Capitulo 67
Célio ainda observava aqus m?os entr?adas, est?o de m?os dadas por tanto tempo, e ainda n?o
haviam se soltado?
Quando viu as figuras entrando no elevador, a express?o de Célio escureceu ligeiramente “Descubra
em qual s privada eles est?o jantando.”
“Senhor Célio, o senhor vaier eles?”
Vicente mal havia terminado de fr quando percebeu a sura de descontentamento que cercava o
grande chele. Ele p momento e logo entendeu!
pensou por um
“Senhor Célio, falei o gerente do restaurante, e eles disseram que a senhora Isabe foi para a
s privada no segundo andar, nodo sul. Bem em frente, tem outra restaurante Que tal immos
jantar? Assim a gente n?o ioda a senhora Isabe e seus amigos…”
“Sim.” Celio desviou o olhar, ainda pensando naqus m?os delicadas e mac
emacias
Isabe ajudou Leno Abreu a entrar na s privada, entregando pra ele o que estava na sac, “Aqui,
isso é para você.”
Ele ficou feliz e satisfeito, “Você que fez as próprias m?ns
“Sim.”
“Eu adoro as roupas que você faz! S?o bonitas e confortáveis de vestir
A roupa que Leno Abreu usava era uma pe?a que havia feito no ano passado, e ainda estava em
perfeito estado
“Este presente é ótimo! Eu aceito.”
“Senhor Célio, todos os pratos já est?o na mesa, podemose?ar aer
Na s privada, Vicente notou que Célio ainda fixava o olhar na menina do outrodo e n?o pode
pode resistir em fazer uma brincadeira, “Nossa, daqui a vista é otima
O que a senhora Isabe estava fazendo lá dentro, ele podia ver ramente
“Coma” Célio viu a menina entregando um presente para o idoso, servindo ele um copo daqua e até
colocandoida no prato dele. Na noite passada, ele n?o recebeu um tratamento assimi
“Senhor Célio, ent?o eu n?o vou fazer cerimonia Vicentee?ou aer apetite, “Nossa, que
delicia!”
Ele estava bastante fome, seguindo o senhor Célio para cima e para baixo, n?o haviaido a
manh? toda
“Sim.” Isabe serviu mais uma tig de sopa para ele, colocando–a a sua frente, “Quanto tempo
você neja ficar?”
“Vou embora à tarde”
“T?o cedo?
“Eu sempre fui um homem solitáro…“
Isabe percebeu que ele estava triste e falou suavemente, “Se você quiser ver a vovó, eu posso te
dar uma ajudinha.”
Leno Abreu ficou emocionado, mas depois de pensar um pouco, ficou medo de que pudesse
causar uma má impress?o. O hospital era um lugar muitas pessoas e muitos olhares, e se
come?arem a fofocar e espalharia para mais jovens….
Ele pessoalmente n?o se importava as fofocas, mas temia p reputa??o de Eloi, embora eles
nunca tivessem feito nada de errado.
“Eu posso pedir ao Mário Lopes para levá–lo à noite para vê.” Isabe tomou um gole de sopa e
disse calmamente, “N?o se preocupe, a vovó n?o vai acordar à noite.”
“isso… Leno Abreu pensou por um momento e ent?o bn?ou a cabe?a, “Eu tenho medo de que, se
eu for, depois n?o vou querer ir embora.”
Isabe ficou surpresa por um momento, olhando nos olhos dele.
“Na verdade, assim está bom… Vem para o hoteligo pegar o presente da sua avó.”
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Embora ele n?o pudesse estar aodo d, pelo menos tería algo perto d, para que n?o se
sentisse sozinha.
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