Capítulo 477
Capítulo 477
Um grito soou de um homem cujo bra?o havia sido torcido.
“De onde você saiu, interferindo nos nossos assuntos? Está procurando problemas?” Os outros
homens imediatamente cercaram, puxando punhais escondidos nos bolsos, avan?ando em dire??o a
Marco Ant?nio.
A luz do sol brilhou na lamina e o reflexo passou rapidamente pelos olhos de Ca, seu cora??o
tremendo levemente, “Diretor Ant?nio, cuidado!”
Sem hesitar, correu de trás dos dois homens, tentando ajudar Marco Ant?nio.
No entanto, seu corpo foi bloqueada por uma figura robusta.
Marco Ant?nio a agarrou, puxando–a para trás à for?a.
Os homens nem tocaram o manto de Marco Ant?nio, Bruno apareceu no local, derrubando–os um a
um..
Percebendo que estavam lidando um oponente mais forte, eles se levantaram e tentaram fugir.
Sentindo que o perigo havia passado, Ca suspirou aliviada, mas logo percebeu que n?o poderia
deixá–los escapar assim, “Diretor Ant?nio, esses homens podem ser traficantes de pessoas, n?o
podemos deixá–los escapar. Já chamei a polícia, eles chegar?o em breve.”
“Bruno, n?o os deixe fugir.” Depois de dar a ordem a Bruno, Marco Ant?nio puxou Ca para trás
novamente, “Você sabia que estava perigoso lá na frente, e ainda assim correu. Você n?o percebe
qu?o grave é a situa??o?”
Diante do perigo, Ca n?o teve tempo de pensar muito, apenas queria protegê–lo instintivamente,
“N?o posso deixar que você se machuque. Sua seguran?a afeta todo o Grupo Ant?nio, e todos nós
que dependemos do Grupo Ant?nio para viver e pagar nossas hipotecas.”
Marco Ant?nio ficou irritado suas pvras, “Dinheiro é mais importante?”
Ca deu um sorriso leve, “Dinheiro n?o é importante?”
Marco Ant?nio respondeu, “Dinheiro é mais importante que a vida?”
Ca disse, “Diretor Ant?nio, você cresceu rico e n?o sabe que muitas pessoas neste mundo est?o
lutando para sobreviver. Você n?o consegue entender que algumas pessoas mesmo, para se
alimentarem, podem até recorrer ao roubo ou assalto…”
Ca já tinha visto notícias, crian?as em áreas pobres que n?o podemprar nem um par de
sapatos novos. N?o faz muito tempo, alguém pulou de um prédio por causa da fome…
Sua vida nunca foi t?o ruim quanto a das pessoas nas notícias, desde pequena sua avó sempre
cuidou bem d e na universidade ganhava algum dinheiro desenhando quadrinhos.
No entanto, o dinheiro que ganhava estava longe de ser suficiente para abrir seu próprio estúdio
de quadrinhos.
Para arrecadar fundos para o estúdio de quadrinhos, os três alugaram a casa mais barata e só podiam
comer uma refei??o por dia…
Naqu época, eles tentaram de tudo, mas n?o conseguiram levantar o dinheiro necessário.
Elès até pensaram em usar métodos impróprios para arrecadar dinheiro, mas, felizmente, mantiveram
a integridade e n?o fizeram nada ilegal.
Quando estavam sem op??es, o governon?ou uma política de empréstimos para estudantes
universitáriose?arem seus negócios.
Eles conseguiram um empréstimo do banco a taxa de juros mais baixa, que lhes permitiu levantar
o dinheiro necessário para abrir o estúdio de quadrinhos.
Quando o estúdio de quadrinhos abriu, n?o estava gerando lucro e ainda havia dívidas a serem pagas.
Foi um período muito difícil para os três.
Houve um tempo em que pensaram em desistir e parar de lutar t?o duramente. No entanto, quando
pensaram no dinheiro que já haviam investido e que ficariam sem nada se desistissem, eles
continuaram perseverando.
Depois de mesesendo aida mais barata, o estúdioe?ou a se desenvolver e eles
finalmente ganharam sua primeira renda.
Na noite em que receberam o dinheiro, Jean quis sair para uma refei??o cara, mas Ca e Maria,
lembrando–se da dívida do banco, n?o concordaram.
Por ter passado por dificuldades e vivido sem dinheiro, Ca se lembra ramente desses dias
difíceis e valoriza cada centavo.
“Desculpe, eu n?o pensei direito.” Marco Ant?nio olhou para , sua voz suavizou bastante. “Você se
esqueceu do que eu te disse antes?”
Ca baixou a cabe?a, sentindo–se muito agitado?. “Eu n?o esqueci.”
n?o queria colocar sua vida em perigo.
Talvez tenha se acostumado a presen?a dele, sempre que ele estava por perto,
considerava ele em primeiro lugar em todas as suas decis?es.
“Ca, olhe para mim!” Ele segurou os ombros d, fazendo–a olhar para ele. “De agora em diante,
quando estiverigo, n?o importa o perigo que enfrentemos, você deve se proteger em primeiro
lugar,
entendeu?”Còntens bel0ngs to N?(v)elDr/a/ma.Org