Capítulo 446
Ang Alves foi a última a estender o doce para Felipe, dizendo: “Sr. Martins, prove também, é uma
delicia.”
Os lábios de Sr. Martins se retorceram levemente. Enquanto tratava Elton e Henrique por apelidos
carinhosos, para ele, Ang havia retornado ao distante formalismo de outrora.
A ordem em que ofereceu os doces também refletia a posi??o de cada um em seu cora??o, n?o é
mesmo?
Ele era o último, o menos importante, até Henrique estava à sua frente.
“N?o, obrigado.”
Ele sentiu um aperto no cora??o, sem vontade deer nada.
Na verdade, ?ng Alves estava fazendo de propósito, expressando seu ressentimento da maneira
d.
Felipe era o único que realmente a havia ferido, despeda?ando seu cora??o e pisoteando seus.
sentimentos.
Pensava que n?o tinha dignidade, que poderia convocá e’dispensá a seu bel–prazer?
colocou o prato dedo, tomou um gole de chá e for?ou um sorriso tenso, “Porque é que o Sr.
Martins está livre para vir aqui hoje? N?o deveria estar visitando a família Araújo?”
Felipe n?o respondeu;o poderia estar a família Araújo?
Enzo Alves deu de ombros, “Mana, ro que o ex-cunhado ia. é a casa da atual sogra dele.
certeza ele vai lá.”
?ng Alves sentiuo se tivesse um lim?o na boca, a acidez se espalhando dos seus. lábios até o
mais profundo do seu ser.
“Ent?o n?o vou reter o Sr. Martins para o almo?o. é melhor ir logo, para n?o deixarem eles esperando.
Nilo fica aquiigo, amanh? eu o levo de volta.”
Enquanto fva, Nilo desceu correndo as escadas, “M?e, pai n?o vai à familia Araújo hoje, viemos
especialmente para desejar feliz ano novo aos avós.”
Ele n?o queria que sua m?e pensasse no paio um traidor; seu pai n?o era t?o ruim assim,
certamente havia uma raz?o para tudo.
Ang Alves acariciou sua cabe?a, sentindo uma dor aguda no cora??o, certa de que Felipe n?o
ficaria; ele certeza iria para a familia Araújo.
Como esperado, Felipe se levantou, “Já que você tem visitas, vou indo. N?o precisa se preocupar
o Nilo, eu venho buscá–lo amanh? cedo.”
Ele foi até a cozinha, cumprimentou Ke e partiu.
Capitulo 446
Nilo ficou visivelmente abatido, subindo as escadas a cabe?a baixa.
Ele n?o entendia por que seu pai havia sido o primeiro a sair, enquanto o tio Elton ainda estava lá.
Será que ele realmente n?o pensava em reatar sua m?e?
Elton certamente n?o iria embora; Felipe fora do jogo, n?o haveria mais chance para ele..
Mas ele ainda estava lá, e de jeito nenhum entregaria Ang Alves para outro.
Ang Alves saboreou mais um gole de chá,
se convencia cada vez mais de que n?o existia tal coisao o amor verdadeiro no. mundo; os
sentimentos humanos eram frágeis e cheios de impurezas. A fidelidade constanter e inabalável existia
apenas em romances e novs.
Elton a amava, mas no fim, para salvar Fidelia, ele a abandonou.
Felipe, ele apenas a viao um troféu; ele nunca a amou, era apenas possess?o pura e simples.
E quanto a Henrique, provavelmente era mais uma quest?o de admira??o, admira??o por seu talento
como designer.
Depois de preparar alguns pratos, Ke saiu da cozinha e disse que faltava amido. pediu a ?ng
Alves para ir até o mercadinho eprar um pacote.
?ng.pediu ao irm?o para cuidar dos convidados e saiu para a rua após cal?ar seus
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sapatos.
Quando voltou o amido, seu olhar inadvertidamente se fixou no Rolls Royce estacionado a uma
curta distancia.
Ué, esse carro n?o é do Felipe?
O carro dele sempre foi personalizado, ent?o podia reconhecê–lo de imediato.
Será que ele ainda n?o tinha ido embora? Ou será que n?o tinha saído de carro?
Movida p curiosidade, se aproximou, prestes a espiar para dentro, quando de repente al porta
do carro se abriu e uma m?o grande se estendeu para fora, puxando–a para dentro num só
movimento.