Capitulo 68
Célio observou Isabe terminar de tomar sua sopa até a última colherada e n?o pode evitar pensar.
Que sopa será aqu? Parece deliciosa, ele também queria provat
Depois do almo?o, Isabe entrou novamente no carro de Leno Abreu, e foi até o Hotel Ventoso
buscar algumas coisas.
Caterina Dias e Aaron, que estavam dodo de fora do Restaurante Lago, viram ajudar um senhor
de idade a entrar no carro que foi em dire??o ao hotel!
Imitado, Aaron ligou o motor e seguiu eles
“ está se rebaixando!“, pensou ele
Por algum motivo, ao ver o rosto pálido e bonito de Isabe, Aaron sentia uma raiva inexplicável
Talvez porque ele tinha crescido no exterior e n?o tinha visto muitas vezes, Aaron n?o esperava
que fosse t?o atraente quando se anumava, e muito menos que uma mulher de sua beleza estaria
interessada em um velho gaga!
Se viesse pedir sua ajuda, quem sabe, ele poderia ajudá!
“Senhor Célio, a senhora Isabe entrou no hotel, devemos seguida, perguntou Vicente, observando
Isabe ajudar Leno Abreu a entrar no grande port?o do hotel. Ele estava tanto ciúmes que
parecia que sufocar
“Que tal ligar para a senhora Isabe? Pergunte o que está fazendo?“, sugeriu
Célio ignorou ele, ramente desprezando a sugest?o
Mas, à medida que os segundos passavam, Célio finalmente cedeu e pegou seu celr para discar o
número d.
Cinco minutos se passaram depois que Vicente deu a sugestio
“Isabe”
Nem mesmo Célio percebeu que seu tom de voz carregava um capricho, scando quase patético.
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“Algum problema?“, perguntou Isabe, que tinha acabado de pegar suas coisas e saia do quarto
Podemos conversar um pouco?“, Celio apenas queria ou sua voz naquele momento, “O que você
comeu no almo?o?”
“Um prato caseiro“, respondeu isabe, entrando no elevador sem perder o sinal
“E estava bom?
tinha tomado toda a sopa, ent?o devia estar mesmo
“Estava bom,”
“Ent?o, na próxima vez, você me leva?
Isabe percebeu que ele estava apenas procurando assunto, “Você ligou por algum motivo
especifico?
“Onde você foi?”
Era uma pergunta simples, mas saida dosbios de Célio, parecia carregada de saudade
“Você n?o sabe?”
Isabe saiu do elevador, foi até o carro preto estacionado, abriu a porta e olhou para ele, “Você me
sequiu do escritório até o hotel?” “Você sabia o tempo todo?” Célio puxou para perto, “Eu só estava
passando e te vi
riu, duvidando das inten??es dele
“Como você n?o veio frigo?” Os olhos castanhos de Célio encaravam .
Io você
E está me seguindo? Ou?“, Isabe tentou sair dos
“Como acha que eu iriate abordar? Parando o carro para perguntar por que bra?os dele.
Mas Celio segurou firme, e por algum motivo, a ansiedade e imita??o que sentia antes
desaparecerampletamente ao abra?á. “Celio, você está passando dos limites!”
Ontem ele segurou sua m?o, hoje já teve a audácia de abra?á!
“Eu realmente queria te abra?ar, o que eu podia fazer? Celio olhava pra seriedade e paix?o,
n?o esperando sua permiss?o para abra?á novamente, “Só por um momento”
“Quem é ele?”
Célio ro?ou seu queixo no ombro d, quase transbordando de ciúmes.
Vicente, no banco da frente, sentiu um cfrio, nunca imaginou que o Senhor Célio fosse assim,
imbativel quando se tratava em fa manha!
O cora??o de
de Isabe também se amoleceu, “Um parente distante.”
“Vocês s?o próximos?”
em fazer
“O que você acha?”
Célio disse ent?o, “Ontem você nem me serviuida.”
“Você já está t?o velho que n?o consegue mais segurar os talheres?” E provocou n?o acreditando
que ele estava ciúmes de um Idoso.
“Na próxima vez, você pode me servir?”
esse homem fosse t?o infantil a levar as coisas t?o a sério, “Podes me soltar agora?”
Isabe n?o esperava que esse
“Se você prometer, eu te solto.”
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