Capítulo 624
Daniel olhava para Inês em seus bra?os, tímida e desconsda. Lágrimas caíam de seus olhos escuroso se tivessem rompido a linha.
franzia os lábios, tentando n?o chorar alto, sem sentir seguran?a, uma express?o de medo e vulnerabilidade que fazia o cora??o de Daniel parecer estar envolvido e apertado, tornando sua respira??o irregr.
Era a filha de Daniel, que deveria ser confiante e alegre, vivaz e adorável, capaz de expressar suas vontades coragem, mas Inês estava t?o assustada.
Isso fez que ele percebesseo a ausência do amor paterno dele por quatro anos havia traumatizado as crian?as.
Daniel fixava o olhar em Inês, enquanto os outros três pequeninos desciam as escadas movimentos desajeitados e inexperientes,o se pudessem cair a qualquer momento.
Os empregados assistiam cuidadosamente aodo, prontos para intervir se necessário.
Depois de descer, eles bn?avam suas pequenas pernas e corriam em dire??o a Daniel.
Iria, seus bracinhos rechonchudos, agarrou–se às pernas de Daniel, olhando para cima seu rosto redondo e bra?os erguidos, murmurou uma voz suave: “Papai, também estou saudades da mam?e.”
“Eu também quero a mam?e,” Joel se colocou aos pés de Daniel, olhando para ele seus olhos cheios de tristeza.
“Isso mesmo, todos nós queremos a mam?e,” disse Heitor, sua carinha bonita e séria.
Os três pequeninos cercavam Daniel.
Daniel franziu a testa e ordenou ao empregado: “Ligue para o porteiro e deixe–a entrar.”
Olivia, que aguardava ansiosa na portaria, de repente recebeu a mensagem que poderia entrar. correu para a Casa Antiga de Griera sem hesitar.
Ao chegar à porta, Olivia hesitou por um momento, respirou fundo se preparando mentalmente. e ent?o entrou.
Na s de estar, as quatro crian?as estavam em volta de Daniel, rostos cheios de mágoa e tristeza, implorando por algo.
Quando Olivia entrou, os pequeninos,o se tivessem um acordo tácito, viraram–se para a porta e, ao verem–na, seus olhos cheios de tristeza brilharam instantaneamente, e eles
correram na dire??o d sorrisos.
“Mam?e!” gritaram em uníssono.
As vozes atingiram diretamente o cora??o de Olivia, que estava ansiosa, nervosa eemocionada, mas foi curada pelo som doce e suave d?les.
Um sorriso brotou involuntariamente nos lábios de Olivia, que se agachou e abriu os bra?os para receber seus pequenos.
Todos os quatro correram para e pram em seus bra?os. Olivia, que já estava as pernas bambas, foi derrubada para trás pelo impacto, caindo no ch?o as crian?as.
O rosto rechonchudo de Iria pressionava contra o d, e seus bra?os a abra?avam firmemente, evitando que caissem.
“Mam?e, eu estava tanta saudade, quero um abra?o.”
“Tudo bem, abra?o, abra?o,” a voz de Olivia saiu abafada, pois o corpo rechonchudo de Iria pressionava contra seu nariz e boca.
Inês agarrou–se ao bra?o de Olivia, esfregando seu rosto contra , cheia de afei??o e alegria por ver sua m?e.
“Mam?e, hmm…”
“Inês, querida, agora a mam?e está aqui, n?o chore,” confortou–a Olivia.
Joel segurou o outro bra?o de Olivia, tentando a levantar seu pequeno corpo, mas ainda n?o tinha for?a suficiente.
“Mam?e, eu vou te ajudar a levantar.”
Heitor rolou para perto dos pés de Olivia e se levantou, correndo para ajudar Joel. Juntos, os dois irm?os tentavam puxar Olivia para cima todas as suas for?as.This text is ? N?velDrama/.Org.