Capítulo 714
O peito ardente envolviapletamente Olivia, enquanto fatores perigosos e ambiguos se
espalhavam.
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A respira??o quente e poderosa ro?ava no seu rosto, fazendo o cora??o de Olivia tremor, e seus olhos
piscavam rapidamente.
Elevando os seus olhos enevoados pelo álcool, encontrou o olhar de Daniel.
Seus olhos eram negroso o céu noturno, vastos e insondáveis, misteriosos e impráveis.
Na sombra que se acumva estava o desejo contido dele.
Olivia, encarando aquele olhar que parecia querer devorá a qualquer momento, encontral coragem
de onde n?o sabia que tinha, e um gesto, afasta a m?o dele que acariciava o seu queixo,
apoiando as m?os no seu peito, empurrando–o..
“Hehe, é assim que se faz, entendeu?” Olivia riu t, seus olhos brilhantes astúcia, desafiadores.
Era ramente uma provoca??o.
Os olhos escuros de Daniel ficavam ainda mais profundos, a sua garganta movia–se ao engolir, ele
esticou a m?o, segurando a cintura delicada d, puxando–a levemente, fazendo que os seus
corpos se encaixassem perfeitamente.
Seu rosto bonito se inclinou, chegando t?o perto do rosto d ao ponto de tocá–lo, seu olhar era
predatório, cheio de inten??es invasivas, seu perfil angr ro?ou a bochecha macia d, sussurrando
quente em seu ouvido: “Isso n?o é uma rejei??o, é ramente um convite. Você acha que eu deveria
te deixar em paz?”
O aroma suave de álcool vinha d, seu rosto aquecido pelo efeito da bebida, e o rosto de Daniel,
tocando seu rosto t?o macio e quente, fazia cada cél de seu corpo chamar por .
Os olhos de Olivia se arregram, seu corpo se enrijeceu, assustada, o cora??o batendo sem parar.
Erao se os caninos de uma fera estivessem prontos para atacá ao menor sinal de respira??o
ofegante, prontos para rasgá e devorá sem deixar nada para trás.
Olivia congelou, n?o se atrevendo a se mover, respirando pesadamente, tentando se contrr.
“Você está a pensar demais, eu definitivamente estou te rejeitando. Quem você pensa que é para
fazer o que quer? Quando eu n?o estou feliz, também te posso empurrar!”
Olivia tentava raciocinar ele, um pouco mais sóbria.
Mas ignorou o fato de que, na frente de Daniel, ele era a própria regra.
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“Vou te mostrar o porque: Daniel levantou um pouco a cabe?a, olhando para fixamente.
Olivia engasgou o olhar dele, e antes que pudesse reagir, Daniel baixou a cabe?a e capturou
seus lábios inchados um beijo
“Umm…” Olivia arregalou os olhos, o corpo tenso.
“Papai, mam?e, o que vocês est?o fazendo no banheiro?” A vozinha de Iria soou.
Olivia estremeceu, sua mente entorpecida, e rapidamente empurrou Daniel.
“Eu sei, tomando banho juntos!” Joel respondeu antes d.
“Eh, papai e mam?e est?o tomando banho juntos?” Iria perguntou inocentemente.
Os quatro pequenos estavam em pé no quarto, olhando para as silhuetas brancas e pretas
pressionadas uma contra a outra através do vidro fosco.
A silhueta branca certamente era a m?e deles, e a silhueta preta era naturalmente o pai
deles.
Os pequenos discutiam dodo de fora se os seus pais estavam tomando banho juntos.
Olivia estava em panico, sua vis?o turva, e depois de empurrar Daniel, se virou rapidamente para
abrir a porta.
Vendo os quatro pequenos olhares curiosos e inocentes, Olivia ainda tentava recuperar o f?lego,
explicando apressadamente: “Papai e mam?e n?o est?o tomando banho, est?o conversando…”
Daniel observava a agita??o de Olivia, escondendo a profundidade de seus olhos escuros, que se
tornavam um pouco frios.
*Est?o fndo em segredo?” Iria perguntou, inclinando a cabe?a, seus olhos brilhando.
“Sim sim, segredos que vocês n?o podem ouvir.” Joel concordou.
Olivia estava envergonhada, sem sabero explicar, ent?o mudou de assunto, aproximando–se,
abra?ou os ombros de Iria e Joel, perguntando voz suave: “Por que vocês ainda n?o tomaram
banho e foram dormir?”
“Queríamos ver a mam?e.” Joel respondeu.