Capítulo 477
Uma luz branca cruzou sua mente, e repentinamente se lembrou de algo importante.
Daniel havia ido embora e ele n?o tinha se preparado contraceptivos!
precisava se levantar eprar medica??o por conta própria.
n?o podia engravidar agora, sen?o seria a única prejudicada.
Olivia arrastou seu corpo cansado para tentar se levantar, tomou um banho, vestiu–se e se ajeitou
para sair.
viu o cr no sofá, mas n?o pretendia colocá–lo.
Mas, se lembrando da raiva de Daniel, se inclinou, pegou o cr e o colocou.
Daniel tinha mandado que usasse o cr a todo momento e nunca o tirasse.
O poder autoritário dele ainda ecoava em seus ouvidos, e Olivia, magoada, mas mesmo só saindo por
um minuto, decidiu usar o cr.
Primeiro, foier algo, e depois foi até a farmácia paraprar pils
anticoncepcionais.
Saindo da farmácia, estava prestes para ir ao mercadoprar uma garrafa d’água quando
repentinamente, alguém cobriu sua boca por trás.
lutou por um momento, e ent?o perdeu a consciência.
Quando acordou, Olivia se sentia totalmente sem for?as.
estava deitada no ch?o, e n?o conseguia se levantar.
Onde estava?
O que tinha naquele pano que colocaram em sua boca?
Por que estava sem for?a alguma?
“Acordou? Mulheres sedutoraso você precisam de uma li??o, ou nunca v?o conseguir aprender.”
A voz aterrorizante de uma mulher ecoou.
Olivia tentou reunir todas as suas for?as para se levantar e olhar na dire??o da voz, vendo o rosto de
uma dama maquiada esmero, adornada joias, esbanjando elegancia, mas um punhal na
m?o, afiado e brilhante sob a luz.
estava brincando o punhal
Olivia conhecia aqu mulher, era Natália.
Olivia ficou encolhida de medo e perguntou cuidadosamente: “Sra.Natália, o que você pretende fazer
com isso?”
15:48
Capitulo 477
Os cílios de Natália, real?ados p máscara, se curvavam enquanto olhava para Olivia
desprezo e ria: “O que eu vou fazer? Eu já havia avisado para você n?o ver mais o Sergio, e hoje você
quebrou a sua pvra. Eu tinha avisado que se n?o me desse ouvidos, n?o seria apenas um aviso.”
batia levemente o punhal em sua m?o, parecendo calma e perigosamente séria.
Mas o panico de Olivia fol prando em seus ossos. Natália parecia instável. Será que desejava
matá?
Sem for?as e o corpo adormecido, n?o conseguia se levantar.
Se Natália fosse matá, Olivia n?o teria chance alguma para se defender.
Olivia tentou ser racional: “Hoje, foi uma coincidência, eu n?o o havia visto, foi apenas um encontro
por acaso. E eu disse a ele que deveriamos agiro se n?o nos conhecêssemos.”
realmente n?o tinha visto Sergio e n?o desejava vê–lo.
Seria melhor para ambos que se tratassemo estranhos.
queria que ele fosse feliz e n?o perdesse tempo indo atrás d.
“Ent?o o que significa isso?” Natália tirou uma bolsa e jogou aodo d, uma caixa de remédio
dentro.
Olivia olhou aten??o e percebeu que eram as pils anticoncepcionais que tinhaprado.
Natália n?o tinha que pensar que estava Sergio…
Olivia explicou: “Depois que nos separamos no shopping, n?o nos vimos mais.”
“Ah é? Como eu posso acreditar em você?” Natália se enfureceu repentinamente, se levantou, se
aproximou de Olivia, agachou–se e segurou o rosto d, pressionando a ponta do metal. contra sua
bochecha.
“Um rosto t?o bonito quanto o seu, realmente tem o poder de seduzir os homens. E se eu fizer alguns
furos sangrentos no seu rosto, todo mundo iria ficar medo de você, até os animais iriam querer
atacá. Você acha que ainda iria conseguir seduzir o meu filho?” Natália rosnava, deslizando a ponta
afiada do punhal pelo rosto de Olivia.
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poderia perfurar o rosto d a qualquer minuto.
sentia o metal frio escorregar pelo seu rosto, terrivelmente gdo.
Olivia estava nervosa, e todo o seu ser alerta.