Capítulo 476
Seus beijos, carregados de um aroma masculino e sedutor, e?avam seu delicado pesco?o.
Olivia sentiu seu corpo estremecer sem ter controle.
Seu sanguee?ou a esquentar.
Instintivamente, abaixou sua cabe?a, inclinando–a de leve para trás, ofegante: “Sr. Griera, ainda
estou suja de café, seria uma pena manchar sua roupa.”
Daniel beijava delicadeza sua pele e uma voz sensual disse: “Vou levar você para tomar
banho.”
A mente de Olivia agitou–se, seu intuito era dizer que estava suja, para que ele n?o tocasse n.
Mas ele entendeu de outra forma.
Assim que ele acabou de fr, Olivia se sentiu leve em seus bra?os, sendo facilmente conduzida em
dire??o ao banheiro.
instintivamente segurou seu pesco?o e, à medida que chegavam próximo do banheiro, seu panico
aumentava, dizendo: “Sr. Griera, eu posso andar sozinha.”
“Vamos tomar banho juntos,” disse ele uma voz rouca e incontestável.
Ele abriu a porta do banheiro um chute e entrou, fechando–a atrás de si o pé.
O quarto que Olivia tinha alugado era muito menor do que uma espa?osa casa baiana, tinha um
banheiro t?o pequeno que era apertado até para uma pessoa.
Agora, os dois dentro do banheiro, e a estatura e porte de Daniel, o espa?o que já era
pequeno, parecia minúsculo.
O ar estava inundado sua presen?a autoritária e o cheiro intenso de sua masculinidade.
Olivia nem respirava direito.
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Distraída, se viu pronta para tomar banho.
Daniel também já tinha removido sua roupa.
O chuveiro foi ligado, e a água morna caía sobre eles, despertando Olivia e deixando–a todal
arrepiada.
-Antes que conseguisse diminuir a respira??o, foi erguida nos bra?os de Daniel.
Seus músculos cheios de defini??o e sua estatura perfeita exvam um charme viril que n?o dava
para resistir.
Olivia respirava dificuldade.
Para tentar manter o equilibrio, o abra?ou pelo pesco?o e, ao ver seu atraente pomo de
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Capitulo 476
ad?o se movimentando, sentiu seu sangue esquentar ainda mais.
“Sr. Griera, eu peguei o seu pingente, você n?o vai se importar, n?o é?” Olívia tentava contrr o seu
corpo agitado, um estado que a deixava em panico.
tentava irritá–lo pvras, esperando que ele perdesse o interesse n.
Daniel parou de beijar seu pesco?o por um momento, seu olhar ficou sério e prante.
Com uma voz baixa e afiada, ele disse: “Por isso, você vai ter que pagar o pre?o! Deve suportar a
minha iral”
Olivia franziu a testa e o abra?ou mais for?a ainda, olhando para cima, enquanto o ambiente
estava sendo cheio pelo vapor e a luz do teto bn?ava.
Era por volta das dez da noite.
Olivia estava deitada na cama, sem vontade de se movimentar.
Daniel já estava vestido e sentado no sofá da s, exndo uma presen?a distinta e assustadora,
com um cigarro entre os dedos longos e elegantes. Seu rosto marcante estava rodeado p fuma?a
do cigarro.
Como n?o havia cinzeiro no local, ele apagou o cigarro entre os dedos e o jogou no lixo, levantou–se
e, passosrgos, foi embora.
Olivia, ainda deitada, ouviu o barulho da porta se fechando e soube que Daniel tinha ido embora.
Seus nervos tensose?aram a rxar um pouco.
As coisas estavam ficando sem controle.
Antes, Daniel a levava para hotéis ou para a casa dele.
Agora, ele vinha diretamente à casa d, pegando–a de surpresa.
Ainda bem que estava morando sozinha; se n?o tivesse descoberto o segredo do cr e ainda
morando as crian?as, teria sido um verdadeiro campo de batalha.
Olívia pensava nisso sem for?as quando, de repente, seu est?magoe?ou a roncar de fome.
n?o queria se mexer, estava pronta para passar fome.