Capítulo 376
Uma for?a dominante e potente invadia Olivia.
Entre os seus lábios, Olivia n?o sentia apenas o perfume do mingau de arroz, mas também a
sensa??o quente e sensual do toque masculino.
Olivia parecia uma árvore sem vida que recebia a primavera, e rapidamente seu sangue voltou
a correr.
deliciava–se o mingau gostoso que entrava p sua boca.
Olivia podia sentir o sabor do mingau, que gotejava em sua garganta seca e amarga, e que depois
descia pelo es?fago aquecendo e ado?ando todo o seu est?mago.
Erao uma flor prestes a morrer que repentinamente recebia água, e suas péts murchas
voltavam a reviver.
Faminta, Olivia ativamente sugava aida que era levada à sua boca.
Seus lábios, movendo–se ruidosamente, aceitavam os de Daniel.
Uma sensa??o quente e úmida,o uma corrente elétrica, percorria por seu corpo, deixando até seu
cora??o sonolento.
A m?o forte de Daniel segurava a nuca d, empurrando todo o mingau que estava em sua boca para
dentro d.
As pessoas que estavam no quarto trocaram olhares e, notando a situa??o, discretamente foram
deixando o c?modo.
Em um curto espa?o de tempo, a tig de mingau foi se esvaziando, e o est?mago satisfeito, a
consciência de Oliviae?ou a voltar.
abriu bem devagar os olhos fechados e viu um rosto charmoso ampliado na frente d, pele
elástica, tra?os definidos, cílios espessoso leques e pálpebras profundamente dobradas.
Ele era bonito e exva uma aura viril.
Olivia ficou nervosa por um momento e, no segundo seguinte, percebeu que estava beijando–o. Sua
mente estava atordoada e repentinamente se afastou.
Um pouco de mingau escorreu pelo canto de sua boca, e rapidamente a limpou, continuando a
comer.
Seus olhos ros estavam cheios de receio enquanto observavam Daniel.
“Eu n?o fiz de propósito“, se explicou apressadamente.
Daniel colocou a tig de mingau no criado–mudo aodo da cama e a olhou profunda e
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Capitulo 376
ininterruptamente, perguntando uma voz grave: “Gostou do mingau?”
Olivia afirmou: “Estava delicioso.”
estava t?o faminta que sua mente ainda estava turva, seu corpo fraco e sua gargantaAll content is property ? N?velDrama.Org.
amarga.
Para , aqu tig de mingau erao se fosse uma tábua de salva??o, um manjar.
Daniel mostrou um leve sorriso, um ar frio e duvidoso: “N?o é de se admirar que tenhaido
com tanta vontade. O que achou mais gostoso, o mingau ou meus lábios?”
Essa f sem cuidado algum e fria de Daniel fez Olivia ficar os olhos arregdos de
surpresa.
Seu cora??o, que anteriormente estava em alerta,e?ou a bater sem controle suas pvras.
Agora que sua consciência havia voltado, também se lembrou deo tinha sido insaciável ao
comer o mingau.
N?o era apenas o mingau que estava sugando.
somente tinha agido daqu forma porque estava realmente faminta.
explicou apressadamente: “Eu n?o estava consciente, pensei que estava apenasendo o
mingau.”
A atitude franca de Daniel se tornou séria e fria: “Ainda ousa se recusar aer?”
Vendo que ele de repentee?ou a ficar irritado, Olivia se calou e rapidamente bn?ou a cabe?a:
“N?o vou mais me recusar aer.”
Recusar–se aer era apenas se quisesse prejudicar a si mesma; ele n?o teria pena d e n?o a
deixaria ir embora.
Sua vida era mais importante.
n?o diria mais nada que pudesse ferir a si mesma.
Se mesma n?o cuidasse de si, ninguém o faria.
“Olivia, guarde suas artimanhas, a única maneira de sair daqui é me agradando! Entendeu?” Daniel
resmungou frieza e saiu do quarto.
A press?o opressora havia ido embora, e Olivia respirou alívio.
Tinha sido um grande susto.
quase morreu de fome, foi envenenada por cogumelos e quase morreu.
Nunca mais poderia se envolver em tais circunstancias.
Após o soro, o veneno dos cogumelos em seu corpo tinha sido praticamente eliminado.
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à noite, dormia na suíte principal.
No meio da noite, Daniel também apareceu, após ter saído do banho, usando um roup?o e
sentou–se aodo da cama.
A cama de ms Simmons até afundou um pouco por conta da press?o que fez ao se sentar.
Olivia ficou nervosa, os nervos à flor da pele.