Capitulo 52
Os olhos d brilhavam limpidos e ros sob o reflexo dos fogos de artificio, mas observando
aten??o, parecia haver um tra?o de tristeza?
Célio ainda queria olhar mais um pouco, mas percebeu que aqu s
sombra de tristeza desapareceu num instante. Como os fogos de artificio no céu, sem deixar rastro.
со
Sob o reflexo ro e escuro dos fogos de artificio, a aparência de Isabe estava radiante, e essa
beleza nobre e fria erao a lua ch, iparável.
“Voce preparou tudo isso? – Isabe perguntou, contemndo os
s fogos de artificio no céu
“Hum” – Célio n?o tinha certeza se a garota de aparência fria e orgulhosa gostava ou n?o da surpresa:
“Agora você acha que é melhor estudar medicina ou n?o?”
Isabe achou engra?ado e disse: “deliberadamente: “Estudar medicina é, de fato, útil”
A implica??o é que ele n?o era prático o suficiente e que preparou algo inutil?
N?o se sabe quanto tempo passou, mas o teto foi se fechando lentamente e as luzese?aram a
acender, camada p
por camada.
Depois que as luzes de todo o camarote forampletamente restauradas, o violinista,n?o muito
distante, fez uma reverencia de agradecimento, e estava prestes a deixar o palco, quando seus olhos
ouviram Izabe, levando um susto. N?o era essa a sua semi–mentor?
ma vez the
A que uma
te deu li??es de violino mas se recusou a aceitào aprendiz, e agora a encontrava aqui!
Isabe também n?o esperava que o violinista francés, a quem havia ensinado arduamente por
meio més, tocasse a música t?o desafinada…
ainda estava se perguntando de onde team vindo aquele violinista t?o desanimador?
“Reconhece?” – Célia perguntou percebendo que Isabe observava a violinista
Isabe esbo?ou um somso. O famoso violinista José, quem n?o o conhece
José estava desesperado e rapidamente falou “N?o, n?o, me desculpe. N?o tenho praticado bem
ultimamente. Ent?o, por favor, tenha paciènciaigo se isso tiver causado uma experiencia ruim
“Des?a“-Célio se perguntou o que estava acontecendo entre eles e segurou a m?o de Isabe sem
soltá.
Vendo que Isabe n?o tinha inten??o de levar o assunto adiante, Jose desceu e imediatamente
pegou o celr. “Mentora, eu n?o sabia que era você! Ful contratado de última hora, pensei que fosse
algum nco sem no??o de música que me contratou para se divertir… ent?o n?o level a séro.
Isabe recebeu a mensagem dele e respondeu sucintamente. “Pessima”
“You me certificar de praticar mais
Isabe guardou o celr sem responder “Vamos”
Sentada do outrodo do Restaurante Estrdo, Caterina Dias já estava cheia, mas ainda esperava
Isabe sair.
“Caterina, você está um apetite ótimo hoje, querer mais? Posso pedir um sorvete para você?
– Aaron Duarte, sem saber dos pensamentos sombrios em sua mente, achou que estava apenas
aproveitando aida.
“N?o precisa“-Caterina Dias somu superficialmente.
iria vomitar seesse mais um pouco, se n?o fosse p espera de ver Isabe saindo do
trabalho, nunca teriaido tanto!
“N?o quer mais? Ent?o vamos? Podemos caminhar um pouco à beira do no.”
Vendo que estava ficando tarde, Aaron chamou o gar?om para pedir a conta e saiu do restaurante
segurando a m?o de Caterina Dias.
Caterina Dias caminhava devagar, relutante, um certo pesar no cora??o por n?o ter conseguido
fazer que Aaron conhecesse pessoalmente Isabe, que trabalhava melo periodo e fora do
expediente, o que era uma pena.
Naquele momento, o elevador VIP do Restaurante Estrdo, do outrodo da rua, se abriu e um
homem alto e bonito saludo ado Isabe. Mesmo que tenha sido apenas por um ou dois
segundos, Caterina Dias ficou chocada!
Embora estivesse a uma distancia t?o grande, a silhueta,a aparencia é a presen?a daquele homem
superavampletamente as de Aaron!
Embora as caracteristicas exatas n?o fossem ras, Caterina Dias pode e ver que o homem era muito
jovem!
ficou realmente chocada e n?o conseguiu descrever o que sentia naquele momento!
Esse homem poderia ser o irm?o de Isabe?
A familia de origem da isabe é t?o ruim que p
provavelmente está trabalhando aqui o im?o!
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Pensar nisso a fez se sentir melhor, mas ainda n?o conseguia explicar os movimentos do homem.
Ele parecia estar saindo seguranda ?sabe p m?o….
teria visto errado?
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Com um irm?o e uma irmá podem dar as m?os?
Alé o momento, estava muito distante e só conseguiu ver por um ou dois segundos, n?o conseguiu
dar uma boa olhada nos detalhes específicos..
“Caterina, o que há de errado você?
“Noda Caterina Dias n?o ousnu dizer que tinha visto a irmá novamente, medo de que Aaron
pensasse que estava sempre observando a irmi, mas o homem e Isabe tinham saldo em uma
dire??o que parecia levar ao estacionamento exclusivo do Restaurante Estrdo
u que?a levar uns doces para os meus pais, que talprar
“Aaron, acabei de pensar que há uma confeitaria na base da colina. Eu também para os sein?”
“N?o precisa, meus pais n?oem doces à noite, se o bo e a ha quiserem, eupro para eles
Aaron dirigiu até a base da colina e entrou na confeitaria
Caterina Dias fingia estar escollendo uma sobremesa, enquanto seu olhar varia ocasionalmente a rua
dodo de fora. Sá havia um caminho descendo do topo da colina, Isabe teria que passar por
aqu confeitaria, quer estivesse de tax, bicicleta ou dirigindo um carro elétricol
Mas enquanto Caterina Dias escolha de umdo para o outro, e esperava, n?o viu nenhum veiculo
além de um caro de luxo de primeira linha
A Isabe poderia estar a pé?
“Sentonta, n?o há nenhum doce em nossa loja que seja do seu agrado – O posente, vendo Catenna
Dias vestida marcas famosas e demorando meia hora para escolher um bolo, n?o pode deixar de
se aproximar e perguntar
“Oh, n?o é isso, eu acabei de lembrar que meus pais foram para um evento beneficente,
provavelmente há muitaida por lá ent?o n?o vou levar nada para eles agora.“
Calenna Dias saiu da confeitana Aaron, subiri no carro e olhou novamente no espelho retrovisor,
mas realmente n?o havia sinal de ninquem!
Isabe realmente tinha ido a pé
Naquele momento, Isabe estava sentada no cano de luxo que Caterina Dias tinha visto antes,
olhando para o homem à sua frente: “Você pode me soltar agora?
nomento, mas a noite intera
N?o era para ser so por um momento, mas a noite inteira!
Você já n?o o segurou o suficiente?__
Célio esbo?ou um sorriso de leve: “Segurar sua p própria noiva n?o é razoável?”
“Eu n?o sou sua nowa
Que época era essa para ainda existir casamentos arranjados?!
O pior é que, sendo um homem da nova era educa??o superior, ele n?o tinha rejeitado esse tipo
de casamento arranjado!
Muto estranho!
“Você já segurou minha m?o, agora quer se esquivar da responsabilidade? – Célio acariciava
delicadamente a m?o d e dizia ternura: “é tarde demais.”
Isabe tentou puxar a m?o para trás, mas ele a segurou firmeza: “N?o se mexa“.
Com um toque de sedu??o em sua voz provocante, ele se aproximou do ouvido d e disse: “Tenho
medo de machuca”.
As pvras cairam em seus ouvidoso se tivessem um significado diferente.
V Costa
Mariana Neves olhava para o relógio de pulso de vez em quando, eram oito horas da noite, por que o
caipira ainda n?o tinha voltado?
Será que tinha passado vergonha na casa do Mauro Franco e agora estava medo de voltar
para casa?
Se fosse esse o caso, a situa??o ficana ainda mais interessante!
mal podia esperar para ver o rosto constrangido da caipira!