Capítulo 128
Na manh? seguinte, antes mesmo do amanhecer, Mariana Neves já estava se arrumando. Escolheu
cuidadosamente um vestido preto de al?as, prendeu o cabelo para cima, revndo a testa branca e
pura.
“Você está linda, Sra. Marianal” Cam, suas próprias m?os, colocou-lhe um cr deslumbrante.
“Com esse look, você está muito mais bonita que a Isabe.”
“Cam, você n?o precisa me consr, eu sei que minha aparência n?o separa à da minha
irm?…”
Mesmo que Isabe se vestisse de maneira simples, sua aura de frieza e beleza sofisticada que
emanava de dentro para fora era capaz de ofuscar qualquer um.
Cam ficou tensa por um momento, mas logo sorriu
Vamente, “Os tra?os da Sra. Mariana s?o magnificos, próprios de uma família nobre. A senhora tem
uma presen?a que chama aten??o…
“Será que… Célio vai gostar do meu visual hoje?” Mariana Neves observava seu reflexo no espelho,
pele ra, fei??es delicadas, lábios vermelhos e dentes brancos.
Cam admirava sinceramente sua beleza. “Se eu fosse o Célio, já estaria apaixonado! Tenha
confian?a, Sra. Mariana. No café da manh?, você será a estr!”
Foi ent?o que Zélia bateu à porta, dizendo, “Sra. Mariana, o Célio chegou. Sra. Isabe ainda n?o
despertou, e os patr?es continuam dormindo. A senhora quer descer e recebe-lo?”
Ao ouvir isso, Mariana Neves mal conseguia se conter. Rapidamente, retocou sua maquiagem e
desceu as escadas.
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Célio queria ver a garota que ele gostava o mais cedo possível e veio quarenta minutos antes do
combinado. Ele disse a Maria para n?o acordar ninguém e deixá-los dormir- bem.
Quando Mariana Neves chegou ao andar de baixo, viu o homem sentado no sofá. Sua elegancia e
postura altiva, aliadas à sua estatura esquia, o tornavam irresistivelmente atraente.
“Célio, por que você veio t?o cedo? Minha irm? n?o tem o costume de acordar cedo…” Mariana Neves
aproximou-se sorrindo. “Quer que eu lhe sirva um copo de leite?”
“N?o precisa.”
“Você saiu de casa t?o cedo, deve estar fome. Beba um pouco de leite para forrar o estómago…”
estava prestes a ir para a cozinha quando ele disse calmamente: “N?o é necessário. Vou esperar
p Isabe.”
O sorriso de Mariana Neves congelou em seu rosto, mas logo disse, “Se você quer esperar por
minha irm?, em vez de ficar aqui sentado, que tal darmos uma volta pelo jardim? Já faz tempo que
você n?o vem… ntamos várias espécies novas. Veja se n?o tem alguma que o Avo Franco goste,
para levar para ele…
“N?o precisa.
“O ar do jardim é muito bom, traz energia para o dia todo. Ainda está cedo, posso panhá-lo…”
“Prefiro ficar sozinho.”
A mensagem de Célio era ra, mas Mariana Neves de repente se abaixou, colocando sua m?o
delicadamente sobre o joelho dele, uma express?o de tristeza. “Célio, desde que
minha irm? voltou, você tem sido cada vez mais distanteigo.”
Antes que terminasse, Celio, uma express?o de desagrado, afastou-se um pouco: “Por favor,
mantenha apostura.”
Mariana Neves retirou a m?o, sentindo-se ainda mais magoada. “Eu sei que você gosta da minha
irm?, mas conversarigo n?o vai mudar nada! Isabe é generosa, n?o se importaria, ainda
mais porque n?o estamos fazendo nada demais, apenas conversando…”
O que queria dizer era que, se Isabe se importasse a conversa deles, seria mesquinha e
rancorosa…
Ao vê tentando se aproximar novamente, o olhar de Célio era frioo gelo: “Eu me importo, por
favor, tenha algum respeito por si mesma.”
Mariana Neves percebeu que ele n?o estava a dar a devida aten??o e levantou o olhar para Cam,
que estava ao longe. Com um olhar, Cam lhe passou uma mensagem silenciosa. Ignorando o
constrangimento, Mariana Neves ousou tocar o joelho dele sua m?o delicada.
Vendo que ainda queria se aproximar, Célio se levantou imediatamente e olhou para de cima.
“Chega.”