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Capitulo 1136
Aodo, Olivia também havia notado a cena à frente. Carlos, sempre elegante e gnte, a
imagem de um libertino
despreocupado, encontrava–seo uma crian?a a orelha torcida, e o pior é que ele n?o podia
se zangar, so the restava implorar por misericórdia.
A cena n?o só deixou Jimena morta de rir, mas também alegrou Olivia, que n?o conseguiu conter o
sorriso, substituindo a express?o amarga de antes.
Ao ver Jimena ? Olivia zombando dele, Carlos ficou ainda mais embara?ado, e seu semnte tomou–
se feio. Ele disse seriamente à sua m?e, Franciely Martins: “M?e, se você n?o soltar a minha orelha
agora, vou ficar realmente irritado!”
“Desde quando tenho medo de você se irritar?” Franciely respondeu um resmungo, uma
m?o na cintura e a outra ainda torcendo a orelha de Carlos, que n?o tinha outra escolha sen?o baixar
a cabe?a e permitir que continuasse.
Franciely disse rancor: “Agora se preocupa a sua dignidade? Quando você andava por aí
seduzindo todo mundo, envolvendo–se essas mulheres questionáveis, por acaso pensou no
prestígio da família Marques?”
Enquanto fva, Francielyn?ou um olhar desdenhoso para uma mulher que estava aodo,
ramente insatisfeita. Quando essa mulher estava nos bra?os de Carlos, sorriao se
estivesse no paraíso.
Agora, vendo Carlos sendo repreendido e sem poder expressar sua raiva, ainda esperava a
chance de passar a noite ele.
Com tais pvras de Franciely, a mulher ficou pálida, olhou em volta e viu que todos estavam rindo
d. Envergonhada, se virou e se foi.
“Sua mulher já foi embora. Agora venhaigo!” Franciely disse a Carlos, soltando sua orelha e
caminhando rapidamente para fora.
Carlos, sentindo dor, tocou a própria orelha en?ou um olhar involuntário em dire??o a Jimena, que
apoiava o queixo as m?os, os olhos brilhando divers?o e um sorriso no rosto. o
panhava o olhar, uma express?o de quem aprecia a confus?o.
Carlos, ao vê t?o alheia, sentiu uma inesperada opress?o no cora??o.
Carlos seguiu Franciely para fora do bar. Os espectadores que assistiam à cena deram risadas e
continuaram suas bebidas.
Jimena cutucou o bra?o de Olivia o cotovelo e disse, um ar de fofoca: “Olivia, o que você
acha que vai acontecer o Carlos agora?*
“Amor de m?e é assim. repreende porque se importa e dói no cora??o. O que mais poderia ser?
Vai ser chamado para um casamento arranjado.” Olivia tomava seu suco.
sabia que, ao torcer a orelha de Carlos e humilhá–lo na frente daqus mulheres interessadas
nele, a m?e de Carlos na verdade n?o desejava castigá–lo de verdade.
Jimena, que esperava ver Carlos ser castigado p família, perdeu o interesse ao ouvir Olivia e seu
sorriso desabou: “Que sem gra?a. Um canalhao o Carlos deveria ser castrado!
“Argh!” Olivia cuspiu o suco, quase morrendo de rir oentário de Jimena.
rapidamente pegou um guardanapo, limpou a boca e olhou para Jimena, surpresa: “Você n?o acha
que está sendo um pouco dura?” “Estou apenas dizendo a verdade.” Jimena respondeu.
“Melhor parar. As pessoas est?o olhando para você.” Olivia sinalizou, olhando ao redor.
Jimena, casualmente, seguiu o olhar e realmente notou que todos estavam olhando para o se
fosse a atra??o do momento. Em silêncio, Jimena pegou o suco e tomou um gole.
Olivia observou seu suco ser tomado e n?o disse nada. Jimena parecia desinteressada, mas
ramente estava distraída.
Dodo de fora do bar, Carlos chamou Franciely, que ainda caminhava a passosrgos para frente.
“M?e, o que você está tentando fazer?”
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“Vamos conversar em casa.”
“Vamos resolver isso aqui. Se n?o esrecer, n?o voltarei para casa.” Carlos estava decidido.
Franciely teve que parar e, voltando–se irritada, olhou para ele: “Seu av? voltou do exterior, um
problema cardíaco, e ele deseja que você se case logo e lhe dê um bio.“/
“Diga ao vov? que, mesmo se eu morresse, n?o me casaria a Fabiana!” Carlos tinha sua própria
teimosia.
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