Capítulo 127
Isabe tinha acabado de tomar banho e estava lidando assuntos pessoais em seu notebook
quando ouviu uma batida na porta.
“Querida, já está dormindo? Mam?e trouxe algo para vocêer.”
“N?o dormi.”
Os dedos esguios de Isabe tocaram algumas tes antes de fechar optop e se levantar para abrir
a porta.
“A m?e tem medo de que você n?o tenhaido direito quando saiu o Célio, ent?o pediu para o
cozinheiro preparar umas coisinhas.”
Isabe olhou para a bandeja surpresa e n?o p?de deixar de expressar seu espanto.
‘Churrasco?”
“Sua m?e ouviu dizer que a garotada da sua idade adora essas coisas. Cheira só, n?o está uma
delícia?” Nair Pires colocou a bandeja e observou a filha olhos
sorridentes.
Isabe pegou um espetinho è o ofereceu naturalmente a Nair Pires.
Nair Pires recusou satisfa??o e alegria. “M?e n?oe dessas coisas… Pode aproveitar! Você
tem se desdobrado tanto, tantas coisas para resolver na empresa, e acabou de voltar para casa
sem ter tido um momento de descanso…”
“N?o é nada demais.” Isabe saboreava o petisco em suas m?os. “é até divertido.”
Pelo menos n?o era t?o monótono quanto na esc.
Ao ouvi, Nair Pires sentiu-se ainda mais contente. “Deixe esses pequenos problemas para os
outros. Quando der, a m?e te leva para passear no shopping, tomar um chá da tarde, fazer um
tratamento de beleza… Nós também podemos fazer uma viagem em familia, curta ou longa… Você
escolhe o destino. Se você gosta, o papai e a mam?e adorariam te panhar.”
Isabe ergueu o olhar e sorriu levemente. “Combinado.”
“Você está se adaptando bem em casa? Há algo que precisamos mudar? Talvez o colch?o esteja
muito duro, as cortinas n?o bloqueiem a luz ou algum objeto decorativo que você n?o goste… Ou algo
rcionado ao seu pdar…”
“Está tudo ótimo.”
Nair Pires n?o conseguia entender por que a familia Dias tratava t?o mal essa menina t?o querida e
sensata….
Que crian?a maravilhosa…
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“A m?e soube que o av? Franco mandou entregar o seu chá da tarde hoje?”
Isabe se surpreendeu a pergunta, imaginandoo sua m?e sabia desses. pequenos
detalhes.
Nair Pires continuou um sorriso nos olhos. “O av? Franco ligou pessoalmente para o seu pai
perguntando quais eram as suas preferências para o chá da tarde. Acabou de chegar em casa, e
ainda estamos nos acostumando seus gostos. Ainda bem que temos o Célio!”
Isabe ficou surpresa ao ouvir isso.
“Célio conhece bem seus gostos. O que você gosta ou n?o gosta, ele sabe direitinho.” Os olhos de
Nair Pires brilhavam de alegria. “A m?e percebe que ele realmente gosta de
você.”
“Quando ele olha para você, só vê você. Tendo umpanheiro assim, seu futuro certeza será
muito feliz.”
Nair Pires colocou levemente a m?o sobre a de Isabe e notou a pulseira em seu pulso.
“Conhecemos o Célio há tantos anos, sempre foi um rapaz reservado, sério, que mal sorria, mas
contigo ele parece outra pessoa. Aquele carinho nos olhos é todo para você.” “Também ficamos
sabendo que ele desenhou uma pulseira para uma garota… Depois você também deve dar algo em
troca para ele, n?o deixe passar esse amor profundo.”
“Certo.” Isabe assentiu obedientemente, enquanto seu olhar voltava para a pulseira de borboleta em
seu pulso, cujos diamantes cintvam sob a luz, lembrando os olhos ros e apaixonados de Célio.
realmente nunca havia dado algo em troca para Célio.
N?o sei o que esse homem vai gostar.