Capítulo 375
Ele olhou para seus olhos escuros e voz rouca, os contornos do seu rosto grosseiros,
tentando domar as rea??es do seu corpo e a fúria que sentia.
Com um movimento rápido, agarrou o rosto d, fazendo que seus lábios se projetassem para
frente, e disse raiva: “é melhor você ficar quieta, sen?o eu vou te descascar e teer
imediatamente!”
Os olhos brilhantes de Olivia ficaram esbugalhados de susto, e rapidamente recuou, abra?ando–se
enquanto fva uma voz acanhada: “Ah, é muito cruel!”
Daniel ficou raiva quando soube que o considerava uma senhorita e realmente queria puni
ferozmente..
Mas estava envenenada, tendo alucina??es.
Ele sabia que n?o poderia fazer nada daquele jeito.
Dr. Morales chegou o mais depressa possível, entendeu a situa??o e imediatamentee?ou a
medicar Olivia uma inje??o e um remédio de cheiro forte e desagradável para fazê vomitar.
Ele queria que colocasse para fora os cogumelos que ainda n?o tinham sido digeridos.
Olivia estava deitada na cama, uma agulha em sua m?o. A empregada segurava o remédio
cheiro forte próximo ao seu nariz, e um balde grande estava aodo da cama para receber o v?mito.
se sentia pessimamente mal, a cabe?a leve e pesada ao mesmo tempo, odo entre a
realidade e as alucina??es, e o cheiro fétido do remédio era insuportável. Com o est?mago vazio e se
torcendo em espasmos, e?ou a vomitar.
tentou vomitar várias vezes, mas n?o conseguiu colocar nada para fora.
Dr. Morales achou estranho. E n?o fazia sentido para ele.
Somente depois de perguntar a Fábio que ele p?depreender que Olivia n?o tinhaido ou
bebido por dois dias.
Sem água no est?mago, era quase impossível expelir qualquer coisa somente ansias de
v?mito.
Ele rapidamente mandou que lhe dessem água para beber, e ficou muita pena d. Que tipo de
ódio ou vingan?a faria que Daniel a deixasse semer ou beber? Isso erao deixar alguém
até morrer de fome.
Lembre–se, uma pessoa só consegue sobreviver sem água por três dias.
Se tivessem passado mais algumas horas sem que bebesse algo, certamente teria morrido de
desidrata??o.
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Capitulo 175
A empregada, muito inquieta, fez Olivia beber muita água.
Ent?o, colocou o remédio fedido sob seu nariz de novo, fazendo–a cheirar.
Com muita dificuldade e afli??o, finalmente conseguiu p?r para fora os cogumelos que haviam sido
ingeridos.
Mas as toxinas que tinham sido absorvidas ainda estavam em sua corrente sanguínea e Olivia ainda
estava tendo alucina??es.
A solu??o intravenosa que o Dr. Morales tinha administrado continha nutrientes.
Mas,o estava faminta há dois dias e duas noites, somente os nutrientes n?o seriam
suficientes.
Dr. Morales disse: “Estou preocupado que a paciente esteja o est?mago t?o vazio que possa
sofrer uma perfura??o. é melhor er algo líquido agora para encher seu estómago.”
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Daniel mandou os empregados prepararem algo.
Rapidamente, uma canja de galinha chegou.
Naquele momento, Olivia já estava sentada na cama, os olhos fechados, muito tonta e fraca,
como se seu corpo fosse areia prestes a ser levada pelo vento, bn?ando e sem for?as para
conseguir se sustentar.
A empregada se ajoelhou a tig nas m?os e tentou alimentá uma colher.
Mas Olivia nem conseguia manter a cabe?a levantada e n?o sabiao abrir a boca.
Eles tinham usado uma seringa para fazê beber água anteriormente, jogando a água diretamente
na boca d.
Mas agora, para alimentá a canja, a situa??o ficava ainda maisplicada.
Depois de várias tentativas sem sucesso da empregada, Daniel aproximou–se um semnte frio,
segurou a tig em suas m?os, tomou um gole e, em seguida, posicionou–se na frente de Olivia,
for?ando sua boca a se abrir.