Capítulo 713
N?o era a imagem de Daniel que tinha em mente, uma express?o frio e pvras. duras,
repreendendo as crian?as,
Os olhos profundos de Daniel se elevaram, voltando–se para a porta, no ver a pequena figura de
Olivia, os seus olhos tremram levemente.
Justamente nesse momento, os pequeninos sentados no ch?o também olharam para trás e, ao
avistarem Olivia, estrelinhas brilharam nos seus olhos inocentes.
“Mam?e!”
“Mam?e!”
“Mam?e!”
“Mam?e!”
As vozes suaves e fofas chamaram em unissono, as m?ozinhas apoiadas no ch?o, os corpinhos
rram e se levantaram do ch?o.
Um a um, agitavam suas perinhas curtas, correndo em dire??o a Olivia.
O modoo corriam alegremente erao pequenos pássaros vivazes, curando instantaneamente
o cora??o preocupado de Olivia.
Inconscientemente, Olivia sorriu, agachou–se e recebeu os seus pequenos amores.
Os quatro pequeninos se atiraram nos seus bra?os, e a for?a do impacto, n?o se manteve
estável e rolou no ch?o as crian?as.
A mais leve, Inês, rolou no ch?oo uma pequena b por duas vezes antes de parar, deitada no
ch?o uma express?o confusa, olhando para a esquerda e para a direita.
A sua maneira boba e adorável erao se estivesse se perguntando: “Quem sou eu? Onde estou?”
Olivia se sentou e pegou Iria, que estava mais próxima, em seus bra?os, dando–lhe um beijo forte em
sua bochecha fofa e cheirosa, o cheiro doce era embriagante: “Meu amor, você está t?o cheirosa.”
Olivia disse alegremente.
“Hum, mam?e n?o cheira bem” Iria fez bico, queixando–se.
“Estou?” Olivia cheirou a si mesma e riu: “Mam?e bebeu, n?o tomou banho, estou cheiro de
álcool.”
Olivia colocou Iria de pé no ch?o e se levantou: “Mam?e vai tomar um banho e depois brinco
vocês.”
se preparava para subir as escadas quando de repente notou um par de olhos escuros
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que a queimavam um olhar prante,o se quisesse ver através de Olivia.
Olivia olhou para trás, encontrando o olhar profundo e oceánico de Daniel.
O seu cora??o tremeu por um instante.
Lembrando–se do que Fabio tinha dito antes, Olivia também ficou muito irritada.
Com a coragem que o álcool traz, Olivia, ainda o pé n?o totalmente recuperado, andoul ate
Daniel e disse, um tom severo: “Você n?o pode mais ser duro as crian?as, entendeu? Caso
contrário, eu, eu n?o serel gentil você! Eu os criei, nunca fui dura eles!
Meu Deus, a Srta. Souza se atreve a apontar o dedo e ensinar Danielo agir!
foi a primeira pessoa a ousar levantar a voz na frente de Daniel.
Fábio, aodo, assistia medo, suando frio.
Os olhos de Daniel eram profundos e frios, e ele encarava Olivia intensamente. estaval perto dele,
bn?ando, e seu rosto estava pálido, sob o efeito do álcool, estava corado, uma sedu??o invisível.
Depois de Olivia terminar de fr, sentindo a aura fria ao redor de Daniel,
involuntariamente recuou. As muitas pvras que tinha pensado em dizer a ele no caminho foram
abandonadas, sem a coragem de pronunciás.
“Tudo bem, só estou a relembrar. Vou subir para tomar um banho,” disse Olivia, mudando o tom de
sua voz, um pouco assustada, virando–se em dire??o à escada.
O olhar profundo de Daniel seguiu sua silhueta enquanto caminhava passos levemente
descoordenados, bn?ando, capturados por seus olhos.
Seu corpoe?ou a aquecer, seu olhar mudou, ele se levantou e, passosrgos, chegou ao
lado d, agarrando sua m?o sua palma grande.
“Ei?” Antes que Olivia pudesse reagir, foi levada escada acima.
Direto para a suite principal, ele abriu a porta do banheiro, levou Olivia para dentro, fechou al porta e,
ao dar uma volta, a pressionou contra a porta de vidro fosco. Seu corpo forte e alto se aproximou, o
aroma masculino a envolveu, e sua sombra cobriu todo o seu corpo.
O cora??o de Olivia batia irregrmente.
O indicador de Daniel levantou seu queixo, sua voz rouca e magnética: “Como é que se atreve a ser
n?o gentiligo, hein?”