficou muito chateada. Inicialmente pensei que gostava do Diretor Ant?nio, mas logo percebi que n?o. Ent?o pensei, a pessoa que realmente gosta ¨¦ voc¨º, n?o se importa o Diretor Ant?nio. Ca ouviu a primeira parte disso, perguntou, ¡°Quando eu fui carinhosa o Diretor Antonio?¡± Mario disse, ¡°Voc¨ºs t¨¦m poucos momentos de carinho? Posso te dizer que muita gente na empresa j¨¢ sabe sobre o seu rcionamento o Diretor Ant?nio, a sua situa??o deve ser revda em breve.¡± Ca perguntou, ¡°Quem mais sabe, al¨¦m de voc¨º?¡± Mario disse, ¡°Se me lembro corretamente, em algumas reuni?es o Diretor Ant?nio projetou seu celr, e as mensagens que voc¨º mandou para ele apareceram na t¡­¡± Ca ficou em sil¨ºncio. realmente n?o consegue enfrentar as pessoas. Mario continuou, ¡°O Diretor Ant¨®nio ¨¦ sempre muito cuidadoso. Se ele n?o quer que as pessoas saibam de algo, as pessoas definitivamente n?o saber?o. A ¨²nica raz?o para o Diretor Ant?nio cometer esse erro repetidamente na s de reuni?es ¨¦¡­¡± Ca perguntou, ¡°Qual a raz?o?¡± Mario disse, ¡°O Diretor Ant¨®nio est¨¢ fazendo isso de prop¨®sito!¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Essa possibilidade n?o pode ser descartada. Porque Marco Ant?nio queria revr o rcionamento dos dois, mas n?o queria, ele prometeu que n?o revria por enquanto, mas isso n?o significa que ele n?o possa fazer coisas para expor o rcionamento deles. Mario se sentia muito inteligente, ¡°Voc¨º n?o acha que o que eu disse faz sentido?¡± Ca n?o respondeu, quando voltar para casa, definitivamente ir¨¢ questionar Marco Antonio. Mario disse, ¡°Sra. Ant?nio, voc¨º n?o acha que deveria me rpensar de alguma forma?¡± ¡°Sra. Ant?nio? Quem ¨¦ a Sra. Antonio? Ca ¨¦ a Sra. Ant?nio?¡± Ynda voltou ao escrit¨®rio de Ca para dizer algo que havia esquecido, chegou ¨¤ porta e ouviu eles fndo sobre a Sra. Ant?nio. Mario olhou para Ca, ¡°Voc¨º lida isso.¡± Ynda tamb¨¦m olhou para Ca, seus olhos cheios de expectativa p verdade. Ca pensou por um momento, depois assentiu seriamente, ¡°Sim.¡± Ynda primeiro arregalou os olhos de surpresa, depois ficou em sil¨ºncio, e finalmente parecia que todas as suas d¨²vidas haviam sido resolvidas, ¡°Ent?o a Sra. Ant?nio que sempre quisemos conhecer estava sempre conosco.¡± Cap铆tulo 1063 Cap¨ªtulo 1063 Cap¨ªtulo 1063 ¡°Demais! Demais¡­ Ynda exmava animada. Sua intui??o estava certa, Ca n?o era o tipo de mulher desonesta. ¡°Mario, Ca escolheu manter sua identidade em segredo, voc¨º sabe que n?o deve revr isso a mais ningu¨¦m.¡± Ynda quer¨ªa perguntar por que Ca estava escondendo sua identidade, mas antes mesmo que pudesse perguntar, j¨¢ tinha entendido. conhecia bem a capacidade de trabalho de Ca, mas quando descobriu que Ca estava se dando bem o Diretor Ant?nio, sua primeira suspeita foi que Ca tinha seduzido o diretor para conseguir seu cargo. Se os outros soubessem da verdadeira r??o entre Ca e Marco Ant¨®nio, sem d¨²vida achariam que a promo??o de Ca foi resultado de um favoritismo. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Uma vez que todos pensassem dessa forma, todo o esfor?o anterior de Ca seria esquecido. Na empresa, n?o seria mais apetente Sra. Barcelo, mas a esposa do Diretor Ant?nio Por mais prestigiosa que seja essa posi??o, a esposa do Diretor Ant¨®nio ¨¦, no fim das contas, apenas um acess¨®rio do Diretor Ant?nio. ¡°N?o se preocupe, Mario, disse Ynda ¡°Eu n?o vou dizer nada. Se Ca quer revr ou n?o sua identidade, ¨¦ uma decis?o que cabe a .¡± ¡°Obrigada¡±, disse Ca. ¡°Eu n?o fiz nada por voc¨º, ent?o n?o precisa agradecer.¡± Ynda se sentiu aliviada, ¡°Ca, Mario, temos uma festa do departamento na sexta-feira, voc¨ºs querem vir?¡± Ca geralmente n?o se rcionava muito seus colegas e n?o gostava de participar desses tipos de eventos, mas diante da expectativa de Ynda, concordou, Tudo bem? ¡°Eu estou livre na sexta-feira depois do trabalho, ent?o ir ¨¤ festa ¨¦ uma boa ideia. Mas acho que se Ca for, o Diretor Ant?nio tamb¨¦m pode ir. E se ele estiver l¨¢, pode ser constrangedor para todos e a festa n?o vai ser t?o rxante Ca, pelo bem da divers?o de todos, voc¨º definitivamente n?o deve deixar o Diretor Ant¨®nio ir¡­¡± ¡°Mario, voc¨º est¨¢ errado em pensar assim. N?o importa o que os outros pensem, eu realmente gostaria que o Diretor Ant?nio viesse ¨¤ nossa festa do departamento A maioria dos funcion¨¢rios do escrit¨®rio ¨¦posta por mulheres, ent?o, independentemente do que todos possam pensar de Marco Antonio, quem n?o gostaria de olhar para um rosto bonito? ¡°Eu n?o quero que o Diretor Ant?nio venha, eu me sentiriao se estivesse trabalhando. Voc¨º n?o pode fr por todos, assimo eu n?o posso ¡°Ent?o, Ynda, voc¨º pode voltar e perguntar a todos o que eles pensam. Se todos quiserem que o Diretor Ant¨®nio venha, eu farei o possivel para traz¨º-lo Se eles n?o quiserem, eu n?o o decranes ir ¡°Tudo bem, Sra Ant¨®nio Depois de dizer isso, Ynda saiu correndo, mas olhou para tr¨¢s e sorriu para Ca antes de sair, ¡°Sra. Ant?nio, vou perguntar agora e voltarei uma resposta em breve.¡± Ca ficou sem pvras. ¡°Ynda ¨¦ um pouco estranha¡±, disse Mario ¡°Em que sentido?, perguntou Ca ¡° n?o deveria estar ci¨²mes de voc¨º? Por que parece t?o feliz, e verdadeiramente feliz?¡± ¡°Por que deveria estar ci¨²mes de mim? N?o ¨¦ possivel que esteja verdadeiramente feliz por mim?¡± ¡°Entre as garotas, n?o ¨¦um haver ci¨²mes eplica??es?¡± ¡°Quem disse que entre as garotas tem que haverplica??es? Seja menino ou menina, sempre h¨¢ amigos que se d?o bem e inimigos que n?o se d?o bem. Eu acho que a amizade entre as meninas ¨¦ muito pura e bonita, voc¨º n?o pode ser preconceituoso!¡± Mario percebeu que havia dito algo inadequado e rapidamente se corrigiu. ¡°Eu pensava assim porque j¨¢ teve uma grande insatisfa??o voc¨º. Achei que, ao saber do seu rcionamento o Diretor Ant¨®nio, sentiria ci¨²mes e raiva¡± Ca respondeu, Ynda ¨¦ uma garota de bom car¨¢ter, sempre ve o melhor nas pessoas, elogia sinceramente aqueles que s?o melhores do que e se esfor?a para aprender. sempre foi boaigo. Sua insatisfa??o era porque erradamente pensou que eu tinha um rcionamento inapropriado o Diretor Ant?nio. Na verdade, antes de saber da verdadeira natureza do meu rcionamento o Diretor Ant?nio, j¨¢ tinha se desculpado pelo mal-entendido anterior.¡± Mario disse. ¡°Eu entendi, n?o h¨¢ confus?o que eu imaginava entre voc¨ºs. realmente se alegra por voc¨º e voc¨º a defende.¡± Cap铆tulo 1064 Cap¨ªtulo 1064 Cap¨ªtulo 1064 Ca disse: ¡°Vamos parar de conversa fiada. A reuni?o vaie?ar em breve.¡± Mario, ansioso, falou: ¡°Caramba, ainda n?o preparei meus documentos para a reuni?o. Ca, tenho certeza que o Diretor Ant¨®nio n?o vai brigar voc¨º, voc¨º poderia me ajudar na reuni?o¡­¡± Ca o interrompeu antes que ele pudesse terminar: ¡°De jeito nenhum!¡± Enquanto Mario organizava os documentos, remou para Ca: ¡°Por que voc¨º ¨¦ t?o legal a Ynda e n?o consegue ser um pouquinho mais amig¨¢veligo? Estamos trabalhando juntos h¨¢ tanto tempo, deve haver algum sentimento, certo?¡± Ca deu uma risada: ¡°N¨®s temos sentimentos?¡± Mario respondeu: ¡°ro que sim! Na verdade, nos damos muito bem.¡± Ca, de repente, disse: ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º chegou?* ¡°Diretor Ant?nio, ah, n?o ¨¦ o que parece, eu e Ca n?o temos um rcionamento pessoal¡­¡± Mario come?ou a se desculpar antes mesmo de ver o Diretor Ant?nio, mas quando levantou a cabe?a, percebeu que Marco Ant?nio n?o estava ali. Percebendo que havia sido enganado, ele encarou Ca e disse: ¡°Ca, voc¨º acha que eu n?o sou capaz de te bater em voc¨º?¡± Ca respondeu: ¡°N?o acredito n?o!¡± Mario disse: ¡°Voc¨º n?o acredita? Eu te digo, mesmo o Diretor Ant?nio te protegendo, eu ainda consigo bater em voc¨º. Eu posso te bater at¨¦ voc¨º n?o ser reconhecida. Ca disse novamente: ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º realmente chegou!¡± Mario disse: ¡°Se eu for enganado de novo, eu n?o sou mais o Mario ¡°E qual nome voc¨º gostaria de ter? E quem voc¨º gostaria de bater?¡± A voz profunda e poderosa de Marco Ant¨®nio fluiu da porta do escrit¨®rio. This is from N?velDrama.Org. Mario n?o ousou se virar: ¡°Diretor Ant?nio¡­ Normalmente, Marco Ant?nio os chamava por telefone, por que hoje ele veio pessoalmente ao escrit¨®rio? E ouviu quando ele estava ¡°intimidando¡± Ca. Mario sentiu que sua carreira poderia estar chegando ao fim. Talvez, sua vida tamb¨¦m estivesse chegando ao fim Ca perguntou: ¡°Diretor Ant¨®nio, voc¨º precisa de alguma coisa?¡± O olhar de Marco Ant¨®nio se voltou para Ca, e de repente ficou mais leve: ¡°Por favor, organize para que Ynda oriente pessoalmente a Alba, para garantir que Alba se familiarize rapidamente o trabalho Ca estava um pouco nervosa, maso era assistente de Marco Ant?nio, n?o perguntou mais nada, apenas respondeu: ¡°Sim, vou organizar agora mesmo. Depois que Ca saiu, Mario olhou cuidadosamente para Marco Antonio: ¡°Diretor Ant?nio, eu estava apenas brincando Ca, n?o estava realmente intimidando-a.¡± Marco Antonio respondeu: ¡°Voc¨º acha que eu n?o percebi que era uma brincadeira?¡± Mario ficou sem pvras. Se Marco Ant?nio sabia que era uma brincadeira, por que ainda olhava para ele aqueles olhos assustadores? Cap铆tulo 1065 Cap¨ªtulo 1065 Cap¨ªtulo 1065 Marco Ant?nio ficou em sil¨ºncio, apenas olhando fixamente para o Mario, fazendo-o sentir um arrepio. Mario disse, ¡°Diretor Ant¨®nio, se tens algo a dizer, por favor, diga diretamente.¡± Depois de um tempo que parecia uma eternidade, a sensa??o de que Ca estaria de volta a qualquer momento, Marco Antonio falou lentamente, ¡°A partir de hoje,a Ca j¨¢ n?o pode ter acesso a documentos importantes da empresa.¡± ¡°O qu¨¦? Diretor Ant?nio, o que voc¨º disse?¡± Mario pensou que tinha ouvido errado, tocou um pouco atrapalhado a orelha e perguntou, ¡°Diretor Ant?nio, eu ouvi certo? Ca n?o s¨® ¨¦ sua secret¨¢ria, mas tamb¨¦m sua esposa, voc¨º n?o confia n?¡± Em pouco tempo, muitos pensamentos passaram p mente de Mario. Marco Ant?nio sempre confiou em Ca, desde que e?ou a trabalhar ele, nunca havia escondido qualquer documento importante d. Hoje, ele pediu especialmente para Ca sair e disse a ele que n?o poderia mais deixar Ca ter acesso aos documentos confidenciais da empresa, isso ramente mostrava desconfian?a em Ca. Talvez n?o fosse desconfian?a, mas o fato de que Ca agora era a esposa do Diretor Antonio e metade do dinheiro que ele ganhava deveria pertencer T¨ºxt ? N?velDrama.Org. ¨¤ Ca. Os rcionamentos conjugais s?oplicados, hoje podem estar muito bem, amanh? podem estar em constante desaven?a. Talvez Marco Ant?nio estivesse se prevenindo, se algo acontecesse seu rcionamento Ca, n?o teria direito a sua fortuna. Depois de pensar muito, Mario sentiu que essa era a maior possibilidade Mas ent?o, Marco Ant¨®nio disse, ¡°Eu nunca desconfiei d.¡± Ao ouvir isso, Mario se sentiu um pouco envergonhado, mas n?o p?de deixar de perguntar, ¡°Ent?o, por que voc¨º n?o quer que tenha acesso aos documentos confidenciais da empresa no futuro?¡± Marco Ant?nio olhou para Mario, virou-se e saiu Esse olhar encheu Mario de d¨²vidas, mas ele n?o ousou perguntar mais. A reuni?o de hoje foi principalmente para discutir um projeto que o Grupo Ant?nio estava nejando investir em uma regi?o remota do Oeste. O local escolhido para o projeto n?o s¨® era remoto, mas tamb¨¦m n?o possu¨ªa nenhum recurso natural que codesse ser explorado. No entanto, muitas fam¨ªlias pobres ainda viviam l¨¢, muitas das quais nunca deixaram as montanhas e nunca viram o mundo exterior. O motivo era a falta de estradas ligando as montanhas ao mundo exterior Se as pessoas nas montanhas quisessem ir ¨¤ cidade, teriam que caminhar por um longo caminho montanhoso. Muitas empresas que queriam ganhar dinheiro n?o iriam se desenvolver l¨¢, pois se fossem para aquele lugar, teriam que construir estradas para o mundo exterior. O terreno l¨¢ eraplicado, a constru??o de estradas era extremamente dificil, o custo da constru??o era muito alto, e certamente seria necess¨¢rio um grande investimento para fazer a liga??o o mundo exterior. Resumindo, se investissem neste projeto, n?o seria poss¨ªvel lucrar nos primeiros anos ou at¨¦ d¨¦cadas, e seria necess¨¢rio um grande investimento, tornando este projeto de car¨¢ter beneficente Embora fosse um projeto beneficente que n?o gerava lucro, todos os participantes da reuni?o foram extremamente ativos, oferecendo suas melhores sugest?es para o projeto. Depois da reuni?o, Ca se sentiu especialmente feliz. Aqus pessoas que normalmente poderiam facilmente assinar projetos no valor de dezenas de milh?es de dres estavam t?o empolgadas em fazer trabalhos beneficentes, mostrando que s realmente queriam contribuir para a causa da pobreza. Mario e Ca voltaram ao escrit¨®rio Marco Antonio, entregaram o rt¨®rio do dia e Mario disse, Voc¨ºs devem ter algo a dizer em particr, certo? Ent?o, eu vou embora primeiro.¡± Marco Antonio, ¡°Eu te disse para ir?¡± Mario, ¡°Diretor Ant?nio, h¨¢ algo mais que voc¨º precisa dizer?¡± Marco Ant?nio, o rt¨®rio de Ca de hoje, voc¨º vai concluir.¡± Se n?o fosse pelo ocorrido antes da reuni?o, Mario provavelmente pensaria que Marco Ant?nio estava tentando se vingar dele. Agora, ele n?o conseguia entender o que Marco Ant?nio estava pensando. Ca disse, ¡°N?o precisa. Eu cuido das minhas coisas.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Agora estamos na empresa.¡± Ent?o, ele estava a lebrando de separar o pessoal do profissional. Ele era o chefe, a sua pvra era a lei e Ca tinha apenas que aceitar. Marco Ant?nio disse a Mario, ¡°Voc¨º pode ir agora.¡± Mario saiu imediatamente, n?o importa o quanto ele estivesse curioso sobre o que havia acontecido, ele n?o ousou escutar mais. Cap铆tulo 1066 Cap¨ªtulo 1066 Cap¨ªtulo 1066 Ca disse: ¡°Estou indo embora.¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Espere um pouco.¡± Ca perguntou: ¡°Diretor Ant?nio, tem algo mais que voc¨º gostaria de dizer?¡± Ca n?o o chamava formalmente de Diretor Ant?nio h¨¢ muito tempo, Marco Ant?nio sentiu-se estranho ao ouvir isso. ¡°Agora preciso fr de assuntos particres voc¨º.¡± Ca riu ironicamente. Ele acabou de dizer que estavam em um ambiente de trabalho, e agora queria discutir assuntos pessoais . Ele realmente acreditava que podia fazer o que quisesse? Marco Ant?nio disse: ¡°Venha mais perto.¡± Ca obedientemente se aproximou dele, mas parou a uma certa distancia. Marco Ant?nio perguntou: ¡°Pare?o que vou te machucar?¡± Ca respondeu: ¡°Na empresa, ¨¦ melhor mantermos uma certa distancia.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Depois do trabalho, voc¨º vai para casa no meu carro.¡± Ca concordou: Tudo bem.¡± Marco Ant?nio disse novamente: ¡°Venha mais perto.¡± Com uma express?o de d¨²vida, Ca perguntou: ¡°O que voc¨º vai fazer?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°N?o te abracei o dia todo, quero te abra?ar agora.¡± Ca imediatamente o empurrou para longe e correu para fora do escrit¨®rio, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º mesmo disse que dever¨ªamos separar neg¨®cios de assuntos pessoais.¡± Observando sua fuga, a gentileza nos olhos de Marco Ant?nio desapareceu, deixando apenas frieza. This is from N?velDrama.Org. ¨¤ noite, eles foram jantar Fl¨¢vio e Kira Heitor. O local foi escolhido por Fl¨¢vio, um dos seus im¨®veis em Salvador. Marco Ant?nio e Ca j¨¢ tinham ido l¨¢. Um lugar que parecia velho por fora, mas era luxuoso por dentro. Ca achou o lugar sombrio na ¨²ltima vez que esteve l¨¢, e mesmo Marco Ant?nio ao seudo desta vez, essa sensa??o n?o diminuiu. A equipe de atendimento cumprimentou Ca e Marco Ant?nio no mesmo local de sempre, ¡°Diretor Ant?nio, Sra. Ant?nio, por aqui, por favor!¡± Marco Ant?nio segurou a m?o de Ca, ¡°Por que suas m?os est?o t?o frias?¡± As m?os de Ca eram sempre quenteso uma pequenareira no inverno, mas hoje, em um dia t?o quente, suas m?os estavam gdas. Ca disse: ¡°N?o sei por que, mas estou nervosa.¡± Marco Ant?nio a abra?ou p cintura e a puxou para mais perto, ¡°Estou aqui, n?o tenha medo.¡± Ca se apoiou nele, sentindo seu calor e batimento cardiaco, e se sentiu mais calma. Justo quando estavam andando, uma mulher atraente bloqueou o caminho deles, ¡°Diretor Ant?nio, bem-vindo! Por aqui, por favor!¡± Marco Ant?nio, segurando Ca, estava prestes a seguir a mulher quando disse: ¡°Diretor Ant?nio, Sr. Henrique disse que apenas voc¨º deve me seguir. A Sra. Ant?nio deve ir aquele cavalheiro.¡± ¡°Sra. Ant?nio, permita-me atend¨º esta noite.¡± Outro homem se aproximou, ele era realmente atraente, mas para Ca, nenhum outro homem separava a Marco Ant?nio. Marco Ant?nio puxou Ca para tr¨¢s dele, olhando friamente para as duas pessoas ¨¤ frente, ¡°Saia da frente!¡± ¡°Diretor Ant?nio, s¨® queremos receb¨º-los bem, por que voc¨º est¨¢ t?o agressivo?¡± A mulher levantou a m?o e deu um tapinha suave no peito de Marco Ant?nio. Cap铆tulo 1067 Cap¨ªtulo 1067 Cap¨ªtulo 1067 Marco Ant?nio desviou-se suavemente, evitando a m?o estendida da mulher. A mulher n?o o tocou, rindo ainda mais encantadoramente, ¡°Diretor Ant?nio, o que voc¨º est¨¢ evitando? Voc¨º acha que eu te machucaria?¡± Os olhos de Marco Ant?nio se tornaram de repente fr¨ªos, ¡°N?o fa?a isso!¡± A mulher disse, ¡°Diretor Ant?nio, ent?o o que voc¨º quer que eu fa?a? Voc¨º quer ter um casoigo? Tudo bem, eu estou mais que disposta.¡± Ca deu uma risada fria. Essa mulher acha que n?o existe? Provocando seu marido bem na frente d. Ca deu um passo ¨¤ frente, bloqueando Marco Ant¨®nio e olhando friamente para a mulher. A mulher tamb¨¦m n?o recuou, examinando Ca cuidadosamente, ¡°Sra. Ant?nio, meu colega ¨¦ bem bonito e presta um ¨®timo servi?o, voc¨º n?o quer experimentar?¡± Ca ignoroupletamente a provoca??o da mulher e gritou para dentro, ¡°Fl¨¢vio, venha c¨¢!¡± ¡°Diretor Ant?nio e Sra. Ant?nio n?o precisam dos seus servi?os, voc¨ºs podem ir embora. Com essa voz masculina familiar ressoando, Fl¨¢vio saiu lentamente das sombras. A mulher e o homem obedeceram ¨¤ ordem, respondendo ao mesmo tempo e ent?o se afastaram em sil¨ºncio. Ca olhou instintivamente para tr¨¢s de Fl¨¢vio, procurando Kira Heitor. Fl¨¢vio riu, ¡°N?o precisa procurar. Kira Heitor est¨¢ cansada, ainda n?o acordou.¡± Ca permaneceu em sil¨ºncio. Fl¨¢vio olhou para Marco Ant?nio, uma express?o provocativa, ¡°Marco Ant?nio, que tal tomar umasigo esta noite?¡± Ca disse, ¡°Ele tem um est?mago sens¨ªvel, n?o pode beber.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Marco Ant?nio, voc¨º poderia contrr sua esposa? Quando os homens est?o conversando, poderia ficar quieta e n?o interromper. Veja, Kira Heitor ¨¦ muito boa, nunca interrompe quando estamos conversando. As mulheres devem aprender Kira Heitor.¡± Ca s¨® p?de ficar sem pvras. Era o s¨¦culo 21 e esse homem ainda tinha essas ideias ultrapassadas. N?o ¨¦ de se admirar que Kira Heitor preferisse morrer a fugir dele. Depois de ouvir isso, Marco Ant?nioe?ou a fr lentamente, sussurrando, ¡°Minha esposa ¨¦ uma pessoa independente, o que quer dizer e o que quer fazer, ¨¦ a escolha d.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Mais cedo ou mais tarde vai acabar toda a sua fortuna.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Eu tenho muitos bens, se conseguir me levar ¨¤ fal¨ºncia, isso tamb¨¦m seria uma habilidade d.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°¨¦ mesmo?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°N¨®s estamos de p¨¦ h¨¢ muito tempo, voc¨º n?o vai nos convidar para sentar?¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Para ser honesto, eu realmente n?o quero.¡± Marco Ant?nio pegou a m?o de Ca, ¡°Ent?o vamos embora.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Tudo bem, eu sozinho n?o posso contra voc¨ºs dois. Eu s¨® queria perguntar, voc¨º poderia tomar umasigo hoje?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Posso.¡± Ca queria impedir, mas pensou que Marco Ant?nio saberia o que fazer, ent?o deixou ele ir. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Fl¨¢vio foi generoso, preparou uma mesa farta. Havia todo tipo deida deliciosa. Fl¨¢vio primeiro convidou Marco Ant?nio e Ca para se sentarem, depois se levantou e caminhou para dentro da casa, ¡°Voc¨ºsecem aer, eu vou ver se Kira/Heitor acordou.¡± Ca estava faminta e n?o queria ser cort¨¨s ele, pegou sua faca e garfo e estava pronta para comer, para encher o est?mago. Mas assim que pegou a faca e o garfo, foi impedida por Marco Ant?nio, ¡°N?o se apresse paraer.¡± Ele disse a para n?o se apressar, mas ele mesmo pegou um pouco deida paraer primeiro. Cap铆tulo 1068 Cap¨ªtulo 1068 Cap¨ªtulo 1068 Depois deer, ele colocouida no prato d, ¡°Se quiserer algo, me diga, eu vou buscar para voc¨º.¡± Ca percebeu algo, ¡°Voc¨º est¨¢ provando aida para mim? Voc¨º est¨¢ preocupado que o Fl¨¢vio possa ter envenenado?¡± Fl¨¢vio ¨¦ um louco, ele poderia fazer qualquer coisa e ningu¨¦m se surpreenderia. Marco Ant?nio n?o tinha medo dele, mas n?o queria que Ca corresse qualquer risco. Marco Ant?nio serviu Ca novamente, ¡°Come, n?o pense demais,¡± Ca j¨¢ n?o tinha mais apetite, o olhava os olhos vermelhos de emo??o, ¡°Se ele realmente envenenou aida e voc¨ºeu, voc¨º pensou no que poderia acontecer?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu n?o estou bem agora?¡± Ca disse. ¡°Lucas Bento, n?o pode ser mais assim.¡± Marco Ant?nio acariciou a cabe?a d, ¡°Est¨¢ bem.¡± Talvez, ele e n?o tinham mais futuro. No futuro, talvez fosse um luxo querer v¨º mais uma vez. Ca disse,¡±Quando Fl¨¢vio te chamar para beber depois, seja cauteloso, n?o beba demais, pode fazer mal para o est?mago.¡± Marco Ant¨®nio respondeu, ¡°Est¨¢ bem.¡± ¡°Ca¡­¡± A voz de Kira Heitor ecoou ramente atr¨¢s de Ca. Ca imediatamente virou a cabe?a, vendo Kira Heitor, que n?o via h¨¢ muito tempo. se levantou e correu para Kira Heitor, abra?ando-a for?a, ¡°Kira Heitor, estou t?o feliz em te ver novamente!¡± Kira Heitor tamb¨¦m abra?ou Ca for?a, cheirando o pesco?o d, ¡°Que bom! Poder te abra?ar novamente, ¨¦ t?o bom!¡± Ca disse, ¡°Eu tamb¨¦m.¡± Kira Heitor soltou Ca, mas continuou a olh¨¢, ¡°Ca, parece que voc¨º perdeu peso desde a ¨²ltima vez que nos vimos, voc¨º n?o est¨¢ uma boa apar¨ºncia. O Diretor Ant?nio est¨¢ te tratando mal?¡± Ca respondeu, ¡°Diretor Ant?nio n?o est¨¢ me tratando mal, ¨¦ que algumas coisas aconteceram em casa¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Kira Heitor perguntou, ¡°O que aconteceu? Posso ajudar?¡± Kira Heitor ¨¦ uma amiga importante para Ca, ent?o n?o queria esconder nada d, ¡°Minha av¨® faleceu recentemente. Al¨¦m disso, encontrei minha irm¨¡ biol¨®gica. Kira Heitor perguntou, ¡°Voc¨º encontrou sua irm? biol¨®gica?¡± Ca disse, ¡°Sim, minha irm¨¡ biol¨®gica. Quando minha m?e estava gr¨¢vida d, teve que deixar meu pai por alguns motivos. Meu pai n?o sabia que minha m?e estava gr¨¢vida, ent?o todo mundo na minha fam¨ªlia n?o sabia que t¨ªnhamos outra crian?a.¡± Kira Heitor disse, ¡°De qualquer forma, isso ¨¦ uma boa not¨ªcia.¡± Ca respondeu, ¡°Sim.¡± Kira Heitor queria dizer algo mais, mas Fl¨¢vio puxou Kira Heitor para seus bra?os de repente, ¡°Querida, eu j¨¢ disse, al¨¦m de mim, voc¨º n?o pode abra?ar ningu¨¦m.¡± Os olhos de Kira Heitor escureceram rapidamente, mas ainda for?ou um sorriso, ¡°Ca, vamos comer primeiro.¡± Ca percebeu a tristeza nos olhos de Kira Heitor, mas n?o disse nada. Fl¨¢vio levou Kira Heitor para se sentar, e de prop¨®sito ou n?o, ele tirou o len?o do pesco?o d. Ca deu uma olhada r¨¢pida e imediatamente viu v¨¢rios hematomas no pesco?o de Kira Heitor, o que a deixou surpresa e assustada. Para evitar constranger Kira Heitor, Ca rapidamente desviou o olhar, fingindo n?o ter visto nada. Kira Heitor rapidamente colocou o len?o de volta, mas Fl¨¢vio o puxou novamente. Fl¨¢vio se virou para Marco Ant?nio, ¡°Marco, estou aqui minha esposa depois de muito tempo, tem algo que quer dizer para n¨®s?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°O que voc¨º quer que eu diga?¡± Fl¨¢vio retrucou, ¡°Ser¨¢ que voc¨º n?o consegue dizer algo que me agrade?¡± Marco Ant?nio serviu novamente o prato de Ca, ¡°Concentre-se naida, n?o se importe eles.¡± Depois disso, ele sentiuo se seu cora??o tivesse sido atingido. Ele n?o conseguia entender por que, desde que entrou neste p¨¢tio, seu cora??o se sentia estranhamente oprimido,o se algo estivesse corroendo-o aos poucos. Cap铆tulo 1069 Cap¨ªtulo 1069 Cap¨ªtulo 1069 Fl¨¢vio percebeu que Marco Ant?nio estava ocupado servindo Ca, sem responder ao que ele dizia, o que o deixou muito chateado, e disse: ¡°Marco, estou fndo voc¨º e voc¨º nem me d¨¢ b, estou ficando irritado.¡± Marco Antonio tentou conter o desconforto no cora??o, estendeu o bra?o para segurar Ca, queria dizer algo, mas temia que, ao abrir a boca, vomitasse sangue. Ca, perspicaz, percebeu que Marco Ant¨®nio parecia n?o estar bem, aproximou-se dele e perguntou baixinho: ¡°O que aconteceu? Est¨¢ passando mal?¡± Marco Ant?nio bn?ou a cabe?a, segurando inconscientemente a m?o de Ca. Fl¨¢vio viu que eles conversavam baixinho e que sua esposa parecia querer afastar-se dele todas as for?as. Essapara??o o deixou muita inveja. ¡°Ca, voc¨º sabe onde est¨¢ a sua m?e biol¨®gica?¡± Eles n?o o deixavamer em paz, ele tamb¨¦m n?o os deixaria, Como previsto, a aten??o de Ca imediatamente se voltou para ele. ¡°Se quiser fr, eu escuto. Se n?o quiser, n?o vou te for?ar.¡± Fl¨¢vio riu, ¡°Pe?a-me. Se me pedir, talvez eu te conte tudo.¡± Ca disse, ¡°Ent?o eu pe?o. Por favor, me conte sobre minha m?e.¡± Fl¨¢vio n?o esperava que Ca pediria t?o diretamente, suas pvras o surpreenderam. Mas ele n?o tinha inten??o de atender ao pedido de Ca, ¡°Se pedir, tem que ser sincera. Ca perguntou, ¡°O que quer que eu fa?a? Ajoelhe e pe?a?¡± Fl¨¢vio riu, ¡°N?o seria uma m¨¢ ideia¡± Ca disse, ¡°Posso ajoelhar e pedir, maso sei que voc¨º realmente sabe sobre minha m?e? Se estiver mentindo, ajoelhei ¨¤ toa, n?o ¨¦?¡± Fl¨¢vio respondeu, ¡°Quem decide sou eu. Se quiser saber de sua m?e, ajoelhe e pe?a. Caso contr¨¢rio, nunca saber¨¢.¡± Ca n?o respondeu imediatamente. Kira Heitor se manifestou primeiro, ¡°Fl¨¢vio, n?o seja t?o abusivo.¡± Fl¨¢vio viu Kira Heitor protegendo Ca, o que o deixou furioso, mas continuou tranqumente colocandoida no prato de Kira Heitor, ¡°Querida,a mais.¡± Kira Heitor olhou para aida em seu prato, sentiu n¨¢useas, mas obedientementeeu. Porque sabia que, se n?oesse, Fl¨¢vio n?o a deixaria em paz, deixando todos constrangidos. No entanto, mesmoendo, Fl¨¢vio ainda n?o estava satisfeito. Ele sabia que Kira Heitor n?o queriaer o que ele lhe dava. Mesmo sem vontade, eu o que ele lhe deu. Porque as duas pessoas sentadas ¨¤ sua frente eram as que realmente importavam para . Em seus olhos, ele n?o tinha importancia. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Esse reconhecimento deixou Fl¨¢vio ainda mais irritado. Ele descontou essa raiva em Ca, ¡°Ca, vai se ajoelhar ou n?o?¡± Antes que Ca pudesse responder, Kira Heitor se aproximou do ouvido de Fl¨¢vio e disse em voz baixa, s¨® eles dois ouvindo, ¡°J¨¢ volte, o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Fl¨¢vio agarrou o queixo de Kira Heitor, abaixou a cabe?a e mordeu cruelmente seus l¨¢bios. Depois de provar o sabor met¨¢lico do sangue d, ele a soltou, ¡°Voc¨º voltou, mas seu cora??o n?o. Kira Heitor sorriu, ¡°Voc¨º ainda quer meu cora??o?¡± j¨¢ havia dado seu cora??o a ele. Ele n?o valorizou. Ele pisou cruelmente sua sinceridade. Ele fez seu cora??o esfriarpletamente, at¨¦ morrer. Agora ele ainda queria o cora??o d. Que absurdo! Cap铆tulo 1070 Cap¨ªtulo 1070 Cap¨ªtulo 1070 Fl¨¢vio disse: ¡°N?o, seu cora??o sempre foi e sempre ser¨¢ meu.¡± Diante da autoridade e da dominancia de Fl¨¢vio, Kira Heitor n?o fez mais obje??es, apenas abaixou a cabe?a e continuou aer em sil¨ºncio. Fl¨¢vio abra?ou-a p cintura, ignorando sua resist¨ºncia, puxou-a para mais perto e ent?o olhou para Ca e Marco Ant?nio. ¡°Marco Antonio, tua mulher vai se ajoelhar para mim, o que voc¨º tem a dizer sobre isso?¡± Marco Ant?nio, toda a calma do mundo,rgou seus talheres. ¡°Eu n?o tenho nada a dizer.¡± Ele se levantou, puxando Ca consigo. ¡°Vamos embora.¡± Fl¨¢vio pegou uma tig e jogou-a no ch?o. ¡°Olha quantaida, male?amos aer e voc¨ºs j¨¢ est?o indo embora? Marco Ant?nio, Ca, terminem deer antes de ir, ou vou jogar toda aida fora.¡± Kira Heitor o segurou. ¡°Fl¨¢vio, voc¨º enlouqueceu? Esta ¨¦ sua maneira de tratar os convidados?¡± Fl¨¢vio respondeu, ¡°Convidados? Temos convidados aqui?¡± Kira Heitor ficou sem pvras. Fl¨¢vio continuou, ¡°Marco Ant¨®nio, se voc¨º n?o terminar esta refei??o hoje, ser¨¢ um desrespeito a mim. Assim que voc¨º sair deste quintal, nossa amizade terminar¨¢.¡± Marco Ant?nio olhou para Fl¨¢vio, sem dizer nada, puxou Ca e saiu. Ca olhou para tr¨¢s para Kira Heitor, e Kira Heitor tamb¨¦m estava olhando para Ca. Ambas tinham muitas coisas para dizer, mas no final, n?o disseram nada. Vendo Ca partir, parecia que a ¨²ltima for?a dentro de Kira Heitor tamb¨¦m havia sido sugada. Fl¨¢vio disse, Voc¨º sente falta deles? Voc¨º queria ir eles? Kira Heitor, n?o espere que eles te ajudem. Minha posi??o hoje j¨¢ est¨¢ ra, essa refei??o ¨¦ um simbolo de rompimento, da pr¨®xima vez que nos encontrarmos, seremos estranhos. Kira Heitor retrucou, ¡°Fl¨¢vio, voc¨º realmente sabe o que est¨¢ fazendo?¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Fl¨¢vio respondeu, ¡°ro que sei. Sem eles, voc¨º n?o pode fugir, vai ficarigo, n?o pode ir a lugar nenhum. Tudo isso por causa da interfer¨ºncia deles em nossos assuntos. Se n?o fosse por eles te ajudando a fugir, voc¨º nunca teria desaparecido do meu mundo por tanto tempo Ao ouvir isso, Kira Heitor queria rir. nunca soube que este homem ainda n?o tinha percebido o que havia de errado entre eles. Ele culpou todos os outros por seus erros. Kira Heitor riu friamente e disse, Fl¨¢vio, voc¨º se lembra daquele dia em Colina Norte, quando est¨¢vamos tomando banho nas ¨¢guas termais? Eu abortei secretamente seu filho, quase perdi minha vida por causa de uma forte hemorragia. Ca e Marco Ant?nio me salvaram. Se n?o fosse por eles, eu teria morrido naquele dia. Escapar de voc¨º, deixar aqu casa sufocante, foi uma decis?o que tomei depois de muito pensar. A pessoa que tomou a decis?o foi sempre eu, n?o tem nada a ver eles. Se eles tiveram algum impacto sobre mim, eles salvaram minha vida, mais de uma vez.¡± Na verdade, estou muito zangada eles, por que eles me salvaram? Se tivessem me deixado morrer mais cedo, n?o teria que suportar esses dias dolorosos¡­ Essas pvras atingiram em cheio os nervos sens¨ªveis de Fl¨¢vio. ¡°Kira Heitor, se voc¨º realmente quer morrer, ent?o eu vou satisfazer seu desejo.¡± Ele se aproximou de Kira Heitor, novamente ignorando sua vontade, empurrou Kira Heitor sobre a mesa e for?ou-se sobre ¡­ Apesar da dor, Kira Heitor n?o sentiu nada. Desespero e asfixia estavam lentamente consumindo . Cap铆tulo 1071 Cap¨ªtulo 1071 Cap¨ªtulo 1071 A cada passo que dava, Ca olhava para tr¨¢s, ¡°Lucas Bento, desconfio que Fl¨¢vio possa ter enlouquecido. Se ele fica sozinho Kira Heitor, ser¨¢ que vai machuc¨¢?¡± ¡°Entra no carro, vou ligar para o Fl¨¢vio.¡± Marco Ant¨®nio tirou o celr do bolso, discou o n¨²mero de Fl¨¢vio, o telefone tocou duas vezes e a chamada foi desligada. Marco Ant¨®nio tentou novamente, mas a chamada n?o foi atendida. Ca disse, ¡°Fl¨¢vio n?o s¨® n?o atendeu sua liga??o, mas tamb¨¦m desligou o telefone. O que est¨¢ acontecendo¡­¡± Marco Ant?niopartilhava da mesma preocupa??o de Ca, tinha medo que Fl¨¢vio fizesse algo impensado e se arrependesse depois, ¡°Ca, espera aqui, vou voltar e ver o que est¨¢ acontecendo.¡± Ca disse. ¡°Vou voc¨º.¡± ¡°Certo.¡± Marco Ant?nio segurou a m?o de Ca e voltou, mas foram bloqueados por um guarda-costas que apareceu de repente. O guarda-costas disse uma express?o fria, ¡°Diretor Ant¨®nio, voc¨º j¨¢ saiu deste recinto. Sem a permiss?o do Sr. Henrique, n?o podemos deix¨¢-lo entrar, por favor, entenda.¡± Marco Ant¨®nio olhou friamente para o guarda-costas ¨¤ sua frente, ¡°E se eu insistir em entrar?¡± Ca puxou Marco Ant¨®nio e disse educadamente ao guarda-costas, ¡°N?o temos inten??es ruins, s¨® queremos fr mais um pouco Kira Heitor.¡± O guarda-costas disse, ¡°O Sr. Henrique j¨¢ deixou ro que uma vez fora deste recinto, voc¨º n?o ¨¦ mais amigo dele. Se voc¨ºs n?o s?o amigos do Sr. Henrique, entrar aqui ser¨¢ muito dif¨ªcil. Se quiserem fr Kira Heitor, por favor, contatem para que possa sair para v¨¦-los.¡± Depois que Kira Heitor voltou para Fl¨¢vio, seu celr foi confiscado e Ca n?o conseguia mais entrar em contato atrav¨¦s do celr, caso contr¨¢rio, n?o teria que fazer todo esse esfor?o. N?velD(ram)a.?rg owns this content. ¡°Diretor Ant¨®nio e Sra. Ant¨®nio querem ver algu¨¦m, quem voc¨º pensa que ¨¦ para impedi-los!¡± Bruno, como um fantasma, apareceu de repente aodo de Marco Ant?nio, olhando ira para o guarda- costas que bloqueava Marco Ant¨®nio e Ca. Bruno era muito alto, mesmo sem usar a for?a, sua altura e porte f¨ªsico j¨¢ eram intimidantes. O guarda-costas, embora inferior em termos de presen?a, n?o recuou e continuou a bloquear a entrada, ¡°Diretor Antonio, voc¨ºs podem passar por mim, mas a entrada ainda n?o est¨¢ aberta. Al¨¦m disso, mesmo que entrem, as defesas internas n?o s?o f¨¢ceis de lidar. Talvez voc¨º n?o tenha medo de se machucar, mas e sua esposa?¡± Bruno deu um passo ¨¤ frente, ¡°Diretor Ant?nio, vou abrir caminho para voce.¡± O guarda-costas bloqueou Bruno e disse. ¡°Este ¨¦ Salvador, territ¨®rio do Grupo Ant?nio, se voc¨ºs insistirem em entrar, n¨®s realmente n?o poderemos resistir. Mas, voc¨ºs t¨ºm certeza que querem for?ar a entrada? Desculpe-me por ser franco, voc¨ºs n?o s?o mais amigos do Sr. Henrique, o que acontece entre ele e sua esposa n?o ¨¦ da conta de voc¨ºs. Eles s?o casados, eles s?o uma familia, para eles, voc¨ºs s?o estranhos. Kira Heitor ¨¦ esposa do Sr. Henrique, mesmo que ele a torture at¨¦ a morte, isso ¨¦ problema deles, o que os estranhos podem fazer a respeito?¡± Ca n?o podia suportar o que ele estava dizendo, ¡°Ousa repetir o que disse!¡± O seguran?a respondeu: ¡°Por mais vezes que me pe?a para dizer, a resposta ser¨¢ sempre a mesma. Embora Kira Heitor seja conhecidao Sra. Henrique, na verdade, ¨¦ apenas um bichinho de estima??o do Sr. Henrique. depende totalmente do Sr. Henrique para viver, se o Sr. Henrique diz para ir para o leste, n?o pode ir para o oeste, se o Sr. Henrique a manda sorrir, deve sorrir. Foi assim todos esses anos, n?o sei por que, de repente, se tornou corajosa, at¨¦ abortou o filho do Sr. Henrique e tentou fugir. Se fugiu, deveria ter ido longe e nunca voltado. Eu acho que pode ter voltado porque ficou sem dinheiro, ou porque queria obter alguma vantagem do Sr. Henrique, ent?o, sem nenhum pudor, voltou por vontade pr¨®pria.¡± Ao ouvir as pvras do seguran?a, Ca ficou muito irritada e determinou que iria procurar Kira Heitor, ¡°Saia da frente!¡± O seguran?a falou novamente: ¡°Voc¨º quer entrar ¨¤ for?a? Quer vero o Sr. Henrique est¨¢ torturando Kira Heitor?¡± Ca n?o conseguiu responder. Depois de um momento de sil¨ºncio, Ca pegou na m?o de Marco Ant?nio, ¡°Vamos embora.¡± Marco Ant?nio estava um pouco surpreso, ¡°Voc¨º n?o vai mais procurar Kira Heitor?¡± Ca bn?ou a cabe?a, ¡°Isso ¨¦ problema deles, eu n?o deveria me envolver.¡± Mesmo desejando muito ajudar Kira Heitor, Ca n?o se atreveu a correr o risco. Se Fl¨¢vio realmente estivesse fazendo algo Kira Heitor, entrar impulsivamente s¨® faria que Kira Heitor passasse por mais constrangimento. Cap铆tulo 1072 Cap¨ªtulo 1072 Cap¨ªtulo 1072 Ca se importava muito Kira Heitor. Como poderia fazer algo para envergonh¨¢-lo? Marco Ant?nio podia ver que o estado de esp¨ªrito de Ca n?o era o que mostrava. ¡°Ca, n?o se importe o que os outros dizem. Se voc¨º acha que est¨¢ certo, apenas fa?a.¡± Ca deu um sorriso discreto, ¡°Mas o que os outros dizem tamb¨¦m ¨¦ importante. Neste ambiente em que vivemos, quantos realmente podem agir de acordo seus desejos?¡± n?o sabia se os outros podiam ou n?o. s¨® sabia que n?o podia. suspeitava que Kira Heitor tamb¨¦m n?o podia. ¡°Vamos ent?o¡±, disse Marco Ant?nio. ¡°Certo.¡± Ca olhou para Bruno. Bruno, que esteve aodo de Marco Ant?nio por muitos anos, muito mais tempo do que conhece Marco Ant?nio, sempre a respeitou por causa do respeito que Marco Ant?nio lhe deu. E Dra. Elisa, que n?o respeitava Ca, mesmo depois de muitos anos aodo de Marco Ant?nio, foi demitida por ele. O seguran?a de Fl¨¢vio, que ousou difamar Kira Heitor e n?o respeit¨¢-lo, mostrou que Fl¨¢vio nunca deu o devido respeito a Kira Heitor diante de seus subordinados. Ca sentia pena de Kira Heitor e impot¨ºncia. queria ajudar Kira Heitor, mas n?o sabiao. Porque Fl¨¢vio ¨¦ o marido de Kira Heitor, muitos acreditam que, n?o importa o quanto ele prejudique Kira Heitor, ¨¦ uma quest?o privada e ningu¨¦m tem o direito de interferir. Como muitas mulheres v¨ªtimas de viol¨ºncia dom¨¦stica que procuram ajuda, muitas pessoas diriam que ¨¦ um assunto de casais e que estranhos n?o deveriam interferir. O sentimento de impot¨ºncia de Ca vem desse ambiente. Eles n?oeram muito naqu noite, estava um ambiente pesado. W No caminho de casa, Marco Ant?nio perguntou a Ca, ¡°Voc¨º querer mais alguma coisa?¡± Ca estava sempre pensando em Kira Heitor e n?o tinha muito apetite, mas sabia que isso n?o era uma solu??o. Ent?o disse, ¡°Hoje eu estou muita vontade deer asas de frango apimentadas, tem um lugar perto do nosso condom¨ªnio.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Voc¨º d¨¢ as dire??es, eu dirijo.¡± Ca, ¡°Certo.¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. N?o demorou muito para chegarem ao destino. Marco Ant?nio estacionou o carro na rua e foi ao restaurante Ca. J¨¢ tinha passado o hor¨¢rio do jantar e o restaurante estava prestes a fechar. Ca pediu rapidamente dois pratos, um era suas asas de frango apimentadas favoritas, e o outro era lagosta grelhada. Agosta grelhada n?o era picante, Ca pediu especialmente para Marco Ant?nio, mas ele mal comeu. Ca ficou um pouco envergonhada, ¡°Na pr¨®xima vez voc¨º escolhe o lugar, euo qualquer coisa.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Hoje eu n?o estou apetite, n?o tem nada a ver aida,¡± Ca olhou para Marco Ant?nio seriamente, ¡°Voc¨º parece n?o estar bem a noite toda, que tal pedir para Dr. Donato dar uma olhada em voc¨º quando chegarmos em casa?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Estou bem.¡± Cap铆tulo 1073 Cap¨ªtulo 1073 Cap¨ªtulo 1073 Ele afirmou que estava bem, mas Ca n?o acreditava que ele realmente estivesse. terminou rapidamente sua refei??o e disse: ¡°De qualquer maneira, quero que o Dr. Donato te examine. S¨® vou ficar tranqu assim.¡± Marco Ant?nio pegou a m?o de Ca e segurou firme. ¡°Ca, de repente, estou vontade de assistir a um filme. Voc¨º pode me panhar?¡± Ca pegou o celr. ¡°Primeiro vou entrar em contato o Dr. Donato para examinar voc¨º. Depois que ele confirmar que voc¨º est¨¢ bem, posso te panhar em quantos filmes voc¨º quiser assistir.¡± Marco Ant?nio conhecia a teimosia de Ca e concordou. Quando voltaram para casa, o Dr. Donato chegou pouco tempo depois. Enquanto ele examinava Marco Ant?nio, Ca ficava aodo, preocupada. Marco Ant?nio olhou para o Dr. Donato, que entendeu o olhar e disse a Ca: ¡°Ca, Marco tem apenas alguns pequenos problemas de sa¨²de. Se ele cuidar da alimenta??o e n?o beber, estar¨¢ bem.¡± Ca respondeu: ¡°Que bom.¡± Dr. Donato pediu: ¡°Voc¨º pode trazer um copo de ¨¢gua para ele?¡± Ca respondeu: ¡°ro, j¨¢ volto.¡± Assim que Ca se afastou, a express?o do Dr. Donato mudou. Ele segurou o pulso de Marco Ant?nio nervosamente. ¡°Marco, o que realmente est¨¢ acontecendo voc¨º? Por que sua pulsa??o est¨¢ t?o lenta?¡± O Dr. Donato, d¨¦cadas de experi¨ºncia m¨¦dica, nunca tinha visto algo assim. Ele estava ramente nervoso. Marco Ant?nio respondeu: ¡°Explicarei tudo mais tarde. Agora, precisamos manter isso em segredo de Ca.¡± Dr. Donato disse: ¡°Marco, a vida ¨¦ o mais importante, o resto n?o importa.¡± Marco Ant?nio deu uma risada sarc¨¢stica. ¡°Voc¨º acha que n?o quero viver bem? Mas desde o dia em que nasci, havia algu¨¦m que n?o queria que eu vivesse bem, ele nem mesmo queria que eu nascesse.¡± Dr. Donato entendeu. ¡°O que Andreo fez voc¨º quando era crian?a?¡± Marco Ant?nio n?o respondeu, o que foi uma confiss?o silenciosa. Dr. Donato, furioso, xingou: ¡°Desgra?ado! Ele ¨¦ um verdadeiro desgra?ado! Se ele n?o queria que voc¨º nascesse, deveria ter se cuidado. Ele n?o p?de se cuidar, teve voc¨º e sua irm? e nem mesmo os amava. Por que esse desgra?ado n?o morre logo?¡± Marco Ant?nio respondeu de forma rispida: ¡°Cale a boca! Ca est¨¢ chegando.¡± Enquanto ele fva, Ca entrou. ¡°Dr. Donato, quem voc¨º est¨¢ xingando? Eu ouvi dodo de fora.¡± Dr. Donato era um homem calmo. Para que xingasse algu¨¦m daqu maneira, essa pessoa deve ter feito algo terr¨ªvel. Dr. Donato, ainda furioso, disse: ¡°Estou xingando esses desgra?ados irrespons¨¢veis.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Marco Ant?nio disse: ¡°Se voc¨º quer xingar, xingue em casa. Estou bem agora, voc¨º pode ir.¡± Dr. Donato tinha muito mais a dizer a Marco Ant?nio, maso Marco Ant¨®nio disse que n?o podia mencionar na frente de Ca, ele decidiu ir embora. ¡°Estou indo. Lembre-se do que voc¨º disse, ou ent?o eu¡­¡± Marco Ant?nio o olhou friamente. ¡°Ou ent?o voc¨º vai fazer o qu¨º?¡± This is from N?velDrama.Org. Dr. Donato sentiu um cfrio e decidiu n?o dizer mais nada. Ele pegou sua maleta m¨¦dica e saiu. Ca acreditava nas pvras do Dr. Donato. Se ele disse que Marco Ant?nio estava bem, se sentia um pouco mais aliviada. deu um copo de ¨¢gua para Marco Ant?nio, ¡°Beba um pouco de ¨¢gua primeiro. Depois podemos assistir a um filme. H¨¢ algum filme que voc¨º goste em particr?¡± Quanto ao filme a ger assistido, Marco Ant?nio n?o se importava muito, o que ele realmente valorizava era quem assistir, ¡°Qualquer um est¨¢ bom.¡± Ca disse, ¡°Vou ligar o projetor primeiro, daqui a pouco escolhemos um filme juntos.¡± Cap铆tulo 1074 Cap¨ªtulo 1074 Cap¨ªtulo 1074 Marco Ant?nio haviaprado uma casa grande no Distrito da Lua Azul, que n?o tinha uma s de cinemao a Mans?o da Praia HC ou a Brisa do Mar, mas mesmo assim eleprou um equipamento de proje??o de alta qualidade. Dentro de sua casa, ele poderia desfrutar de uma experi¨ºncia cinematogr¨¢ficapar¨¢vel a muitos projetores dom¨¦sticosuns. Marco Ant?nio disse: ¡°N?o quero assistir a um filme em casa, quero ir ao cinema voc¨º.¡± Ca respondeu: ¡°J¨¢ s?o quase onze horas da noite agora, e temos que trabalhar amanh?. Vamos ao cinema amanh? ¨¤ noite e voc¨º pode descansar bem esta noite.¡± Marco Ant?nio acariciou gentilmente a cabe?a d, ¡°Vamos hoje ¨¤ noite, sem mudar os nos.¡± Ele n?o tinha mais tempo, essa seria a primeira vez deles no cinema juntos, e talvez tamb¨¦m a ¨²ltima. Ca n?o sabia por que Marco Ant?nio estava t?o determinado, mas j¨¢ que ele queria ver um filme, iria ele. O cinema mais pr¨®ximo estava dodo de fora do condominio, a pouco mais de cem metros de distancia, um passeio a p¨¦. Eles caminharam de m?os dadas at¨¦ o cinema. At¨¦ ent?o, Ca nunca tinha ido ao cinema um homem antes, ent?o estava um pouco ansiosa, ¡°Vamos ver que filmes est?o passando hoje.¡± Era a temporada de f¨¦rias de ver?o, e havia uma grande variedade de filmes em exibi??o. Um filme romantico seria o mais adequado para um casal assistir juntos, mas o ¨²nico filme romantico dispon¨ªvel tinha uma ssifica??o muito baixa e criticas ruins. No final, Ca escolheu um filme de guerra, ¡°O que voc¨º acha desse filme?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Este filme ¨¦ muito bom.¡± Ca disse: ¡°Ent?o eu vouprar os ingressos. Voc¨º prefere sentar na frente ou atr¨¢s?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Eu te convidei para o cinema, eupro os ingressos. Vamos sentar na ¨²ltima fileira, o que voc¨º acha?¡± Ca disse: ¡°Ok.¡± Marco Ant?nio n?o s¨®prou os ingressos para o cinema, mas tamb¨¦mprou refrigerante e pipoca. Ca imediatamente o impediu, ¡°Eu acabei deer muitas asinhas de frango molho de b¨²falo, n?o consigoer mais nada agora.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°N¨®s n?o precisamoser tudo quepramos, todas as outras garotas t¨ºm essas coisas, voc¨º tamb¨¦m deveria ter.¡± Ca riu e disse a ele: ¡°Todas as outras garotas t¨ºm um namorado jovem ao seudo, eu tamb¨¦m deveria ter um?¡± No passado, se Ca fizesse uma piada assim, ele ficaria muito zangado e diria que s¨® poderia ter ele na vida. Mas hoje, depois de pensar seriamente, Marco Ant¨®nio disse a seriamente: ¡°Voc¨º pode ver se h¨¢ algum homem que goste, se houver, pode me dizer.¡± Ca olhou para ele os olhos arregdos, ¡°Voc¨º ainda ¨¦ o Lucas Bento que eu conhe?o?¡± Marco Ant?nio n?o era uma pessoa romantica, hoje n?o s¨® a convidou para ver um filme, mas tamb¨¦m disse coisas assustadoras, Ca n?o pode deixar de duvidar se ele realmente era o Marco Ant?nio que conhecia. Marco Ant?nio segurou a m?o d, ¡°Voc¨º pode fazer piadasigo, n?o posso fazer piadas voc¨º?¡± Ca bateu no peito, ¡°Voc¨º me assustou.¡± Marco Ant?nio n?o costumava fazer esse tipo de piada, agora que ele de repente fez uma, foi realmente assustador. Marco Ant?nio a abra?ou apertado e disse, ¡°O filme vaie?ar em breve. Vamos verificar os ingressos.¡± Ca pegou a pipoca, enquanto Marco Ant?nio foi verificar os ingressos. Ambos eram muito atraentes, e o pessoal de verifica??o dos ingressos ficou corado ao v¨º-los. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Quando Ca e Marco Ant?nio se afastaram, eles ainda podiam ouvir pessoas ao fundoentando, ¡°Aqus duas pessoas eram bem atraentes, ¨®timo porte, ser¨¢ que s?o estrs pouco conhecidas? Se for verdade, tenho certeza que v?o se tornar muito popres em breve.¡± Cap铆tulo 1075 Cap¨ªtulo 1075 Cap¨ªtulo 1075 T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Marco Ant?nio j¨¢ estava acostumado todos os tipos de elogios, sem grandes altera??es no seu interior. Ca era bonita e estudiosa, de alguma forma o que os pais considerariam uma excelente crian?a, mas, por ter perdido os pais ainda pequena, algumas pessoas diziam que trazia m¨¢ sorte, sendo rejeitada onde quer que fosse, raros elogios. Agora, ao ouvir elogios de outros, Ca estava muito emocionada. ergueu a cabe?a, sorrindo para Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º ouviu? Eles est?o nos elogiando. N?o est?o apenas te elogiando, mas tamb¨¦m a mim.¡± Marco Ant?nio deu uma leve apertada no seu coque, ¡°Mesmo que eles n?o te elogiem, voc¨º ainda ¨¦ excelente.¡± Ca estava muito feliz ao ouvir isso, tomando a iniciativa de agarrar o bra?o de Marco Ant?nio, ¡°Se eu n?o fosse excelente,o poderiabinar uma pessoa t?o excelente quanto voc¨º. N?o ¨¦ mesmo?¡± Marco Ant?nio a abra?ou, ¡°Voc¨º ¨¦ a melhor vers?o de voc¨º mesma, voc¨º nasceu para viver para si mesma, n?o parabinar algu¨¦m.¡± Ca olhou para ele raiva, ¡°Voc¨º ¨¦ t?o chato. Estou tentando flertar voc¨º e voc¨º fica me dando li??es de moral.¡± Marco Ant?nio n?o disse nada. Ca continuou, ¡°Vamos. Vamos assistir a um filme.¡± Era um filme sobre soldados embate. Toda vez que assistia a este tipo de filme, as l¨¢grimas de Ca flu¨ªamo uma torneira aberta. Hoje n?o foi diferente. Pouco tempo depois do in¨ªcio do filme, Ca j¨¢ estava emocionada at¨¦ ¨¤s l¨¢grimas. n?o queria que Marco Ant?nio visse suas l¨¢grimas, ent?o tentou erguer a cabe?a. Mas no segundo seguinte, Marco Ant?nio lhe deu um len?o, ¡°Enxugue.¡± Ca pegou o len?o, ¡°Como voc¨º sabia que eu estava chorando? Ser¨¢ que voc¨º n?o estava assistindo ao filme, mas sim me olhando?¡± Ca s¨® estava fndo, mas acabou acertando. Marco Ant?nio ficou um pouco surpreso, ¡°Eu apenas te vi.¡± Ca enxugou as l¨¢grimas e voltou a assistir ao filme, e logo as l¨¢grimase?aram a fluir novamente. Quando chorava, Marco Ant?nio enxugava suas l¨¢grimas. Durante os 150 minutos do filme, cerca de um ter?o do tempo, Marco Ant?nio estava enxugando as l¨¢grimas de Ca. Quando o filme terminou, os olhos de Ca estavam vermelhos e inchados, parecendo ao mesmo tempo pitoresca e c?mica. Marco Ant?nio, ¡°Voc¨º sempre chora assim quando assiste a filmes?¡± Ca assoou o nariz, ¡°N?o. S¨® choro quando assisto filmes de guerra. Choro quando vejo a equipe lutando juntos, choro quando vejo algu¨¦m se sacrificando¡­ Em resumo, choro facilmente assistindo a esses filmes, mas n?o outros.¡± Marco Ant?nio, ¡°Se eu n?o estiver por perto, tente assistir menos a esse tipo de filme.¡± Ca estava prestes a dizer algo quando Bruno apareceu apressadamente diante deles, ¡°Diretor Ant?nio¡­¡± Marco Ant?nio, ¡°Se voc¨º tem algo a dizer, diga, n?o hesite.¡± Bruno, ¡°Poderia me panhar, por favor? Tenho algo pessoal para lhe dizer.¡± Marco Ant?nio disse a Ca, ¡°Espere aqui.¡± Ca suspeitava que Bruno n?o estava l¨¢ para fr de assuntos pessoais, maso ele havia dito isso, n?o podia dizer mais nada, apenas assistiu enquanto Marco Ant?nio e Bruno se afastavam alguns passos. Bruno disse, ¡°Diretor Ant?nio, acabei de receber not¨ªcias, Kira Heitor morreu.¡± A voz de Marco Ant?nio subiu ligeiramente, ¡°O qu¨º?¡± Bruno disse, ¡°Kira Heitoreteu suic¨ªdio por envenenamento. Estou preocupado que Ca n?o possa lidar a not¨ªcia, ent?o decidi contar a voc¨º primeiro, voc¨º acha que dever¨ªamos contar a ?¡± Ao ouvir essa not¨ªcia, um frio percorreu a espinha de Marco Ant?nio, ele n?o ousava imaginar o que poderia acontecer Ca. Cap铆tulo 1076 Cap¨ªtulo 1076 Cap¨ªtulo 1076 Dando uma pequena pausa, Bruno continuou, ¡°Dizem por a¨ª que Kira Heitor cuspiu sangue sob Fl¨¢vio. Agora, ele j¨¢ perdeu a sanidade, agarrando-se ao corpo de Kira Heitor.¡± Marco Ant?nio havia aconselhado Fl¨¢vio a n?o fazer algo que se arrependeria, mas Fl¨¢vio ignorou seu conselho, resultando em trag¨¦dia. ¡°Voc¨º devia ir embora agora.¡± Bruno respondeu, ¡°Tudo bem.¡± Depois que Bruno se foi, Ca se aproximou de Marco Ant?nio. ¡°Est¨¢ tarde, devemos ir para casa. n?o perguntou sobre o que Bruno e Marco Ant?nio haviam discutido. Se ele pudesse fr sobre isso, Marco Ant?nio certamente teria dito. Ca colocou sua m?o na de Marco Ant?nio, seus dedos segurando os dele firmemente,o se assim pudesse sentir seu batimento card¨ªaco. ¡°A lua est¨¢ t?o cheia esta noite. Est¨¢ quase cheia?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°A lua cheia foi ontem.¡± Ca, ¡°Entendi¡­¡± As m?os dos dois se apertaram enquanto caminhavam devagar para casa. Logo, Marco Ant?nio parou. ¡°Ca, algo aconteceu Kira Heitor.¡± Ca sentiu um aperto no cora??o. ¡°O que aconteceu?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Kira Heitoreteu suic¨ªdio por envenenamento.¡± Ca ficou chocada por um longo tempo, sua mente em branco. Algumas horas antes, Kira Heitor conseguiu sorrir para , poderia abra?ar Kira Heitor, podia sentir o calor de Kira Heitor. Quanto tempo havia passado? apenas voltou para casa, saiu para assistir a um filme e ent?o eles disseram que Kira Heitor estava morta. Ca bn?ou a cabe?a. ¡°Eu n?o acredito que Kira Heitoreteria suicidio. me disse que queria viver¡­ amava tanto a vida,o poderia escolher se matar.¡± Marco Ant?nio puxou Ca. ¡°Ca, n?o se apresse. Vamos l¨¢ agora para ver o que est¨¢ acontecendo, talvez Bruno esteja enganado.¡± Ca disse, ¡°Tudo bem, vamos l¨¢ agora.¡± Marco Ant?nio dirigiu rapidamente, levando Ca ao p¨¢tio anterior. Dodo de fora, o p¨¢tio parecia o mesmo de sempre. Assim que chegaram, algu¨¦m apareceu na entrada. Ainda era o mesmo guarda-costas, s¨® que desta vez n?o impediu Marco Ant?nio e Ca, mas pediu ajuda. ¡°Sr. Ant?nio, Sra. Ant?nio, por favor, venham ver o Sr. Henrique rapidamente.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Leve-nos l¨¢.¡± O guarda-costas prontamente guiou-os. ¡°Por favor, sigam-me.¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Ele chamou um m¨¦dico?¡± O guarda-costas respondeu, ¡°Ele chamou um m¨¦dico, mas j¨¢ era tarde demais. Quando o m¨¦dico chegou, j¨¢ havia parado de respirar. Agora o Sr. Henrique est¨¢ agarrado a um cad¨¢ver, fndo sozinho. Ningu¨¦m ousa se aproximar dele, s¨® voc¨ºs podem ajudar.¡± Antes, ele havia expulsado Marco Ant?nio, agora estava implorando por sua ajuda. Se fosse outra pessoa, provavelmente teria punido o guarda-costas. Marco Ant?nio era magnanimo, n?o guardava rancor. Entrando no p¨¢tio, Marco Ant?nio sentiu-se desconfort¨¢vel novamente, aquele sentimento inexplic¨¢vel o invadiu novamente, tornando a respira??o dif¨ªcil. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Mas ele n?o tinha tempo para pensar, n?o desperdi?ou um segundo, e junto Ca, seguiu o guarda-costas at¨¦ onde Fl¨¢vio estava. Assim que entraram na s, viram um homem e uma mulherpletamente nus. O homem,o se estivesse enlouquecido, gritava alto, agitando a mulher em seus bra?os. ¡°Kira Heitor, eu te disse, voc¨º ¨¦ minha mulher em vida e tamb¨¦m na morte. Eu n?o dei permiss?o para voc¨º morrer, mas voc¨º ousa morrer, vou fazer sua familia te panhar na morte!¡± No entanto, n?o importa o quanto ele gritasse ou a sacudisse, a mulher em seus bra?os n?o abria os olhos. sua vis Marco Ant?nio,o uma montanha, colocou-se na frente de Ca, tentando bloquear sua vis?o. ¡°Ca, n?o olhe.¡± Cap铆tulo 1077 Cap¨ªtulo 1077 Cap¨ªtulo 1077 Mas, Ca j¨¢ tinha visto. A pele exposta de Kira Heitor estava cheia de cicatrizes grandes e pequenas, algumas vermelhas, outras roxas, cada uma ds contando a hist¨®ria das a??es brutais de Fl¨¢vio! Esse desgra?ado! A dor intensa estava atingindo cada nervo de Ca, quase a fazendo perder o equil¨ªbrio. Mas continuou, passou por Marco Ant?nio, recolheu as roupas espalhadas no ch?o e, cambaleando, caminhou at¨¦ Kira Heitor, disse a Fl¨¢vio, que perdeu a raz?o, ¡°Me deixe vestir Kira Heitor primeiro.¡± Ouvindo a voz de Ca, Fl¨¢vio levantou a cabe?a bruscamente, ¡°¨¦ voc¨º? Voc¨º tem coragem de voltar!¡± Os olhos dele estavam cheios de inten??o assassina,o se quisesse rasgar Ca em peda?os. Ca repetiu, ¡°Me deixe vestir Kira Heitor primeiro.¡± Fl¨¢vio de repente estendeu a m?o, apertando o pesco?o de Ca for?a, ¡°O que voc¨º fez ¨¤ Kira Heitor? Por que prefere morrer a ficarigo?¡± This is from N?velDrama.Org. Como um relampago, Marco Ant?nio correu at¨¦ eles, salvando Ca das m?os de Fl¨¢vio, uma voz fr¨ªa e aterrorizante, ¡°Fl¨¢vio, voc¨º est¨¢ louco!¡± Fl¨¢vio foi empurrado for?a, e ent?oe?ou a rir alto, ¡°Eu quero morrer! Se Kira Heitor est¨¢ morta, que sentido faz eu estar vivo? Marco Ant?nio, me mate, deixe-me ir Kira Heitor¡­¡± ¡°Se voc¨º realmente quer morrer, tudo bem¡­ Marco Ant?nio olhou para Ca preocupa??o, ¡°Voc¨º est¨¢ bem?¡± Ca bn?ou a cabe?a. Depois de confirmar que Ca estava bem, a inten??o assassina nos olhos de Marco Ant?nio gradualmente desapareceu. Ele olhou friamente para Fl¨¢vio, ¡°Eu te disse muitas vezes, se voc¨º realmente ama Kira Heitor, deveria trat¨¢ bem. Mas olha o que voc¨º fez!¡± Ca tossiu duas vezes, recuperou-se e continuou, ¡°Voc¨º diz que ama Kira Heitor, mas faz coisas que a ferem, isso ¨¦ amor? Isso ¨¦ apenas possess?o doentia.¡± ignorou sua pr¨®pria seguran?a e se aproximou de Kira Heitor novamente, colocou a roupa em Kira Heitor, cobrindo o corpo machucado de Kira Heitor, tentando dar a Kira Heitor um ¨²ltimo respeito. Fl¨¢vio disse que ama Kira Heitor, agora parece ainda mais rid¨ªculo do que uma piada. Ele apenas usou o nome do amor para ferir uma garota que n?o ¨¦ t?o poderosa quanto ele em termos de status social, capacidade econ?mica e for?a f¨ªsica. Um homem que todos os dias diz a que a ama, mas a tranca e a tortura, for?ando-a a fazer todas as coisas que n?o quer fazer, sabe que isso n?o ¨¦ amor. Isso ¨¦ controle doentio! Quanto mais Ca pensava, mais zangada e culpada se sentia.. j¨¢ tinha a sensa??o de que Kira Heitor poderia estar em perigo, poderia ter salvado Kira Heitor novamente. Mas seguiu o conselho do guarda-costas, acreditou que era um problema entre marido e mulher, que ,o uma estranha, n?o deveria intervir, ent?o escolheu n?o interferir. Se n?o tivesse ouvido essesent¨¢rios negativos, se tivesse uma resist¨ºncia mental mais forte, ser¨¢ que poderia ter ignorado essas vozes de acusa??o? poderia ter salvo Kira Heitor novamente? Mas, n?o h¨¢ se. Cap铆tulo 1078 Cap¨ªtulo 1078 Cap¨ªtulo 1078 acreditou nas vozes que duvidavam d. ficou assustada,e?ou a recuar, n?o conseguiu salvar Kira Heitor mais uma vez. Kira Heitor n?o conseguia mais ver a beleza do mundo¡­ Fl¨¢vio riu friamente, ¡°O meu sentimento por n?o ¨¦ amor? ¨¦ apenas um desejo doentio de posse? H¨¢ quanto tempo voc¨º conhece a Kira Heitor? Que direito voc¨º tem de me julgar dessa maneira?¡± Ca n?o quis mais discutir ele, ¡°Voc¨º deveria deixar Kira Heitor em paz, isso a est¨¢ fazendo sofrer.¡± O resto das pvras, Fl¨¢vio n?o ouviu, em sua mente s¨® ecoavam as acusa??es de Ca, ¡°H¨¢ muitas mulheres que querem se envolverigo, posso ter r??es muitas mulheres diferentes todos os dias, mas eu n?o¡­ Sempre s¨® tive olhos para uma mulher, Kira Heitor. Durante os meses que esteve longe de mim, tive necessidades f¨ªsicas, cuidei ds sozinho, nunca me envolvi outras mulheres. Se isso n?o ¨¦ amor, ent?o me diga, o que ¨¦?¡± Ca respondeu friamente, ¡°Voc¨º acha que s¨® porque n?o se envolveu outras mulheres, isso significa que ama Kira Heitor? Fl¨¢vio, pare de se iludir. Se Kira Heitor pudesse sentir o seu amor, preferiria morrer a ficar ao seudo? Kira Heitor morreu, morreu em seus bra?os, enquanto voc¨º a maltratava¡­¡± Essas pvras atingiram Fl¨¢vio em cheio. Mas ele ainda se recusava a admitir que a morte de Kira Heitor tinha algo a ver ele. Ele tentou atingir Ca um golpe, t?o r¨¢pido que n?o teve tempo de desviar. Felizmente, Marco Ant?nio sempre foi cauteloso, ele conseguiu segurar o punho de Fl¨¢vio antes que ele atingisse Ca, afastou-o for?a e disse para Ca, ¡°Vamos embora!¡± Fl¨¢vio deixou o ¡°corpo¡± de Kira Heitor no ch?o e levantou-se lentamente, ¡°Marco, sua esposa est¨¢ aqui, n?o a deixe ir. e Kira Heitor eram t?o pr¨®ximas, deixe que v¨¢ fazerpanhia a Kira Heitor. Minha esposa morreu, sua esposa morreu, ainda podemos ser amigos, n?o acha?¡± Assim que Fl¨¢vio terminou de fr, as luzes do p¨¢tio mudaram repentinamente, piscando entre ro e escuro, panhadas por uma m¨²sica estranha. ¡°Ca, n?o tenha medo, nem ou?a essa m¨²sica.¡± Marco Ant?nio cobriu imediatamente os ouvidos de Ca. Ca n?o sabia o que estava acontecendo, mas tamb¨¦m cobriu rapidamente os ouvidos. Ao ver a rea??o instintiva d, Marco Ant?nio imediatamente se sentiu menos desconfort¨¢vel. Ele sorriu e acariciou a testa d suavemente. Embora n?o tenha dito nada, Ca conseguiu ver o significado profundo em seus olhos. Essa cena feriu Fl¨¢vio. Ele n?o entendia por que Ca e Marco Ant?nio eram t?o pr¨®ximos, por que Kira Heitor o repelia tanto. Mas ele n?o precisava entender agora. N?velD(ram)a.?rg owns this content. De qualquer forma, em breve Marco Ant?nio perderia Ca, assimo ele, se tornaria um homem que perdeu a esposa. Fl¨¢vio acenou e imediatamente algu¨¦m se aproximou nervosamente, ¡°Sr. Henrique¡­¡± Fl¨¢vio disse: ¡°Fale.¡± A pessoa tremendo disse, ¡°Nosso sistema de seguran?a foi vido, todos os assassinos que escondemos aqui foram contrdos.¡± Fl¨¢vio olhou para Marco Ant?nio, ¡°Marco, eu subestimei voc¨º.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Eu nunca tive a inten??o de lutar contra voc¨º, nem de machuc¨¢-lo, mas sempre estive alerta.¡± Fl¨¢vio disse: ¡°Hoje eu n?o consegui matar Ca, mas ainda tenho muitas oportunidades.¡± O guarda-costas, naquele momento, ouviu uma not¨ªcia que o deixou p¨¢lido, e apressadamente disse: ¡°Sr. Henrique, acabei de receber uma mensagem de Cidade Capital, o Sr. Camarillo quer adotar a Cao suaa¡­¡± Fl¨¢vio perguntou: ¡°Que Sr. Camarillo?¡± Cap铆tulo 1079 Cap¨ªtulo 1079 Cap¨ªtulo 1079 Na Cidade Capital, al¨¦m de Dinis da fam¨ªlia Camarillo, ningu¨¦m mais poderia ser chamado de Sr. Camarillo, Fl¨¢vio sabia disso, mas simplesmente n?o quer¨ªa acreditar. O guarda-costas murmurou, ¡°Sr. Henrique, ¨¦ a familia Camarillo, a mais poderosa da Cidade Capital A fam¨ªlia Camarillo ultrapassava em muito essa defini??o. Em suma, o poder da familia Camarillo n?o podia serparado ao de umercianteum. Pensando em Dinis da fam¨ªlia Camarillo, at¨¦ mesmo um loucoo Fl¨¢vio sentia um cfrio na espinha, ¡°Como isso ¨¦ poss¨ªvel? Poderia haver algum engano?¡± O guarda-costas disse. ¡°Essa ¨¦ a informa??o que veio do seu av?, n?o pode estar errada.¡± Fl¨¢vio virou-se para Ca, seu olhar cheio de incredulidade e perguntas, ¡°Ca, que tipo de habilidades voc¨º tem? Voc¨º chegou a Dinis da Cidade Capital!¡± Ca tamb¨¦m n?o sabia o que tinha feito, nem quando foi reconhecidaoa pelo Sr. Camarillo, No entanto, Marco Ant?nio sabia o qu?o boa era Ca e por que Dinis queria reconhec¨ºoa. Antes que Ca pudesse perguntar, ele j¨¢ tinha a resposta, ¡°Depois do jantar da ¨²ltima vez, Sr. Camarillo ficou muito impressionado voc¨º. Ele me disse em privado que gostaria de te reconheceroa. Eu ainda n?o tive a chance de te contar.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Ent?o ¨¦ isso. ¨¦ apenas uma pequena assistente de uma pequena cidade, de onde vem todo esse poder? Ent?o voc¨º fez tudo isso por . Voc¨º estava preocupado que n?o haveriaT¨ºxt ? N?velDrama.Org. ningu¨¦m para proteg¨º depois que voc¨º partisse, ent?o voc¨º encontrou a fam¨ªlia Camarilloo um apoio para ?* Ca se fixou na pvra-chave de Fl¨¢vio, ¡°Partir?¡± Marco Ant?nio respondeu rapidamente, ¡°¨¦ hora de irmos.¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Seu marido est¨¢ partindo.¡± Ca imediatamente empurrou Marco Ant?nio para longe, n?o poderia ir antes de esrecer o que Fl¨¢vio estava dizendo, ¡°Fl¨¢vio, esre?a.¡± No entanto, Marco Ant?nio de repente pressionou Ca. Ca, em panico, segurou Marco Ant?nio, ¡°O que est¨¢ acontecendo?¡± Marco Ant?nio, segurando o peito, disse em voz baixa, ¡°O cheiro aqui est¨¢ dificultando minha respira??o.¡± Ca imediatamente apoiou Marco Ant?nio, ¡°Ok, vamos sair daqui primeiro.¡± -Eles queriam ir, mas Fl¨¢vio n?o tinha inten??o de deix¨¢-los, ¡°Marco Ant?nio, eu disse que ia mandar sua esposa para a morte. Agora que ainda est¨¢ viva,o posso deix¨¢ ir?¡± Marco Ant?nio, que estava inst¨¢vel, de repente se endireitou e protegeu Ca, ¡°Voc¨º quer machucar Ca? Voc¨º n?o tem habilidade para isso.¡± Depois de dizer isso, Marco Ant?nio saiu Ca. Fl¨¢vio gritou, ¡°Parem eles, eles n?o podem sair daqui sem entregar Kira Heitor.¡± No entanto, o que Fl¨¢vio n?o esperava era que Bruno j¨¢ tivesse cercado todos os seus homens. Ele n?o poderia parar ningu¨¦m. Ele s¨® podia assistir Marco Ant?nio levar Ca. Depois de dar alguns passos, Marco Ant?nio se virou, ¡°Tudo que voc¨º pode fazer agora ¨¦ dar a Kira Heitor um bom enterro. Voc¨º n?o lhe deu o respeito que merecia em vida. Agora que se foi, espero que voc¨º possa lhe dar a dignidade que merece.¡± ¡°Dignidade?¡± Fl¨¢vioe?ou a riro um louco, ¡°Aqu mulher foi entregue ¨¤ familia de Henrique ainda na adolesc¨ºncia pelos pais. Tudo o que tem foi eu quem deu a . Desde o momento em que as pessoas da fam¨ªlia de Heitor a entregaram ¨¤ familia de Henrique, se tornou minha mascote. ¨¦ apenas uma mascote, o que poderia esperar sobre dignidade?¡± Ca sentiu que Fl¨¢vio realmente havia pirado. queria dizer algo mais, mas foi levada ¨¤ for?a por Marco Ant?nio. Depois que eles se foram, Fl¨¢vio, ainda rindo, se aproximou de Kira Heitor, pegou-a do ch?o e a abra?ou, beijando seus l¨¢bios j¨¢ frios e p¨¢lidos. ¡°Kira Heitor, eles dizem que eu estou louco, voc¨º acha que eu estou louco?¡± Cap铆tulo 1080 Cap¨ªtulo 1080 Cap¨ªtulo 1080 ¡°No passado, muitas pessoas me chamavam de louco, mas voc¨º era a ¨²nica que dizia que eu n?o era.¡± ¡°Voc¨º tamb¨¦m me disse uma vez que todos tinham medo de mim, mas voc¨º n?o tinha, voc¨º sempre estariaigo.¡± ¡°Todas aqus pvras foram apenas para me agradar?¡± ¡°Kira Heitor, acorde! Desde quando voc¨º pensou em me deixar?¡± Voc¨º est¨¢ surda, ou n?o consegue fr? Por que voc¨º n?o responde ¨¤s minhas perguntas?¡± ¡°Kira Heitor, voc¨º acha que eu n?o posso fazer nada s¨® porque voc¨º n?o f?¡± Enquanto fva, Fl¨¢vio se inclinou e beijou os l¨¢bios frios de Kira Heitor. N?o se sabe quanto tempo durou o beijo antes dele solt¨¢, chacoalhando-a, ¡°Kira Heitor, sua vadia, voc¨º acha que pode me deixar s¨® porque est¨¢ morta?¡± Ele acariciou suavemente o rosto d,o se estivesse acariciando uma poa fr¨¢gil, ¡°Kira Heitor, j¨¢ te disse, mesmo morta voc¨º ainda ¨¦ minha mulher, mesmo morta voc¨º n?o vai me deixar.¡± Ele a abra?ou, seu corpo frio contra o dele, apertando-a for?a, ¡°Kira Heitor, voc¨º acha que eu deveria enterrar voc¨º em nossa casa? Ou queimar voc¨º at¨¦ virar cinzas e engolir, peda?o por peda?o? Ou talvez eu deveria secar voc¨º e pendur¨¢ na cabeceira da minha cama para que voc¨º esteja sempreigo?¡± Ouvindo suas pvras, os guarda-costas aodo sentiram um medo profundo. Eles seguravam a respira??o, temendo que Fl¨¢vio os notasse, pois ent?o eles seriam os pr¨®ximos a ter azar. Enquanto isso. Marco Ant?nio j¨¢ havia sa¨ªdo do p¨¢tio Ca. Depois de sair do p¨¢tio, aquele aroma peculiar desapareceu e a respira??o de Marco Ant?nio aliviou. Mas logo, sua cabe?ae?ou a sentir tontura e quase caiu, se Ca n?o o segurasse. Ca perguntou: ¡°Voc¨º n?o estava fingindo, estava? Voc¨º realmente est¨¢ se sentindo mal?¡± Marco Ant?nio perguntou: ¡°Voc¨º sentiu algum cheiro estranho no p¨¢tio?¡± Ca concordou, ¡°Sim. Foi desconfort¨¢vel.¡± Marco Ant?nio acariciou sua cabe?a, ¡°Aquele cheiro provavelmente foi direcionado para mim, ¨¦ por isso que me afetou tanto. Mas agora que sa¨ªmos, estou bem.¡± Ca perguntou: ¡°O que Fl¨¢vio quis dizer o que ele disse?¡± Marco Ant¨®nio respondeu: ¡°Ele quer minha vida. Mas a minha vida ¨¦ algo que qualquer um pode tirar?¡± Ca perguntou, meio duvidosa: ¡°¨¦ mesmo?¡± Marco Ant?nio n?o queria continuar esse assunto, ent?o abra?ou Ca. ¡°Ca, eu acredito que todos os casais se casam a inten??o de passar a vida juntos, mas o que acontece depois do casamento ¨¦ imprevis¨ªvel. Muitos casais se separam. Nem todos conseguem envelhecer juntos.¡± Ca perguntou: ¡°Voc¨º est¨¢ prevendo nosso futuro?¡± Marco Ant?nio ficou surpreso. Ele subestimou a intelig¨ºncia de Ca. Ele pensou que estava apenas fndo sobre o assunto de Fl¨¢vio e Kira Heitor, mas Ca rapidamente percebeu suas verdadeiras inten??es. Ca sabia que desde que encontraram Andreo em Norte de Be, Marco Ant?nio havia mudado. tentou v¨¢rias vezes descobrir o que Andreo e Marco Ant?nio haviam discutido, mas Marco Ant?nio sempre se recusou a contar. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Quanto mais ele permanecia em sil¨ºncio, mais acreditava que essa quest?o era de extrema importancia. Cap铆tulo 1081 Cap¨ªtulo 1081 Cap¨ªtulo 1081 O sil¨ºncio de Marco Ant?nio dizia mals do que pvras, sabia que algo estava sendo escondido. ¡°Lucas Bento¡±, disse Ca, ¡°Se voc¨º realmente me ama, me v¨ºo sua esposa e quer passar o resto da vidaigo, ent?o eu espero que voc¨º seja sempre honestoigo. N?o importa o que aconte?a, quero que voc¨º me conte, para que possamos enfrentar juntos. Nada de esconder coisas de mim.¡± Para Ca,o esposa dele, estava disposta a enfrentar as dificuldades junto ele, n?o s¨® os momentos felizes. De repente, Marco Ant?nio disse, ¡°E se,o Andreo disse, Marco Antonio ¨¦ Marco Ant?nio e Lucas Bento ¨¦ Lucas Bento?¡± Ca sentiu um frio na barriga. ¡°O que voc¨º est¨¢ querendo dizer?¡± Com um sorriso, ele bagun?ou o cabelo d. ¡°Estou fndo hipoteticamente. Se o que Andreo disse fosse verdade, o que voc¨º faria?¡± respondeu firmemente. ¡°N?o existem se. Marco Ant?nio ¨¦ Lucas Bento e Lucas Bento ¨¦ Marco Ant?nio. Isso ¨¦ um fato. N?o fale mais pisso!¡± Marco Ant?nio disse. ¡°Eu estava apenas brincando, n?o precisava levar a s¨¦rio¡± This is from N?velDrama.Org. Ca, s¨¦ria, disse, Isso ¨¦ brincadeira para voc¨º?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Ok, n?o vou fazer mais brincadeiras assim. Vamos para casa agora¡­ Ca olhou de volta para o p¨¢tio, ainda sentindo um peso no cora??o. ¡°N¨®s simplesmente vamos embora e deixamos Kira Heitor para tr¨¢s? Com Fl¨¢vio em seu estado atual, eu temo que ele n?o poupar¨¢ nem mesmo o corpo d. N?o dever¨ªamos tentar organizar um funeral para ?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Kira Heitor era sua amiga, devemos ajud¨¢. Mas, algumas coisas est?o al¨¦m do nosso controle. Eu j¨¢ avisei os pais d, eles devem chegar logo.¡± Nesse momento, o celr de Ca tocou, indicando que havia recebido um novo e-mail. Os e-mails de Ca eram geralmente importantes para o trabalho, ent?o, independentemente de quando e onde, sempre verificava imediatamente. rapidamente pegou o celr e abriu o e-mail, surpresa ao ver que o remetente era Kira Heitor. Era uma carta longa. O conte¨²do era o seguinte: ¡°Ca, quando voc¨º ler este e-mail, provavelmente j¨¢ estarei longe deste mundo, em algum outro lugar. N?o fiz muitas coisas boas ou ruins na minha vida, ent?o acho que o lugar para onde vou deve ser o c¨¦u. Se ¨¦ o c¨¦u, ent?o deve ser melhor do que aqui. Devo ser feliz l¨¢, ent?o n?o fique triste por mim, n?o chore por mim. Acho que uma vez, eu amei Fl¨¢vio. Naqu ¨¦poca, Fl¨¢vio era jovem e cheio de energia, o sonho de muitas garotas. E eu tive sorte, n?o precisava correr atr¨¢s deleo as outras garotas, eu j¨¢ tinha o direito de estar aodo dele, pois nossas fam¨ªlias tinham arranjado nosso casamento, eu era sua noiva. Ent?o,o muitas outras meninas da minha idade, eu era t¨ªmida demais para dizer que gostava dele, s¨® podia observ¨¢-lo secretamente e escrever sobre ele em meu di¨¢rio. Eu escrevia em meu di¨¢rio todos os dias, documentando o que ele fez, quem conheceu, quem conversou. Em suma, qualquer pequeno detalhe de sua vida era importante para mim, e eu registrava tudo. Naqu ¨¦poca, eu n?o sabia se ele gostava de mim, mas pensei que n?o importava, porque eu acreditava que um dia ele se casariaigo. No entanto, mais tarde percebi que se ele gostava de mim ou n?o, era realmente importante. Ainda me lembro, uma vez eu estava escrevendo no meu di¨¢rio, quando ele invadiu meu quarto de repente, arrancando o di¨¢rio das minhas m?os. Cap铆tulo 1082 Cap¨ªtulo 1082 Cap¨ªtulo 1082 Depois de ler meu di¨¢rio, ele sorriu esc¨¢rnio, ¡°Kira Heitor, voc¨º gosta de mim?¡± Senti-me exposta de repente, minhas bochechas rosadas e sem pvras encarando-o, incapaz de admitir meu carinho, mas tamb¨¦m incapaz de neg¨¢-lo. Ele folheou meu di¨¢rio de cabo a rabo, depois riu, ¡°Eu pensava que voc¨º era diferente das outras mulheres. Vi que voc¨º ¨¦ igual a todas s, seduzida pelo meu charme.¡± Eu nunca esquecerei aquele momento, suas pvras me machucaram. Eu nunca vou esquecer! Ele se aproximou de mim, sussurrando em meu ouvido, ¡°N¨®s somos adultos agora, nossos pais nos prometeram um ao outro, venha ao meu quarto esta noite, e eu farei de voc¨º oficialmente minha mulher.¡± Eu n?o queria ir, n?o queria ter r??es ele nessas circunstancias, mas n?o tinha for?as para recusar. Porque eu sabia, eu era apenas uma pe?a no tabuleiro da minha fam¨ªlia, eu n?o tinha o direito de dizer ¡°n?o¡± quando meus pais me entregaramo um ¡°presente¡± para a fam¨ªlia de Henrique. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Naqu noite, eu fui ao quarto de Fl¨¢vio, n¨®s tivemos r??es. Depois disso, ele me exige todas as noites em seu quarto. Todas as noites! Mesmo quando eu estava menstruada, sentindo-me mal, eu tinha que ir se ele quisesse. Ao me torturar at¨¦ a exaust?o, ele sempre fazia as mesmas perguntas, perguntando o que eu pensava dele? Perguntando se eu achava que ele era louco? Perguntando se eu o amava? Perguntando se eu queria ficar ele para sempre? No in¨ªcio, eu respondia honestamente. Ele n?o gostava de ouvir verdades, cada vez que eu dizia a verdade ele me torturava mais, muitas vezes pensei que morreria sob ele. Mais tarde, aprendi a dizer que o amava, aprendi a dizer que ele n?o era louco, aprendi a dizer que ficaria ele para sempre. Acho que ele sabia que eu s¨® dizia essas coisas para evitar a tortura, mas ele gostava de ouvir, por um tempo, ele ped¨ªa que eu dissesse isso todos os dias. Ele gostava de ouvir, ent?o eu dizia, repetia para ele. Depois, os neg¨®cios da fam¨ªlia Heitor pioraram, a fam¨ªlia Henrique queria romper nosso noivado, pensei que finalmente estaria livre dele. Eu finalmente seria livre. Mas aquele homem louco recusou o div¨®rcio, ele n?o me deixaria partir. Ele disse que eu era seu animal de estima??o, sempre seria, e pets s¨® podem morrer aodo de seus donos, eles n?o podem deix¨¢-los. Ent?o, apesar da oposi??o de todos na fam¨ªlia Henrique, ele teimosamente me arrastou para tirar nossas certid?es de casamento, n¨®s nos tornamos marido e mulher oficialmente. Depois de me tornar Sra. Henrique, ¨¦ramos um casal amoroso em p¨²blico, todos invejavam minha vida luxuosa Fl¨¢vio. Mas ningu¨¦m sabia o que acontecia quando cheg¨¢vamos em casa. Fl¨¢vio me fazia ajoelhar e cuidar dele, pensava em todas as formas de me humilhar. Essas coisas n?o apenas torturavam meu corpo, mas minha alma, muitas vezes eu me sentiao um animal, sem dignidade humana. Cap铆tulo 1083 Cap¨ªtulo 1083 Cap¨ªtulo 1083 Naqu ¨¦poca, eu erao um zumbi, tentando ajustar minha mente para me considerar um animal de estima??o sem dignidade, para n?o pensar demais. Mas eu estava ciente, sabia que era humano. Eu queria o m¨ªnimo de respeito, queria viver dignidade. Ent?o, a partir daquele momento, a ideia de fugir delee?ou a surgir em mim.. Conversei minha m?e sobre isso, me disse: ¡°A familia do Henrique agora ¨¦ muito poderosa, eles podem ajudar a familia do Heitor a se reerguer. Em tempos de dificuldades para a fam¨ªlia do Heitor, Fl¨¢vio ainda queria se casar contigo, voc¨º deveria ser grata¡± Eu respondi, mas eu n?o queria me casar ele. Minha m?e continuou: ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ casada ele, voc¨ºs s?o marido e mulher. Por ser casada o Fl¨¢vio, deve seguir o Fl¨¢vio, n?o importa o qu?o dificil seja a vida ap¨®s o casamento, voc¨º s¨® pode suportar.¡± Minha m?e me pediu para suportar. Eu tentel suportar. Mas ele n?o me abusou uma ou duas vezes, foram in¨²meras. Eu me lembro de uma vez, porque eu n?o estava me sentindo bem, n?o estava entusiasmada o suficiente, Fl¨¢vio achou que eu estava distra¨ªda, que estava pensando em outros homens. Ent?o, ele pegou uma faca e fez v¨¢rios cortes nas minhas pernas, me torturando o dia todo. Quase perdi minha vida naqu vez. Eu queria suportar, mas quanto tempo mais poderia suportar essa vida que me esgotava f¨ªsica e mentalmente? Depois desse incidente,ecei a nejar minha fuga dele. Pensei que meus esfor?os, deveria ser capaz de sair sucesso. Para sair do Fl¨¢vio, eu precisaria eliminar todos os problemas. Ent?o, eu sempre tomava anticoncepcionais, para nunca engravidar dele. Mas o tempo, sempre tem um descuido e foi justamente numa dessas vezes que esqueci de tomar a pil e engravidei.This is from N?velDrama.Org. Depois de tomar todos aqueles rem¨¦dios, a crian?a que eu estava carregando certamente n?o estaria saud¨¢vel, eu n?o queria que esse filho sofresse neste mundo, ent?o todos os dias eu procurava maneiras de abortar. Tentei in¨²meras vezes, mas ningu¨¦m estava disposto a me ajudar, todos pensavam que ¨¦ramos marido e mulher, que as brigas entre n¨®s eventualmente se acalmariam. Todos me aconselharam a levar uma vida boa o Fl¨¢vio, mas eu realmente n?o aguentava mais, cada segundo ele era uma tortura para mim. N?o sei quem estabeleceu a regra de que s¨® podemos aconselhar casais a se reconciliar, n?o podemos aconselh¨¢-los a se divorciar. Sem outra sa¨ªda,ecei a depositar minhas esperan?as em voc¨º, que conheci recentemente. Convidei todos para uma viagem a um spa, sabia que o Fl¨¢vio viria, ent?o organizei um grande espet¨¢culo quando voc¨ºs estavam l¨¢. Eu estava t?o miser¨¢vel que pensei que algu¨¦m entre voc¨ºs poderia me ajudar, me levar para longe de Fl¨¢vio, me dar um tempo para respirar. Eu estava certa, foi voc¨º quem me salvou. Voc¨º me levou para Salvador, tentando me fazer rxar, mas foi naquele momento que eu sai, fazendo que Fl¨¢vio n?o conseguisse me encontrar e culpasse tudo em voc¨º. Ele n?o sabia que era oportamento dele que me fez querer fugir daquele lugar sufocante. Ele n?o sabia que na verdade eu estava te usando. Ca, eu sinto muito! Eu usei suapaix?o sem que voc¨º soubesse. Quando Ca leu isso, estava t?o machucada que chorou. Parecia que podia experimentar pessoalmente a asfixia e desespero que Kira Heitor sentiu. ¡°Kira Heitor, voc¨º n?o precisa pedir desculpas! Ajudar voc¨º foi minha escolha. Eu n?o consegui te salvar novamente por causa da influ¨ºncia externa. Caso contr¨¢rio, voc¨º n?o teria¡­¡± Marco Ant?nio abra?ou Ca imediatamente, ¡°Ca, tente se acalmar, continue lendo depois de um tempo.¡± Cap铆tulo 1084 Cap¨ªtulo 1084 Cap¨ªtulo 1084 Ca estava determinada a ler at¨¦ o fim a carta que Kira Heitor the escreveu, ¡°Preciso ler esta carta at¨¦ o fim, talvez Kira Heitor ainda precise da minha ajuda, desta vez vou ajud¨¢ de qualquer maneira.¡± Ca insistiu, e Marco Ant?nio apenas concordou, ficando aodo d em sil¨ºncio, enxugando suas l¨¢grimas. A carta de Kira Heitor continuava. ¡°Depois, na Fran?a, quando descobri que Fl¨¢vio me encontrou t?o rapidamente, fiquel desesperada, pensei em acabar a minha vida. Mas eu n?o deveria morrer naquele momento, fui salva novamente pelo seu marido, Marco Ant?nio. Marco Ant?nio me perguntou por que eu queria acabar a minha vida? Respondi que se houvesse a possibilidade de continuar vivendo, quem escolheria a morte? Enquanto houver vida, haver¨¢ esperan?a, mas eu n?o consegu¨ªa ver o futuro. Se Fl¨¢vio me pegasse de volta, eu teria que continuar a viver uma vida sem dignidade. Se tivesse que continuar essa vida sem dignidade, preferiria escolher a morte. Acho que a vida ¨¦ preciosa, s¨® temos uma, e nunca poderemos voltar atr¨¢s. N?velD(ram)a.?rg owns this content. O forte desejo de viver me fez pedir ajuda a Marco Ant?nio. Pedi a ele que me salvasse, sabia que ele tinha a capacidade de me ajudar a me livrarpletamente de Fl¨¢vio, por isso pedi a ele que me ajudasse a fugir de Fl¨¢vio, pedi a ele que me desse uma chance de sobreviver. Talvez por sua causa, ele concordou em me ajudar. Eu sabia que Marco Ant?nio e Fl¨¢vio eram bons amigos, temia que ele contasse a Fl¨¢vio onde eu estava. Naquele momento, para fugir de Fl¨¢vio, fiz algumas coisas ruins, disse a ele que se ele contasse a Fl¨¢vio onde eu estava, voc¨º estaria em perigo. Eu sabia que Marco Ant?nio se importava muito voc¨º, ent?o usei isso a meu favor. Porque Marco Ant?nio se importava muito voc¨º, e talvez tamb¨¦m por causa da promessa que ele me fez, ele nunca revelou meu paradeiro, n?o importa o que Fl¨¢vio fizesse ele. Mas ainda estou em Salvador, sei que Fl¨¢vio est¨¢ causando problemas para voc¨ºs¡­ Sei que se eu voltar para Fl¨¢vio, certeza vou morrer, depois de muita reflex?o, decidi voltar. Porque voc¨ºs me ajudaram, n?o posso me esconder egoisticamente, deixando voc¨ºs assumirem tudo por mim. Ca, se houver uma pr¨®xima vida, espero n?o encontrar Fl¨¢vio novamente, espero encontrar voc¨º novamente e ser sua amiga por toda a vida. Por fim, quero agradecer a voc¨º! S¨® voc¨º, n?o pensou que porque eu e Fl¨¢vio ¨¦ramos casados, as coisas entre n¨®s eram assuntos privados de um casal, e estranhos n?o deveriam se envolver em nossos assuntos privados, e recusou- se a me ajudar. Voc¨º me deu calor, voc¨º me deu esperan?a de vida. Mesmo que o tempo tenha sido curto, valeu a pena vir a este mundo uma vez.¡± Assim que Ca terminou de ler o email de Kira Heitor, ouviu algu¨¦m gritando, ¡°Inc¨ºndio! Inc¨ºndio!¡± ¡°Parece que o lugar onde Fl¨¢vio e Kira Heitor est?o pegou fogo. Ca, ligue para os bombeiros rapidamente, vou ver o que est¨¢ acontecendo.¡± Disse Marco Ant?nio, correndo para o p¨¢tio. ¡°Lucas Bento, cuidado!¡± Ca n?o seguiu impulsivamente, primeiro ligou para os bombeiros, depois entrou no p¨¢tio para ajudar, s¨® quando tinha certeza de que era seguro. Quando Ca chegou ao local do inc¨ºndio, Marco Ant?nio e os seguran?as estavam tentando conter Fl¨¢vio, que estava fora de controle. Fl¨¢vio queria desesperadamente entrar no p¨¢tio, ¡°Soltem-me, Kira Heitor ainda est¨¢ l¨¢ dentro, eu preciso salvar Kira Heitor¡­¡± Cap铆tulo 1085 Cap¨ªtulo 1085 Cap¨ªtulo 1085 O fogo era t?o intenso que, mesmo ¨¤ distancia, Ca conseguia sentir o calor que vinha dele. Ningu¨¦m poderia entrar l¨¢ agora, talvez nem mesmo o a?o resistiria, provavelmente seria derretido num piscar de olhos. Se Fl¨¢vio entrasse no fogo agora, seria o mesmo que suicidio, Marco Ant?nio e os guarda-costas n?o o deixariam fazer isso. O clima estava quente e todos os edificios no quintal eram de madeira, o fogo se espalhavao se tivesse sido regado ¨®leo, muito r¨¢pido. Vendo as chamas prestes a se espalhar at¨¦ el¨¦s, todos estariam em perigo se n?o recuassem logo. Ca estava desesperada, ¡°Nocauteie-o e leve-o ¨¤ for?a.¡± Ao ouvir isso, Marco Ant?nio levantou a m?o e atingiu Fl¨¢vio na parte de tr¨¢s do pesco?o. Fl¨¢vio, emocionalmente perturbado, perdeu a consci¨ºncia instantaneamente e Nara pendurou-se neles. ¡°Bruno!¡± Com umando de Marco Ant?nio, Bruno se aproximou imediatamente, ¡°Leve Fl¨¢vio para um lugar seguro agora, voc¨º e o Dr. Donato cuidem dele. Se ele acordar e ficar agitado novamente, sede-o.¡± ¡°Sim.¡± Bruno carregou Fl¨¢vio e saiu. Ap¨®s Fl¨¢vio desmaiar, seus subordinados ficaram sem l¨ªder e todos olharam para Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, o que devemos fazer agora?¡± Marco Ant?nio disse. ¡°N?o podemos contrr o fogo, todos os bombeiros devem se retirar para uma ¨¢rea segura e esperar pelos bombeiros.¡± O guarda-costas disse, ¡°Sim.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Venha me dizero o fogoe?ou.¡± O guarda-costas disse, ¡°Sim.¡± Marco Ant?nio deu dois passos e percebeu que Ca ainda estava parada no mesmo lugar. Ele voltou, pegou sua m?o e disse, ¡°Ca, as chamas est?o se espalhando rapidamente, ¨¦ perigoso aqui, v¨¢ para um lugar seguro e me espere.¡± Ca disse, ¡°Ok. Tenha cuidado, eu vou te esperar l¨¢ fora.¡± Com o fogo t?o grande, Ca sabia que n?o poderia ajudar. Se insistisse em ficar, apenas distrairia Marco Antonio. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Nesse momento, ir obedientemente para uma ¨¢rea segura e esperar pelos bombeiros era a melhor maneira de ajudar Marco Ant?nio. Ele acariciou a cabe?a d, ¡°Eu sei, v¨¢.¡± Ca concordou e saiu. Depois que saiu, Marco Ant?nio olhou para o guarda-costas, que contou a verdade sobre o que aconteceu, ¡°Diretor Ant?nio, depois que voc¨ºs sa¨ªram, Sr. Henrique ficou louco, beijando e mordendo o corpo de Kira Heitor. Ele at¨¦ disse que queria manter Kira Heitor ele de uma maneira especial¡­ ent?o ele levou Kira Heitor de volta ao quarto, e quando saiu para buscar as ferramentas, o fogoe?ou l¨¢.¡± Marco Ant?nio ouviu em sil¨ºncio, sentindo que algo estava errado, mas n?o expressou suas suspeitas. O guarda-costas olhou para Marco Ant?nio e disse cautelosamente, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º sabe que o Sr. Henrique ¨¦ louco. Agora ningu¨¦m sabe o que ele far¨¢ quando acordar. Seu av? n?o pode control¨¢- lo, ent?o teremos que contar voc¨º mais vezes.¡± Marco Ant?nio olhou friamente para o guarda-costas, ¡°Foi voc¨º quem disse que se eu saisse do quintal, cortaria r??es ele?¡± O guarda-costas enxugou o suor frio da testa constrangimento, ¡°Eu fui descuidado as pvras, voc¨º ¨¦ t?o generoso, n?o brigueigo por isso.¡± Marco Ant¨®nio n?o tinha nos de discutir ele, ¡°Independentemente de se a familia de Henrique pode convenc¨º-lo, voc¨º deve inform¨¢-los para virem o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Mesmo que voc¨ºs desprezem Kira Heitor, ainda ¨¦ a esposa de Fl¨¢vio, ¨¦ chamada de Sra. Henrique.¡± O seguran?a, ¡°Sim.¡± Nesse momento, o rme de inc¨ºndio soou ao longe, os bombeiros j¨¢ haviam chegado. Marco Ant¨®nio liderou os seguran?as e todos os outros para ajudar os bombeiros todo o esfor?o nobate ao inc¨ºndio. Cap铆tulo 1086 Cap¨ªtulo 1086 Cap¨ªtulo 1086 Ca tamb¨¦m n?o ficou parada, o fogo era muito intenso e n?o seria apagado em pouco tempo. Depois que o inc¨ºndio fosse contrdo, todos os envolvidos provavelmente estariam exaustos. N?velD(ram)a.?rg owns this content. Ca encontrou uma loja de conveni¨ºncia pr¨®xima eprou muita ¨¢gua e algumas guloseimaso chocte e p?o para repor a energia rapidamente. n?o podia participar diretamente dobate ao fogo, ent?o decidiu se encarregar da log¨ªstica. Devido ¨¤ intensidade do fogo, ele s¨® foi extinto na madrugada. Os bombeiros estavam muito cansados, Ca entregou a cada um deles ¨¢gua eida para reabastecer suas energ¨ªas. Depois de tudo organizado, Ca pegou uma garrafa de ¨¢gua mineral e dois choctes ee?ou a procurar Marco Ant?nio na multid?o. deu uma volta, mas n?o encontrou Marco Ant?nio. Ca estava um pouco nervosa, ent?o perguntou a uma pessoa por perto: ¡°Voc¨º viu Marco Ant?nio?¡± O homem respondeu: ¡°Voc¨º est¨¢ procurando pelo Diretor Ant?nio?¡± Ele apontou para a esquerda, ¡°Ele deve estar por ali.¡± ¡°Obrigada.¡± Depois de agradecer, Ca seguiu na dire??o indicada em busca de Marco Ant?nio. Atravessando a multid?o, Ca finalmente encontrou Marco Ant?nio, coberto de poeira, em meio aos ebros Marco Ant?nio sempre foi muito higi¨ºnico, suas roupas sempre impec¨¢veis, era a primeira vez que Ca o via t?o sujo. imediatamente se aproximou, entregou a ele a ¨¢gua e os choctes, ¡°Bebe um pouco de ¨¢gua e come estes choctes para repor a energia.¡± tirou um len?o ¨²mido do bolso e tentou limpar seu rosto, ¡°Seu rosto est¨¢ sujo, deixa eu limpar para voc¨º.¡± Mas, Marco Ant?nio de repente esfregou o rosto no d. Ele esfregou tanta for?a que Ca sentiu dor, mas n?o recuou, ¡°Lucas Bento, o que voc¨º est¨¢ fazendo?¡± Marco Ant?nio a soltou, olhando para a poeira em seu rosto, disse s¨¦rio: ¡°Voc¨º n?o disse que ia limpar meu rosto?¡± Ca disse irritada: ¡°Eu queria limpar assim seu rosto? Voc¨º s¨® fica feliz se me deixar suja igual a voc¨º?¡± Marco Ant?nio: ¡°Sim.¡± Ca ficou sem pvras. Ele realmente teve coragem de responder? fechou o punho, querendo dar um soco nele, mas abaixou o punho, seus olhos ficaram vermelhos. Vendo que estava prestes a chorar, Marco Ant?nio sentiu uma dor no cora??o, ¡°Ca, me desculpe. Eu n?o sabia que voc¨º tinha medo de sujeira, eu n?o vou mais pregar pe?as em voc¨º.¡± ¡°N?o estou chateada por voc¨º ter sujado meu rosto, eu n?o preciso do seu pedido de desculpas!¡± Ca se jogou nos bra?os dele, abra?ando-o fortemente. Marco Ant?nio acariciou sua cabe?a, ¡°O que aconteceu? Algu¨¦m te fez algo?¡± Ca: ¡°N?o fale, me deixa te abra?ar, preciso saber que voc¨º est¨¢ bem.¡± Marco Ant?nio, sem saber se Ca sabia de algo, estava um pouco confuso, mas n?o demonstrava no rosto, ¡°Pra onde eu iria?¡± Ca aspirou, os olhos vermelhos, ¡°Quando n?o te encontrei, de repente fiquei muito assustada. Eu sabia que voc¨º estava bem, mas mesmo assim estava assustada, eu estava realmente muito medo de te perder.¡± Cap铆tulo 1087 Cap¨ªtulo 1087 Cap¨ªtulo 1087 Marco Ant?nio estava desdo. ¡°¨¦ assim, a vida. Ningu¨¦m est¨¢ conosco para sempre, encontramos pessoas diferentes em cada fase da nossa vida¡±. Ca respondeu, ¡°N?o me importo o que os outros fazem. Voc¨º me prometeu que passar¨ªamos o resto da vida juntos, que n?o me abandonaria. Se isso acontecer, eu nunca te perdoarei, te odiarei para sempre¡±. This is from N?velDrama.Org. Marco Ant?nio havia feito essa promessa. Mas naqu ¨¦poca, ele n?o tinha ideia deo sua sa¨²de estava. Agora, sabendo que sua sa¨²de estava deteriorando, ele n?o tinha certeza de quanto tempo poderia permanecer . Por isso, n?o ousava mais prometer nada a Ca. Marco Ant?nio tentou mudar de assunto. ¡°Ca, estou sede. Poderia me dar um pouco de ¨¢gua?¡± Ca o soltou imediatamente, ¡°V¨¢ beber ¨¢gua,a algo. J¨¢ amanheceu, voc¨º esteve apagando o inc¨ºndio durante horas, deve estar exausto. Acho que vou adiar a reuni?o da manh?, voc¨º deveria ir para casa descansar¡±. Marco Ant?nio afirmou, ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio, eu consigo aguentar¡±. Ca insistiu, ¡°Nada ¨¦ mais importante que a sa¨²de. Eu vou cuidar disso, voc¨º tem que ir para casa descansar por algumas horas¡±. Diante da determina??o de Ca, Marco Ant?nio cedeu, ¡°Tudo bem¡±. Ca olhou para as ru¨ªnas ¨¤ frente, onde Kira Heitor estava, o local de origem do fogo, a ¨¢rea mais devastada. ¡°Kira Heitor, j¨¢ est¨¢¡­¡± Marco Ant?nio confirmou, Tudo foi consumido pelo fogo, nem os ossos restaram. N?o podemos mais distinguir nossos olhos quais s?o as cinzas d e quais s?o da madeira¡±. Ao ouvir isso, Ca estava de cora??o partido. ¡°Como o fogoe?ou de repente? Kira Heitor precisava ser reduzida a cinzas para se libertar de Fl¨¢vio?¡± Derramando uma l¨¢grima, continuou, ¡°Eu fui abandonada quando era crian?a, os vizinhos diziam que eu dava azar, depois fui incriminada e n?o pude voltar para minha casa, ent?o sempre achei que era a pessoa mais infeliz do mundo. Mas empara??o Kira Heitor, pelo menos tinha a av¨® L¨ªdia, Maria e Jeanigo, e agora tenho voc¨º. Kira Heitor sempre esteve sozinha, sem um amigo sequer para confidenciar, queria se libertar de Fl¨¢vio, mas as pessoas ao seu redor sempre a aconselhavam a aguentar, a n?o pedir o div¨®rcio. Ningu¨¦m sabia o qu?o doloroso era para Kira Heitor, ent?o n?o conseguia se livrar do homem que mais temia, e no final teve que optar por um caminho t?o extremo para terminar sua vida¡±. Marco Ant?nio tamb¨¦m olhou para aquele local, ¡°N?o fique assim. Se escolheu isso, talvez fosse uma liberta??o para ¡±. Depois do inc¨ºndio, Marco Ant?nio e os bombeiros foram at¨¦ onde Kira Heitor estava. Geralmente, um inc¨ºndio n?o ¨¦ capaz de queimar um corpo at¨¦ que n?o reste um ¨²nico osso, mas Kira Heitor foi reduzida a cinzas, sem um ¨²nico osso restante, apenas um monte de cinzas que n?o se sabia se eram d. Ca se sentiu culpada, ¡°Eu poderia ter salvado Kira Heitor, se tivesse insistido um pouco mais ontem ¨¤ noite, talvez pudesse t¨º impedido deeter suicidio¡­¡± Marco Ant?nio a interrompeu, ¡°Ca, voc¨º tem que entender, Kira Heitor era uma adulta, sabia o que estava fazendo, tem que assumir a responsabilidade por suas a??es. Voc¨º era amiga d, se pudesse ajud¨¢, ¨®timo, se n?o pudesse, n?o se culpe, entendeu?¡± Ca entendeu suas pvras, mas n?o conseguiu deixar de se sentir triste. Marco Ant?nio acariciou suavemente a cabe?a d, e disse, ¡°A turma do Henrique e a turma do Heitor devem estar a caminho. Vamos deixar eles resolverem o que resta por aqui, n¨®s vamos vazar primeiro.¡± ¡°Bem.¡± Ca olhou para o lugar onde Kira Heitor estava, e fez uma rever¨ºncia profunda, ¡°Kira Heitor, como voc¨º disse na carta, se houver uma pr¨®xima vida, certeza nos encontraremos novamente na primavera.¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡°Se for do desejo de voc¨ºs, certamente se encontrar?o de novo.¡± Ca respondeu, ¡°Sim, certeza.¡± Nesse momento, Bruno veio uma not¨ªcia, ¡°Diretor Ant?nio, o Fl¨¢vio acordou.¡± Marco Ant¨®nio perguntou, ¡°Ele ainda est¨¢ descontrdo?¡± Bruno respondeu, ¡°Depois que ele acordou, ficou quietinho l¨¢, n?o fez nada. Mas seu cabelo, em apenas algumas horas, ficou todo branco.¡± Marco Ant¨®nio pegou Ca p m?o e disse, ¡°Vamos dar uma olhada nele.¡± 11:16 Ca disse. ¡°V¨¢ v¨º-lo, eu fico aqui te esperando.¡± Cap铆tulo 1088 Cap¨ªtulo 1088 Cap¨ªtulo 1088 Marco Ant?nio sabia que Ca tinha uma impress?o muito ruim de Fl¨¢vio por causa do incidente Kira Heitor, n?o queria ir ver Fl¨¢vio, e Marco Ant?nio n?o insistiu. T¨¢ bom.¡± Passou um tempo. Marco Ant?nio viu Fl¨¢vio, seus cabelos haviam embranquecido, este homem ainda n?o tinha trinta anos, parecia ter envelhecido muito da noite para o dia. Ele estava deitado na cama, olhando fixamente para o teto, sem dizer uma pvra. Quando Marco Ant?nio entrou, ele n?o reagiu. Marco Ant?nio sentou-se aodo de sua cama, ¡°Fl¨¢vio ¡­¡± Fl¨¢vio permaneceu im¨®vel, sem resposta. Marco Ant?nio continuou, ¡°Kira Heitor foi queimada at¨¦ os ossos¡­¡± Ao ouvir o nome de Kira Heitor, duas l¨¢grimas ca¨ªram dos olhos de Fl¨¢vio, ent?o ele riu, ¡°Veio aqui para rir de mim?¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Voc¨º realmente acha que eu faria isso?¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Isso faz diferen?a para mim?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Eu vim para fr sobre Kira Heitor.¡± Cada vez que ouvia o nome de Kira Heitor, o cora??o de Fl¨¢vio do¨ªao se tivesse sido cortado uma faca, mas ele ainda n?o admitia, ¡°N?o fale dessa mulher insensivel na minha frente.¡± Marco Ant?nio olhou para seus cabelos brancos e as l¨¢grimas em seus olhos, bn?ou a cabe?a impotente, ¡°Voc¨º ainda est¨¢ resistindo, mesmo nesta situa??o. Voc¨º ainda n?o entende por que te deixou?¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Eu n?o sei, voc¨º sabe?¡± N?velD(ram)a.?rg owns this content. Marco Ant?nio perguntou, ¡°Voc¨º disse a que gostava d? Voc¨º demonstrou isso no dia a dia?¡± Fl¨¢vio disse, ¡°Voc¨º ¨¦ casado h¨¢ pouco tempo, n?o se fa?a de especialista em amor.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Eu n?o sou um especialista, mas sei que respeitar o outro ¨¦ fundamental quando se gosta de algu¨¦m.¡± Fl¨¢vio riu, ent?o chorou, ¡° viveuigo desde a adolesc¨ºncia, para mim, era uma parte indispens¨¢vel da minha vida, ent?o viu o meu pior. Eu pensava que me entendia, nunca escondi meus sentimentos d, o que eu sentia, eu mostrava. A fam¨ªlia de Heitor precisava de dinheiro, eu sabia que eles n?o tinham capacidade para administrar a empresa, o dinheiro que eu investia poderia ser desperdi?ado. Mas porque eram a familia d, o apoio d, ainda assim, dei dinheiro ¨¤ fam¨ªlia de Heitor v¨¢rias vezes. Maso a fam¨ªlia de Heitor me retribuiu? Como me tratou? abortou meu filho e pensou em me deixar. pensou em me deixar! Eu a amo tanto, por que quer me deixar? Marco, me diga! Eu imploro, me diga por qu¨¦.¡± Cap铆tulo 1089 Cap¨ªtulo 1089 Cap¨ªtulo 1089 Marco Ant?nio deu uma risada sarcastica, ¡°N?o fui ro voc¨º antes? Se voc¨º nem sabe respeitar uma pessoa,o tem o direito de dizer que a ama?¡± Fl¨¢vio ficou sem pvras. Marco Ant?nio continuou, ¡°Antes de Kira Heitor partir, deixou uma longa carta para Ca. N¨®s lemos juntos o conte¨²do principal. Vou perguntar a Ca se quer que voc¨º leia. Se Ca permitir, eu lhe darei a carta, esperando que voc¨º perceba o quanto foi dif¨ªcil para Kira Heitor os dias que passou voc¨º. Ent?o, voc¨º entender¨¢ porque Kira Heitor preferiu morrer a ficar ao seu lado.¡± Fl¨¢vio olhou para Marco Ant?nio, ¡°Isso ainda faz sentido? Mesmo que eu saiba agora, pode voltar para mim?¡± Marco Ant?nio permaneceu em sil¨ºncio. Fl¨¢vio continuou, ¡°Marco, me diga a verdade. Voc¨º est¨¢ rindo de mim? Voc¨º acha que eu mere?o o que estou passando? Voc¨º acha que eu n?o deveria estar te iodando, te perturbando todos os dias, pedindo para voc¨º me devolver Kira Heitor?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Fl¨¢vio, voc¨º mudou.¡± ¡°Mudei? Ou voc¨º mudou?¡± Fl¨¢vio deu uma risada, ¡°Voc¨º mudou. Antes, voc¨º nunca se distra¨ªa por causa de uma mulher, mas agora olhe para voc¨º.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Depois que um homem tem uma fam¨ªlia, n?o ¨¦ normal que ele dedique mais tempo a ?¡± Fl¨¢vio ficou surpreso, de repente percebendo a diferen?a entre ele e Marco Ant?nio, ¡°N?o ¨¦ ¨¤ toa que Kira Heitor sempre quis me deixar, e Ca ¨¦ t?o leal a voc¨º. ¨¦ porque eu nunca os vio uma fam¨ªlia.¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Marco Ant?nio n?o sabia o que dizer, apenas ficou em sil¨ºncio, ouvindo sem dizer nada. Fl¨¢vio continuou, ¡°Somos da mesma idade, mas eu conhe?o mulheres h¨¢ muito mais tempo que voc¨º, mas n?o sou t?o inteligente quanto voc¨º.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Kira Heitor j¨¢ se foi, n?o fique t?o triste!¡± Fl¨¢vio disse, ¡°V¨¢ embora. Quero ficar sozinho por um tempo.¡± ¡°Certo.¡± Sem dizer mais nada, Marco Ant?nio se virou e saiu. Quando ele saiu da s de descanso, o guarda-costas de Fl¨¢vio correu at¨¦ ele, ¡°Senhor Ant?nio¡­¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡°Quanto mais calmo o Sr. Henrique est¨¢ agora, mais preocupante ¨¦. Voc¨ºs precisam ficar de olho nele, n?o deixem ele fazer nada impulsivo.¡± O guarda-costas respondeu, ¡°Sim, vamos ficar de olho nele. Voc¨º est¨¢ indo embora agora?¡± Marco Ant?nio n?o respondeu e seguiu em frente. Ca estava esperando por ele no elevador. Quando o viu saindo, quis dizer algo, mas n?o conseguiu fr. Marco Ant?nio levantou a m?o e acariciou sua cabe?a, ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± Ca perguntou, ¡°Fl¨¢vio est¨¢ bem?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Ele ainda est¨¢ vivo.¡± Ele ainda estava vivo! Mas ele estava vivendoo um morto-vivo, era melhor estar morto! Ca ouviu, mesmo que se sentisse mal, o repreendeu, ¡°Bem feito!¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Juan e Ravi tamb¨¦m est?o no avi?o, devem chegar em breve. Vamos voltar para casa e trocar de roupa primeiro, ainda temos coisas para fazer.¡± ¡°Certo.¡± Ca segurou a m?o dele, ¡°Por que suas m?os est?o t?o frias?¡± Nesse calor, se voc¨º sair de uma s ar condicionado por um momento, vai suar, Mas suas m?os ainda estavam friaso gelo, isso definitivamente n?o era norm¨¢l. Ca disse, ¡°Voc¨º precisa ir ao hospital para um check-up.¡± Marco Ant?nio sorriu,¡± ar condicionado do quarto do Fl¨¢vio est¨¢ muito baixo, estou um pouco frio, mas devo melhorar em breve.¡± Ca insistiu, ¡°Voc¨º precisa ver um m¨¦dico.¡± Marco Ant?nio soltou a m?o d, caminhando ¨¤ frente, e disse: ¡°Eu sei melhor do que voc¨ºo estou, se precisar de um m¨¦dico, vou procur¨¢-lo, n?o precisa me apressar todos os dias para consultar um, ainda n?o estou doente.¡± Ca ficou sem pvras. 11:17 Isso ¨¦ t?o irritante! Ele s¨® estava irritado de prop¨®sito! Cap铆tulo 1090 Cap¨ªtulo 1090 Cap¨ªtulo 1090 No caminho de volta, Bruno estava dirigindo. Ca e Marco Ant?nio estavam no banco de tr¨¢s. Por causa da discuss?o que tinham acabado de ter, eles entraram no carro e se encostaram em cada lado do carro, deixando um grande espa?o no centro, nenhum deles parecendo disposto a se comunicar o outro. Logo depois, Marco Ant?nio adormeceu em seu assento. Ele j¨¢ havia passado noites em ro antes, e Ca havia ficado acordada ele algumas vezes no ano passado, quando ele estava em Paris para cuidar de coisas, e ele n?o estava t?o cansado naqu ¨¦poca. suspeitou que a doen?a que ele tinha antes estava voltando. Embora Ca ainda estivesse raiva, imediatamente enviou uma mensagem ao Dr. Donato, pedindo-lhe que viesse ver Marco Ant?nio novamente. Em seguida, virou gentilmente a cabe?a de Marco Ant?nio, tentando fazer que ele dormisse em seu ombro, o que poderia ser mais confort¨¢vel. No entanto, quando apenas tocou Marco Ant?nio, ele abriu os olhos de repente uma inten??o assassina severa brilhando em seus olhos. A inten??o assassina em seus olhos desapareceu instantaneamente quando ele viu que era que o estava tocando. Ca disse: ¡°Sou eu.¡± Marco Antonio enterrando a cabe?a n e disse: ¡°Eu sei que ¨¦ voc¨º.¡± Ca deu um tapinha gentil nas costas dele e disse: ¡°V¨¢ dormir. N?o vou iod¨¢-lo novamente¡±. Marco Ant?nio disse: ¡°Ca¡­¡± Ca perguntou: ¡°O qu¨º?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Em uma noite, o cabelo de Fl¨¢vio ficou todo branco¡­ Se um parceiro morre, a outra pessoa realmente fica t?o triste?¡± Sua mente estava cheia de imagens do cabelo de Fl¨¢vio ficando branco e envelhecendo mais de dez anos da noite para o dia. Ele estremeceu ao pensar que, se um dia ele morresse, os cabelos de Ca tamb¨¦m ficariam brancos da noite para o dia, tamb¨¦m envelheceria dez anos da noite para o dia. Marco Ant?nio n?o queria pensar nisso, mas tinha de enfrentar o problema. Ele n?o queria que Ca sofresse a mesma dor que Fl¨¢vio, n?o queria que Ca ficasse o cabelo todo branco em uma noite, que envelhecesse dez anos em uma noite. Ca disse: ¡°Acho que depende do rcionamento do casal. Afinal, nem todos os casais s?o assim.¡± Marco Ant¨®nio segurou a m?o d e disse: ¡°E se um dia ¡­¡± Antes que ele pudesse terminar, Ca o interrompeu gravemente e disse: ¡°N?o diga coisas estranhas. N?o h¨¢ ¡°se¡±, estaremos juntos para sempre¡±. Marco Ant?nio disse: ¡°Eu queria perguntar, se um dia eu me apaixonasse por outra mulher?¡± Ao ouvir essa pergunta, Ca sentiu uma dor no cora??o, mas respondeu calma: ¡°Se voc¨º se apaixonar por outra mulher, voc¨º tem que me dizer, n?o me deixe descobrir por mim mesma, n?o fa?a nada para me machucar.¡± T¨ºxt ? N?velDrama.Org. fez uma pausa e perguntou: ¡°Voc¨º se apaixonaria por outra mulher?¡± Marco Ant?nio poderia dizer a certeza que n?o, nunca! Mas ele riu e disse: ¡°O cora??o das pessoas muda, eu n?o gostaria agora, mas quem sabe se gostaria no futuro¡±. Ouvindo essa resposta, Ca sentiu-se desconfort¨¢vel, mas n?o disse mais nada, apenas virou a cabe?a teimosamente para olhar p jan do carro, sem querer olhar para ele novamente. Marco Ant?nio, sabendo que provavelmente estava raiva, conteve sua dor interior e n?o a aconselhou, continuando a dormir de olhos fechados. Depois de algum tempo, quando o carro estava quase chegando ¨¤ porta da casa, Ca virou a cabe?a de repente e gritou raiva: ¡°Lucas Bento, venha c¨¢!¡±. Sua voz estava t?o alta que at¨¦ assustou Bruno, que dirigia na frente d, mas Marco Ant?nio ainda estava de olhos fechados e n?o moveu nada. Ca ficou ainda mais irritada: ¡°Seu mentiroso! Eu nunca deveria ter confiado em voc¨º! Foi voc¨º quem disse que queria ter uma vida boaigo e agora est¨¢ me dizendo que vai gostar de outras mulheres, seuportamento ¨¦ realmente inaceit¨¢vel.¡± Cap铆tulo 1091 Cap¨ªtulo 1091 Cap¨ªtulo 1091 Marco Ant?nio abriu os olhos lentamente para ver os olhos de Ca vermelhos de raiva e a ponta do nariz, ele instintivamente estendeu a m?o, querendo tocar o rosto d. No entanto, quando sua m?o estava prestes a toc¨¢, ele a retirou rapidamente: ¡°Voc¨º precisa aprender a saber em quais pvras voc¨º pode confiar e em quais n?o pode¡±. Ca perguntou, ¡°Ent?o me diga, quais das suas pvras eu posso acreditar e quais eu n?o posso?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Provavelmente todas as minhas pvras n?o s?o confi¨¢vels¡±. Ca exmou, Lucas Bento!¡± Marco Ant?nio disse. ¡°De agora em diante, me chame de Marco Ant?nio, n?o de Lucas Bento. Eu n?o gosto desse nome. Para ser mais preciso, eu n?o gosto da identidade de Lucas Bento, porque essa identidade n?o pode ser divulgada.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Quando eles se casaram, ele usou a identidade de Lucas Bento. Agora ele estava dizendo a que qdiava o nome, e ainda mais a identidade. Ele era uma pessoa t?o inteligente, ele sabia o quanto isso iria machuc¨¢, mas ele disse mesmo assim, sem considerar sentimentos ds. Ca olhou para ele e tentou conter as l¨¢grimas: ¡°O nome do meu marido ¨¦ Lucas Bento, s¨® reconhe?o voc¨ºo Lucas Bento.¡± Marco Ant?nio perguntou: ¡°Voc¨º acredita nas pvras do Andreo?¡±. Ca ficou em sil¨ºncio. Bruno interrompeu a conversa deles. ¡°Diretor Ant?nio, chegamos!¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Ok¡± Ca deu-lhe um olhar, saiu do carro primeiro e saiu bufando. Enquanto isso. Fl¨¢vio mais uma vez chegou ao local onde Kira Heitor foi vista p ¨²ltima vez. Depois de ouvir que Kira Heitor havia sido queimado em uma pilha de cinzas, ele n?o disse nada, apenas sentou-se perto das cinzas, olhando para a pilha e sentado em sil¨ºncio. Ele ficou sentado ali por muito tempo e ningu¨¦m ousou iod¨¢-lo. Cerca de uma hora depois, amanheceu. Seus familiares e amigose?aram a chegar. Os primeiros a chegar foram os pais de Kira Heitor. O guarda-costas perguntou, ¡°Sr. Henrique, os pais de Kira Heitor j¨¢ chegaram, devemos deix¨¢-los entrar?¡± Fl¨¢vio perguntou, ¡°Kira Heitor, voc¨º quer que seus pais venham para lhe ver?¡± Kira Heitor j¨¢ n?o estava mais l¨¢ para responder. Mesmo assim, ele persistiu na espera de uma resposta: ¡°Kira Heitor, me diga. Se voc¨º n?o fr,o saberei se d¨¦vo deix¨¢-los entrar para v¨º-lo ou n?o?¡± Sabendo que n?o obteria uma resposta, ele ainda murmurava para si mesmo: ¡°Kira Heitor, eu lhe disse que lhe daria o que quisesse se voc¨º seportasse. Mas agora voc¨º n?o est¨¢ ouvindo novamente¡±. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only ¡°J¨¢ que voc¨º n?o est¨¢ me respondendo, vou pedir a algu¨¦m que v¨¢ buscar um caf¨¦ e espere um pouco, e quando voc¨º me responder, vou pedir que venham v¨º-lo novamente.¡± O guarda-costas estava apavorado, mas n?o ousava interromp¨º-lo. Fl¨¢vio ainda murmurava par¨¢ si mesmo: ¡°Kira Heitor, acabei de pensar nisso, estamos juntos h¨¢ tantos anos e parece que voc¨º nunca mencionou seus pais para mim,o ¨¦ seu rcionamento eles? ¨¦ poss¨ªvel que voc¨º n?o queira fr deles para mim porque me odeia, ent?o isso significa que voc¨º tem um bom rcionamento eles?¡± ¡°Por que voc¨º n?o me responde?¡± ¡°Responda-m¨¦ agora.¡± ¡°Se voc¨º n?o me responder, vou ficar raiva.¡± ¡°Voc¨º sabe que as consequ¨ºncias da minha raiva ser?o severas.¡± ¡°Kira Heitor, n?o desafie minha paci¨ºncia repetidamente, n?o tenho muito tempo para desperdi?ar voc¨º..¡± Cap铆tulo 1092 Cap¨ªtulo 1092 Cap¨ªtulo 1092 ¡°Kira Heitor, se voc¨º continuar cda, vou te cr para sempre, acredita em mim?¡± ¡°N?o vai fr? Acha que eu n?o tenho coragem?¡± ¡°Quem te deu tanta coragem para me enfrentar agora?¡± ¡°Foi a Ca? Quem ¨¦ a Ca? ¨¦ s¨® uma mulherzinha do interior, al¨¦m de um rosto bonito, o que mais tem? n?o conhece pessoas poderosas, nem tem dinheiro. Voc¨º est¨¢ maluco para pedir ajuda a uma in¨²tilo .¡± T¨ºxt ? N?velDrama.Org. ¡°Ou talvez, n?o seja a Ca, seja o Marco Ant?nio.¡± Voc¨º ¨¦ inteligente em pedir ajuda ao Marco Ant?nio.¡± ¡°Kira Heitor, Marco Ant?nio n?o viver¨¢ por muito tempo, assim que ele morrer, o Grupo Ant?nio se separar¨¢ em pouco tempo, e eu serei o ¨²nico que poder¨¢ lhe proteger. ¡®Por que voc¨º n?o entende?¡± ¡°Kira Heitor, por favor, n?o me ignore, eu te imploro, n?o me ignore¡­¡± ¡°Desde que voc¨º esteja disposto a frigo, desde que voc¨º esteja disposto a voltar, eu n?o me importo voc¨º de agora em diante, eu vou deixar voc¨º fazer o que quiser, ok?¡± ¡°Kira Heitor, por favor, volte. Volte para mim.¡± ¡°Kira Heitor, se voc¨º n?o voltar, eu vou falir a fam¨ªlia de Heitor, voc¨º acredita nisso?¡± ¡°N?o acredita?¡± ¡°Ent?o vamos ver. Vamos ver se eu posso deixar sua familia sem teto em um dia¡­¡± Fl¨¢vio continuava fndo sozinho, sem inten??o de parar. O guarda-costas escutava suando frio e se perguntava se o Sr. Henrique estava realmente louco. Sem saber h¨¢ quanto tempo ele estava fndo sozinho, Fl¨¢vio de repente rugiu: ¡°Algu¨¦m venha¡±. O guarda-costas se apressou, ¡°Sr. Henrique, o que voc¨º precisa?¡± Fl¨¢vio: ¡°Traga os pais de Kira Heitor aqui imediatamente, quero que eles eduquem sua filha adequadamente. A filha deles est¨¢ realmente ficando atrevida, n?o responde a uma pvra que eu digo h¨¢ tanto tempo.¡± Guarda-costas: ¡°Sim.¡± Com permiss?o, o guarda-costas trouxe os pais de Kira Heitor para o p¨¢tio. B¨¢rbara Mandes entrou no p¨¢tio chorando alto, ¡°Sr. Henrique, por que seu cabelo est¨¢ t?o branco? ¨¦ tudo culpa de Kira Heitor, n?o valoriza a vida, quer morrer¡­¡± Isso, pelo jeito, n?o soou bem. Fl¨¢vio se virou e olhou silenciosamente para B¨¢rbara. B¨¢rbara continuou, ¡°Sr. Henrique, n?o importa se Kira Heitor est¨¢ morta, a fam¨ªlia Heitor tem meninas mais bonitas que Kira Heitor, n¨®s as trouxemos todas, voc¨º pode escolher qualquer uma ds para ser sua mulher, s¨® pedimos que voc¨º continue financiando a familia Heitor.¡± Fl¨¢vio se acalmou de repente e olhou friamente para a mulher ¨¤ sua frente: ¡°O que voc¨º disse?¡± B¨¢rbara disse: ¡°H¨¢ muitas outras garotas em uma fam¨ªlia de Heitor que s?o ainda mais bonitas do que Kira Heitor, e n¨®s as trouxemos todas aqui hoje. Vamos traz¨ºs para voc¨º agora, e voc¨º ter¨¢ a garota que desejar, e se desejar todas s, todas ser?o suas.¡± A primeira rea??o deles ¨¤ not¨ªcia da morte da filha n?o foi de tristeza, mas sim de que, a perda de Kira Heitor, Fl¨¢vio n?o poderia continuar a dar apoio m¨¢rio a uma fam¨ªlia de Heitor no futuro. Em seus cora??es, o dinheiro sempre foi mais importante que Kira Heitor. Naquele momento, Fl¨¢vio entendeu de verdade por que, em todos esses anos juntos, Kira Heitor nunca mencionou seus pais na frente dele. Talvez, durante todos esses anos, eles nunca demonstraram qualquer tipo de amor por Kira Heitor. Eles s¨® queriam se aproveitar d. Essas pessoas n?o tinham o menor pudor! Eram ainda mais descaradas do que ele! Eram ainda mais repugnantes do que ele! Fl¨¢vio tomou f?lego e perguntou: ¡°O que voc¨ºs est?o fndo?¡± Cap铆tulo 1093 Cap¨ªtulo 1093 Cap¨ªtulo 1093 Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ele n?o podia acreditar que essas pvras sa¨ªram da boca da pr¨®pria m?e de Kira Heitor. Eles haviam lhe dado a filha, e agora Kira Heitor n?o tinha nem mesmo um corpo. Eles n?o deveriam question¨¢-lo? Eles n?o fizeram! Como se Kira Heitor n?o fosse realmente filha deles. B¨¢rbara achou que Fl¨¢vio n?o a tinha ouvido ramente, ent?o repetiu o que havia acabado de dizer. Por fim, acrescentou: ¡°Sr. Henrique, sabemos que a Kira Heitor foi um inc?modo durante todos esses anos e deve ter the causado muitos problemas em sua vida, e que o senhor trabalhou muito durante todos esses anos. ¨¦ bom que esteja morta agora, no futuro, encontraremos algumas garotas que saibamo cuidar de voc¨º, para que voc¨º possa confortavelmente, e definitivamente n?o o deixaremos mais preocupado.¡± Nesse momento, Fl¨¢vio finalmente entendeu o lugar de Kira Heitor em seus cora??es. Fl¨¢vio riu: ¡°Kira Heitor ¨¦ sua filha?¡± viver B¨¢rbara respondeu: ¡°Sim, ¨¦ minha filha. Como foi a primeira filha, n?o sab¨ªamos muito sobre como criar crian?as, ent?o tinha alguns problemas de personalidade. Mas n?o se preocupe, educamos bem as irm?s d, s?opletamente diferentes de Kira Heitor, nunca v?o te iodar.¡± ¡°Agora voc¨º est¨¢ me iodando.¡± Fl¨¢vio olhou para a mulher ¨¤ sua frente, Kira Heitor e pareciam um pouco semelhantes, mas ele n?o via Kira Heitor em seus olhos. Os olhos dessa mulher estavam cheios de ganancia e c¨¢lculo. Apesar de as pvras de Fl¨¢vio terem sido incisivas, B¨¢rbara sorriu e respondeu: ¡°Sr. Henrique, onde eu lhe causei problemas, por favor, diga-me, voc¨º n?o pode guardar suas pvras dentro de si ou ficar¨¢ triste¡­¡­.. Patricio Mandes tamb¨¦m contribuiu: ¡°Sim, Sr. Henrique, somos todos uma fam¨ªlia, diga o que quiser.¡± Fl¨¢vio ficou irritado: ¡°N?o sou da fam¨ªlia de pessoas nojentaso voc¨ºs. Voc¨ºs v?o embora daqui! Fiquem longe de mim, n?o quero ver voc¨ºs nunca mais!¡± Fl¨¢vio era a ¨²nica pessoa em quem a familia de Heitor podia confiar agora, se perdessem o apoio financeiro de Fl¨¢vio, a fam¨ªlia de Heitor deraria fal¨ºncia imediatamente. As pessoas da familia de Heitor sabem que a fam¨ªlia de Heitor mal est¨¢ se aguentando no momento e que talvez seja at¨¦ melhor derar fal¨ºncia, mas nenhuma ds est¨¢ disposta a admitir que se tornou pobre, muito menos a viver a vida de uma pessoa pobre. Eles sentiam que, contanto que n?o derassem fal¨ºncia, ainda teriam a chance de reerguer a familia de Heitor, ainda poderiam fazer parte da alta sociedade. Eles n?o queriam desistir de seu status de familia rica, n?o queriam se afastar da alta sociedade, ent?o nunca deixariam Fl¨¢vio. B¨¢rbara se ajoelhou no ch?o: ¡°Sr. Henrique, se Kira Heitor fez algo errado, diga e eu pedirei desculpas por . N¨®s realmente o consideramos uma fam¨ªlia, o senhor n?o pode nos deixar ir¡±. Patr¨ªcio, no entanto, entrou na brincadeira: ¡°N?o tenha medo, minha querida, o Sr. Henrique est¨¢ apenas dizendo isso, ele n?o pode realmente cortar os?os conosco ou deixar uma familia de Heitor sozinha¡±.. Fl¨¢vio disse: ¡°Se voc¨ºs n?o sa¨ªrem, n?o esperem ver mais dinheiro vindo de mim no futuro.¡± Patricio disse: ¡°Se formos embora, voc¨º ainda vai transferir dinheiro para n¨®s regrmente?¡± Esse homem realmente n?o tem vergonha, ainda quer pedir dinheiro a ele. Eles n?o querem receber mais nada dele. A partir de agora, eles nunca mais poder?o obter qualquer dinheiro dele, Fl¨¢vio deu uma risada ir¨®nica e disse: ¡°Se ¨¦ dinheiro que voc¨ºs querem, eu posso dar. Contanto que me devolvam Kira Heitor, eu continuarei a investir na fam¨ªlia de Heitor.¡± Ao ouvir isso, B¨¢rbara imediatamente gritou: ¡°Venha at¨¦ aqui.¡± Assim que B¨¢rbara terminou suas pvras, uma mulher alta, magra, jovem e bonita saiu de tr¨¢s deles. Cap铆tulo 1094 Cap¨ªtulo 1094 Cap¨ªtulo 1094 A primeira vista para , os olhos de Fl¨¢vio brilharam: ¡°Kira Heitor?¡±. Kira Heitor estava viva? Quando a garota se aproximou lentamente e Fl¨¢vio deu uma boa olhada em seu rosto, ele percebeu que n?o poderia ser Kira Heitor, Embora seu rosto fosse quase id¨¦ntico ao de Kira Heitor, era muito jovem, t?o jovem quanto quando ele conheceu Kira p primeira vez. N?o havia sinais de idade em seu rosto, nada da calma de Kira Heitor e nada da determina??o e da for?a nos olhos de Kira Heitor A mo?a se aproximou, disse suavemente, ¡°Sr. Henrique, meu nome ¨¦ Isab Mandes.¡± Fl¨¢vio estende a m?o, querendo tocar aquele rosto familiar, mas hesita¡­. Sua m?o parou no ar, hesitante. Vendo isso. B¨¢rbara leva Patricio embora em sil¨ºncio. Apenas Fl¨¢vio e Isab ficaram no local. Fl¨¢vio olha para aquele rosto familiar por um tempo, finalmente n?o consegue contrr seu desejo interior, embora ele saiba que n?o ¨¦ Kira Heitor, ele ainda quer mant¨º por perto. Ele sussurrou as pvras dificuldade: ¡°Venha aqui um pouco mais¡±. Isab obedientemente se aproximou e parou a dois passos de distancia dele. Fl¨¢vio diz, ¡®estenda a m?o direita.¡± Ele se lembra que Kira Heitor tinha uma pinta na palma da m?o direita, bem no centro, muito vis¨ªvel. Quando ele estava de bom humor, adorava beijar a pinta em sua palma. Isab fez o que lhe foi pedido. parece calma, mas ao estender a m?o, treme ligeiramente. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Fl¨¢vio olha para a m?o estendida, n?o v¨º a pinta que esperava. Ele pega um peda?o de carv?o do ch?o e faz uma pinta na palma d, semelhante ¨¤ de Kira Heitor. sab sentiu uma c¨®cega na palma da m?o e instintivamente tentou retirar a m?o, mas Fl¨¢vio a segurou: ¡°Por que voc¨º est¨¢ nervosa? Voc¨º n?o quer?¡± sab estava t?o nervosa que todos os nervos de seu corpo estavam tensos, mas ainda tinha de fingir que n?o se importava, ¡°Eu tenho sorte de ser amada por voc¨º,o eu poderia n?o querer? Estou nervosa porque voc¨º ¨¦o um rei nobre e eu sou uma escrava deitada a seus p¨¦s,o poderia n?o estar?¡± Suas pvras o fazem se sentir exaltado, enquanto se sente atda nama. Isso definitivamente n?o ¨¦ algo que uma pessoa normal pensamento moderno diria. Fl¨¢vio est¨¢ satisfeito a pinta na palma da m?o d, ele olha e olha novamente, ¡°quem te ensinou a dizer essas coisas?¡± Isab sabe que sua irm? tem uma pinta na palma da m?o direita, costuma ouvir as pessoas da casa discutindo, dizendo que a pinta significa que Kira Heitor trar¨¢ infortunio para seu marido, eles est?o preocupados que Kira possa inadvertidamente matar Fl¨¢vio, a familia Heitor ficar¨¢ sem apoio. Todos querem se beneficiar de Fl¨¢vio atrav¨¦s de Kira, mas ningu¨¦m se preocupa a situa??o de Kira. Quando ouviram na noite passada que algo aconteceu Kira, a primeira rea??o deles n?o foi ver Kira, maso manter Fl¨¢vio, n?o podiam permitir que Fl¨¢vio cortasse?os a fam¨ªlia Heitor. Ent?o eles trouxeram suas filhas,o se quisessem empurrar todas as filhas para Fl¨¢vioo suas novas amantes. Isso ¨¦ realmente terr¨ªvel! 5 n?o pode mudar nada, s¨® pode agir de acordo o no deles, dizendo coisas que v?o contra seus pr¨®prios pensamentos verdadeiros, ¡°ningu¨¦m me ensinou. Essas s?o minhas ideias.¡± Fl¨¢vio olhou para , ¡°¨¦ mesmo assim?¡± Cap铆tulo 1095 Cap¨ªtulo 1095 Cap¨ªtulo 1095 Isab n?o conhecia bem Fl¨¢vio, apenas ouvira dizer que ele era louco, capaz de fazer qualquer coisa. Se a verdade erao diziam os boatos ou n?o, certamente era s¨¢bio para ficar o mais longe possivel dele e fr ele o m¨ªnimo poss¨ªvel, ¡°Sr. Henrique, posso ir ver minha irm¨¡?¡± Voc¨º ainda se lembra que tem uma irm??¡± Isso era raro, algu¨¦m da familia Heitor ainda lembrava de Kira Heitor, lembrava que estavam ali por causa de Kira Heitor, ¡°Infelizmente, sua irm? j¨¢ virou cinzas.¡± Ele apontou para um monte de cinzas ¨¤ frente e riu sinistramente, ¡°Essas cinzas s?o sua irm?, sua irm? virou cinzas, voc¨º est¨¢ vendo?¡± Isab olhou, o cora??o apertado. queria parecer indiferente, mas n?o conseguiu conter as l¨¢grimas. Fl¨¢vio olhou para , n?o parecia estar fingindo, ¡°Olhe para mim.¡± Isab obedientemente fez o que lhe foi pedido. N?o havia um brilho nos olhos da jovem. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only n?o tinha nenhuma semelhan?a Kira Heitor, exceto pelo rosto. No entanto, ele disse, ¡°Fique aqui.¡± Isab, ¡°Est¨¢ bem.¡± Ao ouvirem Fl¨¢vio pedir para a menina ficar, B¨¢rbara e Patricio sorriram aliviados. Patricio disse, ¡°Ent?o Fl¨¢vio realmente gosta do tipo de Kira Heitor.¡± B¨¢rbara est¨¢ um pouco preocupada: ¡°A Isab ¨¦o a Kira Heitor, apesar de normalmente ser quieta, tem muitas ideias na cabe?a. Tenho medo de que sejao a irm? no futuro, dif¨ªcil de contrr.¡±Patricio, ¡°E dai se for dificil de contrr? Temos uma op??o melhor? O Fl¨¢vio gosta desse tipo de pessoa e a escolheu, podemos fazer que ele mude?¡± B¨¢rbara, ¡°Kira Heitor ¨¦ uma abomina??o, eu lhe disse muitas vezes para cuidar do Fl¨¢vio e n?o pensar de outra forma primeiro fugiu. Eu pensei que tivesse voltado para cuidar do Fl¨¢vio em paz e morreu.¡± Patricio, ¡°Pelo menos Fl¨¢vio n?o ficou zangado connosco por causa de suas a??es.¡± n?o me deu ouvidos, B¨¢rbara, ¡°N?o ¨¦ que Fl¨¢vio n?o ficou zangado, ¨¦ que nos preparamos bem e mostramos a ele os beneficios. Caso contr¨¢rio, n?o sabemos o que ele poderia fazer connosco.¡± Patricio, ¡°De qualquer forma, desde que ele continue nos fornecendo dinheiro, est¨¢ tudo bem.¡± -Um seguran?a apareceu de repente atr¨¢s deles, ¡°Voc¨ºs podem ir agora.¡± Patricio e B¨¢rbara, ¡°Tudo bem, vamos agora.¡± Eles n?o se atreveram a esperar que Fl¨¢vio lhes pedisse para ficar para o almo?o. Afinal, Fl¨¢vio nunca os convidara para uma refei??o em todos esses anos. Fl¨¢vio nem mesmo queria v¨º-los. Mas isso importava? Desde que Fl¨¢vio estivesse disposto a financiar a empresa que eles administravam, garantindo que eles ainda pudessem se mover na alta sociedade, estava tudo bem. Antes de partir, eles deram uma ¨²ltima olhada em Fl¨¢vio e Isab no fundo do p¨¢tio. Fl¨¢vio parecia ainda estar fndo algo, mas eles j¨¢ n?o podiam ouvir. Fl¨¢vio realmente ainda estava fndo Isab, ¡°Quantos anos tem?¡± Isab disse, ¡°Farei dezassete anos no d¨¦cimo dia do pr¨®ximo m¨ºs.¡± ainda era uma menina menor de idade, mais uma vez sendo oferecidao presente p familia Heitor. Assimo Kira Heitor. Fl¨¢vio se lembrou que quando Kira Heitor foi trazida para a familia Henrique, era ainda mais jovem do que esta garota. Mas os olhos de Kira Heitor eram muito brilhantes, cheios de vida, estava sempre curiosa sobre tudo ao seu redor. Fl¨¢vio se lembra que um dia, logo ap¨®s a chegada de Kira Heitor ¨¤ fam¨ªlia de Henrique, estavam apenas os dois em casa. Ele estava entediado e resolveu ir regar as ntas da casa. Por acaso, ele a viu l¨¢ tamb¨¦m, ent?o a convidou para ir ele. Ele pensou que, sendo uma menina rica, provavelmente n?o estaria acostumada essas tarefas, mas se mostrou muito habilidosa, parecendo uma pessoa que fazia isso frequ¨ºncia. Sua travessura n?o funcionou, ele at¨¦ perdeu o interesse em regar as flores. Cap铆tulo 1096 Cap¨ªtulo 1096 Cap¨ªtulo 1096 Ele deu um passo para tr¨¢s e a observou pregui?osamente ocupada no jardim. Havia uma flor incrivel no jardim. viu e ficou bastante entusiasmada, ¡°Gui, que flor ¨¦ essa? Nunca vi antes, voc¨º pode me dizer?¡± Ele n?o era muito bom em cuidar de ntas, ent?o n?o tinha id de que flor era aqu. Ele n?o p?de responder, e tamb¨¦m n?o tinha inten??o de responder. Olhando nos olhos brilhantes d, ele disse algo muito cruel, ¡°Quem te deu permiss?o para me chamar de Gui?¡± ¡°Tem algum problema eu te chamar de Gui?¡± olhou para ele, seus olhos grandes e ¨²midos cheios de confus?o. A voz d era muito agrad¨¢vel, especialmente quando o chamava de ¡°Gui¡±, a voz era suave,o se estivesse tocando delicadamente suas cordas do cora??o. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. No entanto, ele cruelmente apagou a luz em seus olhos, ¡°Voc¨º n?o tem direito de me chamar assim.¡± Depois disso, nunca mais o chamou dessa forma. Mesmo ap¨®s se casarem, quando estavam na cama fazendo coisas intimas, ele tentou de todas as formas ouvir o chamar assim novamente, poderia ceder em tudo, mas nunca cedeu nesse chamado. Ele sabia que guardaria rancor. Naquele dia, ele perguntou por que regava as flores. disse que gostava de regar flores, costumava fazer isso em casa. Ele acreditoupletamente, nunca duvidou. Depois, quando se casaram, ele ntou um jardim cheio de flores para . Depois de ntar tantas flores e ntas, ele n?o contratou um jardineiro. Ele pensou que gostava de cuidar das ntas, ent?o a deixou cuidar sozinha de todas as ntas do jardim. Antes, ele n?o sabiao era cansativo cuidar de tantas ntas. Porque quando ele estava em casa, dificilmente a via cuidando das flores e ntas. sempre cuidava das ntas quando ele n?o estava em casa. At¨¦ que uma vez ele chegou em casa dois dias mais cedo de uma viagem de neg¨®cios e a viu ocupada capinando e regando as flores do jardim, t?o cansada que n?o conseguia endireitar as costas e estava remando. ¡°Fl¨¢vio, ser¨¢ que voc¨º tem merda na cabe?a? Gosta de ntas, nta um jardim inteiro, mas n?o contrata um jardineiro para cuidar ds, nem mesmo cuida ds, deixa todo o trabalho pesado para mim, eu pare?o uma empregada?¡± Ele ntou um jardim cheio de flores porque ouviu que gostava de regar flores, para que tivesse algo para fazer quando ele n?o estivesse por perto, para n?o ficar entediada. Ele n?o entendeu, por que estava t?o ressentida? Ele perguntou, ¡°Voc¨º est¨¢ cansada?¡± disse, ¡°Estou bem.¡± Ele perguntou, ¡°Voc¨º n?o disse que gostava de regar as flores?¡± retrucou, ¡°Eu disse que gostava de regar as flores? N?o me lembro.¡± Naqu ¨¦poca, ele at¨¦ suspeitava que tinha se lembrado errado. Mas pensando agora, n?o foi ele que se lembrou errado, mas cresceu em uma fam¨ªlia em que tinha de aprender certas coisas. Havia coisas que n?o gostava de fazer, mas tinha de ir contra sua vontade e dizer que gostava. aprendeu a disfar?ar seus sentimentos desde pequena, por isso, depois de muitos anos juntos, ele nunca conseguiu entender o que realmente pensava. Ele sempre achou que era muito submissa, muito f¨¢cil de contrr. Foi s¨® depois de sua explos?o que ele percebeu que tinha vontade pr¨®pria e que, uma vez que decidisse, ningu¨¦m poderia mudar sua decis?o. Cap铆tulo 1097 Cap¨ªtulo 1097 Cap¨ªtulo 1097 Fl¨¢vio falou de repente: ¡°Ser¨¢ que eu realmente errel? Mesmo que eu estivesse errado, n?o deveria ter me deixado de forma t?o decisiva¡±. Isab n?o sabia do que Fl¨¢vio estava fndo, nem ousava responder, s¨® podia esperar em sil¨ºncio, pensando se sua vida seriao a de sua irm?. Perder a vida t?o jovem? n?o sabia se poderia mudar seu destino atrav¨¦s de esfor?os. No momento em que estava confusa sobre o futuro, Fl¨¢vio de repente virou a cabe?a para olh¨¢, com os olhos t?o afiados que pareciam estar tentando engoli: ¡°Estou perguntando, voc¨º n?o consegue ouvir ou n?o consegue fr?¡± O cora??o de Isab se acelerou a explos?o dele, mas surpreendentemente teve coragem de retrucar: ¡°¨¦ assim que voc¨º costuma tratar minha irma?¡± Essas pvras atingiram o lugar mais doloroso do cora??o de Fl¨¢vio. Ele olhou para Isab, ¡°Voc¨º tamb¨¦m quer morrer?¡± Isab, ¡°Por que voc¨º sempre amea?a as pessoas, minha irm? realmente foi morta por voc¨º? n?o cometeu suic¨ªdio?¡± Fl¨¢vio se aproximou lentamente de Isab e a agarrou pelo pesco?o uma das m?os: ¡°A sua mansid?o de agora h¨¢ pouco era mentira? a fam¨ªlia de Heitor est¨¢ mentindo para mim de novo? J¨¢ que voc¨º quer saber se sua irm?eteu suic¨ªdio, posso deixar que voc¨º mesma pergunte a ¡±. As m?os de Fl¨¢vio eram fortes e, agora que ele estava se esfor?ando, logo fez Isab respirar dificuldade e seu rosto ficar avermelhado: ¡°N?o pense que s¨® porque voc¨º se parece Kira Heitor pode fr ¨¤ vontade na minha frente. Sua irm? nem se atreveria a frigo desse jeito, voc¨º. est¨¢ procurando a morte fndoigo desse jeito!¡± A garganta de Isab estava apertada e estava tendo dificuldade para respirar, quanto mais para fr. Vendo seu rosto mudar de vermelho para roxo, e de roxo para branco, e suas lutas ficarem cada vez mais fracas, Fl¨¢vio finalmente soltou a m?o, ¡°Voc¨º sentiu o que ¨¦ a morte?¡± Com a falta de oxig¨ºnio no c¨¦rebro, a mente de Isab estava confusa, n?o conseguia pensar, mas ainda podia sentir o terror de Fl¨¢vio. Para ser mais preciso, s¨® agora percebeu qu?o terr¨ªvel Fl¨¢vio era. Antes, apenas ouvia dizer que ele era terr¨ªvel. Maso nunca tinha visto seus pr¨®prios olhos, nunca acreditou que ele fosse t?o terr¨ªvel. Mas hoje, realmente experimentou¡­ Depois de um tempo, Isab finalmente se recuperou da beira da morte, olhando para Fl¨¢vio medo. Esse olhar do¨ªa no cora??o de Fl¨¢vio. Parecia que Kira Heitor tamb¨¦m o tinha olhado assim. Quando foi isso? Ele n?o se lembra. Eles eram casados, por que o olhava tanto medo? Ele n?o se lembrava, mas as mem¨®rias mortas de repentee?aram a atac¨¢-lo. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Como se estivesse lembrando que ele era uma pessoa m¨¢. Ele era uma pessoa m¨¢? Toda vez que estava infeliz, ele descontava nas pessoas ao seu redor. Se ele n?o era um vil?o, ent?o o que era? Ele riu de novo, ¡°Voc¨º est¨¢ me provocando de prop¨®sito, quer ir se juntar ¨¤ sua irm??¡± Isab ficou em sil¨ºncio. Fl¨¢vio, ¡°Fale!¡± Isab disse medo. Se puderem viver, quem iria querer morrer? Eu n?o estava tentando te provocar, s¨® queria entendero minha irm? morreu¡­¡± fez uma pauza, observando a rea??o de Fl¨¢vio, e continuou: ¡°Uma vez ouvi minha m?e dizer que dizia que minha irm? era burra e n?o sabia o porqu¨¦, e preferia a morte a viver voc¨ºs. Meus pais sabiam que minha irm? estava passando por um momento infeliz voc¨º, mas ainda assim queriam me entregar a voc¨º, e eu tinha medo de acabaro minha irm?, e queria tentar mudar meu futuro, mas n?o tinha certeza se tinha o poder para isso.¡± Fl¨¢vio perguntou, ¡°Voc¨º quer mudar o seu futuro? O que voc¨º pretende fazer?¡± Isab respondeu, ¡°Eu realmente n?o sei.¡± Fl¨¢vio perguntou de novo, ¡°Sua fam¨ªlia n?o te deu educa??o?¡± Isab respondeu, ¡°Eu deveria ir para a universidade no pr¨®ximo ano¡­¡± Cap铆tulo 1098 Cap¨ªtulo 1098 Cap¨ªtulo 1098 Fl¨¢vio perguntou, ¡°Voc¨º ainda quer continuar seus estudos?¡± Isab n?o entende suas inten??es e apenas olha para ele em sil¨ºncio, n?o ousando dizer o que est¨¢ em sua mente t?o facilmente. tinha medo de que ele, assimo sua fam¨ªlia, primeiro bisbilhotasse seus verdadeiros pensamentos e depois destruisse impiedosamente suas esperan?as na tentativa de transform¨¢ em uma mera ferramenta. n?o respondeu, mas Fl¨¢vio j¨¢ sabia a resposta, ¡°Voc¨º quer voltar para seus pais?¡± Isab bn?ou a cabe?a e respondeu muita firmeza: ¡°N?o quero!¡±. sabia muito bem que, se Fl¨¢vio a mandasse de volta, n?o s¨® n?o poderia continuar estudando, como tamb¨¦m seus pais a considerariam in¨²til e n?o saberiam que tipo de futuro arranjariam para . Para escapar desse destino, teria de fugir de sua fam¨ªlia primeiro. Fl¨¢vio olhou para , ¡°Eu posso ver que voc¨º realmente n?o quer. Voc¨º n?o quer voltar para casa, n?o quer morarigo, ent?o o que voc¨º realmente quer?¡± Isab queria mentir, mas Fl¨¢vio a interrompeu antes que pudesse fr, ¡°N?o tente me enganar, eu vejo atrav¨¦s de seus pequenos truques.¡± Como n?o podia engan¨¢-lo, s¨® poderia dizer a verdade. Isab fechou os olhos e falou honestamente, ¡°Eu quero continuar meus estudos. N?o quero ser contrda por os meus pais, n?o quero ser educada para ser uma mulher que apenas cuida de homens.¡± Fl¨¢vio fez uma careta: ¡°Isso ¨¦ um pouco parecido sua irm?, Marcelo!¡± O guarda-costas veio quando chamado, ¡°Sr. Henrique, o que voc¨º gostaria que eu fizesse?¡± Fl¨¢vio perguntou, ¡°Voc¨º pegou a urna?¡± Marcelo respondeu, ¡°A urna est¨¢ a caminho e chegar¨¢ em breve.¡± Fl¨¢vio continuou, ¡°Quando chegar, traga para mim. Eu quero levar Kira Heitor para casa.¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Marcelo respondeu, ¡°Sim, senhor.¡± Fl¨¢vio olhou novamente para Isab, ¡°Leve-a de volta para a capital, arranje a melhor esc para e a deixe continuar seus estudos.¡± Marcelo respondeu, ¡°Sim, senhor.¡± Isab mal podia acreditar em seus ouvidos, ¡°Voc¨º realmente vai me deixar continuar meus estudos?¡± Fl¨¢vio respondeu, ¡°Eu n?o sou uma boa pessoa, s¨® estou de bom humor e resolvi te dar um passo. Aproveite essa oportunidade. Saia daqui antes que eu mude de ideia e n?o quero mais te ver.¡± Marcelo disse, ¡°Isab, venhaigo.¡± Isab seguiu o guarda-costas por alguns passos, depois se virou para olhar para Fl¨¢vio, ¡°Cunhado, obrigada!¡± Fl¨¢vio riu friamente. Esta garota sabiao aproveitar as pessoas melhor do que Kira Heitor. Pouco tempo depois, Marcelo voltou, ¡°Sr. Henrique, a urna chegou. Diretor de Pablo e Ravi tamb¨¦m est?o aqui, voc¨º quer v¨º-los?¡± Fl¨¢vio pegou a urna, ajoelhou-se no ch?o ee?ou a colocar as cinzas na urna, ¡°Quem os convidou? O que eles est?o fazendo aqui agora? Eles vieram para rir de mim?¡± Marcelo perguntou, ¡°Ent?o, voc¨º quer v¨º-los?¡± Fl¨¢vio respondeu, ¡°N?o! Mande-os embora.¡± Marcelo respondeu, ¡°Sim, senhor.¡± Depois que Marcelo saiy, Fl¨¢vio continuou colocando as cinzas na urna, ¡°Kira Heitor, eu vou te levar para casa agora. Quando chegarmos em casa, voc¨º tem de seportar e n?o pode ir a lugar nenhum.¡± Enquanto ele colocava as cinzas, ele parou. Alguns segundos depois, ele jogou a urna ee?ou a rir loucamente, ¡°Kira Heitor, ¨¦ assim que voc¨º quer ajudar Marco Ant?nio? O que Marco Ant?nio tem de melhor do que eu?¡± Ningu¨¦m respondeu. Ele pegou seu celr e discou um n¨²mero, ¡°Eu aceito seu convite, vou lutar contra Marco Ant?nio tudo que tenho! Se ele n?o morrer, eu vou!¡± Cap铆tulo 1099 Cap¨ªtulo 1099 Cap¨ªtulo 1099 Como se Fl¨¢vio e ele fossem telep¨¢ticos, Fl¨¢vio tinha acabado de desligar o telefone quando Marco Ant?nio, que tinha acabado de sair do banho, espirrou. Embora Ca ainda estivesse raiva ele, estava preocupada a possibilidade de ele pegar um resfriado, ent?o pegou rapidamente uma toalha seca e disse: ¡°Sente-se e eu vou secar seu cabelo¡±. Marco Antonio tinha o h¨¢bito de n?o secar o cabelo ap¨®s o banho, sempre saindo do banheiro o cabelo pingando ¨¢gua. No entanto, Ca tinha de admitir, a vis?o de Marco Ant?nio saindo do banheiro era realmente atraente. Cada vez que o via, n?o conseguia evitar de olhar para ele um pouco mais. at¨¦ queria olhar para ele para sempre. Marco Ant?nio perguntou: ¡°Voc¨º n?o est¨¢ mais raivaigo?¡± Ca o encarou irritada: ¡°Deixa eu secar seu cabelo primeiro, depois volto a ficar raiva.¡± Marco Antonio riu a fofura d e a pegou no colo, encostando-a na parede: ¡°Voc¨º n?o queria ter um filho? Vamos ter um filho, t¨¢?¡± Ca se assustou o movimento s¨²bito e instintivamente agarrou-se a ele, parecendo um co pendurado em seu corpo.R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Marco Ant?nio baixou a cabe?a, esfregando a testa na d: ¡°Ca, me diz, voc¨º ainda quer ter um filho?¡± Cada vez que ele chamava o nome d, achava muito agrad¨¢vel. Sua voz era sexy e rouca, fazendo suas bochechas ficarem vermelhas. queria ter filhos, sempre quis ter alguns, s¨® que agora n?o era o momento certo, ¡°Estou menstruada, terei outro beb¨¦ quando acabar. Marco Ant?nio chamou: ¡°Ca¡­¡± Ca respondeu: ¡°O qu¨º?¡± Marco Ant?nio se moveu ligeiramente e ent?o a beijou suavemente. Depois de um tempo, Ca, um pouco tonta o beijo, ouviu ele dizer: ¡°Como eu poderia gostar de outra mulher que n?o fosse voc¨º?¡± Ca n?o tinha certeza se tinha ouvido direito e queria que ele repetisse. Mas ai o celr tocou, interrompendo seus pensamentos. Marco Ant?nio parecia n?o ser perturbado pelo toque do celr e continuou beijando-a. Ca o empurrou suavemente: ¡°O celr.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°N?o vou atender.¡± O celr tocou e parou, parou e tocou¡­ Depois de muitas chamadas, Marco Ant?nio finalmente a soltou satisfeito. Ele caminha para odo e pega o celr que continua tocando e o atende: ¡°O fato de eu n?o ter atendido sua liga??o significa que estou ocupado e voc¨º continua ligando, n?o consegue ver o que est¨¢ acontecendo?¡± Juan disse: ¡°Eu interrompi voc¨ºs?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°O que voc¨º acha?¡± Juan disse: ¡°O Fl¨¢vio n?o quer nos ver, voc¨º sai e nos recebe¡±. Marco Ant?nio disse: ¡°Fiquem ai, estou indo agora.¡± Juan disse: ¡°Ok.¡± Marco Ant?nio desligou o telefone e disse para Ca: ¡°Juan e Ravi chegaram, vou sair para encontr¨¢- los.¡± Ca perguntou: ¡°Nara e Susan tamb¨¦m vieram? Se s estiverem ai, eu vou voc¨º.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Juan n?o gosta que voc¨º esteja t?o pr¨®xima de Nara. Voc¨º n?o dormiu essa noite, deveria descansar em casa e n?o o irritar.¡± Ca respondeu: ¡°Se ele n?o quer que eu seja amiga de Nara, eu devo evit¨¢? Nara ¨¦ uma pessoa independente, n?o ¨¦ um acess¨®rio dele, n?o tem o direito de escolher seus amigos?¡± Se o incidente c¨®m Kira Heitor n?o tivesse acontecido, Ca provavelmente teria evitado Nara por esse motivo, mas agora n?o iria. Mesmo que todos a critiquem por se meter onde n?o ¨¦ chamada, ainda vai ver Nara. Marco Ant?nio olhou para e disse: ¡°Seus l¨¢bios est?o inchados.¡± Ca ficou sem pvras. Cap铆tulo 1100 Cap¨ªtulo 1100 Cap¨ªtulo 1100 Marco Ant?nio beijou os l¨¢bios d at¨¦ ficarem inchados, sabendo muito bem que estava saindo. Marco Ant¨®nio perguntou: ¡°Voc¨º ainda vai?¡±. Com o rosto corado, Ca respondeu firmemente, ¡°Voul Dr. Donato j¨¢ chegou, deixa ele te examinar primeiro, podemos sair depois.¡± ¡°Eu j¨¢ disse que n?o precisa¡±, retrucou Marco Ant?nio, ¡°daqui pra frente, n?o quero que voc¨º marque m¨¦dicos pra mim.¡± Ca disse: Voc¨º conhece melhor sua pr¨®pria sa¨²de. Voc¨º ¨¦ um adulto, n?o uma crian?a, vai ao m¨¦dico quando precisa, toma rem¨¦dios quando precisa, descansa quando precisa e nem sempre diz que est¨¢ bem. ¡°Sim, eu sei melhor do que ningu¨¦m sobre minha sa¨²de. Daqui pra frente, n?o quero que voc¨º se intrometa¡±, disse Marco Ant?nio. Ca ficou sem pvras¡­ Ele a irritou novamente! Meia hora depois, Ca e Marco Ant?nio estavam novamente dodo de fora do quintal queimado de Fl¨¢vio. As quatro pessoas que estavam esperando l¨¢, o St. e a Sra. Juan e Ravi, viram o casal, e cada rosto tinha uma express?o diferente, alguns alegres, outros infelizes. Nara e Susana, ¨¦ ro, estavam felizes. ¡°Ca!¡± Tamb¨¦m animada por v¨ºs, Ca respondeu, ¡°Nara! Susan!¡± Susana rapidamente foi at¨¦ Ca e a abra?ou calorosamente. Nara deu um passo em dire??o a Ca, mas foi puxada de volta por Juan. ¡°Querida, lembre-se do que eu disse, n?o fique muito pr¨®xima de Ca.¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Nara tentou resistir, mas n?o conseguiu se soltar. Juan era muito forte e a apertava at¨¦ doer. olhou para a m?o grande de Juan que estava segurando seu pulso for?a: ¡°Juan, do que voc¨º tem medo? Voc¨º tem medo de que eu, a substituta, tamb¨¦m desapare?a de repente?¡± O rosto de Juan se afundou, ¡°Nara!¡± Juan era gentil na superf¨ªcie, mas, na realidade, seus m¨¦todos eram imc¨¢veis, e aqueles que se metiam ele nunca tinham um bom final. Nara o seguiu por muitos anos e o conhecia melhor do que ningu¨¦m. Havia coisas que podiam ser mencionadas, mas se insistisse, a ¨²nica pessoa que se machucaria seria . ¡°Eu sei quem eu sou, sei o que devo e o que n?o devo fazer.¡± Somente depois de ouvir uma resposta satisfat¨®ria, Juan soltou sua m?o: ¡°V¨¢ em frente¡±. Nara se juntou a Ca. Ca a pega p m?o: ¡°H¨¢ quanto tempo voc¨ºs est?o aqui? Voc¨ºs est?o cansadas de ficar em p¨¦, n?o est?o? Por que n?o vamos nos sentar em algum lugar pr¨®ximo?¡± Nara queria ir, mas n?o podia decidir. ¡°Vamos ver o que eles dizem.¡± ¡°N?o importa o que eles digam, tenho muitas perguntas para Ca sobre Kira Heitor. Vamos encontrar um caf¨¦ para conversar¡±, disse Susana. Ca sabia que Nara tinha muitas coisas que n?o podia contrr. ¡°Susan, espere um pouco.¡± Susana se virou para Ravi. ¡°Voc¨ºs decidiram para onde v?o?¡± ¡°Hoje, todos voc¨ºs est?o aqui para mim e, mesmo que meu quintal tenha sido reduzido a nada al¨¦m de cinzas, eu ainda devo receb¨º-los adequadamente.¡± De repente, a voz de Fl¨¢vio sog¨² no p¨¢tio, e todos perceberam que ele j¨¢ estava na entrada. ¡°Guilherme Henrique? ¨¦ voc¨º?¡±, Juan mal podia acreditar que o homem diante dele era Fl¨¢vio, mas reconheceu sua voz. Seu cabelo estava totalmente branco, e ele parecia extremamente cansado,o um homem de quase cinquenta anos, sem nenhum vest¨ªgio do vigor de um homem de trinta anos. Fl¨¢vio sorriu. ¡°Voc¨º n?o me reconhece?¡± Ele virou a cabe?a para olhar para Marco Ant?nio, e o sorriso em seu rosto ficou ainda mais bizarro: ¡°Marco, agora n?o pare?o nem um humano nem um fantasma, est¨¢ satisfeito?¡± Cap铆tulo 1101 Cap¨ªtulo 1101 Cap¨ªtulo 1101 Marco Ant?nio n?o entendia o que Fl¨¢vio estava fndo, maspreendia que Fl¨¢vio estava passando p dor de perder a esposa, ent?o n?o discutiu ele: ¡°Como est?o as coisas Kira Heitor? Se precisar de ajuda, me avise¡±. Fl¨¢vio sorriu: ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º n?o sabe mais do que eu sobreo as coisas est?o sendo tratadas Kira Heitor?¡± Ravi retoma: ¡°Guilherme, por que voc¨º f t?o duro?¡± Fl¨¢vio responde: ¡°Estou sendo duro? Se fosse sua esposa que tivesse perdido a vida hoje, acho que voc¨º estaria mais irritado do que eu¡±. Ravi pergunta de volta: ¡°O que voc¨º quer dizer isso? Est¨¢ tentando culpar o Marco? Todos n¨®s entendemos a dor de perder sua esposa, mas voc¨º poderia parar de fr tanta veem¨ºncia? Voc¨º deveria refletir sobre o que fez que Kira Heitor decidisse deix¨¢-lo da formao o fez¡±. Fl¨¢vio olhou para o grupo frieza: ¡°Ent?o, qual ¨¦ o prop¨®sito de sua visita aqui? Voc¨ºs vieram me culpar?¡± At¨¦ mesmo o bem-humorado Ravi estava ficando um pouco irritado: ¡°Guilherme, por que voc¨º sempre f t?o severamente? Se voc¨º acha que viemos aqui para rir de voc¨º, ent?o considere que nossa amizade praticamente acabou¡±. Fl¨¢vio responde: ¡°Ok, admito que eu estava errado e que voc¨ºs est?o bem. Com r??o ao Kira Heitor, eu mesmo cuidarei disso, n?o se preocupe. Agora estou nejando dar uma festa no maior hotel de Salvador que vai durar v¨¢rios dias para quem quiser ir.¡± Ele virou a cabe?a para Ca: ¡°Sra. Ant?nio, a senhora tamb¨¦m sabe disso¡±. Ca estava confusa, ¡°Saber o qu¨º?¡± Fl¨¢vio zomba: ¡°Embora a Sra. Pablo seja uma atriz profissional, n?o ¨¦ t?o boa quanto uma amadorao voce Nara perguntou, ¡°Sr. Henrique, eu fiz alguma coisa errada?¡± Susana diz: ¡°Ele ¨¦ realmente louco!¡± T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Fl¨¢vio responde: ¡°Sim, eu sou louco! S¨® agora voc¨ºs est?o percebendo que eu sou louco?¡±. Ele olha fixamente para Ca, os olhos marejados: ¡°Sra. Ant?nio, podemos ter um momento a s¨®s?¡± ¡°N?o!¡± Marco Ant?nio imediatamente deu um passo ¨¤ frente, protegendo Ca: ¡°Ca, voc¨º e as meninas encontrem um lugar para descansar, eu cuidarei das coisas entre os homens¡±. Ca tinha muitas perguntas, mas sabia que n?o era a hora, ent?o fez o que Marco Ant?nio pediu, ¡°Susan, Nara, vamos achar um lugar para conversar. Deixa os homens resolverem as coisas deles.¡± Nara olhou para tr¨¢s para Juan inconscientemente. Desde que Fl¨¢vio chegou, Juan s¨® tinha cumprimentado a todos e depois ficou em sil¨ºncio. Isso n?o era t¨ªpico dele. Nara n?o sabia o que ele estava pensando. Juan n?o parou, ent?o Nara correu atr¨¢s de Ca, medo de ser chamada de volta por ele se ficasse um passo atr¨¢s. Depois de deixar Juan, Nara sentiu o ar ao seu redor ficar mais doce. abriu os bra?os e abra?ou Ca e Susana for?a: ¡°Ca, Susana, Kira Heitor se foi, de agora em diante n¨®s tr¨ºs devemos nosportar bem, ningu¨¦m pode fazer nada por impulso.¡± Ca disse, ¡°Sim, n¨®s tr¨ºs temos que ficar bem, n?o importa o que aconte?a, ningu¨¦m pode fazer nada impulsivo.¡± Susana perguntou, ¡°Ca, voc¨º ouviu fr sobre o que aconteceu Kira Heitor? Ouvi dizer que fugiu,o voltou para Fl¨¢vio? E onde est¨¢ agora?¡± Ao pensar em Kira Heitor, Ca ainda sente uma dor profunda no peito, ¡°Kira Heitor sempre esteve em Salvador, sabia que Fl¨¢vio estava sempre procurando confus?o Marco Ant?nio, ent?o decidiu voltar para odo de Fl¨¢vio. Ontem ¨¤ noite, n¨®s at¨¦binamos de jantar juntos, eu podia sentir que estava muito oprimida aodo de Fl¨¢vio. Eu poderia ter salvado , mas eu n?o fiz, eu recuei, caso contr¨¢rio¡­¡± Cap铆tulo 1102 Cap¨ªtulo 1102 Cap¨ªtulo 1102 Nara disse: ¡°Ca,o isso poderia ser sua culpa? Kira Heitor nos deixou desta forma, todos estamos muito tristes, mas isso definitivamente n?o ¨¦ sua culpa.¡± Susana disse: ¡°Sim, voc¨º n?o deve se culpar, a culpa n?o ¨¦ sua.¡± Ca diz: ¡°Nara, Susan¡­ chamou os nomes ds, fez uma pausa por um bom tempo e ent?o disse: ¡°Depois desta reuni?o, voc¨ºs devem se afastar de mim. Sinto que quem quer que esteja perto de mim, acaba tendo problemas.¡± Antes, as pessoas costumavam dizer que Ca trazia m¨¢ sorte, sempre se sentia injusti?ada, mas agora realmente sentia que era a dona de infort¨²nios. Seu pai, sua m?e, sua av¨® e seus amigos, todos se foram de maneiras iuns¡­ Nara e Susana fram ao mesmo tempo: ¡°Ca, porque voc¨º est¨¢ fndo essas coisas?¡± Nara disse: ¡°Embora n?o nos conhe?amos h¨¢ muito tempo, voc¨º j¨¢ se tornou minha melhor amiga. N?o importa quantos anos passem, espero que possamos nos reunir e conversar, viajar juntas.¡± Susana disse: ¡°Eu tamb¨¦m. Ca, eu realmente gosto de voc¨º, espero ser sua amiga por toda a vida, voc¨º n?o deve nos evitar.¡± Ca tamb¨¦m queria, mas tinha mais medo de trazer m¨¢ sorte para seus amigos. ¡°Mas¡­¡± Nara interrompeu dizendo: ¡°N?o h¨¢ ¡®mas¡±.¡± Ca sorriu: ¡°Bem, seremos amigas por toda a vida. Nunca mais vou fr essas coisas.¡± Susana disse: ¡°Vamos encontrar um lugar para tomarmos umas bebidas e desabafar um pouco.¡± Nara hesitou um pouco: ¡°Minha situa??o ¨¦ um poucoplicada. Se algu¨¦m me reconhecer e tirar uma foto e postar na inte, certeza vai me causar um grande problema.¡± Ca disse: ¡°Eu tamb¨¦m estou um pouco insegura, vamos esperar por eles. Vamos ver se eles conseguem convencer Fl¨¢vio.¡± Susana disse: ¡°Parece que Fl¨¢vio n?o gosta de voc¨º, provavelmente est¨¢ culpando voc¨º por tudo que aconteceu Kira Heitor. Voc¨º deve tomar cuidado ele.¡± Nara disse: ¡°Os homens s?o sempre assim, eles nunca percebem qu?o longe v?o.¡± Susana disse: ¡°Nara, se voc¨º tem algum problema Diretor de Pablo, pode nos contar. Fr sobre isso vai te fazer sentir melhor, n?o guarde tudo para voc¨º.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Nara disse: ¡°Na verdade, sou eu quem mais entende os sentimentos de Kira Heitor. estava vivendo sobre press?o, queria deixar dessa vida a muito tempo, mas as pessoas ao redor redor d sempre diziam, voc¨ºs s?o um casal, voc¨º deve ser paciente. Mas, na verdade algumas coisas n?o podem ser resolvidas apenas paci¨ºncia.¡± Susana n?o disse nada. Agora, pensando bem, Ravi era realmente bom. Exceto por ser contrdor ¨¤s vezes, estava satisfeita tudo o que ele fazia. Ca abra?ou Nara: ¡°Nara, eu n?o sei quais s?o os problemas entre voc¨º e Diretor de Pablo. Mas eu acho que se h¨¢ confus?o entre um casal, voc¨ºs devem conversar pra resolver a situa??o. A Nara sorriu: ¡°Seria bom se pud¨¦ssemos nosunicar.¡± acredita que Kira Heitor deve ter tido o mesmo pensamento, talvez tentou conversar ele, mas n?o resolveu, escolheu fugir, mesmo que isso significasse sacrificar sua pr¨®pria vida. Cap铆tulo 1103 Cap¨ªtulo 1103 Cap¨ªtulo 1103 Ca sabia perfeitamente que apenas quem j¨¢ passou por sofrimento consegue entender as dores dos outros. No entanto,o se tratava de Nara, sua querida amiga, havia coisas que precisava dizer, ¡°A qualquer momento, em qualquer lugar, se voc¨º precisar de mim, tens que me dizer, eu vou at¨¦ voc¨º sem exitar.¡± O arrependimento que sentiu por Kira Heitor, Ca n?o queria mais experimentar essa dor. 2000 2 Susana, ¡°Eu sinto o mesmo.¡± Nara, o bra?o apoiado nas duas, ¡°Que bom que eu encontrei voc¨ºs!¡± Ca, ¡°Ter conhecido voc¨ºs e poder ser amiga de voc¨ºs ¨¦ a minha sorte.¡± Susana, sempre direta, ¡°Eu tamb¨¦m.¡± Nara continuou, ¡°Voc¨ºs talvez podem n?o ter ideia, antes de conhecer voc¨ºs, eu n?o tinha verdadeiros amigos. N?o tinha amigos para ouvir meus problemas, sempre tive que lidar dificuldades sozinha e, o tempo, senti que estava quase sufocada. Depois de conhecer voc¨ºs, quando estou me sentindo triste, eu ligo pra voc¨ºs, mando mensagens, converso e, depois que eu falo, sinto bastante aliviada. Quando me sinto aliviada, n?o penso mais em fazer coisas de forma impulsiva.¡± Ca percebeu a mensagem por tr¨¢s do que Nara estava dizendo. A frase de Nara sobre n?o querer mais fazer coisas de forma impulsiva significava que j¨¢ havia pensado em fazer isso. Ca se preocupou ao ouvir isso, mas ficou aliviada que Nara n?o fez nada impulsivo. ¡°Lembre-se, sempre que quiser desabafar, pode me ligar. Meu celr pessoal est¨¢ sempre ligado.¡± As coisas j¨¢ tinham acontecido, Ca n?o podia mais aconselh¨¢ a n?o fazer coisas impulsivas, o que podia fazer era deixar Nara saber que ainda havia muitas pessoas que se importavam . Susana, ¡°Eu tamb¨¦m.¡± Ca sorriu e cutucou a testa de Susana, ¡°Susan, voc¨º s¨® sabe dizer ¡®eu tamb¨¦m¡±?¡± Susana, ¡°O que Nara disse ¨¦ exatamente o que eu queria dizer. Minha fam¨ªlia ¨¦ rica, tenho v¨¢rios irm?os, sou a ¨²nica menina da casa, desde que nasci, fui mimada por todos. Teoricamente, eu n?o deveria ter problemas. Mas a realidade n?o ¨¦ bem assim. Porque todos em casa me tratam bem, eles p?em nariz em tudo que fa?o meus amigos fora de casa. Especialmente Ravi, ele sempre cuidou de mim, ele me levava e buscava na esc, o que me deixava sem privacidade. Depois que nos casamos, ele ficou ainda mais contrdor, onde eu ia, ele ia. Ele tinha que me levar aonde quer que eu fosse. Isso fez que eu n?o conseguisse fazer amigos pr¨®prios, todas as pessoas que conheci, eram amigos dele. At¨¦ voc¨ºs duas, se Ravi n?o conhecesse Marco Ant?nio e Juan, provavelmente eu nunca teria conhecido voc¨ºs.¡± Nara disse, ¡°Se n?o soub¨¦ssemos de tudo, poder¨ªamos pensar que voc¨º est¨¢ se gabando.¡± Susana nasceu em uma fam¨ªlia rica, n?o s¨® tinham dinheiro, mas tamb¨¦m cidavem bem d, podemos at¨¦ dizer que desde pequena foi muito bem protegida, nunca passou por dificuldades. Esta ¨¦ realmente uma vida que muitos desejam, mas tamb¨¦m tem suas pr¨®prias preocupa??es. Susana disse, ¡°Eu n?o penso assim. Agora, sempre que vejo Ravi, me sinto iodada. Eu conhe?o ele desde que nasci, a primeira pessoa que vejo quando acordo ¨¦ ele, a ¨²ltima pessoa que vejo antes de dormir ainda ¨¦ ele, isso continuou por quase trinta anos. ¨¤s vezes me sinto iodada, quero ter experi¨ºncias outra pessoa.¡± Ca respondeu, ¡°O que voc¨º est¨¢ pensando? Ravi ¨¦ muito gentil voc¨º, voc¨º deveria dar ele valor. Qual outro homem poderia separar a ele?¡± T¨ºxt ? N?velDrama.Org. Susana riu e disse, ¡°Eu estava apenas fndo, se eu realmente tentar encontrar outra pessoa, ele certamente ser¨¢ o primeiro a n?o me perdoar. Al¨¦m disso, Ravi n?o s¨® ¨¦ rico, bonito, mas tamb¨¦m sabe muito bemo cuidar das pessoas.¡± Cap铆tulo 1104 Cap¨ªtulo 1104 Cap¨ªtulo 1104 ¡°Por todos esses anos, me acostumei o cuidado dele. N?o posso imaginaro seria minha vida sem ele.¡± Nara, ¡°Voc¨º f, f e, na verdade, est¨¢ apenas mostrando o qu?o pr¨®ximos voc¨ºs s?o.¡± Susana, ¡°N¨®s j¨¢ somos casados h¨¢ muito tempo, isso ainda contao mostrar intimidade? Se for por isso, Ca e o marido d ¨¦ que s?o.¡± Nara olha para Ca, ¡°Ca, n¨®s tr¨¨s raramente temos a chance de nos reunir assim, voc¨º pode nos contar um pouco sobre voc¨º e seu marido? Na ¨²ltima vez que voc¨ºs tornaram o vosso rcionamento p¨²blico, n?o tivemos chance de conversar sozinhas.¡± Ca, ¡°Se voc¨ºs realmente querem saber, podemos encontrar um lugar para sentar e conversar.¡± Susana, ¡°Eu sugiro pra n¨®s nos encrotrarmos em um caf¨¦ tranquilo.¡± Ca, ¡°Ok, eu cuido disso.¡± Como assistente do CEO do Grupo Ant?nio, costumava receber importantes parceiros de neg¨®cios, Ca conhecia muito bem os caf¨¦s de Salvador. Levando em conta que Nara ¨¦ uma atriz muito popr, um caf¨¦um definitivamente n?o serviria, ent?o Ca imediatamente ligou e reservou um caf¨¦ pr¨®ximo que ¨¦ especialmente cuidadoso a privacidade do cliente. Este caf¨¦ ¨¦ para membros, mant¨¦m absoluta confidencialidade sobre as informa??es dos clientes, o ambiente ¨¦ bom e n?o h¨¢ falhas em qualquer aspecto, s¨® que, o pre?o n?o ¨¦ baixo. Depois de reservar a s privada, Ca pessoalmente dirigiu at¨¦ o caf¨¦ as duas. Como n?o era longe, chegaram em poucos minutos. Este caf¨¦ ¨¦ caro e recebe poucas pessoas, cada s est¨¢ bem separada, ent?o n?o precisam se preocupar que a conversa seja ouvida por outras pessoas. Quando Nara entrou na s, olhou em volta primeiro. Susana colocou a bolsa, encontrou um lugar perto da jan e se sentou, ¡°Nara, voc¨º est¨¢ procurando algo?¡± Nara, ¡°Estou preocupada que haja cameras escondidas, ent?o estou olhando ao redor.¡± Ca rapidamente pegou o controle remoto e fechou as cortinas, ¡°Os casos de invas?o de privacidade est?o se tornando frequentes, voc¨º deve ser cuidadosa. Uma vez que voc¨º ¨¦ uma pessoa famosa, se for grada, voc¨º vai ser alvos de boatos.¡± Nara disse, ¡°Voc¨º ouviu os boatos sobre mim?¡± Ca n?o costuma panhar as not¨ªcias sobre celebridades, maso Nara ¨¦ muito popr, sabe um pouco sobre os boatos, ¡°Eu ouvi, sim.¡± ¡°Sim, voc¨º tem muitos boatos. Por exemplo, que voc¨º est¨¢ sendo mantida por algu¨¦m e assim por diante.¡± Susana disse rindo, ¡°Quem podepetir o Diretor de Pablo? Mesmo que algu¨¦m queira te manter, precisam ver se o Diretor de Pablo concorda ou n?o.¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Nara deu um sorriso amargo, ¡°E se o objeto de meus boatos fosse o Juan?¡± Susana, ¡°Essa ideia ¨¦ realmente interessante! Conte-nos mais.¡± Nara disse, ¡°Na verdade, esses boatos sobre mim n?o s?o totalmente falsos. Eu me dero solteira, mas estou o Juan h¨¢ tantos anos, ¨¦ inevit¨¢vel que algu¨¦m tire uma foto. A pessoa que tirou a foto publicou todas as minhas fotos de frente, mas n?o se atreveu a publicar as fotos do Juan. Ent?o surgiram os boatos de que eu estava sendo mantida por um homem rico¡­¡± Susana disse, ¡°Por que voc¨ºs n?o tornam vosso rcionamento p¨²blico? Voc¨º est¨¢ preocupada que a not¨ªcia do casamento possa afetar sua carreira?¡± Nara deu um sorriso leve e n?o respondeu. Para s, parecia que Nara estava aceitando essa explica??o. Mas apenas Nara sabia que, embora fossem marido e mulher por nome e estivessem juntos, ele n?o a amava. Todo esse tempo, era apenas uma substituta que Juan manteveo umpromisso. era apenas uma substituta que n?o podia ser revdo ao mundo! Cap铆tulo 1105 Cap¨ªtulo 1105 Capitulo 1105 Susana n?o tinha ideia dos sentimentos de Nara, prosseguiu fndo, ¡°Juan sempre pareceu t?o decidido, me surpreendeu ele ter recuado nessa situa??o.¡± Nara perguntou, ¡°Existe a possibilidade de Juan n?o querer tornar nosso rcionamento p¨²blico?¡± This is from N?velDrama.Org. Susana respondeu, ¡°Por que n?o? Por que ele esconderia voc¨º?¡± ¡°Porque sou apenas a escolha inevit¨¢vel dele. Mesmo sendo sua esposa, ele nunca realmente me viu como mulher dele.¡± Nara queria dizer isso, mas calou boca queria manter alguma dignidade, n?o queria expor sua parte mais dolorosa para a amiga, No entanto, Susana, sempre protegida ps pessoas, n?o conseguia pensar tanto assim, ¡°Juan parece muito dependente de voc¨º. Onde voc¨º vai, ele vai atr¨¢s. Ele sempre vai ter voc¨º quando est¨¢ trabalhando. Acho que ele n?o conseguiria ficar sem voc¨º. N?o acho que ele esconderia voc¨º ¡°Ele me procura apenas para atender suas necessidades f¨ªsicas.¡± Nara queria dizer isso, mas calou boca novamente, ¡°Talvez ele goste dessa sensa??o de mist¨¦rio e excita??o.¡± Susana disse. ¡°N?o consigo entender o que se passa na cabe?a de Juan. Se eu tentasse esconder que estou casada, Ravi certeza seria contra Nara respondeu, ¡°Ravi realmente te ama, ele quer que o mundo inteiro saiba que voc¨º ¨¦ a esposa dele. Voc¨º deveria dar mais valor ¨¤ ele.¡± Susana disse, ¡°N?o est¨¢vamos fndo sobre Ca e Marco Ant?nio? Por que estamos fndo sobre n¨®s agora?¡± Ca disse, ¡°Isso s¨® mostra o quanto voc¨º ¨¦ feliz, voc¨º sempre pensa em Ravi. Passe o resto de sua vida ele, e n?o se preocupe tanto Susana respondeu, ¡°Entendi o que voc¨º quis dizer. Mas agora quero saber sobre voc¨º e Marco Ant¨®nio, conte-nos tudo, quanto mais detalhes, melhor¡± Ca disse, ¡°Marco Ant?nio sempre foi ¨®timo.¡± Susana respondeu, ¡°Sabemos que ele ¨¦ ¨®timo, Conte-nos mais detalhes, algo que n?o sabemos¡± Ca sabia o quanto Marco Ant?nio era bom, mas n?o sabiao expressar isso para os outros. Depois de pensar um pouco, disse, ¡°Ele sempre me respeitou, apoiou todas as minhas decis?es, sempre est¨¢ preparado para tudo que eu quero fazer.¡± Susana concordou, ¡°¨¤s vezes ele ¨¦ t?o bom voc¨º que te deixa sem f?lego?¡± Ca respondeu, ¡°N?o, ¨¦ que ele ¨¦ t?o bom, que me sinto pressionada, tenho medo de n?o ser boa o suficiente para ele, sim, tenho medo de n?o ser boa o suficiente para ele¡­¡± Susana deu um tapa no ombro de Ca, ¡°Ca, eu entendo o que voc¨º est¨¢ passando, de verdade.¡± Ca perguntou, ¡°Voc¨º e Ravi cresceram juntos, voc¨º sente o mesmo?¡± Susana, ¡°Justamente porque eu cresci Ravi, sempre ouvia o quanto ele era incr¨ªvel, eu sempre me senti sortuda por estar ele. Mas a realidade n?o ¨¦ bem assim, Ele ¨¦ incr¨ªvel, mas eu tamb¨¦m sou, sen?o ele n?o teria me escolhido e n?o seria t?o gentiligo.¡± Ouvindo isso, Ca n?o p?de deixar de dar um ¡®joinha¡¯ para Susana, ¡°Acho que voc¨º est¨¢ certa.¡± Susana continuou, ¡°Eu n?o entendia isso antes, sempre me sentia inferior a ele em todos os aspectos. Quando via tantas mulheres querendo ele, sentia muita press?o estando ele. Depois eu entendi, se dois podem ser felizes juntos ¨¦ ¨®timo, se n?o podem, tudo bem tamb¨¦m. Entendi isso e deixei de me preocupar se merecia ele ou n?o, e a press?o foi embora, todos os dias s?o os mais felizes da minha vida.¡± Ca sorriu, ¡°Acho que tenho muito a aprender voc¨º.¡± Nara, ¡°Sim, deixe as coisas acontecerem naturalmente.¡± Ca, ¡°Ultimamente, tenho algumas coisas me iodando bastante, e n?o sei quem desabafar.¡± Nara e Susana, ¡°Converse a gente. N¨®s nos casamos antes de voc¨º, ent?o, quando se trata de assuntos de casal, ¨¦ ¨®bvio que provavelmente temos mais experi¨ºncia.¡± Ca disse, meio desanimada, ¡°Ultimamente tenho sentido recentemente que ele est¨¢ escondendo algo de mim. Eu pergunto pra ele, mas ele n?o quer me contar.¡± Cap铆tulo 1106 Cap¨ªtulo 1106 Cap¨ªtulo 1106 Nara disse: ¡°Insista, pergunte mais. Se voc¨º perguntar mais algumas vezes, aposto que ele vai te contar.¡± Ca disse: ¡°Eu j¨¢ perguntei v¨¢rias vezes, ele simplesmente n?o me diz nada.¡± Susana disse: ¡°Ent?o pergunta ele na cama ¨¤ noite.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Susana disse: ¡°N?o estou brincando, ¨¦ s¨¦rio. Voc¨º abra?a ele antes de dormir, no sil¨ºncio da noite, voc¨ºs dois se conectam intimamente. Diante de algu¨¦m t?o pr¨®ximo, um homem normal n?o pode esconder segredos.¡± Ca perguntou: ¡°S¨¦rio?¡± Susana disse: ¡°Com certeza! Voc¨º n?o vai me dizer que nunca usou esse m¨¦todo, vai?¡± Ca n?o disse nada. Susana disse: ¡°Esse m¨¦todo ¨¦ muito eficaz. Ravi ¨¦ duroo uma pedra, mas quando fa?o charme pra ele nesses momentos, ele simplesmente n?o consegue fazer nada contra mim.¡± Ca ainda ficou em sil¨ºncio. Parece que poderia tentar o m¨¦todo de Susana esta noite. Marco Ant?nio era mais l¨®gico do que a maioria das pessoas, tentar tirar algo que ele n?o queria dizer era realmente dificil. Esperava que conseguisse algo esta noite. Susana perguntou: ¡°Nara, o que voc¨º acha?¡± Nara respondeu: ¡°Depende de homem. Mas eu acho que este m¨¦todo funcionar¨¢ Diretor Ant?nio.¡± Susana perguntou: ¡°Voc¨º quer dizer que Juan n?o seria seduzido por este m¨¦todo?¡± Nara disse: ¡°Talvez.¡± Nara tentou, mas falhou. Se um homem n?o se importa voc¨º, n?o importa o que voc¨º fa?a, nunca vai funcionar. Se um homem se importa voc¨º, mesmo que voc¨º n?o fa?a nada, ele se aproximar¨¢ de voc¨º. Ca,o sendo uma pessoa sens¨ªvel (atenta), percebeu que algo estava errado Nara, ¡°Nara, vamos fr sobre voc¨º.¡± Nara perguntou: ¡°O que voc¨º quer fr?¡± Ca disse: ¡°Voc¨º terminou de filmar sua s¨¦rie de TV h¨¢ um tempo. Voc¨º conseguiu se sair do personagem?¡± Antes, Nara estava t?o investida no personagem que seu estado mental estavapletamente errado. Ca estava muito preocupada. Nara disse: ¡°Depois de terminar a s¨¦rie, fui para o campo por alguns dias, trabalhei na fazenda, e de repente tudo se encaixou. Eu me libertei do personagem, voc¨º n?o precisa se preocuparigo.¡± Ca disse: ¡°Isso ¨¦ bom.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Nara disse: ¡°N¨®s tamb¨¦m n?o sabemoso eles est?o se saindo.¡± Ca perguntou: ¡°Quer que eu pergunte?¡± Nara bn?ou a cabe?a e disse: ¡°N?o precisa perguntar. Quanto mais eles conversarem, mais tempo n¨®s tr¨ºs temos para ficar sozinhas.¡± Cap铆tulo 1107 Cap¨ªtulo 1107 Cap¨ªtulo 1107 Tr¨ºs pessoas estavam conversando, mas de repente ficaram em sil¨ºncio. Nesse momento, algu¨¦m bateu na porta, e a voz de Bruno veio de fora: ¡°Sra. Ant?nio, o Sr. Camarillo voltou para Salvador. Ele gostaria de v¨º, voc¨º est¨¢ dispon¨ªvel agora?¡± Vov? Camarillo est¨¢ de novo em Salvador?¡± Ca imediatamente se levantou para abrir a porta. n?o esperava que, ao abrir a porta, veria o vov? Camarillo cabelos brancos e um rosto am¨¢vel, ¡°Vov? Camarillo, ¨¦ realmente voc¨º!¡± O vov? Camarillo tocou levemente na testa d, ¡°Na ¨²ltima vez que nos vimos, eu disse que gostava muito de voc¨º e que voltaria logo para te ver, voc¨º n?o lembra?¡± Ca tocou a testa e respondeu sorrindo, ¡°Eu lembro,o poderia esquecer? Mas pensei que voc¨º estava apenas dizendo de boca pra fora, n?o esperava que voc¨º realmente viesse.¡± O vov? Camarillo perguntou, ¡°Voc¨º n?o queria que eu viesse te ver?¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Ca respondeu, ¡°N?o, n?o ¨¦ isso.¡± O vov? Camarillo continuou, ¡°Ent?o, voc¨º n?o gosta de mim?¡± Ca respondeu: ¡°Como eu poderia n?o gostar de voc¨º?¡± O vov? Camarillo perguntou novamente, ¡°Ent?o, voc¨º gosta de mim?¡± Ca respondeu, ¡°Sim! ro que sim!¡± O vov¨° Camarillo disse, ¡°Voc¨º respondeu t?o r¨¢pido, parece um pouco insincero!¡± Ca n?o sabia o que dizer. Na ¨²ltima vez que se encontraram, o vov? Camarillo parecia muito s¨¦rio e inacess¨ªvel. Desta vez, ele estavao uma crian?a, alegre e ador¨¢vel. O vov? Camarillo brincou, ¡°Voc¨º hesitou, parece que voc¨º est¨¢ apenas tentando me agradar.¡± Ca ficou nervosa, ¡°Vov? Camarillo!¡± O vov? Camarillo a acalmou, ¡°Estou s¨® brincando. Ouvi dizer que voc¨º est¨¢ se divertindo alguns amigos, posso me juntar ¨¤ voc¨ºs e conversar?¡± Ca certamente teria que pedir a permiss?o dos outros dois. Mas antes que Ca pudesse fr, Susana e Nara, que estavam na s, convidaram calorosamente o Sr. Camarillo, ¡°ro que pode¡±, ¡°Vov? Camarillo, por favor, entre.¡± Ca convidou o Sr. Camarillo para sentar e rapidamente pegou o card¨¢pio para ele, ¡°Vov? Camarillo, o que voc¨º gostaria de beber?¡± O vov? Camarillo olhou para a x¨ªcara de Ca, ¡°O que voc¨º beber, eu bebo.¡± Ca explicou, ¡°Estamos bebendo suco de frutas, ¨¦ um pouco doce, voc¨º pode n?o gostar.¡± O vov? Camarillo respondeu, ¡°Quem disse que eu n?o gosto? Apesar de ser mais velho, ainda me sinto jovem por dentro. Posso beber o que voc¨ºs jovens bebem.¡± Ca imediatamente serviu um copo de suco de frutas para o Sr. Camarillo, ¡°Vov¨® Camarillo, o senhor gostaria de experimentar?¡± O Sr. Camarillo tomou um gole, o suco de frutas era realmente doce, mas para se aproximar de Ca, ele ainda elogiou, ¡°¨¦ muito bom.¡± Ca perguntou, ¡°Voc¨º realmente gosta?¡± Se Ca n?o est¨¢ no erro, o vov? Camarillo geralmente gosta de caf¨¦ Blue Mountain e espresso. Para provar que n?o estava mentindo, o vov? Camarillo tomou um grande gole de suco de frutas, embora fosse um pouco doce, ele ainda elogiou, ¡°O gosto dos jovens ¨¦ bom, tenho que aprender mais com voc¨ºs no futuro.¡± 55 Seu rosto estava ficando p¨¢lido, mas ele ainda insistia que estava gostoso. Ca sentia pena dele, ¡°Vov? Camarillo, eu quero um caf¨¦ Blue Mountain, podemos tomar um caf¨¦ Blue Mountain mais tarde?¡± Cap铆tulo 1108 Cap¨ªtulo 1108 Cap¨ªtulo 1108 Sucos doces n?o ¨¦ muito saudavel para idosos, ent?o Ca, pensando nisso, pediu dois caf¨¦s Blue Mountain ao gar?om. Um pouco depois, se juntou ao av¨® Camarillo para saborear o caf¨¦ que ele tanto gostava ¡°Ok¡±, disse av¨® Camarillo, o que voc¨º beber, eu bebo tamb¨¦m.¡± Ca sorriu e disse, ¡°av? Camarillo, vou apresentar formalmente minhas duas boas amigas.¡± ¡°N?o precisa¡±, Dinis respondeu, olhando para Nara e Susana. ¡°Esta ¨¦ a Nara, sempre assisto suas novs, sou f? d. E esta ¨¦ Susana, a esposa do Ravi.¡± Na verdade, Dinis n?o era um f? de Nara. Ele gostava de Ca e queria que fosse suaa, ent?o, ¨¦ ro, ele sab¨ªa algo sobre as amigas d. ¡°Sr. Camarillo, prazer em conhec¨º-lo!¡± Nara se levantou imediatamente e apertou a m?o do av? Camarillo cortesia. ¡°Estou honrada em conhec¨º-lo. A posi??o da familia de Camarillo era ¨®bvia, e Dinis realmente n?o era algu¨¦m que qualquer um poderia encontrar. Como Nara disse, poder encontr¨¢-lo uma vez era algo para se gabar. Susana, que sempre foi muito mimada por fam¨ªlia desde que era pequena e n?o entendia muito do mundo exterior, s¨® ent?o percebeu que esse velho deveria ser uma pessoa muito importante. ¡°Sr. Camarillo? Voc¨º ¨¦ o Sr. Camarillo da capital?¡± Avo Camarillo acenou a m?o, ¡°N?o me chame de Sr. Camarillo, soa muito estranho. Se voc¨ºs n?o se importam, podem me chamar de av¨® Camarillo, assimo Ca faz.¡± ¡°Ok, av? Camarillo¡±, disse Nara. ¡°Av? Camarillo, parece que voc¨º gosta muito da Ca¡±, disse Susana. Av¨® Camarillo perguntou, ¡°Est¨¢ t?o ¨®bvio assim?¡± Susana assentiu, ¡°Muito ¨®bvio. Desde que entramos na s, o senhor n?o tirou os olhos seus olhos nunca se afastaram sobre Ca, e voc¨º olha pra cheio ternura.¡± Av? Camarillo perguntou, ¡°Est¨¢ t?o ¨®bvio assim, ser¨¢ que Ca vai achar que sou chato?¡± Ca riu a rea??o do av¨® Camarillo, ¡°avo Camarillo, voc¨º ¨¦ t?o fofo,o eu poderia achar voc¨º chato?¡± ¡°Ok, ent?o¡±, disse av? Camarillo. ¡°Vamos fr de neg¨®cios.¡± ¡°Que neg¨®cios?¡± Ca perguntou. T¨ºxt ? N?velDrama.Org. ¡°Marco n?o te falou?¡± Perguntou av¨® Camarillo. ¡°Voc¨º est¨¢ fndo sobre¡­?¡± Ca perguntou. ¡°Eu quero que voc¨º seja minhaa. Voc¨º aceita?¡± Perguntou av¨® Camarillo. Ca hesitou um pouco, afinal, a familia de Camarillo era uma grande fam¨ªlia e ser formalmente reconhecidaoa pelo av¨® Camarillo poderia causar alguns conflitos desnecess¨¢rios. ¡°Av? Camarillo, eu j¨¢ te vejoo meu av?¡­¡± ¡°Ent?o voc¨º est¨¢ recusando?¡± Av? Camarillo perguntou. Ca n?o queria deixar av? Camarillo chateado, ent?o tentou encontrar uma maneira mais delicada de dizer, ¡°Av¨® Camarillo, eu¡­¡± Av? Camarillo a interrompeu, ¡°Quer voc¨º concorde ou n?o, eu vou insistir. nejoprar uma casa em Salvador, e se voc¨º n?o concordar, vou ficar em Salvador e n?o vou sair at¨¦ que voc¨º concorde.¡± Ca estava um pouco iodada. ¡°Vov? Camarillo, n?o precisa fazer isso. Eu entendo sua afei??o por mim e seu desejo de ser gentiligo, mas eu tenho meus pr¨®prios receios.¡± Vendo que pression¨¢ n?o funcionaria, vov? Camarillo adotou uma abordagem mais suave. ¡°Carlita, eu perdi minha esposa e meus filhos se foram bem cedo. Se ainda estivessem aqui, acho que minha neta teria a mesma idade que voc¨º agora.¡± Ca ouviu de Marco Ant?nio que a perda da esposa e dos filhos era a dor mais profunda no cora??o de vov? Camarillo, e ningu¨¦m podia mencionar isso na frente dele. Mas agora ele estava trazendo isso ¨¤ tona. Isso amoleceu o cora??o de Ca. ¡°Vov? Camarillo¡­¡± Vov? Camarillo enxugou uma l¨¢grima do canto do olho. ¡°Carlita, ser¨¢ que voc¨º poderia ter um pouco depaix?o por este velho coitado?¡± Cap铆tulo 1109 Cap¨ªtulo 1109 Cap¨ªtulo 1109 Ele j¨¢ havia dito isso e o cora??o de Ca j¨¢ havia amolecido, ¡°V? Camarillo, n?o fique triste, eu prometo.¡± O semnte do vo Camarillo melhorou imediatamente, ¡°Nara, Susana, voc¨ºs ouviram, n¨¦? A Carlita prometeu ser minhaa. Voc¨ºs s?o minhas testemunhas, n?o pode voltar atr¨¢s.¡± Nara disse, ¡°Fique tranquilo, Carlita ¨¦ uma pessoa muito honesta. O que promete, cumpre.¡± Susana assentiu, ¡°Isso mesmo, v? Camarillo, pode ficar tranquilo.¡± V? Camarillo disse, ¡°Bom, desde que n?o volte atr¨¢s. Carlita, vamos para a capital agora, vamos realizar uma cerim?nia formal de ado??o.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. se sentia presa numa situa??o da qual n?o conseguia sair. apressadamente disse, v? Camarillo, eu preciso conversar o Marco Ant?nio.¡± V? Camarillo perguntou, ¡°Conversar sobre o qu¨º? N?o tem nada para discutir aqui. Eu quero te adotar comoa, isso ¨¦ entre n¨®s dois, ele n?o tem nada a ver isso.¡± Ca lembrou-o baixinho, ¡°v? Camarillo, ele n?o ¨¦ um estranho, ele ¨¦ meu marido.¡± V? Camarillo respondeu, ¡°E dai? Se um dia voc¨º achar que ele te chateia demais, voc¨º pode deix¨¢-lo a qualquer momento.¡± ¡°Senhor Camarillo, isso ¨¦ demais. Eu sempre apoiei Carlita em se tornar suaa, por que voc¨º est¨¢ incentivando a me deixar?¡±R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Uma voz profunda e sexy soou, era Marco Ant?nio que apareceu na porta do caf¨¦. Atr¨¢s dele estavam Juan e Ravi. V? Camarillo disse, ¡°Estou conversando minhaa, voc¨º n?o tem direito de interferir.¡± Marco Ant?nio andou at¨¦ Ca e a abra?ou,o se estivesse derando que era dele, ¡°Sr. Camarillo, ainda n?o ¨¦ suaa, mas ¨¦ minha esposa.¡± V? Camarillo perguntou, ¡°E da¨ª?¡± Ca, preocupada que elese?assem a discutir por causa d, rapidamente disse, ¡°v? Camarillo, Marco Ant?nio ¨¦ meu marido, eu definitivamente pediria a sua opini?o dele antes de tomar qualquer decis?o importante.¡± Marco Ant?nio estava contente por Ca ter defendido ele, olhando triunfante para o v? Camarillo, ¡°Sr. Camarillo, acho que devemos escutar a Carlita.¡± V? Camarillo respondeu insatisfeito, ¡°Agora que a Ca ainda n?o ¨¦ oficialmente minhaa, eu tolero voc¨º. Quando a cerim?nia de ado??o estiver conclu¨ªda, vou te mostrar as consequ¨ºncias.¡± ro, isso era s¨® para deixar Marco Ant?nio nervoso. Ele gosta de Ca, certamente quer que tenha um casamento feliz, era desejo dele que Marco Ant?nio e Ca fiquem juntos para sempre. Marco Ant?nio sabia que era uma brincadeira, ¡°Ok, no futuro voc¨º pode me dar uma li??o. Agora vamos todos nos sentar e tomar um caf¨¦.¡± V? Camarillo disse, ¡°Eu estava conversando as meninas, voc¨ºs homens vieram para qu¨º?¡± V? Camarillo estava medo que Ca n?o gostasse dele, ent?o ele tentava passar o m¨¢ximo de tempo poss¨ªvel , tentando se enturmar os amigos de Ca, fazendo que eles gostassem dele e dissessem coisas boas sobre ele. Ele certamente n?o queria que esses caras chatos atrapalhassem seus nos. Mas esses caras n?o se importavam, Juan e Ravi se sentaram aodo de suas respectivas esposas. Ravi disse, ¡°Porque o Marco estava preocupado que voc¨º levasse a esposa dele embora.¡± avo Camarillo, ¡°Acho que voc¨º est¨¢ preocupado que eu leve sua esposa embora.¡± Ravi, ¡°N?o estou nem um pouco preocupado isso, seria uma sorte para a Susan ser levada por voc¨º.¡± avo Camarillo, ¡°Voc¨º tamb¨¦m sabe dizer pvras lisonjeiras.¡± Ele ent?o voltou seu olhar para Juan, que estava em sil¨ºncio. Antes, quando se encontravam, Juan tinha muito o que dizer, mas hoje n?o tinha n?o deu nem sequer um cumprimento sequer. Ele tinha se tornado mudo? ¡°Juan, voc¨º foi envenenado e perdeu a voz? Ou est¨¢ zangadoigo?¡± Cap铆tulo 1110 Cap¨ªtulo 1110 Cap¨ªtulo 1110 O av¨® Camarillo e a Nara sentiram que havia algo estranho Juan, ambos ent?o se voltaram para olh¨¢-lo. Juan, um pouco atordoado, pegou o copo de suco da Nara e deu um gole, perguntando: ¡°Sr. Camarillo, desde quando o senhor est¨¢ aqu¨ª?¡± avo Camarillo perguntou: ¡°O que houve voc¨º?¡± Juan respondeu: ¡°Nada, estou bem.¡± avo Camarillo, ainda confuso, perguntou: ¡°Tem certeza que est¨¢ bem?¡± Juan explicou: ¡°Acho que n?o dormi bem ontem, estou um pouco cansado hoje.¡± Seja l¨¢ qual fosse o motivo, j¨¢ que Juan n?o queria fr sobre, av? Camarillo n?o insistiu no assunto. ¡°J¨¢ que todos estamos aqui, vamos juntos para capital Cidade, l¨¢ faremos o ritual de ado??o e voc¨º, Ca, ser¨¢ minhaa.¡± Ca, nervosa, puxou a manga da camisa do Marco Ant?nio. Mas, ao contr¨¢rio do que Ca esperava, Marco Ant?nio n?o a ajudou, pelo contr¨¢rio, ele concordou com av? Camarillo: ¡°¨®timo, vamos para Cidade capital agora mesmo. Quanto antes fizermos o ritual de ado??o, melhor.¡± Can?ou um olhar fulminante para Marco Ant?nio e disse para av? Camarillo: ¡°Sr. Camarillo, isso ¨¦ s¨¦rio, voc¨º tem certeza? N?o quero que voc¨º tome uma decis?o precipitada e acabe se arrependendo.¡± avo Camarillo respondeu: ¡°N?o estou sendo precipitado, desde a ¨²ltima vez que nos vimos, tenho pensado nisso. Passei todo esse tempo pensando nesse assunto, n?o ¨¦ suficiente? E quem disse que voc¨º me trar¨¢ m¨¢ sorte?¡± Ca, uma voz baixa e tr¨ºm, disse: ¡°Todos que se aproximam de mim acabam tendo problemas¡­¡± n?o era supersticiosa, mas tudo acontecendo a sua volta, n?o podia deixar de se preocupar. estava realmente preocupada que poderia trazer m¨¢ sorte para av? Camarillo. av? Camarillo, tentando acalm¨¢, disse: ¡°Se for por isso, eu j¨¢ trouxe m¨¢ sorte para minha esposa e meu filho. Vamos fazer o ritual de ado??o e ver quem trar¨¢ mais m¨¢ sorte.¡± Ao ouvir isso, Ca se acalmou um pouco, ¡°av? Camarillo¡­¡± av? Camarillo perguntou: ¡°Ainda est¨¢ medo?¡± Ca bn?ou a cabe?a: ¡°N?o, n?o estou mais medo.¡± This is from N?velDrama.Org. avo Camarillo: ¡°Ent?o vamos para Cidade capital agora.¡± Ca olhou para Marco Ant?nio novamente, ¡°E o Fl¨¢vio? Como est¨¢ a situa??o o Kira Heitor?¡± Marco Ant?nio acariciou a cabe?a de Ca, ¡°A fam¨ªlia do Heitor e do Henrique j¨¢ est?o aqui, eles v?o cuidar do funeral do Kira Heitor. Quanto ao Fl¨¢vio, vou fingir que nunca o conheci.¡± Ele certamente estava triste por romper r??es um amigo de longa data. Ca deu um abra?o em Marco Ant?nio, ¡°N?o fique t?o triste.¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Ainda tenho o Juan e o Ravi.¡± Ca perguntou baixinho: ¡°O Juan parece estranho hoje, voc¨º sabe o que est¨¢ acontecendo?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Ele pode parecer simples, mas ¨¦ muitoplexo. N?o consigo entender o que se passa na cabe?a dele.¡± Ca respirou fundo. Marco Ant?nio perguntou: ¡°O que foi?¡± Ca perguntou: ¡°Voc¨º realmente concorda que eu v¨¢ para Cidade capital?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°O av? Camarillo gosta muito de voc¨º, ser adotada por ele ¨¦ bom para voc¨º. Por que voc¨º n?o iria?¡± Ca disse: ¡°Mas eu estou preocupada¡­¡± Marco Ant?nio a consolou N?o fique preocupada.¡± O vov? Camarillo estava bem chateado, ¡°Com tanta gente aqui, o que voc¨ºs dois est?o cochichando a¨ª?¡± Cap铆tulo 1111 Cap¨ªtulo 1111 Cap¨ªtulo 1111 O vov¨® Camarillo continuou, ¡°Ca, eu preciso te dizer ¨¤ voc¨º que, uma vez que voc¨º concordou em ser minhaa, n?o pode voltar atr¨¢s.¡± Ca respondeu, ¡°Vov? Camarillo, quando eu prometo algo, eu cumpro. Mas, voc¨º poderia me dar mais alguns dias para pensar sobre isso?¡± Vov? Camarillo perguntou, ¡°Se voc¨º n?o pretende voltar atr¨¢s, o que mais h¨¢ para considerar?¡± Ca ficou em sil¨ºncio. O que o vov? Camarillo disse fez sentido. Vov¨® Camarillo continuou a convenc¨º, ¡°Voc¨º j¨¢ concordou em ser minhaa, este ritual de ado??o ter¨¢ que acontecer mais cedo ou mais tarde. Melhor mais cedo do que tarde. Quando voc¨º resolve uma coisa, poupa preocupa??es. Voc¨ºs n?o concordamigo?¡± Vov¨® Camarillo era muito bom em convencer as pessoas. Ele n?o s¨® convenceu Ca, mas tamb¨¦m fez que envolveu todos para convencesse . Juan disse, Isso ¨¦ bom, definitivamente ¨¦ melhor fazer antes do que depois.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Ele n?o falou o dia todo, por que ele est¨¢ fndo agora? Ca ent?o olhou para Marco Ant?nio, sabia que Marco Ant?nio provavelmente n?o concordaria que adotasse algu¨¦m sem?os de sangu¨¦o fam¨ªlia. Mas desta vez, Marco Ant?nio foi ainda mais entusiasmado do que , ¡°Vov? Camarillo est¨¢ certo, ¨¦ melhor fazer isso antes do que depois. Vamos fazer isso hoje.¡± Nara disse, ¡°Ca, voc¨º j¨¢ concordou o vov? Camarillo, ent?o vamos fazer o ritual de ado??o o mais r¨¢pido poss¨ªvel.¡± Nara acreditava que a fam¨ªlia de Camarillo era poderosa e influente. Uma vez que o vov? Camarillo adotasse Caoa, Ca ter¨ªa a prote??o da familia de Camarillo. Mesmo se seu casamento com Marco Ant?nio falhasse, ningu¨¦m se atreveria em faltar ele respeito. Em geral, Nara achava que isso era uma grande coisa. Susana disse, ¡°Eu tamb¨¦m concordo.¡± Todos concordaram essa opini?o. Ca s¨® podia colocar sua ¨²ltima esperan?a no vov? Camarillo, ¡°Vov? Camarillo, isso n?o ¨¦ uma coisa simples, voc¨º realmente n?o vai reconsiderar?¡± Vov¨® Camarillo respondeu, ¡°Se ningu¨¦m tem mais nada para fazer todos voc¨ºs devem ir conosco para a capital. Hoje Quando eu adotei umaa, quanto mais testemunhas tiver, melhor.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ent?o, os sete deles pegaram o avi?o particr do vov? Camarillo para a capital. Depois que o avi?o pousou no aeroporto da capital, eles sa¨ªram pelo corredor VIP e entraram na van de neg¨®cios que o vov? Camarillo j¨¢ havia arranjado. Depois de cerca de meia hora de viagem, eles chegaram a um condom¨ªnio de mans?es. Depois de entrar no condom¨ªnio, o carro continuou a dirigir na avenida arborizada dentro do condom¨ªnio. Todos tiveram que admitir que a familia de Camarillo tinha um alto status. O lugar onde moravam era altamente seguro, um avan?ado sistema de seguran?a. A cada pouca distancia, havia guardas. Sem permiss?o, nem uma mosca poderia entrar, Depois de entrar no avi?o, Juan voltou ao seu estado normal e passou duas horas conversando Marco Ant?nio e Ravi. Naquele momento, Juan mostrou plenamente suas habilidades sociais, ¡°Vov¨® Camarillo, voc¨º pode pedir ao motorista para diminuir a velocidade? Eu quero apreciar a vista dos doisdos.¡± Vov¨® Camarillo respondeu, ¡°Motorista, dirija devagar.¡± Juan abriu a jan do carro e olhou para os doisdos, ¡°Vov? Camarillo, se n?o fosse por voc¨º, n¨®s provavelmente nunca ter¨ªamos a chance de entrar em um lugaro este em nossas vidas.¡± O vov? Camarillo disse, ¡°Como presidente do Grupo Empresarial de Pablo, n?o h¨¢ nada que voc¨º n?o possa fazer, n?o precisa me bajr tanto.¡± Cap铆tulo 1112 Cap¨ªtulo 1112 Cap¨ªtulo 1112 Juan disse: ¡°Como eu poderia bajr voc¨º? J¨¢ vi muitas pessoas e situa??es, mas algoparado a voc¨º?¡± Avo Camarillo respondeu: ¡°Quando te vi agora, voc¨º estava t?o quieto que pensei que tivesse virado outra pessoa. Mas vejo que estava errado, voc¨º continua sendo o mesmo tagar de sempre, at¨¦ me deixando um pouco cansado.¡± Juan retrucou: ¡°Marco sempre foi introvertido, e Ravi tamb¨¦m n?o ¨¦ de fr muito. Se eu n?o fr tanto, quando nos junt¨¢ssemos, seria um t¨¦dio. Voc¨º acha isso divertido?¡± Avo Camarillo disse: ¡°Pelo jeito que voc¨º f, parece que voc¨º ¨¦ bastante importante.¡± Juan respondeu: ¡°ro que sou o mais importante!¡± Av Camarillo disse: ¡°T¨¢ bom, t¨¢ bom, chega de se gabar. A coisa mais importante hoje ¨¦ que eu vou reconhecer a Carlitao minhaa. Quando a cerim?nia terminar, voc¨ºs podem ir para onde quiserem.¡± 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 Juan perguntou: ¡°Sr. Camarillo, isso significa que a Ca vai ter que usar o seu sobrenome agora?¡± Av? Camarillo disse: ¡°N?o sou t?o exigente. S¨® quero reconhecer a Cao minhaa e cuidar um pouco mais d.¡± Juan disse: ¡°Marco, veja, o Sr. Camarillo quer cuidar da Ca. Voc¨º n?o est¨¢ preocupado?¡± Marco Ant?nio olhou para ele, mas n?o disse nada. Av? Camarillo disse: ¡°Se voc¨º continuar fndo, vou fazer voc¨º engolir suas pvras, t¨¢ ouvir?¡± Juan disse: ¡°T¨¢ bom, t¨¢ bom, eu paro de fr.¡± Ele ent?o virou-se para Nara e a abra?ou, ¡°Amor, se voc¨º receber algum roteiro rcionado no futuro, voc¨º pode perguntar ¨¤ Ca se o av? Camarillo pode te ajudar a ter acesso direto ao local.¡± Nara realmente recebeu um roteiro assim recentemente, mas por algumas raz?es, n?o estava muito interessada e pediu ao seu empres¨¢rio para Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. recus¨¢-lo. Avo Camarillo queria fazer Ca feliz, ¡°Nara, Susana, voc¨ºs s?o amigas da Carlita, ent?o s?o minhas amigas. Se voc¨ºs precisarem de qualquer ajuda no futuro, podem me fr.¡± Nara disse: ¡°Obrigada, av? Camarillo.¡± Susana disse: ¡°Av¨° Camarillo, eu n?o preciso de ajuda. S¨® espero que Ca n?o esque?a do nosso acordo, n?o importa de quem sejaa, temos que continuar nos encontrando.¡± Avo Camarillo disse: ¡°ro que sim.¡± Todos estavam conversando animadamente, mas Ca, a protagonista do dia, permaneceu em sil¨ºncio. estava sentada aodo de Marco Ant?nio, segurando firmemente a barra de sua camisa. Estava bem ro para Marco Ant?nio o quanto estava nervosa e insegura. Normalmente, Marco Ant?nio nunca for?aria Ca a fazer algo que n?o quisesse. Mas desta vez era diferente. Para ser mais exato, ele teve um papel ativo no fato de av¨® Camarillo querer reconhecer Cao suaa. Ele segurou a m?o de Ca e deu um tapinha, ¡°Ca, rxa!¡± Ca se aproximou ainda mais dele, ¡°Eu sou apenas uma pessoaum, a fam¨ªlia Camarillo ¨¦ uma porta alta que n?o posso alcan?ar. Como eu poderia n?o estar nervosa?¡± Antes, Ca, ao ver o av? Camarillo t?o vulner¨¢vel, concordou impulsivamente em se tornar suaa. Mas quando se acalmou,e?ou a se arrepender de sua decis?o. pensou que o av? Camarillo pode ter agido por impulso, querendo adot¨¢oa. Depois de alguns dias, se ele mudasse de id¨¦ia, certamente se arrependeria. Quando a cerim?nia de reconhecimento j¨¢ estivesse conclu¨ªda, e se ele se arrepender, seria constrangedor expressar isso para . Nesse momento, ele certamente se sentiria culpado. Marco Ant¨®nio levantou a m?o, colocou-a sobre a cabe?a de Ca, massageou suavemente, e ent?o, do nada, perguntou, ¡°Voc¨º est¨¢ pensando em dividir a fortuna da fam¨ªlia Camarillo?¡± Cap铆tulo 1113 Cap¨ªtulo 1113 Cap¨ªtulo 1113 Ca retrucou imediatamente, ¡°Como assim! N?o sou esse tipo de pessoa, a fortuna da fam¨ªlia Camarillo n?o ¨¦ minha, por que eu iria querer?¡± Marco Antonio entendeu que Ca n?o tinha essa inten??o, ¡°Isso mesmo.¡± Ca disse indigna??o, ¡°Os outros podem n?o confiar em mim, mas voc¨º n?o.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°N?o ¨¦ que eu n?o confie em voc¨º, mas estou tentando te orientar. Voc¨º n?o quer a fortuna da fam¨ªlia Camarillo, nem quer nenhum beneficio do av? Camarillo, ent?o, o que voc¨º tem a temer? Ca, voc¨º n?o precisa temer o que os outros pensam, voc¨º est¨¢ ajudando o Sr. Camarillo a realizar um desejo. Voc¨º est¨¢ ajudando ele, n?o o usando.¡± Ao ouvir as pvras de Marco Ant?nio, Ca teve um estalo, ¡°Parece que voc¨º est¨¢ certo.¡± Marco Ant?nio sorriu, ¡°Bobinha.¡± 3 3 0 2 2 2 2 2 0 2 8858 28 2 Ca disse, ¡°Por que voc¨º n?o me disse isso mais cedo? Fiquei ansiosa por horas hoje.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Eu pensei que voc¨º entenderia sozinha.¡± Depois de saber sobre sua condi??o, muitas coisas rcionadas ¨¤ Ca, Marco Ant?nio parou de lidar pessoalmente. Ele n?o sabia quanto tempo seu estado de sa¨²de poderia durar, ele precisava fazer Ca se acostumar a viver sem ele, para que pudesse viver uma boa vida mesmo se ele se fosse um dia. ro, ele queria n?o apenas que vivesse bem, ele tamb¨¦m precisava eliminar todos os perigos ao seu redor e encontrar um apoio absolutamente confi¨¢vel para . Justamente quando ele estava procurando por apoio para , ele encontrou o av? Branco da capital, Cidade, trazendo o Sr. Camarillo para Salvador para encontr¨¢-lo. Depois do encontro alguns dias atr¨¢s, ele podia ver que o av? Camarillo gostava muito de Ca. Dinis sempre agra racionalmente e n?o consideraria qualquer um que conhecesseo suaa. Foi Marco Ant?nio quem sussurrou algumas pvras em seu ouvido que o fez pensar assim. Marco Antonio sabia que enquanto ele estivesse por perto, Andreo e Fl¨¢vio e os outros n?o poderiam fazer nada contra Ca. Se ele n?o resolvesse o problema Andreo antes de sua doen?a piorar, eles causariam problemas para Ca depois que ele se fosse. Ca n?o seria p¨¢reo para eles. Portanto, ele precisava encontrar um apoio absolutamente forte para Ca. E esse apoio era Dinis. Ca disse, Voc¨º est¨¢ dizendo que eu sou burra?¡± Marco Ant?nio sorriu, estava prestes a fr, quando o carro entrou em um grande p¨¢tio. Depois que o carro parou, todos desceram em ordem. O mordomo da familia Camarillo apressou-se a receb¨º-los, ¡°Senhor, tudo j¨¢ est¨¢ preparado conforme suas instru??es, estamos apenas esperando voc¨º trazer a Srta. Barcelo de volta.¡± Mesmo sem ter visto Ca, o mordomo reconheceu-a imediatamente entre as tr¨ºs jovens bs mulheres, ¡°Senhor, se n?o me engano, a que est¨¢ no final ¨¦ a Senhorita Ca, certo?¡± O av? Camarillo olhou para tr¨¢s, ¡°Carlita, por que voc¨º foi para o final? Venha aqui, deixe o mordomo te conhecer primeiro.¡± Ca tinha um pouco de fobia social, pensou que ningu¨¦m iria not¨¢ se ficasse no final, mas ainda assim foi chamada para a frente. O mordomo j¨¢ era de idade, parecia muito amig¨¢vel. Ca imediatamente cumprimentou-o, ¡°Ol¨¢, mordomo.¡± ¡°Ol¨¢, Carlita.¡± O mordomo olhou para Ca por um momento, depois olhou para o av? Camarillo, ¡°Senhor, acho que Carlita se parece um pouco o senhor, estou errado?¡± O vov¨® Camarillo respondeu, ¡°Voc¨º realmente acha que nos parecemos?¡±Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Cap铆tulo 1114 Cap¨ªtulo 1114 Cap¨ªtulo 1114 O mordomo perguntou, ¡°Ser¨¢ que s¨® eu percebo a semelhan?a entre voc¨ºs dois?¡± Av? Camarillo virou-se rapidamente para os outros presentes, ¡°Voc¨ºs n?o acham que a Ca e eu somos parecidos?¡± Ningu¨¦m havia notado a semelhan?a at¨¦ ent?o, mas uma vez mencionado, todos olharam para os rostos do av? e daa e concordaram que havia certa semelhan?a. Juanentou, ¡°Av? Camarillo, n?o diria que voc¨ºs t¨ºm tra?os faciais semelhantes, mas olhando mais de perto, existem algumas semelhan?as.¡± Av? Camarillo perguntou, ¡°Onde exatamente est¨¢ a semelhan?a?¡± Juan respondeu, ¡°Av? Camarillo, se eu tivesse que ser mais espec¨ªfico, eu diria que a semelhan?a est¨¢ ¨¦ nos olhos de voc¨ºs.¡± Independente da semelhan?a real entre eles, o simples fato de as pessoas perceberem ¨ªsso j¨¢ deixava o av? Camarillo muito feliz, ¡°Isso deve ser o nosso destino. A primeira vez que vi essa menina, senti uma conex?o muito forte,o se j¨¢ a conhecesse de algum lugar.¡± O mordomo acrescentou, ¡°Senhor, n?o estou dizendo isso apenas para agrad¨¢-lo. Realmente acredito que a Srta. Barcelo se parece tem uma semelhan?a o senhor. Se n?o me acreditar, pode olhar no espelho .¡± This is from N?velDrama.Org. ¡°Quem disse que n?o acredito em voc¨º?¡± De repente, uma ideia incr¨ªvel ocorreu ao av? Camarillo, ¡°Carlita, qual ¨¦ o nome da sua av¨®?¡± Ca estava prestes a responder, quando av? Camarillo a interrompeu, ¡°N?o precisa me dizer agora, eu vou te perguntar mais tarde¡­¡± Ele n?o p?de deixar de imaginar se Ca poderia realmente ser suaa. Isso explicaria a conex?o imediata que sentiu quando a viu p primeira vez,o se j¨¢ a tivesse conhecido h¨¢ muito tempo. Seria poss¨ªvel? Avo Camarillo n?o ousou continuar pensando nisso. Ao longo dos anos, ele repetidamente imaginou que sua esposa n?o tinha se suicidado seu filho, e que eles ainda estavam vivos, em algum lugar que ele n?o soubesse. No entanto, depois de uma busca exaustiva, ele nunca encontrou os corpos deles. Durante d¨¦cadas, ele procurou por eles em todo canto, esperando por um mgre. Mas o mgre nunca aconteceu. Aos poucos, ele se resignou ¨¤ realidade da perda de sua esposa e filho. Mas agora, ele parecia ver uma fa¨ªsca de esperan?a novamente. Ele desejava que essa ideia fosse verdade, que Ca realmente fosse suaa e, atrav¨¦s d, pudesse encontrar sua fam¨ªlia. Mas, justamente por desejar tanto, ele tamb¨¦m temia ouvir a resposta. Ele temia que a resposta n?o fosse o que ele queria ouvir, ¡°Mordomo, por favor, sirva o ch¨¢ enquanto esperamos a hora certa parae?ar a cerim?nia de reconhecimento de parentesco.¡± O mordomo disse, ¡°Por favor, sigam-me.¡± Todos seguiram o mordomo para dentro. Ao entrar na mans?o dos Camarillo e ver a decora??o luxuosa, Ca percebeu que o desejo do av? Camarillo de reconhec¨ºo suaa era ainda mais forte do que imaginava. Ca ficou cada vez mais confusa. Por que o av? Camarillo a amava tanto ¨¤ primeira vista e queria reconhec¨ºo suaa? Afinal, os Camarillo eram uma fam¨ªlia poderosa e influente, que valorizava muito a linhagem. A esposa e os filhos do av? Camarillo haviam morrido h¨¢ muito tempo, e ele nunca se casou novamente, e tamb¨¦m n?o tinha nenhum descendente, enquanto seus outros filhos tinham muitos. O av? Camarillo poderia escolher qualquer um de seus filhos, filhas,os ouas para herdar a propriedade da fam¨ªlia, mas ele tinha essa ideia em r??o a , uma crian?a estranha que ele s¨® tinha visto uma vez. Isso virou de cabe?a para baixo tudo que Ca pensava que sabia., Haveria algum motivo especial para isso, algo que n?o sabia? Cap铆tulo 1115 Cap¨ªtulo 1115 Cap¨ªtulo 1115 A cerim?nia de reconhecimento promovida pelo av? Camarillo foi mais grandiosa do que Ca imaginava. O av? Camarillo n?o apenas organizou meticulosamente o local, mas tamb¨¦m convidou muitas pessoas que Ca n?o conhecia, mas dava para perceber que eram importantes. O av? Camarillo apresentou Ca a todos, ¡°Carlita, estes s?o meu irm?o Brito Camarillo e sua esposa.¡± Brito, algu¨¦m quem Ca n?o havia se encontrado na vida real, mas que reconheceu. Ele era uma figura frequente no notici¨¢rio da noite. Esta foi a primeira vez que Ca conheceu algu¨¦m t?o importante que ficou nervosa ee?ou a gaguejar, ¡°Oil¡± Brito usava ¨®culos de leitura, e seu olhar varreu Ca de cima a baixo, respondendo friamente, ¡°Hum.¡± Essa resposta fria deixou av? Camarillo insatisfeito, ¡°Irm?o, ¨¦ assim que voc¨º trata meusos quando v¨º eles? E trata minhaa essa frieza?¡± Brito parou por um momento, limpou a garganta e disse seriamente, ¡°Voc¨º ¨¦ Ca? Do Norte de Be? N?o tem mais parentes vivos?¡± Essas pvras, cheias de hostilidade, n?o apenas n?o aliviaram a raiva do av? Camarillo, mas o dexou ele ainda mais furioso, ¡°Brito, que atitude ¨¦ essa?¡± Brito continuou, ¡°Venha aqui, preciso fr com voc¨º em particr.¡± Avo Camarillo disse, ¡°Carlita ¨¦ minhaa, ¨¦ parte da nossa fam¨ªlia agora. Se voc¨º tem algo a dizer, diga. N?o tem porqu¨¦ esconder.¡± Brito perguntou, ¡°Voc¨º tem certeza de que quer que eu diga na frente d?¡± Av? Camarillo respondeu, ¡°Diga!¡± Brito disse, ¡°Depois de tantos anos, voc¨º ainda se lembra de sua esposa e filhos. Agora, de repente voc¨º traz uma garota e quer reconhec¨ºo suaa, n?o acha que existe algum problema aqui?¡± Av? Camarillo perguntou, ¡°Que problema voc¨º est¨¢ fndo?¡± Brito intensificou seu tom, ¡°Como voc¨º n?o pode saber qual ¨¦ o problema? Aquele conjunto de mans?es valiosas no leste, voc¨º j¨¢ as transferiu para , voc¨º n?o tem medo de que te engane com pvras doces s¨® para pegar seu dinheiro?¡± Av? Camarillo respondeu emocionado, ¡°Se Carlita estivesse atr¨¢s da minha fortuna, seria melhor. Eu sonharia que fosse uma garota gananciosa, para que eu n?o tivesse que me esfor?ar tanto para convenc¨º a ser minhaa.¡± Ca ouviu em sil¨ºncio. j¨¢ havia previsto essas pvras, ent?o podia enfrent¨¢s calmamente. Mas n?o esperava que av? Camarillo pensasse assim. A bondade de av? Camarillo para e seu desejo de reconhec¨ºoa pareciam ser mais fortes do que havia imaginado. Brito disse, ¡°Nesse caso, o que importa ¨¦ que voc¨º esteja feliz.¡± Av? Camarillo respondeu, ¡°Desde que todos voc¨ºs sejam bons Ca, estarei feliz.¡± Brito disse, ¡°Fique tranquilo. Desde que voc¨º a reconheceuo suaa, ¨¦ parte da fam¨ªlia Camarillo, e todos na fam¨ªlia Camarillo ser?o gentis no futuro.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Av? Camarillo finalmente ficou satisfeito essa dera??o, ¡°Lembre-se do que voc¨º disse hoje, se algu¨¦m da fam¨ªlia Camarillo se atrever a fazer algum mal ¨¤ intimidar Carlita no futuro, voc¨º ter¨¢ que assumir a responsabilidade.¡± ? ???? ?? ?? Brito respondeu, ¡°Olha para voc¨º, t?o velho e ainda ageo uma crian?a. O que eu prometi, eu vou cumprir, voc¨º precisa me ensinar isso? Agora que todos est?o aqui, vamos apresentar essa menina para todos.¡± A familia de Camarillo era uma fam¨ªlia gigantesca, um n¨²mero incr¨ªvel de parentes. O av? Camarilloe?ou apresentando Ca aos mais velhos da fam¨ªlia, e s¨® depois aos mais jovens. Era tanta gente que Ca precisava se concentrar para lembrar de todos os nomes. Antes mesmo de conhecer a todos, j¨¢ estava exausta, mas continuava firme. Cap铆tulo 1116 Cap¨ªtulo 1116 Cap¨ªtulo 1116 O av¨® Camarillo percebeu que Ca estava um pouco cansada, ¡°Carlita, aguente s¨® mais um pouco, faltam apenas quatro pessoas, depois que voc¨º os conhecer eles, vou pedir ao Marco para te panhar at¨¦ um lugar para descansar.¡± Ca respondeu, ¡°Av? Camarillo, eu estou bem.¡± Av¨® Camarillo acariciou levemente a cabe?a d, ¡°Marco me contou que voc¨º sempre faz de conta que ¨¦ forte, n?o importa o qu?o cansada esteja, voc¨º nunca rema. Eu n?o acreditava muito, mas hoje eu vi que ele estava certo.¡± Ca disse, ¡°Na verdade, eu n?o estou fingindo ser forte, ¨¦ apenas que se eu persistir um pouco, posso terminar o que estou fazendo, eu n?o quero desistir no meio do caminho.¡± Av? Camarillo respondeu, ¡°Mas isso n?o ¨¦ fingir ser forte? Voc¨º pode contarigo no futuro, n?o precisa colocar tanta press?o sobre si mesma. Se estiver cansada e n?o quiser trabalhar mais, ent?o n?o trabalhe. Eu vou te dar dinheiro, voc¨º pode ir para onde quiser, desde que estejas feliz.¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Ca sorriu e disse, ¡°Av? Camarillo, isso significa que eu vou virar aa de um rico?¡± Av¨® Camarillo respondeu, ¡°Sua danada, estou fndo s¨¦rio e voc¨º est¨¢ brincando.¡± Ca abra?ou o Av? Camarillo, ¡°Av? Camarillo, muito obrigada! Obrigada por ser t?o bomigo! Obrigada por cuidar de mimo se eu fosse sua pr¨®pria filha! Na verdade, eu gosto muito de trabalhar, trabalhar me faz sentir realizada. Se me deixarem o dia todo em casa sem fazer nada, eu n?o saberia o que fazer.¡± Av? Camarillo disse, ¡°O que voc¨º escolher ¨¦ o mais importante. Eu s¨® quero que voc¨º saiba que, se a qualquer momento, voc¨º tiver algum problema, eu estarei ao seudo para te apoiar.¡± Era perceptivel para Ca percebeu o quanto as pvras de Av? Camarillo eram sinceras. Quanto mais percebia o quanto Av? Camarillo a valorizava e cuidava d, mais se sentia culpada, temia que n?o fosse capaz de retribuir tanto carinho que recebia de todos emsua vida. Av? Camarillo falou novamente, ¡°Bom, ainda faltam quatro pessoas importantes para voc¨º conhecer, vou te apresentar a eles.¡± Enquanto fva, quatro pessoas impacientes j¨¢ estavam se aproximando. Todos eram meninos, tr¨ºs mais velhos e um mais novo. Os meninos mais velhos tinham a mesma idade de Ca, o mais novo tinha cerca de quatro anos, olhos redondos e muito fofo. O menino pequeno segurou a m?o do menino maior e pediu em um tom esperan?oso, ¡°Me levante, quero ver bem minha sobrinha.¡± Ca surpreendeu. Sobrinha? Esse garotinho n?o poderia ser seu parente mais velho, poderia? O menino maior levantou o pequeno, para que ele pudesse ver Ca. O menino pequeno olhou para Ca seus olhos ador¨¢veis, olhou v¨¢rias vezes, at¨¦ que seu rosto ficou vermelho, ¡°Tio, minha sobrinha ¨¦ muito bonita, estou muito feliz.¡± Av¨® Camarillo se aproximou, deu uma beliscada em sua bochecha e disse, ¡°Pequeno, se sua sobrinha n?o fosse bonita, voc¨º n?o estaria satisfeito? Quem te ensinou a julgar as pessoas p apar¨ºncia?¡± O menino perguntou, ¡°O que ¨¦ julgar as pessoas p apar¨ºncia?¡± Av? Camarillo riu, ¡°Eu esqueci que temos um pequeno analfabeto em casa.¡± O menino n?o entendia o que significava ¡°analfabeto¡±, mas podia sentir que n?o era um bom termo, ¡°Tio, voc¨º pode me apresentar a ?¡± ¡°Certo, certo.¡± Av¨® Camarillo assentiu v¨¢rias vezes, ent?oe?ou a apresentar para Ca, ¡°Carlita, estes tr¨ºs maiores s?o trig¨ºmeos, o mais velho ¨¦ o Romeo, o segundo ¨¦ o F¨¦lix, o terceiro ¨¦ o ¨¢lex, o mais novo ¨¦ este pequeno aqui, ¨¦ o Emilio, todo mundo o chama de Milia.¡± Cap铆tulo 1117 Cap¨ªtulo 1117 Cap¨ªtulo 1117 O vov? Camarillo continuou, ¡°¨¢lex ¨¦ o nomepleto do terceiro filho, mas ele tem um apelido, Alexa.¡± Vov¨® Camarillo riu e disse, ¡°Nossa fam¨ªlia Camarillo sempre teve poucas meninas. O primeiro filho da fam¨ªlia do meu irm?o foram tr¨ºs meninos, e s¨® depois que os filhos cresceram, a esposa dele engravidou novamente. Quando souberam da segunda gravidez, todos na casa esperavam que tivesse uma menina, mas no final, teve outro menino. Ent?o, Emilio tamb¨¦m tem um apelido, Milia.¡± Ca riu e disse, ¡°Milia, esse nome ¨¦ bonito.¡± Milia fez um bico e disse, Tio, voc¨º prometeu que minha sobrinha me chamaria de tio, por que voc¨º ainda f meu apelido?¡± Vov? Camarillo apertou levemente as bochechas de Milia, ¡°N¨®s s¨® temos uma menina na familia, como poder¨ªamos escond¨º?¡± A familia Camarillo era grande, mas tinha poucas meninas. Os pais do vov? Camarillo tiveram oito filhos, sete eram meninos e apenas uma era menina. Na gera??o do filho do vov? Camarillo, al¨¦m do quarto filho que teve uma filha, todos os outros eram meninos. E nosos do vov? Camarillo, a situa??o era ainda pior, at¨¦ agora nenhuma fam¨ªlia tinha meninas, eram todos meninos. Todos na fam¨ªlia esperavam que algu¨¦m tivesse uma filha, mas isso nunca aconteceu. Ent?o, quando souberam que o vov? Camarillo traria umaa para casa, os quatro irm?os ficaram muito animados, sentindo que finalmente haveria uma sobrinha na fam¨ªlia, al¨¦m dos sobrinhos. Depois de ouvir isso, Milia tamb¨¦m achou que fazia sentido, ¡°Tio, ent?o voc¨º deveria apresent¨¢ oficialmente para n¨®s.¡± Vov¨® Camarillo empurrou Ca para frente dos quatro, ¡°Esta ¨¦ Ca, do Norte de Be, a partir de agora, ¨¦ minhaa e parente de voc¨ºs. Espero que possam cuidar bem d.¡± Romeo acenou a cabe?a arrogancia, ¡°Ol¨¢! Eu sou o Romeo, o primeiro nesta gera??o, o d¨¦cimo sexto em toda a fam¨ªlia. Voc¨º pode me chamar de tio.¡± Ca, que parecia ter a mesma idade que ele, n?o conseguia chamar Romeo de tio, ¡°Oi, Romeo! Somos da mesma idade, que tal chamarmos um ao outro pelo nome?¡± Romeo ergueu uma sobrancelha, ¡°E voc¨º, vov?? O que acha?¡± Vov? Camarillo respondeu, ¡°Carlita, em tudo o vov? respeita sua opini?o, mas em termos de tratamento, temos que seguir a ordem de parentesco.¡± A fam¨ªlia Camarillo era grande e exigia muito respeito ¨¤ ordem de parentesco. Em sua fam¨ªlia, o tratamento erao na sociedade feudal, nada poderia ser descuidado. Romeo olhou para Ca novamente,o se desafiasse a cham¨¢-lo de tio. Ca n?o queria colocar o vov? Camarillo em uma situa??o dif¨ªcil e decidiu seguir a tradi??o deles, ¡°Oi, tio!¡± ¡°Boa, menina! Aqui est¨¢ seu presente.¡± Romeo disse sorrindo, retirando uma caixa de presente do bolso e entregando para Ca, ¡°Agora que voc¨º me chamou de tio, pode me fr de qualquer coisa que precisar no futuro.¡± Ca aceitou o presente, agradecendo relutantemente, ¡°Obrigada, tio!¡± F¨¦lix deu um passo ¨¤ frente, ¡°Eu tamb¨¦m sou seu tio.¡± Desta vez, Ca concordou, ¡°Oi, tio!¡± F¨¦lix tamb¨¦m deu um presente a Ca, ¡°Boa menina,igo por perto, voc¨º pode viver livremente. N?o precisa ter medo de ningu¨¦m ou de nada.¡± Ca aceitou o presente, ¡°Obrigada, tio!¡± 2 3 2 2 2 Alexa se aproximou, entregando um presente diretamente a Ca, ¡°Eu sou o seu tio.¡± Durante toda a tarde, Ca foi chamando as pessoas at¨¦ que sua boca ficou um pouco dormente, ¡°Obrigada, tio!¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Alexa disse, ¡°N?o vou fr mais nada, o que meu irm?o te disse ¨¦ o que eu queria te dizer. Guarda isso no cora??o, n?o deixe ningu¨¦m te enganar no futuro, n?o seja boba a ponto de n?o saber a quem pedir ajuda.¡± Cap铆tulo 1118 Cap¨ªtulo 1118 Cap¨ªtulo 1118 Quem seria t?o boba? Ca murmurou para si mesma, mas ainda assim assentiu obedientemente, ¡°Obrigada pelo conselho, tio. Eu vou me lembrar.¡± Alexa disse ao av? Camarillo, ¡°Suaa ¨¦ muitopreensiva, eu gosto muito d.¡± Av¨® Camarillo respondeu, ¡°Minha Carlita ¨¦ t?o maravilhosa, ¨¦ ro que todos a amam.¡± Ca se sentiu um pouco envergonhada, ¡°Av? Camarillo, n?o sou amada por todos.¡± O beb¨º ignorado levantou a m?ozinha esfor?o, ¡°E eu, voc¨º pode me chamar de tio tamb¨¦m.¡± Os primeiros eram de sua idade, Ca chamou relutantemente, mas quanto a chamar um beb¨¦ de poucos anos de tio, Ca realmente n?o queria, ¡°Milia, posso teprar doces?¡± O beb¨º olhou para Ca olhos grandes,o se estivesse olhando para um adulto confuso. Ele era uma crian?a que poderia serprada doces? Ele precisava de doces? Ca pensou emo agradar a crian?a, ¡°Milia, eu n?o s¨® vou teprar doces, mas tamb¨¦m muitos brinquedos divertidos, e at¨¦ te levar ao parque de divers?es¡± Milia disse, Irm?o mais velho.¡± Romeo tirou outro presente, o maior de todos, e o entregou ao beb¨º. A m?o de Milia era muito pequena, o presente era muito maior do que sua m?o, t?o grande que ele mal conseguia segurar, ¡°Este presente ¨¦ para voc¨º.¡± Ca riu e disse, Voc¨º ¨¦ t?o pequeno que at¨¦ precisa me dar presentes.¡± Milia disse, ¡°N?o importa qu?o jovem eu seja, ainda sou seu tio.¡± Ca n?o queria chamar, mas todos os olhos estavam n,o se eles continuassem olhando para se n?o chamasse. Sem escolha, Ca levantou a m?o e acariciou a cabe?a do beb¨º, ¡°Oi, tio!¡± Milia disse, ¡°Guarde o presente, se precisar de dinheiro me avise, eu te dou dinheiro.¡± Ca disse, ¡°Eu chamarei de tio, mas n?o preciso do presente.¡± Ouvindo isso, Milia apertou os olhos e soltou algumas l¨¢grimas, ¡°Voc¨º aceita os presentes deles, mas n?o o meu. Voc¨º est¨¢ me desprezando porque eu sou jovem?¡± Ca disse, Tudo bem, tudo bem, eu aceito.¡± Essa fam¨ªlia! Cada um era mais dif¨ªcil de lidar do que o outro. Os mais velhos eram muito s¨¦rios, pareciam dif¨ªceis de lidar. E os jovens, cada um mais inteligente que o outro, deixavam sem saber como lidar eles. Avo Camarillo amava muito Ca, vendo que todos estavam provocando Ca, ele se levantou para expuls¨¢-los, ¡°V?o se ocupar alguma coisa, deixem Carlita descansar um pouco.¡± Voc¨º prometeu que brincariaigo.¡± Milia deslizou do colo de Romeo, caminhou at¨¦ Ca, estendeu os bra?os e abra?ou sua perna, ¡°Eu quero um abra?o!¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Quem poder¨ªa recusar um beb¨¦ t?o fofo? Outros podem ou n?o, Ca n?o sabia, mas n?o podia. se inclinou e pegou o beb¨º, beliscando seu rostinho, ¡°O¡¯tio ainda quer que eu te abrace?¡± O beb¨¦ de repente se aproximou de Ca e deu-lhe um beijo no rosto d. Cap铆tulo 1119 Cap¨ªtulo 1119 Cap¨ªtulo 1119 Quando recebeu um beijo do menino, Ca demorou para processar. Os tr¨¦s irm?os aodo estavam animados e exmaram, ¡°Milia, o que voc¨º est¨¢ fazendo? Voc¨º nunca deixa ningu¨¦m te beijar, nem beija ningu¨¦m, n?o Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. ¨¦?¡± Ele nunca deixava eles a beijarem, mas permitiu que uma pessoa que acabou de conhecer o fizesse. Esse era mesmo o Milia que eles conheciam? Milia franziu a testa, sem entender. ¡°N?o posso beijar minha sobrinha?¡± O av¨® Camarillo interveio. ¡°Pronto, est¨¢ cansada. Deixe descansar um pouco, voc¨ºs v?o brincar.¡± Milia retrucou, ¡°Vou descansar .¡± ¡°N?o!¡± o av? Camarillo insistiu. ¡°Av¨® Camarillo, est¨¢ tudo bem. Se ele quer brincarigo, estou feliz¡±, respondeu Ca. Ca sempre quis ter um filho Marco Ant¨®nio, mas nunca conseguiu. Ter uma crian?a de outra pessoa para abra?ar tamb¨¦m era bom. ¡°Ok¡±, concordou av? Camarillo. ¡°Se voc¨º quer lev¨¢-lo, leve-o. Milia, lembre-se, voc¨º n?o pode perturbar Ca.¡± ¡°Eu sou um bom menino, n?o vou fazer barulho¡±, garantiu Milia. Ca foi novamente entretida por sua voz suave e doce. poderia at¨¦ se elogiar, era muito fofa. A casa do av? Camarillo era uma mans?o muitos quartos, e um quarto muita luz natural j¨¢ havia sido preparado para Ca. O quarto no segundo andar tinha um closet e um escrit¨®rio, al¨¦m de uma grande varanda. Tudo estava dispon¨ªvel. A decora??o e a roupa de cama do quarto estavam de acordo a cor e o estilo que uma jovem gostaria.. Independentemente deo o av? Camarillo a apresentou para a fam¨ªlia hoje, ou dos arranjos que ele fez, Ca podia sentir o amor do av? Camarillo por . Ele a tratavao umaa. Ser¨¢ que realmente tem um rcionamento de sangue o av? Camarillo? Por um tempo, Ca pensou em muitas coisas. pensou na origem de seu pai, naqu carta no di¨¢rio de sua av¨®, nos resultados do teste de DNA entre e sua av¨®. Estava ramente escrito no di¨¢rio de sua av¨® que o segundo filho foi adotado, mas o resultado do teste de DNA entre ¨¦ sua av¨® mostrou que havia um rcionamento de parentesco. Isso significa que seu pai Pedro era realmente o filho de sua av¨®. Ent?o,o explicar aqu carta no di¨¢rio de sua av¨®? 147 Depois de pensar muito, uma suposi??o ousada surgiu na mente de Ca. Seria poss¨ªvel que a mulher que tentoueter suic¨ªdio a crian?a, que foi registrado no di¨¢rio de sua av¨®, fosse realmente sua av¨®? Sua av¨® foi abandonada por um homem sem cora??o. Ele a deixou e a crian?a sem recursos para viver. Quando a av¨® tentoueter suic¨ªdio a crian?a, foi salva pelo av?. Ou talvez a av¨® tivesse percebido que mesmo sem aquele homem, deveria viver bem a crian?a, ent?o se casou com o av?. Para lembrar a si mesma do erro do passado e se desconectarpletamente dele, a av¨® escreveu uma carta para si mesma. No entanto, essa suposi??o foi rapidamente descartada por Ca. Era muito radical e pouco prov¨¢vel. Vendo que Ca estava bastante pensativa depois de voltar para o quarto, Milia se aproximou d. ¡°No que voc¨º est¨¢ pensando?¡± Ca sorriu. ¡°Nada.¡± Milia continuou, ¡°Tio disse que voc¨º est¨¢ cansada, deveria descansar um pouco. Vou ficar aqui voc¨º.¡± Ca respondeu, ¡°N?o estou cansada, e n?o consigo dormir.¡± Milia perguntou, ¡°Por que voc¨º n?o est¨¢ cansada?¡± Antes que Ca pudesse responder, algu¨¦m bateu a porta. Ca pensou que era Marco Ant?nio e deixou a crian?a abrir a porta, mas quem estava dodo de fora n?o era Marco Ant?nio, mas um estranho. O estranho falou educadamente, ¡°Srta. Barcelo, tudo bem? Meu patr?o gostaria de encontr¨¢, ser¨¢ que voc¨º poderia nos dar essa honra?¡± Cap铆tulo 1120 Cap¨ªtulo 1120 Cap¨ªtulo 1120 Ca perguntou, ¡°Quem est¨¢ a¨ª?¡± O estranho respondeu, ¡°A pessoa que voc¨º viu esta tarde, Brito.¡± Surpresa, Ca disse, ¡°Ele quer me ver?¡± O estranho assentiu, ¡°Sim, ele quer conversar voc¨º, tens um tempo livre?¡± Naqu tarde, Brito n?o havia sido muito amig¨¢vel Ca, e at¨¦ chegou a acusar na frente do vov? Camarillo, dizendo que estava interessada na riqueza do av? d. Ca n?o achava que Brito teria boas inten??es ao procur¨¢ em particr, mas nas circunstancias atuais, n?o podia recusar facilmente. ¡°Tudo bem, eu vou voc¨º para v¨º-lo.¡± O estranho disse, ¡°Obrigado! Por favor, venhaigo!¡± Ca disse, ¡°Milia ainda est¨¢ no meu quarto, eu posso entreg¨¢-lo ¨¤ sua fam¨ªlia antes de ir voc¨º?¡± O estranho sorriu, ¡°Srta. Barcelo, vou mandar algu¨¦m pegar Milia. Voc¨º pode ir diretoigo para ver nosso patr?o.¡± Milia, que havia corrido para a porta sem que percebessem, agarrou a barra do vestido de Ca, ¡°Carlita, eu quero ficar voc¨º.¡± Ca estava um pouco em d¨²vida, ¡°E voc¨º, senhor, o que acha?¡± O estranho disse, ¡°Se ele quer ir, leve-o voc¨º.¡± Ca respondeu, ¡°Certo.¡± Ca pegou Milia e seguiu o estranho para fora do pr¨¦dio principal, passando por caminhos sinuosos entre as flores, at¨¦ chegarem a um pavilh?o. Brito estava ali, de costas, e seu olhar j¨¢ estava fixo em Ca. Ca, segurando a m?o de Milia, se aproximou, ¡°Sr. Brito, voc¨º queria me ver?¡± N?velDrama.Org owns this. Brito olhou para Milia, ¡°Por que Milia veio tamb¨¦m?¡± O estranho disse: ¡°Ele estava justamente a Srta. Barcelo. Ele ¨¦ apenas uma crian?a e n?o entende nada, ent?o eu deixei ele vir.¡± Milia disse. ¡°N?o maltrate a irm? mais velha.¡± Brito perguntou, ¡°Quem disse que eu vou maltrat¨¢?¡± Milia disse, ¡°Voc¨º parece assustador.¡± Brito sorriu e seu rosto imediatamente se suavizou, ¡° ¨¦ aa adotada do seu tio, tamb¨¦m ¨¦ da nossa familia Camarillo,o eu poderia maltrat¨¢?¡± Milia disse,¡±Que bom que voc¨º n?o vai.¡± Brito disse, V¨¢ para odo, eu tenho algumas coisas para fr .¡± Milia obedientemente foi se sentar. Ent?o Brito se voltou para Ca, ¡°Voc¨º ¨¦ do Norte de Be?¡± Ca assentiu, ¡°Sim.¡± Brito olhou fixamente para Ca, ¡°Seu nome ¨¦ Ca?¡± Ca respondeu, ¡°Sim.¡± Brito perguntou, ¡°Por que voc¨º n?o tem o sobrenome de sua av¨®?¡± Ca retrucou, ¡°Voc¨º est¨¢ me investigando?¡± Brito respondeu, ¡°Meu irm?o de repente quer adotar uma garota que acabou de conheceroa, eu estou um pouco preocupado. Ent?o, eu mandei algu¨¦m investigar sua origem. Mas n?o se preocupe, eu n?o tenho m¨¢s inten??es, s¨® estou preocupado que ele seja enganado e machucado.¡± Embora ele dissesse que n?o tinha m¨¢s inten??es, Ca ainda se sentia um pouco desconfort¨¢vel por ser investigada por ele. n?o respondeu. Brito continuou, ¡°Voc¨º j¨¢ pensou que a afei??o de Dinis por voc¨º pode ter um motivo?¡± Ca perguntou,/Que motivo?¡± untou Brito disse. ¡°Voc¨º j¨¢ pensou que talvez voc¨¦ realmente seja aa biol¨®gica dele?¡± Cap铆tulo 1121 Cap¨ªtulo 1121 Cap¨ªtulo 1121 Ca j¨¢ tinha pensado nessa ideia, mas antes que pudesse aceitar essa id¨¦ia, desistiu. Quando Brito falou, a mente de Ca ficou em branco, incapaz de dizer uma pvra. Brito continuou, ¡°Seu av? Eduardo Barcelo morreu cedo, voc¨º nunca viu o rosto dele, acho que nem tem uma foto dele em casa, n¨¦?¡± Ca n?o respondeu. Brito estava certo, Ca n?o s¨® nunca tinha visto o av?,o tamb¨¦m n?o tinha visto nenhuma foto dele em casa. apenas ouviu hist¨®rias sobre ele atrav¨¦s de sua avd. Ca se lembra vagamente que, toda vez que a av¨® mencionava o av?, seu humor plorava, ent?o gradualmente parou de tocar no assunto. Anteriormente, Ca sempre pensou que a av¨® ficava triste quando mencionava o av?, porque ele morreu jovem de doen?a. Ent?o, quando cresceu, quase nunca mencionava o av? na frente da av¨®, e a av¨® raramente fva sobre ele . Ser¨¢ que havia algo que n?o sabia? R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Brito respondeu ¨¤ d¨²vida de Ca, ¡°Eu j¨¢ investiguei, seu pai Pedro e seu tio Ign¨¢cio foram criados apenas p sua av¨®, Eduardo n?o existiu.¡± Se o av¨® n?o existia, de onde veio o pai d? Ca disse, Isso ¨¦ imposs¨ªvel! Absolutamente imposs¨ªvel!¡± Brito disse. Voc¨º ¨¦ inteligente, acho que j¨¢ sabe.¡± Ca n?o respondeu. De fato, muitos detalhes, se n?o pensados profundamente, ficam bem. Se pensados profundamente, tudo parece se encaixar. Brito n?o deu tempo para Ca pensar, tirou um rt¨®rio de tr¨¢s, ¡°Este ¨¦ o rt¨®rio que pedi para fazerem depois que te vi esta manh?. ¨® rt¨®rio. confirma que voc¨º realmente do nosso sangue ¨¦ da fam¨ªlia Camarillo.¡± Ca n?o respondeu. Uma s¨¦rie de coisas incr¨ªveis aconteceram uma ap¨®s a outra, Ca n?o conseguia pensar direito. Brito continuou, ¡°S¨® voc¨º e eu sabemos disso agora, eu n?o quero que uma terceira pessoa saiba, pode me prometer?¡± Ca perguntou, ¡°Por qu¨º?¡± Brito disse, ¡°Meu irm?o tem vividoo um morto-vivo por d¨¦cadas por causa da perda da esposa e dos filhos. Agora ele finalmente encontrou outro apoio emocional e pode encarar a perda da esposa e dos filhos. Eu n?o quero que ele saiba a verdade. Se ele souber que a esposa dele morreu recentemente e que ele n?o a encontrou por todos esses anos, ele definitivamente vai desmoronar.¡± Ca entendeu, mas ainda tinha muitas d¨²vidas, ¡°Como voc¨º pode ter certeza que minha av¨® era a esposa do Av? Camarillo?¡± Brito disse, ¡°No quarto do Dinis tem uma foto da sua av¨® quando era jovem, voc¨º pode ir l¨¢ ver.¡± Ca perguntou, ¡°Se voc¨º n?o quer que o Av? Camarillo saiba sobre minha identidade, por que voc¨º quer que eu saiba?¡± Brito disse, ¡°Eu te disse a verdade para deixar voc¨º tranqu. Eu estou disposto a aceitar voc¨ºo minhaa, todos os bens de Dinis tamb¨¦m ser?o seus, ningu¨¦m poder¨¢petir voc¨º enquanto eu estiver aqui.¡± Cap铆tulo 1122 Cap¨ªtulo 1122 Cap¨ªtulo 1122 Ca disse: ¡°Na verdade, eu¡­ Brito a interrompeu: ¡°Sei que voc¨º n?o reconheceu eleo seu av? por causa da heran?a dele, s¨® queria ter certeza disso. Dinis passou a vida toda lutando,o irm?o dele, eu evitaria qualquer coisa que pudesse prejudic¨¢- lo. Voc¨º sabe que ¨¦ a verdadeiraa dele, ent?o deves trat¨¢-lo bem.¡± N?velDrama.Org owns this. Ca respondeu: ¡°N?o necessariamente.¡± Brito perguntou: ¡°¨¦ mesmo?¡± Ca continuou: ¡°Se o vov? Camarillo ¨¦ realmente meu av?, ent?o ele ¨¦ um homem irrespons¨¢vel. Ele abandonou minha av¨® e meu pai quando eles eram jovens. Voc¨º acha que eu poderia tratar bem um homem assim?¡± Brito explicou: ¡°Ele n?o ¨¦ um homem irrespons¨¢vel, nunca pensou em abandonar sua fam¨ªlia. Naqu ¨¦poca, ele foi transferido para o Oeste, e cerca de um ano depois, escreveu uma carta para a fam¨ªlia dizendo que havia conhecido uma garota e queria se casar . Quando a fam¨ªlia viu a carta, me mandaram ao Oeste para ver. Se ele realmente gostava daqu garpta, eu deveria dizer a ele para abandonar essa ideia, porque a familia j¨¢ havia organizado um casamento arranjado para ele. Quando cheguei ao Oeste, Dinis n?o sabia do meu verdadeiro motivo de eu estar l¨¢, e me levou para conhecer a garota, dizendo que queria nos apresentar. Eu conheci a garota que ele gostava. tinha cabelos muito sedosos, gostava de amarr¨¢-los em duas tran?as e parecia muito bonita. Por raz?es pessoais, n?o disse a ele o verdadeiro motivo da minha visita ao Oeste. Quando voltei para casa, menti para a fam¨ªlia, dizendo que eles haviam terminado. Depois disso, eu sempre lia as cartas que ele enviava para a capital primeiro. Se ele mencionasse a garota na carta, eu pegava a carta secretamente, nunca poderia deixar a fam¨ªlia ver. Eu achava que estava ajudando, mas, na verdade, estava prejudicando ele. A verdade sempre vem ¨¤ tona. Um ano depois, ele escreveu uma carta dizendo que se casou a garota e que teve um filho dele. Ele nejava traz¨º para a capital para celebrar o casamento. A carta chegou em um momento inoportuno, eu estava fora da capital a trabalho, ent?o foi entregue ¨¤ fam¨ªlia. A fam¨ªlia j¨¢ havia organizado um casamento arranjado para ele,o poderiam permitir que ele se casasse uma mulher de origem desconhecida. Os mais velhos conheciam seu car¨¢ter e n?o queriam fazer um escandalo. Em vez de irem ao Oeste, fizeram que nossa m?e fingisse estar doente e o enganaram ele para voltar ¨¤ capital. Depois que ele foi enganado para voltar ¨¤ capital, a familia n?o o deixou ele sair, ent?o s tornou muito dificil para ele deixar o lugar. Quando ele finalmente conseguiu voltar, j¨¢ havia se passado meio ano. Ele voltou ao lugar onde eles costumavam viver juntos, mas n?o encontrou sua esposa e filho, apenas ouviu que eles haviam se afogado.¡± Ao ouvir isso, Ca ficou o cora??o apertado: ¡°Essa menina era a minha av¨®?¡± Brito assentiu: ¡°Sim, essa menina era sua av¨®. Voc¨º se sente mal por isso?¡± Ca deu um sorriso frio, ¡° ¨¦ minha av¨®,o eu poderia n?o me sentir mal? Mesmo sem considerar isso, o que passou ¨¦ suficiente para quebrar o cora??o de qualquer um.¡± Brito disse: ¡°Foi minha culpa. Se n?o tivesse escondido naqu ¨¦poca, as coisas n?o teriam sa¨ªdo do controle.¡± Ca respondeu, ¡°N?o tem nada a ver voc¨º, o problema estava nele. Ele sabia que a mulher quem estava prestes a se casar era uma escolha apropriada feita p fam¨ªlia, por que envolver uma mulher inocente?¡± Ca parou de se referir a Diniso vov¨® Camarillo, referindo-se a ele apenaso ¡°ele¡±. Brito estava preocupado, ¡°Ca, seu av? nunca quis abandonar sua av¨® e seu pai. Mesmo depois de ouvira not¨ªcia que eles haviam se afogado, ele passou todos esses anos procurando por eles. Ele sempre teve esperan?a de que um mgre acontecesse, sempre esperou ver sua mulher e seu filho novamente¡­ mas o destino n?o foi gentil ele, s¨® depois que sua av¨® morreu que ele te encontrou.¡± Cap铆tulo 1123 Cap¨ªtulo 1123 Cap¨ªtulo 1123 ¡°Ele disse que n?o sabia, que estava sempre procurando por eles, m?e e filho. Ent?o, ele n?o teve nada a ver o que aconteceu naquele ano?¡± Ca refletia sobre uma carta no di¨¢rio da av¨® L¨ªdia, uma carta que n?o sabia se foi tinha sido escrita por av¨® ou n?o. O conte¨²do da carta a partia o cora??o d. Ca podia sentir o desespero da mulher que escreveu a carta. Naqu ¨¦poca, uma mo?a solteira tendo um filho e o homem que prometeu felicidade para toda a vida de repente desaparece ap¨®s o nascimento do beb¨¦, deixando e o filho para enfrentar o esc¨¢rnio e a expuls?o dos vizinhos. O que Ca passou n?o chega nem perto de um d¨¦cimo do que sua av¨® L¨ªdia passou. tinha a companhia de sua av¨® e amigos e mesmo assim mal conseguia aguentar. Imagine a av¨® d naqu ¨¦poca. Ca n?o sabiao a av¨® L¨ªdia aguentou aqueles dias dif¨ªceis, mas sabia que eram dias de dor que a av¨® Lidia jamais gostava de mencionar. Por isso, a av¨® L¨ªdia mais tarde separoupletamente o seu passado do seu presente, recusando- se at¨¦ a admitir que a pessoa que era no passado ¨¦ a mesma pessoa que ¨¦ agora. Agora pensando nisso, Ca ainda sentia grande dor no cora??o. ¡°Eu li a carta que minha av¨® escreveu. Naqu ¨¦poca, uma mo?a solteira criando um filho sozinha, quanto teve que suportar, ele sabia disso?¡± Brito disse, ¡°Ca, acalme-se, me ou?a.¡± Ca riu friamente e disse, ¡°ro que ele sabia. Ele tamb¨¦m sabia que a fam¨ªlia dele n?o iria deixar ele casar uma mo?a de fora. Ele sabia de tudo, mas antes de voltar para a capital n?o preparou nada para eles, m?e e filho, n?o previu que isso poderia acontecer, apenas deixou minha av¨® enfrentar o desastre sozinha. A ¨²nica coisa a agradecer ¨¦ que minha av¨®, em meio ao esc¨¢rnio, conseguiu sobreviver forte meu pai.¡± Brito disse, ¡°Desculpe!¡± Ca disse, Voc¨ºs n?o me devem nada, n?o se desculpemigo. Se tiverem a chance, v?o at¨¦ Norte de Be, ao cemit¨¦rio, e pe?am desculpas ¨¤ minha av¨®.¡± Brito disse, ¡°Eu irei. O fato de que voc¨º ¨¦ descendente da fam¨ªlia de Camarillo¡­¡± Ca disse, ¡°N?o se preocupe, eu sei que voc¨º quer que eu mantenha segredo. Eu vou manter esse segredo. E tamb¨¦m espero que tudo o que ouvi hoje n?o seja verdade.¡± Brito ficou em sil¨ºncio por um momento. Ca disse, ¡°Se voc¨º n?o tem mais nada, eu vou embora.¡± Brito assentiu, ¡°V¨¢ descansar.¡± Ca virou as costas e saiu. Brito olhou para a figura de Ca se afastando. Ele a julgou mal desta vez. Achando que qualquer pessoa ficaria feliz ao ouvir que ¨¦ descendente da fam¨ªlia de Camarillo por causa do status da fam¨ªlia. Ele n?o imaginava que ainda havia muitas pessoas no mundo que n?o s?o movidas por poder e riqueza. Talvez n?o seja que Ca n?o se importa dinheiro e poder, maso j¨¢ ¨¦ casada um mega rico, j¨¢ tem riqueza infinita, el¨¢ pode ser t?o resoluta. Se ele soubesse que Ca reagiria assim, n?o teria contado a verdade para . Infelizmente, n?o existe ¡°se¡± no mundo. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. ¡°Espere! Voc¨º me abandonou?¡± A doce voz de Milia soou, interrompendo os pensamentos de Brito e fazendo Ca, que estava se afastando rapidamente, parar e olhar para tr¨¢s. Milia correu em dire??o a Ca, ¡°Espere por mim!¡± Ca abriu os bra?os para receber o pequeno corpo macio e perfumado d, ouvindo-a dizer docemente, ¡°Ele ¨¦ muito severo, mas n?o tenha medo dele, eu vou proteger voc¨º. Ca foi tocada por suas pvras, ¡°Eu entendi. Enquanto voc¨º estiverigo, eu n?o terei medo de nada. ¡°Isso mesmo Milia estendeu a m?ozinha gordinha, esfregou a bochecha de Ca e deu um beijo no rosto d. Seus l¨¢bios eram macios, quase derretendo o cora??o d. Cap铆tulo 1124 Cap¨ªtulo 1124 Cap¨ªtulo 1124 imitou Milia, segurando seu rosto e beijando-o v¨¢rias vezes. Milia sorriu prazer. Voc¨ºs n?o acham isso infantil?¡± Romeo apareceu de repente aodo de uma nta verde, a poucos passos deles, olhando para os dois desprezo. Ca retrucou, ¡°E dai que ¨¦ infantil? O que isso tem a ver voc¨º?¡± Romeo caminhou lentamente at¨¦ eles, olhando para Ca, ¡°Eu mal me afastel por um instante, e voc¨º parece uma pessoapletamente diferente. A do?ura anterior era tudo fingimento?¡± Ca respondeu, ¡°Sim, toda a minha obedi¨ºncia e do?ura anteriores eram fingimento. Eu fiz isso para me tornar parte da fam¨ªlia Camarillo epartilhar a vossa heran?a.¡± Romeo franziu a testa, ¡°Por que voc¨º est¨¢ fndo t?o agressivamente? O que aconteceu?¡± Vendo que Ca n?o respondia, Romeo parou e perguntou novamente, ¡°Ele te maltratou?¡± Ca passou Milia para ele, ¡°N?o.¡± Romeo pegou Milia, ¡°Ele ¨¦ bastante conservador em seus pensamentos, muitas coisas t¨ºm a ver status, ent?o as vezes ele pode ser um pouco duro. Mas n?o se preocupe isso. Voc¨º ¨¦ aa de Dinis, contanto que Dinis seja bom voc¨º e goste de voc¨º, isso ¨¦ o que importa.¡± Ca retrucou: ¡°Eu n?o me importo!¡± E isso, se virou e saiu, n?o querendo lidar ningu¨¦m da familia Camarillo. Romeo olhou para Milia em seus bra?os, ¡°O que acabou de acontecer?¡± Milia respondeu, ¡°Brito disse muitas coisas para , todas sobre a av¨® d.¡± Romeo perguntou, ¡°Diga o ponto principal.¡± Milia respondeu, ¡°Se eu ouvi corretamente, ¨¦ aa leg¨ªtima de Dinis.¡± ¡°O qu¨º?¡± Romeo exmou, ent?o deu a Milia um olhar de aprova??o, ¡°Bom trabalho, continue assim. Mas n?o conte isso ningu¨¦m ainda, you confirmar isso.¡± Milia perguntou, ¡°E a coisa que voc¨º prometeu?¡± Romeo respondeu, ¡°N?o se preocupe, n?o vou te decepcionar, sua pequena espertinha!¡± Milia retrucou, ¡°N?o me chame de espertinha!¡± Romeo respondeu, ¡°Mas voc¨º ¨¦ uma espertinha, por que eu n?o posso dizer isso?¡± Milia retrucou, ¡°Se voc¨º continuar, eu n?o vou te ajudar mais.¡± Romeo respondeu, ¡°Tudo bem, eu n?o vou dizer.¡± 2 2 2 2 2 8222 Ca voltou para o quarto d, esperando encontrar Marco Ant?nio l¨¢ tamb¨¦m. Ele ainda estava vestido uma simples camisa branca e cal?as pretas, sentado elegantemente no sof¨¢ de um lugar, um tablet em suas m?os, parecendo estar lendo alguns documentos. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Ao ouvir um som, ele imediatamente olhou para , ¡°Onde voc¨º esteve?¡± Ca andou at¨¦ ele, ¡°Eu quero que voc¨º me abrace.¡± Marco Ant?nio estendeu a m?o para pux¨¢ para seus bra?os, esfregando o queixo em sua testa, ¡°Me diga, quem fez voc¨º se sentir mal?¡± Ca enterrou a cabe?a em seu peito, inndo seu cheiro agrad¨¢vel e esfregando contra ele avidez, ¡°Quem disse que eu estava me sentindo mal?¡± Marco Ant¨®nio abaixou a cabe?a e deu um beijo suave em seus l¨¢bios rosados e macios, ent?o sussurrou, ¡°Voc¨º voltou querendo que eu te abra?asse, cara triste, eu preciso que algu¨¦m me diga?¡± Ca, ¡°Algumas coisas aconteceram, mas ningu¨¦m me maltratou.¡± Marco Ant?nio, ¡°O que aconteceu? Voc¨º pode me contar?¡± Cap铆tulo 1125 Cap¨ªtulo 1125 Cap¨ªtulo 1125 Ca perguntou: ¡°Voc¨º ainda lembra daqu carta de despedida no di¨¢rio da minha av¨®?¡± Marco Ant?nio acenou a cabe?a, ¡°Eu me lembro.¡± Ca prosseguiu: ¡°Voc¨º acha que a m?e que escreveu a carta ¨¦ digna de pena? Se ainda estivesse viva, teria cuidado de seus filhos¡­¡± Marco Ant?nio a interrompeu: ¡°Voc¨º j¨¢ descobriu, n?o ¨¦?¡± Ca ficou surpresa, levou alguns segundos para reagir: ¡°Quando voc¨º descobriu?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Depois de ver aqu carta, eu suspeitel que quem a escreveu aqu carta era sua av¨®, ent?o pedi a algu¨¦m para investigar um pouco e, surpreendentemente, descobri algumas coisas.¡± Ca perguntou ansiosamente: ¡°O que voc¨º descobriu?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Acontece que seu av? Eduardo nunca existiu, ele era apenas uma inven??o de sua av¨®. Sua av¨® veio para o Norte de Be seu pai, dizendo a todos que seu marido havia falecido, e esse marido que ningu¨¦m nunca viu era Eduardo.¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Ca disse amargamente: ¡°Voc¨º percebeu, mas eu n?o.¡± Marco Ant?nio acariciou sua cabe?a, confortando a suavemente: ¡°Porque voc¨º estava muito preocupada sua av¨® para pensar direito, n?o se culpe.¡± Ca perguntou: ¡°Ent?oo voc¨º sabe quem ¨¦ o meu verdadeiro av??¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Eu ainda n?o descobri quem ¨¦ o seu verdadeiro av?. Depois que sua av¨® chegou ao Norte de Be seu pai, mudou de nome. Como voc¨º sabe, naqu ¨¦poca, a identifica??o era bastante casual. Sua av¨® pagou um pouco de dinheiro para algu¨¦m ser seu fiador e facilmente conseguiu uma nova identidade, ent?o ningu¨¦m em Norte de Be que a conhecia sabia quem era antes. Como n?o consigo encontrar sua identidade anterior, n?o consigo encontrar seu verdadeiro av?.¡± Ca sabia porque Marco Ant?nio n?o descobriu e por qu¨¦ que Brito descobriu. Porque Brito conhecia sua av¨®, tinha visto sua av¨® e sabia sobre o passado d, ent?o assim que viu uma foto de sua av¨®, ele saberia quem era. Mas Marco Ant?nio era diferente, ele nunca tinha vistoo sua av¨® era quando jovem, ent?o naturalmente precisaria de mais tempo, dinheiro e energia para investigar. Ca disse: ¡°Voc¨º n?o precisa mais pesquisar, isso n?o ¨¦ mais importante.¡± Marco Ant?nio perguntou: ¡°Voc¨º descobriu?¡± Ca disse: ¡°Lucas Bento, n?o pode parar de ser t?o inteligente? Eu n?o disse nada e voc¨º j¨¢ sabe de tudo.¡± Marco Ant?nio a abra?ou, sorrindo: ¡°Foi Brito quem te ajudou a descobrir? Ele estava preocupado que voc¨º tivesse m¨¢s inten??es av? Camarillo?¡± ¡°Sim, foi ele quem me ajudou a descobrir.¡± Ca n?o queria esconder nada de Marco Ant?nio, mas teve que obedecer a Brito nesta mat¨¦ria, guardando o segredo de que av? Camarillo era seu verdadeiro av? para sempre em seu cora??o,o se nada tivesse acontecido. Mas no segundo seguinte Marco Ant?nio revelou o segredo que Ca queria esconder, ¡°avo Camarillo gostou de voc¨º desde a primeira vez que te viu, ele se sentiu muito pr¨®ximo de voc¨º, ent?o essa deve ser a atra??o do parentesco.¡± Ca, surpresa, olhou para ele os olhos arregdos: ¡°Quem te disse que meu verdadeiro av? ¨¦ av? Camarillo?¡± Marco Ant¨®nio disse: ¡°Eu acabei de adivinhar.¡± Ca perguntou: ¡°Como voc¨º adivinhou?¡± Marco Ant?nio continuou: ¡°Se olharmos para este problema de diferentes angulos, podemos ver que o conte¨²do registrado nos di¨¢rios de av? Camarillo e av¨® L¨ªdia s?o consistentes.¡± No di¨¢rio da av¨® L¨ªdia estava escrito que seu pai era um menino que tinha encontrado, mas o teste de DNA que voc¨º e a av¨® L¨ªdia fizeram mostrou que voc¨ºs eram parentes. Havia definitivamente uma contradi??o. Se seguirmos essa pista, tudo se tornar¨¢ ro. Ca n?o pode deixar deentar, ¡°Que sorte a minha, por ser sua esposa e n?o sua inimiga. Caso contr¨¢rio, eu poderia ter morrido nas suas m?os sem aviso.¡± Marco Ant¨®nio riu, ¡°Brito p?o queria que voc¨º contasse a verdade para o av¨® Camarillo, queria?¡± Ca perguntou, ¡°Lucas Bento, voc¨º ainda ¨¦ normal? Brito estava conversandoigo e voc¨º estava ao meudo?¡± Marco Ant¨®nio respondeu, ¡°Foi a express?o de tristeza no seu rosto quando voc¨º voltou, que me fez entender tudo isso.¡± Ca se calou. Cap铆tulo 1126 Cap¨ªtulo 1126 Cap¨ªtulo 1126 Marco Ant?nio, repentinamente, segurou o queixo de Ca, obrigando-a a olhar para ele, ¡°Voc¨º acha que eu sou assustador?¡± Ca bn?ou a cabe?a, ¡°N?o.¡± Marco Ant?nio baixou a cabe?a e a beijou, ¡°Pequena mentirosa!¡± N?velDrama.Org owns this. ¡°Eu n?o te enganei. Ca se aninhou nele e ficou em sil¨ºncio por um momento, ¡°Eu quero voltar para Salvador, n?o quero mais ficar aqui.¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Voc¨º descobriu que av? Camarillo ¨¦ seu av? de verdade, agora voc¨º n?o est¨¢ feliz?¡± Ca respondeu, ¡°Eu n?o posso dizer que n?o estou feliz, eu s¨® n?o consigo descrever o que estou sentindo.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Ca, ¨¦ verdade que a dor sua av¨® sofreu foi causada por av? Camarillo, mas ele n?o fez isso de prop¨®sito. Voc¨º precisa saber que, sempre que fmos sobre av¨® L¨ªdia, av? Carnarillo se sente mais culpado do que qualquer um. Essa culpa e remorso duraram d¨¦cadas, n?o apenas dias ou anos¡­¡± Ca o interrompeu, ¡°E dai?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°N?o ¨¦ nada, eu s¨® espero que voc¨º pense bem, para n?o fazer algo de que se arrependa depois. Av? Camarillo j¨¢ est¨¢ v¨¦lho, ele n?o tem muitos anos de vida.¡± Ca respondeu sombriamente, ¡°Eu sei.¡± acabou de encontrar um parente, mas agora tem que enfrentar a dor de perd¨º-lo. Em vez disso, Ca preferia n?o o conhecer. Marco Ant?nio acariciou as costas de Ca,o se estivesse acalmando uma crian?a, ¡°Voc¨º quer dormir um pouco?¡± Ca disse, ¡°Eu tenho coisas na minha cabe?a, n?o consigo dormir. S¨® Brito, voc¨º e eu sabemos que av? Camarillo ¨¦ meu av? de verdade, n?o podemos deixar uma quarta pessoa descobrir, especialmente av? Camarillo, voc¨º tem que me ajudar a guardar esse segredo! Marco Ant?nio disse, ¡°Quem te disse que s¨® n¨®s tr¨ºs sabemos?¡± Ca perguntou, ¡°Quem mais sabe?¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Romeu provavelmente j¨¢ sabe.¡± Ca disse, ¡°Ele n?o estavaigo,o ele poderia saber?¡± Marco Ant?nio a lembrou, ¡°Milia tamb¨¦m n?o estava voc¨º, estava?¡± Ca disse, ¡°Milia s¨® tem quatro anos, mesmo que ele ouvisse, ele n?o entenderia.¡± Marco Ant?nio pensou, Ca sempre foi uma garota inteligente,o poderia ser t?o lenta hoje, ¡°N?o subestime ele, ele ¨¦ diferente de outras crian?as de quatro anos.¡± Ca disse, ¡°Eu sei que ele ¨¦ inteligente, s¨® de ouvi-lo fr eu posso sentir que ele ¨¦ mais expressivo do que outras crian?as da sua idade, mas, de qualquer forma, ele ¨¦ apenas uma crian?a de quatro anos.¡± Marco Ant?nio sabia que Milia n?o tinha nenhuma m¨¢ inten??o em r??o a Ca, ent?o ele n?o corrigiu Ca, ¡°Tudo bem, ele ¨¦ apenas uma crian?a de quatro anos.¡± Ca disse,¡±Que atitude ¨¦ essa?¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Isso tamb¨¦m n?o ¨¦ bom? Como voc¨º quer que eu fale?¡± 2 8 2 0 0 2 0 0 2 0 0 2 Ca abra?ou seu pesco?o e disse, ¡°Desde que voc¨º me diga para ter cuidado, eu serei cuidadosa, vou te ouvir. Sempre, a pessoa em quem mais confio ¨¦ voc¨º.¡± Isso deixou Marco Ant?nio muito feliz, mas tamb¨¦m um pouco preocupado, ¡°Ca, voc¨º tem que se lembrar, al¨¦m de voc¨º mesma, voc¨º n?o pode confiar totalmente em ningu¨¦m neste mundo.¡± Ca, ¡°O que voc¨º quer dizer?¡± Marco Ant?nio, ¡°Eu s¨® quero te dizer que as pessoas s?o assim.¡± Cap铆tulo 1127 Cap¨ªtulo 1127 Cap¨ªtulo 1127 A Ca n?o queria ouvir a aqus pvras que a deixavam inquieta, ent?o se aproximou do Marco Ant?nio novamente, ¡°O Av¨­ Camarillo me levou para conhecer muitas pessoas esta tarde, a onde voc¨º estava? Eu n?o te vi emdo nenhum.¡± A Ca pensou que o av? Camarillo a apresentar¨ªa a todos incluindo o Marco Ant?nio. ?? ? ? ? ? ? Mas na mans?o da fam¨ªlia Camarillo, o Marco Ant?nio havia desaparecido e n?o o viu durante toda a tarde. O Marco Antonio acariciou delicadamente na cabe?a d, ¡°O que foi? Sentiu a minha falta?¡± A Ca n?o escondendo seus sentimentos disse: ¡°Sim, eu sinto muito a sua falta. Mais do que eu imaginava.¡± A Ca n?o tinha certeza de quando exatamente o Marco Ant?nio passou a ocupar um lugar importante em sua vida. Essas pvras tocaram profundamente no Marco Ant?nio. Ele sempre quis ouvir algo assim, mas ao mesmo tempo temia ouvir, ¡°E voc¨º sente f de mim tamb¨¦m?¡± A Ca olhou para ele, a cara avermelhada e sussurrou baixinho, ¡°Eu sinto muito a sua falta, sem voc¨º ao meudo, eu me sinto sempre distra¨ªda.¡± O Marco Ant?nio tentou contrr o impulso de a beijar, ¡°Isso n?o ¨¦ um bom sinal, uma pessoa n?o pode ser muito dependente de outra.¡± A Cae?ou a se sentir ansiosa, ¡°Marco Ant?nio, estou dizendo que sinto sua falta, basta voc¨º me dizer que tamb¨¦m sente a minha. N?o quero ouvir nenhuma an¨¢lise racional!¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°Amor ¨¦ atra??o m¨²tua entre duas pessoas, mas no final, todos n¨®s precisamos de raz?o.¡± A Ca gritou frustrada, ¡°Marco Ant?nio, voc¨º quer me matar de raiva para depois ir atr¨¢s de mulheres jovens e bonitas?¡± O Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu n?o tenho nenhuma inten??o desse tipo.¡± A Ca disse, ¡°Voc¨º ainda tem consci¨ºncia?!. Aonde voc¨º estava essa tarde?¡± O Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu tinha marcado de jogar bridge o Juan e o Ravi.¡± A Ca perguntou ci¨²mes, ¡°Com quem voc¨º marcou? Mulheres ou homens? Era algo importante?¡± O Marco Ant?nio respondeu, ¡°Benigno.¡± Ao ouvir esse nome, a Ca se calou imediatamente. Para tal figura importante realmente valia a pena que o Marco Ant?nio a tivesse deixado. O Marco Ant?nio perguntou, ¡°Por que voc¨º parou de fr?¡± A Ca respondeu, ¡°N?o sei o que dizer.¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°N?o importa o que voc¨º me diga, meus ouvidos sempre estar?o abertos para voc¨º.¡± A Ca pensou por um momento, ¡°Minha av¨®, minha m?e e a Kira Heitor, eles realmente foram para o c¨¦u? ¨¤s vezes acho que tudo isso ¨¦ apenas um sonho longo, e que quando acordar, tudo voltar¨¢ ao normal. Quando acordar, todas s estar?o diante de mim.¡± O Marco Ant?nio n?o soube responder a essas perguntas, ent?o ele baixou a cabe?a e a beijou¡­ This is from N?velDrama.Org. Justo quando estavam se beijando profundamente, ouviram uma batida na porta e a voz do av? Camarillo, ¡°Carlita, voc¨º est¨¢ no quarto?¡± A Ca assustou-se, e logo empurrou no Marco Ant?nio ee?ou a ajustar suas roupas em panico. Por causa da tens?o, suas roupas ficaram ainda mais bagun?adas e seu rosto ficou muito avermelhado, ¡°O que eu fa?o? Como vou deixar o av? Camarillo me ver desse jeito?¡± O Marco Ant?nio deu um pequeno sorriso, ¡°V¨¢ se arrumar no banheiro, eu vou lidar o av? Camarillo.¡± ¡°Certo, por que eu n?o pensei nisso antes? N?o deixe av? Camarillo entrar, quando eu estiver pronta, eu o verei.¡± Dizendo isso, a Ca correu para o banheiro. S¨® quando ouviu a porta do banheiro se fechar, o Marco Ant?nio se levantou lentamente para abrir a porta. A porta se abriu e l¨¢ estava o Marco Ant?nio. Num piscar de olhos, o sorriso no rosto do vov? Camarillo desapareceu. ¡°O que voc¨º est¨¢ fazendo aqui?¡± Cap铆tulo 1128 Cap¨ªtulo 1128 Cap¨ªtulo 1128 O Marco Ant?nio sorriu e disse, ¡°Se a Ca est¨¢ aqui, eu tamb¨¦m estou. Ou acha que eu estar¨ªa noutro lugar?¡± O Av? Camarillo n?o tinha tempo para discutir, ¡°Onde est¨¢ a Carlita? Chame a Carlita, eu tenho algo para perguntar pra .¡± O Marco Ant?nio respondeu, ¡° n?o esta ocupada agora.¡± ¡°Como assim? N?o se meta entre eu e , ¨¦ minhaa.¡± A voz do av? Camarillo estava cada vez mais baixa. Porque ele viu a ferida nos l¨¢bios do Marco Ant?nio, certamente mordida p Ca, ¡°Quando estiver dispon¨ªvel, informe para me procurar.¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°Tudo bem, v¨¢ calma,¡± O Avo Camarillo deu alguns passos, depois voltou e encarou no Marco Ant?nio, ¡°Ainda ¨¦ cedo, a Carlita tem um jantar para participar, controlem-se.¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°Vou me contrr.¡± O Avo Camarillo disse. ¡°Voc¨º ta agindoo um homem qualquer, s¨® a cabe?a quente pensando em se aliviar, eu n?o tinha essa impress?o de voc¨º.¡± Marco Ant?nio disse, ¡®Nunca ¨¦ tarde demais para me conhecer melhor.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°Voc¨º est¨¢ tentando me irritar de prop¨®sito?¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°N?o quero te irritar, s¨® quero dizer que se algo acontecer, sabe onde me encontrar O Avo Camarillo disse, ¡°Como voc¨º saberia de algo que eu mesmo n?o sei?¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°Voc¨º sabe que o Brito falou a Ca sozinho?¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. O Av? Camarillo disse, ¡°A Carlita te contou isso? Ele fez algo de errado ?¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°Voc¨º conhece ele melhor que eu, ele n?o faria nada uma garotinha, ele s¨® est¨¢ preocupado que voc¨º seja enganado.¡± O Avo Camarillo disse, ¡°Mesmo que ele esteja preocupadoigo, isso n?o o d¨¢ direito de fazer algo com Carlita. O ritual de reconhecimento j¨¢ aconteceu, a Carlita ¨¦ minhaa agora. Ningu¨¦m deve fazer sofrer, inclusive voc¨º.¡± O Marco Ant?nio precisava de ouvir isso, ¡°Lembre-se dessas pvras, se algu¨¦m tentar fazer algo com a Ca, voc¨º deve sempre a proteger.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°ro que sim.¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°Tenho alguns assuntos para resolver no Grupo Ant?nio, tenho que voltar para Salvador imediatamente. Deixo a Ca voc¨º. Voc¨º pode deix¨¢ ficar na capital por mais alguns dias.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°S¨¦rio? Voc¨º deixar¨¢ sua esposa ficar na capitaligo?¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°O Fl¨¢vio tem alguns mal-entendidos connosco, para evitar que ele fa?a algo, tenho de estar l¨¢. A Carlita estar¨¢ mais segura ao seudo.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°Fl¨¢vio? O louco da fam¨ªlia Henrique?¡± O Marco Ant?nio assentiu, ¡°Sim.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°Voc¨ºs n?o eram amigos? Voc¨ºs se conhecem desde a faculdade,o ¨¦ que se tornaram inimigos?¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°¨¦plicado demais para explicar agora. Deixe a Ca ficar voc¨º, tente n?o deixar sair muito nos pr¨®ximos d¨ªas, quando puder voltar para Salvador, eu venho a buscar.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°H¨¢ algo em que eu possa ajudar?¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°Por favor, apenas cuide bem da Ca.¡± O Av¨® Camarillo disse, ¡°Cuidar da minhaa ¨¦ minha responsabilidade, estou perguntando sobre outras coisas.¡± O Marco Ant?nio falou, ¡°N?o precisa se preocupar o resto.¡± O Vov? Camarillo sorriu, seus olhos cheios de admira??o pelo Marco Ant?nio, ¡°Eu conhe?o a tua capacidade, realmente n?o precisas da minha ajuda.¡± O Marco Ant?nio falou, ¡°Voy¨¦mbora agora, mais tarde voc¨º informa pra Ca sobre isso.¡± O Vov¨® Camarillo perguntou, ¡°Est¨¢ tanta pressa assim? N?o pode nem esperar chegar pra fr para pessoalmente?¡± O Marco Ant?nio respondeu, ¡°Sim, o assunto ¨¦ urgente. Vou mandar uma mensagem pra quando estiver na estrada.¡± Cap铆tulo 1129 Cap¨ªtulo 1129 Cap¨ªtulo 1129 O av¨® Camarillo disse, ¡°Certo, voc¨º pode ir. Tenha cuidado! dirija cuidado, n?o crie sofrimento nenhum para a Ca.¡± O Marco Ant?nio respondeu, ¡°Farei o melhor que posso.¡± Ele faria todo o poss¨ªvel para se manter vivo, e se isso estivesse fora do seu controle, faria de tudo para garantir um futuro providenciado para a Ca. Mesmo que no futuro ele n?o pudesse estar dodo d, a Ca poder¨ªa levar uma vida sem preocupa??es. Observando nas figura de Marco Ant?nio caminhando em dire??o ¨¤s escada, at¨¦ ele desaparecer de vista, o av? Camarillo finalmente tirou os olhos dele, ¡°Ele est¨¢ agindo um pouco estranho.¡± ¡°Av? Camarillo, quem esta agindo estranho?¡± A Ca saiu do banheiro arrumando sua roupa, ouvindo o av? Camarillo murmurar para si mesmo. O Av¨® Camarillo n?o respondeu a Ca, mas imediatamente a puxou para encarar n, ¡°Brito veio te encontrar sozinho? Ele te fez algum mal?* A Ca sorriu, ¡°Ele disse que vai me proteger.¡± O Av? Camarillo perguntou, ¡°De verdade?¡± ¡°ro que sim.¡± Ca olhou em volta, ¡°Av¨® Camarillo, voc¨º viu o Marco Ant?nio?¡± O Avo Camarillo respondeu, ¡°Ele disse que voltou para Salvador.¡± ¡°Ele voltou para Salvador? Ele n?o me esperou para voltar para Salvadorigo?¡± A Ca pegou no seu celr, querendo ligar para Marco Ant?nio, e logo recebeu uma mensagem dele. Ele disse, [Ca, preciso ir ao exterior para resolver algumas coisas. Fique na Capital e fique o Av? Camarillo, quando eu voltar do exterior, virei te buscar para voltarmos juntos para casa.] ¡°O qu¨º?¡± Ele n?o a avisou e simplesmente partiu, a Ca se sentiu ansiosa, e imediatamente ligou para Marco Ant?nio. Depois de atender o telefone, ele disse, ¡°Ca, me desculpe, estou esperando uma liga??o de um cliente importante, te ligo mais tarde.¡± Depois de dizer isso, ele desligou o telefone, sem dar a a chance de fr. A Ca guardou o celr, sentindo-se desconfort¨¢vel. This is from N?velDrama.Org. sabia que o trabalho era muito importante para o Marco Ant?nio, mas quando ligou para ele, ele n?o a deu chance de fr e simplesmente cortou a chamada, isso era demais. O Av? Camarillo perguntou, ¡°Carlita, t¨¢ tudo certo?¡± A Ca bn?ou a cabe?a, ignorando o tumulto em seu cora??o, ¡°Estou bem.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°O jantar est¨¢ prestes ae?ar, vamos descer juntos.¡± A Ca respondeu, ¡°Certo.¡± Enquanto isso, o Marco Ant?nio, sentado no carro, fumava sem parar. N?o demorou muito para que o cinzeiro estivesse cheio de bitucas de cigarro. O Bruco olhou para ele, querendo fr v¨¢rias vezes, mas se conteve. Somente quando o Marco Ant?nio abriu o segundo ma?o de cigarros, o Bruco n?o conseguiu se conter e disse, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º j¨¢ tinha parado de fumar h¨¢ tanto tempo, por quee?ou novamente?¡± O Marco Ant?nio n?o respondeu, terminou um cigarro e acendeu outro, o carro estava cheio de fuma?a. O Bruco disse cuidadosamente, ¡°Diretor Ant?nio, em t?o pouco tempo, voc¨º j¨¢ fumou dois ma?os. Mesmo que voc¨º seja forte, seu corpo n?o ir¨¢ aguenta.¡± O Marco Ant?nio bateu as cinzas do cigarro, olhou para ele e perguntou, ¡°H¨¢ quanto tempo voc¨º est¨¢ comigo?¡± O Bruco disse,¡±Quinze anos. Se n?o fosse por voc¨º, eu acho que minha fam¨ªlia e eu teriamos morrido h¨¢ muito tempo. Voc¨º nos salvou, e sempre me lembro disso.¡± O Marco Ant?nio perguntou, ¡°Voc¨º sabe por que eu coloquei o seu irm?o a Ca e n?o voc¨º?¡± Cap铆tulo 1130 Cap¨ªtulo 1130 Cap¨ªtulo 1130 O Bruco respondeu, ¡°Sera que ¨¦ porque o Bruno ¨¦ mais dedicado no trabalho?¡± O Marco Ant?nio, ¡°Porque ele pensa menos, eu mando ele fazer algo, ele faz, sem dizer mais nada¡± O Bruco ficou em sil¨ºncio. Ent?o, o Diretor Ant?nio n?o gostava da abundancia de ideias do Bruco. Mas ele n?o tinha outras ideias. Mesmo que o Diretor Ant?nio o mandasse morrer, se o Diretor Ant?nio fsse, ele n?o hesitaria em oferecer sua pr¨®pria vida. Ele continuou, ¡°Diretor Ant?nio, estou disposto a me sacrificar por voc¨º.¡± O Marco Ant?nio gostou dessa frase, ¡°A partir de hoje, voc¨º e o Bruno proteger?o a Ca juntos¡± Bruco, ¡°E se voc¨º nos afastar, o que vai fazer? Voc¨º deveria estar ciente dos movimentos que o Andreo tem feito, ele certamente n?o vai te deixar em paz.¡± O Marco Ant?nio franziu a testa e olhou friamente para o Bruco. Bruco soube o que esse olhar de Marco Ant?nio significava, ¡°Diretor Ant?nio, n?o ¨¦ que eu n?o esteja te ouvindo, estou apenas me preocupado sua seguran?a¡­ Mesmo que o Marco Ant?nio n?o fsse, a voz de Bruco se tornou cada vez mais baixa, finalmente disse em voz baixa sob o olhar do Marco Ant?nio, ¡°Entendido!¡± Recebendo uma resposta satisfat¨®ria, o Marco Ant?nio desviou o olhar e continuou a fumar, depois come?ou a tossir r¨¦pentinamente, tossiu algumas vezes e at¨¦ cuspiu sangue. Bruco deu um pulo de susto, ¡°Diretor Ant?nio¡­¡± ¡°Minha condi??o, a Ca n?o pode saber, caso contr¨¢rio eu te mato.¡± Depois de dizer isso, o Marco Ant?nio desmaiou. ¡°Tudo bem, eu n?o vou fr nada para .¡± O Bruco ansiosamente ligou para o Dr. Donato, ¡°Dr. Donato, voc¨º est¨¢ por perto? Venha r¨¢pido, o Diretor Ant?nio est¨¢ doente.¡± Logo, o Dr. Donato chegou apressadamente. Quando viu o Marco Ant?nio encostado silenciosamente no assento, p¨¢lido, o Dr. Donato n?o p?de deixar de se sentir ansioso, ¡°Marco! o que aconteceu?¡± O Bruco, ¡°Eu tamb¨¦m n?o sei. Depois que sa¨ªmos da familia Camarillo, ele ficou no carro fumando cigarro depois de cigarro e de seguidae?ou a cuspir sangue e desmaiou.¡± Dr. Donato, ¡°V¨¢ para o hospital imediatamente. Ele est¨¢ muito doente agora, ele precisa de ajuda especial.¡± ¡°T¨¢ Certo.¡± O Bruco pisou no acelerador imediatamente, o carro saiu em disparada, indo em dire??o ao hospital mais famoso da capital. No caminho para o hospital, o Dr. Donato fez os primeiros socorros no Marco Ant?nio, ent?o, antes de chegar ao hospital, o Marco Ant?nio recuperou a consci¨¨ncia. Ele abriu os olhos, ¡°Ca?¡± Dr. Donato, ¡°N?o ¨¦ Ca, sou eu.¡± N?o ouvindo a voz familiar, e n?o vendo a pessoa que ele queria ver quando abriu os olhos, o Marco Ant?nio ficou desapontado. Dr. Donato disse, ¡°Se voc¨º valoriza tanto a Ca, por que n?o cuida melhor de si mesmo? Por que esperar at¨¦ desmaiar para nos contar o qu?o grave ¨¦ sua condi??o?¡± O Marco Ant?nio deu um sorriso fraco, sem responder. Dr. Donato gritou ansiosamente para ele, ¡°Marco Ant?nio, voc¨º n?o quer mais viver? Por que voc¨º insiste em prejudicar seu corpo dessa maneira? Voc¨º quer que eu ligue para a Ca agora?¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Mencionando a Ca, os olhos de Marco Ant?nio instantaneamente ficaram frios, todo o seu corpo ficou cheio de aura assassina aterrorizante, mas ele n?o falou, apenas olhou friamente para o Dr. Donato. Dr. Donato sabia que n?o podia mais continuar fndo, ¡°Voc¨º sabe bem o qu?o p¨¦ssima est¨¢ sua sa¨²de. Seu cora??o parecia que ia parar agora h¨¢ pouco, voc¨º tem ideia do quanto eu fiquei preocupado voc¨º?¡± Cap铆tulo 1131 Cap¨ªtulo 1131 Cap¨ªtulo 1131 Depois de algum tempo, quando o Dr. Donato quase pensava que Marco Ant?nio n?o iria responder, ouviu-o dizer lentamente, ¡°P¨® Derretido Intestinal, voc¨º deve ter ouvido fr disso, certo?* O Dr. Donato pensou que tinha ouvido errado. ¡°O qu¨¦?¡± Marco Ant?nio repetiu, ¡°P¨® Derretido Intestinal!¡± N?velDrama.Org owns this. P¨® Derretido Intestinal, que tinha a capacidade de destruir gradualmente os ¨®rg?os internos de humanos ou animals, torturando-os at¨¦ a morte. Dr. Donato tinha ouvido fr disso h¨¢ vinte anos atr¨¢z, mas na ¨¦poca apenas foi introduzido brevemente, e depois foi dito que era apenas um boato, que tal droga na verdade n?o existia, ent?o a hist¨®ria ficou por isso mesmo. Agora, ouvindo novamente nessa pvra, um arrepio correu p espinha de Dr. Donato, ¡°Marco, como voc¨º sabe disso? Aonde ouviu fr disso?¡± O Marco Ant?nio levantou os olhos, olhando fixamente para frente. ¡°Foi o Andreo que me contou.¡± Ao ouvir o nome de Andreo, o Dr. Donato tremeu. ¡°Ele te disse? Aqu droga foi feita pelos homens dele?¡± Se acontecesse qualquer outra pessoa, poderia ser um boato, mas se era sobre o Andreo, ent?o com certeza era verdade. O Dr. Donato ficou medo. ¡°Marco, ser¨¢ que ele¡­ O Dr. Donato parou a tempo, ele nem se atrevia a continuar pensando, porque os pensamentos em sua mente eram cru¨¦is de mais. O Marco Ant?nio puxou um sorriso amargo, ¡°Exatamenteo voc¨º pensa, foram os homens dele que me injetaram aqu droga.¡± O Dr. Donato perguntou, ¡°Quando? N¨®s temos que ir ao hospital imediatamente, para expelir a droga do seu corpo o mais r¨¢pido poss¨ªvel. O Marco Ant?nio respondeu, ¡°Quando eu era mais novo, quando tinha por volta de cinco anos, o que mais podemos fazer agora?¡± O Dr. Donato ficou em sil¨ºncio. O Marco Ant?nio continuou, ¡°O Andreo me usouo cobaia para a fabrica??o dessa droga. Ele fez seus homens criarem a droga e me injetaram , querendo ver se, vinte anos depois, meus ¨®rg?os internos estar¨ªam corro¨ªdos.¡± O Dr. Donato n?o p?de acreditar, ou melhor, n?o quis acreditar que tal crueldade poder¨ªa acontecer com o Marco Ant¨®nio. ¡°Pessoas que foram injetadas essa droga n?o vivem mais do que vinte anos, mas voc¨º j¨¢ est¨¢ vinte e tr¨ºs. Isso ¨¦ absolutamente imposs¨ªvel¡­¡± O Marco Ant?nio disse, ¡°Eu conhe?o melhor o meu pr¨®prio estado de sa¨²de do que qualquer outra pessoa.¡± Dr. Donato disse, ¡°Mas quando te fiz uma tomografia h¨¢ pouco tempo, n?o detetei nenhum problema em seus ¨®rg?os internos¡­ vamos ao hospital verificar novamente.¡± O Marco Ant?nio se recostou no assento do carro fraqueza, ¡°N¨®s realmente dever¨ªamos verificar, se existe a menor chance de sobreviver.¡± Mesmo dor, ele tentaria sobreviver o m¨¢ximo que pudesse para ficar a Ca. O Dr. Donato disse, ¡°Certo, ¨¦ assim que voc¨º deve pensar.¡± O Marco Ant?nio fechou os olhos e disse lentamente, ¡°Se eu morrer, a av¨® Luisa e a Estr ainda podem cuidar uma da outra. A ¨²nica que me preocupa ¨¦ a Ca. Ca e a av¨® d eram muito pr¨®ximas, e acabou de falecer. n?o po?o deixar sofrer a perda de outro ente querido.¡± ¡°Eu n?o quero que ningu¨¦m revele a minha condi??o a .¡± O Dr. Donato disse, ¡°Se deixarmos Ca ficar voc¨º, talvez voc¨º melhore mais r¨¢pido.¡± O Bruco tamb¨¦m entrou na conversa, ¡°Diretor Ant?nio, concordo o Dr. Donato, deixe a Ca ficar com voc¨º. O Marco Ant?nio n?o abriu os olhos, ¡°Eu ainda n?o estou morto, e voc¨ºs j¨¢ est?o ansiosos para tomar decis?es por mim?¡± O Bruco ficou sem pvras. Ele deveria ter aprendido mais seu irm?o Bruno. Se n?o precisasse fr, ele devia fr. O Dr. Donato, sendo um homem mais velho, ousou expressar o que pensava: ¡°A Ca ¨¦ sua esposa, voc¨º realmente acha que pode esconder para sempre sua doen?a d? Mesmo se todos n¨®s fic¨¢ssemos em sil¨ºncio, mais cedo ou mais tarde a Ca ira descobrir.¡± O Marco Ant¨®nio respondeu, ¡°Eu j¨¢ tenho uma estrat¨¦gia em mente.¡± Cap铆tulo 1132 Cap¨ªtulo 1132 Cap¨ªtulo 1132 O Dr. Donato perguntou: ¡°Voc¨º tem algum no em mente?¡± Mal terminou de fr, o Marco Ant?nioe?ou a tossir violentamente e cuspindo sangue denovo. ¡°Se voc¨º n?o quiser fr, tudo bem, n?o fique chateado.¡± O Dr. Donato segurou a m?o do Marco Ant?nio ansiedade, querendo verificar seu pulso, s¨® ent?o percebeu que o pulso de Marco Ant?nio estava t?o fraco que era quase impercet¨ªvel. ¡°Marco, Marco¡­¡± ¡°N?o conte para a Ca¡­ Depois de dizer isso, o Marco Ant?nio desmaiou de novo, sem dar nenhuma resposta ao Dr. Donato. O Dr. Donato tamb¨¦me?ou a ficar preocupado, ¡°Dirija r¨¢pido para o hospital, r¨¢pido!¡± ¡°Certo¡­¡± Bruco pisou no acelerador rapidamente, n?o olhando mais para os sem¨¢foros, esperando chegar ao hospital o mais r¨¢pido poss¨ªvel. Alguns minutos depois, eles chegaram ao hospital. Os m¨¦dicos e enfermeiros do hospital j¨¢ estavam esperando na entrada, assim que chegaram, imediatamente transferiram o desacordado Marco Ant?nio para uma maca m¨®vel. O Dr. Donato tentou os seguir, mas foi parado pelo Bruco, ¡°Dr. Donato, o diretor Ant?nio vai ficar bem?¡± O Dr. Donato disse: ¡°Ele vai ficar bem! a vitalidade dele ¨¦ forte, eu certeza vou encontrar um jeito de o curar. Eu vou entrar em contato os melhores m¨¦dicos do pa¨ªs e do exterior, certeza encontraremos uma solu??o.¡± As pvras do Dr. Donato soavam confiantes, mas ele sabia melhor do que ningu¨¦m que, se o Marco Ant?nio tivesse sido realmente injetado P¨® Derretido Intestinal aos cinco anos de idade, haveria apenas um destino para ele. A Morte. Apenas uma diferen?a entre morrer mais cedo ou mais tarde. O Bruco disse: ¡°Dr. Donato, vou voltar para Salvador agora, encontrar o Andreo e faz¨º-lo entregar quem fabrica essa droga.¡± O Dr. Donato odiava o Andreo, ¡°Voc¨º n?o vai conseguir pegar nele sozinho. Mesmo que voc¨º consiga, eu conhe?o ¨¢ ele, ele preferiria morrer do que entregar quem fabrica o ant¨ªdoto. Ele pode at¨¦ matar essa pessoa.¡± O Bruco perguntou: ¡°Ent?o, o que eu posso fazer agora?¡± O Dr. Donato disse: ¡°Espere. Espere os m¨¦dicos realizarem um examepleto em Marco, espere ele acordar.¡± O Bruco apertou o punho nervosamente, ¡°Certo.¡± A fam¨ªlia de Camarillo. As luzes brilhando intensamente. As pessoas estavam conversando e bebendo. A not¨ªcia de que o Dinis iria adotar uma menina desconhecidaoa j¨¢ se tinha espalhado, e nesse momento quase todos sabiam disso.R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Muitas pessoas ricas e poderosas foram participar do jantar. Normalmente, o Dinis deveria apresentar Ca a todos. Mas o Dinis sentiu que a Ca j¨¢ estava cansada durante ¨¤ tarde, ent?o ele apenas levou a Ca ao palco para dizer algumas pvras, apresentando suaa a todos, e ent?o n?o deixou a Ca cumprimentar aos outros sozinha. Portanto, a Ca foi poupada de muita coisa, e ent?o teve a chance de jantar a Nara e a Susana. Como sempre, a Susana n?o conseguia decidir o que queriaer. Antes de e?ar aer, o Ravi j¨¢ havia colocado asidas que considerava nutritivas e saud¨¢veis em seu prato. Cap铆tulo 1133 Cap¨ªtulo 1133 Cap¨ªtulo 1133 A Susana deu uma olhada nos pratos ¨¤ sua frente, depois em seus favoritos sobre a mesa, ¡°Ravi, voc¨º n?o serviu nenhum dos pratos que eu gosto.¡± O Ravi a serviu um copo d¡¯¨¢gua, ¡°Mesmo que voc¨º n?o goste, voc¨º precisaer. Essasidas s?o saud¨¢veis.¡± A Susana teve uma doen?a grave quando era crian?a, e consequentemente cresceu fraca. Desde ent?o, o Ravie?ou a cuidar da alimenta??o d, tudo o que esse era decis?o dele. Para cuidar melhor d, o Ravi at¨¦ obteve uma certifica??o internacional de nutricionista. A Susana olhou para aida na mesa, ¡°Hoje tem tanta coisa gostosa. Voc¨º n?o pode ceder um pouco e me deixarer algo que eu gosto?¡± O Ravi respondeu firmemente, ¡°N?o.¡± A resposta do Ravi deixou a Susana se sentindo injusti?ada, se virou para a Ca e remou, ¡°Ca, seu marido n?o te limita tanto assim, n¨¦?¡± A Ca estava sentada na mesa, mas sua mente estava distante, n?o ouviu a pergunta da Susana. A Susana cutucou n gentilmente, ¡°Ca, seu marido acabou de sair e voc¨º j¨¢ est¨¢ pensando nele?¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only A Ca voltou ¨¤ realidade, ¡°N?o, n?o fa?a piada isso.¡± A Susana perguntou novamente, ¡°Ele tinha algum trabalho importante que o fez sair mais cedo?¡± A Ca explicou, ¡°Ele precisou ir ao exterior para resolver algumas coisas urgentes, ent?o teve que ir.¡± A Susana disse, ¡°Entendo, eu estava estranhando, seu marido te ama tanto,o que ele te deixaria aqui. Mas, voc¨º sendo assistente dele? Por que n?o foi junto ele?¡± A Ca n?o era apenas a esposa do Marco Ant?nio, tamb¨¦m era sua assistente. Desde que se juntou ao Marco Ant?nio, sempre o panha onde quer que ele fosse no trabalho. Esta ¨¦ a primeira vez que o Marco Ant?nio teve de viajar em miss?o de servi?o sem levar junto. A Ca n?o queria pensar muito sobre isso, mas sua mente estava cheia de d¨²vidas que a deixavam frustrada. A Nara percebeu o estado da Ca, ¡°A viagem direta daqui para o exterior ¨¦ muito longa e cansativa. Acho que o Marco Ant?nio n?o quis te deixar cansada, e talvez por isso que ele n?o te levou.¡± A Susana acrescentou, ¡°Isso ¨¦ bom tamb¨¦m, ele fora, voc¨º pode rxar um pouco.¡± O Ravi rapidamente serviu a Susana, ¡°Nem todo mundo ¨¦o voc¨º, desejando que o marido esteja sempre fora a trabalho.¡± A Susana respondeu, ¡°Eu n?o desejo que voc¨º esteja sempre fora. Eu s¨® desejo isso quando voc¨º me contr demais.¡± A Ca observou na discuss?o do casal, e sorriu, mas n?o disse nada. O Juan tamb¨¦m serviu Nara, ¡°Coma logo, temos de voltar para a Cidade de Mar depois do jantar, eu tenho uma reuni?o importante amanh? cedo.¡± A Nara disse, ¡°Eu n?o tenho nada para fazer agora, quero ficar na capital por mais alguns dias antes de ir.¡± O Juan passou o bra?o em volta da cintura d, ¡°Quer ficar na capital? Com quem? A Ca ou outro homem?¡± A Nara afastou a m?o dele, ¡°Juan, voc¨º est¨¢ louco? Voc¨º colocou tantas pessoas ao meu redor, acha que eu teriao esconder isso?¡± O Juan n?o esperava que Nara se zangasse ele, ele ficou surpreso, depois a puxou para perto, ¡°Querida, voc¨º sabe quem est¨¢ fndo?¡± ¡°Ca, Susan, j¨¢ estou cheia, voc¨ºs continuem.¡± Desta vez, a Nara n?o se deixou intimidar por Juan e saiu da mesa depois dergar os talheres. A Susana perguntou, ¡°O que aconteceu a Nara?¡± O Ravi serviu a novamente, ¡°Concentre-se na suaida. O Diretor de Pablo sabeo lidar isso.¡± A Susana ainda tinha algo a dizer, mas ao ver que a Ca permaneceu em sil¨ºncio, tamb¨¦m se calou. Cap铆tulo 1134 Cap¨ªtulo 1134 Cap¨ªtulo 1134 A galera estava deu humor meio pra baixo, ent?o a festa acabou cedo. A Susana nem teve tempo de se despedir da Ca, j¨¢ tinha sido arrastada pelo Ravi. Antes de ir embora, o Nara conseguiu fazer que o Juan concordasse em deixar fr a s¨®s com a Ca. segurou na m?o da Ca e perguntou: ¡°Ca, voc¨º brigou o Marco Ant?nio?¡± A Ca bn?ou a cabe?a. ¡°N?o.¡± A Nara perguntou: ¡°Ent?o por que voc¨º parece t?o chateada? ¨¦ porque ele foi para o exterior sem voc¨º?¡± A Ca respondeu, frustrada: ¡°Eu sinto que ele est¨¢ me escondendo algo. Eu pergunto, ele n?o responde. Eu liguei para ele, ele disse que est¨¢ esperando uma liga??o importante e me ligaria de volta mais tarde. Ele nem me deu chance de fr, s¨® desligou o telefone.¡± Quando ele ligar¨¢ para ? A Ca olhou para o rel¨®gio, j¨¢ eram quase nove da noite. Quando ele embarcar para o exterior, ter¨¢ mais dificuldade ainda para seunicar ele. A Nara disse: ¡°Ent?o voc¨º est¨¢ esperando ele te ligar. Por que voc¨º tem que esperar ele ligar? Se sente saudades, liga voc¨º.¡± A Ca pensou um pouco e concordou a Nara. ¡°Certo, vou ligar pra ele agora mesmo.¡± A Nara olhou para Ca, ansiosa, e deu um sorriso. ¡°Vou indo. Tchau.¡± ¡°Tchau.¡± Ca n?o panhou a Nara at¨¦ a porta, ligou rapidamente para o Marco Ant?nio. Mas, do outrodo da linha, s¨® ouviu uma grava??o autom¨¢tica: ¡°O n¨²mero que voc¨º ligou est¨¢ inacess¨ªvel, por favor tente mais tarde.¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Ser¨¢ que o voo do Marco Ant?nio j¨¢ decolou? O que ele est¨¢ indo fazer no exterior? Por que , sua assistente, n?o sabia nada sobre essa viagem? Pensando um pouco mais, a Ca depois ligou para M¨¢rio. M¨¢rio atendeu rapidamente. ¡°Oi Ca, precisa de algo?¡± A Ca perguntou: ¡°Voc¨º sabia que o Marco Ant?nio ia para o exterior?¡± O M¨¢rio respondeu: ¡°Eu sabia, estou arrumando as ms, vou sair em breve, pegar o voo da 1 da manh? para Paris.¡± A Ca perguntou: ¡°Ele est¨¢ indo trabalhar?¡± O M¨¢rio disse: ¡°Sim, se n?o fosse para trabalhar, acha que seria para tirar f¨¦rias? Voc¨º tamb¨¦m comece a arrumar as ms, vamos nos encontrar no aeroporto mais cedo.¡± A Ca disse: ¡°Eu n?o vou para Paris voc¨ºs.¡± O M¨¢rio perguntou: ¡°Por qu¨º?¡± A Ca respondeu: ¡°Porque Marco Ant?nio n?o me convidou.¡± O M¨¢rio explicou: ¡°A agenda dessa viagem ¨¦ muito apertada e cansativa, o Marco Ant?nio provavelmente estava preocupado te poupar, por isso n?o te convidou. Ent?o fique em casa e descanse bem, esperaremos por voc¨º quando voltarmos.¡± A Ca disse: ¡°Desejo a voc¨ºs uma boa viagem! Voltem logo quando o trabalho terminar.¡± ¡°Certo. Eu ainda tenho que arrumar as ms, vou desligar agora.¡± Depois de desligar, o M¨¢rio suspirou profundamente. ¡°Mentir n?o ¨¦ f¨¢cil! Especialmente mentir para a Ca! Ainda bem que me perguntou pelo telefone, se fosse pessoalmente, eu certamente estaria nervoso.¡± Cap铆tulo 1135 Cap¨ªtulo 1135 Cap¨ªtulo 1135 O Bruco virou-se para o M¨¢rio, ¡°Foi o Diretor Ant?nio quem mandou voc¨º vir?¡± O M¨¢rio respondeu, ¡°E quem mais seria?¡± O Bruco perguntou novamente, ¡°Parece que o Diretor Ant?nio previa que a Ca, ao n?o encontrar ele, te ligaria. Ele realmente pensou em tudo p Ca. Eu n?o entendo, por que o Diretor Ant?nio est¨¢ escondendo isso de Ca? Voc¨º sabe o motivo?¡± ¡°A mente do Diretor Ant?nio,o posso saber oque se passa n?¡± O M¨¢rio levantou a cabe?a, olhando para a luz acesa na porta da s de emerg¨ºncia, ¡°A situa??o do Diretor Ant?nio ¨¦ grave?¡± Se n?o fosse grave o suficiente para ser imposs¨ªvel de esconder, o M¨¢rio suspeitava que o Marco Ant?nio n?o teria revdo a verdade a ele, muito menos o chamado ¨¤ capital, para ajudar no a enganar Ca. O Bruco disse, ¡°Eu n?o sei exatamente. Mas o Dr. Donato j¨¢ contatou os melhores m¨¦dicos do mundo, acredito que eles encontrar?o uma maneira de tratar no Diretor Ant?nio.¡± O M¨¢rio n?o tinha certeza de qu?o s¨¦rio era o estado do Marco Ant?nio, mas estava convencido de que ele acordaria, ¡°A Ca ¨¦ esperta, em algum momento, ligar¨¢ novamente.. Se o Diretor Ant?nio ainda n?o estiver acordado nesse momento, ser¨¢ quase imposs¨ªvel esconder. Precisamos de pensar em um no de conting¨ºncia, para que a estrat¨¦gia do Diretor Ant?nio n?o falhe.¡± O Bruco disse, ¡°Depois que o Dr. Donato terminar, vamos discutir isso juntos.¡± O M¨¢rio disse, ¡°N?o temos outra escolha.¡± Depois de encerrar a liga??o, a Ca ficou olhando para o telefone, sem piscar nos olhos. Depois de um tempo, a voz gentil do av? Camarillo chegou aos ouvidos da Ca, ¡°Carlita, aida dessa noite n?o est¨¢ ao seu agrado?¡± Naqu mesa, estavam apenas o Juan, a Nara, o Ravi, a Susana e a Ca, total de cinco pessoas. Eleseram um pouco e sa¨ªram, a Ca nem sequer chegou a tocar naida. Mas n?o foi porque aida n?o estivesse ao agrado d, mas porque a Ca n?o estava a cabe?a no lugar, ¡°Av? Camarillo, aida est¨¢ deliciosa, ¨¦ s¨® que eu n?o tenho apetite esta noite.¡± O Av? Camarillo sentou-se aodo da Ca e disse seriamente, ¡°O Marco mal saiu e voc¨º j¨¢ sente saudades a ponto de n?o conseguirer?¡± A Ca respondeu, ¡°Avo Camarillo, n?o ¨¦ o que voc¨º est¨¢ pensando.¡± N?velDrama.Org owns this. O Avo Camarillo perguntou, ¡°Ent?o, o que ¨¦? fale pra mim, talvez eu possa ajudar de certa forma.¡± A Ca respondeu, ¡°N?o ¨¦ nada.¡± O Av? Camarillo perguntou novamente, ¡°¨¦ porque ele saiu sem te dizer, e voc¨º est¨¢ chateada ele?¡± A Ca respondeu, ¡°N?o ¨¦ isso.¡± O Av? Camarillo levantou a m?o e acariciou gentilmente na cabe?a d, ¡°Carlita, mesmo os casais mais ¨ªntimos s?o ainda duas entidades independentes. Duas pessoas n?o podem estar sempre juntas como g¨ºmeos siameses. O Marco tem que cuidar dos seus neg¨®cios, ent?o deixe ele cuidar. Viva bem a sua vida, voc¨º n?o pode colocar todas as suas emo??es nele. Voc¨º entende?¡± A Ca entendeu, mas ainda estava preocupada ele. O Av? Camarillo disse, ¡°Ele pediu para voc¨º ficar na capital por alguns dias, aproveite esses dias. Eu arranjei alguns guias para voc¨º, garanto que eles te far?o se divertir.¡± A Ca disse: ¡°Av? Camarillo, agrade?o muito, mas n?o preciso, eu vou voltar para Salvador amanh?. Tenho meu trabalho e outras coisas para cuidar.¡± O vov? Camarillo disse: ¡°O Marco deixou voc¨º nas minhas m?os, ele espera que eu te mantenha na Cidade Capital at¨¦ que ele venha te buscar, s¨® ent?o eu posso te deixar ir. Carlita, voc¨º n?o vai me fazer quebrar minha pvra, vai?¡± A Ca n?o soube responder O Vov? Camarillo disse novamente: ¡°Ent?o est¨¢ decidido, voc¨º fica qui na Cidade Capital. J¨¢ falei alguns dos garotos, nos pr¨®ximos dias eles v?o ficar aqui voc¨º? A Ca n?o conseguiu recusar, s¨® pode concordar em ficar. O Vov? Camarillo disse: ¡°J¨¢ est¨¢ tarde, voc¨º deveria descansar.¡± A Ca respondeu: ¡°Tudo bem.¡± Cap铆tulo 1136 Cap¨ªtulo 1136 Cap¨ªtulo 1136 se levantou ee?ou a sair, mas parou ao ouvir a voz do vov? Camarillo atr¨¢s d, ¡°Carlita, as roupas que est?o no seu quarto, euprei pra voc¨º, todas j¨¢ foramvadas, pode usar da forma que quiser.¡± A Ca se virou e encontrou o olhar atento do vov? Camarillo. Por um momento, pensou ver sua av¨® refletida nos olhos dele. Era assim que a sua av¨® costumava olhar para .. Sem conseguir se contrr, a Ca voltou para perto do vov? Camarillo e o abra?ou, ¡°Vov? Camarillo, muito obrigada!¡± N?velDrama.Org owns this. O abra?o da Ca fez o vov? Camarillo se sentir muito feliz. Ele segurou na m?o d e, depois de pensar um pouco, fez a pergunta que vinha rondando. na cabe?a dele h¨¢ algum tempo, ¡°Carlita,o era o nome da sua av¨®?¡± A Ca respondeu, ¡°Lidia¡­ A resposta fez a luz nos olhos do vov¨° Camarillo desaparecer instantaneamente, ¡°Ass¨¦rio?¡± A Ca respodeu: ¡°Sim.¡± Rindo, o vov? Camarillo bn?ou a cabe?a, ¡°O que eu estava pensando? O que eu estava esperando?¡± No passado, por n?o ter encontrado os corpos de sua esposa e filho, ele sempre acreditou que eles haviam sobrevivido ¨¤ enchente. Ele viveu essa esperan?a, procurando por eles em todas as cidades. Sua esposa se chamava Silvia Souza. Ent?o, ele procurou por todas as Silvias do pa¨ªs. Havia milhares de pessoas o nome de Silvia e ele fez quest?o de conhecer todas s, at¨¦ mesmo os homens nome Silvia. Quando terminou de se encontrar todos, sua esperan?a se desfez. Aos poucos, ele aceitou que a sua esposa e filho n?o estavam mais vivos. Mas ao conhecer a Ca, ele sentiu de novo a esperan?a. Ele viu algo de sua esposa n. Talvez a Ca nem se desse conta, mas tinha um h¨¢bito que era de co?ar a unha do polegar quando conhecia algu¨¦m novo. Ele se perguntou se a av¨® da Ca conhecesse sua esposa. Mas n?o era. A av¨® de Ca se chamava L¨ªdia, n?o Silvia. Ele estava se iludindo. A Ca sabia a verdade, mas n?o podia o dizer. n?o aguentava ver a tristeza do vov? Camarillo e s¨® queria estar longe, ¡°Vov? Camarillo, se n?o precisar de mais nada, vou me recolher e voltar para o quarto.¡± O Vov? Camarillo acenou a m?o, ¡°V¨¢, minha querida.¡± Ele ficou ali, observando a Ca se afastar at¨¦ n?o poder mais a ver. Sentiuo se toda a sua for?a tivesse sido sugada e caiu de exausto na cadeira. O mordomo chegou na hora e perguntou, ¡°O que houve, senhor?¡± O Vov¨® Camarillo respondeu: ¡°Estou sentindo falta da Silvia, quero a ver, conversar .¡± O mordomo ajudou ele a se levantar, ¡°Vamos l¨¢ agora, mas est¨¢ tarde, pode estar dormindo.¡± O Vov? Camarillo, ¡°Eu s¨® quero conversar, n?o vou a acordar.¡± O mordomo n?o disse mais nada. Pouco tempo depois, o mordomo levou o vov¨® Camarillo a uma casa separada. A casa foi nomeada Edificio Silvia. Foi constru¨ªda em homenagem ¨¤ sua falecida esposa pelo vov? Camarillo. Dentro, haviam fotos de Silvia ¨¦ do D¨¦rcio Camarillo. Cap铆tulo 1137 Cap¨ªtulo 1137 Cap¨ªtulo 1137 O mordomo disse: ¡°J¨¢ chegamos, pode entrar, eu vou esperar aqui de fora! ¡°Voc¨º pode ir descansar, eu vou ficar sozinho eles por um tempo O av¨® Camarillo entrou no quarto sozinho e colocou um buque de fores cas fotos dos dois. Ele se sentou no tapete, olhando silenciosamente para as fotos deles, ¡°Silvia, voc¨º ainda est¨¢ brava comigr Voc¨º tem todo o direito de estar brava¡± ¡°Se eu n?o tivesse deixado voc¨ºs para voltar ¨¤ capital, voc¨º n?o teria sido for?ada a pr no no o nosso fiho ¡°Mesmo que eu tenha me vingado voc¨º depois de saber a verdade, fazendo que aqueles que te maltrataram pagassem, anda atom, eu n?o me sinto feliz.¡± ¡°Silvia, tantos anos j¨¢ se passaram e eu ainda n?o consegui superar a culpa e o remorso.¡± ¡°E voc¨º? Voc¨º ainda est¨¢ bravaigo?¡± ¡°Voc¨º e nosso filho est?o bem do outrodo?¡± ¡°Silvia, se poss¨ªvel, vamos ser marido e mulher na pr¨®xima vida, para que eu possapensar o arrependimento desta vida! ¡°O que voc¨º acha?¡± ¡°Silvia, alguns dias atr¨¢s eu te contei que encontrei uma garota. Eu sent¨ª uma estranha afinidade e decidi consideraro se fosse minha seta hoje eu a reconheci oficialmenteo minhaa.¡± ¡°O nome d ¨¦ Ca, uma garota muito boa, se voc¨º estivesse aqui, se nosso filho estivesse aqui, nossaa provavelmente tena a idade d ¡°Eu a considero minhaa porque vejo sua sombra n e porque nossaa tamb¨¦m seria jovem como ¡± Ele sorriu e continuou, ¡°Eu nejava trazer para te ver, mas vi que n?o estava se sentindo bem, ent?o a deixei descansar ¡°Mas n?o se preocupe, amanh? certeza vou trazer para te ver.¡± ¡°Silvia, se tiv¨¦ssemos umaa, que nome voc¨º daria pra ?¡± ¡°Eu acho que Carlita ¨¦ um nome bonito, parece at¨¦ um nome que voc¨¦ dar¨ªa.¡± ¡°Silvia, seria t?o bom se voc¨º pudesse frigo.¡± O av? Camarillo continuava fndo, e o mordomo suspirou dodo de fora. Sr. Camarillo era realmente um homem de um ¨²nico amor. Tantos anos se passaram e ele ainda n?o tinha esquecido da sua falecida esposa. Quando ele estava na Cidade capital, quase todos os dias ele ia conversar sua esposa. Ele contava tudo o que via e ouvia,o se nunca tivesse ido embora, sempre ao seudo. ¡°Dinis est¨¢ l¨¢ dentro de novo?¡± Brito apareceu aodo do mordomo sem fazer barulho.This is from N?velDrama.Org. O mordomo deu um pulo, ¡°Sim, ele est¨¢ l¨¢ dentro.¡± O Brito perguntou: ¡°Ele tem sido assim todos esses anos?¡± O mordomo respondeu: ¡°Sim.¡± O Brito disse: ¡°Deixa me ver ele.¡± O mordomo tentou o parar, ¡°Senhor, seria melhor que voc¨º n?o fosse. Voc¨º sabeo ele ¨¦, sem permiss?o, ele n?o permite que ningu¨¦m entre no Edif¨ªcio Silvia.¡± O Brito olhou friamente para o mordomo, impedindo qualquer tentativa de interrup??o, e seguiu diretamente em dire??o da casa. N?o ¨¦ que o mordomo estivesse medo do Brito, ele tamb¨¦m esperava que algu¨¦m pudesse convencer o Dinis, esperava que o Dinis pudesse superar as sombras do passado. Cap铆tulo 1138 Cap¨ªtulo 1138 Cap¨ªtulo 1138 Afinal de contas, o Dinis j¨¢ estava envelhecendo e sua sa¨²de estava se deteriorando. Ele desejava que o Dinis tivesse dias confort¨¢veis p frente. O Brito entrou no quarto e sentou-se aodo do av? Camarillo, ¡°Dinis!¡± Sua conversa a esposa foi interrompida, o av? Camarillo estava ramente insatisfeito, ¡°O que voc¨º quer aqui?¡± O Brito respondeu, ¡°Eu queria conversar voc¨º.¡± O Avo Camarillo retrucou, ¡°Volte amanh?, eu estou ocupado agora.¡± N?velDrama.Org owns this. O Brito levantou o olhar para uma das fotos na parede, a mulher na imagem parecia estar olhando para ele, isso o deixou um pouco desconfort¨¢vel. ¡°H¨¢ algo importante que preciso lhe dizer.¡± O Av? Camarillo respondeu, ¡°Fale amanh?, eu n?o tenho tempo agora.¡± O Brito disse, ¡°Isso tem a ver Silvia.¡± Ao ouvir o nome de Silvia, o av? Camarillo virou-se para Brito, ¡°O que tem a ver ?¡± O Brito disse, ¡°Naqu ¨¦poca, eu sabia que nossos mais velhos queriam vos separar, mas eu n?o o disse. Eu te disse que tamb¨¦m s¨® soube quando voc¨º descobriu que eles queriam vos separar.¡± O Av? Camarillo riu, ¡°Voc¨º acha que eu n?o sei que voc¨º sabia o tempo todo?¡± O Brito perguntou, ¡°Ent?o por que voc¨º n?o me culpa?¡± O Av? Camarillo disse, ¡°Porqu¨º? Voc¨º nunca fez nada a ou a nossa crian?a, voc¨º nunca os machucaria. O ¨²nico queeteu erro fui eu. Eu sabia que minha fam¨ªlia estava nejando meu casamento, eles n?o permitiriam que eu me casasse uma mulher de fora, mas eu ainda acreditava ingenuamente que se tiv¨¦ssemos um filho, eles teriam de aceitar que a Silvia e nosso filho se tornassem membros da fam¨ªlia Camarillo. Foi a minha ingenuidade e arrogancia que os prejudicou. N?o, para ser mais preciso, foi minha fraqueza que os machucou. Se eu fosse forte o suficiente naqu ¨¦poca, n?o estaria sob o controle da minha fam¨ªlia, eu poderia decidir minha pr¨®pria vida, e essa trag¨¦dia n?o teria acontecido.¡± Ao longo dos anos, o av? Camarillo nunca culpou os outros, ele sempre soube onde estava a verdadeira causa da trag¨¦dia. Porque ele sabia disso, o seu cora??o estava em constante dor. O Brito disse, ¡°Se eu tivesse te contado antes, se eu tivesse te dito o verdadeiro objetivo dos nossos mais velhos ao chamar voc¨º para voltar para a capital, talvez algo pudesse ter mudado.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°Voc¨º erao eu naqu ¨¦poca, era fraco e tinha de seguir os nos da fam¨ªlia. O que mais poderia ter mudado se voc¨º tivesse me contado antes? N¨®s n?o poder¨ªamos mudar nada e ainda por cima voc¨º seria abandonado p familia.¡± O Brito disse, ¡°Felizmente, nos tornamos fortes no final e assumimos o controle da familia. Foi por isso que nosso irm?o mais novo conseguiu se casar a mulher que amava.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°N¨®s somos oito irm?os, os primeiros sete de n¨®s n?o puderam escolher seus pr¨®prios casamentos. Nossos casamentos n?o foram o que n¨®s quer¨ªamos, s¨® o casamento do nosso irm?o mais novo nos trouxe alegria.¡± O Brito perguntou, ¡°Voc¨º quer tomar um drinque? Que tal tomarmos um drinque?¡± O Av? Camarillo disse, ¡°Mordomo, traga uma garrafa de vinho.¡± O mordomo rapidamente trouxe o vinho e os salgados, e depois de encher nos copos deles, sabiamente se retirou. O Brito levantou sua ta?a, ¡°Dinis, ¨¤ suaa extraordin¨¢ria, sa¨²de!¡± O Av? Camarillo perguntou, ¡°Voc¨º tamb¨¦m j¨¢ notou nas qualidades da Carlita?¡± O Brito respondeu abertamente, ¡°Eu mandei algu¨¦m investigar a situa??o d.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°Voc¨º realmente mudou. A confian?a ¨¦ a coisa mais importante em qualquer r??o. Ao investigar a identidade da Carlita, voc¨º estava quebrando a confian?a entre n¨®s.¡± Cap铆tulo 1139 Cap¨ªtulo 1139 Cap¨ªtulo 1139 O avo Camarillo olhou para o Brito, fndo s¨¦rio: ¡°Minha r??o a Carlita ¨¦ muito boa, eu gosto d. Desde o momento em que decidi consideraro minhaa, decidi que ia trataro se fosse minhaa de sangue. Espero que por minha causa voc¨º n?o fa?a mais nada que machuque as pessoas ao meu redor.¡± ¡°Certo, eu vou te dar meus ouvidos, nunca mais farei algo que te desagrade.¡± O Brito ergueu seu copo de vinho, fazendo um brinde o av? Camarillo mais uma vez. Depois de colocar o copo de vinho de volta na mesa, ele olhou para a foto novamente: ¡° era realmente linda quando era jovem.¡± O av? Camarillo deu alguns goles no seu vinho e tamb¨¦m olhou para a foto: ¡°Ainda que tenha permanecido jovem em apar¨ºncia, acredito que tamb¨¦m ser¨ªa linda quando envelhecesse¡± O Brito falou: ¡° ¨¦, de fato, muito bonita. Mesmo o rosto coberto de rugas, ainda iria exr sabedoria e elegancia.¡± ¡°Eu nunca vi uma garota mais bonita do que ¡­¡± antes de terminar a frase, o av? Camarillo percebeu algo: ¡°O que voc¨º acabou de dizer?¡± O Brito falou: ¡°Eu pensei que voc¨º j¨¢ tivesse superado tudo isso, mas vejo que ainda n?o consegue esquecer. Nesse caso, vou te contar a verdade.¡± O av? Camarillo sentiu uma sensa??o estranha, apertando inconscientemente os punhos: ¡°Que verdade?¡± O Brito falou: ¡°Naquele ano, sua esposa e filho n?o morreram, a Ca ¨¦ sua verdadeiraa.¡± O av? Camarillo agarrou na m?o do Brito, derrubando a garrafa de vinho na mesa, sem se importar: ¡°O que voc¨º disse? Repita!¡± ¡°N?o se agite, ou?a calma.¡± O Brito deu um tapinha na m?o do av? Camarillo, ee?ou a fr lentamente: ¡°Sua esposa e filho n?o morreram naquele ano. Depois que voc¨º foi embora, criou a crian?a sozinha e consequentemente sofreu de v¨¢rios boatos. Como voc¨º sabe, ficou sem op??es e at¨¦ nejou se jogar no rio a crian?a. Felizmente, n?o fez nada de impulsivo no final. n?o suportava os rumores e boatos e teve que deixar o lugar a crian?a. que Depois de vagar por algumas cidades, chegou no Norte de Be a crian?a, mudou seu nome ee?ou a vivero uma vi¨²va tinha perdido o marido. Felizmente, logo encontrou um empregoo professora, isso proporcionou um sustento para e a crian?a. Infelizmente, seu filho faleceu em num acidente de carro quando a Ca tinha cinco anos, e tamb¨¦m faleceu recentemente¡­¡± ¡° n?o tinha morrido, mas preferiu mudar de identidade ao inv¨¦s de me procurar.¡± O av? Camarillo olhou para a mulher na foto, fndo consigo mesmo sem sentido: ¡°Silvia, voc¨º ainda estava viva, por que n?o veio me procurar o nosso filho?¡± O Brito disse: ¡°J¨¢ te disse, pensou que voc¨º havia abandonado e o vosso filho. Como teria a coragem de vir te procurar? Al¨¦m disso, naqu ¨¦poca, a tologia n?o eram t?o avan?adao hoje. This is from N?velDrama.Org. Uma s¨® carta levava tanto tempo para chegar ao destinat¨¢rio.¡± O av? Camarillo disse: ¡°Ent?o quis me punir, esperando at¨¦ que realmente deixasse este mundo e eu n?o pudesse mais a ver, s¨® ent?o deixou nossaa vir at¨¦ mim. Eu vi minhaa , mas eu nunca mais vou ver n e nosso filho¡­¡± O av? Camarillo sabia que a av¨® de Ca acabara de falecer, e que o pai da Ca morreu num acidente de carro quando a Ca ainda era pequena¡­. Ele sab¨ªa de tudo isso, e por isso mesmo sentiu uma dor imensa. Cap铆tulo 1140 Cap¨ªtulo 1140 Cap¨ªtulo 1140 O Brito falou: ¡°Voc¨º n?o conseguiu parar de se apegar no passado, O t¨¦rmino da fossa r??o foi por causa de um mal-entendido, voc¨º n?o abandonou a nem ¨¤ crian?a.¡± ¡°Antes d morrer, voc¨º n?o a encontrou. Mas depois que morreu, suaa apareceu subitamente ao seudo, isso n?o te mostra que te tenha perdoado?¡± ¡°N?o, n?o me perdoou, ainda me culpava. tinha sempre que me culpar¡­¡± vov? Camarillo gritou emocionado, e Brito n?o conseguiu acalm¨¢-lo. O Brito disse para odo de fora da porta: ¡°Mordomo, chame a Srta. Barcelo imediatamente.¡± Se esse problema n?o for resolvido, ele continuar¨¢ causando dor. S¨® resolvendo, ¨¦ que se pode finalmente encontrar a paz. O mordomo entendeu isso, ent?o, ao receber a ordem, ele correu para o quarto da Ca. Quando o mordomo bateu na porta, a Ca acabava de tomar banho e estava se preparando para dormir. Ao ouvir que o vov? Camarillo precisava d, imediatamente foi o mordomo at¨¦ o Edif¨ªcio Silvia. Assim que chegou ¨¤ porta, a Ca viu a foto dentro do quarto. Na foto estava uma jovem duas tran?as grandes. A Ca tinha visto essa foto antes, era uma das poucas fotos da vov¨® L¨ªdia, e a ¨²nica foto d jovem. se recorda da vov¨® L¨ªdia fndo que a foto foi tirada por um estrangeiro que achou vov¨® L¨ªdia bonita enquanto estava fazendopras. Naqu ¨¦poca, tirar fotos n?o era algo f¨¢cil, muitas pessoas nunca tinham sequer visto uma camara de fotografias em todas suas vidas. A Vov¨® L¨ªdia tratava essa fotoo um tesouro, at¨¦ a levou a um est¨²dio fotogr¨¢fico para reproduzir. N?velDrama.Org owns this. disse que imprimiu duas c¨®pias da foto, uma das quais deu ao seu primeiro amor¡­ Na ¨¦poca, a Ca queria saber quem era o primeiro amor de vov¨® L¨ªdia, mas vov¨® Lidia n?o quis fr sobre isso. Agora estava ro que o vov? Camarillo ¨¦ realmente seu av? e o homem que vov¨® L¨ªdia nunca quis mencionar. O Brito disse: ¡°Carlita, n?o fique parada a¨ª, venha e tente acalmar seu av?.¡± Talvez ao ouvir o nome da Ca, o emocional vov? Camarillo se acalmou instantaneamente, olhando para Cao uma crian?a que fez algo de errado, ¡°Carlita, por que voc¨º veio pra qui?¡± ¡°Foi o mordomo que me chamou.¡± O olhar da Ca passou por todos eles. Mesmo que eles n?o tivessem dito nada pra , p?de adivinhar que o vov? Camarillo provavelmente j¨¢ soubesse da verdade. O Vov? Camarillo olhou para o mordomo desagrado, ¡°J¨¢ ¨¦ t?o tarde, porq¨º voc¨º n?o deixou a Carlita descansando, por que a chamou?¡± O mordomo disse: ¡°Eu estava preocupado que algo pudesse acontecer voc¨º e tamb¨¦m espero que voc¨º possa deixar o passado para tr¨¢s. Espero que a Srta. Barcelo possa ajud¨¢-lo a superar a sua culpa.¡± O Vov¨® Camarillo disse: ¡°N?o fale besteira.¡± O mordomo disse: ¡°Srta. Barcelo, ele j¨¢ sabe que voc¨º ¨¦ suaa de sangue. Agora, s¨® voc¨º pode ajud¨¢-lo, pe?o que voc¨º o ajude, n?o o deixe vivendo nessa dor e tormento.¡± A Ca sabia que n?o tinha o direito de perdoar o vov? Camarillo em nome da vov¨® L¨ªdia, mas acreditava que a vov¨® L¨ªdia tivesse sentido arrependimentos. Ultimamente, a vov¨® L¨ªdia realmente amou o vov? Camarillo, porque deu tudo de si. Foi s¨® depois que chegou a conclus?o de que ele tinha abandonado na sua esposa e filho que vov¨® L¨ªdia se tornou t?o decidida. A Ca pensou por um momento, ¡°Vov? Camarillo, eu vou voc¨º para o Norte de Be. Voc¨º pode ver onde minha av¨® costumava viver, pode prestar homenagem ao t¨²mulo d, se tiver algo a dizer, pode dizer diretamente para minha av¨®.¡± Cap铆tulo 1141 Cap¨ªtulo 1141 Cap¨ªtulo 1141 Ainda que Ca n?o tivesse dito, o vov? Camarillo definitivamene iria para l¨¢, s¨® que o momento ainda n?o era o certo. Primeiramente, ele procurou p esposa durante tantos anos e finalmente a encontrou, mas j¨¢ havia falecido. O vov? Camarillo ainda n?o estava pronto para enfrentar essa realidade. Em segundo lugar, o Marco Ant?nio o disse antes de partir que o Fl¨¢vio poderia machucar na Ca a qualquer momento. Deixar Ca na capital era a op??o mais segura. O Vov¨® Camarillo tinha que cumprir sua promessa para o Geraldo, e ao mesmo tempo garantir a seguran?a da sua queridaa. ¡°Vamos esperar um pouco antes de ir.¡± O Vov? Camarillo se aproximou da Ca e agarrou na sua m?o mais uma vez. Havia tanto que ele queria dizer, mas n?o sabiao. A primeira vez que ele viu a Ca, sentiu uma conex?o muito forte. N?o s¨® porque a Ca era de sua parent, mas principalmente porque era a filha que sua esposa havia criado. Ele sentiu a sombra da sua esposa n. A Ca disse: Vov? Camarillo, n?o fique triste. Minha av¨® sempre disse que ¨¦ assim que a vida funciona. H¨¢ despedidas e reencontros, e ningu¨¦m pode ficar ningu¨¦m para sempre.¡± O Vovo Camarillo perguntou: ¡°Como foi a vida da sua av¨® durante todos esses anos? Foi dif¨ªcil?¡± A Ca respondeu: ¡°Minha av¨® criou ao meu pai e, depois que ele morreu, teve que cuidar de mim. Isso definitivamente foi dif¨ªcil. Mas tinha o seu pr¨®prio trabalho, alunos que a respeitavam e uma amigao a av¨® Lu¨ªsa. Sua vida era muito rica. Al¨¦m disso, sempre viveu muito otimismo.¡± Ao ouvir isso, o vov? Camarillo se sentiu aliviado. Sua maior culpa era pensar que sua esposa e filho n?o estivessem bem, mas nesse momento o seu peso foi aliviado e suas d¨²vidas esrecidas. A pessoa que realmente precisava desser, que realmente n?o conseguiu viver sem sua fam¨ªlia, foi ele mesmo. ¡° sempre foi uma pessoa gentil e otimista. Eu perdi toda a vida d.¡± O Vov? Camarillo sorriu e suspirou, ¡°Carlita, j¨¢ est¨¢ tarde, voc¨º tem de descansar. Amanh?, deixe que oRomeo e seus irm?os te levem para passear.¡± ¡°Ok, boa noite.¡± De volta ao quarto, a Ca n?o conseguia dormir. Tudo em que conseguia pensar era o Marco Ant?nio. N?velDrama.Org owns this. Aonde ele est¨¢ nesse momento? Ele estar¨¢ em Paris em algumas horas, certo? Quando ele chegar a Paris, ser¨¢ quase manh? aqui. Ser¨¢ que ele vai ligar para mim assim que o avi?o pousar? Pensando nisso, a Ca enviou uma mensagem de texto para o Marco Ant?nio: ¡°Lucas Bento, estou com saudades. Assim que chegar a Paris, tem que me ligar imediatamente. Estou te esperando.¡± enviou a mensagem, mas n?o recebeu resposta. Nesse momento, a Maria enviou uma mensagem: ¡°Ca, voc¨º j¨¢ est¨¢ dormindo?¡± A Ca respondeu: ¡°Ainda n?o.¡± A Maria continuou: ¡°Voc¨º foi de novo ao trabalho Marco Ant?nio? Fui at¨¦ sua casa te procurar, mas s¨® sua irm? estava l¨¢. Voc¨º n?o est¨¢ em casa?¡± A Ca respondeu: ¡°Maria, eu encontrei meu av?,¡± A Maria perguntou espantada: ¡°Seu av?? Lembro que seu av? morreu j¨¢ fazem muitos anos. Meus pais nunca o conheceram. Se um ay¨® aparece de repente, voc¨º precisa ter cuidado, talvez ele queira te enganar.¡± A Ca perguntou: ¡°Voc¨º conhece a fam¨ªlia Camarillo da Capital?¡± A Maria disse: ¡°Todos conhecem eles!¡± Ca perguntou ¡°Voc¨º j¨¢ ouviu fr do Dinis?¡± A Mar¨ªa respondeu: ¡°Aquele famoso da Capital que fez v¨¢rias obras de fntropia?¡± A Ca disse: ¡°Sim, ¨¦ ele. Ele ¨¦ o meu av?.¡± Cap铆tulo 1142 Cap¨ªtulo 1142 Cap¨ªtulo 1142 A Maria desta vez n?o respondeu ¨¤ mensagem, e fez uma chamada de video imediatamente. Assim que Ca atendeu, ouviu a voz animada d. ¡°Ca, olhe dentro dos meus olhos!¡± A Ca olhou para . A Maria disse. ¡°Abra bem os olhos.¡± A Ca arregalou os olhos. ¡°N?o estou brincando, realmente estou na casa dele agora.¡± A Ca virou a camara do telem¨®vel e mostrou o quarto a Maria. ¡°Este ¨¦ o quarto que ele preparou para mim. Hoje tamb¨¦m tivemos uma cerim?nia importante de reconhecimento.¡± A Maria finalmente acreditou que era verdade. ¡°Minha Nossa!¡± A Ca disse, Fale baixo.¡± A Maria disse, ¡°Minha melhor amiga n?o s¨® se casou o homem mais rico do mundo, mas tamb¨¦m ¨¦ uma filha que estava perdida da nobreza da Cidade Capital. Que sorte eu tenho. Na segunda metade da minha vida, n?o preciso mais me esfor?ar, voc¨º vai me sustentar.¡± A Ca, que estava chateada a tarde toda, foi curada instantaneamente por Maria. ¡°Voc¨º est¨¢ quase casada e ainda ¨¦ t?o barulhenta.¡± A Maria disse,¡±Quem disse que n?o pode ser barulhenta depois de casada. Diga-me, voc¨º vai me sustentar? Voc¨º vai me levar para desfrutar da boa A Ca disse,¡±ro! H¨¢ muito tempo dissemos quepartilhar¨ªamos tudo que tiv¨¦ssemos. O que ¨¦ meu ¨¦ seu e do Jean Carlos.¡± EST A Maria soltou um grito de excita??o. ¡°Vou para a Su¨ª?aprar rel¨®gios de luxo, vou para Roma fazer turismo, vou para Paris ver a Torre Eiffel, vou para o Mar Egeu para ficar em um quarto vista para o mar e¡­. Amanh? vou fazer uma lista, e voc¨º organiza para mim. Seria ¨®timo se voc¨º pudesse arranjar dois seguran?as altos e bonitos barriga para me panhar e cuidar de mim.¡± A Ca sorriu. ¡°Tenho medo que seu namorado fique ci¨²mes.¡± A Maria disse, ¡°Eu n?o vou contar a ele.¡± A Ca disse, ¡°Ok, fa?a a lista para mim, eu organizo tudo para voc¨º e garanto que voc¨º ficar¨¢ satisfeita.¡± A Maria disse, ¡°Ca, me diz, isso n?o ¨¦ um sonho? ¨¦ tudo verdade?¡± Ca disse, ¡°Belisque no seu corpo e ver¨¢ se ¨¦ um sonho ou n?o.¡± A Maria levantou na m?o e beliscou a pr¨®pria face for?a. ¡°Ai, isso d¨®i, n?o ¨¦ um sonho, minha melhor amiga realmente ficou rica, minha melhor amiga ¨¦ a princesa perdida dos contos de fadas.¡± A Ca disse, ¡°Maria, voc¨º est¨¢ pensando demais, n?o ¨¦ t?o exagerado assim. N?o vamos fr de mim agora, me conte sobre voc¨º. Porqu¨º voc¨º me procurou ¨¤ meia-noite?¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only A Maria disse, ¡°Eu n?o posso te procurar se n?o tiver nenhum problema? Quando ficamos t?o distantes?¡± A Ca disse, ¡°Maria, pare de brincar.¡± ? ? ? ? ? A Maria disse, ¡°Tenho uma boa not¨ªcia para te contar, mas vou ter que esperar um pouco, preciso assimr primeiro a sua boa not¨ªcia.¡± A Ca disse, ¡°Ok, voc¨º vai digerir no seu tempo.¡± A Maria disse, ¡°Ca, que bom!¡± Vendo que a vida de Ca estava cada vez melhor, e que agora se tornou numa crian?a da fam¨ªlia Camarillo, ningu¨¦m ousaria a intimidar de novo. Sua vida certamente seria aben?oada. A Maria estava genuinamente feliz p Ca. A Ca disse, ¡°Vamos, o que voc¨º quer me dizer?¡± A Maria disse: ¡°Eu n?o devia te contar isso, e ainda n?o contei a ningu¨¦m, mas voc¨º sabe que sou p¨¦ssima em manter a boca fechada, tenho quepartilhar algu¨¦m. Mas voc¨º tem que prometer que por enquanto n?o vai contar isso pra ningu¨¦m.¡± A Ca perguntou: ¡°O que ¨¦?¡± A Mar¨ªa respond¨¦u: ¡°Eu estou gr¨¢vida.¡± Cap铆tulo 1143 Cap¨ªtulo 1143 Cap¨ªtulo 1143 A Ca ficou atordoada, depois gritouo a Maria, ¡°Maria, o que voc¨º disse? Repita de novo!¡± A Maria repetiu, ¡°Estou gr¨¢vida!!¡± A Ca disse, ¡°Voc¨º n?o est¨¢ brincando?¡± A Maria respondeu, ¡°Minha menstrua??o sempre foi regr, n?o tinha vindo neste m¨ºs, ent?oprei num teste de gravidez, e o resultado deu positivo. Meu marido estava preocupado que o teste pudesse estar errado, ent?o ele me levou ao hospital para verificar, e o m¨¦dico confirmou, estou realmente gr¨¢vida.¡± A Ca, animada,e?ou a pr, ¡°Voc¨º vai ser m?e? ¨¦ menino ou menina? Precisoe?ar a preparar presentes para o seu beb¨º.¡± A Maria disse sorrindo, ¡°Ca, voc¨º est¨¢ louca? S¨® estou gr¨¢vida de um m¨ºs, o beb¨º ¨¦ apenas um embri?o,o acha que vou saber se ¨¦ menino ou Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. menina?¡± A Ca disse, ¡°Fiquei muito emocionada. Mas n?o importa se ¨¦ menino ou menina, eu vou amar. Vou preparar dois presentes, s¨® no caso de voc¨º ter g¨ºmeos.¡± A Maria perguntou sarcasticamente, ¡°Voc¨º quer me matar de cansa?o?¡± A Ca respondeu brincando, ¡°A partir de hoje, voc¨º n?o precisa mais trabalhar, eu vou cuidar de todas as despesas e do dinheiro que o beb¨º vai precisar.¡± A Maria sorriu e disse ¡°Bem, em nome do beb¨º, obrigada.¡± A Ca disse, ¡°Seu beb¨º ¨¦o se fosse meu pr¨®prio, n?o precisa agradecer. Maria, ouvi dizer que n?o podemos anunciar a gravidez antes dos tr¨ºs meses, ent?o n?o conte para mais ningu¨¦m, s¨® n¨®s duas precisamos saber.¡± A Maria disse, ¡°ro, eu sei. Ainda nem contei para a minha m?e.¡± A Ca disse, ¡°Maria, por que sintoo se eu mesma estivesse gr¨¢vida tamb¨¦m, estou t?o emocionada.¡± A Maria perguntou, ¡°Voc¨º e seu marido n?o est?o pensando em ter um beb¨º?¡± A Ca respondeu, ¡°Eu realmente quero. Mas por algum motivo, ainda n?o consegui engravidar.¡± A Maria disse, ¡°N?o se pode ter pressa essas coisas, tem que ir calma. Mas j¨¢ que voc¨º quer, ¨¦ melhore?ar a se preparar.¡± A Ca respondeu dizendo, ¡°Sim, eu deveria me preparar melhor.¡± A Maria, brincando de repente, ¡°Quer que te ensinemoso se faz para engravidar facilmente?¡± A Ca, sabendo que a Maria estava brincando, apressou-se em bn?ar a cabe?a, ¡°N?o precisa, eu sei.¡± A Maria disse, ¡°Mesmo que voc¨º n?o saiba, seu marido de certeza sabe.¡± A Ca ficou sem pvras. A Maria ent?o perguntou, ¡°Quando voc¨º vai voltar para Salvador?¡± A Ca disse, ¡°Em alguns dias.¡± A Maria, ¡°¨®timo, n¨®s nos encontraremos quando voc¨º voltar. Vou dormir agora, boa noite.¡± ¡°Boa noite!¡± A Ca se deitou na cama, voltando para a conversa o Marco Ant?nio. n?o resistiu e mandou outra mensagem, ¡°Estou saudades!¡± Depois de enviar a mensagem, a Ca sabia que ele n?o responderia a essa hora, mas ainda segurava no telefone certa esperan?a. Depois de esperar por um bom tempo, sem resposta, finalmente colocou o telefone dedo e se preparou para dormir. Quando se deitou, sua mente estava cheia de pensamentos confusos. n?o conseguia dormir, ent?o a Ca se levantou ee?ou a desenhar quadrinhos. O quadrinho que estava publicando nessa altura era chamado de ¡®Minha Vida Matrimonial¡¯. Devido ao estilo leve e divertido dos quadrinhos, eles atraiam a aten??o de muitas pessoas. No entanto, devido a eventos recentes, suas atualiza??es ficaram irregres e sua popridade tinha diminu¨ªdo um pouco. Felizmente, ainda tinha muitos f?s, e todos os dias haviam pessoas online esperando ps suas atualiza??es. A Ca decidiu levar isso a s¨¦rio, passou mais de uma hora desenhando cuidadosamente mais um cap¨ªtulo, depois o carregou no site. Cap铆tulo 1144 Cap¨ªtulo 1144 Cap¨ªtulo 1144 J¨¢ era madrugada, quando a maioria das pessoas estaria dormindo, a Ca n?o esperava que o quadrinho que publicou recebesseent¨¢rios t?o rapidamente. ¡°Carlita, finalmente voc¨º nos atualizou. Acelera a¨ª, queremos saber se os protagonistas j¨¢ se reconheceram ou n?o!¡± ¡°Carlita, n?o de uma de pregui?osa, por favor!¡± ¡°Carlita, for?a a¨ª, n?o nos deixe esperando por muito tempo.¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Osent¨¢rios eram muitos, em t?o pouco tempo, Ca j¨¢ tinha recebido dezenas deles. Primeiro, a Ca respondeu a um deles, ¡°Voc¨ºs est?o ansiosos para que os protagonistas se reconhe?am?¡± Ap¨®s a resposta da Ca, os f?s ficaram animados ee?aram aentar sem parar no post d. ¡°Carlita, que nunca responde aosent¨¢rios dos leitores, acabou de responder ao meu!¡± ¡°Conte pra n¨®s quando ¨¦ que os protagonistas v?o se reconhecer!¡± ¡°Na verdade, eu n?o quero que eles se reconhe?am t?o cedo, afinal, o cara nem percebe que a esposa dele est¨¢ bem aodo dele, pensando que ¨¦ infiel e querendo o div¨®rcio.¡± Rapidamente, muitosent¨¢rios foram postados e os leitores que concordavam e discordavam sobre os protagonistas se reconhecerem ee?aram a debater acerca do assunto. Vendo a discuss?o apaixonada sobre sua cria??o, a Ca se sentiu motivada e sua frustra??o gradualmente desapareceu. Ent?o, passou mais de uma hora desenhando outro cap¨ªtulo, e quando terminou e postou, j¨¢ era depois das quatro da manh?. Desta vez, a Ca foi direto para a cama e dormiu at¨¦ o amanhecer sem ter sonhos. Quando acordou, ainda era cedo, e a Ca pegou imediatamente no celr, vendo algumas mensagens n?o lidas. A Ca abriu rapidamente e, sem surpresa, eram mensagens do Marco Ant?nio. A primeira, ¡°Ca, j¨¢ cheguei!¡± A segunda, ¡°Tamb¨¦m estou saudades suas.¡± A terceira, ¡°Tenho estado a trabalhar, e terei ainda mais nos pr¨®ximos dias, e este fuso hor¨¢rio, talvez n?o tenha tempo para te ligar.¡± Eram sete da manh? no Brasil e meia-noite em Paris, o Marco Ant?nio provavelmente estava descansando depois de uma longa viagem de avi?o. Preocupada em acordar ele, a Ca resolveu mandar uma mensagem primeiro, ¡°Voc¨º j¨¢ est¨¢ dormindo? Posso te ligar agora?¡± queria muito ouvir na voz do Marco Ant?nio. No entanto, depois de enviar a mensagem, n?o houve resposta. O Marco Ant?nio n?o respondeu. A Ca imaginou que ele estivesse descansando e que provavelmente mandaria uma mensagem quando acordasse. rgou o celr, se levantou e foi se arrumar. Depois de se arrumar e descer, viu que o av? Camarillo j¨¢ estava acordado. Ele estava andando de umdo para o outro na entrada do primeiro andar, e quando viu a Ca descendo, foi at¨¦ feliz, ¡°Carlita, por que acordou t?o cedo? A cama n?o ¨¦ do seu conforto, ou tem algum outro motivo?¡± A Ca respondeu, ¡°Estou acostumada a acordar a esta hora, mesmo durante as f¨¦rias.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°Se n?o estiver se sentindo confort¨¢vel, me informe.¡± A Ca respondeu, ¡°Av? Camarillo, dormi muito bem ontem ¨¤ noite.¡± Ao ouvir a Ca de av? Camarillo, em vez de vov?, o av? Camarillo sentiu-se um pouco desapontado. Mas ele n?o insistiu, ¡°Tudo bem, vamos tomar caf¨¦ da manh?. Pedi para a cozinha preparar um caf¨¦ da manh? t¨ªpico do Norte de Be, n?o sei se voc¨º vai gostar.¡± A Ca disse, ¡°Av? Camarillo, euo de tudo.¡± O Av? Camarillo disse, ¡°Isso ¨¦ bom, assim voc¨º ter¨¢ uma alimenta??o equilibrada e estar¨¢ sempre saud¨¢vel.¡± O Av¨­ Camarillo sentiu que estava sendo um pouco constrangedor, pois estava tentando cuidar de suaa e estava um pouco perdido e sem saber oque fazer. Cap铆tulo 1145 Cap¨ªtulo 1145 Cap¨ªtulo 1145 Ca n?o era boba, sabia que o av¨® Camarillo estava tentandopensar a aus¨ºncia da av¨® d, ¡°Av? Camarillo, voc¨º n?o me deve nada, n?o precisa me tratar assim de forma t?o especial.¡± O Avo Camarillo estendeu a m?o e segurou na da Ca, sorrindo um pouco constrangido, ¡°Eu sei, mas ¨¦ certo um av? mimar aa, n?o ¨¦?¡± A Ca viu o cuidado nos olhos do av? Camarillo, tamb¨¦m sentiu a sua tristeza, pensou em sua dor passada e n?o pode evitar sentir a dor tamb¨¦m, Vovo¡­ Av? Camarillo olhou para Ca surpresa, ¡°Carlita, voc¨º acabou de me chamar?¡± Talvez ele estivesse pensando demais. Ca abra?ou espontaneamente o bra?o de av¨® Camarillo, ¡°¡­Vovo!¡± O Av? Camarillo estava velho e a culpa e a saudade durante os anos impactaram na sa¨²de, ele parecia mais velho do que realmente era, muito mais velho do que seu irm?o. Se algu¨¦m n?o soubesse, poderia pensar que ele era o irm?o mais velho. Porter perdido muitos entes queridos, a Ca sabia a importancia de valorizar as pessoas ao seu redor, n?o queria esperar at¨¦ n?o mas estarem presentes para se arrepender. Portanto, queria se dar bem o av? Camarillo, para que ele pudesse desfrutar do calor da fam¨ªlia no tempo limitado que tinha, O Av¨° Camarillo olhou para a Ca, seus olhos brilhando, ¡°Carlita, voc¨º poderia me charnar de vov? mais uma vez?¡± A Ca repetiu, ¡°Vov?, vov?¡­¡± Uma chamada de ¡°vovo¡± ap¨®s a outra, fazendo av? Camarillo se sentir extremamente satisfeito, ¡°Eu ouvi.¡± A Ca disse de novo, ¡°Vov?, eu tenho uma irm?.¡± O Av¨° Camarillo acariciou a cabe?a da Ca, ¡°Eu sei. A gente vai cuidar disso, agora vamos tomar o caf¨¦. Em breve Romeo e seus irm?os estar?o aqui. Antes de decidir reconhecer a Caoa, o av? Camarillo tinha umapreens?o b¨¢sica das r??es da Ca. Ele sabia que tinha dois grandes amigos, que cresceram juntos, foram para a universidade juntos, ee?aram um neg¨®cio em Salvador, eles eram sempre muito pr¨®ximos. Ele tamb¨¦m sabia que conheceu a Nara e a Susana atrav¨¦s do Marco Ant?nio, e que recentemente se encontrou uma irm?. Mas sem uma investiga??o aprofundada, ele n?o tinha certeza se a irm? da Ca era uma crian?a da familia Barcelo, e, portanto, ainda n?o tinha certeza se era suaa de sangue. Se fosse, mesmo que a crian?a n?o tivesse sido criada por Silvia, ele a reconheceriao sua neta. A Ca disse, ¡°Vovo, o Romeo e seus irm?os provavelmente tem algo a fazer. Eu n?o acho que seria uma boa ideia que eles me panhassem durante o dia.¡± Avo Camarillo disse, ¡°Eles n?o t¨ºm empregos formais, est?o sempre ocupados alguma coisa. Mas n?o se preocupe, eles nunca ficar?o sem dinheiro mesmo sem trabalhar.¡± A Ca se acalmou e aceitou. Esse era o mundo dos ricos. As pessoas nascidas em fam¨ªlias ricas nunca se preocupam as coisas da vidaum. Algumas pessoas nascem ricas, enquanto outras, n?o importa quanto esfor?o coloquem, n?o conseguem sair da pobreza em suas vidas e n?o sabemo o mundo realmente ¨¦ em outras perspetivas. Nesse momento, os tr¨¦s irm?os da fam¨ªlia Camarillo entraram. O Romeo disse, ¡°Bom dia Carlita!¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only A Ca respondeu, ¡°Bom dia, tios!¡± O F¨¦lix disse, ¡°Bom dia¡± Dessa vez, a Milia gatava nos bra?os da Alexa, a cabe?a pendendo sono, mas assim que ouviu a voz da Ca, imediatamente se animou, ¡°Carlita, eu quero que voc¨º me pegue no colo!¡± A Ca estendeu a m?o para pegar seu corpo macio, apertando levemente suas bochechas fofas, ¡°Desde quando os mais velhos devem ser carregados o tempo todo?¡± A Milia respondeu, ¡°Eu deixo voc¨º me carregar porque eu gosto de voc¨º, n?o deixo mais ningu¨¦m A Ca perguntou, ¡°Ent?o, eu devo me sentir honrada?¡± O Alexa disse,¡±ro que voc¨º deveria se sentir honrada, ele nunca me beijou por vontade pr¨®pria, se eu o beijo ele rema. O Romeo perguntou, ¡°Voc¨ºs j¨¢ tomaram caf¨¦ da manh?? Se sim, podemos partir, n¨®s vamos te levar para passear.¡± O Av¨® Camarillo disse, ¡° ainda n?oeu. Esperem um pouco, deixem a Carlita terminar o caf¨¦ da manh? primeiro.¡± Cap铆tulo 1146 Cap¨ªtulo 1146 Cap¨ªtulo 1146 O Romeo disse, ¡°Esta bem, n¨®s estaremos aqui esperando por voc¨º.¡± A Milia disse, ¡°Eu ainda n?o tomei meu caf¨¦ da manh?.¡± Os tr¨¨s irm?os perguntaram, ¡°Voc¨º n?o tomou o caf¨¦ da manh?? Para onde foi parar o sanduiche de presunto que voc¨º acabou deer?¡± A Milia respondeu, ¡°Eu n?oi.¡± A Ca entendeu o que ele queria dizer e decidiu ir tomar caf¨¦ da manh? ele. o levou no colo ee?ou a caminhar em dire??o a cozinha, mas depois de alguns passos se sentiu cansada, ¡°Voc¨º sabe o quanto voc¨º pesa?¡± A Milia disse, ¡°Eu peso vinte quilos.¡± A Ca disse, ¡®N?o ¨¦ ¨¤ toa que mal consigo carregar voc¨º.¡± O av¨® Camarillo disse, ¡°Carlita, coloque ele no ch?o, deixe ele andar sozinho. Os irm?os dele sempre o mimam, carregando ele para todo lugar. Se isso continuar, ele vai esquecero se anda.¡± A Milia disse. ¡°N?o, eu n?o vou esquecer.¡± A Ca disse, ¡°Tudo bem, eu posso te carregar at¨¦ a cozinha.¡± A Milia perguntou, ¡°Carlita, ouvi dizer que voc¨º se casou. Voc¨º vai ter um beb¨º tamb¨¦m?¡± A Ca ficou surpresa, depois sorriu, ¡°Sim, eu espero que venha a ter um filho t?o inteligente quanto voc¨º.¡± A Milia disse, ¡°Ent?o desejo que seus sonhos se tornem realidade!¡± A Ca disse, ¡°Voc¨º ¨¦ t?o jovem,o consegue fr assim?¡± A Milia disse, ¡°Porque eu sou inteligente!¡± A Ca n?o conseguiu conter no riso d. pensou, se e o Marco Ant?nio tivessem um filho, ser¨¢ que ele seria t?o ador¨¢vel e am¨¢vel quanto a Milia? Quando pensou em Marco Ant?nio, o humor de Ca de repente se baixou. Quando ele ¨¦ que ele finalmente ligaria para ? A Milia perguntou, ¡°Carlita, por que voc¨º ficou t?o triste de repente?¡± Ca disse, ¡°Nada n?o.¡± A Milia disse, ¡°A mim voc¨º n?o engana!.¡± A Ca n?o disse nada. Ele era mesmo inteligente. Ele era t?o jovem, mas j¨¢ conseguia entender as emo??es das pessoas. Enquanto isso, na s de estar, os tr¨ºs irm?os da fam¨ªlia Camarillo se reuniram. O Alexa disse, ¡°Parece que o Dinis j¨¢ sabe que Ca ¨¦ suaa.¡± O Romeo disse, ¡°Eu sabia que Brito n?o esconderia isso de Dinis. Dinis ¨¦ o que ele mais ama, e Dinis ama muito nosso pai.¡±R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only O F¨¦lix disse, ¡°Estou curioso para saber por que a Milia gosta tanto daqu menina?¡± O Romeo disse, ¡°Tamb¨¦m estou curioso.¡± O Alexa disse, ¡° ¨¦ bonita, tem uma voz agrad¨¢vel, e ¨¦ uma das poucas meninas na familia Camarillo. Seria estranho se ele n?o gostasse d.¡± O F¨¦lix perguntou, ¡°Voc¨º tamb¨¦m gosta d?¡± O Alexa disse, ¡°ro! ¨¦o a irm?zinha que eu sempre quis.¡± O F¨¦lix perguntou, ¡°E voc¨º, Romeo?¡± O Romeo ergueu o queixo orgulhosamente, ¡°Eu n?o me importo a apar¨ºncia das pessoas! Eu valorizo mais o car¨¢ter.¡± O F¨¦lix pergunto, ¡°Ent?o voc¨º n?o gosta d?¡± O Romeo diss¨¦, ¡°N?o ¨¦ que eu n?o goste, s¨® quero observar por mais algum tempo. pode ser descendente da familia Camarillo, mas cresceu fora, n?o sei se desenvolveu algum h¨¢bito mau.¡± O Alexa disse, ¡°Ent?o hoje voc¨º quer aproveitar a oportunidade de levar para passear para ver a analisar?¡± Cap铆tulo 1147 Cap¨ªtulo 1147 Cap¨ªtulo 1147 O Romeo permaneceu em sil¨ºncio,o se tivessem grado nos pensamentos dele. O Alexa o repreendeu: ¡°N?o ¨¦ legal fazer isso.¡± O Romeo retrucou: ¡°Por que? Apenas estou ajudando o Dinis a verificar se suaa tem algum comportamento inadequado.¡± O Alexa continuou: ¡°Se ele descobrir, ficar¨¢ chateado. Ele ama muito essa menina, antes mesmo de saber que era suaa. Voc¨º acha que ele a deixaria passar por esse tipo de injusti?a?¡± O Romeo respondeu sem se importar: ¡°Eu s¨® estou testando , n?o vou fazer nada mais, por que voc¨º est¨¢ t?o nervoso?¡± O Alexa respondeu: ¡°Sejao for, eu acho isso algo errado, pode machucar na autoestima da pessoa.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. O Romeo disse: ¡°Eu sei o que estou fazendo. Voc¨º pode n?o me ajudar, mas n?o atrapalhe meus nos.¡± O Alexa quer¨ªa dizer algo, mas ao ver o olhar de advert¨ºncia do Romeo, ficou quieto. Apesar de ter nascido apenas meia hora depois dele, ele ainda era o irm?o mais novo. Depois do caf¨¦ da manh?. A Ca voltou ao seu quarto, trocou se por um fatinho casual de cor beige e se preparou para sair com os irm?os da fam¨ªlia Camarillo. O Av? Camarillo panhou a Ca at¨¦ a garagem e a deu um cart?o de banco, ¡°Carlita, este ¨¦ o dinheiro que preparei para voc¨º, a senha ¨¦ a data do seu anivers¨¢rio.¡± A Ca aceitou sem hesitar, pegando no cart?o banc¨¢rio alegria: ¡°Obrigada!¡± Porque sabia que ele ficaria feliz se aceitasse. Se recusasse, ele ficaria desapontado. Por que devia recusar? O Romeo viu a Ca aceitando no cart?o banc¨¢rio e sem hesitar deu franzindo na boca desprezo. Vendo a Ca aceitar o cart?o banc¨¢rio alegria, o av? Camarillo ficou muito feliz: ¡°Use este cart?o como quiser, n?o precisa economizar para mim.¡± A Ca disse: ¡°Tudo bem.¡± O Romeo n?o conseguia suportar a ganancia da Ca, ent?o interrompeu a conversa: ¡°O lugar para onde vamos hoje ¨¦ longe, se levarmos mais tempo aqui, n?o teremos tempo suficiente.¡± O Av? Camarillo disse a todos: ¡°Eu pedi para voc¨ºs levarem a Carlita para se divertir, voc¨ºs t¨ºm que fazer feliz,preendido?¡± O Romeo respondeu: ¡°Fique tranquilo, deixa tudo connosco.¡± O Av? Camarillo ainda estava preocupado, ent?o puxou na Ca dedo e a lembrou: ¡°Carlita, se eles te maltratarem, voc¨º tem que me dizer, n?o suporte injusti?a nenhuma.¡± A Ca sorriu e disse: ¡°Vov?, eu j¨¢ n?o sou mais uma crian?a.¡± O Av? Camarillo disse: ¡°Eu sei, s¨® me preocupo que voc¨º se sujeite a isso.¡± A Milia disse: ¡°Eu estou aqui, quem ousaria maltratar na Ca?¡± O Av? Camarillo acariciou no rosto do Milia: ¡°Milia, eu confio a Ca em suas m?os.¡± A Milia bateu no peito, fndo gentilmente: ¡°Fique tranquilo.¡± ¡°Tudo bem, eu confio em voc¨ºs, podem ir.¡± O Av? Camarillo sorriu enquanto eles saiam. Quando o carro deles deixou a garagem e d¨¦sapareceu de vista, o sorriso em seu rosto tamb¨¦m desapareceu. Ele realmente queria ir eles, mas estava preocupado que sua idade pudesse ser uma inconveni¨ºncia e estragasse a divers?o de suaa. Mas assim que suaa partiu, elee?ou a sentir a falta d. ? ? F? ¨^ ? ? ? 4? ? Ah,o ele passaria o dia de hoje? Logo, o carro saiu do condom¨ªnio. A Ca notou que havia ve¨ªculos especiais ¨¤ frente, atr¨¢s e dosdos,o uma rede invis¨ªvel cercando seu carro: ¡°Romeo, esses carros foram arranjados por voc¨º?¡± O Romeo levantou a cabe?a, olhando para Ca: ¡°O que voc¨º est¨¢ dizendo? Isso ¨¦ desrespeitoso!¡± A Ca n?o queria dar o bra?o a torcer, ent?o se virou para o Milia: ¡°Milia, voc¨º qual ¨¦ a cena os carros?¡± Cap铆tulo 1148 Cap¨ªtulo 1148 Cap¨ªtulo 1148 A Milia, ¡°¨¦ o Sr. Camarillo que arranjou para te proteger.¡± A Ca perguntou: ¡°Proteger a mim? Por qu¨º?¡± A Milia respondeu: ¡°Ele admitiu para o mundo inteiro que voc¨º ¨¦ suaa. ¨¦ poss¨ªvel que os inimigos dele venham atr¨¢s de voc¨º, ent?o ele fez esse arranjo.¡± A Ca exmou: ¡°Ah, entendi agora!¡± A Milia abriu os bra?os e abra?ou na Ca, ¡°Carlita, n?o tenha medo, todos n¨®s vamos te proteger.¡± A Ca, tocada, abra?ou-o de volta, ¡°Obrigada antecipadamente.¡± A Milia respondeu: ¡°Somos uma fam¨ªlia, n?o precisa agradecer.¡± Ca sorriu: ¡°Que bom!¡± A Milia perguntou, ¡°O que ¨¦ bom?¡± Ca apertou as bochechas da Milia, ¡°¨¦ t?o bom conhecer voc¨º!¡± A Milia ficou muito feliz e deu uns beijinhos no rosto da Ca. Ca tamb¨¦m a beijou de volta, pensando que seus futuros filhos o Marco Ant?nio seriam ainda mais ador¨¢veis do que a Milia. O Romeo pigarreou. A Milia perguntou, ¡°Voc¨º est¨¢ resfriado?¡± O F¨¦lix respondeu: ¡°Ele est¨¢ iodado voc¨ºs duas.¡± A Milia retrucou: ¡°Ele n?o sabe fr? Precisa de voc¨º para fr por ele?¡± O F¨¦lixe?ou: ¡°Eu¡­¡± O Alexa estava prestes a fr, mas a Milia interrompeu, ¡°N?o ¨¦ da sua conta, ¨¦ melhor voc¨º n?o se intrometer tamb¨¦m.¡± O Romeo disse: ¡°N¨®s realmente te mimamos tanto. Milia, voc¨º sabe quem est¨¢ fndo?¡± A Milia respondeu: ¡°Eu n?o sou idiota, sei sim, quem estou fndo.¡± O Romeo puxou na Milia, ¡°Agora voc¨º senta ao meudo.¡± A Milia respondeu: ¡°N?o! eu quero sentar a Carlita. O Romeo disse: ¡°N?o fique muito pr¨®xima de certas pessoas, sen?o s s¨® ver?o dinheiro ¨¤ sua frente.¡± Era uma alus?o ¨®bvia ao suposto amor da Ca por dinheiro. A Ca sorriu: ¡°O que tem de errado em amar dinheiro?¡± O Romeo respondeu: ¡°Se voc¨º ama dinheiro, ganhe seu pr¨®prio esfor?o. O que voc¨º est¨¢ provando usando o dinheiro dos outros?¡± A Ca retrucou: ¡°Eu gastei o seu dinheiro? Todo dinheiro que voc¨º gasta ¨¦ o seu pr¨®prio dinheiro?¡± O Romeo respondeu: ¡°Euecei a ganhar meu pr¨®prio dinheiro desde os dezasseis anos, nunca mais gastei o dinheiro dos meus pais.¡±N?velDrama.Org owns this. A Ca perguntou: ¡°Como voc¨º ganhou dinheiro?¡± A Milia interveio: ¡°Ele abriu sua pr¨®pria empresa de jogos, que ¨¦ bem lucrativa.¡± Ca perguntou: ¡°Ent?o, o capital inicial para abrir essa empresa de jogos era o seu pr¨®prio dinheiro? Ou Voc¨º usou as conex?es de seus pais para abrir sua empresa?¡± O Romeo disse: ¡°E da¨ª se eu usei? Nem todo mundo que recebe investimento consegue ter sucesso.¡± A Ca o acusou: ¡°Voc¨º desfruta de todos os benef¨ªcios que seus pais te proporcionaram enquanto menospreza os outros por n?o ganharem seu pr¨®prio dinheiro. Diga a verdade, Romeo, s¨¦u sucesso se deve apenas ao fato de voc¨º ter nascido em um ambiente melhor que os demais. Se voc¨º tivesse nascido em uma fam¨ªliaum, quem sabe o que voc¨º seria?¡± O Romeo ficou em sil¨ºncio por um momento, ¡°N?o esperava que al¨¦m de amar dinheiro, voc¨º tamb¨¦m fosse t?o astuta.¡± A Ca respondeu: ¡°Usando suas pvras, qual o problema em aceitar o dinheiro que meu av? me deu? Al¨¦m disso, o que voc¨º quer dizer astuta? S¨® voc¨º pode ser sarc¨¢sticoigo e eu n?o posso ser de volta, devo apenas ficar cda?¡± Cap铆tulo 1149 Cap¨ªtulo 1149 Cap¨ªtulo 1149 O Romeo ficou em sil¨ºncio. Como pode fr tanto? N?o importava, mesmo que ele n?o consiguisse responder a nesse momento, algo mais emocionante a aguardava. A Ca perguntou ¡°Por que voc¨º ficou em sil¨ºncio?¡± O Romeo respondeu, ¡°Eu n?o sou o seu advers¨¢rio para debate.¡± Ele parou de fr, a Ca deveria fazer o mesmo, mas continuou, ¡°Romeo, voc¨º deve se desculpar pra mim agora!¡± O Romeo,o se tivesse ouvido uma piada muito engra?ada, ¡°O que voc¨º disse?¡± A Milia. ¡° quer que voc¨º se desculpe!¡± O Romeo cobriu a boca da Milia a m?o, ¡°Eu n?o te pedi para fr, fique em sil¨ºncio.¡± A Ca disse, ¡°Eu quero que voc¨º se desculpe pra mim.¡± j¨¢ havia aceito o av¨° Camarillo, agora tamb¨¦m era membro da familia Camarillo, e enquanto o av? Camarillo estivesse l¨¢, teria de encontrar os outros membros no futuro. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Com tantas oportunidades de contato, era importante definir as barreiras e os princ¨ªpios pelos quais as pessoas lidavam . Caso contr¨¢rio, qualquer pessoa poderia insultar a vontade no futuro. O Romeo perguntou, ¡°O que eu disse de errado?¡± A Ca respondeu, ¡°Voc¨º acha que n?o fez nada de errado?¡± O Romeo perguntou, ¡°Voc¨º se ousa em dizer que n?o ama dinheiro?¡± A Ca respondeu, ¡°Meu dinheiro ¨¦ obtido por meios leg¨ªtimos.¡± O Romeo disse. ¡°Enganar um velho ¨¦ um meio legitimo? Ca, onde est¨¢ a sua consci¨ºncia?¡± Vendo os dois discutindo ferozmente, o F¨¦lix e o Alexa n?o se atreveram a interromper, apenas a Milia defendeu a Ca novamente, ¡°Se voc¨º continuar a fr dessa forma, eu n?o vou mais querer saber de voc¨º.¡± O Romeo disse, ¡°¨¦ quem est¨¢ me intimidando.¡± A Milia disse, Voc¨º ¨¦ que est¨¢ puxando isso.¡± O Romeo ficou sem pvras. A Ca disse, ¡°Ele est¨¢ certo,¡± A Milia co?ou a cabe?a, pensou seriamente e disse, ¡°Se voc¨ºs dois n?o conseguem chegar a um acordo, podemos fazer um desafio mais tarde, quem perder deve se desculpar.¡± O Romeo disse, ¡°Certo.¡± A Ca perguntou, ¡°Que tipo de desafio?¡± O Romeo perguntou, ¡°O que ¨¦? Voc¨º est¨¢ medo?¡± A Ca respondeu, ¡°Preciso saber o que ¨¦ o desafio antes de aceit¨¢-lo, h¨¢ algo errado isso?¡± A Ca n?o seria influenciada ps provoca??es dele e se deixando tomar decis?es impulsivas. n?o faria nada de que n?o tivesse certeza. Al¨¦m disso, s¨® tinha acabado de conhecer essas pessoas e n?o as conhecia bem. lembrou no que o Marco Ant?nio disse, a Milia n?o erao outras crian?as de quatro anos. E se todos se unissem para zombar d? A Milia disse, Vou sugerir alguns desafios e voc¨ºs podem escolher deles.¡± O Romeo disse, ¡°Eu posso aceitar, mas s¨® falo por mim.¡± ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ?? A Ca disse, ¡°F primeiro!¡± A Milia disse. ¡°¨¦ simples. Escda, corrida curta, tiro, escolha um.¡± O Romeo disse, ¡°Damas primeiro, eu deixo voc¨º escolher primeiro.¡± A escda e a corrida curta requerem muita for?a f¨ªsica e havia uma grande diferen?a de resist¨ºncia entre homens e mulheres. Al¨¦m disso, n?o se podia descartar que Romeo costumava participar dessas atividades, a Ca n?o tinha chance de vencer. No entanto, no tiro, a Ca tinha alguma confian?a. Cap铆tulo 1150 Cap¨ªtulo 1150 Cap¨ªtulo 1150 No final do ano passado, j¨¢ que um cliente muito importante era aficionado por tiro, panhou o Marco Ant?nio para um treinamento de tiro. O Marco Ant?nio era um g¨ºnio nessa ¨¢rea, mesmo sem praticar tiro h¨¢ algum tempo, bastava um pouco de familiaridade a arma para acertar no alvo precis?o. Empara??o o Marco Ant?nio, a Ca era uma pessoa esfor?ada. nunca havia tido experi¨ºncia tiros, e no in¨ªcio do treinamento o Marco Ant?nio, suas bs podiam at¨¦ desviar por um metro do alvo. A Ca ainda se lembra do olhar do Marco Ant?nio para naqu ¨¦poca,o se estivesse olhando para uma idiota, provavelmente porque ele nunca tinha visto um atirador t?o ruim quanto . Por ser desrespeitada por sua falta de habilidade em tiro, a Ca decidiu se esfor?ar ainda mais para melhorar nas suas habilidades. Portanto, praticou em segredo, e quanto ao resultado, o olhar surpreso do Marco Ant?nio quando a viu atirando novamente disse tudo. Ap¨®s muita reflex?o, a Ca anunciou sua escolha, ¡°Tiro.¡± O F¨¦lix, que estava dirigindo, riu, ¡°Voc¨º provavelmente n?o sabe que o Romeo j¨¢ ganhou v¨¢rios campeonatos de tiro desde que era pequeno! O Alexa, que estava no assento do passageiro, estava um pouco preocupada, ¡°Carlita, voc¨º tem certeza de que n?o quer trocar o desafio?¡± A Ca disse, Voc¨º acha que eu posso venc¨º-lo em escda ou corrida curta?¡± O F¨¦lix respondeu, ¡°Parece que n?o. Milia, n?o importune a Carlita, vamos adicionar mais dois desafios para escolher.¡± O Romeo olhou para a Ca, n?o disse nada, mas seus olhos j¨¢ expressavam seu ponto de vista, ¡°Mesmo que adicionemos mais alguns desafios, voc¨º n?o temo me vencer.¡± De fato, a Ca n?o tinha confian?a de o vencer nos outros desafios, a ¨²nica possibilidade era o tiro, ¡°Eu escolho o tiro. O Romeo disse, ¡°Ok.¡± A Milia falou de seguida, ¡°Carlita, for?a! Voc¨º seria um mgre se voc¨º Romeo, isso vai ensinar ele a ficar no seu lugar.¡± N?velDrama.Org owns this. A Ca nem sabia se estava vendo coisas, mas parecia ver um toque de ast¨²cia no olhar inocente da Milia. Rapidamente, a Ca pensou que eles provavelmente estavam conspirando para se zombar d. Eles a levaram para um lugar na fronteira entre a Cidade Capital e outras cidades, um centro dezer e recrea??o. Este lugar, a Ca tinha ouvido fr, s¨® atendia algumas pessoas espec¨ªficas, era muito misterioso aos olhos do mundo exterior. Depois de sair do carro, entrou primeiro num jardim, seguiu pelo jardim e encontrou uma s¨¦rie de edif¨ªcios de estilo europeu antigos,o se tivesse voltado ao passado por algumas centenas de anos. continuou andando, e havia um gramado sem fim, ¨¤ direita do gramado havia um campo de tiro, e os funcion¨¢rios j¨¢ l¨¢ estavam esperando por eles. Ap¨®s a aposta, nenhum dos quatro entrou em contato o local, mas os funcion¨¢rios j¨¢ estavam prontos para receb¨º-los. Portanto, a Ca confirmou sua suposi??o anterior, esses quatro irm?os definitivamente estavam conspirando para zombar d. Eles queriam que perdesse? Eles queriam zombar d? Ou eles queriam mostrar a a autoridade deles? Independentemente do motivo, a Ca se disse para si mesma que n?o podia perder. Durante a prepara??o do equipamento antes do jogo, o corpo alto do Romeo ficou diante do da Ca como uma parede, ¡°Se voc¨º se desistir agora, eu posso te deixar em paz.¡± A Ca deu um leve sorriso, ¡°Desde que eu era pequena, a minha av¨® sempre me disse que perder n?o ¨¦ vergonhoso, o que ¨¦ vergonhoso ¨¦ desistir.¡± O Romeo disse: ¡°Ent?o, depois de perder, n?o v¨¢ chorar para o Diniso uma crian?a.¡± A Ca respondeu: ¡°Voc¨ºs est?o preocupados que eu v¨¢ contar ao meu av? que voc¨ºs se uniram contra mim?¡± O Romeo n?o disse nada. Ca, ¡°Como um verdadeiro homem, se voc¨º ousar fazer algo, deve pelo menos admitir. T¨¢ medo de qu¨º?¡± O Romeo diss¨¦, ¡°Voc¨º est¨¢ certa, mas vou fazer voc¨º chorar por miseric¨®rdia.¡± Tern mais alguma coisa a dizer? Nos vemos no campo.¡± A Ca contornou ao Romeo e pediu aos funcion¨¢rios para prepararem seu equipamento de tiro. Cap铆tulo 1151 Cap¨ªtulo 1151 Cap¨ªtulo 1151 O Romeo disse, ¡°Vamos ver quanto tempo voc¨º consegue manter essa pose de algu¨¦m superior.¡± Independentemente de quanto tempo pudesse manter, ganhasse ou n?o, a Ca se lembrou que precisava mostrar confian?a e que a primeira rodada era crucial. Depois de todos os preparativos, o juiz gritou: ¡°Come?a!¡± Com um tiro, a b da Ca atingiu perfeitamente no alvo. Os tr¨ºs irm?os da fam¨ªlia Camarillo na bancada mal podiam acreditar no que viam. Eles n?o esperavam que Ca fosse mais do que apenas uma fanfarrona, realmente sabia o que tava fazendo. Mas n?o importava, porque eram dez rodadas no total e apenas a primeira tinha terminado. Eles ainda precisavam vero iria se sair nas pr¨®ximas. Vamos ver se voc¨º realmente sabe atirar ou se foi s¨® sorte na pr¨®xima rodada.¡± Disse o Romeo, caminhando calmamente para o posto de tiro. Ele levantou a m?o e apertou no gatilho, e a b voou imediatamente. No segundo seguinte, a teia exmou: ¡°Uau, ele ¨¦ incr¨ªvel!¡± Acontece que a b dele atingiu no mesmo ponto que Ca tinha acabado de acertar, diretamente no alvo. ¡°Carlita,o est¨¢ minha habilidade de tiroparada ¨¤ sua?¡± Ele olhou para tr¨¢s,o olhar de desafio na dire??o da Ca, ¡°Voc¨º tem a chance de desistir antes do final do jogo.¡± A Ca lutou para n?o se distrair, mantendo-se focada no tiro. Talvez estivesse muito concentrada, tensa, quando puxou no gatilho eeteu um erro. Sua m?o tremeu ligeiramente e a b atingiu a borda mais externa do alvo. Com um erro t?o grande, seria muito dif¨ªcil para Ca vencer o Romeo. S¨® se Romeo tamb¨¦metesse um grande erro, eles poderiam diminuir a diferen?a novamente. O F¨¦lix, na bancada, disse: ¡°Eu sabia que era sorte.¡± O Alexa disse: ¡°N?o tire conclus?es t?o cedo.¡± A Milia disse: ¡°Parem de discutir. Vamos vero Romeo vai lidar isso.¡± O Romeo caminhou lentamente ao redor de Ca, ¡°Com este tiro, se eu marcar um ponto a mais que voc¨º, voc¨º ir¨¢ perder.¡± A Ca n?o p?de deixar de revirar nos olhos, ¡°Por que voc¨º f tanto? Voc¨º poderia atirar e parar de desperdi?ar o tempo de todos?¡± ¡°Eu s¨® queria te dar mais tempo antes de perder, mas se voc¨º n?o concorda, ent?o eu n?o vou ser gentil.¡± Assim que terminou de fr, Romeo puxou o gatilho e a b voou. N?velDrama.Org owns this. Sua b acertou novamente no mesmo lugar que Ca, precis?o incr¨ªvel. Esse cara era capaz de contrr perfeitamente onde a b iria atingir, a Ca teve que admitir, realmente tinha encontrado um advers¨¢rio a altura. Se quisesse vencer o jogo de maneira justa, a Ca sabia que n?o tinha chance de ganhar. A menos que¡­ O Romeo disse, ¡°Eu te dou uma ¨²ltima chance, se voc¨º desistir agora, eu paro depetir voc¨º.¡± Ca respondeu, ¡°Eu disse que n?o vou desistir. Se voc¨º quiser desistir, eu n?o vou te fazer pedir desculpas para mim.¡± O Romeo disse, ¡°De que adianta voc¨º dizer isso?¡± A Ca respondeu, ¡°Quem sabe quem vai ganhar ou perder at¨¦ o ¨²ltimo momento?¡± O Romeo disse, ¡°Certo, vamos ver o resultado.¡± ¡°Acha que eu tenho medo de voc¨º?¡± Depois de passar tanto tempo o Marco Ant?nio, a coisa mais importante que a Ca aprendeu foi que, n?o importa o qu?o dif¨ªcil seja a situa??o, ¨¦ preciso manter seu pr¨®prio campo de energia intato. O Romeo continuou, ¡°Derrotar voc¨º ¨¦ quest?o de alguns segundos. Mas agora eu n?o quero te derrotar diretamente, eu quero brincar de gato e rato voc¨º.¡± Quando um gato pega um rato, raramente oe imediatamente. Normalmente, o gato brinca o rato at¨¦ se cansar e s¨® ent?o termina o jogo. O Romeo estava separando ao gato, e Ca era o rato em suas m?os¡­ A Ca deu uma pequena risada, n?o respondeu, e continuou focada no seu jogo. Cap铆tulo 1152 Cap¨ªtulo 1152 Cap¨ªtulo 1152 Dessa vez, Ca ajustou a respira??o e acertou diretamente no alvo. Romeo, no entanto, atingiu acima do alvo que Ca havia atingido. Depois de algumas rodadas, os dois empataram e chegaram ¨¤ rodada final. Embora eles parecessem muito descontraidos, tr¨ºs espectadores na arquibancada estavam tensos e prendiam a respira??o. F¨¦lix disse: ¡°Por que essa garota Ca tem uma personalidade t?o forte? Se recuasse um pouco, o Romeo a deixaria ganhar, n?o ¨¦?¡± Alexa disse: ¡°Ca ¨¦ t?o determinada, se perder, n?o vai ficar furiosa?¡± Milia disse: ¡°N¨®s dever¨ªamos ter cborado Romeo para testar a Carlita?¡± Alexa torceu a orelha de Milia: ¡°Agora voc¨º percebe isso, j¨¢ ¨¦ tarde demais!¡± Milia disse: ¡°Eu s¨® achei isso interessante.¡± Enquanto discutiam, apeti??o j¨¢ terminou. Na ¨²ltima rodada, Ca acertou novamente o alvo, enquanto o tiro de Romeo desviou do alvo e atingiu um alvo aodo. Ele ficou surpreso por um momento e ent?o gritou: ¡°¡±Ca, voc¨º est¨¢ jogando sujo!¡± Ca deu de ombros e sorriu, ¡°Quem disse que n?o se pode jogar sujo?¡± Romeo disse, ¡°Realmente n?o h¨¢ regra para impedir isso, mas durante apeti??o, jogar sujo ¨¦ errado. Essa rodada n?o conta, vamose?ar de novo.¡± Ca tirou o capacete, virou-se para os tr¨ºs na teia e disse: ¡°Romeo, parece que voc¨º n?o aceita perder, n?o ¨¦? Voc¨º perdeu, ¨¦ hora de aceitar a derrota.¡± A fam¨ªlia de Camarillo ficou em sil¨ºncio. Romeo disse: ¡°Ca voc¨º¡­¡± Ele estava t?o irritado que n?o conseguia fr uma frasepleta. Ca disse: ¡°Romeo est¨¢ sem pvras, algu¨¦m quer fr algo por ele?¡± Milia se levantou e disse: ¡°Realmente n?o h¨¢ regra que diga que n?o se pode jogar sujo, ent?o Ca ganhou. Romeo,o homem, voc¨º tem que aceitar a derrota, n?o pode negar isso, ou as pessoas v?o pensar mal de voc¨º.¡± Romeo n?o disse nada. Ele olhou fixamente para Ca, mas n?o p?de fazer nada. Alexa de repentee?ou a rir alto: ¡°Hahaha, Ca ¨¦ realmente engra?ada. n?o ¨¦ uma pessoa f¨¢cil de ser intimidada, digna de ser da fam¨ªlia de Camarillo.¡± F¨¦lix perguntou: ¡°Romeo, Ca usou algum truque?¡± Romeo disse: ¡°Deixe dizer.¡± Ca acenou o espelho em sua m?o e disse: Jogar sujo tamb¨¦m requer intelig¨ºncia, ok? Pessoasuns conseguiram pensar em um m¨¦todo t?o inteligente quanto o meu?¡± Todos entenderam, Ca tinha usado o espelho para cegar Romeo, fazendo que ele n?o pudesse ver por um momento, e naturalmente desviasse seu tiro. Alexa disse: ¡°Faz sentido.¡± Romeo disse: ¡°Que sentido? Essa rodada n?o conta, vamose?ar de novo.¡± Ca perguntou: ¡°Voc¨º n?o aceita a derrota, certo?¡± Romeo respondeu: ¡°Quem disse que eu n?o aceito?¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ca disse: ¡°Se voc¨º n?o consegue aceitar a derrota,, tudo bem, da pr¨®xima vez que eu te ver, vou te zombar.¡± Romeo respondeu: ¡°Nem pense nisso.¡± Ca disse: ¡°Ah, ent?o pe?a desculpas para mim.¡± Todos estavam olhando, e Romeo realmente perdeu. Antes do jogo, n?o havia regras estabelecidas antes dapeti??o de que certos truques n?o poderiam ser usados. Cap铆tulo 1153 Cap¨ªtulo 1153 Cap¨ªtulo 1153 Desta vez, Romeo teve de admitir a derrota: ¡°Pe?o desculpas.¡± Ca perguntou: ¡°Para quem voc¨º est¨¢ pedindo desculpas?¡± Romeo respondeu: ¡°Ca, me desculpe.¡± Ca perguntou novamente: ¡°O que voc¨º fez de errado?¡± Romeo respondeu: ¡°Na verdade, eu n?o fiz nada de errado.¡± Ca, confusa, perguntou: ¡°H??¡± Romeo explicou: ¡°Eu n?o deveria ter dito que voc¨º ¨¦ gananciosa.¡± Ca respondeu: Voc¨º deveria pensar bem antes de pedir desculpas. Eu n?o vou aceitar um pedido de desculpas sem sinceridade.¡± Romeo ficou em sil¨ºncio por um momento, suspirou! Ca, mesmo sendo uma jovem na casa dos vinte anos, era muito organizada em sua maneira de agir. Romeo sentiu que estava em apuros. Romeo s¨¦ntiu que estava preso. Ca olhou para Milia, que n?o mostrou nenhum sinal de medo e seu rosto n?o ficou vermelho: ¡°Carlita, eu quero um abra?o.¡± Ca respondeu: ¡°N?o vou te abra?ar!¡± Milia uma express?o ferida e disse: ¡°Porqu¨¦? Por que voc¨º n?o me quer abra?ar? Voc¨º n?o pode deixar de gostar de mim por causa do Romeo.¡± Ca questionou: ¡°Voc¨º se uniu a eles para me intimidar, voc¨º ousa dizer que n?o participou?¡± Milia piscou: ¡°Mas eu s¨® tenho quatro anos.¡± Ca citou Marco Ant?nio para Milia: ¡°Seus quatro anos s?o diferentes dos quatro anos dos outros.¡± Ca estava cada vez mais convencida das pvras de Marco Ant?nio, Milia era muito inteligente, definitivamente n?o era a intelig¨ºncia de uma crian?aum de quatro anos. Ca perguntou: ¡°Como voc¨ºs querem continuar brincando, falem.¡± Romeo sugeriu: ¡°Este ¨¦ o melhor cinema do mundo, efeitos especiais que proporcionam uma experi¨ºncia imersiva. Que tal irmos ver?¡± Ca adivinhou: ¡°Voc¨º quer assistir um filme de terror para me assustar?¡± Todos na fam¨ªlia de Camarillo ficaram surpresos e olharam para Ca, incr¨¦dulos. podia ler mentes? Romeo provocou: ¡°Voc¨º tem coragem?¡± Ca respondeu: ¡°Quem tem medo de quem?¡± Milia alertou: ¡°Carlita, esse filme ¨¦ realmente assustador, muitas pessoas acabam chorando. Voc¨º deve pensar bem, porque depois de entrar, n?o h¨¢o voltar atr¨¢s.¡± Ca disse firmemente: ¡°Tudo bem.¡± ? ¨¹? Em seguida, eles foram para o que era conhecidoo o melhor centro de entretenimento do mundo¡¯, que tinha v¨¢rias ¨¢reas, entretenimento, cinema, jogos¡­ Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Eles, ¨¦ ro, foram para a ¨¢rea do cinema. Depois de entrar na s de proje??o, Ca percebeu que era muito grande, provavelmente v¨¢rias vezes maior do que qualquer outra s de proje??o que j¨¢ tinha ido. Ao ficarem em frente ¨¤ t, eles pareciam pequenoso formigas.. Caentou: ¡°Esta s de cinema ¨¦ realmente a maior que j¨¢ vi. S¨® n?o sei se a qualidade da proje??o ¨¦ t?o boa quanto dizem.¡± Romeo respondeu: ¡°Voc¨º vai descobrir em breve.¡± Alexa disse: ¡°Vou levar a Milia para fora por um tempo.¡± Romeo o advertiu: ¡°Voc¨º tem que voltar, n?o pense em fugir.¡± Alexa respondeu¡­ Eu sei Na verdade, ele n?o queria voltar, nem um pouco, mas n?o tinha escolha. Ap¨®s levar Milia para fora, Alexa retornou ¨¤ s de cinema. Romeo estava organizando os assentos: ¡°N¨®s quatro, um sentado em cada fileira. Ca, voc¨º pode escolher primeiro.¡± Ca escolheu um lugar aleat¨®rio e sentou. Ent?o puviu Romeo dizer: ¡°Dessas quatro fileiras, escolha a primeira.¡± Cap铆tulo 1154 Cap¨ªtulo 1154 Cap¨ªtulo 1154 Romeo queria ver Ca ficar t?o assustada a ponto de chorar. ¡°Tudo bem, vou ouvir voc¨º.¡±, disse Ca Assim que Ca se odou em seu assento, as luzes do cinema se apagaram e a enorme t ¨¤ frente se iluminou. De repente, imagens de terror e viol¨ºnciae?aram a aparecer diante de Ca. Alexa, atr¨¢s d, assustada, segurou a m?o de F¨¦lix for?a,mentando em seu cora??o que talvez Romeo estivesse tentando assustar Ca em vez d. Romeo sabia que Alexa temia este tipo de filme e agora a fazia assistir em um ambiente assim¡­. F¨¦lix disse: ¡°Alexa, voc¨º precisa ter coragem. Olhe para Ca ¨¤ frente, n?o est¨¢ reagindo de forma alguma.¡± Alexa respondeu: ¡°Ser¨¢ que est¨¢ em choque? Ou talvez esteja os olhos fechados, simplesmente medo de olhar.¡± Se fosse assim, ent?o o filme seria um desperd¨ªcio. Alexa e F¨¦lix ficaram de p¨¦, segurando as m?os um do outro, olhando para Ca para ver se estava tanto medo a ponto de n?o abrir os olhos. Depois de um r¨¢pido olhar, perceberam que Ca n?o tinha medo de abrir os olhos, mas sim os olhava fixamente,o se fossem sinos de bronze, fixados na t grande. Alexa seguiu o olhar de Ca e viu as imagens aterrorizantes na t. rapidamente se virou, assustada, escondendo o rosto nas m?os. ¡°Ca, voc¨º ¨¦ humana? Por que n?o tem medo de nada?¡±F¨¦lixentou: ¡°Tamb¨¦m suspeito que n?o seja.¡± Alexa estava prestes a dizer algo quando uma m?o pesada bateu em seu ombro, assustando-a at¨¦ gritar: ¡°Fantasma!¡± Romeo disse: ¡°Sou eu, n?o tem fantasmas. Alexa respondeu: ¡°Voc¨º quer me assustar at¨¦ a morte?¡± Romeo disse: ¡°Voc¨ºs dois saiam, n?o estraguem o clima aqui.¡± Romeo pensou que Ca n?o estava medo porque esses dois estavam fndo o tempo todo. Depois de expuls¨¢-los, ele queria ver se Ca ficaria assustada. Mas mesmo depois de expuls¨¢-los, Romeo n?o viu Ca assustada. Ele at¨¦ a viu mudar para uma postura mais rxada. Se tivesse refrigerante e pipoca, talvez estivesseendo e bebendo. Com este filme de terror e este ambiente sombrio, at¨¦ Romeo estava um pouco assustado. Como Ca conseguia n?o ter medo? Em vez de ver Ca assustada, Romeo agora queria sabero Ca conseguia ser t?o calma. Ent?o, ele se levantou e se sentou aodo de Ca, ¡°Voc¨º realmente n?o est¨¢ medo?¡± Ca continuou assistindo ¨¤ t seriedade: ¡°Voc¨º poderia pedir que trouxessem pipoca e refrigerante? Assistir a um filme sem eles parece que est¨¢ faltando algo.¡± estava realmente pensando emida. Essa garota n?o ¨¦ normal! Romeo imediatamente ligou e pediu para trazerem refrigerante e pipoca. Com refrigerante e pipoca, Ca assistiu ainda mais atentamente. Romeo disse: ¡°Trouxe refrigerante e pipocao voc¨º pediu. Agora voc¨º pode me dizero consegue n?o ter medo?¡± Ca respondeu: ¡°Porque os filmes s?o todos fict¨ªcios. N?o h¨¢ motivo para ter medo. ¡°Romeo disse: ¡°Todo mundo sabe que ¨¦ fict¨ªcio, mas apenas voc¨º n?o tem medo.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ca disse: ¡°Voc¨º realmente quer saber?¡± Romeo disse: ¡°Fale.¡± Ca respondeu: ¡°¨¦ muito simples. Quando cenas de terror aparecem, voc¨º n?o fecha os olhos, voc¨º os abre bem para ver ramente. Muitas vezes, nosso medo vem do desconhecido e da nossa imagina??o sobre o que n?o podemos ver. Uma vez que olho bem de perto e vejo a verdade, n?o h¨¢ espa?o para imagina??o e, naturalmente, n?o tenho mais medo.¡± Romeo acreditou em suas pvras, virou a cabe?a e olhou fixamente para a t, sempre que uma cena de terror aparecia, ele olhava atentamenteo ¡­ Mas! Esta garota est¨¢va enganando ele! O rosto sangrento quase tocou o rosto de Romeo,o ele poderia n?o ter medo. Ca sorriu levemente, uma do?ura venenosa em seu sorriso: ¡°O m¨¦todo que acabei de te contar, s¨® funciona para mim. Todos ao meu redor que tentaram, ficaram muito medo.¡± Romeo disse:¡±Por que voc¨º n?o me disse isso antes?¡± Ca respondeu: ¡°Por que eu deveria te contar antes?¡± Romeo disse: ¡°Voc¨º queria me assustar?¡± Ca respondeu: ¡°Voc¨º s¨® percebeu agora?¡± Cap铆tulo 1155 Cap¨ªtulo 1155 Cap¨ªtulo 1155 Romeo encarou Ca e, ap¨®s um breve sil¨ºncio, disse lentamente, ¡°Voc¨º me assusta!¡± ¡°Eu assusto?¡± Ca n?o virou a cabe?a, sua aten??o ainda estava presa na t grande. As imagens na t eram assustadoras, mas Ca pensava que nada era mais assustador do que a maldade humana. continuou: ¡°Voc¨ºs querem que eu fique quieta enquanto sou humilhada, sem me defender, para ent?o me considerarem uma ¡®boa menina¡±?¡± Romeo ficou momentaneamente atordoado, sem saber o que responder. Ca riu suavemente, ¡°Nunca tive a inten??o de ferir algu¨¦m, nem pensei em fazer algo a voc¨ºs. Hoje, eu apenas respondi ¨¤s suas provoca??es. Quem ¨¦ assustador ¨¦ voc¨º, mas agora voc¨º diz que sou assustadora. ¨¦ porque eu n?o fui assustada por voc¨º? Ou ¨¦ porque eu n?o sou uma garota fraca que s¨® pode ser intimidada por outros?¡± ¡°Eu n?o queria realmente fazer nada voc¨º, s¨® queria test¨¢.¡± ¡°Testar o qu¨º?¡± ¡°Sua personalidade, coragem, intelig¨ºncia, e assim por diante. A fam¨ªlia de Camarillo n?o ¨¦ uma fam¨ªliaum, e a vida aqui ¨¦plexa. Desde o nascimento, todos n¨®s, inclusive n¨®s mesmos, enfrentamos muitos testes. Somente ap¨®s passar por esses testes ¨¦ que podemos realmente obter o reconhecimento da fam¨ªlia.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ disposto a me aceitaro um membro da fam¨ªlia de Camarillo?¡± Ca riu levemente, ¡°Romeo, se eu me tornarei um membro da fam¨ªlia de Camarillo nunca foi algo que voc¨º poderia decidir, nem qualquer outra pessoa pode decidir, s¨® eu posso.¡± Romeo disse: ¡°Voc¨º nasceu fora daqui, cresceu em uma fam¨ªliaum, nunca teve contato uma grande fam¨ªliao a de Camarillo, voc¨º n?o sabe o qu?oplicada ¨¦. Quem quer que seja, inclusive n¨®s, desde o nascimento tem que passar por v¨¢rios testes, so depois de passar por ess¨¨s testes ¨¦ que ¨¦ realmente aceito p fam¨ªlia.¡± Ca n?o estava interessada, ¡°Aplexidade da fam¨ªlia de Camarillo n?o tem nada a verigo, e n?o me importo. O ¨²nico que me importa ¨¦ o av? Camarillo.¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Terminando de fr, Ca se levantou e disse: ¡°Obrigada p hospitalidade de hoje, acho que vou embora agora.¡± Romeo a chamou rapidamente: ¡°Voc¨º ainda n?o almo?ou, se voc¨º for embora agora, o av? Camarillo certamente vai nos culpar.¡± ¡°N?o se preocupe, eu n?o vou fr mal de voc¨ºs.¡± Ca tinha autocontrole. podia lidar sua pr¨®pria injusti?a e nunca traria problemas para av? Camarillo ou permitiria que ele fosse colocado em uma situa??oplicada. Romeo disse: ¡°Se voc¨º quer voltar, n¨®s a panharemos.¡± Ca recusou: ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio.¡± Romeo insistiu: ¡°Aqui ¨¦ uma ¨¢rea rural, n?o h¨¢ transporte p¨²blico para a cidade, n?o ¨¦ seguro para uma jovem bonitao voc¨º pegar um t¨¢xi sozinha.¡± ¡°N?o se preocupe, eu tenhoo voltar.¡± Ca pegou o celr e ligou para Bruno, ¡°Bruno, voc¨º est¨¢ a¨ª?¡± Desde que Marco Ant?nio colocou Bruno ao seudo, Ca sabia que, onde quer que fosse, Bruno estaria l¨¢.. Mas quando n?o precisava de Bruno, ele nunca perturbou sua vida normal. A voz tranqu e firme de Bruno veio do telefone: ¡°Devido a restri??es de seguran?a, n?o posso entrar na ¨¢rea. Eu s¨® posso esperar por voc¨º dodo de fora da zona restrita.¡± Ca disse: ¡°Entendi. Vou te encontrar em breve.¡± Vendo Ca desligar a chamada, Romeo perguntou imediatamente: ¡°Voc¨º disse desde o in¨ªcio que trouxe algu¨¦m, eu poderia ter avisado a seguran?a para deix¨¢-los entrar, por que voc¨º n?o disse antes?¡± ¡°Muito obrigado p sua gentileza, mas eu n?o preciso.¡±, Ca acenou para Romeo e, passos confiantes, caminhou para fora, ¡°At¨¦ logo.¡± Romeo disse, ¡°At¨¦ logo!¡± Assim que Ca saiu, alguns membros da fam¨ªlia Camarillo se alinharam silenciosamente atr¨¢s de Romeo. F¨¦lix questionou:¡±Ser¨¢ que nos metemos em encrenca dessa vez?¡± Alexa respondeu: ¡°Admiro a for?a dessa garota. Acho que esse esp¨ªrito ¨¦ muito parecido o de av? Camarillo F¨¦lix acrescentou: ¡°Ca ¨¦ aa do av? Camarillo, certeza h¨¢ muitas semelhan?as entre eles.¡± E assim, a fam¨ªlia de Camarillo refletiu sobre as a??es de Ca eo reagiu ¨¤s situa??es desafiadoras. Cap铆tulo 1156 Cap¨ªtulo 1156 Cap¨ªtulo 1156 Algumas pessoas estavam conversando, uma fndo ap¨®s a outra. Depois de um tempo, perceberam que Milia, que geralmente ¨¦ bastante fnte, estava em sil¨ºncio, uma express?o de desapontamento no rosto. Romeo beliscou sua bochecha e perguntou: ¡°O que aconteceu?¡± Milia disse: ¡°Lembrei de algo, acho que ouvi av? Camarillo dizer que algu¨¦m queria machucar a Carlita, n?o podemos deix¨¢ voltar sozinha.¡± Romeo disse: ¡°av? Camarillo organizou tantos guarda-costas, ningu¨¦m poderia chegar perto de Ca.¡± Milia disse: ¡°Ca chegou conosco no nosso carro e n?o notificamos os seguran?as de que estava indo embora. E se os seguran?as n?o souberem que partiu e n?o a panharem¡­¡± Ao ouvir isso, Romeo ficou imediatamente preocupado, ¡°Precisamos avisar os guarda-costas, Ca saiu. vai pegar uma carona um amigo, precisamos ficar atentos.¡± Enquanto isso, Ca j¨¢ estava no carro de Bruno. Bruno estava focado na condu??o. Ca, sentada no banco de tr¨¢s, pensou por um momento e perguntou: ¡°Voc¨º n?o deveria estar panhando Marco Ant?nio em uma viagem de neg¨®cios?¡± Bruno disse: ¡°Minha responsabilidade atual ¨¦ estar ao seudo.¡± Ca perguntou: ¡°Ent?o seu irm?o Bruco foi Marco Ant?nio, certo? Voc¨º poderia perguntar a Bruco onde eles est?o agora?¡± J¨¢ eram 12 horas no Brasil e cerca de 6 ou 7 da manh? na Fran?a. Segundo o hor¨¢rio habitual de Marco Ant?nio, ele deveria estar acordado, mas ainda n?o havia retornado sua liga??o. Antes de entrar no carro, Ca ligou para Marco Ant?nio, mas ningu¨¦m atendeu. Bruno explicou: ¡°Desculpe! Durante a miss?o, n?o posso entrar em contato Bruco.¡± Ca, ¡°¡­¡­ Bruno percebeu que Ca estava ansiosa, ent?o ele a consolou, ¡°N?o se preocupe, Marco Ant?nio vai ficar bem.¡± Ca nunca demonstrou preocupa??o Marco Ant?nio, ent?o as pvras de Bruno a deixaram desconfiada: ¡°Marco Ant?nio est¨¢ bem? Voc¨º acha que pode estar acontecendo algo ele?¡± Bruno pausou por um momento: ¡°Como poderia! Sr. Ant?nio tem muita sorte, ele vai ficar bem.¡± Antes que Ca pudesse dizer mais alguma coisa, seu telefonee?ou a tocar. pegou o telefone e viu que era Marco Ant?nio ligando. atendeu imediatamente: ¡°Lucas Bento, ¨¦ voc¨º?¡± A voz profunda e sexy de Marco Antonio, que parecia conter um leve tom de riso, veio do telefone, ¡°Se n?o sou eu, quem mais poderia ser?¡± Depois de um dia e uma noite, Ca finalmente ouviu a voz de Marco Ant?nio e deu um suspiro de al¨ªvio. perguntou suavemente: ¡°Voc¨º viu a mensagem que eu enviei?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Sim, eu vi.¡± Ca disse: ¡°Voc¨º viu, mas n?o tem nada para me dizer?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Fique na capital Cidade e passe mais alguns dias o Sr. Camarillo, eu vou busc¨¢ quando voltar da Fran?a.¡± N?velDrama.Org owns this. Ca disse: ¡°Eu queria dizer isso?¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Ent?o, o que voc¨º queria dizer?¡± Ca disse: ¡°Voc¨º n?o sente minha falta?¡± Cap铆tulo 1157 Cap¨ªtulo 1157 Cap¨ªtulo 1157 A voz de Ca soava suave e um pouco inocente. Marco Ant?nio ouviu, mas ficou em sil¨ºncio por alguns segundos antes de responder em voz baixa: ¡°Eu sinto sua falta.¡± Para Ca, essa frase soou extremamente evasiva,o se ele estivesse relutante. Justamente quando Cae?ou a se sentir triste, a voz de Marco Ant?nio soou novamente no telefone: ¡°Eu sinto muito, muito a sua falta!¡± Ao ouvir isso, Ca ergueu os cantos da boca em um sorriso radiante: ¡°Eu tamb¨¦m sinto sua falta, sinto muita, muita, muita, muita falta!¡± estava dizendo a ele que sentia mais falta dele do que ele d, que a saudade que sentia por ele definitivamente era mais forte do que a que ele sentia por . A voz de Marco Ant?nio, agora um tom brincalh?o, veio novamente: ¡°Hum, entendi¡± Ca disse em voz baixa: ¡°N?o responda sempre ¡®entendi, voc¨º deve me responder.¡± Marco Antonio:¡±Certo.¡± Ca disse: ¡°Voc¨º precisa cuidar bem de si mesmo, n?o fique t?o absorvido pelo trabalhoo antes e esque?a deer. O clima a¨ª ¨¦ muito frio, e voc¨º ¨¦ sens¨ªvel ao frio, ent?o, certifique-se de se agasalhar e evitar pegar um resfriado.¡± Antes de Ca terminar, ouviu Marco Ant?nio tossir duas vezes, imediatamente ficou preocupada: ¡°Lucas Bento, voc¨º n?o se agasalhou e pegou um resfriado? Dr. Donato est¨¢ voc¨º, passe o telefone para ele, quero fr ele.¡± Ent?o, Ca ouviu a voz do Dr. Donato: ¡°Ca, voc¨º acertou. Esse sujeito Marco n?o se agasalhou, mesmo frio ele n?o se veste adequadamente Ele pegou um resfriado esta manh? e est¨¢ febre alta agora. ¡°Ele continuou: ¡°Conven?a-o a descansar, ele precisa dormir bem, nenhum trabalho ¨¦ mais importante que a sa¨²de.¡± Ca rapidamente aconselhou: ¡°Lucas Bento, voc¨º precisa descansar, volte ao trabalho quando se recuperar. Voc¨º ouviu?¡± Ele respondeu: ¡°Hum.¡± Ca notou que a voz de Marco Ant?nio estava fraca: ¡°Dr. Donato, n?o vou fr mais ele, leve-o para descansar, qualquer coisa voc¨º me avisa primeiro. Se ele n?o te ouvir, n?o quiser tomar rem¨¦dio, voc¨º me diz, eu vou imediatamente cuidar dele.¡± Dr. Donato disse: ¡°Hum, entendi. Tchau!¡± Depois de dizer isso, o Dr. Donato desligou. Ca olhou para a t escurecida do celr, cheia de preocupa??o. Marco Ant?nio sabia que tinha sa¨²de fr¨¢gil e sentia frio, mas ainda assim n?o cuidava de si mesmo. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Ca abriu novamente o aplicativo paraprar passagens e procurou por voos de Cidade Capital para a Fran?a. Se ouvisse de Dr. Donato que Marco Ant?nio n?o estava tomando seus medicamentos e estava negligenciando sua sa¨²de, imediatamente pegaria um voo para estar ele. Enquanto isso. Em um hospital em Cidade Capital. Deitado na cama do hospital, Marco Ant?nio, p¨¢lido, estava uma tosse incessante. Dr. Donato estava aodo, uma express?o preocupada: ¡°Sua condi??o atual n?o ¨¦ propicia para fr, se Ca ligar novamente, deixe-me fr .¡± Cap铆tulo 1158 Cap¨ªtulo 1158 Cap¨ªtulo 1158 Marco Ant?nio bn?ou a cabe?a. Dr. Donato falou alto e apressado, ¡°Marco, eu sei que voc¨º est¨¢ preocupado que a Ca suspeite, mas acho que,o sua esposa, tem o direito de saber a verdade. Voc¨º n?o precisa se esfor?ar tanto para escond¨¦, s¨® est¨¢ se desgastando.¡± Marco Ant?nio levantou a cabe?a e olhou friamente para o Dr. Donato: ¡°Se voc¨º contar a , eu mesmo vou fazer voc¨º perder a habilidade de fr.¡± Embora Marco Ant?nio estivesse deitado na cama e n?o pudesse se mover, ele ainda tinha uma presen?a poderosa e intimidadora. Dr. Donato at¨¦ acreditava que, se ele provocasse Marco Ant?nio, no pr¨®ximo momento, Marco Ant?nio poderia se levantar da cama e feri-lo. ¡°Voc¨º pode ficar tranquilo, n?o vou dizer a Ca sem a sua permiss?o. Mas se eu ajud¨¢-lo a esconder isso d, voc¨º tamb¨¦m deve cumprir sua promessa. Marco Ant?nio n?o respondeu, fechou lentamente os olhos. Dr. Donato disse: ¡°Marco, voc¨º n?o pode quebrar sua promessa!¡± Depois de um tempo, ele ouviu Marco Ant¨®nio dizer baixinho: ¡°Eu disse que cooperaria ativamente com o m¨¦dico, n?o importa qu?o doloroso o processo. Enquanto eu puder viver mais um dia, vou fazer de tudo para sobreviver¡­¡± Enquanto pudesse viver mais um dia, ele poderia passar um dia a mais Ca, ele poderia saber se Ca estava se saindo bem. Marco Ant?nio agora temia a morte, algo que nunca o assustara antes, porque havia agora algu¨¦m no mundo por quem valia a pena viver. Ele t¨¨mia nunca mais acordar, temia nunca mais ver Ca, temia n?o cumprir a promessa de envelhecer aodo d. Ele temia ainda mais que Ca descobrisse sua morte, temia que Ca n?o pudesse suportar o golpe, temia que Ca culparia a si mesma por tudo, temia que Ca n?o pudesse viver bem! De qualquer forma, Marco Ant¨®nio estava determinado a encontrar uma maneira de garantir que Ca tivesse uma boa vida, mesmo que ele n?o estivesse mais l¨¢. De repente, Bruco entrou batendo na porta: ¡°Diretor Ant?nio, Sr. Sombra encontrou tudo o que voc¨º pediu para ele investigar. Ele est¨¢ aqui fora agora, voc¨º quer v¨º-lo?¡± Ao ouvir isso, Dr. Donato falou alto e apressado novamente: ¡°Agora n?o ¨¦ hora para isso, deixe o Marco descansar primeiro, podemos tratar disso mais tarde! Voc¨º n?o temer a morte, mas por favor, n?o arruine minha reputa??o m¨¦dica.¡± N?velDrama.Org owns this. ¡°Deixe-o entrar.¡± Deitado na cama, Marco Ant?nio sentou-se lentamente, ignorandopletamente o Dr. Donato, Dr. Donato ficou extremamente frustrado e resmungou: ¡°Voc¨ºs querem me enlouquecer?¡± Mas ningu¨¦m prestou aten??o a ele. Bruco se virou e saiu, e um pouco depois a porta se abriu novamente, e entrou um homem de cerca de quarenta anos e apenas um metro de altura. O homem era baixo, apenas chegando ¨¤ altura da cintura do Dr. Donato, mas se movia grande agilidade. Ele se aproximou da cama de Marco Ant?nio e entregou um arquivo em suas m?os, dizendo: ¡°Diretor Ant¨®nio, verifiquei todas as informa??es que voc¨º solicitou.¡± Marco Ant?nio pegou o arquivo e o abriu, vendo v¨¢rias imagens extremamente sangrentas e chocantes. Ele perguntou: ¡°Eles est?o mortos?¡± Sr. Sombra assentiu: ¡°Como voc¨º v¨º, Yumi era a crian?a que essas pessoas tiraram ¨¤ for?a do ¨²tero da verdadeira Pa. A verdadeira Pa n?o foi anestesiada durante a opera??o e a incis?o abdominal n?o foi devidamente fechada. Quanto ¨¤ causa de sua morte, n?o podemos dizer certeza se foi devido ¨¤ perda de sangue ou ¨¤ dor insuport¨¢vel.¡± Os participantes deste incidente incluem a falsa Pa, Jos¨¦ e Ricardo, entre outros seis. Al¨¦m desses tr¨ºs, os outros tr¨ºs foram mortos por eles para silenci¨¢-los.¡± As imagens no envelope eram extremamente sangrentas e cru¨¦is, definitivamente n?o eram algo que uma pessoa normal poderia fazer. Marco Ant?nio perguntou: ¡°Todas as pessoas que sabiam disso foram mortas. Como voc¨º obteve essas informa??es? De onde vieram essas imagens?¡± Sr. Sombra respondeu: ¡°Essas imagens foram gravadas pelos pr¨®prios Jos¨¦ e outros. A falsa Pa e Jos¨¦ n?o t¨ºm a menor humanidade. N?o apenas gravaram essas cenas brutais de tortura, mas tamb¨¦m as assistiram regrmente para obter satisfa??o perversa. Essas imagens foram obtidas por um subordinado da fam¨ªlia Lu¨ªs.¡± Cap铆tulo 1159 Cap¨ªtulo 1159 Cap¨ªtulo 1159 Napreens?o de Marco Ant?nio, era bem poss¨ªvel que Jos¨¦ e seusparsas fossem capazes de cometer tais atrocidades. ¡°Por favor, me explique em detalhes o que aconteceu.¡± Sr. Sombra respondeu : ¡°Uma ex-funcion¨¢ria da fam¨ªlia Lu¨ªs acidentalmente descobriu essas imagens. chegou a considerar denunciar o caso ¨¤ pol¨ªcia, mas estava preocupada que a evid¨ºncia n?o fosse suficiente para derrotar o poderoso Jos¨¦ e temia retalia??es. Ent?o, fez uma c¨®pia secreta das evid¨ºncias e deixou o emprego na fam¨ªlia Lu¨ªs, escondendo-se em um lugar distante, na esperan?a de expor os crimes de Jos¨¦ e outros um dia.¡± Marco Ant?nio perguntou: ¡°A identidade d foi verificada?¡± Sr. Sombra respondeu: ¡°Sim, a identidade d ¨¦ leg¨ªtima, n?o ¨¦ uma infiltrada de Jos¨¦.¡± Marco Ant?nio n?o disse mais nada, mas apertava for?a os pap¨¦is em sua m?o, quase perfurando o grosso ma?o a unha. Sr. Sombra continuou: ¡°Diretor Ant?nio, essas imagens s?o c¨®pias, precisamos de uma institui??o especializada para verificar sua autenticidade. Havia rumores de que Jos¨¦ esteve envolvido em v¨¢rias mortes de inocentes, mas todos acabaram em nada, mostrando que ele tem conex?es muito fortes.. Eu temia que uma a??o precipitada pudesse alert¨¢-los, ent?o n?o tornei essas informa??es p¨²blicas.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Vou entrar em contato algu¨¦m que pode fornecer essas evid¨ºncias para uma ag¨ºncia de verifica??o de alta credibilidade.¡± Sr. Sombra respondeu: ¡°Certo.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Se essas informa??es forem confirmadaso verdadeiras, entregue as evid¨ºncias ¨¤ pol¨ªcia. Devemos garantir que Jos¨¦ e seus c¨²mplices sejam devidamente punidos.¡± Sr. Sombra respondeu: ¡°Antes de entreg¨¢-los ¨¤ pol¨ªcia, pretendo faz¨º-los sofrer muito.¡±Marco Ant?nio assentiu e perguntou: ¡°Eo est?o as coisas Neves?¡± Sr. Sombra respondeu: ¡°Neves insiste que n?o tentou matar Ca, ele disse que apenas feriu a av¨® L¨ªdia por acidente e pensa que isso n?o tem nada a ver ningu¨¦m. Como ele tem uma atitude positiva em admitir seu erro e n?o causou um impacto muito negativo, ele provavelmente n?o ser¨¢ condenado ¨¤ morte, mas no m¨¢ximo a vinte ou trinta anos de pris?o. Se ele seportar bem na pris?o, pode at¨¦ ter a chance de sair mais cedo.¡± Depois de uma breve pausa, Sr. Sombra perguntou: ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º acha que devemos criar alguma press?o da opini?o p¨²blica sobre isso?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°N?o! Quanto menor o impacto disso, melhor.¡± Depois do enterro da av¨® L¨ªdia, Ca mencionou que queria ver o assassino que a matou quando eles voltaram para Salvador, mas Marco Ant?nio a impediu, alegando que o assassino n?o poderia ter contato estranhos. Ele n?o queria que Ca sofresse mais emocionalmente. Se eles criassem uma campanha na m¨ªdia para punir mais severamente o assassino Neves, isso poderia, de fato, levar a uma puni??o mais severa, mas tamb¨¦m traria grande sofrimento para Ca, membro da familia da v¨ªtima. Marco Ant?nio n?o permitiria que nada que pudesse prejudicar Ca acontecesse. Sr. Sombra perguntou: ¡°Ent?o n¨®s¡­¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°Voc¨º deve panhar de perto o desenvolvimento desse caso e me reportar diariamente.¡±. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Sr. Sombra respondeu: ¡°Certo.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Fa?a o que puder para encontrar o verdadeiro corpo de Pa.¡± Sr. Sombra respondeu: ¡°Eu temo que n?o consiga encontr¨¢-lo.¡± Marco Ant?nio perguntou: ¡°O qu¨º?¡± Sr. Sombra disse: ¡°J¨¢ organizei todas as informa??es sobre eles, voc¨º pode dar uma olhada no seu ritmo. A brutalidade deles ¨¦ assustadora, n?o apenas matam, mas tamb¨¦m desmembram os corpos, depois queimam tudo e jogam as cinzas no mar. ¨¦ praticamente impossivel encontrar qualquer evid¨ºncia¡±. 5 2 6 2 65 5 D E G 2 Gu Ouvindo isso, Marco Ant?nio, j¨¢ debilitado, teve outra crise de tosse forte, ¡°Tosse¡­¡± Ele cuspiu sangue. Sr. Sombra perguntou rapidamente: ¡°Diretor Ant?nio¡­¡± Marco Ant¨®nio fez um gesto a m?o, tentando contrr a tosse, ¡°Eu estou bem¡±. Os dois continuaram a conversa, parecendo n?o ter qualquer inten??o de parar. Dr. Donato, n?o podendo mais suportar, disse: ¡°Voc¨º est¨¢ bem? Voc¨º est¨¢ cuspindo sangue e diz que est¨¢ bem? Marco Ant?nio, n?o precisamos conversar sobre isso agora. Voc¨º deve descansar e discutir isso quando estiver devidamente recuperado,¡± Cap铆tulo 1160 Cap¨ªtulo 1160 Cap¨ªtulo 1160 Depois de dizer tudo o que tinha a dizer, Marco Ant?nio acenou a m?o: ¡°Voc¨º pode ir agora.¡± ¡°Certo.¡±, Sr. Sombra respondeu. Vendo Sr. Sombra sair, Dr. Donato deu um suspiro aliviado, pensando que Marco Ant?nio finalmente poderia descansar um pouco. No entanto, no segundo seguinte, o telefone de Marco Ant?nio tocou novamente. Dr. Donato disse: ¡°Marco, voc¨º n?o pode desligar o telefone? Nenhum trabalho ¨¦ mais importante que sua vida.¡± Marco Ant?nio n?o respondeu, atendeu a chamada diretamente. N?velDrama.Org owns this. Dr. Donato n?o sabia quem estava ligando, s¨® ouviu Marco Ant?nio dizer: ¡°Sim, precisa se familiarizar rapidamente o trabalho. Quando eu voltar, tenho novos nos.¡± Depois de dar as instru??es, Marco Ant?nio desligou o telefone. Dr. Donato perguntou: ¡°Agora voc¨º pode deitar e descansar?¡± Marco Ant?nio perguntou: ¡°As pessoas que voc¨º contatou chegaram?¡± Dr. Donato respondeu: ¡°Todos est?o em diferentes partes do mundo. Eu pedi a eles para chegarem o mais r¨¢pido poss¨ªvel, mas mesmo assim, reunir todos levar¨¢ dois ou tr¨ºs dias.¡± Marco Ant?nio n?o se importava o tempo: ¡°Qual ¨¦ a sua confian?a de que pode me curar?¡± Dr. Donato respondeu, ¡°Eu¡­¡± Na verdade, n?o era que Dr. Donato n?o quisesse responder, mas mesmo sendo considerado um mgreiro, ele n?o tinha certeza se poderia curar Marco Ant?nio. Na noite anterior, ele conduziu uma bateriapleta de exames em Marco Ant?nio no hospital, mas o veneno se revelou insidioso, n?o deixando qualquer evid¨ºncia em imagens m¨¦dicas convencionais. A natureza do veneno era tal que corro¨ªa lentamente os ¨®rg?os internos, mas n?o mostrava sinais vis¨ªveis de dano at¨¦ que fosse tarde demais, e ent?o o ¨®rg?o se rompia. Marco Ant?nio estava ciente do perigo que isso representava. O que mais preocupava Marco Ant?nio era Ca: ¡°Voc¨º tem que cuidar bem de Ca.¡± Dr. Donato reagiu descontentamento: ¡°Voc¨º cuide de Ca, quem vai ajudar a cuidar de sua esposa?¡± Marco Ant?nio explicou: ¡°Os pais de Ca j¨¢ morreram, e foi criada por av¨® L¨ªdia. pode parecer descontra¨ªda, mas ¨¦ sens¨ªvel por dentro. Se souber do meu estado, certeza entrar¨¢ em cpso.¡± Dr. Donato perguntou: ¡°Ent?o voc¨º acha que pode esconder d para sempre?¡± Marco Antonio respondeu: ¡°Mesmo que eu n?o possa esconder, eu tenho que esconder, n?o pode haver nenhum imprevisto.¡± Dr. Donato sugeriu: ¡°Mas na minha opini?o, Ca ¨¦ muito corajosa, definitivamente gostaria de lutar contra a doen?a voc¨º, em vez de ser mantida no escuro.¡± Marco Ant?nio n?o disse mais nada. Ele conhecia Ca muito bem, e era justamente por conhecer a profundidade de seus sentimentos que ele n?o queria fr. A morte de av¨® L¨ªdia j¨¢ foi um grande golpe para Ca, mesmo Marco Ant?nio aodo d, quase desmoronou v¨¢rias vezes. Se tivesse que v¨º-lo partir impotente, ele acreditava que perderiapletamente a cabe?a. Marco Ant?nio estava determinado a n?o permitir que isso acontecesse. Dr. Donato disse novamente: ¡°Se voc¨º n?o quer dizer, eu respeito sua escolha. Agora voc¨º precisa descansar e cooperar o tratamento, temos que acreditar que mgres podem acontecer.¡± Marco Ant?nio sorriu, fechou os olhos fracos: ¡°Realmente vai haver um mgre?¡± Dr. Donato acenou a cabe?a firmeza: ¡°Sim! Definitivamente!¡± Ele n?o estava fndo Marco Ant?nio, mas estava dizendo a si mesmo, ele estava dizendo a si mesmo que tinha que encontrar uma maneira de curar Marco Ant?nio. No entanto, Marco Ant?nio n?o podia mais ouvir. Depois de se deitar, ele caiu em um estado de inconsci¨ºncia. Cap铆tulo 1161 Cap¨ªtulo 1161 Cap¨ªtulo 1161 Enquanto isso, Ca estava no carro dirigido por Bruno, a caminho da casa de av? Camarillo. No entanto, assim que entraram na regi?o da capital Cidade, Bruno notou algo estranho e disse: ¡°Ca, algu¨¦m est¨¢ nos seguindo.¡± Ca tamb¨¦m notou um carro estranho os seguindo. Noe?o, Ca pensou que era a equipe de seguran?a organizada por avo Camarillo. Entretanto, quando o ve¨ªculo se aproximou, percebeu que n?o era o mesmo carro que tinha visto de manh?. Ca perguntou: ¡°Poderia ser algu¨¦m enviado por Fl¨¢vio?¡± Bruno assentiu, acelerando o carro e explicou: ¡°A morte de Kira Heitor afetou muito Fl¨¢vio, ele parece ter perdido a sanidade. Ele acredita que voc¨º foi a causa da morte de Kira Heitor e por isso, nutre ¨®dio por voc¨º. Embora ele saiba que n?o pode desafiar a Fam¨ªlia de Camarillo, n?o descarto a possibilidade de ele tentar alguma a??o contra voc¨º.¡± Depois de uma breve pausa, Bruno continuou: ¡°Afinal, a capital Cidade ¨¦ o territ¨®rio de Fl¨¢vio. Agora, s¨® temos eu ao seudo, n?o ser¨¢ f¨¢cil lidar ele. Voc¨º poderia entrar em contato av¨® Camarillo e pedir refor?os? Eu vou tentar segurar os homens de Fl¨¢vio o m¨¢ximo poss¨ªvel.¡± ¡°Ok, vou ligar agora.¡± Ca imediatamente ligou para av? Camarillo. realmente n?o queria preocupar av¨® Camarillo, mas considerando que os homens dele poderiam estar por perto, pedir sua ajuda era a escolha mais sensata. Ao ouvir a situa??o, o av? Camarillo ficou furioso e ansioso. Ele disse: ¡°Eu coloquei tantos guarda- costas para proteg¨º. Onde est?o esses ipetentes? Carlita, n?o tenha medo. Enviarei imediatamente algu¨¦m para encontr¨¢.¡± Ca respondeu: ¡°Av¨® Camarillo, n?o tenho medo. Mesmo que Fl¨¢vio me pegue, ele n?o pode fazer nadaigo. Eu tenho um no para lidar ele.¡± Embora Ca dissesse que tinha um no, na verdade n?o tinha nada em mente, apenas queria tranquilizar av? Camarillo. No entanto, mesmo sem um no espec¨ªfico, precisava pensar em alguma estrat¨¦gia para, caso caisse nas m?os de Fl¨¢vio, conseguir escapar rapidamente. Av? Camarillo respondeu: ¡°Certo, mantenha a linha aberta, quero estar por dentro do que est¨¢ acontecendo.¡± Ca riu e disse: ¡°Avo Camarillo, eu n?o estou sozinha, tenho Brunoigo. Voc¨º provavelmente n?o conhece o Bruno, ele trabalhou por muitos anos Marco Ant?nio, ¨¦ muito capaz e ¨¦ uma pessoa que Marco Ant?nio valoriza muito.¡± Av? Camarillo disse: ¡°Coloque o telefone no viva-voz, quero fr ele.¡± ¡°Certo.¡± Ca rapidamente colocou o telefone no viva-voz, ouvindo av? Camarillo dizendo, ¡°Bruno, eu te conhe?o, voc¨º tem que proteger bem a Carlita. Desde que voc¨º consiga, eu darei qualquer coisa que voc¨º quiser.¡± Av? Camarillo fez uma promessa muito generosa, mas Bruno n?o mostrou qualquer vac??o: ¡°Estou protegendo Ca seguindo as ordens do Sr. Ant?nio, ¨¦ minha responsabilidade. Se algo acontecer, farei tudo para proteg¨º.¡± Av¨® Camarillo respondeu: ¡°Muito bom, muito bom! Mas os assuntos de Marco Ant?nio s?o dele, desde que voc¨º consiga proteger a Carlita, o que eu vou te dar n?o ser¨¢ pouco.¡± H¨¢ um ditado que diz que as pessoas se esfor?am por interesses e nada ¨¦ impossivel se a tenta??o for grande o suficiente. Bruno n?o disse mais nada, mas sua express?o parecia desagrad¨¢vel. Ca, que o conhecia bem, sabia que ele havia trabalhado aodo de Marco Ant?nio por muitos anos e era leal a ele. Dinheiro e rpensas n?o eram sua motiva??o. ¡°Av? Camarillo, n?o precisa fr mais nada.¡± Ca tinha uma ideia de quem Bruno era, trabalhava aodo de Marco Ant?nio, at¨¦ daria a pr¨®pria vida, n?o seria capaz de agir por ganancia. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Av? Camarillo disse: ¡°Tudo bem, n?o vou mais fr sobre isso. J¨¢ organizei pessoas para te protegerem, eles est?o a caminho, n?o tenha medo¡­¡± No entanto, antes que av? Camarillo pudesse terminar, ouviu-se um grito estridente de freios e a voz de Bruno, ¡°Ca, segure-se.¡± Por causa da in¨¦rcia, Ca foi jogada para a frente e depois puxada de volta pelo cinto de seguran?a, batendo forte no assento, sentindoo se estivesse prestes a se desmontar. Alguns segundos depois, quando seu corpo se acostumou, olhou p jan do carro. O carro em que estava tinha sido cercado por outros ve¨ªculos. Se Bruno n?o tivesse travado a tempo, teriam batido no carro ¨¤ frente. ζ Cap铆tulo 1162 Cap¨ªtulo 1162 Cap¨ªtulo 1162 Se batessem a essa velocidade, era bem prov¨¢vel que algu¨¦m acabasse morto. Embora Ca dissesse que n?o estava medo, certeza era mentira. No entanto, Ca se disse que n?o podia parecer assustada na frente de estranhos. Vov? Camarillo, do outrodo da linha, gritava exasperado: ¡°Carlita, aumenta o volume do celr pra eu fr o Fl¨¢vio.¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only ¡°Vov? Camarillo, eu posso lidar isso:¡± Ca desligou o telefone e, atrav¨¦s da jan do carro, viu um homem grande saindo do carro aodo. Era o Fl¨¢vio. Neste ponto, Ca estava bloqueada por Fl¨¢vio, a ajuda do av? Camarillo ainda n?o havia chegado, e s¨® poderia lidar a situa??o. disse a Bruno: ¡°Bruno, fique no carro, eu vou descer.¡± Bruno disse: ¡°N?o, o Fl¨¢vio ¨¦ louco, ele pode te atirar, voc¨º n?o pode correr esse risco.¡± Ca deu um sorriso calmo: ¡°Se eu ficar no carro, ele n?o vai atirar?¡± Bruno disse: ¡°Eles n?o s?o muitos, eu posso derrubar todos eles. Se eu n?o conseguir derrubar todos eles, vou esperar at¨¦ o ¨²ltimo momento p chegada dos homens do Sr. Camarillo, para criar uma oportunidade de fuga para voc¨º.¡± Ca disse: ¡°Fl¨¢vio n?o tem conflito voc¨º. Ele n?o vai te prejudicar. Fique no carro, n?o saia. Eu vou conversar ele.¡± Bruno se op?s fortemente e respondeu: ¡°N?o!¡± Ca disse: ¡°Quando Marco Ant?nio te colocou para trabalharigo, ele n?o te disse que voc¨º tinha que seguir minhas ordens? Agora eu ordeno que voc¨º fique quieto, n?o saia do carro.¡± Bruno n?o obedeceu, abriu a porta do carro e quis descer, mas no segundo seguinte ele ouviu Fl¨¢vio dizer: ¡°Bruno, se voc¨º se mover, eu te levoigo.¡± Fl¨¢vio era um homem louco, suas a??es eram irracionais e ele poderia fazer qualquer coisa. Quando ele dizia que estava disposto a morrer algu¨¦m, ele realmente faria. Bruno n?o tinha medo de morrer, mas estava preocupado que n?o pudesse proteger Ca, ent?o ele recolheu o p¨¦ que j¨¢ estava para fora. ¡°N?o se preocupe, vai ficar tudo bem.¡± Ca tranquilizou Bruno e depois saiu do carro, ¡°Sr. Henrique, voc¨º veio me procurar todo esse alvoro?o, o que aconteceu?¡± Ent?o abriu a porta do carro e saiu, aproximando-se de Fl¨¢vio. Fl¨¢vio era a ¨²nica pessoa que saiu do carro. Ele a encarava friamente e fez um gesto a m?o, indicando que deveria olhar para a estrada abaixo. Este era um viaduto, a cerca de dez metros de altura, abaixo dele estava o transito congestionado. Se algu¨¦m ca¨ªsse daqui, a cena seria realmente horr¨ªvel. Fl¨¢vio estava tentando assust¨¢? Ou ele realmente nejava jog¨¢ dali? Ca pensou por um momento, n?o conseguiu encontrar a resposta, mas ainda assim caminhou resolutamente em dire??o a ele. Ca chegou aodo de Fl¨¢vio, e ele n?o fez nada , apenas pegou o celr e ligou para Marco Antonio. ¡°Sra. Ant?nio, n?o se preocupe, eu vou ligar primeiro para o Diretor Ant?nio. Vou perguntar se ele prefere que voc¨º morra ou que voc¨º continue viva.¡± No estado em que Fl¨¢vio estava, qualquer coisa poderia irrit¨¢-lo, ent?o Ca escolheu permanecer em sil¨ºncio. nunca teria previsto que o telefone de Marco Ant?nio tocaria por um tempo e ningu¨¦m atenderia. Isso irritoupletamente Fl¨¢vio. De repente, Fl¨¢vio agarrou o cabelo de Ca e o puxou for?a, dizendo: ¡°Voc¨º liga para Marco Ant?nio agora e faz que ele atenda. Caso contr¨¢rio, vou ser muito desagrad¨¢vel voc¨º.¡± Cap铆tulo 1163 Cap¨ªtulo 1163 Cap¨ªtulo 1163 R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Fl¨¢vio deu tudo de si, Ca sofria muito, mas n?o emitiu um som sequer, ¡°Fl¨¢vio, o que voc¨º est¨¢ tentando fazer?¡± Fl¨¢vio respondeu friamente: ¡°O que eu quero fazer, voc¨º ainda n?o entendeu? Voc¨º e Marco Ant?nio s?oo maries nas m?os dele, e voc¨º sabe melhor do que ningu¨¦m o que ele ¨¦ capaz de fazer.¡± No segundo seguinte, Bruno, que estava no carro, j¨¢ n?o sabia quando tinha descido, segurando uma arma apontada para a cabe?a de Fl¨¢vio, ele disse sombriamente ele disse: ¡°Fl¨¢vio, solte-a imediatamente! Caso contr¨¢rio, voc¨º vai se arrepender.¡± Fl¨¢vio respondeu: ¡°Voc¨º, um soldado raso, ousa me amea?ar?¡± Assim que ele terminou de fr, os outros homens tamb¨¦m desceram do carro, todos segurando armas, todas apontadas para Ca. Se algu¨¦m disparasse por acidente, a cabe?a de Ca poderia ser perfurada. Fl¨¢vio riu de forma sinistra e louca: ¡°Vai atirar? Se tem coragem, v¨¤ em frente. Se eu morrer, vou garantir que eles transformem Ca em um alvo.¡± Bruno estava muito tenso, ele queria atirar na cabe?a de Fl¨¢vio, mas tinha muitas preocupa??es. Ele n?o tinha medo de morrer, mas n?o se atrevia a colocar a vida de Ca em risco. Ca calmamente disse a Bruno, ¡°Bruno, entre no carro, sem minha ordern, n?o des?a novamente.¡± Bruno ficou em sil¨ºncio por um momento. Ca acrescentou: ¡°Se voc¨º n?o se mover, est¨¢ querendo que eu seja baleada?¡± Bruno certamente n?o queria, ent?o ele teve de entrar no carro. Os homens de Fl¨¢vio, vendo Bruno subir no carro, tamb¨¦m voltaram um a um para o carro, deixando apenas Ca e Fl¨¢vio na ponte elevada. Fl¨¢vio riu friamente: ¡°N?o faz muito tempo que n?o nos vemos, e voc¨º j¨¢ est¨¢ agindoo a chefe.¡± Ca respondeu: ¡°Eu sempre fui, por que n?o poderia agir assim?¡± Fl¨¢vio mudou o tom de voz e disse duramente: ¡°Eu quero que voc¨º ligue para Marco Ant?nio agora, sem mais demora.¡± Ca disse, ¡°Se voc¨º n?o me soltar, voc¨º est¨¢ prestes a arrancar meu couro cabeludo,o posso ligar para ele?¡± Fl¨¢vio puxou o cabelo de Ca for?a: ¡°Ca, se voc¨º tentar brincar de espertinha, eu vou cortar sua cabe?a e us¨¢o b de futebol.¡± Ca tentou se inclinar para tr¨¢s o m¨¢ximo que p?de para diminuir a dor. Mesmo que Fl¨¢vio pudesse tirar sua vida a qualquer momento, Ca ainda estava calma, ¡°Por que eu n?o acreditaria? Sua esposa, Kira Heitor, p?de. morrer em suas m?os, o que voc¨º n?o seria capaz de fazer?¡± Essas pvras enfureceram Fl¨¢vio, ele gritou: ¡°Cale a boca! Ligue para Marco Ant?nio agora!¡± Ca perguntou: ¡°Voc¨º quer que eu ligue para Marco Ant?nio, o que voc¨º quer dizer a ele?¡± Fl¨¢vio respondeu: ¡°Quero que ele confesse o que fez Kira Heitor que n?o pode ser revdo. Quero que ele entregue Kira Heitor.¡± -Ca disse: ¡°Fl¨¢vio, voc¨º ¨¦ digno de pena! At¨¦ agora, voc¨º n?o conseguiu aceitar a morte de Kira Heitor. Voc¨º continua atribuindo a culpa a outras pessoas, sem perceber seus pr¨®prios erros.¡± Fl¨¢vio respondeu: ¡°Kira Heitor n?o est¨¢ morta! ainda est¨¢ viva! Marco Ant?nio a escondeu para se vingar de mim. Ligue para ele agora e diga para ele entregar Kira Heitor, ou n?o sei o que posso fazer com voc¨º.¡± Ca disse: ¡°Primeiro voc¨º tem que me soltar, voc¨º n?o ouviu? Como presidente do Grupo Empresarial de Henrique, tudo que voc¨º sabe fazer ¨¦ intimidar mulheres indefesas?¡± Cap铆tulo 1164 Cap¨ªtulo 1164 Cap¨ªtulo 1164 Fl¨¢vio soltou a m?oo se tivesse levado um choque el¨¦trico. As mesmas pvras tinham sido ditas por Kira Heitor. Fl¨¢vio se lembra que era o anivers¨¢rio de Kira Heitor. Ele nejava passar o dia , mas as pvras de Kira Heitor o irritaram. Ele n?o conseguiu contrr seu temperamento e a machucou. Na ¨¦poca, Kira Heitor olhou para suas feridas, estava sorrindo, mas seu sorriso era mais doloroso do que o choro: ¡°Fl¨¢vio, al¨¦m de intimidar uma mulher indefesa, o que mais voc¨º pode fazer?¡± Embora muitos anos tivessem se passado, Fl¨¢vio podia ver ramente a cena em sua mente sempre que ouvia pvras semelhantes. O que mais o marcou foi a express?o triste e amargurada de Kira Heitor, mesmo enquanto sorria. Depois de se libertar, Ca rapidamente recuou dois passos, colocando distancia entre e Fl¨¢vio: ¡°Marco Ant¨®nio foi para a Fran?a Fl¨¢vio perguntou: ¡°Ele foi para a Fran?a? Quando isso aconteceu?¡± Ca respondeu: ¡°Ontem ¨¤ noite.¡± Fl¨¢vio perguntou de novo: ¡°De qual aeroporto ele partiu?¡± Ca respondeu: ¡°Salvador.¡± Imediatamente, Fl¨¢vio pegou seu celr e discou um n¨²mero. Ele disse: ¡°Verifique imediatamente a lista de todas as pessoas que sa¨ªram de Salvador na noite passada. Compare os nomes e as fotos de todas s, n?o pode faltar ningu¨¦m, e forne?a informa??es ¨¤ mais detalhadas poss¨ªvel.¡± Se a morte de Kira Heitor fosse uma mentira inventada por Ca e Marco Ant?nio, ent?o a viagem de Marco Ant?nio para a Fran?a poderia ser para ajudar Kira Heitor a fugir. Fl¨¢vio suspeitava que Marco Ant?nio estivesse tentando esconder Kira Heitor novamente, tentando cortar qualquer conex?o entre ele e Kira Heitor. Ca perguntou: ¡°Voc¨º acredita que Kira Heitor ainda est¨¢ viva? ¨¦ poss¨ªvel que Kira Heitor ainda esteja viva?¡± Fl¨¢vio respondeu: ¡°Voc¨º n?o sabe se Kira Heitor est¨¢ viva?¡± Ca perguntou: ¡°O que voc¨º quer dizer isso?¡± Fl¨¢vio, suspeitando que Kira Heitor pudesse ter sido levado para a Fran?a por Marco Ant?nio, perdeu a paci¨ºncia: ¡°N?o me pergunte o que eu quero dizer, ligue para Marco Ant?nio agora.¡± Na ¨²ltima vez que ligou, Ca ouviu Dr. Donato dizer que Marco Ant?nio estava doente e precisava descansar. n?o queria iod¨¢-lo, mas teve que fazer a chamada. Ent?o, ligou para Marco Ant?nio. Para sua surpresa, a pessoa que atendeu a liga??o n?o foi Marco Ant¨®nio, mas sim Dr. Donato. Dr. Donato disse: ¡°Ca, Marco Ant?nio acabou de tomar um rem¨¦dio para febre e est¨¢ dormindo. Se n?o for urgente, vou pedir a ele para ligar para voc¨º quando acordar¡± Ca expressou preocupa??o a sa¨²de dele e fez v¨¢rias renda??es, mas Dr. Donato n?o transmitiu a liga??o para Marco Ant?nio, deixando Fl¨¢vio irritado: ¡°Ele est¨¢ muita febre? Ele n?o gosta de tomar rem¨¦dios, ent?o por favor, lembre-se de faz¨º-lo tomar os rem¨¦dios na hora certa. Ele tamb¨¦m ¨¦ muito exigente aida, ent?o por favor, encontre o melhor chef para preparar suas refei??es e fa?a oer mais. Ele tende a trabalhar sem parar, ent?o lembre-se de lembr¨¢-lo de descansar. Eu estou bem aqui.¡± ¡°Quem disse que voc¨º est¨¢ bem?¡±, Fl¨¢vio arrancou o celr das m?os de Ca: ¡°Voc¨º falou muita coisa, mas n?o disse nada de ¨²til. Escute aqui, coloque Marco Ant?nio na linha agora, ou Ca pode estar em perigo.¡± Dr. Donato, que normalmente passa muito tempo Marco Ant?nio, mesmo sem nunca ter encontrado Fl¨¢vio pessoalmente, reconheceu sua voz: ¡°Fl¨¢vio?¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Fl¨¢vio parecia um pouco impaciente: ¡°Passe o telefone para o seu chefe Marco Ant?nio, n?o quero repetir de novo.¡± Cap铆tulo 1165 Cap¨ªtulo 1165 Cap¨ªtulo 1165 Ca agarrou seu celr de volta, rapidamente falou: ¡°Dr. Donato, n?o ou?a as bobagens do Fl¨¢vio, nem acorde Marco. Quando ele acordar, pe?a para ele me ligar. Tenho coisas pra resolver, vou desligar.¡± Depois de fr, Ca desligou imediatamente o telefone, bloqueou o telefone e disse: ¡°Marco Ant?nio est¨¢ doente, voc¨º n?o ouviu?¡± Fl¨¢vio respondeu: ¡°Ele est¨¢ doente h¨¢ um tempo, n?o ¨¦ um bicho de sete cabe?as.¡± Ca n?o respondeu. Fl¨¢vio continuou: ¡°Agora voc¨º n?o consegue fr Marco Ant?nio, ele n?o pode me entregar quem eu quero, voc¨º ter¨¢ que fazer uma viagemigo.¡± Antes de ele terminar de fr, um som de trov?o veio do c¨¦u, v¨¢rios helic¨®pteros voavam em c¨ªrculos acima deles. Ao mesmo tempo, os ve¨ªculos sob a ponte elevada haviam sido esvaziados e substitu¨ªdos por carros com o emblema de escudo azul, que era distintivo da Familia de Camarillo. Algu¨¦m nos helic¨®pteros gritou atrav¨¦s de um megafone: ¡°Fl¨¢vio, escute bem, solte Ca agora! Podemos esquecer o passado, caso contr¨¢rio¡­¡± Na Cidade Capital, entrar na lista negra da fam¨ªlia Camarillo era uma consequ¨ºncia terr¨ªvel para qualquer um. R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Os subordinados de Fl¨¢vio abandonaram suas armas e desceram dos carros ao ouvir a mensagem do helic¨®ptero. Fl¨¢vio, embora louco, sabia quando parar. Eleentou: ¡°Marco Ant?nio ¨¦ realmente impressionante. N?o sei que m¨¦todo ele usou, mas conseguiu que o Sr. Camarillo o reconhecesseo seuo e se unisse ¨¤ fam¨ªlia de Camarillo, algo que todos desejam, mas poucos conseguem.¡± Ca respondeu: ¡°O mais incr¨ªvel no Marco Ant?nio ¨¦ a sua sinceridade e bondade.¡± Fl¨¢vio riu ao ouvir isso: ¡°Sem fr no que Marco Ant?nio fez para outros ao longo dos anos, voc¨º sabe o que aconteceu entre ele e seu pai, Andreo, certo?¡± Ca perguntou: ¡°E dai?¡± Fl¨¢vio respondeu: ¡°Um homem que nem mesmo poupa seu pr¨®prio pai merece ser chamado de bom?¡± Ca respondeu: ¡°Se ele merece ou n?o, eu decido.¡± Fl¨¢vio perguntou: ¡°De onde vem essa confian?a? Da fam¨ªlia Camarillo? Voc¨º ¨¦ apenas uma crian?a adotada pelo Sr. Camarillo em um capricho. Quem sabe quando ele vai se cansar de voc¨º. Quando voc¨º cair em desgra?a, pode ser o dia de sua morte.¡± Ca respondeu: ¡°¨¦ mesmo?¡± Fl¨¢vio finalizou: ¡°Vamos ver.¡± Depois de fr, Fl¨¢vio entrou no carro e partiu seus homens e carros. Assim que Fl¨¢vio saiu, um carro especial, do tipo que nem mesmo os ricos podemprar, chegou em alta velocidade e parou aodo de Ca. O motorista saltou do carro para abrir a porta de tr¨¢s, mas a pessoa no banco de tr¨¢s j¨¢ estava saindo do ve¨ªculo. ¡°Carlita, Carlita¡­¡± Ca perguntou: ¡°av¨® Camarillo, por que voc¨º veio?¡± av¨® Camarillo rapidamente se aproximou de Ca, segurou-a e a examinou, ¡°Aquele moleque Fl¨¢vio te machucou?¡± Ca bn?ou a cabe?a, ¡°Com o senhor por perto, ele n?o se atreveria a me machucar.¡± Vendo que Ca estava a salvo, av? Camarillo suspirou aliviado, ¡°Voc¨º me deu um susto agora! Se algo acontecesse voc¨º, eu n?o conseguiria. sobreviver.¡± Ca disse: ¡®Av¨® Camarillo, voc¨º tem que ser forte.¡± O av¨® Camarillo respondeu: ¡°Contanto que voc¨º esteja bem, eu ficarei bem.¡± Ca disse: ¡°Certo, todos n¨®s devemos viver bem.¡± O av¨® Camarillo perguntou: ¡°Ouvi dizer que Fl¨¢vio costumava ser um bom amigo de Marco, e ele est¨¢ ressentido voc¨ºs por ajudarem Kira Heitor a sair dele. ¨¦ isso?¡± Ca concordou a cabe?a. ¡°Mas essa n?o ¨¦ a ¨²nica raz?o. Acabei de ouvir ele dizer que suspeita que a Kira Heitor n?o est¨¢ realmente morta, e acha que o Marco est¨¢ por tr¨¢s disso.¡± Cap铆tulo 1166 Cap¨ªtulo 1166 Cap¨ªtulo 1166 O av? Camarillo perguntou, ¡°H¨¢ algum problema entre Marco e Kira Heitor?¡± Ca respondeu: ¡°Av¨® Camarillo, o que voc¨º est¨¢ fndo? Tudo est¨¢ bem o Marco, ele s¨® tem olhos para mim,o poderia ter algum problema Av? Camarillo riu e acariciou a cabe?a de Ca: ¡°Eu n?o estava fndo de um problema romantico entre Marco e Kira Heitor.¡± Ca murmurou: ¡°Av? Camarillo, voc¨º n?o pode fr coisas que causem mal-entendidos.¡± Avo Camarillo disse: ¡°Est¨¢ bem, n?o vou mais tocar no assunto. Mas as pessoas costumam dizer que a boca dos homens ¨¦ trai?oeira. Por que voc¨º confia tanto que Marco s¨® tem olhos para voc¨º? Por que acredita que ele n?o faria nada errado quando voc¨º n?o est¨¢ por perto?¡± Ca respondeu: ¡°¨¦ s¨® um sentimento. Al¨¦m disso, acredito em sua integridade, em seu car¨¢ter.¡± Av? Camarillo disse: ¡°Hum, confian?a ¨¦ realmente importante para um casamento duradouro. Espero que voc¨ºs dois possam viver sempre em felicidade.¡± Ca respondeu: ¡°Obrigada p ben??o, av? Camarillo, faremos de tudo para permanecer juntos.¡± Av? Camarillo disse: ¡°Vamos fr sobre outras coisas mais tarde, tenho um presente para te dar.¡± Ca respondeu: ¡°Eu n?o preciso de nada, o senhor n?o precisa me dar mais presentes.¡± Avo Camarillo disse: ¡°Quem disse que voc¨º n?o precisa de nada? Com o que aconteceu hoje, s¨® tem o Bruno ao seudo. Por maispetente que ele seja, ¨¦ dif¨ªcil lidar tantos problemas.¡± Avo Camarillo pegou Ca p m?o e se virou. Ca viu duas fileiras de pessoas bem organizadas. contou rapidamente, dez em cada f, vinte no total. Todos jovens e energ¨¦ticos, pareciam ser seguran?as muitopetentes. Av? Camarillo disse: ¡°Eu quero te dar esta equipe de seguran?as. Daqui para frente, eles ser?o respons¨¢veis p sua seguran?a. Com eles te protegendo, poderei ficar tranquilo.¡± Ca respondeu: ¡°Av? Camarillo, eu n?o preciso. Hoje foi s¨® uma situa??o excepcional.¡± Av? Camarillo a interrompeu: ¡°Quem disse que voc¨º n?o precisa? Estou ficando velho e n?o consigo mais lidar situa??eso a de hoje. Se algo acontecer a voc¨º, eu n?o poderia continuar vivendo, porque voc¨º sabe que vou ao encontro de av¨® L¨ªdia e de seu pai, D¨¦rcio.¡± Ca finalmente aceitou: ¡°Obrigada, av¨® Camarillo!¡± Av? Camarillo olhou para os seguran?as: ¡°A partir de agora, a pessoa a quem voc¨ºs devem lealdade ¨¦ esta jovem ao meudo. Seu nome ¨¦ Ca, minhaa.¡± Todos juntos.gritaram: ¡°Senhorita Ca, a partir de agora, estaremos a seu servi?o.¡± Ca assentiu e sorriu constrangida: ¡°Oi, pessoal!¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Naquele momento, Ca finalmente percebeu o qu?o poderoso era o av? Camarillo. A equipe de guarda-costas que ele havia fornecido n?o era algo que uma pessoaum pudesse ter, e era uma pena desperdi?¨¢-los. Quando todos estavam se preparando para sair, Romeo e os outros finalmente chegaram. O rosto de Romeo mostrava um raro sinal de panico, ele disse: ¡°Av? Camarillo, me desculpe, eu fui negligente.¡± O av? Camarillo, que estava sorrindo antes, imediatamente mudou para um olhar feroz quando viu Romeo. Sua express?o benevolente transformou-se instantaneamente em uma express?o aterrorizante que Ca n?o reconhecia. Ele disse: ¡°Ent?o voc¨ºs s?o respons¨¢veis por cuidar de Carlita? Como voc¨ºs puderameter um erro desses?¡± Romeo respondeu: ¡°N¨®s erramos. Aceitamos qualquer puni??o.¡± Av¨® Camarillo perguntou: ¡°Eu preciso te punir? Voc¨º sabe o que fez de errado, n?o sabe?¡± Romeo respondeu: ¡°Eu sei. Vou levar todos para a igreja para refletir por um m¨ºs.¡± F¨¦lix baixou a cabe?a, sem ousar dizer uma pvra. Alexa fez o mesmo. Cap铆tulo 1167 Cap¨ªtulo 1167 Cap¨ªtulo 1167 Milia arregalou os olhos para o v? Camarillo: ¡°Por que o senhor est¨¢ sendo t?o severo? At¨¦ assustou a Milia.¡± O av¨® Camarillo nem poupou Milia e respondeu: ¡°Voc¨º, assimo eles, deve enfrentar as consequ¨ºncias de seus erros. N?o pense que sua juventude a isenta de responsabilidades. Tremeluzindo os olhos, as l¨¢grimas de Milia ca¨ªram, uma ap¨®s a outra,o p¨¦rs em um fio quebrado, parecia que o mundo estava desmoronando: ¡°Por favor, me salve, Carlita!¡± Milia era muito fofa e tinha uma voz suave, por isso todos gostavam d. Ca, ro, n?o queria v¨º sendo injusti?ada: ¡°aavo Camarillo, Milia ¨¦ muito jovem, ent?o¡­¡± Av? Camarillo foi firme, ¡°Ser jovem n?o ¨¦ desculpa para fugir das responsabilidades. N?o importa a idade, quem erra deve ser punido.¡± Ca ficou sem pvras. Av? Camarillo falouo se tivesse raz?o, se quando crian?a os erros n?o fossem punidos, quando crescesse, algu¨¦m acabaria fazendo isso. Milia chorava amargamente e solu?ou: ¡°O av¨® Camarillo n?o me ama mais. Carlita tamb¨¦m n?o me ama mais. Estou t?o desamparada!¡± Alexa queria tampar a boca de Milia, av¨® Camarillo estava bravo, quanto mais fsse, pior seria. C¨®mo esperado, no momento seguinte, v? Camarillo falou novamente: ¡°Romeo, n?o vai levar eles embora?¡± Romeo respondeu apressadamente: ¡°Sim¡± Romeo obedecendo sem questionar, onde estava o ar arrogante que ele tinha na frente de Ca? Aparentemente, n?o importa quem voc¨º seja, sempre h¨¢ algu¨¦m que pode lhe ensinar uma li??o¡­. Nesse dia, eles nejaram sair para se divertir, mas alguns problemas acabaram deixando Ca exausta. Ao chegar em casa, eu algo rapidamente e foi descansar. Depois de acordar, enviou uma mensagem para Marco Antonio: [Como voc¨º est¨¢?] Depois de enviar a mensagem, levou um tempo para Marco Ant?nio responder: [J¨¢ s?o dez da noite aqui, voc¨º deveria descansar mais cedo.] Depois de trocarem algumas pvras, ele j¨¢ estava mandando descansar. Ele n?o queria conversar mais ? N?o importa se Marco Ant¨®nio queria ou n?o, Ca queria conversar mais ele. ¡¾Como est¨¢ a sua sa¨²de? Voc¨º est¨¢ tomando seus rem¨¦dios regrmente?] A resposta de Marco Ant?nio foi breve: [Sim, estou melhor. Tenho tomado os rem¨¦dios regrmente.] [Lucas Bento, te digo uma coisa, voc¨º precisa seguir as ordens do m¨¦dico e tomar seus rem¨¦dios regrmente. Voc¨º n?o pode ignorar a sua sa¨²de s¨® porque ¨¦ jovem.] Ca disse um monte de coisas. A resposta de Marco Ant?nio, no entanto, foi simples, [Ok.] Ca respondeu, [Voc¨º est¨¢ ocupado agora? Podemos fazer uma chamada de video? Eu quero te ver¡­] Marco Ant?nio disse, [Tenho coisas para fazer, n?o ¨¦ conveniente. ] Ca insistiu, [N?o precisa me mostrar, s¨® quero ouvir a sua voz. Talvez ouvir a sua voz me fa?a adormecer mais facilmente.] [Minha voz est¨¢ rouca por causa da febre.] Respondeu Marco Antonio.. Ca estava um pouco desconfiada, [Dr. Donato te deu algum rem¨¦dio? Voc¨º est¨¢ seguindo as instru??es do Dr. Donato? Se voc¨º n?o estiver, eu vou pegar um voo para cuidar de voc¨º.] R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Marco Ant?nio respondeu rapidamente, [Estou seguindo as instru??es dele.] Ca respondeu, [Ok, continue o que estava fazendo. Quando estiver livre, lembre-se de me ligar. N?o importa qu?o tarde seja, estarei esperando sua liga??o, porque n?o vou desligar o celr para ir dormir.] [Sim, voc¨º deveria descansar mais cedo.] [Mas se voc¨º n?o estiver aqui, eu posso ter ins?nia.] Depois de enviar essa mensagem, Ca esperou por um longo tempo, mas n?o recebeu uma resposta de Marco Ant?nio. Ca s¨® pode enviar novamente para ele, [Tenho a impress?o, parece que voc¨º n?o quer muito conversarigo, n?o ¨¦?] Marco Ant?nio respondeu, ¡¾Por que voc¨º diz isso?] Cap铆tulo 1168 Cap¨ªtulo 1168 Cap¨ªtulo 1168 Ca disse, ¡°Entenda o que voc¨º est¨¢ dizendo. Sintoo se estivessemos distantes,o se voc¨º n?o estivesse conversando sua esposa, mas um amigo qualquer.¡± Vendo essa mensagem, Mario, que estava se passando por Marco Ant?nio, tremeu tanto de medo que quase deixou o celr cair. Ele imediatamente entregou o celr ao Dr. Donato, ¡°Eu disse que a Ca ¨¦ esperta e perceberia algo errado, voc¨ºs n?o acreditaram em mim. O que eu respondo para agora?¡± Dr. Donato respondeu: ¡° n?o disse que voc¨º n?o ¨¦ o Marco Ant?nio. Do que voc¨º est¨¢ medo?¡± Mario perguntou: ¡°Ent?o, o que eu devo responder a ?¡± Dr. Donato disse, ¡°Ok, eu respondo.¡± Dr. Donato pegou o celr e digitou rapidamente. ¡°N?o ¨¦ que eu n?o queria conversar voc¨º, ¨¦ que estou ocupado. Descanse um pouco e eu te ligo quando terminar. Boa noite!¡± Depois de enviar a mensagem, Dr. Donato jogou o celr dedo, ¡°Pronto, resolvido.¡± Mario perguntou, ¡°Como assim resolvido?¡± Dr. Donato respondeu, ¡°Eu s¨® disse boa noite.¡± Mario ficou sem pvras. Dr. Donato continuou: ¡°Marco Ant?nio est¨¢ dormindo h¨¢ v¨¢rias horas, e n?o sabemos quando ele vai acordar. Se Ca Vigar novamente, pode ser dificil esconder.¡± Mario tentou confortar Dr. Donato: ¡°Sorte favorece os corajosos. Marco Ant?nio vai ficar bem.¡± Dr. Donato n?o disse mais nada, ele sabia que, por mais que explicasse, Mario n?o seria capaz de entender a gravidade da doen?a de Marco Ant?nio. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Depois de terminar a conversa Marco Ant?nio, Ca ainda n?o conseguia dormir, ent?o enviou uma mensagem para Alba, ¡°Alba, tenho algo muito importante para te contar.¡± Rapidamente, Alba respondeu: ¡°O que ¨¦?¡± Ca disse: ¡°Encontrei nosso av?.¡± Alba respondeu: ¡°Mas nosso av? n?o morreu h¨¢ muitos anos?¡± Ca sabia que Alba teria essa d¨²vida, ent?o ligou para Alba e explicou detalhadamente todo o processo deo reconheceu av? Camarillo. Depois de ouvir, Alba ficou em sil¨ºncio por um tempo: ¡°Por que eu acho que isso ¨¦ muito suspeito?¡± Ca respondeu: ¡°O que aconteceuigo ¨¦ realmente incrivel.¡± Primeiro, algu¨¦m se passou por sua m?e Pa, depois encontrou Alba, sua irm?, e agora encontrou o av? Camarillo. A vida realmente ¨¦ mais emocionante que uma nov. Alba disse: ¡°Carlita¡­¡± Ca respondeu: ¡°Hmm?¡± Alba perguntou: ¡°Quando voc¨º e Sr. Ant?nio voltar?o ao trabalho?¡± Ca respondeu: ¡°Marco foi para a Fran?a, vou ficar mais alguns dias na capital o av? Camarillo. Quando Marco retornar, voltaremos juntos para Salvador.¡± Alba disse: ¡°Espero que voc¨º volte logo.¡± Ca perguntou gentilmente: ¡°O que houve? Problemas no trabalho?¡± Alba respondeu: ¡°N?o, na verdade, sinto que Ynda, nossa chefe de departamento, est¨¢ me tratando de forma especial. tem me ensinado muitas coisas sobre o trabalho.¡± Ca disse: ¡°Ynda ¨¦ uma pessoa ¨®tima, nunca hesita empartilhar suas experi¨ºncias os novos funcion¨¢rios. Quando eu fui transferida para a sede do Grupo Ant?nio, me ajudou. Depois, disputamos o cargo de assistente do presidente, n?o conseguiu me vencer, mas nunca remou disso. est¨¢ disposta a orientar voc¨º, ent?o aproveite para aprender e melhorar suas habilidades o mais r¨¢pido poss¨ªvel.¡± Alba disse: ¡°Eu sei que Ynda ¨¦ uma boa pessoa, tem sido muito boa para mim, at¨¦ o ponto de fazer os outros colegas de trabalho se sentirem ciumentos.¡± Ca respondeu: ¡°Alba, o ambiente de trabalho ¨¦ uma pequena sociedade, onde voc¨º encontra todo tipo de pessoas. Voc¨º s¨® precisa se concentrar em fazer bem o seu trabalho e tratar as pessoas honestidade.¡± Cap铆tulo 1169 Cap¨ªtulo 1169 Cap¨ªtulo 1169 Alba disse: Tudo bem, vou seguir o seu conselho.¡± Ca disse: ¡°J¨¢ est¨¢ tarde, voc¨º deveria ir dormir, tem que acordar cedo para trabalhar amanh?.¡± Alba respondeu: ¡°Carlita, acho que voc¨º se confundiu, amanh? ¨¦ s¨¢bado. Ca disse: ¡°Amanh? ¨¦ s¨¢bado? Ent?o vem para a Cidade Capital. Quero te apresentar formalmente ao av? Camarillo¡­¡± Alba refutou: ¡°Acho que ainda n?o quero ir.¡± Ca perguntou: ¡°Por qu¨º?¡± Alba explicou: ¡°Vov? Camarillo gosta de voc¨º, porque voc¨º ¨¦ a filha que av¨® L¨ªdia criou, voc¨º tem a sombra de av¨® L¨ªdia. Mas eu nunca conheci a av¨® Lidia, n?o tenho nada emum , acho que o av? Camarillo pode n?o me aceitar.¡± Ca a consolou: ¡°Bobinha, somos uma fam¨ªlia,o vov? Camarillo n?o aceitaria voc¨º?¡± Alba insistiu: ¡°Estou pedindo que voc¨º respeite minha decis?o sobre este assunto, por favor.¡± A raz?o p qual Alba podia aceitar que Ca era sua irm? era porque conhecia Ca e gostava muito d. No entanto, Alba n?o conhecia o av? Camarillo, ¨¨ o av? Camarillo n?o a conhecia. Eles eram estranhos um para o outro, e ningu¨¦m podia ter certeza se eles se dariam bem ap¨®s se encontrarem. Alba n?o queria trazer problemas para Ca nem coloc¨¢ em uma posi??o dif¨ªcil por causa d. ro, Ca tamb¨¦m n?o for?aria Alba a fazer nada que n?o quisesse fazer. Ca disse: ¡°ro, sua vontade ¨¦ sempre a mais importante.¡± Alba, alegremente, disse: ¡°Obrigada, eu te amo!¡± Quando Alba estava a fam¨ªlia de Lu¨ªs, tudo era organizado para pelos membros da fam¨ªlia, mas seus pr¨®prios desejos sempre eram deixados por ¨²ltimo. Para ser mais preciso, ningu¨¦m se importava o que Alba queria. Alba era apenas um pe?o que a fam¨ªlia de Lu¨ªs queria usar para atrair Marco Ant?nio, mas Marco Ant?nio nunca deu importancia para a fam¨ªlia de Luis. Tudo era um desejo unteral dos membros da familia. Ca podia sentir a alegria de Alba, ent?o tamb¨¦m estava feliz. ¡°V¨¢ dormir agora.¡± R¨ºAdt??St chapters at Novel(D)ra/ma.Org Only Alba disse: ¡°Hum, boa noite!¡± Ca disse: ¡°Boa noite!¡± Depois de desligar o telefone, Ca continuou a desenhar os seus quadradinhos. Os leitores estavam pressionando muito recentemente, ent?o queria atualizar o m¨¢ximo de conte¨²do poss¨ªvel para que todos pudessem se divertir um pouco mais. Depois que Ca terminou o desenho, rapidamente recebeu novosent¨¢rios. Um deles chamou a aten??o de Ca: ¡°Uau, Carlita est¨¢ muito ativa ultimamente, ser¨¢ que est¨¢ problemas financeiros?¡± Ca respondeu: ¡°N?o chega a tanto. Tenho um emprego fixo, desenhar mang¨¢s ¨¦ s¨® meu trabalho secund¨¢rio.¡± Esta resposta rapidamente despertou o interesse de todos, um monte de pessoase?aram a perguntar a Ca: ¡°Carlita, qual ¨¦ o seu emprego principal?¡± Algu¨¦m disse: ¡°Os direitos autorais do mang¨¢ da Carlita vendem bem, ouvi dizer que Promessa de Amor vendeu bastante, al¨¦m disso, os ganhos as leituras eletr?nicas tamb¨¦m s?o consider¨¢veis, pode ser considerada uma pequena rica. No entanto, esse ¨¦ apenas o trabalho secund¨¢rio de Carlita, voc¨ºs podem imaginar quanto ganha no trabalho principal?¡± Algu¨¦m ficou intrigado: ¡°Carlita ¨¦ herdeira de uma fam¨ªlia rica? Daqus que s?o for?adas a assumir os neg¨®cios da fam¨ªlia se n?o conseguirem fazer sucesso por conta pr¨®pria?¡± ¡°Voc¨ºs est?o pensando demais, na verdade, eu s¨® acho que um trabalho est¨¢vel, um sal¨¢rio est¨¢vel, d¨¢ uma sensa??o de seguran?a.¡±, Ca respondeu. Desde que Ca foi promovida a assistente do presidente, seu sal¨¢rio anual chegou a centenas de milhares de dres, o que certamente era menos do que ganhava os direitos autorais de suas hist¨®rias em quadrinhos. No entanto, os rendimentos dos direitos autorais e das assinaturas digitais eram muito inst¨¢veis, enquanto o cargo de assistente do presidente na Grupo Ant?nio era muito est¨¢vel, muitos benef¨ªcios regres e b?nus de final de ano. Portanto, mesmo que suas hist¨®rias em quadrinhos estivessem rendendo dinheiro, Ca n?o se atreve a considerar deixar o emprego est¨¢vel. Cap铆tulo 1170 Cap¨ªtulo 1170 Cap¨ªtulo 1170 Os leitores perguntaram, ¡°Existe risco em desenhar quadrinhos?¡± Ca respondeu: ¡°Criar quadrinhos ¨¦ uma paix?o para mim, e tamb¨¦m gera renda, o que ¨¦ algo que eu adoro. No entanto, devo admitir que muitos artistas de quadrinhos em tempo integral lidam quest?es de inseguran?a.¡± Ca conversava os leitoreso se fossem seus amigos, sempre sincera. at¨¦ mesmo desencorajou alguns jovens leitores que queriam deixar seus empregos parae?ar a desenhar quadrinhos: ¡°A cria??o de quadrinhos, em ¨²ltima an¨¢lise, ¨¦ uma forma de arte, e a base da cria??o art¨ªstica ¨¦ a vida. Somente uma boa vida, voc¨º pode criar boas obras.¡± Durante essa conversa, uma usu¨¢ria chamada Nara apareceu. Nara disse: ¡°Uau, minha querida Ca est¨¢ interagindo os leitores nosent¨¢rios. Eu n?o perdi muita coisa, n??¡± Algu¨¦m respondeu: ¡°Oi, voc¨º usou o nome da estreta Nara, mas diz que Ca ¨¦ sua favorita.¡± Nara retrucou: ¡°E se eu for a verdadeira atriz Nara? O que voc¨ºs acham?¡± Um leitor respondeu: ¡°Se voc¨º ¨¦ a verdadeira Nara, ent?o eu sou a verdadeira Carlita.¡± Outro brincou: ¡°E quem sou eu? Onde estou?¡± Depois de dezenas deent¨¢rios, ningu¨¦m acreditou que essa Nara fosse a atriz famosa. Nara perguntou: ¡°Por que voc¨ºs n?o acreditam em mim? Eu n?o posso gostar dos quadrinhos da Ca?¡± Algu¨¦m respondeu: ¡°Nara tem uma agenda de trabalho movimentada no set de filmagens todos os dias,o poderia ter tempo para panhar uma s¨¦rie de quadrinhos em andamentoo esta, e muito menos ter tempo para conversar nosentarios.¡± Outroentou: ¡°Mesmo que Nara realmente lesse quadrinhos, faria isso discretamente, sem derar publicamente.¡± Nara perguntou: ¡°O que eu preciso fazer para voc¨ºs acreditarem que eu sou a verdadeira atriz Nara?¡± Algu¨¦m sugeriu: ¡°Voc¨º poderia postar algo no Twitter verificado da Nara¡± A sugest?o foi bem recebida: ¡°Sim¡­¡± No entanto, Nara n?o respondeu. Todose?aram a especr: ¡°Ser¨¢ que foi postar no Twitter?¡± Outro disse: ¡°Voc¨ºs est?o pensando demais. Mesmo que realmente leia os quadrinhos, o faria discretamente, n?o faria uma dera??o p¨²blica assim.¡± Mal oent¨¢rio foi postado, algu¨¦m gritou: ¡°Meu Deus, voc¨ºs precisam ver isso, Nara realmente postou algo no Twitter.¡± Ca, que n?o acreditava que a pessoa era a verdadeira Nara, estava observando a intera??o. Agora que ouviu que Nara postou algo, foi rapidamente verificar. N?velDrama.Org owns this. Para sua surpresa, a pessoa era realmente Nara. Nara postou uma longa mensagem no Twitter: ¡°Recentemente, tenho panhado a nova obra da Ca, Minha Vida Matrimonial, ¨¦ muito boa, fiquei acordada por duas noites para terminar.¡± Nara tamb¨¦mpartilhou o link para o quadrinho, de modo que os f?s poderiam acess¨¢-lo diretamente atrav¨¦s do seu tweet. A not¨ªcia causou alvoro?o! Os f?s de Narae?aram a especr: ¡°Nara vai cborar Ca de novo?¡± ¡°Eu li esse quadrinho, ¨¦ muito realista e divertido, sem grandes conflitos, poderia ser um fracasso se transformado em seriado.¡± ¡°Mas se for bem-sucedido, esses momentos calorosos e cotidianos s?o os maisoventes. Definitivamente atrairia uma audi¨ºncia fiel.¡± ¡°Eu ainda n?o li este quadrinho, vou dar uma olhada agora¡­¡± De repente, uma enxurrada de f?s inundou o site de quadrinhos de Ca. Em pouco tempo, osent¨¢rios estavam repletos de uma ¨²nica mensagem: ¡°Vim aqui por renda??o de Nara.¡± Cap铆tulo 1171 Cap¨ªtulo 1171 Cap¨ªtulo 1171 Nara tinha mais de vinte milh?es de seguidores em v¨¢rias taformas de m¨ªdia social. Se ajudar a promover informa??eserciais de terceiros em suas postagens, o pre?o de um ¨²nico tweete?a em cem mil dres, o que demonstra o qu?o valiosa ¨¦ no mundo dos neg¨®cios. Recentemente, Nara decidiu promover gratuitamente uma hist¨®ria em quadrinhos de Ca e postou um link para leitura. Como resultado, o site do est¨²dio de quadrinhos de Ca calu. Os f?s de Naramentaram: ¡°N?o consegui ler antes do site cair.¡± Outros disseram: ¡°Isso ¨¦ o poder de Nara. Com apenas uma pvra d, podemos derrubar um site.¡± Onde tem f?, tem pol¨ºmica. Em breve,e?aram a surgirent¨¢rios negativos: Em breve,ent¨¢rios negativose?aram a surgir: ¡°Os f?s da Nara realmente n?o t¨ºm educa??o. Eles derrubaram o site de outra pessoa e ainda est?o se vangloriando disso, ¨¦ t?o irritante!¡± Um f? respondeu: ¡°Voc¨º ¨¦ cego ou surdo?¡± Outro f? disse: ¡°Essesent¨¢rios maldosos s?o os que realmente d?o nojo.¡± Um administrador disse: ¡°Vamos ignorar essesent¨¢rios negativos. Os f?s de Nara s?o muito disciplinados e pararam de responder aosent¨¢rios negativos. A situa??o logo ficou sob controle. Nara tamb¨¦m esreceu as d¨²vidas em tempo adequado: ¡°Eu apenas promovi a HQ da Carlita porque eu gostei. Se voc¨ºs estiverem interessados, podem dar uma olhada. Quanto ¨¤ possibilidade de uma nova cbora??o, ainda n?o est¨¢ decidido, mas eu definitivamente gostaria de trabalhar novamente.¡± Nara mencionou a HQ de Ca novamente no Twitter, fazendo que mais pessoas vissem. A s¨¦rie de Ca se tornou conhecida por um p¨²blico maior. Embora Nara tenha dito que ainda n?o havia fdo sobre uma nova cbora??o, ap¨®s a divulga??o na inte, virou not¨ªcia que e Ca iriam cborar novamente. Pouco tempo depois, as redes sociais estavam cheias de not¨ªcias sobre a cbora??o futura de Nara e Carliluna, atuandoo mulheres modernas no mundo corporativo. Nesse momento, Ca recebeu uma liga??o conjunta de Maria e Jean: ¡°Ca, temos uma boa e uma m¨¢ not¨ªcia para te contar. Qual voc¨º quer ouvir primeiro?¡± Ca disse: ¡°Qual ¨¦ a m¨¢ not¨ªcia?¡± Maria disse: ¡°Voc¨º quer ouvir a m¨¢ not¨ªcia primeiro?¡± Ca disse: ¡°Parem de enrr e me digam logo.¡± Maria disse: ¡°Devido ao grande n¨²mero de acessos em um curto periodo de tempo, nosso site caiu. Mas n?o se preocupe, equipe de engenharia est¨¢ trabalhando horas extras para corrigir isso, e provavelmente ser¨¢ restaurado em breve.¡± Ca disse: ¡°D¨º um b?nus para eles no final do m¨ºs.¡± Afinal, Ca viu em primeira m?oo o site caiu. Parece que a influ¨ºncia de Nara ¨¦ realmente imensa, pois apenas um tweet, conseguiu trazer mais receita do que o or?amento operacional do est¨²dio de Ca. Maria disse: ¡°Voc¨º n?o vai perguntaro o site caiu? N?o est¨¢ curiosa sobre a boa not¨ªcia?¡± Ca disse: ¡°Estava interagindo os leitores antes do incidente. Nara apareceu de repente e,o ningu¨¦m acreditava, tweetou para confirmar, ent?o¡­¡± Maria disse: ¡°Ca, voc¨º pode fingir que n?o sabe? Deixe eu e Jean te contar, t¨¢ bom?¡± Ca perguntou: ¡°Ah! Eu realmente n?o sei o que aconteceu. Voc¨ºs t¨ºm alguma boa noticia para me contar?¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Maria respondeu: ¡°Voc¨º ¨¦ uma p¨¦ssima atriz, pode parar de fingir. Vamos fr de coisas importantes.¡± Ca perguntou: ¡°O que ¨¦ importante?¡± Maria disse: ¡°Voc¨º deve saber que, antes de nosso site cair, sua HQ teve um grande n¨²mero de assinaturas em um instante. Se o site n?o tivesse ca¨ªdo e a situa??o continuasseo estava, sua receita digital este m¨ºs poderia ultrapassar seis digitos.¡± Ca ficou muito feliz ao ouvir isso: ¡°Isso ¨¦ t?o incr¨ªvel assim?¡± Maria respondeu: ¡°Isso ¨¦ porque o site caiu. Quando o site voltar, n?o sabemoso ser¨¢ a situa??o.¡± Ca disse: ¡°Espero que tudo se normalize em breve.¡± Cap铆tulo 1172 Cap¨ªtulo 1172 Cap¨ªtulo 1172 Ca disse: ¡°Maria, n?o saia fndo coisas das quais voc¨º n?o tem certeza, me deixou toda animada ¨¤ toa.¡± Jean respondeu de repente: ¡°Voc¨º acha que eu te decepcionel? Na verdade, algo ainda melhor est¨¢ nos esperando.¡±Ca perguntou: ¡°O que seria?¡± Jean respondeu: ¡°D¨¦ uma olhada no WhatsApp, mandel uma captura de t para voc¨º.¡± Ca viu que era uma conversa entre Jean e algumas pessoas. Jean continuou: ¡°Voc¨º viu, n¨¦?¡± Ca exmou surpresa: ¡°A influ¨ºncia da Nara ¨¦ realmente incr¨ªvel!¡±~ Jean respondeu: ¡°Em t?o pouco tempo, v¨¢rias empresas de cinema e televis?o conhecidas vieram at¨¦ n¨®s querendoprar os direitos de adapta??o. da sua hist¨®ria em quadrinhos. Isso inclui a Entretenimento Rio, a qual j¨¢ trabalhamos antes. Todos parecem muito interessados, o que voc¨ºs Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. acham?¡± Maria disse: ¡°Acredito que todas essas empresas, exceto a Entretenimento Rio, est?o interessadas na fama de Nara. Muitas pessoas na inte est?o dizendo que Nara quer cborar voc¨º novamente, Ca. Se eles conseguiremprar os direitos, seriao ter metade da influ¨ºncia de Nara.¡± Ca concordou o ponto de vista de Maria: ¡°Eu concordo o que a Maria disse. Devemos esperar um pouco. Depois que essa onda passar, se ainda houver empresas interessadas em comprar, ent?o s est?o interessadas em nossa obra.¡± Jean disse: Mas se a empolga??o diminuir, podemos sair no preju¨ªzo se vendermos os direitos de adapta??o. Esperar at¨¦ que essa onda passe pode significar que poucas empresas de cinema e televis?o estar?o dispostas apr¨¢-los.¡± Ca respondeu: ¡°Prefiro n?o vender a entregar para uma empresa irrespons¨¢vel.¡± Jean disse: ¡°Tudo bem, ¨¦ a sua obra, n¨®s seguiremos sua decis?o.¡± Maria perguntou: ¡°Ca, voc¨º acha que Nara realmente quer trabalhar voc¨º novamente?¡± Ca disse: ¡° pode ser uma grande estr, mas sem esse t¨ªtulo, ¨¦o n¨®s, uma pessoa comum. Talvez apenas goste da hist¨®ria em quadrinhos e n?o tenha outra inten??o.¡± Jean disse: ¡°N?o importa se tem uma inten??o ou n?o, ¨¦ uma figura p¨²blica e tudo o que faz chama aten??o. Al¨¦m disso, as a??es das grandes celebridades frequentemente t¨ºm um prop¨®sito.¡± Maria perguntou: ¡°¨¦ poss¨ªvel que seja uma jogada de marketing? A s¨¦rie Promessa de Amor, na qual a Nara atua, vai estrear em breve, ent?o antecipar a publicidade n?o ¨¦ imposs¨ªvel.¡± Ca disse: ¡°Muitas empresas de cinema e televis?o e celebridades fazem isso, mas eu acredito que Nara n?o faria. Eu j¨¢ disse a voc¨ºs que conhe?o a Nara?¡± Maria respondeu: ¡°Voc¨º falou? N?o me lembro.¡± Jean disse: ¡°Eu tamb¨¦m n?o me recordo.¡± Ca disse: ¡°Ent?o eu vou contar agora, conhe?o Nara h¨¢ algum tempo e nos tornamos boas amigas.¡± Brincando, Maria disse: ¡°Ca, voc¨º tem outras mulheres por a¨ª. Sua safada!¡± Ca respondeu: ¡°N?o ¨¦ s¨® a Nara, h¨¢ tamb¨¦m uma chamada Kira Heitor, uma chamada Susana.¡± Maria disse: ¡°Chega! Estou t?o chateada, n?o sou mais a ¨²nica mulher de Ca.¡± Jean brincou: ¡°Mais algumas pessoas querem me roubar Carlita.¡± Ca disse: ¡°N?o estamos discutindo algo importante? Voc¨ºs dois podem se concentrar um pouco mais?¡± Maria disse: ¡°Ok, vamos discutir o que ¨¦ importante. Ca, a Nara j¨¢ sabe que voc¨º ¨¦ ¡®Carliluna? Independentemente de querer ou n?o cborar novamente, n?o devemos negar, e podemos usar a publicidade que isso gera para aumentar nossa exposi??o e lucro.¡± Jean disse: ¡°Concordo.¡± Cap铆tulo 1173 Cap¨ªtulo 1173 Cap¨ªtulo 1173 ¡°Eu tamb¨¦m tive a mesma ideia Ca pensava o mesmo. Eles eram pessoas realistas, e quem n?o gosta de ganhar dinheiro quando tem a oportunidade? Esse era um tr¨¢fego que vinha por vontade pr¨®pria, sem prejudicar ningu¨¦m. N?o aproveit¨¢-lo seria um desperdicio Jean disse: ¡°O site j¨¢ est¨¢ de volta e o n¨²mero de visualiza??es e assinaturas da sua hist¨®ria em quadrinhos est¨¢ aumentando rapidamente. Parece que teremos que trabalhar at¨¦ tarde esta noite.¡± Ca disse: ¡°N¨®s dois vamos fazer hora extra, Maria pode descansar Maria respondeu: ¡°O est¨²dio ¨¦ nosso, os tr¨ºs. Como eu poderia faltar num momento t?o importante?¡± Ca estava prestes a dizer algo quando Jean de repente gritou, ¡°Oh n?o, nosso site caiu de novo!¡± Mesmo estando preparados, Ca e os outros subestimaram seriamente a influ¨ºncia de Nara e a for?a de sua base de f?s. Depois que o site do est¨²dio voltou, uma enxurrada de f?s voltou a invadir e, em menos de meia hora, o site do est¨²dio caiu novamente. Isso continuou at¨¦ as duas ou tr¨ºs da madrugada, quando provavelmente todo mundo foi dormir e o n¨²mero de visitas diminuiu, permitindo que o site voltasse ao normal. Jean disse: ¡°Parece que precisamos investir novamente para melhorar o desenvolvimento do site. N?o podemos permitir que isso aconte?a novamente. Ca disse: ¡°A qualidade do site afeta a experi¨ºncia de leitura dos usu¨¢rios. Agora, estamos focados no conte¨²do, e ¨¦ ro que o conte¨²do ¨¦ importante. No entanto, n?o importa o qu?o bom seja o conte¨²do, se a tologia do site n?o estiver ¨¤ altura, os leitores levar?o v¨¢rios minutos para carreg¨¢-lopletamente, e isso certeza far¨¢ que eles n?o queiram voltar.¡± Maria disse, ¡®¨¦ verdade¡± Jean disse: ¡°Vamos deixar essa quest?o do programador voc¨º, Carlita. Voc¨º trabalhou no Grupo Ant¨®nio por tanto tempo que deve ter contatos que podem encontrar um programador confi¨¢vel.¡± Ca disse: ¡°Certo, eu cuido disso. Lembro de alguns programadores que me impressionaram muito, vou mandar uma mensagem para eles amanh? cedo.¡± Jean disse: ¡°J¨¢ s?o quase tr¨ºs e meia da manh?, voc¨ºs duas devem ir dormir. Eu posso ficar um pouco mais aqui. Ca disse: ¡°Eu ainda posso aguentar um pouco mais. Maria, voc¨º deve ir dormir.¡± Maria estava gr¨¢vida e Ca j¨¢ havia insistido que fosse descansar, mas Maria n?o quer¨ªa. quer¨ªa trabalhar para ganhar dinheiro para o leite do beb¨º. Ca disse: ¡°Eu j¨¢ disse, o dinheiro para o leite em p¨® do beb¨º ¨¦igo, voc¨º est¨¢ preocupada que o beb¨¦ n?o ter¨¢ leite em p¨® paraer? Maria disse: ¡°Estou ansiosa para ficar rica gra?as a voc¨º. Voc¨º ficando rica ¨¦ ¨®timo, mas eu ainda posso ganhar dinheiro agora. Como eu poderia ficar l¨¢ sem fazer nada e gastar o seu dinheiro? Se eu realmente n?o tiver dinheiro, ou n?o puder ganhar dinheiro, ent?o eu deixarei voc¨º cuidar de mim.¡± Ca disse: ¡°Voc¨º n?o precisa que eu eu te sustente, ent?o eu posso sustentar o seu beb¨º, certo?¡± Maria respondeu: ¡°Ajuda a sustentar o beb¨º, que grande coisa! Se voc¨º realmente quer fazer isso, tenha um o Diretor Ant¨®nio, n?o desperdice genes t?o bons.¡± Ca respondeu: ¡°Certo, quando ele voltar de viagem, vou fr sobre isso ele.¡± Os tr¨ºs estavam em uma chamada de video e Jean notou que Ca e Maria estavam digitando mensagens privadas,o se estivessem em uma conversa particr. Jean percebeu algo mais tarde: ¡°Ca, Maria, voc¨ºs est?o escondendo algo de mim?¡± Maria respondeu: ¡°Sim, estamos escondendo algo de voc¨º. N?o podemos te contar agora, mas te contaremos depois de um tempo.¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Jean perguntou:¡±O que voc¨º n?o pode me dizer agora?¡± Maria respondeu: ¡°J¨¢ disse, n?o posso te contar agora.¡± Jean se virou para Ca: ¡°E voc¨º, pode me contar?¡± Ca respondeu: ¡°Eu tamb¨¦m n?o posso dizer,¡± Cap铆tulo 1174 Cap¨ªtulo 1174 Cap¨ªtulo 1174 Jean disse: ¡°Voc¨¦s est?o fazendo isso de prop¨®sito para me deixar sem dormir?¡± Maria respondeu ¡°Estou cansada demais, vou dormir primeiro. Boa noite, Jean, Carlita!¡± N?velDrama.Org owns this. Jean respondeu: ¡°Eu n?o permito que voc¨º durma!¡± Mas, um ¡®plim¡¯, Maria j¨¢ havia sa¨ªdo da chamada de v¨ªdeo. Jean teve que depositar suas esperan?as em Ca e disse: ¡°Carlita, voc¨º deve entendero estou me sentindo. Se eu n?o soubesse que voc¨ºs t¨¦m um segredo, eu estaria melhor. Mas o fato de eu saber que voc¨ºs t¨ºm um segredo e n?o me contarem me faz sentir curiosidade e, ao mesmo tempo, tra¨ªdo,o se eu tivesse sido exclu¨ªdo.¡± Ca concordou: ¡°Eu entendo, ¨¦ realmente dificil.¡± Jean perguntou: ¡°Voc¨º pode me dizer qual ¨¦ o segredo?¡± Ca negou: ¡°N?o posso dizer agora, em pouco mais de um m¨ºs voc¨º deve saber.¡± Jean quase surtou: ¡°Mais um m¨ºs? Voc¨¦s querem que eu passe o pr¨®ximo m¨¦s sem dormir bem?¡± Ca sugeriu: ¡°Voc¨º deveria tentar n?o pensar nisso agora.¡± Jean replicou: ¡°N¨®s crescemos juntas, lembra quando voc¨ºs tiveram a primeira menstrua??o e ficaram envergonhadas paraprar absorventes, eu que fuiprar! N¨®s tr¨¦s semprepartilhamos tudo, agora voc¨ºs t¨ºm um segredo que n?o me contam! Isso n?o s¨® me deixa curiosa, mas me sinto tra¨ªda, como se voc¨ºs me exclu¨ªssem.¡± Jean falou um monte de coisas tentando convencer Ca, mas Ca respondeu calmamente: ¡°Jean, isso n?o vai funcionarigo.¡± Jean insistiu: ¡°Eu estou assim e voc¨º ainda n?o vai contar?¡± Ca apenas respondeu: ¡°Hmm.¡± Jean disse: ¡°Ent?o v¨¢ dormir, n?o quero mais te ver. Se eu n?o te ver, talvez consiga esquecer isso por enquanto.¡± Ca bocejou; ¡°Ent?o eu vou dormir um pouco, quando acordar vou vero est?o as coisas no site. Jean, boa noite!¡± Depois de dizer isso, Ca desligou a chamada. O grito de raiva de Jean ecoou, mostrando que ele certamente n?o teria uma boa noite de sono. Depois de uma noite de trabalho, Ca colocou o telefone dedo e foi dormir. Talvez fosse devido ao fato de ter ganhado muito dinheiro ou por estar realmente exausta, mas Ca dormiu profundamente. s¨® acordou por volta das nove da manh?, o que era bastante tarde para os seus padr?es. Ao abrir os olhos, a primeira coisa que Ca fez foi abrir o chat em grupo dos tr¨ºs. Havia uma nova mensagem de Jean no grupo: ¡°O chefe do projeto da Entretenimento Rio est¨¢ interessado nos direitos de adapta??o do nosso quadrinho. A equipe deles vai vir a Salvador esta tarde para conversar conosco. Carlita,o voc¨º est¨¢ na capital, n?o pode voltar, me diga suas condi??es.¡± Ca respondeu: ¡°Entretenimento Rio ¨¦ uma grande empresa, podemos realmente colocar condi??es?¡± Jean respondeu rapidamente: ¡°Primeiro, v¨¢ dar uma olhada nos dados do nosso site.¡± Ca pegou um tablet, acessou o painel de controle do site e ficou chocada os n¨²meros. Eles eram t?o exagerados que pareciam falsos. escreveu: ¡°Esses n¨²meros¡­ Parece que realmente temos vantagem nas negocia??es.¡± Jean disse: ¡°Com a influ¨ºncia de Nara, n?o apenas a obra de Carlita se tornou ammente conhecida, mas tamb¨¦m outras obras em nosso site se beneficiaram disso. Se isso continuar, poderemos n?o apenas alcan?ar nossas metas, mas tamb¨¦m superar Diretor Ant?nio¡­¡± Cap铆tulo 1175 Cap¨ªtulo 1175 Cap¨ªtulo 1175 Maria perguntou: ¡°Jean, o que te torna t?o confiante?¡± Jean respondeu: ¡°Marco Ant?nio tamb¨¦m ¨¦ humano, ele n?o pode manter-se sempre na lideran?a, talvez um dia n¨®s realmente tenhamos a chance de ultrapass¨¢-lo.¡± Mar¨ªa rebateu: ¡°Voc¨º ainda n?o est¨¢ acordado? Para superar o Grupo Ant?nio, provavelmente ter¨ªamos que trabalhar incansavelmente, at¨¦ por v¨¢rias vidas, para conseguir isso.¡± Justamente quando os dois estavam prestes a discutir sobre isso, Ca rapidamente interveio: ¡°Se ¨¦ poss¨ªvel ou n?o superar n?o ¨¦ importante; o que importa ¨¦ o que vai acontecer ¨¤ tarde. O fato de o respons¨¢vel p Entretenimento Rio estar vindo a Salvador t?o rapidamente mostra que eles t¨ºm medo de que algu¨¦m os antecipe. Acredito que eles j¨¢ estejam ansiosos para fechar um contrato hoje. Quando voc¨ºs forem negociar, n?o esque?am de levar um advogado.¡± Jean perguntou: ¡°Tudo bem, voc¨º tem algum pedido?¡± Ca respondeu: ¡°Eu confio muito na Entretenimento Rio, Mesmo que o pre?o seja um pouco mais baixo do que o de outras empresas, estou disposta a fechar o contrato eles.¡± Jean e Maria entenderam o pensamento de Ca, as hist¨®rias em quadrinhos de Ca eram o fruto do seu trabalho, sempre considerou seu trabalhoo seus pr¨®prios filhos. Como pais, eles naturalmente desejavam encontrar um bomr para seu ¡°filho¡±. Jean e Maria disseram ao mesmo tempo: ¡°N¨®s tamb¨¦m pensamos assim.¡± Ca sabia que eles estavam pensando n, disse: ¡°Eu amo voc¨ºs!¡± Jean retrucou: ¡°Voc¨º me ama, mas ainda assim voc¨º pode me machucar?¡± Ca perguntou confusa: ¡°Eu te machuquei de que forma?¡± Jean disse: ¡°N¨®s ainda n?o terminamos de fr sobre o que aconteceu ontem ¨¤ noite.¡± ¡°O que voc¨º disse? Jean, o que voc¨º est¨¢ dizendo? Ei,o de repente perdi o sinal?¡± Ca falou enquanto afastava o telefone e encerrou a chamada de v¨ªdeo. Jean enviou uma mensagem no grupo dos tr¨ºs: ¡°Ca, estou terminando a nossa amizade!¡± Ca fingiu n?o ter visto e rolou na cama antes de finalmente se levantar. Tudoo no dia anterior, av? Camarillo ainda estava andando de umdo para o outro na escada, olhando para cima de vez em quando, obviamente esperando por Ca. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ele j¨¢ estava acordado h¨¢ muito tempo, enquanto Ca dormiu at¨¦ mais tarde. Ca sentiu-se culpada por faz¨º-lo esperar tanto tempo. Ca se sentiu muito culpada: ¡°Av? Camarillo, voc¨º esteve esperando por mim todo esse tempo? Eu dormi tarde ontem, ent?o acordei tarde hoje. Da pr¨®xima vez, voc¨º pode fazer suas coisas, n?o precisa esperar por mim.¡± Av? Camarillo respondeu: ¡°Eu j¨¢ estou velho, al¨¦m de fazer exerc¨ªcios de manh?, n?o tenho mais nada para fazer. Esperar por voc¨º tamb¨¦m ¨¦ uma das minhas alegrias na vida, ent?o n?o se sinta pressionada.¡± Ca concordou, mas decidiu que, na pr¨®xima vez, n?o dormir¨ªa at¨¦ tarde, para n?o fazer av? Camarillo esperar tanto. Av? Camarillo disse, ¡°Voc¨º deve estar fome. Vamos tomar caf¨¦ da manh? agora.¡± Ca respondeu: ¡°Tudo bem.¡± O caf¨¦ da manh? estava novamente farto, uma variedade de pratos para escolher. Ca estava faminta, pois n?o haviaido muito no dia anterior. escolheu um prato de macarr?o de carne, que sab¨ªa que era especialmente satisfat¨®rio. Depois de terminar o macarr?o, Caeu mais dois ovos fritos e bebeu uma x¨ªcara de caf¨¦. Av? Camarillo viu que Ca estavaendo o que as pessoas do Norte de Be costumavamer para o caf¨¦ da manh?, ele pensou em contratar o melhor cozinheiro deida do Norte de Be. Ele perguntou a Ca: ¡°Carlita, a av¨® L¨ªdia gosta deida do Norte de Be?¡± Ca acenou a cabe?a: ¡°A av¨® L¨ªdia adora. Av? Camarillo, deixa eu te contar, especialmente este macarr?o de carne, ningu¨¦m faz melhor do que a av¨® L¨ªdia.¡± Vov? Camarillo perguntou: ¡°A vov¨® L¨ªdia sabe fazer macarr?o carne?¡± Ca respondeu: ¡° faz muito bem.¡± Vov? Camarillo perguntou novamente: ¡°E o que mais sabe fazer?¡± Ca disse: ¡°A vov¨® L¨ªdia ¨¦ especialmente boa em fazer macarr?o carne e cost de porco grelhada Lembro-me de quando eu era crian?a, sempre que os vizinhos organiz¨¢vam uma festa e n?o podiam pagar por um sal?o de festas, faziam a festa em casa. E a pessoa que todos queriam ter para ajudar na cozinha era av¨® L¨ªdia. Todos adoravam o macarr?o de carne e as costeletas de porco que preparava.¡± Cap铆tulo 1176 Cap¨ªtulo 1176 Cap¨ªtulo 1176 O vov? Camarillo disse: ¡°Embora a vov¨® L¨ªdia n?o fosse nativa do Norte de Be, conseguia preparar aida t¨ªpica de l¨¢o ningu¨¦m. Era uma mulher muito elegante. Meu arrependimento ¨¦ que n?o tive a sorte de passar mais tempo , perdi-a muito cedo, sem o prazer de provar seu porco assado.¡± Ca disse: ¡°Desculpe-me. N?o foi minha inten??o mencionar a vov¨® L¨ªdia¡­¡± Vov? Camarillo disse: ¡°Voc¨º n?o a mencionou. Embora eu saiba que n?o verei mais a vov¨® L¨ªdia, eu ainda quero saber mais sobre . Se n?o te iodar, conta-me mais sobre a vov¨® L¨ªdia.¡± ¡°Certo.¡± Ca assentiu. Na verdade, independente do pedido do vov? Camarillo, Ca nejava passar mais tempo ele, conversar mais, a fim de evitar futuros arrependimentos. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Apesar da boa sa¨²de aparente do vov? Camarillo parecesse, ele estava envelhecendo, e ningu¨¦m sabia quanto tempo ainda tinha. Ca j¨¢ havia perdido muitos entes queridos, e n?o tinha estado l¨¢ para eleso deveria, especialmente quando a vov¨® L¨ªdia ficou doente e veio para Salvador, Ca n?o passou tempo suficiente . Foi s¨® depois de perder a vov¨® L¨ªdia que Ca sentiu um profundo arrependimento. Agora, Ca estava determinada a evitar que o mesmo acontecesse o vov? Camarillo. O vov¨® Camarillo nunca imaginou que Ca realmente se sentaria quietamente ele no jardim por horas. Ele tamb¨¦m nunca imaginou que Ca responderia pacientemente as suas perguntas sobre a vov¨® L¨ªdia. Ele estava cada vez mais encantado por , tanto que quer¨ªa dar a tudo o que o mundo pudesse oferecer. Eles conversaram por cerca de duas ou tr¨ºs horas, seguidas. Ao ver a chamada de Marco Ant?nio, Cancou um doce sorriso ao vov? Camarillo. ¡°Marco est¨¢ me ligando, vou atender.¡± O vov? Camarillo sorriu e disse: ¡°V¨¢ atender. Eu vou esperar por voc¨º no restaurante, n?o vou te atrapalhar.¡± Ca disse: ¡°Obrigada!¡± Antes que o vov? Camarillo se afastasse, Ca atendeu ansiosamente a chamada: ¡°Voc¨º finalmente me ligou.¡± A voz de Marco Ant?nio soou em seu ouvido: ¡°Voc¨º j¨¢ almo?ou?¡± Ca disse: ¡°Estou prestes a ir almo?ar o vov¨® Camarillo.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Voc¨º vai almo?ar primeiro, vou desligar.¡± Ca apressou-se em dizer: ¡°Conversar voc¨º ¨¦ mais importante do queer.¡± Marco Ant?nio ficou em sil¨ºncio por alguns segundos, depois disse: ¡°Ca, voc¨º deveriaer primeiro.¡± Ca ficou sem pvras. O que deveria fazer? Ele a irritou de novo! Marco Ant?nio era realmente uma pessoa muito exigente. Marco Ant?nio disse: ¡°V¨¢ almo?ar. E importante que voc¨º se alimente bem em todas as refei??es, n?o pode passe fome.¡± ¡°Lucas Bento!¡± Ca o chamou. ¡°Hmm?¡± ¡°Finalmente consegui fr voc¨º ao telefone, finalmente ouvi sua voz, porque voc¨º sempre me afasta?¡± Ca fez uma pequena pausa, depois, o rosto corado, disse: ¡°Eu nunca percebi antes, mas quando voc¨º gosta de algu¨¦m, se n?o pode v¨º-lo, a saudade ¨¦ t?o dolorosa.¡± No passado, Ca n?o tinha certeza se gostava de Marco Ant?nio. Cap铆tulo 1177 Cap¨ªtulo 1177 Cap¨ªtulo 1177 Sempre pensou que aceitava Marco Ant?nio apenas porque ele era seu marido. Chegou a pensar que se fosse outro homem no papel de marido, sua atitude em r??o a ele seria a mesma. Assim, Ca e Marco Ant?nio conviviam pacificamente. No entanto, desta vez Marco Ant?nio foi repentinamente para a Fran?a, foi a primeira vez que eles se separaram por tanto tempo desde que chegou em sua vida. Depois que se separaram, tudo que Ca conseguia pensar era em Marco Ant?nio, at¨¦ em seus sonhos ele aparecia¡­ Mesmo ele n?o estando presente, parecia que estava sempre aodo d. Foi ent?o que percebeu lentamente que sua saudade por Marco Ant?nio n?o era apenas ao fato de ele ser seu marido, mas porque realmente gostava dele. Sim, gostava dele. Muito mesmo! N?velDrama.Org owns this. Provavelmente mais do que pr¨®pria imaginava. Ent?o, Ca, que ainda n?o tinha recebido uma resposta de Marco Ant?nio, falou novamente, uma voz gentil fluindo de seus l¨¢bios, ¡°Querido, eu sinto sua falta! Sinto mujto, muito a sua falta!¡± Poucos homens poderiam resistir a Ca t?o doce e gentil, especialmente quando esse homem era Marco Antonio. Nesse momento, seu cora??o estava cheio de Ca. Quando o chamou gentilmente, o impulso venceu a raz?o de Marco Ant?nio. Ele n?o queria mais pensar no futuro, s¨® desejava t¨º ao m¨¢ximo nos dias que lhe restavam. ¡°Amanh? eu volto para te buscar.¡± ¡°¨¦ s¨¦rio? Voc¨º realmente est¨¢ voltando?¡± Ca estava cheia de alegria, mas temia interferir em seu trabalho. ¡°E o seu trabalho na Fran?a, j¨¢ terminou?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Se eu fizer horas extras hoje, devo conseguir terminar.¡± Ca perguntou, ¡°Que voo voc¨º vai pegar para voltar?, Eu vou te buscar no aeroporto.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Vou te dizer a hora quandoprar a passagem. Mas voc¨º n?o precisa ir ao aeroporto. A situa??o Fl¨¢vio ainda n?o foi resolvida, voc¨º estar¨¢ mais segura na casa do Sr. Camarillo.¡± Ca perguntou, ¡°Fl¨¢vio est¨¢ procurando por mim, voc¨º sabia?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Sim, eu sabia.¡± Embora o Dr. Donato quisesse esconder de Marco Ant?nio para n?o preocup¨¢-lo, Marco Ant?nio tinha outras fontes de informa??o. Tudo que aconteceu enquanto ele estava inconsciente, algu¨¦m lhe contou. Especialmente porque, mesmo sem outras fontes de informa??o, Bruno iria admitir seus erros para ele quando Marco Ant?nio voltasse. Ele descobriria mais cedo ou mais tarde. Quando fram sobre Fl¨¢vio, Ca se sentiu desconfort¨¢vel ¡°N?o entendo por que Fl¨¢vio pensa que voc¨º escondeu Kira Heitor novamente. Por que ele acha que Kira Heitor ainda est¨¢ vivo?¡± Ca perguntou de novo, ¡°Kira Heitor ainda est¨¢ vivo?¡± Marco Ant?nio n?o queria continuar esse t¨®pico, ¡°Eu n?o quero me preocupar mais os problemas deles. Vou tomar caf¨¦ da manh?. Depois do caf¨¦ da manh?, tenho que trabalhar at¨¦ o meio-dia. Voc¨º deveria almo?ar.¡± Ca respondeu, ¡°Tudo bem. Cuide-se. Se estiver muito ocupado, n?o tem problema se voltar um dia mais tarde.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°N?o ¨¦ s¨® voc¨º que quer ver seu marido o mais r¨¢pido poss¨ªvel, eu tamb¨¦m quero ver minha esposa o mais r¨¢pido poss¨ªvel.¡± Essas pvras n?o eram uma dera??o de amor tradicional, mas ainda eram emocionantes, fazendo Ca se sentir t¨ªmida, ¡°S¨® estou preocupada que voc¨º fique cansado Marco Ant?nio sorriu, ¡°Tudo bem, eu entendi. Nos vemos amanh?!¡± Cap铆tulo 1178 Cap¨ªtulo 1178 Cap¨ªtulo 1178 ¡°At¨¦ amanh?!¡± Ca disse, relutante em desligar o telefone, ansiosa para ouvir a voz suave de Marco Antonio novamente,Ca disse, ¡°N?o, voc¨º desliga primeiro.¡± Marco Ant¨®nio ficou em sil¨ºncio por alguns segundos e, finalmente desligou primeiro. Embora tenham se passado apenas dois dias desde que se separou de Marco Ant?nio, Ca sentiuo se fosse muito mais tempo.¡±. Ent?o, quando ouviu que ele voltaria amanh?, ficou muito feliz, seu apetite para o almo?o cresceu. ¡°Vov¨® Camarillo percebeu isso e ficou muito feliz. Ele perguntou: ¡®O que Marco Ant?nio disse a voc¨º? Depois de fr ele ao telefone, voc¨º estava sorrindo tanto que quase chegou aos olhos.¡± Ca disse, ¡°Ele volta amanh?.¡± Vov¨® Camarillo perguntou. T?o r¨¢pido?¡± Ca respondeu, ¡®Sim, parece que ele estava fora por muito tempo devido a tudo o que aconteceu. Vov¨® Camarillo deu um tapinha na testa de Ca, ¡°Menina, voc¨º n?o pode ser mais reservada? As garotas n?o devem ser muito ativas, sen?o os homens n?o v?o valoriz¨¢s.¡± ¡°Marco ¨¦ meu marido, n?o outro homem, eu tenho que deixar ro para ele que gosto dele, que sinto falta dele.¡± Ca acredita que o amor de um casal deve ser expresso de forma ousada. ¡°Bem, desde que voc¨º esteja feliz. Mas o que exatamente estava Marco Ant?nio fazendo na Fran?a? Como ele voltou t?o r¨¢pido?¡± ¡°Houve uma explos?o na filial francesa, muitos funcion¨¢rios foram feridos ou mortos. Fui ele para lidar as consequencias, est¨¢vamos t?o ¨C ocupados que nem voltamos para casa no Natal as coisas est?o resolvidas agora e ele voltou, mas algumas pessoas est?o insatisfeitas as indeniza??es e est?o causando problemas novamente.¡± Ca respondeu. Vov¨® Camarillo disse, ¡°Tal pequeno problema, Marco Ant?nio precisa ir pessoalmente?¡± Ca disse, ¡°A indeniza??o ¨¦ um pequeno problema, mas o fato de que as pessoas perderam seus filhos ¨¦, obviamente, um grande problema. Voc¨º conhece Marco Ant?nio h¨¢ tanto tempo, voc¨º deve sabero ele ¨¦. Aqueles que o ofendem nunca t¨ºm um bom fim, mas ele trata aqueles que o ajudam com a maior sinceridade.¡± Concordando, Vov? Camarillo disse, ¡°Esse rapaz, Marco Ant?nio, ¨¦ impec¨¢vel, tanto na apar¨ºncia quanto no talento.¡± Ca estavaendo uma empada e, portanto, n?o conseguia fr. Em vez disso, acenou a cabe?a vigorosamente.¡± Ap¨®s engolir rapidamente, disse, ¡°Vov¨® Camarillo, voc¨º est¨¢ absolutamente certo. Eu nunca vi um homem mais bonito do que Marco Ant?nio. Vov? Camarillo riu doent¨¢rio de Ca, ¡°Isso ¨¦ o que chamam de amor cego. Ele ¨¦ seu marido, ¨¦ ro que voc¨º o acha o mais bonito.¡± Ca disse, ¡°E desde quando n?o posso dizer a verdade?¡± Vov? Camarillo riu, ¡°ro que voc¨º pode.¡± Ca disse, ¡°Ele ¨¦ o melhor homem do mundo.¡± Vov? Camarillo disse novamente, ¡°Bom ou ruim, at¨¦ o final, ningu¨¦m pode dizer certeza. Eu tamb¨¦m vi Marco Ant?nio crescer. Quando ele era crian?a, ele passou por muitas dificuldades, ent?o ele ¨¦ muito pensativo. Ele ¨¦ um bom empres¨¢rio, mas estou preocupado que ele possa n?o ser um bom marido. Estou medo que ele possa te tratar mal.¡± Ca,¡±Ele n?o vai.¡± Vov? Camarillo respondeu, ¡°Se ele te tratar bem, ¨¦ ro que isso ¨¦ o melhor. Mas se ele te tratar mal, como seu av?, vou buscar justi?a para voc¨º. Carlita. Voc¨º tem que se lembrar, voc¨º ¨¦ minhaa, ningu¨¦m pode te maltratar no futuro.¡± Marco Ant?nio j¨¢ tinha dito algo semelhante a Ca. Eles eram as pessoas mais pr¨®ximas a . ¡°Eu sei,¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Vov? Camarillo afagou a cabe?a de Ca, ¡°Vamoser.¡± Depois do almo?o, Ca passou a tarde jogando xadrez Vov? Camarillo. Um jovemum talvez n?o conseguisse se acalmar, mas Ca n?o se sentia impaciente; realmente apreciava apanhia de seu av? Camarillo. Assim passaram o dia, ambos muito felizes. Cap铆tulo 1179 Cap¨ªtulo 1179 Cap¨ªtulo 1179 Ca ficou surpresa quando vov? Camarillo lhe entregou uma caixa delicada.¡±Ca, quando voc¨º se casou, o vov? ainda n?o te reconheceu. Agora que o vov? te reconhece, ele naturalmentepensar¨¢ o seu presente de casamento.¡± ¡°Obrigada!¡± Ca ponderou levemente a caixa, sentindo que era leve, provavelmente contendo joias, ¡°Vov? Camarillo, posso abrir para ver?¡± Ca estava ansiosa para ver o presente que vov? Camarillo havia dado a . Vov¨® Camarillo disse, ¡°O que eu te dei ¨¦ seu agora. Voc¨º pode abrir e ver.¡± Com a permiss?o de vov? Camarillo, Ca abriu a caixa e encontrou n?o js, mas v¨¢rios documentos. O de cima, era um t¨ªtulo de propriedade.. Ca ficou chocada ao ver. O titulo de propriedade n?o era de uma casa, mas de um edif¨ªcio, localizado na ¨¢reaercial mais movimentada da capital. Se Ca estava certa, este era o edificio onde e Marco Ant?nio fizeram sua primeira visita ¨¤ capital paraprar artigos de luxo. Ca n?o conseguia calcr quanto valia esse pr¨¦dio. continuou olhando e, al¨¦m do pr¨¦dio vov? Camarillo tamb¨¦m havia dado a Ca v¨¢rias a??es e fundos. ¡°Isso era quase igual ao presente dado por Vov¨® Luisa.¡± Ca estava um pouco atordoada e devolveu rapidamente a caixa a vov? Camarillo. disse: ¡®Tudo isso foi conquistado o seu esfor?o. N?o deveria ser para a sua aposentadoria?¡± Ca, ¡°.. O valor do edificio era astron?mico aos olhos de Ca. Vov? Camarillo explicou que isso era apenas uma pequena parte de sua fortuna. Ca sempre pensou que a fam¨ªlia Camarillo dependia principalmente do poder, n?o esperava que a riqueza de vov? Camarillo fosse t?o grande. Talvez, quando uma pessoa atinge uma posi??o t?o alta, a maneirao ganham dinheiro seja semelhante ¨¤ de Marco Ant?nio, um projeto pode gerar bilh?es de lucro. Isso ¨¦ algo que pessoasuns n?o podem alcan?ar, n?o importa o quanto se esforcem. N?vel(D)rama.Org''s content. Vov? Camarillo passou a caixa novamente para Ca, ¡°Aceite o presente que te dei.¡± Ca s¨® pode aceitar, ¡°Obrigada, vov? Camarillo!¡± Vov? Camarillo disse, ¡°J¨¢ est¨¢ tarde, v¨¢ descansar. Durma bem esta noite e encontre Marco o melhor estado de esp¨ªrito amanh?.¡± Ca disse, ¡°Certo, boa noite!¡± ¡°Boa noite!¡± Vov? Camarillo assistiu Ca subindo as escadas, mesmo depois de perder Ca de vista, seu olhar ainda permanecia nas escadas. Ele pensava que, se tivesse descoberto Silvia e Ca um pouco mais cedo, mesmo que fosse apenas dois meses antes, Silvia n?o teria morrido daqu maneira. Talvez, ele pudesse viver Silvia, fazer exerc¨ªcios juntos todos os dias, dar um passeio, ele poderia ouvir o riso de Silvia. Ele poderia ouvir chamando-o gentilmente, ¡°Querido Dinis.¡± Silvia costumava chamar Sr. Camarillo de Querido Dinis. Esse apelido era exclusivo de Silvia. Sr. Camarillo n?o ouvia esse apelido h¨¢ muitos anos. No entanto, em seus sonhos noturnos, ele ainda parecia ouvir chamando seu nome gentilmente. 2 2 ¨¤s vezes dizia que o odiava, outras vezes dizia que sentia a falta dele. Cap铆tulo 1180 Cap¨ªtulo 1180 Cap¨ªtulo 1180 O Sr. Camarillo tinha tempo de sobra parapensar os arrependimentos do passado. No entanto, o destino sempre prega pe?as. Somente ap¨®s a partida definitiva de Silvia deste mundo, o Sr. Camarillo descobriu que havia vivido e que ele tinha umaa, Ca.¡± L¨¢grimas escorriam incontrvelmente dos olhos do av? Camarillo. ¡°Silvia, ouvi dizer que sua maior preocupa??o antes de partir era nossaa Carlita. Agora voc¨º pode ver, e seu marido Marco Ant?nio est?o muito apaixonados, est¨¢ muito feliz. ro, farei o que puder para ajudarla, n?o s¨® para que seu casamento seja feliz, mas tamb¨¦m para garantir que n?o tenha preocupa??es financeiras para o resto da vida.¡± O mordomo, que parecia surgir do nada, interrompeu a conversa. ¡°Sr. Camarillo, n?o quero critic¨¢-lo, mas se eu n?o disser isso, n?o me sentirei bern.¡± O av? Camarillo disse. ¡°Diga.¡± O mordomo disse, ¡°A Sra. Ca ¨¦ casada Marco Ant?nio, presidente do Grupo Ant?nio, o homem mais rico do mundo. Sra. Ca j¨¢ tem dinheiro suficiente, voc¨º realmente n?o precisa dar a coisas materiais.¡± O av? Camarillo disse: Voc¨º entende, Marco Ant?nio ¨¦ o marido d, e metade do dinheiro que ele ganha pertence a Carlita. Isso ¨¦ correto. Mas para os outros, parece que Carlita depende da fam¨ªlia de Ant?nio. O presente que dou a Carlita ¨¦ o dinheiro que realmente pertence a , n?o importa o que aconte?a no futuro, ter¨¢ confian?a para fazer o que quiser.¡± O mordomo disse, Voc¨º pensou em tudo.¡± O av? Camarillo disse, ¡°Carlita ¨¦ o ¨²nico tesouro que Silvia me deixou, eu adoraria mim¨¢, ¨¦ ro que tenho que pensar mais n.¡± O mordomo ficou em sil¨ºncio. Depois de tantos anos, o av¨® Camarillo ainda n?o conseguia esquecer. Talvez somente quando ele chegar ao c¨¦u e se reunir novamente a Sra. Silvia, ele poder¨¢ finalmente superar suas obsess?es.¡± Ao acordar p manh?, Ca viu uma mensagem de Marco Ant?nio. Ele disse a que estava a caminho da capital e que provavelmente chegaria por volta das quatro da tarde. Ca, medo de estar sonhando, levantou-se rapidamente,vou o rosto ¨¢gua fria e pegou o telefone novamente para confirmar, assegurando-se de que Marco Ant?nio realmente estava voltando ¨¤ tarde.¡±¡± As horas de espera pareciam muito longas para Ca. Como estava pensando em Marco Ant?nio, se distraiu enquanto jogava xadrez o av? Camarillo p manh?, olhando para fora de vez em quando. O av? Camarillo riu d. ¡°Voc¨º, mocinha, n?o est¨¢ concentrada hoje.¡± Ca olhou para o rel¨®gio novamente. ¡°O tempo est¨¢ passando t?o devagar hoje. Joguei xadrez voc¨º por tanto tempo e ainda n?o s?o 12h?¡± O av? Camarillo disse, ¡°Pare de pensar em Marco Ant?nio, acalme-se e jogue xadrez, o tempo passar¨¢ mais r¨¢pido.¡±Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ca tentou se acalmar e jogar xadrez o av? Camarillo, mas n?o conseguiu contrr seus pensamentos. O tempo passava lentamente, ¨¤s tr¨ºs da tarde, Ca ouviu o som de um carro dodo de fora. correu para o p¨¢tio e viu uma grande figura saindo do carro estacionado. Mesmo vendo apenas a silhueta de um homem, Ca sabia que era o homem que tanto ansiava. correu em dire??o a ele rapidamenteo se fosse vento. Ao ouvir a voz de Ca, Marco Ant?nio se virou. Embora houvesse uma certa distancia entre eles, ele j¨¢ havia aberto os bra?os, pronto para receb¨º em um abra?o. Ca correu apressadamente,n?ando-se diretamente em seus bra?os, agarrando-se firmemente ¨¤ sua cintura forte e robusta, sentindo seu aroma ¨²nico. No entanto, desta vez, senti¨² que ele tinha um leve cheiro de rem¨¦dio e perguntou, Voc¨º tomou algum rem¨¦dio?¡± A doen?a de Marco Ant¨®nio n?o podia ser tratada medicamentosuns. Portanto, Dr. Donato prescreveu algo especialmente feito para ele. Mas antes de vir ver Ca ap¨®s receber alta, Marco Ant?nio tomou um banho meticuloso e vestiu roupas novas. Ele mesmo n?o havia percebido nenhum odor estranho, mas o olfato de Ca era muito sens¨ªvel, e imediatamente identificou o cheiro do rem¨¦dio. Cap铆tulo 1181 Cap¨ªtulo 1181 Cap¨ªtulo 1181 Antes que Marco Ant?nio pudesse responder, Cae?ou a tagarr. N?vel(D)rama.Org''s content. ¡°Alguns rem¨¦dios t¨ºm efeitos cterais graves, e suas antigas doen?as podem retornar sob essas circunstancias, ent?o voc¨º precisa tomar ¨®s rem¨¦dios lentamente.¡± ¡°Quando voltarmos para Salvador, vou aprender algumas coisas o Dr. Donato, assim posso cuidar de preparar seus rem¨¦dios.¡± ¡°No geral, a sa¨²de ¨¦ o mais importante, voc¨º precisa cuidar bem de si mesmo no futuro, voc¨º n?o pode descuidar de sua sa¨²de¡­¡± Enquanto fva, Ca foi envolvida por um abra?o caloroso e forte de Marco Ant?nio.¡± Em seguida, ouviu a voz rouca e baixa de Marco Ant?nio, ¡°Ca¡­¡± Ele a abra?ava apertado, chamando seu nome repetidamente,o se quisesse cravar seu nome em seu cora??o. Marco Ant?nio era muito forte, Ca estava um pouco sem f?lego em seu abra?o, mas n?o lutou. ¡°Estou aqui, sempre estive.¡± Ca percebeu que Marco Ant?nio estava inquieto, embora n?o soubesse o motivo de sua inquieta??o.¡± queria perguntar a ele, mas no momento seguinte, ele a soltou e lhe deu um beijo no rosto, dizendo: ¡®Eu senti sua falta.¡± ¡°Hmm, eu pensei que voc¨º n?o sentiria minha falta.¡± Ca segurou a m?o de Marco Ant?nio firmemente, ¡°E eu tamb¨¦m senti sua falta! Muito! Eu n?o quero te deixar nunca mais, onde quer que voc¨º trabalhe no futuro, vamos juntos, n?o me deixe sozinha em casa, t¨¢ bom?¡± ¡°Certo.¡± Depois de ter sua resposta, Ca voltou para seus bra?os e o abra?ou apertado novamente, ¡°Lucas Bento!¡± ¡°Hm?¡± Marco Ant?nio respondeu. Ca fez um bico, ¡°Estou te imitando, por que voc¨º n?o imita minha resposta?¡± ¡°Que resposta?¡± Marco Ant?nio sabia o que Ca queria ouvir, mas ele n?o podia dizer. Ele j¨¢ n?o podia prometer a que estar¨ªa sempre l¨¢. Bom, n?o iria discutir ele. Ca pegou a m?o de Marco Ant?nio, ¡°Est¨¢ quente, vamos para dentro encontrar av? Camarillo.¡± Mas quando se virou, viu o av? Camarillo observando-os em sil¨ºncio. Ca corou e exmou;¡±Av? Camarillo!¡± Marco Ant?nio sorriu, ¡°Sr. Camarillo.¡± Av? Camarillo levantou a beng e cutucou o ombro de Marco Ant?nio, ¡°Como voc¨º me chamou?¡± Ca rapidamente disse, ¡°Voc¨º deveria cham¨¢-lo de av? Camarillo.¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Av? Camarillo.¡± S¨® ent?o av? Camarillo ficou satisfeito e disse: ¡®Isso ¨¦ mais parecido. Se voc¨º n?o tratar bem Carlita, eu serei o primeiro a n?o te perdoar.¡± Ca protestou, ¡°Av? Camarillo, n?o pode fr assim Marco.¡± se tornou muito protetora de Marco Ant?nio, n?o permitindo que ningu¨¦m fale mal dele, demonstrando um profundo cuidado por ele.¡± Av? Camarillo perguntou, ¡°Eu n?o posso nem fr? Voc¨º o protege assim, ele vai se estragar.¡± Ca respondeu, ¡°Marco ¨¦ meu marido, se eu n?o mim¨¢-lo, vou deixar outra pessoa mimar?¡± Av¨® Camarillo n?o conseguiu rebater Ca, ent?o ele se virou para Marco Ant?nio, que estava em sil¨ºncio. ¡°Vai l¨¢, fale algo. N?o pode deixar sua esposa Carlita pegar tudo na frente.¡± Antes que Marco Ant?nio pudesse responder, Ca se adiantou: ¡®V? Camarillo, est¨¢ um calor insuport¨¢vel hoje. J¨¢ deixei uns milkshakes gdos na gdeira para refrescar. Vou pegar uma tig para cada um de voc¨ºs agora mesmo.¡± V? Camarillo concordou imediatamente, ¡°T¨¢ certo.¡± Marco Ant?nio tamb¨¦m respondeu simplesmente, ¡°Hmm.¡± Ca correu para dentro e preparou uma tig de milkshake gdo para cada um deles. V? Camarillo n?o era muito f? de beber esse tipo de milkshake doce. No entanto, por causa de seu profundo amor por Ca, ele continuou bebendo gole ap¨®s gole. 10:27 Quanto ao milkshake especial de ver?o, isso ¨¦ uma especialidade de Salvador. Pode dizer que Marco Ant?nio bebeu isso desde pequeno, especialmente todos os ver?es, quando a v¨® Luisa fazia para ele pessoalmente na cozinha, Cap铆tulo 1182 Cap¨ªtulo 1182 Cap¨ªtulo 1182 ¨¤ medida que M¨¢rco Ant¨®nio crescia ee?ava a viver de forma independente, raramente tinha a oportunidade de ficar na casa da av¨® Luisa e desfrutar dos seus deliciosos milkshakes gdos. Por algum motivo, o milkshake que ele estava tomando hoje tinha um gosto muito familiar,o se fosse feito p av¨® Luisa. Marco Ant¨®nio olhou para Ca, cujos olhos brilhantes estavam fixos nele um sorriso. O sorriso d erao uma flor em plena flora??o, deslumbrante e irresist¨ªvel, o que o fez esquecer por um momento o que queria perguntar. Ca se aproximou dele e sussurrou em seu ouvido, ¡°N?o parece o milkshake da vov¨® Luisa?¡± Marco Ant¨®nio assentiu, ¡°Sim.¡± Ca revelou, ¡°Eu liguei para a vov¨® Luisa esta manh? para aprender a receita. Parece que fiz um bom trabalho.¡± Marco Ant?nio riu, ¡°Realmente, est¨¢ muito bom.¡± Ca agradeceu um sorriso, caloroso e disse ¡°Obrigada pelo elogio!¡± O av? Camarillo acrescentou, ¡°Ent?o foi por isso que voc¨º estava ocupada ao telefone esta manh? e n?o tomou caf¨¦ da manh?igo. Tudo por causa do Marco Ant?nio.¡± Ca explicou, ¡°N?o ¨¦ que eu n?o quisesse te fazerpanhia, av? Camarillo, mas fazer este milkshake requer que o leite seja bem fervido, ent?o demorou um pouco.¡± Marco Ant?nio gostou tanto do milkshake que acabou tomando duas por??es. Vendo Marco Ant?nio t?o feliz, Ca sentiu que todo o esfor?o matinal valeu a pena. Ap¨®s aproveitar o milkshake, Marco Ant?nio nejava levar Ca de volta a Salvador. Embora o av? Camarillo quisesse que eles ficassem mais tempo, ele sabia que n?o podia interferir em suas vidas, ent?o deixou-os ir Ca n?o podia ficar na cidade capital, mas o Sr. Camarillo podia ir a Salvador para ficar . Ele j¨¢ haviaprado uma casa em Salvador, onde poderia se mudar a qualquer momento. O av? Camarillo arranjou algu¨¦m para lev¨¢-los ao aeroporto. Tudo correu bem no caminho, sem nenhum problema. Depois de passar p seguran?a e entrar na s de embarque, Marco Ant?nio e Ca foram interceptados por Fl¨¢vio no caminho para a s de espera, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º n?o disse que iria para a Fran?a a trabalho? Como voltou t?o cedo?¡± Marco Ant?nio estava se sentindo mal devido ¨¤ doen?a e n?o tinha energia para fr. Ele ignorou Fl¨¢vio e tentou continuar caminhando Ca.¡± Fl¨¢vio bloqueou o caminho deles e disse, ¡°Marco Ant?nio, voc¨º ainda ¨¦ humano?¡± Marco Ant?nio parou e olhou friamente para Fl¨¢vio. Fl¨¢vio desafiou, ¡°Voc¨º acha que eu n?o sei o que voc¨º fez ps minhas costas? Voc¨º acha que eu sou um idiota?¡±N?velDrama.Org owns this. Marco Ant?nio retrucou, ¡°O que eu fiz?¡± Fl¨¢vio perguntou raiva, ¡°Onde voc¨º escondeu Kira Heitor?¡± Marco Ant?nio riu friamente e respondeu, ¡°Sua pr¨®pria mulher, voc¨º n?o sabe onde est¨¢ e vem me perguntar?¡± Fl¨¢vio de repente levantou a m?o e para surpresa de todos, ele estava segurando uma arma. Ca deu um pulo de susto. Sem tempo para pensar emo Fl¨¢vio conseguiu passar a arma p seguran?a, deu um passo ¨¤ frente, instintivamente tentando se colocar entre a arma e Marco Ant?nio. Marco Ant?nio rapidamente puxou Ca para tr¨¢s dele. A arma de Fl¨¢vio estava agora apontada para Ca. ¡°Bom, se voc¨º n?o quer fr, eu vou mandar sua esposa Ca para o c¨¦u!¡± Um tiro foi disparado- Sem hesitar, Fl¨¢vio disparou a arma assim que teve a chance, mas gra?as ¨¤ r¨¢pida rea??o de Marco Ant?nio, ele conseguiu empurrar Ca para fora do caminho.¡± Cap铆tulo 1183 Cap¨ªtulo 1183 Cap¨ªtulo 1183 Ca voltou a si rapidamente, rasgando a manga de Marco Ant?nio para fazer um curativo no ferimento dele. Felizmente, Fl¨¢vio n?o teve a chance de disparar uma segunda vez. Bruno foi o primeiro a chegar em Fl¨¢vio, seguido p seguran?a do aeroporto que conseguiu contrr a situa??o e isolou a ¨¢rea. Por sorte, o Dr. Donato tamb¨¦m estava l¨¢, e pegou sua maleta m¨¦dica para tratar de Marco Antonio. Os ferimentos de Marco Antonio n?o eram graves, apenas alguns arranh?es, mas Ca estava t?o preocupada que l¨¢grimas enchiam seus olhos. ¡°Lucas Bento, seu tonto! Voc¨º n?o percebe o perigo que estava correndo? Se aqu b tivesse desviado um pouco, voc¨º poderia ter perdido sua vida¡­¡± ¡°E voc¨º, por que tem que ser t?o imprudente? N?o consegue pensar em si mesmo quando est¨¢ em perigo?¡± Ca, l¨¢grimas nos olhos, continuou a repreender Marco Ant?nio por sua tolice. Marco Ant?nio, a m?o que n?o estava ferida, puxou Ca para perto. ¡°Minha menina t, ¨¦ porque voc¨º ¨¦ minha esposa. J¨¢ ouvi pessoas antigas dizerem que o marido ¨¦ o c¨¦u da esposa, voc¨º sabe o que isso significa?¡± Ca resmungou, ¡°Isso ¨¦ um pensamento feudal.¡± Marco Ant¨®nio bn?ou a cabe?a, ¡°N?o acho que seja um pensamento feudal, acho que essa frase tem uma explica??o melhor, talvez at¨¦ nossos antepassados pensassem assim.¡±Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Ca perguntou, ¡°Qual ¨¦ a explica??o?¡± Marco Antonio respondeu, ¡°O marido ¨¦ o c¨¦u da esposa, significa que o marido deve ser corajoso e forte, mesmo que o c¨¦u caia, ele deve proteger sua esposa de todos os perigos.¡± Ca, emocionada, disse, ¡°N?o importao voc¨º explique, n?o pode ser imprudente no futuro.¡± Futuro? Haver¨¢ um futuro para ele? Para eles? Marco Ant?nio desejava mais do que houvesse um futuro juntos. Mas ele sabia que n?o tinha mais futuro. Marco Ant¨®nio acariciou a cabe?a de Ca e sussurrou,¡± Tudo bem.¡± Devido ao incidente, o aeroporto foi fechado por algumas horas para uma verifica??o de seguran?a completa antes de ser reaberto. Ent?o, quando Ca e Marco Ant?nio chegaram a Salvador, j¨¢ era uma da manh?. Valerio os levou diretamente de volta ¨¤ Brisa do Mar. Ca estava exausta e adormeceu aconchegada em Marco Ant?nio. Quando chegaram ¨¤ Brisa do Mar, Marco Ant¨®nio n?o acordou Ca, mas a levou diretamente para o quarto. Marta estava prestes a cumpriment¨¢-los, mas ao ver Ca dormindo, fechou a boca e sorriu bondade. Se n?o fosse t?o tarde, teria contado tudo para Sra. Luisa na mans?o dos Ant?nio. A r??o entre Sr. Ant?nio e Sra. Ant?nio estava melhorando cada vez mais. De volta ao quarto, Marco Ant?nio colocou Ca gentilmente na cama e nejou pegar uma toalha no banheiro paravar o rosto d. Mas assim que ele soltou sua m?o, Ca o agarrou. Com um pux?o, Marco Ant¨®nio perdeu o equil¨ªbrio e caiu em dire??o a . Seus l¨¢bios se encontraram. Ca aproveitou a oportunidade para beij¨¢-lo. Marco Ant¨®nio se levantou, n?o permitindo que continuasse, ¡°Ainda n?o tomei banho, estou sujo.¡± Ca agarrou a barra de sua camisa e deslizou a m?o para dentro, ¡°Ent?o, podemos tomar banho juntos?¡± Por que Marco Ant?nio diria n?o? Cap铆tulo 1184 Cap¨ªtulo 1184 Cap¨ªtulo 1184 Ca n?o sabia ao certo quandoe?ou a se arrepender. Isso aconteceu depois de ser acordada v¨¢rias vezes por Marco Ant?nio em um estado de sono confuso. Marco Ant?nio ramente n?o estava bem, mas isso n?o parecia afetar o casamento deles, o que deixava Ca confusa. Ca n?o sabia por quanto tempo havia dormido, apenas que tinha dormido muito mais tarde do que no dia anterior, chegando a acordar ¨¤s cinco da tarde. sso era algo in¨¦dito para Ca, j¨¢ que n?o costumava dormir at¨¦ t?o tarde em todos esses anos.¡± Quando Marta viu Ca descendo as escadas, o sorriso em seu rosto ramente insinuava algo, ¡°Carlita, voc¨º deve estar exausta depois de ontem ¨¤ noite. Venha, tome um caldo para se revigorar.¡± Ca realmente estava fome. n?o tinha descansado a noite toda e havia dormido o dia todo, ent?o era natural que estivesse fome. No entanto, n?o pensou imediatamente emer, mas procurava ao redor, ¡°Onde est¨¢ o Marco?¡± Marta respondeu, ¡°Sr. Ant?nio saiu para a empresa bem cedo. Ele me disse antes de sair que voc¨º deve estar exausta depois de ter ficado acordada ontem ¨¤ noite, e me pediu para n?o te acordar, para deixar voc¨º acordar naturalmente.¡± Foi realmente Ca quem tomou a iniciativa na noite passada, e se tornou cada vez mais ousada na frente de Marco Ant?nio. No entanto, essas eram quest?es privadas entre o casal, e Ca sentiu- se um pouco envergonhada ao ouvir Marta fr sobre isso, ¡°Marta, vamos mudar de assunto.¡± Marta viu que Ca estava corando e entendeu que estava envergonhada, ¡°Tudo bem, vamos mudar de assunto. V¨¢ tomar o seu caldo agora.¡± ¡°Certo Ca concordou. -Mas quando viu o caldo escuro e misturado, simplesmente n?o conseguia beb¨º-lo. ¡°Marta, eu n?o quero beber isso. Eu vouer algo primeiro para forrar o est¨®mago, e quando Marco voltar,emos juntos.¡± Marta disse, ¡°Este ¨¦ um rem¨¦dio para fortalecer o corpo, a Sra. Luisa especialmente trouxe para voc¨º. Carlita, aguente um pouco, beber uma vez vai fazer bem para voc¨º e tamb¨¦m vai te ajudar a engravidar.¡± Ca fez uma careta, independente do rem¨¦dio realmente funcionar ou n?o, acabou bebendo tudo. Ca perguntou, ¡°Marta, esse rem¨¦dio realmente funciona?¡± Marta respondeu, ¡°Engravidar ¨¦ algo que voc¨º e Marco precisam se esfor?ar juntos. Isso ¨¦ apenas para ajudar a ajustar o seu corpo, para que voc¨º pare?a mais energ¨¦tica, e assim aumentar suas chances de engravidar.¡± ¨C Para Ca, desde que as chances de engravidar aumentassem, havia uma grande possibilidade de engravidar ¨C ¡®Marta, voc¨º prefere um menino ou uma menina?¡± Marta respondeu, ¡°Desde que seja um filho de Marco e voc¨º, n?o importa se ¨¦ um menino ou uma menina, eu vou adorar.¡± Ca riu e disse, ¡°Ent?o vou ter g¨ºmeos. Assim, posso ter um filho e uma filha de uma vez.¡± Marta tamb¨¦m se animou ao ouvir isso, ¡°¨®timo, g¨ºmeos seria bom, vamos ter g¨ºmeos. Depois que os beb¨ºs nascerem, eu e a Sra. Luisa podemos cuidar de um cada¡­¡± Enquanto fvam, as duas riram,o se apenas fndo sobre isso, s realmente pudessem ter g¨ºmeos. ¡°O que voc¨ºs est?o rindo?¡± A voz grave de Marco Ant?nio de repente veio de tr¨¢s, Ca se virou para olhar e, de fato, viu o alto Marco Ant?nio. Em um instante, Ca sentiuo se estivesse vendo Marco Ant?nio p primeira vez, n?o conseguia tirar os olhos da sua b apar¨ºncia. Ca se levantou imediatamente e foi at¨¦ Marco Ant?nio, ¡°Voc¨º voltou.¡± Marco Ant?nio abra?ou Ca e perguntou, ¡°Eu coloquei um rem¨¦dio em voc¨º ontem ¨¤ noite,o est¨¢ se sentindo agora, ainda d¨®i?¡± Ele perguntou de repente, mas Ca imediatamente entendeu o que ele queria dizer. Em um instante, suas bochechas ficaram vermelhas. ¡°N?o d¨®i mais.¡± Marco Ant?nio perguntou, -Tem certeza que n?o d¨®i mais?¡± Can?ou-lhe um olhar, ¡°Marta ainda est¨¢ aqui.¡± Marta disse, ¡°N?o vi nada, n?o ouvi nada. Fui preparar o jantar.¡± 10:28 ? Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Marco Ant?nio puxou Ca para sentar, ¡°Tenho algo para conversar voc¨º.¡± Ca perguntou, ¡°O que seria?¡± Marco Ant?nio disse seriamente, ¡°Voc¨º mencionou antes que queria criar uma organiza??o de ajuda m¨²tua para mulheres, eu quero que voc¨¦ se dedique totalmente a isso, deixe o trabalho de assistente para os outros.¡± Cap铆tulo 1185 Cap¨ªtulo 1185 Cap¨ªtulo 1185 Ca pensou que tinha ouvido errado. ¡°O que voc¨º disse?¡± Marco Ant¨®nio repetiu, ¡°Amanh?, voc¨º vai ao escrit¨®rio, passa suas tarefas para a minha nova assistente e depois pode fazer o que quiser. Ca respondeu apressadamente, ¡°O grupo de apoio ¨¤s mulheres eu fa?o nas minhas horas vagas, n?o vai interferir no meu trabalhoo sua assistente.¡± Marco Ant?nio retrucou, ¡°Nas horas vagas voc¨º ainda quer desenhar seus quadrinhos, que t¨ºm mais futuro do que trabalhar ao meudo. Voc¨º teria tempo para criar um grupo de apoio ¨¤s mulheres se estivesse trabalhando ao meudo? Sem fr em ajudar mais meninas.¡± Ca perguntou, ¡°Como voc¨º sabe que eu estou desenhando quadrinhos?¡± Marco Ant?nio olhou para Ca um olhar levemente impaciente, ¡°Voc¨º ¨¦ minha esposa, estamos juntos h¨¢ tanto tempo,o eu n?o saberia o que voc¨º faz?¡± Ca o encarou raiva, ¡°Pare de me olharo se eu fosse um alien¨ªgena.¡± Marco Ant?nio riu oent¨¢rio de Ca. Ele tinha um sorriso muito bonito, tudo perdia a cor sob seu sorriso. N?vel(D)rama.Org''s content. Ca estava gr¨¢ta por ele n?o sorrir tanto em p¨²blico, pois temia que isso atra¨ªsse mais admiradoras. Ca disse, Pare de rir!¡± Marco Ant?nio brincou, ¡°Que mandona, n?o me deixa nem sorrir.¡± ¡°Desde quando voc¨º ficou t?o fnte?¡± Ca de repente abra?ou a cabe?a de Marco Ant?nio e o beijou todas as suas for?as, usando isso para silenci¨¢-lo. A atitude dominadora e ativa de Ca pegou Marco Ant?nio de surpresa, mas ele rapidamente se acostumou e deixou que fizesse o que quisesse ele¡­ No canto da cozinha, Marta viu tudo e rapidamente tirou algumas fotos para enviar para Dona Luisa. ¡°Dona Luisa, olha s¨®! Foi Carlita que beijou Marco, eles est?o bem ¨ªntimos.¡± Dona Luisa respondeu rapidamente, ¡°Tire mais fotos para eu ver.¡± Marta tirou mais algumas fotos e enviou para Dona Luisa. Dona Luisa ficou muito satisfeita o que viu, ¡°Marco ¨¦ t?o perspicaz.¡± Marta disse, ¡°Marco n?o teve namorada antes, n?o porque ele ¨¦ bobo, mas porque ele ¨¦ muito exigente. Como ele n?o saberia sobre essas coisas?¡± Dona Luisa disse orgulhosamente, ¡°Eu sou demais, n?o ¨¦?¡± Marta perguntou, ¡°Como assim?¡± Quando falou sobre isso, Dona Luisa estava muito orgulhosa. ¡°Quando Carlita veio para Salvador para a faculdade, eu a vi e soube que era perfeita para Marco. ¨¦ t?o linda e talentosa, se eu tivesse demorado um pouco mais, teria sido conquistada por outro e Marco teria perdido sua chance.¡± Marta disse, ¡°Voc¨º realmente tem uma vis?o para o futuro.¡± Dona Luisa perguntou, ¡°Eles ainda est?o se beijando?¡± ¡°Sim, est?o se beijando apaixonadamente,o se n?o conseguissem se separar.¡± ¡°Voc¨º disse que Marco ficou Carlita a noite toda e s¨® acordou ¨¤ tarde, isso ¨¦ verdade?¡± Marta disse, ¡°Por que eu mentiria para voc¨º?¡± Dona Luisa disse: ¡°N?o pense que pode me enganar.¡± Marta respondeu: ¡°Fique tranqu, ¨¦ a pura verdade. Eu at¨¦ calculei o tempo, agora ¨¦ o per¨ªodo f¨¦rtil de Carlita, tem uma grande chance de engravidar desta vez.¡± Dona Luisa disse: ¡°N?o v¨¢ perturb¨¢-los, deixe as coisas acontecerem naturalmente. Se Carlita realmente engravidar desta vez, vou dar a uma ilha.¡± Cap铆tulo 1186 Cap¨ªtulo 1186 Cap¨ªtulo 1186 Marta disse, ¡°Voc¨º podee?ar a preparar agora. Carlita mencionou antes que gostaria de ter g¨¦meos, ent?o se isso realmente acontecer, tor¨¢ que preparar dois presentes.¡± Dona Luisa respondeu, ¡°Se tiver g¨¦meos, dois presentes n?o ser?o suficientes. N?o s¨® vou dar a dois presentes,o vou dar alguns extras¡­ enfim, tudo que Carlita quiser e eu tiver, vou dar a . N?velDrama.Org owns this. Enquanto Marta conversava Dona Luisa, n?o percebeu que Marco Ant?nio e Ca, que estavam juntos anteriormente,e?aram a discutir de repente. Marco Ant¨®nio disse, ¡®Est¨¢ decidido. Continue seus quadrinhos, fa?a o que voc¨º gosta e n?o se prenda a um emprego.¡± Ca entendeu o que Marco Ant?nio queria dizer, mas precisava desse trabalho de assistente, n?o apenas por seguran?a. Agora, o mais importante ¨¦ que gosta de trabalhar perto de Marco Ant¨®nio, assim pode estar ele, seja no trabalho ou fora dele. Ca retrucou, ¡°Eu sei que voc¨º est¨¢ pensando em mim, preocupado que eu possa estar trabalhando demais, mas trabalhar ao seudo n?o me cansa. Eu gosto de trabalhar voc¨º¡­¡± Marco Ant¨®nio riu e acariciou seus l¨¢bios inchados, ¡°Voc¨º me disse que as pessoas n?o devem trabalhar demais, ent?oo voc¨¦ n?o poderia estar cansada? Escutei seu conselho,ecei a desacelerar e delegar tarefas poss¨ªveis aos subordinados. Agora, quero passar mais tempo voc¨º, por que voc¨º ainda n?o quer?¡± Os olhos de Ca brilharam, ¡°Voc¨º quer dizer que¡­¡± Marco Ant¨®nio disse, ¡®Sim, porque vou delegar as tarefas que posso, meu assistente ter¨¢ mais contato com meus subordinados.¡± Ca remou, ¡°Voc¨º poder¨ªa ter dito antes.¡± ¡°Eu ainda n?o terminei, e voc¨º j¨¢ est¨¢ ansiosa.¡± ¡°Pensei que ter¨ªamos que nos separar novamente, por isso fiquei ansiosa. A face de Ca ficou vermelha novamente. Marco Ant?nio disse, ¡°Voc¨º precisa mudar essa atitude.¡± ¡°Hum, vou mudar.¡± Marco Ant¨®nio continuou, ¡°O novo assistente j¨¢e?ou, amanh? voc¨º vai ¨¤ empresa e faz a passagem.¡± Ca franziu a testa, ¡°T?o r¨¢pido? Trabalhei duro para me tornar assistente do presidente, agora, depois de pouco mais de um ano, estou sendo demitida, n?o me sinto bem isso.¡± Ca se aproximou de Marco Ant¨®nio, tentando convenc¨º-lo suas pvras doces, ¡°Diretor Ant?nio, voc¨º n?o poderia me manter e deixar eu continuar trabalhando ao seudo?¡± Marco Ant¨®nio n?o reagiu ¨¢s car¨ªcias de Ca, ele foi firme, ¡°J¨¢ decidi sobre isso, n?o h¨¢ espa?o para negocia??o.¡± Ca ficou irritada sua atitude inflex¨ªvel, ¡°Voc¨º est¨¢ fndoigoo o presidente do Grupo Ant?nio, Marco Ant?nio, ouo meu marido, Lucas Bento?¡± Marco Ant?nio respondeu, ¡°Eu sou o presidente do Grupo Ant¨®nio, Marco Antonio.¡± Ca ficou um pouco chateada ao ouvir isso. Cada quadrinho que Ca desenha ¨¦ um grande sucesso, e agora h¨¢ pessoas disputando para comprar os direitos de adapt¨¢-los para a televis?o. Se a vers?o televisiva de Promessa de Amor tiver sucesso, ent?o sempre que Ca tiver uma nova ideia, haver¨¢ pessoas querendo Isso significa que, mesmo sem usar o dinheiro que av¨® Luisa e av¨® Camarillo lhe deram, ou o dinheiro de Marco Ant?nio, Ca ainda ¨¦ uma pequena fortuna.. Decidir se vai ou n?o assumir essa tarefa, na verdade, n?o ¨¦ t?o importante. No entanto, a decis?o de ir ou n?o ao trabalho s¨® poder¨ªa ser tomada p pr¨®pria Ca, ningu¨¦m mais poderia tomar essa decis?o por , a menos que fosse demitida pelo chefe! Se Marco Ant¨®nio discutisse Ca se passando por Lucas Bento, ainda teria a chance de argumentar. Ele disse que, fndo o Marco Ant?nio, era basicamente o mesmo que ser demitida pelo chefe. sempre foi muito respons¨¢vel no trabalho, nuncaeteu um erro, e agora foi demitida pelo chefe em nome do amor, o que a deixou muito desconfort¨¢vel. Cap铆tulo 1187 Cap¨ªtulo 1187 Cap¨ªtulo 1187 Marta estava ouvindo a conversa deles, ao ouvir isso, saiu correndo para intervir, ¡°Marco, se voc¨º est¨¢ preocupado que a Carlita vai se cansar, diga a ramente, n?o de forma ambigua, isso vai deixar a Carlita confusa.¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°N?o fui ro o suficiente?¡± Marta respondeu, ¡°¡­¡­¡± ¡°Marta, estou fome, vamoser primeiro.¡± Ca n?o queria fr Marco Ant?nio quando estava raiva, estava preocupada que n?o conseguiria contrr suas emo??es e acabaria discutindo ele. ¡°Tudo bem.¡± Marta virou-se e foi para a cozinha preparar aida, em pouco tempo v¨¢rios pratos foram servidos, mas apenas duas por??es principais, intencionalmente n?o preparou uma para Marco Ant?nio. Era a forma de Marta expressar sua insatisfa??o Marco Ant?nio. Apesar de Carlita estar raiva, ao ver que Marco Ant?nio n?o tinhaida, se sentiu mal. empurrou sua tig deida para ele, pensando em pegar mais uma, mas Marco Ant?nio empurrou a tig de volta, ¡°N?o estou fome.¡± Depois de ter passado a tarde toda em um gotejamento intravenoso, dormindo sonolento, Marco Ant?nio n?o tinha apetite nenhum. Ca olhou para ele, ¡°Voc¨º n?o precisaer? N?o sente fome se n?oer? Coma r¨¢pido! Voc¨º tem queer.¡± Carlita estava raiva pouco tempo atr¨¢s, agora se preocupa ele de novo, Carlita ¨¦ mesmo muito am¨¢vel. Ele sorriu, ¡°Marta, veja quem est¨¢ provocando quem aqui?¡± Marta, ¡°Voc¨º ¨¦ um homem, e o marido da Carlita, qual ¨¦ o problema de ceder um pouco?¡± Marco Ant?nio assentiu, ¡°Sim, voc¨º est¨¢ certa, eu deveria ceder a .¡± Ca voltou aida,endo fome, sem pegar qualquer prato. Marco Ant?nio preparou para um prato que gosta. Ca disse, um pouco irritada, ¡°Diretor Ant?nio, servindoida para uma subordinada, isso ¨¦ apropriado?¡± ¡°Agora sou seu marido, Lucas Bento.¡± Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Ca olhou para ele, ¡°Hmph, voc¨º n?o ¨¦ Lucas Bento, Lucas Bento n?o me faria ficar raiva.¡± N?o importava quem estava certo ou errado, Marta sempre tomava o partido de Ca, ¡°Isso mesmo, Marco deveria estar cuidando de Carlita,o poderia estar provocando ?¡± Marco Ant?nio disse, um pouco descontente, ¡°Marta!¡± Com o apoio da Sra. Luisa, Marta naturalmente n?o temia ele, ¡°A Sra. Luisa diz todos os dias para eu cuidar bem da Carlita, eu n?o posso deixar a Carlita sofrer o m¨ªnimo.¡± Marco Ant?nio perguntou, ¡°Eu fiz sofrer?¡± Marta pensou um pouco, ¡°Acho que n?o.¡± olhou para Ca novamente, ¡°Carlita ¨¦ uma boa garota, trabalhadora e esfor?ada, se voc¨º de repente diz a para parar de- trabalhar, definitivamente n?o vai se acostumar. Voc¨º precisa dar a mais tempo para se adaptar.¡± Ca era muito protetora o marido, podia criticar Marco Ant?nio, mas os outros n?o. ¡°Marta, pare de fr. Se n?o vou trabalhar, n?o vou trabalhar, ainda tenho muitas coisas para fazer.¡± Marco Ant?nio n?o disse mais nada, apenas olhava para Ca, seus olhos cheios de sorrisos. Ele sabia que cada vez que olhava para , era uma vez a menos, ent?o sempre que via Ca, ele n?o queria tirar os olhos d. Depois do jantar, Ca quer¨ªa dar uma volta no jardim, afinal, dormiu o dia todo, agora que estava alimentada e hidratada, estava cheia de energia e definitivamente n?o conseguiria dormir. ¡°Estou pensando em dar uma volta no jardim, voc¨º quer virigo?¡± Marco Ant?nio n?o respondeu, mas Marta respondeu primeiro, ¡°Marco certamente ir¨¢ voc¨º.¡± Marco Ant¨®nio se levantou, pegou Ca pelo bra?o e saiu, ¡°Marta, voc¨º f demais.¡± Marta prontamente cobriu a boca,o se realmente tivesse fdo demais. Quando Ca perguntou antes, n?o deveria ter se apressado em responder. 10:28 Mesmo que n?o tivesse se apressado, Marco certamente teria panhado Carlita para uma caminhada. Cap铆tulo 1188 Cap¨ªtulo 1188 Cap¨ªtulo 1188 J¨¢ est¨¢vamos em setembro, muitas ¨¢reas j¨¢e?avam a esfriar, mas Salvador continua incrivelmente quente. ¨¤ noite, a brisa do mar soprava. Ca deu um passeio no quintal. N?o demorou muito para e?ar a suar, enquanto a m?o de Marco Ant?nio continuava fr¨ªao gelo. Ca segurava sua m?o, massageando-a enquanto perguntava: ¡°Voc¨º n?o est¨¢ tomando o rem¨¦dio que Dr. Donato receitou? Por que suas m?os ainda est?o t?o frias?¡± Marco Ant?nio respondeu: ¡°¨¦ uma doen?a antiga, n?o ¨¦ fatal, mas n?o vou recuperar rapidamente.¡± ¡°Ser¨¢ que voc¨º n?o est¨¢ seguindo as instru??es do Dr. Donato para tomar os rem¨¦dios? Talvez dev¨¦ssemos considerar consultar outro m¨¦dico para uma avalia??o maispleta. Se ps m¨¦dicos daqui n?o puderem ajudar, podemos procurar ajuda no exterior.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°N?o se preocupe tantoigo. Apenas caminheigo.¡± Ca estava prestes a fr, Marco Ant?nio a interrompeu: ¡°Shh! Voc¨º ouviu? Ouviu alguma coisa?¡± Ca ficou em sil¨ºncio, escutando atentamente. Ouviu o som da brisa do mar, o canto das cigarras, e o batimento card¨ªaco r¨ªtmico de Marco Ant?nio. se aproximou dele e se aconchegou em seu peito, parando de andar. N?vel(D)rama.Org''s content. Passear ou ver as flores n?o era seu principal objetivo, s¨® queria ficar sozinha ele, fazer coisas que nunca tinham tentado antes. Marco Ant¨®nio abaixou a cabe?a, tocando o topo de sua cabe?a o queixo, ¡°Ca!¡± Ele sempre estava acostumado a cham¨¢ pelo nomepleto, n?oo sua fam¨ªlia, que a chamava de ¡°Carlita¡±, porque acreditava que, assim, erapletamente dele. -Ca olhou para ele, seu olhar encontrando seus olhos profundos: ¡°Voc¨º tem algo para me dizer?¡± Marco Ant?nio perguntou: ¡°O que voc¨º quer ouvir?¡± ¡°Quero ouvir a verdade.¡± Ca respondeu. ¡°Voc¨º j¨¢ pensou, se um dia eu n?o estiver mais na sua vida,o seria?¡± Marco Ant?nio perguntou. ¡°Voc¨º disse que passar¨ªamos a vida juntos, a minha vida poderia ser sem voc¨º?¡± Ca n?o gostava dessa quest?o. ¡°Eu quero dizer ¡®se¡¯,¡± Marco Antonio insistiu. Ca respondeu firmeza: ¡°N?o h¨¢ se.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°A vida est¨¢ sempre cheia de vari¨¢veis, ningu¨¦m pode cumprir suas promessas cem por cento, e ningu¨¦m pode garantir que n?o quebrar¨¢ sua pvra.¡± ¡°Outros talvez, mas voc¨º n?o.¡± confiava nele incondicionalmente. preferia acreditar que mudaria do que acreditar que Marco Ant?nio mudaria. Marco Ant?nio se sentiu impotente: ¡°Por que voc¨º ¨¦ t?o teimosa? Voc¨º n?o pode responder ¨¤ minha pergunta?¡± Ca perguntou: ¡°Voc¨º realmente quer ouvir minha resposta?¡± Marco Ant?nio assentiu. Ca respirou fundo e ent?o disse lentamente: ¡°Quando nos casamos, eu realmente queria levar uma boa vida voc¨º. Mas depois, voc¨º desapareceu, e euecei a sentir que sua presen?a na minha vida era opcional. Mesmo quando voc¨º ligou para mim do exterior e disse seu nome, eu n?o te reconheci imediatamente.¡± ¡°Depois, voc¨º entrou na minha vidao meu chefe, e eu n?o tinha nenhum sentimento especial por voc¨º. Tudo em voc¨º n?o tinha r??oigo.¡± ¡°Mas agora, a situa??o ¨¦pletamente diferente.¡± Ca olhou para Marco Ant?nio, cada pvra que pronunciou estava cheia de afeto. ¡°Desde que descobri que voc¨º ¨¦ Lucas Bento, que ¨¦ meu marido, sua posi??o em meu cora??o se tornou cada vez mais importante. Eu tamb¨¦m n?o posso dizer exatamente quandoecei a ter sentimentos por voc¨º¡­ eu s¨® sei que agora eu n?o posso viver sem voc¨º, s¨® de pensar na possibilidade de n?o o ter ao meudo no futuro me faz sentir uma dor no cora??o,o se estivesse sendo espetada por agulhas Cap铆tulo 1189 Cap¨ªtulo 1189 Cap¨ªtulo 1189 Ao pensar sobre uma vida futura sem Marco Ant?nio, Ca sentia uma dor insuport¨¢vel. Marco Ant¨®nio sentia o mesmo. Agora ele sabia que a dor em seu cora??o era ainda mais insuport¨¢vel do que a dor f¨ªsica. Esta dor, que se espalha do fundo do cora??o para o corpo todo, fazendo que seu cora??o pare?a entorpecido,o se n?o fosse dele. Ele desejava mais do que ningu¨¦m cumprir sua promessa a Ca, estar todos os dias de sua vida, envelhecer juntos. Ele esperava que, quando ambos estivessem de cabelos brancos, ainda pudessem passear juntos pelo jardim. Mas ele sabia que seu tempo estava acabando. Portanto, ele precisava implementar firmemente seus nos futuros, sem espa?o para recuar. Marco Ant?nio segurou firmemente a m?o de Ca, contrndo a dor em seu cora??o, ¡°Podemos continuar caminhando, certo?¡± Ca segurou sua m?o, ¡°ro.¡± Eles atravessaram o gramado sombreado, uma vista infinita do mar ¨¤ frente. A localiza??o do Brisa do Mar era excelente, situada no centro de Salvador, de onde se podia ver a agita??o da cidade e apreciar uma vista para o mar pitoresca. Ca sabia que o lugar era ¨¤ beira-mar, mas era a primeira vez que via, especialmente o p?r do sol, o mar ao longe brilhava uma luz dourada, uma vis?o deslumbrante. ¡°Lucas Bento, este lugar ¨¦ lindo!¡± ¡°Voc¨º gosta?¡± Marco Ant?nio olhou para , seus olhos brilhavam ao ver a paisagem ¨¤ distancia, b e encantadora. Ele n?o resistiu e beijou sua testa. retirou o olhar da b paisagem ¨¤ distancia, levantou-se na ponta dos p¨¦s e deu um beijo suave em seu canto da boca, dizendo: ¡°Eu amo! Adoro a vista e amo voc¨º!¡± Depois de confirmar seus sentimentos, Ca sempre expressou abertamente o que sent¨ªa, dizendo a ele que o amava. n?o s¨® queria contar a ele, mas tamb¨¦m queria que o mundo todo soubesse que eles eram casados. ¡°Voc¨º mencionou antes que queria tornar nosso rcionamento p¨²blico. Eu tinha algumas reservas na ¨¦poca, por isso hesitei. Mas agora estou pronta. Quero que o mundo inteiro saiba sobre n¨®s. O que voc¨º acha?¡± Agora, Ca n?o se importava o que os outros pensavam deo se tornou a assistente especial do Diretor Ant?nio. Agora, o que era importante para era apenas Marco Ant?nio. Ao ouvir Ca, Marco Ant?nio sentiu uma pontada no cora??o, ¡°Certo, eu vou vou me preparar para isso.¡± ¡°Estou ¨¤ sua disposi??o. Se precisar de algo, me avise.¡± Ca levou-o a um pavilh?o pr¨®ximo e eles se sentaram, olhando para o mar. Eles se aconchegaram em sil¨ºncio, observando o p?r do sol se dissipar no mar, o c¨¦u escurecendo aos poucos. A luz atr¨¢s deles ainda estava acesa, projetando suas sombras juntas, longas e esticadas. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ca esticou a m?o e envolveu a cintura de Marco Ant?nio. pensava que, mesmo que n?o fizessem nada, apenas sentados juntos, estaria feliz. Nesse momento, o telefone de Marco Ant?nioe?ou a tocar. Ele pegou o telefone e disse: ¡°Preciso atender essa chamada.¡± Ca assentiu. o viu se levantar e se afastar para atender a liga??o, n?o conseguia ouvir o que a outra pessoa estava dizendo, apenas ouviu a voz grave dele: ¡°Sim, entendi.¡± Em seguida, ele desligou o telefone e se aproximou d, uma express?oplicada nos olhos. Ca perguntou: ¡°¨¦ algo sobre mim?¡± Marco Ant?nio assentiu, sentou-se aodo d novamente, segurando sua m?o mais uma vez: ¡°Eu quero fr sobre sua m?e biol¨®gica.¡± Ca olhou para ele, deu um sorriso amargo: ¡°Voc¨º vai me dizer que faleceu, certo?¡± Marco Ant?nio perguntou: ¡°De onde voc¨º ouviu isso?¡± Cap铆tulo 1190 Cap¨ªtulo 1190 Cap¨ªtulo 1190 ¡°Ningu¨¦m me disse, eu deduzi por conta pr¨®pria. Aqu mulher que se passou por Pa, ¨¦ desumana. Depois de alcan?ar seus objetivos, definitivamente n?o permitiria que minha m?e biol¨®gica continuasse viva; tenho certeza de que teria eliminado o problema de uma vez por todas. Ca suspirou, disse ar de culpa: ¡°Mas eu n?o tinhao descobriro minha m?e foi realmente assassinada por , n?o consigo encontrar evid¨ºncias de assassinato para process¨¢ legalmente.¡± Marco Ant?nio segurou firme a m?o de Ca. ¡°Voc¨º est¨¢ certa, a mulher se passando p Pa ¨¦ realmente cruel. No entanto, minha equipe j¨¢ encontrou evid¨ºncias do assassinato d e de Jos¨¦, e j¨¢ as entregou ¨¤ pol¨ªcia. Eles n?o v?o escapar.¡± ¡°Que tipo de evid¨ºncia ¨¦ essa? Ap¨®s tantos anos, essas evid¨ºncias ainda s?o v¨¢lidas?¡± Ca sentiu seu cora??o apertar. As evid¨ºncias eram muito cru¨¦is, e n?o tinha certeza se poderia lidar a verdade. Mas algumas coisas, quer se possa aceitar ou n?o, t¨ºm de ser enfrentadas. Esse era o caso que Ca precisava encarar. ¡°S?o videos do assassinato brutal de sua m?e biol¨®gica.¡± Marco Ant?nio teve que dizer. Ca sentiu um aperto no peito, ¡°Uma prova em v¨ªdeo? Ent?o isso significa¡­¡± Ca n?opletou a pergunta, mas Marco Ant?nio sabia o que queria dizer. Ele assentiu. ¡°Sim.¡± Ca perguntou, ¡°Eu posso ver?¡± ¡°J¨¢ entregamos a prova para a pol¨ªcia, temo que eles n?o te deixem ver.¡± Os olhos de Ca se encheram de l¨¢grimas, ¡°Ent?o minha m?e¡­¡± ¡° foi desmembrada por eles.¡± Marco Ant?nio disse pesar. A mente de Ca ficou atordoada, a dor era insuport¨¢vel. Uma pessoa viva, cortada em peda?os. tinha sofrido tanto naqu ¨¦poca, e agora sabia. Depois, Ca ouviu Marco Ant?nio dizer, ¡°Ent?o eles jogaram no mar.¡± O mar novamente! De repente, Ca sentiu que a vista do mar ¨¤ sua frente n?o era mais linda, o profundo azul do mar se transformou instantaneamente num mar vermelho-sangue. O mar vermelho-sangue rugia em sua dire??o,o um dem?nio abrindo a boca para engoli. Ca queria fugir, mas n?o podia, assistindo impotente as enormes ondas vermelhas chegando, engolindo- a¡­ ¡°Ah¡­¡± Ca deu um grito agudo, seu corpo desabou nos bra?os de Marco Ant?nio. ¡°Ca! Ca¡­¡± N?o importava o quanto Marco Ant?nio chamasse, Ca n?o podia ouvir, desmaiou em seus bra?os. Marco Ant?nio pegou Ca rapidamente e correu de volta, gritando na dire??o da casa: ¡°Dr. Donato¡­¡± Dr. Donato veio correndo ao ouvir o chamado. Ele disse: ¡°Eu disse que seu estado de sa¨²de atual n?o permite que voc¨º se exponha ao vento, mas voc¨º foi dar um passeio¡­¡± Enquanto fva, ele percebeu que quem estava mal n?o era Marco Ant?nio, mas Ca, que estava nos bra?os de Marco Ant?nio. Ele perguntou: ¡°O que aconteceu a Ca?¡± ¡° desmaiou depois de ouvir sobre sua m?e.¡± Marco Ant?nio explicou. Dr. Donato assentiu, ¡°N?o se preocupe, isso ¨¦ f¨¢cil de resolver, vou dar uma inje??o n, e vai ficar bem quando acordar. Mas voc¨º, a sua condi??o de sa¨²de, cuide-se.¡± Marco Ant?nio perguntou ansioso: ¡°Como est¨¢?!¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Dr. Donato olhou para o homem ¨¤ sua frente. Marco Ant?nio estava t?o ansioso, e isso o surpreendeu, pois, a ¨²nica coisa que o preocupava era Ca. Ele s¨® tinha experimentado esse n¨ªvel de ansiedade quando estava Ca. Cap铆tulo 1191 Cap¨ªtulo 1191 Cap¨ªtulo 1191 Dr. Donato rapidamente administrou um sedativo a Ca, esperando que sua condi??o melhorasse quando acordasse. Marco Ant?nio a abra?ava fortemente. Mesmo sem dizer mais nada, todos podiam sentir o quanto ele se importava Ca. Dr. Donato disse: Voc¨º pode lev¨¢ de volta ao quarto para descansar.¡± Marco Ant?nio concordou, e carregou Ca cuidadosamente ¨¢t¨¦ o quarto, colocando-a na cama. Ele foi buscar o pijama d e a ajudou a trocar de roupa. Em seguida, cuidado, usou um pano ¨²mido paravar o rosto d. Ap¨®s fazer tudo isso, ele sentou aodo d, mantendo um olhar atento,, sem tirar os olhos d por um momento sequer. Ele segurou a m?o d, a beijou e disse carinhosamente: ¡°Ca, a partir de agora, n?o poderei estar ao seudo. Voc¨º ter¨¢ que percorrer esse caminho sozinha.¡± Ca, ainda em um estado semi- consciente, n?o ouviu, mas franziu a testa. Durante toda a noite, o tempo passou lento e r¨¢pido ao mesmo tempo. Ca acordou ¨¤s seis da manh?. Quando abriu os olhos, a primeira coisa que viu foi um par de olhos profundos. Ca viu que Marco Ant?nio parecia n?o estar bem, tocou seu rosto e perguntou: ¡°Voc¨º parece n?o estar bem. O que houve?¡± ¡°¨¦ mesmo?¡± Marco Ant?nio segurou sua m?o e a puxou para um abra?o. ¡°Talvez eu esteja apenas com um pouco de fome. Vou me sentir melhor depois do caf¨¦ da manh?.¡± Ca permitiu que ele a abra?asse, n?o importava quanto tempo ele quisesse, mas elergou-a rapidamente. ¡°Vamos nos levantar, fazer a higiene e tomar caf¨¦. Depois, vamos para o escrit¨®rio.¡± Disse ele. Ca perguntou: ¡°Vamos para o escrit¨®rio para fazer a transi??o do trabalho? Esqueci de perguntar ontem ¨¤ noite, quem ¨¦ o novo assistent¨¦ que voc¨º escolheu?¡± ¡°Voc¨º vai descobrir em breve¡±, respondeu Marco Ant?nio. ¡°Voc¨º ainda est¨¢ jogando jogos de adivinha??oigo.¡±, disse Ca Marco Ant?nio sorriu e apenas respondeu um ¡°uhum¡±. Eles se limparam juntos, tomaram caf¨¦ juntos, foram para o escrit¨®rio juntos. Como de costume, Valerio estacionou o carro dodo de fora do pr¨¦dio da empresa. Como de costume, Ca desceu do carro primeiro, depois abriu a porta para Marco Ant?nio. Mas desta vez, estendeu a m?o para segurar a m?o de Marco Ant?nio. queria tornar p¨²blico o seu rcionamento Marco Ant?nio, n?o queria mais esconder. Mas Marco Ant?nio desviou a m?o de Ca e seguiu em frente. Ca panhou o ritmo dele, querendo perguntar por que ele n?o deixou segurar sua m?o, mas ele respondeu primeiro, dizendo: ¡°Durante o hor¨¢rio de trabalho, ainda precisamos manter profissionalismo.¡± Ca aceitou a resposta. Juntos, pegaram o elevador particr do CEO at¨¦ o escrit¨®rio de Marco Ant?nio. Assim que sa¨ªram do elevador, viram Ynda e Alba esperando perto das portas do elevador. Ynda e Alba cumprimentaram: ¡°Bom dia, Diretor Ant?nio! Bom dia, Srta. Barcelo!¡± Ca sorriu e respondeu: ¡°Bom dia!¡± Marco Ant?nio acenou a cabe?a e disse para Ynda: ¡°Voc¨º treinou Alba por um bom tempo, ent?o conhece bem a capacidade d. Hoje, voc¨º pode deixar Alba a Srta. Barcelo. ficar¨¢ com durante o dia.¡± Ynda respondeu: ¡°Sim, senhor.¡± Marco Ant?nio ent?o se virou para Ca, ¡°Alba ¨¦ a nova assistente que vai substituir voc¨º no trabalho.¡± N?vel(D)rama.Org''s content. Ca hesitou por um momento. Na noite anterior, quando perguntou quem seria a nova assistente, ele n?o respondeu. Ser¨¢ que ele estava guardando a surpresa? Em t?o pouco tempo, Alba havia recebido aprova??o de Ynda e Marco Ant?nio. Ca estava feliz por , mas tamb¨¦m um pouco preocupada. Cap铆tulo 1192 Cap¨ªtulo 1192 Cap¨ªtulo 1192 H¨¢ um ditado que diz, todo mundo tem seu dom, e o dom da Alba ¨¦ finan?as. nunca trabalhou como secret¨¢ria antes, ent?o coloc¨¢ na posi??o de assistente pessoal do CEO pode n?o ser a escolha mais apropriada. Com certeza havia candidatos mais qualificados no departamento de secret¨¢rias do presidente. Ca se perguntava se Marco Ant¨®nio tinha algum favoritismo por Alba por causa d. No entanto, uma vez que Marco Ant?nio j¨¢ havia tomado a decis?o, certamente tinha suas raz?es, e Ca respeitaria isso. ¡°ro, vou garantir que a transi??o do trabalho seja bem feita¡±, Ca respondeu Marco Antonio n?o disse mais nada e voltou para o escrit¨®rio do presidente. Depois que Marco Ant?nio saiu, Ynda olhou para Ca de forma sugestiva e disse: ¡°Ca, voc¨º pode me dizer se est¨¢ saindo porque quer engravidar?¡± Ca respondeu, ¡°H¨¢ outras pessoas por a¨ª, n?o fale besteiras.¡± Ynda disse, ¡°Todos n¨®s j¨¢ sabemos que a Alba ¨¦ sua irm?, pare de fingir que n?o sabe.¡± Ca olhou para Alba. Alba bn?ou o bra?o de Ca, ¡°Eu n?o disse nada. ¨¦ s¨® que temos o mesmo sobrenome e as pessoas acham que parecemos, ent?o s adivinharam.¡± Ca n?o repreendeu Alba, sorriu e acariciou sua cabe?a, ¡°Ynda, obrigada por cuidar da Alba nos ¨²ltimos tempos.¡± Ynda disse, ¡°Alba ¨¦ t?o inteligente quanto voc¨º, aprende r¨¢pido. Mesmo que nunca tenha trabalhadoo secret¨¢ria, eu acredito que possa assumir o cargo de assistente do presidente.¡± ¡°Obrigada p confian?a.¡± ¡°Ok, voc¨ºs v?o l¨¢, n?o vou atrapalhar. Lembre-se de voltar e visitar, quero ver o qu?o bonito ¨¦ o filho de voc¨º e do Diretor Ant?nio.¡± disse Ynda. Ca riu e disse, ¡°ro, certeza.¡± Ynda voltou para o escrit¨®rio e Ca levou Alba para o escrit¨®rio do assistente. Alba estava um pouco preocupada, ¡°Carlita, eu n?o seio acabei sendo escolhidao assistente do presidente. Eu s¨® estou na empresa h¨¢ alguns dias, voc¨º acha que sou capaz desse trabalho?¡±Ca disse, ¡°Alba, tenha confian?a em si mesma. Acredite no julgamento do Diretor Ant?nio e da Ynda, se eles acharam que voc¨º ¨¦ capaz, ¨¦ porque acreditam em voc¨º.¡±Alba disse insegura: ¡°Eu suspeito que o Diretor Ant?nio s¨® me escolheu por sua causa.¡± ¡°Independentemente do motivo, se eles a escolheram, voc¨º deve fazer o seu melhor no trabalho.¡± Alba entendeu que era uma boa oportunidade para provar a si mesma, ¡°Vou me esfor?ar ao m¨¢ximo para n?o te decepcionar.¡± Ca assentiu e acrescentou: ¡°Ok, agora vou passar o trabalho para voc¨º. Depois de te entregar, eu provavelmente terei que sair oficialmente. Se tiver alguma d¨²vida, pode me perguntar.¡± Alba assentiu e depois perguntou: ¡°Carlita, sua sa¨ªda repentina significa que est¨¢ gr¨¢vida?¡± Ca acariciou a barriga, tamb¨¦m queria estar gr¨¢vida, mas quem poderia ter certeza disso. ¡°Ainda n?o, mas acredito que logo vai acontecer.¡± ¡°Ent?o voc¨º tem que se esfor?ar. Estou esperando para cuidar do seu beb¨º.¡± Alba riu. Ca sorriu e disse: ¡°N?o vamos fr de assuntos pessoais agora, vamos focar na transi??o do trabalho.¡± Durante a transi??o, Ca percebeu que tinha subestimado Alba. Apreens?o e capacidade de Alba para o trabalho de assistente foram muito al¨¦m de suas expectativas. Sem d¨²vida, Alba tinha um grande potencial. Ca passou todo o dia transferindo todas as responsabilidades para Alba e finalizando oficialmente seus procedimentos de sa¨ªda. Isso significava que, a partir desse momento, n?o seria mais a assistente do presidente do Grupo Ant?nio, Marco Ant?nio. Sua r??o Marco Ant?nio agora n?o era mais de chefe e funcion¨¢ria, mas simplesmente a esposa de Lucas Bento. Ca olhou para o lugar onde trabalhara por mais de um ano, cada olhar aumentava a tristeza, at¨¦ que a voz profunda de Marco Ant?nio ecoou por tr¨¢s d, ¡°Ca¡­¡± virou-se e viu Marco Ant?nio parado na porta. Property ? 2024 N0(v)elDrama.Org. Marco Ant?nio estendeu a m?o para , ¡°Vamos, vamos para casa.¡± Toda a relutancia desapareceu naquele momento. sorriu e caminhou em dire??o a ele, colocando sua m?o na dele. ¡°Certo, vamos para casa.¡± Cap铆tulo 1193 Cap¨ªtulo 1193 Cap¨ªtulo 1193 J¨¢ era hora de sair do trabalho, apenas Marco Ant?nio e Ca permaneciam na s do chefe. Marco Antonio ergueu a m?o e suavemente afastou a franja de Ca para tr¨¢s, perguntando: ¡°Os procedimentos de sa¨ªda foram concluidos?¡± Ca acenou a cabe?a: ¡°Sim. A partir de agora voc¨º n?o ¨¦ mais meu chefe, ent?o n?o ter¨¢ mais oportunidades de mandar em mim.¡± Marco Ant?nio sorriu e respondeu: ¡°A partir de agora, vou seguir as suas ordens.¡±¨®timo. Vamos sair para jantar esta noite. Acabei de ganhar um bom dinheiro, e quero te convidar para jantar¡±, Ca disse enquanto abra?ava o bra?o dele. Marco Ant?nio respondeu: ¡°ro.¡± ¡°O que voc¨º gostaria deer?¡± Perguntou Ca. ¡°N?o sou exigente, podemoser o que voc¨º, quiser.¡± ¡°Tem certeza que n?o ¨¦ exigente? Voc¨º esqueceu que at¨¦ para beber ¨¢gua voc¨º ¨¦ exigente?¡± Ca ficou surpresao Marco Ant?nio teve a coragem de dizer que n?o ¨¦ exigente. Marco Ant?nio respondeu: ¡°Eu era exigente antes. Agora, voc¨º, acho que tudo parece delicioso.¡± Ca se sentiu muito amada essas pvras. se levantou na ponta dos p¨¦s e se aproximou dele: ¡°Eu tamb¨¦m. Com voc¨º, tudo parece delicioso.¡± Marco Ant?nio a abra?ou p cintura e a ergueu para perto dele. ¡°Ca¡­¡± Por estarem t?o pr¨®ximos, a respira??o dele tocou a ponta do nariz d, fazendo c¨®cegas, era muito intimo. Ca pensou que ele ia beij¨¢ e instintivamente fechou os olhos. Mas em vez do beijo, ouviu uma risada suave: ¡°O que voc¨º fica pensando o tempo todo?¡± Ca abriu os olhos imediatamente e o olhou raiva: ¡°Hum, se n?o vai me beijar, ent?o esque?a, n?o quero fr voc¨º.¡± Para sua surpresa, antes que pudesse terminar a frase, os l¨¢bios quentes de Marco Ant?nio se fecharam sobre os d. Ele a beijou profundamente. Sim, foi um beijo a s¨¦rio! Rapidamente, Ca se deixou levar pelo ritmo dele, se perdendo em seu beijo. Quando o beijo terminou, a cabe?a de Ca estava um pouco atordoada. Ent?o ouviu Marco Ant?nio brincando: ¡°Com quanta rapidez voc¨º aprende no trabalho, mas ainda n?o aprendeu a beijar?¡± Ca ficou sem pvras. Esse homem era demais! N?velDrama.Org owns this. Ele estava fazendo piada d por n?o saber beijar! A personalidade de Ca n?o permitia que aceitasse a derrota, ent?o sen?ou em Marco Ant?nio. imitou os movimentos dele e o beijou de volta. Depois do beijo, levantou a cabe?a e disse: ¡°Quem disse que eu n?o sei beijar?¡± ¡°Bem, alunos aplicados podem aprender qualquer coisa¡±, Marco Ant?nio provocou. Marco Ant?nio esfregou o l¨¢bio que Ca havia mordido, os olhos por tr¨¢s dos ¨®culos de arma??o prateada estavam cheios de divertimento. ¡°Voc¨º ¨¦ um homem astuto!¡± Ca de repente percebeu que ele a havia provocado. Marco Ant¨®nio abra?ou a Ca, que estava bufando de raiva, e riu, o peito vibrando: ¡°Como minha Ca ¨¦ ador¨¢vel?¡± Ador¨¢vel a ponto de ele querer¨º. Ador¨¢vel a ponto de ele querer proteg¨º por toda a vida, garantindo que n?o tenha preocupa??es. Ador¨¢vel a ponto de ele se sentirpletamente feliz s¨® de olhar para . Ca disse: J¨¢ chega de brincadeira. Estou fome. Vamos jantar ¡°Certo.¡± Respondeu Marco Ant?nio. No entanto, Marco Ant?nio nunca imaginou que o restaurante que Carlo escolheu para jantar fosse o mesmo onde, h¨¢ um ano, quando eles n?o conheciam as identidades um do outro, Ca havia feito uma reserva para um encontro ele e a Sra. Ant?nio. Cap铆tulo 1194 Cap¨ªtulo 1194 Cap¨ªtulo 1194 Naqu ¨¦poca, ele voltava da Cidade Capital, depois de resolver seus neg¨®cios e foi buscar Ca em seu apartamento alugado, No entanto, confundiu a melhor amiga de Ca , pensando que o estava traindo. Frustrado, ele pensou em se divorciar e naturalmente parou de frequentar aquele restaurante. N?velDrama.Org owns this. Marco Ant?nio n?o sabia por que Ca havia escolhido este lugar para jantar naqu noite, se havia algum motivo especial. Ele estava prestes a expressar esse pensamento quando Ca j¨¢ entendia o que ele queria dizer. ¡°H¨¢ um ano, n?o conseguimos nos encontrar para o nosso encontro. Talvez seja hora depensar hoje, sorriu alegria genuina. Marco Ant¨®nio disse, ¡°N?o ¨¦ tarde agora.¡± Ca disse. ¡°Vamos ent?o. Reservei uma s de jantar vista, podemos jantar enquanto apreciamos a vista noturna de Salvador.¡± ¡°Otimo.¡± Ao longo do ano, Ca frequentemente ajudava clientes do restaurante a fazer reservas e,o resultado, se tornou amiga do gerente deste restaurante sofisticado. Assim que Ca entrou, o gerente a reconheceu e disse: ¡°Srta. Barcelo, reservei a melhor mesa vista para voc¨º e seu marido. Espero que voc¨ºs tenham uma refei??o agrad¨¢vel aqui.¡± Depois de dizer isso, o gerente finalmente notou Marco Ant?nio, e seus olhos se iluminaram, ¡°Srta. Barcelo, seu marido ¨¦ muito bonito.¡± ¡°Obrigada pelo elogio!¡± Ca agradeceu um sorriso. ¡°Por aqui, por favor!¡± O gerente apressadamente os conduziu, dando uma olhada discreta em Marco Ant?nio. Ele sempre pensou que Ca, sendo t?o bonita, dificilmente encontraria algu¨¦m que estivesse ¨¤ sua altura. Mas ao encontrar o marido de Ca hoje e v¨º-los juntos, ele s¨® pensava que eles eram um casal perfeito. Este casal de homens bonitos e mulheres lindas era um prazer para os olhos. Onde quer que fossem, sempre atra¨ªam a aten??o de todos Dodo direito do corredor, perto da jan, um casal que estava jantando reconheceu Ca e Marco Ant¨®nio: ¡°N?o s?o a Srta. Barcelo e o Sr. Ant?nio?¡± ¡°Ah, n?o pode ser!¡± ¡°¨¦! ¨¦ realmente eles!¡± ¡°Eles est?o de m?os dadas, o que significa que¡­¡± ¡°O Sr. Ant?nio n?o ama muito sua esposa? Como ele poderia estar a Srta. Barcelo¡­¡± ¡°Quando um homem e uma mulher passam muito tempo sozinhos, e ambos s?o bonitos, ¨¦ dif¨ªcil evitar fa¨ªscas, certo?¡± ¡°Eles s?o bonitos juntos, mas, em ¨²ltima an¨¢lise, ¨¦ um rcionamento impr¨®prio. Al¨¦m disso, este restaurante n?o fica longe de nossa empresa. Eles est?o sendo muito ousados¡­¡±Ca sentiu os olhares ao seu redor. olhou para odo e seus olhos se encontraram os deles. reconheceu as duas pessoas, eram os gerentes do departamento financeiro. sorriu para eles e, em seguida, abra?ou o bra?o de Marco Ant?nio mais firmeza: ¡°Querido, vejo algumas pessoas que conhe?o. Vamos cumpriment¨¢s, voc¨º vemigo?¡± Aqus pessoas reconheciam Marco Ant?nio, mas ele n?o as reconhecia. E sempre que se encontravam, eram sempre os outros que cumprimentavam Marco Ant¨®nio. Ele n?o costumava cumprimentar os outros primeiro. Ele realmente n?o queria se preocupar essas pessoas. No entanto, Ca ramente queria tornar p¨²blico o rcionamento deles, e ele n?o podia deixar de panh¨¢. ¡°Ok, eu vou voc¨º.¡± ¡°Voc¨º ¨¦ o melhor!¡± Ca sorriu. Os dois colegas viram Ca e Marco Ant?nio se aproximando deles e rapidamente baixaram a cabe?a, sem ousar mais fazer contato visual. Ca chegou ¨¤ mesa deles, ¡°Senhores gerentes, voc¨ºs tamb¨¦m est?o jantando aqui?¡± Agora, eles n?o podiam mais fingir que n?o a reconheciam, nem que n?o a haviam visto. Os dois gerentes rapidamente se levantaram, ¡°Diretor Ant?nio, boa noite! Srta. Barcelo, boa noite!¡± Ca chegou ¨¤ mesa dos dois colegas e perguntou diretamente: ¡°Os senhores est?o curiosos sobre a r??o entre o Sr. Ant?nio e eu, n?o est?o? T?o direta? est¨¢ agora tornando p¨²blico seu rcionamentoo amante? acha que eles n?o v?o voltar para a empresa e espalhar a pvra? Enquanto eles pensavam nessas coisas, ouviram Marco Ant¨®nio dizer: ¡°Depois de mais de dois anos, voc¨º finalmente decidiu revr a nossa r??o aos colegas, n?o ¨¦?¡± Cap铆tulo 1195 Cap¨ªtulo 1195 Cap¨ªtulo 1195 Isso ¨¦ o que o Diretor Ant?nio est¨¢ insinuando? Diretor Ant?nio e Ca eram casados? Ele estava sempre esperando que Ca reconhecesse sua identidade? Ca, sorrindo, disse, ¡°Deixe-me apresentar, o Diretor Ant?nio ¨¦ meu marido.¡± Os dois gerentes ouviram isso e seus olhos ficaram vermelhos de inveja, ¡°Ah, Srta. Barcelo¡­¡± Cham¨¢ assim n?o parecia certo, pois diante deles estavam o presidente e a primeira-dama da empresa! ¡°Continuem aer, n¨®s tamb¨¦m reservamos uma s aqui.¡± Depois disso, Ca saiu Marco Ant?nio. Os dois gerentes olharam para as costas deles e murmuraram: ¡°A primeira-dama do presidente, que sempre nos intrigou, estava bem aqui ao nosso lado¡­¡­ Embora Marco Ant?nio dissesse queeria qualquer coisa, Ca ainda arrumou cuidadosamente para ele seus pratos favoritos, todos sabores bem leves. No entanto, Marco Ant?nio s¨®eu algumas mordidas e parou. ¡°N?o ¨¦ do seu gosto?¡± ¡°Eu preciso ir ao banheiro.¡± Disse Marco Ant?nio. ¡°Certo.¡± O tempo que Marco Ant?nio passou no banheiro foi rtivamente longo, e quando ele voltou, a comida j¨¢ estava fria. Ca olhou para ele, notou que ele parecia desconfort¨¢vel e perguntou: ¡°Voc¨º n?o est¨¢ se sentindo bem?¡± Sabendo que sua sa¨²de estava muito ruim, Marco Ant?nio sabia que n?o poderia esconder de Ca, e na verdade, n?o tinha nos de faz¨º-lo. ¡°Sim, n?o estou me sentindo muito bem.¡± Imediatamente, Ca p?s dedo os talheres e pegou osprimidos que o Dr. Donato tinha receitado para na bolsa. ¡°Tome este rem¨¦dio primeiro. O Dr. Donato disse que este ¨¦ um medicamento personalizado e deve ajudar a melhorar a sua condi??o.¡± Marco Ant?nio pegou a p¨ªl e colocou-a em sua boca. O rem¨¦dio n?o aliviou sua dor, mas ele queria que Ca ficasse tranqu, ent?o ele tomou. Depois de tomar o rem¨¦dio, ele disse: ¡°Esse rem¨¦dio funciona bem, me sinto muito melhor depois de tom¨¢-lo.¡± Ca lhe serviu um copo de ¨¢gua, ¡°Aqui, beba um pouco de ¨¢gua.¡± Marco Ant?nio fezo pediu. Ele tentou ao m¨¢ximo se rpor para parecer menos fraco, e logo conseguiu enganar Ca. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ca disse: ¡°Vamos para casa.¡± Marco Ant?nio disse: ¡°Estou muito melhor agora. Voc¨º n?o mencionou que h¨¢ um novo filme sendo lan?ado? Vamos dar uma olhada.¡± Ca disse: ¡°H¨¢ tempo para o cinema, mas primeiro voc¨º precisa cuidar de sua sa¨²de.¡± ¡°Eu quero assistir.¡± Marco Ant?nio insistiu. Porque ele sabia que seu tempo estava acabando. Se n?o fosse ao cinema desta vez, talvez n?o tivesse mais oportunidades no futuro para panhar Ca. ¡°O cinema n?o tem uma boa atmosfera, ent?o assistimos em casa.¡± Ca tamb¨¦m tinha seus pr¨®prios princ¨ªpios. Ent?o, eles ambos cederam um pouco e decidiram voltar para Brisa do Mar para assistir ao filme. Pouco depois do in¨ªcio do filme, Marco Ant?nio adormeceu apoiado no ombro de Ca. Ca olhou para ele e silenciosamente pegou seu telefone para mandar uma mensagem para Dr. Donato, ¡°Dr. Donato, Marco est¨¢ realmente bem?¡± Dr. Donato respondeu: ¡°Quem disse que ele est¨¢ bem? Esse problema o ioda h¨¢ anos e precisa de tratamento continuo. N?o pode estar ocupado o trabalho o tempo todo.¡± ¡°¨¦ realmente apenas uma reca¨ªda de uma doen?a antiga?¡± Ca perguntou. Dr. Donato respondeu, ¡°Voc¨º espera que ele tenha algum outro problema?¡± Ca, ¡°¡­¡­¡± Por quanto tempo o filme durou, foi quanto tempo Marco Ant?nio dormiu aodo de Ca. Depois que o filme terminou, Ca o acordou. Marco Ant?nio sorriu para e disse: ¡°Vamos para casa descansar.¡± Ca respondeu, ¡°Certo,¡± Cap铆tulo 1196 Cap¨ªtulo 1196 Cap¨ªtulo 1196 Naqu noite, o sono de Ca estava bastante agitado. Assim que adormeceu,e?ou a sonhar. Os cen¨¢rios em seus sonhos eram diversos. Ao acordar p manh?, percebeu que Marco Ant?nio j¨¢ tinha ido para o trabalho. Quando Marco Ant?nio se ocupava, os dias passavam num piscar de olhos. Naquele dia, Ca estava em casa desenhando quadrinhos, quando ouviu um carro se aproximando. correu para receber, mas para sua surpresa, al¨¦m de Marco Ant?nio, Alba tamb¨¦m estava no carro. N?vel(D)rama.Org''s content. J¨¢ fazia um bom tempo desde que Ca viu Alba, ent?o Ca estava muito feliz. disse: ¡°Alba, voc¨º veio.¡± Alba correu aodo de Ca e disse: ¡°Carlita, boa tarde.¡± Ca perguntou: ¡°Como est¨¢ o trabalho?¡± ¡°Est¨¢ indo bem.¡±, Alba respondeu. Marco Ant?nio n?o olhou para Ca, entrou diretamente na casa. ¡°Me mostre aquele projeto de novo.¡± ¡°Certo.¡± Alba soltou a m?o de Ca e disse: ¡°Carlita, preciso trabalhar o Diretor Ant?nio primeiro, depois que terminarmos, podemos conversar.¡± ¡°OK, vai l¨¢.¡± Ca sorriu. ¡°O que voc¨º gostaria de beber? Vou preparar algo para voc¨ºs.¡± ¡°Qualquer coisa est¨¢ bom.¡± Alba respondeu e seguiu Marco Ant?nio para o escrit¨®rio. Ca n?o continuou desenhando e foi ¨¤ cozinha para preparar duas bebidas: um caf¨¦ que Marco Ant?nio gostava e um suco de maracuj¨¢ lim?o que Alba preferia. O caf¨¦ foi mo¨ªdo por , de acordo o gosto de Marco Ant?nio. O suco de maracuj¨¢ lim?o tamb¨¦m acabara de ser espremido. sabia que Alba gostava de coisas doces, ent?o adicionou um pouco de mel. Depois de preparar tudo, Ca levou pessoalmente as bebidas para o escrit¨®rio. Mesmo sendo casada, Ca sabia que precisava respeitar o espa?o pessoal de cada um. n?o entrou diretamente, mas bateu na porta primeiro. Quando ouviu Marco Ant?nio dizer que poderia entrar, abriu a porta. ¡°Eu trouxe algo para voc¨ºs beberem.¡± Mas parecia que Marco Ant?nio e Alba n?o notaram Ca. Marco Ant?nio estava ocupado lendo documentos, e Alba estava ajudando. Eles estavam muito pr¨®ximos, t?o pr¨®ximos que podiam sentir a respira??o um do outro. Ca recordou que, quando e Marco Ant?nio ainda n?o sabiam sobre as identidades um do outro, eles nunca haviam trabalhado juntos t?o intimamente. Por algum motivo, Ca n?o gostou disso. empurrou o caf¨¦ para odo de Marco Ant?nio. ¡°Aqui est¨¢ o seu caf¨¦.¡± Marco Ant?nio acenou a cabe?a, ¡°Hmm.¡± Ca ficou em sil¨ºncio. Alba olhou para Ca e disse: ¡°Carlita, obrigada!¡± Ent?o, Alba baixou a cabe?a e continuou a trabalhar Marco Ant?nio. Ca olhou para eles, querendo dizer algo, mas n?o queria interromper o trabalho deles, ent?o se retirou silenciosamente. Quando desceu as escadas, Marta percebeu que Ca estava de mau humor e perguntou: ¡°O que aconteceu, Carlita?¡± ¡°Nada.¡± Ca voltou para o balc?o, ligou o tablet, pegou a ca e continuou desenhando. ¡°Marta, o Diretor Ant?nio ainda est¨¢ ocupado, pode preparar algumas frutas e petiscos para eles?¡± Marta respondeu, ¡°ro.¡± Ca continuou a desenhar seus quadrinhos total concentra??o. Depois de algum tempo, Ameri, que tinha ido entregar as frutas e petiscos, veio at¨¦ Ca. ¡°Carlita¡­¡­¡± ¡°Hmm?¡± Ca n?o olhou para cima, s¨® respondeu. Marta hesitou por um momento e ent?o perguntou, ¡°Voc¨º n?o est¨¢ preocupada?¡± Ca levantou a cabe?a, ¡°Preocupada o qu¨º?¡± Marta olhou para cima. ¡°Voc¨º n?o est¨¢ preocupada que Lucas Bento seja levado por outra mulher?¡± Ca riu, ¡°Eu n?o estou preocupada.¡± ¡°Voc¨º realmente n?o est¨¢ preocupada?¡± Marta perguntou novamente. ¡°Eu confio nele, ele n?o teria olhos para outra mulher.¡± Ca respondeu. Marta disse: ¡°Lucas Bento pode ser incr¨ªvel, mas ele ainda ¨¦ um homem. Homens podem se distrair. Voc¨º deve ter cuidado para n?o esperar at¨¦ que ele seja roubado por outra pessoa e ent?o se arrepender.¡± ¡°Se ele for t?o facilmente roubado por outra pessoa, ent?o ele n?o ¨¦ o Lucas Bento que eu conhe?o, o que eu faria ele ent?o?¡± Cap铆tulo 1197 Cap¨ªtulo 1197 Cap¨ªtulo 1197 Voc¨º tem sentimentos pelo Marco, n?o consigo acreditar que voc¨º n?o ficaria chateada se ele fosse levado por outra mulher. Ter um cora??o aberto ¨¦ uma coisa boa, mas ¨¤s vezes n?o pode ser excessivamente tolerante, sen?o quem acaba machucada ¨¦ voc¨º mesma¡± Marta falou isso, e depois foi ¨¤ cozinha preparar algumas bebidas para levar ao andar de cima. Ca n?o estava preocupada a possibilidade de Marco Ant?nio ser roubado por outra mulher, mas Marta estava. A Sra. Lu¨ªsa pediu a Marta para cuidar bem de Marco Ant¨®nio e Ca, especialmente de Ca. Marta n?o tinha apenas a responsabilidade Dona Luisa, tamb¨¦m gostava muito de Ca. estava determinada a n?o permitir que ningu¨¦m destruisse o casamento de Ca e Marco Ant?nio, nem permitir que Ca fosse prejudicada de alguma forma. Depois que Marta saiu, Ca continuou desenhando suas hist¨®rias em quadrinhos. N?o muito tempo depois, Marta veio at¨¦ Ca novamente. ¡°Carlita!¡± Ca perguntou: ¡°Marta, o que houve?¡± Marta, um pouco hesitante, disse: ¡°Carlita, eu sei que voc¨º n?o gosta que eu me intrometa nos seus assuntos, mas h¨¢ algumas coisas que eu preciso dizer.¡± ¡°O que?¡± Ca perguntou. Marta disse: ¡°A Srta. Lu¨ªsa se tornou sua meia-irm?, agora ¨¦ chamada de Alba, mas isso n?o muda o fato de que costumava querer se casar o Marco. Agora, substituiu voc¨¦ no seu cargo e est¨¢ perto do Marco todos os dias. E se¡­¡± Ca sorriu e disse, ¡°Marta, vamos deixar o passado no passado. Alba n?o fez aquilo por vontade pr¨®pria. Voc¨º n?o precisa se preocupar, Alba n?o tem mais sentimentos por Marco. ¡°As pessoas s?o imprevis¨ªveis. pode dizer que n?o, mas quem sabe o que est¨¢ pensando¡­¡± ¡°Eu confio no Marco e confio na Alba. Um ¨¦ meu marido e o outro ¨¦ minha meia-irm?. Como poderiam fazer algo para me prejudicar?¡±. Marta queria continuar a argumentar, mas, ao entregar as bebidas, viu Alba ficar muito pr¨®xima de Marco Ant¨®nio. No passado, nessas situa??es, Marco Ant?nio certeza se afastaria, mas dessa vez ele n?o se afastou. N?o apenas n?o se esquivou, mas at¨¦ se aproximou de Alba. A maneirao eles agiam parecia muito intima, n?oo a r??o entre um chefe e sua subordinada, maso um casal.Sabendo que Marta n?o tinha m¨¢s inten??es, Ca disse: ¡°Marta, est¨¢ ficando tarde. V¨¢ preparar o jantar. Quando eles terminarem de trabalhar, provavelmente j¨¢ ser¨¢ umas seis ou sete da noite. Eu pretendo deixar Alba ficar para jantar antes de voltar para casa¡±. Apesar de Marta querer que Alba fosse embora imediatamente, n?o queria fazer Ca passar por uma situa??o desconfort¨¢vel, ent?o obedientemente foi para a cozinha. Depois que Marta saiu, Ca ficou sozinha na s de estar. pegou o pincel de novo e se concentrou em desenhar suas hist¨®rias em quadrinhos. N?o demorou muito, seu telefone recebeu uma chamada de voz. Quando Ca atendeu, ouviu Jean dizer: ¡°Carlita, temos uma boa not¨ªcia! Uma ¨®tima not¨ªcia!¡± ¡°Que boa not¨ªcia, fale logo, n?o me deixe curiosa¡±, disse Ca. Jean disse: ¡°A Entretenimento Rio n?o s¨®prou os direitos da nossa s¨¦rie de televis?o, mas tamb¨¦m os direitos do nosso desenho animado. A soma total dos dois direitos ¨¦ de sete digitos¡±. ¡°Quanto exatamente?¡±, Ca perguntou, incapaz de conter sua empolga??o. Um milh?o ¨¦ um valor de sete digitos, assimo novecentos e noventa e nove mil, mas a diferen?a entre eles ¨¦ muito grande. N?vel(D)rama.Org''s content. Maria levantou cinco dedos na frente da camera e disse, ¡°Esse n¨²mero.¡± Cap铆tulo 1198 Cap¨ªtulo 1198 Cap¨ªtulo 1198 N?vel(D)rama.Org''s content. ¡°Cinco milh?es?!¡± Jean confirmou um aceno de cabe?a e disse ¡°Sim. Houve outras empresas que ofereceram lances mais altos, mas n?o acreditamos na qualidade de produ??o ds, ent?o escolhemos a Entretenimento Rio.¡± Cinco milh?es em direitos autorais podem n?o ser muito para os grandes yers, mas para algu¨¦m como Ca, rtivamente nova na ind¨²stria, era uma quantia excepcionalmente alta pelos direitos. A taxa de direitos autorais de seu trabalho anterior, ¡°Promessa de Amor¡±, era apenas de seis digitos, ent?o essa oferta superou suas expectativas. ¡°Realmente s?o cinco milh?es? Voc¨ºs n?o est?o brincandoigo?¡±, Ca perguntou. ¡°Quando foi que brincamos voc¨º desse jeito?¡± Maria respondeu. Os tr¨ºs cresceram juntos desde a infancia, e mesmo que gostassem de brincar, sabiam quando levar as coisas a s¨¦rio. Ca ficou em sil¨ºncio, processando lentamente a grande quantia. Ca caiu em sil¨ºncio, digerindo lentamente essa grande quantia. sabia que seu status elevado era gra?as a Nara. Nara filmou ¡°Promessa de Amor¡±, criado por Ca, o que aumentou significativamente a receita de Ca. Agora, Nara estava expressando seu amor pelo novo trabalho de Ca nas redes sociais e mostrando interesse em participar, o que havia elevado ainda mais o valor do trabalho de Ca. Obter essa grande quantia de repente fez Ca se sentir muito animada, mas tamb¨¦m um pouco preocupada. estava preocupada que algu¨¦m pudesseprar seu trabalho e, no final, nem mesmo cobrir os custos. ¡°Realmente fechamos o contrato?¡±, Ca perguntou. ¡°Eles j¨¢ transferiram o pagamento inicial para n¨®s, voc¨º acha que poderia ser falso?¡± Maria sabia do que Ca estava preocupada. ¡°N?o se preocupe tanto. A Entretenimento Rio n?o ¨¦ burra. Antes deprar o nosso trabalho, o departamento de marketing deles j¨¢ tinha realizado uma avalia??o rigorosa. Se sua obra n?o fosse boa, n?o importa quanto a Nara te promovesse, a Entretenimento Rio n?opraria.¡± Jean tamb¨¦m acrescentou: ¡°Para ser honesto, assinar o contrato nesta fase ¨¦ praticamente um neg¨®cio ¨¤ prova de perdas para a Entretenimento Rio. No pr¨®ximo m¨¦s, quando ¡°Promessa de Amor¡±e?ar a ser exibido, a popridade de Nara, a qualidade de produ??o da Entretenimento Rio e a trama interessante, mesmo que a s¨¦rie n?o seja um grande sucesso, pelo menos ser¨¢ muito popr. Assim que a s¨¦rie se tornar popr, seu valoro criadora original continuar¨¢ a subir, e o pre?o combinado para os direitos de cinema e anima??o ser¨¢ certamente muito mais alto do que agora. Naqu ¨¦poca, voc¨º pode achar que eu vendi o pre?o abaixo.¡± Ca disse, ¡°Eu pensar¨ªa assim? N¨®s temos nosso est¨²dio h¨¢ alguns anos, os funcion¨¢rios aumentaram de n¨®s tr¨ºs para mais de vinte agora, sempre crescendo de forma est¨¢vel. Nosso no ¨¦ deixar o est¨²dio crescer gradualmente, n?o visando um sucesso de uma vez.¡±Jean concordou: ¡°Sim, sempre fomos est¨¢veis e n?o temos pressa de ganhar dinheiro r¨¢pido. Levar as coisas devagar, um passo de cada vez, ¨¦ o caminho para o sucesso a longo prazo.¡± Maria disse, ¡°Hoje ¨¦ um bom dia, voc¨ºs dois, n?o se desviem do assunto. Agora, pense emo usar esse dinheiro.¡± Jean perguntou: ¡°Voc¨ºs se lembram do incidente recente em que nosso site caiu?¡± Ca assentiu e disse: ¡°J¨¢ entrei em contato os melhores engenheiros de Salvador. Eles pedem altos sal¨¢rios anuais, e estou considerando isso.¡± Jean, ¡°Agora temos fundos suficientes, deveriamos investir parte deles para contrat¨¢-los. A qualidade do site deve ser garantida, n?o podemos permitir mais falhas.¡± ¡°Ok.¡±, Ca concordou. ¡°Devemos investir esse dinheiro. Mas estou mais curiosa sobreo nos tr¨ºs vamos dividi-lo¡­¡±, Maria j¨¢e?ou a fazer alguns c¨¢lculos. ¡°Ca, Jean, me escutem.¡± ¡°Ok, f.¡± Ca viu o qu?o animada estava e tamb¨¦m se animou. ¡°S¨® se preocupa isso.¡± Jean n?o resistiu e brincou. Maria gritou, ¡°Cinco milh?es! Voc¨º sabe o que cinco milh?es significam? Esse valor ¨¦ algo que eu nem ousava sonhar antes, e agora est¨¢ na nossa conta. Como voc¨º quer que eu n?o fique empolgada?¡± Faz sentido. Cap铆tulo 1199 Cap¨ªtulo 1199 Cap¨ªtulo 1199 Jean estava bastante animado tamb¨¦m, s¨® estava tentando contrr seu entusiasmo. Eles estavam prestes a fazer algo importante, n?o podiam perder a cabe?a por causa do dinheiro. Maria falou novamente: ¡°Eu fiz as contas, depois de recebermos os cinco milh?es, subtraindo os impostos, despesas de manuten??o do site e sal¨¢rios dos funcion¨¢rios, os tr¨ºs de n¨®s devem receber cerca de um milh?o.¡± Jean cobriu o rosto: ¡°Um milh?o, parece s¨® um n¨²mero, mas quantas pessoas nunca ganham isso na vida?¡± Ca passou tanto tempo Marco Ant?nio que se acostumou os neg¨®cios do Grupo Ant?nio, sempre fndo em bilh?es. pensou que estava imune ao dinheiro. No entanto, quando ouviu que poderia ganhar um milh?o seu pr¨®prio esfor?o, n?o conseguiu conter sua empolga??o, porque era fruto do trabalho ¨¢rduo deles tr¨ºs. Maria continuou: ¡°Quando recebermos o dinheiro, nejo pagar parte do meu financiamento imobili¨¢rio. Nossa taxa de juros ¨¦ muito alta, e depois de tanto tempo, mal conseguimos reduzir o principal; todos os meses estamos apenas pagando juros, e isso me faz sentir mal.¡± Jean disse: ¡°Eu estava pensando a mesma coisa. E voc¨º, Carlita?¡± Ca respondeu: ¡°Eu tamb¨¦m nejo pagar parte do meu financiamento.¡± Ca n?o estava precisando de dinheiro. Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. tinha n?o s¨® a fortuna deixada por sua av¨® Luisa, mas tamb¨¦m a de seu av? Camarillo. n?o sabiao administrar esses ativos, ent?o contratou um gerente profissional para fazer isso por . Todo o dinheiro ganho era depositado em uma conta separada, n?o gastou um centavo. queria provar seu valor atrav¨¦s de seu pr¨®prio esfor?o. Maria disse: ¡°Carlita, voc¨º est¨¢ morando em Brisa do Mar agora, e ¨¦ dif¨ªcil para n¨®s te vermos. Voc¨º poderia voltar e passar a noite no Distrito da Lua Azul hoje?¡± Ca n?o via Jean e Maria h¨¢ algum tempo e sentia falta deles, mas recusou o convite para voltar ao Distrito da Lua Azul naqu noite. ¡°Diretor Ant?nio est¨¢ voltando para casa hoje depois de v¨¢rios dias fora, eu preciso ficar ele.¡± ¡°Voc¨º ¨¦ t?o leal ao seu marido.¡± Maria e Jean disseram simultaneamente. Ca riu: ¡°Com um gato como Diretor Ant?nio por perto, quem n?o se sentiria atraido?¡± Maria riu: ¡°Carlita, e ele ¨¦ bom de cama?¡± ¡°ro que ¨¦! Ele ¨¦ ainda melhor do que os personagens masculinos dos romances que voc¨º l¨¦, que conseguem fazer sete ou oito vezes em uma noite.¡± Ca brincou. Cof, justo quando estava dizendo isso, a voz de Alba veio de tr¨¢s, e Ca se assustou. imediatamente desligou o telefone e se virou para encontrar Alba e Marco Ant?nio. O olhar de Marco Ant?nio estava fixo em Ca, era profundo eplexo. Ca tinha certeza de que Marco Ant?nio tinha ouvido o que acabara de dizer, ent?o corou e come?ou a gaguejar: ¡°Voc¨ºs¡­ Voc¨ºs j¨¢ terminaram o trabalho?¡± Alba respondeu: ¡°Sim, Carlita, eu vou indo ent?o.¡± ¡°¨¦ hora do jantar, por que n?oe antes de ir?¡± disse Ca. ? ? ? ? ?? ? ? ? ? Marco Ant¨®nio continuou: ¡°Vou pedir a Marta que reserve um quarto para voc¨º. Vai passar a noite aqui hoje.¡± Os dois fram quase ao mesmo tempo. Ca ficou surpresa que Marco Ant¨®nio tinha convidado Alba para passar a noite, se virou para olhar para ele. Marco Ant¨®nio nunca gostou de permitir a entrada de estranhos em sua propriedade, exceto por seu assistente pessoal. Foi assim Ca antes, e agora Alba. Alba olhou para Ca, um pouco constrangida: ¡°Acho melhor eu voltar para casa.¡± Ca sorriu: ¡°Temos muitos quartos aqui, se Marco est¨¢ te convidando para ficar, fique. De qualquer forma, voc¨ºs dois est?o trabalhando juntos agora, morar perto facilita a corp¨²nica??o.¡± Alban?ou outro olhar furtivo para Marco Ant?nio, querendo dizer algo, mas fechou a boca novamente. Ca se levantou e disse: ¡°Vou verificar Martao est¨¢ o jantar.¡± Cap铆tulo 1200 Cap¨ªtulo 1200 Cap¨ªtulo 1200 Alba logo seguiu Ca, dizendo: ¡°Eu vou voc¨º.¡± Mas Marco Antonio interferiu: ¡°Voc¨º fica aqu¨ª.¡± Ca e Alba pararam N?vel(D)rama.Org''s content. Ca pensou que Marco Ant?nio estava chamando a , foi s¨® quando olhou para tr¨¢s que percebeu que ele estava fndo Alba. Um sentimento estranho surgiu no cora??o de Ca, causando desconforto, mas tentou reprimir esse sentimento. Ca fingiu estar ¨¤ vontade enquanto observava Marco Ant?nio e Alba discutindo algo. Alba olhou para Ca e voltou-se para Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio¡­¡± Marco Ant¨®nio disse: ¡°Ligue para o Mario. Precisamos finalizar o no esta noite. ¡°Alba respondeur: ¡°Certo.¡± Ca percebeu que eles estavam apenas discutindo trabalho, e se repreendeu por ter pensado que havia algo entre Marco Ant?nio e Alba. Ca foi ¨¤ cozinha e perguntou: ¡°Marta, aida est¨¢ pronta?¡± Marta respondeu: ¡°Est¨¢ tudo pronto.¡± Ca ent?o disse: ¡°¨®timo, eu vou cham¨¢-los paraer¡± Ca voltou ¨¤ entrada da cozinha: ¡°Alba, aida est¨¢ pronta. Chame o Marco paraer¡± ¡°Certo, estamos indo.¡± Alba respondeu. Ca voltou ¨¤ cozinha para ajudar Marta aida. Pouco tempo depois, os pratos estavam na mesa. Marco Antonio e Alba tamb¨¦m chegaram. Como de costume, Marco Ant¨®nio puxou a cadeira onde Ca costumava sentar, mas ele fez Alba sentar-se l¨¢. Ca olhou para Marco Ant¨®nio, mas ele n?o estava prestando aten??o n. Depois de dias sem ver, Marco Ant¨®nio finalmente voltou para casa, mas continuou ignorando Ca. Qualquer pessoa, mesmo a mais paciente, teria dificuldade em lidar esse tipo de desprezo, e Ca n?o era particrmente paciente. No entanto, conteve suas emo??es, considerando que havia outras pessoas presentes, e n?o confrontou Marco Ant?nio. Marta falou diretamente: ¡°Senhorita Alba, este ¨¦ o lugar onde a Carlita costuma sentar.¡± Alba ficou surpresa e se levantou imediatamente: ¡°Desculpe, eu¡­¡± Ca interveio: ¡°¨¦ apenas um assento, fique a¨ª. Somos todos uma fam¨ªlia, n?o seja t¨ªmida, fa?ao quiser.¡± Ca serviuida para Alba: ¡°Aida da Marta ¨¦ deliciosa, experimente.¡± Alba disse: ¡°Obrigada!¡± Ca sorriu e disse: ¡°H¨¢ um quarto no segundo andar, onde eu costumava ficar quando vinha aqui. Marta cuida da limpeza regrmente. Que tal passar a noite l¨¢?¡± Alba respondeu: ¡°Vou seguir o seu conselho.¡± Marta parecia um pouco irritada. Como Ca pode ser t?o ing¨¦nua? Convidar algu¨¦m para jantar j¨¢ era suficiente, por que tamb¨¦m estava convidando para passar a noite? Marta n?o conseguiu convencer Ca, ent?o colocou suas esperan?as em Marco Ant¨®nio, esperando que ele persuadisse Alba a sair voluntariamente e n?o permitisse que outra mulher passasse a noite ali. Para surpresa de Marta, Marco Ant?nio tamb¨¦m disse: ¡°N?o ¨¦ necess¨¢rio usar o quarto que Carlita costumava usar. Deixe que Marta prepare um quarto novo para voc¨º todos os suprimentos novos ¡°Marta ficou frustrada: ¡°Marco¡­¡± Ele n?o entende o que est¨¢ dizendo? Cap铆tulo 1201 Cap¨ªtulo 1201 Cap¨ªtulo 1201 Marta n?o estava mais hesitante. estava determinada a proteger a casa e n?o permitir que ningu¨¦m interfira no rcionamento entre Marco Ant?nio e Ca, ou afete seus sentimentos. Os homens, eles s?o todos iguais, ocasionalmenteetem erros, mas desde que sejam trazidos de volta a tempo, a vida pode continuar normalmente. ¡°Marco, n?o temos novas roupas de cama em casa. Lavei alguns cobertores extras hoje, est?o pendurados l¨¢ fora e ainda n?o secaram, ent?o acho que n?o podemos permitir que a senhorita Alba passe a noite aqui. Que tal eu fr Valerio para lev¨¢ para casa depois do jantar?¡± Marta sabia que n?o havia roupas de cama em casa, mas a raz?o p qual p?de dar uma desculpa t?o absurda era porque conhecia e confiava muito em Marco Ant?nio. ¡°Marco, voc¨º nunca gostou de ter muitas pessoas em casa, ter mais uma pessoa pode atrapalhar seu sono.¡± Marta olhou para Alba um sorriso: ¡°Srta. Alba, voc¨º provavelmente tamb¨¦m n?o quer ficar, n?o ¨¦?¡± Alba olhou para Marco Ant?nio: ¡°Diretor Ant?nio, talvez eu devesse voltar.¡± Marco Ant?nio olhou para Marta frieza: ¡°Se voc¨º n?o consegue administrar esta casa adequadamente, posso encontrar algu¨¦m para faz¨º-lo.¡± Marta n?o esperava que Marco Ant?nio protegesse Alba dessa maneira: ¡°N?o ¨¦ isso, Marco¡­¡± Marco Ant?nio queria que Alba ficasse, e Ca percebeu isso. n?o queria que Marta causasse mais confus?o e interveio: ¡°Hoje, Marta est¨¢ cansada, eu vou organizar.¡± ¡°Ent?o, por favor.¡± Essas pvras foram dirigidas a Ca. No entanto, quando Ca olhou para ele, seus olhos j¨¢ estavam em Alba. Ca queria dizer algo, mas n?o sabia o que dizer, ent?o eles continuaram a refei??o em um ambiente estranho.. Depois do jantar, Marta cuidou da limpeza, enquanto Ca levou Alba para o segundo andar. Seguindo as instru??es de Marco Ant?nio, Ca preparou um novo quarto para Alba, roupas de cama novas. mesma arrumou a cama para Alba. ¡°Alba, est¨¢ confort¨¢vel? Se houver algo de que voc¨º n?o goste, por favor, me diga, farei o poss¨ªvel para atender ¨¤s suas necessidades. ¡°Alba perguntou: ¡°Voc¨º est¨¢ chateadaigo?¡± ¡°Por que eu estaria chateada voc¨º?¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Talvez porque eu, sem pensar, insisti em passar a noite aqui, colocando Marta em uma situa??o dif¨ªcil.¡± Ca riu: ¡°O que voc¨º acha que eu sou? Sobre a Marta, ¨¦ uma das nossas mais velhas, sempre muito protetoraigo,o se eu fosse sua filha. N?o fique chateada .¡± ¡°Como eu ousaria ficar chateada .¡± Alba de repente abra?ou Ca: ¡°Carlita¡­¡± continuou chamando Ca, mas n?o disse mais nada. Ca acariciou as costas de Alba: ¡°O que foi?¡± Alba disse sinceramente: ¡°Voc¨º tem de acreditar em mim, eu realmente te amo. Eu n?o quero ser uma pessoa que interfere em voc¨º e Diretor Ant?nio, mas ele insiste que eu fique aqui. Afinal, ele ¨¦ meu chefe agora, e eu n?o posso desobedec¨º-lo, certo?¡± Ca sorriu: ¡°Tudo bem, eu acredito em voc¨º. J¨¢ est¨¢ tarde, amanh? de manh? voc¨º tem que trabalhar o Diretor Ant?nio, ent?o voc¨º deve descansar cedo.¡± Alba pediu: ¡°Carlita, voc¨º pode ficar aqui e dormirigo?¡± Normalmente, Ca concordaria o pedido de Alba, mas hoje n?o. n?o via Marco Ant?nio h¨¢ v¨¢rios dias e tinha muitas coisas para conversar ele. ¡°Alba, hoje eu tenho muitas coisas para discutir Marco. Eu vou dormir voc¨º em outro dia.¡± Alba segurou o bra?o de Ca for?a: ¡°Carlita¡­¡± Ca acariciou gentilmente a cabe?a d: ¡°O que foi? Voc¨º est¨¢ sob muita press?o no trabalho?¡± Alba bn?ou a cabe?a: ¡°N?o h¨¢ press?o no trabalho. O Diretor Ant?nio e o Mario t¨ºm sido muito gentisigo. Se houver algo que eu n?o entenda, eles sempre me ajudam.¡± ¡°Marco Ant?nio te ensinou no trabalho?¡± Ca ainda n?o sabia que Marco Ant?nio tinha tempo para ensinar assistentes. ainda se lembra de quandoe?ou a trabalhar Marco Ant?nio, ele era muito exigente o seu trabalho. vivia o cora??o na boca, medo de errar e ser demitida por ele. Cap铆tulo 1202 Cap¨ªtulo 1202 Cap¨ªtulo 1202 Ca n?o tinha coragem de pensar que Marco Ant?nio a ensinaria se houvesse algo que n?o entendesse. Alba disse: ¡°Sim. Muitas coisas que eu n?o entendia, foram o Diretor Ant?nio que me ensinou. Mas n?o pense demais, ele n?o me ensinou por minha causa, ¨¦ por sua causa. Minha entrada no Grupo Ant?nio se deve sua influ¨ºncia, e a minha promo??o a assistente pessoal do presidente se deve ainda mais a voc¨º.¡± Ca riu e disse: ¡°N?o vou pensar demais, apenas concentre- se em seu trabalho junto ao Diretor Ant?nio e certifique-se de demonstrar suas habilidades a todos.¡± ¡°Combinado.¡± N?vel(D)rama.Org''s content. V¨¢ descansar. Acho que vou para o meu quarto agora.¡± Quando Ca estava prestes a sair, Alba a segurou: ¡°Carlita¡­¡± ¡°Se voc¨º tem algo a dizer, fale diretamente, sem rodeios.¡± Disse Ca. ¡°N?o ¨¦ nada, s¨® queria te abra?ar mais uma vez, e te desejar boa noite!¡± Ca a abra?ou: ¡°Boa noite!¡± ¡°Boa noite!¡± Depois de sair do quarto de Alba, Ca foi diretamente para o quarto principal no terceiro andar. Ca abriu a porta do quarto, Marco Ant?nio acabara de tomar banho, seu cabelo ainda pingava ¨¢gua, ele parecia muito atraente. No entanto, Ca n?o tinha tempo para pensar nisso; rapidamente pegou uma toalha e disse: ¡°Deixe-me secar o seu cabelo.¡± Marco Ant?nio n?o recusou, sentou-se em um sof¨¢ de um lugar, para facilitar a Ca, que era mais baixa, a secar seu cabelo. Ca gentilmente secou o cabelo de Marco Ant?nio eentou: ¡°Seu cabelo ¨¦ t?o espesso e volumoso.¡± Marco Ant?nio fechou os olhos, encostou-se, pregui?osamente no encosto do sof¨¢, sem responder. Ca cutucou-o o dedo: ¡°Lucas Bento, estou fndo voc¨º, voc¨º me ouviu?¡± Depois de alguns segundos, Marco Ant?nio respondeu pregui?osamente: ¡°Ouvi.¡± ¡°Se voc¨º ouviu, por que n?o me respondeu?¡± Marco Antonio n?o respondeu. Sua indiferen?a irritou Ca. ¡°Lucas Bento, o que voc¨º quer dizer? Voc¨º sabe que passei a tarde inteira resistindo a voc¨º, n?o sabe?¡± ¡°O que?¡± Perguntou Marco Ant?nio. Essa resposta o magoou profundamente. Ca percebeu que ele n?o se importava o que a estava iodando. Ca deu um sorriso amargo: ¨C ¡°Voc¨º n?o sabe por que estou chateada?¡± Marco Ant?nio at¨¦ teve a aud¨¢cia de perguntar: ¡°Por que voc¨º est¨¢ chateada?¡± Isso fez que Ca se sentisse ainda mais desconfort¨¢vel. Tudo o que pensava que ele notaria, que ele se importaria, ele estava ignorandopletamente. ¡°Voc¨º passou v¨¢rios dias sem voltar para casa por causa do trabalho, hoje, finalmente voltou, mas n?o me deu aten??o, nem mesmo me deu uma olhada, eu n?o deveria ficar brava?¡± Voc¨º est¨¢ brava por isso?¡± Ca ficou sem pvras. 28532 SE 2 tinha raz?es para suspeitar que Marco Ant?nio estava tentando irrit¨¢ de prop¨®sito. Marco Ant¨®nio disse: ¡°Estive muito ocupado o trabalho ultimamente.¡± Ca disse: ¡°Eu sei que voc¨º est¨¢ ocupado, quando voc¨º est¨¢ ocupado, tento n?o te iodar. Mas, quando voc¨º n?o est¨¢ ocupado, voc¨º n?o poderia me ligar ou passar um tempo conversando comigo?¡± Marco Ant?nio pegou a m?o d e a empurrou gentilmente: ¡°Estou cansado depois de dias seguidos de trabalho. Estou sono agora e quero descansar,¡± Cap铆tulo 1203 Cap¨ªtulo 1203 Cap¨ªtulo 1203 Quando Ca quis discutir Marco Ant?nio, ele disse que queria dormir. N?velDrama.Org owns this. Isso fez que sentisse que sua raiva era in¨²til,o se estivesse batendo em algo macio, sem produzir nenhum som. Ca queria continuar insistindo Marco Ant?nio, mas ao v¨º-lo t?o cansado, n?o teve coragem de perturbar seu sono ¡°Est¨¢ bem, v¨¢ dormir¡±, disse. No fundo, Ca pensou que poderia fr ele na manh? seguinte. Marco Ant?nio se levantou para dormir e Ca foi para o banheiro. Depois de sevar, descobriu que Marco Ant¨®nio j¨¢ estava dormindo profundamente, mostrando o qu?o cansado ele estava. olhou para ele e murmurou: ¡°Voc¨º, homem irritante, me deixou t?o chateada, e voc¨º est¨¢ dormindo t?o tranqumente.¡± Ca sublu na cama, deitou-se aodo de Marco Ant?nio, virou-se e rolou para os seus bra?os. o abra?ou p cintura, encostou-se no peito dele, ouviu seu batimento card¨ªaco regr, e toda a amargura e inquieta??o desapareceram naquele momento. esfregou a cabe?a no peito dele e, de maneirastimosa, disse: ¡°Lucas Bento, voc¨º voltou para casa hoje e nem mesmo me olhou. Voc¨º tem ideia do quanto isso me magoou?¡± se moveu um pouco para cima, deitou-se olhando para os seus belos tra?os, e n?o pode deixar de acariciar seu rosto. n?o p?de deixar de passar os dedos por suas sobrancelhas e l¨¢bios, sussurrando: ¡°Eu estava morrendo de tristeza, mas continuei agindoo se nada estivesse errado. At¨¦ preparei uma bebida para voc¨º. Quando eu levei a bebida at¨¦ voc¨º, voc¨º nem me notou. Eu estava t?o zangada que quer¨ªa mord¨º-lo. Lucas Bento, vou lhe dizer, sou algu¨¦m que guarda rancor. Da pr¨®xima vez que voc¨º me ignorar assim, eu vou fazer o mesmo¡­¡± Ca falou sozinha por muito tempo, at¨¦ que o sono chegou e adormeceu tranqumente no peito de Marco Ant?nio. Logo depois que adormeceu, o homem que estava aparentemente dormindo profundamente abriu os olhos lentamente, seu olhar se fixou em seu rosto e n?o conseguiu desviar. Ele disse baixinho: ¡°Eu sei.¡± Na manh? seguinte, Ca tinha nejado se levantar cedo para conversar Marco Ant?nio. No entanto, quando acordou, percebeu que ele j¨¢ n?o estava l¨¢. Ca desceu rapidamente da cama, nem teve tempo de colocar os sapatos, saiu correndo do quarto, pensando em procur¨¢-lo no restaurante. Seguindo os h¨¢bitos de Marco Ant?nio, ele normalmente tomava o caf¨¦ da manh? antes de ir para a empresa. Mas, quando Ca chegou ao restaurante, s¨® viu Marta recolhendo a lou?a. A express?o de Marta estava sombria, mas quando viu Ca, seus olhos brilharam. ¡°Carlita, voc¨º n?o precisa ir trabalhar, por que est¨¢ acordada t?o cedo? O que gostaria deer? Vou preparar algo para voc¨º.¡± Ca perguntou: ¡°Onde est¨¢ Marco Ant?nio?¡± Marta, olhando instintivamente p jan, viu o que Ca tamb¨¦m estava olhando. Marco Ant?nio estava l¨¢ fora, andando de bra?os dados Alba. Eram Marco Ant?nio e Alba. Marco Ant?nio ainda vestia sua camisa branca e cal?aspridas pretas, cada passo era elegante e encantador. Alba estava vestida em trajes profissionais. Ca costumava usar quando ainda trabalhava l¨¢. Eles estavam muito pr¨®ximos, t?o pr¨®ximos que Ca sentiu uma esp¨¦cie de vertigem. Parecia que a mulher aodo de Marco Ant?nio n?o era Alba, mas mesma. Mas obviamente n?o era Ca. Ca os viu caminhando em dire??o ¨¤ garagem, assistiu-os entrando no carro, assistiu o carro saindo do p¨¢tio, at¨¦ que o carro desapareceu de sua vista. Ca continuou olhando na dire??o em que partiram por um bom tempo, em sil¨ºncio. S¨® ent?o finalmente desviou o olhar, Marta olhou para Ca, v¨¢rias vezes quis dizer algo, mas se conteve. ¡°Marta, estou um pouco cansada agora, vou voltar para o quarto e dormir mais um pouco.¡± Ca disse. Marta sugeriu: ¡°Carlita, voc¨º j¨¢ pensou em voltar a trabalhar Marco? N?o deixe que outra mulher tenha a chance de trabalhar ele.¡± Cap铆tulo 1204 Cap¨ªtulo 1204 Cap¨ªtulo 1204 Ca riu, mas n?o respondeu. Marta acreditava erroneamente que Ca tinha optado por sair, sem saber que na verdade foi Marco Ant?nio quem pediu que partisse. A raz?o de Marco Ant?nio era que ele queria que Ca pudesse se concentrar em seu pr¨®prio trabalho. Ca j¨¢ havia dito que queria ficar aodo dele, queria trabalhar ele, mas ele n?o queria que continuasse no seu ambiente de trabalho. De volta ao quarto, Ca j¨¢ n?o tinha sono. ficou olhando para o teto os olhos bem abertos. Por um momento, muitas imagens passaram p sua cabe?a. Desde a primeira vez que viu Marco Ant?nio, at¨¦ trabalhar ele, at¨¦ ele se indispor parceiros para proteger sua subordinada¡­ Cada momento ele era roo um filme. Ca sabia, sem sombra de d¨²vidas, que o Marco Ant?nio que conhecia n?o era algu¨¦m que trairja seu casamento. Ca n?o queria perisar demais no assunto, pois quanto mais pensava, pior se sentia. estava determinada a fr diretamente Marco Ant?nio e expressar seus pensamentos a ele. Ent?o, pegou o celr e ligou para Marco Ant?nio. O telefone tocou e foi atendido rapidamente. Antes que ele pudesse fr, Ca disse apressadamente: ¡°Lucas Bento, eu gosto de voc¨º! Eu realmente gosto muito de voc¨º! Hoje volte para casa mais cedo, quero conversar voc¨º.¡± Depois de dizer isso, por¨¦m, a voz que veio do outrodo foi de Alba: ¡°Carlita, sou eu. Diretor Ant?nio est¨¢ lendo um documento importante, n?o pode atender o telefone, ent?o ele me pediu para atender.¡± Ca ficou sem pvras. Alba continuou: ¡°Se voc¨º n?o tem mais nada, vou desligar.¡± Ca acenou inconscientemente, ent?o disse: ¡°N?o desligue, eu ainda tenho algo. Deixe o Diretor Ant?nio atender o telefone, quero fr ele diretamente.¡± A voz de Alba voltou pelo telefone: ¡°Diretor Ant?nio, a Sra. Ant?nio quer fr voc¨º, voc¨º deseja atender?¡±Ent?o, Ca ouviu Marco Ant?nio dizer: ¡°Diga a que estou ocupado.¡± Alba disse: ¡°Carlita¡­¡­¡± Ca respondeu friamente: ¡°Deixe Marco Ant?nio atender o telefone.¡± Ca n?o conseguia entender por que Marco Ant?nio, ap¨®s apenas alguns dias sem v¨º, estava agindo de maneira t?o diferente e evitando fr . precisava descobrir! This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. O telefone finalmente chegou ¨¤s m?os de Marco Ant?nio, mas Ca n?o esperou que ele atendesse, acabou ouvindo o som dele desligando. E antes de desligar, ele disse a Alba: ¡°Estou ocupado trabalhando, voc¨º pode recusar todas as minhas chamadas, incluindo as da Sra. Ant?nio!¡± Por alguma raz?o, ao ouvir isso, Ca n?o se sentiu t?o mal. tinha certeza de que aquele n?o era o Marco Ant?nio que conhecia. Ele nunca a trataria assim. Parecia mais prov¨¢vel que algu¨¦m estivesse enganando Ca, fazendo-a acreditar que Marco Ant?nio a estava traindo, para que passasse a odi¨¢-lo. Ca n?o era t e n?o cairia na armadilha. Ent?o, Ca ligou para Bruno: ¡°Bruno, pode ser que algu¨¦m esteja se passando por Marco Antonio, voc¨º pode verificar para mim agora?¡± pensou que Bruno concordaria , mas ouviu Bruno dizer: ¡°O que voc¨º v¨º ¨¦ o verdadeiro Diretor Ant?nio, ningu¨¦m est¨¢ se passando por ele.¡± ¡°¨¦ mesmo?¡± ¨C Ca perguntou. Bruno continuou: ¡°A altura dele, a maneirao anda, a elegancia em seus movimentos¡­ voc¨º acha que isso ¨¦ algo que algu¨¦m poderia imitar?¡± Cap铆tulo 1205 Cap¨ªtulo 1205 Cap¨ªtulo 1205 Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. ¡°¨¦ realmente ele?¡± Ca parecia estar perguntando a Bruno, mas na realidade, estava se questionando a si mesma. Sem esperar p resposta de Bruno, encerrou a chamada. Na verdade, sabia melhor do que ningu¨¦m que o homem que saiu Alba naqu manh? era Marco Ant?nio. No entanto, n?o queria aceitar que aquele homem era Marco Ant?nio e esperava que algu¨¦m lhe dissesse que n?o era seu marido Marco Ant?nio, mas apenas um impostor. Ca queria que algu¨¦m lhe dissesse que Marco Ant?nio n?o seria t?o Intimo outra mulher. ¡°Hmm¡­¡± Ca deu um riso frio e pegou um tablet que estava ao seudo, continuando a desenhar, havia vendido os direitos de anima??o e cinema de seus desenhos por um alto pre?o, e n?o queria decepcionar a empresa que confiava n. n?o podia deixar apanhia de filmes que confiava n sofrer perdas por isso. Enquanto isso, Alba estava nervosamente observando Marco Ant?nio os olhos bem fechados. tentou v¨¢rias vezes puxar conversa Marco Ant?nio, mas antes que pudesse fr, era reprimida pelo seu aura fria e distante. Na frente de Ca, Marco Ant?nio fingia ser bom para , fingia ser intimo, mas uma vez fora da vis?o de Ca, ele nunca realmente olhava para . Quando entrou no carro, Alba pensou que poderia sentar no banco de tr¨¢s Marco Ant?nio. Mas antes que pudesse tocar no assento, Marco Ant?nio a olhou um olhar mortal. ¡°Esse ¨¦ o lugar da Ca, voc¨º n?o pode tocar.¡±, ele disse.. Naquele momento, Alba entendeu o qu?o especial e importante Ca era para Marco Ant?nio. A felicidade de Ca talvez fosse mais importante do que a pr¨®pria vida dele. N?o, n?o foi naquele momento. Foi alguns dias atr¨¢s, quando Marco Ant?nio encontrou Alba, deveria ter entendido que ningu¨¦m poderia substituir Ca no cora??o dele. Enquanto Alba estava distra¨ªda, o carro parou lentamente. rapidamente saiu do carro para ajudar Marco Ant?nio a sair do banco de tr¨¢s, mas descobriu que Dr. Donato j¨¢ estava esperando dodo de fora. Dr. Donato abriu a porta do carro para Marco Ant?nio e disse: ¡°Marco, todos os especialistas internacionais e nacionais j¨¢ est?o aqui. Hoje voc¨º deve fazer um examepleto.¡± Marco Ant?nio abriu os olhos lentamente, saiu do carro e um ¨²nico movimento,e?ou a tossir violentamente, causando-lhe grande dor. Vendo isso, Alba instintivamente quis ajud¨¢-lo, mas antes que pudesse tocar em sua manga, Marco Ant?nio rapidamente se afastou. Devido a este movimento brusco, sua tosse ficou ainda mais intensa. Dr. Donato rapidamente bateu nas costas dele: ¡°Marco, sua sa¨²de est¨¢ deteriorando muito rapidamente. A partir de hoje, voc¨º deve seguir minhas instru??es e descansar adequadamente no hospital. N?o pode continuar trabalhando. Caso contr¨¢rio, terei que contar para¡­¡± Antes que Dr. Donato pudesse terminar sua amea?a, o olhar frio de Marco Ant?nio fez que ele mudasse rapidamente de ideia: ¡°N?o se preocupe, eu definitivamente n?o direi a Ca sobre sua condi??o.¡± Marco continuou a andar sem dar aten??o a Dr. Donato, e depois de um ataque de tosse, ele se aproximou do pr¨¦dio. Dr. Donato e Alba seguiram atr¨¢s dele. Cap铆tulo 1206 Cap¨ªtulo 1206 Cap¨ªtulo 1206 Dr. Donato disse a Alba: ¡°Al¨¦m de Ca, n?o h¨¢ outras mulheres que n?o tenham parentesco sangu¨ªneo ele que possam se aproximar dele. Lembre-se disso.¡± N?vel(D)rama.Org''s content. Alba explicou: ¡°N?o tenho outras inten??es, s¨® estava preocupada que ele pudesse cair e instintivamente quis ajud¨¢-lo.¡± ¡°Ele tem uma obsess?o s¨¦ria por limpeza, se voc¨º o tocar, ele pode at¨¦ jogar a roupa fora. Por que se sujeitar a isso?¡± disse Dr. Donato. ¡°Vou prestar aten??o, isso n?o vai acontecer novamente.¡± respondeu Alba. Dr. Donato olhou para Alba e perguntou: ¡°Ca ¨¦ realmente sua irm??¡± ¡°O que voc¨º quer dizer isso?¡± Alba retrucou. Dr. Donato respondeu: ¡°S¨® que ¨¤s vezes acho que voc¨ºs duas s?o parecidas, mas ¨¤s vezes voc¨ºs n?o parecem nada uma a outra, ¨¦ uma sensa??o estranha.¡± ¡°Ca ¨¦ minha irm?, fique tranquilo, nunca faria nada que a desrespeitasse. ¡°ro que acredito em voc¨º.¡±, disse Dr. Donato. Alba deu uma risada fria: ¡°Voc¨º acredita em mim? Na verdade, voc¨º est¨¢ me avisando para que eu entenda minha posi??o e n?o tenha inten??es inadequadas em r??o ao Diretor Ant?nio.¡± Dr. Donato respondeu: ¡°Voc¨º tem essapreens?o, o que mostra que voc¨º ¨¦ sensata e n?o uma princesa mimada.¡± Alba disse calmamente: ¡°Mesmo as flores que crescem em uma estufa s?o de tipos diferentes, e t¨ºm dura??es de vida diferentes.¡± ¡°Entendi.¡± disse Dr. Donato. Alba parou abruptamente, olhando seriamente para Dr. Donato. ¡°Dr. Donato, tenho uma pergunta para voc¨º e espero que responda sinceramente.¡± ¡°Depende da pergunta. N?o respondo a todas as perguntas.¡± ¡°Quero saber por que todos voc¨ºs gostam tanto de Ca, por que todos querem proteg¨º? Eu sei que n?o sou n¨¦m de longe t?o boa quanto Carlita, mas nunca fiz nada errado, por que todos voc¨ºs est?o t?o desconfiados de mim?¡± ¡°Voc¨º quer a verdade?¡± perguntou Dr. Donato. ¡°Se n?o for a verdade, por que eu perguntaria a voc¨º?¡±, respondeu Alba. ¡°Talvez seja apenas intui??o. Eu me lembro de quando conheci Ca p primeira vez, confiei n imediatamente. f ternura, mas tamb¨¦m firmeza, o suficiente para convencer qualquer pessoa¡±, explicou Dr. Donato. ¡°Sinto o mesmo sobre . Quando a considerava uma rival, sentia vontade de me aproximar d.¡± disse Alba. ¡°Ca realmente ¨¦ uma garota ador¨¢vel, bonita, inteligente, todos os adjetivos positivos se encaixam n.¡± Alba respondeu: ¡°Embora eu tamb¨¦m ache Ca excelente, voc¨º est¨¢ exagerando um pouco.¡± ¡°Talvez haja outro motivo, que seja porque Ca ¨¦ esposa de Marco. Como trabalhamos sob as ordens de Marco, naturalmente devemos ser amig¨¢veis a Sra. Ant?nio¡±, acrescentou Dr. Donato. Alba sorriu amargamente: ¡°Ent?o, a identidade ¨¦ o mais importante.¡± pensou em sua origem e crescimento na fam¨ªlia de Lu¨ªs, mesmo que tivesse sa¨ªdo da fam¨ªlia de Lu¨ªs, as pessoas ao redor de Marco Ant?nio ainda a consideravam uma pessoa da fam¨ªlia de Lu¨ªs. Portanto, se quisesse que eles a aceitassem e confiassem n, teria que se esfor?ar mais do que Ca. Dr. Donato aconselhou: ¡°A identidade ¨¦ importante, mas o esfor?o pessoal tamb¨¦m ¨¦ fundamental. J¨¢ que voc¨º concordou Marco, coopere ele e cumpra seu papel sem ter outras inten??es.¡± ¡°N?o estou tentando me matar,o eu poderia ter outras ideias.¡± Alba viuo Marco Ant?nio e Ca ficavam juntos, e simplesmente pensou que Marco Ant?nio era um homemum e inofensivo. Mas quando entrou no mundo de Marco Ant?nio, descobriu que sua verdadeira personalidade era t?o fria e assustadorao diziam. Sua ternura e afeto eram reservados exclusivamente para Ca. Cap铆tulo 1207 Cap¨ªtulo 1207 Cap¨ªtulo 1207 Ca passou toda a manh? pintando, at¨¦ que Marta subiu as escadas para cham¨¢ para o almo?o, foi quando se deu conta de que j¨¢ haviam se passado v¨¢rias horas. Ca sacudiu os bra?os doloridos e perguntou: ¡°Marta, voc¨º preparou algo delicioso para o almo?o?¡± Marta respondeu: ¡°Fiz salm?o grelhado.¡± Ao ouvir isso, Ca, animada, pulou abra?ando o bra?o de Marta: ¡°Marta, voc¨º ¨¦ Incr¨ªvel. Eu estava com vontade deer salm?o grelhado e voc¨º fez.¡± Marta olhou para Ca, que parecia sem preocupa??es, e n?o p?de deixar de se preocupar e perguntou: ¡°Carlita, voc¨º teve uma conversa s¨¦ria com Marco ontem ¨¤ noite?¡± ¡± Ca bn?ou a cabe?a e respondeu: ¡°N?o.¡± Marta a aconselhou: ¡°Por que voc¨º n?o conversa ele? Problemas entre marido e mulher s?o sempre melhores resolvidos antes de dormir. Os homens costumam ser mais receptivos nesse hor¨¢rio.¡± Ca riu e respondeu: ¡°Marta, faz tempo que eu n?o vejo a av¨® Luisa. N?o tenho nada para fazer ¨¤ tarde, depois do almo?o podemos ir visit¨¢, ok?¡± Marta suspirou: ¡°Isso tamb¨¦m ¨¦ uma boa ideia. Marco sempre ouve a vov¨® Luisa. Se ele estiver te iodando, voc¨º pode fr para resolver isso.¡± Ca sorriu: ¡°Marco n?o est¨¢ me iodando.¡± Marta respondeu impaciente: ¡°Ele deixou outra mulher passar a noite em casa, voc¨º n?o considera isso um desrespeito?¡± Ca explicou: ¡°Ele deixou a Alba ficar, mas foi por minha causa.¡± Marta ressaltou: ¡°Mas esta manh?¡­¡± Ca, sem querer continuar fndo sobre o ocorrido da manh?, interrompeu Marta. ¡°Marta, eu n?o tomei caf¨¦ da manh? e estou muita fome, vamos almo?ar?¡± Marta se preocupou a fome de Ca e concordou: ¡°Certo, vamos almo?ar primeiro.¡± Depois do almo?o, Ca arrumou rapidamente suas coisas e pegou o carro para levar Marta ¨¤ mans?o de Ant?nio. Sra. Luisa, ao saber que poderia se tornar bisav¨® em breve, estava excepcionalmente animada, at¨¦ seu andar parecia mais leve. Ao ver Ca, Sra. Luisa n?o conseguiu conter sua emo??o e repetidamente disse a Ca: ¡°Carlita, voc¨º acha isso bonito? Fiz especialmente para voc¨º.¡± Pouco depois, disse: ¡°Carlita, ouvi a Marta dizer que voc¨º tem ficado em casa e n?o tem sa¨ªdo, est¨¢ sem dinheiro?¡± Ca respondeu: ¡°Eu tenho dinheiro.¡± Mesmo assim, Sra. Luisa entregou a Ca um cart?o ck diamante: ¡°Leve esse cart?o, pode gastar o dinheiro que tem nele ¨¤ vontade. Voc¨º ¨¦ jovem e deveria sair mais os amigos,prar as coisas que gosta.¡± Ca devolveu o cart?o para Sra. Luisa: ¡°Av¨® Luisa, voc¨º j¨¢ me deu tantas coisas, o dinheiro que ganho esses neg¨®cios todo m¨ºs j¨¢ ¨¦ suficiente para mim, n?o precisa me dar mais dinheiro.¡± ¡°Mas quanto dinheiro ¨¦ ¡®mais do que suficiente¡¯? Voc¨º n?o deveria passar mais tempo fora de casa, especialmente porque est¨¢ t?o ocupada.¡± Ca suspirou e explicou: ¡°Tenho estado ocupada o trabalho ultimamente, por isso n?o sa¨ª muito. Mas assim que tiver tempo livre, vou sair.¡± Sra. Luisa perguntou em d¨²vida: ¡°¨¦ verdade?¡± Ca disse: ¡°Av¨® Luisa, por que eu mentiria para voc¨º? Se voc¨º n?o acredita em mim, pode perguntar ¨¤ Marta.¡± Sra. Luisa riu: ¡°A Marta te adora, eu tenho medo que tamb¨¦m possa mentir para mim.¡± Marta interveio: ¡°Sra. Luisa, voc¨º est¨¢ me entendendo mal.¡± A Sra. Luisa ent?o lembrou de algo: ¡°Ah, a Sra. ¨¦nia Masaveu da fam¨ªlia Masaveu vai dar uma festa em breve para apresentar uma poss¨ªvel noiva para oo, Leonardo Masaveu. Ca, que tal me panhar?¡±Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Cap铆tulo 1208 Cap¨ªtulo 1208 Cap¨ªtulo 1208 ¡°O Sr. Masaveu tem tantas namoradas, ser¨¢ que ele realmente precisa de um casamento arranjado?¡± Ca perguntou. Sra. Luisa respondeu: ¡°Leo pode ter muitas namoradas, mas olhe bem para as garotas quem ele sai. A ¨²ltima que ele trouxe tinha o rosto t?o modificado p cirurgia pl¨¢stica que era irreconhec¨ªvel.¡± Ca riu e disse: ¡°Contanto que n?o seja ilegal, n?o vejo problema em fazer uma cirurgia pl¨¢stica.¡± Sra. Luisa disse: ¡°Voc¨º est¨¢ certa, s¨® que n¨®s mais velhos n?o conseguimos aceitar isso. Carlita, preciso te contar, ¨¦nia me liga todos os dias, perguntando onde eu encontrei algu¨¦m t?o maravilhoso como voc¨º, esperando que eu possa ajud¨¢ a encontrar algu¨¦m tamb¨¦m. Eu disse a que Carlita ¨¦ ¨²nica, n?o se pode encontrar outra igual em nenhum lugar do mundo.¡± Ca perguntou: ¡°Av¨® Luisa, voc¨º realmente disse isso?¡± A Sra. Luisa respondeu: ¡°Sim.¡± Ca perguntou: ¡°E ¨¦nia n?o ficou brava voc¨º?¡± ?? A Sra. Luisa explicou: ¡° disse que n?o estava, mas n?o atende minhas liga??es h¨¢ dias. Mas tudo bem, sei que n?o vai aguentar mais do que duas semanas sem frigo.¡± Ca riu doent¨¢rio de Sra. Luisa: ¡°Av¨® Luisa, voc¨º vai ficar sem amigos agindo assim.¡± Sra. Luisa retrucou: ¡° tamb¨¦m costuma me deixar zangada. Diferente da sua av¨® L¨ªdia, que sempre se de¨´ bemigo. Nos conhecemos por muitos anos, e, mesmo que tenha havido longos per¨ªodos sem nos vermos, quando nos encontramos novamente, ¨¦o se fossemos velhas amigas, nunca h¨¢ um sentimento de estranheza.¡± Quando L¨ªdia, j¨¢ falecida, foi mencionada, Sra. Luisa pareceu um pouco culpada: ¡°Carlita, eu n?o quis mencionar a av¨® L¨ªdia¡­ Ca respondeu: ¡°Fr sobre a av¨® L¨ªdia n?o ¨¦ um problema, pode mencion¨¢.¡± Sra. Luisa disse: ¡°Eu s¨® n?o queria que voc¨º ficasse triste.¡± Ca a tranquilizou: ¡°Av¨® Luisa, n?o se preocupeigo, eu j¨¢ aceitei. Av¨® L¨ªdia uma vez me disse que cada um tem seu destino, que todos t¨ºm seu tempo de partir, e a melhor maneira de honrar os mortos ¨¦ viver bem.¡± A Sra. Luisa disse: ¡°Se voc¨º pode pensar dessa maneira, ent?o ¨¦ bom.¡± Ca confortou-a: ¡°N?o se preocupe. Vou viver bem, vou ter alguns filhos Marco para te fazer feliz.¡± Sra. Luisa inconscientemente olhou para a barriga de Ca: ¡°Voc¨º tem alguma boa not¨ªcia?¡± Ca bn?ou a cabe?a: ¡°Ainda n?o, mas n¨®s somos jovens, ter um filho ¨¦ s¨® quest?o de tempo.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Ca tentou dizer o que Sra. Luisa quer¨ªa ouvir, o que obviamente fez Sra. Luisa feliz. ¡°¨®timo, continuem assim. Eu prometo a voc¨º, se voc¨º tiver um beb¨º, eu vou te dar uma ilha.¡± A fam¨ªlia de Ant?nio tem muitas ilhas no exterior, algumas para turismo, outras para f¨¦rias, todas muito luxuosas. Ca sabia disso, mas nunca tinha ido e n?o sabia exatamente onde ficavam. riu e disse: ¡°Voc¨º n?o precisa me dar nada material, s¨® quero que voc¨º esteja saud¨¢vel, isso ¨¦ o melhor presente para mim.¡± A Sra. Luisa concordou: ¡°Certo, vou cuidar bem de mim mesma.¡± Ap¨®s uma pausa, Sra. Luisa disse acrescentou: ¡°Carlita, o assassino da av¨® L¨ªdia ser¨¢ julgado em breve, voc¨º quer ir ao tribunal?¡± Ca assentiu: ¡°ro. Eu preciso ver meus pr¨®prios olhos que ele ser¨¢ punido.¡± Sra. Luisa segurou a m?o de Ca: ¡°Carlita, tenho a sensa??o de que voc¨º est¨¢ for?ando um sorriso hoje, voc¨º j¨¢ sabe sobre a av¨® L¨ªdia, n?o ¨¦?¡± Cap铆tulo 1209 Cap¨ªtulo 1209 Cap¨ªtulo 1209 Ca ficou paralisada por um instante, depois sorriu docemente e abra?ou o bra?o de Sra. Luisa, ¡°Por que a senhora acha que estou for?ando um sorriso?¡± A Sra. Luisa levantou a m?o e acariciou suavemente a cabe?a de Ca, dizendo. ¡°¨¦ apenas um sentimento que tenho!¡± Ca fez uma careta, tentando parecer rxada: ¡°Parece que n?o estou sendo animada o suficiente, fazendo voc¨º me entender errado.¡± A Sra. Luisa n?o sabia por que sentia isso e desejava que sua intui??o estivesse errada ¡°Carlita, estou ficando velha e n?o entendo muito bem o que voc¨ºs jovens est?o pensando, n?o posso considerar tudo por voc¨º. N?o estou nejando nada, apenas conversei voc¨º. Se voc¨º n?o quer ter filhos, n?o precisa ter, n?o vou te pressionar. S¨® quero que voc¨º seja feliz todos os dias, aproveite cada dia ao m¨¢ximo Ca olhou para Sra. Luisa e disse seriamente: ¡°Eu entendo, voc¨º n?o me deve nada e n?o precisa se preocupar tantoigo. Voc¨º disse que seu maior desejo ¨¦ que eu esteja feliz todos os dias, eu tamb¨¦m. Que voc¨º esteja feliz e saud¨¢vel todos os dias, esse ¨¦ meu maior desejo agora.¡± Sra. Luisa gentilmente cutucou sua testa e disse: ¡°Voc¨º ¨¦ sempre t?o atenciosa.¡± ¡°Av¨® Luisa, o clima est¨¢ fresco hoje, vamos caminhar um pouco.¡± ¡°OK.¡± Nesse momento, o telefone da Sra. Luisa tocou, deu uma olhada, era Av¨® ¨¦nia, de quem acabara de fr. Sra. Luisa entregou o telefone a Ca, sorrindo: ¡°Carlita, olhe. Eu disse que Av¨® ¨¦nia n?o resistir¨ªa em me ligar, e realmente ligou.¡± Ca ficou feliz ao ver Sra. Luisa feliz: ¡°Hmm, ent?o atenda, veja o que quer.¡± Sra. Luisa rapidamente atendeu o telefone, a voz da vov¨® ¨¦nia soou um pouco irritada, ¡°Luisa, at¨¦ quando voc¨º vai me irritar?¡± Parece que vov¨® ¨¦nia estava realmente irritada, chamou Sra. Luisa pelo nome. A Sra. Luisa tamb¨¦m n?o recuou: ¡°Voc¨º est¨¢ zangada por eu ter dito que a Carlita ¨¦ ¨²nica e, por isso, est¨¢ me ignorando? Voc¨º n?o atendeu minhas liga??es. Como pode dizer que estou te irritando?¡± ¡°Foi isso que eu disse?¡± ¡°Ent?o, o que voc¨º disse?¡± ¡°Se eu n?o atender suas liga??es, voc¨º n?o vai ¨¤ minha festa, certo?¡± ¡°Festa?¡± Sra. Luisa se virou para Ca, ¡°Carlita, que dia ¨¦ hoje?¡± ¡°Dia dezenove.¡± Ca respondeu. ¡°Meu deus! Eu me confundi a data.¡± Av¨® ¨¦nia falou irritada: ¡°Voc¨º confundiu a data? Esqueceu uma data t?o importante, isso mostra que voc¨º nem se importaigo.¡± Sra. Luisa admitiu seu erro em perder a festa da Av¨® ¨¦nia, esqueceu de pedir ao mordomo para lembr¨¢, ¡°¨¦ minha culpa, eu n?o deveria ter esquecido uma data t?o importante. Eu vou agora mesmo, pode ser?¡± ¡°Hum, voc¨º est¨¢ vindo agora, mas j¨¢ est¨¢ atrasada.¡± ¡°O que voc¨º acha se eu levar a Carlitaigo?¡± N?vel(D)rama.Org''s content. ? ? ? ? ? ? Ao ouvir que Ca iria, a atitude da Av¨® ¨¦nia finalmente suavizou. Tudo bem. Voc¨º traz a Ca. Por causa d, vou te perdoar desta vez.¡± ¡°Ah, ent?o voc¨º realmente queria ver Ca, n?o eu.¡± Sra. Luisa falou ci¨²mes. Av¨® ¨¦nia respondeu: ¡°N¨®s nos conhecemos h¨¢ tantos anos, eu j¨¢ conhe?o o seu rostoo a palma da minha m?o, o que mais tem para ver?¡± A Sra. Lu¨ªsa fez uma surpresa inesperada: ¡°Se voc¨º me deixar mais zangada, n?o vou levar a Ca.¡± Cap铆tulo 1210 Cap¨ªtulo 1210 Cap¨ªtulo 1210 A av¨® ¨¦nia imediatamente admitiu seu erro: ¡°Eu estava errada, por favor, traga a Carlita voc¨º.¡± A Sra. Luisa ficou aliviada e disse: ¡°Isso mesmo.¡± Terminando a liga??o, a Sra. Luisa olhou para Ca, antes que a av¨® Luisa pudesse fr, Ca falou primeiro: ¡°Eu vou dirigir e panh¨¢.¡± ¡°O motorista vai dirigir, voc¨º s¨® precisa me panhar. Da pr¨®xima vez que formos a outro lugar, eu posso ir no seu carro.¡± Desta vez, pode-se dizer que ¨¦ a primeira vez que a Sra. Luisa leva Ca oficialmente para participar de um evento de alta sociedade. Se Ca dirigisse, as pessoas poderiam pensar que a posi??o de Ca na familia de Ant?nio n?o era alta. Como a Sra. Luisa poderia permitir que Ca sofresse esse tipo de discrimina??o? ¡°Certo.¡± Ca assentiu. A Sra. Luisa providenciou para que o motorista as levasse ¨¤ mans?o da familia Masaveu. Esta reuni?o foi um banquete de namoro especialmente preparado p av¨® ¨¦nia para Leonardo, muitas mulheres presentes, todas vestidas de forma brilhante e deslumbrante, querendo se tornar a futura matriarca da fam¨ªlia Masaveu. No entanto, quando Ca entrou na fam¨ªlia Masaveu usando um simples vestido branco e o cabelo penteado de forma casual, ainda era o centro das aten??es em toda a s. ficou no meio da multid?oo um farol, irradiando uma beleza deslumbrante que ningu¨¦m conseguia ignorar. Algu¨¦m perguntou: ¡°De quem ¨¦ essa filha? Eu nunca a vi antes.¡± Algu¨¦m respondeu: ¡°Aqu deve ser a Sra. Luisa, a jovem deve ser a Estr de Ant?nio.¡± Algu¨¦m continuou: ¡°Eu j¨¢ vi a Estr, costumava andar Yumi, ¨¦ muito bonita, mas definitivamente n?o ¨¦ assim.¡± ¡°Ent?o, quem ¨¦ essa?¡± Antes que a pessoa pudesse responder, todos ouviram a voz do ¨²nico protagonista masculino do dia, Leonardo. ¡°Sra. Ant?nio, o que uma mulher casada est¨¢ fazendo aqui hoje?¡± Ent?o era realmente a esposa misteriosa de Marco Ant?nio que nunca apareceu em p¨²blico! N?o ¨¦ de admirar que seja t?o deslumbrante! Neste momento, todos no local, sem exce??o, voltaram sua aten??o para Ca¡­. Ca sorriu calmamente, ¡°Eu vim a av¨® Luisa para dar uma olhada. Voc¨º pode se concentrar no seu encontro, n?o precisa se preocuparigo.¡± Leonardo respondeu: ¡°Av¨® ¨¦nia, na verdade eu j¨¢ estava interessado em outra garota, mas Ca veio aqui s¨® parapetir todas as outras garotas, e superou todas s. Como vou escolher agora? A menos que voc¨º encontre uma garota t?o bonita quanto a Ca, eu n?o participarei deste encontro.¡± ¡°Como voc¨º ousa fr assim?¡± a av¨® ¨¦nia bateu na cabe?a de Leo, depois olhou para Ca um sorriso: ¡°Carlita, bem-vinda!¡± Ca sorriu: ¡°av¨® ¨¦nia, ol¨¢!¡± Leonardo resmungou: ¡°Humph, eu estava bem at¨¦ voc¨º chegar.¡± A av¨® ¨¦nia olhou para ele: ¡°Voc¨º est¨¢ sempre pensando nas suas namoradas impr¨®prias l¨¢ fora, n?o arrume desculpas. Hoje voc¨º tem que escolher uma namorada.¡± ¡°Se voc¨º quer que eu conhe?a mais garotas, j¨¢ que eu j¨¢ namorei muitas, eu posso tentar namorar mais uma sem problemas. Mas voc¨º tem que perguntar a essas garotas primeiro, se s est?o dispostas a namorarigo.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Leonardo falou alto, e todas as damas e suas filhas de familias nobres ao redor puderam ouvir ramente o que ele disse. Algumas pessoas ficaram indiferentes, outras pareciam constrangidas, outras aindan?aram olhares de desprezo¡­ Embora a reputa??o de Leonardo n?o fosse das melhores, muitas fam¨ªlias estavam dispostas a participar do encontro na familia Masaveu para se aproximarem dessa familia influente. Eles pensavam: ¡°Na juventude, o Leonardo curtia sem preocupa??es, mas ap¨®s se casar, ele deveria se acalmar.¡± Cap铆tulo 1211 Cap¨ªtulo 1211 Cap¨ªtulo 1211 ro, nem todas as fam¨ªlias podiam aceitar as a??es de Leonardo, algumas eram apenas por respeito ¨¤ fam¨ªlia de Masaveu, para marcar presen?a. N?velDrama.Org exclusive content. Familias que realmente se preocupavam suas filhas, independentemente de qu?o rica fosse a fam¨ªlia Masaveu, n?o estavam dispostas a expor suas filhas a uma situa??oplicada. Oent¨¢rio rude de Leonardo deixou a av¨® ¨¦nia profundamente magoada. disse: ¡°Voc¨º, seu pestinha, se continuar a dizer coisas t?o grosseiras, eu vou tapar a sua boca!¡± Leonardo disse: ¡°Eu j¨¢ disse antes, n?o tenho interesse nessas meninas, n?o quero machuc¨¢s, por que voc¨º n?o escuta? Voc¨º vai esperar que eu me case e depois me divorcie, assim voc¨º ficar¨¢ satisfeita?¡± Ao ouvir isso, Ca deu um leve chute em Leonardo. Leonardo olhou para tr¨¢s: ¡°Por que voc¨º me chutou?¡± Ca respondeu: ¡°Venhaigo, eu tenho algo para te dizer.¡± Depois de dizer isso, Ca deu meia volta e saiu, Leonardo obedientemente a seguiu. A Sra. Luisa e a av¨® ¨¦nia ficaram surpresas ao ver isso, ambas disseram ao mesmo tempo, ¡°Leonardo est¨¢ escutando Ca?¡± ¡°¨¦ incrivel.¡± A av¨® ¨¦nia suspirou. A Sra. Luisa estava um sorriso orgulhoso no rosto: ¡°Agora voc¨º v¨ºo Ca ¨¦ incr¨ªvel. Ningu¨¦m mais consegue contrr Leonardo, mas Ca consegue.¡± A av¨® ¨¦nia respondeu: ¡°Eu sempre soube que Ca era excelente, e queria encontrar uma menina t?o boa quanto para se casar Leo, mas n?o consegui encontrar.¡± A av¨® Luisa sorriu triunfantemente: ¡°Eu te disse, Ca ¨¦ ¨²nica. Onde voc¨º vai encontrar outra menina como ? Ainda bem que eu agi rapidamente e me apaixonei por . Se n?o, Ca poderia ter sido roubada por outra pessoa, e Marco Ant?nio estaria sozinho.¡± Aos olhos da Sra. Luisa, Ca era a melhor menina do mundo. queria dizer a todoso se apaixonou por Ca,o agiu primeiro. A av¨® ¨¦nia disse: ¡°Humph, olhe para voc¨º, t?o satisfeita. Vou encontrar algu¨¦m qualidades superiores ¨¤s de Ca, voc¨º ver¨¢.¡± A Sra. Luisa respondeu: ¡°Continue procurando. Agora, devemos ir ouvir o que Ca tem a dizer para Leonardo?¡± ¡°Eu queria ouvir h¨¢ muito tempo, mas voc¨º me interrompeu.¡± respondeu a av¨® ¨¦nia. *Foi voc¨º que me interrompeu.¡± As duas discutiam enquanto caminhavam em dire??o a Ca e Leonardo. Ca e Leonardo estavam na entrada do jardim, um local muito vis¨ªvel. Por serem t?o proeminentes, ningu¨¦m conseguia se aproximar deles sem ser notado, o que significava que n?o podiam ouvir a conversa. ¡°O que voc¨º quer me dizer?¡± perguntou Leonardo. ¡°A av¨® L¨ªdia morreu.¡± Ca respondeu. Leonardo perguntou confuso: ¡°Eu sei disso. Por que voc¨º est¨¢ me dizendo isso de repente?¡± ¡°Eu s¨® queria te lembrar que a av¨® ¨¦nia tamb¨¦m est¨¢ ficando velha, voc¨º deve valorizar cada dia e n?o fazer coisas que a deixem chateada.¡± Leonardo n?o se importou: ¡°¨¦ que se mete demais, sempre fazendo coisas que me deixam chateado.¡± 3 2 2 3 3 3 3 3 3 255 Ca disse: ¡°Eu realmente gostaria que algu¨¦m se preocupasseigo assim agora, mas n?o tem. Voc¨º sabe o quanto eu te invejo?¡± Leonardo subitamente n?o soube o que dizer. Ca continuou, ¡°Cerca de dois anos atr¨¢s, quando eu acabara de me formar e a av¨® L¨ªdia estava me pressionando para casar, eu tinha a mesma rea??o que voc¨º tem agora, fiquei muito irritada. E questionando por que se importava tanto. Agora que se foi, percebo que ter algu¨¦m ao seu lado sussurrando nos seus ouvidos para casar e ter filhos ¨¦, na verdade, algo muito, muito precioso.¡± Ca disse isso sorrindo, mas Leonardo viu l¨¢grimas em seus olhos. Leonardo consolou Ca. ¡°Ca, n?o fique triste¡­¡± Cap铆tulo 1212 Cap¨ªtulo 1212 Cap¨ªtulo 1212 Ca sorriu e disse, ¡°Por que eu estaria triste? S¨® estou um pouco arrependida. Se Deus me desse outra chance, eu gostaria de ouvir a voz da vov¨® L¨ªdia todos os dias.¡± Leonardo ficou em sil¨ºncio por um momento. Ca continuou, ¡°Leonardo, eu sei que voc¨º n?o consegue entender agora. S¨® quero que voc¨º tente conversar a vov¨® ¨¦nia de uma forma mais gentil. Assim, quando voc¨º sentir saudades d no futuro, n?o vai se culparo eu estou fazendo agora.¡± Leonardo deu um leve tapinha no ombro de Ca, para confort¨¢. ¡°Eu vou ouvir seu conselho.¡± Ca sorriu para ele. ¡°Ent?o vai e conversa a vov¨® ¨¦nia.¡± Leonardo concordou. Leonardo caminhou novamente at¨¦ a vov¨® ¨¦nia e disse, ¡°Me desculpa av¨®, eu faltei senhora respeito agora pouco. Voc¨º pode me perdoar?¡± vov¨® ¨¦nia ficou um pouco surpresa. ¡°O que voc¨º disse?¡± Leonardo abriu os bra?os e abra?ou a vov¨® ¨¦nia, p primeira vez desde que ¨¦ adulto. ¡°Vou escutar teu conselho, e vou pensar seriamente em arranjar uma namorada.¡± Voc¨ºs ouviram isso? Eu n?o estou inventando, estou?¡± vov¨® ¨¦nia ficou emocionada. Sra. Luisa disse, ¡°Voc¨º n?o ouviu errado.¡± vov¨® ¨¦nia perguntou, ¡°Ent?o o que exatamente Ca disse para o Leo?¡± Leonardo respondeu, ¡°¨¦ segredo.¡± vov¨® ¨¦nia se virou para Ca. ¡°Me conta, Ca.¡± Ca sorriu e disse, ¡°Eu n?o disse nada, Leonardo entendeu sozinho.¡± Vov¨® ¨¦nia sentiu ainda mais admira??o por Ca. estava mais decidida do que nunca a encontrar uma mo?a t?o maravilhosa quanto Ca para casar Leo. E assim, Leonardoe?ou a se envolver seriamente algumas mo?as que pareciam adequadas pra ele. Depois de conversar as duas primeiras, ele n?o teve vontade de continuar o rcionamento. Quando chegou a terceira, antes mesmo de Leonardo abrir a boca, a mo?a sussurrou no ouvido dele, ¡°Leonardo, eu n?o estou interessada em voc¨º e minha fam¨ªlia tamb¨¦m n?o. Eu s¨® vim hoje porque minha m?e me pediu e por considera??o ¨¤ ¨¦nia.¡± A mo?a era muito bonita e tinha uma voz agrad¨¢vel. Leonardo de repente ficou interessado n. ¡°Voc¨º est¨¢ tentando me seduzir para ent?o me rejeitar?¡± riu e disse, ¡°N?o imaginei que voc¨º pensaria assim. Se eu estou te rejeitando, ¨¦ porque realmente n?o tenho interesse em voc¨º, n?o tem mais nenhuma raz?o por tr¨¢s.¡± ? ?? ? ? ¡°N?o s?o muitas as mulheres que conseguem resistir ao meu charme,¡± Leonardo n?o acreditava. respondeu, ¡°¨¦ o seu charme ou a sua riqueza? Voc¨º sabe a resposta.¡±N?vel(D)rama.Org''s content. Leonardo ficou uma express?o um pouco desagrad¨¢vel. De repente, a risada de Ca soou por tr¨¢s dele. Leonardo se virou e viu Ca um sorriso de satisfa??o. Leonardo perguntou, ¡°Ca, quando voc¨º aprendeu a bisbilhotar vida dos outros?¡± ¡°Eu, bisbilhotando? A vov¨® Luisa est¨¢ chamando voc¨ºs para o jantar. Acontece que eu ouvi voc¨º sendo rejeitado.¡± Ca se aproximou da mo?a. ¡°Srta. Gina, goste ou n?o dele, venha jantar conosco.¡± A mo?a sorriu para Ca. Sra. Ant?nio, eu gosto de voc¨º e adoraria jantar contigo. Mas eu n?o quero participar de uma ocasi?oo essa hoje. podemos marcar outro dia¡± Depois de dizer isso, a mo?a pegou sua bolsa e saiu elegancia. Cap铆tulo 1213 Cap¨ªtulo 1213 Cap¨ªtulo 1213 Observando a silhueta da menina se afastando, Leonardo estava furioso. Tenho certeza de que essa mulher est¨¢ me evitando de prop¨®sito!¡± Can?ou um olhar indiferente ¨¤ Leonardo, sem vontade de conversar ele. Leonardo perguntou: ¡°Voc¨º n?o concorda?¡± ¡°Vamoser!¡± Ca n?o queria responder ¨¤ pergunta. Leonardo insistiu: ¡°Voc¨º precisa me dar uma resposta, sen?o vou passar a noite toda acordado.¡± Ca retrucou: ¡° n?o deixou ro para voc¨º?¡± Leonardo estava confuso: ¡°Ouvir dizer que as mulheres s?o dif¨ªceis de entender, s dizem que n?o querem, mas talvez no fundo querem de verdade.¡± Ca disse, indignada: ¡°De onde voc¨º tirou essa ideia? Quando uma mulher te rejeita ramente, ¨¦ porque te rejeitou mesmo. N?oplicam tanto as coisas.¡± Leonardo disse, ansioso: ¡°Eu n?o estouplicando as coisas. S¨® quero saber onde errei. E porqu¨¦ que n?o gosta de mim?¡± ¡®As coisas do cora??o requerem destino.¡± Ao dizer isso, Ca se lembrou de Marco Ant?nio saindo com Alba naqu manh?, o que fez sentir triste. Durante toda a manh?, Ca tentou desviar a aten??o, tentou n?o pensar demais e ignorar a dor que sentia. No entanto, quanto mais tentava ignorar esses sentimentos, mais dolorosos eles se tornavam, como se in¨²meras agulhas finas estivessem perfurando seu cora??o. N?velDrama.Org exclusive content. A dor era tanta que parecia estar sem for?as. Leonardo perguntou: ¡°Destino? Minhas ex-namoradas, eu gostava da beleza ds, s gostavam do meu dinheiro, n¨®s nosplement¨¢vamos. Isso n?o seria destino?¡± Ca n?o tinha mais paci¨ºncia para conversar Leonardo ee?ou a caminhar em dire??o ao restaurante. Leonardo panhou o ritmo de Ca e mudou o assunto: ¡°Voc¨º estava se saindo bem trabalhando com Marco, por que de repente decidiu pedir demiss?o?¡± ¡°N?o se meta na minha vida, apenas cuide de si mesmo. Epreender que tipo de mulher queres casar. Casamento n?o ¨¦ brincadeira, uma vez que voc¨º casou, voc¨º precisa se dedicar completamente e n?o trair a confian?a daqu pessoa.¡± ¡°Voc¨º est¨¢ tagar hoje.¡± Leonardo zombou. Ca sorriu: ¡°Talvez eu seja assim.¡± ¡°Bem feito que voc¨º est¨¢ cansada.¡± Ca sorriu, sem responder. Brigar n?o ¨¦ seu estilo, nunca perdia numa briga. ? ?? ?? ? ?? ? ?? ? ?? ? ?? ?? ¨C ¡°Voc¨º e Marco brigaram?¡± Perguntou Leonardo. Ca bn?ou a cabe?a: ¡°N?o.¡± Se eles tivessem brigado, pelo menos poderiam saber onde estava o problema. Agora, parece que Marco Ant?nio n?o gosta de voltar para casa, e quando ele voltava, era frio Ca, e mal fva. Ca queria descobrir o que estava errado, e depois resolver o problema, mas Marco Ant?nio se recusava a conversar . n?o sabia o que fazer. Leonardo disse: ¡°Eu sinto que voc¨º est¨¢ diferente de antes.¡± ¡°Para de fr. Todo mundo est¨¢ esperando paraer.¡± Ca n?o queria discutir seus problemas. Leonardo estendeu a m?o para colocar no ombro de Ca, mas rapidamente se esquivou: ¡°Por favor, mantenha sua distancia. Especialmente de mim, que sou casada.¡± Leonardo ficouum pouco decepcionado,e recuou a m?o: ¡°Ca, deixa Marco e casaigo. A av¨® ¨¦nia gosta muito de voc¨º e sempre procurou uma mulhero voc¨º para se casarigo. Se voc¨º se casarigo, toda a fam¨ªlia Masaveu te amar¨¢o se fosse uma joia preciosa.¡± Ca de repente gritou para dentro da casa: ¡°Av¨® ¨¦nia, Sr. Masaveu disse¡­¡± Cap铆tulo 1214 Cap¨ªtulo 1214 Cap¨ªtulo 1214 Antes que Ca pudesse terminar, Leonardo rapidamente levantou a bandeira branca, ¡°N?o fique chateada, eu estava s¨® brincando, foi minha culpa.¡± Se a Sra. Luisa soubesse que ele estava a procurar confus?o, certeza iria zangar ele. A Sra. Luisa saiu logo depois, ¡°Carlita, o que foi?¡± Ca olhou para Leonardo, vendo o olhar de rendi??o dele, ent?o respondeu, ¡°Leonardo acabou de se interessar por uma garota, mas infelizmente rejeitou ele.¡± Sra. Luisa entendeu e disse, ¡°¨¦ normal. Afinal, Leo n?o ¨¦ o Marco, n?o ¨¦ todo mundo que vai querer se casar ele.¡± Leonardo se sentiu profundamente atingido, n?o podendo amar novamente. Depois do jantar, Ca e a Sra. Luisa deixaram a fam¨ªlia de Masaveu. No caminho de volta, a Sra. Luisa instruiu o motorista a levar Ca de volta para Brisa do Mar. Ca, fazendo manha, abra?ou o bra?o da Sra. Luisa, ¡°Esta noite, vou ficar voc¨º na mans?o de Ant?nio.¡± Sra. Luisa concordou, ¡°Pode ser. Vou pedir pra algu¨¦m para avisar o Marco, pra ele voltar para casa depois do trabalho.¡± Ca bn?ou a cabe?a, ¡°Eu s¨® quero ficar voc¨º, n?o precisa avisar o Marco. Ele tem estado muito ocupado o trabalho ultimamente, quando eu n?o estou em casa, ele tem tempo descansar.¡± A Sra. Luisa acariciou a m?o de Ca, ¡°Tudo bem, n?o tem problema.¡± De volta ¨¤ mans?o de Ant?nio, Ca foi dormir cedo. Foi ent?o que a Sra. Luisa encontrou Marta e perguntou, ¡°Agora que Carlita est¨¢ morando Marco na Brisa do Mar, voc¨º est¨¢ sempre eles, caso houver algum problema entre eles, voc¨º deve me dizer.¡± Marta assentiu sombriamente, ¡°Sim.¡± A Sra. Luisa olhou para Marta, ¡°Marta, tem algo que voc¨º n?o est¨¢ me contando?¡± Marta queria contar a Sra. Luisa sobre a situa??o em casa na noite anterior, mas decidiu n?o dizer nada medo de atrapalhar o sono da Sra. Luisa. Mas agora que a Sra. Luisa perguntou, n?o tinha mais raz?o para esconder. ¡°Carlita n?o est¨¢ trabalhando maiso assistente pessoal de Marco, voc¨º sabe disso, n?o sabe?¡± A Sra. Luisa assentiu, ¡°Carlita me disse sobre isso no telefone.¡± ¡°Mas voc¨º sabe quem ¨¦ a nova assistente pessoal de Marco?¡± ¡°Carlita n?o falou sobre isso. Marco tamb¨¦m n?o me disse¡±, disse a Sra. Luisa. ? ?? ? ? ? ? Marta ent?o revelou, ¡°¨¦ a Alba.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. ¡°¨¦ ? Eu me lembro d estudando finan?as na fam¨ªlia de Lu¨ªs,o acabou trabalhandoo secret¨¢ria de Marco?¡± Marta estava cada vez mais irritada, ¡°Isso nem ¨¦ o pior, o problema ¨¦ que Marco convidou Alba para passar a noite l¨¢ em casa. Voc¨º sabeo Marco ¨¦ territorial, nem mesmo os membros da fam¨ªlia podem passar a noite na Brisa do Mar. Nem voc¨º nem Estr j¨¢ dormiram na Brisa do Mar, n?o ¨¦ verdade? Antes, Carlita era a ¨²nica que dormia l¨¢. Mas agora que ele est¨¢ deixando Alba passar a noite l¨¢, ¨¦ dif¨ªcil n?o suspeitar que algo esteja acontendo entre eles.¡± A Sra. Luisa franziu a testa e pensou, ¡°Talvez Marco tenha convidado Alba para ficar em considera??o a Carlita. Afinal, Alba agora ¨¦ ¨²nica irm? de sangue de Carlita.¡± Mas era ¨®bvio que Marco Ant?nio n?o tinha essa inten??o. Marta sabia disso, mas para n?o preocupar a Sra. Luisa, fingiu n?o entender, ¡°Eu espero que Marco realmente pense assim.¡± Dona Luisa disse, ¡°Mas isso n?o pode ser confirmado, fique atenta, se houver alguma coisa entre Marco e Carlita, voc¨º deve me contar assim que souber.¡± Marta disse, ¡°Carlita ¨¦ muito cda, passa o dia todo em casa desenhando suas hist¨®rias em quadrinhos, quase sempre ¨¤ mesa, exceto na hora das refei??es. n?o sai para encontros, n?o tem a energia que uma jovem deveria ter, isso me deixa um pouco preocupada. Dona Luisa, se voc¨º tiver tempo, tente levar para conhecer novas pessoas. agora ¨¦ a senhora do Grupo Ant?nio, mas muitas pessoas ainda n?o conhecem , isso n?o ¨¦ bom. Dona Luisa de repente se lembrou de algo, ¡°¨¦ verdade, se voc¨º n?o me lembrasse, eu teria esquecido. Acho que at¨¦ agora Marco n?o anunciou publicamente que Carlita ¨¦ sua esposa, n?o ¨¦?¡± Cap铆tulo 1215 Cap¨ªtulo 1215 Cap¨ªtulo 1215 Marta acenou, dizendo, ¡°Se Marco n?o revr a identidade de Carlita, as pessoas dodo de fora ter?o expectativas sobre ele, pra mim deveria ser divulgado.¡± Dona Luisa decidiu imediatamente, ¡°N?o podemos adiar isso, vou ligar para Marco agora e ver o que ele pensa fazer.¡± Dito isso, Dona Luisa pegou o celr e ligou para Marco Ant?nio, que atendeu rapidamente. ¡°Dona Luisa, precisa de alguma coisa?¡± Dona Luisa respondeu, ¡°N?o posso te ligar se eu n?o precisar de nada?¡± Marco Ant?nio, ¡°¡­¡­¡± ¡°Voc¨º e Carlita est?o casados h¨¢ tanto tempo, agora que Carlita n?o est¨¢ voc¨º, quando voc¨º pretende revr a identidade d?¡± Marco Ant?nio ficou em sil¨ºncio por um momento antes de responder, ¡°Eu tenho meus nos, voc¨º n?o precisa se preocupar.¡± Dona Luisa disse insatisfeita, ¡°O que voc¨º quer dizer ¡®eu tenho meus nos, voc¨º n?o precisa se preocupar¡¯? Carlita ¨¦ a menina que mais valorizo, eu deveria cuidar bem d. Se alguma coisa que n?o pode perguntar, ent?o eu pergunto por .¡± ¡° te disse que quer que eu revele a identidade d?¡± perguntou Marco Ant?nio. Dona Luisa disse, ¡°N?o. Voc¨º sabe que Carlita ¨¦ sensata e nunca faria algo que causasse problemas para os outros.¡± ¡°Eu vou conversar , n?o se preocupe.¡± ¡°Marco¡­¡­¡± Dona Luisae?ou, mas parou. Marco Ant?nio disse, ¡°Pode fr.¡± ¡°Marco, se voc¨º decepcionar Carlita, Carlita n?o vai te perdoar, e nem t¨¢o pouco eu vou aceitar.¡± Marco Ant?nio riu, e ent?o disse baixinho, ¡°Dona Luisa, Carlita ¨¦ tudo para mim.¡± N?vel(D)rama.Org''s content. Dona Luisa aconselhou, ¡°N?o fique apenas dizendo que ¨¦ tudo para voc¨º, desde que voc¨ºs dois estejam bem, eu ficarei feliz.¡± ¡°Tossindo¡­¡± ¡°O que houve voc¨º?¡± Depois de um momento, Marco Ant?nio parou de tossir e disse, ¡°Estou um pouco ocupado esses dias, peguei um resfriado.¡± Dona Luisa disse, ¡°A empresa est¨¢ indo muito bem agora, voc¨º deve descansar um pouco, n?o precisa trabalhar tantoo nos anos anteriores. Quando tiver tempo, passe mais tempo Carlita, cultive o vosso rcionamento.¡± ¡°Dona Luisa¡­¡­ Ouvindo isso, Dona Luisa teve um pressentimento, ¡°Voc¨º est¨¢ nejando fazer alguma coisa contra Andreo, n?o est¨¢?¡± ? ? ? ? ? ? ?? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ¡°Sim.¡± Dona Luisa n?o queria ver o conflito entre pai e filho. Mas entendeu que Andreo nunca viu Marco Ant?nioo seu filho, foi Andreo quem for?ou Marco Ant?nio a agir assim. suspirou e disse, ¡°N?o posso fazer voc¨º mudar de ideia agora, nem quero tentar convecer voc¨º, apenas faz o que voc¨º achar melhor.¡± Marco Ant?nio disse, ¡°Obrigado! E, Carlita gosta de voc¨º, quer morar voc¨º, deixe ficar mais alguns dias, conversem mais ¡°Eu entendi.¡± Depois de desligar o telefone, j¨¢ era muito tarde. Dona Luisa colocou o celr dedo, mas teve dificuldade para dormir. Embora tudo pare?a calmo agora, sabe que uma tempestade est¨¢ a caminho. Grandes mudan?as est?o prestes a acontecer em Salvador. Ca disse que iria para a cama cedo, mas na verdade n?o estava nem um pouco sonolenta. se levantou novamente, pegou seu tablet ee?ou a desenhar um quadrinho,o se s¨® conseguisse esquecer tudo enquanto trabalhava. Sem perceber, havia desenhado a noite toda. Quando amanheceu, o raio de sol entrou no quarto, levantou a cabe?a para olhar e, por estar muito brilhante, rapidamente cobriu os olhos a m?o. ¡°J¨¢ amanheceu?¡± Ca virou a cabe?a, olhando para o celr ao seudo. Cap铆tulo 1216 Cap¨ªtulo 1216 Cap¨ªtulo 1216 O celr estava silencioso, mesmo que Ca n?o tivesse voltado para casa durante a noite, n?o havia nenhuma chamada de Marco Ant?nio, nem mesmo uma mensagem. Ca pegou o celr, encontrou o contato de Marco Ant?nio, e digitou rapidamente. [Lucas Bento, voc¨º n?o percebeu que eu n?o voltei para casa ontem ¨¤ noite? Ou voc¨º n?o se importa se eu volto ou n?o?] Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. A mensagem estava pronta. Ca revisou uma vez mais, e ent?o a enviou. Marco Ant?nio ¨¦ uma pessoa que acorda bem cedo, ele j¨¢ deveria estar acordado a essa hora. Ca fitou o celr, esperando sua resposta. Mas esperou e esperou, at¨¦ que seus olhose?aram a doer de tanto olhar, e ainda assim n?o recebeu nenhuma resposta de Marco Ant?nio. Ele n?o respondeu a mensagem d! Ca respirou fundo, tentando segurar a frustra??o que sentia, mas n?o conseguiu. Havia uma b de fogo dentro d, prestes a explodir. se levantou rapidamente, mas sentindo tonta por n?o ter domido a noite toda, caiu de novo na cadeira. Ca tentou ficar calma, esperou um pouco para se recuperar e ent?o se levantou devagar. Fez uma higiene pessoal b¨¢sica, passou um pouco de creme hidratante no rosto, e saiu rapidamente. Dona Luisa, j¨¢ de idade, tinha o costume de acordar bem cedo e estava fazendo seus exerc¨ªcios matinais. ¡°Bom dia, Carlita!¡± ¡°Bom dia! Estou pensando em ir at¨¦ a empresa do Marco para v¨º-lo.¡± Dona Luisa riu e disse, ¡°J¨¢ est¨¢ sentindo falta dele depois de apenas uma noite?¡± Ca assentiu, ¡°Sim, estou sentindo falta dele.¡± Dona Luisa deu outra risada, ¡°Ent?o v¨¢. Vou pedir para o motorista te levar.¡± ¡°Eu mesma posso dirigir. Mais tarde, pe?a para ele levar Marta para Brisa do Mar.¡± Respondeu Ca. ¡°Certo.¡± Ca imediatamente pegou o carro e foi para a sede do Grupo Ant?nio. n?o sabia que, assim que saiu, Bruno ligou para Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, a Ca est¨¢ a caminho da sede do Grupo Empresarial Ant?nio para te encontrar.¡± A chamada foi atendida pelo Dr. Donato, que estava Marco Ant?nio. Marco Ant?nio estava tomando soro, e n?o podia usar as m?os. Por isso, Dr. Donato colocou no viva-voz e a f de Bruno foi ouvida por Marco Ant?nio. ¡°Marco, eu preciso te dizer, seu corpo j¨¢ n?o pode aguentar mais. De jeito nenhum voc¨º pode sair da cama hoje.¡± Mas Marco Ant?nio tentou arrancar a agulha do soro. Dr. Donato rapidamente tentou impedir, ¡°Eu sei que voc¨º n?o quer que a Ca descubra que voc¨º est¨¢ doente, mas se dissermos para na empresa que voc¨º est¨¢ em uma viagem de neg¨®cios, o problema estar¨¢ resolvido, n?o ¨¦?¡± Marco Ant?nio ignorou, arrancou a agulha e se levantou, ¡°Vamos para a empresa. Chame a Alba tamb¨¦m.¡± A seguran?a no Grupo Ant?nio era rigorosa, qualquer funcion¨¢rio, independentemente de seu nivel, uma vez que deixavam o emprego e entregavam o crach¨¢, n?o podiam mais entrar na empresa. Ca entregou seu crach¨¢ no dia em que saiu e pensou que poderia entrar s¨® o rosto conhecido, mas foi impedida pelo seguran?a na entrada. O seguran?a a olhavao se n?o soubesse quem era. ¡°N?o ¨¦ permitida a entrada de estranhos na empresa, por favor, pare.¡± Ca apontou para o pr¨®prio rosto, ¡°Lilian, sou eu! Ainda no m¨ºs passado te ajudei, voc¨º n?o sabe quem sou?¡± Lilian respondeu, perturbada, ¡°Srta. Barcelo, eu sei quem voc¨º ¨¦. Mas voc¨º n?o trabalha mais aqui, voc¨º deveria estar ciente das regras da empresa. Se eu permitir que voc¨º entre sem a permiss?o de um superior, eu posso perder meu emprego.¡± Eu n?o sou apenas a assistente especial do Diretor Ant?nio, eu tamb¨¦m sou sua esposa.¡± Ca esperava poder entrar na empresa essa identidade. Mas o seguran?a n?o acreditou, chegou at¨¦ a desconfiar que Ca teria sa¨ªdo da empresa porque estava apaixonada por Diretor Ant?nio. Foi quando se ouviu, dodo de fora, ¡°O Diretor Ant?nio retornou.¡± Ca virou-se e imediatamente viu Alba agarrada no bra?o de Marco Ant?nio, caminhando em dire??o ao sal?o Ca estava bem ali, no lugar mais vis¨ªvel do sal?o, mas ele agiuo se n?o existisse. Cap铆tulo 1217 Cap¨ªtulo 1217 Cap¨ªtulo 1217 Marco Ant¨®nio ainda estava sua roupa habitual: camisa branca e cal?a preta longa, seus ¨®culos de aro prateado. Todos os seus movimentos eram familiares para Ca. Mas, Marco Ant¨®nio olhava para Cao uma estranha, ignorou porpleto. Ca queria chamar Marco Ant?nio, mas sua voz estava presa na garganta, incapaz de fazer um som. queria ir at¨¦ ele, mas seus p¨¦s pareciam presos por algo pesado, impedindo-a de dar um passo. Tudo que podia fazer era assistir Marco Ant?nio e Alba entrarem no elevador privado do presidente. No momento em que a porta do elevador se fechou, parecia que e Marco Ant?nio estavam completamente isdos em dois mundos. Ca sentiuo se algo tivesse se quebrado. O que foi que se quebrou? n?o tinha certeza. s¨® sabia que estava sentido uma dor muito grande, fazendo-a sentiro se seu corpo estivesse sendo esvaziado em um instante, e mal conseguia ficar de p¨¦. Felizmente, o seguran?a Lilian estendeu a m?o para ampar¨¢. ¡°Ca, voc¨º trabalhou aodo de Marco Ant?nio por tanto tempo, deveria conhec¨º-lo melhor que n¨®s. Ele n?o ¨¦ algu¨¦m que possamos entender. Voc¨º sabe que n?o pode t¨º-lo, ent?o por que jogar fora seu futuro?¡± ¡°Obrigada!¡± disse Ca agradecida. A ajuda de Lilian impediu que caisse. ¡°Voc¨º acha que sou t, um tipo de piada?¡± Lilian assentiu honestamente. Ca correu para se firmar, ergueu a cabe?a orgulho e riu: ¡°Ent?o ¨¦ assim.¡± ¡°Como assim?¡± perguntou o seguran?a, confuso. ¡°Um sentimento indescrit¨ªvel.¡± Ca riu e olhou para o pr¨¦dio majestoso. ¡°Lilian, para onde foi o cacto que euprei? Costumava ficar na frente do elevador do presidente.¡± ¡°Foi jogado fora h¨¢ alguns dias. Ouvi dizer que a nova assistente n?o gostava de nta, ent?o Marco Ant¨®nio mandou retirar aqu nta de l¨¢. ro, isso ¨¦ apenas um boato, n?o sei se ¨¦ verdade ou n?o.¡± Lilian respondeu. ¡°O que mais voc¨º ouviu?¡± Ca perguntou. Enquanto Ca era assistente de Marco Ant?nio, tratava bem os funcion¨¢rios, independentemente do fato de Marco Ant?nio ser seu marido, ent?o muitos respeitavam .. Lilian era uma dessas pessoas que respeitavam de verdade. ¡°N?o devemos fr ps costas de Marco Ant?nio, mas essa tem sido a conversa na empresa nesses ¨²ltimos dias. Toda a empresa sabe disso, e Marco Ant?nio n?o desmentiu, ent?o provavelmente ¨¦ verdade.¡± ¡°O que ¨¦?¡± Ca perguntou. ¡°Voc¨º n?o sabe? Est?o dizendo que a nova assistente, Alba, ¨¦ a misteriosa esposa de Marco Ant?nio!¡± Ao ouvir isso, Ca sentiu uma dor forte no cora??o. Lilian continuou, ¡°Marco Ant?nio sempre foi muito ro sobre separar trabalho e vida pessoal. Ele nunca permitiria que algu¨¦m se aproximasse dele por causa de conex?es pessoais. Quem trabalha ao lado de Marco Ant?nio passou por um monte de avalia??es. Agora a ¨²nica exce??o ¨¦ que essa assistente especial foi diferente desde o momento em que entrou na empresa. Dizem que foi contratada por ordem do Diretor Ant?nio e transferida para o escrit¨®rio do presidente¡­¡± ¡°Na verdade, Alba ¨¦ a herdeira da fam¨ªlia de Lu¨ªs, e era a namorada do Diretor Ant¨®nio desde a infancia. Devido aos problemas que a fam¨ªlia de Lu¨ªs enfrentou, o Diretor Ant?nio ajudou a mudar de identidade e pessoalmente colocou para trabalhar aodo dele, pode se ver ramente que ele est¨¢ se esfor?ando por .¡± ¡°Eu entendi.¡± Ca acenou a cabe?a. ¡°O qu¨º?¡± Lilian perguntou. Ca acenou para ele, ¡°Tchau!¡± Talvez esse fosse o ¨²ltimo adeus. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. Ca saiu do sal?o, ligou para Maria, ¡°Maria, onde voc¨º est¨¢ agora?¡± Cap铆tulo 1218 Cap¨ªtulo 1218 Cap¨ªtulo 1218 ¡°Nosso novo est¨²dio j¨¢ est¨¢ pronto, voc¨º quer vir dar uma olhada?¡± Maria perguntou.. ¡°Certo, estou a caminho.¡± O novo est¨²dio ficava pr¨®ximo ao Distrito da Lua Azul, eles poderiam ir trabalhar a p¨¦, era muito conveniente. Depois de sair do Grupo Ant?nio, Ca levou meia hora pra chegar no novo est¨²dio. ¡°Ca, vemigo.¡± Maria levou Ca para o segundo andar, ¡°Veja, este escrit¨®rio tem uma ¨®tima luz natural, e voc¨º pode ver ogo daqui. Eu e Jean preparamos este escrit¨®rio especialmente para voc¨º¡± Ca perguntou, ¡°Eu posso pintar em casa, n?o vou vir para o est¨²dio todos os dias, porque voc¨ºs prepararam um escrit¨®rio t?o bonito para mim?¡± ¡°Independentemente de onde voc¨º trabalhar, voc¨º tamb¨¦m ¨¦ parte do nosso est¨²dio, o nosso n¨²cleo. Agora que nos mudamos para um novo local, que ¨¦ muito maior do que o anterior, ¨¦ ro que pensamos em voc¨º.¡± ¡°E o escrit¨®rio de voc¨ºs, Jean?¡± ¡°¨¦ aodo.¡± Maria levou Ca para o escrit¨®rio aodo, que tamb¨¦m tinha vista para ogo, mas n?o era t?o aberto quanto o de Ca. O mais importante ¨¦ que os dois escrit¨®rios de Maria e Jean juntos tinham aproximadamente a mesma ¨¢rea que o de Ca. Jean e Maria sempre colocava Ca no primeiro lugar. Ca de repente sentiu um n¨® na garganta, seus olhos incharam, e quase chorou. rapidamente virou a cabe?a, olhando para a jan. Como Maria estava bastante contente o novo escrit¨®rio n??o notou o quanto Ca estava emocionada. N?velDrama.Org exclusive content. ¡°Ca, Jean e eu discutimos, j¨¢ que voc¨º renunciou ¨¤ sua posi??oo assistente especial do presidente do Grupo Ant?nio, agora voc¨º ter¨¢ mais tempo livre, ent?o n¨®s tr¨ºs podemos trabalhar juntos para desenvolver o nosso pr¨®prio est¨²dio, tornar o nosso est¨²dio cada vez maior e mais forte.¡± Ca concordou, ¡°Sim.¡± ¡°Durante todos esses anos, constru¨ªmos tudo do zero, e estou muito satisfeito o que temos agora, e voc¨º?¡± ¡°Estou muito satisfeita tamb¨¦m.¡± Ca sorriu. Os tr¨ºs criaram seu pr¨®prio est¨²dio seu pr¨®prio esfor?o, ganharam dinheiro,praram uma casa em Salvador, e j¨¢ viviem melhor que muitas pessoas. O desejo de Ca n?o era grande, tudo que sempre quis era ter sua pr¨®pria casa, um lugar para ficar, seu pr¨®prio neg¨®cio, algumas economias, isso j¨¢ era suficiente. Agora tudo isso tinha se tornado realidade, estava muito satisfeita sua vida.. No entanto, neste momento, n?o estava feliz. Erao se houvesse um buraco em seu cora??o, um vento frio soprando l¨¢ dentro, e se sentia fria. Maria tocou sua barriga e disse, ¡°Eu tenho uma casa, um neg¨®cio, e agora um filho, de repente sinto que n?o tenho mais nada a alcan?ar na vida.¡± Ca estendeu a m?o e perguntou, ¡°Posso tocar?¡± ¡°ro. Mas eles ainda est?o muito pequenos, n?o podemos senti-los.¡± Maria colocou a m?o de Ca em sua barriga. ¡°Voc¨º precisaer bem, descansar bastante e garantir a sa¨²de do beb¨º. Quanto aos assuntos do est¨²dio, vou ajudar mais, j¨¢ que n?o tenho nada para fazer em casa.¡± Ca aconselhou. ¡°Certo, seguirei seu conselho.¡± Maria de repente lembrou de algo, ¡°Ah, tem algo muito importante que eu preciso discutir voc¨º.¡± Ca respondeu: ¡°Pode fr.¡± Cap铆tulo 1219 Cap¨ªtulo 1219 Cap¨ªtulo 1219 Maria disse: ¡°Estou gr¨¢vida agora, meu namorado Andr¨¦ est¨¢ muito preocupado que minha barriga comece a aparecer, j¨¢ que ainda n?o somos oficialmente casados. Ele quer me levar para casa o mais r¨¢pido poss¨ªvel para casar, e os preparativos para o casamento continuar?o conforme nejado.¡± Ca olhou para a barriga de Maria, Mar¨ªa estava gr¨¢vida de menos de tr¨ºs meses e n?o dava para notar. ¡°Maria, casamento ¨¦ coisa s¨¦ria, voc¨º precisa ter certeza antes de aceitar.¡± Maria respondeu um sorriso: ¡°Casamento ¨¦ coisa s¨¦ria, ¨¦ o que todo mundo me diz, mas voc¨º n?o tem direito a dizer isso. Pense bem, voc¨º se casou um homem que nunca viu antes, eu e Andr¨¦ j¨¢ estamos juntos h¨¢ muito tempo, ele n?o ¨¦ mais confi¨¢vel que Marco Antonio?¡± Ca ficou sem pvras. Maria continuou: ¡°Estou s¨® brincando. Na verdade, quando Andr¨¦ e eu voltamos para a casa dele para ver os pa¨ªs dele, eu j¨¢ tinha decidido que queria passar o resto da minha vida ele. Os pais dele gostam muito de mim, meus pais tamb¨¦m gostam muito do Andr¨¦, mais cedo ou mais tarde ¨ªamos casar mesmo, acho que ¨¦ melhor casar logo para resolver isso.¡± N?vel(D)rama.Org''s content. Voc¨º nem sempre deve confiar na pvra de um homem. Assimo um certo algu¨¦m um dia disse que queria passar o resto da vida d Cae no dia seguinte estava flertando outra mulher. Ca queria que Maria pensasse bem, mas tinha medo de arruinar a felicidade d, ent?o apenas disse: ¡°Tudo bem. Se voc¨º tiver certeza, seja corajosa e case. Voc¨º tem que ser feliz.¡± ¡°Vou ser feliz, todos n¨®s seremos felizes. A prop¨®sito, Marco Ant?nio te disse quando voc¨ºs v?o fazer a cerim?nia de casamento?¡± Cerim?nia de casamento? Marco Ant?nio nunca mencionou isso. Ca n?o se importava essas formalidades, mas neste momento se sentia muito desapontada. Se voc¨º realmente gosta de algu¨¦m, deve querer ter uma cerim?nia de casamento ele ou ¡­. Casar no Registro ¨¦ apenas ser casado legalmente. A cerim?nia de casamento ¨¦ apresentar um ao outro para a fam¨ªlia e amigos e dizer a todos que conhecem que eles s?o casados e passar?o o resto de suas vidas juntos. Pensando nisso, Ca deu um sorriso, ¡°Talvez eu tenha uma cerim?nia de casamento outra pessoa¡­¡± Maria pensou que Ca estava brincando, ent?o riu e respondeu: ¡°Voc¨º encontrou um homem mais bonito que Marco Ant?nio?¡± ¡°N?o encontrei ainda, mas quem sabe se n?o vou encontrar no futuro.¡± Ca sorriu e inclinou a cabe?a. ¡®Seu marido Marco Ant?nio ¨¦ um homem perfeito, voc¨º um homem maravilhosoo ele,o outro homem pode ser melhor que ele?¡± Maria n?o acreditou. ¡°Ent?o¡­ talvez o facto de eu gostar de Marco Ant?nio seja apenas porque n?o encontrei um homem melhor que ele.¡± Maria tamb¨¦m entrou na brincadeira de Ca, ¡°Pode ser. Mas eu acho que voc¨º n?o vai encontrar um homem que seja melhor que Marco Ant?nio em todos os aspectos.¡± Ca deu um sorriso e n?o disse mais nada. Maria voltou ao assunto principal, ¡°Amanh? Andr¨¦ e eu vamos voltar para a cidade dele para nos casar, provavelmente vamos ficar l¨¢ por alguns dias. Nesse meio tempo, vamos nos mudar do est¨²dio, se tiver tempo, voc¨º pode vir nos ajudar. ¡°Certo, vai cuidar das suas coisas. Quando voc¨º voltar, eu te levo para jantar.¡± Ca respondeu. Maria sugeriu, ¡°Tem um novo restaurante na Avenida Liberdade, o ambiente ¨¦ ¨®timo e aida ¨¦ boa. Quando eu voltar, chamamos o Jean para ir l¨¢.¡± Ca concordou, ¡°Certo. Vamos chamar seu marido Andr¨¦ tamb¨¦m. N¨®s quatro vamos juntos.¡± ¡°Marco Ant¨®nio n?o vai?¡± Maria perguntou. ¡°Ele est¨¢ muito ocupado.¡± Ca respondeu friamente. Maria concordoupreens?o, ¡°¨¦ verdade. Como l¨ªder do Grupo Ant?nio, o Diretor Ant?nio deve estar sempre na correria.¡± ¡°Maria¡­¡± Maria respondeu, ¡°Hmm?¡± Cap铆tulo 1220 Cap¨ªtulo 1220 Cap¨ªtulo 1220 Ca queria dizer algo, mas quando as pvras chegaram ¨¤ ponta da l¨ªngua, as engoliu de volta. ¡°S¨® acho que o cora??o das pessoas muda facilmente.¡± ¡°Depende do tipo de pessoa. Por exemplo, n¨®s tr¨¦s, todos esses anos, cada um ocupou um lugar importante no cora??o do outro, isso nunca mudou.¡± Maria respondeu. ¡°Sim.¡± Ca assentiu. N?velDrama.Org exclusive content. Os verdadeiros amigos de confian?a s?o aqueles quem voc¨º cresceu. Quanto aos outros, n?o se pode acreditar facilmente, mesmo nas pvras mais agrad¨¢veis. Depois de sair do est¨²dio, Ca voltou para a mans?o de Ant?nio. Sra. Luisa realmente esperava que Ca voltasse para a mans?o de Ant?nio para morar , mas quando viu que Ca n?o tinha voltado Marco Ant?nio,e?ou a ficar preocupada novamente, ¡°Carlita, por que voc¨º voltou?¡± Ca perguntou um sorriso, ¡°Voc¨º acha que estou iodando voc¨º?¡± ¡°N?o fale bobagem,o eu poderia achar voc¨º chata. Eu s¨® estou preocupada que voc¨º esteja ocupada todo tempo que voc¨º e Marco n?o tenha tempo para cultivar sentimentos.¡± *Os sentimentos n?o precisam ser cultivados, eles existem ou n?o existem.¡± Ca respondeu. Sra. Luisa sorriu, ¡°¨¦ verdade, voc¨º est¨¢ certa.¡± ¡°Voc¨º ainda n?o almo?ou, n?o ¨¦? Vou almo?ar voc¨º.¡± Ca perguntou. ¡°Certo.¡± Sra. Luisa respondeu. Na mesa, Ca ajudou diligentemente Sra. Luisa aida. ¡°Vov¨® Luisa, sua dieta ainda ¨¦ especialmente preparada por um nutricionista?¡± Sra. Luisa assentiu, ¡°Sim, sempre tem algu¨¦m respons¨¢vel por isso.¡± Ca disse, ¡°No futuro, eu posso estar um pouco ocupada e n?o ter tempo para vir aqui frequ¨ºncia. Se voc¨º sentir minha falta, pode me ligar.¡± ¡°O que voc¨º vai fazer?¡± Sra. Luisa perguntou. ¡°Coisas do est¨²dio. Nosso est¨²dio mudou de local e expandiu bastante, ent?o provavelmente teremos que investir mais energia.¡± ¡°¨¦ verdade, voc¨º deve se concentrar na sua carreira. Mas n?o se esforce demais, voc¨º deve descansar bem, afinal de conta, n?o nos falta dinheiro.¡± ¡°Certo.¡± Ca assentiu. Sra. Luisa tamb¨¦m serviuida para Ca, ¡°Estr tamb¨¦m saiu para trabalhar a pouco tempo, s¨® eu fiquei em casa. Estou muito feliz que voc¨º veio me visitar.¡± ¡°Vov¨® Luisa, eu tenho algo para te dar.¡± Ca pegou sua bolsa, tirou uma caixa vermelha de dentro, abriu a caixa, dentro havia um pingente, ¡°Eu peguei isso na igreja h¨¢ alguns dias, espero que possa trazer sa¨²de e longevidade para voc¨º, espero que voc¨º goste.¡± Sra. Luisa ficou muito feliz, ¡°Obrigada, eu adorei. Carlita, voc¨º pode me ajudar a colocar?¡± ¡°ro.¡± Depois de colocar, Sra. Luisa sorriu, ¡°Carlita, voc¨º ¨¦ uma boa crian?a.¡± Ca sabia que Sra. Luisa n?o precisava de dinheiro ou roupas, o que dava a Sra. Luisa n?o era importante, o importante era que estava pensando em Sra. Luisa, mostrando um pouco de carinho. Vendo o rosto bondoso de Sra. Luisa, os olhos de Ca voltaram a ficar vermelhos. O que menos queria era deixar era a vov¨® L¨ªdia¡­ ¡°Carlita, por que voc¨º est¨¢ chorando?¡± ¡°Eu estou chorando?¡± Ca percebeu ent?o que, sem saber quando, suas l¨¢grimas j¨¢ estavam fluindo incontrvelmente de seus olhos. levantou a m?o, tentando enxugar as l¨¢grimas dos cantos dos olhos. Mas, as l¨¢grimas pareciam se multiplicar por causa disso. Cap铆tulo 1221 Cap¨ªtulo 1221 Cap¨ªtulo 1221 Vov¨® Lu¨ªsa vendo a cena, se preocupou muito, ¡°Carlita, voc¨º est¨¢ se sentindo mal? Ou houve algum problema entre voc¨º e Marco? Se houver qualquer problema, pode me contar, eu vou te ajudar a resolver. Se Marco n?o est¨¢ te tratando bem, voc¨º precisa me contar, eu vou dar um jeito nesse moleque.¡± Ca, esfor?o, limpou as l¨¢grimas, ¡°Vov¨® Luisa, estou bem.¡± Como Sra. Luisa poderia acreditar que estava bem, ¡°Carlita, voc¨º n?o est¨¢ sozinha, voc¨º tem a n¨®s, somos todos sua familia. Se tiver algum problema, precisa nos contar, vamos resolver juntos, n?o pode guardar tudo para voc¨º e sofrer sozinha.¡± Sra. Luisa amava muito Ca, sempre pensando n. Ca sabia muito bem disso e por isso a ¨²ltima pessoa que queria machucar era vov¨® Luisa. correu para os bra?os de Sra. Luisa, abrindo os bra?os e a abra?ando apertado, sentindo o cheiro familiar de Sra. Luisa, Talvez eu s¨® esteja sentindo falta de vov¨® L¨ªdia. Deixe-me te abra?ar, eu vou me sentir melhor logo.¡± Ouvindo essa explica??o, Sra. Luisa acreditou. Ca e vov¨® L¨ªdia passaram muitos anos juntas, e a morte repentina de vov¨® L¨ªdia, fazia sentido que Ca chorasse de saudade. Sra. Luisa acariciou as costas de Ca, ¡°Se voc¨º est¨¢ saudade de vov¨® L¨ªdia, pode me contar tamb¨¦m.¡± Como esperado, sentindo o cheiro familiar, Ca se acalmou gradualmente. ¡°Certo.¡± se aconchegou mais em Sra. Luisa. Sra. Luisa baixou a cabe?a, afagando gentilmente seus cabelos, ¡°Carlita¡­ Eu ouvi Marta dizer que Marco permitiu que Alba passasse a noite em Brisa do Mar. Se voc¨º est¨¢ iodada issovoc¨º precisa dizer para Marco, voc¨º n?o pode guardar isso para voc¨º.¡± Ca era muito direta e acreditava que os problemas entre casais deveriam ser discutidos e resolvidos juntos, sem guardar segredos ou fazer suposi??es. tentou isso dessa vez, mas Marco Ant?nio se recusou a fr . for?ou um sorriso para esconder as l¨¢grimas em seus olhos, ¡°Vov¨® Luisa, n?o importao ser¨¢ minha r??o ele, voc¨º sempre ser¨¢ da minha fam¨ªlia, seu lugar no meu cora??o nunca mudar¨¢.¡± N?velDrama.Org exclusive content. Ca nem sequer mencionou o nome de Marco Ant?nio. Sra. Luisa percebeu a ¨ºnfase nas pvras de Ca. ¡°O que est¨¢ acontecendo entre voc¨ºs dois?¡± Ca disse gentilmente, ¡°Na sociedade de hoje, h¨¢ muitos casais se divorciando, ningu¨¦m pode garantir que um casal vai ficar junto para sempre. Se eu e ele n?o conseguirmos ficar juntos, eu espero que isso n?o afete nosso rcionamento.¡± ¡°N?o me importa o que acontece outros casais, mas voc¨º e Marco precisam ficar juntos at¨¦ o fim.¡± Pensou Sra. Luisa, mas suas pvras foram outras, ¡°ro, n¨®s nos conhecemos primeiro, Marco ou n?o, n¨®s somos familia.¡± Sra. Luisa n?o queria pressionar Ca, queria que Ca fosse feliz. Ouvindo Sra. Luisa dizer isso, Ca apertou um pouco mais o abra?o em vov¨® Luisa. Assim, Ca se sentiu aliviada. Na mans?o de Ant?nio, Ca passou a tarde Sra. Luisa. Depois do jantar, Ca dirigiu Marta de volta para Brisa do Mar. Marta, sentada no banco do passageiro, n?o parava de fr, ¡°Ca, Sra. Luisa realmente te ama como se voc¨º fosse da fam¨ªlia ¡°V¨º, hoje fez as pessoas prepararem muitos suplementos preciosos para voc¨º novamente, querendo que eu leve para Brisa do Mar e cozinhe para voc¨ºer.¡± Ca estava ouvindo, sem dizer uma pvra. Marta continuou, ¡°Ca, n?o importa qual decis?o voc¨º tome no futuro, voc¨º deve primeiro considerar os sentimentos da Sra. Luisa. te ama muito, se voc¨º¡­¡± Ca interrompeu, ¡°Que decis?o eu poderia tomar?¡± Marta parou. Sim, que decis?o Ca poderia tomar? Cap铆tulo 1222 Cap¨ªtulo 1222 Cap¨ªtulo 1222 Marta talvez estava um pouco paranoica, mas tinha a impress?o de que Ca havia tomado uma decis?o dentro de si. Depois de um tempo, Ca disse novamente, ¡°Marta, sou realmente grata por tudo que voc¨º tem feito por mim.¡± Desde que Ca conheceu Marta na v Brisa do Mar, a tem tratadoo uma filha, cuidando d em todos os detalhes. Marta respondeu, ¡°N?o precisa agradecer. Marco me paga muito bem, cuidar de voc¨º ¨¦ minha obriga??o.¡± Marta sempre dizia que trabalhava pelo sal¨¢rio, mas na verdade, j¨¢ considerava a familia de Ant?nioo sua pr¨®pria familia, ¨¦ uma mulher mitometiculosa e atenta em tudo o que fazia, ent?o era ¨®bvio que tudo que fazia n?o era apenas pelo dinheiro. Ca n?o disse mais nada e continuou dirigindo em dire??o a Brisa do Mar. Quando chegaram ¨¤ v Brisa do Mar, j¨¢ eram nove horas da noite. As luzes da casa principal estavam apagadas, o que significava que Marco Ant?nio ainda n?o havia voltado para casa. Ca olhou para o celr, sem chamadas perdidas de Marco Ant?nio, sem mensagens n?o lidas dele¡­ n?o estava surpresa isso. Marta sousabia o que estava acontencendo, ent?o tentou confortar Ca, ¡°Carlita, Marco tem estado muito ocupado o trabalho ultimamente, ele vai voltar para casa todos os dias quando estiver menos ocupado.¡± Ca sorriu levemente, ¡°Sim, eu sei. J¨¢ est¨¢ tarde, Marta, voc¨º deveria descansar.¡± Quanto mais calma Ca parecia, mais preocupada Marta ficava, ¡°Carlita, que tal se eu ficar mais um pouco voc¨º?¡± Ca sorriu novamente, ¡°Marta, estou muito cansada hoje, gostaria de descansar cedo. Podemos conversar amanh?, ok?¡± ¡°Ok, descansa primeiro. O que voc¨º gostaria deer amanh? de manh?? Eu posso preparar anteced¨ºncia.¡± Na verdade, Marta n?o tinha nada espec¨ªfico para conversar, s¨® estava preocupada que Ca pudesse fazer algo precipitado. Ca pensou por um momento, ¡°Vamoser espaguete ¨¤ bolonhesa.¡± ¡°Ok, ent?o voc¨º deveria descansar agora.¡± De volta ao quarto principal no terceiro andar, Ca tomou um banho e se deitou na cama, mas n?o conseguiu dormir, sempre atenta ao que estava acontecendo l¨¢ fora. esperava muito ouvir o som de um carro no quintal, esperava que Marco Ant?nio voltasse para casa, esperava que tudo o que aconteceu nos ¨²ltimos dias fosse apenas uma ilus?o¡­ Como desejava que, quando acordasse, tudo voltasse ¨¤ perfei??oo de in¨ªcio. No entanto, Ca esperou a noite toda, at¨¦ o sol entrar p jan, Marco Ant?nio ainda n?o havia voltado para casa. Seu cora??o apaixonado estava ficando cada vez mais frio¡­ Ca riu de si mesma, ¡°O que ainda estou esperando?¡± Nos d¨ªas seguintes, Marco Ant?nio n?o voltou para casa, Ca estava ocupada suas pr¨®prias coisas. Maria e Andre est?o ocupados o casamento, o trabalho de Maria foi temporariamente assumido por Ca, ent?o estava indo e voltando entre casa e o est¨²dio todos os dias. Durante o dia, Ca estava ocupada os assuntos do est¨²dio Jean. ¨¤ noite, Ca reservava duas ou tr¨ºs horas para desenhar quadrinhos. A vida parecia ter voltado ao tempo em que Ca tinha acabado de se formar, embora estivesse ocupada, estava cheia. N?vel(D)rama.Org''s content. ? ?? ? Durante esse per¨ªodo, Marco Ant?nio n?o ligou para Ca, nem mandou mensagens para , e Ca tamb¨¦m n?o entrou em contato Marco Ant?nio. Nenhum dos dois tomou a iniciativa de contatar o outro,o se, independentemente de quem deixou quem, a vida continuaria normalmente, sem que ningu¨¦m fosse afetado. Cap铆tulo 1223 Cap¨ªtulo 1223 Cap¨ªtulo 1223 No quarto dia, Maria retornou. Quando Maria apareceu na porta do ateli¨º, estava t?o p¨¢lida que Ca quase n?o a reconheceu. ¡°Maria, o que aconteceu voc¨º?¡± Ca rapidamente ajudou Maria a sentar-se e serviu um copo de ¨¢gua para . Maria, tremendo, pegou o copo e bebeu vorazmente, ¡°Eu perdi meu beb¨º.¡± Maria e seu noivo Andre foram ¨¤ sua cidade natal para registrarem para o casamento, mas sofreu um aborto¡­ Nesse momento, o cora??o de Ca partiu, causando uma dor quase insuport¨¢vel. Ca segurou a m?o de Maria firmemente e perguntou, ¡°Como voc¨º perdeu o beb¨º? O que aconteceu nesses ¨²ltimos dias?¡± ¡°Eu fiz um aborto no hospital.¡± Maria disse for?ando um sorriso. Ao ouvir isso, a mente de Ca ficou em branco. ¡°Porqu¨¦?¡± ¡°Aquele homem me enganou.¡± Maria explicou detalhadamente toda a situa??o. ¡°Andre foi casado antes, e ele tem um filho de quatro anos. Eu n?o me importo que ele tenha sido casado antes, mas eu me importo que ele tenha me enganado.¡± Essa era tamb¨¦m a opini?o de Ca. Ter sido casado antes n?o ¨¦ um problema, mas uma mentira ¨¦ absolutamente inaceit¨¢vel. Se fosse , provavelmente teria tomado uma decis?o ainda mais dr¨¢stica. Maria continuou, ¡°Nas primeiras duas vezes que fui ¨¤ casa dele, eles esconderam a crian?a, a fam¨ªlia toda me enganou. Voc¨º sabe por que eles n?o esconderam a crian?a desta vez?¡± ¡°Porqu¨º?¡± Maria riu friamente, ¡°Porque eu estava gr¨¢vida. Eles acharam que, uma vez que eu estava gr¨¢vida, eu n?o teria outra escolha sen?o casar Andre. Eles at¨¦ pensaram que uma menina que est¨¢ gr¨¢vida teria que se casar o pai da crian?a, caso contr¨¢rio, ningu¨¦m iria quere . Mesmo que eu nunca me case, eu n?ovou suportar que qe tratem assim!¡± Maria parecia muito tranqu, mas valorizava muito seus sentimentos. falou levianamente, mas seu cora??o j¨¢ estava ferido. Ca abra?ou Maria, ¡°Maria, seja qual for a sua decis?o, Jean e eu estaremos ao seudo para apoi¨¢- la. Agora volte para casa e descanse, cuidar do seu corpo ¨¦ o mais importante. Voc¨º n?o pode destruir sua vida por causa desse homem.¡± Maria agarrou firmemente a m?o de Ca, e as l¨¢grimas que havia segurado por dias finalmente come?aram a cair. This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org. ¡°Eu desisti de outras possibilidades por causa de uma pessoa que n?o vale a pena. Desde que concordei em namorar ele, nejei passar a vida toda ele. Como eu poderia saber que ele me enganaria t?o cruelmente¡­ Vendo Maria chorar, Ca n?o p?de evitar as l¨¢grimas. ¡°Ningu¨¦m pode ler a mente dos outros, voc¨º n?o poderia saber no que ele estava pensando. Voc¨º descobriu cedo e conseguiu sair a tempo¡­¡± Por outrodo, Ca j¨¢ estava profundamente apaixonada e sair agora exigiria todos os seus esfor?os. ¡°Do que voc¨º est¨¢ fndo? Aquele cretino te enganou? Onde ele est¨¢? Eu vou l¨¢ ensinar uma li??o ¨¤ ele agora mesmo.¡± s x a p s 37 9 2 Jean, voltando do exterior, entrou p porta e ouviu a conversa, ficando furioso. Ca e Maria eram muito importantes para Jean, ele nem mesmo ousaria fr duramente s, muito menos permitir que outros enganassem s. ¡°N?o fa?a nada, n?o destrua seu futuro por uma pessoa que n?o vale a pena.¡± Maria disse calmamente. ¡°Como ele te enganou?¡± Jean perguntou os dentes cerrados. Maria repetiu para Jean o que tinha acabado de dizer para Ca, mas n?o mencionou o fato de que havia feitoum aborto. Jean ainda n?o sabia que Maria estava gr¨¢vida, e n?o queria que Jean se preocupasse . Cap铆tulo 1224 Cap¨ªtulo 1224 Cap¨ªtulo 1224 Jean ouviu tudo isso e j¨¢ estava fervendo de raiva. ¡°O que ¨¦ isso? Isso ¨¦ um golpe de casamento! Andre n?o vai ter um fim feliz! N?o quero v¨º-lo nunca mais, sen?o vou dar uma surra nele toda vez que eu ver ele. Parece que Marco Ant?nio ¨¦ mais confi¨¢vel.¡° Ao dizer isso, Jean percebeu algo, ¡°Espere, n?o est¨¢ certo. N?o era Ca que, onde quer que fosse, Marco Ant¨®nio a seguia? Ca, voc¨º tem estado t?o ocupada no est¨²dio ultimamente,o ¨¦ que eu nunca vi ele l¨¢? Eu nem mesmo ouvi voc¨º fr ele ao telefone.¡± Nesse periodo, Ca realmente n?o falou Marco Ant?nio por telefone,o se nunca tivessem existido no mundo um do outro. ¡°Ele tem estado ocupado o trabalho.¡± Disse Ca. ¡°Ele n?o estava ocupado antes?¡± Perguntou Jean. ¡°Vamos fr dos problemas da Maria, e n?o dos meus.¡± Ca n?o queria fr daquele homem. ¡°J¨¢ resolvi meus problemas. N?o tenho mais nada a ver Andre.¡± Maria disse determina??o. Jean concordou, ¡°¨¦ assim que tem que ser. Assimo voc¨ºe?ou algo, assim tamb¨¦m deveser capaz de terminar, nunca fique arrasada por causa de um homem.¡± Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. ¡°Ca, responda ¨¤ pergunta de Jean.¡± Maria disse, virando-se. ¡°Que pergunta?¡± Ca perguntou, desinteressada. ¡°Por que Marco Ant?nio n?o veio te buscar?¡± ¡°Eu j¨¢ disse que ele est¨¢ ocupado.¡± Ca disse, sem express?o. ¡°Estar ocupado n?o ¨¦ uma desculpa. Eu sou um homem, entendo os homens melhor do que voc¨ºs. Quando um homem diz que est¨¢ ocupado o trabalho e nem tem tempo para te ligar, provavelmente perdeu o interesse em voc¨º. Se algu¨¦m realmente se importa voc¨º, sempre tem tempo para uma liga??o, por mais ocupado que esteja.¡± Jean disse, indignado. Ca j¨¢ sabia tudo isso, s¨® n?o queria fr sobre Marco Ant?nio. Ca sorriu e disse, ¡°Sim, vou observ¨¢-lo de perto. Se ele tiver outros interesses, sereio Maria e terminarei tudo de uma vez.¡± ¡°N?o era bem isso que eu queria dizer. Apenas quero que voc¨º n?o confie demais no Diretor Ant?nio, todos os homens precisam de aten??o constante.¡± Jean aconselhou, ¡°Afinal, para o Diretor Ant?nio, as tenta??es externas s?o muitas. Se ele n?o tiver cuidado, pode ser seduzido a qualquer momento. Ent?o, voc¨º precisa prestar mais aten??o nele, n?o confie demais.¡± Ca concordou, ¡°Sim.¡± Jean disse, frustrado, ¡°N?o seja assim, pense bem sobre o que eu disse.¡± Ca respondeu, ¡°Ouvi o que voc¨º disse aten??o, e vou fazer o que disse. Agora, vou levar Maria para descansar.¡± ¡°Certo, Ca, me leve para casa.¡± Maria sentiu que algo estava acontecendo. No caminho de volta, Maria perguntou a Ca, ¡°Voc¨º e o Diretor Ant?nio brigaram?¡± Ca bn?ou a cabe?a, ¡°N?o.¡± Eles realmente n?o tinham brigado, n?o estava mentindo, ele s¨® estava ignorando . Maria quer¨ªa dizer algo, mas Cae?ou a fr, ¡°Maria, voc¨º teve um aborto, precisa descansar. Nos pr¨®ximos dias, fique em casa, eu vou cuidar de voc¨º. ¡°N?o sou t?o fr¨¢gil assim a ponto de voc¨º querer cuidar de mim.¡± Disse Maria. Ca olhou para e disse, ¡°Neste caso, voc¨º deve ouvir o meu conselho. Ouvi a av¨® Lidia dizer que tanto o aborto quanto o parto exigem cuidados na recupera??o, se voc¨º n?o tomar cuidado, vais ter problemas depois.¡± ¡°Certo, vou seguir o seu conselho.¡± Maria respondeu. Cap铆tulo 1225 Cap¨ªtulo 1225 Cap¨ªtulo 1225 Depois de acalmar Maria, Ca saiu paraprar ingredientes no mercado pr¨®ximo. Morando na Brisa do Mar, tinha Marta para preparar suas refei??es, fazia muito tempo que Ca n?o visitava um mercado t?o cheio de vida. No entanto, sobre o queprar eo pechinchar, Ca ainda era muito habilidosa nisso. Caprou alguns ingredientes ben¨¦ficos para a sa¨²de, depois foi ao supermercadoprar algumas frutas enches que Maria gostava. Ent?o, duas sacs cheias, voltou ao Distrito da Lua Azul. No caminho de volta, Ca encontrou Jean. Mais precisamente, Jean sabia que Ca havia sa¨ªdo sozinha para fazerpras e foi busc¨¢. Jean pegou as sacs das m?os de Ca naturalmente e disse: ¡°Ca, volte pra casa. Eu posso cuidar de Maria.¡± Ca perguntou: ¡°Por que voc¨º sempre me apressa para ir embora? Faz muito tempo que n¨®s tr¨ºs n?oemos juntos, eu n?o posso ficar e jantar antes de ir?¡± Jean respondeu: ¡°ro que gostar¨ªamos que voc¨º ficasse, at¨¦ mesmo que morasse no Distrito da Lua Azul, assim poder¨ªamos estar juntos todos os diaso antes. Mas agora voc¨º tem uma fam¨ªlia, deves coloc¨¢ em primeiro lugar.¡± ¡°Porque eu tenho uma familia, n?o posso mais conviver meus amigos de antes?¡± Ca abra?ou o bra?o de Jean. ¡°Em meu cora??o, voc¨º e Maria s?o insubstitu¨ªveis.¡± Jean respondeu: ¡°No meu cora??o, voc¨º e Maria tamb¨¦m s?o. Quando penso que Maria foi enganada por Andre, fico muito irritado. Precisamos encontrar uma maneira de punir esse cara, n?o podemos deixar isso barato.¡± ¡°Eu tamb¨¦m estou muito chateada, mas Andre ¨¦ algu¨¦m que Maria j¨¢ amou muito, ent?o vamos deixar esse assunto pra l¨¢. O melhor ¨¦ n?o termos mais contato no futuro. Ca bn?ou a cabe?a. Jean olhou para e disse: ¡°Isso n?o parece voc¨º.¡± Ca respondeu: ¡°Com a idade e as experi¨ºncias, as pessoas mudam.¡± Jean achou que Ca estava certa e parou de pensar emo punir Andre. Depois de um tempo, ele se lembrou de algo. ¡°Sua irm? Alba n?o est¨¢ morando voc¨º, n?o ¨¦? J¨¢ faz alguns dias que n?o vemos luzes em sua casa.¡± ¡° deve ter ido a uma viagem de neg¨®cios Marco Ant?nio.¡± Ca respondeu. Jean ficou em sil¨ºncio por um momento e depois disse: ¡°Voc¨º ¨¦ muito despreocupada.¡± Ca sorriu, ¡°Se eu n?o fosse, se eu pudesse seguir um homemo um rabo, ele me valorizaria?¡± ¡°Sua l¨®gica ¨¦ realmente peculiar.¡± Ca riu e disse, ¡°Bom, chega de fr sobre outras pessoas.¡± ¡°Quando ¨¦ que seu marido Marco Ant?nio se tornou outra pessoa?¡± Jean perguntou. ¡°Para voc¨ºs, ele sempre foi um estranho.¡± Ca respondeu. ¡°Isso ¨¦ verdade.¡± Os dois riram enquanto voltavam para o bairro. Preocupados em acordar Maria, Ca e Jean decidiram cozinhar na casa de Jean. Eles trabalharam juntos e em pouco tempo um jantar farto estava pronto. ¡°Vou ver se Maria acordou. Se acordou, vou cham¨¢r para jantar.¡± disse Ca. ¡°Certo, v¨¢ ver . Vou fazer mais suco de frutas, ¨¦ o preferido de Maria.¡± T¨¢ bom. N?velDrama.Org exclusive content. Os tr¨ºs moravam no mesmo pr¨¦dio, de uma casa para outra era muito conveniente. Ca tinha a senha da porta de Maria, entrou diretamente na casa e viu Maria, que deveria estar no quarto descansando, mas estva sentada no sof¨¢ na s de estar, em sil¨ºncio. Ca se aproximou, mas Maria ainda n?o a percebeu. ¡°Maria.¡± Ca a chamou. Maria voltou a si e for?ou um sorriso, ¡°Carlita.¡± Ca sentou-se aodo d e perguntou: ¡°Voc¨º n?o consegue dormir?¡± Maria assentiu a cabe?a, ¡°Eu j¨¢ vi casos assim no notici¨¢rio, nunca imaginei que aconteceria comigo.¡± Ca apertou firmemente a m?o d, disse, ¡°N?o podemos mudar o dano que j¨¢ foi causado. Tudo o que podemos fazer ¨¦ esquecer o mais r¨¢pido poss¨ªvel ee?ar uma nova vida.¡± Maria acariciou a barriga, ¡°N?o sinto falta do Andr¨¦. Eu s¨® me arrependo de ter agido t?o impulsivamente ao abortar meu filho.¡± Cap铆tulo 1226 Cap¨ªtulo 1226 Cap¨ªtulo 1226 Ca entendeu, Maria estava muito feliz antes de partir, discutindo se o beb¨º na barriga seria menino ou menina. Agora, parece que a vida ¨¦ cheia de surpresas, Ca abra?ou Maria, sentou-se em sil¨ºncio. Ent?o o telefone tocou. Ca atendeu imediatamente e ouviu Jean dizer, ¡°Maria ainda est¨¢ dormindo? Devo levarida para a casa d?¡± ¡°N?o precisa, n¨®s j¨¢ vamos.¡± Ca respondeu. Desligando o telefone, Ca puxa Maria, ¡°Vamos, vamoser primeiro. Depois deer, durma e quando acordar, ser¨¢ um novo dia,¡± ¡°¨¦ isso a¨ª, n?o existe nenhum obst¨¢culo que n?o possa ser superado.¡± Maria for?ou um sorriso. Depois do jantar, Ca nejou ficar e cuidar de Maria, mas Maria discordou. ¡°Venha cuidar de mim amanh? durante o dia. Voc¨º precisa voltar ¨¤ noite, n?o deixe Marco Ant?nio sozinho em casa.¡± Jean interveio, ¡°Eu ainda estou aqui para cuidar de Maria, pode voltar tranqu.¡± Ca s¨® pode concordar, ¡°Certo.¡± Para n?o preocupar Jean e Maria, Ca voltou para a Brisa do Mar.Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. H¨¢ uma certa distancia do Distrito da Lua Azul para a Brisa do Mar, mesmo sem transito, a viagem leva mais de meia hora. Ao chegar ¨¤ mans?o, Ca viu de longe as luzes do pr¨¦dio principal. Marco Ant?nio provavelmente estava em casa. Marta, no entanto, n?o estava dentro cuidando de Marco Ant?nio, mas estava parada na porta, olhando em volta. Assim que Ca entrou no quintal, Marta se aproximou, ¡°Carlita, Marco Ant¨®nio voltou.¡± ¡°Sim, eu sei.¡± Ca respondeu, sem sabero se sentia por dentro. Marta franziu a testa e disse, ¡°E ele trouxe a Alba.¡± Ao ouvir isso, Ca se lembrou do que viu na sede do Grupo Ant?nio. pensou que poderia ficar indiferente, mas descobriu que ainda sentia dor. se criticou, ¡°Que in¨²til!¡± ¡°Alba ¨¦ a assistente pessoal de Marco Ant?nio, ¨¦ perfeitamente normal que esteja ele.¡± Ca disse a Marta. Quando Ca entrou e viu Marco Ant?nio e Alba conversando animadamente na s, toda a sua fachada quase desmoronou. Mas conseguiu contrr suas emo??es. ¡°Voc¨º voltou.¡± Ca caminhou at¨¦ ele e disse um sorriso. ¡°Sim.¡± Marco Ant?nio olhou para . Ele apenasn?ou um olhar r¨¢pido e ent?o voltou sua aten??o para Alba. ¡°Carlita, voc¨º voltou.¡± Disse Alba.. ¡°Sim. Voc¨º j¨¢ jantou?¡± Ca perguntou. ¡°Ainda n?o. Estava esperando voc¨º para jantarmos juntos. Disse Alba. ¡°Eu j¨¢ jantei fora, voc¨ºs podemer tranquilos, n?o vou ficar.¡± Ca disse enquanto se preparava para sair. Ca virou para subir as escadas, mas foi parada por Alba, ¡°Carlita, Marco Ant?nio me arranjou um lugar para ficar. J¨¢ me mudei da sua casa no Distrito da Lua Azul h¨¢ alguns dias.¡± ¡°¨¦ mesmo?¡± Ca se virou e olhou para Marco Ant¨®nio, mas ele n?o estava olhando para . Ca sorriu, subiu as escadas e depois voltou. Ca entregou um documento a Marco Ant?nio. ¡°Diretor Ant?nio, j¨¢ pedi ao advogado para preparar o acordo de div¨®rcio. D¨º uma olhada, se estiver tudo bem, assine seu nome.¡± ¡®Voc¨º j¨¢ decidiu?¡± Cap铆tulo 1227 Cap¨ªtulo 1227 Cap¨ªtulo 1227 Marco Ant?nio levantou a cabe?a, seu olhar frio finalmente parou no rosto d, e sua voz era fria quando ele falou. Ele n?o fingiu perguntar por que de repente queria se divorciar, em vez disso, parecia que ele j¨¢ estava esperando que tomasse essa decis?o. ¡°J¨¢ decidi.¡± Ca respondeu. Marco Ant?nio pegou o acordo de div¨®rcio, deu uma olhada r¨¢pida e perguntou: ¡°Voc¨º n?o quer nada?¡± ¡°Como sua assistente, panhei voc¨º em muitos lugares e ajudei muito no seu trabalho. Mas nunca deixei de receber meu sal¨¢rio e b?nus. Como sua esposa, nunca ajudei voc¨º no trabalho. Tudo que voc¨º tem era seu antes de nos casarmos, n?o vou querer seu dinheiro. Ca respondeu. ¡°Tudo o que ganhamos quando somos casados ¨¦ propriedade conjugal. Voc¨º pode manter o presente que vov¨® Luisa lhe deu quando nos conhecemos. Eu lhe darei um pouco mais de dinheiro, ent?o voc¨º n?o ter¨¢ que trabalhar e n?o ter¨¢ problemas na vida.¡± Marco Ant?nio respondeu. Ca recusou, ¡°N?o precisa, eu posso ganhar dinheiro sozinha.¡± Marco Ant?nio a lembrou novamente, ¡°Pense mais um pouco.¡± Ca respondeu firmeza: ¡°J¨¢ pensei muito bem. Se n?o h¨¢ problema, assine o acordo de div¨®rcio porque n¨®s precisamos iniciar o processo de div¨®rcio. ¡°Se voc¨º realmente quer se divorciar, n?o precisamos passar pelo processo de div¨®rcio, posso arranjar algu¨¦m para cuidar disso.¡± Ca sorriu, ¡°Tudo bem, ¨¦ melhor para n¨®s dois.¡± Quando Marco Ant?nio se preparava para assinar o acordo de div¨®rcio, Marta viu e imediatamente correu para pegar o acordo. ¡°Marco, voc¨º n?o pode assinar isso! Voc¨º n?o voltou para casa nos ¨²ltimos dias e n?o entrou em contato a Carlita, ent?o est¨¢ raiva. est¨¢ agindo por impulso, voc¨º n?o pode ser impulsivo, voc¨ºs n?o pode se divorciar de jeito nenhum.¡± Ca disse suavemente, ¡°Marta, eu n?o estou sendo impulsiva, pensei muito bem. Devolva o acordo de div¨®rcio pra ele e deixe-o assinar.¡± ¡°N?o, eu n?o posso deixar voc¨ºs se divorciarem, de jeito nenhum. Se voc¨ºs se divorciarem, Sra. Luisa vai ficar muito triste.¡± Marta rapidamente pegou o celr. ¡°Vou ligar para a Sra. Luisa agora e pedir a para vir e conversar voc¨ºs.¡± Mas antes que pudesse fazer a liga??o, ouviu a voz fria de Marco Ant?nio. ¡°Voc¨º est¨¢ demitida agora, arrume suas coisas e v¨¢ embora.¡± ¡°Marco, n?o me importo se voc¨º me demitir, mas voc¨º e Carlita n?o podem se divorciar. Sei que voc¨º gosta de Carlita, voc¨º at¨¦ disse que ¨¦ a ¨²nica menina que voc¨º j¨¢ gostou na vida, ent?o por que chegar ao ponto de se divorciar?¡± Marta estava muito triste. Alba tamb¨¦m disse algo, ¡°Carlita, por que n?o pensa um pouco mais?¡± Quando Marta ouviu isso, se virou e gritou Alba. ¡°Pare de fingir que se importa, se voc¨º realmente considerasse Carlitao sua irm?, voc¨º diria aqus coisas na frente d? Voc¨º acabou de dizer que Marcoprou uma casa para voc¨º, o que voc¨º est¨¢ tentando fazer?¡±Content ? copyrighted by N?velDrama.Org. Na vis?o de Marta, se Alba n?o tivesse dito aqus coisas irritantes, ent?o talvez Ca n?o tivesse pedido o div¨®rcio de Marco Ant?nio. No entanto, Ca j¨¢ tinha tomado essa decis?o quando voltou do Grupo Ant?nio. Ca j¨¢ havia dito que seu cora??o era pequeno, pequeno o suficiente para caber apenas uma pessoa. E pequeno o suficiente para n?o tolerar impurezas no amor. Se esse amor n?o fosse mais puro, Ca poderia tomar uma decis?o rapidamente e terminar o casamento. n?o lutaria por um homem que n?o merece ser amado! Alba sentiu-se injusti?ada, l¨¢grimas nos olhos, se virou para Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, eu.. ¡°N?o chore, eu n?o vou deixar ningu¨¦m te magoar.¡± A voz de Marco Ant?nio de repente ficou fria, ¡°Chamem algu¨¦m para levar a Marta embora.¡± Ca observava tudo silenciosamente, um olhar frio. Cap铆tulo 1228 Cap¨ªtulo 1228 Cap¨ªtulo 1228 Parecia at¨¦ uma cena de amor. Houve um tempo em que Marco Ant¨®nio tamb¨¦m se levantou assim por Ca. N?velDrama.Org exclusive content. Ca pensava que era a ¨²nica garota que Marco Ant?nio protegia. Mas agora, tudo parecia uma piada. Ca deu um passo ¨¤ frente rapidamente, ficando na frente de Marta, ¡°Sr. Marco Ant?nio, assine este acordo de div¨®rcio primeiro.¡± Marta franziu a testa, ¡°Carlita, voc¨º¡­¡± Ca sorriu para Marta, ¡°Marta, eu sei muito bem o que estou fazendo agora, tamb¨¦m sei muito bem que tipo de vida eu quero. Eu sei que voc¨º quer o melhor para mim, mas voc¨º pode n?o entender o tipo de vida que eu realmente quero, d¨º-me o acordo de div¨®rcio.¡± A voz suave de Ca erao o melhor calmante do mundo, Marta logo se acalmou e entregou o acordo de div¨®rcio para Ca. ¡°Carlita, eu quero que voc¨º seja feliz.¡± Ca pegou o acordo de div¨®rcio, sorriu e disse, ¡°Sim, eu vou me esfor?ar para ser feliz, n?o vou te deixar preocupada.¡± entregou o acordo de div¨®rcio novamente para Marco Ant?nio, ¡°Agora voc¨º pode assinar.¡± Marco Ant?nio pegou a ca novamente e assinou ¡°Lucas Bento¡± no local da assinatura. Normalmente, o nome que ele mais assinava no trabalho era ¡°Marco Ant?nio¡±, a ¨²ltima vez que assinou ¡°Lucas Bento foi quando se casou Ca na prefeitura. Mas desta vez, era um acordo de div¨®rcio! Ca olhou para o nome que ele assinou e perguntou friamente, ¡°Voc¨º disse que poderia chamar algu¨¦m para lidar o processo de div¨®rcio, eles podem vir esta noite?¡± ¡°Os funcion¨¢rios j¨¢ est?o a caminho, eles chegar?o em breve.¡± Respondeu Marco Ant?nio. Ent?o, ele realmente estava t?o ansioso para se divorciar d. Ca pensou sarcasticamente, pelo menos foi a primeira a pedir o div¨®rcio. ¡°Bom. Ent?o vou esperar mais um pouco.¡± Depois de dizer isso, Ca subiu as escadas. Depois de um tempo, desceu carregando uma m. Esta m foiprada por h¨¢ alguns dias, embora n?o fosse grande, era suficiente para caber todas as coisas que realmente pertenciam a nesta casa. ¡°Todas as roupas em casa foram feitas sob medida para voc¨º, voc¨º pode levar todas essas roupas.¡± Disse Marco Ant?nio. ¡°Obrigada! Mas eu n?o preciso, eu possoprar minhas pr¨®prias roupas.¡± ¡°Se voc¨º n?o quiser, terei que mandar algu¨¦m jog¨¢s fora.¡± Ca de repentee?ou a rir, ¡°O que ¨¦ seu, voc¨º pode fazer o que quiser ele, voc¨º n?o precisa me informar no futuro.¡± Enquanto conversavam, o motorista Valerio trouxe dois funcion¨¢rios uniformizados, ¡°Sr. Marco Ant?nio, esses dois s?o os funcion¨¢rios respons¨¢veis pelos assuntos de div¨®rcio em nossa ¨¢rea.¡± Marco Ant?nio assentiu, ¡°Obrigado por virem t?o tarde.¡± Os funcion¨¢rios responderam, ¡°N?o ¨¦ problema. N¨®s cuidaremos disso imediatamente para voc¨ºs.¡± O procedimento de div¨®rcio n?o eraplicado, e os dois funcion¨¢rios tinham todos os documentos preparados, ent?o, em poucos minutos, duas novas certid?es de div¨®rcio estavam na frente de Ca e Marco Ant?nio. Cap铆tulo 1229 Cap¨ªtulo 1229 Cap¨ªtulo 1229 Ca colocou o certificado de div¨®rcio cuidadosamente na bolsa, puxou a m e disse: ¡°Diretor Ant?nio, vou levar Martaigo.¡± ¡°Eu¡­ Eu te levo.¡± Marco Ant?nio se levantou instintivamente, querendo segurar a m?o de Ca.. ¡°N?o precisa.¡± Ca recuou imediatamente, evitando seu toque. A m?o de Marco Ant?nio ficou vazia, ele hesitou e disse, ¡°Voc¨º pode continuar dirigindo o carro que eu comprel para voc¨º.¡± N?vel(D)rama.Org''s content. ¡°N?o preciso. Ca respondeu. Marco Ant?nio continuou: ¡°Ent?o, eu mando o motorista te levar.¡± ¡°N?o precisa.¡± Marco Ant?nio insistiu: ¡°N?o ¨¦ f¨¢cil conseguir um t¨¢xi por aqui.¡± J¨¢ se divorciaram, por que ainda fingir se importar? Ca n?o aguentou a express?o de Marco Ant?nio, ¡°Diretor Ant?nio, n¨®s j¨¢ estamos divorciados! Agora somos estranhos, se posso ou n?o conseguir um t¨¢xi ¨¦ meu problema, preocupa tua vida.¡± Com o certificado de div¨®rcio em m?os, n?o tinha mais nenhum v¨ªnculo ele. Se encontrassem novamente, seriam apenas estranhos. ¡°Ent?o¡­ Adeus!¡± Disse Marco Ant?nio. Ca olhou para Marco Ant?nio, seu rosto n?o mudou um pouco, ainda era lindo, o contorno perfeito sem nenhuma falha. Mas agora, Ca via eleo um hip¨®crita, cada pvra que ele j¨¢ disse a , n?o sabia o que era verdadeiro e o que era falso. Mas n?o precisar¨¢ mais se preocupar isso. ¡°Seria melhor se nunca mais nos vissemos!¡± Ca sorriu para Marco Ant?nio. n?o queria mais ver ele, n?o queria se lembrar de suas pvras. acreditava que ele realmente queria passar a vida . acreditava que em seu cora??o s¨® havia espa?o para , sem lugar para outras mulheres. Por¨¦m, a realidade mostrou cruelmente a Ca que n?o se deve confiar nas pvras de um homem. O punho de Marco Ant?nio ¨¤ seudo se fechou, ele queria dizer algo, mas no final n?o disse nada. Ca virou-se para Marta e disse: ¡°Marta, vou te ajudar a arrumar as ms.¡± Marta olhou para Marco Ant?nio, depois para Ca. n?o queria acreditar que Marco Ant?nio e Ca estavam se divorciando, mas a realidade estava diante d, teve que aceitar. ¡°Marco, voc¨º vai se arrepender da decis?o de hoje?¡± Marco Ant?nio foi criado por Marta, ele era profundo e muitos n?o conseguiampreend¨º-lo, mas Marta sentia que o entendia de alguma forma. Marta podia ver que Marco Ant?nio realmente gostava de Ca, apenas n?o entendia por que eles haviam chegado a esse ponto. ¡°Nunca fa?o coisas que v?o me fazer me arrepender depois. Vai Ca, vou arrumar suas coisas e mandar algu¨¦m te entregar.¡± Disse Marco Ant?nio. ¡°De qualquer forma, espero que voc¨º seja feliz.¡± Marta olhou para Marco Ant?nio, depois para a pobre Alba ao seudo. Marco Ant¨®nio n?o disse mais nada. Marta virou-se e seguiu Ca, ¡°Carlita, n?o ¨¦ f¨¢cil conseguir um t¨¢xi aqui. Voc¨º quer que eu ligue para a Sra. Luisa, para que possa arranjar um carro para nos levar?¡± ¡°N?o precisa se preocupar, j¨¢ chamei um amigo para me pegar. Mas o carro dele n?o pode entrar na v, ent?o teremos que sair a p¨¦¡± ¡°Se for a p¨¦, eu consigo, mas voc¨º¡­¡± Marta olhou para Ca e disse: ¡°Carlita, ¨¦ realmente o fim entre voc¨º e Marco? N?o h¨¢ chance de voc¨ºs se reconciliarem?¡± ¡°Marta, por favor, n?o fale dele na minha frente no futuro.¡± Ca disse um sorriso. ¡°Mas eu posso ver que voc¨º n?o est¨¢ bem por dentro.¡± Disse Marta. Cap铆tulo 1230 Cap¨ªtulo 1230 Cap¨ªtulo 1230 Ca n?o negou, sorriu e disse, ¡°A vida ¨¦ cheia de curvas, ¨¦ preciso passar por v¨¢rias situa??es para crescer.¡± ¡°De qualquer forma, voc¨º precisa se cuidar.¡± ¡°Eu vou, certeza.¡± Ca olhou para o c¨¦u, j¨¢ era tarde da noite, a lua brilhante lentamente se erguendo no c¨¦u noturno, pendurada solitariamente no horizonte. Esse era exatamente o reflexo do seu estado de esp¨ªrito. Embora Marta ainda estivesse ao seudo, Ca sentiu-se sozinha,o um pequeno barco ¨¤ deriva no oceano, sem encontrar o caminho de volta para casa. Marta falou novamente, ¡°Carlita, eu¡­¡± Ca a interrompeu, ¡°Marta, se voc¨º tem algo para dizer, fale sem ter medo. N?o precisa hesitar.¡± Marta, um pouco hesitante, disse, ¡°Eu n?o tenho filhos, agora estou sozinha. Trabalhei na fam¨ªlia de Ant?nio por muitos anos, j¨¢ considero a fam¨ªlia de Ant?nioo minha pr¨®pria fam¨ªlia¡­¡± ¡°Agora que Marco n?o precisa mais de mim, e eu n?o tenho para onde ir. Se voc¨º n?o se importa, posso ficar na sua casa e cuidar de voc¨º. Voc¨º n?o precisa me pagar, s¨® preciso de um lugar para ficar.¡± Marta trabalhou na fam¨ªlia de Ant?nio por muitos anos, acumndo uma boa quantia de dinheiro. Mas depois de deixar a fam¨ªlia de Ant?nio, n?o sabia o que fazer todo esse dinheiro. Ca sempre contou a ajuda de Marta, e agora que Marta precisava de ajuda, n?o iria ignor¨¢- la. ¡°Marta, tenho uma casa no Distrito da Lua Azul. Depois que Alba se mudou, fiquei sozinha l¨¢. Voc¨º pode morarigo.¡± Marta respondeu, ¡°Tudo bem. Posso ajudar voc¨º a cozinhar, limpar, etc. Assim voc¨º pode se concentrar em seus quadrinhos e ganhar dinheiro.¡± Ca sorriu, ¡°Isso ¨¦ ¨®timo. Ter voc¨ºigo ¨¦ maravilhoso!¡± Marta disse, ¡°Eu gosto muito de voc¨º, quero cuidar de voc¨º. Estou muito feliz que voc¨º me deu essa oportunidade.¡± Ca respondeu, ¡°Eu tamb¨¦m gosto de voc¨º, Marta.¡± As duas sa¨ªram da v rindo e conversando.. Aparentemente, ambas n?o foram afetadas pelo div¨®rcio. A v de Brisa do Mar ¨¦ enorme, Ca e Marta levaram quase uma hora para sair a p¨¦. Jean, que veio busc¨¢s, j¨¢ estava esperando h¨¢ bastante tempo. Quando viu Ca sair, Jean imediatamente pegou as ms d e as colocou no porta-ms.. ¡°Vamos, vamos para casa.¡± Ca assentiu, abriu rapidamente a porta de tr¨¢s do carro, ¡°Marta, entre.¡± Marta olhou para Jean, ¡°Carlita, esse ¨¦ seu amigo?¡± Ca respondeu, ¡°Sim. Ele ¨¦ o Jean, crescemos juntos e somos muito pr¨®ximos. Voc¨º vai v¨º-lo bastante daqui para frente.¡± Marta disse a Jean, ¡°Oi, rapaz!¡± ¡°Ol¨¢, Marta!¡± Jean respondeu calorosamente. Marta sorriu, ¡°Carlita, seu amigo ¨¦ muito simp¨¢tico.¡± Jean riu e disse, ¡°ro. Se eu n?o fosse simp¨¢tico,o poderia ser amigo da Carlita?¡± Marta, ¡°Carlita?¡± Jean explicou entusiasmo, ¡°Carlita ¨¦ o apelido que demos para Ca. Quando era pequena, acidentalmente bebeu vinho, e depois de ficar b¨ºbada, rastejou no ch?oo umagarta fedorenta, ent?o ganhou esse apelido.¡± Marta riu, ¡°Isso parece engra?ado.¡± ¡°¨¦. Eles conversaram durante toda a viagem, parecendo n?o prestar aten??o em Ca, mas na verdade, mas na verdade estavam bastante preocupados Original content from N?velDrama.Org.