Capítulo625
Olivia também se esfor?ava para se levantar do ch?o,mas Iria estava deitada em cima d e a Inês ainda segurava o seu bra?o, pressionando–a.
Com duas crian?as penduradas n e sem for?as para se mover, tentou se levantar duasvezes sem sucesso.
De repente, uma m?o grande apoiou a parte de trás da sua cabe?a, eolíder, cheio de for?a, empurrou um pouco, e a cabe?a eocorpo de Olivia foram levantados do ch?o.
Iria, que estava pressionandoorosto de Olivia, também deslizou para sentar–se em cima d, e Inês rolou para o ch?o dos bra?os d, mantendo a posi??o de abra?ar seu bra?o.
Era uma cena de extrema fofura.
O ar que Olivia lutava para respirar finalmente se libertou, respirou profundamente, ainda sem recuperar o f?lego, percebeu a poderosa presen?a atrás de si, e sua respira??o entrecortada congelou por um momento, e até o seu cora??oe?ou a bater caut.
Embora n?o tivesse olhado para trás, sabia quem estava atrás d.
Quem mais além de Daniel poderia ter uma for?a t?o imponente e uma presen?a t?o intimidadora?
Olivia colocou Iria e Inês de pé no ch?o e, apoiando–se no ch?o, também se levantou,cheia de restri??o e nervosismo, sem olhar para trás, mas olhando para as crian?as, disse suavemente: “Vamos sentar no sofá, a mam?e quer fr vocês, tudo bem?”
“Sim, sim, eu também quero fr a mam?e“, Iria concordou,bn?ando a cabe?a vigorosamente, segurando um dos dedos de Olivia a sua m?ozinha gordinha, seus grandes olhos brilhantes e cheios de vida.
“Tudo bem…” Inês disse fracamente, piscando, as lágrimas de saudadee?aram a cair de seus olhos.
Joel e Heitor já tinham ido à frente e estavam sentados obedientemente no sofá.
Olivia, sem ousar olhar para Daniel, caminhou rigidamente as duas meninas até o sofá esentou–se.
As quatro crian?asacercaram.
Olivia olhou suavemente para os quatro pequenosecolocou Inês no seu colo, virada para si, olhou–lhe nos olhos e perguntou suavemente: “Inês, sua avó os trouxe aqui hoje?”
Iria interrompeu: “A nossa avó e nossa bisavó nos trouxeram.”
Joel concordou a cabe?a: “Sim, sim, e a avó também.”
“A avó e a vovó foram conversar, ent?o nós fomos brincar no escritório lá em cima. Masdepois a vovó desmaiou e a avó foi levada p polícia“, Heitor disse, franzindo os lábios, umsemnte de tristeza em seu rostinho.
Olivia perguntou: “Vocês viramo a vovó desmalou?”
Como naquele momento Teresa estava ajudando Inês que tinha caldo, isso significa que as crian?as também estavam presentes.
s poderiam saber o que aconteceu naqu altura,
N?o havia cameras de seguran?a na Casa Antiga de Grlera, o que aconteceu só poderia ser conhecido pelos envolvidos, n?o haviao verificar.All content ? N/.?vel/Dr/ama.Org.
“Eu cai…“, disse Inês fracamente, lágrimas transbordando de seus olhos, muito assustada.
“E depois?” Olivia perguntou gentilmente, um olhar de ternura, esperando que Inês contasse o que aconteceu naquele momento.
“Chega!” Daniel avan?ou passosrgos, tirou Inês dos bra?os de Olivia firmeza, seu rosto bonito estava gdo e seus olhos escuros eram opressivos e severos.
“Você está for?ando a crian?a! Essa é a raz?o p qual você entrou aqui?“, Daniel disse os dentes cerrados, fúria em seus olhos.
Olivia se apressou em explicar: “Eu n?o estou pressionando as crian?as, a Inês n?o está bem, n?o é de chorar assim sem mais nem menos…”
“N?o invente desculpas! Na sua família, n?o há um que preste!” Daniel disse o rosto sombrio, sem um pingo de calor para Olivia, raiva e ódio transparecendo.
“Eu…”
Olivia estava prestes a fr quando o Velho Sr. Griera, uma aparência desgastada, entrou p porta.