Capítulo 358
“Olá,” Isabe acenou levemente a cabe?a, em sinal de cortesia.
A chefe das enfermeiras olhou para e achou que a postura da menina era ainda mais nobre que a
de Mariana Neves. poderia ser parente da família Neves?
parecia vir de uma linhagem distinta, muito bem educada sem transmitir o ar desnecessário e
arrogante de Mariana Neves. Poderia ver que tinha um senso de responsabilidade.
“M?e e pai acordaram hoje?” Apesar de saber que a possibilidade era mínima, Nair Pires ainda assim
perguntou, um fio de esperan?a.
“O senhor e a senhora ainda n?o acordaram, nos últimos três dias, a condi??o deles piorou…”
Os dados de monitoramento diário e as renda??es médicas eram atualizados em um aplicativo
para que Carlos Neves e Nair Pires pudessem consultá-los a qualquer
momento.
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Nair Pires também tinha notado, nos últimos dias, que os dados dos idosos estavam declinando pouco
a pouco, e osentários do médico n?o eram otimistas, alertando-os para estarem preparados.
“O problema é que o senhor e a senhora est?o avan?ados em idade, as fun??es corporais est?o em
declínio…”
“Pode se retirar.”
“Sim.”
Nair Pires, de m?os dadas Isabe, caminhou em dire??o ao fundo do corredor. “Seus avós
precisam de descanso, por isso o quarto deles fica lá no fim…”
“Shhh.” Nair Pires fez um gesto de silêncio, sinalizando para que saíssem.
s se curvaram respeitosamente e deixaram o quarto.
“Pai, m?e…” Carlos Neves n?o p?de evitar sentir um nó na garganta ao pensar que, mesmo toda
a riqueza da família, seus pais ainda tinham que passar por isso.
“Pai, m?e, quando vocês v?o acordar? Nós finalmente encontramos a filha que Carlos e eu perdemos
há tempos!” Nair Pires acenou para Isabe se aproximar. “Esta é Isabe, Isabe Neves, aa de
vocês.”
Mariana Neves, ouvindo as pvras a de verdade”, desviou o olhar desdém. “Bah, o que tem
de t?o especial?”
De repente, desejou que seus avós nunca mais acordassem. Dessa forma, Isabe n?o
conseguiria o reconhecimento que tanto queria!,
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Capítulo 358
Na mente dos idosos, sempre haveria apenas umaa, e essa era , Mariana Neves!
“Isabe, cumprimente seus avós,” disse Nair Pires, do?ura.
Isabe se aproximou e disse docemente, “Vov?, vovó, eu vim visitar vocês.”
Os dois idosos, vestidos roupas caseiras confortáveis ergas, estavam os
olhos fechadoso se estivessem tirando uma soneca.
Seus cabelos estavam bem penteados e as unhas cuidadosamente aparadas, nada estava fora do
lugar.
Definitivamente eram pessoas de uma família rica; mesmo conectados a respiradores, era possível ver
na face bondosa do av? que ele era uma pessoa cheia de vigor e
otimismo na vida.
E a avó, um rosto bem cuidado, ainda refletia a vivacidade de décadas no mundo dos negócios,
amável e ao mesmo tempo irradiando a sabedoria e eficiência de uma mulher forte.
Isabe percebeu que seus avós eram realmente pes