Capítulo 359
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“Isabe, senta aqui.” Nair Pires acenou para que Isabe se sentasse na cadeira entre as duas
camas hospitres.
Depois que Isabe se sentou, sua m?ozinha pousou naturalmente sobre o pulso do av?. “Vov?, todo
mundo está torcendo para que você acorde logo.”
A outra m?o de Isabe tocou o pulso da avó. “Vovó, você consegue me ouvir?”
Esses gestos de Isabe n?o passaram despercebidos por Oliver Neves.
Será que a irm? estava tentando medir o pulso dos avós?
Embora tivesse ouvido dizer que havia salvado o Sr. Mauro, a condi??o dos avós era ainda mais
grave…
Nem mesmo os melhores médicos podiam fazer nada…
Nair Pires n?o notou oportamento ium da filha, a m?o apoiada nateral da cama da
senhora, disse suavemente, “Quem poderia imaginar que depois daquele grande incêndio, há dezoito
anos, Isabe foi levada embora em meio a uma fuma?a espessa, e foi uma sorte que tenha
retornado para o meudo depois de dezoito anos. Você nem imagina o qu?o inteligente Isabe é.
Ainda t?o jovem, já sabe dirigir uma empresa e n?o ficou muito atrás de você quando era jovem!”
Ao dizer isso, Nair Pires sorriu e continuou, “Com certeza é uma quest?o de heran?a. Nós, da família
Neves, temos o gene doércio no sangue. Aquele negócio de roupas estava quase falindo, mas
desde que Isabe assumiu, reviveu das cinzas e até ganhou a admira??o dos funcionários!”
Carlos Neves estava sentado aodo da cama do senhor, um nó na garganta. “Pai, m?e está
certa. Você deveria abrir os olhos para ver Isabe. é bonita, sensata, sabe fazer negócios, tocar
piano, e ainda por cima, desenha roupas… N?o há nada que n? consiga fazer! Se você acordasse
e visse umaa assim, ficaria muito feliz!”
Mas quem sabe se o senhor conseguiria aguentar até abrir os olhos…
Pensando assim, Carlos Neves sentiu seu cora??o apertar ainda mais, uma vontade crescente de
chorar.
“Pai, fique tranquilo, toda a equipe médica está se esfor?ando. Os avós certamente v?o acordar.”
Oliver Neves disse isso, olhando para Isabe, “E ainda mais, Isabe aqui…”
Mariana Neves, vendo todos elogiarem Isabe, n?o quis ficar para trás ee?ou a chorar,
debru?ando-se na cama da avó.
“Vovó, quando você vai acordar para conversarigo? Sinto falta de você me abra?ando e me
elogiando, dizendo que eu era suaa preferida. Sempre que eu
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ganhava um prêmio ou recebia um elogio do meu professor, você ficava orgulhosa de
mim!”
Mariana Neves levantou o rosto banhado em lágrimas. “Se todo o meu progresso e todas as minhas
conquistas tivessem que ser trocados p sua saúde, eu preferiria n?o ter sucesso na vida, viver na
obscuridade, desde que você pudesse estarigoo quando eu era crian?a, fndoigo
um sorriso. Eu desistiria de tudo de bom grado!”
Isabe: …
Esse escandalo todo n?o vai afetar o descanso dos pacientes?
“Vovó, consegue me ouvir? Você nem quer mais saber da suaa favorita, daqu que você mais se
orgulhava? Mesmo vendo suaa chorando assim, você n?o seove?” Mariana Neves chorou
ainda mais, debru?ada sobre a cama.
“Quando eu era pequena e chorava, você me abra?ou e enxugou minhas lágrimas e disse que as
lágrimas da suaa s?o os diamantes mais preciosos do mundo. Se alguém fizer suaa chorar,
você n?o iria perdoar! Porém,neste momento,eu estou chorando por você e você nem se importa…”
Isabe: …
Precisa mesmo enfatizar tanto que é a a”?
“Mariana, a vovó precisa de repouso.” Oliver Neves falou, lembrando-a.
“Desculpe, irm?o, mas quando vejo os avós sofrendo assim, meu cora??o dói tanto que parece que
vai parar de bater a qualquer momento.”
Carlos Neves sentiu os olhos segrimejarem as pvras d e também ficouovido o
sofrimento que os seus pais enfrentavam, sem saber quando o sofrimento iria acabar.
Mariana Neves, entre solu?os, olhou para os avós uma express?o de dó: “Eu ainda espero poder
segurar suas m?os,o antes, e passear vocês. Vocês sempre diziam que eu estava muito
ocupada os estudos e n?o tinha tempo para vocês, n?o é? Agora estou de férias escres e
tenho todo o tempo do mundo para estar vocês. Só preciso que vocês acordem, e eu farei
qualquer coisa!”