Capítulo 125
Capitulo 125
tinha acabado de chorar lágrimas ainda penduradas nos cillos, a ponta do nariz vermelha,
fazendo que ele também se sentisse um pouco molle
Ele a confortou gentilmente e, depois de um tempo, elle adormeceu aos poucos.
Lá fora, bateram à porta
Marco Antonio, temendo que Ca, que tinha dificuldade em adormecer, fosse acordada,
imediatamente cobriu ouvidos dele. Quando se certificou que ninguém mais batia, tirou a m?o e se
levantou para abrir a porta
Ao abrir a porta, viu Mario esticando a cabe?a, toda a caut, “O que você está fazendo?”
Mario cerrou os dentes, decidido, ‘Diretor Antonio, Ca está bébada e provavelmente n?o está
consciente. Se alguém fizer algo agora, pode ser ilegal.”
“Mario, você estáigo há tantos anos e parece que n?o aprendeu nada e n?o me entende nada.
“Marco Ant?nio falou seriamente, mas um olhar suave, “Vá dormir, n?o tem nada para você aqul
Mario sempre foi cauteloso diante dele, mas agora ele estava se destacando por Ca, o que era
bastante bom.
Ouvindo Marco Ant?nio fr a**im, Mario finalmente se sentiu aliviado, “Ok, vou dormir. Diretor
Ant?nio, você é realmente o melhor chefe do mundo.”
“Vá embora.”
Mario voltou para o quarto um sentimento de alegria.
Marco Ant?nio voltou para o andar de baixo.
Ele mesmo fez uma sopa de cogumelos Boletus e a levou para o quarto de Ca.
Ca, depois de beber, dormia inquieta, rolou para fora da cama, metade do corpo pendurado para
fora. Marco Ant?nio correu para frente, pegando–a antes que caisse da cama, “Ca, acorde, beba
a sopa primeiro, se n?o beber, você terá dor de cabe?a amanh?.”
“N?o fa?a barulho.”
se recusou a seunicar. Marco Ant?nio teve que alimentá a sopa, pouco a pouco.
Ele notou algo particrmente adorável n. Mesmo adormecida, quando alimentada, primeiro
experimentava, se certificando de que n?o era amargo, e ent?o,o um pequeno esquilo, bebia aos
poucos.
Depois de terminar, aindambeu os lábios,o se estivesse tentando atraí–lo para provar seus
belos lábios vermelhos.
A ma?? de Ad?o de Marco António se moveu rapidamente, ele abaixou a cabe?a, aproximando–se
d, até que suas respira??es se mesram, até que era a única coisa que ele podia ver em seus
olhos.
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Faltava só um pouco, só um pouco, e ele poderia beijar seus lábios vermelhos.
era sua esposa, ele poderia beijá, mas havia uma voz em seu cora??o dizendo que n?o.
Ele controlou seu desejo por , deixou seus lábios e deu um beijo leve em sua testa.
Assim que tocou sua testa, Ca de repente abriu os olhos.
eu estou loucae eu poderi