Capítulo 51
Cello sentou–se aodo de Isabe, segurando sua m?o sem soltá, e empurrou o iPad em sua
dire??o. “O que você qu
querer?”
Isabe deu uma olhada no menu e escolheu alguns pratos aleatoriamente, Celio adicionou vários
outros. Ao ver o gerente deixar o camarote, Isabe arqueou as sobrancelhas: “Posso soltar a m?o
agora?”
Célio: “Célio perguntou de forma introspectiva e séria: “Aquenta mais um pouquinho?”
Isabe.
“Só mais um pouco
Isabe.
“A vista aqui durante o dia também é bonita, que tal eu te trazer para ver putra hora?”
–
-Isabe n?o disse nada e, pouco depois, a gerente chegou vários chefs para servir os pratos
pessoalmente.
No almo?o de hoje na familia Neves, Cello havia notado os pratos que a menina n?o tocava e aqueles
que servia mais vezes, ent?o tinha uma boa ideia do seu pdar e pediu o que gostava
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“Vamos conseguir corner tudo isso? – Isabe olhou para a mesa repleta de uma variedade de pratos
“Coma devagar“-Célio manteve uma m?o sobre a tempo todo, enquanto a outra pegava os
talheres para servi.
Posso soltar agora?”
Sem soltar, n?o conseguiriaer!
Célio saltou naturalmente a m?o direita d e pegou a m?o esquerda novamente de forma suave, o
tempo todoo se fosse uma
conex?o natural.
Isabe:
Tem certeza de que querer assim?” – Isabe realmente n?o estava acostumada essa
posi??o.
“Sim”
Célio, acho que precisamos conversor.”
“Conversaremos depois queemos“-Célio pegou um camar?o descascado e o levou aosbios
d: “Experimenta?”
“Coloque no prato, euo sozinha”
Vendo que e?ou a fr Celio colocou o camar?o diretamente em sua boca
Isabe o advertiu um olhar, mas Célio n?o se abalou e perguntou um olhar gentil. “Ea?”
“N?o é bom!”
O cozinheiro estrangeiro que estava dodo de fora se assustou e perguntou em um portugués
atropdo. “Senhora Franco, há algo de errado o prato? Diga me, e eu o mudarei
imediatamente“.
“Estou fndo da pessoa, n?o do prato.
O cozinheiro estrangeiro estava um pouco confuso quanto ao seu significado
“Podem ir.”
Ao ouvir as pvras de Célio, vários dos chefs e o gerente saíram ás pressas,o se
tivessem salvado SUBS
vidas.
“Você está brava?” – Célio olhou gentilmente para a jovem à sua frente. “Eu estava sendo muito
precipitado?”
“Você pode se sentar do outrodo da mesa?”
Em outras pvras, pode ficarnge de mim?
“Quero me sentar você.”
Isabe ficou sem pvras ao olhar para o rosto sério de Célio.
Depois de uma boa refei??o, as luzes do restaurante se apagaram e o teto se abriu e um lindo céu
estrdo foi visto.
Naqu época, Wilson Dias e Ynda Silva ainda n?o tinham desenvolvido seus negócios, estavam
sempre fora, ocupados, e era a avo Dias que passava as noites
Naqu área rural, assimo agora, o ceu notumo era repleto de estrs.
Mas as pessoas daquele tempo já n?o eram as mesmas de antes.
Havia um violinista um instrumento, parado em um canto, tocando música romántica.