Capítulo 1019
Ent?o, n?o podia deixar Daniel voltar .
“Certo.” Olivia respondeu, avan?ando, amparando Daniel e, aodo de Rayan, saíram do camarote em
dire??o ao elevador que levava aos andares superiores do hotel.
O elevador parou no 28o andar, onde Rayan ajudou Igor a sair, já encontrando um funcionário
esperando na porta: “Sr. Mendes, aqui est?o os cart?es dos quartos 2806 e 2809.”
“Está bem, pode ir.” Rayan pegou os cart?es das m?os do funcionário e passou um para Olivia: “Leve
o Sr. Daniel para o quarto.”
Olivia aceitou, olhando rapidamente para o número no cart?o, que era o do quarto 2809.
Com esfor?o, apoiou Daniel, cuja embriaguez se intensificava, os passose?aram a se
desordenar, seu corpoe?ou a afundar.
Olivia colocou o dele em seu ombro e absorveu a gravidade do corpo
enquanto cambaleava para dentro do quarto: “Devagar, a cama está logo ali.”
Disse Olivia.
dele
Arrastando Daniel para dentro, ele, um movimento ágil das pernas, fechou a porta atrás deles,
detalhe que Olivia n?o percebeu.
Com dificuldade, chegou à beira da cama, pronta para deitar Daniel cuidadosamente, quando o
bra?o que estava sobre seu ombro se apertou for?a em torno do seu pesco?o, uma for?a
vigorosa.
Todo o corpo de Olivia girou e foi jogada na cama, suas costas caíram na cama macia e
bn?aram, seu cora??o apertado, soltou um grito de surpresa, tentando se virar, mas antes que
pudesse se mover, o peitorgo de Daniel pressionou sobre .
Suas pernas a prenderam, seu peito a envolveu, a respira??o quente e poderosa batendo entre suas
narinas, Olivia sentiu O cora??o saltar, ficando tensa: “Daniel, você está bêbado, é melhor ir dormir,
você vai melhorar um pouco de sono…”
“Sério, você acha que eu n?o sei beber?” A voz rouca de Daniel soou,o o rugido de uma fera,
ecoando acima da cabe?a de Olivia.
Sua respira??o ar quente, borrifada entre os lábios d, o peito quente, pressionado contra ,
mesmo através do tecido, podia sentir o calor ardente.
Estava t?o quente que o cora??o de Olivia estava batendoo água fervente e n?o, conseguia
parar.
“Você está fingindo estar bêbado?” Olivia, seus olhos ros e grandes, fixou o olhar
no rosto bonito e perto, nas linhas faciais bem definidas, banhadas por um brilho ardente efrio ao
mesmo tempo.
A m?o grande de Daniel cobriu seu rosto, envolvendo–opletamente, a palma áspera calos,
esfregando sua bochecha, a temperatura da palma era quente e suada.
Ele beliscava a pele de Olivia,o a eletricidade da fric??o, e o formigamento era estranhamente
quente.
Você sabe melhor do que eu, n?o é?” Os olhos escuros e profundos de Daniel a encaravam, sombrios
e impráveis, mas afiados e incisivos.
Olivia prendeu a respira??o, e seu cora??o parou naquele momento, o medo a deixava sem
esconderijo.
Daniel sabia que havia algo na bebida, por que ele ainda bebeu?
“Por que você fez isso?” Vendo que n?o respondia, a voz fria e baixa de Daniel soou
novamente.
“Eu…” A press?o no cora??o de Olivia era t?o intensa, quase revelou a verdade, mas confrontada
aqueles olhos gélidos e indiferentes de Daniel.
Todo o seu sofrimento ficou preso na garganta, suas m?os apertaram a colcha abaixo d.
“Wilma gosta de você.” Olivia, contendo a dor e a angústia que borbulhavam em seu cora??o, falou
com calma e serenidade.
n?o pode correr nenhum risco.
Capítulo 1019
Ent?o, n?o podia deixar Daniel voltar .
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“Certo.” Olivia respondeu, avan?ando, amparando Daniel e, aodo de Rayan, saíram do camarote em
dire??o ao elevador que levava aos andares superiores do hotel.
O elevador parou no 28o andar, onde Rayan ajudou Igor a sair, já encontrando um funcionário
esperando na porta: “Sr. Mendes, aqui est?o os cart?es dos quartos 2806 e
2809.”
“Está bem, pode ir.” Rayan pegou os cart?es das m?os do funcionário e passou um para Olivia: “Leve
o Sr. Daniel para o quarto.”
Olivia aceitou, olhando rapidamente para o número no cart?o, que era o do quarto 2809.
Com esfor?o, apoiou Daniel, cuja embriaguez se intensificava, os passose?aram a se
desordenar, seu corpoe?ou a afundar.
Olivia colocou o bra?o dele em seu ombro e absorveu a gravidade do corpo dele enquanto
cambaleava para dentro do quarto: “Devagar, a cama está logo ali.”
Disse Olivia.
Arrastando Daniel para dentro, ele, um movimento ágil das pernas, fechou a portal atrás deles,
detalhe que Olivia n?o percebeu.
Com dificuldade, chegou à beira da cama, pronta para deitar Daniel cuidadosamente, quando o
bra?o que estava sobre seu ombro se apertou for?a em torno do seu pesco?o, uma for?a
vigorosa.
Todo o corpo de Olivia girou e foi jogada na cama, suas costas caíram na cama macia e
bn?aram, seu cora??o apertado, soltou um grito de surpresa, tentando se virar, mas antes que
pudesse se mover, o peitorgo de Daniel pressionou sobre .
Suas pernas a prenderam, seu peito a envolveu, a respira??o quente e poderosa batendo entre suas
narinas, Olivia sentiu O cora??o saltar, ficando tensa: “Daniel, você está bêbado, é melhor ir dormir,
você vai melhorar um pouco de sono…
“Sério, você acha que eu n?o sei beber?” A voz rouca de Daniel soou,o o rugido de uma fera,
ecoando acima da cabe?a de Olivia.
Sua respira??o ar quente, borrifada entre os lábios d, o peito quente, pressionado contra ,
mesmo através do tecido, podia sentir o calor ardente.
Estava t?o quente que o cora??o de Olivia estava batendoo água fervente e n?o conseguia
parar.
“Você está fingindo estar bêbado?” Olivia, seus olhos ros e grandes, fixou o olhar
no rosto bonito é perto, nas linhas facials bem definidas, banhadas por um brilho ardente
frio ao mesmo tempo.
m?o grande de Daniel cobriu seu rosto, envolvendo–opletamente, a palma áspera calos,
esfregando sua bochecha, a temperatura da palma era quente e suada.
Ele beliscava a pele de Olivia,o a eletricidade da fric??o, e o formigamento era estranhamente
quente.
“Você sabe melhor do que eu, n?o é?” Os olhos escuros e profundos de Daniel a encaravam,
sombrios e impráveis, mas afiados e incisivos.
Olivia prendeu a respira??o, e seu cora??o parou naquele momento, o medo a deixava sem
esconderijo.
Daniel sabia que havia algo na bebida, por que ele ainda bebeu?
“Por que você fez isso?” Vendo que n?o respondia, a voz fria e baixa de Daniel soou
novamente.
“Eu…” A press?o no cora??o de Olivia era t?o intensa, quase revelou a verdade, mas confrontada
aqueles olhos gélidos e indiferentes de Daniel.
Todo o seu sofrimento ficou preso na garganta, suas m?os apertaram a colcha abaixo
d.
“Wilma gosta de você.” Olivia, contendo a dor e a angústia que borbulhavam em seu cora??o, falou
com calma e serenidade.