Capitulo 1052
Sentada no avi?o, além da press?o atmosférica iumente balxa, tudo estava muito normal.
Algumas horas depois, o avi?o aterrissou na am área atrás da Vi Serenidade.
Olivia havia percebido bastante cedo que havia um grande espa?o vazio nos fundos da Vi
Serenidade, mas inicialmente n?o entendeu seu propósito.
Agora preendia era um campo de pouso exclusivo da Vi Serenidade!
Ter um estacionamento privativo já era um sinal de grande riqueza, e Daniel possuía um campo de
pouso só para ele!
Estar no mundo de Daniel fez que revisse suas concep??es de mundo repetidamente,
testemunhando fen?menos que nunca havia visto antes. A pobreza realmente limitava sua
imagina??o.
Os bens que os ricos possuem s?o itens que n?o consegue imaginar; n?o existe nadal que eles
n?o possam ter.
De volta à Vi Serenidade, Fábio os recepcionou respeito e entusiasmo: “Srta. Souza, Srta.
Rocha, crian?as, que bom que voltaram. Estive esperando por vocês em casa por dois dias.”
Ao vê–los de volta, o cora??o apreensivo de Fábio finalmente se acalmou. Nos últimos dois dias, ele
viveu ansioso, preocupado a possibilidade de algo ruim acontecer a Olivia e às crian?as longe da
Vi Serenidade, ou que desaparecessem, o que ampliaria responsabilidade.
Afinal, foi sob sua supervis?o que Olivia e as crian?as deixaram a Vi Serenidade.
“Fábio, estou t?o cansada, quero dormir.” Iria murmurou seus lábios rosados e olhos.
semicerrados, em um tom fraco.
Fábio percebeu que os outros pequenos também estavam a cabe?a baixa, parecendo esgotados.
Fábio disse apressadamente: “Jovem senhor, senhoritas, por favor, voltem aos seus quartos para
dormir. Preparel as camas roupas de cama novas e s?o extremamente aconchegantes.”
Fábio chamou os empregados às pressas para levar as crian?as aos seus quartos paral dormir.
“E, poderia por favor chamar um motorista para me levar de volta a Porto Estr de Sol?” Teresa
pediu, visivelmente nervosa.
n?o podia ficar na Vi Serenidade; Daniel ainda n?o havia se casado Olivia. Era
inapropriado até mesmo para Olivia morar lá, quanto mais para , que n?o tinha nenhuma posi??o
ou status.
Além disso, a presen?a imponente de Daniel era intimidadora. Permanecer ali a deixaria ansiosa e
desconfortável.
Melhor voltar para aodidade de sua própria casa.
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falou Fábio porque n?o ousava pedir diretamente a Daniel.
Fábio, consciente de sua posi??o limitada,n?ou um olhar a Daniel,o se buscasse sua anuência.
Olivia captou o anseio de sua m?e e também n?o queria que se sentisse oprimida ali. Já bastava
mesma estar constantemente sob a amea?a da presen?a de Daniel; n?o havia raz?o para sua m?e
experimentar o mesmo desconforto.
Olivia olhou para Daniel olhos suplicantes: “Eu posso chamar um Uber para minha m?e.”
Desde que ele concordasse em deixar Teresa ir embora, estaria tudo bem.
“Mande um motorista levá“, disse Daniel em voz baixa.
O cora??o tenso de Olivia rxou naquele instante.
Teresa, que inicialmente n?o tinha esperan?as, ficou imediatamente surpresa e agradecida a
resposta de Daniel, repetindo: “Obrigada, muito obrigada.”
“Senhorita Rocha, por favor, panhe–me“, Fábio a guiou para fora.
“Ei, certo“, respondeu Teresa. Antes de sair, se virou para Olivia, um olhar de despedida que
transmitia preocupa??o: “Olivia, vou indo para casa.”
“Tudo bem, me mande uma mensagem quando chegar“, disse Olivia.
“Sim“, respondeu Teresa, e ent?o seguiu Fábio, deixando a Vi Serenidade.
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