Capítulo 561
apertava os punhos, fazendo um esfor?o tremendo para se conter.
Na s de estar, o rosto bonito de Daniel estava sombrio, duro, suas bochechas se movendo
levemente ao cerrar os dentes.
Seu humor era deplorável, chegando ao ponto da irrita??o.
Tirou um cigarro do bolso, acendeu e deu uma tragada forte, a fuma?a se enrndo ao seu redor,
turvando a vis?o.
Todos devem pagar um pre?o ps a??es queetem! Isso é um castigo!
O carro se movia sem pressa p estrada. Olivia, as m?os cobrindo o rosto, deixava as lágrimas
escaparem pelos dedos, sua respira??o tremia.
pensou que poderia convencer Daniel a deixá ver as crian?as.
superestimou sua posi??o no cora??o dele.
Mesmo seu possessivo desejo, ele n?o retrocederia nem um pouco por .
O que era para ele? Apenas um objeto para desabafar suas frustra??es.
ainda se iludiu pensando que poderia negociar ele.
Frustrada, desda, sofrendo, a dor de ser separada da própria carne e osso atormentava
profundamente o cora??o de Olivia.
O que deveria fazer a seguir?
Como poderia ver as crian?as?
O carro parou na Comunidade Lejá.
Olivia saiu do carro,p?s as suas emo??es, secou as marcas de lágrimas no rosto e sentou–se
perto do jardim durante algum tempo, até que todos os sinais de choro desaparecessem, antes de
voltar para casa.
abriu a porta e entrou.
Teresa Rocha, ouvindo o barulho, veio surpresa ao encontro d na porta. Quando viu Olivia, se
inclinou para olhar atrás d e, em seguida, sua express?o de surpresa se tornou séria, perguntando:
“E as crian?as, por que você voltou sozinha? Jimena n?o disse que você foi Daniel e poderia ver
as crian?as?”
N?velD(ram)a.?rg owns this content.
Olivia baixou a cabe?a, olhou para Teresa e for?ou um sorriso, tentando parecer descontraída: “M?e,
as crian?as est?o bem Daniel, assim que s se estabilizarem, eu te levo para vês.”
“O que você quer dizer? Daniel tirou as crian?as de vocêpletamente, e s n?o v?o voltar?” A
express?o de Teresa era grave, chocada, uma angústia reprimida.
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Capitulo 561
“M?e, as crian?as Daniel têm condi??es que nem sabemos qu?o boas s?o, s ter?o a melhor
educa??o, acesso aos melhores recursos e uma vantagem desde cedo. Suas habilidades naturais
ser?o plenamente desenvolvidas. Ao contrário de ficarem connosco, onde todos os dias nos
preocupamos a vida.”
Olivia tentava fr Teresa de maneira leve, consndo–a, pedindo que visse a situa??o de
uma maneira mais positiva.
Ao ouvir as pvras de Olivia, Teresa desmoronou imediatamente, batendo nos ombros e bra?os de
Olivia, ofegante e furiosa: “Você é inútil, o que está dizendo! Por que as crian?as n?o ficariam bem
connosco? Ainda é você a m?e ds?”
Teresa batia enquanto chorava.
Com as emo??es fora de controle, Teresa n?o conseguiu conter a sua for?a.
Olivia foi atingida nos ombros e bra?os, sentindo uma dor aguda, mas ficou parada, sem se mover,
deixando que Teresa continuasse.
sabia que Teresa estava sofrendo por dentro, e mesma,o poderia estar bem?
“Você está sempre ocupada trabalhando fora, só volta à noite para brincar eles por um momento.
Eu que os criei desde pequenos, e agora que finalmente podem chamar alguém de avó, podem correr
e pr, você deixa aquele pai posti?o levá–los embora! O que eu vou fazer agora? Eles n?o me
chamando de avó, o quanto me sinto vazia, o quanto dói, uhu…”
Teresa continuava batendo, murmurando, e de repente a sua for?a diminuiu, e e?ou a chorar
de forma incontrolável.
Apenas dois dias sem as crian?as por perto, já se sentiao se tivesse perdido sua alma,
completamente desamparada.
Olivia, que havia conseguido contrr suas emo??es tanta dificuldade, agora também
desmoronava, lágrimas caindo abundantemente.