Capítulo 1053
Olivia observava a figura materna desvanecer–se do seu campo de vis?o. Seu olhar baixou por um
instante, e virou–se, preparando–se para ir ao banheiro. Seu olhar encontrou–se os olhos
prantes de Daniel, afiadoso espadas, prontos para perfurar sua carne ao menor descuido.
Os cilios de Olívia tremiam; sua respira??o se prendeu. desviou o olhar apressadamente: “Vou
checar as crian?as.”
Alterando seu trajeto, encaminhou–se aos quartos das crian?as.
Daniel n?o a deteve. abriu cada porta dos quartos.das crian?as, vendo que todos dormiam
profundamente. Em poucos minutos, tinham caído em um sono pesado, evidência do cansa?o
acumdo após um dia cheio de atividades.
Contemndo os rostos serenos e doces das crian?as adormecidas, Olívia n?o teve coragem de
despertá–los e retirou–se dos quartos em silêncio.
Ao virar–se, colidiu o peitó firme e ardente de Daniel. Recuando apressadamente, se viu sem
saída, a porta atrás de si.
Daniel a segurou p cintura, puxando–a para si, o abd?men sólido enviando sinais de perigo,
queimando a pele de Olivia. Sua respira??o cessou, suas pups se dtaram.
“Agora é hora de acertarmos nossas contas!” Daniel disse, uma express?o intensa, erguendo–a
em seus bra?os.
Olívia gritou, agarrando–se instintivamente ao pesco?o dele. A presen?a de Daniel era
poderosa, seus bra?os fortes e determinados, e a frieza que emanava dele era suficiente para
envolvê porpleto.
n?o ousava nem mesmo respirar profundamente, medo de provocá–lo.
Daniel caminhou rapidamente até o quarto principal, fechou a porta o pé e, ao chegar aodo da
cama, depositou Olivia sobre . Ele se debru?ou sobre , seus olhos escuros e frios fixos n.
“Fugir do hotel foi para ir embora Rodrigo? Quando foi que vocêse?aram a nutrir sentimentos
um pelo outro?”
havia conspirado Wilma para drogá–lo, deixando–o arrebatado por desejo enquanto
nejava a fuga do hotel a substituir Wilma por si mesma!
Fugir daquele lugar sem se preocupar as consequências, apenas para panhar Rodrigo? E
ainda levar os filhos dele!
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Daniel sentiu uma dor aguda e raiva fervilhante em seu cora??o,o um vulc?o prestes a explodir.
Se ele n?o se contrsse, todo o seu furor já teria irrompido, afetando tudo ao seu redor.
“N?o é isso, eu só ful viajar…” Olivia, abda pelo olhar incisivo dele, se apressou em se Justificar.
Como ele poderia entender errado e pensar que havia algo entre e Rodrigo?
Ele jamaispreenderia que o verdadeiro motivo de seu desejo de partir era a opress?o e
possessividade dele, que a asfixiavam.
Sua crueldade e frieza a deixavam cfrios e pánico.
Ele poderia for?ar a morte de seu próprio sobrinho, o que mais n?o seria capaz de fazer?
desejava apenas viver seus filhos, livre e sem imposi??es. Isso era pedir muito?
Mas essas pvras, jamais poderia dizer diante de Daniel. Ele a havia avisado inúmeras vezes
para nunca pensar em deixá–lo, ou as consequências seriam terríveis.
Até as pessoas ao seu redor sofreriam as consequências.
Desde que afirmasse estar apenas em uma viagem, ele n?o poderia acusá de fuga.
A atmosfera ao redor de Daniel tornou–se mais opressiva e perigosa.
Seu rosto estava tenso, e ele segurou o queixo de Olívia for?a, as pvras saíramo se
fossem espremidas entre os dentes, cheias de raiva: “Se essa boca n?o fr al verdade, seria melhor
arrancá!”
“Eu, uhm…” Olívia tentava fr, mas foi abruptamente interrompida.
O beijo de Daniel era dominador e feroz, sem um pingo de calor, frio o suficiente para congr sua
respira??o.
N?o era apenas um beijo, mas também uma mordida. Os lábios de Olívia estavam dormentes e
doloridos, a dor fazendo–a franzir as sobrancelhas, enquanto tentaval empurrá–lo as m?os: “N?o,
por favor… Ah…”
As tentativas de resistência de Olivia foram sufocadas p intensidade daqu a??o.