Capítulo 562
“Meus pequeninos, est?o saudades da vovó?” Teresa disse entre lágrimas, caminhando
desconsda até ao sofá onde se deixou cair, chorando e olhando fixamente para frente, onde estava
o grande urso de peluche da Iria.
Ver os brinquedos das crian?as erao vês.
Olivia enxugou as lágrimas e sentou–se aodo de Teresa. A casa, que normalmente ressoaval
risos e vozes infantis, estava agora silenciosa e desprovida de vida.
Um silêncio t?o profundo que instigava panico e desconforto.
Mas era a vida, e teriam que se acostumar.
Belongs to (N)?vel/Drama.Org.
“M?e, n?o fique assim. As crian?as só foram morar o pai ds, n?o éo se nunca mais
fossemos vês. à tarde, eu te levo para ir buscá–los à escolinha.”
Olivia tentou confortar Teresa, e a si mesma.
“Eu fui até a escolinha e aquele desgra?ado do pai ds as transferiu.” Teresa secou as lágrimas
raiva.
“Eu pesquisei. As crian?as est?o na Esc Internacional de Educa??o Infantil da Capital. Mais tarde,
iremos lá cedo esperar por s.” Enquanto estava no carro, Olivia tinha usado seu celr para buscar
escolinhas as de teatro e ciências daputa??o.
E encontrou a melhor escolinha da Capital.
Que era o Jardim de Infancia Internacional da Capital.
“Sério?” Teresa secou as lágrimas e levantou–se imediatamente: “Vou descansar por duas horas e
depois partimos.”
Teresa havia passado a noite em ro pensando nas crian?as. Agora era de manh?, e duas horas de
sono seriam suficientes para rp?.
Partiriam ao meio–dia, esperariam algumas horas na escolinha e ent?o veriam as crian?as. Teresa
estava emocionada e cheia de expectativas.
Vendo Teresa se retirar para descansar, Olivia rxou os ombros e suspirou aliviada.
Tinha que acreditar que as dificuldades eram temporárias e que haveria uma solu??o.
Grupo Griera, escritório do presidente.
Bruno preparou um café e colocou aodo da mesa de Daniel, dizendo respeitosamente: “Sr. Griera,
seu café.”
Daniel estava olhando para um contrato e tomou um gole do café, franzindo levemente o cenho. Olhou
para Bruno desdém e um rosto‘ cheio de reprova??o.
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Capitulo 562
Bruno sentiu a tens?o na pele, percebendo o perigo.
Parecia que o seu café n?o estava bom. Antes de Olivia chegar, ele nunca tinha visto o Sr. Griera
desprezar o café que ele fazia.
Parecia que o Sr. Griera se acostumara ao café feito por Olivia e n?o conseguia apreciar o feito por
outras pessoas. Bruno, sempre atento, percebeu que Daniel estava de mau humor. Assentiu
discretamente e saiu do escritório silenciosamente, para evitar ser o alvo da frustra??o do chefe.
Quando estava chegando à porta, cruzou o gerente do departamento tico, que parecia
perturbado.
Bruno perguntou: “O que aconteceu?”
O gerente do departamento tico, nervoso, disse: “Aquele hacker apareceu de novo, a habilidade
dele é muito avan?ada, nossos especialistas lutaram juntos e ainda assim n?o conseguiram proteger o
firewall, perdemos dez milh?es…”
“O quê?” Bruno ficou nervoso, abriu rapidamente a porta do escritório do presidente e levou o gerente
para dentro, para que ele reportasse ao Daniel.
O gerente repetiu o que havia dito e, sob o olhar frio e sombrio de Daniel, ficou nervoso, o suor
escorrendo ps costas.
Ele ent?o acrescentou: “Mas dessa vez conseguimos rastrear o endere?o IP do invasor. Podemos ir
agora e pegá–lo em grante.”
Daniel estava frioo gelo, um semnte sombrio. Levantou–se e caminhou para fora do
escritório.
O gerente do departamento tico continuou enxugando o suor da testa.
Daniel, em pé,n?ou um olhar gdo na dire??o do gerente de tologia e disse de forma afiada:
“Ainda está aí parado fazendo o quê? Vá liderar a equipe para rastrear o endere?o IP dele e prenda–o
em grante.” Olivia, sua ambi??o n?o conhece limites, t?o impaciente a ponto de agir novamente?
Estou curioso para ver quem está disposto a ser seu hacker por trás das cortinas!
“Sim, sim, sim…” o diretor–geral se deu conta e apressadamentee?ou a guiar o caminho à frente.