Capítulo 337
Assim que abriu os olhos, a dor e a dormência voltaram à sua consciência, e a parte de trás do
pesco?o parecia estar quebrada.
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franziu a testa de dor e se sentou a m?o apoiada na cama.
Ainda n?o tinha conseguido enxergar direito o que estava ao seu redor, quando de repente ouviu um
homem resmungando ao seudo.
A voz era grave e rica, dava para saber que era de um homem maduro.
sentiu o cora??o apertar e, um sobressalto, virou–se na dire??o da voz, encontrando um rosto
bonito e sereno, os olhos fechados e uma express?o de dor marcando o semnte.
Era o Sergio!
A colcha cobria apenas até o peito, revndo seus ombros nus e robustos.
Embora estivesse apenas um pouco exposto, Olivia ainda podia perceber que ele n?o estava usando
camiseta!
E mais, estava deitada aodo dele!
Essa posi??o era, de qualquer maneira, muito intima.
Como ele podia estar aodo d!
N?o, por que estava na cama do Sergio!
O cora??o de Olivia palpitava caoticamente, a nuca ainda doendo e o corpo amolecendo devido à
press?o nos nervos. se esfor?ava para manter–se firme, preparando–se para sair da cama.
Foi quando Sergio abriu os olhos e viu a mulher ao seudo, perguntou voz alerta: “Quem
é você?”
Ele sentou–se quase instantaneamente, uma voz séria e fria,
Olivia virou–se para ele e, os olhos tensos, trocou um olhar, apressando–se a explicar: “Eu Vim
devolver sua roupa, fui nocauteada assim que entrei, também n?o sei por que estou na
sua cama…”
Enquanto explicava, se apressou em sair da cama, mas sua m?o foi puxada por Sergio, “Olivia,
n?o vá ……”
“Bang!” A porta do quarto foi chutada for?a, Uma energia que perturbou o ar e fez a
temperatura do espa?o cair vários graus.
Um cfrio tomou conta da s.
Olivia, ainda sem conseguir retirar a m?o, olhou instintivamente para a entrada.
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Capitulo 337
um homem alto e bonito entrou, vestindo um terno preto feito à m?o que destacava sua figura esguia e
imponente.
Ele era de uma beleza estonteante, parecendo um príncipe de conto de fadas, mas o rosto tenso,
como uma corda prestes a se romper, exndo um frio intimidador.
‘Daniel…” Olivia murmurou ao reconhecer a pessoa, os lábios tremendo de choque.
Antes que pudesse entender a situa??o, as pernas esguias de Daniel chegaram aodo d, a
m?o grande dele agarrou a outra m?o d, segurou o pulso e, for?a, fazendo–a trope?ar para o
seudo.
A m?o grande de Daniel agarrou a cintura d e, um forte pux?o, abra?ou–a ao seudo.
Olivia estava at?nita.
Sergio, que segurava a m?o de Olivia, perdeu o contato devido à for?a de Daniel, tentou segurá,
mas falhou, e seus dedos deslizaram, deixando um vazio em sua m?o e em seu cora??o.
Ele olhou para o recém–chegado, confuso: “Tio, o que faz aqui?”
Daniel olhou para Olivia um olhar frio e prante, e falou uma voz baixa e opressiva: “Você
explica por que estou aqui!”
Daniel já havia advertido Olivia a n?o se aproximar demais de Sergio.
Agora, ele a pegou no gra sentada na cama dele.
Assustada a frieza de Daniel, o cora??o de Olivia batia acelerado e seus cílios tremiam: “Eu, eu
n?o sei…”
realmente n?o sabia por que Daniel aparecera ali naquele momento.
A temperatura ao redor de Daniel caiu drasticamente, e ele segurou seu queixo for?a, olhando
para baixo dentes cerrados: “O que eu disse para você? parece que você tem uma má memória!”
A dor intensa quase quebrava a mandíb de Olivia, e franziu a testa em agonia.
Ao ver a cena, Sergio, o cora??o apertado, apressou–se em levantar–se da cama e disse,
ansioso: “Tio, n?o a machuque, você é apenas o chefe d, agora é hora de folga, a vida particr
d n?o deve ter nada a ver o chefe ……”
Daniel soltou uma bufada fria do fundo da garganta, sua vis?o gdao gelo se encolheu para
Olivia, parecendo congelá.
“Diga a ele qual é a nossa r??o!“, exigiu ele.