Capítulo 126
Capitulo 126
Será que eu malmente tenho esse potencial para ser a garota má que você diz, vendo um cara bonito
e sentindo que já conhece na primera vez que nos encontramos e agora tendo esses sonhos
a**ustadores” parecia ter pensado em algo engra?ado e somu bobamente. “Eu n?o vou continuar
tendo sonhos estranhos you?
N?o admira que tenha olhado para ele no primeiro diCapitulo 125
tinha acabado de chorar lágrimas ainda penduradas nos cillos, a ponta do nariz vermelha,
fazendo que ele também se sentisse um pouco molle
Ele a confortou gentilmente e, depois de um tempo, elle adormeceu aos poucos.
Lá fora, bateram à porta
Marco Antonio, temendo que Ca, que tinha dificuldade em adormecer, fosse acordada,
imediatamente cobriu ouvidos dele. Quando se certificou que ninguém mais batia, tirou a m?o e se
levantou para abrir a porta
Ao abrir a porta, viu Mario esticando a cabe?a, toda a caut, “O que você está fazendo?”
Mario cerrou os dentes, decidido, ‘Diretor Antonio, Ca está bébada e provavelmente n?o está
consciente. Se alguém fizer algo agora, pode ser ilegal.”
“Mario, você estáigo há tantos anos e parece que n?o aprendeu nada e n?o me entende nada.
“Marco Ant?nio falou seriamente, mas um olhar suave, “Vá dormir, n?o tem nada para você aqul
Mario sempre foi cauteloso diante dele, mas agora ele estava se destacando por Ca, o que era
bastante bom.
Ouvindo Marco Ant?nio fr a**im, Mario finalmente se sentiu aliviado, “Ok, vou dormir. Diretor
Ant?nio, você é realmente o melhor chefe do mundo.”
“Vá embora.”
Mario voltou para o quarto um sentimento de alegria.
Marco Ant?nio voltou para o andar de baixo.
Ele mesmo fez uma sopa de cogumelos Boletus e a levou para o quarto de Ca.
Ca, depois de beber, dormia inquieta, rolou para fora da cama, metade do corpo pendurado para
fora. Marco Ant?nio correu para frente, pegando–a antes que caisse da cama, “Ca, acorde, beba
a sopa primeiro, se n?o beber, você terá dor de cabe?a amanh?.”
“N?o fa?a barulho.”
se recusou a seunicar. Marco Ant?nio teve que alimentá a sopa, pouco a pouco.
Ele notou algo particrmente adorável n. Mesmo adormecida, quando alimentada, primeiro
experimentava, se certificando de que n?o era amargo, e ent?o,o um pequeno esquilo, bebia aos
poucos.
Depois de terminar, aindambeu os lábios,o se estivesse tentando atraí–lo para provar seus
belos lábios vermelhos.
A ma?? de Ad?o de Marco António se moveu rapidamente, ele abaixou a cabe?a, aproximando–se
d, até que suas respira??es se mesram, até que era a única coisa que ele podia ver em seus
olhos.
Faltava só um pouco, só um pouco, e ele poderia beijar seus lábios vermelhos.
era sua esposa, ele poderia beijá, mas havia uma voz em seu cora??o dizendo que n?o.
Ele controlou seu desejo por , deixou seus lábios e deu um beijo leve em sua testa.
Assim que tocou sua testa, Ca de repente abriu os olhos.
eu estou loucae eu poderia em que o procurou pensou que ele parecia familiar, mas n?o
conseguia se lembrar quem ele era.
Ele quase perdeu a chance , mas no final decidiu mantê por perto
Maria me diga sou muito imitante?
Quem disse que você é imitante?”
Se n?o sou imitante, por que todo mundo està me deixando?” franziu a testa,o se estivesse
presa em memórias dolorosas, “Minha m?e, meu pai, aquele cara, e Lucas Bento.”
Ao ouvir seu nome, Marco Ant?nio sentiu uma mistura de sentimentos
Ele acariciou a testa d, “N?o se preocupe, Lucas Bento nunca vai deixar a Ca. Nunca.”
n?o ouviu nada, apenas expos os segredos guardados em seu cora??o. “Eu estudei e trabalhei
duro, n?o fiz nada de errado, por que todo mundo me culpa?”
“Você n?o está errada, quem está errado s?o as pessoas que te machucaram.”
“E serio?”
“Sim”
Ouvindo a resposta afirmativa, suas sobrancelhas franzidas rxaram lentamente e adormeceu
Marco Ant?nio sentou–se aodo de sua cama, apanhando os fios de cabelo preto e macio.
Depois de um tempo, pareceu ter levado um susto e se enfiou em seus bra?os.
“N?o tenha medo.” Ele a acalmou em voz baixa, e ficou naqu posi??o até o amanhecer
Quando ele pensou que poderia acordar, ele se levantou e saju.
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Quem diria que ele iria trombar Mario na porta.
Mario abriu os olhos em surpresa, ‘Diretor Ant?nio.”
Marco Ant?nio o olhou friamente, n?o explicou nada e subiu as escadas
O Diretor Ant?nio disse que n?o tiraria vantagem das pessoas, ent?o ele foi dormir em paz.
Se as coisas realmente acontecessemo ele pensava, o que mais ele poderia fazer?
Se Ca acorda**e e chama**e a polícia, ele deveria testemunhar?
Mario andava nervosamente de umdo para o outro.
Como um bom cidad?o que respeita a lei, ele n?o deveria abandonar seus principios por um salário
alto, ele deveria ter coragem de denunciar as a??es desprezíveis do Diretor Ant?nio.
“Isso mesmo, n?o importa quem seja a pessoa que quebra a lei, n?o tenha medo.” Mario continuava
se motivando, pois ele sabia melhor do que ninguém as consequências de desafiar Marco Ant?nio.
Depois de sevar e trocar de roupa, Marco Ant?nio desceu as escadas para ver Mario andando em
círculos no segundo andar, “O que você está resmungando?”
uma besta, você é capaz de machucar até seus próprios familiares, você n?o merece saber o que
estou resmungando.” Mario realmente queria gritar Marco Ant?nio.
No entanto, a**im que encontrou o olhar de Marco Ant?nio, ele se acovardou imediatamente, “N?o,
n?o é nada, Diretor Ant?nio, eu vou me ocupar.”
Ele tentou fugir as pernas fracas, mas Marco Ant?nio o parou, “Ca é alguém que eu quero
proteger, eu nunca a machucaria.”
Mario acreditou novamente, desde que Marco Ant?nio dissesse, ele acreditaria, afinal, seguindo Marco
Ant?nio por tantos anos, Marco Ant?nio sempre foi muito honesto nessas coisas, “Eu sabia que o
Diretor Ant?nio n?o faria isso, eu estava sendo paranóico.”
Marco Ant?nio: “Vá embora