Capítulo 1020
“Ent?o, você pretende simplesmente me empurrá?” A aura ardente que envolvia o corpo de Daniel
fol instantaneamente resfriada, gda e friao a neve de junho.
A luz que surgiu nos olhos escuros dele passou de seca e quente no início para fria e gda, e a m?o
que envolvia seu rosto apertou involuntariamente, as veias do dorso dal m?o saltadas.
Olivia, ao ouvir sua voz rouca e gda, tensionou–sepletamente, petrificada.
Engoliu em seco e disse: “E se vocêe?ar a se cansar de mim? melhor favorecer uma irm? do que
outra pessoa, n?o é verdade?”
“Ent?o, esse é o seu no!” Daniel cerrou os dentes, em seus olhos negros, o fogo da raiva surgindo,
seu corpo ficando cada vez mais quente, prestes a queimar junto ele e Olivia.
“Desde quando você decide que tipo de mulher eu, Daniel, devo escolher? Logo você saberá se estou
ou n?o cansado de você!”
Daniel fva entre dentes, cada pvra sendo espremida através deles.
Ao terminar de fr, ele beijou Olivia ardentemente nos lábios.
“Uh…” A respira??o de Olivia foi obstruída, quis se debater, mas todo o seu corpo, incluindo a
cabe?a, estava imobilizado na cama por Daniel, sem conseguir se mover.
Seus beijos eram ferozes e fortes,o um vendaval arrasador, levando consigo o f?lego e a raz?o
d.
A respira??o majestosa e irregr dele entrava ps narinas d, espalhando a raival p corrente
sanguinea, passando por pequenos meridianos e chegando ao cora??o.
Fazendo seu cora??o bater cada vez mais rápido, tanto que e?ou a se desesperar, assustada.
Ele beijava mais for?a do que nunca, dominador,o se quisesse transferir toda sua respira??o
e raiva para dentro d.
Deixando sua marcante presen?a masculina dominar cada canto de seu corpo, inclusive seu cora??o,
seu sangue, todos os seus órg?os e até cada cél de seu ser, todos impregnados pelo poderoso
aroma masculino de Daniel.
Os lábios de Olivia estavam inchados e dormentes, suportando a fúria de Daniel.
além de abrir os olhos surpresao ato de resistência, n?o conseguia fazer mais nada, seu
corpo parecia estar paralisado, incapaz de se mover.
Até que ficasse sem ar, quase sufocando, Daniel finalmente a soltou.
Assim que os láblos foram liberados, uma grande quantidade de ar Invadiu as narinas de Olivia,
respirava profundamente a boca entreaberta, sem for?as em todo o corpo, incapaz de se mover
mesmo que Daniel n?o a estivesse segurando.
Os olhos negros e profundos de Daniel, cobertos por uma camada de luz aquosa e embriagada,
olhavam condescendência para Olivia na cama, sua m?o grande deslizando pelo rosto d,
passando p bochecha, pelo pesco?o, até pousar sobre os bot?es de sua roupa…
Olivia, em panico, apressou–se a cobrir seu decote: “Vou descer para pegar uma caixa de
preservativos.”
Daniel parou suas m?os, seu olhar sombrio fixo n: “Você n?o tem píls anticoncepcionais
que sempre carrega consigo?”
Olivia hesitou, na última vez haviaprado pils anticoncepcionais para sua m?e, nunca
imaginou que Daniel a pegariaprando píls anticoncepcionais, ent?o
mentiu dizendo que sempre s
ainda se lembrava.
“Eu n?o trouxe hoje.” Olivia olhava panico evidente em seus olhos, Daniel estaval muito irritado e,
além disso, sob o efeito daqu droga, seu olhar para estava ainda mais perigoso e invasivo.
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“Depois a gentepra.” Daniel afastou a m?o d.
Olivia, em desespero, segurou sua m?o firmemente, dizendo ansiosamente: “Você está sob o efeito da
droga, isso pode me afetar, é mais seguro irmosprar prote??o.”
Daniel a encarou ar soturno.
O cora??o de Olivia estava batendo cada vez mais rápido aquele olhar, suas cordas. cardíacas
estavam prestes a se romper.
“Você tem três minutos!” A voz de Daniel ressoou fria e rouca, puxando sua m?o das d, desviando
o olhar arrogancia.
Seu pomo de Ad?o se movia, tentando conter a agita??o e o calor de seu corpo.