Capítulo 476
Capítulo 476
Ca nem sabiao soltou aqus pvras t?o íntimas, seu rosto corou, [Eu tenho que sair.]
queria fazer uma chamada de vídeo a avó, mas quando se virou, viu um homem na casa dos
trinta, olhando para inten??es duvidosas.
Esse olhar fez Ca se sentir desconfortável, se levantou para ir embora, mas o homem bloqueou
seu caminho, “Você está viajando sozinha?”
Ca ficou alerta e olhou ao redor, “Você precisa de algo?”
O homem tirou o telefone do bolso, “Eu também estou viajando sozinho. Vamos adicionar um
WhatsApp, se você precisar depanhia, pode me chamar.”
“Meus amigos est?o logo à frente.” A má inten??o desse homem estava escrita em seu rosto, n?o
podia esconder, Ca se virou para ir embora, mas o homem agarrou seu bra?o, “Você veio a este
lugar sozinha, n?o é para se divertir, por que está fingindo ser t?o reservada?”
Ca olhou friamente para a m?o do homem que segurava seu pulso, “Solte minha m?o, ou n?o me
culpe por ser rude.”
O homem n?o soltou a m?o, pelo contrário, apertou ainda mais, tentando puxar Ca para perto, “Se
você gosta de coisas excitantes, eu posso te panhar.”
Ca aproveitou o momento e levantou a perna, acertando uma parte vulnerável do homem.
O homem soltou sua m?o dor, cobrindo a parte atingida, gritou raiva, “Vadia, você n?o pe?a
problemas.”
Ca queria chutá-lo novamente, mas percebeu que alguns homens se aproximavam deles, e o olhar
que dirigiam a n?o era nada bom.
percebeu que eles poderiam estar juntos para assediá.
Ca virou-se e correu, enquanto discava o número de emergência, a liga??o foi atendida
rapidamente e Ca informou ramente seu endere?o.
Levaria algum tempo para a polícia chegar, e quando chegasse, poderia já ter sido capturada por
esses malfeitores, ent?o teria que se salvar.
Depois de ligar para a polícia, Ca continuou correndo e gritando, “Socorro! Socorro!”
Os homens estavam cada vez mais perto, quase alcan?ando-a, “Você ainda está doente, n?o corra.
Volte conosco, sua m?e está doente de preocupa??o.”
Havia muitos turistas à beira dogo, mas ninguém interveio.
Ca tinha visto muitas notícias sociais antes, alguns criminosos visavam especificamente garotas
solteiras, e se eles dissessem que a garota era da família, os transeuntes n?o se intrometeriam
essas coisas.
Ca também tinha visto métodos semelhantes de autodefesa, gritar por socorro n?o ajudaria neste
momento, a menos que conseguisse atrair os transeuntes.
Enquanto corria, Ca usava sua vis?o periférica para observar os turistas, sabia que n?o poderia
pedir ajuda a idosos ou crian?as, teria que encontrar alguém que pudesse amedrontar os
criminosos.
Quando viu dois homens altos tirando fotos, n?o hesitou e correu até eles, arrancando a camera
das m?os de um deles, o homem a agarrou, “O que você está fazendo?”
Ca disse: “Eu suspeito que aqueles que est?o me perseguindo s?o traficantes de pessoas, já
chamei a polícia, eles devem estar aqui em breve, vocês podem me ajudar a atrasá-los por alguns
minutos se faz favor? N?o podemos deixá-los me levar.”
O jovem cuja camera roubada ainda estava um pouco desconfiado, pois há muitos golpistas por aí, ele
estava medo de cair em uma armadilha, “Você tem certeza de que n?o os conhece?”
Ca bn?ou a cabe?a firmemente, “Tenho certeza de que n?o os conhe?o …”
Antes que pudesse terminar de fr, os homens que a perseguiam se aproximaram, fndo em
um dialeto que Ca n?o entendia, tentando agarrá à for?a.
Os dois homens instintivamente se colocaram na frente de Ca, protegendo-a atrás deles, “ diz
que n?o conhece vocês.”
“ tem problemas mentais, acabou de fugir de casa, mesmo que à m?e d apare?a, dirá que
n?o a reconhece. Isso n?o tem nada a ver vocês, n?o se metam nos nossos assuntos.” Os
criminosos os cercaram os teês.
Qualquer um podia ver, eles estavam determinados a levar Ca.
Ca originalmente queria dizer a eles que tinha chamado a polícia, na esperan?a de que o medo
os fizesse ir embora, mas estava preocupada que, se n?o conseguisse prender esses bandidos,
mais pessoas seriam prejudicadas.
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Ent?o, tentou ganhar tempo, esperando resistir até a chegada da polícia.
No entanto, n?o esperava que, no segundo seguinte, Marco Ant?nio apareceria, sua apari??o era
como a vinda de um deus.
Ele agarrou o bra?o do homem que se estendia a Ca, deu uma tor??o forte e ouviu um estalo. O
bra?o do homem tinha sido quebrado por ele…