Capítulo 1135
Com um olhar de impotência e dor, observou: “Você ramente se importa, por que ageo se
n?o se importasse?”
“De que adianta me importar? So fomece a ele mals capital para me machucar” Jimena disse
uma express?o amarga, olhando para a silhueta distante de Carlos, que já havia se afastado,
murmurando para si mesma.
Olivia ouviu suas pvras e entendeu o significado ds. Se importar um homem que n?o te
amava só te fazia afundar mais e permitia que ele te machuque, seja intencionalmente ou n?o.
E você n?o podia fazer nada a respeito. A única coisa que podia fazer era proteger seu próprio
cora??o.
Jimena estava assim, e Olivia também, n?o era?
Olivia n?o insistiu para que parasse de beber, mas chamou o barman e pediu mais um coquetel e
um suco de frutas.
“Brindo a você suco no lugar de álcool,” disse Olivia, erguendo o suco.
Jimena deu um sorriso for?ado e amargo, levantou seu copo: “Vamos lá! Um brinde à vida que me
beija dor e eu respondo can??o. Nós realmente somos um par de amigas unidas p
adversidade.”
Olivia esbo?ou um sorriso e bebeu o suco, enquanto Jimena engoliu todo o seu destdo.
As duas estavam se divertindo, quando de repente Jimena olhou para frente uma express?o
chocada, cutucando o pulso de Olivia e apontando para a frente e disse: “Olhe. Ele mostrou sua
verdadeira face agora.”
Olivia seguiu a dire??o do seu dedo e viu Carlos um bra?o ao redor de uma mulher
voluptuosamente vestida, uma m?o em
sua cintura sensual e a outra levantando o queixo da mulher, um sorriso sugestivo no rosto,
flertando .
E a mulher, sua cintura sinuosa, respondia um olhar coquete e sorridente a Carlos, seus
olhos cheios de paix?o um pelo
outro.
Vendo isso, Olivia rapidamente estendeu a m?o para cobrir os olhos de Jimena, que, impedida de ver,
disse sorrindo: “Olivia, você está tentando me fazer tapar o sol a peneira? N?o sou sua querida
crian?a. Cobrir meus olhos, deixo de saber o que está acontecendo?”
O que Carlos estava prestes a fazer a mulher era óbvio para , mesmo sem olhar. sabia o
que eles fariam a seguir só de imaginar.
Ouvindo as pvras de Jimena, Olivia silenciosamente tirou a m?o dos olhos d, um
sentimento de tristeza e impotência. mesma n?o podia mudar sua própria situa??o,o poderia
ajudar Jimena a mudar alguma coisa?
Jimena sabia que a cena diante de seus olhos era irritante, mas ainda assim olhava fixamente, e
enquanto olhava, riu friamente e desprezo de si mesma, pensando que esse era o homem que
havia escolhido, um gosto t?o terrível.
Enquanto desprezava a si mesma, de repente, uma matrona de meia–idade apareceu em seu campo
de vis?o, vestida uma roupa elegante e caro, bem arrumada e joias. Era óbvio que Content from N?velDr(a)ma.Org.
pertencia à alta sociedade. olhou ao redor e imediatamente fixou seu olhar em Carlos, que estava
abra?ando uma b mulher. Elá avan?ou passosrgos e uma atitude imponente.
Carlos estava levando a mulher para fora quando viu a matrona de meia–idade se aproximando, e seu
rosto se encheu de panico. Ele rapidamente soltou a mulher e tentou fugir.
Mas foi tarde demais. A matrona avan?ou rapidamente e torceu a orelha de Carlos, puxando–a para
cima for?a: “Quantos dias você já está fora de casa, hein?! Você acha que pode evitar um
casamento arranjado só se escondendo? Eu te digo, você tem que se casar Fabianà Barbosa!
Todas essas mulheres por aí, termine s! Se você n?o terminar, vou cortar o seu fluxo de
dinheiro!”
A matrona era enérgica e intimidadora.
“M?e, m?e, dói, dói, solte minha orelha. Deixe eu manter um pouco de dignidade,” Carlos implorou
enquanto sua orelha estava prestes a ser arrancada, gritando de dor e pedindo misericórdia,n?ando
um olhar involuntário em dire??o a Jimena.
Eles se encararam, Jimena curiosa para ver o que estava acontecendo dodo dele.
Vendo Carlos sendo torcido p orelha e ainda implorando, Jimena n?o conseguiu segurar e soltou
uma risada.