Capítulo 336
Os dedos longos de Daniel tocaram a t do celr, iluminando–a.
a mensagem exibida o envolveu em um frio cortante,o se fosse uma nevasca no auge do inverno.
Bruno ficou em pé em frente à escrivaninha, encolheu–se, o medo o silencioupletamente.
Daniel tirou a foto for?a na mesa.
O papel fotográfico “estalou” na mesa, um som nítido, revndo a raiva na for?a de Daniel.
Ele se levantou, suas pernas esguias e fortes o levaram para fora do escritório uma aura gda.
Bruno apressou–se em segui–lo.
This belongs ? N?velDra/ma.Org.
Olivia pegou um táxi até o Hotel Los Angeles.
O Hotel Los Angeles era um edifício imponente, umabina??o de restaurante moderno e
hospedagem.
Era noite, e ao redor do prédio as luzes de neon piscavam, algumas até mudavam de cor, criando um
efeito de rgem, um espetáculo de luzes e cores.
As pvras Hotel Los Angeles também estavam iluminadas em dourado e vermelho na
entrada do arranha–céu.
Olivia ergueu o olhar para o alto edifício, pensando consigo mesma, Será que Sergio n?o tem casa na
Capital? Por que diabos ele teria que ficar em um hotel?
Mas se ele tinha ou n?o uma casa, isso n?o era da sua conta. só precisava devolver a roupa para
ele e, depois disso, n?o teria mais nada a ver o homem.
entrou no hotel e encontrou o elevador, pressionou o bot?o do 20o andar.
O que n?o sabia era que desde o momento em que apareceu no hotel, já estava sendo
observada.
Chegando ao 20o andar, Olivia localizou precis?o o quarto 2032, ergueu a m?o para tocar a
campainha, mas percebeu que a porta estava apenas encostada, n?o fechada.
Por educa??o, ainda assim apertou a campainha.
A campainha tocou várias vezes, mas ninguém veio abrir a porta.
Timidamente, Olivia empurrou a porta cuidado e gritou: “Tem alguém ai?”
”
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Ninguém respondeu.
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Capitulo 336
Aquilo era estranho. Olivia conferiu seu celr novamente, e estava no quarto certo, n?o havia
erro.
Empurrou a porta e entrou.
De repente, todo o espa?o ficou escuro e todas as luzes se apagaram.
Olivia ficou chocada e estava prestes a se virar e sair quando a parte de trás de seu pesco?o foi
cortada por uma palma.
Estrs brilharam diante De seus olhos e, lutando para se manter consciente, cambaleou para
frente, tentando se virar para ver quem a atacara.
Male?ou a virar–se e sua vis?o escureceu, caindo inerte no ch?o.
Assim que Olivia desmaiou, as luzes do quarto foram acesas, iluminando todo o espa?o.
um sujeito loiro se aproximou, arrastou Olivia para a cama e a jogou lá, aodo de Sergio.
Ele estava prestes a desabotoar a camisa de Olivia quando seu telefone tocou, era Vania ligando.
Ele atendeu apressadamente e, do outrodo da linha, a voz ansiosa de Vania disse: “A pessoa
chegou, sai rápido daí!”
O sujeito, em panico, nem se deu ao trabalho de despir Olivia, virou–se para sair. Ao chegar à porta,
viu uma bolsa caída no ch?o, pegou–a e colocou–a no criado–mudo.
Depois, saiu às pressas do quarto, deixando a porta entreaberta.
Olivia, que estava ema, estava lutando sua consciência, e sua mente estava flutuando
as figuras dos quatro filhos, adoráveis, frágeis epletamente dependentes
d.
Essa imagem atingiu seu cora??o, inmando seu desejo de sobreviver.
n?o podia morrer, e muito menos perder a consciência. Se algo lhe acontecesse, o que seria de
seus filhos?
Com uma luta feroz, seu forte desejo de acordar superou a dormência de seu corpo.
De repente, abriu os olhos.